INSTALAÇÕES ZOOTÉCNICAS IZ308

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1 INSTALAÇÕES ZOOTÉCNICAS IZ308 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE ZOOTECNIA DEPARTAMENTO DE REPRODUÇÃO E AVALIAÇÃO ANIMAL APOSTILA VERSÃO 1.8 MARÇO / 2011 PROF.CARLOS AUGUSTO DE OLIVEIRA

2 Carlos Augusto de Oliveira Professor Adjunto - UFRRJ/IZ/DRAA Zootecnista MBA Administração Rural MBA Estrategia em Agribusiness M.Sc. Gestão de Negócios D.Sc. Zootecnia SUMÁRIO 1. Introdução Materiais de Construção Cercas Paiol Silos - graneleiro Drenagem Esterqueiras Fossas sépticas Sumidouros Biodigestor Avicultura Residência de colonos Cunicultura Orçamentos Fábrica de ração Bovinos de leite Bovinos de corte pastagens Bovinos de corte confinamento Suinocultura Referências Bibliográficas

3 1. Introdução O curso de Instalações Zootécnicas IZ308 deverá ser ministrado sobre a ótica das considerações nas abordagens para o desenvolvimento de projetos, onde cada caso será um caso, considerando aspectos climáticos, culturais, níveis tecnológicos dos projetos, fatores administrativos e estratégicos, onde o objetivo final será a obtenção de um projeto zootécnico, ou seja, adaptado às condições produtivas e operacionais, conseqüentemente com condições econômicas favoráveis, não tendo considerações meramente de abordagens técnicas, já que as mesmas podem ser simplesmente obtidas de material bibliográfico e de fácil acesso a qualquer interessado. O Zootecnista tem papel bem claro e diferenciado em sua atuação com os assuntos relacionados às construções ligadas a um projeto pecuário, nas chamadas Instalações Zootécnicas, daqui para frente chamaremos de I.Z. Tanto o Engenheiro Civil como o Arquiteto, tem condições de desenvolver projetos de I.Z., no entanto, estes profissionais não têm conhecimentos técnicos adequados para o desenvolvimento do projeto operacional, apenas conseguem desenvolver os projetos estruturais, cálculos, plantas de construção, orçamentos, etc... Cabe ao Zootecnista somar conhecimentos adquiridos em sua formação profissional, para desenvolver projetos onde a prioridade seja o maior desempenho produtivo do animal, aliado a economia na imobilização financeira desta I.Z., que também passaremos a chamar de Investimentos Fixos. A realidade que encontramos não se coloca bem desta forma, os profissionais de ciências agrárias, quando envolvidos com assuntos de I.Z., normalmente não conseguem entender a importância deste componente do projeto pecuário. Tratado como um item apenas do projeto que provoca algum tipo de desembolso financeiro, é vencido rapidamente e depois passa a não influenciar na atividade desenvolvida, tornando-se apenas um imobilizado fixo. Este é um conceito antigo, no entanto ainda praticado pela maioria dos profissionais, onde preferem copiar de livros ou de obras prontas, os novos projetos, sendo que as bases de cópias normalmente já têm mais de meio século de projetados. Pior ainda, que estes modelos são em sua maioria cópias de projetos europeus ou norte americano, onde as realidades nada têm a ver com a condição climática (situação tropical) e econômica do Brasil, isto continua até os dias atuais. Na cabeça do profissional de ciências agrárias, os mais importantes são os assuntos técnicos ligados a criação do tipo do animal a ser explorado, nutrição e manejo são sempre prioridades nos projetos, a influência seja ela produtiva e econômica de uma I.Z., normalmente fica em segundo plano no projeto, desconsidera-se com muita facilidade o peso expressivo dos investimentos fixos ligados as construções e sua participação nos custos finais de cada unidade (kg, litro, etc...) produzida pelo sistema, isto mensurado de forma direta, ou seja, amortização dos investimentos. Pior ainda, são os chamados lucros cessantes, ou seja, problemas que I.Z. mal projetadas levam ao desempenho final da criação, resultados de difícil mensuração, mas que em alguns casos poderá ser determinante para o fim da atividade, como opção lucrativa. Há necessidade de reformular os atuais conceitos ligados a I.Z., existe um significativo espaço profissional neste setor da pecuária, no entanto, as tendências devem caminhar para a economia racional, onde a consideração climática ligada à relação da atividade com as I.Z. deverão ser as bases dos projetos. 3

