Cultivar Grandes Culturas Ano XIV Nº 162 Novembro 2012 ISSN X. Nossas capas. Destaques. Índice. Expediente

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3 Cultivar Grandes Culturas Ano XIV Nº 162 Novembro 2012 ISSN X Destaques Nossas capas Risco calculado...20 Produzir soja em áreas de várzea é possível e rentável. Mas produtores precisam manejar de forma correta aspectos como drenagem, nutrição e escolha de cultivares Charles Echer Corda fora de tom...06 Como realizar o manejo da popular corda-de-viola, planta daninha que infesta canaviais brasileiros Índice Missão quase impossível...28 A árdua tarefa de controlar o mofobranco em áreas de soja infestadas pelo fungo causador da doença Expediente O perigo é castanho...36 De que forma manejar o percevejo castanho, praga favorecida pelo sistema de cultivo em algodoeiro adotado no cerrado Diretas 04 Corda-de-viola em cana-de-açúcar 06 Espaçamento e população de plantas no feijoeiro 09 Aminoácidos levógiros (L) e dextrógiros (D) 12 Eventos - Top Ciência Sistemas de Apoio à Decisão para diagnóstico de doenças 16 Capa - Os desafios para produzir soja em áreas de várzea 20 Os efeitos da dessecação em áreas de cultivo de soja 24 Manejo do complexo de lagartas em soja 26 Mofo-branco em soja 28 Viagem técnica a áreas de arroz e soja dos EUA 31 O uso de produtos de controle hormonal na agricultura 34 Controle do percevejo castanho em algodão 36 Prevenção da resistência de daninhas a herbicidas 38 Coluna ANPII 40 Coluna Agronegócios 41 Mercado Agrícola 42 Fundadores: Milton Sousa Guerra e Newton Peter REDAÇÃO Editor Gilvan Dutra Quevedo Redação Carolina S. Silveira Juliana Leitzke Design Gráfico e Diagramação Cristiano Ceia Revisão Aline Partzsch de Almeida MARKETING E PUBLICIDADE Coordenação Charles Ricardo Echer Grupo Cultivar de Publicações Ltda. CNPJ : / Insc. Est. 093/ Rua Sete de Setembro, 160, sala 702 Pelotas RS Diretor Newton Peter Assinatura anual (11 edições*): R$ 173,90 (*10 edições mensais + 1 edição conjunta em Dez/Jan) Vendas Sedeli Feijó José Luis Alves CIRCULAÇÃO Coordenação Simone Lopes Assinaturas Natália Rodrigues Francine Martins Clarissa Cardoso Expedição Edson Krause GRÁFICA Kunde Indústrias Gráficas Ltda. Números atrasados: R$ 17,00 Assinatura Internacional: US$ 130,00 Euros 110,00 Nossos Telefones: (53) Geral Assinaturas: Redação: Comercial: Por falta de espaço não publicamos as referências bibliográficas citadas pelos autores dos artigos que integram esta edição. Os interessados podem solicitá-las à redação pelo Os artigos em Cultivar não representam nenhum consenso. Não esperamos que todos os leitores simpatizem ou concordem com o que encontrarem aqui. Muitos irão, fatalmente, discordar. Mas todos os colaboradores serão mantidos. Eles foram selecionados entre os melhores do país em cada área. Acreditamos que podemos fazer mais pelo entendimento dos assuntos quando expomos diferentes opiniões, para que o leitor julgue. Não aceitamos a responsabilidade por conceitos emitidos nos artigos. Aceitamos, apenas, a responsabilidade por ter dado aos autores a oportunidade de divulgar seus conhecimentos e expressar suas opiniões.

4 Diretas Parceria A FMC Corporation acaba de celebrar acordo de parceria de pesquisa e desenvolvimento para o registro de um novo fungicida da Isagro S.p.A. As duas empresas desenvolverão juntas o produto, da classe das carboxamidas. Para o presidente da FMC Corporation América Latina, Antônio Carlos Zem, essa parceria só favorece o agribusiness mundial. Mais um fungicida que vai chegar para o mercado e completar ainda mais o nosso amplo portfólio. Estamos alinhados com o futuro e atentos em desenvolver novas tecnologias para facilitar o dia a dia do produtor e beneficiar a agricultura mundial, afirmou. Daniel Andrade Vieira Antônio Carlos Zem Participação A Basf participou da 38ª edição do Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras, em outubro, em Minas Gerais. A empresa apresentou soluções para a cultura, como o Sistema AgCelence Café, um modelo de manejo integrado composto pelo uso sequencial dos fungicidas Cantus, na colheita dos frutos ou pré-florada, Comet, na pós-florada, e por último o Opera. A participação em eventos como este é extremamente positiva, já que nos possibilita entender as necessidades dos agricultores, compartilhar técnicas e apresentar soluções ao cafeicultor, afirmou o gerente de Cultivo Café da Basf, Daniel Andrade Vieira. Soja na várzea A Plantécnica, revenda Syngenta para a região de Pelotas, no Rio Grande do Sul, realizou seminário sobre Soja na Várzea, no município de Arroio Grande, no final de setembro. O evento buscou esclarecer aos produtores sobre manejo da água no solo, controle de doenças e plantas daninhas em áreas de várzea. Palestraram no evento os pesquisadores Ricardo Balardin e Sylvio Bidel Dornelles, da Universidade Federal de Santa Maria, o engenheiro agrônomo e consultor Rafael Ramos, além de integrantes da equipe técnica da Syngenta. Novos rumos O atual gerente de Marketing de Inseticidas e Tratamento de Sementes para América Latina, Odanil M. de Campos Leite, acaba de ser nomeado gerente global de Marketing e Portfólio de Fungicidas para Hortaliças, da Syngenta. A partir de 1º de janeiro o executivo ficará sediado em Basiléia, na Suíça. Será responsável pelo portfólio de fungicidas composto por Chlorothalonil, Fludioxonil, Cyprodinil, Mandipropamid, Mefenoxam, Fluazinam e outros. No Brasil, Leite foi responsável pelo desenvolvimento e introdução de importantes produtos no mercado, como Priori Xtra e Avicta Completo, além de globalmente pelo Vibrance, o mais novo fungicida em tratamento de sementes da empresa. Durante os últimos 2,5 anos, apoiou a implementação da estratégia de Inseticidas e de Tratamento de Sementes, liderando projetos como o do Thiamethoxam para a América Latina. Leite é engenheiro agrônomo e mestre em Produção Vegetal pela Esalq/USP e possui MBA em Marketing Odanil Leite pela FEA/USP. Laboratório Foi lançada em outubro a pedra fundamental do Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento para América Latina da área de Saúde Ambiental da Bayer CropScience. A previsão é de que a nova estrutura seja inaugurada no primeiro trimestre de 2013, com uma área de mil metros quadrados, dez vezes maior que a estrutura atual. Abrigará salas para a criação de insetos, ensaios, aplicações, dentre outras funcionalidades. Sem dúvida este será o laboratório mais completo e moderno para pesquisa e desenvolvimento de soluções voltadas ao controle de pragas urbanas, florestais e de grãos armazenados, não só na Bayer CropScience, mas também do nosso mercado, avaliou o diretor de Marketing e Inovação da área de Saúde Ambiental da Bayer CropScience para América Latina, Luis Fernando Macul. Luis Fernando Macul Correção Os valores corretos da Tabela 1 do artigo Papel Renovado são estes e não os publicados à página 34 da edição 160. Tabela 1 - Redução da infestação de arroz-vermelho (Orysa) e capim-arroz (ECHCG) em soja cultivada em área de várzea, em função de herbicidas aplicados em préemergência, na média de duas doses e em duas épocas de avaliação Herbicidas Clomazone Flumioxazin Sulfentrazone S-metolachlor Pendimethalin Trifluralin ORYSA 78,5 ab 43,7 cb 61,3 b 88,2 a 33,3 c 61,2 b Estádio V 4 Redução da infestação (Valor percentual) (1) ECHCG 100,0 a 45,7 c 81,0 ab 97,3 a 70,1 b 78,3 ab ORYSA 77,5 ab 37,5 c 64,1 b 91,8 a 38,1 c 60,0 b Estádio V 6 ECHCG 100,0 a 51,2 b 86,6 ab 100,0 a 67,8 b 75,8 ab (1) Estádio V4 - ORYSA (38,8 plts m -2 ), ECHCG (6,1 plts m -2 ); estádio V6 - ORYSA (28,2 plts m -2 ), ECHCG (6,3 plts m -2 ). 04 Novembro 2012

