O princípio da publicidade e os tratados internacionais: análise da aquisição do porta-aviões Foch

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O princípio da publicidade e os tratados internacionais: análise da aquisição do porta-aviões Foch"

Transcrição

1 O princípio da publicidade e os tratados internacionais: análise da aquisição do porta-aviões Foch Paulo Henrique Faria Nunes 1 Resumo: O princípio da publicidade é um dos pilares de sustentação do Estado de direito. Os tratados internacionais, assim como os atos públicos internos, estão sujeitos a tal princípio. Todavia, ainda hoje encontram-se indícios de atos que visam burlar a publicidade em virtude de diferentes razões. Analisam-se as circunstâncias que envolvem o contrato de compra e venda do porta-aviões Foch, firmado por Brasil e França e mantido até a data de conclusão deste trabalho como ato sigiloso. Palavras-chave: comunicação; Estado; publicidade; segurança; tratados internacionais. INTRODUÇÃO O princípio da publicidade é um dos pilares de sustentação do Estado de direito. Juntamente com a legalidade, a impessoalidade, a moralidade e a eficiência, a publicidade é um dos princípios constitucionais explícitos concernentes à administração pública. Além disso, ao direito à informação a Assembleia Nacional Constituinte legou o status de direito fundamental e consagrou um instrumento destinado à coibir eventuais arbitrariedades, o habeas datas 2. A produção de leis, a realização de contratos pela administração pública, a nomeação de servidores, a aplicação de penalidades são atos realizados em consonância com o princípio da publicidade. A política externa, igualmente, deve ser conduzida de modo que haja transparência. 1 Professor de Direito da PUC/GO. 2 O art. 5.º, LXXII, da Constituição Federal que prevê que conceder-se-á habeas data: a) para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante constante de registros ou banco de dados de entidades governamentais ou de caráter público; b) para a retificação de dados, quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso, judicial ou administrativo.

2 Todavia, a interpretação de tal princípio e do direito à informação encontra uma exceção: as informações cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado 3. Este trabalho tem por finalidade analisar a assinatura de instrumentos internacionais sob o amparo da exceção acima descrita, sobretudo os atos de compra e venda de materiais bélicos entre Estados. Optou-se por promover uma discussão abstrata e pela análise de um caso concreto: o porta-aviões Foch rebatizado São Paulo, vendido pela França ao Brasil em setembro de Inicialmente, discorre-se sobre os tratados internacionais em linhas gerais. Em seguida, confere-se especial atenção à publicidade das negociações internacionais e à aquisição do Foch. TRATADOS INTERNACIONAIS ELEMENTOS GERAIS 4 Tratados são acordos de vontades celebrados entre pessoas internacionais, isto é, sujeitos de direito internacional dotados de competência e/ou capacidade para tal fim. A capacidade para celebrar tratados internacionais é determinada por um desses três elementos: soberania; delegação de competência pelos Estados; ou reconhecimento internacional. Portanto, os sujeitos aptos a celebrar tratados internacionais são os Estados, as organizações internacionais e alguns sujeitos especiais sui generis como a Santa Sé, a Cruz Vermelha ou grupos insurgentes. No entanto, nem todo acordo de vontade entre esses sujeitos é considerado um tratado internacional. Em termos gerais, é necessário que esse concerto de vontades seja por escrito. Algumas declarações verbais de representantes de Estados já foram admitidas por tribunais internacionais como elementos de natureza vinculante; todavia, tais declarações de vontade se aproximam mais de um ato unilateral do que de um tratado internacional verbal. Além disso, é imprescindível que esse acordo de vontades seja regido pelo DIP. Assim, em um eventual conflito quanto à aplicação de um tratado internacional não será 3 Art. 5.º, XXXIII, da Constituição Federal. 4 O estudo dos tratados internacionais é disciplinado pela Convenção de Viena sobre o Direito dos Tratados (1969). Para mais detalhes sobre o assunto, sugere-se: MEDEIROS, Antônio Paulo Cachapuz de. O poder de celebrar tratados: competência dos poderes constituídos para a celebração de tratados, à luz do direito internacional, do direito comparado e do direito constitucional brasileiro. Porto Alegre: Sérgio Antônio Fabris Editor, 1995; LAMBERT, Jean-Marie. Curso de direito internacional público: fontes e sujeitos. v ed. Goiânia: Kelps, 2004.

3 aplicado um sistema jurídico estatal específico. A solução a ser buscada deverá ser internacional, isto é, as partes contratantes deverão resolver a querela segundo algum sistema de resolução de controvérsias internacionais (negociação direta, mediação, arbitragem, solução judiciária etc.). Atualmente o estudo dos tratados internacionais segue, sobretudo, as diretrizes e determinações da Convenção de Viena sobre o Direito dos Tratados (CVDT), adotada em 23 de maio de O parágrafo primeiro do art. 2 da CVDT apresenta várias definições, dentre elas a de tratado (art. 2.1.a): [...]um acordo internacional concluído por escrito entre Estados e regido pelo direito internacional, quer conste de um instrumento único, quer de dois ou mais instrumentos conexos, qualquer que seja sua denominação específica. Apesar do aspecto restritivo da concepção oficial, não somente os Estados podem participar de acordos internacionais. As Organizações Internacionais vêm participando de tratados internacionais desde a primeira metade do século XX. Obviamente a competência das OI s é mais limitada do que a dos Estados, pois esses são soberanos. Visto que os tratados internacionais são elementos formais, a terminologia empregada é questão secundária. O que interessa, antes de qualquer outra coisa, é o respeito às formalidades que dizem respeito a seu processo de elaboração. Encontram-se, assim, uma diversidade de termos que podem ser utilizados para denominar um tratado internacional: tratado, acordo, ajuste, convenção, convênio, arranjo, modus vivendi, minuta, pacto, arranjo, protocolo, ato, ata, compromisso, memorando, carta, estatuto, constituição, concordata etc. Não existem padrões rígidos sobre a utilização dessa vasta terminologia, de modo que os negociadores possuem liberdade para definir qual termo empregar no momento da celebração de um acordo internacional. Entretanto, a prática internacional aponta tendências que os Estados seguem no uso de determinados termos e expressões. No que diz respeito à competência para assinar um tratado em nome de um Estado, há que se levar em conta que Estados e organizações internacionais são pessoas 5 A Convenção de Viena sobre o Direito dos Tratados foi submetida à aprovação do Congresso Nacional por meio da mensagem presidencial n. 116 (26 mai. 1992). O processo de ratificação interna só foi concluído anos depois (Decreto legislativo 496, de 17 de julho de 2009), com reserva a seus artigos 25 e 66. Até o momento o texto aguarda a ratificação internacional pelo Poder Executivo e consequente promulgação.

