EDITORIAL Uso de grãos alternativos pode reduzir dependência da avicultura ao milho

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3 Sumário As novas previsões do USDA para a avicultura mundial 22 Grãos alternativos podem ser solução para alta de insumos 28 Insumos A alta do fosfato bicálcio Ciência Avícola Especial: Trabalhos premiados no VI Congresso de Ovos Ponto Final Ariel Mendes É hora de investirmos em qualidade 46 Eventos Notícias AviGuia: empresas, produtos e serviços Associações ESTATÍSTICAS E PREÇOS Produção e mercado em resumo Alojamento de matrizes de corte...37 Produção de pintos de corte Produção de carne de frango Exportação de carne de frango Disponibilidade interna de carne de frango...41 Alojamento de matrizes de postura Alojamento de pintainhas comerciais de postura Desempenho do frango vivo no mês de abril Desempenho do ovo no mês de abril EXPEDIENTE Coordenador Editorial José Carlos Godoy MTB EDITORIAL Uso de grãos alternativos pode reduzir dependência da avicultura ao milho Comercial Paulo Godoy Daniela Ramos Redação Érica Barros Alexandre Ambiel Diagramação e arte Mundo Agro e Bravos Comunicação Circulação e Assinatura Alexandre Aguilar (19) Fale com a redação! Tel: (19) Fax: (19) Mundo Agro Editora Ltda. Rua Erasmo Braga, Campinas, SP Reconhecido (não só pelos conterrâneos) como celeiro do mundo, seria impossível ao Brasil impedir que também o milho produzido no País alcançasse seu justo valor internacional, sobretudo porque o fenômeno da alta dos grãos é global. Assim, todos os setores consumidores têm que aprender, necessariamente, a conviver com um patamar de preços mais elevado. O que não pode ocorrer, naturalmente, é a sujeição a uma repentina indisponibilidade do produto fantasma que andou rondando a avicultura no início deste ano: não há planejamento que suporte esse tipo de tortura. Por isso também é preciso buscar outras saídas. Importar é uma delas, mas não a única. Pois, ao menos na produção animal, existem matérias-primas substitutivas do milho - parcial e até totalmente: são os (por nós chamados) grãos alternativos, alguns deles base da alimentação animal em várias partes do mundo. No Brasil, grãos como o sorgo, milheto e triticale somente são lembrados quando ocorrem quebras na safra de milho. Pois talvez tenha chegado a hora de colocá-los definitivamente no cardápio de nossas aves e de nossos suínos, especialmente. À guisa de provocação, esta edição de Produção Animal Avicultura faz breve referência à existência desses grãos alternativos e às potencialidades de seu uso na nutrição avícola. Quem sabe, assim, se desencadeie o processo de liberalização da dependência da avicultura ao milho, permitindo-se ao dourado grão seguir a marcha acenada pelo mercado internacional. José Carlos Godoy Coordenador Editorial Produção Animal Avicultura 3

4 Eventos Maio 13 a 15 de maio AveSui América Latina 2008 Local: Centro Sul, Florianópolis, SC Realização: Gessulli Agribusiness Contato: Informações: 27 a 29 de maio Conferência APINCO 2008 de Ciência e Tecnologia Avícolas Local: Mendes Convention Center, Santos, SP Realização: FACTA, Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas Contato: Informações: 28 a 30 de maio Enipec 2008 Local: Centro de eventos do Pantanal, Cuiabá, MT Realização: Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) Contato: Setembro 11 a 12 de setembro Junho 25 e 26 de junho Avicultor 2008 Local: Belo Horizonte, MG Realização: AVIMIG, Associação dos Avicultores de Minas Gerais Contato: Informações: 29 de junho a 4 de julho XXIII Congresso Mundial de Avicultura Local: Convention and Exhibition Centre, Brisbane, Australia Realização: WPSA, World Poultry Science Association Informações: Julho 17 a 20 de Julho 49ª Festa do Ovo de Bastos Local: Recinto de Exposições Kisuke Watanabe, Bastos, SP Realização: Sindicato Rural de Bastos Contato: V Curso de Atualização em Avicultura para Postura Comercial Local: Centro de Convenções da UNESP/FCAV de Jaboticabal, SP Realização: Associação Paulista de Avicultura (APA) e FCAV Contato: Informações: Novembro 19 a 21 de Novembro AVISULAT - I Congresso Sul Brasileiro de Avicultura, Suinocultura e Laticínios Local: Centro de Exposições Fundaparque, Bento Gonçalves, RS Realização: ASGAV, SINDI-LAT, SIPS Contato: Informações: 4 Produção Animal Avicultura