4 Em pecuária o relacionamento da atividade com as I.Z. devem ser tratadas sobre quatro aspectos; a atividade pecuária poderá ser considerada uma criação extensiva (pasto), semiextensiva (pasto + I.Z.), confinamento (I.Z.) e super confinamento (I.Z. com limitação espacial). Quanto maior a intensividade no uso das I.Z., maiores serão os problemas e cuidados a serem verificados por momento do projeto. Os maiores uso das I.Z. significam que há grande dependência das mesmas para o melhor desempenho do animal, desta forma elevando os custos em imobilizações fixas e despesas de futuras manutenções, pior ainda, são os projetos mal dimensionados que levam a problemas de desempenho produtivo, fatos com grande dificuldade de serem mensurados financeiramente. Portanto, os pesos nos custos iniciais em projeto de pecuária nos assuntos relacionados a I.Z. podem chegar até mais de 60% dos custos totais e influenciar de forma negativa durante toda a operação produtiva, alguns cuidados essenciais deverão ser notados por momento destas projeções. Estes investimentos podem ter prazo de maturação de até 10 anos, fato que deve ser considerado na hora de investir na atividade. Tais investimentos não devem ser contabilizados no sentido de valorizar a propriedade onde serão construídos, mas sim e unicamente com um meio produtivo para obtenção dos objetivos pretendidos. Que deverá haver preocupação da localização da I.Z. em relação à propriedade, fazendo-se uso de simulações físicas para verificar desde condições de microclima até aspectos de acesso facilitado, rede elétrica, água, despejos, etc... A localidade deverá considerar aspectos relacionados ao tipo de terreno, escoamento de águas servidas e pluviais, topografia, necessidade de terraplenagens, etc... Algumas decisões devem ser tomadas com relação à qualidade da construção, diferenciar o que é uma obra sofisticada de uma obra durável e econômica, para fazer frente ao longo tempo de maturação dos investimentos fixos, de maneiras a não elevar acima da normalidade as despesas de manutenção ao longo deste tempo. Conseguir diferenciar o que é tecnologia, de construções sofisticadas e absurdamente caras. Ter como base o uso de da evolução de rebanho como única forma determinante para dimensionar necessidades espaciais, que sempre deverão ser consideradas a futuro. Desta forma, o uso desta ferramenta possibilitará o parcelamento, ou o melhor emprego do capital nas imobilizações em I.Z., nem excessos, nem faltas, construções na medida certa das possibilidades tecnológicas da atividade. Ou seja, quem determina o tamanho e necessidades em um projeto de I.Z. são os índices zootécnicos possíveis naquela atividade, naquela região, com aquela tecnologia e com aquele objetivo comercial pretendido. Este fato faz das projeções de I.Z. uma atividade onde o profissional mais competente para desenvolvê-las são os Zootecnistas, capacitados tanto nos assuntos técnicos como nos assuntos econômicos e comerciais ligados a atividade que origina o projeto. Outro fato de grande importância está relacionado ao tamanho físico dos projetos, nada de construções muitos grandes fisicamente, todo projeto que atinja tamanho acima de determinados parâmetros deverão ser divididos em módulos, a estratégia da modulação é a 4

5 principal forma viável de se ter controle produtivo sobre uma determinada atividade, caso contrário o sistema terá grande chance de cair no descontrole. A modulação também permite o parcelamento das construções, onde cada módulo só será construído após a maturação de seu antecedente, onde os acertos e erros deverão ser usados para melhorar os módulos seqüentes. A modulação também deverá ser usada como estratégia de apoio a resultados técnicos e financeiros da atividade, onde cada módulo deverá estar em constante competição entre si, desta forma, o monitoramento das performances deverá se tornar um fato rotineiro, facilitado pela estrutura física do projeto. O projeto de I.Z. deverá ser sempre voltado para seu fluxo operacional, rotinas diárias deverão ser privilegiadas para facilitação das operações, em primeiro lugar os animais, em segundo lugar os operadores, o motivo das existências das I.Z. são os animais, a eles deverão ser ofertados as melhores possibilidades produtivas. Este fato, apesar de sua simplicidade, em grande maioria dos casos não é nem pensado pelos projetistas de I.Z. As preocupações são os aumentos de custos, principalmente custeio, que falhas no projeto possam vir a provocar. Os projetos de I.Z. podem ser via pré-fabricados, sejam eles de concreto armado, ferro ou madeiras, o que deve ser verificado será a relação benefício custo, já que as vantagens da velocidade de implantação dos pré-fabricados, não podem superar as normalidades de retornos técnicos e econômicos da atividade. No BR existem alguns fabricantes de préfabricados em I.Z., principalmente em concreto armado, o problema quanto a estes projetos estão normalmente ligados às estruturas, que são modeladas com base em estruturas voltadas aos setores industriais, além de considerações exageradas (estruturalmente) para o objetivo e necessidades dos animais. Com relação à TERMODINÂMICA (transformação do calor) nas I.Z., vamos dividi-la em trocas térmicas secas e trocas térmicas úmidas; -Trocas Térmicas Secas Através de mecanismos de Convecção, Radiação e Condução provocam variação de temperatura. Convecção Troca de calor entre 2 corpos, sendo um deles sólido e o outro fluido (líquido ou gás). Radiação Troca de calor entre 2 corpos através da natureza eletromagnética, que caracteriza a onda de calor, acontecendo em qualquer meio, até no vácuo. Condução Troca de calor entre 2 corpos que se tocam. -Trocas Térmicas Úmidas Oriundas das alterações de temperatura com agregação de água como meio atuante, onde a água poderá ir do estado líquido para o gasoso (vapor) e do gasoso para o líquido, são; Evaporação e Condensação. Evaporação Troca térmica úmida proveniente da mudança do estado líquido para o gasoso, para tanto consumindo a energia disponível no ambiente de contato. Condensação Troca térmica úmida proveniente da mudança do estado gasoso contido no ar para o estado líquido. Com relação à ventilação, a mesma poderá provocar ganho ou perda de calor, já que se trata de uma troca térmica por convecção, a tendência será a harmonização das temperaturas, podendo ser natural ou forçada. A natural dependerá basicamente da ação dos ventos e as facilidades para que o mesmo flua em uma I.Z. A forçada poderá se dar por meio de 5

