Questão 76. Questão 77. Questão 78. alternativa D. alternativa E

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1 Questã 76 mês de mai de 2007, gvern federal lançu a Plítica acinal sbre Álcl. A açã mais plêmica cnsiste na limitaçã da publicidade de bebidas alcólicas ns meis de cmunicaçã. Pel text d decret, serã cnsideradas alcólicas as bebidas cm ter de álcl a partir de 0,5 GL. Acncentraçã de etanl nas bebidas é expressa pela escala centesimal Gay Lussac ( GL), que indica a percentagem em vlume de etanl presente em uma sluçã. Pela nva Plítica, a bebida alcólica mais cnsumida n país, a cerveja, sfreria restrições na sua publicidade. Para que nã sfra as limitações da legislaçã, prepar de uma nva bebida, a partir da diluiçã de uma dse de 00 ml de uma cerveja que apresenta ter alcólic 4 GL, deverá apresentar um vlume final, em L, acima de a) 1,0. d) 2,0. b) 1,4. e) 2,4. alternativa E a diluiçã é válida a expressã: i Vi f Vf 4 0, L 0,5 Vf 4 0, L Vf 2,4 L 0,5 Questã 77 c) 1,8. ã é smente a ingestã de bebidas alcólicas que está assciada as acidentes nas estradas, mas também a ingestã de drgas psicestimulantes pr alguns mtristas que têm lngas jrnadas de trabalh. Estuds indicam que Brasil é mair imprtadr de dietilprpina e fenprprex, estruturas químicas representadas na figura. Para as drgas psicestimulantes, uma das funções rgânicas apresentadas na estrutura da dietilprpina e númer de carbns assimétrics na mlécula da fenprprex sã, respectivamente, a) amida e 1. c) amina e. e) cetna e 2. Questã Dietilprpina Fenprprex b) amina e 2. d) cetna e 1. alternativa D 2 2 Analgésics ácids cm aqueles à base de ácid acetilsalicílic prvcam em algumas pessas sintmas desagradáveis assciads a aument da acidez estmacal. Em substituiçã a esses medicaments, pdem ser ministrads utrs que cntenham cm princí- cetna Dietilprpina * Fenprprex 2 2

2 química 2 pi ativ paracetaml (acetaminfen), que é uma base fraca. mei estmacal é predminantemente ácid, enquant que mei intestinal é predminantemente básic, que leva à absrçã seletiva ns dis órgãs de medicaments administrads pela via ral. nsidere a figura cm a estrutura d acetaminfen e as seguintes afirmações: I. acetaminfen apresenta fórmula mlecular II. grup funcinal amida é que cnfere caráter básic d acetaminfen. III. A absrçã d ácid acetilsalicílic em um indivídu é mair n estômag d que n intestin, devid a baix p d suc gástric. IV. s fenóis apresentam menr acidez d que s ácids carbxílics. Sã crretas as afirmações a) I, II, III e IV. b) I, II e III, smente. c) I, II e IV, smente. d) II, III e IV, smente. e) III e IV, smente. alternativa A I. rreta. II. rreta. grup amida apresenta uma basicidade extremamente baixa. III. rreta. A absrçã d ácid acetilsalicílic é intensa quand fármac está na frma neutra. A inizaçã d ácid acetilsalicílic é inibida n mei ácid estmacal. IV. rreta. Tipicamente s fenóis sã ácids mais fracs que s ácids carbxílics. Questã 79 Acetaminfen este an, Brasil decidiu suspender, em territóri nacinal, licenciament cmpulsóri d anti-retrviral Efavirenz, um medicament de cmbate à AIDS. m esta decisã, país pde imprtar um genéric que custa três vezes mens. A mairia ds membrs da rganizaçã Mundial da Saúde demnstru api às reivindicações das nações em desenvlviment, a aprvar um text que pede respeit e ajuda as gverns destes países para quebrarem patentes de medicaments de interesse da saúde pública. númer de ligações π (pi) entre átms de carbn na mlécula d Efavirenz e nme da principal frça de interaçã que pde crrer entre grup d medicament e s fluids aquss d nss rganism sã, respectivamente, a) 4 e dipl-dipl. b) 4 e ligações de hidrgêni. c) 5 e dipl-dipl. d) 5 e ligações de hidrgêni. e) 6 e dipl-dipl. alternativa D A ligaçã π é a segunda e também a terceira interaçã cvalente entre dis átms. Entã, cnsiderand apenas as ligações entre átms de carbn, tems: F F A interaçã entre a ligaçã e as ligações da água é denminada ligaçã de hidrgêni. ISTRUÇÃ: Leia text para respnder às questões de númers 80 e 81. azeite de liva é cnsiderad óle vegetal cm sabr e arma mais refinads. Acredita-se que ele diminui s níveis de clesterl