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6 Eventos Ciência e tecnologia em desta Com o objetivo de discutir os diversos assuntos técnicos e científicos da produção avícola, acontece entre os dias 27 e 29 de maio no Mendes Convention Center em Santos, SP, a Conferência APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas. O evento vai contar com a participação de especialistas da avicultura do Brasil e convidados do exterior que farão cerca de 40 palestras sobre temas ligados ao setor. Além disso, para o Prêmio de Pesquisa José Maria Lamas da Silva serão feitas quase 50 apresentações orais. No primeiro dia do evento, no auditório principal, será realizado o Simpósio sobre Bem-Estar de Frangos e Perus. A palestra de Irenilza Nääs abre a programação. A seguir, alguns destaques do programa da conferência, o título das apresentações e o currículo dos palestrantes: Programa completo disponível em: Princípios de bem-estar animal e sua aplicação na cadeia avícola Terça-feira às 08h30min no Auditório Principal Irenilza de Alencar Nääs* Resumo: A pluralidade da demanda do mercado consumidor e suas preocupações com o bem-estar animal de um lado, e as poucas margens econômicas dos produtores, de outro, levam a uma aparente dicotomia de interpretação de ações, que podem ser resumidas em duas palavras que não necessariamente refletem a verdadeira situação de cada caso: crueldade e produtividade. In medium virtus (a virtude está no meio), deve ser o que se deve procurar quando se trata de bem-estar animal, em que entender, observar e estimar são as atividades mais importantes no campo, para que se possa orientar os produtores. A palestra vai tratar de apresentar e discutir, sem esgotar o material, os princípios do bem-estar animal e suas aplicações práticas na cadeia de produção avícola. * PHD em Engenharia Agrícola pela Michigan State University. Professora Titular da Faculdade de Engenharia Agrícola da Unicamp (ênfase em construções rurais e ambiência), membro da Diretoria da FACTA Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas e atual presidente da Associação Internacional de Engenharia Agrícola. Problemas locomotores e técnicas de mensuração Terça-feira às 10h30min no Auditório Principal Ibiara Correia de Lima Almeida Paz* Resumo: Abordar as diversas técnicas em aviário de produção e reprodução para detectar problemas locomotores em frangos de corte industriais. Avaliar as aplicações de cada técnica para monitorar a incidência e o desenvolvimento de linhagens mais resistentes. * Doutora em Zootecnia da Área de Concentração: Nutrição e Produção Animal pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). É Professora Voluntária do Departamento de Produção Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da UNESP. Métodos de insensibilização para frangos e perus Terça-feira às 13h30min no Auditório Principal Giancarlo Piccoli* Resumo: Debater como funcionam atualmente os métodos de insensibilização e descrever os que são mais empregados no país, além de explicar o que é a insensibilização elétrica seguida pela sangria e insensibilização a gás. Os cuidados especiais que melhoram o bem-estar das aves também serão abordados. * Diretor da Empresa G.A. Tecnologia. Formado em Comércio Exterior e Administração de Marketing pela Faculdade Getulio Vargas (FGV) de São Paulo. Desenvolveu o Atordoador Eletrônico para Aves ES Produção Animal Avicultura

7 que na Conferência APINCO 2008 Exigências dos diferentes programas de certificação e auditoria para bem-estar em frangos de corte Terça-feira às 15h30min no Auditório Principal José Maurício França* Resumo: Discutir técnicas de manejo e como a etologia contribui definitivamente para os sistemas de produção intensiva. Parâmetros tangíveis para mensurar e monitorar conforto das aves devem ser estabelecidos. Um dos requisitos fundamentais para obter resultados satisfatórios é a capacitação pessoal. * Médico Veterinário com especialização em Gestão Industrial, mestrado em Tecnologia de Alimentos e doutorado em Engenharia de Produção. Professor Adjunto do curso de Medicina Veterinária da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP). Controle de parasitas intestinais em frangos de corte e reprodutoras Quarta-feira às 8h30min horas na Sala A Alexandre Teixeira Zocche* Resumo: Discutir de forma dinâmica, a partir de relatos de campo e fotos, os principais parasitas encontrados na avicultura. O PAT (Programa de Atualização Técnica da Farmabase), que vem sendo utilizado com o objetivo de manter a saúde do plantel e alcançar o melhor desempenho zootécnico é uma das sugestões de controle. * Médico Veterinário formado pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), com especialização em Sanidade Avícola pela Universidade do Oeste Catarinense (UNOESC). Tem experiência em Laboratório de Patologia Aviária. Atualmente Coordena toda área técnica de Avicultura da Farmabase Saúde Animal em Jaguariúna, SP. Fundamentos químicos para a ação dos antioxidantes na melhoria da qualidade nutricional das rações Quarta-feira às 10 horas na Sala B Arnaldo da Silva Junior* Resumo: Discutir a maneira correta de incluir antioxidantes na cadeia produtiva da ração animal para não ocasionar perdas ou degradação de vitaminas e substâncias vitais durante o armazenamento e transporte do alimento. O investimento em um tratamento inteligente com antioxidantes nas rações é pequeno e pode ser uma das alternativas para evitar prejuízos. * Pós-Doutorado em Biologia Molecular e Engenharia Genética pela Unicamp. É diretor da empresa Agrifoods no Brasil. Aporte de proteína e aminoácidos na fase de recria e sua relação com a fertilidade dos machos Quinta-feira às 8h30min horas na Sala B Roberto Carlos de Freitas* Resumo: Expor questões relativas ao manejo de matrizes pesadas em aves reprodutoras. A formulação da ração e a maneira como é oferecida às aves poderão definir o sucesso ou insucesso na criação e obtenção de pintainhos por ave alojada, visto que esse processo (formulação e manejo) deve fazer com que cada indivíduo desenvolva corretamente o esqueleto, musculatura, tendões e aparelho reprodutor. *Graduado em Zootecnia pela Faculdade de Agronomia e Zootecnia de Uberaba (FAZU). Atualmente é Gerente de Serviços Técnicos da Hygen (representante exclusiva da linhagem Hybro no Brasil). Produção Animal Avicultura 7