6 equipamentos ou pelo efeito chaminé, onde a elevação da temperatura interna em uma I.Z. forçará a saída de ar pelas partes mais altas da I.Z., de maneiras a forçar a ventilação interna. Quanto ao posicionamento do sol em relação as I.Z., alguns fatos devem ser compreendidos antes dos projetos. Primeiro que o sol deve ser visto como um aliado, trata-se do melhor dos desinfetantes, eficiente e barato não deve ser menosprezado. Apenas os projetos onde o conceito produtivo esteja ligado ao modelo de super confinamento, ou seja, os animais além de instalados estão em restrição espacial, o sol não pode entrar em momento algum do dia. Nos outros projetos ou o sol poderá ser desconsiderado, ou então, ser utilizado como um insumo do dia a dia. Quanto aos ventos, estes são perigosos no desempenho dos animais. Ventos constantes, existentes nos litorais ou em planaltos, devem ser combatidos com barreiras, sejam elas artificiais ou não, nestas regiões a prioridade de direcionamento das I.Z. devem ser para proteção de ventos e não do sol, já que o vento naturalmente circulará pelo interior das I.Z., desta forma, se for o caso, beirais poderão ser aumentados para evitar incidência solar direta sobre animais em super confinamento, o que não poderá existir será a exposição direta de animais a ventos constantes. Ventos de tempestades deverão ser sempre protegidos, quando no caso de super confinamento com uso de cortinas. O uso de micro climas também deverá ser uma estratégia no desenvolvimento de projetos em I.Z., o problema será sempre o custo de implantação desta possibilidade, o objetivo deste artifício deverá buscar sempre alternativas que se aproximem da natureza, evitando o uso de equipamentos, já que o uso deste leva a imobilizações financeiras, despesas com uso e manutenção, ou seja, o uso de árvores e posicionamento dentro da propriedade podem diminuir custos e elevar os resultados. Atenção especial deverá ser dada a coisas simples relacionadas a obras civis como; o esquadro ou o angulo de 90 graus das paredes, diferentes só quando da exigência do projeto, o prumo das paredes, o nível exato nos pisos, caimentos sempre em percentuais mínimos funcionais. Falta de verificação destes fatos levam aos problemas no desempenho zootécnico dos animais, ao mal uso de espaços físicos e a excesso de trabalho em rotinas diárias. Fatores que acabarão por elevar os custos de produção. Os assuntos relacionados ao bem estar animal que passaram a fazer parte do mundo dos profissionais que se relacionam com os animais, acabou por se confundir com o conforto animal. Para os profissionais em Zootecnia a produção animal sem conforto para os mesmos, poderá significar a perda de desempenho produtivo com a clara perda financeira e econômica de um sistema de produção animal. Atender as exigências relacionadas a correta nutrição, oferta adequada de água, disponibilização de temperatura ambiente confortável para a espécie em criação assim como o devido respeito aos aspectos relacionados a etologia animal, para os Zootecnistas, nunca foi considerado como algo mais que se pode oferecer aos animais, mas sim, condição fundamental para a produção animal em padrões competitivos. 6

