GESTÃO DE PESSOAS (GP) RESUMO

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1 GESTÃO DE PESSOAS (GP) RESUMO Vive-se na contemporaneidade um período de intensa competitividade, pressão e exigência no mundo organizacional. Com isso as empresas se interessam em buscar formas alternativas de combate às doenças ocupacionais e a melhora da qualidade de vida dos seus funcionários. Surge nesse âmbito a musicoterapia organizacional, com a proposta de utilização da música com fins terapêuticos, buscando a promoção de novos valores organizacionais, a prevenção e a saúde organizacional. Esta pesquisa buscou analisar a influência da aplicação da musicoterapia organizacional ativa, nos níveis de stress junto a uma servidora do setor pedagógico em uma Instituição de Ensino Superior, localizada em Mossoró RN. Para isso foi aplicado o inventário de sintomas de stress, o ISSL, antes e depois da aplicação da música, junto a servidora. Por meio da analise dos dados coletados antes e depois da intervenção e com a ajuda das observações feitas durante as sessões, concluiu-se que a servidora apesar de apresentar um aumento no nível de stress na fase de exaustão e manter o nível na fase de resistência, apresentou uma queda dos níveis na fase de alerta. Palavras-chave: Musicoterapia, Musicoterapia organizacional, Stress, Gestão. ABSTRACT Lives in the contemporary period of intense competition, pressure and demand in the world organizacional.com so companies interested in seeking alternative ways to combat occupational diseases and improve the quality of life of its employees. Arises in this context organizational music therapy with the proposed use of music for therapeutic purposes, to foster the development of new organizational values, prevention and organizational health. This research aimed to examine the influence of organizational implementation of active music therapy in stress levels along the educational sector of a server in a higher education institution located in Mossoró - RN. For this inventory of symptoms of stress was applied, the ISSL, before and after the application of music, with the server. Through the analysis of data collected before and after the intervention, with the help of observations made during the sessions, it was concluded that the server despite having an increased level of stress in the burnout stage and maintain the level in the resistance, showed a drop in levels of alert phase. Keywords: Music Therapy, Music Therapy organizational, Stress Management. 1 INTRODUÇÃO Apesar de cada um gostar de um determinado estilo, é raro encontrar alguém que não goste de música. A música é universal, ela une pessoas, ameniza a solidão, ajuda a externar sentimentos, entre outros fatores. Segundo Bruscia (2000), a música vem sendo estudada há tempos por filósofos e psicólogos, que enfrentam dificuldade em definir um conceito sobre ela. Nesse

2 contexto, uma nova ciência surgiu com o intuito de utilizar a música com fins terapêuticos. Essa ciência que utiliza elementos da música como melodia, ritmo e harmonia como fins terapêuticos, tem sido denominada musicoterapia. A evolução dessa ciência tem acompanhado o desenvolvimento de organizações que a cada dia se tornam mais dinâmicas e flexíveis às novas tendências e práticas. Nesse contexto, a musicoterapia começa a agir no âmbito organizacional com o propósito de melhorar as relações humanas, intrapessoais e interpessoais; apoiar e desenvolver equipes de trabalho;otimizaro desempenhoe a produtividade e; reduzir tensões e stress. As doenças, síndromes e desequilíbrios emocionais dos trabalhadores surgem com maior frequência no mundo organizacional de hoje. Esses problemas influenciam negativamente o desempenho e a produtividade no ambiente laboral e, consequentemente, afetam a organização como um todo. Um dos problemas que vem causando preocupações para administradores, psicólogos do trabalho e profissionais de todas as áreas é o stress. O stress atinge atualmente muitos trabalhadores. Pesquisas revelam que a prevalência do stress em pessoas que trabalham em escritório, mas não exercem funções diretivas/executivas, vem aumentando nos últimos anos, passando de 32% em 1996, para 35% em 2005 (SADIR; BIGNOTTO; LIPP, 2010). O stress é um problema a ser vencido para que o sucesso e a competitividade das organizações não sejam colocados em risco. Com uma maior presença nas organizações, o stress vem gerando preocupações por afetar a saúde e bem estar dos trabalhadores e vem sendo tema importante para gestores. Diante desse contexto, as organizações públicas e privadas começam a investir em políticas de segurança e saúde. E