Analista e Auditor da Receita

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Analista e Auditor da Receita"

Transcrição

1 Analista e Auditor da Receita Contabilidade Geral Básica Com o Professor Eugenio Montoto Site: /02/2016 1

2 Módulo 4 Parte 2 (Capítulo 4) INTRODUÇÃO AO BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO + PL Lei 6404/76, Lei /07, Lei /09 e CPC 26 21/02/2016 2

3 PASSIVO NA LEI 6404/76 Artigo º No passivo, as contas serão classificadas nos seguintes grupos: I Passivo circulante; (Incluído pela Lei n , de 2009) II Passivo não circulante; e (Incluído pela Lei n , de 2009) III Patrimônio líquido, dividido em capital social, reservas de capital, ajustes de avaliação patrimonial, reservas de lucros, ações em tesouraria e prejuízos acumulados. (Incluído pela Lei n , de 2009). 21/02/2016 3

4 Balanço Patrimonial ATIVO PASSIVO Mais AC Ativo Circulante PC Passivo Circulante PNC Passivo Não Circulante Exigível ANC Ativo Não Circulante PL (PATRIMÔNIO LÍQUIDO) Menos Exigível 21/02/2016 4

5 O Passivo deve ser classificado como circulante quando satisfizer quaisquer dos seguintes critérios: 69): (a) espera-se que seja liquidado durante o ciclo operacional normal da entidade; (b) estiver mantido essencialmente para a finalidade de ser negociado; (CPC 26 (R1) Item (c) deve ser liquidado no período de até 12 meses após a data do balanço; ou (d) a entidade não tiver direito incondicional de diferir a liquidação do Passivo durante pelo menos 12 meses após a data do balanço. Todos os outros Passivos devem ser classificados como não circulantes. 21/02/2016 5

6 PATRIMÔNIO LÍQUIDO CAPITAL SOCIAL (NOMINAL OU SUBSCRITO) (-) CAPITAL A REALIZAR (INTEGRALIZAR) (-) AÇÕES EM TESOURARIA RESERVAS DE CAPITAL RESERVAS DE LUCROS (*)RESERVAS DE REAVALIAÇÃO (+/-) AJUSTES DE AVALIAÇÃO PATRIMONIAL PREJUÍZO ACUMULADO Obs: (*) Não pode mais ser constituída desde 1/1/ /02/2016 6

7 Reservas de Capital 1. Bônus de Subscrição 2. Ágio na emissão de ações (quotas) 3. Partes beneficiárias 4. Correção monetária do capital social não integralizado. 21/02/2016 7

8 Reservas de Lucros (Art. 193) Reserva Legal (Art. 194) Reserva Estatutária (Art. 195) Reserva de Contingências (Art. 195-A) Reserva de Incentivos Fiscais (Art. 196) Reserva de Retenção (Art. 197) Reserva de Lucros a Realizar (Art.202) Reserva Especial de dividendo obrigatório não distribuído (Art.19/Lei /09) Reserva Prêmio na emissão de debentures 21/02/2016 8

9 REPRESENTAÇÃO GRAFICA DO PATRIMÔNIO Abertura da Empresa Operação Normal com Lucro Após um ou mais Prejuízos Pré-falimentar Última Fase Após do Processo Falimentar 21/02/2016 9

10 Abertura da Empresa ATIVO PL Situação Líquida Plena, Inexistência de Dívidas, Propriedade Plena do Ativo. A=PL, P = 0 e A > P 21/02/

11 Situação Superavitária A = P + PL SL(PL) Positivo Existência de riqueza A empresa é solvente A > P e PL(SL) > 0 21/02/

12 Situação Pré-insolvência A = P Situação Líquida Nula (SL ou PL Nulo) Inexistência de Riqueza Própria Pré-insolvente A = P e PL(SL) = 0 21/02/

13 Situação Passivo a Descoberto A menor que P Situação Líquida Negativa (PL ou SL Negativo) Insolvente Pré-falimentar A Riqueza líquida é negativa A < P e PL(SL) < 0 21/02/

14 Último estágio do processo falimentar PL = P Inexistência de Ativos Somente restaram dívidas A = 0 21/02/

15 ORIGEM DOS RECURSOS 21/02/

16 APLICAÇÃO DOS RECURSOS CCL = AC PC 21/02/

17 1. (TRE-PA/ FCC/2009) As contas do Passivo são apresentadas no Balanço Patrimonial de acordo com a ordem a) crescente de relevância. b) crescente de liquidez. c) decrescente de liquidez. d) crescente de exigibilidade. e) decrescente de exigibilidade. 21/02/

18 2. (CFC/Técnico/2004) A obtenção de financiamento de longo prazo para as operações da empresa representa: a) Aplicação de recursos. b) Aumento do Passivo Circulante. c) Origem de recursos. d)redução do Capital Circulante Líquido. 21/02/

19 3. (TJ-PI/FCC/2009) A contabilização de uma receita pela entidade implica, necessariamente, a) aumento do Ativo. b) aumento do Passivo. c) aumento do Patrimônio Líquido. d) diminuição do Passivo. e) diminuição do Patrimônio Líquido. 21/02/

20 4. (Téc. Contab. Jr./CESGRANRIO/2012) Uma sociedade anônima de capital fechado apresentou os seguintes dados referentes ao exercício social findo em 31/01/2012: Capital subscrito 6.000,00. Capital realizado 3.500,00. Reserva legal 500,00. Reserva de lucros a realizar 1.500,00. Considerando exclusivamente as informações recebidas, o patrimônio líquido dessa sociedade em 31/01/2012, em reais, é de: a) 8.000,00. b) 5.500,00. c) 4.500,00. d) 3.500,00. e) 2.500,00. 21/02/

21 5. (Contador Jr./Petrobras/CESGRANRIO/2011) A legislação societária, atualizada até 2009, determina que o grupo denominado Patrimônio Líquido seja composto dos seguintes subgrupos de contas: a) Capital social, reservas de capital, reservas de lucro, ações em tesouraria e lucros ou prejuízos acumulados. b) Capital social, posição dos minoritários, reservas de capital, reservas de lucros, ajuste de avaliação patrimonial e lucros ou prejuízos acumulados. c) Capital social, reserva de capital, ajustes de avaliação patrimonial, reservas de lucros, ações em tesouraria e prejuízos acumulados. d) Capital social, resultado de exercícios futuros, reservas de capital, reservas de lucros, reservas de reavaliação e prejuízos acumulados. e) Capital realizado, capital a integralizar, reservas de reavaliação, reservas de capital, reservas de lucros e lucros ou prejuízos acumulados. 21/02/

