Secretaria-Geral da da Presidência da da República

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Secretaria-Geral da da Presidência da da República"

Transcrição

1 Secretaria-Geral da da Presidência da da República Secretaria Secretaria Nacional Nacional de de Articulação Social PROPOSTA - PLANO DE CONSULTA Imõḡ ap - Consulta mũḡẽ ap UHE (Usina Hidrelétrica) São Luiz do Tapajós Idibi akodip ap São Luiz do Tapajós Pe at Setembro de 2014 Setembro kaxi be at 2014 bima

2 O que é a consulta? Ajo an ku yaἶjo ap? A consulta é um processo de informação e diálogo entre o Governo e os Povos Indígenas. Yaἶjo ap pit e em jewemũkũyjom iap pe am ḡũto jekawẽn ap iecuḡ ap eju I wuyjuyũyũ eju I iap pe. Deve ter preparação adequada, com a construção participativa de um PLANO DE CONSULTA. Jewemũxipan ap omuyku xipan, jewaἶjojom wi yaἶjo ap mũḡẽ am.

3 Convenção 169 da OIT Convenção 169 OIT(Organização Internacional do trabalho) be at O direito à consulta está garantido aos povos indígenas pela CONVENÇÃO 169 da Organização Internacional do Trabalho, que vale como lei no Brasil. Kake xipan jekũyjo ap yai jo am wuyjuyũyũ be CONVENÇÃO 169 be wi (Organização Internacional do Trabalho), lei ibo Brasil be buye. O direito de consulta também é reconhecido pela Declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas. ONU Ekawẽn pe wi dak ibo yai jo ap iat ibapuk wuyjuyũyũ be am e em iap.

4 Por que consultar? Apẽnpuye ku yai jom? O Estado tem o dever de consultar, pois se reconhece as características distintivas dos Povos Indígenas e Tribais e a necessidade de corrigir suas condições, historicamente, desfavorecidas (Anaya, 2009) kake wuyai jo ap iecug apyũ be, jewejojo i g ũ wuyju indiom ap kug puye i kake apẽn cedag g ũ e em ip cebe am iap mudim ap puye dak, apẽna juk kuy bi, ip osodop yai jo ibit g ũ. (Anaya, 2009) Assegurar o direito de participação efetiva desses sujeitos em processos de planejamento e gestão pública de assuntos relacionados aos seus direitos Kake ibo be e em iteyũ wuyjuyũyũ mũõm ap i, ajo jewemũg ẽg ẽm iat tak i ajo iecug ap imũg ẽg ẽm wuyjuyũyũ be am iat pe dak.

5 Qual é o objetivo da consulta? Ajo mũg ẽ am ku e em yai jo ap? É um processo de diálogo de boa-fé, pelo qual as partes, governos e povos, cooperam com o objetivo de se obter um acordo ou consentimento. Xipan jekawẽn jeweweju iap, jewekadi wi, iecug apyũ wuyjuyũyũ eju, jewag ũy com ajo xipat e em soat pe am ma iat mũg ẽ am.

6 CONVENÇÃO 169 DA OIT Artigo 6º Convenção 169 OIT be at - Artigo 6º be Os governos deverão Lecug apyũ be ie ap Consultar os povos interessados, por meio de procedimentos adequados, através de suas instituições representativas, sempre que forem previstas medidas legislativas ou administrativas suscetíveis de afetá-los diretamente cekũyjo pin ayũ ai jo ap, cedag jewemũg ẽg ẽm iat toḡ wi, adede butet pe wi jewa õ mũbacacan ap pe wi, soat em koam ma, lei baca be wi jewemũg ẽg ẽ ian, iecug ap a õ bi at ian tak apẽna juk ag ũ kuka xipat g ũ o e wuyjuyũyũ be ian. O objetivo é de que um acordo ou consentimento em torno das medidas propostas possa ser alcançado Ie ap pit toto ibo be wi ajo jewemõḡmõḡ iat, apẽn kuka jewemũbikuy ap kay o ajẽm iap co ap

7 CONSULTA TAPAJÓS Idixidi watwayũ ai jo ap A Ação Civil Pública nº , exige a a realização de um Processo de Consulta para comunidades indígenas presentes na área de influência do possível empreendimento: Lei (Ação Civil Pública) be at nº , yai jo ap o juyjuy ag okaka dag wuyjuyũyũ ka dag apoma jewemũg ẽm idibi akodip ap iayũ be am:

8 CONSULTA TAPAJÓS DECISÃO JUDICIAL DA 2º VARA - SUBSEÇÃO DE SANTARÉM Juiz a õbi at 2º vara at Santarem ka be at Antes do encerramento da fase dos estudos de viabilidade, o Governo Federal deve ouvir as comunidades indígenas MUNDURUKU de Praia do Mangue, Praia do Índio, Pimental, KM 43, São Luiz do Tapajós e outras por ventura ainda não localizadas ou demonstrem que os índios frustarem ou se recusarem a opinar sobre o aproveitamento hídrico; Estudo mũ ũm ap wap ie but paxi I iap awap, iecug ap omuyku wuyjuyũyũ ai jo ap Mangue ka watwat, Praia do Índio ka watwat, Pimental watwat, Sawre Apõmpu watwat, Sawre Jaybu ka watwat i wara acayũ o jewedobuxik g ũ nã but iayũ am g ũto wuyjuyũyũ cedag g ũ ibo cexe ip iayũ am gũto itaybit pin g ũ nã ip ibom idibi domũdipdip am iayũ be am;

9 CONSULTA TAPAJÓS : 4 Etapas Idixidi watwat ai jo ap : ebadipdip eetapayũ be wi 1. Planejamento Imũg ẽ ap mũbapuk ap 2. Informação Ajo paxi iap mũwẽn ap 3. Diálogo Jeweweju jewai jo ap 4. Comunicação dos Resultados Apẽn ip o jeweag ũy ixik iap mũbapuk ap PLANO DE CONSULTA - ROTEIRO

10 CONSULTA TAPAJÓS - 1ª Etapa Idixidi watwatyũ ai jo ap koap at eetapa be wi 1.Planejamento 1. Imũg ẽ ap mũbapuk ap A etapa de Planejamento tem como objetivo principal apresentar e discutir com representantes das comunidades a proposta do Plano de Consulta, informando os objetivos do processo de consulta e pactuando uma metodologia de trabalho. Ibo eetapa imũg ẽ ap mũbapuk ap, mẽn ku juy boku iap mũbapuk ap I jeweai jo ap ag õkaka kuk ayũ eju apẽn ibo yai jo ap i am, imũkũyjojom ip iju am i jewag ũy ixik am ibo ekapik ap mũg ẽ am tak.

