CARACTERIZAÇÃO DO ESTADO ATUAL DA CAPRINOCULTURA NO NORDESTE DO BRASIL E EM PERNAMBUCO

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1 Novembro de 2013 Parnaíba- PI - Brasil CARACTERIZAÇÃO DO ESTADO ATUAL DA CAPRINOCULTURA NO NORDESTE DO BRASIL E EM PERNAMBUCO Matheus Landim de Souza (UFRPE) - Estudante de Administração da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Bolsista do Programa de Iniciação Científica do CNPq. Alessandra Carla Ceolin (UFRPE) - Professora do Departamento de Administração da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Possui doutorado (2011) e Pós-doutorado (2013) em Agronegócios pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Alexandre de Melo Abicht (UNISC) Coordenador do MBA em Marketing Estratégico e Professor do Departamento de Ciências Administrativas da Universidade de Santa Cruz do Sul - UNISC e do Curso de Administração da Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre.

2 CARACTERIZAÇÃO DO ESTADO ATUAL DA CAPRINOCULTURA NO NORDESTE DO BRASIL E EM PERNAMBUCO Grupo de Pesquisa: Cadeias produtivas e arranjos produtivos locais RESUMO Devido a fatores ambientais e históricos, a caprinocultura se sobressaiu como atividade econômica no Nordeste do Brasil em relação às outras Regiões. Essa atividade está inserida na cadeia agroindustrial, representando uma importante fonte de renda de famílias nordestinas. Dada sua relevância, este trabalho objetivou caracterizar a prática, enfatizando uma análise quantitativa dos rebanhos, tomando como referências o Nordeste e Pernambuco, em específico. Para isso, foram analisados dados de diversas fontes acadêmicas e governamentais. Constatou-se que a Região Nordeste, apesar de se distribuir por menos de 20% do território brasileiro, concentra, aproximadamente, 91% do rebanho nacional de caprinos. Os 20 maiores municípios produtores do país se encontram, igualmente, nesta Região. Bahia e Pernambuco ocupam as primeiras posições dentre os estados, respondendo, juntos, por quase metade do efetivo nacional. De 2002 a 2011, apesar de algumas flutuações, percebe-se uma tendência crescente na participação dos rebanhos pernambucanos dentro do efetivo nacional, saltando de 15,8% em 2002 para 20,5% em Desta forma, como atividade fortemente ligada à economia e à cultura dos nordestinos, a caprinocultura deve ser melhor estudada e compreendida para se buscar uma maior eficiência produtiva. Palavras-chaves: Agronegócio; Nordeste; Pernambuco; Cadeias produtivas; Caprinocultura. ABSTRACT Due to environmental and historical reasons, the goat production has excelled as an economic activity in the Northeast of Brazil. This activity is inserted in the agroindustrial chain, representing an important source of income to Northern families. Given its relevance, this work aimed to characterize the practice, emphasizing a quantitative analysis of the flocks, taking as reference the Northeast and Pernambuco, in specific. For this, data from multiple academic and Government sources were analyzed. It was noted that the Northeast region, despite being distributed for less than 20% of the Brazilian territory, concentrates approximately 91% of the national herds of goats. The country's twenty largest producing municipalities are also in the region. Bahia and Pernambuco occupy the top positions amongst the Northen states, responding together for almost half the national headcount. From 2002 to 2011, despite some variations, an increasing trend in the participation of Pernambuco herds was noted within the national amount, rising from 15.8% in 2002 to 20.5% in In this way, as an activity closely linked to the economy and culture of the Northeast, the goat production should be better studied and understood to seek greater productive efficiency. 1