4 jurídicas. Portanto, quando celebram qualquer tipo de acordo, é necessário que sejam representados por alguém. Diz-se que todo aquele que está munido de poderes para celebrar um acordo em nome de um Estado ou de uma OI possui competência negocial. A competência negocial diz respeito ao direito interno de cada Estado ou às regras das OI s. Pode-se dividi-la em duas espécies, sobretudo no que diz respeito aos Estados: originária e derivada. A competência negocial originária diz respeito àquele agente ou autoridade que representa originariamente um Estado, isto é, aquele que tem competência para celebrar um tratado internacional em nome de um Estado antes de qualquer outra pessoa: o chefe de Estado e/ou de Governo, que pode variar conforme a forma e o sistema de governo adotado (Monarca, Presidente, Primeiro Ministro). A assinatura de um tratado é um ato de soberania, portanto a definição da autoridade que possui plenos poderes para celebrá-los é matéria constitucional. No Brasil, a celebração de tratados é de competência privativa do Presidente da República (art. 84, VIII, CF/88). Os agentes que recebem poderes para representar um Estado na assinatura de um tratado internacional de quem tem competência originária possuem competência derivada. São pessoas que, num primeiro momento, não estariam aptas a celebrar um acordo internacional; todavia recebem poderes por delegação. Denomina-se plenipotenciário o agente que recebe plenos poderes por delegação. Segundo o art. 2.1.c da CVDT, plenos poderes significam um documento expedido pela autoridade competente de um Estado e pelo qual são designadas uma ou várias pessoas para representar o Estado na negociação, adoção ou autenticação do texto de um tratado, para manifestar o consentimento do Estado em obrigar-se por um tratado ou para praticar qualquer outro ato relativo a um tratado. A questão dos plenos poderes é melhor esclarecida no art. 7 da CVDT. Art. 7 Plenos poderes 1. Uma pessoa é considerada representante de um Estado para a adoção ou autenticação do texto de um tratado ou para expressar o consentimento do Estado em obrigar-se por um tratado se: a) apresentar plenos poderes apropriados; ou

5 b) a prática dos Estados interessados ou outras circunstâncias indicarem que a intenção do Estado era considerar essa pessoa seu representante para esses fins e dispensar os plenos poderes. 2. Em virtude de suas funções e independentemente da apresentação de plenos poderes, são considerados representantes de seu Estado: a) os Chefes de Estado, Chefes de Governo e ministros das Relações Exteriores, para a realização de todos os atos relativos à conclusão de um tratado; b) os Chefes de missão diplomática, para a adoção do texto de um tratado entre o Estado acreditante e o Estado junto ao qual estão acreditados; c) os representantes acreditados pelos Estados perante uma conferência ou organização internacional ou um de seus órgãos, para a adoção do texto de um tratado em tal conferência, organização ou órgão. Os plenipotenciários, visto que não possuem competência para celebrar tratados conforme o sistema constitucional dos Estados, devem apresentar no momento de conclusão da negociação a carta de plenos poderes. Trata-se do instrumento que formaliza a delegação de poderes por parte de quem tem competência negocial originária, uma espécie de procuração que o Chefe do Executivo confere a alguém que passa a ser seu legítimo representante. É um documento simples, conforme modelo sugerido no Manual de Tratados elaborado pela Seção de Tratados do Escritório de Assuntos Jurídicos das Nações Unidas. Apresenta-se abaixo um modelo a partir do apresentado na referida publicação 6 : PLENOS PODERES Eu, (nome e título do Chefe de Estado, Chefe de Governo ou Ministro de Relações Exteriores), Autorizo pelo presente instrumento (nome e título do dignitário) a (assinar, ratificar, denunciar, realizar a seguinte declaração a respeito de etc.) o (título e data do tratado, convenção, acordo etc.) em nome do Governo de (nome do Estado). Feito em (lugar e data). (assinatura) Embora os plenos poderes sejam uma condição à celebração de um tratado, alguns agentes estão dispensados da apresentação da carta de plenos poderes (art. 7.2 da CVDT). Os Chefes de Estado e Chefes de Governo por razões evidentes são dispensados, uma vez que têm competência originária. O Ministro de Relações Exteriores é o assessor direto do Chefe do Poder Executivo na condução da política externa de um Estado; não é necessário que apresente uma 6 ONU. Manual de tratados: preparado por la Sección de Tratados de la Oficina de Asuntos Jurídicos. New York: ONU, 2001, p. 42.

6 carta de plenos poderes toda vez que for participar da assinatura de um tratado porque já é formalmente nomeado para a realização de tais atos. Na Constituição brasileira, está prevista dentre as várias competências privativas do Presidente da República a nomeação e exoneração dos Ministros de Estado (art. 84, I) 7 ; a esses escolhidos dentre nacionais maiores de vinte e um anos e no gozo de seus direitos políticos cabe dentre outras funções praticar os atos pertinentes às atribuições que lhe forem outorgadas ou delegadas pelo Presidente da República (art. 87, IV). O Chefe de Missão Diplomática (v.g. embaixador) prescinde da apresentação dos plenos poderes na adoção 8 do texto de um tratado internacional entre o Estado que o nomeia (Estado acreditante) e o Estado onde servirá (Estado acreditado). O mesmo vale para representantes que participarão de uma conferência internacional ou atuarão em um organismo internacional (art. 7.2.c da CVDT). REGISTRO E PUBLICIDADE DOS TRATADOS INTERNACIONAIS: ANÁLISE DA AQUISIÇÃO DO PORTA AVIÕES FOCH 9 Independentemente do tipo de tratado bilateral ou multilateral há uma regra de caráter atualmente universal a respeito do registro desses atos. O art. 102 da Carta das Nações Unidas, adotada em 26 de junho de 1945, estatui que os tratados celebrados pelos membros da organização deverão ser registrados e posteriormente publicados pelo Secretariado. O depósito deverá ser feito após a entrada em vigor do tratado. A ausência do registro inviabiliza a invocação de qualquer dispositivo de um tratado frente aos órgãos das Nações Unidas. 10 A CVDT reforçou o que já fora previsto na Carta da ONU (art. 80): Após sua entrada em vigor, os tratados serão remetidos ao Secretariado das Nações Unidas para fins de registro ou de classificação e catalogação, conforme o caso, bem como de publicação. 7 A Lei /2003 dispõe sobre a atual organização da Presidência da República e dos Ministérios. São assuntos que compõem a área de competência do MRE (art. 27, XIX): a) política internacional; b) relações diplomáticas e serviços consulares; c) participação nas negociações comerciais, econômicas, técnicas e culturais com governos e entidades estrangeiras; d) programas de cooperação internacional; e) apoio a delegações, comitivas e representações brasileiras em agências e organismos internacionais e multilaterais. 8 A adoção diz respeito tão somente à redação definitiva do texto de um tratado, não deve ser confundida com a assinatura ou qualquer outro ato que represente consentimento por parte do Estado. 9 Para um estudo mais aprofundado, cf. RODAS, João Grandino. A publicidade dos tratados internacionais. São Paulo: RT, O art. 18 do Pacto da Liga das Nações (1919) continha regra semelhante.

7 A finalidade do registro e da publicidade é evitar os males da diplomacia secreta, prática corrente e aceita até o início do século XX. Os tratados secretos eram firmados, principalmente, quando dois ou mais Estados pretendiam constituir alianças estratégicas e militares. Já lançaram mão desse expediente Inglaterra e França (1655); Portugal e Inglaterra (1810); Brasil e Portugal (1825); Argentina, Brasil e Uruguai (1865 Tríplice Aliança); Bolívia e Chile (1872); Bolívia e Peru (1874); Alemanha e União Soviética (1939). O Brasil também já assinou tratado secreto com o Equador. Quando da adoção promovida no Rio de Janeiro em 5 de maio de 1904 os países foram representados pelo Barão do Rio Branco e por Carlos R. Tobar. Transcreve-se abaixo as cláusulas fundamentais do referido acordo 11 : Artigo I A República dos Estados Unidos do Brasil e a República do Equador unem-se em aliança defensiva com o objetivo de prevenir ou repelir, conforme o caso, qualquer agressão da parte do Governo do Peru a obstar que este tente ocupar administrativamente ou militarmente qualquer território que não estivesse de posse quando se separou da Espanha e sobre os quais, uma ou outra das Altas Partes Contratantes entendam ter direito; Artigo II Para conseguir os fins, declaram as Altas Partes Contratantes, concorrerão com todos os meios de guerra de que possam dispor na medida das necessidades, e concertarão no momento oportuno da sua ação militar tanto do lado da Amazônia, como do lado do Oceano Pacífico; [...] Artigo IV O presente ajuste ficará secreto, comprometendo-se as duas Altas Partes Contratantes só o submeterem ao exame e aprovação dos competentes Congressos Legislativos, na ocasião em que aos dois Governos, combinadamente parecer própria. Mesmo depois da necessária aprovação Legislativa, continuará secreto e se for de acordo os dois Governos, poderá ser publicado. A publicidade dos tratados não visa apenas abolir a diplomacia secreta. Em determinados momentos, um tratado pode ser de interesse direto ou indireto de terceiros. Em novembro de 2007, quando da realização da Cúpula da Commonwealth 12 em Uganda, foi divulgado que a Guiana estudava a possibilidade de entregar sua área de floresta amazônica a um organismo internacional liderado pelo Reino Unido 13 em troca de apoio técnico e 11 O texto integral do tratado celebrado por Brasil e Equador pode ser lido em BARROS, Glimedes Rego. Nos confins do extremo oeste: o alvorecer do poente acreano. v. 2. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1993, p Informações sobre as atividades da Commonwealth podem ser obtidas no sítio oficial: 13 Citam-se dois artigos publicados no jornal britânico The independent: Take over our rainforest, publicado na edição de 24 de novembro de 2007 por Daniel Howden (http://www.independent.co.uk/environment/climatechange/take-over-our-rainforest html); e Guyana s President flies in as Britain considers rainforest offer, publicado na edição do dia 27 de novembro por Daniel Howden e Colin Brown (http://www.independent.co.uk/environment/climate-change/guyanas-president-flies-in-as-britain-considers-

