ATUAÇÃO PROFISSIONAL - Gestor em Agronegócio

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1 FORMAÇÃO ACADÊMICA: - Agrimensura Ipolon/PR - Engenheiro Civil UEL/PR - Administrador de Empresa com Sistemas de Informação FSP/SP - MBA Gestão em Agribusiness FGV/SP - Aluno Mestrado IZ/SP ATUAÇÃO PROFISSIONAL - Gestor em Agronegócio

2 CONSTRUÇÃO E MANEJO DE BOVINO DE CORTE

3 CRIA do acasalamento ao desmame. RECRIA do desmame ao acasalamento para fêmeas e desmame ao início da terminação para machos. TERMINAÇÃO do final da recria ao abate para machos e vaquilhonas de descarte e após descarte até abate para vacas de descarte.

4 Sistema Extensivo Sistema Semi-intensivo Sistema Intensivo/Confinamento

5 Muito praticado no Brasil, principalmente na criação de corte, em regiões pouco povoadas e grandes extensões de terras e geralmente distantes dos grandes centros consumidores e onde a mão - de - obra é mais escassa; A finalidade é a produção de terneiros de sobre ano ou bois magros para venda a recriadores ou invernistas; Pastagens naturais abundantes e podem sustentar o gado com um mínimo de despesas; Os recursos naturais são aproveitados ao máximo; O gado em geral é cruzado, mas alguns criadores procuram introduzir no rebanho touros que possibilitam o melhoramento principalmente ao tipo e ao peso dos animais; Por outro lado, não é submetido a qualquer trabalho de seleção, conservação de melhores fêmeas para reposição; Sem assistência técnica;

6 Os cuidados relativos à alimentação e ao trato dos animais são reduzidos em geral e se resume na distribuição periódica de sal, mas sem alimentação suplementar; Ausência de boas aguadas; Cercas mal conservadas; Gado vivendo em comum; Os investimentos são mais baixos; Pode dar lucro, mas o desfrute no rebanho é mais baixo; As instalações se restringem à casa do encarregado, galpão ou depósito rústicos e cochos de sal; Lotação para pasto não adubado: 0,6 UA/ha; Dependendo da região, este sistema pode ser indicado para o gado de corte, mas exige um manejo correto das pastagens e do rebanho; Existem fazendas devidamente exploradas com melhoramentos, formação e manutenção de pastagens e reserva de alimentação para período de inverno ou de seca (feno ou silagens);

7 É um sistema mais praticado em propriedade de menor extensão de terras e mais próximas de grandes centros consumidores em regiões de SP, MG, RJ, PR, SC, RS; Obedecendo ao aumento da população, ao desenvolvimento industrial, à elevada procura por produtos pecuários e rios, às terras são mais valorizadas; Finalidade da criação não é apenas a multiplicação dos animais puro de origem ou por cruza, mas o constante melhoramento do rebanho; Exige o emprego de mais capital: animais, a formação e divisão de pastagens, culturas forrageiras, benfeitorias, empregados, alimentação; Envolve gado de melhor qualidade e caracterização racial, destinado à venda para reprodução; Necessidade da correta alimentação do gado principalmente na fase de crescimento (exterioriza sua aptidão produtiva); Lotação para pasto adubado: 1,5 UA/ha; Requer escrituração e conhecimento zootécnica: seleção, alimentação e sanidade; Rendimento da exploração maior ao capital elevado e, bem sucedido consegue formar uma sólida reputação e a melhor qualidade dos produtos;

8 Confinamento em grupos livres Ideal mais de um piquete; Produção o ano todo; 50 a 100 m2/animal; Áreas com maior declividade evitam lama e permite trabalhar nos limites inferiores;

9 Estábulos coletivos 1- Com áreas de camas coletivas: Menor custo de implantação; Maior índice de injúrias provocadas por animais; Incidência de mastites por deitarem em camas sujas; Maior volume maior custo com material; 2- Áreas de camas individualizadas: Camas divididas por contenções de madeira ou tubos; Preferência por materiais inorgânicos; Maior custo de implantação; Visam maximizar a produtividade individual; Maior mão-de-obra; Problemas de limpeza;

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23 Você Sabia? No embarque os animais prontos para abate chegam a perder uma arroba, apenas no curral, por causa de contusões e estresse. O Curral Anti-Stress, facilita o trabalho com os animais e diminui o estresse devido a sua planta funcional. Um animal não estressado 1 - Cresce melhor, e é por isso um produto melhor e mais rentável; 2 - É menos provável ficar doente por que seu sistema imunológico é mais forte; 3 - É menos provável de se machucar, ou até mesmo machucar você; 4 - Voltará ao pátio mais facilmente da próxima vez, deixando de perder peso antes do embarque para o abate.