3 química n sangue, reduzind s riscs de denças cardíacas. Suspeita-se que algumas empresas misturem óles de amendim, milh, sja e utrs, mais barats, cm azeite de liva, para aumentar seus lucrs. s triglicerídes diferem uns ds utrs em relaçã as tips de ácids graxs e à lcalizaçã n glicerl. Quand um trigliceríde é frmad a partir de dis ácids linléics e um ácid léic, tems trigliceríde LL. azeite de liva, há predminância d e n óle de sja, d LLL. m s triglicerídes sã característics de cada tip de óle, sua separaçã e identificaçã trnam pssível a análise para detectar pssíveis adulterações d azeite. a tabela, sã apresentads s ácids graxs mais cmuns. ácid 2 2 númer de átms de carbn númer de ligações Palmític 16 0 Esteáric 18 0 léic 18 1 Linléic 18 2 Questã 80 a estrutura química d trigliceríde, s três radicais R sã iguais a a) 185 b) c) 17. d) 174 e) Trigliceríde R 1 R 2 R R R ácid radical saturad insaturad Questã 81 as tecnlgias para substituiçã ds derivads d petróle pr utras fntes de energias renváveis, Brasil destaca-se n cenári internacinal pel us d etanl e, mais recentemente, d bidiesel. a transesterificaçã, prcess de btençã d bidiesel, crre uma reaçã entre um óle e um álcl na presença de catalisadr, tend ainda cm subprdut a glicerina. 2 2 Glicerina Quand sã utilizads etanl e trigliceríde LLL, na transesterificaçã, s prduts rgânics frmads apresentam s grups funcinais: a) álcl e éster. b) álcl e éter. c) álcl e ácid carbxílic. d) ácid carbxílic e éster. e) ácid carbxílic e éter. alternativa A Uma representaçã genérica da transesterificaçã é: 2 R R 2 R 2 cat alternativa m crrespnde a ácid léic, tems que R crrespnde a um radical cm 17 átms de carbn e 1 insaturaçã: cat. + R álcl éster

4 índice de gaslina em nã-cnfrmidade cm as especificações da AP (Agência acinal de Petróle, Gás atural e Bicmbustíveis) é um dad precupante, já que alguns psts estavam vendend gaslina cm mais de 85% de álcl anidr. Td pst de gaslina deve ter um kit para testar a qualidade da gaslina, quand slicitad pel cnsumidr. Um ds testes mais simples, teste da prveta, dispst na Resluçã AP n.º 9, de 7 de març de 2007, é feit cm sluçã aqusa de clret de sódi (al), na cncentraçã de 10% p/v (100 g de sal para cada litr de água). teste cnsiste em clcar 50 ml de gaslina numa prveta de 100 ml cm tamquímica 4 Questã 82 A geraçã de lix é inerente à nssa existência, mas a destinaçã d lix deve ser mtiv de precupaçã de tds. Uma frma de diminuir a grande prduçã de lix é aplicar s três R (Reduzir, Reutilizar e Reciclar). Dentr desta premissa, Brasil lidera a reciclagem d alumíni, permitind ecnmia de 95% n cnsum de energia e reduçã na extraçã da bauxita, já que para cada kg de alumíni sã necessáris 5 kg de bauxita. A prcentagem d óxid de alumíni (Al2 ) extraíd da bauxita para prduçã de alumíni é aprximadamente igual a a) 20,0%. d) 42,7%. b) 25,0%. e) 52,9%. alternativa c) 7,8%. álcul da prcentagem de óxid de alumíni na bauxita: 1 10 g A 1mlA 1ml A 2 5 kg bauxita 27 g A 2mlA massa fórmula mlar química 102 g A 2 1kg A 2 1ml A 2 10 g A 2 massa mlar cnv. unidade 0,78 kg A 2 /kg bauxita u 7,8%. As lâmpadas flurescentes estã na lista de resídus ncivs à saúde e a mei ambiente, já que essas lâmpadas cntêm substâncias, cm mercúri (massa mlar 200 g/ml), que sã tóxicas. A rmper-se, uma lâmpada flurescente emite vapres de mercúri da rdem de 20 mg, que sã absrvids pels seres vivs e, quand lançadas em aterrs, cntaminam sl, pdend atingir s curss d água. A legislaçã brasileira estabelece cm limite de tlerância para ser human 0,04 mg de mercúri pr metr cúbic de ar. um determinad ambiente, a rmper-se uma dessas lâmpadas flurescentes, mercúri se difundiu de frma hmgênea n ar, resultand em 0, átms de mercúri pr metr cúbic de ar. Dada a cnstante de Avgadr 60, 10 2 ml 1, pde-se cncluir que, para este ambiente, vlume de ar e númer de vezes que a cncentraçã de mercúri excede a limite de tlerância sã, respectivamente, a) 50 m e 10. c) 200 m e 2, 5. e) 400 m e 1,25. b) 100 m e 5. d) 250 m e 2. alternativa álcul d vlume de ar: 2 1mlg 6 10 át. g 0,02 g g 200gg 1mlg m. mlar cte. de Avgadr 1m ar 200 m ar át. g dad álcul da cncentraçã de g n ar: át. g 1mlg 200 g g 2 1m ar 6 10 át. g 1mlg dad cte. de Avgadr m. mlar g g/m u 0,1 mg g/m. m limite de tlerância é de 0,04 mg g/m, a cncentraçã excede esse limite em: 0,1 2,5 vezes 0,04 Questã 8 Questã 84

