A APROPRIAÇÃO DAS TIC S NA ORGANIZAÇÃO DO QUADRO SOCIAL(OQS) NA COOPERATIVA TRITÍCOLA SEPEENSE - COTRISEL. Educação e Autogestão

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A APROPRIAÇÃO DAS TIC S NA ORGANIZAÇÃO DO QUADRO SOCIAL(OQS) NA COOPERATIVA TRITÍCOLA SEPEENSE - COTRISEL. Educação e Autogestão"

Transcrição

1 A APROPRIAÇÃO DAS TIC S NA ORGANIZAÇÃO DO QUADRO SOCIAL(OQS) NA COOPERATIVA TRITÍCOLA SEPEENSE - COTRISEL Educação e Autogestão Thiago Soares Centurião Gabriel Murad Velloso Ferreira Flávia Prado de Medeiros Cíntia de Fátima da Rosa Conceição Resumo Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) O presente estudo visa analisar a apropriação das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC s) na Organização do Quadro Social (OQS) na Cooperativa Tritícola Sepeense Ltda. COTRISEL. A pesquisa foi realizada por meio de um estudo de caso e os dados foram coletados por entrevistas e questionários aplicados aos presidentes dos núcleos de cooperados. Nos resultados, verificou-se que a comunicação é predominantemente pessoal, sendo realizada por meio de conversas e reuniões. A comunicação via internet entre a cooperativa e os cooperados é inexistente, parte pela própria dificuldade de acesso dos cooperados. Verificou-se que existe a possibilidade de ampliação da comunicação por meio de diferentes ferramentas, como é o caso do rádio, instrumento disponível e utilizado pelos cooperados, aliado ao fato de que a cooperativa possui uma emissora própria. Outra possibilidade, mais inovadora, seria a utilização de mensagens de celular, outro artifício de amplo uso e acesso que poderia facilitar a comunicação entre cooperativa-cooperado. Palavras-Chaves: Cooperativas Agropecuárias; OQS; TIC`s, Cooperativismo, Comunicação Abstract This study analyzes the appropriation of Information and Communication Technologies (ICTs) in the Membership Organization Program in Agricultural Cooperative (COTRISEL). The research was carried through a case study and data were collected through interviews and questionnaires to the nucleus presidents. In the results, it was verified that the personal communication is predominantly, being made by conversations and meetings. The Internet communication between the

2 cooperative and members is nonexistent, depending on the difficulty of access for members. It was found that there is possibility of extending the communication by using different tools, such as radio, an instrument available and used by members, together with the fact that the cooperative has an own station. Another possibility, more innovative, it would be the use of mobile messages, another artifact of widespread use and access that would facilitate co-member communication. Key-words: Agricultural Cooperatives; Membership Organization Program; ICTs; Cooperativism; Communication. INTRODUÇÃO Administrar uma cooperativa não é tarefa fácil, pois ao contrário de uma organização que vise lucros, a cooperativa tem a obrigação de aliar resultados econômicos com ações sociais, nunca olvidando sua essência de organização sem fins lucrativos, devendo sua gestão ser voltada para o cooperado, que age como cliente e fornecedor nesta organização, sendo também o dono do negócio. Logo, tendo este cunho duplo (econômico e social), o crescimento econômico da cooperativa tem ligação estreita oriunda das relações sociais existentes entre as partes envolvidas, devendo ser fomentada dentro da instituição. Além disso, conforme Crúzio (2004), por natureza legal, a gestão de uma organização cooperativa tem que ser democrática, garantindo sempre a possibilidade de participação dos cooperados, levando à administração a obrigatoriedade de propiciar a participação dos cooperados nas decisões da cooperativa, atuando seus associados como legítimos donos do negócio. No contraponto desta posição, a administração da cooperativa deve se portar como uma empresa comercial dentro do mercado, justamente na intenção de garantir os benefícios a seus associados de maneira efetiva. Nesta seara, surge o problema indicado por Freitas et al. (2009), que é a complexa relação entre cooperativa/mercado e cooperativa/cooperado. Esta relação gera um ambiente propício ao individualismo do cooperado, havendo a tendência do mesmo buscar o benefício próprio, usando a cooperativa de forma oportunista. Assim, a cooperativa deve buscar trabalhar de forma interativa e intensiva, atuando como intermediária do cooperado com o mercado, de modo que os objetivos da cooperativa sigam os mesmos rumos dos objetivos dos cooperados. Deve-se ter em mente que, conforme diz Faria (2005), ao entregar sua produção à cooperativa, o cooperado renuncia ao lucro em curto prazo, para um retorno de médio e longo prazo por meio do recebimento das sobras líquidas, havendo o fortalecimento do empreendimento também pelo reinvestimento destas sobras. Esta consciência do cooperado dificilmente vem junto com sua associação ao quadro de cooperados, devendo a organização cooperativa tornar tal pensamento ativo, fortalecendo o espírito de coletividade, na busca pela colocação social de todos, princípio elementar do cooperativismo. Incrustar tal pensamento, ou melhor, tal filosofia às atitudes dos cooperados depende de um trabalho de comunicação entre a cooperativa e o cooperado, na intenção de que o mesmo se aproprie da cooperativa e não tenha nela somente mais uma via de escoamento de sua produção.

3 Nesse passo, de grande valia é o instrumento da Organização do Quadro Social - OQS, que permite um acesso à cúpula da cooperativa de maneira mais efetiva, tendo cada núcleo de cooperados por meio de seu representante voz ativa, com idéias e dúvidas oriundas da vontade coletiva dos associados. Ou seja, conforme explica Freitas et al. (2009) a Organização do Quadro Social (OQS) emerge como prática institucional de participação e controle democrático nas organizações cooperativas. Tal instrumento se caracteriza pela formação de uma nova instância de exercício do poder, além daquelas comumente encontradas nas cooperativas, sendo uma estratégia que conduz a uma mudança institucional na estrutura da cooperativa, se propondo a viabilizar a vivência integral do princípio cooperativista da gestão democrática por meio da estruturação de uma nova forma de expressão e integração entre os membros do grupo cooperado Mesmo assim, tal instrumento é limitado, pois se baseia exclusivamente em reuniões físicas, dependendo de vários fatores para ter seu sucesso, além de não gerar um fluxo constante de informações da cooperativa para o cooperado e viceversa. Na realidade, verifica-se em iniciativas de OQS uma limitação imposta pelos meios de comunicação utilizados, o que constrói uma barreira no processo de integração e, consequentemente, à participação do cooperado nos atos da organização. No contraponto desta limitação existente nas práticas utilizadas na OQS está a comunicação no meio rural, que já encontra meios mais facilitados de atingir o agricultor, seja pelo meio eletrônico com computadores, assim como telefonia fixa, celulares e os já fixados rádio e televisão, todos estes que aglutinados formam as TIC s (Tecnologias de Informação e Comunicação). Para se ter mais claro a definição do que são as TIC s, apropriada é a colocação adotada pela União Européia 1 que assinala as tecnologias de informação e comunicações (TIC s) como sendo um termo que se utiliza para fazer referência a uma ampla diversidade de serviços, aplicações e tecnologias que empregam diversos tipos de equipamentos e de programas informáticos, podendo serem transmitidas por meio das redes de telecomunicações. Contudo, cabe ressaltar o apontamento feito no mesmo documento onde deixa claro que a relevância das TIC não é a tecnologia, mas o fato de permitir o acesso ao conhecimento, à informação, e as comunicações, elementos cada vez mais importantes na interação econômica e social dos tempos atuais. Na realidade, as TIC s têm características semelhantes a outros setores de infraestrutura, como rodovias, serviços postais e ferrovia, mas com especificidades inerentes aos tempos modernos e suas facilidades. Desta forma, as tecnologias usadas para reunir, distribuir e compartilhar informações, como por exemplo, sites da web, equipamentos de informática (hardware e software), telefonia entre outros, deixam de ser um luxo e começam a 1 COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO E AO PARLAMENTO EUROPEU- Tecnologias de informação e de comunicação no âmbito do desenvolvimento - O papel das TIC na política comunitária de desenvolvimento, Bruxelas 2001,