7 2. Materiais de construção Para fins de orçamentação dos projetos em I.Z., assim como para compreensão da dinâmica dos materiais em um determinado projeto, estaremos definindo os mesmo da seguinte forma; - Brita n.1, n.2 e n.3 padrão m3. - Pedra de mão padrão m3. - Areia lavada padrão m3. - Areia de embolso ou areola padrão m3. - Saibro padrão m3. - Aterro padrão m3. - Cimento AF/CP padrão saco 50kg. - Tijolo barro 0.20X0.20 padrão milheiro. - Telha barro (tipo francesa) padrão milheiro. - Telha fibro cimento (5mm) padrão m2. - Madeira perna 3 X3 / caibro 3 X1,5 / ripa 1,5 X1/3 padrão m3. - Madeira de curral de lei Peroba, Anjico, Ipê, Maçaranduba Eucalipto tratado esteio 6 X6 / 8 X8 / 10 X10, etc... Réguas 1 X 6 padrão m3. - Ferro 3/16, ¼, 5/16, 3/8, 1,... padrão kg. - Tubos e conexões ½, ¾, 1, 100mm, 150mm,... tipo PVC padrão unidade. - Esquadrias portas 0,50, 0,60, 0,70, 0,80, janelas, basculantes, etc... padrão unidade. - Revestimentos azulejos, ladrilhos, etc... padrão m2. - Tintas cal, PVC, etc... - Eletricidade Fios, cabos, disjuntores, chaves magnéticas, 110 v, 220 v e 330 v. 3. Cercas As cercas em um projeto pecuário podem ter alta representatividade nos custos de implantação, assim como na manutenção, alguns fatores devem ser considerados por momento das projeções dos modelos a serem utilizados em um projeto onde haja uso intensivo de cercas. O projeto deverá privilegiar alguns modelos básicos, onde serão respeitados os princípios de máxima economia e realização dos objetivos propostos com o uso das cercas. Em propriedade rural as cercas podem ser divididas basicamente em 2 objetivos, os de proteção ou contenção e os de manejo alimentar, lembrando que o que deve segurar um animal dentro de um pasto é a pastagem e não as cercas. Basicamente as cercas de proteção e/ou contenção deverão ser as cercas que fazem o perímetro da propriedade, onde a função de se evitar fugas ou acessos de animais indesejáveis tem que ser prioridades, para tanto deverão ser nestas cercas onde os custos serão mais significativos. Nas cercas de manejo, ou seja, aqueles que estarão dividindo pastos e piquete deverá ser adotado outra filosofia, onde a função básica será de conduzir as rotinas de pastejo da propriedade ou projeto. As cercas deverão sempre ser projetadas com base em um módulo básico para cada objetivo, onde o parâmetro de custo será a orçamentação de 1 (um) km, devendo conter todas as despesas e volumes gastos no tal módulo. A definição do módulo deverá ser dada a partir da média topográfica da propriedade, ou seja, quanto mais plana a topografia maior a possibilidade de distanciar os moirões ou estacas, normalmente o fator que mais onera o custo do quilometro de cerca. 7

8 De maneira geral a cerca tem um padrão básico, e todas as variações devem ter este padrão como ponto de partida, sendo ele com 2,20m entre moirões ou estacas e 4 fios de arame farpado, seria esta a cerca de maior capacidade de contenção e portanto a mais cara. Fatores usados para ancoragem (pontos de fixação dos arames) das cercas serão sempre comuns em qualquer modelo, às chamadas âncoras ou escoramentos, sempre estará localizado ou em extremos topográficos, em cantos ou nos limites para se tencionar os arames. Tipo de cerca Sempre que o modelo projetado ultrapassar os espaços entre moirões de 2,20m ao máximo de 2,50, deverá ser fazer uso dos balancins, que será um artifício com a finalidade de manter o distanciamento entre os arames e estabilidade no movimento de contenção. Estes balancins poderão ser feitos de sarrafos de madeiras ou com o próprio arame (no caso arame liso retorcido). Desta forma as cercas, dependendo da topografia e o nível de tensão dos arames, poderão distanciar entre moirões espaços de até 50m. Cerca elétrica Moirões, mourões, estacas, esteios, lascas, astes, achas, etc., devem ter no mínimo 2,00 e o ideal de 2,20 de comprimento, quando enterradas em média de 0,60m deixarão de fora 1,60m, esta será a altura da cerca para bovinos, para caprinos as cercas poderão ter entre 1,00 a 1,20 m de altura. Alternativas poderão ser utilizadas em moirões de concreto armado (protendido), ferro e determinadas sucatas. Regionalmente existem opções, e que devem ser respeitadas, madeiras locais e costumes locais. As ancoragens podem ser feitas com o mesmo material ou com peças especiais, maiores e mais fortes passarão a fazer o papel de pontos de fixação, também chamados de mochos. 8