3 Key words: Agribusiness; Northeast; Pernambuco; Production chains; goat production. 1. INTRODUÇÃO A caprinocultura é uma das práticas pecuárias mais antigas do Brasil, cuja origem remonta aos tempos da ocupação portuguesa. Ocorre em todas as cinco Grandes Regiões do país, mas é mais presente no Nordeste; essa é uma característica da criação do gado caprino brasileiro que não se dá por pura preferência, no entanto. Uma vez conhecidas as configurações geossociais nordestinas, encontra-se parte dos motivos pelos quais nove entre dez cabeças do gado caprino brasileiro estão nessa região (IBGE, 2011). São alguns dos fatores favoráveis à caprinocultura no Nordeste: a adequação aos agroecossistemas do semiárido por parte do gado; a baixa necessidade de capital inicial; a capacidade de acumulação de renda em pequena escala; o elevado potencial de geração de ocupações produtivas; a fácil apropriação sociocultural; e a oferta de produtos com grande apelo em novos mercados (HOLLANDA JR.; MARTINS, 2008). A área do Nordeste brasileiro é de ,8 km², o equivalente a, aproximadamente, 18% do território nacional. A maior parte do território da região está sob a influência do clima semiárido, caracterizado por um conjunto de fatores que a leva a uma forte deficiência hídrica: baixo índice pluviométrico anual, entre 200 mm e 800 mm (ARTICULAÇÃO SEMIÁRIDO BRASILEIRO, 2013) e irregularidade do regime de chuvas; alta taxa de evaporação, entre 1000 mm e 3000 mm anuais (EMBRAPA, 2011); baixa umidade; alto escoamento superficial das águas; e alta temperatura média: 26º C (FUNDAJ, 2013). É interessante notar que o semiárido é o clima predominante da Região Nordeste (abarca oito dos nove estados, com exceção do Maranhão), mas não está limitado à mesma: também se estende pelo norte de Minas Gerais (figura 1), completando uma área de cerca de km² do território nacional (BNB, 2013). 2

4 Figura 1. Mapa do Semiárido brasileiro (ADENE, 2006) O bioma característico do semiárido é a caatinga, presente apenas no Brasil. A interação com o clima favorece a predominância de vegetais arbustivos, de galhos retorcidos e raízes profundas, adaptados à capacidade de retenção da água disponível e à perda das pequenas folhas, a fim de que as plantas conservem energia e evitem a perda da água por evaporação. Dados da EMBRAPA indicam que km² são cobertos por essa vegetação, utilizada como a principal fonte de alimentação para a maioria dos rebanhos caprinos. 2. CADEIA PRODUTIVA E CAPRINOCULTURA Antes de conceituar cadeia produtiva é importante entender o conceito de agribusiness ou agronegócio. O agronegócio pode ser compreendido como a soma total das operações de produção e distribuição de suprimentos agrícolas, as operações de produção nas unidades agrícolas e o armazenamento, processamento e distribuição de produtos agrícolas e itens produzidos a partir deles (DAVIS; GOLDBERG, 1957). Desta forma, por agronegócio podese entender como o conjunto de atividades agropecuárias, industriais e de serviços, cuja matéria-prima principal advém ou tem seu produto final no setor agropecuário. Observando este conceito, o agronegócio é composto por cadeias produtivas e essas possuem entre seus componentes os sistemas produtivos, que operam em diferentes ecossistemas ou sistemas naturais. No ambiente externo ou contexto do agronegócio existe 3

5 um conglomerado de instituições de apoio, composto de organizações de crédito, pesquisa, assistência técnica, entre outras, e um aparato legal e normativo, exercendo forte influência no seu desempenho (DAVIS; GOLDBERG, 1957; ARAUJO et al., 1990). Uma cadeia produtiva é definida como uma sequência de operações interdependentes que tem por objetivo produzir, modificar e distribuir um produto. Ações correlatas às da cadeia do produto, tais como pesquisa, serviços financeiros, serviços de transporte e de informação, são também importantes para o estudo (ZYLBERSZTAJN; FARINA; SANTOS, 1993). A cadeia produtiva também pode ser compreendida como o conjunto de componentes interativos, incluindo os sistemas produtivos, fornecedores de insumos e serviços, industriais de processamento e transformação, agentes de distribuição e comercialização, além de consumidores finais. Objetiva suprir o consumidor final de determinados produtos ou subprodutos (CASTRO et al., 1994). De acordo com Batalha e Silva (2007), uma cadeia produtiva representa um conjunto de relações comerciais e financeiras que estabelecem, entre todos os estados de transformação, um fluxo de troca, situado de montante a jusante, entre fornecedores e clientes. Quando se refere a cadeias produtivas agroindustriais, a expressão engloba as atividades de apoio à produção agropecuária (fornecimento de insumos, assistência técnica, pesquisa, dentre outros), a produção agropecuária (dentro da fazenda), o armazenamento do produto agropecuário, o beneficiamento ou a transformação industrial e a distribuição (atacado e varejo) de um produto, in natura ou transformado, até o consumidor final (ZYLBERSZTAJN; FARINA; SANTOS, 1993). As cadeias produtivas diferem na forma como se organizam para responder a estímulos externos, implicando que algumas são mais eficientes em termos de adaptação a novas exigências dos consumidores e mudanças no ambiente (ZYLBERSZTAJN; FARINA; SANTOS, op. cit.). O funcionamento de um determinado sistema produtivo será tanto melhor quanto melhor fluírem as informações do mercado para os segmentos constituintes, e quanto mais rapidamente se resolverem os problemas distributivos típicos das relações econômicas (FARINA; ZYLBERSZTAJN, 1994). A ovinocaprinocultura é uma das atividades rurais mais representativas do Nordeste brasileiro, tendo importância econômica, social e cultural para a agricultura familiar e para o agronegócio em geral. A exploração de caprinos e ovinos na região é uma atividade técnica e 4