8 financeiro. Embora ainda não houvesse um acordo, a notícia alarmou os demais Estadosmembros da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA). Os textos dos tratados registrados junto ao Secretariado da ONU são disponibilizados na United Nations Treaty Series 14, com exceção dos bilaterais que se enquadrem em alguma das seguintes situações: a) os acordos de assistência e cooperação de alcance limitado relativos a questões financeiras, comerciais, administrativas ou técnicas; b) os acordos relativos a organização de conferências, seminários ou reuniões; c) os acordos que serão publicados de outro modo, seja pela Secretaria-Geral da ONU ou por um organismo especializado ou a ela relacionado 15. Malgrado as iniciativas que visam abolir a diplomacia secreta, encontram-se ainda instrumentos a contornar o princípio da publicidade. Pode-se levantar essa hipótese diante do caso do porta-aviões (navio-aeródromo) Foch, vendido pela França ao Brasil. Em vez de um tratado, fez-se um contrato de compra e venda com fundamento no art. 24, IX da Lei de Licitações (Lei 8.666/1993) 16. Participou da assinatura do contrato o então Ministro da Defesa Geraldo Magela da Cruz Quintão, que recebeu poderes do Presidente da República por meio de um decreto não numerado de 19 de setembro de DECRETO DE 19 DE SETEMBRO DE Outorga poderes ao Ministro da Defesa para celebrar contrato com o Governo francês. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe são conferidas no art. 84, inciso IV, da Constituição Federal e no art. 24, inciso IX, da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e ouvido o Conselho de Defesa Nacional, DECRETA: Art. 1º São outorgados ao doutor Geraldo Magela da Cruz Quintão, Ministro de Estado da Defesa, os poderes bastantes para assinar, na condição de representante do rainforest-offer html). A reação negativa ocorreu não apenas na Venezuela. No Brasil, por exemplo,, Elio Gaspari publicou um pequeno texto com o título A Guiana quer virar protetorado florestal em A folha de São Paulo do dia 28 de novembro ONU. Manual de tratados: preparado por la Sección de Tratados de la Oficina de Asuntos Jurídicos. New York: ONU, 2001, p Segundo o art. 24, IX, é possível que uma licitação seja dispensada quando houver a possibilidade de comprometimento da segurança nacional, nos casos estabelecidos em decreto do Presidente da República, ouvido o Conselho de Defesa Nacional. O inciso XIV do mesmo dispositivo dispõe que há dispensa para a aquisição de bens ou serviços nos termos de acordo internacional específico aprovado pelo Congresso Nacional, quando as condições ofertadas forem manifestamente vantajosas para o Poder Público.

9 Brasil, o contrato a ser celebrado com o Governo francês para a aquisição do Navio Aeródromo Foch. Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, em 19 de setembro de 2000; 179º da Independência e 112º da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO Alberto Mendes Cardoso O contrato, no entanto, foi classificado com o grau de sigilo confidencial e não foi publicado 17. Isso implica que o documento não poderá se tornar público nos dez anos seguintes após a sua conclusão, admitida uma prorrogação por igual período. O porta-aviões foi entregue ao Brasil em novembro de 2000 e foi rebatizado como São Paulo. Uma vez que o documento celebrado ainda se encontra indisponível para consulta, não é possível fazer nenhuma conclusão definitiva; todavia, levanta-se a hipótese que os dois países burlaram o princípio da publicidade dos tratados internacionais. O tal contrato é, sem dúvida, um acordo entre Estados. O decreto de outorga de poderes, acima transcrito, é bem claro ao prever que o acordo é entre Brasil e França. É um pouco forçoso admitir que um ato dessa natureza seja submetido a uma jurisdição nacional (brasileira ou francesa) em eventuais controvérsias, de modo que todos os elementos característicos de um tratado internacional se fazem presentes: os sujeitos (Estados); a forma escrita; e a regulamentação internacional do ato. Presume-se, portanto, que o referido decreto substituiu uma carta de plenos poderes típica. O uso do termo contrato em nada prejudica a classificação do ato como um tratado internacional. Insiste-se no argumento que o regime jurídico aplicável ao contrato assinado por Brasil e França seja o internacional, visto que em 15 de junho de 2005 os dois países firmaram tratado pelo qual a França vendeu ao Brasil, dentre outros equipamentos, doze aeronaves Mirage 2000 da Força Aérea francesa 18. Assim, enquanto o contrato não é um documento público, mantém-se a hipótese de fraude contra a obrigação de realização do registro perante as Nações Unidas e posterior publicação interna e internacional. 17 O Decreto 4.553/2002 versa sobre salvaguarda de dados, informações, documentos e materiais sigilosos de interesse da segurança da sociedade e do Estado, no âmbito da Administração Pública Federal. O 3.º do art. 5.º prevê que são passíveis de classificação como confidenciais dados ou informações que, no interesse do Poder Executivo e das partes, devam ser de conhecimento restrito e cuja revelação não-autorizada possa frustrar seus objetivos ou acarretar dano à segurança da sociedade e do Estado. 18 Cf. Decreto de promulgação n /2005.

10 É válido também destacar que um tratado envolvendo a aquisição de equipamento bélico deveria ser aprovado pelo Congresso Nacional. Em 2003, o governo francês tentou se livrar de um outro porta-aviões da mesma categoria do adquirido pelo Brasil. No entanto, problemas de ordem ambiental fizeram com que a questão ganhasse repercussão internacional. O navio-aeródromo Clemenceau considerado o irmão gêmeo do Foch foi objeto de uma batalha que chegou aos tribunais franceses. O Clemenceau chegou a ter acesso negado às águas territoriais de Espanha, Turquia, Grécia, China e Índia em virtude da grande quantidade de amianto e outras substâncias perigosas nele contida. Desde o primeiro momento em que a França tentou se desfazer da embarcação, houve questionamentos sobre a licitude da operação, vez que isso implicaria inobservância à Convenção da Basileia sobre o Controle de Movimento Transfronteiriços de Resíduos Perigosos (1989) 19 e até mesmo a normas francesas. Os protestos tiveram à frente, principalmente, a organização não governamental Greenpeace 20. Apesar de tudo, o navio foi vendido à Índia. Dentre os objetivos fundamentais da Convenção da Basiléia 21, da qual Brasil e França são partes, cita-se a abolição do dumping ambiental, isto é, a exportação de bens cuja produção e/ou comercialização não seja admitida internamente. Nos anos que se seguem à celebração do contrato de aquisição do Foch, o Brasil invocou a Convenção de Basileia perante o Órgão de Solução de Controvérsias da Organização Mundial do Comércio em contenciosos com os EUA e União Europeia. Esses litígios tiveram por objeto a importação de pneus usados que, aos olhos do governo brasileiro, representam não apenas uma violação às regras sobre movimentos transfronteiriços mas, também, um problema de saúde pública. 19 Cf. SOARES, Guido Fernando Silva. Direito internacional do meio ambiente: emergência, obrigações e responsabilidades. São Paulo: Atlas, O Greenpeace da França chegou a publicar em sua revista uma matéria com o título Le Clemenceau: un bateau mort qui n en finit pas de tuer. Cf. Greenpeace, Paris, n. 69, mar./mai O texto foi aprovado pelo Decreto Legislativo n. 34, de 16 jun. 1992, e promulgado pelo Decreto n. 875, de 19 jul

