STARA Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento Não Me Toque RS - CNPJ / BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO

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1 - CNPJ / Reltório d Administrção: Senhores cionists Submetemos à precição de V.Ss. s demonstrções contábeis, s nots explictivs e o reltório d Auditori referentes o semestre encerrdo em 30 de junho de 2014 d STARA Finnceir S.A. Crédito, Finncimento e Investimento, elbordos de cordo com legislção vigente. Os ddos contábeis d empres indicm os números dos negócios relizdos durnte o primeiro semestre do exercício, diferentemente dos demonstrtivos encerrdos n mesm dt no exercício nterior, que erm referentes prte do período. A STARA Finnceir - CFI foi fundd em outubro de 2012 e iniciou sus operções em mio de 2013, finncindo primordilmente revendedores e produtores ruris que dquirem os equipmentos STARA. Permnecemos à disposição dos senhores cionists, pr quisquer esclrecimentos que se fizerem necessários. Não-Me-Toque, 15 de gosto de 2014 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO 30/jun/ /jun/2013 CIRCULANTE DISPONIBILIDADES TITULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Livres OPERAÇÕES DE CRÉDITO (Not 4) Empréstimos e Finncimentos (-) Provisão pr Operções de Crédito (405) (3) OUTROS CRÉDITOS 1 4 Diversos 1 4 IMOBILIZADO 12 - TOTAL DO ATIVO BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO 30/jun/ /jun/2013 CIRCULANTE OUTRAS OBRIGAÇÕES Cobrnç Arrecd. Trib Assemlh 22 Fiscis e Previdenciáris Diverss NÃO CIRCULANTE DEPÓSITOS A PRAZO (not 6) Sem Certificdos RECURSOS DE ACEITES CAMBIAIS (not 5) Obrig p/aceit Titulos Cmbiis

2 PATRIMÔNIO LÍQUIDO Cpitl Socil (not 8) de Domicilidos no Pís Reservs de Lucros Reserv Legl 5 2 Reserv Esttutári Lucros/(Prejuízos) Acumuldos 442 (272) TOTAL DO PASSIVO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DOS PERÍODOS 01/jn/ /jn/ /jun/ /jun/2013 RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA Operções de Crédito Resultdo de Títulos e Vlores Mobiliários RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA OUTRAS RECEITAS/DESPESAS (1.685) (411) Despess de cptção (659) - Despess de Pessol (267) (177) Outrs Despess Administrtivs (not 7) (371) (222) Despess Tributáris (93) - Outrs Despess/Receits Opercionis (295) (12) RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO 910 (272) IRPJ e CSSL (469) - LUCRO/(PREJUÍZO) LÍQUIDO DO PERÍODO 442 (272) Lucro/(Prejuízo) Líquido por Ação 0,04 (0,05) DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO

3 Eventos Cpitl Reservs de Lucros Prejuízo Socil Legl Esttutári Acumuld R$ MIL Totis Sldo em 01/01/ Prejuízo Líqui do do período (272) (272) Sldo em 30/06/ (272) Mutção no período (272) Sldos em 31/12/ Lucro líquido do período Aumento de cpit l Consti tuiçã o Reserv leg l Consti tuiçã o Reserv Desti nção divi dendos Sldo em 30/06/ Mutção no exercício (As nots explictivs integrm o conjunto ds demonstrções contábeis) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXAS DO PERÍODO 01/jn/ /jn/ /jun/ /jun/2013 ATIVIDADES OPERACIONAIS Prejuízo líquido justdo Lucro/Prejuízo líquido do período 442 (272) Provisão p/crédito liquidção duvidos Vrição de Direitos e Obrigções Redução/(umento) em Títulos e Vlores Mobiliários Redução/(umento) em Operções de Crédito (661) Redução/(umento) em Outros Créditos 6 (4) (Redução)/umento em Letrs de Câmbio (Redução)/umento em Obrigções Diverss 62 (1) (Redução)/umento em Depósito przo Cix Líquido gerdo/(consumido) ns Atividdes Opercionis (122) (25) ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Aquisição bens do imobilizdo (9) - Cix Líquido gerdo/(consumido) ns Atividdes de Investimentos (9) - ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS Integrlizção de cpitl - - Cix Líquido gerdo/(consumido) ns Atividdes de Finncimentos - - (Redução) líquido ns disponibiliddes (131) (25) Sldo ds disponibiliddes no início do período

