A Publicidade dos Atos Processuais e a Mediação

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A Publicidade dos Atos Processuais e a Mediação"

Transcrição

1 A Publicidade dos Atos Processuais e a Mediação Ivete Machado Vargas Psicóloga Mestranda em Direitos Humanos -UNIRITTER Resumo: O presente artigo propõe-se a abordar a mediação e o acesso à justiça, tendo em vista a política pública implantada através da resolução 125/2010, do Conselho Nacional de Justiça-CNJ, a fim de assegurar a todos o direito à solução dos conflitos por meios adequados. Dessa forma, esta política pública esclarece que incumbe ao Poder Judiciário, além da solução dos conflitos através da sentença, incentivar e oferecer outros mecanismos de soluções de conflitos, como a mediação, a conciliação, a justiça restaurativa, entre outros. O objetivo deste artigo é abordar a mediação judicial e examinar mais de perto um dos seus princípios, o sigilo, contrastando-o com a publicidade dos atos processuais. O art. 93, IX, da Constituição Federal, prevê que todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário sejam públicos, bem como fundamentadas todas as decisões, sob pena de nulidade. O amplo acesso aos documentos e atos processuais não protegidos pelo segredo de justiça, pode soar contraditório com os princípios da mediação, que zelam pelo sigilo. Embora possa soar contraditório, a garantia do sigilo da mediação é válida para o estabelecimento de uma relação mais próxima, enquanto os mediandos estão negociando, conhecendo melhor a realidade de cada lado, buscando, juntos, uma solução.

2 1 Introdução A Mediação é um processo voluntário e confidencial em que um terceiro, imparcial, ajuda a duas ou mais pessoas em conflito a buscar uma solução mutuamente aceitável ao seu problema. Ela vem como alternativa do judiciário à chamada morosidade da Justiça. Tem como objetivos, entre outros, a rápida solução dos litígios, a redução de custos (pois o processo demora muito em tempo, acarretando custos muito altos) e a solução do conflito, traduzindo-se em verdadeiro acesso à justiça. Através da resolução 125/2010, do Conselho Nacional de Justiça-CNJ, que em seu art. 1º, instituiu a Política Judiciária Nacional de tratamento dos conflitos de interesses, com o objetivo de assegurar a todos o direito à solução dos conflitos por meios adequados, ela passou a ser adotada como uma política pública nacional. Dessa forma, esta política pública esclarece que incumbe ao Poder Judiciário, além da solução dos conflitos através da sentença, incentivar e oferecer outros mecanismos de soluções de conflitos, como a mediação, a conciliação, a justiça restaurativa, entre outros. Apesar de todo incentivo do Conselho Nacional de Justiça e da adoção da Mediação pelos Tribunais, esta ainda não foi positivada, através de uma legislação, estando em andamento alguns projetos há mais de uma década, visando sua normatização. Meu objetivo neste trabalho é apresentar alguns aspectos da mediação no enfoque do acesso à Justiça, de Mauro Cappelletti e Bryant Garth, em especial os que mais me chamam atenção, como a publicidade dos atos processuais e o sigilo, que é condição da mediação. Num

3 primeiro momento gostaria de abordar como os métodos autocompositivos vem sendo abordados na perspectiva da inafastabilidade da prestação jurisdicional. 2 Métodos autocompositivos e o acesso à Justiça De acordo com o princípio da inafastabilidade da prestação jurisdicional, resguardado como direito fundamental pela Constituição Federal, por meio do preceito que determina que a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito (Art. 5º, XXXV). Assim, o acesso à justiça significa acesso à jurisdição, mas também significa acesso a uma ordem de valores e direitos fundamentais do homem, significando o acesso à uma ordem jurídica justa. Segundo Kazuo Watanabe: A problemática do acesso à Justiça não pode ser estudada nos acanhados limites do acesso aos órgãos judiciais já existentes. Não se trata apenas de possibilitar o acesso à Justiça como instituição estatal, e, sim, de viabilizar o acesso à ordem jurídica justa (WATANABE, 1988). Cappelletti e Garth, em sua obra Acesso a Justiça, conceituam o acesso à Justiça como: A expressão acesso à justiça é reconhecidamente de difícil definição, mas serve para determinar duas finalidades básicas do sistema jurídico o sistema pelo qual as pessoas podem

4 reivindicar seus direitos e/ou resolver seus litígios sob os auspícios do Estado. Primeiro, o sistema deve ser igualmente acessível a todos; segundo, ele deve produzir resultados que sejam individuais e socialmente justos. Eles apontam como obstáculos a serem transpostos para efetivação do acesso à Justiça: as custas judiciais (custos com despesas de funcionários, advogados, o preço da máquina pública; as pequenas causas, como demandas de grande impacto entre custos do processo e o valor da ação; e o tempo de duração do processo); as possibilidades das partes (recursos financeiros; aptidão para reconhecer um direito e propor uma ação ou sua defesa; litigantes habituais e litigantes eventuais); interesses difusos, que exigem uma ação de grupos, e as barreiras ao acesso, como é o exemplo sugerido por ele de litigantes de baixo nível econômico e educacional, de um lado, e de alto poder econômico e possibilidades de defesa de outro, ou o de patrões e empregados (CAPPELLETTI, GARTH, 1988). Cappelletti e Garth dividem em três ondas as tentativas de solução prática ao acesso à Justiça: a primeira onda, relacionada a assistência de advogados aos pobres, tendo sido adotado em alguns países o modelo de defesa pública, noutros, a defesa privada paga pelo estado, mas concluem que todos enfrentam os mesmos problemas: as pessoas são tratadas apenas como indivíduos e não como pertencendo a uma classe, numa sociedade que separa os ricos dos pobres, trazendo os mesmos constrangimentos que a pessoa ter de procurar o tribunal; trata os pobres como se não pudessem se defender, fossem incapazes de perseguir seus interesses, portanto os paternaliza (os críticos sugerem tratá-los como indivíduos comuns com menos dinheiro); geralmente, nos países observados, o Estado não paga honorários

5 ao advogado vencedor e se o sucumbente não puder honrar o pagamento, restará em prejuízo. Na Suécia existe um seguro que paga o advogado nesses casos. A segunda onda é a da representação dos interesses difusos. Uma verdadeira revolução dentro do processo civil, com mudanças na participação ativa e aumento da participação de grupos atuando em representação dos interesses difusos. Assim, passamos de uma visão individualista do devido processo judicial para uma concepção social, coletiva (CAPPELLETTI, GARTH, 1988). A terceira onda vai do acesso à representação em juízo a uma concepção mais ampla de acesso à justiça que as anteriores. Inclui a advocacia judicial e extrajudicial, advogados particulares e públicos e vai além: centra sua atenção no conjunto geral de instituições e mecanismos, pessoas e procedimentos, para processar e prevenir disputas nas sociedades modernas. É denominado pelos autores "o enfoque do acesso a justiça". Este enfoque procura verificar o papel e importância dos diversos fatores e barreiras, para desenvolver instituições efetivas para enfrentá-los (CAPPELLETTI, GARTH, 1988). Estudando os modelos de solução de conflitos de institutos como os tribunais de pequenas causas, Cappelletti e Garth, apontam como vantagem nestes procedimentos a informalidade, a discrição, o caráter privado, que se adapta às partes desacompanhadas de advogados, trazendo a vantagem de preservar relacionamentos complexos e permanentes. Eles ainda concluem que os procedimentos mantidos em particular são os tendem a ser mais eficazes, por estimular a informalidade, a sinceridade e a honestidade. Essa é uma das vantagens preconizadas pela mediação. Nesse sentido, o sigilo seria um facilitador desta preservação das relações. Estes autores referem a