4 ser necessidade em todos os núcleos sociais, atuando como elementos facilitadores, não podendo ser diferente na OQS. Para Morigi e Pavan (2004), a utilização de tais tecnologias cria e recria novas formas de interação, novas identidades, novos hábitos sociais, que podem ser caracterizados como novas formas de sociabilidade. As relações sociais já não ocorrem, necessariamente, pelo contato face a face entre os indivíduos Os números levantados pela pesquisa TIC Domicílios demonstram a pujança deste elemento na vida da população brasileira em geral, especificamente na região Sul, onde o percentual de lares com computadores pulou de 20% para 44% entre os anos de 2005 e 2009, com o crescimento de domicílios com acesso à internet de 15% para 32% no mesmo espaço de tempo. Dados interessantes e mais concentrados e direcionados são trazidos por Schwartz (2007) em estudo sobre a apropriação de TIC`s pela agricultura familiar em Santa Maria-RS, onde identificou que 88,53% do grupo estudado de agricultores familiares de Santa Maria possuem telefone móvel, sendo esta tecnologia de comunicação a terceira mais utilizada, ficando atrás apenas do rádio e da televisão. Além disso, esta pesquisa ainda identificou que 98% dos entrevistados consideram que as TIC s podem contribuir para a melhoria das condições de vida no campo e promover o desenvolvimento, sustentando que ajudariam ainda a garantir sua permanência na agricultura. Com isso, o estudo sobre a viabilidade de apropriar elementos das TIC S na OQS na Cooperativa Tritícola Sepeense Ltda. COTRISEL. localizada na região central do Rio Grande do Sul, propiciando uma visão da disponibilidade dos recursos existentes na área rural desta região e conseqüentemente indicando, dentro desta visão e das necessidades dos cooperados, que recursos utilizar para que a OQS possibilite maior participação dos cooperados nas decisões da cooperativa. Neste passo, cabe destacar que a Cooperativa Tritícola Sepeense Ltda. - COTRISEL, fundada em 20 de setembro de 1957, na cidade de São Sepé, na região central do Rio Grande do Sul, nasceu da dificuldade de comercialização do trigo, o que levou um pequeno grupo de agricultores a unir-se em torno da ideia do cooperativismo, buscando assim nova alternativa para a comercialização de seus produtos A cooperativa tem o arroz como responsável por aproximadamente 53% do faturamento da Cotrisel, sendo, depois de beneficiado, comercializado, a granel e em pacotes de marca própria para clientes nos estados de Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia, com a comercialização anual em torno de fardos de arroz. Além da produção primária recebida e industrializada em suas unidades de São Sepé, Restinga Sêca, Formigueiro, Vila Nova do Sul e São Pedro do Sul, a Cotrisel fornece aos seus associados, insumos agrícolas, assistência técnica e demais produtos e serviços. Atua também na área de supermercados, ferragens, 2 Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação no Brasil, organizado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, Núcleo de Informação e Comunicação do Ponto BR.

5 posto de combustíveis, fábrica de rações, sendo proprietária da primeira emissora de rádio cooperativista da América Latina, a Rádio Fundação Cotrisel. REFERENCIAL TEÓRICO O cooperativismo tem como principal objetivo dentro da economia moderna o de neutralizar as desvantagens competitivas e potencializar as vantagens próprias dos cooperados, constituindo-se, segundo Alencar et al. (2001), na principal organização formal que, no âmbito de doutrina, propõe-se a desempenhar o papel de adaptação do produtor a este novo contexto global. Pires (2004), sedimentando esta idéia, afirma que o cooperativismo está voltado para a possibilidade de organização de um grupo social em torno de uma atividade rentável, onde a organização, ocupação, renda e dinamismo local dão base a um modelo econômico e social possível. Como bem afirma Bialoskorski Neto (1994), as cooperativas são estruturas intermediárias na economia, com existência autônoma e independente dos seus membros, mas a serviço da satisfação das necessidades das economias particulares dos cooperados. Enquanto uma empresa não cooperativa tem como finalidade obter o máximo retorno por unidade de capital investido, visando exclusivamente o lucro do investidor, uma empresa cooperativa tem como finalidade contribuir na valorização da produção dos seus cooperados visando melhorar sua qualidade de vida. Essa diferença nos objetivos finais tem que ser especialmente considerada na gestão e constitui uma das características específicas das organizações cooperativas. Em cada época e em cada movimento, o sistema cooperativo terá de assumir esse cuidado, de modo que a forma cooperativa esteja presente no interior de cada cooperado antes de se manifestar, como ação, na empresa cooperativa Neste passo, elementar se torna a utilização de um modelo de gestão baseado na participação ampla entre os atores da cooperativa, devendo respeitar os seguintes aspectos básicos do modelo cooperativista (Oliveira, 2003): I- a educação cooperativista, consolidada pela perfeita interação cooperativa X cooperado; II- a cultura cooperativista, consolidada pela vontade de trabalhar em conjunto; III- a democracia cooperativista, consolidada pela igualdade de direitos e deveres de todos os cooperados; e IV- o empreendimento cooperativista, consolidado pela verdade de que, se a competição é inevitável, a cooperação é fundamental. Com isso, a gestão na cooperativa deve ter como foco principal o cooperado, sendo a cooperativa a mediadora entre este e o mercado, devendo haver sintonia nos objetivos, buscando o desenvolvimento econômico por meio da intensificação das relações sociais entre as partes envolvidas, o que é traduzido pela participação. Conforme apontam Freitas et al. (2009), existe a tendência ao redirecionamento da estrutura de poder, havendo um deslocamento do poder interno para os níveis mais baixos da hierarquia organizacional das cooperativas, ocasionando um maior espaço para a interação entre os cooperados e a aproximação dos mesmos com os processos decisórios, gerando o aumento da participação dos cooperados para a obtenção de uma real vantagem competitiva, consolidando uma situação de fidelidade pelos dois lados X benefícios para os dois lados (OLIVEIRA, 2003).

6 Na realidade, estamos falando nada mais do que as principais características que dão um caráter todo especial às cooperativas, já que a lógica interna de funcionamento é, via de regra, orientada pelos princípios de democracia e solidariedade, ou seja, participação e democrática visando o sucesso de todos. Com isso, amplia-se o leque da dimensão participativa do associado na gestão deste tipo de organização o que segundo Maximiano (2002), significa substituir os estilos gerenciais tradicionais por cooperação mútua, ocasionando mudanças em toda a cadeia de comando, tomando iniciativa, agindo, perguntando em vez de só esperar decisões, configurando assim uma verdadeira administração participativa. Assim, a cooperativa deve levar a conhecimento dos cooperados as formas de acesso aos serviços e decisões da cooperativa, o que contribui para o fortalecimento das relações internas, especialmente com seu Quadro Social, surgindo como estratégia de divulgação da filosofia cooperativista às comunidades e sociedade em geral (ALMEIDA, 2007). Neste ínterim, por ser a cooperativa um dos atores da extensão rural, muito de sua política administrativa e principalmente seu trato com o cooperado advém de uma prática histórica da extensão rural que, como preconiza Caporal e Ramos (2006) esteve baseada na teoria da difusão de inovações, onde os extensionistas atuavam com a transferência de tecnologia, sendo os agricultores vistos como meros depositários de conhecimentos e de pacotes gerados pela pesquisa, estes em grande parte inadequados, pois ignoravam as especificidades de suas explorações e dos agro ecossistemas por eles manejados, havendo uma flagrante intervenção tutorial nestes agricultores. Nesse contexto, na intenção de seguir as novas diretrizes intervencionistas no meio rural, no âmbito das cooperativas, a comunicação toma um papel fundamental na relação cooperativa-cooperado, devendo desenvolver um conjunto de competências específicas na entidade que, se esquecido, pode diminuir as capacidades competitivas dessa organização. Nas cooperativas, isso inclui especialmente a forma de como desenvolver o espírito de cooperação dentro da organização, ou seja, os cooperados devem aprender a cooperar, sendo este um fato reconhecido desde as origens das cooperativas, uma vez que a educação faz parte dos princípios cooperativos e estatutariamente deve ser implementada por estas organizações. Assim, a comunicação bem estruturada dentro de uma cooperativa visa a disseminação de um conhecimento mútuo e conseqüentemente o fortalecimento das relações sociais, na intenção de estabelecer a confiança dos produtores na realização dos seus objetivos de forma conjunta através da cooperativa, tendo a organização o papel de ensinar, agregar e monitorar as ações, desenvolvendo rotinas de contato entre os agentes que permite a geração de confiança, minimizando erros e mal-entendidos, possibilitando a construção permanente de melhorias e evitando atitudes oportunistas. Desse modo, uma gestão de comunicação social que saiba aproveitar as vantagens de poder agregar uma rede de produtores, na qual o fluxo de informação seja intenso e permita a interação entre estes e a cooperativa, coloca esta organização em condições de disputar os mercados contemporâneos, tornando a gestão social, por meio de uma intervenção construtivista, um meio de contribuir