9 Cerca arame + balancim Arames farpados e arames lisos, são as principais alternativas, tanto um como o outro consegue fazer o mesmo efeito, sendo que o arame liso normalmente é mais barato, mais fácil de trabalhar, permitindo a construção de uma cerca de maior qualidade, devido à facilidade para tenciona-lo. Existem pequenas catracas que facilitam o tencionamento do arame. Podendo também ser usado um tubo galvanizado de ¾, chamado de Bob, com furos desencontrados, sendo enrolado no próprio arame. No caso do arame liso existe um pequeno equipamento gripple uma mínima catraca que com auxílio de um alicate especial consegue não só tencionar arame liso, mas como também facilitar emendas quando for o caso. Tipo de arames No caso dos farpados, eles se diferem tanto no diâmetro dos fios (1,6mm a 2,2mm) como também no tratamento contra corrosão (zincagem leve ou pesada), apresentados em rolos de 250 a 500m, com 45gr por metro. Nos arames lisos as diferenças estão relacionadas a carga de ruptura, indo de 600 kgf a 800kgf e o tratamento de zincagem (leve ou pesada). Existe ainda o arame liso para cerca elétrica, com 500 kgf de ruptura e 27gr por metro. Para fixação do farpado é utilizado o grampo galvanizado. 9

10 Tipo de cerca viva Cuidados especiais deverão ser tomados com relação à proteção contra raios, já que as cercas se tornam enormes para raios, podendo ocasionar acidentes graves tanto para pessoas como para animais. Para minimizar os efeitos que um raio pode provocar quando de suas descarga elétrica vir a atingir uma cerca, será fundamental o aterramento a cada pelo menos 200m, de acordo com as normas. O seccionamento da cerca também é uma boa solução para não tornar as cercas um grande condutor de descargas elétricas, onde deverá haver um espaçamento de pelo menos 0,50m, de maneiras a realizar o isolamento elétrico no sentido linear das cercas. Em cercas para eqüinos deverá ser evitado arame farpado, a altura mínima deverá estar na faixa de 1,70m, e a presença de limitador visual (régua) no topo da cerca para evitar possíveis acidentes. ORÇAMENTO - 1km de cerca - farpado / 4 fios / 2,20m (cerca tradicional); -Moirões - 38 dúzias / Âncoras 4 unidades / Farpado 8 rolos (500m) / Grampos - 3 kg / Mão de obra 8 serviços. 4. Paiol Local de armazenagem de produtos sujeitos a deterioração, seja pelo clima, seja por predadores, normalmente o paiol tem a finalidade de armazenar grãos, sementes e determinados insumos. Basicamente o paiol é um local onde deverá haver barreiras físicas para predadores, sejam eles pelo ar ou por terra, da mesma forma possibilitar aeração adequada sem permitir a entrada de chuvas. O cálculo do tamanho de um paiol deve levar em consideração a necessidade em m3 a ser armazenar, que poderão ser confrontados com o volume de grãos a serem colhidos na pequena propriedade. Em muitos dos casos no paiol é armazenado o grão sem beneficiamento, o que aumenta a necessidade de espaço para armazenamento e o risco de infestações. O paiol deve ser construído acima do nível do solo, sobre pilares, e com barreiras físicas (neste pilares) contra ratos, seu piso deve ser ripado, para facilitar a ventilação, suas paredes devem também facilitar a ventilação, mas no entanto proteger de pássaros. O telhado deverá 10

11 inclinação bem definida e com beiras expressivos a fim de evitar as chuvas de vento. A fim de criar barreira de acesso, sua porta deverá ser uma rampa móvel. Objetivamente o paiol é um silo para pequenas proporções a serem armazenadas, na propriedade rural deverá ser sempre uma instalação de grande utilidade, de maneiras a possibilitar tratar os materiais e insumos com mais qualidade e evitar desperdícios. 5. Silos graneleiro Local para armazenamento de grãos em grandes volumes, tem a finalidade de armazenar de forma segura, possibilitando a entrada e saída do material, preferencialmente automática, com maior velocidade. Os cálculos do volume de um silo graneleiro, no caso de I.Z., estarão sempre atrelados as necessidades de uso ao longo de um período, para tal, a evolução de rebanho será a única ferramenta adequada para a determinação de necessidades de insumos (no caso grãos) para atendimento do planejamento proposto. Em alguns casos poderá haver também a determinação de estratégias que levem em consideração a variação do preço do grão ao longo do ano, e a determinação da viabilidade de compra antecipada a fim de garantir preço. Existem também as estratégias de logística, onde o volume de armazenamento deverá preservar com segurança a chegada de uma nova carga do grão, distâncias, épocas do ano, tipo de estrada, etc... também poderão influenciar o tamanho do silo onde serão armazenados determinados insumos. Silo graneleiro metálico Em produção animal as atividades de avicultura e suinocultura é que vão demandar estruturas como esta, já que mais de 60% dos custos de produção estarão dependentes de um único e principal insumo (milho 750kg/m3 a 14% umidade) e o não planejamento adequado para sua utilização poderá inviabilizar as atividades. 11

