David Antonio de Castro Netto- 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "David Antonio de Castro Netto- d4v1d@bol.com.br 1"

Transcrição

1 DITADURA E PROPAGANDA? OU A PROPAGANDA DA DITADURA? David Antonio de Castro Netto- 1 Resumo: Neste pequeno artigo temos o objetivo de analisar como as propagandas comerciais, via TV, no período de 1969 até 1980, serviram como uma das bases de legitimação para os governos militares. O golpe militar em 1964 teve vários focos de estudo e de reconstrução do período, dentre estes nos voltamos para o viés relacionado à propaganda comercial vinculada na mídia televisiva, diferentemente de outros estudos relacionados com a propaganda dita oficial, ou seja, àquela patrocinada pelo Estado. Palavras chave: Ditadura, propaganda, milagre econômico. Abstract: This brief article intends to analyse how commercial advertisements linked by TV, from 1969 until 1980, were used to legitimate military governments military stroke had many directions of study and tries to reconstruct that period. Among these ways, we choose the one connected to commercial advertisements linked by TV media, differently of that called Official advertisement, which was supported by State. Key words: dictatorship; advertisement; economic miracle. A grande reorganização que se seguiu na política econômica brasileira pós-64 foi uma das formas dos militares mostrarem o que estava acontecendo de errado com o país. Podemos estabelecer dois pontos importantes, a política de saneamento, empreitada inicialmente por Campos e Bulhões, e uma política mais dinâmica, viabilizada por Delfim Neto, culminando no chamado milagre brasileiro. Segundo SKIDMORE (1994), a situação econômica, em 1964, era crítica. O panorama básico da situação pode ser assim desenhado: uma dívida externa de mais de três bilhões de dólares e uma inflação galopante. Crise de confiança dos fornecedores internacionais e companhias de petróleo, ampliada pelo corte de créditos ao governo brasileiro. Para resolver o grave problema econômico uma equipe de tecnocratas, liderada por Octávio Gouvêa de Bulhões e Roberto Campos, coloca em prática o PAEG (Programa de Ação Econômica do Governo). A proposta quase ortodoxa do plano era congelar os salários e preços, reduzir o déficit público, contrair o crédito privado e estabilizar os índices salariais. Na política externa, o PAEG tinha uma função específica: trazer de volta a confiança que os investidores internacionais perderam. Em 1967, a situação é diferente e os resultados do PAEG já se apresentam. Ocorre uma redução da inflação, melhora na balança de pagamentos, redução do déficit público, graças a um grande aumento na arrecadação de impostos e no controle dos gastos do governo. Diversificação de exportações e uma renegociação de uma parcela da dívida externa. Embora a economia estivesse dando sinais de recuperação, os salários dos trabalhadores sofreram uma grande desvalorização levando ao empobrecimento. O Presidente Costa e Silva assume no lugar de Castello Branco, e escolhe como Ministro da Fazenda Antonio Delfim Neto, que seria o operador econômico dos anos do chamado milagre econômico. Delfim Neto direciona suas políticas no sentido de dinamizar a economia brasileira por meio da estimulação da demanda através do incentivo ao crédito privado e da grande penetração de capital estrangeiro no país. Em 1968, ocorre um crescimento de 11%, baseado na multiplicação de exportações e do crédito fácil, além de uma forte recuperação da indústria, tendo como carro chefe a produção de automóveis, produtos químicos e equipamentos elétricos. 1 Universidade Estadual de Maringá Mestrando do Programa de Pós Graduação em História. Linha de pesquisa: Política e Movimentos sociais. 162

2 A expansão do crédito ocorre concomitante com a enxurrada de dólares em forma de empréstimos que entram no Brasil (Em 1968 cerca de 541 milhões de dólares de capital líquidos entram no país) (SKIDMORE, 1994, p. 189). Os anos do milagre brasileiro são marcados pelo grande avanço na industria de bens duráveis, mantendo a concentração aguda no eixo São Paulo, Minas e Rio de Janeiro, além da intervenção direta do Estado na economia, através do controle de salários, por exemplo. As políticas liberalizantes de crédito promoveram um crescimento do poder aquisitivo das classes média e média alta, assim, o alto investimento no setor de bens duráveis teria a demanda de um mercado interno, ainda que restrito, mas com poder aquisitivo. Tendo essa estratégia em mente, o governo promove incentivos fiscais para o estabelecimento desse tipo de indústrias no país. Nesse período ocorre um aumento do investimento estrangeiro, chegando a 4,5 bilhões de dólares entre 1968 e 1973 (ALVES 2005, p.180). Podemos classificar esse modelo econômico como produtivista (ALVES, 2005) onde o primeiro passo seria criar condições possíveis para o investimento, especialmente o estrangeiro, de modo a acumular capital para, em seguida, arrancar rumo ao desenvolvimento. Esse tipo de política tem como base uma alta concentração da renda, que é justificada pela necessidade de criação de um robusto mercado interno. Os grandes empréstimos propiciaram um alto nível de investimento e de crescimento econômico, com os já famosos índices que variavam de 10 a 13% de crescimento ao ano, de 1968 até 1975, que vai do período Médici até Geisel. Com uma classe média com poder aquisitivo ampliado, o governo conseguiu um certo sucesso em sua empreitada, ainda, segundo ALVES (2005, p.182):... com a nova disponibilidade de bens de consumo, ao alcance das classes médias, através de um sistema ampliado de crédito ao consumo, isso deu um novo tipo de legitimidade ao Estado de Segurança Nacional: uma legitimidade baseada em crescimento econômico contínuo e acelerado. Desde o momento em que golpe foi aplicado, e mesmo durante o auge do modelo econômico escolhido, os militares, ao contrário de seus iguais do Cone Sul, não queriam que o Brasil caísse em uma ditadura aberta. Segundo SKIDMORE (1994), os militares ainda tinham fresco na memória a ditadura varguista e fariam de tudo para que não se rotulasse o Brasil dessa maneira. Com esse intuito alguns pressupostos democráticos foram mantidos: mesmo que controladas, as eleições e o não fechamento contínuo do parlamento são dois bons exemplos. A continuidade de pressupostos democráticos tinha como função legitimar o Estado autoritário, outra maneira bastante utilizada foi a propaganda. Neste texto, trabalharemos com propagandas comerciais, ligadas a esta época, e de que forma ajudaram na construção de uma opinião pública favorável, e, de certa maneira, ajudando na construção da legitimidade do governo imposto. A história da propaganda no Brasil é assaz densa, no entanto, para contextualizar nosso projeto, nos concentraremos no período imediatamente anterior ao golpe de Nos anos 40 e 50, há uma grande recuperação econômica, não só no Brasil, mas como no resto do globo em geral, são os anos dourados que HOBSBAWM (1995) nos conta. No país, destacamos o surto de novos produtos no mercado, segundo NOVAIS (1998), novos padrões de consumo instalam-se na sociedade brasileira num período de 50 anos, de 1930 a 1980, com um grande salto nos anos de 1950 até No período em destaque ( ) é que se acentua a transformação do panorama de consumo, a indústria de eletrodomésticos ganha impulso com a produção de liquidificadores, o ferro elétrico torna-se uma realidade, o fogão a gás de botijão veio tomar o lugar do fogão elétrico na casa dos ricos, e o de carvão na casa dos pobres, o secador de cabelos, a máquina de barbear, o aspirador de pó e a enceradeira. No aspecto alimentar, uma onda de inovação traz para a rotina da população novas maneiras de comprar e consumir alimentos: o arroz, o feijão, o açúcar, as farinhas de trigo, de rosca e mandioca, agora já vinham embaladas em sacos plásticos. Os alimentos enlatados 163