6 economicamente viável, se forem utilizadas tecnologias adequadas à região (NOGUEIRA FILHO; ALVES, 2002). Os principais produtos oriundos da caprinocultura e da ovinocultura são a carne, a pele e o leite e seus derivados. Para a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Caprinos e Ovinos, apesar de um elevado crescimento da demanda nos últimos anos, a carne ainda apresenta um baixo consumo per capita no Brasil, em torno de 1,5 a 2,0kghabitanteano, demonstrando a necessidade de aumento e regularidade na oferta de produtos de qualidade, além da implantação de um amplo programa de marketing. O leite de cabra e seus derivados, igualmente, são pouco explorados no país (MAPA, 2006). Santos (2001) aborda a importância da caprinocultura em buscar uma maior eficiência produtiva. Segundo o autor, deve-se atuar com os atores da cadeia produtiva de forma individualizada, principalmente àqueles mais suscetíveis e que apresentem maiores problemas, de forma a otimizar o fluxo de mercadorias, monetário e de informações. 3. MÉTODO O presente trabalho foi realizado com base em dados secundários, caracterizando-se como uma pesquisa bibliográfica e exploratória, que apesar de apresentar informações da cadeia de forma quantitativa, possui um caráter mais qualitativo. De acordo com Furasté (2007), a pesquisa bibliográfica baseia-se fundamentalmente no manuseio de obras literárias impressas ou capturadas via internet. Para o autor, quanto mais completas e globalizadas forem as fontes bibliográficas consultadas, melhores serão os resultados e a pesquisa alcançará maior profundidade. Já a pesquisa exploratória é aquela que busca aprimorar informações sobre o estudo em questão (FURASTÉ, 2007). Malhorta (2001) argumenta que a pesquisa qualitativa caracteriza-se uma metodologia não estruturada, exploratória, que visa proporcionar uma compreensão geral do contexto do problema. E, para Vergara (2010), a pesquisa qualitativa tem como objetivo explorar um ambiente, visando ao levantamento de informações para definição de problemas ou oportunidades de melhorias. Dessa forma, para o desenvolvimento desse estudo, foram realizadas coletas de dados que envolvem pesquisas bibliográficas sobre o tema, incluindo livros, teses, dissertações, artigos, legislação, internet, fontes de dados, como as do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), Câmara Setorial da Cadeia 5