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6 Cana-de-açúcar José Francisco Garcia Fora de tom Favorecidas pela colheita mecanizada, plantas daninhas como a corda-de-viola são um desafio importante a ser manejado pelos produtores. Ipomoea hederifolia, Ipomoea quamoclit, Ipomoea nil, Ipomoea grandifolia, Ipomoea purpurea, Merremia cissoides e Merremia aegyptia estão entre as principais espécies presentes nos canaviais brasileiros. A aplicação de herbicidas, associada a outras alternativas integradas, é uma das estratégias que se destacam pela eficiência no controle e baixo custo de aplicação O sistema de colheita de cana crua proporcionou modificações importantes em relação às plantas daninhas por reduzir a movimentação do solo e eliminar distúrbios causados pela queimada, além da introdução da colhedora como agente disseminador de dissemínulos e da manutenção de uma camada de palha sobre o solo (Kuva et al, 2008). A palha que permanece na superfície altera a luminosidade, a temperatura e a umidade do solo, favorecendo o desenvolvimento de plantas daninhas com hábito de crescimento trepador nos canaviais, como as cordas-de-viola. Com isso, os produtores de cana-de-açúcar têm encontrado dificuldades em manter a população dessas plantas em níveis de infestação que não prejudiquem a cultura (Azania et al, 2011). A presença dessas plantas no agroecossistema da cana-de-açúcar está entre os principais fatores bióticos responsáveis pela interferência no desenvolvimento e na produtividade da cultura (Kuva et al, 2003), podendo reduzir a produtividade em mais de 80% (Silva, 2006). As perdas ocorrem, principalmente, na quantidade e na qualidade do produto colhido, redução no número de cortes viáveis e aumento dos custos de produção (Procópio et al, 2004). Nas áreas de colheita de cana crua, tem se destacado um conjunto de espécies de cordas-de-viola, dentre as quais se sobressaem: Ipomoea hederifolia, Ipomoea quamoclit, Ipomoea nil, Ipomoea grandifolia, Ipomoea. purpurea, Merremia cissoides e Merremia aegyptia (Silva et al, 2009). As cordas-de-viola são nativas da América do Sul e possuem ciclo biológico longo, acarretando problemas na colheita, uma vez que seus ramos se entrelaçam no colmo da cultura (Kissmann & Groth, 1999) dificultando o corte mecanizado, comprometendo o rendimento das máquinas e a qualidade do produto (Correia & Kronka Jr, 2010). Ainda, por ocasião da colheita, seus frutos e suas sementes podem ser encontrados ligados à planta-mãe, favorecendo a disseminação das sementes pela colhedora, em média e longa distâncias (Silva et al, 2009). Na busca por alternativas que reduzam a disseminação das plantas daninhas, o manejo integrado (rotação de culturas associada ao controle químico) apresenta-se como boa alternativa para reduzir a entrada de sementes nas áreas agrícolas e a viabilidade das sementes, mantendo suas populações em níveis insuficientes para causar danos econômicos. A rotação da cana-de-açúcar com o amendoim, nas áreas de reforma, é uma atividade economicamente viável, representando uma alternativa à complemen- 06 Novembro 2012

7 Plantas adultas de Ipomonea hill, I. hederifolia e I. grandiofolia, espécies comuns em áreas de colheita de cana crua tação da adubação mineral e à manutenção da fertilidade do solo, além de auxiliar no controle de plantas daninhas, permitindo o controle de muitas espécies de plantas daninhas que vegetam em sincronismo com as culturas (Paes & Rezende, 2001). O uso de herbicidas apresenta-se como uma das opções mais eficientes e econômicas de controle, principalmente em extensas áreas de plantio com alta infestação de plantas daninhas, durante períodos chuvosos ou mesmo sob irrigações, quando outros métodos são de baixa eficiência (Silva et al, 2006). O uso de produtos à base de imazapique tem aumentado devido ao amplo espectro de atuação sobre diferentes plantas daninhas e, ainda, a eficiência de aplicação quando se utilizam baixas dosagens (Tam; Evans; Dahmer, 2005). O imazapique, do grupo das imidazolinas, é um herbicida inibidor da enzima acetolactato sintase - ALS (Devine et al, 1993) e atua impedindo a síntese de aminoácidos ramificados essenciais ao desenvolvimento das plantas e dos microrganismos (Vargas et al, 1999). O conhecimento e o monitoramento de plantas daninhas são importante ferramenta para a tomada de decisões sobre o momento ideal para um controle eficiente e de baixo custo, assegurando o sucesso na atividade. Diante do exposto, pesquisadores da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (FCAV-Unesp) - Campus de Jaboticabal, conduziram um experimento com o objetivo de avaliar a influência da aplicação de doses de imazapique em sete espécies de cordas-de-viola em pré e pósemergência. Fotos Unesp Com o objetivo de reduzir o banco de sementes dessas espécies em áreas de renovação de canaviais, utilizando amendoim como cultura de sucessão, realizou-se a aplicação de imazapique seguindo as indicações para a cultura do amendoim. No estudo realizado pelos pesquisadores foram utilizadas as seguintes espécies de cordas-de-viola: Ipomoea grandifolia, Ipomoea hederifolia, Ipomoea nil, Ipomoea purpurea, Ipomoea quamoclit, Merremia aegyptia e Merremia cissoides. O produto foi aplicado nas seguintes doses: 2,8; 1,4; 0,7; 0,35; 0,175; 0,0875; 0,0g. ha-1 i.a. A aplicação do imazapique em pré-emergência foi realizada no dia da semeadura e, em pós-emergência, foi aos 21 dias após a semeadura das cordasde-viola. Cana e plantas daninhas cana-de-açúcar destaca-se como A uma das culturas de maior importância na economia brasileira. O Brasil é considerado o principal produtor mundial de açúcar e etanol, conquistando um espaço cada vez maior no mercado externo através do biocombustível como alternativa energética (Mapa, 2012). Estima-se que a produção da cana-deaçúcar para a safra 2011/2012 a 2021/2022 terá um acréscimo significativo de 30,5%, passando de para toneladas (Mapa, 2012). Ainda nesse período, o Brasil deverá manter a liderança no co- O efeito do herbicida sobre as diferentes espécies de cordas-de-viola foi avaliado segundo a escala de Alam (1974), aos 21 dias após a aplicação, em pré e pós-emergência. As notas de controle atribuídas foram de 0% a 100%, sendo: 0-40% (nenhuma a pobre), 41-60% (Regular), 61-70% (Suficiente), 71-80% (Bom), 81-90% (Muito Bom) e % (Excelente). A aplicação de imazapique em pósemergência apresentou maior eficiência sobre Merremia cissoide, controlando-a em até 98,33%. Já a aplicação em pré-emergência, o controle chegou a 85% utilizando a dose de 2,8g. ha -1 i.a. Para Merremia aegyptia, a aplicação em pós-emergência proporcionou maior eficiência, controlando até 85% das plantas. Em pré-emergência, a aplicação nas doses de 1,4g e 2,8g. ha -1 i.a. proporcionou controle de até 83,33%. Para Ipomoea hederifolia foram observados controle de até 99% em pós-emergência e 98% em pré-emergência. Todas as doses foram eficientes no controle de Ipomoea purpurea em pósemergência, controlando-a em até 75%. Já em pré-emergência, a dose de 2,8g. ha-1 i.a. proporcionou controle de até 81,67%. Para Ipomoea grandifolia todas as doses proporcionaram controle, chegando a 90% em pós-emergência. Em pré-emergência, foram observados controles de até 80%. Para Ipomoea nil, todas as doses testadas foram eficientes, proporcionando controle de até 86% em pós-emergência. Já a aplicação em pré-emergência, a dose 2,8g. ha -1 i.a. também controlou 86% das plantas. As doses de 0,35 e 2,8g. ha 1 i.a. em pós-emergência proporcionaram controle de até 100% para Ipomoea quamoclit. Já em pré-emergência, foram observados controles de até 88%, com a dose de 2,8g. ha 1 i.a. mércio mundial em açúcar. O aumento da área cultivada com cana-de-açúcar intensificou a preocupação com os impactos ambientais e sociais causados pela cultura, levando à proibição da queimada em canaviais no estado de São Paulo. Segundo esquema de restrições legais progressivas, a queimada estará proibida até o ano de 2021 em áreas com possibilidade de mecanização total da colheita e até 2031 para as demais áreas (Decreto nº de 11/3/2003, que regulamenta a Lei nº de 19/9/2002). Novembro

