UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS MBA EM COMUNICAÇÃO ONLINE, MARKETING DIGITAL E PUBLICIDADE NA INTERNET

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1 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS MBA EM COMUNICAÇÃO ONLINE, MARKETING DIGITAL E PUBLICIDADE NA INTERNET MARIA FERNANDA TAKAHASHI BOREKI Compartilhamento gera pauta: análise de conteúdos online que tornam-se fontes para as mídias de massa CURITIBA 2013

2 MARIA FERNANDA TAKAHASHI BOREKI Compartilhamento gera pauta: Análise de conteúdos online que tornam-se fontes para as mídias de massa Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Programa de MBA em Comunicação Online, Marketing Digital e Publicidade na internet, de Ciências Sociais Aplicadas, da Universidade Tuiuti do Paraná, como requisito parcial à obtenção do título MBA. Orientadora: Profª. Lucina Viana CURITIBA 2013

3 Agradecimentos Obrigada a todos que estiveram ao meu lado ao longo desse trabalho e que são fundamentais para minha vida: meus pais e minhas irmãs, que sempre me deram todo o apoio que precisei, e meu marido, Vinicius Boreki, pessoa fundamental na minha caminhada. Obrigada por estar sempre ao meu lado. Obrigada pelos conselhos, pelo olho crítico, revisão e toda a paciência em momentos que nem eu tinha. A vocês, todo o meu amor e consideração.

4 RESUMO O presente projeto tem como propósito avaliar se os conteúdos que estão presentes em nichos - dentro de nichos específicos, como o online -, tornam-se pauta para os veículos tradicionais, caso da TV, rádio e jornal impresso. Pretende-se verificar se há relação entre as mídias online e as mídias tradicionais, bem como observar alguns assuntos que nasceram de postagens na internet e deram audiência às mídias convencionais devido ao alto número de compartilhamentos. Para isso, serão citados alguns casos de repercussão para poder analisar suas semelhanças, atratividades e tentar entender o motivo pelo qual esses assuntos interessam, e se realmente interessam, às televisões ou jornais. O principal objetivo é verificar, por meio de pesquisas exploratórias e estudos de casos, se os veículos de comunicação massivos se interessam por esses assuntos, levantando e apontando diferentes casos que comprovem, ou não, essa afirmação. Para tanto, serão analisados os casos da morte do cachorro em Goiás, ocorrido em 2011, e o caso do mendigo gato de Curitiba, de 2012, para entender o motivo de tamanha repercussão nos meios tradicionais.. Palavras-chave: online, conteúdo, mídia de massa, plataforma de interação, nichos

5 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 Captura de comentários no vídeo postado com a agressão ao cachorro Figura 2 Captura de comentários na foto do mendigo gato de Curitiba Figura 3 Captura do vídeo do espancamento do cachorro Figura 4 Captura da fan page de mobilização contra Camila Figura 5 Captura do site Gazeta Online Figura 6 Captura do Jornal do Brasil de 16 de dezembro de Figura 7 Captura do Jornal Hoje, da Rede Globo, de 16 de dezembro de Figura 8 - Captura do perfil de Indy Zanardo Figura 9 - Captura do site do jornal Folha de S. Paulo Figura 10 - Captura do youtube com a matéria transmitida na Band Figura 11 - Captura da capa da Gazeta do Povo Figura 12 Captura do facebook de Indy Zanardo Figura 13 - Captura do site G Figura 14 Captura comentários na foto do mendigo gato Figura 15 Captura de compartilhamento da foto do mendigo gato Figura 16 Captura de compartilhamento da foto do mendigo gato Figura 17 - Captura de compartilhamento da foto do mendigo gato Figura 18 - Captura dos comentários no vídeo do youtube Figura 19 - Captura de post na fan page de mobilização contra Camila Figura 20 Captura fan page de mobilização contra a enfermeira Figura 21 Caputura de comentários na foto do mendigo gato... 36