22 6. (SEFAZ-SP/FCC/2009) A empresa Inova S.A. realizou aumento de capital para entrada de um novo sócio que alugava o prédio da sede para a empresa. O valor do aumento de capital foi de R$ , sendo R$ integralizado com o imóvel e o restante em dinheiro. Esse evento tem como consequência um lançamento de a) crédito em Capital Social. b) débito no Patrimônio Líquido. c) crédito em Compensação. d) débito no Intangível. e) crédito no Disponível. 21/02/

23 7. (Termo Macaé/CESGRANRIO/2009) Três pessoas resolvem abrir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada e concordam em entregar, cada uma, R$ , a título de subscrição das quotas dessa sociedade. Quinze dias depois, cada sócio entrega à sociedade, em dinheiro, o valor de R$ Considerando exclusivamente essas informações, é correto afirmar que o a) ativo total da sociedade é de R$ b) capital de terceiros da sociedade é de R$ c) capital social da sociedade é de R$ d) capital a integralizar da sociedade é de R$ e) capital próprio da sociedade é de R$ /02/

24 8. (TCE-SP/FCC/2012) É correto afirmar que a) o valor dos débitos escriturados nas contas pode exceder o dos créditos, utilizando-se o método das partidas dobradas na escrituração comercial, se a entidade apresentar lucro no exercício respectivo. b) o valor registrado no patrimônio líquido de uma companhia nunca pode ser superior ao valor total de seus ativos. c) é impossível que o valor do patrimônio líquido de uma entidade com fins lucrativos seja negativo. d) as contas do passivo, na escrituração contábil regular, aumentam por débito e diminuem por crédito. e) o livro Diário e o livro Caixa são de escrituração obrigatória, de acordo com o disposto na legislação comercial. 21/02/

25 9. (AFRFB/ESAF/2002) A empresa Carnes & Frutas S/A, em 30 de agosto de 2000, obteve um financiamento em cinco parcelas semestrais iguais de R$ 3.000,00 e repassou, por R$ ,00, uma de suas máquinas, dividindo o crédito em 10 parcelas bimestrais. Todos os encargos foram embutidos nas respectivas parcelas e não se verificou nenhum atraso nas quitações. Devedores e credores admitem compensar débitos e créditos dessas operações em 2002, mas só o farão à época própria, cabendo à empresa dar ou receber a quitação restante. Em decorrência desses fatos, se observarmos o balanço de fim de exercício, elaborado com data de , certamente vamos encontrar a) valores a receber a curto prazo R$ ,00. b) valores a receber a longo prazo R$ 4.000,00. c) valores a pagar a curto prazo R$ 7.000,00. d) valores a pagar a longo prazo R$ ,00. e) saldo a compensar a longo prazo R$ 2.000,00. 21/02/

Unidade III CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA. Prof. Carlos Barretto

Unidade III CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA. Prof. Carlos Barretto Unidade III CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA Prof. Carlos Barretto Capacitar os estudantes a adquirir conhecimentos necessários para o desenvolvimento das seguintes competências: enfatizar a consciência ética

Leia mais

Contabilidade Introdutória

Contabilidade Introdutória Contabilidade Introdutória Profa. Mara Jane Contrera Malacrida 1 Ö : Parte residual do patrimônio Riqueza líquida da empresa PL = Ativo Passivo Evidencia os recursos dos proprietários aplicados no empreendimento

Leia mais

Características. P A S S I V O Origem dos recursos aplicados no Ativo

Características. P A S S I V O Origem dos recursos aplicados no Ativo Balanço Patrimonial conteúdo - características aplicação de recursos - Ativo origem de recursos - Passivo estrutura geral estrutura do Ativo estrutura do Passivo Características Principal demonstrativo

Leia mais

Contabilidade ESTRUTURA PATRIMONIAL SITUAÇÃO LÍQUIDA (PATRIMÔNIO LÍQUIDO) FLUXO DE RECURSOS. Fluxo dos recursos SÍNTESE DO FUNCIONAMENTO DAS CONTAS

Contabilidade ESTRUTURA PATRIMONIAL SITUAÇÃO LÍQUIDA (PATRIMÔNIO LÍQUIDO) FLUXO DE RECURSOS. Fluxo dos recursos SÍNTESE DO FUNCIONAMENTO DAS CONTAS ESTRUTURA PATRIMONIAL Patrimônio = Bens + Direitos ( ) Obrigações SITUAÇÃO LÍQUIDA (PATRIMÔNIO LÍQUIDO) Ativo ( ) Passivo = Situação Líquida (Patrimônio Líquido) FLUXO DE RECURSOS ATIVO Aplicação dos Recursos

Leia mais

CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA Profª Dilci Oliveira

CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA Profª Dilci Oliveira CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA Profª Dilci Oliveira Contabilidade é a ciência que estuda, registra, controla e interpreta os fatos ocorridos no patrimônio das entidades com fins lucrativos ou não. Objetivos

Leia mais

Sumário. Introdução. Patrimônio

Sumário. Introdução. Patrimônio Sumário Sumário Introdução 2 Objeto 3 Finalidade ou objetivo 4 Pessoas interessadas nas informações contábeis 5 Funções 6 Identificação dos aspectos patrimoniais 7 Campo de aplicação 8 Áreas ou ramos 9

Leia mais

SIMULADOS elaborados pelo Prof: Humberto Lucena

SIMULADOS elaborados pelo Prof: Humberto Lucena SIMULADOS elaborados pelo Prof: Humberto Lucena Em cada questão, marque o item correto: 1. O princípio contábil que atribui às entidades personalidade própria, distinta da dos sócios, é o princípio da:

Leia mais

Tribunais - Exercícios AFO e Direito Financeiro Exercício - Contabilidade Alexandre Américo