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41 Um cocho não deve ser utilizado para suplementar mais de 100 animais em um mesmo piquete. Caso haja um numero superior a 100 neste local, deve-se considerar a instalação de dois cochos para atender todos de forma justa e adequada. No dimensionamento, devem-se considerar as seguintes medidas: 4 a 5 cm de espaço disponível para animais suplementado se a mistura for exclusivamente mineral; caso o suplemento seja um proteínado, a medida considerada deve ser de 12 a 15 cm por espécie suplementada.

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45 É tão vantajoso, quanto maior a necessidade de suplementação. Portanto ele traz mais vantagem econômica quando realizada durante a seca. Isto coincide com a estação de monta no outono (Maio-Junho -Julho). Os animais se acostumam desde pequenos com a suplementação no cocho. Existem indícios de melhoria produtiva das vacas, quando os animais recebem ração. Pode ser usado como um auxiliar para diminuir o estresse da desmama. Aumenta, além do peso vivo à desmama, a uniformidade dos animais e depositando massa muscular, ocorrendo, portanto, os melhores índices de conversão alimentar (kg de alimento consumido/kg de peso ganho).

46 Sugestões de dimensões para o cercado e o cocho área do cercado: ± 1,5 m 2 /cria (deixando espaço de, no mínimo, 2 m entre o cocho e a cerca para circulação). acesso de entrada exclusivo ao bezerro: 0,40 m de largura x 1,20m de altura (com esteios fincados bem firmes). número de entradas: 4 para 50 bezerros 8 para 200 bezerros. cocho com comprimento de 0,10 m/cria, e largura possibilitando a alimentação de dois animais (um de cada lado), simultaneamente.

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54 Não é recomendável que um lote exceda 100 cabeças / curral. Como regra útil, é recomendado que o tamanho do lote seja compatível com a capacidade de carga dos caminhões de transporte São considerados animais de estrutura corporal média aqueles com peso de abate entre kg para machos e kg para fêmeas

55 Quanto à área, geralmente é sugerido de 15 a 30 m2 por animal. Entretanto, em regiões mais secas podem ser usados 12 m2 por animal. Por outro lado, em regiões mais chuvosas, com o intuito de se evitar lama, a qual é muito prejudicial ao desempenho dos animais, podem ser utilizados 50 m2 por animal. Nesse caso, poderão ser feitas calçadas (concreto, cascalho, paralelepípedo, etc.) com 1,8 a 3,0 m ao longo dos cochos. Uma outra opção seria a construção de telhados, com pé direito de 3,0 m.

56 evitar áreas próximas a rodovias ou grande movimentação (evita contaminações, furtos e estresse nos animais); proximidade de fontes de água farta e de boa qualidade; proximidade de redes de energia elétrica; piso com declividade mínima de 3% e máxima de 8%, sendo esta apenas recomendada para regiões muito sujeitas a chuvas no período de confinamento; evitar locais próximos a córregos ou rios, diminuindo assim o impacto ambiental; evitar áreas com vento canalizado, deixando de molestar moradores de bairros ou mesmo cidades próximas; escolher áreas bem drenadas, que garantam um piso seco (terrenos arenosos são preferíveis, pois os argilosos exigem obras de drenagem);

57 Aumento da eficiência produtiva do rebanho, por meio da redução da idade ao abate e melhor aproveitamento do animal produzido e capital investido nas fases anteriores (criarecria); Uso da forragem excedente de verão e liberação de áreas de pastagens para outras categorias durante o período de confinamento; Uso mais eficiente da mão-de-obra, maquinários e insumos; Flexibilidade de produção.