8 Eventos Perspectivas do melhoramento genético do frango para médio e longo Prazo Quinta-feira às 14 horas na sala B Eduardo Mendonça Souza* Resumo: O melhoramento genético em frangos de corte, a médio e longo prazo, pode resultar no desenvolvimento de produtos equilibrados do ponto de vista do desempenho zootécnico-econômico e bem estar animal. Avaliar algumas características zootécnicas economicamente importantes para o rendimento é a proposta desta apresentação. * Formado em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa. Possui MBA em Agribusiness pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). É geneticista da empresa Aviagen - North American. Manejo adequado para reutilização de cama Quinta-feira às 8h30min na sala A Virginia Santiago Silva* Resumo: Abordar os aspectos microbiológicos da cama aviária e manejo aplicado à redução da carga bacteriana, com destaque para patógenos de interesse em saúde pública e animal. As exigências internacionais relativas e as recomendações práticas para a avicultura de corte também serão discutidas. * Doutora em Epidemiologia Experimental Aplicada às Zoonoses pela Universidade de São Paulo (USP). É pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves na área de Sanidade Animal. Dark-house para frangos de corte em clima tropical Quinta-feira às 14 horas na sala A Tuffi Bichara* Resumo: Cogitar os benefícios das novas tecnologias de ventilação (temperatura, umidade, renovação de gases, luz) no controle do ambiente aviário. Explicar a relação entre o efeito da intensidade e da cor da luz dentro do aviário e a produtividade das aves. * Zootecnista formado pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). Pós graduado em Gestão e Estratégia Empresarial, pelo Instituto de Economia da Universidade de Campinas (Unicamp). Atualmente é Gerente de Serviços técnicos da Nutron Alimentos, atua nas áreas de nutrição e produção animal. A produção avícola e a utilização de grãos para etanol e biodisel Quinta-feira às 15 horas na Sala A Paulo Tabajara Chaves Costa* Resumo: A alta dos preços globais de alimentos e o uso de biocombustíveis à base de soja e milho são assuntos que já preocupavam o setor de produção animal há algum tempo e que agora vêm ganhando espaço na mídia brasileira e mundial. Dois grãos constituem 90% das dietas avícolas nacionais: milho e farelo e óleo de soja. Significativas parcelas destes grãos têm sido utilizadas para a produção de etanol-via milho, e biodiesel-via óleo da soja. Nos Estados Unidos, maior produtor mundial de milho, cerca de 30% da produção deste, que ultrapassa 100 milhões de toneladas (duas vezes a produção brasileira), será convertida em etanol, ainda em Deve faltar milho para alimentação humana e animal. Para a produção de biodiesel, óleos vegetais e/ou gorduras animais, podem ser transformadas em diesel-equivalente, porém com um rendimento de tão somente 80%. Etanol e biodiesel, proporcionam combustível para serem rodados cerca de KM ou a quilometragem média de um americano em seis meses; portanto um cidadão americano consume em biocombustíveis a produção de 4 hectares com milho e soja por ano. Se a produção de 18 toneladas de milho mais 6 toneladas de soja forem transformadas em 24 toneladas de rações para frangos de corte, poderemos produzir 13 toneladas de proteína viva, que com um rendimento de cerca de 80%, nos dariam kg de carcaças de frangos; suficientes para alimentar com uma proteína nobre, 333 seres humanos, no mesmo ano. Eis aí um grande paradoxo, a ser resolvido no futuro próximo, muito próximo. * Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), possui mestrado pela Southern Illinois University At Carbondale e doutorado pela University of Florida. Professor por 40 anos da UFSM e Diretor de Tecnologia da empresa Vitagri. 8 Produção Animal Avicultura

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10 Notícias Núcleo Oeste de Médicos Veterinários comemora sucesso do IX SBSA Com a presença de importantes nomes da avicultura brasileira e mundial, o Núcleo Oeste de Médicos Veterinários realizou no início de abril, em Chapecó, SC, o IX Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA). O evento contou com 750 inscritos entre veterinários, pesquisadores, zootecnistas, produtores, estudantes e empresários do setor avícola. Além dos três dias de debates, a organização do evento homenageou o médico Zoé Silveira D Ávila, presidente da União Brasileira de Avicultura desde Ao agradecer a homenagem, D Ávila lembrou: Eu comecei na avicultura quando a população mais empobrecida só comia frango quando um dos dois estava doente. E hoje produzimos uma carne de excelente qualidade a preços baixos e de alta qualidade. Patrocinadores, parceiros e comissão organizadora já se preparam para o X SBSA, que em 2009 acontecerá no novo centro de convenções de Chapecó, uma arena multiuso cuja obra deve ser concluída ainda este ano. No ano que vem completamos uma década de simpósios e iremos para um local maior. Além disso, continuamos com a responsabilidade de manter a qualidade e a principal característica deste evento que é a seriedade dos temas e o clima de amizade que há entre organizadores e participantes, já que pertencemos todos a uma mesma cadeia produtiva destaca Miguel Breda Canal, presidente do Núcleo Oeste. Cláudio Kracker, Zoé D Ávila e Breda Canal Auditório do IX SBSA PNSA tem nova coordenadora Regina D Arce Através de Portaria publicada no Diário Oficial da União, a médica veterinária Regina Célia Freitas D Arce foi designada pelo Ministro da Agricultura para exercer o cargo, em comissão, de Coordenador de Sanidade Avícola. A função integra os quadros da Coordenação Geral de Combate às Doenças do Departamento de Saúde Animal que, por sua vez, é uma das divisões da Secretaria de Defesa Agropecuária do MAPA. Em termos práticos, a designação significa que o Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA) do MAPA tem, agora, nova coordenação, ou seja, Regina D Arce, que já integrava a equipe responsável pelo PNSA, substitui o médico veterinário Marcelo de Andrade de Mota, que vinha coordenando a implantação do Programa. Graduada em Medicina Veterinária pela UNESP (1996), Regina Célia Freitas D Arce especializou-se em Virologia Veterinária pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1998), obtendo o Mestrado e o Doutorado em Genética e Biologia Molecular pela Unicamp (2000 e 2004, respectivamente). 10 Produção Animal Avicultura

