Adefinição mais aceita para desenvolvimento

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3 Editorial Comprometimento com as futuras gerações Adefinição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro. A décima edição da Revista Canavieiros aborda o tema desenvolvimento sustentável e responsabilidade social. Para ser alcançado, o desenvolvimento sustentável depende de planejamento e do reconhecimento de que os recursos naturais são finitos. Esse conceito representou uma nova forma de desenvolvimento econômico, que leva em conta o meio ambiente na Unidade de Grãos da Copercana UNAME. Um projeto de gestão de qualidade está sendo implantado na unidade que já iniciou o processo de compostagem. A Revista também aborda as questões sociais e traz algumas ações de responsabilidade que o Sistema Copercana, Canaoeste e Cocred vêm desenvolvendo. O presidente da Orplana Organização dos Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil, Ismael Perina Júnior, enfoca, em seu artigo, as preocupações em relação a toda à expectativa gerada em torno do aumento da demanda mundial pelo etanol, o que gerou uma corrida para a produção de cana-de-açúcar, com a ampliação da área plantada por parte de produtores tradicionais e a inserção, no mercado, de produtores que não estavam ligados à cana. Recém-chegada dos Estados Unidos, onde foi conhecer a produção dos biocombustíveis a convite do governo daquele país, a diretora executiva da ABAG- RP (Associação Brasileiro do Agronegócio da Região de Ribeirão Preto) Mônika Bergamaschi, ressalta que falta planejamento estratégico para o Brasil. Em entrevista a Revista Canavieiros, Mônika fala sobre as metas dos Estados Unidos para o programa de produção de etanol. As páginas do Sistema Copercana, Canaoeste e Cocred abordam os principais fatos que acontecerem no mês de abril. A participação da Copercana no I Congresso Internacional da Cadeia Produtiva da Cana Concana, realizado em Uberaba de 26 a 30 de março. A Canaoeste traz um artigo do consultor agronômico, Cleber José Moraes sobre o mercado mundial e o fechamento do preço médio do quilo do ATR para o Estado de São Paulo. Nas páginas da Cocred, o lançamento da poupança cooperada, uma forma fácil e segura de investimento e a inovação do mercado de financiamentos de veículos através do Cocred Auto. A edição mostra o crescimento brasileiro nas exportações de amendoim descascado; os prognósticos climáticos; a legislação que obriga a criação de CNPJ para o produtor rural; a volta assustadora da broca da cana-de-açúcar e o produto muda sadia do CTC que está disponível aos fornecedores de cana-de-açúcar. Essas são algumas das informações técnicas que estão sendo abordas na edição de abril. Informações complementares de livros, datas e programação de feiras e eventos, classificados e muito mais. Para finalizar com chave de ouro uma reportagem de dar água na boca recheia o Antes da Porteira: doces de fabricação praticamente artesanal na fazenda Santa Alice de Terra Roxa. Doces de goiaba, banana e abóbora são produzidos sem adição de produtos químicos mantendo a tradição desde Um sabor diferenciado que agrada os paladares mais exigentes. Boa Leitura! Conselho Editorial 03

4 Indice 04 Capa Sistema Responsável: ações sociais e respeito ao meio ambiente Iniciativas refletem a preocupação das instituições em busca do desenvolvimento sustentável DESTAQUES Entrevista Mônika Bergamaschi Diretora Executiva da ABAG - RP Pag. Ponto de Vista Ismael Perina Júnior Presidente da Orplana, Presidente da Socicana e Diretor Adm. Cocecrer Pag. Notícias Pag. Copercana Copercana participa do Concana em Uberaba Notícias Pag. Canaoeste 12 O mercado mundial e o fechamento do preço médio do Kg do ATR para o Estado de São Paulo Notícias Pag. Cocred 16 Poupança Cooperada Cocred: pensando no seu futuro Antes da Porteira Em meio aos canaviais, o cheiro das Goiabas Fazendeiros unem a produção de frutas e uma fábrica de doces em meio aos canaviais na Fazenda Santa Alice Pag. 28 Pag. 30 Pag. 31 Pag. 32 Pag. OUTRAS INFORMAÇÕES 28 SETORIAIS CULTURAS DE 30 ROTAÇÃO LEGISLAÇÃO NOVAS 32 TECNOLOGIAS PRAGAS E DOENÇAS 34 Pag Pag Pag Pag AGENDE-SE CULTURA REPERCUTIU CLASSIFICADOS 38 Pag. 38 Pag. 26 EXPEDIENTE CONSELHO EDITORIAL: Antonio Eduardo Tonielo Augusto César Strini Paixão Clóvis Aparecido Vanzella Manoel Carlos de Azevedo Ortolan Manoel Sérgio Sicchieri Oscar Bisson EQUIPE DE JORNALISMO: Carla Rossini MTb Cristiane Barão MTb PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO: Rafael Mermejo FOTOS: Carla Rossini COLABORAÇÃO: Marcelo Massensini COMERCIAL E PUBLICIDADE: Daniella Felício DEPARTAMENTO DE MARKETING E COMUNICAÇÃO: Artur Sandrin, Carla Rossini, Daniella Felicio, Daniel Pelanda, Letícia Pignata, Marcelo Massensini, Rafael Mermejo, Roberta Faria da Silva, Tatiana Sicchieri. IMPRESSÃO: São Francisco Gráfica e Editora TIRAGEM: exemplares A Revista Canavieiros é distribuída gratuitamente aos cooperados, associados e fornecedores do Sistema Copercana, Canaoeste e Cocred. As matérias assinadas são de responsabilidade dos autores. A reprodução parcial desta revista é autorizada, desde que citada a fonte. ENDEREÇO DA REDAÇÃO: Rua Dr. Pio Dufles, 532 Sertãozinho SP CEP: Fone: (16)