Tribunais - Exercícios AFO e Direito Financeiro Exercício - Contabilidade Alexandre Américo Tribunais - Exercícios AFO e Direito Financeiro Exercício - Contabilidade Alexandre Américo 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. MÓDULO DE QUESTÕES DE CONTABILIDADE

Leia mais

1 BALANÇO PATRIMONIAL BP Atividades Práticas

1 BALANÇO PATRIMONIAL BP Atividades Práticas 1 BALANÇO PATRIMONIAL BP Atividades Práticas 1. Questões: 1 - Comente os principais grupos de contas do Balanço, com exemplos. 2 - Explique o que são curto e longo prazo para a contabilidade. 3 - Quais

Leia mais

Receita Federal. Contabilidade Lista 2. Prof. Anderson Exercícios:

Receita Federal. Contabilidade Lista 2. Prof. Anderson Exercícios: 5.2 - Exercícios: 01. (AFTE/RN 2005 ESAF) Assinale a opção que responde corretamente à questão. ***AJUSTADA*** São grupos e subgrupos que fazem parte do ativo no balanço patrimonial: a) Circulante, Créditos,

Leia mais

É com uma grande satisfação que apresentamos para vocês um Plano de Contas Atualizado para Provas de Contabilidade Geral (Contas Patrimoniais).

É com uma grande satisfação que apresentamos para vocês um Plano de Contas Atualizado para Provas de Contabilidade Geral (Contas Patrimoniais). Olá, meus amigos! Tudo bem? É com uma grande satisfação que apresentamos para vocês um Plano de Contas Atualizado para Provas de Contabilidade Geral (Contas Patrimoniais). O plano foi elaborado pelo nosso

Leia mais

AULA 7 BALANÇO PATRIMONIAL PATRIMÔNIO LÍQUIDO

AULA 7 BALANÇO PATRIMONIAL PATRIMÔNIO LÍQUIDO AULA 7 BALANÇO PATRIMONIAL O, CONFORME JÁ EXPLICADO NAS AULAS INICIAIS, REPRESENTA APENAS A DIFERENÇA ENTRE OS BENS E DIREITOS CLASSIFICADOS NO ATIVO E AS OBRIGAÇÕES PARA COM TERCEIROS CLASSIFICADAS NO

Leia mais

Sumário Capítulo 1 Escrituração contábil

Sumário Capítulo 1 Escrituração contábil Sumário Capítulo 1 Escrituração contábil 01 1.1 Conceito 01 1.2 Métodos de escrituração 01 1.2.1 Método das partidas dobradas 02 1.2.1.1 Funcionamento das contas nas partidas dobradas 04 1.3 Normas legais

Leia mais

1 BALANÇO PATRIMONIAL BP Atividades Práticas

1 BALANÇO PATRIMONIAL BP Atividades Práticas 1 BALANÇO PATRIMONIAL BP Atividades Práticas 1. Questões: 1 - Comente os principais grupos de contas do Balanço, com exemplos. 2 - Explique o que são curto e longo prazo para a contabilidade. 3 - Quais

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL

BALANÇO PATRIMONIAL 1 de 6 31/01/2015 14:44 BALANÇO PATRIMONIAL Balanço Patrimonial é a demonstração contábil destinada a evidenciar, qualitativa e quantitativamente, numa determinada data, a posição patrimonial e financeira

Leia mais

CDD: 657 AC:

CDD: 657 AC: Fonseca, Alan Sales da. F676c Contabilidade : revisão balanço patrimonial e DRE / Alan Sales da Fonseca. Varginha, 2015. 17 slides; il. Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader Modo de Acesso: World Wide

Leia mais

Balanço Patrimonial - Exercicios Resolvidos

Balanço Patrimonial - Exercicios Resolvidos Balanço Patrimonial - Exercicios Resolvidos ::: Fonte Do Saber - Mania de Conhecimento ::: adsense1 AS RESPOSTAS ESTÃO DE VERMELHO. O BALANÇO PATRIMONIAL - EXERCÍCIOS 1) Aponte a alternativa em que não

Leia mais

Disciplina: Noções de Contabilidade para Administradores (EAC0111) Turmas: 01 e 02 Tema 4: Balanço Patrimonial Prof.: Márcio Luiz Borinelli

Disciplina: Noções de Contabilidade para Administradores (EAC0111) Turmas: 01 e 02 Tema 4: Balanço Patrimonial Prof.: Márcio Luiz Borinelli USP/FEA/EAC Curso de Graduação em Administração Disciplina: Noções de Contabilidade para Administradores (EAC0111) Turmas: 01 e 02 Tema 4: Balanço Patrimonial Prof.: Márcio Luiz Borinelli 1 DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

EXERCICIOS SOBRE DFC. As demonstrações contábeis da Empresa Cosmos, sociedade anônima de capital aberto, em X2, eram os seguintes:

EXERCICIOS SOBRE DFC. As demonstrações contábeis da Empresa Cosmos, sociedade anônima de capital aberto, em X2, eram os seguintes: EXERCICIOS SOBRE DFC As demonstrações contábeis da Empresa Cosmos, sociedade anônima de capital aberto, em 31.12.X2, eram os seguintes: ATIVO X1 X2 PASSIVO X1 X2 Disponível 3.000 1.500 Fornecedores 54.000

Leia mais

Sérgio Adriano CONTABILIDADE. Básica Intermediária Avançada Análise de Balanços. 3.ª edição revista e atualizada

Sérgio Adriano CONTABILIDADE. Básica Intermediária Avançada Análise de Balanços. 3.ª edição revista e atualizada Sérgio Adriano CONTABILIDADE Básica Intermediária Avançada Análise de Balanços DESCOMPLICADA DECIFRADA DESMITIFICADA 3.ª edição revista e atualizada 2016 Capítulo 1 Conceitos Básicos 1. CONCEITO DE CONTABILIDADE

Leia mais

EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL

EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL 1 de 8 31/01/2015 15:02 EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL Tamanho do Texto + tamanho do texto - A equivalência patrimonial é o método que consiste em atualizar o valor contábil do investimento ao valor equivalente

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ AMBEV S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ AMBEV S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 3 Balanço Patrimonial Passivo 5 Demonstração do Resultado 8 Demonstração do Resultado Abrangente