12 Há possibilidades de se construir silos graneleiros em alvenarias, desde que respeitado a devida tecnologia para tal, o certamente cria algum tipo de dificuldade e grande possibilidade de erros. O mais adequado será a consulta a fornecedores deste tipo de equipamento, onde uma vez determinado por parte do planejamento às necessidades, bastará adequa-la aos equipamentos disponíveis. Lembrando que os fornecedores normalmente têm todo tipo de tecnologia para esta finalidade, e que tecnologia sempre tem seu preço, portanto será muito importante verificar a relação benefício custo dos equipamentos que fujam da normalidade para operação de um silo graneleiro. Todo cuidado é pouco na imobilização (R$) em equipamentos de grande porte, valem muito para comprar e pouco para vender. 6. Drenagem Um projeto pecuário onde existam pastagens deverá sempre ser avaliado com relação ao sistema de drenagem da propriedade, a necessidade de construir, adequar ou reformar poderá significar despesas expressivas, e que na falta de um sistema de drenagem adequado poderá levar a grande prejuízo e/ou problemas de continuidade da atividade, sejam por cheias ou por perda de pastagens por alagamento. O item drenos faz parte das I.Z. de um projeto pecuário, não sendo o Zootecnista o profissional mais adequado para realizar projetos com grandes detalhes sobre este assunto, no entanto alguns conhecimentos básicos devem ser percebidos, pois através destes conhecimentos é que deverá ser notada a necessidade de projetos específicos de drenagem em um projeto pecuário. De maneira geral o simples fato de se conseguir retirar a água superficial do solo é um começo de drenagem em uma determinada área, no entanto, a necessidade real será de levar esta mesma água para um determinado nível no solo que permita o desenvolvimento das raízes de gramíneas, já que são estas as espécies utilizadas nas pastagens. 12

13 O primeiro passo será conhecer onde estão localizados os grandes coletores (rios, canais, etc...) por onde seguem as águas da área objeto do planejamento, se os mesmos se encontrarem em nível abaixo, mesmo que suave este fato poderá demonstrar a viabilidade de construção de um sistema de drenagem, do mais simples ao mais complicado. De maneira geral há necessidade de se visualizar a bacia de contribuição de uma propriedade rural, ou seja, toda a região que estará contribuindo para o aparecimento das águas em uma propriedade rural, esta bacia começa nas vertentes dos morros para dentro da área, a partir daí os pontos de deságüe ou drenagem. De maneira geral, para fins de drenagem em pecuária, os drenos são divididos em; drenos de cintura (aqueles que tem finalidade segurar as águas que vem de morros e estradas), os drenos secundários (aqueles que levam as águas de um ponto a outro) e os drenos principais (coletores com finalidade de retirar os excessos). Projetos específicos de drenagem podem determinar a necessidades várias outros tipos e formas de drenos ou coletores. De maneira geral os drenos devem ter suas formas como um trapézio, de maneiras a não permitir desbarrancamento de suas laterais, evitando curvas acentuadas, ou seja, buscando sempre uma reta em sua formação, e quanto maior for a velocidade da água coletada, evitar ângulos retos no encontro com outros coletores. Os drenos secundários e terciários poderão ser subterrâneos, feitos com bambus e/ou pedras, acabam por liberar áreas que teriam dificuldades de movimentação devido aos buracos provocados por eles. Entre outros fatores que determinam as possibilidades de submergir uns drenos, o tipo de solo e o regime de chuvas são os principais. Os equipamentos mais utilizados em um projeto pecuários onde haja dependência de sistema de drenagem são a retroescavadeira, que apesar de suas limitações devido a seu porte, atende a maioria das necessidades de uma propriedade rural. Existem ainda as escavadeiras de médio porte, grande porte até as dragas flutuantes. 7. Esterqueiras Este é um setor das I.Z. que normalmente não é dado a devida atenção que merece, ao se projetar uma esterqueira ou um equipamento para dar um adequado fim aos dejetos dos animais, medidas relacionadas à operação do dia a dia do equipamento não são normalmente consideradas, desta forma, ao longo do tempo, este equipamento acabará por ficar sem qualquer atenção, deixando de realizar sua função inicial, que é de tratamento ambiental e/ou restituição de matéria orgânica ao solo, mesmo que de outras propriedades. Material normalmente tratado em grandes volumes, tem manejo dificultado como operação rotineira. A tentativa de mecanizar acaba por levar a investimentos mais significativos, inviabilizando o processo, portanto os projetos voltados para as esterqueiras devem visar a simplicidade e o baixo custo. Primeiramente deverá ser considerada qual a atividade animal em que a esterqueira será fundamental para o melhor funcionamento do sistema de produção. Na avicultura de corte ou postura, normalmente, o esterco tem razoável valor comercial (na maior parte do ano), portanto, estes resíduos acabam sendo manipulados como um negócio a aparte na criação, e com cuidados adequados. 13