5 Mônika Bergamaschi Diretora Executiva da ABAG - RP Entrevista Falta planejamento Perfil Além de diretora executiva da ABAG- RP, Mônika Bergamaschi é diretora da ABAG (Associação Brasileira de Agribusiness) e uma das lideranças femininas mais destacadas do agronegócio brasileiro. É Graduada em Engenharia Agronômica pela Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Unesp de Jaboticabal, mestre em Engenharia de Produção Agroindustrial pela UFSCar e com MBA em Cooperativismo pela USP. Participa de vários conselhos, comitês e câmaras e é secretária-executiva, pelo setor privado, do Consagro (Conselho do Agronegócio), do Ministério da Agricultura. Cristiane Barão Recém-chegada dos Estados Unidos, onde foi conhecer a produção dos biocombustíveis a convite do governo daquele país, a diretora executiva da ABAG-RP (Associação Brasileiro do Agronegócio da Região de Ribeirão Preto) Mônika Bergamaschi, ressalta que falta planejamento estratégico para o Brasil. Nos Estados Unidos, as metas para o programa de produção de etanol são claras e há definição de investimentos e dos papéis do governo e iniciativa privada. "(No Brasil) Não existe uma política definida", diz. Para ela, o agronegócio recebe um tratamento de quinta categoria do governo, apesar de toda importância que o setor tem para a economia do país. Ela, no entanto, vê boas oportunidades para a região de Ribeirão Preto, área de atuação da associação criada em 2001 e que desenvolve programas importantes e abrangentes para trabalhar a imagem do agronegócio e também contribuir na discussão de assuntos de interesse de todas as cadeias. Leia, a seguir, a entrevista que ela concedeu à Canavieiros na sede da ABAG-RP. 05

6 Entrevista 06 Revista Canavieiros: A ABAG de Ribeirão Preto foi criada em O que motivou a sua formação? Mônika: A ABAG de Ribeirão Preto foi criada inicialmente para trabalhar a questão da imagem do agronegócio regional. Haviam outras iniciativas feitas por setores isolados que já tinham conseguido avançar alguma coisa nesse sentido. O setor sucroalcooleiro já tinha começado a fazer esse trabalho há muitos anos. Eles (empresários locais) passaram a perceber que precisavam fazer alguma coisa mais ampla e sentiram a necessidade de montar uma entidade que trouxesse outros segmentos do agronegócio que fossem de grande importância para a região também. Revista Canavieiros: Qual a relação com a ABAG nacional? Mônika: Ela é totalmente diferente (da ABAG nacional), com outra razão social, outro quadro associativo, autonomia administrativa e financeira, mas que foi criada por iniciativa dos empresários locais. Foi um movimento que veio da base. Foi isso que fortaleceu tão rápido a associação. Eles (empresários locais) se reuniram e consultaram o Roberto Rodrigues, que é um grande entendedor do associativismo, e que emprestou o nome ABAG para a associação. Uma das diferenças é que a entidade nacional chama-se Associação Brasileira de Agribusiness e a regional é Associação Brasileira de Agronegócio da Região de Ribeirão Preto. Foi uma primeira adaptação. A ABAG começou com uma empresa de SP, que estava trabalhando na formatação da entidade. Mas à medida que fomos construindo a associação, fomos trazendo tudo para Ribeirão Preto, para que tivesse a sensibilidade do que era a região. Um coisa é pensar a região estando na avenida Paulista e outra é estando aqui. Revista Canavieiros: E quais foram as ações definidas para trabalhar a imagem do setor? Mônika: Foram criados os dois grandes carros chefes da ABAG. Há a campanha de valorização da imagem do agronegócio, que são filmes de um minuto, 45 segundos, que são veiculados diariamente nas emissoras regionais desde setembro de 2001 ininterruptamente. A partir deste mês nós ampliamos o alcance para a região de Araçatuba e São José do Rio Preto. Como o setor, principalmente o canavieiro, está se expandindo muito para aquela área, é um trabalho de valorização sim e também um trabalho preventivo, para que as pessoas entendam o que o setor canavieiro carrega junto com a expansão dos canaviais e construção de usinas. Além desse trabalho, precisávamos de um outro que, ao longo do tempo, eliminasse a necessidade, por exemplo, de campanhas ainda que fossem curativas e preventivas. Então daí surgiu a idéia do programa Agronegócio na Escola. Um coisa é pensar a região estando na avenida Paulista e outra é estando aqui. Revista Canavieiros: Como funciona o Agronegócio na Escola? Mônika: Começamos a trabalhar o programa em 2001 com Diretoria de Ensino de Jaboticabal com sete escolas e alunos. Atuamos na capacitação dos professores, damos a eles subsídios para que eles trabalhem com os alunos. Eles inserem os conceitos que mostramos a eles no dia-adia das matérias: matemática, física, ciências. Na mão contrária, eles passaram a ter a oportunidade de mostrar aos alunos a aplicação prática dos conceitos estudados em sala de aula, com visitas às empresas associadas. A idéia não é formar mão-de-obra para o agronegócio, mas mostrar as oportunidades e que eles (alunos) sintam a necessidade de se empenhar nos estudos. Neste ano, o programa vai atingir os 86 municípios da nossa abrangência e devemos trabalhar com 24 mil alunos. Revista Canavieiros: Como a entidade trabalha questões mais abrangentes, como a ambiental? Mônika: Nós começamos a atuar com esses assuntos com uma sensibi- lidade diferente. A ABAG nacional também faz isso, mas temos como diferencial o fato de estarmos aqui, a percepção é diferente. Sempre existiu muita ideologia, muita pressão em cima de questões ambientais. Já no começo de 2001, veio a questão do Código Florestal. Nós tínhamos a necessidade de fazer alguma coisa que mostrasse que muito do que era dito não tinha fundamento razoável. Em uma parceria com a Fapesp e a Embrapa fizemos todo um mapeamento da região, que depois foi estendida para a região nordeste do Estado. Assim, temos 20% do Estado com um mapa de uso e ocupação. Isso permite que a gente trace os impactos de políticas antes que elas sejam implantadas. É um trabalho inédito. Revista Canavieiros: Sobre a reserva legal. O grupo formado para estudar o decreto (publicado no ano passado e que determina a reserva de 20% de área de cada imóvel rural para manutenção e recomposição da reserva legal) não apresentou resultados... Mônika: Existe uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) contra o decreto e espero que ela tenha êxito. O grupo de estudos foi formado, mas não se chegou a um consenso. O que existiu foi uma idéia falsa de que seriam possíveis compensações dentro do Estado de São Paulo. A região de Ribeirão Preto tem mais área de vegetação nativa em porcentagem se comparada com o Estado todo. Esse é o número que muita gente desconhece e acha que o agronegócio veio para cá, desmatou e destruiu tudo. De 88 para 2003, houve um aumento nessas áreas que praticamente não hesitaria em afirmar que é recomposição de APPs. Ninguém nunca me convenceu de onde vieram os 20%. Por que 20% e não 10%? Nosso posicionamento sempre foi que precisa haver a inclusão de argumentos técnicos e científicos na discussão da lei. Revista Canavieiros: Você esteve recentemente nos Estados Unidos, onde foi conhecer o que está sendo feito na área de biocombustíveis. Qual sua impressão? Mônika: Fiquei impressionada com