uma dessas medidas pode ser a utilização da música no contexto laboral, no sentido de oferecer mais conforto e diminuir os níveis de stress dos trabalhadores. Diante do exposto, estabeleceu-se como problemática deste trabalho: A inserção da musicoterapia organizacional ativa contribui para diminuir o nível de stress de servidores de uma IFES? Diante do exposto, tem-se como objetivo geral deste trabalho: analisar a influência da musicoterapia organizacional ativa para diminuir o nível de stress em uma IFES. Como objetivos específicos: identificar o nível de stress antes da musicoterapia organizacional, aplicar a musicoterapia organizacional ativa, analisar o nível de stress depois da aplicação da musicoterapia organizacional ativa e analisar se houve alterações no nível de stress identificados antes e depois da aplicação da musicoterapia organizacional. 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 MUSICOTERAPIA Para Bruscia (2000), a ideia de utilizar música em terapia existe a milhares de anos, porém apenas no século XX um corpo de conhecimento suficiente para criar uma disciplina foi reunido e organizado. Deixando mais claro a novidade da existência da musicoterapia como ciência. Bruscia (2000) evidencia a curiosidade das pessoas pelo que vem a ser musicoterapia. Porém, para o autor, criar uma definição simples e aprimorada para leigos, estudantes ou outros profissionais, não é uma tarefa fácil. No entanto, apesar da

3 musicoterapia possuir várias versões de definições, nos Estados Unidos a mais usada, foi apresentada pela National Association for Music Therapy (NAMT), que afirma que a Musicoterapia é a utilização da música para alcançar objetivos terapêuticos: recuperação, manutenção e melhoria da saúde física e mental. (NAMT, 1980 apud BRUSCIA, 2000, p.7). Para Chagas e Pedro (2008), a musicoterapia é o fruto do encontro entre a arte e a ciência. A interação de campos muito diferentes. Desse encontro surge a dificuldade de se definir musicoterapia (BRUSCIA, 2000). Contudo, a musicoterapia não possui fronteiras imutáveis. Ela surge de uma combinação dinâmica de muitas disciplinas pertencentes a duas áreas: música e terapia. Mais recentemente, utilizando de seus novos critérios, Benezon et al (1998, p.141) redefiniu musicoterapia como: [...] uma psicoterapia que utiliza o som, a música, o movimento e os instrumentos corpóreo-sonoro-musicais, para desenvolver, produzir e refletir uma ligação ou relação entre musicoterapeuta e paciente, ou grupo de pacientes, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos pacientes e reabilitar e recuperar para a sociedade. A evolução no conceito de musicoterapia revela a abrangência da intervenção desta ciência, que agora não se restringe apenas a áreas clínicas, mas também a ambientes educacionais, cotidiano com indivíduos, grupos ou comunidades. Com isto em mente, a Comissão de Prática Clínica da WorldFederation of Music Therapy (WFMT, 2011, s. n.), recentemente definiu musicoterapia como: [...] a utilização profissional da música e seus elementos como uma intervenção em ambientes médicos, educacionais e cotidiano com indivíduos, grupos, famílias ou comunidades que procuram otimizar sua qualidade de vida e melhorar a sua saúde física, social, comunicativa, emocional, intelectual e espiritual da saúde e bem-estar. Pesquisa, a prática, educação e treinamento clínico em musicoterapia são baseados em padrões profissionais de acordo com contextos culturais, sociais e políticos. A musicoterapia possui seis práticas, são elas: didática, médica, cura, psicoterapeuta, recreativa e ecológica. Para efeito deste trabalho será abordada a prática ecológica. A prática ecológica é aquela em que o foco primário é a promoção da saúde em comunidades. Isso inclui famílias, locais de trabalho, comunidades, sociedade e qualquer grupo em termos de ambiente físico. Essa área é nova e ainda está em desenvolvimento, por essa razão muitas de suas práticas, ainda não foram identificadas, contextualizadas ou desenvolvidas (BRUSCIA, 2000). É nesta área que se inserea musicoterapia organizacional e a música funcional. Ambas atuam na promoção da saúde em ambientes de trabalho e começam a despertar interesse por parte de gestores que visam qualidade de vida no trabalho para sua equipe, temas abordados com mais ênfase na parte seguinte. 2.2 MUSICOTERAPIA ORGANIZACIONAL De acordo com Bruscia (2000), a musicoterapia organizacional é a aplicação da música que visa o apoio e o desenvolvimento de equipes de trabalho, assim como a melhora das relações em ambientes de trabalho e em grupos profissionais. Em concordância,oliveira(2008) afirma que a musicoterapia organizacional é uma prática pioneira e inovadora, que pode contribuir e colaborar com o aumento da produtividade,