14 Na bovinocultura de corte, criações a pasto, não existem preocupação com resíduos, em confinamento total de inverno, devido as maiores áreas utilizadas em m2 por cabeça e o momento do ano (inverno) o esterco, após o período de confinamento é recolhido e levado às áreas de cultivos de forragens. Em confinamento de ano inteiro, o esterco passa a ser problema, necessitando de tratamento operacional mais adequado, sendo o mesmo caso para bovinocultura de leite confinada. Em pecuária de leite semiconfinada as soluções são mais fáceis, devido a pouca produção de esterco e sua rápida utilização (após) fermentação em amontoados, nas culturas de forragens, mesmo caso da caprinocultura e cunicultura. Problemas realmente significativos estarão ligados a suinocultura, onde uma média criação poderá poluir igual a uma pequena cidade, são várias as tentativas de tentar solucionar estes casos, sendo que a maioria não tem o sucesso adequado, devido a grande quantidade de resíduos a serem tratados, o pequeno tamanho das propriedades que normalmente criam suínos, desta forma não tendo a devida área física para dispersão. As soluções para o esterco dos suínos normalmente utilizados são as lagoas de decantação, onde com o uso de lagos e seqüência procurará fazer a sedimentação dos resíduos sólidos, lembrando que antes do material acessar as lagoas uma prévia coleta deverá ser feita através de caixas, após o segundo lago, o material vai ganho maior oxigenação até chegar a ponto de poder seguir aos rios e córregos. Ao longo do tempo as lagoas atingirão a saturação que exigirá a devida manutenção. A correta solução será o uso de biodigestor, que é um capítulo à parte. O modelo básico de esterqueira deverá visar sempre que antes de qualquer tentativa de utilização do material, o mesmo deverá passar por um processo de fermentação, e que o tempo mínimo para tal deverá ser de 15 dias, portanto esta instalação ou equipamento pelo menos deverá ser sempre dividido em 3 partes ou compartimentos ou células, onde o primeiro compartimento estará em processo de enchimento, o segundo em fermentação e o terceiro em uso. Tipos de esterqueiras Estes compartimentos ou células, deverão ter o tamanho individual em m3, igual ao volume de material (esterco) que será produzido em 15 dias na I.Z., sendo que um bovino adulto em confinamento total produz até 200 litros/dia de resíduos (esterco + urina + água de lavagens), 14

15 seria este o padrão de medida para bovinos em confinamento total, portanto as devidas dimensões devem ser resguardadas para bovinos criados de outra forma, que não confinados. Deverá também ser impossibilitada a chance das águas de chuvas entrarem nestes compartimentos, desta forma prejudicando o plano de enchimento e utilização da esterqueira. Uma esterqueira tem um cálculo estrutural igual de uma piscina, o que eleva seus custos. A condução do esterco até aos compartimentos nunca deverá ser feita por tubos, para evitar os entupimentos, sempre por canaletas, com largura de uma enxada. A distribuição do material não é uma tarefa fácil, existe a possibilidade de mecanizar está distribuição através de bombas, o problema existe na textura do material, que devido a grande variedade da composição e com presença de fibras oriunda das forragens dificulta qualquer tentativa de obtenção de material com textura constante e passível de distribuição mecânica. Há possibilidades do uso dos tanques de distribuição de esterco líquido, o problema está no custo, onde passa a existir a ocupação de um trator de médio porte, 1 funcionário e o equipamento de distribuição, como o material é muito líquido e de baixo valor biológico o produto final acaba por ficar muito caro. As soluções que possam acontecer usando a força da gravidade serão muito bem vindo, apesar de um custo inicial possa ter tornar como alguma significância, o custo operacional, ao longo do tempo compatibilizará com a finalidade. Os resíduos que possam ser distribuídos de forma sólida, terão melhores resultados, facilitando os transportes, que poderá ocorrer em carretas apropriadas para distribuição de sólidos. Uma boa solução para esterqueira, onde de forma simples possa haver a separação de líquidos dos sólidos, é o modelo aonde o esterco vem carreado junto com a água de lavagem e a longo de uma rampa suave, os sólidos vão parando e os líquidos, após passar por uma espécie de peneira, são depositados em reservatório de líquidos, desta forma, após a filtragem se torna possível sua distribuição por meio de bombas, seja para irrigação por aspersão ou inundação. (v.croqui). 15

