INDÚSTRIA DE FUNDOS DE INVESTIMENTO ANUÁRIO 2015 BRAZILIAN MUTUAL FUND INDUSTRY YEARBOOK

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1 INDÚSTRIA DE FUNDOS DE INVESTIMENTO BRAZILIAN MUTUAL FUND INDUSTRY YEARBOOK

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3 ANÚNCIO Banco do Brasil EDITORIAL ANBIMA and FGV present the fifth edition of the Brazilian Mutual Fund Industry Yearbook. This year, it is exclusively composed of data from institutions associated to ANBIMA. 121 asset managers have contributed by voluntarily sending the necessary information for this edition. All data have helped us to provide an overview of the sector of mutual funds in Brazil, as well as the profile of its participants. In 2014, the Brazilian industry ended the year with assets under management of R$ 2.7 trillion and net sales of 2.2 billion in the domestic market, thus consolidating its position as the seventh biggest industry in the world. Our aim is to always be a reliable source of updated consistent information for those who wish to know and access this sector in Brazil. EDITORIAL AANBIMA e a FGV apresentam a quinta edição do Anuário da Indústria de Fundos de Investimento do Brasil. Neste ano, a publicação foi construída exclusivamente com os dados das instituições associadas à ANBIMA, totalizando 121 gestoras que contribuíram, voluntariamente, com o envio de informações necessárias para viabilizar esta edição. Todos os dados nos ajudaram a traçar um retrato do segmento de fundos no Brasil, bem como o perfil dos participantes que nele atuam. Em 2014, a indústria brasileira encerrou o ano com R$ 2,7 trilhões em patrimônio líquido e captação de 2,2 bilhões no mercado doméstico, consagrando-se como a sétima maior indústria do mundo. Nosso objetivo é ser sempre uma fonte confiável com informações atualizadas e consistentes para quem deseja conhecer e acessar o segmento no Brasil. 4 5

4 Somos a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais. A entidade busca representar e defender os interesses das instituições que atuam nesses mercados. A legitimidade dessa representação pode ser atestada pela pluralidade de instituições que compõem nosso quadro de cerca de 290 associados de todos os portes e segmentos. Entre eles estão bancos comerciais e de investimentos, gestoras, administradoras, corretoras, distribuidoras e bancos múltiplos. Todas essas instituições, juntas, permitem que a Associação fale em nome do mercado brasileiro e defenda legitimamente seus interesses. Na nossa visão, apenas instituições sólidas e fortes são capazes de contribuir para que o mercado de capitais seja instrumento para o financiamento do desenvolvimento econômico do Brasil. Por isso, a Associação reúne esforços para apoiar a evolução dos mercados financeiro e de capitais, ampliando sua participação no financiamento de longo prazo, e ao mesmo tempo buscando atender às necessidades de seus associados, procurando conciliá-las com a dos investidores e da sociedade brasileira. Em 1944, a FGV era criada com o objetivo de formar profissionais para a administração pública e gestão de setores estratégicos no país. Um decreto-lei assinado pelo presidente Getúlio Vargas autorizava o Departamento Administrativo do Serviço Público (DASP) a constituir a entidade, que teria ainda como propósito a manutenção de núcleos de pesquisa, de estabelecimentos de ensino e dos serviços necessários para o exercício da sua missão. Desde então, a Fundação dedica-se com empenho ao seu dever, completando não apenas 70 anos de existência, mas principalmente 70 anos de contribuições para o desenvolvimento social e econômico do Brasil. Durante esse tempo, a FGV também consolidou-se como think tank de renome internacional, destacando-se em estudos e projetos em cooperação com diversas nações do mundo. Em 2014, a FGV figurou entre os 20 melhores think tanks do mundo no Global Go To Think Tanks Rankings 2014, produzido pela Universidade da Pensilvânia. Nessa edição a FGV subiu três posições, ficando em 18º lugar entre os top think tanks globais (incluindo os Estados Unidos), além de ter sido considerada o melhor think tank da América Latina. No mesmo ano, a FGV ficou pelo quarto ano consecutivo entre as 150 instituições de ensino superior que formam os profissionais mais disputados em todo o mundo, de acordo com o Emerging Employability University Ranking, divulgado pela versão global do jornal The New York Times. Além disso, a FGV é também a instituição brasileira mais bem colocada na primeira edição do ranking Alma Mater Index: Global Executives, feito pela revista britânica Times Higher Education (THE) e que lista