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78 PRODUÇÃO DE BEZERROS

79 OBJETIVOS OPORTUNIDADES VANTAGENS

80 Buscar uma produção de bezerro com uma boa combinação de sangue; Determinar a precocidade na produção de animais visando a melhor idade para desmama; Identificar maior potencial de ganho de peso para obtermos rapidez na terminação, diminuir idade de abate, economia de operação e viabilidade econômica; Melhorar os bezerros através de touros comprovados por programas como: GENESTAR (DNA para identificar os reprodutores homozigotos 100% de transmissão para enzimas que agem na maciez e marmoreio da carne) e vacas avaliadas antes da inseminação; Avaliar o custo da produção até a desmama;

81 Utilização de novas tecnologias (IATF); Rastreabilidade e Certificação (Sisbov); Garantia de venda dos animais; Viabilidade e sustentabilidade econômica do negócio; Avaliação do custo fixo e variável de produção; Receita x custo = lucro líquido (raio-x do sistema de produção);

82 Produção de bezerros com características e padrão genético desejados em curto espaço de tempo de acordo com a exigência de mercado; Redução de doenças reprodutivas e acidentes; Aumento no peso do bezerro precoce e uniformidade dos terneiros; Vacas mais homogêneas do início ao término da estação de reprodução através do IATF; Aumento no percentual de prenhes e economia de tempo no manejo das vacas; Estação de reprodução menor; Padronização nos nascimentos para que a produção não chegue toda ao mesmo tempo para o abate.

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89 BHR SA HAXOLD 690 P, simental 100% sul-africano Filho de BAR 5 MR OPTIMAL 447 L, conhecido mundialmente como um touro completo, tendo sua genética em vários países, inclusive o primeiro reprodutor a ter seu sêmen exportado de volta para a África do Sul. É top 2% (CSA Canadian Simental Association) para desmama e top 5% (CSA Canadian Simental Association) para peso de carcaça e é o melhor representante da linhagem sul-africana. No Brasil, foi Campeão Frigorífico e pai de Fêmea Campeã úbere na Exposição Nacional da Raça Simental na Feicorte Seus filhos caracterizam-se por muita profundidade corporal, comprimento e principalmente musculatura, com excelente adaptabilidade atestada por cascos fortes, pelo curto e excelente habilidade materna. BHR SA HAXOLD 690P é reprodutor bioculado, com pelo curto e excelente comprimento corporal, é também, top 5% (CSA - Canadian Simental Association) para peso de carcaça e desenvolvimento de novilho precoce. Frame moderado e alta área de olho de lombo (103 cm 2 aos 14 meses de idade). Possui 4 estrelas no Programa Genestar realizado na Bovigen Solutions que identifica os genes das enzimas que agem na maciez e no marmoreio da carne (gordura intramuscular).

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91 As vacas utilizadas no projeto estão com idade entre 4 a 12 anos e paridas entre 30 a 45 dias. 923 vacas nelore PO 868 vacas mestiças F1 (nelore PO x simental PO) 1791 vacas no projeto

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93 Dia 0: Implantação de um CIDR (progesterona 1,9g e excipiente q.s.p. 30g); 02 ml estrogin (benzoato de estradiol 0,005mg e veículo q.s.p. 5,0ml); 01 ml sincrocio (cloprostenol sódico equivalente a 25mg de cloroprostenol base 26,30mg e veículo q.s.p. 100ml); Dia 08: Retirar o implante do CIDR (progesterona 1,9g e excipiente q.s.p. 30g); 02 ml Novormon (garadotrofina corionica e equine ECG, PMSG 200UI, lactose 26mg e timerosal 0,026mg); 01 ml Sincrocio (cloprostenol sódico equivalente a 25mg de cloroprostenol base 26,30mg e veículo q.s.p. 100ml); 0,5 ml ECP (cipionelo de estradiol 2,0mg, clorobutamol anidro (derivado do clorol) 5,0 mg e óleo de caroço de algodão q.s.p. 1,0ml); Dia 10: IATF

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100 Porcentagem (%) 90,00% 80,00% 76,91% 81,31% 70,00% 60,00% 50,00% Prenhez 40,00% 30,00% 23,09% 20,00% 18,69% Vazia 10,00% 0,00% Vaca Nelore TAXA DE PRENHEZ Vaca Mestiça