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17 8.Fossas sépticas A O.M.S. (Organização Mundial de Saúde) tem regras definidas com relação ao devido fim dos excrementos humanos, que é o uso de fossa séptica logo após aos vasos sanitários. Este assunto tem grande importância para as I.Z., pois é comum ter banheiros em determinadas instalações e não ter o tratamento adequado para estes resíduos, desta forma, o mesmo acaba sendo levado para os córregos e/ou rios poluindo a região, quando não a existência de valas negras com esgoto sanitário. A preocupação deve existir em um projeto de I.Z., pois poderá vir a afetar a qualidade dos produtos finais, no caso do leite, a possibilidade de alguns dos retireiros contaminar o produto é muito grande, como também a possibilidade das doenças que por ventura possam ser provocadas às pessoas (crianças principalmente) que fazem parte do ambiente de trabalho. A fossa séptica tem o princípio do biodigestor, com uma chicana entre a entrada e a saída, o material passará por uma prévia fermentação até chegar ao seu destino final. È importante salientar que não podem ser jogados no vaso sanitário quaisquer tipos de produto químicos que venha a matar os microrganismos existentes na fossa. As fossas podem ser adquiridas prontas em lojas especializadas e com o tamanho adequado para a quantidade de pessoas em média que venham a utilizar o vaso sanitário. Da fossa o material seguirá ou para o sumidouro ou para o sistema de tratamento de esgoto da municipalidade (quando existir). Fossa 17

18 8.1 Filtros Anaeróbicos Filtro 9. Sumidouro Tido como solução para tratamento final dos excrementos humanos, o sumidouro é um equipamento onde será depositado este material. Basicamente será uma caixa cavada no solo, podendo ser preenchido com pedras de mão, e com uma cobertura de concreto e com terra sobre esta cobertura, o sumidouro facilitará a penetração dos resíduos no solo. Outras soluções poderão ser feitas com sucessivos tubos de drenagem, com a mesma finalidade de dissipar o material no solo. Cuidados especiais devem ser tomados para que os sumidouros sejam localizados distantes pelo menos 30 metros de qualquer fonte de água e/ou poços, já que este material seguirá em processo de contaminação ( e adubação também) do lençol freático por muitos anos. 18

19 Portanto, mesmos em propriedades rurais jamais os esgotos poderão ser lançados diretamente a qualquer fonte de água, sempre deverão ter um fim que não proporcione a contaminação ambiental. Em média para uma residência com 2 banheiros o sumidouro deverá ter no mínimo de 8 a 12 m Biodigestor Sumidouro O biodigestor é um equipamento que tem a finalidade de promover a finalização de resíduos orgânicos de uma forma economicamente aproveitável, sendo a maneira mais correta de evitar a poluição ambiental por resíduos de criações. O biodigestor produz de forma direta e simples 2 produtos, o biogás e o biofertilizante, como também alguns outros subprodutos sem grande importância para nosso estudo. 19

20 De maneira geral o biogás poderá ser utilizado como fonte de energia variada. No caso agrícola o melhor do aproveitamento deste equipamento será o biofertilizante, que terá retorno imediato ao solo e com bom resultado de fertilização orgânica. O biodigestor tem o mesmo princípio da fossa asséptica, trata-se de uma caixa hermética, onde que o material (excrementos) tem um tempo para passar da entrada até a saída, quando ocorre a fermentação anaeróbica, produzindo o biogás (metano). Desta forma, o material após a fermentação resultará em biofertlizante. Ciclo da biodigestão 1 m3 de biogás é igual a 0,55 lts/diezel e 1m3 de biofertilizante é igual a 1,5kg de adubo composto 12:6:12 (NPK). Basicamente existem 2 tipos de biodigestores, o tipo indiano e o tipo chinês. No tipo chinês na há ambiente extra para expansão dos gases, portanto toda vez que o volume de gás for igual ao tamanho do ambiente o gás para de sai, enquanto no indiano, existe uma campânula que a todo o momento estará fazendo pressão (com seu peso) sobre o espaço do biodigestor, desta forma colocando para fora todo o gás produzido resultado da fermentação. 20

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