Leia mais

ESTUDO SOBRE O PATRIMÔNIO

ESTUDO SOBRE O PATRIMÔNIO AULA 10: ESTUDO SOBRE O PATRIMÔNIO Disciplina: Contabilidade introdutória Professor: Thaiseany de Freitas Rêgo Mossoró-RN 2017 1 CONCEITO DE PATRIMÔNIO Conjunto de bens pertencentes a uma pessoa ou a uma

Leia mais

Sistemas de Informações Contábeis

Sistemas de Informações Contábeis Estudo de caso Sistemas de Informações Contábeis O Material anexo representa partes das Demonstrações Contábeis da Empresa Katikero, encerradas em 31.12.x6, elaboradas de acordo com as normas e Princípios

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL PARA AUDITOR-FISCAL DA RFB. Prof. Marcondes Fortaleza

CONTABILIDADE GERAL PARA AUDITOR-FISCAL DA RFB. Prof. Marcondes Fortaleza CONTABILIDADE GERAL PARA AUDITOR-FISCAL DA RFB Prof. Marcondes Fortaleza Professor Marcondes Fortaleza Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil, tendo exercido anteriormente o cargo de Analista-Tributário

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade III CONTABILIDADE

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade III CONTABILIDADE Prof. Jean Cavaleiro Unidade III CONTABILIDADE Objetivos Praticar os conceitos até aqui discutidos. Enxergar a aplicação da legislação vigente na prática. Exercício completo Vimos em unidades anteriores

Leia mais

Resoluções de questões- Tropa de Elite Contabilidade Alexandre Américo Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor.

Resoluções de questões- Tropa de Elite Contabilidade Alexandre Américo Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Resoluções de questões- Tropa de Elite Contabilidade Alexandre Américo 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. CURSO AGORA EU PASSO TROPA DE ELITE CURSO DE RESOLUÇÃO

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I CONTABILIDADE

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I CONTABILIDADE Prof. Jean Cavaleiro Unidade I CONTABILIDADE Objetivos Conhecer o papel da contabilidade. Conhecer aspectos legais da contabilidade. Conhecer aspectos técnicos de contabilidade. Conhecer as mudanças recentes

Leia mais

CONCEITO DE CONTABILIDADE. Para isso contamos com a contabilidade essa que vamos conhecer agora:

CONCEITO DE CONTABILIDADE. Para isso contamos com a contabilidade essa que vamos conhecer agora: CONCEITO DE CONTABILIDADE O que vamos ver a seguir nos mostra que com o conhecimento do ciclo de vida da empresa, conseguimos tomar decisões que consistem em conduzi-la ao sucesso. Portanto, há duas preocupações

Leia mais

DMPL. Professora Yasmin F. S. Fernandes DMPL DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO P.L. CONCEITO

DMPL. Professora Yasmin F. S. Fernandes DMPL DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO P.L. CONCEITO DMPL Professora Yasmin F. S. Fernandes CONCEITO A Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL) é um relatório contábil que visa a evidenciar as variações ocorridas em todas as contas que compõem

Leia mais

Contabilidade Financeira e IFRS

Contabilidade Financeira e IFRS Contabilidade Financeira e IFRS Objetivos de aprendizagem: Depois de ler e discutir este tópico você será capaz entender Os procedimentos contábeis básicos ; As técnica de Balanços Sucessivos ; O Método

Leia mais

Conteúdo Programático Contabilidade Geral Básica - CGB [2ª Edição]

Conteúdo Programático Contabilidade Geral Básica - CGB [2ª Edição] Conteúdo Programático Contabilidade Geral Básica - CGB [2ª Edição] CAPÍTULO I. Introdução ao Curso de Contabilidade Introdução ao Curso de Contabilidade 1. Contabilidade. 2. Contabiliza.se o quê. 3. O

Leia mais

Gas Brasiliano Distribuidora S.A.

Gas Brasiliano Distribuidora S.A. Balanço patrimonial em 31 de março (não auditado) Ativo 2016 2015 Passivo e patrimônio líquido 2016 2015 Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 78.050 132.536 Fornecedores 23.096 19.064 Contas

Leia mais

Contabilidade Exercícios Prof. Alexandre Américo

Contabilidade Exercícios Prof. Alexandre Américo Contabilidade Exercícios Prof. Alexandre Américo ASSUNTOS => CONCEITOS, OBJETIVOS E FINALIDADES DA CONTABILIDADE. Com relação à Ciência Contábil e suas características, julgue os itens que se seguem. 01

Leia mais

Sumário. Capítulo Considerações Iniciais Exercícios Resolvidos para a Fixação de Conteúdo...19

Sumário. Capítulo Considerações Iniciais Exercícios Resolvidos para a Fixação de Conteúdo...19 Sumário Capítulo 1 A Elaboração das Demonstrações Contábeis...1 1.1. Considerações Iniciais...1 1.2. Exercícios Resolvidos para a Fixação de Conteúdo...19 Capítulo 2 As Demonstrações Contábeis e a Legislação

Leia mais

TCU - Aula 03 C. Geral III

TCU - Aula 03 C. Geral III Sumário 1 TC RO Contador CESPE 2013 - Questão 051 Critérios de avaliação de ativos... 2 2 TC RO Contador CESPE 2013 - Questão 052 Critérios de Avaliação de Ativos... 2 3 TC RO Contador CESPE 2013 - Questão

Leia mais

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL Introdução Já sabemos que o Patrimônio é objeto da contabilidade, na qual representa o conjunto de bens, diretos e obrigações. Esta definição é muito importante estar claro

Leia mais

ÍNDICES DE LIQUIDEZ MÚLTIPLA ESCOLHA

ÍNDICES DE LIQUIDEZ MÚLTIPLA ESCOLHA ÍNDICES DE LIQUIDEZ MÚLTIPLA ESCOLHA 1. Um índice de liquidez geral de 1,3 indica que para garantir cada $ 1 de dívidas, a firma possui, na data do balanço: a. $ 1, de valores disponíveis e realizáveis