6 importância da qualificação dos Juízes e do pessoal judiciário (referindo-se aos tribunais de pequenas causas, mas que cabem aqui também aos mediadores) e da importância de se evitar que as regras técnicas mais que a justiça sejam o centro dos debates, mas tomando o cuidado de não desprezar por completo as normas legais (CAPPELLETTI, GARTH, 1988). Conforme Kazuo Watanabe o desenvolvimento de núcleos comunitários em torno das ideias de pacificação social é fundamental para que os projetos de mediação e de conciliação não virem formalismo. Para ele, a mediação tem de ser praticada como uma forma de pacificação da sociedade e não apenas como uma forma de solução de conflitos, e afirma a maior importância da atuação do juiz e dos profissionais do direito na pacificação da sociedade, do que na solução do conflito (WATANABE, 2002). Calmon refere a necessidade de se reavaliar a afirmação de que a jurisdição é uma atividade exclusiva do Estado, entendendo que exceto as situações em que obrigatoriamente necessita a intervenção do judiciário, inúmeras situações não necessitariam da mesma (CALMON, 2013). Silva entende que as vias alternativas aliviam o sistema judicial (SILVA, 2008), mas que é necessário atentar para outras causas da atual doença, que são a falta de estruturas tecnológicas, logísticas e humanas. Nessa linha também, Alcalá- Zamora, para quem o êxito da autocomposição depende de muitos fatores: organização judicial e política, nível ético dos profissionais forenses, eficiência da legislação penal, entre outros, mas, ainda assim, entende que é a solução mais justa. (ALCALÁ-ZAMORA, 1970). 3 Características da mediação

7 A mediação caracteriza-se pelo princípio da confidencialidade, segundo o qual o mediador está proibido de revelar o que se discute na mediação, também não pode servir como testemunha. Só ficam registradas as informações que ambos queiram registrar e desde que isso facilite o entendimento. Caso contrário, o mediador deverá esclarecer os mediandos, mas atenderá seu desejo se for vontade de ambos. Cappelletti e Garth consideram que o acesso à justiça serve para determinar duas finalidades básicas do sistema jurídico: primeiro, o sistema deve ser acessível a todos; segundo, ele deve produzir resultados que sejam individual e socialmente justos. As suas finalidades devem, entretanto, andar juntas, sob pena de a primeira perder qualquer significado (CAPPELLETTI, GARTH, 1988). A mediação respeita as duas finalidades, pois preserva a autonomia dos mediandos, ajudando-os a refletir sobre seus interesses, as causas do conflito, as consequências de um entendimento e de um não entendimento, e que saiam da mediação mais capacitados do que entraram em habilidades de solução conflitos. Este é o caráter pedagógico da mediação: através do exercício livre e criativo, as pessoas possam fazer escolhas autênticas a respeito da melhor solução dos problemas. Para Luis Alberto Warat, a mediação é um instrumento que promove a autonomia, a democracia e a cidadania como forma de produzir diferenças e tomar decisões. (WARAT, 2001). Para este autor a mediação é uma arte. Uma das grandes características da mediação é a atuação do mediador: ele é um terceiro neutro e imparcial, portanto não irá interferir com seu julgamento moral na decisão dos mediandos, também não irá julgar ou facilitar

8 para um dos lados, em detrimento do outro, ou adiantar posições e entendimentos do magistrado. Ele será apenas um facilitador da comunicação, mantendo sob sigilo o que lhe é informado. Este sigilo e o ambiente seguro que se forma proporciona aos envolvidos uma certa tranquilidade, na medida em que podem confiar que somente o que permitirem será publicado. Não afronta a publicidade dos atos processuais, pois, o acordo formulado será submetido ao Magistrado, que, sendo o caso, irá atender ao princípio da publicidade. A confidencialidade atende a maior autonomia dos envolvidos, no sentido de que enquanto estão buscando soluções e alternativas, estas não estão sendo colocadas à avaliação de ninguém mais a não ser elas mesmas e os demais envolvidos na situação de conflito. Este informalismo e privacidade é o que permite buscar alternativas à solução do seu conflito que não sejam somente as alternativas dadas na Lei, o que permite maior autonomia aos envolvidos. 4 A publicidade dos atos processuais e o sigilo na mediação A publicidade dos atos processuais, tem sua razão de ser por proteger os jurisdicionados contra uma justiça secreta, atuando fora das possibilidades de controle pelo público. Ela está voltada à atividade dos magistrados. A preocupação com a publicidade dos atos processuais é, nessa primeira dimensão, uma ferramenta de garantia contra o arbítrio no exercício do poder do Estado (REICHELT, 2014). Conforme o artigo 93, inciso IX: Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios: (...) IX - todos os julgamentos dos órgãos do

9 Poder Judiciário serão públicos, e fundamentadas todas as decisões, sob pena de nulidade, podendo a lei limitar a presença, em determinados atos, às próprias partes e a seus advogados, ou somente a estes, em casos nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à informação; Cappelletti e Garth, apontam, porém, a vantagem da informalidade, da discrição, do caráter privado, em preservar relacionamentos complexos e permanentes (CAPPELLETTI, GARTH, 1988). Neste sentido, a mediação, por preservar o sigilo, estaria facilitando o desenvolvimento de relações duradouras, baseadas na confiança e no comprometimento. É importante ressaltar que, tanto a mediação não fere o princípio da publicidade dos atos processuais, quanto ela poderia correr sem a presença física dos autos do processo, como é o caso do que vem acontecendo em alguns centros judiciais no país, também pode ser realizada préprocessualmente. Ainda, a comunicação dos atos, através de convite para a mediação, é plenamente cumprida. Também a decisão final, de homologação do acordo, é publicada. Não há que se falar, portanto, no que tange a mediação, em descumprimento do princípio da publicidade. Mesmo por que, finda a mediação e chegado a um entendimento, este é publicado, através da homologação do Juiz, o que não fere direito de ninguém. 5 Conclusões

10 Embora o princípio da inafastabilidade da prestação jurisdicional determine que a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito (Art. 5º, XXXV), também impede a imposição de um modelo único de solução de conflitos a ser oferecido aos jurisdicionados (AZEVEDO, 2003). Portanto deixa ao jurisdicionado a possibilidade de outros meios de solução de conflitos através de um sistema de multiportas. Também oferece a oportunidade, aos mediadores, de se adequarem aos princípios de publicidade e de sigilo, de forma mais segura, no sentido em que aceitem que um não fere o outro. A mediação atende ao processo de mudança de cultura através do aprendizado de novas habilidades de solução de conflitos, baseados na compreensão e confiança. Ela aproxima as pessoas, buscando a resolução dos conflitos através da aproximação de posições antagônicas e da compreensão de interesses comuns. Além disso, privilegia que os próprios mediandos apresentem as soluções viáveis para debate, aceita os ajustes que forem necessários, o que compromete cada um no cumprimento. Ela atende, ainda, as especificidades de cada região no país, colocando todos os envolvidos à mesa de discussões, buscando alternativas para superar os desafios. Neste sentido ela se desenvolve melhor se todos estiverem num ambiente informal e sigiloso. Referências: ALCALÁ ZAMORA Y CASTILLO, Niceto. Processo, autocomposicion y autodefensa (contribuicion al estúdio de los fines del processo). 2.ed. Mexico: UNAM, 1970.