11 CONSULTA TAPAJÓS 2ª Etapa Koap at tomũju at eetapa 2. Informação 2. Ajo paxi iap mũwẽn ap O Governo Federal levará as informações disponíveis sobre o empreendimento. Essas informações estarão em linguagem e formato acessíveis, com tradução para a língua Munduruku. Iecug ap tojoat ibo idixidi nõmũdip ap mũwẽn ap ekawẽn. Ibo ekawẽnyũ je e wuya õ dag wuyekũyjo bun at tag, kake mõnjoroko a õm.

12 CONSULTA TAPAJÓS 2ª Etapa Koap at tomũju at eetapa 2. Informação 2. Ajo paxi iap mũwẽn ap A produção desse material informativo terá como base o Inventário e Estudo da Bacia elaborado pela ANA Agência Nacional de Águas, informações já disponíveis dos Estudos de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE), Estudo de Impacto Ambiental (EIA), Avaliação Ambiental Integrada (AAI), Estudo do Componente Indígena (ECI), além de outros documentos que forem identificados como importantes. Ibo ekawẽn mũwẽn ap je e apẽn cuk kuy o jewebuixijo ian I apẽn soat ti idixidi kuy o jemũestudan ian tak, ANA (Agência Nacional de Águas) be imũg ẽ ibit, kuy kake imũbapuk ap ekawẽn EVTE iat ekawẽn- (Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica), EIA iat ekawẽn- (Estudo de Impacto Ambiental), AAI iat ekawẽn (Avaliação Ambiental Integrada), ECI iat ekawẽn (Estudo do Componente Indígena), I wara acayũ documentoyũ ibo be icẽm an ijebit an e em iayũ ekawẽn tak jewemũbapuk.

13 CONSULTA TAPAJÓS 3ª Etapa Ebapũg at eetapa 3. Diálogo: construção de acordos e pontos de consenso 3. Jeweai jo ap: jewag ũy ixik ap kuda ap Nessa etapa se fará o debate sobre o que foi apresentado entre os representantes das comunidades e os representantes do governo, com o objetivo de construir acordos e pontos de consenso. Ijop eetepa jewemũg e jeweai jojo ap ajo kuy o jewemũbapuk iat pe wi ag õkaka kuk ayu eju iecug ap ebekitkiyu eju, jewag ũy ixik ap kuda am. Os representantes do governo devem ter autoridade para falar em nome do governo e se comprometer com os acordos. Iecug ap ebekitkiyu iecug ap a õ baca be wi ip jede, jekawẽn I ixeyu nã jewag ũy ixik ap tak jokuda.

14 CONSULTA TAPAJÓS 4ª Etapa Ebadipdip at eetapa 4. Comunicação dos resultados 4. Apẽn ip o jeweag ũy ixik iap mũbapuk ap Nessa etapa, será apresentado o relatório do processo consulta, contendo a resposta formal do governo diante dos posicionamentos apresentados pelos representantes indígenas, com destaque para os acordos firmados e ações planejadas conjuntamente para a região. Ite eetapa at, jewemũbapuk yai jo ap pe wi o jewemũbararak iap(relatório), iecug ap ee pin ap kug ibararag ag õka kukuk ukayũ mũkũyjo am, ibapug ip o jewag ũy ixik ap kug i ajo kuy o jewe ojuy imũg ẽ am adede a õ bi soat kaka dag ap pe am iam.

15 O que deve conter o Plano de consulta: Ajo an yai jo ap jewebe ikug iap: 1. Descrição do objeto de consulta (conteúdo que será informado e dialogado), Ajo be ap pe e em yai jo ap iat mũbararak ap (ajo ip o g ũwẽn iat i ajo ip o jeweai jo iat tak); 2. Identificação do público-alvo (comunidades que serão consultadas), Xeyũ be ap ku boku iap mũbapuk ap ( ag õkakayũ jeweai jom iayũ); 3. Relação dos representantes governamentais que participarão do processo, Burũ ku iecug ap ebekitkiyũ jekapik ibo mũg ẽ ap pe iap; 4. Local das reuniões e cronograma de realização da consulta (prazos) e Jewemũawero ap ka i pug ũn paxi ibo jeedop yai jo ap iap i 5. Previsão orçamentária. Peburũ dei paxi jee iap co ap tak.

16 Etapas Ceetapay u Planejamento imu g e ap mu bapuk ap Informação Ajo paxi iap mũwẽn ap Diálogo Jeweweju jewai jo ap Comunicação dos Resultados Ape n ip o jeweag u y ixik iap mu bapuk ap Envolvidos Imu g e m iayu SG/PR, Funai/MJ, MME, AGU, MPOG, ELB SG/PR, Funai/MJ, MME, AGU, MPOG, ELB SG/PR, Funai/MJ, MME, AGU, MPOG, ELB SG/PR, Funai/MJ, MME, AGU, MPOG, ELB Quadro Resumo das Etapas da Consulta Me n ku jee yai jo ap mu gẽ am iap mu bapuk ap Objetivo Ajo pe n am iap Planejar o processo de consulta com os indígenas wuyjuyu yu ai jo ap mu g e am Local Apoce jee iap Praia do Mangue Itaituba/PA Mangue ka be Itaituba be ELB (Eletrobras) e governo apresentam informações qualificadas sobre o Inventário da Bacia, a Avaliação ambiental integrada, o empreendimento e possíveis Kaka g ũ nã buk efeitos sobre os povos indígenas Wuyjuyũyũ nã jee itaybit bo ELB (Eletrobras) i iecug ap i g ũbapuk apẽn soat ti ka be ku jee iam iecug ap eju idixidi kuy o jemũestudan iat, AAI iat ekawẽn, idibi akodip ap ekawẽn I ajo jebapuk ibo mũg ẽ buje wuyjuyũyũ eju iap. Ekawẽn tak. Debater com base nas informações prestadas, com o objetivo de se construir consensos, pontos de convergência e identificando os dissensos e os pontos de divergência Ajo kuy o jewemũwẽn iat pe wi jewai jo ap, jewag ũy ixik ap kuda am, ajo an cedag at i cedag ũmat iap kuda ap i pũg pũg pe ip o jeweag ũy ixik g ũ iap mũbapuk ap am g ũto ajo ie but i ie but g ũ iap mũbapuk ap tak. Apresentar relatório do processo de consulta, incorporando os posicionamentos dos participantes ou justificando a impossibilidade de se incorporar. Me n ku yai jo ap mu g e gẽ ap jee iat ekawe n pararak (relatório) mu bapuk ap, yai jojo ibiyu ag u y mõg mõg tak ibo be i ajo ip ibu u imu g e an iat tak. Kaka g ũ nã buk Wuyjuyũyũ nã jee itaybit bo ka be ku jee iam iecug ap eju Kaka g ũ nã buk Wuyjuyũyũ nã jee itaybit bo ka be ku jee iam iecug ap eju Datas Cekabiayu 02 e 03 de setembro Setembro kaxi be 02 i 03 ekabia Wuyjuyũyu nã jee itaybit cekabiam iecug ap eju Wuyjuyũyu nã jee itaybit cekabiam iecug ap eju Wuyjuyũyu nã jee itaybit cekabiam iecug ap eju (*) SG/PR Secretaria Geral da Presidência da República I Funai/MJ Ministério da Justiça I MME Ministério de Minas e Energia I MPOG Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão I ELB Eletrobras I