Leia mais

CONTAS DE RESULTADO OPERAÇÕES A VISTA A PRAZO RECEITA + CAIXA + DUPLICATAS A RECEBER DESPESA - CAIXA + CONTAS A PAGAR

CONTAS DE RESULTADO OPERAÇÕES A VISTA A PRAZO RECEITA + CAIXA + DUPLICATAS A RECEBER DESPESA - CAIXA + CONTAS A PAGAR 1/5 CONTAS DE RESULTADO RECEITAS As Receitas correspondem às vendas de produtos, mercadorias ou prestação de serviços. No Balanço Patrimonial, as receitas são refletidas através da entrada de dinheiro

Leia mais

Configurações da DMPL. Tutorial do Usuário Configurações da DMPL

Configurações da DMPL. Tutorial do Usuário Configurações da DMPL Tutorial do Usuário Configurações da DMPL 1 Conteúdo Apresentação... 3 Configurações... 4 Tela de configuração... 4 Aba Reserva de Capital (1)... 6 Aba Reserva de Lucros (2)... 7 Aba Ajustes (3)... 8 Aba

Leia mais

Sumário. Capítulo 2. Conceitos Básicos...1. Patrimônio Contabilidade_Geral_Resumida_cap_00.indd 9 14/10/ :44:34

Sumário. Capítulo 2. Conceitos Básicos...1. Patrimônio Contabilidade_Geral_Resumida_cap_00.indd 9 14/10/ :44:34 Sumário Capítulo 1 Conceitos Básicos...1 1. Contabilidade: Conceitos, Objeto, Objetivo, Finalidade e Campo de Aplicação...1 2. Usuários da Informação Contábil...2 3. Principais Tipos de Sociedades Existentes

Leia mais

2

2 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Controladora Consolidado ATIVO Jun 2009 Set 2009 Jun 2009 Set 2009 Circulante Disponibilidades 23,0 37,4 56,1 92,1 Contas a receber de clientes 62,8 72,8 114,2 125,9 Estoques

Leia mais

Contabilidade Geral: Formalidades da escrituração contábil digital

Contabilidade Geral: Formalidades da escrituração contábil digital Contabilidade Geral: Formalidades da escrituração contábil digital Resumo: Discorreremos no presente Roteiro de Procedimentos sobre o Comunicado Técnico CTG 2001 (R1), aprovado pela Resolução CFC nº 1.299/2010,

Leia mais

FACULDADE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Rua Professor Pedreira de Freitas, 401/415 Fone: Tatuapé

FACULDADE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Rua Professor Pedreira de Freitas, 401/415 Fone: Tatuapé de Oliveira 1.(Analista de Gestão Corporativa-Contabilidade-Empresa de Pesquisa Energética-2010-Cesgranrio) Considere a operação a seguir. A Cia. Ordem e Progresso, após a apuração do seu resultado, efetuou

Leia mais

COMPANHIA DE SANEAMENTO DE SERGIPE - DESO CNPJ / BALANÇO PATRIMONIAL - EM R$. 1,00

COMPANHIA DE SANEAMENTO DE SERGIPE - DESO CNPJ / BALANÇO PATRIMONIAL - EM R$. 1,00 COMPANHIA DE SANEAMENTO DE SERGIPE DESO CNPJ. 13.018.171/000190 BALANÇO PATRIMONIAL EM R$. 1,00 A T I V O 31.12.2007 31.12.2006 ATIVO CIRCULANTE 138.417.550 134.143.301 Caixa e Bancos 1.286.238 3.838.555

Leia mais

Profa. Ma. Divane A. Silva. Unidade III CONTABILIDADE

Profa. Ma. Divane A. Silva. Unidade III CONTABILIDADE Profa. Ma. Divane A. Silva Unidade III CONTABILIDADE Contabilidade A disciplina está dividida em quatro unidades: Unidade I 1. Contabilidade Unidade II 2. Balanços sucessivos com operações que envolvem

Leia mais

Curso de Contabilidade Básica. Professor André Gomes

Curso de Contabilidade Básica. Professor André Gomes Curso de Contabilidade Básica Professor André Gomes Dispuseste todas as coisas, com peso, número e medida Livro da sabedoria, XI,21 CONCEITO Contabilidade é a ciência que estuda o patrimônio do ponto de

Leia mais

Exercício I Calcule a depreciação anual em cada situação abaixo.

Exercício I Calcule a depreciação anual em cada situação abaixo. Exercício I Calcule a depreciação anual em cada situação abaixo. a. Máquina adquirida por $18.000, com vida útil estimada de 15 anos e valor residual $3.000. b. Veículo adquirido por $30.000, com vida

Leia mais

Prof Flávio S. Ferreira

Prof Flávio S. Ferreira Prof Flávio S. Ferreira flavioferreira@live.estacio.br http://flaviosferreira.wordpress.com 1 O registro nas Contas Na Contabilidade, para registro das operações, é adotado o MÉTODO DAS PARTIDAS DOBRADAS.

Leia mais

Sumário. Prefácio à 10ª Edição, xxi. Prefácio à 1ª Edição, xxiii. Parte I Introdução à Contabilidade Comercial, 1

Sumário. Prefácio à 10ª Edição, xxi. Prefácio à 1ª Edição, xxiii. Parte I Introdução à Contabilidade Comercial, 1 Sumário Prefácio à 10ª Edição, xxi Prefácio à 1ª Edição, xxiii Parte I Introdução à Contabilidade Comercial, 1 1 Noções de Comércio e de Instituições Comerciais, 3 1.1 Conceito de comércio, 3 1.2 Origens

Leia mais

Contabilidade Decifrada. Módulo I Conceitos Iniciais Luiz Eduardo

Contabilidade Decifrada. Módulo I Conceitos Iniciais Luiz Eduardo Contabilidade Decifrada Módulo I Conceitos Iniciais Luiz Eduardo Contabilidade Conceito Contabilidade é a ciência (atividade rigorosa de estudo) que tem por: campo a azienda (qualquer ente que possa vir

Leia mais

Procedimentos Contábeis Básicos Segundo o Método das Partidas Dobradas

Procedimentos Contábeis Básicos Segundo o Método das Partidas Dobradas Procedimentos Contábeis Básicos Segundo o Método das Partidas Dobradas Exercício 3.1 A seguir estão relacionadas as operações realizadas pela sociedade de prestação de serviços Remendão S/A, em janeiro/x2