6 SUMÁRIO 1. METODOLOGIA PROCEDIMENTOS DE CHECAGEM DA NETNOGRAFIA Entrée Cultural Coleta e análise de dados Ética de pesquisa Checagem de informações O JORNALISMO E A PAUTA A DESINTERMEDIAÇÃO DA NOTÍCIA RELAÇÃO ENTRE AS MÍDIAS REDES SOCIAIS ONLINE E O JORNALISMO APRESENTAÇÃO DO OBJETO ANÁLISE DO OBJETO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 41

7 INTRODUÇÃO A comunicação está presente em todos os lugares e em todos os momentos. Juan Bordenave afirma que a comunicação serve para que as pessoas se relacionem entre si, transformando-se mutuamente e a realidade que as rodeia (2002, p. 29), sendo essencial para se expressar e transmitir uma ideia. A partir dessa necessidade de comunicar-se surgiram os meios de comunicação de massa, conhecidos pela televisão, jornais, revistas e rádio, veículos indicados para levar a notícia às pessoas. Com o tempo e a chegada da internet, a comunicação passou a ser imediata e ganhou novos públicos, com mais visibilidade e possiblidade de participação e interação. As plataformas de interação social online auxiliaram no processo de desintermediação da notícia, possibilitando que consumidores também pudessem produzir e disponibilizar conteúdos e trocas de informações, fazendo deles não apenas espectadores, mas também produtores de conteúdo. O conteúdo produzido pelas pessoas inseridas no online não se limitou às plataformas de interação, chegando aos meios massivos. É cada vez mais frequente que esses conteúdos produzidos por diferentes pessoas, em diferentes nichos, apareçam nos noticiários e jornais, independentemente do assunto, desde que sejam avaliados como importantes ou relevantes jornalisticamente. É possível que nichos específicos, como os presentes no online, estejam pautando as emissoras de TV e os veículos impressos com assuntos diversos, variedades, policiais, entre outros? A relação entre a mídia tradicional veículos que atingem a grande massa e as plataformas de interação online facebook, twitter, youtube e outras parece ser de reciprocidade, tanto que acredita-se que as plataformas de interação online sejam pautadas pela mídia de massa, pois os assuntos que repercutem nos meios online são de notícia oriundas das mídias tradicionais. Mas e o inverso, acontece? As plataformas de conteúdo online também conseguem pautar a mídia massiva, devido ao alto número de compartilhamentos e maior visibilidade? Para analisar essa questão, que surgiu da observação de diversas notícias presentes nos jornais televisivos com assuntos relacionados ao compartilhamento excessivo de postagens da internet, serão verificados alguns casos que nasceram do meio online e viraram notícia no Brasil inteiro. O trabalho está dividido em 5 capítulos. Inicialmente será apresentado um panorama geral do jornalismo e a relação que ele mantém com a pauta, salientando qual a importância 6

8 da mesma. Junto, será abordado sobre a desintermediação e o processo que ele pode ter na criação das informações. No capítulo seguinte serão citadas as mídias tradicionais e as mídias online, com alguns estudos que mostram o panorama de como essas duas trabalham atualmente e a relação que mantêm entre si. Além disso, será abordada a questão das redes sociais e o jornalismo, e a ligação entre os dois. Na sequência, serão mostrados os casos do mendigo gato, de Curitiba, e da morte do cachorro de Goiás, objetos de análise do trabalho. Por fim, será realizada a análise dos objetos, para que a afirmativa inicial seja, ou não, comprovada. 7