17 Secretaria-Geral da Presidência da República

CGU Controladoria-Geral da União OGU Ouvidoria-Geral da União Coordenação-Geral de Recursos de Acesso à Informação

CGU Controladoria-Geral da União OGU Ouvidoria-Geral da União Coordenação-Geral de Recursos de Acesso à Informação Controladoria-Geral da União OGU Ouvidoria-Geral da União Coordenação-Geral de Recursos de Acesso à Informação PARECER Referência: 00077.000322/201-0 Assunto: Restrição de acesso: Ementa: Órgão ou entidade

Leia mais

O Dever de Consulta Prévia do Estado Brasileiro aos Povos Indígenas.

O Dever de Consulta Prévia do Estado Brasileiro aos Povos Indígenas. O Dever de Consulta Prévia do Estado Brasileiro aos Povos Indígenas. O que é o dever de Consulta Prévia? O dever de consulta prévia é a obrigação do Estado (tanto do Poder Executivo, como do Poder Legislativo)

Leia mais

Sustentabilidade e Diálogo no Setor Elétrico

Sustentabilidade e Diálogo no Setor Elétrico Sustentabilidade e Diálogo no Setor Elétrico II Seminário Ética, Sustentabilidade e Energia Tractebel Energia Alexandre Uhlig 13 de junho de 2013 Florianópolis O conteúdo deste relatório foi produzido

Leia mais

Hidrelétricas e Unidades de Conservação na Amazônia: c caso do Complexo Tapajós

Hidrelétricas e Unidades de Conservação na Amazônia: c caso do Complexo Tapajós Hidrelétricas e Unidades de Conservação na Amazônia: c caso do Complexo Tapajós Audiência Publica Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - CMADS Brasilia, 20 de novembro de 2012 Brent

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça SUSPENSÃO DE LIMINAR E DE SENTENÇA Nº 1.745 - PA (2013/0107879-0) RELATOR : MINISTRO PRESIDENTE DO STJ REQUERENTE : UNIÃO REQUERENTE : AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL ADVOGADO : PROCURADORIA-GERAL

Leia mais

PAINEL 2: ENERGIA, COMUNIDADES LOCAIS E POVOS TRADICIONAIS: PARTICIPAÇÃO E INCLUSÃO

PAINEL 2: ENERGIA, COMUNIDADES LOCAIS E POVOS TRADICIONAIS: PARTICIPAÇÃO E INCLUSÃO PAINEL 2: ENERGIA, COMUNIDADES LOCAIS E POVOS TRADICIONAIS: PARTICIPAÇÃO E INCLUSÃO TRÊS QUESTÕES 1. Como conciliar geração de energia e os interesses das comunidades locais e dos povos tradicionais em

Leia mais

Belo Monte e a indústria de barragens na Amazônia: características e desafios

Belo Monte e a indústria de barragens na Amazônia: características e desafios Belo Monte e a indústria de barragens na Amazônia: características e desafios Taller de Analisis de Impactos y Construcción de Propuestas sobre Inversiones en Infraestructonura en la Amazonia Andina Lima

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM No u s o d a c o mp e t ê n c i a p r e v i s t a al í n e a v ) d o n. º 1 d o ar t i g o 64º d o De c r e t o -Le i n. º 1

Leia mais

Termo de Referencia. IIª Etapa de Agenda e Planejamento da Gestão Territorial e Ambiental da Terra Indígena Apyterewa, povo Aweté Parakanã

Termo de Referencia. IIª Etapa de Agenda e Planejamento da Gestão Territorial e Ambiental da Terra Indígena Apyterewa, povo Aweté Parakanã Termo de Referencia IIª Etapa de Agenda e Planejamento da Gestão Territorial e Ambiental da Terra Indígena Apyterewa, povo Aweté Parakanã Contratação de Especialista 2 Planejamento de Proteção Territorial

Leia mais

WORKSHOP PERSPECTIVAS E DESAFIOS DA ENERGIA NUCLEAR NA MATRIZ ELÉTRICA DO BRASIL

WORKSHOP PERSPECTIVAS E DESAFIOS DA ENERGIA NUCLEAR NA MATRIZ ELÉTRICA DO BRASIL WORKSHOP PERSPECTIVAS E DESAFIOS DA ENERGIA NUCLEAR NA MATRIZ ELÉTRICA DO BRASIL GESEL / SINERGIA / EDF A OPÇÃO NUCLEAR PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL Altino Ventura Filho Secretário de Planejamento

Leia mais

RELATORIA NACIONAL DO DIREITO HUMANO AO MEIO AMBIENTE

RELATORIA NACIONAL DO DIREITO HUMANO AO MEIO AMBIENTE RELATORIA NACIONAL DO DIREITO HUMANO AO MEIO AMBIENTE MISSÃO XINGU - Violações de Direitos Humanos no Licenciamento da Usina Hidrelétrica de Belo Monte Relatores: Marijane Vieira Lisboa e José Guilherme

Leia mais

In forma da. a conve nção da e o. Presidência da República Dilma Vana Rousseff. Ministério da Justiça José Eduardo Martins Cardozo

In forma da. a conve nção da e o. Presidência da República Dilma Vana Rousseff. Ministério da Justiça José Eduardo Martins Cardozo Presidência da República Dilma Vana Rousseff a conve nção da OIT e o D i r e it o de C o n s u l ta Livre, Prévia e In forma da Ministério da Justiça José Eduardo Martins Cardozo Presidência da Funai Maria

Leia mais

A Atuação e Responsabilidades dos Órgãos Intervenientes no Licenciamento Ambiental

A Atuação e Responsabilidades dos Órgãos Intervenientes no Licenciamento Ambiental A Atuação e Responsabilidades dos Órgãos Intervenientes no Licenciamento Ambiental RENATA TWARDOWSKY RAMALHO Gerente de Licenciamento Ambiental da ALL Coordenadora do Comitê de Meio Ambiente da ANTF renatatr@all-logistica.com

Leia mais

O Globo 09/01/2011 Desmatobrás Construção de 61 hidrelétricas provocará desmatamento de 5,3 mil km2, equivalente à área do Grande Rio Liana Melo e

O Globo 09/01/2011 Desmatobrás Construção de 61 hidrelétricas provocará desmatamento de 5,3 mil km2, equivalente à área do Grande Rio Liana Melo e O Globo 09/01/2011 Desmatobrás Construção de 61 hidrelétricas provocará desmatamento de 5,3 mil km2, equivalente à área do Grande Rio Liana Melo e Henrique Gomes Batista Ogoverno planeja desmatar 5,3 mil