101 Porcentagem (%) 82,00% 81,85% 81,77% 81,00% 80,00% 80,30% 79,00% 78,00% 76,98% 77,00% 76,88% 76,86% TAXA DE PRENHEZ Vaca Nelore 76,00% 75,00% TAXA DE PRENHEZ Vaca Mestiça 74,00% Lote I 20/09 Lote II 16/11 Lote III 03/01

102 Porcentagem (%) Vacas Prenhez Nelore Vacas Prenhez Mestiça Lote I - 20/09 Lote II -16/11 Lote III - 03/01

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105 Porcentagem (%) 100,00% 96,76% 97,18% 90,00% 80,00% 70,00% 60,00% 50,00% 40,00% 30,00% 20,00% Parida 10,00% 0,00% 3,24% 2,82% Aborto Vaca Nelore DIAGNÓSTICO DE ABORTO Vaca Mestiça

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107 CONSUMO DE SAL MINERAL 90 cria Guabiphos agosto 103,2 julho junho maio 99,58 100,01 99,85 abril 100,48 março 99,39 fevereiro 98,67 janeiro 96,67 dezembro 97,36 novembro 98,95 outubro 99,58 setembro 101, Peso em gramas/dia/cabeça

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109 Porcentagem (%) 100,00% 90,00% 80,00% 70,00% 60,00% 95,48% 93,89% 50,00% 40,00% 30,00% Nascido 20,00% 10,00% 4,52% 6,11% Morte 0,00% Vaca Nelore TAXA DE NATALIDADE Vaca Mestiça

110 45,00% 40,00% 40,47% 35,00% 29,03% 32,25% Porcentagem (%) 30,00% 25,00% 20,00% 15,00% 10,00% 12,91% 25,81% 26,19% 16,67% 16,67% Picada Cobra Enterite Tristeza Parasitária 5,00% 0,00% Quebrou Manejo Vaca Nelore Vaca Mestiça CAUSA DAS MORTES NASCIMENTO

111 Unidades (un) Macho Fêmea 295 Vaca Nelore Vaca Mestiça PRODUÇÃO DE BEZERRO DESMAMADO (Unidade)

112 Julho/Agosto 40 Setembro/Outubro 20 Novembro/Dezembro 0 Macho Nelore Fêmea Nelore Macho Mestiça NASCIMENTO DOS BEZERROS Fêmea Mestiça

113 Peso (kg) MACHO NELORE 260,00 240,00 220,00 200,00 180,00 160,00 140,00 120,00 100,00 80,00 60,00 40,00 20,00 julho agosto setembro outubro novembro dezembro 0,00 00 dias 30 dias 60 dias 90 dias 120 dias 150 dias 180 dias 210 dias 240 dias

114 260,00 240,00 220,00 200,00 180,00 160,00 140,00 120,00 100,00 julho agosto setembro outubro novembro dezembro 80,00 60,00 40,00 20,00 0,00 00 dias 30 dias 60 dias 90 dias 120 dias 150 dias 180 dias 210 dias 240 dias

115 260,00 240,00 220,00 200,00 180,00 160,00 140,00 120,00 100,00 80,00 julho agosto setembro outubro novembro dezembro 60,00 40,00 20,00 0,00 00 dias 30 dias 60 dias 90 dias 120 dias 150 dias 180 dias 210 dias 240 dias

116 260,00 240,00 220,00 200,00 180,00 160,00 140,00 120,00 100,00 80,00 60,00 julho agosto setembro outubro novembro dezembro 40,00 20,00 0,00 00 dias 30 dias 60 dias 90 dias 120 dias 150 dias 180 dias 210 dias 240 dias

117 Peso (kg) PESAGEM DOS BEZERROS 300,00 250,00 Macho Nelore 200,00 Fêmea Nelore 150,00 Macho Mestiça 100,00 Fêmea Mestiça 50,00 0,00 00 dias 30 dias 60 dias 90 dias 120 dias 150 dias 180 dias 210 dias 240 dias

118 Peso (kg) 260,00 258,06 255,00 252,17 250,00 245,00 246,11 240,00 235,92 235,00 Macho 230,00 225,00 Fêmea 220,00 Vaca Nelore Vaca Mestiça MÊS DE NASCIMENTO JULHO/AGOSTO