os 100 melhores locais para a formação de diretores executivos. Primeira do Brasil e 35ª do mundo, a FGV ficou à frente de universidades como Princeton e Cambridge. We are the Brazilian Financial and Capital Markets Association. The entity has the purpose of representing and defending the interests of the institutions that operate in these markets. The legitimacy of this representation can be attested by the plurality of institutions that make up our more than 290 members of all sizes and from all segments. These institutions include commercial and investment banks, managers, administrators, brokers, distributors and multiple-purpose banks. All these institutions, together, allow the Association to speak on behalf of the Brazilian market and legitimately defend their interests. In our view, only solid and strong institutions are capable of helping the capital market become an instrument for the financing of Brazil s economic development. Therefore, the Association brings together efforts to support the development of financial and capital markets, expanding its participation in long-term financing, while seeking to meet the needs of its members and aligning these needs with those of investors and the Brazilian society. In 1944, FGV was created to train professionals for public administration and the management of strategic sectors in Brazil. A decree law signed by President Getulio Vargas authorized the Administrative Department of Public Service (DASP) to set up the entity, which was also to be designed to maintain research centers, a learning establishment and services required for accomplishing its mission. Since then, FGV has done its utmost to fulfill its duty during these 70 years, with 70 years of contributions to the social and economic development of Brazil. During this time FGV also established itself as a think tank of international repute, doing outstanding work in cooperative projects with many world nations. In 2014, FGV was ranked one of the top 20 think tanks in the world in the Global Go To Think Tank Index 2014 produced by the University of Pennsylvania. In this edition, FGV climbed three positions to rank 18th among the top think tanks worldwide (including those in the USA), in addition to being considered the top think tank in Latin America. In the same year, for the fourth year running FGV was considered among the 150 higher education institutions that train the most sought-after professionals worldwide according to the Emerging Employability University Ranking, published by the global version of The New York Times. Furthermore, FGV is the top Brazilian institution in the first edition of the Alma Mater Index: Global Executives, compiled by the British journal Times Higher Education (THE), which lists the top 100 institutions for training executive directors. FGV, first in Brazil and 35th in the world, is ahead of universities such as Princeton and Cambridge. 6 7

5 EXPEDIENTE ÍNDICE/Index O Anuário da Indústria de Fundos de Investimento é uma publicação anual em parceria da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA) e da Fundação Getulio Vargas (FGV). Conselho Editorial: Prof. William Eid Jr., Prof. Ricardo Rochman, Luciane Ribeiro (Santander) Robert van Dijk (Banco Votorantim). Proibida a reprodução de qualquer trecho do material sem autorização expressa. Comercial: Mídia Office Negócios em Comunicação Projeto Gráfico Direção de Arte: Editoria de Arte.com Alex Silva, Renato Brandão e Ronald Capristo Trapino Supervisão Geral: Prof. William Eid Jr. Impressão e Acabamento: Pancrom Endereço para correspondência: FGV/GVCef - Av. 9 de Julho, São Paulo - SP Tel: Agradecimentos: A ANBIMA e a FGV agradecem o empenho de todos os envolvidos neste projeto, especialmente as assets que nos honraram como Anunciantes Fundadores: Banco do Brasil DTVM, BNP Paribas, Bradesco, Itaú Unibanco, Santander e Votorantim ANBIMA reforça agenda para enfrentar desafios da Indústria de Fundos ANBIMA strengthens agenda to confront challenges facing the Fund Industry. página/page 09 Fundos de Investimento no Brasil: Desafios e oportunidades Investment funds in Brazil: Challenges and opportunities página/page 15 INDÚSTRIA DE FUNDOS DE INVESTIMENTO BRAZILIAN MUTUAL FUND INDUSTRY YEARBOOK Perfil das Assets Assets Profile página/page 20 ANBIMA reforça agenda para enfrentar desafios da indústria de fundos Robert J. van Dijk Vice-presidente da ANBIMA / Vice President of ANBIMA A indústria de fundos em 2014 alcançou mais de R$ 2,7 trilhões em patrimônio líquido, distribuídos em 14 mil fundos com 11,5 milhões de cotistas, colocando- -se entre as sete maiores