7 o pragmatismo dos norte-americanos. Lá, a curva de crescimento da produção de etanol dá uma disparada nos últimos anos. A capacidade instalada deles é muito superior à do Brasil. No final de 2008, eles dobram a produção do etanol. É mais caro? É. Mas existe um planejamento. Quando o presidente Bush coloca o projeto de substituir 20% da gasolina em dez anos, ele traça uma meta, deixa claro qual é a estratégia, qual o objetivo do governo, quais os recursos para a pesquisa (e são números bastante interessantes). Então, existe uma meta traçada e os empresários começaram a investir nisso com uma certeza. Lá eles conseguem trabalhar o ano todo sem nenhuma sazonalidade porque o milho permite estocagem. Há independência entre os Estados e cada um estabelece o percentual de mistura à gasolina, o quanto vai produzir. Não tem nenhum monopólio de distribuição. Em todas as fábricas de todas as regiões, a malha ferroviária passa quase dentro. Existem algumas outras facilidades que, de certa forma, minimizam as desvantagens que existem em relação a outros produtos. Revista Canavieiros: Em que eles estão investindo mais? Mônika: Eles estão investindo muito em todas as energias. As cooperativas e associações estão incentivando a energia eólica. Eles sabem que só com o etanol de milho eles não vão conseguir a quantidade de combustível que precisam. Aí é que abre uma excelente oportunidade para o Brasil, que é a pesquisa em cima da celulose. Existe a pesquisa, mas ela ainda não é viável do ponto de vista econômico pelo menos para nós. Isso vai representar um ganho gigante, inclusive para Ribeirão Preto. A chance da região crescer na produção de etanol é só com incorporação de tecnologia e, claro, com melhoria de recursos humanos, com O que eu posso desejar ao ministro? Sorte. melhor gestão, melhor gerência, pesquisa, cabeças pensando em tecnologia agrícola, agricultura de precisão na produção canavieira. Isso pode representar ganhos para Ribeirão. Como? Bagaço, que já está dentro da usina. Aí, é descobrir a proporção ideal para o bagaço virar energia e etanol. Lá, o adicional que eles têm é que terão de coletar o capim ou a haste de trigo, de soja, de milho no campo, levar para a indústria e fazer o tratamento da celulose. Revista Canavieiros: Comparando os dois modelos, dá para concluir que no Brasil faltam planejamento e recursos... Mônika: O que tem acontecido hoje é que o setor privado viu uma chance e está investindo. Se o setor privado parar, parou. Tem um financiamentozinho aqui, uma coisa ali, mas não existe uma Mônika Bergamaschi (Diretora Executiva da ABAG-RP) Bob Dinnen (pres. da RFA) e José Nilton de Souza Vieira (Departamento de Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) Entrevista política definida. Nem do setor público e nem do setor privado. O setor privado também não sabe exatamente. Eu lhe mostro o planejamento para os próximos dois anos (dos Estados Unidos), com nome, endereço de todas as novas destilarias que estão sendo construídas, o quanto elas vão moer, quando entram em operação. Hoje, você não tira uma informação dessa no Brasil. Falta planejamento. Isso tem que ser tudo muito bem desenhado porque qualquer movimento do Brasil, que é um player importante, interfere nos preços internacionais. Um negócio mal feito, mal costurado, pode ser um tiro no pé. Revista Canavieiros: Qual a expectativa em relação ao novo ministro? Mônika: Nós tivemos por três anos e meio um ministro que conhece o agronegócio nacional e mundial como poucos e é uma pessoa que circula em todos os ambientes. Há dois anos ele me dizia que achava que, conhecendo os problemas e as soluções, em seis meses resolveria tudo. E foi uma frustração para ele porque depois de três anos e meio não conseguiu resolver. O grande mérito é que ele segurou muita coisa. Nossa situação hoje poderia ser bem pior. E não conseguiu fazer por quê? Porque grandes problemas que afetam o agronegócio estão fora da pasta da Agricultura. O problema da logística é com o Ministério dos Transportes; o etanol, que é um problema energético, está em oito Ministérios, inclusive no Itamaraty. A questão do endividamento fica dependendo da Fazenda. A Agricultura está dividida em duas. Isso é um absurdo. Há a estrutura da Agricultura e a do Desenvolvimento Agrário, posições que, não raro, tiram risos das platéias de outros países. O que eu posso desejar ao ministro? Sorte. E que o governo queira e tenha vontade de fazer. Saiu o PAC, por exemplo, e não contempla absolutamente nada para a agricultura. É o maior setor, que mais exporta, que mais emprega e recebe um tratamento de quinta categoria do governo brasileiro. Entristece ver que o governo está de costas para o agronegócio. 07