Leia mais

DEFINIÇÃO PLANO DE CONTAS CONTAS AULA 2 ESCRITURAÇÃO CONTAS TRADICIONALMENTE USADAS CONTAS TRADICIONALMENTE USADAS

DEFINIÇÃO PLANO DE CONTAS CONTAS AULA 2 ESCRITURAÇÃO CONTAS TRADICIONALMENTE USADAS CONTAS TRADICIONALMENTE USADAS DEFINIÇÃO AULA 2 ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL A ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL CONSISTE EM REGISTRAR OS FATOS CONTÁBEIS (OU SEJA, AQUELES QUE MODIFICAM A COMPOSIÇÃO OU O VALOR DO PATRIMÔNIO DA ENTIDADE) EM DOIS LIVROS:

Leia mais

Unidade IV ESTRUTURA DAS. Prof. Me. Alexandre Saramelli

Unidade IV ESTRUTURA DAS. Prof. Me. Alexandre Saramelli Unidade IV ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Me. Alexandre Saramelli Estrutura das demonstrações contábeis Dividida em quatro Unidades: Unidade I 1. Demonstração de Lucros e Prejuízos Acumulados

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA Versão : 1. Composição do Capital 1

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA Versão : 1. Composição do Capital 1 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 3 Balanço Patrimonial Passivo 5 Demonstração do Resultado 8 Demonstração do Resultado Abrangente

Leia mais

Empréstimos e Financiamentos

Empréstimos e Financiamentos Empréstimos e Financiamentos 1. Introdução São operações realizadas entre a empresa e instituições financeiras, visando tomar destas, recursos para investimentos (imobilizações) ou capital de giro, mediante

Leia mais

Prova AFRFB/2009 Contabilidade Parte II

Prova AFRFB/2009 Contabilidade Parte II Prova AFRFB/2009 Contabilidade Parte II Elias Cruz Toque de Mestre www.editoraferreira.com.br Já de posse do Edital ESAF Nº 01, de 14 de janeiro de 2010, que altera/anula questões da Prova AFRFB 2009,

Leia mais

PRINCIPAIS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

PRINCIPAIS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PRINCIPAIS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Flávio Smania Ferreira 5 termo ADMINISTRAÇÃO GERAL e-mail: flavioferreira@live.estacio.br blog: http://flaviosferreira.wordpress.com Demonstrações Contábeis: Representa

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE E ATUÁRIA CURSO: ADMINISTRAÇÃO

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE E ATUÁRIA CURSO: ADMINISTRAÇÃO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE E ATUÁRIA CURSO: ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: EAC0111 NOÇÕES DE CONTABILIDADE PARA ADMINISTRADORES

Leia mais

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 28 DE FEVEREIRO DE 2011 (Em R$ Mil)

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 28 DE FEVEREIRO DE 2011 (Em R$ Mil) CNPJ 47.902.648/0001-17 CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 28 DE FEVEREIRO DE 2011 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Bancos 46 Fornecedores 41.785 Aplicações Financeiras 5.541 Provisão

Leia mais

4. Apure o valor da depreciação acumulada em 31/12/20015, sendo dados:

4. Apure o valor da depreciação acumulada em 31/12/20015, sendo dados: 1. Classifique os itens abaixo em: bens, direitos ou obrigações item bens direito obrigação Empréstimos a receber Dinheiro em caixa Dinheiro depositado no banco veículos biblioteca Salários a pagar estoques

Leia mais

Contabilidade Geral Prova 2 Gabarito 1 Questão 01 A questão solicita que o candidato indique a afirmativa incorreta, que é encontrada na alternativa c : No ativo, as contas serão dispostas em ordem crescente

Leia mais

Lista de Exercícios com Gabarito Indicadores de Liquidez e Indicadores de Atividade

Lista de Exercícios com Gabarito Indicadores de Liquidez e Indicadores de Atividade FUNDAÇÃO EDUCACIONAL ROSEMAR PIMENTEL CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI BIASE Faculdade de Administração Administração Financeira e Orçamentária I 1º semestre de 2011 Prof.: Tiago Sayão Email: tiagosayao@gmail.com

Leia mais

Diário Oficial. Índice do diário Outros. Prefeitura Municipal de Ribeira do Amparo. Outros - BALANÇO ANUAL Páginas:

Diário Oficial. Índice do diário Outros. Prefeitura Municipal de Ribeira do Amparo. Outros - BALANÇO ANUAL Páginas: Páginas: 48 Índice do diário Outros Outros - BALANÇO ANUAL 2015 Página 1 Outros Outros BALANÇO ANUAL 2015 - BA (Poder Executivo) DCA-Anexo I-AB Balanço Patrimonial - Ativo e Passivo Padrao Balanço Patrimonial

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS (DOAR)

DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS (DOAR) 1 de 8 31/01/2015 14:50 DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS (DOAR) Até 31.12.2007, a Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) era obrigatória para as companhias abertas e

Leia mais

Conceitos Introdutórios. A Inflação nas Finanças. Demonstrações Contábeis

Conceitos Introdutórios. A Inflação nas Finanças. Demonstrações Contábeis Conceitos Introdutórios Mercado Financeiro Brasileiro A Inflação nas Finanças Demonstrações Contábeis Conceitos Introdutórios Retornar Conceitos Introdutórios ADMINISTRAÇÃO A administração é o processo

Leia mais

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO (FORMAÇÃO DE CONTABILIDADE) 2 a FASE

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO (FORMAÇÃO DE CONTABILIDADE) 2 a FASE 21 BNDES EDITAL EDITAL N N o 02/2011 o 01/2012 - () 2 a FASE LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: a) este CADERNO DE QUESTÕES, com os enunciados das 5

Leia mais

REPRESENTAÇÃO GRAFICA; TERMINOLOGIA CONTÁBIL; E TIPOS DE CAPITAL. PROFª: Gitano Souto Silva

REPRESENTAÇÃO GRAFICA; TERMINOLOGIA CONTÁBIL; E TIPOS DE CAPITAL. PROFª: Gitano Souto Silva REPRESENTAÇÃO GRAFICA; TERMINOLOGIA CONTÁBIL; E TIPOS DE CAPITAL PROFª: Gitano Souto Silva BALANÇO PATRIMONIAL O Balanço Patrimonial é uma demonstração contábil que evidencia, por meio das contas PATRIMONIAIS