8 Gráficos C Unesp A palhada na superfície do solo favorece o surgimento de plantas daninhas como a corda-de-viola Considerações finais O uso de imazapique nas doses citadas em pré e pós-emergência proporcionou controle eficiente das cordas-de-viola. O controle, na aplicação em pré-emergência, foi mais eficiente para Ipomoea hederifolia, seguida de I. quamoclit, I. nil, Merremia cissoide, M. aegyptia, I. purpurea e I. grandifolia. Por outro lado, o controle, na aplicação em pós-emergência foi mais eficiente para I. quamoclit, seguida de I. hederifolia, M. cissoide, I. grandifolia, I. nil, M. aegyptia e I. purpurea. C Anne Elise Cesarin, Willians César Carrega, Cárita Liberato do Amaral, Daniel Primiano Ferrarezi e Pedro Luis da C. Aguiar Alves, Unesp 08 Novembro 2012

9 Feijão Rafael Leonardo Pereira População e espaço Espaçamento correto e adequação da quantidade de plantas entre as linhas são fundamentais para a melhor utilização de água, nutrientes e radiação solar na cultura do feijão. Prestar atenção a essas técnicas de manejo pode proporcionar maior desenvolvimento das lavouras, o que consequentemente resultará em melhores níveis de produtividade O aprimoramento das técnicas de manejo das plantas nas áreas de cultivo do feijoeiro constitui-se em fator preponderante para a elevação do rendimento de grãos dessa cultura. Dentre as técnicas de manejo recomendadas, Grafton et al (1988) destacam a adequação da população e do espaçamento de plantas como importante para uma melhor utilização da água, nutrientes e radiação solar. Segundo Adams e Weaver (1998), a adequação da população e o espaçamento entre plantas promovem ajuste das relações ambiente-planta para a expressão máxima da produtividade. A melhoria do desempenho produtivo da cultura do feijão comum associada à obtenção de novas cultivares com características agronômicas desejáveis vem aumentando com o passar do tempo, o que evidencia maior preocupação com a interação entre genótipos e ambientes, com as diferenças no comportamento das linhagens e das cultivares, em diversos locais, anos agrícolas e épocas de semeadura (Carbonell et al 2001). Para o cultivo de feijoeiro em período de inverno é importante o estudo do desenvolvimento da cultura conduzida sob diferentes espaçamentos devido à competição entre plantas por nutrientes e água. Tendo em vista a importância da escolha de cultivares e dos espaçamentos de cultivo, estudo objetivou avaliar o desenvolvimento de duas cultivares de feijoeiro, em cultivo de inverno sob diferentes espaçamentos no município de Cassilândia, Mato Grosso do Sul. Características das cultivares A cultivar IPR Juriti é do grupo carioca, que apresenta hábito de crescimento indeterminado e porte ereto. O tempo médio até o florescimento é de 42 dias e o ciclo médio de 89 dias da emergência à colheita (Iapar, 2011). A cultivar IAC Tunã apresenta hábito de crescimento indeterminado, com guia curta a longa, com hastes tingidas de violeta, flores de cor violeta, porte ereto, semiereto, vagens na coloração amarela manchada de roxo a amarelo-marmorizado de roxo, podendo mostrar algumas listras nessa tonalidade, na maturação fisiológica. Na colheita, a cor das vagens é creme a creme com manchas roxas, podendo em alguns casos ser quase imperceptíveis. As sementes são de forma esférica e com tegumento de cor preta. Seu ciclo é de aproximadamente 90 dias, atingindo uma produção média de 2.800kg/ha (Castro; ITO, 2006). Material e Métodos O experimento ocorreu no município de Cassilândia, região do Bolsão Sul Mato-grossense, nas coordenadas de latitude 19º06'48" sul e na longitude 51º44 03" oeste, a uma altitude de 470 metros. O trabalho foi conduzido a campo na área experimental da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems), Unidade Universitária de Cassilândia (UUC). O preparo do solo foi realizado no dia 8 de maio de 2011 e constou de uma aração e duas gradagens. Foram coletadas subamostras da parte superficial do solo antes do preparo do solo, a profundidade de 0-20cm para realização de análise do solo. De acordo com as características químicas do solo da área experimental (Tabela 1), realizou-se adubação de semeadura no dia 6 de junho com a dose de 250kg/ha do formulado A semeadura foi realizada manualmente Novembro