11 CONSIDERAÇÕES FINAIS Tendo em vista os tópicos precedentes, conclui-se que é inegável que o princípio da publicidade é elemento indissociável da política interna e externa de qualquer Estado de direito. Contudo, ainda hoje encontram-se resquícios da diplomacia secreta como pôde ser verificado na forma de aquisição do porta-aviões Foch em A necessidade de uma política de defesa nacional e a modernização das forças armadas brasileiras é elemento de extrema importância para a projeção internacional do Brasil como potência emergente, bem como para o aumento da presença do Estado em áreas estratégicas (v.g. Amazônia). Os documentos cuja divulgação coloquem em risco a ordem social e política devem ser preservados naquelas situações indispensáveis. Para isso, a Constituição Federal prevê uma exceção ao direito à informação. As normas internacionais a respeito da publicidade do tratados são assaz evidentes. Todavia, percebe-se que diante de determinadas situações os Estados ainda recorrem indevidamente ao sigilo, mesmo que apresentem uma fórmula aparentemente lícita. O Brasil é Estado-parte da Convenção da Basileia. Especula-se, portanto, que a celebração de um contrato secreto com a França tenha sido realizada com a intenção de não levantar dúvidas sobre a licitude da transação por questões ambientais. A publicidade de tal

12 documento poderia despertar questionamentos por parte de órgãos governamentais (Ministério do Meio Ambiente, Ibama) e de entidades da sociedade civil. Verifica-se, portanto, que o Brasil, diante da aquisição do porta-aviões Foch, pode ter optado por fazer vista grossa às normas ambientais internacionais em benefício de sua política de defesa. Referências Bibliográficas BARROS, Glimedes Rego. Nos confins do extremo oeste: o alvorecer do poente acreano. v. 2. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, LAMBERT, Jean-Marie. Curso de direito internacional público: fontes e sujeitos. v ed. Goiânia: Kelps, MEDEIROS, Antônio Paulo Cachapuz de. O poder de celebrar tratados: competência dos poderes constituídos para a celebração de tratados, à luz do direito internacional, do direito comparado e do direito constitucional brasileiro. Porto Alegre: Sérgio Antônio Fabris Editor, ONU. Manual de tratados: preparado por la Sección de Tratados de la Oficina de Asuntos Jurídicos. New York: ONU, RODAS, João Grandino. A publicidade dos tratados internacionais. São Paulo: RT, SOARES, Guido Fernando Silva. Direito internacional do meio ambiente: emergência, obrigações e responsabilidades. São Paulo: Atlas, 2001.

Convenção de Nova Iorque - Reconhecimento e Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras

Convenção de Nova Iorque - Reconhecimento e Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras CONVENÇÃO DE NOVA YORK Convenção de Nova Iorque - Reconhecimento e Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras Decreto nº 4.311, de 23/07/2002 Promulga a Convenção sobre o Reconhecimento e a Execução

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre Brasil University of New South Wales Sydney Austrália Universidade do Povo Macau - China

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre Brasil University of New South Wales Sydney Austrália Universidade do Povo Macau - China CONVENÇÃO SOBRE A LEI APLICÁVEL AOS CONTRATOS DE COMPRA E VENDA INTERNACIONAL DE MERCADORIAS (Concluída em 22 de dezembro de 1986) Os Estados-Partes da presente Convenção, Desejando unificar as regras

Leia mais

CONVENÇÃO SOBRE ASILO DIPLOMÁTICO

CONVENÇÃO SOBRE ASILO DIPLOMÁTICO CONVENÇÃO SOBRE ASILO DIPLOMÁTICO Os Governos dos Estados Membros da Organização dos Estados Americanos, desejosos de estabelecer uma Convenção sobre Asilo Diplomático, convieram nos seguintes artigos:

Leia mais

Direito Ambiental. Prof. Fabrício Ferreira Aula III

Direito Ambiental. Prof. Fabrício Ferreira Aula III Direito Ambiental Prof. Fabrício Ferreira Aula III 1 Direito Internacional NOÇÕES PRELIMINARES CONCEITO: É o conjunto de normas jurídicas que regulam as relações mútuas dos Estados e, subsidiariamente,

Leia mais

A RESPONSABILIDADE DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA EM MATÉRIA DE POLÍTICA INTERNACIONAL. Fábio Konder Comparato *

A RESPONSABILIDADE DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA EM MATÉRIA DE POLÍTICA INTERNACIONAL. Fábio Konder Comparato * A RESPONSABILIDADE DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA EM MATÉRIA DE POLÍTICA INTERNACIONAL Fábio Konder Comparato * Dispõe a Constituição em vigor, segundo o modelo por nós copiado dos Estados Unidos, competir

Leia mais

DECRETO Nº 2.134, DE 24 DE JANEIRO DE

DECRETO Nº 2.134, DE 24 DE JANEIRO DE DECRETO Nº 2.134, DE 24 DE JANEIRO DE 1997 (Revogado Pelo Decreto nº 4.553, de 27.12.2002) Regulamenta o art. 23 da Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a categoria dos documentos públicos

Leia mais

Convenção relativa à Luta contra a Discriminação no campo do Ensino

Convenção relativa à Luta contra a Discriminação no campo do Ensino ED/2003/CONV/H/1 Convenção relativa à Luta contra a Discriminação no campo do Ensino Adotada a 14 de dezembro de 1960, pela Conferência Geral da UNESCO, em sua 11ª sessão, reunida em Paris de 14 de novembro

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 97, DE 9 DE JUNHO DE 1999. Dispõe sobre as normas gerais para a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas.