4 a redução do absenteísmo, a proatividade, a melhoria da capacidade de comunicação com a equipe de trabalho, além de auxiliar na manutenção de uma convivência harmônica e duradoura na família e nomeio social. De acordo com Prodossimo (2006), a musicoterapia organizacional não pode ser considerada como uma terapia pessoal, nem terapia tradicional, quando essas investigam a fundo as causas de determinados comportamentos e atitudes. As dimensões analisadas e trabalhadas nessa área são aquelas que estão ligadas ao desempenho diante do trabalho e em situações em equipes.por este motivo, a musicoterapia organizacional oferece aos funcionários da organização uma melhor adaptação e inserção em seu ambiente de trabalho. Isso, por sua vez, contribui para o bom desempenho individual e organizacional. Diante do exposto, Prodossimo (2006, p. 9) afirma que a musicoterapia organizacional tem a função de: [...]promover a saúde da organização, através da intensificação na interação e comunicação entre os integrantes desta, e que pode ter como consequência, uma melhoria na qualidade de vida pessoal e/ou profissional do funcionário, bem como da sua produtividade. Em complemento, para Baleroni e Silva (2011), a musicoterapia organizacional agrega conhecimentos à psicologia organizacional e do trabalho. E pode se inserir na organização como uma prática que promove melhorias no ambiente de trabalho, e na promoção da saúde e na prevenção de doenças ocupacionais, como o estresse. Entre essas melhorias no ambiente do trabalho se insere também uma melhoria nasrelações inter e intrapessoal dentro da organização. Castro (2010) salienta que a musicoterapia organizacional estimula e desenvolve essas relações favorecendo a integração grupal eo alcance dos objetivos focados no desenvolvimento de equipes. Porém, o próprio Castro (2010) ainda ressalta que a musicoterapia organizacional tem um alcance muito maior que apenas o trabalho das relações pessoais nas organizações públicas e privadas. Dentro desta abrangência alcançada pela musicoterapia organizacional, Steinberg (2006, p. 3) defende que a musicoterapia organizacional: [...] deve ser contemplada como um indicador de avaliação específico com as queixas mais frequentes e com fatores ambientais, psicossociais, que indiquem o grau de satisfação quanto aos aspectos físicos, emocionais, sociais, cognitivos e criativos. Steinberg (2006, p.3), ainda afirma que a musicoterapia organizacional é uma ação política, social, cultural, criativa e saudável. A autora explica que a musicoterapia organizacional é uma ação política por envolver a criação de valores subjetivos; tais como bem-estar e felicidade no ambiente laboral; nos indivíduos da organização.é social, pois promove a humanização e cooperação entre empresa, funcionários e ambiente. É cultural, pois está na cultura da saúde, da música e da organização e é criativa quando estimula a criação e inovação nas organizações. Em síntese,com base nos conceitos citados pelos autores abordados nesse tópico, a musicoterapia organizacional pode ser definida como: A utilização dos sons, da música e de seus elementos, no ambiente de trabalho, visando uma melhor qualidade de vida dos trabalhadores tanto no ambiente laboral, quanto nos demais ambientes aos quais eles estejam inseridos. A principal dificuldade enfrentada pelos musicoterapeutas é a de pôr em por em prática seus conhecimentos no âmbito das organizações. Tendo em vista que, segundo

5 Prodossimo (2006), a formação destes profissionais não contempla conhecimentos sobre o universo organizacional. Para Steinberg (2006, p.3), a musicoterapia deve fazer conexões com a saúde ocupacional e com medidas de prevenção primária, com a gestão de pessoas, dos ambientes, dos processos e do conhecimento. Além disso, as intervenções de musicoterapia nas organizações têm níveis de tempo e de profundidade. Se a intervenção ocorre em tempo curto pode ser indiferente, sofrer recusas ou mobilizar afetos. A formação de grupos é um processo inerente à musicoterapia organizacional, visando o estabelecimento da união, cooperação, aprendizado e experiências aos participantes tendo como foco mudanças positivas no grupo. Prodossimo (2006) afirma que se deve observar as reações em grupo, as interações, o relacionamento dos participantes, os conflitos e as necessidades que aparecem durante as vivencias musicais. Transportando esses fatores para o cotidiano da organização; buscando entender problemas do dia a dia;tornando os participantes conscientes do