7 Produtiva de Caprinos e Ovinos e associações de criadores, além de análise e sistematização dos dados e informações coletados durante as pesquisas. 4. A CAPRINOCULTURA NO NORDESTE A região semiárida dos estados nordestinos apresenta grandes limitações com relação às atividades agropecuárias. A irregularidade das precipitações pluviais associada às temperaturas elevadas durante o dia e às características físicas dos solos, de forma geral, rasos e pedregosos, apresenta-se como fator limitante da produção agropecuária, seja influenciando diretamente a fisiologia dos animais, seja afetando a produção vegetal destinada a alimentação do rebanho (GOULART; FAVERO, 2011). Mesmo com este cenário adverso, o Nordeste brasileiro destaca-se na exploração de ruminantes domésticos, sobretudo na criação de ovinos e caprinos. A região Nordeste se distribui por menos de 20% do território brasileiro, mas concentra aproximadamente 91% do rebanho nacional de caprinos; abrange uma área total de 166,2 milhões de hectares, dos quais 95,2 milhões (57%) estão inseridos na zona semiárida. 50% dos efetivos dos rebanhos estão localizados em propriedades com até 30 hectares; 29% em propriedades entre 31 e 200 hectares e apenas 21% em propriedades com mais de 200 hectares (COUTO FILHO, 2001). De acordo com Sampaio et al. (2001): A caprinocultura, atividade presente em quase todos os países, é citada, frequentemente, como das atividades mais indicadas para a região semiárida brasileira. Para tal, são destacados alguns aspectos: (a) a irregularidade climática torna a atividade agrícola de alto risco, reforçando a vocação pecuária, determinada desde o processo inicial de ocupação da porção semiárida do Nordeste, a partir de meados do século XVII; (b) a predominância da caprino ou ovinocultura em outras regiões semiáridas, como Espanha, Grécia, Austrália, por exemplo; (c) a adequação dessa atividade à pequena produção e à produção familiar devido à menor necessidade de capital para implantação e manutenção da caprinocultura, em relação à bovinocultura; e (d) a existência de mercado local e regional, devido ao consumo generalizado, no interior, da carne de ovinos e caprinos. A caprinocultura nordestina é caracterizada em sua grande maioria pelo sistema extensivo de manejo. O sistema de criação adotado na região é também conhecido como sistema tradicional, apresenta-se geralmente em grandes áreas cujo rebanho é composto de animais sem raça definida ou por raças nativas. Há pouca especialização e produtividade (SANTOS, 2001). Contudo, a exploração de caprinos tem elevada importância social e 6

8 econômica para a população rural e para a própria estrutura econômica das regiões onde é desenvolvida (NOGUEIRA FILHO e KASPRZYKOWSKI, 2006). Essa conjuntura torna mais claras as razões pelas quais a região ocupa um lugar de destaque no que concerne a prática, como demonstra tabela 1. Tabela 1. Os dez maiores efetivos de caprinos e participações relativas no efetivo nacional, segundo as Unidades da Federação, em ordem decrescente 2011 Unidades da Federação em Efetivo de caprinos ordem decrescente (cabeças) Participação no efetivo nacional (%) Brasil ,0 Bahia ,2 Pernambuco ,5 Piauí ,7 Ceará ,1 Paraíba ,2 Rio Grande do Norte ,3 Maranhão ,9 Paraná ,0 Minas Gerais ,2 Rio Grande do Sul ,1 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Pesquisa da Pecuária Municipal Os estados com o maior e o segundo maior rebanhos, Bahia e Pernambuco, respectivamente, ocupam juntos de cabeças, aproximadamente metade (49,7%) do percentual nacional; destacam-se também os efetivos do Piauí e do Ceará, ambos com mais de de cabeças. Os estados não-nordestinos apresentados, Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, acumulam juntos cabeças, 4,3% do efetivo nacional o Nordeste detém mais de 90% do efetivo nacional, como mostra a tabela 2. Tabela 2. Efetivo de caprinos e participações relativas no efetivo nacional, segundo as 7

9 Grandes Regiões, em ordem decrescente 2011 Grandes Regiões Efetivo de caprinos (cabeças) Brasil ,0 Nordeste ,98 Sul ,64 Sudeste ,40 Norte ,76 Centro-oeste ,22 Participação no efetivo nacional (%) Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Pesquisa da Pecuária Municipal O segundo lugar do país, o Sul, detêm aproximadamente 3,6% do efetivo nacional; a diferença absoluta de efetivos entre o Nordeste e a região é de aproximadamente 8,2 milhões de cabeças. A menor participação percentual é do Centro-Oeste, com pouco mais de 1%; A nível municipal, a região também apresenta números expressivos. Dos municípios com os vinte maiores efetivos do país, todos são localizados no Nordeste: onze se localizam em Pernambuco e oito na Bahia; um, Tauá, não se localiza em nenhum dos dois estados, mas no Ceará. Doze possuem entre e cabeças; sete apresentam rebanhos entre e cabeças; o único com mais de cabeças, Casa Nova, é localizado na Bahia, como demonstra a tabela 3. Tabela 3. Efetivo de caprinos e participações relativas no efetivo total nacional, segundo os 20 municípios com os maiores efetivos, em ordem decrescente Efetivo de caprinos 20 municípios com os maiores em efetivos (cabeças) Participações no efetivo total nacional (%) Brasil ,0 Casa Nova - BA ,6 Floresta - PE ,1 Sertânia - PE ,8 8