7 para uma melhora do desempenho econômico da cooperativa e de seus cooperados, abrindo-lhes uma alternativa de se inserir competitivamente na cadeia de valor do sistema agroalimentar. Neste ponto, destacada atuação tem os trabalhos desenvolvidos pelas cooperativas aplicando a Organização do Quadro Social OQS 3, que se constitui em um método efetivo na consolidação e participação democrática do cooperado na gestão da organização, em virtude de, conforme Souza et al (2009), aumentar o fluxo de informações que passa a existir por meio de sua instrumentalização no ambiente cooperativo, configurando-se também, uma ferramenta de gestão social, desenvolvendo trabalhos de educação cooperativista, respeitando as peculiaridades de cada grupo, facilitando a comunicação nestes. Para Valadares (2009), a OQS é uma estratégia de comunicação vinculada à assistência técnica e voltada a agilizar e modernizar o processo de produção do empreendimento cooperativo. Portanto a educação daria um passo para a mudança comportamental do cooperado com objetivo de transformar o perfil do associado desinformado, desestimulado, desinteressado, não participativo, individualista, competitivo, em um perfil de associado bem informado, solidário, motivado, participativo, ousado e empreendedor, ou seja, é a busca constante e contínua de alternativas para viabilizar a efetiva participação dos cooperados (FIGUEIREDO, 2000). Assim, conforme Monteiro e Pinho (2007), para haver a sintonia dentro da organização a comunicação deve ser objetiva, clara e eficiente o que torna essa comunicação muito complexa, pois enfrenta barreiras culturais, sociais, tecnológicas, geográficas e temporais que dificultam o processo de comunicação pessoal e organizacional, sendo a transposição destas barreiras os maiores desafios de qualquer organização. Neste ponto, salta aos olhos na sociedade atual o avanço e a implementação das Tecnologias da Informação e Comunicação TIC s, que segundo Pinho (2006), avocam papel decisivo no âmbito das entidades, onde sua utilização adequada possibilita racionalizar custos e otimizar processos, levando as organizações a alcançarem níveis de desempenho mais elevados. De acordo com Silva Neves (2003), com o advento das TIC s, o trabalho em equipe passou a ser facilitado, já que as tarefas e atividades a serem desenvolvidas pelo grupo, mesmo tendo gestão centralizada, podem ser compartilhadas com o todo, o que leva a uma administração mais transparente. Já Turban et al. (2005), dão ênfase para a colaboração virtual ou e- collaboration, que permitem que organizações e indivíduos planejem, projetem, desenvolvam, gerenciem e consultem, de forma colaborativa, produtos, serviços e aplicações inovadoras, por meio de ferramentas aplicadas em redes de 3 A Organização do Quadro Social OQS tem como idéia central constituir um conjunto de representantes de núcleos nas comunidades onde a cooperativa atua, havendo reuniões para que os participantes destes núcleos levantem e discutam problemas, analisem questões e indiquem sugestões que atendam aos interesses da comunidade cooperativada. É através destas reuniões e por meio de seu representante eleito que os cooperados levam à administração os seus problemas, anseios e necessidades, bem como a ajuda na busca de soluções.

8 computadores para facilitar a execução de trabalhos em grupos, tornando mais fácil e acessível o controle, a coordenação, a colaboração e a comunicação entre as partes envolvidas, seja no mesmo local ou em locais diferentes (MONTEIRO; PINHO, 2007). Nota-se assim que as TIC s potencializam os meios de interação dentro da organização e conforme afirmam Laudon e Laudon (2005), por meio dos sistemas colaborativos diminuem as barreiras impostas pelo espaço físico e pelo tempo. Em suma, conforme diz Schmitz (2003), indispensável se torna dentro das cooperativas a existência de programas de comunicação que facilitem a união interna e externa de seus agentes, na intenção de divulgar e enraizar valores e métodos, visando o fortalecimento das ações de educação cooperativista. Assim, vale salientar a latente contribuição que a OQS, apropriando instrumentos das TIC s, pode oferecer na comunicação dentro da organização cooperativa, na clara intenção de integrar os atores desta instituição, possibilitando uma gestão mais democrática por meio da participação massiva do cooperado, na busca por igualdade e produtividade. Desta forma, conforme preconizam Santos e Rodriguez (2002), o cooperativismo é o sistema capaz de integrar os pequenos agricultores à dinâmica produtiva, maximizando os resultados, sendo possível atingir condições de concorrência no mercado. Aliando este modelo a construção de uma consciência crítica do cooperado, faz com que o uso eficaz da OQS, utilizando facilitadores impostos pelas TIC s possibilite um ambiente de aprendizagem, desterritorializando e aproximando pessoas, mercados e nações, conforme afirmam Monteiro e Pinho (2007) METODOLOGIA A presente pesquisa foi realizada por meio do estudo de caso, que é defendida por Yin (2004), por permitir o uso de forma balanceada dos pensamentos dedutivo e indutivo. Além disso, tem o potencial de introduzir novos conceitos e paradigmas, os quais são essenciais para o avanço da teoria. No mesmo sentido o autor destaca que o estudo de caso contribui de forma especial para a compreensão dos fenômenos individuais, organizacionais, sociais e políticos, sustentando que o estudo de caso vem sendo uma estratégia comum de pesquisa na psicologia, sociologia, ciência política, administração, no trabalho social e no planejamento administrativo e econômico. Em todas essas situações a necessidade do estudo de caso surge do desejo de se compreender fenômenos sociais complexos, pois este método de pesquisa permite uma investigação em que se preservam as características holísticas e significativas dos eventos da vida real (YIN, 2004). Sendo assim o estudo foi desenvolvido junto á Cooperativa Tritícola Sepeense Ltda. COTRISEL, tendo em vista aspectos que possibilitem a aplicação do tema sugerido, em especial a existência da OQS nesta cooperativa, programa este que existe desde 1982 na cooperativa. Como a área de atuação da COTRISEL abrange cinco municípios e possui em seu quadro de associados produtores de toda a região ao redor da cidade de Santa Maria RS, a pesquisa também irá auxiliar no entendimento inicial da realidade de utilização das TIC s na região, trazendo conhecimentos das

9 conveniências e dificuldades locais de utilização das TIC s como facilitadores do processo de OQS. O presente estudo foi desenvolvido em três fases, sendo que na primeira realizou-se uma revisão bibliográfica sobre o assunto, analisando as principais características das organizações cooperativas da OQS e das TIC S. Num segundo momento, houve a participação em uma reunião dos núcleos de cooperados da COTRISEL, onde foram feitas entrevistas com presidentes destes núcleos que estavam na referida reunião, na intenção de balizar e elaborar o questionário que foi aplicado a estes mesmos presidentes posteriormente. Na terceira fase, foi elaborado e em seguida aplicado um questionário semiestruturado com perguntas abertas e fechadas aos presidentes dos núcleos de cooperados da COTRISEL, verificando dados sobre a disponibilidade e a utilização das TICs na região destes núcleos, bem como os meios de aplicação das TIC s na OQS. Por fim, foram feitas as descrições e as interpretações dos dados, aplicando os conhecimentos teóricos na intenção de indicar qual(ais) o(s) instrumento(s) das TICs mais adequados para apropriação da OQS na cooperativa estudada., Isto caracteriza o procedimento de análise dos resultados, que para Cooper e Schindler (1993), corresponde ao processo de constatação, verificação e conclusão a respeito do item de estudo especifico. RESULTADOS. Os resultados a seguir, serão apresentados por meio da evidência de algumas questões mais relevantes na análise para alcançar os objetivos propostos neste artigo em relação à apropriação das TIC s na OQS, e em seguida nas conclusões, será apresentada de forma abrangente a percepção dos pesquisadores em relação às informações apresentadas. As análises dos resultados são baseadas nas entrevistas e nos questionários respondidos pelos núcleos das cidades de São Sepé, Formigueiro e Restinga Seca, municípios pertencentes à área de atuação da COTRISEL, localizada na região central do Rio Grande do Sul. Do total de quinze questionários enviados aos presidentes de núcleos, onze foram respondidos, sendo que a OQS da Cotrisel é dividida por cidades e posteriormente por região, ficando assim: Formigueiro (Urbano Formigueiro, Timbauva, Boca da Picada, Fundo do Formigueiro e Colônia Antão Faria), Restinga Seca (São Miguel, Urbano Restinga Seca, Colônia Borges, Colônia Diniz, Bom Retiro) e São Sepé (Urbano São Sepé, Passo dos Freires, Juliana, Jazidas, Ipê e São Rafael). Estes núcleos têm suas características sociais e econômicas muito semelhantes, o que foi confirmado pela homogeneidade dos dados coletados. Vale destacar a existência de uma particularidade referentes aos núcleos centrais, que é a existência de cooperados residindo na área urbana.. Quanto às características dos presidentes dos núcleos e da região onde estão localizados, observa-se que em sua maioria, são compostos por homens (82%), casados (91%), com filhos e escolaridade de nível médio completo (36%), alojados