3 como o extrato de tomate, as ervilhas, palmitos, azeitonas, legumes picados, leite condensado, achocolatados e o creme de leite, também já eram comprados com facilidade. Na higiene pessoal, avanço significativo, como a popularização do uso da escova de dente para a população mais carente, a pasta de dente, que substitui o sabão ou o bicarbonato de sódio, a proliferação no uso de desodorantes, dos shampoos, para as mulheres surge o modess. A indústria da moda é remodelada com a produção em massa de roupas sintéticas, tornando o uso barato e disseminado, ficando agora as roupas de linho, seda e algodão para as classes mais abastadas. A indústria farmacológica, embora em menor escala, acompanha toda essa evolução, os remédios naturais vão sendo substituídos pelos industriais. Existe uma verdadeira revolução dos antibióticos, combatendo as doenças que eram o terror dos brasileiros: a sífilis e a tuberculose. Tendo este contexto em mente, NOVAIS (1998, p. 560):... entre 1959 e 1979, a sensação era a de que faltava dar uns poucos passos para finalmente nos tornamos uma nação moderna Os avanços dos produtos são acompanhados pelas novidades no sistema de comercialização. As grandes novidades foram os supermercados e o shopping center. Junto com eles, nascem também as lojas de departamento como a Mesbla e o Mappin. Nos anos 50, a televisão entra em cena. Com a pioneira TV Tupi, ocorre uma revolução no meio propagandístico no Brasil. Algumas agências estrangeiras trazem para o país o knowhow 2 necessário para a produção nesse novo espaço de informação: as agências McCann Erikson e a J. W. Thompson, são as principais. A televisão em pouco tempo se torna um importante meio de comunicação, em menos de meio século já atinge quase todos os lares do país, sendo assim é um veículo de informação e também de alienação e desinformação; por ser um meio de massa, a televisão aglutina vários componentes que atuam de diversas maneiras no comportamento e reação da sociedade. Dos anos 1960 em diante, a evolução da produção de propagandas no país caminha a passos largos e as propagandas ao vivo logo deram lugar aos vídeo tapes (VT s). Podemos aliar este grande salto na qualidade das propagandas, sobretudo nos anos que sucedem 1970, onde a publicidade já representava 1,3 % do PIB (CAPARELLI, 1982 p. 65), com a nova situação econômica que o país vivia. A expansão acelerada de produtos, nos meios onde se comercializavam, além do aumento nos gastos com marketing, fornece um estímulo para o fomento na melhora da produção dessas propagandas. As agências comerciais também importavam a tecnologia de países mais industrializados. Assim, nesse período, ocorre uma expansão da qualidade e profissionalização das agências de propaganda nacionais, com o reconhecimento de profissionais brasileiros no exterior, como Washington Olivetto e Nizan Guanaes. O setor de Telecomunicação, com altos investimentos, visando à integração do país, também deve ser destacado, já que a ampliação, e, em alguns casos a criação, de uma infraestrutura, para uma telecomunicação nacional só foram criadas nos anos de ditadura. Nosso texto pretende enfocar a busca de legitimidade do regime militar, atravessando o contexto do chamado milagre econômico e avançado até os anos 1980, sob a ótica da propaganda privada. Tentar entender, por suas criações, como a sociedade foi condicionada, ou convencida, a apoiar os militares e suas estratégias políticas e econômicas. A propaganda, com o avançar do progresso da comunicação e o alcance cada mais extensivo de pessoas, passou a desempenhar um papel diferente e fundamental, não só no mister de criar uma necessidade de consumo, mas também como meio de convencimento cada vez mais eficaz. Desta maneira, acreditamos que a propaganda exerceu uma função social de controle, convencimento, até mesmo de ajuda na criação de uma sociedade consumista. 2 Expressão inglesa que significa o conhecimento acumulado que pode ser aplicado em determinada profissão. 164

4 Grifamos aqui que não acreditamos em uma interpretação mecanicista, ou seja, de que a propaganda era inteiramente absorvida e a população, automaticamente, condicionada a comprar, mas não podemos negar o fato de que as propagandas influenciaram de maneira significativa a sociedade. Segundo Jean-Noël Jeanney (Apud RÉMOND 1996), a opinião pública é de fundamental importância na manutenção e continuidade do governo estabelecido, desta maneira, as propagandas podem ser vistas como meios para atingir essa meta, ou seja, de certa forma, as propagandas privadas com fins unicamente de venda de produtos, podem ter atuado indiretamente para o fortalecimento do sistema e na condução da opinião pública que via no acesso a novos produtos um benefício direto do regime. Aliados a este pensamento, podemos citar Alfred Sauvy (1959), que faz um estudo sobre a opinião pública e os grupos de pressão que nela atuam. O autor da um grande destaque na construção de uma opinião publica favorável através de uma massiva propaganda, desta maneira, se estabelece uma intrínseca ligação, entre propaganda e opinião pública. Aqui faremos uma diferenciação dos estudos em propaganda realizados no período: neste momento ( ) uma agencia pública era responsável pela propaganda pró governo, entretanto, como nos dizem FICO (1997) e LIMA (1997), a propaganda vinculada pela AERP (Assessoria Especial de Relações Públicas) tinha um caráter diferente dos órgãos de propaganda dos tempos de Getúlio (o DIP) e mais ainda dos tempos do nazismo e do fascismo. A propaganda vinculada pela Aerp, não era de apoio declarado ao governo e muitas vezes em seus filmes nem se quer o governo era mencionado como patrocinador. No período de a agência foi chefiada pelo Coronel Octávio Costa. O coronel tinha em mente criar um clima de paz no país com filmetes que pregavam os bons costumes, higiene e a educação do povo. Tais propagandas também buscavam justificar a ditadura, tentando criar um consenso em torno do projeto dos militares de criar um Brasil grande e que caminhava para os rumos do primeiro mundo. Ainda segundo LIMA (1997, p. 91), essa tendência das propagandas oficiais tentou ser levada para as agencias de publicidade privadas. Na dissertação apresentada pelo autor, ele nos conta que:... a AERP chegou a se reunir com os anunciantes objetivando o fim desse tom violento de publicidade, e buscando redirecionar a propaganda comercial dentro de limites mais ou menos consoantes com o espírito que órgão queria imprimir nos meios de comunicação. Podemos perceber uma intervenção direta do governo em busca do controle de uma publicidade amena e que fizesse par com os ideais da assessoria, fazer propagandas que incitassem o civilismo, a moral, que mantivessem o clima de paz que eles gostariam que reinasse no país. Nossa pesquisa desvia do rumo das pesquisas realizadas sobre a AERP, como a de FICO (1997) e LIMA (1997), pois buscaremos estudar a busca de legitimidade que a ditadura perseguia através das propagandas não relacionadas diretamente a agência do governo. Acreditamos, assim como MARTINS (1999), que veículos não oficiais faziam propagandas do regime, de maneira direta ou indireta, como é o caso do periódico Manchete, que exercia uma pressão sobre a opinião pública em favor do governo, sem que ele tivesse que se responsabilizar por esta propaganda. Nosso artigo acredita que este método foi também levado para as propagandas comerciais, pois em várias podemos ver alusões diretas aos feitos dos militares, como a ponte Rio-Niterói, em propaganda do Fiat 147, e a rodovia Transamazônica, como em propagandas do Fusca. Portanto, visamos estudar esta busca de legitimidade, que CARVALHO (2003) nos mostra como sendo intensa, ou seja, na mesma medida que a ditadura perseguia as liberdades e os direitos civis, ela aumentava os amortecedores sociais, como o FGTS e o Funrural, buscando criar uma legitimidade. Segundo LIMA (1997) criar um consenso social de que pelo progresso atingido no país, 165