11 ALA une-se à FAO no combate às doenças animais transfronteiriças na América Latina Em cerimônia realizada em Brasília durante a abertura da 30ª Conferência Regional da FAO para a América Latina e Caribe, a Associação Latino-Americana de Avicultura, ALA, e o Escritório Regional da FAO para a América Latina e Caribe FAO/RLC, firmaram protocolo de entendimentos e de ação conjunta visando à prevenção e ao controle de doenças animais transfronteiriças, (no caso da avicultura, especialmente Influenza Aviária e Doença de Newcastle), bem como à segurança alimentar dos produtos ofertados pela avicultura. Firmaram o documento, pela ALA, o presidente da entidade, Ariel Antonio Mendes, e, pela FAO/RLC, José Graziano da Silva, Representante Regional da FAO no continente. A ALA ressalta que o crescimento significativo e altamente tecnificado da avicultura latino-americana permitiu fazer das Américas o primeiro produtor mundial de carne de aves e de ovos, os alimentos de origem animal de maior consumo em nível regional. A FAO/RLC, por sua vez, informa que foram desenvolvidos quatro projetos sub-regionais de prevenção e detecção precoce de Influenza Aviária do tipo H5N1, todos com a finalidade de fortalecer a capacidade de diagnóstico e alerta sanitário dos serviços sanitários latino-americanos. Os projetos também estabeleceram um programa de comunicação e informação sobre a Influenza Aviária e um dos objetivos do memorando de entendimentos assinado é o de implementar uma estratégia conjunta de comunicação para a doença. Outras áreas de cooperação estabelecidas no documento envolvem o fortalecimento da biosseguridade nos sistemas avícolas familiares, além da inocuidade e qualidade da carne de aves e dos ovos. Essa é uma área na qual o setor privado vem atuando e a colaboração com a FAO é importante na coordenação de esforços entre países, destaca o Presidente da ALA. Ariel Mendes e José Graziano Representantes da avicultura latino-americana no encontro da FAO) Produção Animal Avicultura 11 Produção Animal Avicultura 11

12 Notícias Unifrango analisa parcerias para administração do Terminal de Contêineres Em julho deste ano a Unifrango Agroindustrial deve começar a operar na cidade de Apucarana, no norte do Paraná. O projeto prevê a criação de um abatedouro e a instalação de um terminal refrigerado. Os associados do grupo produzem, em média, toneladas de frango por mês, das quais são destinadas ao mercado externo. O terminal será utilizado para estas operações internacionais, e também para a cabotagem, que vai envolver mais toneladas de carne de frango por mês. No início, a câmara fria de Apucarana terá capacidade para receber até toneladas de frango, sendo que este número deve ser ampliado de acordo com a demanda futura. Doux Frangosul altera marca institucional no Brasil A filial brasileira do Grupo francês Doux, a Doux Frangosul passa a assinar através de nova marca institucional: Groupe Doux, mesmo nome que é reconhecida mundialmente. A mudança visa unificar o posicionamento da marca institucional da empresa brasileira ao da mundial. Já a marca Frangosul passa a ser utilizada somente para os produtos de cortes de frango e derivados comercializados no mercado brasileiro. 12 Produção Animal Avicultura

13 Perdigão fatura R$2,85 bi no primeiro trimestre e já tem novo presidente indicado partir de 30 de outubro deste ano, A José Antonio Fay (atual Diretor Geral) substitui Nildemar Secches na presidência da Perdigão. Após a posse, Secches permanecerá na presidência do Conselho de Administração, cargo que vem acumulando desde o ano passado. Faturamento De acordo com informações da assessoria de imprensa, a Perdigão fechou o primeiro trimestre de 2008 com faturamento bruto de R$ 2,85 bilhões, valor 59,5% superior ao obtido em igual período do ano anterior. As vendas no mercado interno somaram R$ 1,74 bilhão, aumento de 69% ante o mesmo exercício anterior. Já as exportações atingiram R$ 1,1 bilhão, valor 46,7% superior em comparação ao primeiro trimestre de Depois do Marfrig, Margen também ingressa no setor avícola exemplo do Frigorífico Marfrig, (quarto maior produtor de carne bovina do À mundo e que adquiriu duas empresas no mercado de carne de frango, o Margen (um dos cinco maiores do Brasil em abate de bovinos) estréia na avicultura. A assessoria de imprensa do Margen confirmou que o frigorífico está construindo um abatedouro de aves em Barra do Garças, Mato Grosso, a 550 quilômetros de Cuiabá. Ainda não existem informações sobre previsão de conclusão das obras ou capacidade de abate inicial. As recentes aquisições do Marfrig envolvem as empresas Pena Branca (grupo Predileto, com abatedouros em Jaguariúna e Amparo, SP) e a unidade mineira da DaGranja, sediada em Uberaba. Avepar assina convênio para financiamento de novos aviários Para reconstrução da nova unidade de abate, em Abelardo Luz, SC, o grupo Avepar anunciou a formalização de convênio de Integração Rural firmado com o Banco do Brasil no valor de R$10 milhões (com possibilidade de extensão). O novo projeto segue as linhas e dimensões do frigorífico inaugurado no ano passado e destruído em um incêndio em dezembro de 2007, ocupando a mesma área de cerca de 270mil m² e gerando mais de empregos diretos e indiretos. O convênio vai possibilitar a parceria entre a Avepar e os produtores rurais integrados, disponibilizando recursos para operações de investimento. Chile começa a reabrir suas portas ao frango brasileiro Chile comunicou ao governo O brasileiro (Ministério da Agricultura) e aos exportadores (ABEF) no final de 2007 que reconheceu os Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina como áreas livres da Doença de Newcastle. No final de março, uma missão veterinária chilena esteve no Brasil com o objetivo de habilitar abatedouros avícolas brasileiros. Com a tarefa completa, o Chile começa a reabrir portas que permanecem fechadas à carne de frango brasileira há cerca de uma década. A abertura do mercado chileno não traz grandes expectativas para os exportadores brasileiros, porquanto as importações anuais de carne de frango do Chile estão situadas ao redor das 50 mil toneladas, sendo efetuadas, na maioria, da Argentina. Produção Animal Avicultura 13