indústrias de gestão de recursos do mundo 1. Desde o segundo semestre de 2013, porém, o segmento vem observando uma redução significativa da captação líquida quando comparada à média observada nos cinco anos anteriores, de R$ 92 bilhões entre 2009 e Diversos fatores vêm concorrendo nesse sentido. A redução do crescimento econômico, em um cenário de alta de juros e do câmbio, com baixo desempenho do mercado acionário e forte volatilidade no segmen- 1 De acordo com dados do ICI Investment Company Institute, de 02/04/2015, referentes a dezembro. ANBIMA strengthens agenda to confront challenges facing the Fund Industry. In 2014, the fund industry reached more than R$2.7 trillion in assets under management, distributed across 14,000 funds with 11.5 million shareholders, putting it among the world s top six asset management industries. Since the second half of 2013, however, the sector has suffered a substantial reduction in net sales when compared to the average of the previous five years (R$92 billion between 2009 and 2013). Several factors have been contributing to this tendency. Investors faced an environment marked by low GDP growth, higher interest rates, poor stock market performance and strong volatility in the fixed income market. Besides having a negative wealth effect, reducing the disposable resources for investments, this environment also made Brazilian investors more conservative, leading them to seek alternatives that combine profitability, liquidity and low risk. There was also an increase in the offer ofin come-tax-free investment solutions such as, real estate credit bills and agribusiness credit bills, which led to disproportionate competition for the investment funds, mainly because of the fiscal benefits they offer. In addition, 2014 was an election year, and therefore marked by speculation regarding the future government, with a 8 9

6 to de renda fixa, além de afetar a riqueza disponível para a aplicação dos recursos por parte dos diferentes segmentos de investidores, tornou o comportamento do investidor brasileiro mais conservador, levando-o a buscar alternativas que combinem rentabilidade, liquidez e baixo risco. Também houve aumento da oferta ao investidor de aplicações com isenção do Imposto de Renda, a exemplo das letras de crédito imobiliário e do agronegócio, que acabaram por exercer uma concorrência desproporcional sobre os fundos, essencialmente pelo benefício fiscal que oferecem. Adicionalmente, o ano foi de eleições e, portanto, marcado por expectativas diversas sobre o futuro governo, com reflexos diretos sobre o ambiente de negócios. No âmbito externo, o desafio de promover a recuperação econômica e as atuações dos principais bancos centrais do mundo, em especial as conduzidas pelo FED (Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos), como o fim dos estímulos monetários por meio da recompra de títulos e a expectativa de subida de juros nos EUA, ampliou a volatilidade observada nos ativos financeiros. Tal fato exigiu dos gestores de fundos habilidade para efetuar os investimentos, buscando alcançar rentabilidades superiores aos respectivos benchmarks. Captação Líquida Sales Net (R$ billion) Fonte: ANBIMA Captação e Patrimônio Líquidos Indústria de Fundos em R$ Bilhões Sales Net and Assets under Mangement of Fund Industry 86,66 113, Captação Líquida 98, , Destaque-se ainda, no período, o intenso e construtivo debate que envolveu reguladores e representantes de mercado em torno de importantes alterações regulatórias para a indústria de fundos, que resultaram na edição das Instruções nº 554 e nº 555 da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), no final de Rentabilidade da indústria no ano supera a de 2013 Mesmo diante de um cenário econômico adverso, quase todos os tipos de fundos classificados pela ANBIMA tiveram rentabilidade superior à observada em Entre os tipos com patrimônio líquido relevante, destaque-se o de Renda Fixa Índices, que, após as perdas apuradas um ano antes, apresentou retorno de 12,54%, favorecido pela variação anual de 12,36% PL 58,39 Patrimônio Líquido 5,01 Assets under Management (R$ billion) Rentabilidade por tipo de fundos Os 10 maiores por PL Returns by type of funds-top 10 by Assets under Mangement 11,51 10,08 10,80 7,00 7,90 1,03 Renda Fixa Fixed Income Fonte: ANBIMA Renda Fixa Índices Fixed Income Indices Renda Fixa Crédito Livre Fixed Income Free Credit 6,77 2,12 Previdência Renda Fixa Fixed Income Pension Funds do IMA-Geral e, mais especificamente, de 14,54% do IMA-B, referência bastante utilizada para esse tipo de fundo. Ainda no que se refere aos fundos com patrimônio líquido relevante, os Referenciados DI vieram logo em seguida, com 11% de alta, superando a média da taxa Selic no período, 10,93% ao ano. Outro destaque no ano foram os fundos Multimercados, que operam com diferentes estratégias (alavancagem e hedge, por exemplo), e em diferentes mercados (renda fixa, variável, derivativos, moedas, entre outros) na busca por maiores retornos e/ou redução de riscos. Nessa categoria registraram-se as maiores rentabilidades entre os tipos classificados pela ANBIMA, caso do Multimercado Trading, com 14,53%, que busca ganhos originados por movimentos de curto prazo nos preços dos ativos. 