10 Tabela 1 - Características químicas do solo da área experimental ph CaCl MO g dm P (resina) mg dm K 0.5 Ca Mg H+Al SB CTC --- mmolc dm no dia 7/6/2011 nos espaçamentos de 45cm e 80cm das cultivares de feijão Juriti e Tunã. O experimento constou de 16 parcelas com seis linhas de semeadura e cinco metros de comprimento. Foi utilizado o delineamento em blocos casualizados, com quatro repetições em fatorial 2 x 2, totalizando quatro tratamentos e 16 parcelas. Os dados foram transformados por raiz quadrada de x de acordo com Banzatto e Kronka (2006). Foi realizada análise de variância e para comparação das médias e verificação dos efeitos de cultivares e espaçamentos, com utilização do teste de Tukey, a 5% de probabilidade. Empregou-se o programa Sanest (Zonta; Machado, 1991) para realização das análises estatísticas. Foram realizadas duas capinas manuais na área, para controle de plantas daninhas evitando maior competição com as plantas de feijão. A primeira foi realizada com 30 DAS e a segunda 51 DAS, período em que havia uma grande incidência de plantas daninhas. Devido à incidência de ataques de pragas como a Diabrotica speciosa realizou-se a aplicação do ingrediente ativo (i.a) diafentiurom, com dose: 0,5kg/ha do p.c. ou 250g/ ha do i.a. Foram estudados variáveis, estande inicial, altura de planta, produção de matéria seca aos 30, 72 e 93 dias após a semeadura e também no momento da colheita, estande final. Após a colheita serão avaliados os parâmetros, o número total de vagens por planta e vagens secas e verdes, o número de sementes por vagens, a massa de 100 grãos e produtividade. Estas avaliações foram realizadas da seguinte forma: Estande Inicial: foram contadas as plantas em um metro da linha central de cada parcela aos 20 dias após a semeadura. Altura de Plantas: foram medidas dez plantas de uma das linhas centrais de cada parcela. Foi utilizada régua graduada em centímetros. Produção de matéria seca: foram utilizadas as mesmas dez plantas que foram empregadas para a altura. As dez plantas foram submetidas à secagem por 24 horas em estufa a 65 C e posteriormente pesadas em balanças com 0.01g de precisão. Estande Final: foram contadas as plantas em um metro da linha central de cada parcela na ocasião da colheita. Número de vagens por planta: foram colhidas dez plantas de uma das linhas centrais de cada parcela e contadas as vagens verdes e secas de cada planta. A soma das vagens verdes e das vagens secas V % 38 Fe mg dm M % 29 resultou no número total de vagens. Número de sementes por vagens: foram utilizadas as dez plantas colhidas empregadas para determinação de número de vagens por planta. Foram debulhadas as vagens de dez plantas de cada parcela e as sementes contadas. Massa de 100 grãos: foram separados 100 grãos de uma parcela e pesados em uma balança com 0.01g de precisão. A primeira avaliação se deu quando as plantas se encontravam com exatos 30 dias após a semeadura (DAS), onde se avaliaram estande inicial, altura de plantas, matéria verde e seca. A segunda avaliação ocorreu quando as plantas se encontravam com 72 DAS, onde foram avaliados os mesmos parâmetros da primeira avaliação. A terceira avaliação ocorreu quando as plantas se encontravam com 93 DAS, onde foram avaliados os mesmos parâmetros das duas primeiras avaliações, porém, realizou-se também a contagem de vagens por planta. Resultados e discussão A temperatura ideal para o cultivo do feijão se situa entre valores mínimos, ótimos e máximos de 12 C, 21 C e 29 C, respectivamente (Embrapa, 2000). O experimento em campo atingiu índices de temperatura máxima entre 29,6ºC e 12,6 C e temperatura mínima entre 27,5ºC e 11,2 C, valores consideráveis para o cultivo do feijoeiro. O índice de precipitação no período foi muito baixo, o que prejudicou o desenvolvimento da cultura, uma vez que o rendimento do feijoeiro é bastante afetado pelo estresse hídrico. De acordo com Zimmermenn e Teixeira (1996), o feijoeiro é muito sensível tanto a geadas quanto a altas temperaturas. Também as condições de seca durante as épocas críticas, do florescimento ao enchimento da vagem, são muito prejudiciais. Para as médias de estande não houve diferença significativa entre as cultivares avaliadas, porém para espaçamentos ocorreu em todas as avaliações. Houve redução no número de plantas por hectare entre todas as avaliações realizadas, totalizando um número de 312 A adequação entre o espaçamento e a população de plantas tem reflexos na expressão da produtividade Fotos Rafael Leonardo Pereira O número de sementes por vagem foi contabilizado durante o experimento plantas/ha, 640 plantas/ha no espaçamento de 45cm e 171,66 plantas/ha no espaçamento de 80cm aos 30 DAS; aos 72 DAS no espaçamento de 45cm obteve valores de 243,42kg/ha e no espaçamento de 80cm, 133,39kg/ha; e com 93 DAS os valores foram de 219,10 plantas/ ha no espaçamento de 45cm e 119,55 plantas/ ha no espaçamento de 0,80m. Este fato pode ser atribuído às condições climáticas descritas ocorridas durante o ciclo da cultura. De acordo com Urchei et al (2000), para avaliar os efeitos de sistemas de manejo sobre as plantas de feijão, a análise de crescimento é fundamental, pois descreve as mudanças na produção vegetal em função do tempo, o que não é possível com simples registro do rendimento. Nesse estudo foram realizadas avaliações aos 30, 72 e 93 DAS permitindo acompanhamento dos efeitos dos espaçamentos entre plantas para as cultivares Tunã e Juriti. Para as médias de matéria verde para o fator cultivares, em todas as avaliações não houve diferença significativa entre as cultivares analisadas. Entre os espaçamentos ocorreu diferença significativa nas avaliações 30 DAS e 93 DAS, sendo que na primeira avaliação aos 30 DAS, no espaçamento de 45cm a média foi de 635,86kg/ha, enquanto o de 80cm obteve uma média de 1.117,48kg/ha, a avaliação com 93 DAS à média de 45cm foi de 1.633,48kg/ ha, já o espaçamento de 80cm apresentou uma média de 2.942,94kg/ha. De acordo com os resultados obtidos para produção de matéria seca, não houve diferença significativa em relação às cultivares, porém em relação aos espaçamentos na avaliação aos 30 DAS e 93 DAS ocorreu diferença significativa, sendo que na avaliação com 30 DAS com o espaçamento de 45cm obteve-se uma média de 80,95kg/ha e no espaçamento de 80cm uma média de 169,14kg/ha, para a avaliação 10 Novembro 2012

11 Trabalho foi conduzido no município de Cassilândia, no Bolsão Sul Mato-grossense com 93 DAS a média com o espaçamento de 45cm foi de 863,76kg/ha, e com o espaçamento com 80cm foi de 1.228,24kg/ha. Arf et al (1996), em trabalho realizado para estudo do efeito de diferentes espaçamentos obteve resultados médios de matéria seca de 7,03g por planta no espaçamento de 0,30 x 0,80 (m), valores superiores aos obtidos neste estudo aos 93 DAS. Shimada et al (2000), utilizando o espaçamento de 0,45m obtiveram valores de produção de matéria seca de 3,38g por planta, valores inferiores aos observados neste estudo considerando-se o número de plantas por hectare. Urchei et al (2000) em estudo do crescimento de cultivares de feijoeiro sob irrigação em plantio direto e convencional não observaram diferença na produção de matéria seca em relação aos espaçamentos, sendo que os espaços utilizados pelos autores foram de 0,25m e 0,50m. Ainda de acordo com os mesmos autores as diferenças na produção de matéria seca podem ser observadas apenas a partir de 37 DAE quanto ao efeito dos sistemas de preparo do solo. Neste estudo observamos diferenças estatísticas quanto aos espaçamentos estudados já aos 30 DAS. Quando comparadas as cultivares, não houve diferença significativa em nenhuma das avaliações. Para avaliações de espaçamentos houve diferença significativa nas avaliações com 30 DAS e 93 DAS. Com 30 DAS o valor médio para o espaçamento de 45cm foi de 16,19cm, e com espaçamento de 80cm a média foi de 19,57cm. As médias para 93 DAS para espaçamento de 45cm foi 23,34cm e para espaçamento de 80cm a média foi de 30,25cm. Os valores mostraram que, conforme houve aumento de espaçamento, ocorreu também o aumento de altura de plantas, resultados também observados por Horn et al (2000). De forma geral, o espaçamento de 80cm possibilitou incremento para matéria verde, matéria seca e altura de plantas. Bertolin et al (2008) também observaram maior produção de matéria verde e maior altura de plantas no espaçamento superior estudado (50cm) em relação ao espaçamento inferior (30cm) para guandu (Cajanus cajan). Conclusões A avaliação do crescimento do feijoeiro é importante para observação dos efeitos de espaçamentos e cultivares de feijoeiro. Em relação aos parâmetros avaliados, a cultivar Juriti obteve melhor desenvolvimento comparada à cultivar Tunã, e o espaçamento de 0,80m resultou em melhor comportamento das cultivares comparado com o espaçamento de 0,45m. O período de cultivo estudado, sem utilização de irrigação, não pode ser recomendado para o município de Cassilândia. C Rafael Leonardo de S. Pereira, Danila Comelis Bertolin, Cristhy Willy Silva Romero e Leticia Serpa dos Santos, Univ. Est. de Mato Grosso do Sul