11 AZEVEDO, André Gomma de. Perspectivas metodológicas do processo de mediação: apontamentos sobre a autocomposicao no direito processual. Estudos em Arbitragem, Mediação e Negociação Vol 2. André Gomma de Azevedo (org.) - Brasília: Grupos de Pesquisa, CALMON, Petronio. Fundamentos da mediação e da conciliação. 2ª ed. Brasília, DF: Gazeta Jurídica, CAPPELLETTI, Mauro, GARTH, Bryant. Acesso à justiça. Tradução de Ellen Gracie Northfleet. Porto Alegre: Sérgio Antonio Fabris, REICHELT, Luis Alberto. A exigência da publicidade dos atos processuais na perspectiva do direito ao processo justo. Revista de Processo vol. 234/2014 p. 77 Ago / 2014 SILVA, Paula Costa e. O acesso ao sistema judicial e os meios alternativos de resolução de controvérsias: alternatividade efectiva e complementariedade. Revista de Processo, v.33, n.158: (2008). WARAT, Luis Alberto. O ofício do mediador. Florianópolis: Habitus, WATANABE, Kazuo. Cultura da sentença e cultura da pacificação. In: YARSHELL, Zanoide (Coord.). Estudos em homenagem à professora Ada Pellegrini Grinover: São Paulo: DPJ, (p ). WATANABE, Kazuo. Modalidade de Mediação. In Cadernos do Centro de Estudos Judiciários CEJ, nº 22. Mediação: um projeto inovador. Brasília: Acesso em 29/07/2014, no endereço eletrônico:

Tabela Comparativa Mediação x Conciliação x Arbitragem

Tabela Comparativa Mediação x Conciliação x Arbitragem Tabela Comparativa Mediação x Conciliação x Arbitragem Tipo de solução de controvérsia Objeto Abordagem do conflito e objetivos Método Mediação Conciliação Arbitragem Autocomposição Autocomposição Heterocomposição

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DE MINAS GERAIS CRA-MG A MEDIAÇÃO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO ORGANIZACIONAL. Sônia Ferreira Ferraz

CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DE MINAS GERAIS CRA-MG A MEDIAÇÃO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO ORGANIZACIONAL. Sônia Ferreira Ferraz CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DE MINAS GERAIS CRA-MG A MEDIAÇÃO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO ORGANIZACIONAL Sônia Ferreira Ferraz Belo Horizonte / MG Junho / 2011 CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DE

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2013

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2013 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2013 Dispõe sobre a mediação extrajudicial. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Capítulo I Disposições Gerais Art. 1º Esta lei dispõe sobre mediação extrajudicial. Parágrafo único.

Leia mais

O QUE É MEDIAÇÃO? Exemplos práticos: Conflitos de vizinhança, separação, divórcio, conflitos trabalhistas, etc...

O QUE É MEDIAÇÃO? Exemplos práticos: Conflitos de vizinhança, separação, divórcio, conflitos trabalhistas, etc... O QUE É MEDIAÇÃO? A Mediação é uma forma de tentativa de resolução de conflitos através de um terceiro, estranho ao conflito, que atuará como uma espécie de "facilitador", sem entretanto interferir na

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010.

RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010. RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010. Dispõe sobre a divulgação de dados processuais eletrônicos na rede mundial de computadores, expedição de certidões judiciais e dá outras providências. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

ASPECTOS GERAIS DA ARBITRAGEM

ASPECTOS GERAIS DA ARBITRAGEM ASPECTOS GERAIS DA ARBITRAGEM Flávia Bittar Neves 1 A arbitragem é uma instituição que tem servido à humanidade, encontrando antecedentes em Roma e na Grécia antigas, constando do ordenamento jurídico

Leia mais

Regulamento do Programa de Mediação, Negociação e Arbitragem do Núcleo de Prática Jurídica do Curso de Direito

Regulamento do Programa de Mediação, Negociação e Arbitragem do Núcleo de Prática Jurídica do Curso de Direito Associação Catarinense de Ensino FACULDADE GUILHERME GUIMBALA - FGG Curso de Direito Autorização da Unificação de Mantidas - FGG: Portaria SESu Nº 56, de 18/01/2008 (DOU de 21/01/2008) Curso de Direito

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

FACULDADE DE DIREITO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CAPÍTULO I DA FINALIDADE ART. 1º - O Núcleo de Prática Jurídica, subordinado à Faculdade de Direito

Leia mais

Conselho Nacional de Justiça

Conselho Nacional de Justiça Conselho Nacional de Justiça PROCEDIMENTO DE CONTROLE ADMINISTRATIVO N. 0006328-24.2010.2.00.0000 RELATOR : CONSELHEIRO FELIPE LOCKE CAVALCANTI REQUERENTE : ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL - SECCIONAL DO

Leia mais

O ACESSO À JUSTIÇA E A EFETIVIDADE PROCESSUAL RESUMO

O ACESSO À JUSTIÇA E A EFETIVIDADE PROCESSUAL RESUMO 32 O ACESSO À JUSTIÇA E A EFETIVIDADE PROCESSUAL Cristiano José Lemos Szymanowski 1 RESUMO A proposta deste trabalho estrutura-se na análise de dois temas que se conjugam, o Acesso à Justiça e a Efetividade

Leia mais

FACULDADE DOM BOSCO Credenciada através da Portaria nº. 2.387 de 11/08/2004, publicada no D.O.U. de 12/08/2004. Resolução nº 001/011

FACULDADE DOM BOSCO Credenciada através da Portaria nº. 2.387 de 11/08/2004, publicada no D.O.U. de 12/08/2004. Resolução nº 001/011 Resolução nº 001/011 Regulamentar a Arbitragem Expedita. do Curso de Direito; - Considerando a necessidade de Regulamentar a Arbitragem Expedita O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão aprovou, e eu

Leia mais

ITINERÁRIO FORMATIVO DE DIRETORES DE SECRETARIA DE VT s. Coordenador: Desembargador Fernando Luiz Gonçalves Rios Neto

ITINERÁRIO FORMATIVO DE DIRETORES DE SECRETARIA DE VT s. Coordenador: Desembargador Fernando Luiz Gonçalves Rios Neto ITINERÁRIO FORMATIVO DE DIRETORES DE SECRETARIA DE VT s Coordenador: Desembargador Fernando Luiz Gonçalves Rios Neto 1. PROCESSO DE TRABALHO 1.1. Esfera Administrativa Planejamento Análise da realidade

Leia mais

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO (NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS)

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO (NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS) CURSO DE DIREITO REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO (NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS) REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO TÍTULO I DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

Leia mais

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa.