11,00 10,81 8,27 8,14 9,90 6,73 Referenciado DI Curto Prazo Multimercados Multiestrategia DI-Linked Money Market Balanced/Mixed Multi Strategy -7,28 14,20 Multimercados Macro Balanced/Mixed Macro Ações Livre ,25 2,25-16,14 Equity Free Portfolio -16,14 Fundos Fechados de Ações Closed Equity Funds Já os fundos de ações voltaram a apresentar desempenho abaixo dos demais tipos da indústria e, independente da estratégia, todos os tipos ficaram no campo negativo em De fato, é o segmento de investimento que vem sendo mais afetado em termos de rentabilidade nos últimos dois anos, com o Ibovespa acumulando perda de 18,41% nesse período, dentre outras razões, pelo fraco desempenho da atividade econômica e por alguns problemas específicos em corporações com forte participação na bolsa. Captação líquida da indústria é a mais baixa nos últimos cinco anos Apesar das rentabilidades positivas de grande parte dos fundos em 2014, a captação líquida no ano al- direct impact on the business environment. Externally, the challenge of promoting economic recovery and the actions of the world s leading central banks, especially those of the FED, such as the end of the monetary stimuli through security buybacks and expectations of an upturn in U.S. interest rates, increased the volatility of financial assets, which required fund managers to invest carefully, seeking returns above their respective benchmarks. The period was also marked by the intense and constructive debate involving regulators and market representatives regarding important regulatory changes in the fund industry, which resulted in the issue of CVM Instructions 554 and 555 at the end of Annual fund industry profitability exceeds 2013 Despite the more adverse economic scenario, almost all ANBIMA-classified funds generated higher returns than in Among those types with significant assets under management, it is particularly worth mentioning the Fixed Income Indices funds, which after suffering losses in the previous year, posted returns of 12.54%, fueled by the 12.36% increase in the IMA-General Index and, more specifically, the 14.54% upturn recorded by the IMA-B, widely used as a reference for this type of fund. These were followed by the DI-Linked funds, with returns of 11%, exceeding the average annual Selic of 10.93%. Returns by type of fund Another highlight was the Balanced/Mixed funds, which operate with different strategies (leverage and hedge, for example), and in different markets (fixed income, equities, derivatives, currencies etc.) in the pursuit of higher returns and/or reduced risk. These funds were the best performers among the types classified by ANBIMA, exemplified by the Balanced/Mixed Trading funds which seek gains from short-term movements in asset prices. They generated returns in average of 14.53%. Equity funds underperformed the other types and, regardless of their strategies, all ended the year in negative territory. In fact, this segment has been the most jeopardized in terms of profitability in the last two years, with the Ibovespa accumulating period losses of 18.41%, mainly due to weak economic activity and certain specific problems in corporations with a heavy weight in the stock exchange. Industry s net sales the lowest for five years Despite the positive returns of most funds in 2014, annual net sales totaled slightly more than R$5 billion, representing only 5.4% of the annual average since 2008, when the industry recorded net redemptions due to the global crisis. The downward sales trajectory began in the second half of 2013, when the Selic began to move up and the markets became more volatile, triggering losses in some funds, in turn driving 10 11