5 química 5 pa, cmpletar vlume cm 50 ml da sluçã de clret de sódi, misturar pr mei de 10 inversões e, após 15 minuts de repus, fazer a leitura da fase aqusa. cálcul d ter de álcl é determinad pela expressã: T (A 2) + 1, nde: T: ter de álcl na gaslina, e A: aument em vlume da camada aqusa (álcl e água). teste aplicad em uma amstra X de gaslina de um determinad pst indicu ter de 5%. vlume, em ml, da fase aqusa btida quand teste fi realizad crretamente cm a amstra X fi: a) 76. b) 5. c) 40. d) 26. e) 24. alternativa A Para T 5%, tems T (A 2) (A 2) + 1 2A 52 A 26 nde A é aument em vlume da camada aqusa. Lg, vlume da fase aqusa btida será ml. Questã 85 nitrit de sódi, a 2, é um ds aditivs mais utilizads na cnservaçã de aliments. É um excelente agente antimicrbian e está presente em quase tds s aliments industrializads à base de carne, tais cm presunts, mrtadelas, salames, entre utrs. Alguns estuds indicam que a ingestã deste aditiv pde prprcinar a frmaçã n estômag de ácid nitrs e este desencadear a frmaçã de metabólits carcingênics. K Dada a cnstante de hidrólise: Kh w e Ka cnsiderand as cnstantes de equilíbri 4 4 K a( 2) 5 10 e Kw , a 25,pdeumasluçãaqusadenitrit de sódi ml/l nesta mesma temperatura tem valr aprximadamente igual a a) 10. d) 4. b) 8. e) 2. c) 6. alternativa B A dissciaçã de sal em água: a (s) a(aq) + 2(aq) Prtant a prprçã de sal e íns é1:1: 1, lg 2 a M 5 10 ml/l. 2 m 2 é um ânin prveniente de um ácid frac, este sfre hidrólise: iníci reaçã x +x x equilíbri ~ x +x [ 2 ] [ ] Kh [ 2 ] Kw x 1 10 x K a x 10 6 ml/l álcul da cncentraçã de + : K w + [ ] [ ] [ ] 10 6 [ + ] ml/l m p lg [ + ], tems que p da sluçã é 8. Questã 86 A figura representa uma célula de eletrólise de sluções aqusas cm eletrd inerte. Também sã frnecids s ptenciais padrã de reduçã (E ) de algumas espécies. e _ mpartiment X Bateria + a ( aq) + e a ( s) E 2,71V + 2 ( aq) + 2e 2 ( g) E 0,00V ( 2 ) e 2 ( aq) E + 0,40V l 2 (g) + 2 e 2 l ( aq) E + 1,6V e _ mpartiment Y