10 Juazeiro - BA ,6 Curaçá - BA ,6 Petrolina - PE ,5 Uauá - BA ,5 Ibimirim - PE ,1 Monte Santo - BA ,0 Canudos - BA ,9 Custódia - PE ,8 Carnaubeira da Penha - PE ,8 Tauá - CE ,7 Campo Formoso - BA ,7 Parnamirim - PE ,7 Serra Talhada - PE ,7 Remanso - BA ,7 Santa Cruz - PE ,7 Betânia - PE ,6 Belém de São Francisco - PE ,6 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Pesquisa da Pecuária Municipal A CAPRINOCULTURA EM PERNAMBUCO Pernambuco se distribui por uma área de ,323 km² (IBGE, 2010). Sua população em 2010 era de de pessoas (4,6% da população nacional) distribuídas por 185 municípios. Cerca 80,2% da população reside em áreas urbanas e 19,8% em zonas rurais. O território pernambucano se divide em cinco mesorregiões, como demonstra a figura 2: a Região Metropolitana do Recife, a Zona da Mata, o Agreste, o Sertão e o Sertão do São Francisco. Sobre essas cinco mesorregiões atuam predominantemente dois climas, o tropical atlântico na área litorânea e o semiárido no interior, esse último em especial sobre partes do Agreste e sobre a maior parte do(s) Sertão(ões). 9

11 Figura 2. As mesorregiões de Pernambuco. (AGÊNCIA ESTADUAL DE PLANEJAMENTO E PESQUISAS DE PERNAMBUCO CONDEPEFIDEM, 2006) Sampaio et al. (2011) observaram uma interessante correlação entre o tamanho dos rebanhos e dos estabelecimentos em que esses se encontram (tabela 4). Essa distribuição, em Pernambuco, é semelhante à conformação brasileira: 92,9% dos caprinocultores estão localizados em estabelecimentos com menos de 100 hectares. Nas condições do semiárido, esta é área considerada pequena, não permitindo obter uma renda superior a dois salários mínimos per capita. Tabela 4. Número de produtores e efetivo do rebanho por grupo de área total - Pernambuco, e

12 Fonte: Sampaio et al. (2011). Em termos absolutos, o interior do estado concentra os maiores efetivos, como pode ser visto na tabela 5. O Sertão Pernambucano engloba a maior parte do território de Pernambuco e concentra o maior efetivo: quase um milhão de cabeças, aproximadamente 47% do rebanho do estado. O São Francisco Pernambucano (modificado na figura 2 para Sertão do São Francisco ) aparece em segundo lugar, com pouco mais de cabeças, quase 40% do rebanho. Os cinco maiores produtores municipais do estado encontram-se nessas duas regiões e concentram, aproximadamente, 35% do efetivo estadual: Floresta, Sertânia, Petrolina, Ibimirim e Custódia (tabela 6). A Região Metropolitana do Recife aparece em último lugar, com menos de 1% do efetivo estadual. Tabela 5. Efetivo de caprinos, segundo as Mesorregiões de Pernambuco, em ordem decrescente 2011 Mesorregiões Efetivo de caprinos (cabeças) Pernambuco Sertão Pernambucano São Francisco Pernambucano Agreste Pernambucano Mata Pernambucana

13 Metropolitana de Recife Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Pesquisa da Pecuária Municipal Tabela 6. Efetivo de caprinos e participações relativas no efetivo total estadual, segundo os 15 municípios com os maiores efetivos, em ordem decrescente municípios com os maiores efetivos Efetivo de caprinos (cabeças) Participações no efetivo total estadual (%) Pernambuco ,0 Floresta ,28 Sertânia ,57 Petrolina ,27 Ibimirim ,19 Custódia ,89 Carnaubeira da Penha ,70 Parnamirim ,48 Serra Talhada ,48 Santa Cruz ,38 Betânia ,00 Belém de São Francisco ,00 Santa Maria da Boa Vista ,87 Dormentes ,56 Inajá ,49 Lagoa Grande ,22 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Pesquisa da Pecuária Municipal De 2002 a 2011, apesar de algumas flutuações, percebe-se uma tendência crescente na participação dos rebanhos pernambucanos dentro do efetivo nacional, apresentando variações entre 15,3% e 20,5% (tabela 7). A nível regional, o menor índice de Pernambuco no referido intervalo de tempo foi de 16,4%, em 2004, quando o estado tinha um efetivo de caprinos estimado em 1,53 milhões de cabeças (tabela 8); no mesmo ano, a Bahia continha quase 4 milhões de cabeças, e o Piauí quase 1,5 milhão. 12