Leia mais

DIREITOS DOS ACIONISTAS

DIREITOS DOS ACIONISTAS DO GRUPO DE ESTUDOS DE DIREITO EMPRESARIAL FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS DIREITO SOCIETÁRIO APLICADO Mário Tavernard Martins de Carvalho Patrocinadores: 2 Direitos essenciais

Leia mais

a) pelo seu valor justo ou valor equivalente, quando se tratar de aplicações destinadas à negociação ou disponíveis para venda; e

a) pelo seu valor justo ou valor equivalente, quando se tratar de aplicações destinadas à negociação ou disponíveis para venda; e Aula 2 Questões Comentadas e Resolvidas Apresentação do Balanço Patrimonial. Critérios de Avaliação dos Ativos e Passivos. Ativo Imobilizado. Ativo Intangível. Ativos e passivos contingentes. Práticas

Leia mais

Contabilidade Financeira aos Sabados

Contabilidade Financeira aos Sabados Contabilidade Financeira aos Sabados 1 Com: 2 Técnico de Conta nº 3211 3 Modulo I Contabilidade Geral História e Noção O Património A Conta Demostrações Financeiras 4 Aula nº 3 A CONTA 5 Sumário: A Conta

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº /07

RESOLUÇÃO CFC Nº /07 RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.115/07 Aprova a NBC T 19.13 Escrituração Contábil Simplificada para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais

Leia mais

ENCERRAMENTO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 17/01/2013 LUCIANO PERRONE

ENCERRAMENTO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 17/01/2013 LUCIANO PERRONE ENCERRAMENTO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 17/01/2013 LUCIANO PERRONE Introdução Enquadramento conforme as Novas Normas Contábeis IFRS. SOCIEDADES ANÔNIMAS DE CAPITAL ABERTO SOCIEDADES DE GRANDE PORTE

Leia mais

Dersa Desenvolvimento Rodoviário S.A. Balanços patrimoniais

Dersa Desenvolvimento Rodoviário S.A. Balanços patrimoniais Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Ativo Nota 2014 2013 Passivo Nota 2014 2013 (Ajustado) (Ajustado) Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 5 48.650 835 Fornecedores 10

Leia mais

Elementos Básicos de Administração Financeira e Contabilidade

Elementos Básicos de Administração Financeira e Contabilidade Administração e Planejamento de Empresas Agropecuárias Elementos Básicos de Administração Financeira e Contabilidade Prof. Paulo Rigatto Prof_rigatto@yahoo.com Administração e a Função Financeira Processos

Leia mais

Nivelamento de Conceitos Contábeis

Nivelamento de Conceitos Contábeis Nivelamento de Conceitos Contábeis Demonstrações Contábeis Balanço Patrimonial - BP Demonstração de Resultado do Exercício - DRE Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC Substituiu a Demonstração das Origens

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ AES TIETE ENERGIA S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ AES TIETE ENERGIA S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 3 Balanço Patrimonial Passivo 5 Demonstração do Resultado 7 Demonstração do Resultado Abrangente

Leia mais

Contas Patrimoniais (Ativo, Passivo, PL) = , , , ,00

Contas Patrimoniais (Ativo, Passivo, PL) = , , , ,00 p. 86 Teoria Patrimonialista: Contas Patrimoniais (Ativo, Passivo, PL) = 13.400,00 + 2.400,00 + 10.500,00 + 5.300,00 = = 31.600,00 Gabarito: B Teoria Patrimonialista: Contas Patrimoniais (Ativo, Passivo,

Leia mais

INTL FCSTONE Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Relatório Anual do Agente Fiduciário. Exercício 2014

INTL FCSTONE Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Relatório Anual do Agente Fiduciário. Exercício 2014 ALL AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA MALHA NORTE S.A. 6ª. Emissão de Debêntures INTL FCSTONE Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício 2014 6ª. Emissão

Leia mais

Aporte Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Relatório Anual do Agente Fiduciário. Exercício 2010

Aporte Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Relatório Anual do Agente Fiduciário. Exercício 2010 RODONORTE CONCESSIONÁRIA DE RODOVIAS INTEGRADAS S.A. 2ª. Emissão de Debêntures Aporte Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício 2010 2ª. Emissão

Leia mais

105 Ciências Contábeis

105 Ciências Contábeis UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional Coordenação de Políticas de Acesso e Permanência Unidade de Ocupação de Vagas Remanescentes PROCESSO DE OCUPAÇÃO DE VAGAS

Leia mais

ATIVO PASSIVO AULA 1 - DEFINIÇÃO DE CONTABILIDADE COMPARAÇÃO ENTRE O ATIVO (A) E O PASSIVO (P)

ATIVO PASSIVO AULA 1 - DEFINIÇÃO DE CONTABILIDADE COMPARAÇÃO ENTRE O ATIVO (A) E O PASSIVO (P) AULA 1 - DEFINIÇÃO DE CONTABILIDADE É A CIÊNCIA SOCIAL QUE ESTUDA O PATRIMÔNIO DAS ENTIDADES E SUAS VARIAÇÕES AO LONGO DO TEMPO ENTIDADE: TODA A PESSOA JURÍDICA QUE POSSUI UM PATRIMÔNIO. PODE SER UMA EMPRESA,

Leia mais

Dicas 03. Contabilidade Geral. Professores: Gustavo Jubé e Vicente Chagas. Profs. Gustavo e Vicente 1

Dicas 03. Contabilidade Geral. Professores: Gustavo Jubé e Vicente Chagas.  Profs. Gustavo e Vicente 1 Contabilidade Geral Professores: Gustavo Jubé e Vicente Chagas www.pontodosconcursos.com.br Profs. Gustavo e Vicente 1 Legendas para compreensão das siglas: AC AÑC BP CMV Comp. Desp Ef Ei ELP I Int Inv

Leia mais

Comentários Tropa. 1. Débito Caixa 860,00 Crédito Receita de Vendas 860, Débito Caixa 820,00 Crédito Banco Conta Movimento 820,00