8 Ponto de Vista Aumento da produção deve refletir em menores preços Com a minha eleição na Orplana, devo dizer que daremos continuidade ao trabalho que já vinha sendo realizado, de maneira muito competente pelo amigo Manoel Ortolan. Vamos trabalhar, junto às associadas, para estar cada vez mais próximos. Vamos procurar fazer com que as associações tenham departamentos técnicos bastante atualizados para fornecer o melhor trabalho possível a seus associados. Nas questões institucionais, deveremos cada vez mais participar de fóruns públicos e privados, mostrando a importância do segmento produtor de cana dentro da cadeia produtiva, valorizando sempre o produtor como um elo fundamental do setor. Iremos trabalhar fortemente, buscando a união da classe, para que tenhamos resultados satisfatórios na nossa atividade produtiva. Continuaremos atuando com muita energia, já que esta é a palavra do momento, nas negociações com os industriais, tentando fazer com que os produtores tenham o seu produto, cana-deaçúcar, com resultados positivos. Enfim, trabalhar. O momento, entretanto, nos traz preocupações em relação a toda esta expectativa gerada em torno do aumento da demanda mundial pelo etanol. Isso gerou uma corrida para a produção de cana-de-açúcar, com a ampliação da área plantada por parte de produtores tradicionais e a inserção, no mercado, de produtores que não estavam ligados à cana. A conseqüência é uma produção de cana-de-açúcar no Brasil que deverá ser cerca de 15% maior que a da última safra. Teremos mais cana para moagem e, dessa forma, teremos mais álcool e açúcar no mercado. Historicamente, quando há aumento da oferta, ocorre a diminuição dos preços do produto. A última safra já havia registrado um ATR abaixo da previsão do setor. E acreditamos que para esta safra o ATR será ainda menor, concretizadas as previsões atuais. A movimentação do mercado em direção ao etanol e toda a divulgação em torno do tema não refletem em remuneração ao produtor. Ao contrário, faz com que tenhamos um grande aumento nos nossos custos e, na hora de realizarmos a venda da produção, as despesas podem ultrapassar as receitas. Neste momento, temos que ter cabeça no lugar, administrar muito bem os custos, reduzir onde for possível, para que não tenhamos surpresas desagradáveis. O papel da Orplana, não só neste momento, mas sempre, é procurar informar os produtores sobre o comportamento do mercado e as perspectivas futuras para que cada um tenha uma ferramenta confiável administrativa para se apoiar. Ismael Perina Júnior Presidente da Orplana, Presidente da Socicana e Diretor Adm. Cocecrer 08