LEI COMPLEMENTAR Nº 97, DE 9 DE JUNHO DE 1999. Dispõe sobre as normas gerais para a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas. LEI COMPLEMENTAR Nº 97, DE 9 DE JUNHO DE 1999 Dispõe sobre as normas gerais para a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta

Leia mais

Validação dos tratados internacionais ambientais no ordenamento jurídico brasileiro

Validação dos tratados internacionais ambientais no ordenamento jurídico brasileiro Validação dos tratados internacionais ambientais no ordenamento jurídico brasileiro Semana de Produção e Consumo Sustentável Mauricio Pellegrino de Souza FIEMG Convenção de Viena 1969 Direito dos Tratados

Leia mais

O PESQUISADOR E OS ARQUIVOS DOCUMENTAIS OS ARQUIVOS DO ITAMARATY PIO PENNA FILHO IRI - UNB

O PESQUISADOR E OS ARQUIVOS DOCUMENTAIS OS ARQUIVOS DO ITAMARATY PIO PENNA FILHO IRI - UNB O PESQUISADOR E OS ARQUIVOS DOCUMENTAIS OS ARQUIVOS DO ITAMARATY PIO PENNA FILHO IRI - UNB O Arquivo Histórico do Itamaraty apresenta vasto e rico acervo documental que registra múltiplos aspectos da história

Leia mais

DECRETO Nº 4.702, DE 21 DE MAIO DE 2003. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VIII, da Constituição,

DECRETO Nº 4.702, DE 21 DE MAIO DE 2003. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VIII, da Constituição, DECRETO Nº 4.702, DE 21 DE MAIO DE 2003. Promulga o Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América Relativo à Cooperação entre suas Autoridades de Defesa

Leia mais

DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE

DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE 2008: Promulga o Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República da África do Sul no Campo da Cooperação Científica e Tecnológica,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 8.310, DE 23 DE SETEMBRO DE 2014 Promulga o Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2014

FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2014 FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2014 Disciplina: Direito Internacional Departamento IV Direito do Estado Docente Responsável: Fernando Fernandes da Silva Carga Horária Anual: 100 h/a Tipo: Anual

Leia mais

TRATADO INTERAMERICANO DE ASSISTÊNCIA RECÍPROCA

TRATADO INTERAMERICANO DE ASSISTÊNCIA RECÍPROCA TRATADO INTERAMERICANO DE ASSISTÊNCIA RECÍPROCA Em nome de seus Povos, os Governos representados naconferência Interamericana para a Manutenção da Paz e da Segurança no Continente, animados pelo desejo

Leia mais

*50425D34* Mensagem n o 342. Senhores Membros do Congresso Nacional,

*50425D34* Mensagem n o 342. Senhores Membros do Congresso Nacional, ** Mensagem n o 342 Senhores Membros do Congresso Nacional, Nos termos do disposto no art. 49, inciso I, combinado com o art. 84, inciso VIII, da Constituição, submeto à elevada consideração de Vossas

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO I V S E M I N Á R I O D E E X E C U Ç Ã O F I N A N C E I R A D E P R O J E T O S F I N A N C I A D O S C O M R E C U R S O S E X T E R N O S MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE

Leia mais

DECRETO Nº 1.973, DE 1º DE AGOSTO DE 1996. (Publicado no D.O.U. de 02.08.1996)

DECRETO Nº 1.973, DE 1º DE AGOSTO DE 1996. (Publicado no D.O.U. de 02.08.1996) DECRETO Nº 1.973, DE 1º DE AGOSTO DE 1996. (Publicado no D.O.U. de 02.08.1996) Promulga a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher, concluída em Belém do Pará,

Leia mais

Para ser presente á Assembleia Nacional.

Para ser presente á Assembleia Nacional. Decreto-Lei n.º 286/71 Tratado sobre os Princípios Que Regem as Actividades dos Estados na Exploração e Utilização do Espaço Exterior, Incluindo a Lua e Outros Corpos Celestes, assinado em Washington,

Leia mais

Ministério da Comunicação Social

Ministério da Comunicação Social Ministério da Comunicação Social Decreto Executivo Nº 80 /2007 de 2 de Julho Convindo regulamentar o funcionamento do Gabinete de Intercâmbio Internacional do Ministério da Comunicação Social; Nestes termos,

Leia mais

23. Convenção sobre o Reconhecimento e Execução de Decisões relativas a Obrigações Alimentares

23. Convenção sobre o Reconhecimento e Execução de Decisões relativas a Obrigações Alimentares 23. Convenção sobre o Reconhecimento e Execução de Decisões relativas a Obrigações Alimentares Os Estados signatários da presente Convenção, Desejando estabelecer disposições comuns para regulamentar o

Leia mais

CONVENÇÃO PARA A REDUÇÃO DOS CASOS DE APATRIDIA

CONVENÇÃO PARA A REDUÇÃO DOS CASOS DE APATRIDIA CONVENÇÃO PARA A REDUÇÃO DOS CASOS DE APATRIDIA Feita em Nova York, em 30 de agosto de 1961 Entrada em vigor: 13 de dezembro de 1975, em conformidade com o Artigo 18 Texto: Documento das Nações Unidas

Leia mais

Promulga o Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao envolvimento de crianças em conflitos armados.

Promulga o Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao envolvimento de crianças em conflitos armados. DECRETO Nº 5.006, DE 8 DE MARÇO DE 2004. Promulga o Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao envolvimento de crianças em conflitos armados. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.461, DE 04 DE MARÇO DE 2011.

RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.461, DE 04 DE MARÇO DE 2011. RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.461, DE 04 DE MARÇO DE 2011. Dispõe sobre a simplificação do atendimento público prestado ao cidadão, ratifica a dispensa do reconhecimento de firma em documentos produzidos

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988...

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988... CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VII DA ORDEM SOCIAL CAPÍTULO VIII DOS ÍNDIOS Art. 231. São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições,

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS HUMANOS AUTORIDADE CENTRAL ADMINISTRATIVA FEDERAL

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS HUMANOS AUTORIDADE CENTRAL ADMINISTRATIVA FEDERAL II REUNIÃO DO CONSELHO DAS AUTORIDADES CENTRAIS BRASILEIRAS RESOLUÇÃO N.º 02/ 2000 Dispõe sobre a Aprovação do Regimento Interno e dá outras providências O Presidente do Conselho das Autoridades Centrais

Leia mais

Decreto Nº 5.705, de 16.02.2006

Decreto Nº 5.705, de 16.02.2006 Decreto Nº 5.705, de 16.02.2006 Promulga o Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança da Convenção sobre Diversidade Biológica. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84,

Leia mais

Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011.

Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011. Nota Técnica n 01/2011 Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011. Obrigatoriedade. 1. No dia 03.05.2011 o

Leia mais

Decreto nº 7.568, de 16 de setembro de 2011

Decreto nº 7.568, de 16 de setembro de 2011 Decreto nº 7.568, de 16 de setembro de 2011 Diário Oficial da União nº 180, de 19 de setembro de 2011 (segunda-feira) Seção 1 Págs. 3 / 4 Atos do Poder Executivo DECRETO Nº 7.568, DE 16 DE SETEMBRO DE

Leia mais

Decreto nº 77.374, de 01.04.76

Decreto nº 77.374, de 01.04.76 Decreto nº 77.374, de 01.04.76 Promulga a Convenção sobre a Proibição do Desenvolvimento, Produção e Estocagem de Armas Bacteriológicas (Biológicas) e à Base de toxinas e sua Destruição. O PRESIDENTE DA

Leia mais

CONSELHO DE MINISTROS

CONSELHO DE MINISTROS CONSELHO DE MINISTROS Decreto n.º 35/02 de 28 de Junho Considerando a importância que a política comercial desempenha na estabilização económica e financeira, bem como no quadro da inserção estrutural

Leia mais

Feito em Paris, em 27 de novembro de 1997, em dois exemplares, nas línguas portuguesa e francesa, sendo ambos os textos igualmente autênticos.