119 Peso (kg) 245,00 241,67 240,00 234,59 235,00 230,00 225,00 220,00 219,11 225,58 Macho 215,00 Fêmea 210,00 205,00 Vaca Nelore Vaca Mestiça MÊS DE NASCIMENTO SETEMBRO/OUTUBRO

120 Peso (kg) 225,00 220,00 219,80 223,47 215,00 214,90 210,00 209,46 Macho 205,00 Fêmea 200,00 Vaca Nelore Vaca Mestiça MÊS DE NASCIMENTO NOVEMBRO/DEZEMBRO

121 MESES DE NASCIMENTO DOS BEZERROS novembro/dezembro 214,90 223,47 209,46 219,80 Fêmea (mestiça) setembro/outubro 225,58 241,67 219,11 234,59 Fêmea (nelore PO) Macho (mestiça) julho/agosto 246,11 258,06 235,92 252,17 Macho (nelore PO) Peso (kg)

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130 Peso (kg) 300,00 297,00 290,00 281,67 280,00 278,00 270,00 261,27 Macho 260,00 Fêmea 250,00 240,00 Vaca Nelore PESO MÁXIMO BEZERRO Vaca Mestiça

131 Peso (kg) 190,00 189,33 185,00 180,00 180,33 175,00 171,00 170,00 166,00 165,00 160,00 155,00 Macho Fêmea 150,00 Vaca Nelore PESO MINÍMO BEZERRO Vaca Mestiça

132 Peso (kg) Macho Fêmea Vaca Nelore Vaca Mestiça MÉDIA DE GANHO DE PESO DIÁRIO (gramas)

133 Peso (KG) 245,00 240,00 235,00 235,52 241,07 230,00 228,86 225,00 220,00 215,00 210,00 221,5 Macho Fêmea Vaca Nelore Vaca Mestiça PRODUÇÃO MELHOR BEZERRO DESMAMADO (Peso)

134 Porcentagem (%) 5 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0 2,36 % 3,32 % Macho Fêmea Vaca Nelore Vaca Mestiça QUEM PRODUZIU MELHOR BEZERRO DESMAMADO

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149 CHOQUE DE GESTÃO NO AGRONEGÓCIO

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151 CICLO DA PRODUÇÃO DE BEZERROS (Mêses) 2 Gestação 8 10 Lactação IATF

152 CUSTO FIXO E VARIÁVEL PARA PRODUÇÃO DE BEZERROS 2,10% 3,06% 0,85% 1,81% 0,22% 5,51% 5,34% Veterinário Motobombas Energia eletrica Edificações 7,71% Manut. Pastagens 1,05% Medicamentos 44,07% 13,57% Nitrogênio Sal mineral Salários Adubos 14,73% Semen Diversos

153 CUSTO FIXO E VARIÁVEL PRODUÇÃO DE BEZERRO EM REAIS , , , Custo Fixo Custo Variável Total Custo

154 CUSTO FIXO E VARIÁVEL PARA PRODUÇÃO DE BEZERROS 60,00% 55,93% 50,00% 44,07% 40,00% 30,00% 20,00% 10,00% 0,00% Custo Fixo Custo Variável

155 , ,66 721, , Macho Fêmea Fisíco MÉDIA DE PREÇO DE MERCADO (reais) Projeto

156 DEMOSTRATIVO DE RESULTADO DO LUCRO MERCADO FISÍCO/PROJETO (porcentual) 35,00% 33,68% 30,00% 25,00% 20,00% 15,00% 10,00% 2,28% 5,00% 0,00% Fisíco Projeto

157 Realização de orçamentos, fluxo de caixa (receita x custos); Plano anual de compras, cálculo do custo unitário de cada bezerro precoce desmamado; Ferramentas de software aplicativos e especializados; Ferramentas de comercialização futuras e aliança entre produtores.