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10 Notícias Copercana Copercana participa do Concana em Uberaba Carla Rossini Evento consolidou Uberaba como centro brasileiro de desenvolvimento do setor ACopercana participou do I Congresso Internacional da Cadeia Produtiva da Cana - ConCana que aconteceu entre os dias 26 a 30 de março, em Uberaba - MG. Durante o Congresso, especialistas de todo o Brasil revelaram aos mais de 1500 participantes o potencial do mercado da cana-de-açúcar, mostraram a tecnologia de ponta disponível e ainda discutiram a expansão do setor e seu desenvolvimento sustentável. O evento foi organizado pela Fazu - Faculdades Associadas de Uberaba, mantida pela Fundação Educacional para o Desenvolvimento das Ciências Agrárias (FUNDAGRI), a Universidade de Uberaba (UNIUBE), a Associação dos Fornecedores de Cana da Região de Cam- Alexandre Kaufman (diretor da Arvek); Flávio Guidi (agrônomo Copercana-Uberaba); Ivaldo (agrônomo Copercana-Campo Florido); Pedro Esrael Bighetti (diretor da Copercana); João Machado (diretor da FAZU e coordenador do ConCana) Paulo Bighetti (estudante agronomia FAZU); João Ângelo Guidi Jr (presidente do Clube Amigos da Terra de Uberaba) e Danilo Saule (Agrônomo Copercana-Sertãozinho). 10 Concana reivindica melhores condições para vender álcool, dentro e fora do país Marcelo Massensini Durante o I Congresso Internacional na Cadeia Produtiva da Cana (ConCana) além da presença de investidores internacionais e de palestras sobre o futuro da cana-de-açucar e seu desenvolvimento sustentável, foram elaborados três documentos com reivindicações de melhorias para o setor. Um foi encaminhado para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, um para o governador de Minas Gerais, Aécio Neves e outro para presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli. A carta enviada para o presidente Lula pede incentivos a projetos que envolvam um grande número de fornecedores de cana e solicita a aceleração da obra de implantação do alccolduto em São Paulo, Minas Gerais e Goiás. O documento ainda ressalta a importância de obras para melhorar a infra-estrutura do País, como construção de novas estradas, melhoria das antigas e desenvolvimento dos portos, para melhorar o escoamento da produção nos mercados interno e externo. Para o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, o pedido foi à redução do ICMS sobre o álcool hidratado combustível, a fim de expandir seu mercado no Estado. O terceiro documento, enviado para o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, é um resumo dos trabalhos do I ConCana, mostrando as perspectivas do álcool dentro e fora do país. Estande da Copercana em Uberaba As cartas foram assinadas pelo coordenador geral do ConCana, João Machado Prata Júnior, Anderson Adauto, prefeito de Uberaba; Marcelo Palmério, reitor da Universidade de Uberaba (Uniube) e Silvio de Castro Cunha Júnior, presidente da Associação dos Fornecedores de Cana de Campo Florido (Canacampo).

11 Notícias Copercana po Florido (CANACAMPO), a Prefeitura de Uberaba e o Centro de Tecnologia Canavieira (CTC). Especialistas e lideranças discutiram a cadeia da cana e levaram novos conhecimentos aos participantes. O presidente da Canaoeste, Manoel Ortolan palestrou no dia 27 com o tema "Relacionamento entre Indústrias e Fornecedores - Mercado Atual e Futuro". Diretores e funcionários do sistema Copercana, Canaoeste e Cocred também estiveram presentes no estande da Copercana montado na área de exposição do Congresso. Representantes da cadeia produtiva de cana, açúcar e álcool visitaram o estande da cooperativa que em breve terá uma nova filial totalmente reformada para atender aos produtores daquela região. Segundo o engenheiro agrônomo da Copercana, Flávio Guidi que atende Uberaba o resultado da feira foi excelente. "Tivemos a oportunidade de fazer contato com produtores e pessoas ligadas ao setor e também mostrar todo o potencial e suporte que a Copercana pode oferecer", afirmou Flávio. Para o diretor da Copercana, Pedro Esrael Bighetti, esse tipo de evento é muito importante para divulgação da cooperativa. "O objetivo é apresentar a cooperativa aos produtores da região de Uberaba que tem grande potencial de crescimento e expansão na área de cana-de-açúcar. Estão sendo montadas novas unidades industriais no Triangulo Mineiro e a Copercana vai estar presente para oferecer seus serviços e produtos aos produtores mineiros", finalizou Pedro. O presidente da Copercana, Antonio Eduardo Tonielo também acredita na expansão do setor na região de Uberaba. Somos testemunhas que a cana contribui muito para o desenvolvimento da região em que está inserida. As indústrias que abastecem o setor sucroalcooleiro geram empregos e consequentemente renda para a população. Isso é muito importante num país com poucas perspectivas de crescimento. A região de Uberaba tem tudo para se tornar referencia na produção de cana, açúcar e álcool, afirmou Tonielo. José Olavo Borges (diretor ABCZ); Silvio Castro Jr (presidente CanaCampo); Pedro Esrael Bighetti (diretor da Copercana); Alexandre Kaufman (diretor da Arvek); Flávio Guidi (agrônomo Copercana-Uberaba); Rogério (agrônomo Copercana-Frutal) e Paulo Bighetti (estudante agronomia da FAZU) 11