10 em regiões que possuem propriedades com média de 64,5 hectares onde predomina o plantio de arroz (62%), seguido por soja (23%) e milho (9%), tendo expressão menos expoente outros cultivos (6%), a exemplo de trigo e feijão. Quanto aos objetivos do trabalho, especificamente ao questionar sobre os meios de comunicação acessíveis aos cooperados em cada um dos núcleos da OQS, verificou-se que a televisão com 100% de acesso é o meio mais viável aos cooperados, seguido de perto pelo rádio com 96% de acesso e o celular com 92%. Questão relevante neste ponto é a indicação de 20% de possibilidade de acesso à internet destes cooperados, os quais na realidade são oriundos dos núcleos urbanos, sendo que os núcleos rurais não apresentam tal acesso. Muito embora reste claro, conforme afirma Siqueira (2008), que os meios de comunicação tenham sofrido várias alterações ao longo dos anos, sendo que nas últimas quatro décadas o mundo da comunicação tem passado por um processo de digitalização, onde quase tudo tem sido transformado em bits e giram em tono dos computadores, os indicativos desta pesquisa sinalizam que nos núcleos de cooperados da COTRISEL as TIC s acessíveis a estes cooperados vão na contramão desta evolução, pois são os tradicionais meios de comunicação os disponíveis, sendo que o telefone celular se apresenta como diferencial tecnológico nesta relação. Para corroborar tal informação, ao haver o questionamento sobre quais os meios de comunicação mais utilizados para a comunicação do presidente de núcleo com o cooperado, utilizando uma escala de 1 (um) para muito utilizado até 5 (cinco) para nenhuma utilização, tem-se, em média, a conversa face a face (1,33), seguido pelo telefone (1,45) e pela rádio (2,98), como os instrumentos de comunicação dentro da OQS entre o presidente e o cooperado. É relevante salientar que o computador por meio de aparece como última opção com índice de 4,80, ou seja, praticamente sem utilização. Seguindo esta linha, ao haver a indagação sobre quais os canais mais facilitariam a comunicação entre a cooperativa e presidente do núcleo de cooperados, mais uma vez utilizando a mesma escala, observou-se como principal instrumento indicado as conversas (1,20), seguido pelas reuniões (1,60), telefone (2,00) e rádio (3,00), restando mais uma vez como última opção para facilitação da comunicação o (4,50). Ressalta-se, também, que os presidentes de núcleo avaliam como muito boa a comunicação existentes entre a cooperativa e eles. Um ponto nevrálgico deste trabalho vem com as informações prestadas no questionamento sobre quais seriam os canais que mais facilitariam a comunicação da cooperativa diretamente com os cooperados. Foi apontado como melhor meio de comunicação as reuniões dos núcleos de cooperados (1,60), ou seja, a própria OQS, seguida pelas conversas (1,78), rádio (2,00) e telefone.(2.13). Na mesma linha das demais questões, o (4,38) foi uma das últimas opções, mas surpreende o último lugar que ficou com o Televisão (5,00), que muito embora seja o meio de comunicação com maior acesso dos cooperados não é tido como um meio facilitador na comunicação da cooperativa com os cooperados. O que pode ser justificado pelo fato de que a cooperativa provavelmente não utilize este meio como instrumento de comunicação direta com o

11 associado, além de se tratar de um instrumento de mídia que não é focado, pois atinge um público geral sem especificidade de interesse. Assim, ao partir para as perguntas abertas, houve a avaliação de forma mais ampla de como estaria esta comunicação entre cooperativa e cooperado na visão do presidente do núcleo, onde foi avaliada como muito boa, pois indicam que a cooperativa sempre está em contato com os cooperados, tendo reuniões de núcleos bem explicadas e com participação ativa dos cooperados. Muito boa porque cada reunião e evento a cooperativa divulga por meio de aviso nas rádios, nas ruas e conversas com os Associados. Em contrapartida, existem também citações que avaliam que esta comunicação deveria ser mais ampla e não existir desigualdades, sendo que somente é divulgado para os associados os seus deveres. Somente aquilo que o associado tem dever com a Cotrisel é largamente divulgado, principalmente os débitos. Em seguida, com a indagação sobre os benefícios que poderia gerar aos cooperados se fossem aumentados os canais de comunicação entre a cooperativa e estes, os presidentes dizem que geraria mais compromisso e atenção aos cooperados, pois haveria um maior fluxo de informações, com maior participação, maior interesse e sincronia entre as partes. Poderia gerar mais interesse entre os cooperados em se interar sobre todos os assuntos, palestras, dias de campo e até a própria situação de todos os setores da nossa cooperativa. Buscando aprofundar tais informações, foi perguntado sobre quais barreiras que limitam a comunicação do cooperado com a cooperativa, onde foi apontado como principal fator a falta de interesse do cooperado, além da falta de acesso aos meios de comunicação e a localização da propriedade. Quando falo falta de interesse é o cooperado participar, estar por dentro de tudo o que acontece em todos os setores e não só ir ver preço dos produtos no balcão. Desta forma, buscou-se saber o que a cooperativa poderia fazer para melhorar a comunicação com os cooperados, onde foi indicado, seguindo a mesma linha do que vinha sendo dito, a realização de mais reuniões, mais explicações, requerendo mais programas nas emissoras de rádio locais, havendo uma sugestão específica sobre realizar além das assembléias gerais uma reunião de núcleo centralizadas na sede de cada município que abrangem a OQS, como todos os núcleos juntos e esclarecer toda e qualquer dúvida dos cooperados. Por fim, foi aberto espaço para críticas, sugestões e elogios, destacando-se algumas citações dos entrevistados: Como sugestão, fazer ofícios para o presidente do núcleo distribuir nas casas dos cooperados dias antes das reuniões ; São excelentes as reuniões, bem explicadas e com jantas especiais, as pessoas se encontram e conversam após as reuniões ;

12 A minha sugestão em particular é fazer uma reunião de núcleo centralizada na cidade de cada unidade, pois as reuniões de núcleos nos têm dado pouca participação de sócios, não pela falta de comunicação, mas sim pelo desinteresse dos cooperados ; Tratar os assuntos de forma mais ampla, mais abertamente e de forma que o cooperado entenda. Assim, evidencia-se pelas respostas que a relação da cooperativa com o cooperado por meio da OQS é satisfatória, contudo, existem lacunas a serem preenchidas nesta relação, onde as TIC s podem significar este elo, mesmo que pelos meios mais tradicionais, os quais são apontados como os mais usuais entre os cooperados. CONSIDERAÇÕES FINAIS Notou-se por meio deste trabalho que a viabilidade da apropriação das TIC s na OQS da COTRISEL, muito embora existam fatores limitantes, é uma opção a ser considerada. Contudo, a aplicação destas TIC s deve seguir a particularidade imposta pelos cooperados e os tipos de tecnologias que estes têm acesso. Assim, resta claro que para haver uma comunicação eficiente que se preste ao seu real objetivo, sem elementos limitantes ou obstrutivos, esta depende de fatores que determinam a qualidade da transmissão de informações, que segundo Pinho (2006), estão atrelados a quatro elementos do processo comunicativo: emissor, receptor, mensagem e canal. Buscar os meios que tornem a comunicação a mais clara possível, fazendo com que as mensagens do emissor cheguem ao receptor de maneira correta, é o maior desafio desta comunicação, pois ao serem utilizados os meios e instrumentos eficazes, maior se torna a amplitude que esta comunicação pode atingir no segmento desejado, evitando os principais problemas das falhas no processo de comunicação nas organizações, como os apontados por Fisher (1993): acesso, distorção, omissão e sobrecarga de informações. Neste passo, as organizações de maneira geral necessitam conhecer uma forma própria de se comunicar com seus públicos de interesse, e no caso da COTRISEL está mais do que claro a predileção pelo contato pessoal, por meio de conversas e reuniões não sendo utilizados, ou muito pouco utilizados, artifícios tecnológicos na comunicação existente na OQS. Assim, somente verificou-se viabilidade de acesso e viabilidade de aceitação o uso do telefone celular e do rádio como tecnologias que efetivamente trariam benefícios na fluência da comunicação dentro da OQS da COTRISEL, tendo em vista que os demais meios não surtiriam efeitos desejados, uma vez que, ou são inacessíveis aos cooperados ou não despertam interesse na comunicação do núcleo, restando claro que a internet ainda é um meio longe de ser alcançado no caso analisado, seja pela sua pouca utilização, seja pelo seu acesso limitado entre os cooperados. Porém, é importante lembrar que a própria OQS é apontada como um dos principais meios de comunicação, e dentro deste meio a necessidade é de mais acesso por contato pessoal, servindo a OQS como um espaço para diálogos sobre

13 assuntos econômicos, técnicos e sociais, contribuindo para uma comunicação mais eficaz, favorecendo um ambiente de integração entre os cooperados, seus familiares e a comunidade na dinâmica social e empresarial da cooperativa. estimulando a geração de idéias e ações comprometidas com o futuro do empreendimento cooperativo. A implantação e desenvolvimento da OQS para as cooperativas é um desafio, pois é perceptível a dificuldade de encontrar formas de comprometer o quadro social, conforme demonstra o próprio estudo por meio do desinteresse do associado em se envolver com os assuntos da cooperativa. O grande desafio na realidade é enraizar a ideia nos cooperados de que estes, na condição de proprietário-usuário, são os únicos capazes de expandir o processo de desenvolvimento da organização por meio da consolidação da identidade cooperativa. A OQS, como estratégia de gestão social, busca com a participação de todos uma efetiva ampliação da fidelidade dos cooperados, permitindo a consolidação de uma organização cooperativa atrativa, que crie condições reais de ampliação de seus negócios e fortalecimento de seus princípios. Com isso, no caso em tela, para que haja uma maior eficiência neste meio de comunicação atrelando a ela as facilidades das TIC s, o foco, na opinião dos pesquisadores, pode tomar dois caminhos, um a longo prazo com a inserção gradativa das TIC s mais modernas como computador e uso de internet na cultura do cooperado e outro mais imediatista com investimentos nos modos tradicionais de aproximação com seu cooperado, intensificando reuniões e capacitando os presidentes de núcleo para conversas em suas comunidades, tendo este líder papel decisivo na comunicação da cooperativa. Nestas ações nominadas como imediatistas, especial atenção se deve ter a um meio de TIC destacado na COTRISEL e de grande aceitação e amplitude nos núcleos de cooperados, qual seja, a rádio de propriedade da cooperativa, que se constitui em um instrumento valioso, devendo ser utilizado de maneira intensiva na comunicação com o cooperado, pois é um veículo presente massivamente nos lares destes. No mesmo passo, a utilização do telefone celular deve ser pensada como o grande diferencial de comunicação, tanto pela abrangência que o mesmo tem nos cooperados como na pessoalidade que impõe uma comunicação direta, fator este que a televisão, outro instrumento de grande aceitação dos cooperados, tem como limitante. Ressalta-se assim que, muito embora sendo visível o avanço e facilitação que representam as TIC s às comunicações nos diferentes meios da sociedade, nos núcleos de cooperados da COTRISEL se percebe uma limitação existente ao uso e acesso destas inovações, havendo uma especial predileção de seus núcleos de cooperados pelos meios de comunicação tradicionais, especialmente aqueles de massa, como o rádio, além dos meios básicos como conversas diretas, sendo a única exceção o celular. Não obstante essas dificuldades, a OQS é uma ferramenta importante para a participação do cooperado com a cooperativa, sendo um instrumento elementar à consolidação de uma gestão democrática, assim como a utilização das TIC s podem representar um meio facilitador para efetivar ainda mais esta democracia.