12 Nutrição O L da questão Quando o assunto é aminoácidos algumas distinções são necessárias como diferenciar levógiros (L) dos dextrógiros (D). Entre os biologicamente ativos se destaca o ácido L-glutâmico, obtido a partir da fermentação do melaço da cana-de-açúcar pela bactéria Corynebacterium glutamicum Divulgação O potencial de uso dos aminoácidos na agricultura ganha novos contornos com o avanço das tecnologias de produção e do conhecimento dos efeitos dessas moléculas no metabolismo vegetal. Até bem pouco tempo, a utilização dos aminoácidos nas formulações fertilizantes, especialmente para a aplicação foliar, relacionava-se exclusivamente ao seu efeito como agente quelante/complexante orgânico, ou aditivo, classificado como composto natural na legislação vigente. Isso por que, na absorção de nutrientes, quando um íon está quimicamente ligado a um aminoácido, seu transporte pela membrana celular é facilitado, possibilitando absorção mais rápida do que de quantidades equivalentes do íon na forma livre. Entretanto, resultados de pesquisas e relatos de resultados de campo têm demonstrado que o efeito dos aminoácidos vai além dos processos de absorção dos nutrientes contidos nas formulações fertilizantes. Os aminoácidos sintetizados pelas plantas, além da função estrutural, estão relacionados à síntese de vitaminas, de enzimas, de hormônios e da clorofila. Alguns também estão envolvidos no transporte e armazenamento de nutrientes, como o glutamato, a glutamina e a asparagina, relacionados ao metabolismo do nitrogênio. Para o entendimento da ação dos aminoácidos aplicados às plantas, ou seja, exógenos, é necessário distinguir os L dos D aminoácidos, que na bioquímica, se diferenciam pelo desvio do plano de luz polarizada (isomeria óptica). Aminoácidos que desviam a luz para a direita são chamados dextrógiros (D), quando o desvio se dá para a esquerda, são chamados levógiros (L). A importância dessa distinção reside no fato de que um aminoácido dextrógiro (D) e um levógiro (L) são imagens especulares uma da outra, sendo a disposição dos átomos crucial na determinação da atividade biológica, pois a mesma substância pode ou não apresentar efeito biológico, dependendo do desvio do plano de luz polarizada. Assim, os aminoácidos biologicamente ativos são sempre os levógiros (L), os dextrógiros (D) não têm atividade biológica. Os organismos vivos são compostos por 100% de L-aminoácidos que, após a morte, ao entrarem em decomposição, começam a se transformar em dextrógiros (D). Sendo assim, os aminoácidos em geral provenientes de processos fermentativos, sintetizados por microrganismos, possuem a configuração L. Destaca-se o aminoácido ácido L-glutâmico, obtido através da fermentação do melaço da cana-de-açúcar pela bactéria Corynebacterium glutamicum. No metabolismo vegetal, o ácido L-glutâmico é sintetizado pelo sistema glutamina sintetase/glutamato sintetase (GS/Gogat) e atua como substrato para reações de transaminação, originando outros aminoácidos. Na aplicação exógena do ácido L-glutâmico, sua absorção e metabolização (participando como precursor da síntese de clorofila) são bem descritas na literatura. O efeito da aplicação foliar desse aminoácido, contribuindo para o aumento da emissão de folhas, volume de raízes e elongação celular em espécies hortícolas, foi relatado em diversos trabalhos recentes. A Figura 1 apresenta a imagem da parte aérea e das raízes de mudas de orégano (planta 12 Novembro 2012

13 Fotos Átila Mógor Alterações no teor relativo de clorofila em plantas de feijoeiro submetidas à aplicação foliar de ácido L-glutâmico utilizada como modelo em pesquisas com aminoácidos, devido ao seu rápido crescimento e diferenciação) em função das doses e frequências de aplicação de solução contendo ácido L-glutâmico (produto MIQL005/11, com 300g/L de ac. L-glutâmico). A expansão foliar e radicular pode ser atribuída ao ácido L-glutâmico aplicado às folhas, pois, quando absorvido pelas plantas, ocorre a conversão em glutamato, reação catalisada pela enzima α-ácido glutâmico descaboxilase, podendo atuar nos mecanismos de crescimento relacionados ao metabolismo do N. Outra observação em estudos recentes é de que a aplicação do ácido L-glutâmico promoveu o aumento da atividade da enzima redutase do nitrato, relacionada com a conversão do N-nítrico a amoniacal. O papel do ácido L-glutâmico na síntese de clorofila foi descrito no final dos anos 70, indicando que esse aminoácido, quando aplicado às plantas, serve de esqueleto carbônico, convertido a ácido aminolevulírico, nas etapas iniciais da síntese do pigmento. Essa observação justifica o aumento do teor de clorofila em plantas que receberam aplicação via foliar de solução contendo o aminoácido (MIQL005/11, 300g/L de ac. L- glutâmico). Alterações no teor relativo de clorofila em plantas de feijoeiro submetidas à aplicação foliar de ácido L-glutâmico, indicando a absorção e metabolização do aminoácido e seu efeito na síntese de clorofila. Outra perspectiva de utilização dos L-aminoácidos, relaciona-se à resposta das plantas aos estresses abióticos, especialmente aos que induzem a reações oxidativas, como o estresse hídrico e o salino. Na prática, é possível relacionar o amarelecimento das folhas das plantas, como, por exemplo, do feijoeiro submetido à restrição hídrica, como resultado do estresse oxidativo, em que espécies reativas de oxigênio (H 2 O 2, O 2 -) promovem a degradação das membranas celulares dos cloroplastos, induzindo a clorose. As plantas, em resposta a esse tipo de estresse, produzem o aminoácido prolina, que em parte limita a degradação das membranas celulares. Identificou-se que a aplicação foliar do ácido L-glutâmico pode promover o aumento da concentração de prolina em folhas de plantas de feijoeiro submetidas a períodos de restrição hídrica, reduzindo a clorose. O potencial de uso dos L-aminoácidos vai muito além do efeito desses compostos na absorção foliar de fertilizantes, podendo atuar na promoção do crescimento vegetal e nas respostas aos estresses oxidativos. Cabe a pesquisa científica contribuir para a melhor elucidação dos mecanismos fisiológicos envolvidos na metabolização dos L- aminoácidos aplicados às plantas, referenciando a utilização desses compostos provenientes de processos naturais, com vistas a uma agricultura cada vez mais sustentável. C Átila Francisco Mógor Universidade Federal do Paraná Figura 1 - Imagem obtida por meio do programa computacional WinRhizo, da parte aérea e das raízes de mudas de orégano em função de diferentes doses e frequências de aplicação do produto MIQL005/11, com 300g/l de ac. L-glutâmico. Curitiba, Novembro