4 Sldo ds disponibiliddes no finl do período Não Me Toque - RS NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ENCERRADAS EM 30 DE JUNHO DE 2014 NOTA 1. CONTEXTO OPERACIONAL A sociedde tem como objeto socil relizção de operções de finncimento, przo médio e longo, pr suprimentos de cpitl fixo ou de movimento, medinte plicção de recursos de terceiros, ssim como dministrção de vlores mobiliários. A Compnhi foi constituíd em 24 de outubro de 2012, sendo o seu registro no Bnco Centrl do Brsil, homologdo em 03 de jneiro de NOTA 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrções contábeis form elbords de cordo com s prátics contábeis dotds no Brsil, observndo s norms e instruções emnds pelo Bnco Centrl do Brsil, específics pr instituições finnceirs e estão presentds em conformidde com o Plno Contábil ds Instituições do Sistem Finnceiro Ncionl COSIF, pelo Conselho Monetário Ncionl CMN e os novos pronuncimentos, orientções e s interpretções emitid pelo Comitê de Pronuncimentos Contábeis CPC provdos pelo BCB. As demonstrções contábeis do período findo em 30 de junho de 2014, incluindo s nots explictivs, são de responsbilidde d Administrção, cuj utorizção pr su conclusão e/ou provção ocorreu em 15 de julho de NOTA 3. PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS Dentre os principis procedimentos dotdos pr preprção ds demonstrções contábeis, destcmos: ) APURAÇÃO DOS RESULTADOS As receits e despess são reconhecids pelo regime de competênci, observndo-se o critério pró-rt di pr s de nturez finnceir, s quis são clculds com bse no método exponencil. b) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA São representdos por disponibiliddes em moed ncionl e present risco insignificnte de mudnç de vlor justo. c) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS São registrds o vlor do custo, crescido dos rendimentos uferidos té dt dos blnços, de cordo com s txs pctuds com s respectivs instituições finnceirs e não superm o vlor de mercdo. d) OPERAÇÕES DE CRÉDITO As operções pré-fixds são demonstrds pelo vlor d relizção deduzids ds correspondentes rends proprir, s quis são clculds pelo método exponencil e proprids o resultdo pelo regime de competênci. e) DEPÓSITO A PRAZO DPGE Estão demonstrdos pelo seu vlor de resgte, líquidos ds despess finnceirs decorrer. f) RECURSOS DE ACEITES CAMBIAIS Estão demonstrdos pelo seu vlor de resgte, líquidos ds despess finnceirs decorrer. g) PROVISÃO PARA CRÉDITOS DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA Foi clculd no montnte considerdo suficiente pr cobrir s prováveis perds n relizção dos créditos julgdos de difícil liquidção, considerndo os critérios e limites estbelecidos ns Resoluções 2.682/1999 e 2.697/2000 e Crt Circulr 2.899/2000 do Bnco Centrl do Brsil. h) PROVISÃO PARA O IMPOSTO DE RENDA E DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL A provisão pr o imposto de rend foi clculd à líquot de 15% sobre o lucro tributável, com dicionl de 10% sobre o lucro excedido de R$ ,00. A contribuição socil foi clculd à líquot de 15%, sobre o lucro ntes do imposto de rend. i) RESULTADO POR AÇÃO Clculdo com bse n quntidde de ções em circulção do cpitl integrlizdo n dt do blnço. NOTA 4. OPERAÇÕES DE CRÉDITO A composição d crteir de operções de crédito por nível de risco, tipo de cliente e tividde econômic, está demonstrd seguir (em R$ mil):