Feito em Paris, em 27 de novembro de 1997, em dois exemplares, nas línguas portuguesa e francesa, sendo ambos os textos igualmente autênticos. ACORDO-QUADRO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA FRANCESA SOBRE A COOPERAÇÃO NA PESQUISA E NOS USOS DO ESPAÇO EXTERIOR PARA FINS PACÍFICOS O Governo da República

Leia mais

COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL

COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL MENSAGEM N o 388, DE 2014 Submete à consideração do Congresso Nacional o texto do Acordo de Cooperação Técnica entre o Governo da República Federativa

Leia mais

LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO N 12.527/2011 CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO

LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO N 12.527/2011 CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO N 12.527/2011 REGRAS ESPECÍFICAS PARA OS ESTADOS Art. 45 da LAI: Cabe aos Estados, em legislação própria, definir regras específicas, observadas as regras gerais estabelecidas

Leia mais

Estatuto da Comissão Interamericana de Direitos Humanos

Estatuto da Comissão Interamericana de Direitos Humanos Estatuto da Comissão Interamericana de Direitos Humanos Aprovado pela resolução AG/RES. 447 (IX-O/79), adotada pela Assembléia Geral da OEA, em seu Nono Período Ordinário de Sessões, realizado em La Paz,

Leia mais

PARECER DA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA RELATÓRIO

PARECER DA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA RELATÓRIO PARECER DA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA Projeto de Lei nº 058 de 17 de abril de 2013 AUTOR: Poder Executivo PARECER: Favorável, sem apresentação de emendas EMENTA: Cria o Arquivo Público do Executivo

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, no uso da atribuição que lhe confere o art. 82, incisos V e VII, da Constituição do Estado,

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, no uso da atribuição que lhe confere o art. 82, incisos V e VII, da Constituição do Estado, DECRETO N 42.434, DE 09 DE SETEMBRO DE 2003, DOERS. Regulamenta, no âmbito do Estado do Rio Grande do Sul, a modalidade de licitação denominada pregão, por meio eletrônico, para a aquisição de bens e serviços

Leia mais

Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio

Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio Direito Internacional Aplicado Tratados e Convenções Direito Internacional Penal Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio Conclusão e assinatura: Nova Iorque EUA, 09 de dezembro de

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 4.385, DE 2008

PROJETO DE LEI Nº 4.385, DE 2008 COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL PROJETO DE LEI Nº 4.385, DE 2008 ( Do Poder Executivo) Autoriza o Poder Executivo a doar área para a instalação da Embaixada da Delegação Especial Palestina

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.821, DE 5 DE OUTUBRO DE 2012 Promulga o Acordo entre a República Federativa do Brasil e a União Europeia sobre Isenção

Leia mais

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 066/2011 Dispõe sobre a estrutura da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região e dá outras

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 066/2011 Dispõe sobre a estrutura da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região e dá outras PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 066/2011 Dispõe sobre a estrutura da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região e dá outras providências. O DESEMBARGADOR-PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉTICO

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉTICO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉTICO RESOLUÇÃO N o 25, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2005 Estabelece procedimentos para a remessa de amostra de componente do patrimônio genético

Leia mais

público Informação apoio:

público Informação apoio: público Entendendo a Lei Geral de Acesso à Informação apoio: ? Expediente texto Arthur Serra Massuda revisão Laura Tresca e Paula Martins arte e diagramação Cadu Elmadjian Entendendo a Lei Geral de Acesso

Leia mais

Remédio constitucional ou remédio jurídico, são meios postos à disposição dos indivíduos e cidadão para provocar a intervenção das autoridades

Remédio constitucional ou remédio jurídico, são meios postos à disposição dos indivíduos e cidadão para provocar a intervenção das autoridades Remédio constitucional ou remédio jurídico, são meios postos à disposição dos indivíduos e cidadão para provocar a intervenção das autoridades competentes, visando sanar ilegalidades ou abuso de poder

Leia mais

PROTOCOLO DE HARMONIZAÇÃO DE NORMAS EM MATERIA DE DESENHOS INDUSTRIAIS

PROTOCOLO DE HARMONIZAÇÃO DE NORMAS EM MATERIA DE DESENHOS INDUSTRIAIS MERCOSUL/CMC/DEC N 16/98 PROTOCOLO DE HARMONIZAÇÃO DE NORMAS EM MATERIA DE DESENHOS INDUSTRIAIS TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção e o Protocolo de Ouro Preto e a Decisão Nº 8/95 do Conselho do Mercado

Leia mais

ACORDO BÁSICO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA Assinado no Rio de Janeiro, a 29 de dezembro de 1964.

ACORDO BÁSICO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA Assinado no Rio de Janeiro, a 29 de dezembro de 1964. ACORDO BÁSICO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA Assinado no Rio de Janeiro, a 29 de dezembro de 1964. Aprovado pelo Decreto Legislativo nº 11, de 1966. Entrada em vigor (art. 6º, 1º) a 2 de maio de 1966. Promulgado

Leia mais

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO MINISTÉRIO DO COMÉRCIO REGULAMENTO INTERNO DAS REPRESENTAÇÕES COMERCIAIS DA REPÚBLICA DE ANGOLA NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º (Natureza) As representações são órgãos de execução

Leia mais

ACORDO SOBRE PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES CELEBRADO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E A ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL PARA AS MIGRAÇÕES.

ACORDO SOBRE PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES CELEBRADO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E A ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL PARA AS MIGRAÇÕES. Resolução da Assembleia da República n.º 30/98 Acordo sobre Privilégios e Imunidades Celebrado entre o Governo da República Portuguesa e a Organização Internacional para as Migrações, assinado em Lisboa

Leia mais

Protocolo Facultativo à Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher

Protocolo Facultativo à Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher Protocolo Facultativo à Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher Os Estados Partes do presente Protocolo, Observando que na Carta das Nações Unidas se reafirma a

Leia mais

O CONSELHO UNIVERSITÁRIO - CONSU DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais, RESOLVE:

O CONSELHO UNIVERSITÁRIO - CONSU DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais, RESOLVE: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO Uberaba-MG RESOLUÇÃO N 4 DE 29 DE JUNHO DE 2015, DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UFTM Estabelece normas para realização de Estágio Pós- Doutoral

Leia mais

CAPÍTULO I DEFINIÇÕES. Art. 2º Para os fins desta portaria, considera-se:

CAPÍTULO I DEFINIÇÕES. Art. 2º Para os fins desta portaria, considera-se: Estabelece regras e procedimentos para a transferência de controle societário ou de titularidade e para a alteração do nome empresarial de contrato de concessão de porto organizado ou de arrendamento de

Leia mais

LEI Nº 8.159, DE 8 DE JANEIRO DE 1991. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

LEI Nº 8.159, DE 8 DE JANEIRO DE 1991. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: LEI Nº 8.159, DE 8 DE JANEIRO DE 1991 Dispõe sobre a Política Nacional de Arquivos Públicos e Privados e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre Brasil University of New South Wales Sydney Austrália Universidade do Povo Macau - China

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre Brasil University of New South Wales Sydney Austrália Universidade do Povo Macau - China 26. CONVENÇÃO SOBRE A CELEBRAÇÃO E O RECONHECIMENTO DA VALIDADE DOS CASAMENTOS (concluída em 14 de março de 1978) Os Estados signatários da presente Convenção, Desejando facilitar a celebração de casamentos

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 1, DE 8 DE JULHO DE 2002 (*)

RESOLUÇÃO N o 1, DE 8 DE JULHO DE 2002 (*) MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉTICO RESOLUÇÃO N o 1, DE 8 DE JULHO DE 2002 (*) Estabelece procedimentos para a remessa, temporária ou definitiva, de amostra de componente

Leia mais

Divisão de Atos Internacionais

Divisão de Atos Internacionais Page 1 of 9 Divisão de Atos Internacionais DECRETO Nº 38.018, DE 7 DE OUTUBRO DE 1955. Promulga o Acôrdo relativo à concessão de um título de viagem para refugiados que estejam sob a jurisdição do Comité

Leia mais

Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares

Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares Direito Internacional Aplicado Tratados e Convenções Manutenção da Paz Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares Conclusão e assinatura: 01 de julho de 1968 Entrada em vigor: No Brasil: Aprovação:

Leia mais

Convenção de Viena sobre sucessão de Estados em matéria de Tratados

Convenção de Viena sobre sucessão de Estados em matéria de Tratados Direito Internacional Aplicado Tratados e Convenções Direito dos Tratados Convenção de Viena sobre sucessão de Estados em matéria de Tratados Conclusão e assinatura: Viena Áustria, 23 de agosto de 1978