7 cançou pouco mais de R$ 5 bilhões, o que representa apenas 5,4% da média anual observada após 2008, ano em que a indústria registrou resgates líquidos em função da crise global. A queda da captação teve início no segundo semestre de 2013, com a trajetória de alta da taxa Selic e a maior volatilidade nos mercados, o que causou perdas em alguns fundos, afastando os investidores. Os maiores resgates líquidos em 2014 foram registradas nos tipos Renda Fixa, R$ 38,7 bilhões, e Multimercados, R$ 28 bilhões. Em sentido contrário, as categorias Referenciados DI e Previdência se destacaram com captações líquidas de R$ 45,3 bilhões e R$ 32,3 bilhões, respectivamente. O volume captado pelos fundos Referenciados DI foi o maior da série histórica, iniciada em 2002, e atraiu os recursos dos investidores que buscaram menor risco e maior liquidez em aplicações com perfil de juros de curto prazo. Destaque-se, nesse movimento, o comportamento do investidor de varejo, que teve captação líquida de R$ 36,2 bilhões em 2014, com os recursos majoritariamente aplicados nos fundos Referenciados DI, interrompendo 11 anos contínuos de queda na participação desses investidores no PL da indústria. Já a captação líquida da categoria Previdência retomou o padrão apresentado até o primeiro semestre de 2013, quando o aumento da volatilidade nas aplicações de renda fixa, combinado com mudanças regulatórias nas regras para a composição dessas carteiras, geraram perdas e afastaram temporariamente os investidores das aplicações nessa categoria. De fato, recuperar o padrão mais alto de captação líquida observada na indústria é um dos principais desafios da gestão de recursos no país que, diante do ambiente macroeconômico desfavorável, se depara com um investidor cada vez mais avesso a volatilidade. E isso em um cenário em que a indústria de fundos enfrenta assimetrias regulatórias e tributárias em relação a outros ativos financeiros. Avanços regulatórios e agenda ANBIMA Após um período de debates com o mercado financeiro, a CVM editou ao final de 2014 as Instruções nº 554 e nº 555, que trouxeram, dentre outros avanços, atualizações às formas de divulgação de informações por parte dos fundos de investimento, em conexão com o desenvolvimento dos meios eletrônicos, alterando também alguns limites para aplicação em determinados ativos e mercados, e redefinindo os conceitos de investidores. Com vigência a partir de 1º de julho de 2015, as normas devem aumentar a eficiência da indústria, reduzindo os custos e aumentando a transparência das informações ao público. Nesse sentido, a CVM propôs racionalizar a classificação de fundos a partir da redução de sete para quatro classes, que podem ser acrescidas de diversos sufixos. Em linha com a CVM, a ANBIMA também empreendeu esforços para atualizar a sua classificação de fundos, propondo três níveis de estrutura. O primeiro nível reflete a classe de ativos, o segundo, tipos de gestão e riscos, enquanto o terceiro, as principais estratégias, seguindo a lógica do processo de investimento. A nova classificação, que considera as práticas e estruturas da indústria local, bem como os modelos internacionais de explicitação dos riscos, será lançada em 1º de julho de 2015, mesma data prevista para a entrada em vigor dos normativos da CVM. De fato, boa parte das medidas tratadas nesses normativos integra a agenda estratégica elaborada pela ANBIMA para a indústria de fundos de investimento no Brasil 2, que tem como objetivo ampliar sua competitividade, tendo em vista seu importante papel no desenvolvimento do mercado de capitais e no financiamento de longo prazo no país. 2 Texto para Discussão nº03, divulgado pela ANBIMA em 12/12/2014. investors away. The highest net redemptions in 2014 were recorded by the Fixed Income and Balanced/ Mixed funds, with R$38.7 billion and R$28.0 billion, respectively. On the other hand, the DI- Linked and Pension funds recorded respective net sales of R$45.3 billion and R$32.3 billion. The volume raised by the DI-Linked category was the highest since the series began in 2002 and attracted resources from investors seeking lower risk and higher liquidity in investments with a short-term interest profile. Exemplifying this trend, retail investors were responsible for net sales of R$36.2 billion in 2014, most of which went to DI-Linked funds, the first rise after 11 years of a continuous decline in this type of investor s share of assets under management. Pension fund net sales returned to the level prevailing until the first half of 2013, when the increased volatility of fixed income investments, together with the regulatory changes in the pension fund portfolio composition rules, generated losses and temporarily drove investors away from this type of product. In fact, recovering the higher level of net sales is a major challenge for asset management in Brazil, given investors increasing aversion to volatility as a result of the unfavorable economic scenario. In addition, the