grupo de ações que serão tomadas, que permitam uma reflexão de sua atuação com o outro e com a organização. Neste sentido, Castro (2010) salienta que o musicoterapeuta deve se utilizar da força da musicoterapia para observar a maneira pela qual as pessoas interagem e também para poder intervir positivamente nessas relações. Prodossimo (2006, p. 7) complementa que uma atividade musical pode tornar mais concretos aspectos subjetivos que interferem no rendimento e atuação dos funcionários, cabendo ao musicoterapeuta realizar as intervenções adequadas e necessárias à conscientização dos mesmos. De modo geral, Steinberg (2006) estabelece um modelo específico de projeto de musicoterapia para as organizações, com a criação de um banco de dados de antes, durante e depois das intervenções. Onde ficam registrados as necessidades, os resultados e os funcionários que já tiveram alguma experiência musicoterápica. Barcellos (2008, apud CASTRO, 2010), afirma que são duas as formas de aplicações da musicoterapia: a ativa e a receptiva. Na musicoterapia organizacional as duas formas podem ser utilizadas. Como bem explica Prodossimo (2006 p.7): o musicoterapeuta pode utilizar quaisquer das técnicas da Musicoterapia (re-criação, improvisação, composição e audição). Na aplicação da musicoterapia ativa, o cliente compõe, improvisa ou recria uma música, seja tocando um instrumento, cantando ou ainda produzindo música através de sons corporais. Essa aplicação ativa é utilizada em forma de corais terapêuticos, improvisações com instrumentos e/ou com o corpo e recriações musicais. 2.3 CONCEITOS E FASES DE STRESS Segundo Lipp (2010), no século XX, o estudante de medicina Hans Salye, observou um conjunto de reações não específicas e semelhantes, em um grupo de pacientes com diferentes patologias, quando enfrentavam situações que lhes causasse angustias ou tristezas. Hans Selye, para Machado (2003), foi o primeiro a utilizar o termo stress no âmbito da saúde. Lipp (2010) discorre que, Hans Selye, nos anos de 1930, após estudos e observações, define stress como sendo uma síndrome produzida por vários agentes aversivos, que por sua vez causam reações não específicas e semelhantes nos organismos, quando deparados por situações ameaças. Desta forma, o termo passou a

6 designar uma resposta geral e inespecífica do organismo diante de uma situação de ameaça. Porém na década de 1970, o estudioso Richard Lazarus, acrescenta a variável percepção ao entendimento do stress. A partir desse momento o stress passa a ser entendido como um grupo de respostas específicas do organismo, diante de situações percebidas como possíveis ameaças à integridade pessoal (MACHADO, 2003). Como explica Machado (2003), o conceito de stress é ampliado com essa nova terminologia. O conceito de interpretação pessoal passa a agregar o conceito simples e mecanicista, em que antes era tratado o stress. No entanto, segundo Lipp (2010), por influencias dos estudos de Canon, 1939, que por sua vez utilizou o termo homeostase para conceituar o esforço dos processos fisiológicos para manterem o equilíbrio interno do organismo, o stress é definido atualmente como estímulos geradores da homeostase e a resposta comportamental criada por tal desequilíbrio. Em estudos mais recentes, Minari e Souza (2011) entendem stress como sendo um processo complexo em que interagem fatores ambientais, psicossociais, organizacionais e individuais de cada ser humano. Nos primeiros estudos sobre o stress, no início do século XX, o estudioso Hans Selye descreveu três fases para o stress: a fase de alerta, a fase de resistência e a fase de exaustão. (MINARI; SOUZA, 2011) Segundo Arantes e Vieira (2010), Hans Selye nomeou como fase de alerta aquela em que se observam as primeiras respostas do organismo para as defesas contra os agentes nocivos. Sendo que essa reação não englobava toda a resposta, já que se verificou que o tempo de exposição aos agentes ofensivos poderia, antes de matar, provocar ainda reações de adaptação e resistência, seguidas. Lipp (2010) salienta que na fase de alerta o organismo se prepara para enfrentar uma situação de perigo, reações de luta e fuga, sendo essencial para a preservação da vida. A autora enfatiza também que nesta fase, a exigência de um esforço maior para enfrentar o perigo, faz com que a pessoa produza mais força e mais energia. Conforme Minari e Souza (2011), se o processo de stress permanecer em exposição contínua, tem início a segunda fase do stress: a fase de resistência. Para os autores, nessa fase o organismo tenta a adaptação, e então podem surgir sintomas como o cansaço, a irritabilidade, a insônia e a mudança