12 Notícias Canaoeste Consecana Conselho dos Produtores de Cana, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo CIRCULAR Nº. 19/06 DATA: 10 de abril de 2007 Aqualidade média da matéria-prima entregue pelos Fornecedores de Cana do Estado de São Paulo, na Safra 2006/ 2007 foi a seguinte: Cana processada: toneladas; Pol da Cana = 15,3195; Pureza do Caldo = 87,23; Fibra da Cana =12,58; ARC = 0,5444; Fator K = 0,9982 e ATR = 150,86. A seguir, informamos a curva de comercialização do Açúcar de Mercado Interno (ABMI), Açúcar de Mercado Externo Branco (ABME), Açúcar de Mercado Externo VHP (AVHP), Álcool Anidro (AAC), Álcool Hidratado (AHC), Álcool Anidro Industrial (AAI), Álcool Hidratado Industrial (AHI), Álcool Anidro Exportado (AAE) e Álcool Hidratado Exportado (AHE), praticada na safra 2006/2007. A alíquota de IPI apurada pelo CEPEA foi de 3,7801% ajustando o fator para cálculo do preço líquido do Açúcar de Mercado interno (ABMI), de 0,82111 para 0, A seguir informamos o mix de produção e comercialização, os preços de faturamento do açúcar nos mercados interno e externo, do álcool anidro e hidratado, carburante, outros fins e exportado e os respectivos preços líquidos médios do Kg de ATR, em R$/kg, por produto, para efeito do ajuste final da safra 2006/2007. A O preço médio estadual do kg de ATR é de R$ 0,

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14 Notícias Canaoeste O mercado mundial e o fechamento do preço médio do Kg do ATR para o Estado de São Paulo Nesta edição abordaremos sobre o fechamento do Preço do Kg de ATR (açúcares totais recuperáveis) para o Estado de São Paulo na Safra 2.006/07. Na próxima edição, continuaremos a abordar a metodologia de Cálculo do Preço do ATR, falando: Como são definidos os fatores de dedução ou acréscimo de impostos e também porque alguns produtos têm o fator impostos maior que 100%. Na tabela 1, é possível notar que o grande responsável pela queda dos preços do ATR durante a safra, que começou com um valor de R$ 0,3830 por Kg de ATR no mês de maio de 2.006, foi o açúcar, tanto no mercado interno como externo. Mas voltando ao tema proposta para esta edição, O CONSECANA divulgou no dia 10 de abril de o preço médio de safra do quilograma de ATR do Estado de São Paulo para a Safra 2.006/07, que ficou em R$ 0,3430 por Kg. Apenas relembrando, esta safra, por ser uma safra de transição, a apuração dos preços médios de safra, começou em 1º de maio de e terminou em 30 de março de A partir deste ano, para a apuração do preço médio do ATR, as safras começarão em 1º de abril e terminarão em 30 de março do ano seguinte. Esta transição foi feita sem que haja prejuízo aos cálculos, pois os volumes considerados foram os totais produzidos. Assim, a safra 2.007/08 começou em 1º de abril de e terminará em 30 de março de Mas o que afinal aconteceu com este produto? O que permitiu essa queda tão drástica? A tabela 2 apresenta o Balanço entre Produção e Consumo de Açúcar no Mundo, segunda dados da Czarnikow *Cléber Moraes Sugar (www.czarnikow.com), o maior provedor mundial de serviços no mercado de açúcar. TABELA 2 - BALANÇO DA PRODUÇÃO E CONSUMO DE AÇÚCAR NO MUNDO A safra 2.006/07 começou com preços médios bem melhores que os preços do seu mês de fechamento, março de Veja na tabela 1, a variação dos preços dos produtos. O álcool hidratado exportação, que não está apresentado na tabela abaixo, começou a safra com preço no mês de maio/2.006 de R$ 716,37 por m 3, mas no mês seguinte recuperou-se indo para R$ 949,48 por m 3, sofreu algumas variações, mas sempre se mantendo na faixa de R$ 900,00 por m 3. TABELA 1 - VARIAÇÃO DOS PREÇOS DOS PRODUTOS ENTRE MAIO DE 2006 E MARÇO DE 2007 Nota-se na coluna Saldo de Safra que a partir da safra 2.002/03, o consumo de açúcar foi sempre superior à produção, provocando decréscimos nos estoque mundiais de açúcar. Os saldos negativos do período que vai da safra 2.003/04 à safra 2.005/06, consumiu quase a totalidade de um excedente produzido na safra 2.002/ Na safra 2.006/07, tivemos novamente uma produção superior ao consumo, o que provocou forte queda nos preços. Ainda na tabela 2 é possível notarmos que houve um crescimento no consumo de açúcar da ordem de 2,33%, mas a produção cresceu 8,82%. Na tabela 3 são apresentados os principais vari- 14