Leia mais

POVOS INDÍGENAS E O SETOR ELÉTRICO: DO CONFLITO AO CONSENSO

POVOS INDÍGENAS E O SETOR ELÉTRICO: DO CONFLITO AO CONSENSO 12 White Paper INSTITUTO ACENDE BRASIL Edição nº 12 / OUTUBRO de 2013 O OBSERVATÓRIO DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO Os White Papers do Instituto Acende Brasil consolidam análises e recomendações aprofundadas

Leia mais

Rastreabilidade da Matriz de Indicadores Comitê Gestor Indígena do PBA-CI

Rastreabilidade da Matriz de Indicadores Comitê Gestor Indígena do PBA-CI Rastreabilidade da Matriz de Indicadores Comitê Gestor Indígena do -CI Rastreabilidade da Matriz de Indicadores - COMITÊ GESTOR INDÍGENA DO -CI - IMPACTOS IMPACTOS E FONTE EXPECTATIVAS Participação indígena

Leia mais

RECOMENDAÇÃO N.º 07/09-4ª CCR/MPF, 01 DE JULHO DE 2009.

RECOMENDAÇÃO N.º 07/09-4ª CCR/MPF, 01 DE JULHO DE 2009. MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 4 a CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO MEIO AMBIENTE E PATRIMÔNIO CULTURAL RECOMENDAÇÃO N.º 07/09-4ª CCR/MPF, 01 DE JULHO DE 2009. O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, pela Subprocuradora

Leia mais

ANEXO II - TERMO DE REFERÊNCIA SERVIÇOS DE VERSÃO, TRADUÇÃO, SONORIZAÇÃO 1 DO OBJETO

ANEXO II - TERMO DE REFERÊNCIA SERVIÇOS DE VERSÃO, TRADUÇÃO, SONORIZAÇÃO 1 DO OBJETO ANEXO II - TERMO DE REFERÊNCIA SERVIÇOS DE VERSÃO, TRADUÇÃO, SONORIZAÇÃO 1 DO OBJETO Prestação de serviços de versão (do português para Inglês, Francês e Espanhol), tradução (de Inglês, Francês e Espanhol

Leia mais

Principais temas em conflito UHE Belo Monte. Marcia Camargo Eletrobras

Principais temas em conflito UHE Belo Monte. Marcia Camargo Eletrobras Principais temas em conflito UHE Belo Monte Marcia Camargo Eletrobras Set/2012 Localizada no rio Xingu, Estado do Pará; Capacidade total instalada de 11.233,1 MW; Previsão de entrada em operação de sua

Leia mais

Hidrovia Tapajós s / Teles Pires

Hidrovia Tapajós s / Teles Pires MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES Hidrovia Tapajós s / Teles Pires Apresentação: Edison de Oliveira Vianna Jr E-mail: edison.vianna@transportes.gov.br Colaboração: Rodrigo Cardoso Paranhos E-mail: rodrigo.paranhos@transportes.gov.br

Leia mais

FORD KUGA KUGA_2014_V2_240x185 Cover.indd 1-3 06/08/2013 11:16:19

FORD KUGA KUGA_2014_V2_240x185 Cover.indd 1-3 06/08/2013 11:16:19 FORD KUGA 1 2 3 4 5 6 8 9 10 11 12 13 14 15 30 % 30 % 30 % 10 % 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 31 32 33 34 35 1 2 3 4 36 38 39 40 41 43 44 46 47 1 2 3 48 51 1 2 2 1 5 3 6 4 8 7 52 3 53 55 58

Leia mais

ENERGIAS ALTERNATIVAS E TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO LIMPAS: DESAFIOS E OPORTUNIDADES

ENERGIAS ALTERNATIVAS E TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO LIMPAS: DESAFIOS E OPORTUNIDADES ENERGIAS ALTERNATIVAS E TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO LIMPAS: DESAFIOS E OPORTUNIDADES FONTES DE ENERGIA Hídrica Eólica Biomassa Solar POTENCIAL HÍDRICO Fonte: Eletrobras, 2011. APROVEITAMENTO DO POTENCIAL HIDRELÉTRICO

Leia mais

Publicada no D.O. de 14.06.2012 RESOLUÇÃO SEPLAG Nº 714 DE 13 DE JUNHO DE 2012

Publicada no D.O. de 14.06.2012 RESOLUÇÃO SEPLAG Nº 714 DE 13 DE JUNHO DE 2012 GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO Publicada no D.O. de 14.06.2012 RESOLUÇÃO SEPLAG Nº 714 DE 13 DE JUNHO DE 2012 NORMATIZA A SOLICITAÇÃO PARA INCLUSÃO, NOS

Leia mais

POA 2007 - TCE/MA De 01/01/2007 a 31/12/2007

POA 2007 - TCE/MA De 01/01/2007 a 31/12/2007 Extrato de Programação de POA Emitido Em 19/12/2007 13:15:45 POA 2007 - TCE/MA De 01/01/2007 a 31/12/2007 Identificação Tipo: Projeto Nº de revisão: 1 Última modificação em: 06/03/2007 Setor Responsável:

Leia mais

2. OBJETIVOS 3. ÁREA DE INTERESSE

2. OBJETIVOS 3. ÁREA DE INTERESSE TERMO DE REFERÊNCIA Impactos ambientais potenciais e áreas terrestres e aquáticas vulneráveis e críticas para a conservação na área de influência do terminal portuário de Miritituba (Itaituba, PA) e na

Leia mais

RECURSOS HÍDRICOS DISPONÍVEIS NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

RECURSOS HÍDRICOS DISPONÍVEIS NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA RECURSOS HÍDRICOS DISPONÍVEIS NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Deodato do Nascimento Aquino Técnico

Leia mais

Processos de Gerenciamento de Portfólio e Projetos da Braskem

Processos de Gerenciamento de Portfólio e Projetos da Braskem Processos de Gerenciamento de Portfólio e Projetos da Braskem ABEAV Carlos Eduardo Pereira Peninha 07/10/2008 Agenda Apresentação da Braskem Gestão do Portfólio de Investimentos CAPEX Sistemática de Implantação

Leia mais

Implantação do Gerenciamento de Projetos no Processo de Expansão de Alta Tensão da CEMIG-D: Os Desafios da Mudança Cultural

Implantação do Gerenciamento de Projetos no Processo de Expansão de Alta Tensão da CEMIG-D: Os Desafios da Mudança Cultural Implantação do Gerenciamento de Projetos no Processo de Expansão de Alta Tensão da CEMIG-D: Os Desafios da Mudança Cultural Júlio César Marques de Lima Agenda O Processo de Expansão AT da CEMIG-D. Cronograma

Leia mais

Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte 1.

Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte 1. Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte 1. Condicionante Aferição Indígena e constatações técnicas Condicionantes de viabilidade

Leia mais

Medidas Concretas para Agilizar o Licenciamento Ambiental ABRAPCH Março 2015

Medidas Concretas para Agilizar o Licenciamento Ambiental ABRAPCH Março 2015 Medidas Concretas para Agilizar o Licenciamento Ambiental ABRAPCH Março 2015 Hélvio Neves Guerra Superintendente de Concessões e Autorizações de Geração SCG Vantagens das PCHs Serviços e Equipamentos 100%

Leia mais

UHE PCH. LICENCIAMENTO AMBIENTAL Federal. Roberto Huet de Salvo Souza

UHE PCH. LICENCIAMENTO AMBIENTAL Federal. Roberto Huet de Salvo Souza LICENCIAMENTO AMBIENTAL Federal UHE PCH Roberto Huet de Salvo Souza - I B A M A N Ú C L E O D E L I C E N C I A M E N T O A M B I E N T A L NLA/SUPES- RJ O que é licenciamento ambiental? Para que serve?

Leia mais

Energia nossa de cada dia

Energia nossa de cada dia Semana Estado de Jornalismo Ambiental Energia nossa de cada dia Alexandre Uhlig São Paulo, 4 de junho de 2014 O conteúdo deste relatório foi produzido pelo Instituto Acende Brasil. Sua reprodução total

Leia mais

Cumulatividade e Sinergia: Conceitos e Desafios para Avaliações de Impactos e elaboração de Planos de Gestão no Brasil Andressa Spata

Cumulatividade e Sinergia: Conceitos e Desafios para Avaliações de Impactos e elaboração de Planos de Gestão no Brasil Andressa Spata Cumulatividade e Sinergia: Conceitos e Desafios para Avaliações de Impactos e elaboração de Planos de Gestão no Brasil Andressa Spata Problema Questionamentos no Brasil a respeito dos conceitos de cumulatividade

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO EDITAL 041/2010 - PROJETO BRA/06/032 CÓDIGO: CARTEIRA DE LONGO PRAZO O Projeto BRA/06/032

Leia mais

COMISSÃO NACIONAL DE POLÍTICA INDIGENISTA DELIBERAÇÕES, ENCAMINHAMENTOS E PENDÊNCIAS

COMISSÃO NACIONAL DE POLÍTICA INDIGENISTA DELIBERAÇÕES, ENCAMINHAMENTOS E PENDÊNCIAS COMISSÃO NACIONAL DE POLÍTICA INDIGENISTA DELIBERAÇÕES, ENCAMINHAMENTOS E PENDÊNCIAS Siglas utilizadas CNPI SC SE-CNPI Comissão Nacional de Política Indigenista Subcomissão Secretaria Executiva da CNPI

Leia mais

Presidência da República

Presidência da República Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.913, DE 18 DEZEMBRO DE 2013 (publicada no DOU de 19/12/13, Seção 1, página 19) Abre ao Orçamento Fiscal da União, em favor

Leia mais

Valor Econômico 16/01/2015 Belo Monte tem risco de novo atraso

Valor Econômico 16/01/2015 Belo Monte tem risco de novo atraso Valor Econômico 16/01/2015 Belo Monte tem risco de novo atraso As consequências financeiras da operação Lava Jato, da Polícia Federal, para algumas construtoras aumentam o risco de não cumprimento do

Leia mais

É possível a exploração de potencial hidráulico em terras indígenas no Brasil?

É possível a exploração de potencial hidráulico em terras indígenas no Brasil? É possível a exploração de potencial hidráulico em terras indígenas no Brasil? Miguel Sória* Estudos antropológicos indicam que a ocupação humana na América do Sul começou há aproximadamente 12 mil anos,

Leia mais

n o m urd ne Hel e n o mis

n o m urd ne Hel e n o mis Em nosso cotidiano existem infinitas tarefas que uma criança autista não é capaz de realizar sozinha, mas irá torna-se capaz de realizar qualquer atividade, se alguém lhe der instruções, fizer uma demonstração

Leia mais

Seminário sobre Resíduos Sólidos. Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos CPRH

Seminário sobre Resíduos Sólidos. Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos CPRH Seminário sobre Resíduos Sólidos Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos CPRH Sumário Procedimentos para o licenciamento dos sistemas de tratamento e disposição final de resíduos sólidos

Leia mais

Evento Comemorativo dos 10 Anos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais

Evento Comemorativo dos 10 Anos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais Evento Comemorativo dos 10 Anos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais Eduardo Costa Diretor-Presidente da FAPESPA Andréa Coelho Diretoria de Pesquisas e Estudos Ambientais A agenda científica

Leia mais

NOME DA INSTITUIÇÃO: Prime Projetos e Consultoria Ltda.

NOME DA INSTITUIÇÃO: Prime Projetos e Consultoria Ltda. MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 068/2012 2ª FASE NOME DA INSTITUIÇÃO: Prime Projetos e Consultoria Ltda. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO:

Leia mais

SOCIAMBIENTALISMO, MUDANÇAS CLIMÁTICAS E DIREITOS HUMANOS

SOCIAMBIENTALISMO, MUDANÇAS CLIMÁTICAS E DIREITOS HUMANOS SOCIAMBIENTALISMO, MUDANÇAS CLIMÁTICAS E DIREITOS HUMANOS ALGUNS MECANISMOS JURÍDICOS A PARTIR DA PERPECTIVA DA VULNERABILIDADE E RESILIÊNCIA DOS POVOS TRADICIONAIS SANDRA AKEMI SHIMADA KISHI skishi@prr3.mpf.gov.br

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO EDITAL 040/2010 - PROJETO BRA/06/032 CÓDIGO: ARRANJO INSTITUCIONAL O Projeto BRA/06/032 comunica

Leia mais

5.4. Programa de Comunicação Social. Revisão 00 NOV/2013. PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.4. Programa de Comunicação Social. Revisão 00 NOV/2013. PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.4 Programa de Comunicação Social Revisão 00 NOV/2013 Coordenador da Equipe Carlos Eduardo Alencar Carvalho CRBio 37538/4-D

Leia mais

Elaboração dos documentos

Elaboração dos documentos Estudo de Caso Área de conhecimento Gerência de Escopo Projeto Correspondência Eletrônica nos Correios S.A. A Presidência dos Correios vislumbrou a possibilidade da Empresa apresentar aos seus clientes

Leia mais

Previsão Orçamentária

Previsão Orçamentária Previsão Orçamentária Planejamento e Qualidade Controlando os gastos de seu condomínio A previsão orçamentária é o instrumento mais importante na administração financeira e no planejamento de um empreendimento,

Leia mais

Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte1.

Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte1. Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte1. Condicionante Responsável Condicionantes de viabilidade do empreendimento sem prazo explicito

Leia mais

Brazil. Improvement Plan. Thematic window: Children, Food Security & Nutrition

Brazil. Improvement Plan. Thematic window: Children, Food Security & Nutrition Brazil Improvement Plan Thematic window: Children, Food Security & Nutrition Programme Title: MDGs beyond averages: Promoting Food Security and Nutrition for Indigenous Children in Brazil Rascunho do Plano

Leia mais

Áreas de conhecimento: Língua Portuguesa, História e Temas Transversais.

Áreas de conhecimento: Língua Portuguesa, História e Temas Transversais. Projeto Bolsa Escola pública e Universidade na Alfabetização Faculdade Morumbi Sul E.E. Prof.ª Maria JAnnuzzi Mascari Série: 4ª série H PIC Professor Responsável: Tiago Aquilano Aluna Pesquisadora: Milena

Leia mais

CURRÍCULO PROFISSIONAL

CURRÍCULO PROFISSIONAL CURRÍCULO PROFISSIONAL 1. INFORMAÇÕES PESSOAIS Nome : EDILBERTO MAURER. Data de Nascimento: 11 de março de 1942 Local de Nascimento: Curitiba Paraná - Brasil. Estado Civil: Casado. Telefone: 55 41 3324-8411.

Leia mais

ATO Nº 91/2015/GP/TRT 19ª, DE 1º DE JUNHO DE 2015

ATO Nº 91/2015/GP/TRT 19ª, DE 1º DE JUNHO DE 2015 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA DÉCIMA NONA REGIÃO ATO Nº 91/2015/GP/TRT 19ª, DE 1º DE JUNHO DE 2015 O DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA

Leia mais

Sociedade da Água Consultoria Ambiental Ltda. UHE Baixo Iguaçu Estudo de Impacto Ambiental - EIA. Capítulo I Introdução

Sociedade da Água Consultoria Ambiental Ltda. UHE Baixo Iguaçu Estudo de Impacto Ambiental - EIA. Capítulo I Introdução Sociedade da Água Consultoria Ambiental Ltda. UHE Baixo Iguaçu Estudo de Impacto Ambiental - EIA Capítulo I Introdução Curitiba, abril de 2008 I - 2 Sumário p. 1 - O processo de licenciamento e a elaboração

Leia mais

I ENCONTRO NACIONAL entre a ANEEL e o MINISTÉIRO PÚBLICO

I ENCONTRO NACIONAL entre a ANEEL e o MINISTÉIRO PÚBLICO I ENCONTRO NACIONAL entre a ANEEL e o MINISTÉIRO PÚBLICO Processo de Licenciamento Ambiental - Problemas e deficiências João Akira Omoto Procurador da República Brasília (DF) - 2003 LICENCIAMENTO AMBIENTAL

Leia mais

O Sistema de Monitoramento Hidrológico dos Reservatórios Hidrelétricos Brasileiros

O Sistema de Monitoramento Hidrológico dos Reservatórios Hidrelétricos Brasileiros O Sistema de Monitoramento Hidrológico dos Reservatórios Hidrelétricos Brasileiros Carlos Alexandre Cernach Silveira 2 Gabrielle Rodrigues de Macedo 2 Ludimila Lima da Silva 1 Mauro Silvio Rodrigues 2

Leia mais

CONFERÊNCIAS NACIONAIS REALIZADAS (1941-2009)

CONFERÊNCIAS NACIONAIS REALIZADAS (1941-2009) Secretaria-Geral da Presidência da República Secretaria Nacional de Articulação Social 1 CONFERÊNCIA NACIONAL DE JUVENTUDE 1.1 1ª Conferência Nacional de Juventude 2 2.1 CONFERÊNCIA DE GAYS, LÉSBICAS,BISSEXUAIS,

Leia mais

Estabelecer a ligação entre o desenvolvimento de competências e o trabalho digno Academia sobre o Desenvolvimento de Competências Centro de Turim

Estabelecer a ligação entre o desenvolvimento de competências e o trabalho digno Academia sobre o Desenvolvimento de Competências Centro de Turim Estabelecer a ligação entre o desenvolvimento de competências e o trabalho digno Academia sobre o Desenvolvimento de Competências Centro de Turim Girma Agune Chefe a.i. Serviço das Competências e da Empregabilidade

Leia mais

#14 POVOS INDÍGENAS E O SETOR ELÉTRICO. Legislação. Diagnóstico. Debate SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA AMBIENTAL SOCIAL

#14 POVOS INDÍGENAS E O SETOR ELÉTRICO. Legislação. Diagnóstico. Debate SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA AMBIENTAL SOCIAL UMA PUBLICAÇÃO DO INSTITUTO ACENDE BRASIL #14 Ano 2012 SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA AMBIENTAL SOCIAL O OBSERVATÓRIO DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO POVOS INDÍGENAS E O SETOR ELÉTRICO Nosso maior potencial hidrelétrico

Leia mais

Gabinete Senador ACIR GURGACZ PARECER Nº, DE 2016. RLATOR AD HOC: Senador JOSÉ PIMENTEL RELATOR: Senador ACIR GURGACZ

Gabinete Senador ACIR GURGACZ PARECER Nº, DE 2016. RLATOR AD HOC: Senador JOSÉ PIMENTEL RELATOR: Senador ACIR GURGACZ Gabinete Senador ACIR GURGACZ PARECER Nº, DE 2016 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sobre o Projeto de Decreto Legislativo (PDS) nº 53, de 2014, que autoriza, nos termos dos arts. 176,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 03 DE SETEMBRO DE 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 03 DE SETEMBRO DE 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 03 DE SETEMBRO DE 2008. Dispõe sobre procedimentos referentes à emissão de Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica (DRDH) e de outorga de direito de uso de recursos

Leia mais

Procedimentos de licenciamento ambiental para implantação de Empreendimentos Hidrelétricos no Paraná

Procedimentos de licenciamento ambiental para implantação de Empreendimentos Hidrelétricos no Paraná Procedimentos de licenciamento ambiental para implantação de Empreendimentos Hidrelétricos no Paraná 1 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Resolução Conjunta SEMA/IAP n 09 de 03 de novembro de 2010; Resolução Conjunta

Leia mais

Zoneamento Agroecológico da cana-de-açúcar para a produção de Etanol e Açúcar no Brasil

Zoneamento Agroecológico da cana-de-açúcar para a produção de Etanol e Açúcar no Brasil Zoneamento Agroecológico da cana-de-açúcar para a produção de Etanol e Açúcar no Brasil Ministério da Agricultura/EMBRAPA MMA CC/MDA/MME Celso Vainer Manzatto Embrapa Meio Ambiente www.cnma.embrapa.br

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO Controle de Versões Autor da Solicitação: Subseção de Governança de TIC Email:dtic.governanca@trt3.jus.br Ramal: 7966 Versão Data Notas da Revisão 1 03.02.2015 Versão atualizada de acordo com os novos