de humor. Quando a adaptação não é bem sucedida, o estado de alerta evolui para o estado seguinte. Neste sentido, conforme Arantes e Vieira (2010), o estado de resistência surge em sequência ao estado de alerta, caso o processo de resposta do organismo às defesas contra os agentes nocivos persista. Os autores enfatizam ainda que esse estado é bastante diferente e também oposto ao estado anterior. Em complemento, Lipp (2010) explica que, na fase de resistência as reações são opostas as da primeira fase, como também os sintomas iniciais são alterados. Estes desaparecem e dão lugar ao desgaste e o cansaço. Nesta fase há um aumento na capacidade de resistência acima do normal. Arantes e Vieira (2010) ressaltam que a fase de resistência não se mantem indefinidamente. Caso a segunda fase persista, uma terceira fase, na qual tem semelhanças com a primeira, é imposta. Dessa forma, com uma exposição ainda mais prolongada a fontes estressoras, surge a terceira fase do stress: a fase de exaustão. Nessa fase, o organismo já não é capaz de equilibrar-se por si só, com isso sobrevém a falência adaptativa. Os sintomas possíveis de surgir nessa fase são mais graves que nas outras, tais como: hipertensão arterial, problemas dermatológicos e alergia, são alguns deles (MINARI; SOUZA, 2011). Embora o modelo de Hans Salye tenha sido bastante estudado e referenciado em trabalhos de estudos de efeitos de tensão no corpo e na mente, desde os anos de sua

7 apresentação, em 1934, até os anos de 2000, nenhuma pesquisa na qual se tenha conhecimento, havia sido realizada para sua validação (LIPP, 2010). Com isto em mente, Lipp (2000) desenvolve o Inventário de Sintomas de Stress para Adultos (ISSL) e, além de incluir as três fases de desenvolvimento de stress propostas por Hans Salye, acrescenta uma quarta fase, que foi identificada tanto clinicamente como estatisticamente: a fase de quase-exaustão. A fase de quase-exaustão se encontra entre a fase de resistência e a fase de exaustão. Essa fase é caracterizada pelo enfraquecimento do indivíduo que não está mais conseguindo se adaptar ou resistir ao estressor. As doenças que surgem nessa fase não são tão graves como as da fase de exaustão. Como também, as pessoas na fase de quase-exaustão ainda conseguem atuar na sociedade ate certo ponto, diferente da fase de exaustão onde o indivíduo para de funcionar adequadamente (LIPP, 2010). 3 METODOLOGIA 3.1 TIPO DE PESQUISA E UNIVERSO Este trabalho caracteriza-se como uma pesquisa explicativa, pois teve como finalidade a verificação de causa e efeito entre a utilização da música e as alterações nos níveis de stress dos trabalhadores de uma IFES. Para operacionalizar esta pesquisa utilizou-se o método quase experimental e a observação. Neste sentido, a pesquisa constitui-se de uma aplicação da musicoterapia ativa, em um determinado grupo de trabalhadores de uma IFES para verificar se o nível de stress desses servidores aumentou ou diminuiu após a sua aplicação. Para que esta análise comparativa seja possível o nível de stress desses servidores foi mensurado antes e após a aplicação da musicoterapia ativa. Para atender aos objetivos propostos, esta pesquisa foi abordada de maneira quantitativa e qualitativa. Assim, os dados coletados por meio do método quase experimental foram analisados de forma quantitativa, e os dados coletados por meio do método observacional foram analisados de forma qualitativa. Em síntese, esta pesquisa pode ser definida como de caráter explicativo, com procedimento quase experimental e observacional, e uma combinação das abordagens quantitativa e qualitativa. O universo de estudo desse trabalho foi a Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), que é dividida em cinco departamentos. São eles: Gabinete da Pró-Reitoria, Núcleo de Educação a Distância (NEaD), Setor Pedagógico, Fonoaudiologia e Coordenação Geral de Ação Afirmativa, Diversidade e Inclusão Social (CAADIS). Ao todo são seis espaços, um para cada setor e um extra que funciona como sede do gabinete do Pró-Reitor. A PROGRAD conta com 17 servidores federais, composto por docentes e técnicoadministrativos.a amostra escolhida para sofrer a aplicação da musicoterapia ativa, nesse trabalho, foi uma servidora do setor pedagógico. 3.2 MÉTODOS E TÉCNICAS DE COLETA