14 Eventos Foco na ciência Basf reúne mais de 400 participantes em premiação de trabalhos desenvolvidos para o aumento da produtividade no campo de forma sustentável Carolina Silveira A Basf realizou em outubro a 7ª edição do Top Ciência, fórum de pesquisa e tecnologia organizado anualmente pela companhia. A premiação de 23 trabalhos desenvolvidos ao longo do último ano, o lançamento de uma rede social específica para o setor agrícola, o anúncio de cinco novas patentes e a apresentação do conceito do novo fungicida Xemium estiveram entre os destaques do evento, que reuniu mais de 400 participantes em Campinas, São Paulo. Com o foco em novas tecnologias a Basf aproveitou o evento para anunciar uma rede social voltada para o segmento agrícola, batizada de Porteira. O ambiente irá ao ar em abril de 2013 e os integrantes convidados poderão montar um perfil pessoal e técnico, elencando os temas de preferência, para que recebam assim informações personalizadas e tenham acesso a notícias, artigos técnicos, cotações, bate-papo, a um mapa integrado, com uma área visual de acordo com as culturas escolhidas, entre outros recursos. Além disso, o participante poderá ter contato direto com um engenheiro agrônomo, para sanar suas dúvidas sobre pragas e doenças em sua lavoura, explicou o vice-presidente sênior da vencedores BRASIL Cereais e Cereais de Inverno Instituição: Universidade Federal de Uberlândia Origem: Uberlândia (MG) Título do trabalho: Contribuição da Unidade de Proteção de Cultivos da Basf para a América Latina, Eduardo Leduc. O Top Ciência também anunciou cinco novas patentes. Assim, os pesquisadores tiveram a oportunidade de ter seus projetos divulgados, com o reconhecimento dos seus direitos de propriedade. Quatro das patentes divulgadas derivam de uma patente submetida em 2011, tendo como inventores pesquisadores de quatro universidades na busca da sinergia entre diferentes herbicidas e fungicidas em diversas culturas. A quinta patente submetida refere-se ao efeito sinérgico fungicida e inseticida da composição de específicos extratos de plantas. O conceito do novo fungicida da Basf, que conta com o componente ativo Xemium, foi apresentado durante o Top Ciência. O produto tem como alvo a cadeia respiratória mitocondrial e poderá ser aplicado em diversas culturas, tanto em hortaliças e frutas quanto em grandes culturas. O lançamento está previsto para Participaram do evento pesquisadores de universidades do Brasil e da América Latina, consultores, distribuidores e parceiros da Basf. Os trabalhos concorrentes ao prêmio Top Ciência foram divididos em painéis técnicos em seis temáticas: cereais/cereais de inverno, perenes, oleaginosas, hortifruti, herbicidas Proteção foliar e dos Efeitos Fisiológicos dos Fungicidas na Produção e Partição de Fotoassimilados (Matéria Seca) na Cultura do Milho Autor: Césio Humberto de Brito e Non Crop. O evento contou, também, com palestra do ex-presidente da república Fernando Henrique Cardoso, que destacou a importância da pesquisa e da produção intelectual, com o relato de suas experiências pessoais, profissionais, como professor em universidades no Brasil e na Europa e percepções da realidade brasileira e do exterior. Conectividade Outro destaque da Basf foi o Digilab 2.0, que tem como diferencial a disponibilidade para tablets. Neste ambiente, o serviço irá dispor também de uma lupa acoplada sem fio, que proporciona o aumento em até 200 vezes para visualização de pragas, doenças e ervas daninhas na lavoura. Já o Digilab para computador também teve novidades, com a apresentação de dois módulos novos: um para nematoides, no qual será possível, a partir da análise dos sintomas das raízes, chegar a um diagnóstico; e outro para Non Crop. Os serviços estarão à venda a partir de dezembro deste ano. A Basf elencou também durante o evento o aplicativo para smartphone, o AgroNews, com notícias do mercado agrícola e informações sobre o clima. Premiação Nesta edição, o Top Ciência obteve mais de 390 trabalhos inscritos, sendo aproximadamente 230 de instituições brasileiras e quase 160 de universidades da América Latina. Destes, foram reconhecidos os 23 melhores (veja vencedores no Box), que ganharam uma viagem para a Alemanha e Israel. A comissão julgadora elegeu as pesquisas em cerca de 20 cultivos analisados, entre eles: soja, milho, arroz, feijão, trigo, girassol, café, algodão, cana-de-açúcar, citros, amendoim e hortifruti e também na área Non Crop, que é voltada para pragas em ambientes não agrícolas. Em 2012, o prêmio já passou pela Argentina, em julho, pelo México, em agosto, pela Colômbia, em setembro, e encerrou-se no Brasil. Instituição: Universidade Federal de Santa Maria Origem: Santa Maria (RS) Título do trabalho: Produtividade do milho (Zea mays (L.) em função do controle da mancha 14 Novembro 2012

15 da folha (Phaeosphaeria maydis), exercido pela aplicação de Abacus HC (Piraclostrobina + Epoxiconazol) associado com Mo. Autor: Ivan Dressler Costa Instituição: CWR Pesquisa Agrícola LTDA Origem: Palmeira (PR) Título do Trabalho: Manejo da mancha salpicada do trigo e benefícios AgCelence do Fungicida Opera (Piraclostrobina + Epoxiconazol) com ou sem adjuvante na produtividade da cultura Autor: Eduardo Gilberto Dallago Instituição: Universidade Estadual do Centro- Oeste Origem: Guarapuava (PR) Título do Trabalho: Posicionamento da aplicação do fungicida Opera como forma de maximizar a produtividade e rentabilidade econômica da cultura do milho Autora: Jaqueline Huzar Novakowiski Perenes Instituição: Fundação Procafé Origem: Campinas (SP) Título do Trabalho: Vigor vegetativo comparativo entre as estrobilurinas do Comet (Pyraclostrobina), Oranis (Picoxystrobina), Flint (Trifloxistrobina) e Amistar (Azoxystrobina) na formação do cafeeiro irrigado por gotejamento. Autor: Roberto Santinato Instituição: Sagra Agrícola Origem: Carmo do Parnaíba (MG) Título do Trabalho: Cultura do café: 10 anos de estudos da produtividade do cafeeiro ( ) e avaliações do efeito potencializador do Sistema AgCelence da Basf influenciando na bebida do café. Autor: Marcelo de Melo Linhares Instituição: Coopercitrus Cooperativa de Produtores Rurais/Olímpia Origem: Pindorama (SP) Título do Trabalho: Avaliação da uniformidade de brotação das gemas, enraizamento e controle de podridão abacaxi com as gemas posicionadas no sulco de plantio a 0º, 90º e 180º Autor: Marcos Antonio Zeneratto Instituição: JM Bioanálises Origem: Botucatu (SP) Título do Trabalho: Controle da ferrugem alaranjada em cana-de-açúcar e o efeito fisiológico promovido pela aplicação de Opera Autor: Junior Cesar Modesto Instituição: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp/SP) Origem: Jaboticabal (SP) Título do Trabalho: Controle alternativo de Colletotrichum acutatum e C. gloeoporioides, agentes causais da Podridão floral dos citros, num contexto pós-benzimidazóis Autor: Antonio de Goes Instituição: Coopercitrus Cooperativa de Produtores Rurais/Jales Origem: Jales (SP) Título do trabalho: Efeito AgCelence de Comet em plantas novas de citros Autor: Nelcir Alves de Oliveira Oleaginosas Instituição: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq/USP Origem: Piracicaba (SP) Título do trabalho: Sistema de Apoio à Tomada de Decisão para Aplicações de Fungicidas com Base no Monitoramento Meteorológico das Culturas da Soja e do Tomate Autor: Paulo C. Sentelhas Instituição: Vieira Assunção Consultoria Origem: Tangará da Serra (MT) Título do trabalho: Efeito do Sistema AgCelence no controle de doenças na cultura da soja e seu benefício na qualidade nutricional dos grãos Autor: Paulo Sérgio de Assunção Instituição: Instituto Phytus Origem: Santa Maria (RS) Título do trabalho: Aplicação isolada ou combinada de Roundup Ultra e Comet e seus efeitos contributivos nos Sistema AgCelence no RS e em MT Autor: Marcelo Madalosso Instituição: Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Origem: Uberlândia (MG) Título do trabalho: Eficácia biológica dos produtos Standak Top, Comet e Opera em soja para controle de Meloidogyne javanica e Pratylenchus brachyurus Autor: Maria Amélia dos Santos Instituição: Fundação Chapadão Origem: Chapadão do Sul (MS) Título do trabalho: Aplicação de fungicidas no controle da ramulária na cultura do algodão cultivado em sistema adensado Autor: Germison Vital Tomquelskqui Instituição: Universidade Estadual de Maringá (UEM) Origem: Maringá (PR) Título do trabalho: Atividade de enzimas antioxidantes em folhas de plantas de soja tratadas com glyfosate e piraclostrobina Autor: Tadeu Takioshi Inoue Hortifruti Instituição: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp/Botucatu SP) Origem: Botucatu (SP) Título do trabalho: Efeito da piraclostrobina + metiran na produção e na incidência do vira cabeça na cultura do tomateiro Autor: Marcelo Agenor Pavan Instituição: Coopercitrus Cooperativa de Produtores Rurais/Taquaritinga Origem: Taquaritinga (SP) Título do trabalho: Efeito AgCelence do Comet (piraclostrobina) no ciclo de maturação da manga, variedade Tommy Atkins, comparado aos tratamentos competidores Autor: Valentin Ocimar Gavioli Instituição: Takao Hoshino Origem: Itapetininga (SP) Título do trabalho: Efeito AgCelence na cultura da batata cultivar atlantic sob condições climáticas adversas (Solanum tuberosum L.) Autor: Felipe de Campos Vieira Instituição: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp/Botucatu SP) Origem: Botucatu (SP) Título do trabalho: Efeitos fisiológicos de fungicidas no desenvolvimento de plantas de melão rendilhado, cultivadas em ambiente protegido Autora: Ana Claudia Macedo Herbicidas Instituição: Milton Ide Consultoria Agrícola S/C LTDA Origem: Luis Eduardo Magalhães (BA) Título do trabalho: Efeito do herbicida Heat na desfolha da cultura do algodão (Gossypium hirsutum) Autor: Milton Akio Ide Instituição: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq/USP Origem: Piracicaba (SP) Título do trabalho: Heat Inovação tecnológica no manejo de plantas daninhas em cana-deaçúcar Autor: Pedro Jacob Christoffoleti Non Crop Instituição: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp/SP) Origem: Jaboticabal (SP) Título do trabalho: Ecotoxicidade do herbicida imazamoxi para organismos não alvos e eficáfia no controle de marcófitas aquáticas submersas Autor: Claudinei da Cruz Novembro