14 REFERÊNCIAS ALENCAR, E.; GRANDI, D. S.; ANDRADE, D. M.; ANDRADE, M. P. de. Complexos agroindustriais, cooperativas e gestão. Organizações Rurais e Agroindustriais, Lavras, v. 3, n. 2, ALMEIDA, Jeciné do Nascimento, et al. Educação Cooperativista, controle social e cooperativismo de crédito rural: uma avaliação da experiência da cooperativa de crédito rural de feira de Santana - Bahia. I Encontro da Rede Rural, GT: sabre o poder no campo. 2007, Bahia. Disponível em: <http://www.nead.gov.br/tmp/encontro/cdrom/gt/6/jecine_do_nascimento_almeida.pdf> Acesso em: 20 jun BIALOSKORSKI NETO, S. Agribusiness Cooperativo: Economia, Doutrina e Estratégias de Gestão. Tese (Dissertação de Mestrado), USP/Esalq, Piracicaba, CAPORAL, F. R.; RAMOS, L. de F. Da extensão Rural convencional à extensão Rural para o Desenvolvimento Sustentável: Enfrentar desafios para romper a inércia. Disponível em: 6.pdf. Acesso em: 29 de setembro de CRÚZIO, H.O. Como organizar e administrar uma cooperativa. 4ª ed. Rio de Janeiro: FGV, FARIA, M. S. de. Autogestão, Cooperativa, Economia Solidária: avatares do trabalho e do capital. Tese de doutorado. Florianópolis, UFSC, Sociologia Política, FISHER, D. Communication in organizations. St. Paul: West Publishing, FIGUEIREDO, R. M. Dicionário prático de cooperativismo. 1. ed. Belo Horizonte: Mandamentos, FREITAS, A.F. de; SAMPAIO, D.O; MÁXIMO, M.S.; FREITAS, A.F. de. A Prática Institucional da Participação em Cooperativas: Uma Estratégia de Organização do Quadro Social. 2009, Disponível em :http://www.sober.org.br/palestra/13/83.pdf. Acesso em: 13 de outubro de Organização do quadro social (OQS): uma inovação institucional na Gestão Social de cooperativas Disponível em : Acesso em: 05 de abril de LAUDON, K.C.; LAUDON, J.P. Sistemas de informação gerenciais: administrando a empresa digital. 5. ed., São Paulo: Prentice Hall, MAXIMIANO, Antônio César Amauri. Teoria Geral da Administração: da Revolução Urbana à Revolução Digital. 3ª edição. São Paulo: Editora Atlas S. A, MONTEIRO, E.P. E PINHO, J.B., Limites e possibilidades das tecnologias da informação e comunicação na extensão rural, Revista Brasileira de Ciências da Comunicação, v.30, n.02, MORIGI, Valdir José; PAVAN, Cleusa. Tecnologias de Informação e Comunicação: novas sociabilidades nas bibliotecas universitárias. Disponível em: Acesso em: 13 de outubro de 2011 OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Manual de gestão das cooperativas: uma abordagem prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, PINHO, J.B. Comunicação nas organizações. Viçosa: UFV, 2006.

15 PIRES, M.L.L.S. O cooperativismo agrícola em questão. A trama das relações entre projeto e prática em cooperativas do Nordeste do Brasil e do Leste (Quebec) do Canadá. Recife: Fundaj, Ed. Massangana, SANTOS, B.S.; RODRÍGUEZ, C.. Introdução: para ampliar o cânone da produção. In: SANTOS, Boaventura de S. (Org.). Produzir para viver: os caminhos da produção não capitalista. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002 SCHMITZ, V. R. Comunicação nas cooperativas: seus diferentes públicos e instrumentos. In: Schneider, J. O. (Org) Educação cooperativa e suas práticas. Brasília: UNISINOS, 2003 SCHWARTZ,C. Apropriação de TICs no meio rural brasileiro.. Dissertação (Extensão Rural) - Universidade Federal de Santa Maria SILVA, R.V. da; NEVES, A. Gestão de empresas na era do conhecimento. Lisboa: Serinews, SIQUEIRA, Ethevaldo. Para compreender o Mundo Digital. São Paulo: Globo, SOUSA, D.N. de; PINHO, J.B.; AMODEO, N.B.P.; MILAGRES C.S.F. A comunicação na transmissão da educação cooperativista, Revista de C. Humanas, Vol. 9, Nº 2, 2009 TURBAN, E; RAINER JÚNIOR, R. K.; POTTER, Richard E. Administração de tecnologia da informação: teoria e prática. Rio de Janeiro: Campus, VALADARES, J.H. Estratégias de educação para a cooperação. Rio de Janeiro: FGV MBA em Gestão Empresarial de Cooperativas, YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. Reimpressão. Porto Alegre: Bookman, 2004.

A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção

A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção IV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AGROPECUÁRIA SUSTENTÁVEL IV SIMBRAS I CONGRESSO INTERNACIONAL DE AGROPECUÁRIA SUSTENTÁVEL A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção Prof. José Horta Valadares,

Leia mais

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO A economia brasileira tem passado por rápidas transformações nos últimos anos. Neste contexto ganham espaço novas concepções, ações

Leia mais

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade DECLARAÇÃO DOS MINISTROS DA AGRICULTURA, SÃO JOSÉ 2011 1. Nós, os Ministros e os Secretários de Agricultura

Leia mais

PLANO DIRETOR 2014 2019

PLANO DIRETOR 2014 2019 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E INOVAÇÃO INDUSTRIAL EMBRAPII PLANO DIRETOR 2014 2019 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 4 2. MISSÃO... 8 3. VISÃO... 8 4. VALORES... 8 5. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS... 8 6. DIFERENCIAIS

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato.

Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato. Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato. Luciany Fusco Sereno** Introdução O trabalho tem por objetivo apresentar um estudo de caso realizado na cidade de Barreirinhas-MA

Leia mais

INSTITUIÇÕES APRENDENTES: EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS EM COMUNIDADES LOCAIS.

INSTITUIÇÕES APRENDENTES: EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS EM COMUNIDADES LOCAIS. INSTITUIÇÕES APRENDENTES: EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS EM COMUNIDADES LOCAIS. Ana Lícia de Santana Stopilha Professora Assistente da Universidade do Estado da Bahia Campus XV Doutoranda em Difusão do Conhecimento

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO MPH0813 PLANO NACIONAL DE TURISMO: UM CAMINHO PARA A BUSCA DO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO LOGÍSTICA EMPRESARIAL

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO LOGÍSTICA EMPRESARIAL UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO LOGÍSTICA EMPRESARIAL ANÁLISE DE ASPECTOS LOGÍSTICOS DE UMA REVENDEDORA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS INSERIDA EM UMA CADEIA DE PRODUÇÃO AGROINDUSTRIAL

Leia mais

Operações de Merchandising estratégias competitivas para o aumento da vendas em supermercados do pequeno varejo de secos e molhados

Operações de Merchandising estratégias competitivas para o aumento da vendas em supermercados do pequeno varejo de secos e molhados Operações de Merchandising estratégias competitivas para o aumento da vendas em supermercados do pequeno varejo de secos e molhados Fabiano Akiyoshi Nagamatsu Everton Lansoni Astolfi Eduardo Eufrasio De

Leia mais

Curso de Administração Informações da Disciplina: Administração Financeira I

Curso de Administração Informações da Disciplina: Administração Financeira I Administração Financeira I Timóteo Ramos Queiróz Conhecer, identificar e saber realizar as funções do administrador que dizem respeito às decisões financeiras de curto e às formas de mensuração da criação

Leia mais

A Importância da Extensão Empreendedora em Assentamentos Rurais no Município de Rosário Oeste MT

A Importância da Extensão Empreendedora em Assentamentos Rurais no Município de Rosário Oeste MT A Importância da Extensão Empreendedora em Assentamentos Rurais no Município de Rosário Oeste MT Flávia Cristina Solidade Nogueira Débora Fabiana Aparecida Tenutes Silva Sandro Ribeiro da Costa Universidade