Leia mais

Convenção Multilateral de Segurança Social da Comunidade de Países de Língua Portuguesa - CPLP

Convenção Multilateral de Segurança Social da Comunidade de Países de Língua Portuguesa - CPLP Convenção Multilateral de Segurança Social da Comunidade de Países de Língua Portuguesa - CPLP A República de Angola, a República Federativa do Brasil, a República de Cabo Verde, a República da Guiné-Bissau,

Leia mais

PR 29/07/2013. Instrução Normativa Nº 24/2013

PR 29/07/2013. Instrução Normativa Nº 24/2013 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PR 29/07/2013 Instrução Normativa Nº 24/2013 Assunto: Institui a Política

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 7.4.2015 COM(2015) 150 final 2015/0075 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à assinatura, em nome da União Europeia, do Protocolo de Alteração do Acordo entre a Comunidade

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N.º 13, DE 02 DE OUTUBRO DE 2006. (Alterada pela Res. 111/2014) Regulamenta o art. 8º da Lei Complementar 75/93 e o art. 26 da Lei n.º 8.625/93, disciplinando, no âmbito do Ministério Público,

Leia mais

Sumário. I - O tráfego internacional de telecomunicações; II Da União Internacional das Telecomunicações UIT;

Sumário. I - O tráfego internacional de telecomunicações; II Da União Internacional das Telecomunicações UIT; A tributação das telecomunicações: A alteração do Tratado de Melbourne e suas implicações na tributação internacional de Telecom Incidência de IRRF e CideRoyalties nas operações de interconexão Sumário

Leia mais

MENSAGEM N.º 164, DE 2015 (Do Poder Executivo)

MENSAGEM N.º 164, DE 2015 (Do Poder Executivo) CÂMARA DOS DEPUTADOS MENSAGEM N.º 164, DE 2015 (Do Poder Executivo) Aviso nº 209/2015 - C. Civil Submete à consideração do Congresso Nacional o texto do Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 97, DE 9 DE JUNHO DE 1999 Dispõe sobre as normas gerais para a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas.

Leia mais

Considerando que em 14 de janeiro de 1982, foram depositados os Instrumentos de Ratificação, pelo Brasil,

Considerando que em 14 de janeiro de 1982, foram depositados os Instrumentos de Ratificação, pelo Brasil, Página 1 DECRETO Nº 93.413, de 15 de outubro de 1986 Promulga a Convenção nº 148 sobre a Proteção dos Trabalhadores Contra os Riscos Profissionais Devidos à Contaminação do Ar, ao Ruído e às Vibrações

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

O CONGRESSO NACIONAL decreta: Altera a Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, que dispõe sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios; autoriza a prorrogação de contratos temporários firmados com fundamento no art.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 001/2010

RESOLUÇÃO Nº 001/2010 RESOLUÇÃO Nº 001/2010 ALTERA O REGIMENTO INTERNO DA OUVIDORIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS. O COLÉGIO DE PROCURADORES DE JUSTIÇA, no uso das atribuições conferidas pelo artigo 18, inciso XVII,

Leia mais

MUNICÍPIO DE SENGÉS CNPJ/MF 76.911.676/0001-07 TRAVESSA SENADOR SOUZA NAVES N. 95 SENGÉS PARANÁ

MUNICÍPIO DE SENGÉS CNPJ/MF 76.911.676/0001-07 TRAVESSA SENADOR SOUZA NAVES N. 95 SENGÉS PARANÁ DECRETO Nº 600/2014 Súmula:- Regulamenta a aquisição de Bens Permanentes, de Consumo e Serviços destinados a Administração Direta, Indireta e Fundacional do Município de Sengés, através de Pregão, tendo

Leia mais

NOVOS INSTRUMENTOS PERMITEM CONCRETIZAR DIREITOS HUMANOS NO STF E STJ

NOVOS INSTRUMENTOS PERMITEM CONCRETIZAR DIREITOS HUMANOS NO STF E STJ NOVOS INSTRUMENTOS PERMITEM CONCRETIZAR DIREITOS HUMANOS NO STF E STJ (Conjur, 10/12/2014) Alexandre de Moraes Na luta pela concretização da plena eficácia universal dos direitos humanos o Brasil, mais

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA FUNDAÇÃO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE JOINVILLE - (FITEJ)

REGIMENTO INTERNO DA FUNDAÇÃO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE JOINVILLE - (FITEJ) REGIMENTO INTERNO DA FUNDAÇÃO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE JOINVILLE - (FITEJ) CAPÍTULO I NATUREZA E FINALIDADES Art 1º. A Fundação Instituto Tecnológico de Joinville, doravante denominada FITEJ, entidade

Leia mais

10. Convenção Relativa à Competência das Autoridades e à Lei Aplicável em Matéria de Protecção de Menores

10. Convenção Relativa à Competência das Autoridades e à Lei Aplicável em Matéria de Protecção de Menores 10. Convenção Relativa à Competência das Autoridades e à Lei Aplicável em Matéria de Protecção de Menores Os Estados signatários da presente Convenção, Desejando estabelecer disposições comuns relativas

Leia mais

Estabelece margem de preferência em licitações para produtos manufaturados e serviços nacionais, priorizando bens e serviços produzidos no País.

Estabelece margem de preferência em licitações para produtos manufaturados e serviços nacionais, priorizando bens e serviços produzidos no País. MEDIDA PROVISÓRIA N 495, DE 19 DE JULHO DE 2010 Estabelece margem de preferência em licitações para produtos manufaturados e serviços nacionais, priorizando bens e serviços produzidos no País. Altera as

Leia mais

Promulga o Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o. Crime Organizado Transnacional Relativo à Prevenção, Repressão e Punição

Promulga o Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o. Crime Organizado Transnacional Relativo à Prevenção, Repressão e Punição D5017 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.017, DE 12 DE MARÇO DE 2004. Promulga o Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VIII DA ORDEM SOCIAL CAPÍTULO II DA SEGURIDADE SOCIAL Seção II Da Saúde Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante

Leia mais

PROTOCOLO DE 1967 RELATIVO AO ESTATUTO DOS REFUGIADOS 1

PROTOCOLO DE 1967 RELATIVO AO ESTATUTO DOS REFUGIADOS 1 PROTOCOLO DE 1967 RELATIVO AO ESTATUTO DOS REFUGIADOS 1 Os Estados Partes no presente Protocolo, Considerando que a Convenção relativa ao Estatuto dos Refugiados assinada em Genebra, em 28 de julho de

Leia mais

FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - FMAS

FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - FMAS FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Órgão/Sigla: Natureza Jurídica: Vinculação: Finalidade: FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - FMAS FUNDO SECRETARIA MUNICIPAL DO TRABALHO, ASSISTÊNCIA SOCIAL E DIREITOS

Leia mais

TERMO DE COOPERAÇÃO TECNICA Nº 017 /2015-MPSP

TERMO DE COOPERAÇÃO TECNICA Nº 017 /2015-MPSP TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA QUE ENTRE SI CELEBRAM O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO E A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA. CONSIDERANDO que a assistência em saúde mental, prestada por meio

Leia mais

O Reino da Bélgica, a República Federal da Alemanha, a República Francesa, o Grão-Ducado do Luxemburgo, o Reino dos Países

O Reino da Bélgica, a República Federal da Alemanha, a República Francesa, o Grão-Ducado do Luxemburgo, o Reino dos Países Resolução da Assembleia da República n.º 21/99 Acordo de Cooperação entre o Reino da Bélgica, a República Federal da Alemanha, a República Francesa, o Grão-Ducado do Luxemburgo, o Reino dos Países Baixos,