9 1. METODOLOGIA O trabalho analisa os tipos de conteúdo que são interessantes para as mídias massivas, identificando quais são alguns desses casos e o motivo pelos quais eles chamam a atenção. Em específico serão vistos os casos do mendigo gato, de Curitiba, juntamente com o caso da morte do cachorro em Goiás. A escolha desses objetos fez-se de maneira aleatória, ambos de notícias incomuns que devido à alta repercussão ganharam espaço entre as mídias de massa. O caso da morte do cachorro em Goiás foi um dos primeiros que chamou a atenção em relação a um assunto que surgiu no meio online e foi parar nos telejornais e impressos do país. Já o caso do mendigo gato foi escolhido por ser um acontecimento local, além de ter menos relevância jornalística que o primeiro caso citado. O caso da morte do cachorro de Goiás aconteceu em novembro de 2011, na cidade de Formosa, em Goiás. A enfermeira Camila Correia foi flagrada agredindo o cachorro da família, da raça yorkshire, com baldes, chutes e arremessos na parede. A imagem foi captada por um vizinho e postada em uma plataforma de interação social online, gerando automaticamente muita revolta e comoção entre a população. O outro caso, do mendigo gato, como foi nomeado, aconteceu em Curitiba em outubro de A fotógrafa Indy Zanardo, turista gaúcha que visitava a capital paranaense, se deparou com o jovem Rafael Nunes pedindo para que ela tirasse uma fotografia dele, para que ele ficasse famoso. A foto foi postada no facebook da fotógrafa e, em pouco tempo, ganhou milhares de compartilhamentos. Para o projeto foram coletadas e tabuladas notícias dos principais veículos do país divulgadas nas mídias massivas a respeito desses dois casos, no período de um mês após cada acontecimento. Dentre os materiais analisados estão matérias de telejornais, os maiores jornais impressos das localidades afetadas (Curitiba, Porto Alegre e o estado de Goiás), e sites relevantes jornalisticamente. Os veículos de comunicação, em especial jornais impressos e televisivos, sempre foram motivo de muita tradicionalidade, credibilidade e respeito pela população. Apesar do ambiente online muitas vezes ser local para invenções e histórias sensacionalistas, por diversas ocasiões essas pequenas histórias ou acontecimentos, como os casos citados, geraram notícia para que os grandes veículos de massa as transmitissem. Além disso, existe a possibilidade de alcançar um público diferente do que está presente no online. Descobrir qual a relevância e a credibilidade que conteúdos vindos de compartilhamentos online trazem aos 8

10 veículos massivos e quais os tipos de conteúdos que realmente interessam é o objetivo geral da pesquisa. Feita a definição dos objetos que orientam o trabalho, fez-se necessária a definição de como os elementos propostos na problematização da pesquisa seriam analisados. A escolha pelas pesquisas exploratórias, mais especificamente o estudo de caso, ocorreu por essas terem como objetivo principal o aprimoramento de ideias ou da descoberta de intuições, por meio da análise de exemplos que estimulem a compreensão. De acordo com Antônio Carlos Gil, o estudo de caso consiste no estudo profundo e exaustivo de um ou poucos objetos, de maneira que permita seu amplo e detalhado conhecimento (2002, p. 54). Para isso, foram coletadas informações específicas sobre os casos estudados, para que pudessem ser pesquisados e observados com mais amplitude, de acordo com a proposta. As principais finalidades do estudo de caso, que trabalha em conjunto com a pesquisa bibliográfica para falar sobre o jornalismo, a pauta e a relação entre as mídias tradicionais e online -, cabem perfeitamento nos propósitos do trabalho, pois buscam descrever a situação do contexto em que está sendo feita determinada investigação ou explicar as variáveis causas de alguns fenômenos. Os propósitos do estudo de caso não são os de proporcionar o conhecimento preciso das características de uma população, mas sim o de proporcionar uma visão global do problema ou identificar possíveis fatores que o influenciam ou são por ele influenciados (GIL, 2002, p. 55). A identificação dos nichos foi realizada com a netnografia, que auxiliou na coleta e análise dos perfis comportamentais em relação aos dois casos citados, já que o método tem como foco os modos de vida de grupos sociais. Assim, foi possível fazer uma leitura mais clara sobre o nicho presente no ambiente online, tendo em vista que a netnografia é caracterizada pela procura de fontes múltiplas para, com isso, obter diferentes perspectivas sobre a pesquisa. Há quem entenda a netnografia como uma técnica de pesquisa privilegiada para alcançar o entendimento de valores e símbolos que norteiam as diversas subculturas do ambiente tecnológico criado pelos meios de comunicação de massa, particularmente a Internet. (MARTINS, 2008, p. 54). Ainda de acordo com o autor, na netnografia buscam-se entendimentos sobre comunidades virtuais, ou seja, peculiaridades das interações online das e-tribes (2008, p. 55). 9