Leia mais

Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT CIÊNCIAS CONTÁBEIS e ADMINISTRAÇÃO Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT maio/2014 APRESENTAÇÃO Em um ambiente onde a mudança é a única certeza e o número de informações geradas é desmedido,

Leia mais

Planejamento e Gestão Estratégica de Empreendimentos Rurais

Planejamento e Gestão Estratégica de Empreendimentos Rurais Planejamento e Gestão Estratégica de Empreendimentos Rurais A Importância do Entendimento na elaboração das diretrizes Estratégicas do Negócio Autores Frederico Fonseca Lopes (fflopes@markestrat.org):

Leia mais

1. A comunicação em instituições públicas: conceito e funções

1. A comunicação em instituições públicas: conceito e funções Comunicação Pública: análise do site da EMATER- Rio Grande do Sul/ASCAR como um meio de comunicação pública para o rural 1 Ariele RIGHI 2 Juliana GRAEBNER 3 Jaqueline Quincozes da Silva KEGLER 4 Universidade

Leia mais

A TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO APLICADA AO AGRONEGÓCIO: Estudo sobre o sistema Agrogestor nas fazendas do Município de Sinop/MT

A TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO APLICADA AO AGRONEGÓCIO: Estudo sobre o sistema Agrogestor nas fazendas do Município de Sinop/MT A TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO APLICADA AO AGRONEGÓCIO: Estudo sobre o sistema Agrogestor nas fazendas do Município de Sinop/MT Adriana Regina Redivo 1 Arlete Redivo 2 Cácio D. Três 3 Geraldo Alves Ferreira

Leia mais

PROGRAMA ESTADUAL FÁBRICA DO AGRICULTOR: UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS

PROGRAMA ESTADUAL FÁBRICA DO AGRICULTOR: UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS PROGRAMA ESTADUAL FÁBRICA DO AGRICULTOR: UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS Área: ADMINISTRAÇÃO José Lindomir Pezenti EMATER, Cascavel-PR, pezenti@yahoo.com.br Geysler Rogis Flor Bertolini UNIOESTE, Cascavel-PR,

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL E VOLUNTARIADO EMPRESARIAL. A contribuição do trabalho voluntário na Responsabilidade Social

RESPONSABILIDADE SOCIAL E VOLUNTARIADO EMPRESARIAL. A contribuição do trabalho voluntário na Responsabilidade Social RESPONSABILIDADE SOCIAL E VOLUNTARIADO EMPRESARIAL A contribuição do trabalho voluntário na Responsabilidade Social Ana Paula P. Mohr Universidade do Vale do Rio dos Sinos ana.mohr@gerdau.com.br INTRODUÇÃO

Leia mais

A EXTENSÃO RURAL E OS DESAFIOS DA PERSPECTIVA AGROECOLÓGICA

A EXTENSÃO RURAL E OS DESAFIOS DA PERSPECTIVA AGROECOLÓGICA A EXTENSÃO RURAL E OS DESAFIOS DA PERSPECTIVA AGROECOLÓGICA Ivar J. Kreutz; Sergio L. G. Pinheiro. 1 PALAVRAS CHAVE Extensão rural, Abordagem pedagógica, Agroecologia, Participação social. INTRODUÇÃO No

Leia mais

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae ASSOCIATIVISMO Fonte: Educação Sebrae O IMPORTANTE É COOPERAR A cooperação entre as pessoas pode gerar trabalho, dinheiro e desenvolvimento para toda uma comunidade COOPERAR OU COMPETIR? Cooperar e competir

Leia mais

Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18

Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18 Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18 Características Agropecuárias A sociedade brasileira viveu no século XX uma transformação socioeconômica e cultural passando de uma sociedade agrária para uma sociedade

Leia mais

1 Introdu ç ão. 1.1. A questão de pesquisa

1 Introdu ç ão. 1.1. A questão de pesquisa 1 Introdu ç ão 1.1. A questão de pesquisa A temática estratégia é muito debatida no meio acadêmico e também possui destacado espaço nas discussões no meio empresarial. Organizações buscam continuamente

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Missão, Visão e Objetivo Organizacional (Cultura Organizacional)

Estratégias em Tecnologia da Informação. Missão, Visão e Objetivo Organizacional (Cultura Organizacional) Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 2 Missão, Visão e Objetivo Organizacional (Cultura Organizacional) Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: compartilhamento de conhecimento; gestão do conhecimento; responsabilidade social.

PALAVRAS-CHAVE: compartilhamento de conhecimento; gestão do conhecimento; responsabilidade social. PROGRAMA DE VALORIZAÇÃO DOS SERVIDORES DA UNICENTRO, PROVARS: COMPARTILHANDO CONHECIMENTOS PARA A EFETIVAÇÃO DE UMA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL. RESUMO: O presente trabalho pretendeu verificar

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA DIGITAL

ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA DIGITAL Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 1.1 Capítulo 1 ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA DIGITAL 1.1 2003 by Prentice Hall Sistemas de Informação Gerencial Capítulo 1 Administra,cão da Empresa Digital

Leia mais

CONFERÊNCIA TEMÁTICA DE COOPERATIVISMO SOLIDÁRIO

CONFERÊNCIA TEMÁTICA DE COOPERATIVISMO SOLIDÁRIO CONFERÊNCIA TEMÁTICA DE COOPERATIVISMO SOLIDÁRIO DOCUMENTO PROPOSITIVO Página 1 1. IMPORTÂNCIA DO TEMA PARA A II CONFERÊNCIA NACIONAL 1.1. A construção de um novo Brasil pautado na justiça, equidade e

Leia mais

Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica

Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica Fernando César Lima Leite fernandodfc@gmail.com 1. A comunicação científica e sua importância Qualquer

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

Orientação ao mercado de trabalho para Jovens. 1ª parte. Projeto Super Mercado de Trabalho 1ª parte Luiz Fernando Marca

Orientação ao mercado de trabalho para Jovens. 1ª parte. Projeto Super Mercado de Trabalho 1ª parte Luiz Fernando Marca Orientação ao mercado de trabalho para Jovens 1ª parte APRESENTAÇÃO Muitos dos jovens que estão perto de terminar o segundo grau estão lidando neste momento com duas questões muito importantes: a formação

Leia mais

BALANÇO DE INVESTIMENTOS DO PRONAF EM MINAS GERAIS: uma tentativa de inserção da agricultura familiar no mercado. Resumo

BALANÇO DE INVESTIMENTOS DO PRONAF EM MINAS GERAIS: uma tentativa de inserção da agricultura familiar no mercado. Resumo 1 BALANÇO DE INVESTIMENTOS DO PRONAF EM MINAS GERAIS: uma tentativa de inserção da agricultura familiar no mercado Álisson Riceto 1 João Cleps Junior 2 Eduardo Rozetti de Carvalho 3 Resumo O presente artigo

Leia mais

2007 PRODOC BRA 05/028 MDS/PNUD

2007 PRODOC BRA 05/028 MDS/PNUD Instrumento de Solicitação de Manifestação de Interesse- Qualificação de Parceiros para a Implementação de Projetos de Inclusão Produtiva 2007 PRODOC BRA 05/028 MDS/PNUD 1. OBJETO DO INSTRUMENTO CONVOCATÓRIO

Leia mais

CRM (CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT) E A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI)

CRM (CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT) E A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) CRM (CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT) E A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) Nelson Malta Callegari (UTFPR) nelson.estudo@gmail.com Profº Dr. João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefetpr,br Profº Dr. Luciano

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 7 Planejamento Estratégico Planejamento de TI Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a

Leia mais

Empreendimento Popular Solidário Uma alternativa para melhoria do meio ambiente e para geração de renda

Empreendimento Popular Solidário Uma alternativa para melhoria do meio ambiente e para geração de renda Empreendimento Popular Solidário Uma alternativa para melhoria do meio ambiente e para geração de renda Sandra Márcia Cortez Ribeiro INTECOOP/UNIFEI, Brasil - sandramcr@msn.com RESUMO: O presente trabalho

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. O que são

Leia mais

ABRIL 2010. Redes Sociais: revolução cultural na Internet. Ano 2 Número 2

ABRIL 2010. Redes Sociais: revolução cultural na Internet. Ano 2 Número 2 ABRIL 2010 Redes Sociais: revolução cultural na Internet Ano 2 Número 2 SUMÁRIO EXECUTIVO As redes sociais: revolução cultural na Internet Apresentação Definindo as redes sociais As redes sociais formam

Leia mais

Museu virtual e redes sociais: Uma possibilidade de interação com a comunidade

Museu virtual e redes sociais: Uma possibilidade de interação com a comunidade 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

Projeto Execução Expositores

Projeto Execução Expositores Projeto Execução Expositores Realização: Cooperativa Agropecuária Petrópolis PIA EMATER RS ASCAR Prefeitura Municipal de Nova Petrópolis A ENTIDADE PROMOTORA DO RURALSHOW 2014. COOPERATIVA AGROPECUÁRIA

Leia mais

Inovação Tecnológica e Controle de Mercado de Sementes Transgênicas de Milho 1 João Carlos Garcia 2 e Rubens Augusto de Miranda 2

Inovação Tecnológica e Controle de Mercado de Sementes Transgênicas de Milho 1 João Carlos Garcia 2 e Rubens Augusto de Miranda 2 XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 Inovação Tecnológica e Controle de Mercado de Sementes Transgênicas de Milho 1 João Carlos Garcia 2 e Rubens Augusto

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO PROJETO DE PESQUISA-ETENSÃO MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DO MUNICÍPIO DE

Leia mais

O USO DE DIFERENTES APORTES COMUNICATIVOS NO CAPITAL SOCIAL DAS COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS DO NORTE GAÚCHO/BRASIL. Entrada comunicação.