Comentários Tropa. 1. Débito Caixa 860,00 Crédito Receita de Vendas 860, Débito Caixa 820,00 Crédito Banco Conta Movimento 820,00 Comentários Tropa Prof. Celso Fleming Contabilidade 1) Ao se fazer a auditoria da conta Caixa da Empresa Irmãos Metralhas S/C Ltda., forma identificadas as seguintes irregularidades: 1) Houve uma omissão

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EAD MÓDULO VI DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EAD MÓDULO VI DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EAD MÓDULO VI DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS Nesse módulo abordaremos as duas demonstrações contábeis Balanço Patrimonial BP e Demonstração do Resultado do Exercício DRE,

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS em IFRS

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS em IFRS ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS em 27/06/2013 LUCIANO PERRONE Introdução Enquadramento conforme as Novas Normas Contábeis. SOCIEDADES ANÔNIMAS DE CAPITAL ABERTO SOCIEDADES DE GRANDE PORTE INTEGRAL

Leia mais

CPC 26 - APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

CPC 26 - APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CPC 26 - APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBJETIVOS O objetivo deste Pronunciamento Técnico é definir a base para a apresentação das demonstrações contábeis, para assegurar: a comparabilidade

Leia mais

RFB Auditor - ESAF Análise do Edital - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA

RFB Auditor - ESAF Análise do Edital - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA Sumário 1 Estrutura Conceitual... 2 2 Patrimônio... 2 3 Fatos Contábeis... 3 4 Contas... 3 5 Escrituração... 3 6 Provisões... 3 7 Políticas Contábeis, Estimativas e Retificação de Erro.... 4 8 Ativo...

Leia mais

TÉCNICO DE CONTABILIDADE

TÉCNICO DE CONTABILIDADE 5 CEFET CARGOS DE CLASSE D EDITAL N o 0011/2014, DE 25 DE MARÇO DE 2014 LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - O candidato recebeu do fiscal o seguinte material: a) este CADERNO DE QUESTÕES, com o

Leia mais

Sumário. Capítulo Breves Noções Históricas A Contabilidade no Brasil O Símbolo da Contabilidade...4

Sumário. Capítulo Breves Noções Históricas A Contabilidade no Brasil O Símbolo da Contabilidade...4 Sumário Capítulo 1 Breves Noções Históricas...1 1.1. Breves Noções Históricas...1 1.2. A Contabilidade no Brasil...3 1.3. O Símbolo da Contabilidade...4 Capítulo 2 Conceitos Iniciais...5 2.1. A Definição

Leia mais

Parte I Conceitos Básicos, Estrutura e Metodologia Operacional, 1 1 Patrimônio, 3

Parte I Conceitos Básicos, Estrutura e Metodologia Operacional, 1 1 Patrimônio, 3 Sumário Prefácio à Décima Edição, xxi Prefácio à Nona Edição, xxiii Prefácio à Oitava Edição, xxv Parte I Conceitos Básicos, Estrutura e Metodologia Operacional, 1 1 Patrimônio, 3 1.1 Objetivo e definição

Leia mais

Acer Consultores em Imóveis S/A

Acer Consultores em Imóveis S/A Acer Consultores em Imóveis S/A Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Em 30 de Junho de 2007 e 31 de Dezembro de 2006 e 2005 Parecer dos auditores independentes Aos

Leia mais

CONTABILIDADE AVANÇADA. Avaliação de Investimentos em Participações Societárias

CONTABILIDADE AVANÇADA. Avaliação de Investimentos em Participações Societárias CONTABILIDADE AVANÇADA Avaliação de Investimentos em Participações Societárias INTRODUÇÃO Considera-se Participações Societárias quando uma sociedade (Investidora) vem à aplicar recursos na aquisição de

Leia mais

DFC DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA

DFC DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA DFC DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA Base Legal CPC 03 e Seção 07 da NBC TG 1.000 O presente auto estudo embasará os conceitos e procedimentos técnicos contemplados no CPC 03 (IFRS Integral) e na Seção 07

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA Versão : 1. Composição do Capital 1

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA Versão : 1. Composição do Capital 1 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 3 Balanço Patrimonial Passivo 5 Demonstração do Resultado 8 Demonstração do Resultado Abrangente

Leia mais

ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES S.A. 3ª Emissão de Debêntures. Série Única. Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2015 Data Base 31/12/2015

ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES S.A. 3ª Emissão de Debêntures. Série Única. Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2015 Data Base 31/12/2015 ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES S.A. 3ª Emissão de Debêntures Série Única Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2015 Data Base 31/12/2015 PARTICIPANTES EMISSORA COORDENADOR(ES) ESCRITURADOR LIQUIDANTE

Leia mais

Turno/Horário Noturno ALUNO(A): AULA Apostila nº

Turno/Horário Noturno ALUNO(A): AULA Apostila nº Disciplina CONTABILIDADE BÁSICA II CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS TURMA 2º CCN Turno/Horário Noturno ALUNO(A): AULA Apostila nº Atos e Fatos Contabeis ATOS ADMINISTRATIVOS:

Leia mais

TOTVS S/A 1ª Emissão de Debêntures. 1ª e 2ª Séries. Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2015 Data Base 31/12/2015

TOTVS S/A 1ª Emissão de Debêntures. 1ª e 2ª Séries. Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2015 Data Base 31/12/2015 TOTVS S/A 1ª Emissão de Debêntures 1ª e 2ª Séries Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2015 Data Base 31/12/2015 PARTICIPANTES EMISSORA COORDENADOR(ES) ESCRITURADOR LIQUIDANTE TOTVS S/A Banco

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «21. A respeito das funções da Contabilidade, tem-se a administrativa e a econômica. Qual das alternativas abaixo apresenta uma função econômica? a) Evitar erros

Leia mais

Avaliação de Investimentos

Avaliação de Investimentos Avaliação de Investimentos 1) A Cia. Investidora adquiriu por $ 72.000, em 31-12-1, 60% das ações da Cia. Investida, cujo patrimônio líquido nessa data era de $ 120.000. Em 31-12-2, a Cia. Investida apurou

Leia mais