14 Tabela 7. Efetivo de caprinos de Pernambuco e participações relativas nos efetivos nacional e regional 2002 a 2011 Ano Efetivo de caprinos (cabeças) Participações no efetivo total nacional (%) Participações no efetivo total regional (%) ,5 22, ,6 20, ,9 19, ,4 20, ,9 18, ,2 17, ,5 16, ,3 16, ,8 17, ,8 16,9 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Pesquisa da Pecuária Municipal Tabela 8. Efetivo de caprinos de Pernambuco em comparação com os outros dois maiores efetivos do Nordeste 2002 a 2011 Ano Efetivo de caprinos de Pernambuco (milhões de cabeças) Efetivo de caprinos da Bahia (milhões de cabeças) Efetivo de caprinos do Piauí (milhões de cabeças)

15 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Pesquisa da Pecuária Municipal Tabela 8. Efetivo de caprinos e participações relativas no efetivo total estadual, segundo os 15 municípios com os maiores efetivos, em ordem decrescente municípios com os maiores efetivos Efetivo de caprinos (cabeças) Participações no efetivo total estadual (%) Pernambuco ,0 Floresta ,28 Sertânia ,57 Petrolina ,27 Ibimirim ,19 Custódia ,89 Carnaubeira da Penha ,70 Parnamirim ,48 Serra Talhada ,48 Santa Cruz ,38 Betânia ,00 Belém de São Francisco ,00 Santa Maria da Boa Vista ,87 Dormentes ,56 Inajá ,49 Lagoa Grande ,22 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Pesquisa da Pecuária Municipal CONSIDERAÇÕES FINAIS A caprinocultura se mostra como atividade característica fortemente ligada à economia e ao agronegócio nordestinos. Pernambuco tem se mostrado uma forte liderança no setor. As informações são escassas, portanto a prática deve ser melhor estudada e compreendida para o 14

16 devido agenciamento de políticas públicas que a fortaleçam e aumentem sua eficiência produtiva. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AGEITEC. Agência Embrapa de Informação Tecnológica. Precipitação e evaporação: bioma caatinga. Disponível em: <http:www.agencia.cnptia.embrapa.brgestor bioma_caatingaarvorecont000g798rt3p02wx5ok0wtedt3nd3c63l.html>. Acesso em: 15 set ALICEWEB. Desenvolvimento. Disponível em: <http:aliceweb.desenvolvimento.gov.br>. Acesso em: 16 jun ARAÚJO, N. B; WEDEKIN, I.; PINAZZA, J. L. O Agronegócio Brasileiro. Agroceres, São Paulo, BANCO DO NORDESTE. Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste, Central de Informações Econômicas, Sociais e Tecnológicas. Evolução da Pecuária na Região Nordeste 2000 a Disponível em: <http:www.bnb.gov.brcontent aplicacaoeteneetenedocsevolucao_pecuaria_regiao_nordeste_2000_2010.pdf>. Acesso em: 20 ago BATALHA, M. O.; SILVA, A. L. de. Gerenciamento de sistemas agroindustriais: definições, especificidades e correntes metodológicas. In: BATALHA, M. O. (Coord). Gestão Agroindustrial. Vol 1, 3. ed. São Paulo: Atlas, p. CASTRO, A. M. G.; PAEZ, M. L. A.; COBBE, R.V.; GOMES, D. T. GOMES, G. C. - Demanda: Análise Prospectiva do Mercado e da clientela de P&D em Agropecuária. In. Gestão de Ciência e Tecnologia: Pesquisa Agropecuária. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Brasília: Embrapa. SPI, DAVIS, J. H.; GOLDBERG, R. A. A Concept of Agribusiness. Boston: Harvard University, EMBRAPA. SISPRO - Sistema de Produção de Caprinos e Ovinos de Corte para o Nordeste Brasileiro. Disponível em: <http:www.cnpc.embrapa.br?pg=orientacoes_ tecnicas&uiui=mercado>. Acesso em: 18 ago FARINA, E. M. M. Q.; ZYLBERSZTAJN, D. Competitividade e Organização das Cadeias Agroindustriais. Costa Rica, Relatório IICA,

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