158 A integração das vacas nelore PO e as mestiças F1 com o mesmo reprodutor mostrou que é possível produzir o mesmo bezerro precoce com uma diferença para os machos de 2,36% e para as fêmeas de 3,32% oriundos das vacas mestiças F1. Os bezerros apresentaram muita característica racial com profundidade corporal, toráxica e abdominal com costela comprida, arqueadas e equilibrada e principalmente musculatura, excelente adaptabilidade no mesmo manejo sem uso de alimentos suplementares para os bezerros a campo e principalmente habilidade maternal das duas matrizes utilizadas no projeto. Pesagens mensais para identificar animais com maior potencial para ganho de peso, para obtermos rapidez na terminação de animais comerciais e diminuir a idade de abate trazendo economia para o manejo e a rentabilidade na venda. Realização dos objetivos com o uso integrado de ferramentas tecnológicas, biotecnológicas e administrativas em animais de cruzamento industrial para a viabilidade e sustentabilidade do negócio na cadeia produtiva de carne.

159 O SISTEMA DO AGRONEGÓCIO PARA O FUTURO

160 A definição batizada pelo termo agribusiness (DAVIS & GOLDBERG, 1957), que o descreveram como: A soma total das operações de produto e distribuição de suprimentos agrícolas; das operações de produção na fazenda; do armazenamento, processamento e distribuição dos produtos agrícolas e itens produzidos a partir deles.

161 A estrutura hierárquica de uma fazenda deve ser vista como um quebra-cabeça dentro da estrutura, pois cada função profissional deve ter uma integração total para que a troca de informações e resolução de problemas ocorra de forma conjunta

162 PARCEIROS: - AGROPECUÁRIA ZURITA - GUABI - BUNGE - MARÉ AGROPECUÁRIA ACIONISTA CAPITAL 100% NACIONAL GERÊNCIA CONSULTORIAS: - NUTRIÇÃO ANIMAL - AGRONÔMIA - MECÂNICA - VETERINÁRIA NELORE HARAS ADMINISTRATIVO OFICINA RANCHO SEDE CAMPO COCHEIRA AGRICULTURA TRANSPORTE REPRODUÇÃO CENTRO DE TREINAMENTO

163 Os gestores de pessoas são os responsáveis por planejar, determinar os objetivos, tomar as decisões e realizar as tarefas em uma fazenda. Nesse contexto, eles devem ser constantemente aperfeiçoados e capacitados para que as metas possam ser atingidas.

164 O maior ativo de uma empresa do agronegócio, mais do que qualquer outro setor, porquanto o setor tem todo tipo de risco em relação às forças da natureza e em relação ao mercado, é o seu estoque de seus ativos do conhecimento (dos colaboradores).

165 O controle e a apropriação dos recursos financeiros são o RAIO - X do sistema de produção. Se algum dos recursos mencionados anteriormente não estiver contribuindo para a competitividade da fazenda irá refletir na gestão dos recursos financeiros.

166 O lucro da nossa atividade vai depender diretamente do controle que conseguimos exercer das cinco forças de Porter que interferem na formação da rentabilidade da empresa.

167 possibilidade de haver entrante potencial; poder de barganha dos compradores, através da formação do poder de negociação; o poder de negociação dos fornecedores; a ameaça de produtos substitutos; rivalidade entre as empresas dentro da agroindústria;

168 O agronegócio brasileiro está mudando radicalmente de postura, tratando a eficácia operacional como base de sustentação das suas estratégias, mas usando tempo, recursos humanos, financeiros e conhecimento, para montar cada vez mais número de opções estratégicas ao longo do eixo do reposicionamento estratégico, principalmente mercadológico.

169 O TRABALHO DE UM ADMINISTRADOR DEVE BASEAR-SE EM UMA TAREFA A SER CUMPRIDA PARA ATINGIR OS OBJETIVOS DA EMPRESA... O ADMINISTRADOR DEVE SER COMANDADO E CONTROLADO PELO OBJETIVO DO DESEMPENHO, NÃO POR SEU CHEFE.

170 A ESSÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO É O SER HUMANO. SEU OBJETIVO É TORNAR AS PESSOAS CAPAZES DO DESEMPENHO EM CONJUNTO, TORNAR SUAS FORÇAS EFICAZES E SUAS FRAQUEZAS IRRELEVANTES. ISSO É A ORGANIZAÇÃO, E A ADMINISTRAÇÃO É O FATOR DETERMINANTE. PETER DRUCKER GURU DOS GURUS DA ADMINISTRAÇÃO

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