5 valia a pena o cerceamento de liberdades, e, entendemos, que uma das formas de atingir esse consenso era também através das propagandas. BIBLIOGRAFIA ALVES, Maria Helena. Estado e Oposição no Brasil ( ). Bauru: Edusc, Aquino, Maria Aparecida. Censura, Imprensa, Estado Autoritário ( ): o exercício do cotidiano da dominação e da resistência: O Estado de São Paulo e Movimento. Bauru: Edusc, BRASIL, Jurema. História da Publicidade. Faculdade Cásper Líbero. Disponível em < Acesso em: 10 mar CAPARELLI, Sérgio. Televisão e capitalismo no Brasil. Porto Alegre: L&PM, 1982 CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo (org). Domínios da História: ensaios de teoria e metodologia. 5ª Ed, Rio de Janeiro: Campus, CARVALHO, José Murilo. Cidadania no Brasil: O longo caminho. 4ª Ed, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, CASTRO, Celso; D ARAUJO, Maria (org). Dossiê Geisel, Rio de Janeiro: Editora FGV, CERRI, Luiz Fernando; Ensino de História e nação na publicidade do milagre econômico: Brasil f. (Tese de Doutoramento em História), Unicamp Campinas, COSTA, Emília Viotti. Da monarquia a República. 8ª Ed, São Paulo: Editora UNESP, DIAS, Reginaldo. Sob o signo da Revolução Brasileira: A experiência da Ação Popular no Paraná. Maringá, EDUEM, 2003 DOMENACH, J. M. Propaganda Política. 1ª Ed, São Paulo: Difusão Européia do Livro, DOSSE, François. A História em migalhas: Dos Annales à nova História. Bauru: Edusc, DREIFUSS, René Armand. 1964: Conquista do Estado: Ação política, poder e golpe de classe. Petrópolis: Vozes,1981. FICO, Carlos. Reinventando o otimismo: Ditadura, propaganda e imaginação social no Brasil. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, FONTANA, Josep. História, análise do passado e projeto social. Bauru: Edusc, GRAMSCI, Antonio. Política, poder e partido. 1ª Ed, São Paulo: Brasiliense, 1990 GRUPPI, Luciano. O conceito de hegemonia em Gramsci. 2ª Ed, Rio de Janeiro: Graal, HOBSBAWM, Eric. Sobre história. Companhia das Letras, São Paulo, HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos: O breve século XX. Companhia das Letras, São Paulo, HOLANDA, Sérgio. Raízes do Brasil. 20ª Ed, Rio de Janeiro: José Olympio, KELLNER, Douglas. A cultura da mídia. Bauru, Edusc, LIMA, Odair de Abreu. A tentação do consenso: O trabalho da AERP e o uso dos meios de comunicação como fontes de legitimação dos governos militares ( ) f. Dissertação (Mestrado História Social), PUC-Campinas, Campinas, MARTINS, Ricardo Constante. Ditadura Militar e propaganda política: A revista Manchete durante o governo Médici f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais), UFSCAR, São Carlos, MATOS, Heloisa (org). Eleições, mídia e democracia. 1ª Ed, São Paulo: Scritta, NOVAIS, Fernando. Capitalismo tardio e sociabilidade moderna. In: NOVAIS, F; SCHWARCZ, Lilia. História da vida privada no Brasil, vol. 4. São Paulo: Companhias das Letras, P PORTELLI, Hugues. Gramsci e o bloco histórico. Rio de Janeiro: Paz e Terra, RÉMOND, René. Por uma história política. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, ROCHA, Everardo P. Guimarães. Magia e capitalismo: Um estudo antropológico da publicidade. São Paulo, Brasiliense,

6 SAUVY, Alfred. A Opinião Pública. 1ª Ed, São Paulo: Difusão Européia do livro, SKIDMORE, Thomas. Brasil: De Castelo a Tancredo, Rio de Janeiro: Paz e Terra, TOLEDO, Caio Navarro. ISEB: FÁBRICA DE IDEOLOGIAS. 2ª Ed, São Paulo: Ática,

Legitimação e ditadura: A propaganda comercial em foco

Legitimação e ditadura: A propaganda comercial em foco Legitimação e ditadura: A propaganda comercial em foco David A. Castro Netto. * Resumo: Este artigo tem como objetivo compreender um dos caminhos que a ditadura militar brasileira utilizou no permanente

Leia mais

MÍDIA, POLÍTICA E PROPAGANDA

MÍDIA, POLÍTICA E PROPAGANDA MÍDIA, POLÍTICA E PROPAGANDA David Antonio de Castro Netto 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo fazer uma releitura da pesquisa em andamento, para isso utilizaremos do prisma da nova história política

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO ECONÔMICA DO GOVERNO (PAEG): DO MILAGRE ECONÔMICO AO FIM DO SONHO 1

PROGRAMA DE AÇÃO ECONÔMICA DO GOVERNO (PAEG): DO MILAGRE ECONÔMICO AO FIM DO SONHO 1 PROGRAMA DE AÇÃO ECONÔMICA DO GOVERNO (PAEG): DO MILAGRE ECONÔMICO AO FIM DO SONHO 1 Introdução Márcio Kerecki Miguel dos Santos 2 O Brasil novo que se inicia depois da crise de 1929 e da tomada do poder

Leia mais

PROGRAMA ANALÍTICO DISCIPLINA. CRÉDITOS: 04 (T-04 P-0 ) Cada Crédito corresponde a 15h/ aula