14 Ciência Avícola APA premia pesquisas voltadas à melhoria do setor de postura A apresentação do resultado de trabalhos científicos realizados em universidade e instituições de pesquisa no setor de postura foi um dos pontos altos do VI Congresso de Produção, Comercialização e Consumo de Ovos, promovido pela Associação Paulista de Avicultura (APA). Este ano, a comissão organizadora do evento recebeu e analisou 40 trabalhos, entre as áreas de Manejo, Sanidade, Nutrição e Outras Áreas. As inscrições foram gratuitas e os autores tiveram 15 minutos para expor os trabalhos premiados no congresso. Os vencedores foram premiados com uma placa comemorativa e prêmio em dinheiro. Abaixo e nas páginas seguintes segue um resumo dos trabalhos premiados. A íntegra dos mesmos, com tabelas e gráficos está disponível em com.br/cet. Edivaldo Garcia e Andréa Molino Restrição alimentar como método alternativo de muda forçada para poedeiras comerciais Com o objetivo de comparar métodos alternativos de muda forçada ao método convencional foi realizado um experimento utilizando-se 420 aves da linhagem Shaver, com 70 semanas de idade. A muda forçada teve duração máxima de 28 dias e após o término os dados de produção foram controlados durante quatro períodos de 28 dias. A utilização de calcário de granulometria grosseira não apresentou efeito sobre o peso das aves, porém melhorou a qualidade da casca dos ovos durante o período de muda. Os tratamentos de restrição alimentar de 87,5% e 100% apresentaram melhores desempenhos durante o período de produção pós muda. Desempenho e qualidade de ovos de poedeiras semi-pesadas em segundo ciclo de produção suplementadas com calcário e farinha de ostra O experimento com duração de 112 dias foi realizado com o objetivo de avaliar o efeito dos níveis de cálcio, composição granulométrica e substituição entre as fontes de cálcio, sobre a qualidade de ovos de 576 poedeiras comerciais semi-pesadas em segundo ciclo de produção. Não houve efeito significativo dos tratamentos sobre qualidade interna dos ovos, Carla Pizzolante mas houve para níveis de cálcio e fontes de cálcio sobre a qualidade externa, com os melhores resultados para 3,8% de cálcio e calcário grosso e farinha de ostra. Controle da excreção fecal e da produção de ovos contaminados por Salmonella Enteritidis em poedeiras vacinadas com bacterinas oleosas contra SE Este trabalho avaliou três vacinas inativadas oleosas comerciais contra SE, no que tange à prevenção da excreção fecal e contaminação de ovos. Foram utilizadas 400 pintainhas de linhagem comercial para postura leve. Na oitava semana de vida as aves foram divididas em quatro grupos (V1, V2, V3 e CG). Suabes cloacais foram realizados a partir de dois dias pós-infecção duas vezes por semana. As aves do grupo V3 excreta- Jacqueline de Paiva ram menos SE em fezes e a contaminação de ovos também foi inferior. O uso de bacterinas reduz a excreção fecal de SE e previne a contaminação de ovos, atuando, portanto como ferramenta complementar no controle da SE. Estudo da metodologia TBARS em ovos Objetivou-se com este trabalho avaliar o efeito do período de armazenamento sobre a oxidação lipídica de gemas, através dos valores de TBARS, de ovos comerciais de casca vermelha de galinhas da linhagem Hy-line Brown, coletados no período entre 100 e 104 semanas de idade das aves. Conclui-se que a metodologia utilizada para determinação dos valores de TBARS em gemas de ovos foi eficiente. Além disso, o armazenamento sob condições de temperatura ambiente não é uma forma eficaz para preservar a qualidade interna do ovo. 14 Produção Animal Avicultura