O USO DE DIFERENTES APORTES COMUNICATIVOS NO CAPITAL SOCIAL DAS COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS DO NORTE GAÚCHO/BRASIL. Entrada comunicação. O USO DE DIFERENTES APORTES COMUNICATIVOS NO CAPITAL SOCIAL DAS COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS DO NORTE GAÚCHO/BRASIL Entrada comunicação Pesquisa Glenio Piran Dal Magro Rosani Marisa Spanevello Universidade

Leia mais

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso?

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? i n o v a ç ã o 8 Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? Carla Conti de Freitas Yara Fonseca de Oliveira e Silva Julia Paranhos Lia Hasenclever Renata

Leia mais

O CRM e a TI como diferencial competitivo

O CRM e a TI como diferencial competitivo O CRM e a TI como diferencial competitivo Nelson Malta Callegari (UTFPR) nelson.estudo@gmail.com Profº Dr. João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefetpr.br Profº Dr. Luciano Scandelari (UTFPR) luciano@cefetpr.br

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE AS INTERFACES DO MARKETING E ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE AS INTERFACES DO MARKETING E ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE AS INTERFACES DO MARKETING E ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Carolina K. Souza Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC Departamento de Engenharia de Produção, Campus universitário

Leia mais

Mídia, linguagem e educação

Mídia, linguagem e educação 21 3 22 Mídia, Linguagem e Conhecimento Segundo a UNESCO (1984) Das finalidades maiores da educação: Formar a criança capaz de refletir, criar e se expressar em todas as linguagens e usando todos os meios

Leia mais

Comunidades preparadas e comprometidas com a superação de seus desafios.

Comunidades preparadas e comprometidas com a superação de seus desafios. Apresentação O Instituto Camargo Corrêa, criado em dezembro de 2000 para orientar o investimento social privado das empresas do Grupo Camargo Corrêa, é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web

Estratégias em Tecnologia da Informação. Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 09 Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina

Leia mais

RELATÓRIO DE PESQUISA AÇÃO FORMAÇÃO DE PROFESSORES: O USO DO COMPUTADOR NA ESCOLA

RELATÓRIO DE PESQUISA AÇÃO FORMAÇÃO DE PROFESSORES: O USO DO COMPUTADOR NA ESCOLA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA ESCOLA DE GESTORES RELATÓRIO DE PESQUISA AÇÃO FORMAÇÃO DE PROFESSORES: O USO DO COMPUTADOR NA ESCOLA Leila

Leia mais

ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS MODELOS

ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS MODELOS ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS MODELOS Djair Picchiai Revisado em 05/04/2010 1 MODELOS DE ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS As organizações têm sido estruturadas de acordo com as funções exercidas pelos seus respectivos

Leia mais

PRINCIPAIS FERRAMENTAS DE GESTÃO APLICADAS NA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DO SUL DE MINAS - FACESM

PRINCIPAIS FERRAMENTAS DE GESTÃO APLICADAS NA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DO SUL DE MINAS - FACESM PRINCIPAIS FERRAMENTAS DE GESTÃO APLICADAS NA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DO SUL DE MINAS - FACESM CRISTIANE MORATTO FÉLIX DE FREITAS Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Sul de Minas

Leia mais

A comunicação na transmissão da educação cooperativista

A comunicação na transmissão da educação cooperativista A comunicação na transmissão da educação cooperativista Diego Neves de Sousa 1 José Benedito Pinho 2 Nora Beatriz Presno Amodeo 3 Cleiton Silva Ferreira Milagres 4 RESUMO: A educação cooperativista requer,

Leia mais

Financiamento da Transição para a Agroecologia A proposta do Proambiente

Financiamento da Transição para a Agroecologia A proposta do Proambiente Financiamento da Transição para a Agroecologia A proposta do Proambiente Letícia Rangel Tura 1 e Luciano Mattos 2 Na Amazônia, desde o final dos anos 90, vêm-se discutindo formas de introduzir, em programas

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação INSTITUTO VIANNA JÚNIOR LTDA FACULDADES INTEGRADAS VIANNA JÚNIOR Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação Lúcia Helena de Magalhães 1 Teresinha Moreira de Magalhães 2 RESUMO Este artigo traz

Leia mais

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES 1 Apresentação 1. As comunicações, contemporaneamente, exercem crescentes determinações sobre a cultura,

Leia mais

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 Narjara Bárbara Xavier Silva 2 Patrícia Morais da Silva 3 Resumo O presente trabalho é resultado do Projeto de Extensão da Universidade Federal da

Leia mais

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS Elane de Oliveira, UFRN 1 Max Leandro de Araújo Brito, UFRN 2 Marcela Figueira de Saboya Dantas, UFRN 3 Anatália Saraiva Martins Ramos,

Leia mais

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL ZAROS, Raíssa Anselmo. Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG E-mail: raissa_zaros@hotmail.com LIMA, Sílvia Aparecida Pereira

Leia mais

DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO

DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO Brasília, 11 de setembro de 2010 TEMA 1 DIRETRIZES E HORIZONTES DA RELAÇÃO POLÍTICA E INSTITUCIONAL DO SISTEMA COOPERATIVISTA 1.1 - FORTALECER A REPRESENTAÇÃO

Leia mais

negócios agroindustriais

negócios agroindustriais graduação administração linha de formação específica negócios agroindustriais Características gerais A Linha de Formação Específica de Negócios Agroindustriais da Univates visa ao desenvolvimento de competências

Leia mais

PALAVRAS CHAVE: agricultores, opinião, Programa de Aquisição de alimentos (PAA

PALAVRAS CHAVE: agricultores, opinião, Programa de Aquisição de alimentos (PAA AVALIAÇÃO DOS MOTIVOS QUANTO A PARTICIPAÇÃO AO PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS NA COMUNIDADE NEGRA DE CAMARÁ Carla Rafaela Pereira da Silva 1, Michelle Gonçalves de Carvalho 2, Rosivaldo Gomes de Sá

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 1.1 2003 by Prentice Hall Sistemas de Informação José Celso Freire Junior Engenheiro Eletricista (UFRJ) Mestre em Sistemas Digitais (USP) Doutor em Engenharia de Software (Universit(

Leia mais

MPA 015 Fundamentos de Sistemas de Informação

MPA 015 Fundamentos de Sistemas de Informação MPA 015 Fundamentos de Sistemas de Informação UNIFEI Universidade Federal de Itajubá Mestrado Profissional em Administração Prof. Dr. Alexandre Ferreira de Pinho Prof. Dr. Fábio Favaretto 1 Informações

Leia mais

04 Despertar a ideologia sócio-econômicaambiental na população global, Mobilização política para os desafios ambientais

04 Despertar a ideologia sócio-econômicaambiental na população global, Mobilização política para os desafios ambientais TRATADO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS E RESPONSABILIDADE GLOBAL CIRCULO DE ESTUDOS IPOG - INSTITUTO DE PÓSGRADUAÇÃO MBA AUDITORIA, PERÍCIA E GA 2011 Princípios Desafios Sugestões 01

Leia mais

O Uso do Sistema de Informação Contábil como Ferramenta para a Tomada de Decisão nas Empresas da Região de Contagem - Minas Gerais.

O Uso do Sistema de Informação Contábil como Ferramenta para a Tomada de Decisão nas Empresas da Região de Contagem - Minas Gerais. O Uso do Sistema de Informação Contábil como Ferramenta para a Tomada de Decisão nas Empresas da Região de Contagem - Minas Gerais. Elaine Raquel Fernandes carlosadm@bol.com.br SENAC Flávia Cristina Pereira

Leia mais

XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012

XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012 XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012 GESTÃO PARTICIPATIVA NA CONSTRUÇÃO DA QUALIDADE DE ENSINO EM COOPERATIVAS EDUCACIONAIS DO PIAUÍ Cyjara Orsano

Leia mais

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto CURRÍCULO DO PROFESSOR Administradora com mestrado e doutorado em engenharia de produção

Leia mais

FORMAÇÃO DE JOVENS EM EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA SEMEARTE: SEMEANDO ARTE E AÇÃO

FORMAÇÃO DE JOVENS EM EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA SEMEARTE: SEMEANDO ARTE E AÇÃO FORMAÇÃO DE JOVENS EM EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA SEMEARTE: SEMEANDO ARTE E AÇÃO Jéssika Luane SILVA¹; Danilo I. de URZEDO¹; Lucas B. VIÉGAS¹; Juliana V. FLORENZANO¹; Fátima C. M. PIÑA-RODRIGUES²; Eliana Cardoso

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação

Estratégias em Tecnologia da Informação Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 6 Sistemas de Informações Estratégicas Sistemas integrados e sistemas legados Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados Material de apoio 2 Esclarecimentos

Leia mais

BANGLADESH E O SEU BANCO COMUNITÁRIO Carlos Daniel Baioto*

BANGLADESH E O SEU BANCO COMUNITÁRIO Carlos Daniel Baioto* BANGLADESH E O SEU BANCO COMUNITÁRIO Carlos Daniel Baioto* *Carlos Daniel Baioto é professor de pós-graduação em gestão cooperativa na Unisinos, São Leopoldo, RS. É consultor nas áreas de projetos de tecnologias

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação Conceitos Preliminares

Estratégias em Tecnologia da Informação Conceitos Preliminares Estratégias em Tecnologia da Informação Conceitos Preliminares Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura da bibliografia básica.