8 Neste trabalho foram utilizados três métodos e técnicas para a coleta de dados. O questionário, a ficha musicoterápica e, por fim a observação. O questionário utilizado foi o ISSL, elaborado por Lipp (2000), aplicado com a servidora que participouda musicoterapia ativa.o ISSL possui 37 itens de natureza física e 19 de natureza psicológica, totalizando 53 itens, que representam sintomas frequentes do stress. O instrumento divide-se em três partes. Em cada parte, o respondente deve marcar os sintomas que lhe ocorreram nas últimas 24 horas, no último mês e nos últimos três meses. (SADIR; BIGNOTTO; LIPP, 2010). Outro instrumento utilizado na coleta desta pesquisa foi a ficha musicoterápica, elaborada pelo autor em conjunto com um musicoterapeuta especialista. Essa ficha constitui-se de questões relacionadas ao histórico musical como também as vivências, as preferências e recusas musicais. Esse instrumento de coleta foi aplicado exclusivamente com a servidora que sofreu a aplicação da musicoterapia ativa. Outra técnica de pesquisa utilizada neste trabalho foi a observação. A observação foi classificada neste trabalho como: sistemática, não participante, individual e realizado na vida real. Para a realização da observação o autor teve como base em um esquema, desenvolvido pelo próprio. Este esquema foi adaptado de outro instrumento elaborado por Zanini, Munari e Costa (2007) com base no Protocolo para Observação de Grupos em Musicoterapia (POGM). A coleta foi realizada em quatro fases. A primeira fase correspondeu à primeira aplicação do questionário. A segunda fase correspondeu à aplicação da ficha musicoterápica. A terceira fase corresponde à aplicação da musicoterapia ativa e às observações realizadas neste período. A quarta e última fase foi a reaplicação do questionário de ISSL. Visando uma menor interferência no preenchimento e uma maior imparcialidade por parte da respondente, o questionário ISSL não foi aplicado, nem replicado pelo autor deste trabalho. Tendo em vista que o mesmo participou das duas fases seguintes. Assim, a primeira fase, que envolve a aplicação do questionário ISSL foi operacionalizada por um colaborador externo, entre os dias 01 a 28 de agosto de Na segunda fase, ocorreu a aplicação da ficha musicoterápica junto a servidora que participou da musicoterapia ativa. Essa ficha foi utilizada pelo autor deste trabalho com o auxílio de um musicoterapeuta especialista. Na terceira fase, ocorreu a musicoterapia ativa junto á servidora. Esta fase foi realizada em quatro sessões semanais, totalizando 45 minutos de sessão, ocorrendo no expediente noturno entre 19:00 as 19:45hs, durante cinco semanas. De forma simultânea as sessões musicoterápicas, foram realizadas as observações por parte do autor. Ou seja, em todo o período de aplicação da musicoterapia o autor utilizou o esquema de observação. Na quarta fase, após a aplicação da musicoterapia ativa, ocorreu a segunda aplicação o questionário ISSL para a servidora da PROGRAD, participante da musicoterapia ativa, novamente com a participação de um colaborador externo no dia 30 de janeiro de Após as comparações dos dados que mostravam os níveis de stress antes e depois da aplicação da musicoterapia organizacional e com a ajuda das observações feitas durante as sessões obteve-se os seguintes resultados. 4. RESULTADOS

9 4.2. ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES COLETADAS Para efeito desse trabalho, o nome da servidora foi alterado para garantir sua privacidade. Com isso foi decidido a utilização do nome de uma cantora favorita da participante, em substituição ao seu nome verdadeiro. De acordo com informações da ficha musicoterápica que fora aplicada junto servidora, foi decidido que o nome adotado seria Xuxa, que era a sua cantora favorita quando criança. Após a análise do antes e depois dos questionários ISSL percebe-se que os níveis de stress da servidora foram alterados após a aplicação da musicoterapia. Sendo que o nível de stress na fase de alerta teve uma queda, na fase de resistência continuou o mesmo e na fase de resistências o nível aumentou. Conforme é demonstrado na Tabela 1 a seguir. Tabela 1: Comparativo do nível de stress, em cada fase, antes e depois da aplicação da musicoterapia Antes Depois Fases Alerta Resistência Exaustão Alerta Resistência Exaustão Número de Sintomas Percentual de Sintomas 26,6% 33,3% 28,5% 6,6% 33,3% 47,6 Dados de Pesquisa Com base nesses dados e no referencial, infere-se que essa queda do nível de stress na fase de alerta pode ser um indicador de uma melhoria no nível de relaxamento da servidora com seu ambiente de trabalho. Já que, de acordo com Lipp (2010),na fase de alerta o organismo se prepara para enfrentar uma situação de perigo, com reações de luta e de fuga. Sendo assim, a servidora teria se adaptado aquele local de trabalho de modo que ele não significava mais uma ameaça para ela. Lipp (2010) afirma que, se o estressor for continuo e a pessoa não souber lidar estrategicamente com o stress, é