15 Manejo Restrição alimentar como método alternativo de muda forçada para poedeiras comerciais Autores: Andréa de Britto Molino, Edivaldo Antônio Garcia, Daniella Aparecida Berto, Francine Vercese, Kleber Pelícia e Anderson de Pontes Silva A aluna de pós-graduação em Zootecnia da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Andréa de Britto Molino, explica que com a realização deste estudo pôde-se constatar a eficácia da utilização de métodos alternativos de muda forçada quanto ao bem estar das aves, a produção e qualidade dos ovos, minimizando assim os custos de reposição dos plantéis de poedeiras. Introdução A técnica de muda forçada constitui-se em uma maneira de reciclar as aves velhas, promovendo aumento da taxa de postura, melhoria da qualidade interna e da casca dos ovos, durante o segundo ciclo, em relação ao final do primeiro ciclo de produção (Lee, 1982). Existe uma preocupação crescente em pesquisar métodos alternativos que não causem tanto estresse e que apresentem resultados econômicos e de qualidade dos ovos compatíveis com o método convencional de muda forçada, uma vez que os EUA e a Comunidade Européia têm condenado os métodos de muda baseados em jejum alimentar. A restrição alimentar qualitativa para indução à muda forçada foi motivo de estudo de Andreotti et al. (2005) que compararam o jejum alimentar à restrição de nutrientes em 50 e 75% em relação a uma dieta básica para poedeiras, utilizando para isto uma diluição da ração com cascas de arroz em 50 e 75%. Constataram perda de peso corporal de 25% aos 20 e 10 dias para as dietas com diluição de 50 e 75%, respectivamente, concluindo que a restrição de 50% pode ser utilizada para indução à muda forçada sem causar estresse alimentar muito severo, portanto, dispondo as aves a um maior bem estar. Frente a crescente preocupação mundial com o bem estar animal, o objetivo do trabalho foi avaliar os métodos alternativos de muda forçada, com e sem utilização de calcário de granulometria grosseira, e verificar seus efeitos na perda de peso, produção e qualidade dos ovos na muda e o desempenho pós muda. Material e Métodos Para o experimento foram utilizadas 420 aves da linhagem Shaver com 70 semanas de idade. A muda forçada teve duração máxima de 28 dias e após o término, os dados de produção foram controlados durante quatro períodos de 28 dias. Na avaliação de desempenho, foi utilizado em esquema fatorial 5x2 contendo cinco restrições alimentares (50; 62,6; 75; 87,5; e 100% de consumo ad libtum) com e sem utilização de calcário de granulometria grosseira. Já para análise da qualidade dos ovos foram utilizados três ovos por parcela, num total de 21 ovos/tratamento no inicio do experimento e aos 3, 7, 10, 14, 21 e 28 dias. Durante o período de muda foram avaliadas variação do peso corporal, percentagem de postura e qualidade dos ovos. No pós-muda foi avaliado o desempenho das aves. Resultados e Discussão O tratamento de 100% de restrição alimentar atingiu perda de 25% do peso aos 10 dias, a restrição de 87,5% aos 14 dias, e a restrição de 75% aos 21 dias. Por outro lado, os demais tratamentos não atingiram a meta de perda de peso almejada de 25% durante os 28 dias do período pós-muda. Os tratamentos de restrição de 50 e 62,5% não conseguiram zerar a produção de ovos durante os 28 dias do período de muda. Constatou-se interação significativa entre a quantidade de restrição de ração e a utilização de calcário de granulometria grosseira para as características gravidade especifica resistência da casca à quebra, espessura de casca, percentagem de casca e Peso de Casca por superfície de Área. Considerando-se os resultados observados em cada nível de restrição para aves alimentadas com e sem calcário, constatou-se que para todas as variáveis de qualidade de casca, no nível de restrição de 100% houve melhores valores para aves alimentadas sem calcário, ao passo que para os demais níveis de restrição, constatou-se melhores valores para aves que receberam calcário de granulometria grosseira. Pode-se constatar também que os tratamentos com restrição de 87,5 e 100% promoveram melhor percentagem de postura, peso de ovo, massa de ovos e conversão alimentar por dúzia e por massa de ovos. Não houve efeito significativo do calcário para nenhuma das variáveis analisadas. Conclusão Não houve efeito do calcário de granulometria grosseira sobre o peso das aves; a perda de peso de 25% foi alcançada aos 10, 14 e 21 dias para os tratamentos de restrição alimentar de 100, 87,5 e 75% do consumo ad libtum, respectivamente; a utilização de calcário de granulometria grosseira melhorou a qualidade da casca dos ovos durante o período de muda; os tratamentos de restrição alimentar de 100 e 87,5% apresentaram melhores desempenhos durante o período de produção pós muda. Produção Animal Avicultura 15

16 Ciência Avícola Sanidade Controle da excreção fecal e da produção de ovos contaminados por Salmonella Enteritidis em poedeiras vacinadas com bacterinas oleosas contras SE Autores: Jacqueline Boldrin de Paiva, Oliveiro Caetano de Freitas Neto, Aline Lopes Mesquita, Ângelo Berchieri Junior. O estudo esclarece os reais benefícios da vacinação de poedeiras contra SE e como ela pode ser utilizada em conjunto com medidas gerais de higiene, biossegurança e boas práticas de manejo. É o que afirma Jacqueline de Paiva, mestranda em microbiologia agropecuária da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinária (FCAV) da Universidade Estadual Paulista (UNESP). De acordo com ela, a pesquisa acrescenta dados aos estudos brasileiros e internacionais, que são escassos em avaliação da proteção de vacinas inativadas por longos períodos após a vacinação das aves. Na maior parte dos estudos, vacinação e desafio são realizados muito próximos, de forma que os dados significativos em relação à prevenção das vacinas, muitas vezes, são resultantes da resposta imune que está sendo desencadeada pela vacina e não de um potencial de imunização conferida por ela. Assim sendo nossos estudos se aproximam da realidade do campo. Introdução A vacinação é uma das medidas que vêm ganhando destaque nos últimos anos para controlar a SE. Entre as opções estão as vacinas inativadas que são conhecidas por apresentarem alta segurança, imunidade de longa duração e altos títulos de anticorpos circulantes, além de serem permitidas em muitos países. A proposta deste estudo é analisar a utilização de três vacinas comerciais inativadas oleosas para prevenir a salmonelose de aves por SE em comparação com aves não vacinadas, visando avaliar a prevenção da excreção fecal e da contaminação dos ovos. Material e Métodos Para o experimento foram utilizadas 400 aves fêmeas brancas de linhagem comercial para postura de ovos de mesa, com um dia de vida. Na oitava semana de vida as aves foram divididas em quatro grupos V1, V2, V3 e CG. Três vacinas comerciais inativadas oleosas contra SE foram utilizadas (V1,V2,V3), as aves foram vacinadas na oitava e décima semana de vida. O quarto grupo não foi vacinado. Um total de treze aves de cada grupo foram desafiadas com SE na 20ª, 25ª e 31ª semanas de vida. Suabes cloacais foram realizados a partir de dois dias pós-infecção duas vezes por semana. Todos os ovos produzidos foram examinados. Resultados e Discussão As aves do grupo V3 excretaram menos SE pelas fezes e a contaminação de ovos foi inferior. Alguns autores demonstraram que a resposta imune humoral estimulada por vacinas inativadas é suficiente para reduzir a colonização intestinal por SE, acarretando diminuição na excreção fecal, conforme pode ser visto em nosso estudo no grupo V3, no primeiro desafio. Ovos e derivados representam 62,8% das fontes de contaminação de SE em toxinfecções alimentares desde a década de 80 (Morris 1990). De acordo com Barrow & Lovell (1991) ovos são contaminados com SE por material fecal quando passam pela cloaca ou por contaminação transovariana. No estudo realizado foi possível a observação da correlação entre a excreção fecal de SE e a contaminação de ovos, corroborando com as observações de Woodward et al. (2002), na qual a redução da excreção fecal esteve associada à redução no número de ovos contaminados. A redução da excreção fecal garante ainda, uma menor contaminação ambiental. Houve, portanto um benefício da vacinação em reduzir a excreção fecal e contaminação de ovos, com maior evidência no grupo V3. Segundo Liu et al. (2001) vacinas inativadas podem diminuir a excreção fecal de SE em diferentes níveis, de acordo com a composição delas. Os resultados deste trabalho se somam a trabalhos prévios, os quais demonstraram diminuição na quantidade de ovos contaminados, por meio da adoção de um programa de vacinação com vacinas inativadas em granjas de poedeiras (Woorward, 2002). Conclusão Apesar dos resultados favoráveis da redução da excreção fecal de SE, não se pode constatar proteção total em nenhum dos grupos vacinais. Os resultados da excreção fecal e contaminação de ovos mostraram-se semelhantes, demonstrando que os ovos são contaminados em sua maioria pelas fezes cloacais e não por infecção transovariana. O uso de vacinas inativadas é uma ferramenta complementar a outras formas de controle para SE. 16 Produção Animal Avicultura