5 N í veis AA A B C D E F G H P esso Jurí dic 30/ jun./ / jun./ 2013 P ro visão p/ Operçõ es de C rédito P esso F í sic P ro visão p/ Operçõ es de C rédito T o tl / jun./ / jun./ 2013 Circulnte Longo Przo 0 Totl NOTA 5. RECURSOS DE ACEITES CAMBIAIS, LETRAS Se refere Letrs de Câmbio conforme demonstrdo: Produto Vencimento Vlor em 30/jun/14 LC PÓS 18/11/ LC PÓS 07/12/ LC PÓS 09/12/ LC PÓS 11/12/ LC PÓS 16/03/ LC PÓS 17/03/ LC PÓS 18/03/ LC PÓS 24/03/ LC PÓS 28/03/ LC PÓS 07/04/ LC PÓS 12/04/ LC PÓS 03/05/ LC PÓS 04/05/ LC PÓS 05/05/ LC PÓS 06/05/ LC PÓS 10/05/ LC PÓS 11/05/ LC PÓS 25/05/ LC PÓS 30/05/ NOTA 6. DEPÓSITO A PRAZO - DPGE Se refere Depósitos przo conforme demonstrdo: TOTAL Produto Vencimento Vlor em 30/jun/14 DPGE 24/09/ DPGE 29/09/ DPGE 05/10/ TOTAL 6.814

6 NOTA 7. OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Os vlores lnçdos nest cont referem-se : 30/jun/ /jun/2013 Despess de Honorários Diretori Despess de Mteril 2 2 Despess de Processmento de Ddos Despess de Publicções Despess de Serv. Do Sistem Finnc 42 1 Despess de Serviços de Terceiros Despess de Vigem 17 6 Outrs Despess Administrtivs NOTA 8. CAPITAL SOCIAL O cpitl está composto de (dez milhões) de ções ordináris, nomintivs e sem vlor nominl, pertencentes inteirmente cionists domicilidos no Pís, emissão de R$ 1,00 (um rel) por ção. NOTA 9. LIMITE OPERACIONAL (ACORDO BASILÉIA) No blncete de 30 de junho de 2014, Instituição encontr-se enqudrdo nos limites mínimos de cpitl e ptrimônio comptível com o gru de risco d estrutur do tivo, conforme norms e instruções estbelecids pel Resolução nº 2.099/94 e legislção complementr do Bnco Centrl do Brsil. NOTA 10. GERENCIAMENTO DE RISCO Os cionists e dministrdores considerm gestão de riscos um instrumento essencil pr mximizção d eficiênci no uso do cpitl e pr escolh ds oportuniddes de negócios, no sentido de obter melhor Diretori de Riscos, que tem por finlidde obter, de modo consoliddo, o melhor entendimento e controle dos riscos inerentes os seus negócios. Considerndo os benefícios dquiridos por meio de um efetiv gestão de riscos, principlmente em melhores decisões e lt performnce opercionl do gerencimento de riscos. A Finnceir, em tendimento às melhores prátics de gerencimento de riscos, permnentemente tem desenvolvido polítics, sistems e controles internos pr mitigção de possíveis perds decorrentes d exposição os riscos, dequndo processos e rotins às modliddes opercionis. I - Risco de Crédito As polítics de gestão de risco de crédito bseim-se em critérios de clssificção de clientes, nálise d evolução d crteir, níveis de indimplênci e txs de retorno. Pr proteger instituição de perds decorrentes de operções de crédito, Finnceir constitui provisões pr perds de crédito pr cd operção, considerndo clssificção do cliente e condição de trso d operção. II - Risco de Liquidez A polític de gestão do risco de liquidez vis ssegurr que os riscos que fetm relizção ds estrtégis e de objetivos d Finnceir estejm continumente vlidos. Estbelece prâmetros mínimos de cix serem observdos e mntidos, bem como s ferrments necessáris pr su gestão em cenários normis ou de crise. O compnhmento diário vis mitigr possíveis descsmentos dos przos, permitindo, se necessário, ções corretivs. III - Risco de Mercdo A Finnceir empreg um polític conservdor no gerencimento do risco de mercdo, supervisionndo e controlndo de form eficz cd ftor, pr identificr e quntificr s voltiliddes e correlções que venhm impctr dinâmic de preços dos seus itens ptrimoniis. Dentro dest linh Instituição nomeou um diretor especifico pr controlr s relções dest com o mercdo em gerl. IV - Risco Opercionl A Finnceir dot um postur crític pr um gestão de risco opercionl independente, por meio d identificção e revisão dos riscos e monitormento dos incidentes, implementndo controles que permitm melhori contínu dos processos, mximizção d eficiênci no uso do cpitl e n escolh ds oportuniddes de negócio. A instituição dos processos e primormento de su operção foi relizdo o longo do no de 2012, com implntção de diversos controles/meios pr revisão dos riscos e monitormento dos incidentes. Gilson Lri Trennepohl Diretor Presidente Susn Stpelbroek Trennepohl Diretor Executiv Fábio Augusto Bocsnt Cícero Znchi Ferreir Derli Kissmnn Diretor Administrtivo Finnceiro Diretor Opercionl Contdor CRC/RS067731/08