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa. DOCUMENTO DE CONSULTA: COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EUROPEIA SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA (2011-2014) 1 Direitos da Criança Em conformidade com o artigo 3.º do Tratado da União Europeia, a União promoverá os

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) E DO ESTÁGIO ORIENTADO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE CENECISTA DE JOINVILLE

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) E DO ESTÁGIO ORIENTADO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE CENECISTA DE JOINVILLE REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) E DO ESTÁGIO ORIENTADO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE CENECISTA DE JOINVILLE Dispõe sobre a implantação e funcionamento do Núcleo de

Leia mais

PLANO DE ENSINO OBJETIVOS DA DISCIPLINA PROGRAMA DA DISCIPLINA

PLANO DE ENSINO OBJETIVOS DA DISCIPLINA PROGRAMA DA DISCIPLINA 1 PLANO DE ENSINO TEORIA GERAL DO PROCESSO (JUR1060) CARGA HORÁRIA 60h/a (teórica) CRÉDITOS 4 2º semestre/2015-1 Professora Mestra Waleska Mendes Cardoso OBJETIVOS DA DISCIPLINA Compreender que a intervenção

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução CFC n.º 1.445/13

Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução CFC n.º 1.445/13 Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução CFC n.º 1.445/13 O Conselho Federal de Contabilidade é uma autarquia especial de caráter corporativo, criado pelo Decreto-Lei n.º 9295/46, que tem por

Leia mais

ENUNCIADOS DO FORUM NACIONAL DA MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO

ENUNCIADOS DO FORUM NACIONAL DA MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO ENUNCIADOS DO FORUM NACIONAL DA MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO Semestralmente o Fórum Nacional da Mediação e Conciliação se reúne e promove discussões objetivando levantar boas práticas que possam aprimorar o

Leia mais

Mediação - uma metodologia para facilitar os diálogos e as relações com os públicos interno e externo das organizações

Mediação - uma metodologia para facilitar os diálogos e as relações com os públicos interno e externo das organizações SEJAM BEMVINDOS! Mediação - uma metodologia para facilitar os diálogos e as relações com os públicos interno e externo das organizações Mônica Burg - Psicóloga, Mediadora, Capacitadora e Terapeuta Sueli

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Núcleo de Prática Jurídica Faculdade de Direito FAAP SUMÁRIO 1. O que é Estágio... 3 2. O Estágio Supervisionado na Faculdade de Direito... 3 3. Planejamento e desenvolvimento

Leia mais

Lei n.º 133/99 de 28 de Agosto

Lei n.º 133/99 de 28 de Agosto Mediação Familiar Lei n.º 133/99 de 28 de Agosto Altera a Organização Tutelar de Menores, nomeadamente através da introdução de novos artigos de que destacamos aquele que se refere à mediação Artigo 147.º

Leia mais

SOCIEDADE EDUCACIONAL DE MACEIÓ - SEMA FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS DE MACEIÓ REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

SOCIEDADE EDUCACIONAL DE MACEIÓ - SEMA FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS DE MACEIÓ REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA SOCIEDADE EDUCACIONAL DE MACEIÓ - SEMA FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS DE MACEIÓ FAMA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA Art. 1º - O Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) da Faculdade de Ciências

Leia mais

PROCURAÇÃO "AD-JUDICIA"

PROCURAÇÃO AD-JUDICIA CONTRATO PARTICULAR DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS CONTRATADA: A Sociedade de Advogados MARTUCCI MELILLO ADVOGADOS ASSOCIADOS, registrada na OAB/SP sob o n. 9237, inscrita no CNPJ n. 07.697.074/0001-78,

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA Presidente: Mário Alberto Simões Hirs 1º Vice Presidente Eserval Rocha 2º Vice Presidente Vera Lucia Freire de Carvalho Corregedor Geral de Justiça Sinésio Cabral

Leia mais

Site Jurídico S.O.S Estagiários (www.sosestagiarios.com) Trabalhos Prontos Gratuitos LEI DE ARBITRAGEM EVOLUÇÃO HISTÓRICA

Site Jurídico S.O.S Estagiários (www.sosestagiarios.com) Trabalhos Prontos Gratuitos LEI DE ARBITRAGEM EVOLUÇÃO HISTÓRICA LEI DE ARBITRAGEM EVOLUÇÃO HISTÓRICA Nos primórdios da sociedade romana, surgiu o instituto da arbitragem como forma de resolver conflitos oriundos da convivência em comunidade, como função pacificadora

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1º. O Núcleo de Prática Jurídica do Curso de Direito da Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre, tem por finalidade promover e coordenar

Leia mais

NBA 10: INDEPENDÊNCIA DOS TRIBUNAIS DE CONTAS. INTRODUÇÃO [Issai 10, Preâmbulo, e NAT]

NBA 10: INDEPENDÊNCIA DOS TRIBUNAIS DE CONTAS. INTRODUÇÃO [Issai 10, Preâmbulo, e NAT] NBA 10: INDEPENDÊNCIA DOS TRIBUNAIS DE CONTAS INTRODUÇÃO [Issai 10, Preâmbulo, e NAT] 1. Os Tribunais de Contas somente podem realizar suas tarefas quando são independentes da entidade auditada e são protegidos

Leia mais

DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE

DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE 2008: Promulga o Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República da África do Sul no Campo da Cooperação Científica e Tecnológica,

Leia mais

A Informática e a Prestação Jurisdicional

A Informática e a Prestação Jurisdicional A Informática e a Prestação Jurisdicional Advogado/RS que nela crêem. e distribuição da Justiça exige a maciça utilização de recursos tecnológicos, especialmente informática. com a tecnologia hoje disponível

Leia mais

- 2 - Olá, eu sou o. Zé Virtual. e estou aqui para tirar suas dúvidas quanto ao Juizado Central

- 2 - Olá, eu sou o. Zé Virtual. e estou aqui para tirar suas dúvidas quanto ao Juizado Central - 2 - Olá, eu sou o Zé Virtual e estou aqui para tirar suas dúvidas quanto ao Juizado Central - 3 - JUIZADO CENTRAL uma Justiça mais rápida e acessível O Juizado Central foi criado para solucionar, de

Leia mais

REGIMENTO DA COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA PROFISSIONAL E EMPREENDEDORISMO (NUPPE)

REGIMENTO DA COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA PROFISSIONAL E EMPREENDEDORISMO (NUPPE) APROVADO Alterações aprovadas na 27ª reunião do Conselho Superior realizada em 18/12/2013. REGIMENTO DA COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA PROFISSIONAL E EMPREENDEDORISMO (NUPPE) DA ESTRUTURA Art. 1º - A

Leia mais

A legitimidade da CNseg

A legitimidade da CNseg 18 A legitimidade da CNseg Para provocar o controle abstrato de constitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federal FELIPE MONNERAT 19 A Constituição Federal de 1988 prevê mecanismos de controle da compatibilidade