16 Tecnologia Jacto Ajuda virtual Sistemas de Apoio à a Decisão (SAD), através de computadores, são uma ferramenta a mais para auxiliar produtores no diagnóstico e manejo de doenças na agricultura A grande variedade de condições de manejo, como a irrigação, o adensamento e a exploração de novas áreas de cultivos, como o cerrado, proporciona grande variabilidade nos sintomas das doenças, pragas, nematoides e demais anomalias que possam afetar as culturas de interesse econômico. Esse cenário dificulta, em muitos casos, a correta diagnose e consequentemente compromete a resolução do problema. Normalmente, especialistas são necessários para fornecer o conhecimento sobre uma diagnose, entretanto, muitas vezes, um especialista em determinada área é escasso no mercado ou não se encontra disponível para realizar a diagnose (Mahaman et al, 2003). Para a diagnose de doenças, por exemplo, o conhecimento pode estar disponível aos agricultores e extencionistas na forma de livros, apostilas, vídeos e também na forma de programas de computador (Travis & Latin, 1991). Sendo assim, com a enorme difusão da informática na sociedade atual os Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) possuem enorme potencial para contribuir na diagnose de anomalias na agricultura, sejam por fatores patogênicos ou não. O SAD é uma ferramenta para auxiliar os não especialistas na tomada de decisões. A ferramenta utiliza o conhecimento humano capturado em computador para resolver problemas inerentes a especialistas. É um auxiliar inteligente, um consultor para diversos usuários e um meio de preservar o conhecimento, tornando-o acessível a todos (Uchôa, 2007). Neste trabalho serão considerados Sistemas Especialistas (SE) e Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) como uma única ferramenta, visto que ambos desempenham o mesmo papel funcional e o que os difere são elementos computacionais irrelevantes para o presente estudo. Os SAD começaram a surgir comercialmente entre 1980 e A primeira companhia formada exclusivamente para produzi-los foi a Intelli Genetics, no campo de engenharia genética e com técnicos oriundos do Projeto de Programação Heurística da Universidade de Stanford. Recentemente, muitas empresas como a brasileira ilab Sistemas Especialistas, têm explorado esta tecnologia. Embora SAD e peritos reais possam em alguns casos desempenhar tarefas idênticas, as características de ambos são criticamente diversas. Mesmo havendo algumas vantagens evidentes dos SAD, não poderão substituir os peritos em todas as situações devido a algumas limitações inerentes (Savaris, 2002). Segundo Edward-Jones (1993), a utilização de SADs para diagnose e manejo de doenças, como, por exemplo, do cafeeiro, é justificável devido aos seguintes motivos: Um especialista humano em determinada área é escasso no mercado, assim, seu conhecimento pode ser preservado no SAD para uso futuro; O conhecimento do especialista pode ser disseminado por um programa de computador para não especialistas em outras regiões geográficas onde, até então, não era possível a solução de alguns problemas; Para enriquecer as conclusões sobre uma determinada decisão, podendo, desta forma, concentrar-se em outros pontos básicos de um determinado problema; O SAD pode ser utilizado como ferramenta de treinamento e, então, proporcionar mais conhecimento ao especialista dentro do seu domínio. No meio científico é comum pesquisadores que deixaram de divulgar seu conhecimento ou não houve que os precedesse. Com o emprego de SADs pode-se perpetuar o pensamento destes cientistas e, além disto, com a rede internacional de computadores divulgar de forma rápida os resultados da pesquisa (Pozza, 1998). Nos SADs o conhecimento é representado em chaves dicotômicas por árvores de conhecimento hierárquicas e dividido em módulos e submódulos, de acordo com o raciocínio do especialista, para facilitar o desenvolvimento do sistema. Entre os SAD desenvolvidos para a diagnose de doenças, um exemplo que apresenta fotografias coloridas dos sintomas para facilitar 16 Novembro 2012