excedida a reserva de energia adaptativa do organismo, então a fase de exaustão se manifesta. Sendo assim a manutenção do nível de stress na fase de resistência pode justificar aumento do nível de stress na fase de exaustão. Nesse caso a musicoterapia organizacional ativa pode ter ajudado a servidora no que diz respeito a uma melhor qualidade de vida no trabalho. Por outro lado, podem ter ocorrido outros fatores na vida social e pessoal da servidora, que não dizem respeito ao seu trabalho, que influenciaram diretamente no seu nível de stress. Nas observações feitas durante as sessões fica mais bem detalhada a reação dessa servidora. É válido informar que as limitações deste trabalho podem também terem influenciado nos resultados. Entre essas limitações pode-se apontar a reestruturação do andar de cima, que ocorriam no período de manhã e tarde causando muito barulho. Outra limitação foi o curto período de tempo da aplicação da musicoterapia, como também a falta da presença do profissional musicoterapeuta em todas as sessões. Com a análise dos dados coletados com a observação, ressalta-se as atitudes, pensamentos e conclusões da servidora em relação a musicoterapia ativa no horário de trabalho. A partir dessas observações foi possível captar algumas frases, expressões, espontaneidades e omissões por parte da servidora durante as quatro sessões. Os dados mostram que na maior parte do tempo a servidora elogiou as sessões, movimentou-se corporalmente e relaxou. Entre outros atos algumas frases mostraram a satisfação da servidora ao participar de um programa de relaxamento através da música, tais como:

10 Não é todo dia? (XUXA, 2013), na primeira sessão, indagando sobre a frequência de sessões. Isso seria sempre bom depois de um dia estressante de trabalho (XUXA, 2013). Já acabou? (XUXA, 2013). Reclamando indiretamente do pouco tempo de sessão, segundo ela. Tô relaxada! afirma Xuxa (2013), ao término da primeira sessão. Outra coisa que se pode notar com a análise dos dados é a espontaneidade dos movimentos corporais da servidora em todas as sessões. Com base no esquema de observação, percebe-se a interação da servidora com a música no decorrer das sessões, quando aos poucos ela ia se soltando e aparentemente se deixando relaxar através daquele som ambiente. Interação essa que também pôde ser comprovada quando na segunda sessão usaram-se, pela primeira vez, instrumentos musicais. Foi notória a alegria da servidora que ao ver os instrumentos afirma: Ôba, hoje eu vou tocar! (XUXA, 2013), podendo confirmar o que disse, quando durante a sessão de criação musical, ao ser sugerido que tocasse e cantasse a sua música assim ela faz. Na sessão de criação foi possível observar os movimentos corporais espontâneos, elogios a sessão em relação a alegria e stress, quando Xuxa (2013) afirma que sempre seria bom sessões como essa depois de um dia de trabalho estressante. Empolgada e alegre, a servidora criou uma música durante essa sessão e depois a cantou e tocou com um cavaquinho. Segue a letra da música criada por ela: A paixão pela música sempre esteve presente em minha vida. No meu aniversário de 10 anos tive um belo susto ganhei um cavaquinho do meu padrinho e tempos depois além de tocar comecei a compor músicas. E hoje eu sou uma grande estrela da música popular brasileira (XUXA, 2013). Essa interação entre a servidora e a musicoterapia constata-se através das expressões de alegria dela ao tocar e, cantar, em muitas vezes até esquecendo o tempo da sessão, querendo prolongá-las. Durante as sessões foi possível observar que quando ela, no início das sessões demonstrava timidez, no decorrer das sessões essa timidez sumia dando lugar a interação e animação. Isso também pode ser constatado por frases como: Eu não sei tocar (XUXA, 2013), quando solicitada para acompanhar sua música com alguns dos instrumentos musicais disponíveis. Ao som do cavaquinho tocado por ela mesmo, na última sessão ela recriou a música Segundo Sol, de Nando Reis, famosa na voz de Cássia Eller. Segue a versão da servidora: Quando o natal chegar Quando o natal chegar No céu brilhará uma estrela Lá no alto a encantar Não haverá um astro com igual beleza E nada me deixa mais feliz Que o nascimento do meu Cristo E você pode ter certeza Que o amor de Cristo vai reinar Em sua casa, sua vida E no seu coração É só deixar ele entrar