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO TRANS-MUX (EXPLORAÇÃO INDUSTRIAL DE LINHA DEDICADA EILD) ANEXO 3 TERMO DE COMPROMISSO DE CONFIDENCIALIDADE

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO TRANS-MUX (EXPLORAÇÃO INDUSTRIAL DE LINHA DEDICADA EILD) ANEXO 3 TERMO DE COMPROMISSO DE CONFIDENCIALIDADE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO TRANS-MUX (EXPLORAÇÃO INDUSTRIAL DE LINHA DEDICADA EILD) ANEXO 3 TERMO DE COMPROMISSO DE CONFIDENCIALIDADE 1. OBJETIVO Este Anexo ao Contrato de Prestação de Serviço TRANS-MUX

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 3.931, DE 19 DE SETEMBRO DE 2001. Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21

Leia mais

1. United Nations Conference on Environment and Development UNCED (ECO-92) DECLARAÇÃO DO RIO DE JANEIRO SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

1. United Nations Conference on Environment and Development UNCED (ECO-92) DECLARAÇÃO DO RIO DE JANEIRO SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO VEJA RIO+20 1. United Nations Conference on Environment and Development UNCED (ECO-92) DECLARAÇÃO DO RIO DE JANEIRO SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO Abstract: A declaração final da ECO-92 acenou para

Leia mais

O Brasil e os Tribunais Internacionais: entre o direito interno e o direito internacional

O Brasil e os Tribunais Internacionais: entre o direito interno e o direito internacional Minicurso de extensão O Brasil e os Tribunais Internacionais: entre o direito interno e o direito internacional Realização: Grupo de pesquisa Crítica & Direito Internacional O Brasil e a Corte Internacional

Leia mais

Arquivos públicos municipais. Mais transparência pública, mais informação, mais memória e mais cidadania

Arquivos públicos municipais. Mais transparência pública, mais informação, mais memória e mais cidadania Arquivos públicos municipais Mais transparência pública, mais informação, mais memória e mais cidadania APRESENTAÇÃO Este documento tem como objetivo principal informar e sensibilizar as autoridades públicas

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO CAPÍTULO II DA UNIÃO Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

Leia mais

Prevenção de Acidentes do Trabalho dos Marítimos

Prevenção de Acidentes do Trabalho dos Marítimos 1 CONVENÇÃO N. 134 Prevenção de Acidentes do Trabalho dos Marítimos I Aprovada na 55ª reunião da Conferência Internacional do Trabalho (Genebra 1970), entrou em vigor no plano internacional em 17 de fevereiro

Leia mais

Gerenciamento Total da Informação

Gerenciamento Total da Informação Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.159, DE 8 DE JANEIRO DE 1991. Regulamento Dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados e dá outras providências.

Leia mais

Tratados internacionais para evitar a bitributação no Direito Brasileiro

Tratados internacionais para evitar a bitributação no Direito Brasileiro Page 1 of 7 DireitoNet - Artigo www.direitonet.com.br Link deste Artigo: http://www.direitonet.com.br/artigos/x/45/37/4537/ Impresso em 19/09/2008 Tratados internacionais para evitar a bitributação no

Leia mais

REGRAS MODELO DE PROCEDIMENTO PARA OS TRIBUNAIS ARBITRAIS AD HOC DO MERCOSUL

REGRAS MODELO DE PROCEDIMENTO PARA OS TRIBUNAIS ARBITRAIS AD HOC DO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 30/04 REGRAS MODELO DE PROCEDIMENTO PARA OS TRIBUNAIS ARBITRAIS AD HOC DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Olivos para a Solução de Controvérsias no MERCOSUL

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 3.956, DE 8 DE OUTUBRO DE 2001. Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação

Leia mais

PORTARIA Nº 910, DE 7 DE ABRIL DE 2015.

PORTARIA Nº 910, DE 7 DE ABRIL DE 2015. PORTARIA Nº 910, DE 7 DE ABRIL DE 2015. Define os procedimentos para apuração da responsabilidade administrativa e para celebração do acordo de leniência de que trata a Lei nº 12.846, de 1º de agosto de

Leia mais

DECRETO N. 52.288 DE 24 DE JULHO DE 1963

DECRETO N. 52.288 DE 24 DE JULHO DE 1963 DECRETO N. 52.288 DE 24 DE JULHO DE 1963 Promulga a Convenção sobre Privilégios e Imunidades das Agências Especializadas das Nações Unidas, adotada, a 21 de novembro de 1947, pela Assembléia Geral das

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DOS ES ^ A OS AMERICANOS

ORGANIZAÇÃO DOS ES ^ A OS AMERICANOS ORGANIZAÇÃO DOS ES ^ A OS AMERICANOS OEA/Ser.D/V. 2/88 17 de março de 1988 Original: Português Distribución limitada ACORDO ENTRE A SECRETARIA-GERAL DA ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS E 0 GOVERNO DA

Leia mais

CARREIRAS DIPLOMÁTICAS Disciplina: Política Internacional Prof. Diego Araujo Campos Tratado Sobre a Não Proliferação de Armas Nucleares

CARREIRAS DIPLOMÁTICAS Disciplina: Política Internacional Prof. Diego Araujo Campos Tratado Sobre a Não Proliferação de Armas Nucleares CARREIRAS DIPLOMÁTICAS Disciplina: Política Internacional Prof. Diego Araujo Campos Tratado Sobre a Não Proliferação de Armas Nucleares MATERIAL DE APOIO MONITORIA Tratado Sobre a Não Proliferação de Armas

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013.

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO CONTROLE INTERNO DO PODER LEGISLATIVO DE POCONÉ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O Presidente da Câmara Municipal de Poconé,

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015.

LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015. LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015. DISPÕE SOBRE O SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DO MUNICÍPIO DE MORMAÇO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LUÍS CARLOS MACHADO PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio

Leia mais

a) garantindo que todos os produtos químicos sejam avaliados com o fim de determinar o perigo que apresentam;

a) garantindo que todos os produtos químicos sejam avaliados com o fim de determinar o perigo que apresentam; Convenção 170 PRODUTOS QUÍMICOS A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho convocada em Genebra pelo Conselho da Administração do Departamento Internacional do Trabalho, e congregada

Leia mais

DECRETO Nº 1.211, DE 3 DE AGOSTO DE 1994.

DECRETO Nº 1.211, DE 3 DE AGOSTO DE 1994. DECRETO Nº 1.211, DE 3 DE AGOSTO DE 1994. Promulga o Tratado Geral de Cooperação e Amizade e o Acordo Econômico Integrante do Tratado Geral de Cooperação e Amizade, entre a República Federativa do Brasil

Leia mais

Art. 1º Criar a Editora da Universidade Federal de São João del-rei EdUFSJ e aprovar o seu Regimento Interno, anexo a esta Resolução.

Art. 1º Criar a Editora da Universidade Federal de São João del-rei EdUFSJ e aprovar o seu Regimento Interno, anexo a esta Resolução. RESOLUÇÃO N o 026, de 5 de outubro de 2015. Cria a Editora da UFSJ e aprova o seu Regimento Interno. A PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI UFSJ, no uso de suas

Leia mais

ATOS DO PODER EXECUTIVO. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição,

ATOS DO PODER EXECUTIVO. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, ATOS DO PODER EXECUTIVO DECRETO N o 4.520, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2002 Dispõe sobre a publicação do Diário Oficial da União e do Diário da Justiça pela Imprensa Nacional da Casa Civil da Presidência da República,

Leia mais

DIPLOMACIA Introdução

DIPLOMACIA Introdução DIPLOMACIA Introdução Ao longo dos tempos, o pensamento político e o pensamento jurídico sempre foram o reflexo das relações entre os homens, os povos, os Estados e as Nações. Foram se operando constantemente

Leia mais