11 1.1 PROCEDIMENTOS DE CHECAGEM DA NETNOGRAFIA Para utilizar a netnografia como forma metodológica, é preciso incluir procedimentos específicos para verificação dos objetos de estudo. Para tal, é necessário aferir a confiabilidade, na qual Robert Kozinets (apud AMARAL, NATAL, & VIANA, 2008, p. 38) afirma ser importante para garantir se está de fato estudando uma cultura ou uma comunidade, (...) e não simplesmente examinando uma reunião temporária. O autor define como: (1) indivíduos familiarizados entre eles, (2) comunicações que sejam especificamente identificadas e não-anônimas, (3) grupos com linguagens, símbolos, e normas específicas e, (4) comportamentos de manutenção do enquadramento dentro das fronteiras de dentro e fora do grupo. (KOZINETS apud AMARAL, NATAL, & VIANA, 2008, p. 38). É possível validar a metodologia de Kozinets entre o recorte analisado, tendo em vista que os grupos apresentam comportamentos e ações semelhantes em cada um dos casos, estão familiarizados em torno dos assuntos em questão, lutam por uma causa semelhante e praticam linguagens específicas e pontuais, tanto no caso da morte do cachorro de Goiás quanto no mendigo gato, os dois casos estudados. Comentários contra a agressora e de comoção no caso do mendigo são observados. Figura 1 Captura de comentários no vídeo postado com a agressão ao cachorro Fonte: (YOUTUBE, 2011) 10

12 Figura 2 Captura de comentários na foto do mendigo gato de Curitiba Fonte: (FACEBOOK, 2012) Com a validação das comunidades, entram os quatro procedimentos específicos da transposição da etnografia para a netnografia, que de acordo com Kozinets são: Entrée cultural; coleta e análise dos dados; ética de pesquisa; e feedback e checagem de informações com os membros do grupo (KOZINETS apud AMARAL, NATAL, & VIANA, 2008, p. 38) Entrée Cultural A entrée cultural é uma preparação para o trabalho de campo, no qual são delimitadas as questões e tópicos que serão pesquisados, bem como o tipo de comunidade ou grupo que poderá trazer as respostas de forma satisfatória. As informações de respostas podem ser coletadas em sites e locais onde os membros possam interagir. Para o trabalho, dentre os possíveis assuntos que poderiam se encaixar no perfil pesquisado, definido como assuntos relevantes para as mídias tradicionais, foram escolhidos dois temas que repercutiram no país em 2011 e 2012, a morte do cachorro em Goiás e o mendigo gato de Curitiba, respectivamente. As verificações de ambos os casos iniciaram no mês de março de Além da pesquisa para ter conhecimento sobre o que foi divulgado a respeito das duas notícias nos grandes veículos de comunicação de massa, uma análise dos grupos que participaram com postagens ou manifestações dos casos também faz-se necessária Coleta e análise de dados De acordo com Kozinets, para essa etapa podem ser utilizadas três formas para captura dos dados: 11