17 Nutrição Desempenho e qualidade de ovos de poedeiras semi-pesadas em segundo ciclo de produção suplementadas com calcário e farinha de ostra Autores: Carla Cachoni Pizzolante, Hirasilva Borba Alves Souza, Sérgio Kenji Kakimoto, Edivaldo Antonio Garcia, José Roberto Medina Garcia, Marcelo Surian Checco, Érika Salgado Politi Braga Saldanha, Antônio de pádua Deodato, Christine Laganá. A pesquisadora da Unidade de Pesquisa de Brotas do Pólo Regional Centro Oeste da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Carla Cachoni Pizzolante, comenta que o requerimento de cálcio para as poedeiras no primeiro ciclo de produção é bem estabelecido, mas ainda existem dúvidas com relação à forma que deve ser fornecido à ração. As aves mais velhas, apesar de conseguirem repor suas reservas ósseas de cálcio, depositam menor proporção de cálcio nos ovos que acabam tendo cascas mais finas e frágeis, o que diminui seu valor comercial, explica. Segundo Carla, algumas pesquisas indicam que o cálcio deveria ser suplementado na ração numa granulometria mais grossa tipo pedrisco ou casca de ostra, o que propiciaria a liberação do cálcio de uma maneira mais lenta, tornando-o disponível durante o processo noturno de formação da casca. Introdução A casca é a embalagem natural do ovo e protege a gema e albume contra perdas e agressões do meio devendo ser forte o suficiente para resistir aos processos de postura da ave, coleta, classificação e transporte, até chegar ao consumidor final (Kussakawa et al. 1998). O aumento da exigência do cálcio com a idade das aves ocorre devido ao declínio nas reservas de cálcio nos ossos, ao aumento no tamanho dos ovos e a quantidade de cálcio depositado na casca. O objetivo do estudo foi fornecer rações contendo diferentes níveis de cálcio e combinações entre as fontes de cálcio com diferentes granulometrias, como alternativa para a melhoria da qualidade de ovos de poedeiras semi-pesadas em segundo ciclo de reprodução. Material e Métodos O experimento com duração de 112 dias teve a finalidade de avaliar o efeito dos níveis de cálcio e combinações entre as fontes de cálcio com diferentes granulometrias, sobre a qualidade dos ovos de 576 poedeiras comerciais semi-pesadas em segundo ciclo de produção. Para a análise foi utilizado um delineamento em bloco ao acaso, com doze tratamentos, em arranjo fatorial 3x4, com três níveis cálcio na dieta (2,6; 3,2 e 3,8%) e quatro combinações entre as fontes de cálcio (1-100 % calcário fino, 2-50 % calcário fino + 50 % calcário grosso, 3-50 % calcário fino e 50 % de farinha de casca de ostra, 4-50 % calcário fino e 25 % calcário grosso + 25 % farinha de casca de ostra) e seis repetições de oito aves cada. A qualidade de ovos foi verificada ao final de cada período de 28 dias cada, retirando-se dois ovos de cada parcela, durante três dias consecutivos para avaliação qualidade interna: percentagem de gema, percentagem de albume, unidades Haugh, índice gema, cor da gema e qualidade externa dos ovos: gravidade especifica, percentagem da casca, espessura da casca, resistência da casca à quebra e peso da casca por superfície área. Resultados e Discussão A análise de variância detectou efeitos significativos dos níveis de cálcio, onde a análise de regressão indicou efeito linear crescente nos parâmetros de qualidade externa dos ovos. A qualidade externa dos ovos também foi melhorada quando houve substituição em até 50% do calcário fino pelo calcário grosso e/ou de farinha de ostra. Os resultados obtidos neste experimento são semelhantes aos encontrados em outros estudos sobre o assunto que revelaram uma melhoria da qualidade da casca dos ovos ao tamanho da partícula (granulometria) da fonte de cálcio, independente da sua origem. Conclusão A qualidade da casca dos ovos de poedeiras semi-pesadas em segundo ciclo de produção melhorou com o aumento dos níveis de cálcio e com a substituição em até 50% do calcário fino pelo calcário grosso e/ou farinha de ostras. A utilização de poedeiras semi-pesadas em segundo ciclo de produção neste estudo deve ser considerada e outros nutrientes relacionados ao metabolismo de cálcio e/ou a forma de fornecimento, devem ser pesquisados para essas aves, já que a maioria dos relatos encontrados na literatura é proveniente de pesquisas realizadas com poedeiras brancas. Produção Animal Avicultura 17