Leia mais

PROJETO ALTERNATIVO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E SOLIDÁRIO - PADRSS

PROJETO ALTERNATIVO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E SOLIDÁRIO - PADRSS SISTEMA CONTAG DE ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO SEC. DE POLÍTICA AGRÍCOLA - CONTAG - 1 PROJETO ALTERNATIVO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E SOLIDÁRIO - PADRSS SISTEMA CONTAG DE ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO

Leia mais

ITU Regional Human Capacity Development Forum. TIC e Desenvolvimento Econômico e Social

ITU Regional Human Capacity Development Forum. TIC e Desenvolvimento Econômico e Social ITU Regional Human Capacity Development Forum TIC e Desenvolvimento Econômico e Social O mundo passa por um momento de profundas transformações...... as comunicações são parte dessas transformações. Políticas

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO, TRABALHO E SOLIDARIEDADE

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO, TRABALHO E SOLIDARIEDADE LEI nº, de de (Projeto de Lei nº 00/04, do Executivo) Institui o Programa Oportunidade Solidária, estabelece princípios fundamentais e objetivos da Política de Fomento à Economia Popular Solidária do Município

Leia mais

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR...o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff Julho/2014 0 APRESENTAÇÃO Se fôssemos traduzir o Plano de Governo 2015-2018

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

1. DADOS SOBRE A ATIVIDADE Título/Ementa (competências a serem desenvolvidas pelos estudantes; objetivos de ensino-aprendizagem)

1. DADOS SOBRE A ATIVIDADE Título/Ementa (competências a serem desenvolvidas pelos estudantes; objetivos de ensino-aprendizagem) UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA PROGRAD / PROEXT / SUPAC Atividade Curricular em Comunidade - ACC Formulário para solicitação de oferta Aprovado em 22.02.2008 1. DADOS SOBRE A ATIVIDADE Título/Ementa (competências

Leia mais

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO: CONCEITOS INTRODUTÓRIOS

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO: CONCEITOS INTRODUTÓRIOS PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO: CONCEITOS INTRODUTÓRIOS 2011 Paola Lucena dos Santos Bolsista de Iniciação Científica, CNPq Acadêmica de Psicologia pela PUC/RS, Brasil Laura Traub Acadêmica de

Leia mais

AS TIC COMO ESTRATÉGIA DE AMPLIAÇÃO DA INTERNACIONALIZAÇÃO ACADÊMICA DA PÓS- GRADUAÇÃO STRICTO SENSU

AS TIC COMO ESTRATÉGIA DE AMPLIAÇÃO DA INTERNACIONALIZAÇÃO ACADÊMICA DA PÓS- GRADUAÇÃO STRICTO SENSU AS TIC COMO ESTRATÉGIA DE AMPLIAÇÃO DA INTERNACIONALIZAÇÃO ACADÊMICA DA PÓS- GRADUAÇÃO STRICTO SENSU Santa Cruz do Sul RS Maio/2013 LANZARINI, Joice Nunes - UNISC - joice@unisc.br OLIVEIRA, Cláudio J.

Leia mais

A EDUCAÇÃO ALIADA AS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (NTIC)

A EDUCAÇÃO ALIADA AS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (NTIC) A EDUCAÇÃO ALIADA AS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (NTIC) José Wellithon Batista Zacarias (1); Programa de Pós Graduação, Faculdade Leão Sampaio - wellithonb@gmail.com RESUMO No mundo informatizado

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Osmar Mendes 1 Gilberto Raiser 2 RESUMO Elaborar uma proposta de planejamento estratégico é uma forma de criar um bom diferencial competitivo, pois apresenta para a organização

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

MECANISMOS DE COMERCIALIZAÇÃO UTILIZADOS PELOS AGRICULTORES FAMILIARES: UM ESTUDO DE CASO

MECANISMOS DE COMERCIALIZAÇÃO UTILIZADOS PELOS AGRICULTORES FAMILIARES: UM ESTUDO DE CASO MECANISMOS DE COMERCIALIZAÇÃO UTILIZADOS PELOS AGRICULTORES FAMILIARES: UM ESTUDO DE CASO Daniela Alves Cardoso; Lais Serafini; Nadir Paula da Rosa; Carlos Eduardo Nogueira Martins Curso Técnico Profissionalizante

Leia mais

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 INTRODUÇÃO Sobre o Relatório O relatório anual é uma avaliação do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da FDC sobre as práticas

Leia mais

Seção 1 Visão Geral do Sistema Better Cotton

Seção 1 Visão Geral do Sistema Better Cotton 1 Seção 1 Visão Geral do Sistema Better Cotton www.bettercotton.org Orientação O documento a seguir proporciona uma visão geral do Sistema Better Cotton. Este sistema é formado por componentes interdependentes.

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA DA EDUCAÇÃO BÁSICA: POSSIBILIDADES E LIMITES

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA DA EDUCAÇÃO BÁSICA: POSSIBILIDADES E LIMITES PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA DA EDUCAÇÃO BÁSICA: POSSIBILIDADES E LIMITES Antônio Cabral Neto Universidade Federal do Rio Grande do Norte Brasil cabranl@ufrnet.br Maria Doninha de Almeida Universidade

Leia mais

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA Há muito se discute que o mercado de farmácias é ambiente competitivo e que a atividade vem exigindo profissionalismo para a administração de seus processos, recursos e pessoal.

Leia mais

O uso da tecnologia CRM em uma empresa de pequeno porte no município de Bambuí-MG

O uso da tecnologia CRM em uma empresa de pequeno porte no município de Bambuí-MG O uso da tecnologia CRM em uma empresa de pequeno porte no município de Bambuí-MG Caroline Passatore¹, Dayvid de Oliveira¹, Gustavo Nunes Bolina¹, Gabriela Ribeiro¹, Júlio César Benfenatti Ferreira² 1

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL Introdução A partir da década de 90 as transformações ocorridas nos aspectos: econômico, político, social, cultural,

Leia mais

Palavras-chave: Compra direta. Agricultura Familiar. Modelo de checagem

Palavras-chave: Compra direta. Agricultura Familiar. Modelo de checagem Avaliação de desempenho de processos de Compra Direta da Agricultura familiar: proposta metodológica baseada em modelo de checagem Magalhães A. M. Cruz, G. V. O mercado institucional pode ser um excelente

Leia mais

ASPECTOS LOGÍSTICOS DO ESCOAMENTO DO AÇÚCAR PAULISTA: TRECHO USINA PORTO DE SANTOS

ASPECTOS LOGÍSTICOS DO ESCOAMENTO DO AÇÚCAR PAULISTA: TRECHO USINA PORTO DE SANTOS ASPECTOS LOGÍSTICOS DO ESCOAMENTO DO AÇÚCAR PAULISTA: TRECHO USINA PORTO DE SANTOS Maria Rita Pontes Assumpção Mestrado em Gestão de Negócios Universidade Católica de Santos Resenha da Dissertação de Bruno

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E POBREZA: UM ESTUDO DE CASO NA CIDADE DE LAVRAS - MINAS GERAIS DIEGO CÉSAR TERRA DE ANDRADE 1 ; ELIAS RODRIGUES DE OLIVEIRA 2 ; MICHELLE FONSECA JACOME 3 ; CATARINA FURTADO DOS

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS GESTORES SOBRE A IMPLANTAÇÃO DO E-LEARNING NA EMPRESA: ESTUDO DE CASO NA PORTO ALEGRE CLÍNICAS

PERCEPÇÃO DOS GESTORES SOBRE A IMPLANTAÇÃO DO E-LEARNING NA EMPRESA: ESTUDO DE CASO NA PORTO ALEGRE CLÍNICAS 1 PERCEPÇÃO DOS GESTORES SOBRE A IMPLANTAÇÃO DO E-LEARNING NA EMPRESA: ESTUDO DE CASO NA PORTO ALEGRE CLÍNICAS Porto Alegre RS Março 2010 Bianca Smith Pilla Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Leia mais

Palavras-chave: Comportamento, Ambiente Organizacional, Satisfação.

Palavras-chave: Comportamento, Ambiente Organizacional, Satisfação. a 9 de Dezembro Clima organizacional: uma análise comparativa entre a empresa x e a empresa y do setor varejista de eletrodomésticos e móveis, que disputam o mesmo nicho no município de Bambuí-MG Franciele

Leia mais