6 química 6 Para essa célula, fram feitas as seguintes afirmações: I. pól psitiv é eletrd d cmpartiment Y. II. ând é eletrd d cmpartiment X. III. A ddp para a eletrólise de uma sluçã aqusa de al(aq) é psitiva. IV. a eletrólise de sluçã aqusa de al(aq) há frmaçã de gás hidrgêni n eletrd d cmpartiment Y. V. a eletrólise da sluçã aqusa de al(aq) há frmaçã de gás clr n cmpartiment X. Sã crretas smente as afirmações a) I, II, III e IV. d) II, III e IV. b) I, III e V. e) II, IV e V. alternativa E c) I, IV e V. As semi-reações de eletrd que crrem na eletrólise aqusa d a sã: pól : cmpartiment Y cátd 22 ( ) + 2e 2(g) + 2(aq) pól + : cmpartiment X ând 2 (aq) 2(g) + 2e Eletrólises sã prcesss nã espntânes, que cnsmem energia para crrerem, assim send, ΔE é negativ. Questã 87 Quand se fala em isótps radiativs, geralmente a piniã pública s asscia a elements perigss, liberads pr reatres nucleares. entant, existem isótps de elements naturais que estã presentes n nss dia-a-dia. gráfic mstra a cinética de desintegraçã d rádi-226, que pde estar presente em materiais de cnstruçã, em geral em cncentrações muit baixas para que se pssa cmprvar qualquer relaçã cm dans à saúde. As crdenadas de um pnt d gráfic sã indicadas na figura (4800; 100) massa (g) temp (ans) t Dads: m m 2 c, nde m: massa n temp t; m : massa n temp 0; c: temp de meia-vida. A meia-vida desse isótp, em ans, é igual a a) d) b) e) c) alternativa bservand gráfic tems que a massa n temp 0 (m 0 ) é aprximadamente 800 g. Substituind as crdenadas frnecidas: t m m c c c ans Questã 88 Amstras ds gases xigêni e dióxid de enxfre fram cletadas ns frascs idêntics A e B, respectivamente. gás trióxid de enxfrepdesefrmarsecrrerumareaçã entre s gases ds frascs A e B, quand estes sã misturads em um frasc. A 298 K 1 atm Sbre esses gases, sã feitas as seguintes afirmações: I. frasc A apresenta dbr de mléculas em relaçã a frasc B. II. númer de átms d frasc B é dbr d númer de átms d frasc A. III. Ambs s frascs, A e B, apresentam a mesma massa. IV. nsiderand que a reaçã crreu pr cmplet, frasc ainda cntém gás xigêni. Sã crretas as afirmações a) I, II, III e IV. b) I, II e III, smente. c) I, II e IV, smente. d) I, III e IV, smente. e) II, III e IV, smente. B 298 K 0,5 atm

7 química 7 alternativa D I. rreta. m A e B estã sb mesma temperatura e cupam mesm vlume, númer de mléculas (n mléculas ) será prprcinal à sua pressã, lg nmléculas A 2 nmléculasb (i). II. Incrreta. ada mlécula de 2 apresenta 2 átms, lg nátms A 2 nmléculas A (ii). ada mlécula de S 2 apresenta átms, lg nátms B nmléculasb (iii). Substituind ii e iii em i: nátms A 2 nátmsb 2 4 nátms A n átmsb ma III. rreta. m na M2 ma na M 2n 2 A mb nb mb nb M 64n M S2 B S2 m na 2nB, cncluíms que as massas sã iguais. IV. rreta. m númer de mléculas de 2 é dbr d númer de mléculas de S 2, basead na equaçã 2S S cncluíms que S 2 (dióxid de enxfre) é reagente limitante. Questã 89 gráfic apresenta a curva da decmpsiçã térmica d xalat de magnési, Mg 2 4. essa reaçã s prduts da decmpsiçã sã, 2 e Mg (massa mlar 40 g/ml). este gráfic sã apresentads s valres da massa da amstra em funçã da temperatura. X Y massa (mg) Se a diferença entre as massas X e Y n gráfic fr 576 mg, valr de Y e a prcentagem de perda da massa da reaçã de decmpsiçã térmica d xalat de magnési sã, respectivamente, a) 20 e 5,7%. c) 52 e 9,2%. e) 576 e 64,%. T( ) b) 20 e 64,%. d) 576 e 5,7%. alternativa B A equaçã química da reaçã de termdecmpsiçã d xalat de magnési é: Mg24(s) Mg(s) + 2(g) + (g) álcul da prcentagem de perda: 112 g Mg % 40 g Mg % m % m 5,7% Lg, a prcentagem de perda é de 64,%. álcul d valr de Y: 64,% 576 mg 100% X X 896 mg de Mg 2 4 Prtant, Y mg de Mg. Questã 90 Quand óxid de magnési está na presença de uma atmsfera de gás carbônic, este é cnvertid a carbnat de magnési. Sã dadas as entalpias-padrã de frmaçã: Mg (s) + 1/2 2 (g) Mg (s) Δ f 602kJ/ml (s, grafita) + 2 (g) 2 (g) Δ f 94 kj/ml Mg (s) + (s, grafita)+ /2 2 (g) Mg (s) Δ f 1096 kj/ml A frmaçã de um ml de carbnat de magnési, a partir d óxid de magnési e gás carbônic, é uma reaçã a) endtérmica, cm valr abslut de entalpia de 100 kj. b) extérmica, cm valr abslut de entalpia de 100 kj. c) endtérmica, cm valr abslut de entalpia de 888 kj. d) extérmica, cm valr abslut de entalpia de 888 kj. e) endtérmica, cm valr abslut de entalpia de 1 04 kj. alternativa B A equaçã química da reaçã de frmaçã d Mg a partir de Mg e 2 é: Mg(s) + 2(g) Mg(s) ΔR álcul d Δ R : ΔR Δ f (prduts) Δ f (reagentes) Δ R ( 1096) ( ) ΔR 100 kj/ml (extérmica)

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