15 ações de produção que ocorreram no mundo. A Índia é o país que mais cresceu na produção, seguida do Brasil, China e Tailândia. A Europa Ocidental apresentou uma redução de 4,9 milhões de toneladas, fruto do processo movido por Brasil, Austrália e Tailândia junto a OMC. TABELA 3 - VARIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE AÇÚCAR NAS SAFRAS 2005/06 E 2006/07 Os olhos do mundo açucareiro se voltam para a Índia, em especial para os Estados de Maharashtra e Uttar Pradesh, neste último foram feitos investimentos no aumento da capacidade das fábricas. Notícias Canaoeste A produção açucareira na Índia apresenta condições bem diferentes da produção no Brasil. O mercado interno é bastante protegido e a produção de cana-de-açúcar é caracterizada por pequenas propriedades que todo ano plantam cana de ano e após a colheita reformam o canavial. Assim é possível um grande incremento na produção que pode ser totalmente diferente no ano seguinte dependendo dos *Cléber preços Moraes pagos pela matéria-prima (a cana). O fato é que esta característica da produção indiana afeta a produção mundial e o balanço entre demanda e oferta do produto. Como já dissemos em artigo anterior, quando os preços mundiais de açúcar ficam muito bons, vários países no mundo entram no mercado provocando queda nos preços internacionais, assim é interessante para o Brasil que os preços estejam em um nível que permita lucro frente dos nossos custos de produção. Diante disto, naquele artigo, fazíamos um alerta para que os produtores de cana não esperassem grandes mudanças ou aumentos de preços dos produtos e que, a oportunidade que está se abrindo, é para a produção em quantidades maiores com custos menores e lucros também menores, compensados pela maior volume de cana. Enfim a oportunidade que surge é para aqueles que desejam crescer. * Cléber Moraes - Consultor Canaoeste // M. Moraes Consultoria Agronômica Ltda. 15

16 Notícias Cocred Poupança Cooperada Cocred: pensando no seu futuro Marcelo Massensini ACocred, sempre pensando no bem-estar de seus clientes e no desenvolvimento econômico das cidades de sua abrangência, criou há 5 meses a Poupança Cooperada Cocred: uma forma fácil e segura de investir seu dinheiro, assegurar o futuro da família e contribuir para o crescimento da comunidade. Para professora e economista, Leny Paschoal, além de todos esses benefícios diretos ao poupador, o grande diferencial da poupança cooperada é o fato de parte do dinheiro depositado ser transformado em benefícios para a própria comunidade. Com todos colaborando, o banco terá mais condições de financiar o crescimento da economia regional, esclarece Leny. A Poupança Cooperada Cocred é uma poupança em que o cliente deposita seu dinheiro e tem um excelente rendimento, com a vantagem de que investindo em uma poupança cooperada, parte do dinheiro será revertido em crédito para o desenvolvimento da região de abrangência da cooperativa. Além disso, a caderneta de poupança é um tipo de investimento financeiro de baixo risco onde não há perigo de perder seu dinheiro, pois ela é segurada pelo Fundo Garantidor de Crédito. Mas segurança não é a única vantagem. Quem investe em poupança tem isenção de Imposto de Renda (só pessoas físicas) e da CPMF, para saques de valores que ficaram na conta por 90 dias ou mais. A poupança ainda é o único investimento disponível para menores de idade. De acordo com especialistas, agora é a melhor hora para investir em poupança. Com a redução da taxa básica de juros (SELIC) e a política monetária mais flexível, esse tipo de investimento é uma das opções mais rentáveis do mercado, podendo igualar ou até desbancar, nos próximos meses, os fundos de renda fixa. Porém, muitas pessoas não usam a poupança para ganhar mais dinheiro, Leny Paschoal Marisa Rodrigues da Costa mas sim para garantir o futuro dos filhos. Umas delas é a professora Marisa Rodrigues da Costa que, mesmo tendo uma aplicação da Cocred, há quatro meses resolveu abrir uma poupança para as duas filhas, de 5 e 8 anos. Pensei no futuro delas. Eu acho que esse é um investimento sensato e sólido, explica Marisa, que diz ter escolhido a poupança pensando na segurança de seu dinheiro. A poupança me dá uma segurança que a maioria dos outros investimentos não dão, termina. Abrir uma Poupança Cooperada Cocred é muito fácil: basta comparecer a qualquer agência da Cocred com RG, CPF (se o menor não possuir CPF, pode utilizar o do pai ou responsável), comprovante de endereço e fazer um depósito de no mínimo R$ 30,00. 16