Leia mais

01 JULHO 2014 LISBOA GJ AIP-CCI

01 JULHO 2014 LISBOA GJ AIP-CCI 01 JULHO 2014 LISBOA GJ AIP-CCI 1 CENTRO DE MEDIAÇÃO, CONCILIAÇÃO E ARBITRAGEM 2 PONTOS DA INTERVENÇÃO: SOBRE O CENTRO DE ARBITRAGEM PROPRIAMENTE DITO: GÉNESE LEGAL DESTE CENTRO ESTRUTURA ORGÂNICA ÂMBITO

Leia mais

Excelentíssimo Dr. Roberto Monteiro Gurgel Santos, DD. Presidente do Conselho Nacional do Ministério Público:

Excelentíssimo Dr. Roberto Monteiro Gurgel Santos, DD. Presidente do Conselho Nacional do Ministério Público: Excelentíssimo Dr. Roberto Monteiro Gurgel Santos, DD. Presidente do Conselho Nacional do Ministério Público: Venho à presença de Vossa Excelência, nos termos do Regimento Interno deste Conselho, apresentar

Leia mais

PARECER APROVADO PELO PLENO DO CFESS EM 09/09/2010

PARECER APROVADO PELO PLENO DO CFESS EM 09/09/2010 ASSUNTO: Relação do Assistente Social com autoridades do Sistema Judiciário/ Determinações ou exigências emanadas, que não se coadunam com o Código de Ética do Assistente Social e com as normas previstas

Leia mais

O INDICADOR ESTATÍSTICO DA CARGA DE TRABALHO DO RELATÓRIO JUSTIÇA

O INDICADOR ESTATÍSTICO DA CARGA DE TRABALHO DO RELATÓRIO JUSTIÇA O INDICADOR ESTATÍSTICO DA CARGA DE TRABALHO DO RELATÓRIO JUSTIÇA EM NÚMEROS DO CNJ APONTA A NECESSIDADE DA EQUALIZAÇÃO DA FORÇA DE TRABALHO NOS TRIBUNAIS PARA CONCRETIZAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO

Leia mais

Escritório em São Paulo NovAmerica Office Park. 2 Caldas & Ferreira - Advogados

Escritório em São Paulo NovAmerica Office Park. 2 Caldas & Ferreira - Advogados Nas páginas seguintes, você conhecerá um pouco de nossa história, dos valores éticos e profissionais que acreditamos e dos serviços jurídicos prestados pela nossa equipe, no qual desde a fundação procuramos

Leia mais

Programa de Treinamento Judicial Internacional IJTP. Um Programa da Faculdade de Direito da Universidade da Géorgia

Programa de Treinamento Judicial Internacional IJTP. Um Programa da Faculdade de Direito da Universidade da Géorgia Programa de Treinamento Judicial Internacional IJTP Um Programa da Faculdade de Direito da Universidade da Géorgia Programa de Treinamento Judicial Internacional Por que Nos últimos anos, um número crescente

Leia mais

REGULAMENTO DE ARBITRAGEM Câmara de Arbitragem Digital CAD. CAPÍTULO I. Sujeição ao Presente Regulamento e Princípios

REGULAMENTO DE ARBITRAGEM Câmara de Arbitragem Digital CAD. CAPÍTULO I. Sujeição ao Presente Regulamento e Princípios REGULAMENTO DE ARBITRAGEM Câmara de Arbitragem Digital CAD CAPÍTULO I. Sujeição ao Presente Regulamento e Princípios Art. 1º. As partes que avençarem, mediante convenção de arbitragem, submeter qualquer

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCILIAÇÃO

REGULAMENTO DE CONCILIAÇÃO REGULAMENTO DE CONCILIAÇÃO Regulamento de Conciliação da Câmara de Mediação e Arbitragem do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais CREA-MG. A Câmara de Mediação e Arbitragem do Conselho

Leia mais

Honorários advocatícios

Honorários advocatícios Honorários advocatícios Os honorários advocatícios são balizados pelo Código de Processo Civil brasileiro (Lei de n. 5.869/73) em seu artigo 20, que assim dispõe: Art. 20. A sentença condenará o vencido

Leia mais

Vistos, relatados e discutidos estes autos de. AGRAVO DE INSTRUMENTO n 501.512-4/4-00, da Comarca de SÃO

Vistos, relatados e discutidos estes autos de. AGRAVO DE INSTRUMENTO n 501.512-4/4-00, da Comarca de SÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRATICA REGISTRADO(A) SOB N *01319002* Vistos, relatados e discutidos estes autos de AGRAVO DE INSTRUMENTO

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA Regula o funcionamento do Núcleo de Prática Jurídica NPJ do curso de Direito Bacharelado da Fibra. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Extensão universitária. Direitos sociais. Cidadania.

PALAVRAS-CHAVE Extensão universitária. Direitos sociais. Cidadania. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

MANUAL DE SERVIÇOS 1. PLANO DE ASSISTÊNCIA JURÍDICA FAMILIAR PAF

MANUAL DE SERVIÇOS 1. PLANO DE ASSISTÊNCIA JURÍDICA FAMILIAR PAF MANUAL DE SERVIÇOS 1. PLANO DE ASSISTÊNCIA JURÍDICA FAMILIAR PAF 1.1 SERVIÇOS PRESTADOS Souza & Evangelista Advocacia e Consultoria Jurídica propicia atividades jurídicas privativas de advogados nas vias

Leia mais

Código de Ética da Psicopedagogia

Código de Ética da Psicopedagogia Código de Ética da Psicopedagogia O Código de Ética tem o propósito de estabelecer parâmetros e orientar os profissionais da Psicopedagogia brasileira quanto aos princípios, normas e valores ponderados

Leia mais

O recurso à Arbitragem e as suas vantagens

O recurso à Arbitragem e as suas vantagens O recurso à Arbitragem e as suas vantagens Modo de resolução jurisdicional de controvérsias em que, com base na vontade das partes, a decisão é confiada a um terceiro. Para este efeito, considera-se terceiro

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 191/2015

RESOLUÇÃO Nº 191/2015 RESOLUÇÃO Nº 191/2015 Institui o Programa Acadêmico Conciliador e Mediador, no âmbito do Poder Judiciário do Estado do Acre. O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO ACRE, por seu Pleno Administrativo, no uso

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA Dispõe sobre normas para realização do estágio de prática jurídica, componente curricular obrigatório dos Cursos de Direito. Do Núcleo de Prática Jurídica Art.

Leia mais

DECLARAÇÃO DE BUENOS AIRES (2012) 1

DECLARAÇÃO DE BUENOS AIRES (2012) 1 DECLARAÇÃO DE BUENOS AIRES (2012) 1 Sobre a atuação dos Juízes e Poderes Judiciários Iberoamericanos relativamente à informação, à participação pública e ao acesso à justiça em matéria de meio ambiente

Leia mais

Dispõe sobre a divulgação de dados processuais eletrônicos na rede mundial de computadores, expedição de certidões judiciais e dá outras providências.