PROGRAMA ANALÍTICO DISCIPLINA. CRÉDITOS: 04 (T-04 P-0 ) Cada Crédito corresponde a 15h/ aula UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO DECANATO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS E REGISTRO GERAL DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS PROGRAMA ANALÍTICO DISCIPLINA CÓDIGO: IH

Leia mais

O PLANO DE METAS DO GOVERNO DE JUCELINO KUBITSCHEK

O PLANO DE METAS DO GOVERNO DE JUCELINO KUBITSCHEK O PLANO DE METAS DO GOVERNO DE JUCELINO KUBITSCHEK O desenvolvimento autônomo com forte base industrial, que constituiu o núcleo da proposta econômica desde a Revolução de 1930 praticamente esgotou suas

Leia mais

História do planejamento no Brasil

História do planejamento no Brasil História do planejamento no Brasil 1. Um marco iniciador: o Plano de Metas de JK 2. Alguns antecedentes de 1909 a 1947-54 3. O contexto dos anos 1950 que implicava numa maior intervenção do Estado na economia

Leia mais

BENS DURÁVEIS: A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA NO PERÍODO JUSCELINO KUBITSCHEK (1956-1960)

BENS DURÁVEIS: A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA NO PERÍODO JUSCELINO KUBITSCHEK (1956-1960) BENS DURÁVEIS: A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA NO PERÍODO JUSCELINO KUBITSCHEK (1956-1960) Débora Specht Maria Helena Marin Priscila Farias dos Santos 1 Resumo O presente artigo trata-se da política econômica

Leia mais

HISTÓRIA DO BRASIL CONTEMPORÂNEO II

HISTÓRIA DO BRASIL CONTEMPORÂNEO II Pág. 1 Caracterização Curso: LICENCIATURA EM HISTÓRIA Ano/Semestre letivo: 01/1 Período/Série: 6 Turno: ( ) Matutino ( X ) Vespertino ( ) Noturno Carga horária semanal: 3h (4 aulas) Carga horária total:

Leia mais

Prof. José Luis Oreiro Instituto de Economia UFRJ Pesquisador Nível I do CNPq.

Prof. José Luis Oreiro Instituto de Economia UFRJ Pesquisador Nível I do CNPq. Prof. José Luis Oreiro Instituto de Economia UFRJ Pesquisador Nível I do CNPq. Frenkel, R. (2002). Capital Market Liberalization and Economic Performance in Latin America As reformas financeiras da América

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca VISITA AOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

Leia mais

PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL. História da Administração Pública no Brasil APRESENTAÇÃO

PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL. História da Administração Pública no Brasil APRESENTAÇÃO PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL Disciplina: História da Administração Pública no Brasil Professor(es): Wallace Moraes Período: 2013/2 Horário: 3 e 5 feiras,

Leia mais

Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo FESPSP PROGRAMA DE DISCIPLINA

Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo FESPSP PROGRAMA DE DISCIPLINA 1 Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo FESPSP PROGRAMA DE DISCIPLINA No equilíbrio entre as várias partes do livro, dei maior peso à fase que se inicia nos fins do século XIX e vai até

Leia mais

COMÉRCIO EXTERIOR. Causas da dívida Empréstimos internacionais para projetar e manter grandes obras. Aquisição de tecnologia e maquinário moderno.

COMÉRCIO EXTERIOR. Causas da dívida Empréstimos internacionais para projetar e manter grandes obras. Aquisição de tecnologia e maquinário moderno. 1. ASPECTOS GERAIS Comércio é um conceito que possui como significado prático, trocas, venda e compra de determinado produto. No início do desenvolvimento econômico, o comércio era efetuado através da

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Agosto 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70

A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70 A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70 JUNIOR, Carlos de Faria 1 FERNANDES, Priscila Mendonça 2 Palavras-Chave: Indústria Cultural. Regime Militar. Telenovelas. Introdução O projeto consiste

Leia mais

Getúlio Vargas e a Era Vargas

Getúlio Vargas e a Era Vargas Getúlio Vargas e a Era Vargas http://www.suapesquisa.com/vargas/ AGOSTO RUBEM FONSECA Getúlio Vargas e a Era Vargas: ASPECTOS A RESSALTAR Vida de Getúlio Vargas; Revolução

Leia mais

Período Populista (1945/64)

Período Populista (1945/64) Período Populista (1945/64) INTRODUÇÃO Período de Democracia, sem censura e eleições direta (o( o povo vota) para presidente. O mundo encontrava-se no Período de Guerra Fria : Capitalistas (EUA) X Socialistas

Leia mais

PLANO DE CURSO. *Obs: alguns textos podem ser alterados durante o curso.

PLANO DE CURSO. *Obs: alguns textos podem ser alterados durante o curso. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS, HUMANS, LETRAS E ARTES PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DISCIPLINA OPTATIVA: Tópicos Especiais em História Política: Trabalho, Política e Região

Leia mais

50 ANOS DO GOLPE MILITAR

50 ANOS DO GOLPE MILITAR 50 ANOS DO GOLPE MILITAR (1964-1985) Prof. Dr. Rogério de Souza CAUSAS Guerra Fria Contexto Internacional: Construção do Muro de Berlim (1961) Cuba torna-se Socialista (1961) Crise dos Mísseis (1962) CAUSAS

Leia mais

Resumo Aula-tema 05: Análise Comparativa do Desenvolvimento Econômico da Índia e da China

Resumo Aula-tema 05: Análise Comparativa do Desenvolvimento Econômico da Índia e da China Resumo Aula-tema 05: Análise Comparativa do Desenvolvimento Econômico da Índia e da China Esta aula tratará da análise comparativa do processo de desenvolvimento da China e da Índia, países que se tornaram

Leia mais

História das Relações Públicas no Brasil: retrospectiva e aspectos relevantes *

História das Relações Públicas no Brasil: retrospectiva e aspectos relevantes * História das Relações Públicas no Brasil: retrospectiva e aspectos relevantes * Margarida M. Krohling Kunsch ** 1. Relações Públicas no contexto da sociedade ENSAR AS RELAÇÕES PÚBLICAS no Brasil nos leva

Leia mais

EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE PROFESSOR HORISTA

EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE PROFESSOR HORISTA EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE PROFESSOR HORISTA 1) Sociologia II A Escola de Ciências Sociais / CPDOC da FGV-RJ informa a abertura de processo seletivo para a contratação de um professor horista para a disciplina

Leia mais

TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRENTE 5B AULA 14 e 15. Profº André Tomasini

TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRENTE 5B AULA 14 e 15. Profº André Tomasini TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRENTE 5B AULA 14 e 15 Profº André Tomasini Formação Industrial Brasileira Proibição da produção (fim do século XVIII). Barão de Mauá (ferrovias e indústrias). Ciclo do café fase capitalista