17 Notícias Cocred Cocred Auto inova o mercado de financiamento de veículos Marcelo Massensini Comprar ou trocar um carro está mais fácil para os cooperados da Cocred. Isso porque, agora existe o Cocred Auto, um financiamento de carros e motos com as menores taxas e os melhores prazos do mercado, entre vários outros benefícios que só os cooperados da Cocred já estão acostumados a ter. A Cocred, pensando na satisfação dos cooperados, criou o Cocred Auto após perceber o grande aumento no número de financiamentos de veículos, registrado em De acordo com um levantamento da ANEF, Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras, 2006 teve um número recorde de financiamentos e para 2007, a previsão é aumentar em 25% a verba liberada pelo Sistema Financeiro Nacional para compra de veículos a prazo. Ainda segundo a ANEF, este valor pode chegar a R$ 65 bilhões contra os R$ 52,1 bilhões em Para a ANEF, este aumento no fluxo só foi possível graças aos planos de financiamento inovadores como os da Cocred, que têm prazos cada vez mais longos e taxas de juros que caem a cada ano. No ano passado, os parcelamentos de veículos oferecidos ao consumidor chegaram a 72 meses, 36 a mais do que nos últimos 7 anos. Já a taxa média de juros ficou em 1,83 ao mês, 0,34 % a menos do que em No Cocred Auto a taxa de juros é 1,60 % ao mês, com prazo de até 48 meses. Financiamentos como o Cocred Auto são os mais usados para a compra de autos no Brasil. Do total de automóveis comercializados em 2006, 45% foram financiados por meio do chamado CDC (Crédito Direto ao Consumidor), 18% por leasing, 5% por consórcio e 32% foram pagos à vista. No mercado de motocicletas, o financiamento atingiu a marca recorde de 41%, o consórcio de 36% e os pagamentos à vista correspondem a 23%. O produtor rural João José Donizetti Dândaro financiou um carro pelo Cocred Auto no final do mês março e, segundo ele, a Cocred passa na frente de todos os outros bancos. Já tinha feito financiamentos em outros bancos e senti bastante diferença. O atendimento, as propostas, as condições de pagamento e as taxas. Tudo foi melhor, explica e completa. Eu recebi propostas bastante convidativas de outros bancos, mas que não superaram a da Cocred. O prazo até foi igual, mas os juros da Cocred foram bem menores. A Cocred ainda devolve ao cooperado no final do exercício, sobras que só uma cooperativa de crédito como a Cocred tem. Veja as condições para financiamento do Cocred Auto: PARCELAMENTO MENSAL: Veículos usados de 6 a 10 anos de fabricação Veículos usados com até 5 anos de fabricação Veículos novos 0km João José Donizetti Dândaro Financiando o veículo pelo Cocred Auto, o cooperado ainda pode embutir o valor do seguro no financiamento. Uma tranqüilidade que para Dândaro é essencial. Ter o seguro contou muito para eu escolher o Cocred Auto, conta. Já planejo comprar veículos e máquinas para a minha fazenda, tudo financiado pela Cocred, finaliza o agricultor. 70% do valor do bem. 80% do valor do bem 100% do valor do bem. A Cocred também tem opção de parcelamento bimestral, trimestral, semestral e anual. Procure a agência mais próxima e descubra porque o Cocred Auto é hoje o caminho mais fácil para você cooperado comprar um carro ou moto. 17

18 18

19 Notícias Cocred Balancete Cooperativa de Crédito dos Plantadores de Cana de Sertãozinho BALANCETE MENSAL FEVEREIRO/2007 valores em Reais

20 Reportagem de Capa Carla Rossini Sistema Responsáv Copercana, Canaoes sociais e de respei Iniciativas refletem a preocupação das instituições em busca da melhoria da qualidade de vida e pelo desenvolvimento sustentado Um diferencial relevante para a imagem das empresas no mercado é a forma como elas se relacionam com a comunidade e com o meio à sua volta. E o Sistema Copercana, Canaoeste e Cocred investe há muito tempo em ações responsáveis, que refletem sua preocupação em busca pela melhoria da qualidade de vida e pelo desenvolvimento sustentado, com respeito ao meio ambiente. São muitos os exemplos, mas alguns merecem destaque por sua abrangência e sucesso. Um projeto que vem ganhando força é a gestão de qualidade que está sendo implantada na UNAME Unidade de Grãos da Copercana. O objetivo é atender os padrões exigidos pelos mercados interno e externo. Para atingir o ideal de padronização, a Copercana investiu na implantação de algumas medidas. A maior preocupação eram os resíduos oriundos dos processos de recebimento dos grãos na unidade. Com a capacidade de recebimento e processamento de grãos nos últimos anos - de 39 mil toneladas, em 2001, para 54 mil neste ano - a quantidade de resíduos aumentou. explica, que uma vez firmada a parceria, as primeiras metas a serem estabelecidas foram em relação aos resíduos e sua destinação. Ao mesmo tempo em que estamos quantificando e qualificando os resíduos produzidos na Unidade de Grãos, o processo de compostagem está em andamento, explica Jorge. Segundo ele, a compostagem é uma ótima alternativa para o tratamento de resíduos orgânicos, contribuindo para a redução de problemas ambientais e sanitários associados a grandes quantidades de resíduos. É a forma mais eficaz de se conseguir uma biodegradação controlada dos resíduos orgânicos para a produção de adubo. No caso da UNAME, durante um ano de trabalho, são produzidos 975 mil quilos de resíduos de amendoim e soja; 650 quilos de sobras de comidas; 3,46 mil quilos de podas de gramas; 840 quilos de podas, folhas e frutos de árvores e 15,6 mil quilos de estrume animal oriundos do Capril. Todos esses resíduos eram levados ao aterro sanitário de Sertãozinho e eliminados sem critérios, com certeza, contaminando o meio ambiente, afirma Augusto e completa agora, estamos usando tudo na compostagem. De acordo com o gerente da unidade, Augusto César Strini Paixão, para resolver o problema, a Copercana e a Unesp (Universidade Estadual Paulista) Campus Jaboticabal firmaram convênio, em dezembro de 2006, para implantação de um sistema de gestão para obtenção da certificação ISO O professor Jorge de Lucas Júnior, do Departamento de Engenharia Rural, Augusto César Strini Paixão Segundo o professor, para se fazer a compostagem é preciso controlar o tamanho da leira (monte onde está depositado o lixo orgânico), e assim, controlar a temperatura para estabilizar a matéria orgânica, o desenvolvimento de microrganismos e o calor gerado. Com o tempo o material se estabiliza, é possível corrigir a quantidade de água e no final temos o composto orgânico, no qual não se identifica mais as características do mate- Máquina trabalhando nas compostagem 20

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