Dispõe sobre a divulgação de dados processuais eletrônicos na rede mundial de computadores, expedição de certidões judiciais e dá outras providências. (Publicada no DJ-e nº 187/2010, em 11/10/2010, pág. 4-6) RESOLUÇÃO Nº 121, DE 5 DE OUTUBRO DE 2010. Dispõe sobre a divulgação de dados processuais eletrônicos na rede mundial de computadores, expedição

Leia mais

Curso Preparatório para o Concurso Público do TRT 12. Noções de Direito Processual Civil Aula 1 Prof. Esp Daniel Teske Corrêa

Curso Preparatório para o Concurso Público do TRT 12. Noções de Direito Processual Civil Aula 1 Prof. Esp Daniel Teske Corrêa Curso Preparatório para o Concurso Público do TRT 12 Noções de Direito Processual Civil Aula 1 Prof. Esp Daniel Teske Corrêa Sumário Jurisdição Competência Ação Partes, Ministério Público e Intervenção

Leia mais

E D I T A L N. 29/2011

E D I T A L N. 29/2011 E D I T A L N. 29/2011 CURSO DE ATUALIZAÇÃO DE SERVIDORES E FUNCIONÁRIOS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, Desembargador SEBASTIÃO COSTA

Leia mais

A SOCIEDADE PÓS-MODERNA, O CONFLITO E A ARBITRAGEM COMO MEIO EFICAZ DE SOLUÇÃO DE CONTROVÉRSIAS

A SOCIEDADE PÓS-MODERNA, O CONFLITO E A ARBITRAGEM COMO MEIO EFICAZ DE SOLUÇÃO DE CONTROVÉRSIAS A SOCIEDADE PÓS-MODERNA, O CONFLITO E A ARBITRAGEM COMO MEIO EFICAZ DE SOLUÇÃO DE CONTROVÉRSIAS Karen Myrna Castro Mendes Teixeira 1 Resumo: Com o desenvolvimento da sociedade, em especial, devido a seus

Leia mais

Relatório Metas Nacionais do Judiciário Diagnóstico Situacional TJAL

Relatório Metas Nacionais do Judiciário Diagnóstico Situacional TJAL Relatório Metas Nacionais do Judiciário Diagnóstico Situacional TJAL Assessoria de Planejamento de Modernização do Poder - APMP Divisão de Estatística do Tribunal de Justiça - DETJ Assessoria de Planejamento

Leia mais

Remédio constitucional ou remédio jurídico, são meios postos à disposição dos indivíduos e cidadão para provocar a intervenção das autoridades

Remédio constitucional ou remédio jurídico, são meios postos à disposição dos indivíduos e cidadão para provocar a intervenção das autoridades Remédio constitucional ou remédio jurídico, são meios postos à disposição dos indivíduos e cidadão para provocar a intervenção das autoridades competentes, visando sanar ilegalidades ou abuso de poder

Leia mais

PROVA ESCRITA NACIONAL DO EXAME FINAL DE AVALIAÇÃO E AGREGAÇÃO (RNE)

PROVA ESCRITA NACIONAL DO EXAME FINAL DE AVALIAÇÃO E AGREGAÇÃO (RNE) ORDEM DOS ADVOGADOS CNEF / CNA Comissão Nacional de Estágio e Formação / Comissão Nacional de Avaliação PROVA ESCRITA NACIONAL DO EXAME FINAL DE AVALIAÇÃO E AGREGAÇÃO (RNE) Questões de Deontologia Profissional

Leia mais

Circular NPJ nº 01/2008:

Circular NPJ nº 01/2008: Rio de Janeiro, 14 de março de 2008. Circular NPJ nº 01/2008: Apresenta o funcionamento do Núcleo de Prática Jurídica e do Escritório Modelo. Estimados Alunos, Essa circular visa ao esclarecimento do funcionamento

Leia mais

DIÁRIO DA JUSTIÇA ELETRONICO ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

DIÁRIO DA JUSTIÇA ELETRONICO ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DIÁRIO DA JUSTIÇA ELETRONICO ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL LEI N 1.008, DE 12-04-50 DATA DA DISPONIBILIZAÇÃO: QUINTA-FEIRA, 10 DE MARÇO DE 2011 - PORTO ALEGRE/RS

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 200 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011.

RESOLUÇÃO Nº. 200 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011. RESOLUÇÃO Nº. 200 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS, no uso de suas atribuições legais e considerando o Parecer nº.

Leia mais

REGULALMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE

REGULALMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE 1 REGULALMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE CAPÍTULO I DA FINALIDADE Artigo 1º O Núcleo de Prática Jurídica é órgão destinado a coordenar, executar

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO II DOS MEDIADORES CAPÍTULO III DOS MEDIADORES JUDICIAIS CAPÍTULO IV DO PROCEDIMENTO DE MEDIAÇÃO

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO II DOS MEDIADORES CAPÍTULO III DOS MEDIADORES JUDICIAIS CAPÍTULO IV DO PROCEDIMENTO DE MEDIAÇÃO Projeto de Lei do Senado/Câmara n o de CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO II DOS MEDIADORES CAPÍTULO III DOS MEDIADORES JUDICIAIS CAPÍTULO IV DO PROCEDIMENTO DE MEDIAÇÃO Seção I - Da Mediação Judicial

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PROCESSO CIVIL E GESTÃO DO PROCESSO. ANEXO EMENTAS (Turma III) CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 390 h/a

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PROCESSO CIVIL E GESTÃO DO PROCESSO. ANEXO EMENTAS (Turma III) CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 390 h/a CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PROCESSO CIVIL E GESTÃO DO PROCESSO CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 390 h/a Seminário de Integração e Motivação SIM () Seminário de imersão. Capacita o aluno a quebrar barreiras

Leia mais

CONFEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS E EMPRESARIAIS DO BRASIL - CACB

CONFEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS E EMPRESARIAIS DO BRASIL - CACB CONFEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS E EMPRESARIAIS DO BRASIL - CACB OS LIMITES DA AUTONOMIA DA VONTADE KÉLVIN WESLER SANTANA BAUER Primavera do Leste/MT 2014/1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 04 2 SOCIEDADE,

Leia mais

Quem pode atuar como Assistente, Mediador, Conciliador ou Árbitro (Juiz Arbitral)?

Quem pode atuar como Assistente, Mediador, Conciliador ou Árbitro (Juiz Arbitral)? A fim de que os pastores, líderes e demais cristãos sintam-se preparados para aproveitar esta oportunidade de ter um meio a mais de renda e ao mesmo tempo alcançar vidas que estão em conflitos, apresentando-lhes

Leia mais

CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CRÉDITO: 04 NOME DA DISCIPLINA: TEORIA GERAL DO PROCESSO NOME DO CURSO: DIREITO 2. EMENTA

CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CRÉDITO: 04 NOME DA DISCIPLINA: TEORIA GERAL DO PROCESSO NOME DO CURSO: DIREITO 2. EMENTA 1. IDENTIFICAÇÃO PERÍODO: 3 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CRÉDITO: 04 NOME DA DISCIPLINA: TEORIA GERAL DO PROCESSO NOME DO CURSO: DIREITO 2. EMENTA CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 Noções introdutórias e históricas.

Leia mais

ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO MINAS GERAIS, contra o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS em possível descumprimento de norma federal.

ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO MINAS GERAIS, contra o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS em possível descumprimento de norma federal. Autos: PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS 0001505 65.2014.2.00.0000 Requerente: ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO MINAS GERAIS e outros Requerido: CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS RELATÓRIO

Leia mais

Resolução nº 126 do Conselho Nacional de Justiça, de 22 de fevereiro de 2011

Resolução nº 126 do Conselho Nacional de Justiça, de 22 de fevereiro de 2011 Resolução nº 126 do Conselho Nacional de Justiça, de 22 de fevereiro de 2011 Dispõe sobre o Plano Nacional de Capacitação Judicial de magistrados e servidores do Poder Judiciário (Publicada no DJ-e nº

Leia mais

REGIMENTO INTERNO Art. 1

REGIMENTO INTERNO Art. 1 REGIMENTO INTERNO Art. 1 - A Câmara de Conciliação, Mediação e Arbitragem da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis, doravante denominada simplesmente CBMAE ACIR, instituída no

Leia mais

CONTRATO PARTICULAR DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ADVOCATÍCIOS

CONTRATO PARTICULAR DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ADVOCATÍCIOS CONTRATO PARTICULAR DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ADVOCATÍCIOS Pelo presente instrumento particular de Contrato de Adesão na prestação de serviços advocatícios, de um lado LAERTE SOARES Sociedade de Advogados,

Leia mais

4.º Encontro de Tradutores da Administração Pública os novos desafios 7 de outubro de 2013

4.º Encontro de Tradutores da Administração Pública os novos desafios 7 de outubro de 2013 4.º Encontro de Tradutores da Administração Pública os novos desafios 7 de outubro de 2013 Transposição para Portugal da Diretiva 2010/64/UE Proposta de intervenção Exmas Senhoras e Senhores Caros colegas,

Leia mais

1. PRINCÍPIOS DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS art. 62 da Lei 9.009/95 2. OBJETIVOS DO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL

1. PRINCÍPIOS DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS art. 62 da Lei 9.009/95 2. OBJETIVOS DO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL 1 PROCESSO PENAL PROCESSO PENAL PONTO 1: Princípios dos Juizados Especiais Criminais PONTO 2: Objetivos PONTO 3: Competência PONTO 4: Fase Policial PONTO 5: Fase Judicial PONTO 6: Recursos PONTO 7: Atos

Leia mais

Audit Medel Portugal. Questionário. Magistratura Judicial: 1- Os juízes são independentes?

Audit Medel Portugal. Questionário. Magistratura Judicial: 1- Os juízes são independentes? Audit Medel Portugal Tendo em vista adoptar procedimentos de trabalho que viabilizem a obtenção, no tempo disponível e necessariamente limitado em que vai decorrer a visita dos auditores internacionais,

Leia mais

Administração Judiciária

Administração Judiciária Administração Judiciária Planejamento e Gestão Estratégica Claudio Oliveira Assessor de Planejamento e Gestão Estratégica Conselho Superior da Justiça do Trabalho Gestão Estratégica Comunicação da Estratégia

Leia mais

Título I. Dos Princípios Gerais

Título I. Dos Princípios Gerais CORDENADORIA DO NPJ Criado pela Resolução 01/99 Colegiado Superior REGULAMENTO Dispõe sobre o funcionamento da Coordenadoria do Núcleo de Prática Jurídica e seus órgãos no Curso de Graduação em Direito.

Leia mais

Conciliação: simples e rápida solução de conflitos

Conciliação: simples e rápida solução de conflitos Conciliação: simples e rápida solução de conflitos Marina Nunes Vieira Acadêmica em Direito da PUCMinas É imprescindível, antes de dissertamos sobre o tema, que se esclareça a noção do que realmente seja

Leia mais

Manifestação do Ministro Gilmar Mendes, no encerramento do II Encontro Nacional do Judiciário Belo Horizonte, 16/02/2009

Manifestação do Ministro Gilmar Mendes, no encerramento do II Encontro Nacional do Judiciário Belo Horizonte, 16/02/2009 Manifestação do Ministro Gilmar Mendes, no encerramento do II Encontro Nacional do Judiciário Belo Horizonte, 16/02/2009 Senhores, No encerramento destes trabalhos, gostaria de agradecer a contribuição

Leia mais

Tribunal de Justiça do Estado de Goiás

Tribunal de Justiça do Estado de Goiás Dispõe sobre a implantação e estabelece normas para o funcionamento do processo eletrônico no Poder Judiciário do Estado de Goiás. O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS, por seu Órgão Especial, no exercício

Leia mais

Escola Nacional de Mediação e Conciliação faz treinamento virtual para capacitar órgãos públicos em resolução de conflitos

Escola Nacional de Mediação e Conciliação faz treinamento virtual para capacitar órgãos públicos em resolução de conflitos Escola Nacional de Mediação e Conciliação faz treinamento virtual para capacitar órgãos públicos em resolução de conflitos A Escola Nacional de Mediação e Conciliação (ENAM), da Secretaria de Reforma do

Leia mais

DISCENTE: EFRAYN PEREIRA

DISCENTE: EFRAYN PEREIRA DISCENTE: EFRAYN PEREIRA CÂMARA BRASILEIRA DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM EMPRESARIAL - CBMAE MEDIAÇÃO: MEDICINA VETERINÁRIA Trabalho de conclusão do Curso de Capacitação da CBMAE Campo Limpo Paulista, Tutor

Leia mais

Ordem dos Advogados do Brasil Seção do Estado do Rio de Janeiro Procuradoria

Ordem dos Advogados do Brasil Seção do Estado do Rio de Janeiro Procuradoria EXMO. SR. PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA A ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, serviço público independente, dotado de personalidade jurídica e forma federativa,

Leia mais

OS TRIBUNAIS E O MINISTÉRIO PÚBLICO

OS TRIBUNAIS E O MINISTÉRIO PÚBLICO OS TRIBUNAIS E O MINISTÉRIO PÚBLICO Art.º 202º da Constituição da República Portuguesa «1. Os tribunais são órgãos de soberania com competência para Administrar a justiça em nome do povo. (...)» A lei

Leia mais

Número: 0001362-42.2015.2.00.0000

Número: 0001362-42.2015.2.00.0000 Conselho Nacional de Justiça PJe - Processo Judicial Eletrônico Consulta Processual 22/05/2015 Número: 0001362-42.2015.2.00.0000 Classe: PROCEDIMENTO DE CONTROLE ADMINISTRATIVO Órgão julgador colegiado:

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA CAPANEMA DUARTE ADVOGADOS

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA CAPANEMA DUARTE ADVOGADOS CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA CAPANEMA DUARTE ADVOGADOS I. Preâmbulo 1.1 Temos como objetivo ser um escritório de advocacia altamente conceituado e referência em nossa área de atuação, o que requer, além de

Leia mais

Discovery [Descoberta] como um Meio de Prova que se Admite na Arbitragem

Discovery [Descoberta] como um Meio de Prova que se Admite na Arbitragem Discovery [Descoberta] como um Meio de Prova que se Admite na Arbitragem Prof. Me. Wilson Alberto Zappa Hoog i Resumo: Apresentamos uma breve análise, vantagens, desvantagens e o uso e costume, em relação

Leia mais

RECESSO FORENSE NO PODER JUDICIÁRIO - SITUAÇÃO DEFINIDA PELO CNJ CAUSA POLÊMICA ENTRE O SENADO E A CÂMARA NA APRECIAÇÃO AO PLC N. 06/2007.