industry faces regulatory and tax asymmetries in relation to other financial assets. Regulatory Advances and ANBIMA s Agenda After a period of discussions with the financial markets, at the end of 2014 the CVM issued Instructions 554 and 555, which, among other advances, updated the way in which information is disclosed by investment funds, given the development of electronicmeans of communication, altered investment limits in certain assets and markets, and redefined investor concepts. As of July 1, 2015, the new regulations should make the industry more efficient by reducing costs and increasing the transparency of information disclosed to the public. With this in mind, the CVM proposed to streamline the classification of funds by reducing the number of overall classes from seven to four, to which various suffixes can be added. In line with the CVM, ANBIMA also made efforts to update its fund classification system, proposing a three-level structure. The first level reflects the asset class; the second the type of management, and the third the main strategies, following the logic of the investment process. The new classification, which considers local industry practices and structures, as well as international risk clarification models, will be launched on July 1, the same date for the enforcement of the CVM regulations. In fact, most of the measures addressed in these regulations are part of the strategic agenda drawn up by ANBIMA for the fund management industry in Brazil, which aims to increase its competitiveness given its important role in the development of the capital market and the country s long-term financing

8 SANTANDER ASSET MANAGEMENT. EXPERIÊNCIA GLOBAL E INOVAÇÃO COM PIONEIRISM O EM SUSTENTABILIDADE. - Presente EM 11 países e com mais de 20 anos de experiência no mercado local; - Solidez, confiança e transparência na gestão de recursos de terceiros; - Nota máxima na classificação de qualidade de gestão da Moody s 1 ; - Consistência de resultados por meio de processos disciplinados e controles rígidos; - Produtos inovadores aliados a uma visão pioneira em sustentabilidade; - Profissionais experientes e altamente capacitados; - Destaque nos principais rankings 2 especializados no mercado de fundos de investimentos. Acesse e saiba mais. Fundos de Investimento no Brasil: Desafios e oportunidades Prof. William Eid Junior e Prof. Ricardo Ratner Rochman Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas/São Paulo Um país que ambiciona crescer e se desenvolver deve investir na sua indústria de fundos de investimento, pois ela oferece canais alternativos de captação de recursos tanto para o setor privado quanto para o setor público. Esses recursos são empregados nos mais diversos tipos de investimentos privados, infraestrutura, dentre outros além de serem usados na gestão da política econômica, e para formação de poupança que o país tanto precisa para atingir suas metas futuras. Os fundos de investimento propiciam de forma simples e transparente, principalmente no Brasil, um meio para os poupadores terem acesso a classes de ativos e estratégias de investimentos que dificilmente poderiam ser colocadas em prática por indivíduos, ou seja, por razão de custos e recursos monetários necessários, bem como por falta de conhecimento do mercado ou acesso a sistemas de informação e gestão. Desde o início do Plano Real, em junho de 1994, a indústria de fundos brasileira tem evoluído constantemente, não somente no âmbito de produtos e serviços ofereci- Investment funds in Brazil: Challenges and opportunities Central de Atendimento Santander: (regiões metropolitanas) ou (demais localidades) SAC: Ouvidoria: ASSET MANAGEMENT Leia o prospecto, a lâmina de informações essenciais e o regulamento antes de investir. (1) Moody s, mai_/2013. (2) Revista ValorInveste de dez /2014, revista EXAME de nov_/2014, revista Investidor Institucional de out./2014, revista Você S/A de jan./2013, jornal Brasil Econômico de nov./2012. A country that seeks growth and development must invest in its mutual fund industry, as it offers alternative ways of raising funds both in the private and the public sectors. Such resources are used in a series of investments private, infrastructure and so on as well as in managing economic policies and creating the savings that the country so much needs to achieve its future goals. Mutual funds provide a simple and transparent means for savers to access some types of assets and investment strategies which could hardly be put into practice by individuals due to costs and the necessary monetary resources, as well as due to lack of market knowledge or of