Leia mais

Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos

Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos Economia e Mercado Aula 4 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Oscilações dos níveis de produção e emprego Oferta e demanda agregadas Intervenção do Estado na economia Decisão de investir Impacto da

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO EMENTA: Novas tendências na produção, distribuição e consumo da comunicação com vertentes no jornalismo diante nova reconfiguração capitalista em um cenário neoliberal. AVALIAÇÃO: A avalição será feita

Leia mais

CORELAÇÃO DE FORÇAS E NÚMEROS DA CSN

CORELAÇÃO DE FORÇAS E NÚMEROS DA CSN CORELAÇÃO DE FORÇAS E NÚMEROS DA CSN CONJUNTURA INTERNACIONAL E NACIONAL A crise mundial não acabou está cozinhando em banho-maria. Países ricos estão exportando empresas para os BRICs, para ocupar todo

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS CURSO DE DIREITO VESTIBULAR 2009 PROVA DE HISTÓRIA. Fase 1

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS CURSO DE DIREITO VESTIBULAR 2009 PROVA DE HISTÓRIA. Fase 1 FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS CURSO DE DIREITO VESTIBULAR 2009 PROVA DE HISTÓRIA Fase 1 Novembro 2008 INTRODUÇÃO Na prova de História de 2009 foi possível concretizar vários dos objetivos do programa do Vestibular.

Leia mais

Referências Bibliográficas:

Referências Bibliográficas: Referências Bibliográficas: Fontes Primárias: Arquivo CPDOC: Arquivo Getúlio Vargas (GV). VARGAS, Getúlio. A campanha presidencial. São Paulo: Livraria José Olympio Editora, 1951. Arquivo Edgard Leuenroth:

Leia mais

ESTUDO DE CASO MÓDULO XI. Sistema Monetário Internacional. Padrão Ouro 1870 1914

ESTUDO DE CASO MÓDULO XI. Sistema Monetário Internacional. Padrão Ouro 1870 1914 ESTUDO DE CASO MÓDULO XI Sistema Monetário Internacional Padrão Ouro 1870 1914 Durante muito tempo o ouro desempenhou o papel de moeda internacional, principalmente por sua aceitabilidade e confiança.

Leia mais

Título do Trabalho. Ambiente Macroeconômico e Evolução dos Mercados de Produtos Estampados de Chapas Metálicas

Título do Trabalho. Ambiente Macroeconômico e Evolução dos Mercados de Produtos Estampados de Chapas Metálicas Título do Trabalho Ambiente Macroeconômico e Evolução dos Mercados de Produtos Estampados de Chapas Metálicas Autores: Antonio Carlos de Oliveira, Eng. Dr. Professor Pleno e Diretor e da Faculdade de Tecnologia

Leia mais

Fundamentos da Propaganda TV e Cinema. Prof. Adriano Portela

Fundamentos da Propaganda TV e Cinema. Prof. Adriano Portela Fundamentos da Propaganda TV e Cinema Prof. Adriano Portela Brasil, 1950. A chegada da televisão revoluciona a vida dos brasileiros. Os Anos de Chumbo, como foram chamados os 20 anos de ditadura, marcaram

Leia mais

Breve visão histórica sobre o planejamento no Brasil

Breve visão histórica sobre o planejamento no Brasil Breve visão histórica sobre o planejamento no Brasil A. Planos de desenvolvimento e de infra-estrutura (1949-1979) 1. Plano Salte (Governo Dutra, 1946-1950, desenhado em 1948, implementado a partir do

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Junho 2012 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

Propaganda ideológica. Baseado no livro: O que é Propaganda Ideológica de Nelson Jahr Garcia

Propaganda ideológica. Baseado no livro: O que é Propaganda Ideológica de Nelson Jahr Garcia Propaganda ideológica Baseado no livro: O que é Propaganda Ideológica de Nelson Jahr Garcia Propagandas: comerciais e eleitorais Estão em todo parte: televisão, rádio, cartazes; veículos; objetos... As

Leia mais

UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS

UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS DESAFIOS DO CAPITALISMO GLOBAL E DA DEMOCRACIA Luiz Carlos Bresser-Pereira A Reforma Gerencial ou Reforma à Gestão Pública de 95 atingiu basicamente os objetivos a que se propunha

Leia mais

SANTOS, B. S. Os processos da globalização In SANTOS, B. S. (org) (2001), Globalização Fatalidade ou utopia, Porto, Edições Afrontamento, pp.

SANTOS, B. S. Os processos da globalização In SANTOS, B. S. (org) (2001), Globalização Fatalidade ou utopia, Porto, Edições Afrontamento, pp. SANTOS, B. S. Os processos da globalização In SANTOS, B. S. (org) (2001), Globalização Fatalidade ou utopia, Porto, Edições Afrontamento, pp. 31-50 2º Ano ASE Sociologia do Desenvolvimento e da Mudança

Leia mais

Capitalismo, Revolução Russa e Crise de 29

Capitalismo, Revolução Russa e Crise de 29 Capitalismo, Revolução Russa e Crise de 29 Revolução Russa de 1917 A Revolução Russa de 1917 foi uma série de eventos políticos na Rússia, que, após a eliminação da autocracia russa, e depois do Governo

Leia mais

Carga tributária: o maior limitante de investimentos no Brasil

Carga tributária: o maior limitante de investimentos no Brasil IMPOSTOS NO BRASIL Imposto sobre telefone chega a 62,9% e é o maior do mundo. Com a conversa de que os impostos são para "combate à pobreza" (alguém acredita?), o imposto é de 2 a 3 vezes maior que o do

Leia mais

Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo

Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo A UA UL LA MÓDULO 7 Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo Nesta aula O café foi o principal produto de exportação durante a República Velha. Os cafeicultores detinham o controle da

Leia mais

PERÍODO MILITAR (1964/1985) PROF. SORMANY ALVES

PERÍODO MILITAR (1964/1985) PROF. SORMANY ALVES PERÍODO MILITAR (1964/1985) PROF. SORMANY ALVES INTRODUÇÃO Período governado por GENERAIS do exército brasileiro. Adoção do modelo desenvolvimento dependente, principalmente dos EUA, que subordinava a

Leia mais

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA Clodoaldo Meneguello Cardoso Nesta "I Conferência dos lideres de Grêmio das Escolas Públicas Estaduais da Região Bauru" vamos conversar muito sobre política.

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA

PROGRAMA DA DISCIPLINA UPE Campus Petrolina PROGRAMA DA DISCIPLINA Curso: Licenciatura em História Disciplina: Métodos e técnicas de pesquisa Histórica Carga Horária: 45h Teórica: 45h Prática: Semestre: 23.2 Professor: Reinaldo

Leia mais

ECONOMIA SOLIDÁRIA E CIDADANIA ATIVA NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE BELO HORIZONTE Renata Adriana Rosa

ECONOMIA SOLIDÁRIA E CIDADANIA ATIVA NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE BELO HORIZONTE Renata Adriana Rosa ECONOMIA SOLIDÁRIA E CIDADANIA ATIVA NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE BELO HORIZONTE Renata Adriana Rosa Historiadora, Especialista em Políticas Públicas, responsável, nesta gestão, pela chefia de gabinete da

Leia mais

Faz sentido o BNDES financiar investimentos em infraestrutura em outros países?