17 a interação com o usuário é o Muskmelon Disease Management System (MDMS), desenvolvido por Latin et al (1990) para o diagnóstico e manejo de 17 desordens em melão. Contém 28 fotografias coloridas, que auxiliam o usuário na tomada de decisão, em seu diagnóstico final. Outros sistemas utilizam, em vez de fotografias, desenhos e gravuras de sintomas. É o caso do Diana e do Foreshealth, respectivamente, para a diagnose de doenças em abacaxi (Perrier et al, 1991 e 1993) e para diagnose, avaliação da severidade e manejo de doenças em árvores de florestas de madeira de lei (Nash et al, 1992). A base de conhecimento dos SADs desenvolvidos para a diagnose de doenças tem informações provenientes da literatura e de entrevistas realizadas com especialistas na área com o auxílio de engenheiros do conhecimento, exemplo disto é o SAD construído por Boyd e Sun (1994), para a diagnose de doenças da batata. O trabalho envolveu dois engenheiros do conhecimento e cinco especialistas. Neste caso o conhecimento obtido foi representado em chaves dicotômicas por árvores de conhecimento hierárquicas e dividido em módulos de acordo com o estádio de crescimento da planta, e estes em submódulos, de acordo com o órgão da planta. O Diana (Perrier et al, 1993), o Calex/ Peaches (Plant et al, 1989) e o Doctor Citrus (Uchôa, 2007) também utilizaram submódulos divididos conforme o órgão da planta. O Doctor Coffee (Pinto, 2001) possui regas divididas em módulos de acordo o estádio de crescimento da planta. Fayet (1987), em seu sistema para diagnose de 50 desordens do cravo, dividiu seus módulos, segundo a etiologia: I) doenças causadas por fungos, bactérias ou vírus; II) problemas causados por insetos, nematoides ou ácaros, e III) doenças causadas por erros de cultivo. Atualmente, os SADs para a diagnose e manejo de doenças devem fornecer um nível de confiança a ser depositado na conclusão, como uma alternativa para o tratamento da incerteza, baseado em modelos matemáticos ou na simples intuição do especialista (Waterman, 1986). O SAD para a diagnose de doenças da soja (Michalski et al, 1983) baseiase em fatores multiplicativos, ou seja, a cada resposta, o sistema atribui um número, que é multiplicado por outro, da próxima resposta, até uma conclusão, com determinado nível de certeza ou confiança. Nash et al (1992) utilizaram a teoria da probabilidade bayesiana para o cálculo da incerteza. Porém, outros autores preferem a utilização de fatores de confiança atribuídos somente à conclusão final, segundo a intuição do especialista, por ser este modelo mais fácil de ser manejado, por não depender de modelagem matemática e pode se aproximar mais facilmente da realidade na natureza (Jackson, 1990). Entre os sistemas para manejo de doenças destacam-se o Psaoc (Travis et al, 1992) e o Morecrop (Cu & Line, 1994). O Penn State Apple Orchard Consultant (Psaoc), desenvolvido por Travis et al (1992) para o manejo de pomares de maçã, foi construído em computadores Macintosh e emprega um SAD baseado em Frames. Atualmente é um dos SADs mais bem construídos e validados para o manejo de uma cultura, por incorporar o conhecimento de várias áreas da ciência agrícola. Para construir a base de conhecimentos consultaram-se especialistas em fitopatologia, entomologia, fruticultura, engenharia agrícola, meteorologia agrícola, economia agrícola e sociologia rural. São oito as doenças incluídas no sistema. Dados climáticos e característi-

18 Na tela do computador o produtor tem acesso a informações que podem auxiliá-lo na diagnose e tomada de decisão cas das variedades utilizadas no pomar são empregados para determinar o potencial de desenvolvimento da doença. O Morecrop (Managerial Options for Reasonable Economical Control of Rusts and Other Pathogens) foi construído com o objetivo de apoiar a previsão e o manejo de 16 doenças do trigo no noroeste do Pacífico, nos Estados Unidos (Cu & Line, 1994). As informações da base de conhecimentos basearam-se em mais de 30 anos de pesquisa em manejo e epidemiologia de doenças do trigo (Line, 1993). O sistema, além de possuir ampla base de conhecimentos, tem boa interface com o usuário, em ambiente Windows, fácil de ser manejado. No Brasil, como exemplo de sucesso no desenvolvimento da tecnologia, Pozza et al (1997), construíram um SAD para diagnóstico de doenças do tomateiro, o "TomEx", que engloba 37 doenças do tomateiro para a realização de diagnósticos. Foram consultados dois especialistas para adquirir o conhecimento. O SAD completo contém 78 perguntas, 87 fotografias e 116 regras. Nos últimos anos é possível destacar alguns trabalhos que foram publicados descrevendo desenvolvimentos de protótipos de SAD, entre eles Semaça (Silva, 2002), desenvolvido para auxiliar o diagnóstico de doenças que geralmente atacam a cultura da maçã. Ainda para auxílio à diagnose, o Dr. Seed (Alves, 2006), é um sistema para auxiliar na detecção de fungos em análises de sanidade de sementes. Este SAD possui opções que permitem auxiliar a identificação de 46 fungos de importância econômica que ocorrem em sementes de algodão, arroz, cenoura, feijão, girassol, milho, soja, sorgo e trigo, submetidas ao teste de incubação em papel de filtro (blotter test). Não só para diagnose, os SAD vêm sendo usados na agricultura, Passos (2005) desenvolveu um sistema especialista para identificação de espécies de nematoides do gênero Ditylenchus, demonstrando a versatilidade de aplicações dos SAD. O Erosy (Fernandes et al, 2002), que é um sistema de apoio ao processo de avaliação de impactos ambientais de atividades agropecuárias, na sua validação mostrou-se um instrumento viável para efetuar a avaliação da aptidão agrícola das terras, por apresentar um índice de concordância, em nível de grupo, de aproximadamente 75% com especialistas consultados. Portanto, os SAD constituem uma ferramenta eficaz e consagrada no processo de diagnose. A correta identificação pode influenciar na recomendação fitossanitária mais adequada a cada ocasião de forma a possibilitar um uso mais racional de insumos agrícolas, evitando problemas de poluição ambiental e obtenção de maiores lucros por parte dos agricultores. Diante disto os Sistemas de Apoio à Decisão são uma ferramenta que vem agregar na atividade agrícola e como tal deve ser utilizada e explorada sempre que possível. C Leandro Alvarenga Santos, Paulo Estevão de Souza e Edson Ampélio Pozza, Universidade Federal de Lavras 18 Novembro 2012

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20 Capa Risco calculado Com cotações favoráveis o cultivo de soja ultrapassa fronteiras tradicionais e alcança cada vez mais áreas utilizadas para o plantio de arroz, no sul do Rio Grande do Sul. Na safra 2012/13 a oleaginosa atingirá 250 mil hectares de várzea, o que representa um desafio, principalmente por conta das características do solo e do excesso hídrico. Entraves que podem ser devidamente manejados com atenção a aspectos como drenagem, oferta de nutrientes adequada e escolha correta de cultivares O cultivo de soja em solos arrozeiros do Rio Grande do Sul tem aumentado nos últimos anos. Na safra 2012/13 estima-se que a cultura irá ocupar 250 mil hectares, 90 mil a mais que na anterior (Irga, 2012). O interesse em plantar soja nestas áreas surgiu do benefício de redução do banco de sementes de plantas daninhas do arroz, especialmente o arrozvermelho, com a expectativa de ganhos no cultivo deste cereal na safra subsequente. No entanto, os resultados de pesquisa mostram que com manejo adequado o cultivo de soja em solos arrozeiros não apenas contribui para a limpeza da área para o arroz, mas também favorece o aumento e a diversificação da renda da propriedade. A recente valorização da soja tem aumentado a intenção de cultivo da espécie nas áreas orizícolas, o que é visto com entusiasmo por alguns e com muita apreensão por outros. Os solos arrozeiros constituem ambiente muito desafiador para as culturas de sequeiro de uma forma geral, devido aos episódios frequentes e severos de excesso hídrico (EH), resultantes da baixa condutividade hidráulica destes solos, característica que os fazem aptos ao cultivo do arroz irrigado. O EH ocorre quando o volume de água que chega ao solo por precipitações pluviométricas ou por irrigação é superior à quantidade de saída do sistema por drenagem, o que resulta no preenchimento dos poros com água, expulsando o ar, reduzindo drasticamente a oferta de oxigênio para a manutenção da respiração aeróbica dos seres vivos deste ambiente, incluindo as raízes de 20 Novembro 2012

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