access to information and management systems. Since the beginning of Plano Real in June, 2014, the Brazilian mutual fund industry has constantly developed not only with regard to the offer of products and services, but also in the regulatory aspect through the CVM s Instruction (ICVM) no. 409 in 2004, which unified the regulation of mutual funds that was previously divided between the Central Bank and the Securities Commission (CVM). In December, 2004, ten years after ICVM no. 409 which was pervaded by the crisis in 2008, CVM has edited Instructions no. 554 and 555 that will positively change the profile and perspectives of the Brazilian mutual fund industry and create a great potential for 15

9 dos, mas também no aspecto regulatório com a Instrução nº 409 da CVM (ICVM 409) de 2004, que unificou a regulação dos fundos mútuos, antes dividida entre o Banco Central e a CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Em dezembro de 2014, passada uma década da Instrução nº 409, que, por sua vez, foi permeada pela crise de 2008, a CVM editou as Instruções nºs 554 e 555 que mudarão o perfil e as perspectivas da indústria de fundos brasileira de maneira positiva, criando um grande potencial de crescimento e desenvolvimento tanto para os gestores como, principalmente, para os poupadores e investidores nacionais e internacionais. A Instrução nº 554 veio para aprimorar as definições de tipos de investidores aptos a aplicar seus recursos nos diversos fundos e veículos de investimentos, aumentando a transparência e acessibilidade aos atuais, e futuros, produtos que as empresas gestoras disponibilizam no mercado brasileiro. Por sua vez, a Instrução nº 555 abriu novas oportunidades para o investidor brasileiro ao autorizar a criação dos novos fundos de investimento no exterior, que podem investir até 100% do seu patrimônio em ativos no exterior. Esses fundos são destinados aos investidores qualificados, isto é, os que têm um mínimo de R$ 1 milhão em investimentos financeiros. Um dos detalhes interessantes da Instrução nº 555 da CVM é que não há mais um piso mínimo para investimentos nos fundos no exterior. Bastará que o investidor seja qualificado para investir nessa categoria de fundos. Esses produtos deverão manter um mínimo de 67% do seu patrimônio em ativos no exterior. Ainda em termos de internacionalização, a Instrução nº 555 da CVM alterou o limite de aplicação no exterior para os fundos em geral, que passa, no caso de varejo, de 10% para 20%, e, no caso de fundos direcionados a investidores qualificados, de 20% para 40%. A criação desse tipo de produto traz uma série de novas possibilidades para os investidores. A principal delas é a mudança da chamada fronteira eficiente dos investimentos. Há mais de 40 anos, o professor Bruno Solnik, da HEC École des Hautes Études Commerciales de Paris mostrou em seu artigo Why not diversify internationally rather than domestically? que a fronteira eficiente para investidores diversificados internacionalmente é mais eficiente, isto é, o investidor vai obter maiores retornos para o mesmo nível de volatilidade. O gráfico na página seguinte ilustra esse resultado. Nele, pode-se observar que, do ponto de vista de um investidor latino americano (LA), que não investe na Bovespa, e cuja fronteira está mais à direita, há um enorme ganho de eficiência com a inserção na sua carteira de ativos brasileiros e dos mercados centrais (MC). Para um nível de volatilidade de 10%, seu retorno original seria de 2,2%. Com a diversificação internacional, passaria a 8%. Esse efeito também será observado no contexto brasileiro, beneficiando o conjunto dos investidores. Assim sendo, as possibilidades e estratégias de diversificação só dependerão dos mercados e ativos em que os gestores decidirem embarcar no mundo, não estando mais restritos ao mercado doméstico. Lembrando que há grande correlação entre certos mercados no mundo, e que a diversificação ingênua, ou seja, Retorno Return Diversificação internacional e fronteira eficiente International diversification and efficient frontier 10% 8% 6% 4% 2% 0% 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% Volatilidade Volatility Carteira MC+LA+Ibovespa Portfolio CM+LA+Ibovespa Carteira LA+Ibovespa Portfolio LA+Ibovespa Carteira MC+Ibovespa Portfolio CM+Ibovespa Carteira LA Portfolio LA Fonte: ANBIMA Source: ANBIMA realizada sem estudos técnicos profundos, levará a concentração e ao aumento do risco tomado pelo investidor, ao contrário do que ele gostaria que fosse proveniente da internacionalização. Além disso, é possível criar uma via de mão dupla: com a maior presença dos gestores brasileiros