18 Ciência Avícola Outras Áreas Estudo da metodologia TBARS em ovos Autores: Aline Giampietro, Aline Mary Scatolini, Marcel Boiago, Diego Coro, Hirasilva Souza, Pedro de Souza, Tânia Mara Lima, Carla Pizzolante. Aline Giampietro, uma das autoras do trabalho, (que faz parte de testes preliminares para uma tese de doutorado) da Faculdade de Ciências Agrárias da UNESP, explica que a metodologia de TBARS (teste de substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico) é uma ferramenta que permite a análise da taxa oxidativa de gemas dos ovos armazenados. Para ela, o estudo ajuda a conscientizar produtores, estabelecimentos comerciais e consumidores da necessidade de armazenar os ovos corretamente, visto que elevadas temperaturas e períodos de estocagem aceleram inúmeras reações enzimáticas, entre elas o processo oxidativo. Pesquisas que objetivam avaliar a qualidade dos ovos devem ser incentivados já que são de fundamental importância para preservar as características deste alimento. Entretanto, este estudo é apenas o início das investigações a serem feitas com relação à oxidação lipídica em ovos, afirma. Introdução Apesar de ser altamente nutritivo, o ovo é um alimento perecível e pode perder sua qualidade rapidamente devido às várias reações enzimáticas que ocorrem durante seu armazenamento. A oxidação lipídica é um processo natural que ocorre nos ovos e é um dos fatores que contribuem para a perda da qualidade. Através da metodologia utilizada para determinação dos valores do ácido tiobarbitúrico (TBARS) é possível analisar a taxa oxidativa dos ovos armazenados. O objetivo do trabalho foi investigar se esta metodologia, descrita por VYNCKE (1970), é eficiente para determinar a oxidação sofrida pelo ovo durante o armazenamento. Material e Métodos Para o experimento foram utilizados 80 ovos de galinhas poedeiras da linhagem Hy-line Brown coletados no período entre 100 e 104 semanas de idade das aves. Os ovos foram submetidos à análise da metodologia de TBARS descrita por VYNCKE (1970) com dez repetições para os diferentes tipos de armazenamento, que correspondeu a 0,7,14 e 21 dias. Os resultados obtidos foram submetidos a análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Turkey a 5% de significância.o teste de comparações múltiplas de Turkey é utilizado para discriminar as diferenças. Resultados e Discussão Ao analisar a tabela ao lado, podese observar que os valores da análise de TBARS aumentam de acordo com o envelhecimento dos ovos, ou seja, a oxidação lipídica da gema torna-se mais expressiva, porém estável, na segunda e terceira semana de estocagem, pois nos períodos referidos não houve diferença significativa para os valores de TBARS nas amostras (p>0,05). Já quando comparados aos demais períodos é perceptível a diferença (p<0,05) na taxa de oxidação, sendo que ovos frescos (0 dias) apresentaram os menores valores de TBARS, seguidos pelos ovos armazenados durante 7 dias. A partir do 14º dia de armazenamento houve uma tendência de estabilidade da taxa de oxidação. Conclusão Os resultados obtidos revelaram que a metodologia empregada para determinação dos valores de TBARS em gemas de ovos foi eficiente para avaliar a taxa oxidativa. Além disso, o armazenamento sob condições de temperatura ambiente não é eficaz para preservar a qualidade interna do ovo, o que torna evidente a importância das condições de umidade e temperatura adequadas no transporte e estocagem. ARMAZENAMENTO EM DIAS TBARS (MG TMP/KG) 0 0,1343 C 7 0,1698 B 14 0,2138 A 21 0,2276 A CV (%) 12,78 DMS 0,029 A, B, C Letras iguais na mesma coluna não diferem entre si pelo teste de Tukey (p>0,05) CV (%) coeficiente de variação; DMS diferença mínima significativa 18 Produção Animal Avicultura

19 Produção Animal Avicultura 19

20 Insumos Fosfato bicálcico: apenas mais um na lista de aumento de preços das matérias-primas Fosfato bicálcico, assim como milho e outros grãos, sofreu ponderáveis altas, afetando o custo de produção das proteínas animais A exemplo da alta verificada nos preços do milho e outros grãos, o fosfato bicálcico, matéria-prima utilizada na produção de rações e sais minerais, está 75% mais caro que há um ano atrás, afetando o custo de produção das proteínas animais. Em uma ração de frangos de corte ou galinhas de postura, há a necessidade de se adicionar de 1,5 a 1,8% de fosfato bicálcico para atender as exigências das aves em fósforo. Por sua vez, o Fósforo (P) é um dos principais elementos minerais requeridos pelo animal. Cerca de 80% do P está armazenado nos ossos e dentes e os 20% restantes no músculo, vísceras, células do sangue, tecido nervoso e outros tecidos do organismo. De acordo com José Roberto Bottura, diretor técnico da Associação Paulista de Avicultura, a deficiência de fósforo nas aves acarreta um retardo no crescimento, raquitismo, outros problemas ósseos, redução na produção de ovos, baixa qualidade da casca dos ovos e outros distúrbios metabólicos. Não podemos reduzir o uso de sais minerais, principalmente na avicultura de postura. Como vamos vender ovo sem casca? Precisamos de mais empresas disponíveis que possam atender a demanda existente, afirma. Os subprodutos de oleaginosas (farelos de soja, algodão, amendoim e canola) e o farelo de trigo e de arroz são boas fontes de fósforo, PRINCIPAIS INSUMOS Variação Percentual jan/dez Produção Animal Avicultura

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