Leia mais

Lista de checagem do protocolo

Lista de checagem do protocolo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA Comitê de Ética em Pesquisa Lista de checagem do protocolo A avaliação do projeto

Leia mais

Proposta de Curso de Turismo Rural Polo de Ecoturismo de São Paulo Sindicato Rural de SP / SENAR

Proposta de Curso de Turismo Rural Polo de Ecoturismo de São Paulo Sindicato Rural de SP / SENAR Proposta de Curso de Turismo Rural Polo de Ecoturismo de São Paulo Sindicato Rural de SP / SENAR Objetivo Ampliar o olhar sobre a propriedade rural, fornecendo ferramentas para identificar e implantar

Leia mais

PORTARIA n. 177/ PRES, de 16 de fevereiro de 2006

PORTARIA n. 177/ PRES, de 16 de fevereiro de 2006 PORTARIA n. 177/ PRES, de 16 de fevereiro de 2006 O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO FUNAI, no uso das atribuições que lhes são conferidas pelo Estatuto, aprovado pelo Decreto n. 4.645, de 25 de

Leia mais

GrandAmazon. Energia para o futuro Os desafios da sustentabilidade. Wilson Ferreira Jr. e Miguel Saad 16/03/2012

GrandAmazon. Energia para o futuro Os desafios da sustentabilidade. Wilson Ferreira Jr. e Miguel Saad 16/03/2012 GrandAmazon Energia para o futuro Os desafios da sustentabilidade Wilson Ferreira Jr. e Miguel Saad 16/03/2012 A alta complexidade do sistema elétrico brasileiro traz 3 grandes desafios para a política

Leia mais

Povos Indígenas e Desenvolvimento Sustentável:

Povos Indígenas e Desenvolvimento Sustentável: Justiça para os Povos Indígenas O Centro de Recursos Jurídicos para os Povos Indígenas Indian Law Resource Center é uma organização legal e de advocacy sem fins lucrativos criada e dirigida por índígenas

Leia mais

DIREITOS AUTORAIS INDÍGENAS. PORTARIA N o 177/PRES, de 16 de fevereiro 2006.

DIREITOS AUTORAIS INDÍGENAS. PORTARIA N o 177/PRES, de 16 de fevereiro 2006. PORTARIA N o 177/PRES, de 16 de fevereiro 2006. O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO - FUNAI, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Estatuto, aprovado pelo Decreto n o 4.645, de 25 de

Leia mais

Estudo de Caso. Projeto Correspondência Eletrônica nos Correios S.A.

Estudo de Caso. Projeto Correspondência Eletrônica nos Correios S.A. Estudo de Caso Projeto Correspondência Eletrônica nos Correios S.A. A Presidência dos Correios vislumbrou a possibilidade da Empresa apresentar aos seus clientes um novo serviço, que foi denominado de

Leia mais

Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País

Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País Belo Horizonte/MG, 21 de junho de 2010 Segmentação A s eg mentação es tá pres ente em todos os mercados, incluindo o mercado do turis mo;

Leia mais

FORD C-MAX + FORD GRAND C-MAX CMAX_Main_Cover_2014_V3.indd 1-3 23/08/2013 10:01:48

FORD C-MAX + FORD GRAND C-MAX CMAX_Main_Cover_2014_V3.indd 1-3 23/08/2013 10:01:48 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 12,999,976 km 9,136,765 km 1,276,765 km 499,892 km 245,066 km 112,907 km 36,765 km 24,159 km 7899 km 2408 km 76 km 12 14 16 9 10 1 8 12 7 3 1 6 2 5 4 3 11 18 20 21 22 23 24 26 28 30

Leia mais

Conselho Nacional de Ética em Pesquisa nas Ciências Humanas (CECiHu / MCTI)

Conselho Nacional de Ética em Pesquisa nas Ciências Humanas (CECiHu / MCTI) Conselho Nacional de Ética em Pesquisa nas Ciências Humanas (CECiHu / MCTI) Processo de sua criação no âmbito do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, com vistas ao estabelecimento de um Código

Leia mais

MBA em Gerenciamento de Projetos Curitiba 03/14

MBA em Gerenciamento de Projetos Curitiba 03/14 MBA em Gerenciamento de Projetos Curitiba 03/14 Empresa Projeto Objetivos Equipe de Projeto EAP Dicionário de EAP Iniciação Planejamento Execução e Controle Encerramento A Sociedade de Obras e Serviços

Leia mais

Programa de Comunicação Indígena UHE Belo Monte

Programa de Comunicação Indígena UHE Belo Monte 1 Programa de Comunicação Indígena UHE Belo Monte Concepção metodológica e textos: Carmen Figueiredo Ilustração: Orlando Pedroso Revisão: Ana Amélia Viana Design gráfico: Anticorp Design 1ª edição 2011

Leia mais

LOCAIS DE TRABALHO COM QUALIDADE E PRODUTIVIDADE PROJETOS ARQUITETÔNICOS

LOCAIS DE TRABALHO COM QUALIDADE E PRODUTIVIDADE PROJETOS ARQUITETÔNICOS LOCAIS DE TRABALHO COM QUALIDADE E PRODUTIVIDADE PROJETOS ARQUITETÔNICOS PROJETOS ARQUITETÔNICOS 01 NOSSOS SERVIÇOS Após 35 anos de experiência na área de edificações para o mercado imobiliário gaúcho,

Leia mais

Legislação nacional e internacional

Legislação nacional e internacional Legislação nacional e internacional CDB Convenção sobre Diversidade Biológica A CDB foi estabelecida durante a ECO -92, no Rio de Janeiro, em junho de 1992. Esse tratado das Nações Unidas é um dos mais

Leia mais

Estou aqui para estudar com vocês o conteúdo de LEGISLAÇÃO - GESTÃO

Estou aqui para estudar com vocês o conteúdo de LEGISLAÇÃO - GESTÃO Aula 0 Olá, pessoal! Estou aqui para estudar com vocês o conteúdo de LEGISLAÇÃO - GESTÃO DE PROJETOS E GESTÃO SOCIAL para o concurso de ANALISTA DE POLÍTICAS SOCIAIS do MPOG. Esta é uma carreira nova,

Leia mais

II SEMINÁRIO ENERGIA E MEIO AMBIENTE PERSPECTIVA LEGAL

II SEMINÁRIO ENERGIA E MEIO AMBIENTE PERSPECTIVA LEGAL II SEMINÁRIO ENERGIA E MEIO AMBIENTE PERSPECTIVA LEGAL PAINEL LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS DO SETOR ELÉTRICO O SETOR ELÉTRICO E AS INTERVENÇÕES SOCIAIS NOS EMPREENDIMENTOS DE GERAÇÃO DE ENERGIA

Leia mais

AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS. Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues

AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS. Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues INTRODUÇÃO CONSUMO/DEMANDAS MAU USO QUANTIDADE E QUALIDADE DOS RECURSOS NATURAIS POPULAÇÃO INDÚSTRIA DEGRADAÇÃO AGRICULTURA HISTÓRICO

Leia mais

Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) Plano de Trabalho

Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) Plano de Trabalho Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) Plano de Trabalho Versão 1.0 Superintendência da Gestão Técnica da Informação SGI Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Índice INTRODUÇÃO... 3 FINALIDADE...