nos mercados de investimentos internacionais, pode-se esperar a ampliação da participação dos investidores estrangeiros no nosso mercado de fundos. O mercado brasileiro de fundos tem características muito atraentes para esses investidores, dentre elas a transparência e a segurança. A divulgação diária das principais informações dos fundos, como cotas, cotistas e patrimônio, é característica única da indústria brasileira. Além disso, a existência de pelo menos três entidades no processo de administração de um fundo gestor, administrador e custodiante dos ativos garante um nível de segurança não encontrado em outros mercados. No entanto, os gestores que resolverem aproveitar o mercado internacional deverão investir na sua estrutura operacional, pois serão necessários novos sistemas, assim como novas técnicas e metodologias de gestão de riscos, e treinamento e educação do seu pessoal serão essenciais para entender e lidar com os mercados e produtos internacionais, afinal os diferentes mercados possuem regras, padrões, linguagens, e horários diferentes, que mudarão a simples rotina de trabalho atual da gestão. A comunicação e educação financeira dos investidores também deverão ser tratadas pelos gestores e distribuidores de fundos que investirem no exterior, pois novas classes de ativos e riscos desconhecidos até então dos growth and development both for managers and mainly for national and international investors and savers. Instruction no. 554 has the purpose of improving the definitions of the types of investors who are eligible to invest in each of the several mutual funds and other means of investments it thus increases transparency and accessibility to the current and future products that asset managers will launch in the Brazilian market. On the other hand, Instruction n º 555 offers new opportunities for the Brazilian investor, as it authorizes the creation of foreign mutual funds, i.e. mutual funds that can invest up to 100% of their equity abroad. Such mutual funds are intended for the so-called qualified investors, namely investors with a minimum of R$ 1 million in financial investments. An interesting feature of ICVM no. 555 is that there is no longer a minimum amount for investing in foreign mutual funds, as long as the investor is qualified to use this class of funds. Such products must keep at least 67% of their equity abroad. Still in terms of internationalization, ICVM no. 555 alters the limit for investing in mutual funds abroad: for retail, it goes from 10% to 20%, and for qualified investors, from 20% to 40%. The creation of this product provides investors with a series of new possibilities. The main one is the change of the so-called efficient frontier for investments. More than 40 years ago, Professor Bruno Solnik of HEC École des hautes études commerciales de Paris stated in his article Why not diversify internationally rather than domestically? that the efficient frontier for investors that diversify abroad is more efficient, i.e. the investor will get higher returns for the same level of volatility. The graph below presents this result. It is possible to notice that, from the viewpoint of a Latin American (LA) investor who does not invest in Bovespa, and whose curve is shifted to the right, there is a huge gain of efficiency in adding assets of the Brazilian and Central Markets (CM) to the portfolio. For a level of volatility of 10%, its original return would be 2.2%. After international diversification, it would become 8%. This effect is also observable in the Brazilian context, which benefits the group of investors. Therefore, the possibilities and strategies of diversification will only depend on the markets and assets chosen by managers worldwide - they will no longer be restricted to the domestic markets. Reminder: there is high correlation between certain markets in the world and ingenuous diversification when carried out with no deep technical studies will lead to concentration and increase in the risk taken by the investor, as opposed to what they were looking for through internationalization. Moreover, there is a two-way road: with more Brazilian managers in international investment markets, one can expect an increase of the participation of foreign investors in the local mutual fund market, which has very attractive features for them, such as transparency and safety. The daily disclosure of the main information regarding mutual funds, such as shares, shareholders and equity, is a unique characteristic of the Brazilian industry. Besides, the existence of at least three 16 17

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