RECESSO FORENSE NO PODER JUDICIÁRIO - SITUAÇÃO DEFINIDA PELO CNJ CAUSA POLÊMICA ENTRE O SENADO E A CÂMARA NA APRECIAÇÃO AO PLC N. 06/2007. RECESSO FORENSE NO PODER JUDICIÁRIO - SITUAÇÃO DEFINIDA PELO CNJ CAUSA POLÊMICA ENTRE O SENADO E A CÂMARA NA APRECIAÇÃO AO PLC N. 06/2007. Glauce de Oliveira Barros O chamado recesso forense, tratado no

Leia mais

Construção do Plano Estratégico 2015-2020. Revisão da Identidade Estratégica Comissão de Planejamento Estratégico 10/10/2014

Construção do Plano Estratégico 2015-2020. Revisão da Identidade Estratégica Comissão de Planejamento Estratégico 10/10/2014 Construção do Plano Estratégico 2015-2020 Revisão da Identidade Estratégica Comissão de Planejamento Estratégico 10/10/2014 2 Objetivo da Reunião Apresentar a contribuição institucional, discutir propostas

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR DE MG Rua Tomaz Gonzaga 686 Bairro de Lourdes CEP 30180 140 Belo Horizonte MG RESOLUÇÃO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR DE MG Rua Tomaz Gonzaga 686 Bairro de Lourdes CEP 30180 140 Belo Horizonte MG RESOLUÇÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR DE MG Rua Tomaz Gonzaga 686 Bairro de Lourdes CEP 30180 140 Belo Horizonte MG RESOLUÇÃO RESOLUÇÃO N. 162/2015 Institui o Regimento Interno da Escola Judicial Militar do Estado

Leia mais

TERRAS COELHO ADVOGADOS é uma sociedade de

TERRAS COELHO ADVOGADOS é uma sociedade de TERRAS COELHO ADVOGADOS é uma sociedade de advogados devidamente registrada da Ordem dos Advogados do Brasil sob o nº 15.196, e atual nos mais variados ramos do direito, com atuação preventiva e contenciosa

Leia mais

Manual do Estagiário 2008

Manual do Estagiário 2008 Manual do Estagiário 2008 Sumário Introdução... 2 O que é estágio curricular... 2 Objetivos do estágio curricular... 2 Duração e carga horária do estágio curricular... 3 Requisitos para a realização do

Leia mais

Arbitragem. Respostas objetivas para soluções rápidas

Arbitragem. Respostas objetivas para soluções rápidas 2 8 8 9 9 9 10 10 10 11 11 11 12 12 12 12 13 Respostas objetivas para soluções rápidas O que é a? Como surgiu o Instituto da? A é constitucional? A sentença arbitral tem validade jurídica? Quais são as

Leia mais

irtualização de Processos Compreendendo o Processo Eletrônico na Prática DO PODER JUDICIÁRIO ALAGOANO

irtualização de Processos Compreendendo o Processo Eletrônico na Prática DO PODER JUDICIÁRIO ALAGOANO Compreendendo o Processo Eletrônico na Prática Apresentação O Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, diante dos avanços tecnológicos e das vantagens do processo eletrônico, resolveu implantar em todas

Leia mais

A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova:

A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova: PROJETO DE LEI Nº 131/2010 Dispõe sobre a criação do Fundo Especial dos Procuradores, Consultores Jurídicos, Assessores Técnicos Jurídicos e Advogados Públicos Municipais de Foz do Iguaçu. Autor: Vereador

Leia mais

RELATÓRIO DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO CEJUSC-BSB Pauta Concentrada Seguro DPVAT. Maio de 2013

RELATÓRIO DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO CEJUSC-BSB Pauta Concentrada Seguro DPVAT. Maio de 2013 RELATÓRIO DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO CEJUSC-BSB Pauta Concentrada Seguro DPVAT Maio de 2013 Setembro/2013 Apresentação O presente documento revela os resultados da Pauta Concentrada Seguro DPVAT do Centro

Leia mais

Concurso de Teses do VII Congresso Nacional dos Defensores Públicos. Samara Wilhelm - DPRS

Concurso de Teses do VII Congresso Nacional dos Defensores Públicos. Samara Wilhelm - DPRS Concurso de Teses do VII Congresso Nacional dos Defensores Públicos Samara Wilhelm - DPRS A Lei Maria da Penha como Novo Paradigma de Acesso Integral à Justiça Categoria Defensores Públicos A Lei Maria

Leia mais

Guia prático. Rede Judiciária Europeia em matéria civil e comercial

Guia prático. Rede Judiciária Europeia em matéria civil e comercial Utilização da videoconferência para obtenção de provas em matéria civil e comercial, ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 1206/2001 do Conselho, de 28 de Maio de 2001 Guia prático Rede Judiciária Europeia

Leia mais

Anexo II CARGOS DE DCA

Anexo II CARGOS DE DCA Anexo II CARGOS DE DCA CARGO: COORDENADOR DO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO DE EDUCAÇÃO INFANTIL COORDENADOR DO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO DE ENSINO FUNDAMENTAL Coordenar atividades específicas de área, participando

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Art. 1º - O Estágio Supervisionado obrigatório tem por finalidade ministrar a prática

Leia mais

NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS PROGRAMA DAS ATIVIDADES DE ARBITRAGEM, NEGOCIAÇÃO, CONCILIAÇÃO E MEDIAÇÃO CURSO DE DIREITO Faculdade Pitágoras de Betim

NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS PROGRAMA DAS ATIVIDADES DE ARBITRAGEM, NEGOCIAÇÃO, CONCILIAÇÃO E MEDIAÇÃO CURSO DE DIREITO Faculdade Pitágoras de Betim REGULAMENTO DO PROGRAMA DAS ATIVIDADES DE ARBITRAGEM, NEGOCIAÇÃO, CONCILIAÇÃO E MEDIAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS DA FACULDADE PITÁGORAS DE BETIM RESOLUCAO N.º 005 /2013 Regulamenta as atividades

Leia mais

EMPRESAS OU PESSOAS FÍSICAS, CUSTEANDO OS PARTICIPANTES COM PASSAGENS, DIÁRIAS, ALIMENTAÇÃO E HOSPEDAGEM.

EMPRESAS OU PESSOAS FÍSICAS, CUSTEANDO OS PARTICIPANTES COM PASSAGENS, DIÁRIAS, ALIMENTAÇÃO E HOSPEDAGEM. Objetivo: PROVER OS ÓRGÃOS DO PODER JUDICIÁRIO ESTADUAL DE MEIOS ADMINISTRATIVOS PARA IMPLEMENTAÇÃO E GESTÃO DE SEUS PROGRAMAS FINALÍSTICOS. Justificativa: VIABILIZAR CONDIÇÕES ADMINISTRATIVAS ADEQUADAS

Leia mais