Faz sentido o BNDES financiar investimentos em infraestrutura em outros países? Faz sentido o BNDES financiar investimentos em infraestrutura em outros países? Marcos Mendes 1 O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tem financiado a construção de infraestrutura

Leia mais

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião plenária dos Ministros da Fazenda do G-20 Financeiro

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião plenária dos Ministros da Fazenda do G-20 Financeiro , Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião plenária dos Ministros da Fazenda do G-20 Financeiro São Paulo-SP, 08 de novembro de 2008 Centrais, Senhoras e senhores ministros das Finanças e presidentes

Leia mais

A economia brasileira e as perspectivas do investimento Luciano Coutinho Presidente do BNDES

A economia brasileira e as perspectivas do investimento Luciano Coutinho Presidente do BNDES A economia brasileira e as perspectivas do investimento Luciano Coutinho Presidente do BNDES O Brasil ingressa em um novo ciclo de desenvolvimento A economia brasileira continuarácrescendo firmemente nos

Leia mais

CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS Próximo HISTÓRIA O BRASIL, O MUNDO E A PAZ NUCLEAR. Caderno 10» Capítulo 4. www.sejaetico.com.

CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS Próximo HISTÓRIA O BRASIL, O MUNDO E A PAZ NUCLEAR. Caderno 10» Capítulo 4. www.sejaetico.com. CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS HISTÓRIA O BRASIL, O MUNDO E A PAZ NUCLEAR Caderno 10» Capítulo 4 www.sejaetico.com.br CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS A experiência democrática no Brasil (1945-1964)

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Julho 2012 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

Temas Governo de Vargas 1930-1945), Populismo (1945-1964) Ditadura Militar (1964-1985) e República Nova (Redemocratização do Brasil) (1985-2010)

Temas Governo de Vargas 1930-1945), Populismo (1945-1964) Ditadura Militar (1964-1985) e República Nova (Redemocratização do Brasil) (1985-2010) Trabalho de História Recuperação _3ºAno Professor: Nara Núbia de Morais Data / /2014 Aluno: nº Ens. Médio Valor: 40 Nota: Temas Governo de Vargas 1930-1945), Populismo (1945-1964) Ditadura Militar (1964-1985)

Leia mais

Revolução de 1930. Fatores: Crise de 1929. Movimento Tenentista. Resultado das eleições.

Revolução de 1930. Fatores: Crise de 1929. Movimento Tenentista. Resultado das eleições. Revolução de 1930 Revolução de 1930 Fatores: Crise de 1929. Movimento Tenentista. Resultado das eleições. Revolução de 1930 Responsável pelo fim da chamada Política café com leite Política café com leite

Leia mais

Saiba o que vai mudar no seu bolso com as novas medidas econômicas do governo

Saiba o que vai mudar no seu bolso com as novas medidas econômicas do governo Cliente: Trade Energy Veículo: Portal R7 Assunto: Saiba o que vai mudar no seu bolso com as novas medidas Data: 21/01/2015 http://noticias.r7.com/economia/saiba-o-que-vai-mudar-no-seu-bolso-com-as-novas-medidaseconomicas-do-governo-21012015

Leia mais

capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO Senhores, aqui estão os relatórios financeiros do ano passado. Podemos pagar nossas dívidas?

capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO Senhores, aqui estão os relatórios financeiros do ano passado. Podemos pagar nossas dívidas? 22 capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO A Contabilidade é o instrumento que as empresas usam para controlar suas finanças e operações. E os demonstrativos contábeis balanço patrimonial e demonstração

Leia mais

Impactos da Desvalorização do Real nas MPEs Paulistas

Impactos da Desvalorização do Real nas MPEs Paulistas SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE SÃO PAULO SEBRAE-SP PESQUISAS ECONÔMICAS Impactos da Desvalorização do Real nas MPEs Paulistas (Relatório de Pesquisa) Realização: Maio de 1999 Sondagem

Leia mais

(1) HOBSBAWM, Eric. Sobre História. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. Cap. 10: O que os historiadores devem a Karl Marx?

(1) HOBSBAWM, Eric. Sobre História. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. Cap. 10: O que os historiadores devem a Karl Marx? UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS PLANO DE ENSINO DE TEORIAS DA HISTÓRIA II CURSO/SEMESTRE LICENCIATUTA EM HISTÓRIA 3º SEMESTRE DISCIPLINA TEORIAS DA HISTÓRIA II CARÁTER DA

Leia mais

PARECE IGUAL... MAS, DO OUTRO LADO, É O BRASIL QUE DÁ CERTO. FICA DO OUTRO LADO DESSE ESPELHO. DESTE LADO, POUCO DINHEIRO NO BOLSO...

PARECE IGUAL... MAS, DO OUTRO LADO, É O BRASIL QUE DÁ CERTO. FICA DO OUTRO LADO DESSE ESPELHO. DESTE LADO, POUCO DINHEIRO NO BOLSO... CADÊ O BRASIL RICO? FICA DO OUTRO LADO DESSE ESPELHO. DESTE LADO, POUCO DINHEIRO NO BOLSO... PARECE IGUAL... MAS, DO OUTRO LADO, É O BRASIL QUE DÁ CERTO.... E AQUI, DINHEIRO SOBRANDO NO FIM DO MÊS. DESTE

Leia mais

MODERNIZAÇÃO E CULTURA POLÍTICA NOS CICLOS DE ESTUDOS DA ADESG EM SANTA CATARINA (1970-75) Michel Goulart da Silva 1

MODERNIZAÇÃO E CULTURA POLÍTICA NOS CICLOS DE ESTUDOS DA ADESG EM SANTA CATARINA (1970-75) Michel Goulart da Silva 1 MODERNIZAÇÃO E CULTURA POLÍTICA NOS CICLOS DE ESTUDOS DA ADESG EM SANTA CATARINA (1970-75) Michel Goulart da Silva 1 INTRODUÇÃO Este projeto tem como problema de pesquisa a relação entre os ciclos de estudos

Leia mais

CÁLCULO DA VARIAÇÃO DA CESTA BÁSICA NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ-MG DE 2004 A 2008

CÁLCULO DA VARIAÇÃO DA CESTA BÁSICA NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ-MG DE 2004 A 2008 CÁLCULO DA VARIAÇÃO DA CESTA BÁSICA NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ-MG DE 2004 A 2008 Érik DOMINIK; Uellington CORRÊA * CEFET Bambuí; CEFET Bambuí RESUMO Este trabalho tem o objetivo de demonstrar as variações

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Julho 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS- GRADUADOS