11 Que vai ser tanta alegria E tanta emoção Sem explicação Não tem explicação Explicação Não tem explicação Não tem, não tem! (XUXA, 2013). 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS De acordo com os resultados obtidos pela observação e análise das informações coletadas durante as sessões. Percebe-se que durante as quatro sessões a servidora encontrou uma nova maneira de equilibrar-se mentalmente, expelindo seu stress semanal e diário através da musicoterapia organizacional. Benefício esse, que poderá fazer falta a servidora, após o término da pesquisa. As informações coletadas indicam que houve uma queda no nível de stress da servidora, na fase de alerta. Pode-se inferir que a musicoterapia organizacional promove uma melhoria na qualidade de vida de trabalhadores, como afirmou Prodossimo (2006). Como também vai de encontro ao o que foi dito por Steinberg (2006) quando esta cita que a musicoterapia organizacional entre muitas ações também é uma ação saudável. Confirmando Steinberg (2006, p. 3), quando afirma que a musicoterapia organizacional é uma ação política, social, cultural, criativa e saudável, nota-se a alegria nas expressões, risos, movimentos corporais e frases, quando a servidora foi incentivada a criar, recriar, cantar e tocar. Também chama a atenção quando é percebido que em nenhum momento a servidora desanimou por não saber tocar ou cantar de forma profissional. Contrariando tudo isso ela usou esses improvisos como ferramenta para melhorar sua autoestima, felicidade e diminuir suas tensões no trabalho. Pode-se notar isso quando ela afirma Já acabou? Por que minhas amigas tiveram tantas sessões? (XUXA, 2013) referindo-se à outra pesquisa realizada com seus colegas de departamento, sendo que essa outra pesquisa contemplava a musicoterapia organizacional receptiva. No entanto, foi mantido o nível de stress na fase de resistência e houve um aumento do nível de stress na fase de exaustão. Estes resultados sugerem que fatores externos, difíceis de serem controlados em uma pesquisa social, podem ter interferido negativamente na diminuição do nível de stress nestas fases. 6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARANTES, Maria Auxiliadora de Almeida Cunha; VIEIRA, Maria José Fermenias. Estresse. 3 ed.. São Paulo: Casa do Psicólogo, BALERONI. Natalia Farias; SILVA, Lydio Roberto. Musicoterapia com trabalhadores: uma visão fenomenológica das publicações brasileiras. Revista do Núcleo de Estudos e Pesquisas Interdisciplinares em Musicoterapia, Curitiba v.2, 2011, p BENENZON, R.O; GAINZA, Violeta; WGNER, Gabriela. La nueva musicoterapia. Buenos Aires: Lumen, 1998.

12 BRUSCIA, K. E. Definindo musicoterapia. 2 ed. Rio de Janeiro: Enelivros, CASTRO, A. A. G. Contribuições da musicoterapia no desenvolvimento das relações intra e interpessoais dos profissionais de uma equipe de vendas f. Dissertação (Mestrado em Música). Escola de Música e Artes Cênicas. Universidade Federal de Goiás, Goiás HiDoctorForms. Prontuários médicos especializados. Disponível em:http://www.forms.med.br/index.pl?c=a&v=6b f d C D F726D49443D D73686F77496E Acesso em: 09 out LIPP, M. E. N. Mecanismos neuropsicológicos do stress: teoria e aplicações clínicas.3 ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, MACHADO, S. S. Qualidade de vida e stress de adultos jovens na sociedade contemporânea f. Tese (Doutorado em Psicologia). Universidade Federal do Rio Grande do Sul MINARI, Márcia Regina Teresa; SOUZA, José Carlos. Stress em servidores públicos do instituto nacional de seguro social. Estudos de Psicologia. Campinas, v. 28, n. 4,out./dez., 2011, p OLIVEIRA, Cristiane. Uma nova proposta para as organizações. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE PESQUISA EM MÚSICA, 8., Goiânia. Anais... Goiânia: UFG, 2008, p PRODOSSIMO, Claudia das Chagas. Musicoterapia em ambientes de trabalho. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE MUSICOTERAPIA, 12.,2006, Goiânia. Anais... Goiânia: VI Encontro Nacional de Pesquisa em Musicoterapia, 2006.p SADIR, Maria Angélica; BIGNOTTO, Márcia Maria; LIPP, Marilda Emmanuel Novaes.Stress e qualidade de vida: influência de algumas variáveis pessoais. v. 20, n. 45, abr., 2010, p STEINBERG, Mirian. Musicoterapia organizacional. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE MUSICOTERAPIA, 12., 2006, Goiânia. Anais. Goiânia: MESA REDONDA 08: Musicoterapia em diferentes settings, s.n. World Federation of Music Therapy - WFMT, 2013.Disponível em:http://www.wfmt.info/wfmt/info_cards_files/portuguese%20-20what%20is%20mt.pdf>acesso em: 11 out ZANINI, Cláudia Regina de Oliveira; MURARI, DenizeBouttelet; COSTA, Cristiane Oliveira. Protocolo para observação de grupos em musicoterapia um instrumento em construção. In: CONGRESSO DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM MÚSICA, 17., 2007, São Paulo. Anais. São Paulo: UNESP, 2007, s.n.

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