7 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONTRAÇÕES CONTÁBEIS Ilmos. Srs. DIRETORES E ACIONISTAS d STARA FINANCEIRA S/A CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS Exminmos s demonstrções contábeis d STARA FINANCEIRA S/A CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS, que compreendem o blnço ptrimonil em 30 de junho de 2014, e s respectivs demonstrções do resultdo, ds mutções do ptrimônio líquido e dos fluxos de cix pr o período findo nquel dt, ssim como o resumo ds principis prátics contábeis e demis nots explictivs. Responsbilidde d dministrção sobre s demonstrções contábeis A dministrção d STARA Finnceir S/A Crédito, Finncimento e Investimentos é responsável pel elborção e dequd presentção ds demonstrções contábeis de cordo com s prátics contábeis dotds no Brsil e plicáveis às instituições utorizds funcionr pelo Bnco Centrl do Brsil e pelos controles internos que el determinou como necessários pr permitir elborção de demonstrções contábeis livres de distorção relevnte, independentemente se cusd por frude ou erro. Responsbilidde dos uditores independentes Noss responsbilidde é de expressr um opinião sobre esss demonstrções contábeis com bse em noss uditori, conduzid de cordo com s norms brsileirs e interncionis de uditori. Esss norms requerem o cumprimento de exigêncis étics pelos uditores e que uditori sej plnejd e executd com o objetivo de obter segurnç rzoável de que s demonstrções contábeis estão livres de distorção relevnte. Um uditori envolve execução de procedimentos seleciondos pr obtenção de evidênci respeito dos vlores e divulgções presentdos ns demonstrções contábeis. Os procedimentos seleciondos dependem do julgmento do uditor, incluindo vlição dos riscos de distorção relevnte ns demonstrções contábeis, independente se cusd por frude ou erro. Ness vlição de riscos, o uditor consider os controles internos relevntes pr elborção e dequd presentção ds demonstrções contábeis d STARA Finnceir S/A Crédito, Finncimento e Investimentos pr plnejr os procedimentos de uditori que são propridos ns circunstâncis, ms não pr expressr um opinião sobre eficáci dos controles internos d STARA Finnceir S/A Crédito, Finncimento e Investimentos. Um uditori inclui tmbém vlição d dequção ds prátics contábeis utilizds e rzobilidde ds estimtivs contábeis feits pel dministrção, bem como vlição d presentção ds demonstrções contábeis tomds em conjunto. Acreditmos que evidênci de uditori é suficiente e proprid pr fundmentr noss opinião. Opinião Em noss opinião s demonstrções contábeis referids cim representm dequdmente, em todos os spectos relevntes, posição ptrimonil e finnceir d STARA FINANCEIRA S/A CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS, em 30 de junho de 2014, o resultdo de sus operções, referente o período findo nquel dt, de cordo com s prátics contábeis dotds no Brsil, plicáveis às instituições utorizds funcionr pelo Bnco Centrl do Brsil. Porto Alegre, 15 de gosto de Vicente Michelon CRC-RS /O-8 MICHELON & PUERARI Auditores e Consultores SS CRCRS 4.626

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