Leia mais

Bresser- Pereira: O carro na frente dos bois

Bresser- Pereira: O carro na frente dos bois Bresser- Pereira: O carro na frente dos bois Entrevista de Luiz Carlos Bresser- Pereira a Hélio Batista Barboza em 2006 e revisada em 2014. Destinava- se a uma publicação sobre a história da administração

Leia mais

http://revistaepoca.globo.com/revista/epoca/0,,edg83750-9306-522,00-nosso+ma...

http://revistaepoca.globo.com/revista/epoca/0,,edg83750-9306-522,00-nosso+ma... Página 1 de 5 BUSCA LOGIN senha: gfedc Entrar automaticamente Esqueci minha senha Quero me cadastrar Ampliar capaed. 522-19/05/2008 CONTEÚDO Revista + @ Extras Podcasts Arquivo ÉPOCA Página 2 de 5 ÉPOCA

Leia mais

ESTRATÉGIA ECONÔMICA LEAPFROG DO SÉCULO XXI: O RIO GRANDE DO SUL TORNA-SE O LUGAR MAIS SUSTENTÁVEL E INOVADOR DA AMÉRICA LATINA ATÉ 2030

ESTRATÉGIA ECONÔMICA LEAPFROG DO SÉCULO XXI: O RIO GRANDE DO SUL TORNA-SE O LUGAR MAIS SUSTENTÁVEL E INOVADOR DA AMÉRICA LATINA ATÉ 2030 ESTRATÉGIA ECONÔMICA LEAPFROG DO SÉCULO XXI: O RIO GRANDE DO SUL TORNA-SE O LUGAR MAIS SUSTENTÁVEL E INOVADOR DA AMÉRICA LATINA ATÉ 2030 Um relatório para o Governo do Estado do Rio Grande Sul (AGDI) e

Leia mais

Mobilidade Urbana COMO SE FORMAM AS CIDADES? 06/10/2014

Mobilidade Urbana COMO SE FORMAM AS CIDADES? 06/10/2014 Mobilidade Urbana VASCONCELOS, Eduardo Alcântara de. Mobilidade urbana e cidadania. Rio de Janeiro: SENAC NACIONAL, 2012. PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL LUCIANE TASCA COMO SE FORMAM AS CIDADES? Como um

Leia mais

1 Problema de Pesquisa

1 Problema de Pesquisa 1 Problema de Pesquisa 1.1. Introdução Muitas pessoas já indicaram que a revolução do computador é maior do que a da roda em seu poder de remodelar a visão humana e sua organização. Enquanto a roda é uma

Leia mais

A participação do rádio no cotidiano da sociedade brasileira (1923-1960)

A participação do rádio no cotidiano da sociedade brasileira (1923-1960) A participação do rádio no cotidiano da sociedade brasileira (1923-1960) Lia Calabre NO APAGAR DAS LUZES DO SÉCULO XX, podemos dizer que este foi o tempo da revolução das formas de comunicação à distância.

Leia mais

TÓPICO ESPECIAL Agosto

TÓPICO ESPECIAL Agosto Jan-94 Dec-94 Nov-95 Oct-96 Sep-97 Aug-98 Jul-99 Jun-00 May-01 Apr-02 Mar-03 Feb-04 Jan-05 Dec-05 Nov-06 Oct-07 Sep-08 Aug-09 Jul-10 Jun-11 May-12 Apr-13 Mar-14 Feb-15 Mar-10 Jul-10 Nov-10 Mar-11 Jul-11

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA ENSINO MÉDIO ÁREA CURRICULAR: CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS DISCIPLINA: HISTÓRIA SÉRIE 1.ª CH 68 ANO 2012 COMPETÊNCIAS:. Compreender

Leia mais

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia e Comércio / Integração Regional Jéssica Naime 09 de setembro de 2005 Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia

Leia mais

Fabrício Aparecido Breve INTERNET E MUNDIALIZAÇÃO

Fabrício Aparecido Breve INTERNET E MUNDIALIZAÇÃO Fabrício Aparecido Breve INTERNET E MUNDIALIZAÇÃO Piracicaba, 2000 Fabrício Aparecido Breve INTERNET E MUNDIALIZAÇÃO Este trabalho se destina a avaliação da disciplina de Teoria da Comunicação Piracicaba,

Leia mais

Preços. 2.1 Índices gerais

Preços. 2.1 Índices gerais Preços A inflação, considerada a evolução dos índices de preços ao consumidor e por atacado, apresentou contínua elevação ao longo do trimestre encerrado em maio. Esse movimento, embora tenha traduzido

Leia mais

Monitor do Déficit Tecnológico. Análise Conjuntural das Relações de Troca de Bens e Serviços Intensivos em Tecnologia no Comércio Exterior Brasileiro

Monitor do Déficit Tecnológico. Análise Conjuntural das Relações de Troca de Bens e Serviços Intensivos em Tecnologia no Comércio Exterior Brasileiro Monitor do Déficit Tecnológico Análise Conjuntural das Relações de Troca de Bens e Serviços Intensivos em Tecnologia no Comércio Exterior Brasileiro de 2012 Monitor do Déficit Tecnológico de 2012 1. Apresentação

Leia mais

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Fevereiro de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Fevereiro de 2015...

Leia mais

Dólar sem freios. seu dinheiro #100. Nem intervenções do BC têm sido capazes de deter a moeda americana

Dólar sem freios. seu dinheiro #100. Nem intervenções do BC têm sido capazes de deter a moeda americana #100 seu dinheiro a sua revista de finanças pessoais Dólar sem freios Nem intervenções do BC têm sido capazes de deter a moeda americana Festa no exterior Brasileiros continuam gastando cada vez mais fora

Leia mais

A Revolução Industrial, iniciada na Grà-Bretanha, mudou a maneira de trabalhar e de pensar das pessoas

A Revolução Industrial, iniciada na Grà-Bretanha, mudou a maneira de trabalhar e de pensar das pessoas A Revolução Industrial, iniciada na Grà-Bretanha, mudou a maneira de trabalhar e de pensar das pessoas A industrialização mudou a história do homem. O momento decisivo ocorreu no século XVIII com a proliferação

Leia mais

Vendas recuam, mas acumulam alta de 1,46% no ano

Vendas recuam, mas acumulam alta de 1,46% no ano Associação Brasileira de Supermercados Nº51 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Abril de 2015 Vendas recuam, mas acumulam alta de 1,46% no ano Crescimento moderado

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015 Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 O cenário econômico nacional em 2014 A inflação foi superior ao centro da meta pelo quinto

Leia mais

PLANO DE ENSINO. Objetivos

PLANO DE ENSINO. Objetivos MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PLANO DE ENSINO Dados de Identificação Campus: São Borja Curso: Relações Públicas ênfase em produção cultural Componente

Leia mais

Ao longo dos 30 anos de redemocratização do Brasil, o Estado incorporou programas de proteção social aos mais