Leia mais

aspectos da língua munduruku marjorie crofts

aspectos da língua munduruku marjorie crofts aspectos da língua munduruku marjorie crofts Publicação da Sociedade Internacional de Lingüística Cuiabá, MT 2004 i Primeira Edição, 1985 Primeira Revisão, 2004 ii AGRADECIMENTOS Quero agradecer a todos

Leia mais

Energia Elétrica Investimentos e Oportunidades. Junho 2011

Energia Elétrica Investimentos e Oportunidades. Junho 2011 Energia Elétrica Investimentos e Oportunidades Junho 2011 Agenda 1. O Sistema Eletrobras 2. Oportunidades no Brasil 3. Oportunidades no Exterior S/A A Eletrobras Maior empresa de energia elétrica da América

Leia mais

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA POVOS INDÍGENAS

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA POVOS INDÍGENAS PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA POVOS INDÍGENAS PO-02/2013 Unidade Responsável: Mudanças Climáticas e Energia OBJETIVOS: Descrever os procedimentos relacionados a ações proativas para lidar com as questões

Leia mais

Política Ambiental janeiro 2010

Política Ambiental janeiro 2010 janeiro 2010 5 Objetivo Orientar o tratamento das questões ambientais nas empresas Eletrobras em consonância com os princípios da sustentabilidade. A Política Ambiental deve: estar em conformidade com

Leia mais

SOLICITAÇÃO DE SERVIÇO DE SISTEMAS

SOLICITAÇÃO DE SERVIÇO DE SISTEMAS SOLICITAÇÃO DE SERVIÇO DE SISTEMAS Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 1 de 9 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 3 2. FINALIDADE 3 3. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 4. RESPONSABILIDADES 3 5. DIRETRIZES GERAIS 4 6. CLASSIFICAÇÃO

Leia mais

SEMINÁRIO EM PROL DO DESENVOLVIMENTO SOCIOECONOMICO DO XINGU TURISMO ALTAMIRA 2015

SEMINÁRIO EM PROL DO DESENVOLVIMENTO SOCIOECONOMICO DO XINGU TURISMO ALTAMIRA 2015 SEMINÁRIO EM PROL DO DESENVOLVIMENTO SOCIOECONOMICO DO XINGU TURISMO ALTAMIRA 2015 Telefone: (91) 3110-5000 E-mail: gesturpara@gmaiil.com Plano Ver-o-Pará Plano Operacional de Desenvolvimento SETUR; Macroprograma

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 131, DE 11 DE MARÇO DE 2003

RESOLUÇÃO Nº 131, DE 11 DE MARÇO DE 2003 RESOLUÇÃO Nº 131, DE 11 DE MARÇO DE 2003 Dispõe sobre procedimentos referentes à emissão de declaração de reserva de disponibilidade hídrica e de outorga de direito de uso de recursos hídricos, para uso

Leia mais

Da responsabilidade de GDF Suez e de seus acionistas

Da responsabilidade de GDF Suez e de seus acionistas COORDENAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES INDIGENAS DA AMAZÔNIA BRASILEIRA UNIR PARA ORGANIZAR, FORTALECER PARA CONQUISTAR Paris e Manaus, 25 abril 2014 Prezados senhores, A empresa GDF Suez participa, no Brasil, à

Leia mais

Projeto OTCA-BID: Marco Estratégico para elaborar uma agenda regional de proteção de povos indígenas em isolamento voluntário e contato inicial

Projeto OTCA-BID: Marco Estratégico para elaborar uma agenda regional de proteção de povos indígenas em isolamento voluntário e contato inicial Projeto OTCA-BID: Marco Estratégico para elaborar uma agenda regional de proteção de povos indígenas em isolamento voluntário e contato inicial Subsídios à participação brasileira no evento e considerações

Leia mais

GUIA PARA O GT RECURSOS FINANCEIROS

GUIA PARA O GT RECURSOS FINANCEIROS GUIA PARA O GT RECURSOS FINANCEIROS Um projeto é um empreendimento planejado que consiste num conjunto de atividades integradas e coordenadas, com o fim de alcançar objetivos específicos dentro dos limites

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.747, DE 5 DE JUNHO DE 2012 Institui a Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas PNGATI,

Leia mais

Caminhos para a Participação Popular na Gestão em Saúde de Borba AM

Caminhos para a Participação Popular na Gestão em Saúde de Borba AM Caminhos para a Participação Popular na Gestão em Saúde de Borba AM Seminário Internacional: Inclusão dos Cidadãos nas Políticas Públicas de Saúde. CNS - OPAS Brasília 2011 Prefeitura Municipal de Borba

Leia mais

I CICLO ITINERANTE DE FORMAÇÃO PARA O TERCEIRO SETOR

I CICLO ITINERANTE DE FORMAÇÃO PARA O TERCEIRO SETOR I CICLO ITINERANTE DE FORMAÇÃO PARA O TERCEIRO SETOR ELABORAÇÃO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS: modelos, condições e experiências Jéferson Weber dos Santos Porto Alegre, 16 de agosto de 2012 1 O Projeto

Leia mais

PLANO DE RECURSOS HÍDRICOS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL RESUMO

PLANO DE RECURSOS HÍDRICOS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL RESUMO PLANO DE RECURSOS HÍDRICOS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL RESUMO Diretrizes para Contratação de Consultoria para elaboração do Resumo do Plano e Complementações. 1.INTRODUÇÃO O CEIVAP aprovou recursos

Leia mais

Energia Alternativa - Uma Opção Viável para Equilíbrio da Oferta de Energia. Ricardo Pigatto Presidente São Paulo, 12 de setembro de 2007

Energia Alternativa - Uma Opção Viável para Equilíbrio da Oferta de Energia. Ricardo Pigatto Presidente São Paulo, 12 de setembro de 2007 Energia Alternativa - Uma Opção Viável para Equilíbrio da Oferta de Energia Ricardo Pigatto Presidente São Paulo, 12 de setembro de 2007 Resumo Leilões de Fontes Alternativas de Energia: avaliação de resultados

Leia mais

Questionário sobre o Ensino de Leitura

Questionário sobre o Ensino de Leitura ANEXO 1 Questionário sobre o Ensino de Leitura 1. Sexo Masculino Feminino 2. Idade 3. Profissão 4. Ao trabalhar a leitura é melhor primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e ditongos), depois as

Leia mais