Ao longo dos 30 anos de redemocratização do Brasil, o Estado incorporou programas de proteção social aos mais Para crescer, Brasil precisa rever cultura de mil bolsas Para Marcos Mendes, consultor do Senado, é muito difícil coordenar um acordo social que reduza benefícios em prol de um país mais eficiente e menos

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 11 Pronunciamento sobre a questão

Leia mais

Gabarito oficial preliminar: História

Gabarito oficial preliminar: História 1) Questão 1 Segundo José Bonifácio, o fim do tráfico de escravos significaria uma ameaça à existência do governo porque Geraria uma crise econômica decorrente da diminuição da mão de obra disponível,

Leia mais

Leitores: supermercadistas de todos os portes, fornecedores, órgãos governamentais, universidades

Leitores: supermercadistas de todos os portes, fornecedores, órgãos governamentais, universidades SuperHiper é a publicação oficial do setor, pertence à Abras e este ano completa 35 anos Leitores: supermercadistas de todos os portes, fornecedores, órgãos governamentais, universidades Representa o setor

Leia mais

AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL

AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL IMPORTÂNCIA ECONOMICA 1- Exportações em 2014: Mais de US$ 100 bilhões de dólares; 2- Contribui com aproximadamente 23% do PIB brasileiro; 3- São mais de 1 trilhão de Reais e

Leia mais

Título do Trabalho. Perspectivas de Mercado para Produtos Estampados

Título do Trabalho. Perspectivas de Mercado para Produtos Estampados Título do Trabalho Perspectivas de Mercado para Produtos Estampados Autores: Antonio Carlos de Oliveira, Eng. Dr. Professor Pleno e Diretor e da Faculdade de Tecnologia de Sorocaba (FATEC-So) Luiz Carlos

Leia mais

GLOBALIZAÇÃO Planeta em mutação

GLOBALIZAÇÃO Planeta em mutação GLOBALIZAÇÃO Planeta em mutação GLOBALIZAÇÃO: O QUE É. A globalização é o estágio supremo da internacionalização. O processo de intercâmbio entre os países, que marcou o desenvolvimento do capitalismo.

Leia mais

PROVA BIMESTRAL História

PROVA BIMESTRAL História 8 o ano o bimestre PROVA BIMESTRAL História Escola: Nome: Turma: n o :. Leia os textos e responda às questões e. Texto Na Grécia Antiga, Aristóteles (384 a.c.-3 a.c.) já defendia a ideia de que o Universo

Leia mais

Palestra: Macroeconomia e Cenários. Prof. Antônio Lanzana 2012

Palestra: Macroeconomia e Cenários. Prof. Antônio Lanzana 2012 Palestra: Macroeconomia e Cenários Prof. Antônio Lanzana 2012 ECONOMIA MUNDIAL E BRASILEIRA SITUAÇÃO ATUAL E CENÁRIOS SUMÁRIO I. Cenário Econômico Mundial II. Cenário Econômico Brasileiro III. Potencial

Leia mais

CARTILHA DE ORIENTAÇÃO SOBRE A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL

CARTILHA DE ORIENTAÇÃO SOBRE A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO CARTILHA DE ORIENTAÇÃO SOBRE A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL 1. O que é a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)? A Lei de Responsabilidade Fiscal é um código

Leia mais

ICV-DEESE fica em 6,04%, em 2013

ICV-DEESE fica em 6,04%, em 2013 1 São Paulo, 8 de janeiro de 2014. ICV-DEESE fica em 6,04%, em 2013 NOTA À IMPRENSA Em 2013, o Índice do Custo de Vida ICV calculado pelo DIEESE Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos

Leia mais

PLANO DE ENSINO. RECURSOS: Quadro, giz, referências bibliográficas, material digitado e data-show.

PLANO DE ENSINO. RECURSOS: Quadro, giz, referências bibliográficas, material digitado e data-show. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA Licenciatura em História Disciplina: História Contemporânea I Semestre: 1º/2014 PLANO DE ENSINO EMENTA: Estudo das

Leia mais

Unidade 6: América: contrastes no desenvolvimento

Unidade 6: América: contrastes no desenvolvimento Unidade 6: América: contrastes no desenvolvimento Capítulo 1: América: Um continente de Contrastes Capítulo 2: Estados Unidos e Canadá Apresentação elaborada pelos alunos do 8º Ano B Montanhas Rochosas

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 17 Discurso no encerramento do Fórum

Leia mais

Capítulo 15: GREMAUD, TONETO JR. E VASCONCELLOS (2002) Da Crise ao Milagre

Capítulo 15: GREMAUD, TONETO JR. E VASCONCELLOS (2002) Da Crise ao Milagre Capítulo 15: GREMAUD, TONETO JR. E VASCONCELLOS (2002) Da Crise ao Milagre Início dos anos 60 forte reversão da situação econômica com: queda dos investimentos, queda da taxa de crescimento da renda aceleração

Leia mais

A HISTÓRIA DA ALFABETIZAÇÃO INFANTIL NA EDUCAÇÃO DE SÃO CARLOS (1964-1985)

A HISTÓRIA DA ALFABETIZAÇÃO INFANTIL NA EDUCAÇÃO DE SÃO CARLOS (1964-1985) 1 A HISTÓRIA DA ALFABETIZAÇÃO INFANTIL NA EDUCAÇÃO DE SÃO CARLOS (1964-1985) Larissa Mendes Gontijo Dornfeld Orientadora: Profª. Drª. Ester Buffa Mestrado em Educação Linha de Pesquisa: História, Filosofia

Leia mais

TEMA 3 UMA EXPERIÊNCIA

TEMA 3 UMA EXPERIÊNCIA TEMA 3 UMA EXPERIÊNCIA DOLOROSA: O NAZISMO ALEMÃO A ascensão dos nazistas ao poder na Alemanha colocou em ação a política de expansão territorial do país e o preparou para a Segunda Guerra Mundial. O saldo

Leia mais

Pós - Graduação Internacional em Administração

Pós - Graduação Internacional em Administração PÓS - GRADUAÇÃO INTERNACIONAL Pós - Graduação Internacional em Administração 22 a 31 de agosto de 2014 Coordenação Acadêmica: Prof. Pedro Carvalho de Mello Convênio.................... 3 Apresentação...................

Leia mais

101/15 30/06/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

101/15 30/06/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados 101/15 30/06/2015 Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Junho de 2015 Sumário 1. Perspectivas do CenárioEconômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Março

Leia mais

A importância dos Bancos de Desenvolvimento

A importância dos Bancos de Desenvolvimento MISSÃO PERMANENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA JUNTO AO OFÍCIO DAS NAÇÕES UNIDAS REPRESENTAÇÃO COMERCIAL GENEBRA - SUÍÇA NOTA DE TRABALHO A importância dos Bancos de Desenvolvimento G E NEBRA A OS 5 DE Segundo

Leia mais

Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais.

Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Maio/2014 OBJETIVO Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Permitir ainda, uma análise comparativa da evolução

Leia mais