13 A primeira são os dados coletados e copiados diretamente dos membros das comunidades online de interesse, onde, devido ao grande número de informações coletadas e às dúvidas que estas possam causar, é prudente o pesquisador se utilizar de vários tipos filtros para que sobrem apenas informações de relevância para o contorno da pesquisa. A segunda coleta refere-se às informações que o pesquisador observou das práticas comunicacionais dos membros das comunidades, das interações, simbologias e de sua própria participação. A terceira, finalmente, são os dados levantados em entrevistas com os indivíduos, através da troca de s ou em conversas em chats ou via mensagens instantâneas. (KOZINETS apud AMARAL, NATAL, & VIANA, 2008, p. 38) Para o trabalho foram coletadas as notícias postadas nos principais sites de veículos de massa no período de um mês após os fatos propostos, sendo esses de 13 de novembro a 13 de dezembro de 2011 (data do caso da morte do cachorro de Goiás) e 16 de outubro a 16 de novembro de 2012 (caso do mendigo gato de Curitiba). Os veículos foram alinhados por ordem de relevância no âmbito jornalístico, mas outros veículos e páginas nas plataformas de interação online também foram coletadas. Além disso, o período pré-estabelecido delimita uma análise mais abrangente, porém outras datas foram vistas, principalmente para os veículos mais pertinentes. Como a análise parte de grupos específicos, que por meio de manifestações levaram suas vozes aos principais veículos de comunicação, observar essas pessoas também foi primordial. A coleta de dados foi realizada por meio de observação não-participante, a partir dos pontos onde iniciaram as primeiras manifestações a respeito dos dois assuntos e que tiveram grande número de interação por meio das plataformas facebook, twitter e youtube. Essas postagens interferiram diretamente nos casos, em especial as primeiras postagens, que inciaram a grande repercussão para que os assuntos chegassem às mídias de massa Ética de pesquisa Na ética de pesquisa são discutidos quais os limites entre as publicações online: até quando elas são públicas ou privadas e o que é o uso consensual de informações. Para isso, é necessária a imersão em uma ou mais comunidades, neste caso, realizada por meio de observação não-participante, onde não há interação com os pesquisados. Como as observações foram realizadas em grupos abertos, sem que os participantes escondessem suas identidades ou solicitassem autorizações, não foi necessário pedir permissão em nenhum dos grupos. 12

14 1.1.4 Checagem de informações Na fase da checagem de informações o autor recomenda que essas sejam realizadas com membros do grupo analisado, para que as opiniões acrescentem às conclusões observadas. A checagem de dados com os próprios membros do grupo legitima e acrescenta credibilidade à pesquisa (KOZINETS apud AMARAL, NATAL, & VIANA, 2008, p. 39). Não foi necessário realizar abordagens ou entrevistas entre os grupos estudados, já que todos encontravam-se abertos e passíveis de análises e observações, sem necessidade de abordagem. Todas as checagens foram realizadas por meio de observação não participante. 13

15 2. O JORNALISMO E A PAUTA O jornalismo, desde seu surgimento, já passou por diversas mudanças e evoluções. Inicialmente realizado pelos meios tradicionais, como jornais impressos e revistas, ganhou mais agilidade com a televisão e o rádio. A velocidade da informação, que era observada somente no rádio, passou por mudanças. Hoje, com a internet e os meios online, a comunicação e o jornalismo são imediatos e a abrangência expandida. Se navegarmos na web hoje, veremos as diferentes formas de jornalismo que têm sido desenvolvidas na tentativa de incorporar conceitos da Web 2.0. Observamos novas propostas nos jornais online com blogs, nas televisões que utilizam vídeos enviados pelos internautas, nas revistas eletrônicas que trazem um conteúdo extra a partir de informaçõesvindas de uma rede social específica, além dos grandes portais de internet, que divulgam na íntegra materiais enviados pelo grande público em lugar de destaque, por exemplo. (STEGANHA, 2010) A busca pela informação, como sempre, é essencial e está presente nas pessoas. Podese observar a valorização da informação a cada dia. Estar sempre bem informado se tornou essencial na sociedade. Assim, por motivos particulares ou profissionais, as pessoas buscam informações que podem, ou não, afetar diretamente seu cotidiano (IANSON, 2010). Independentemente do formato, o assunto que será trabalhado em qualquer um dos meios de comunicação deve ser muito bem pensado e estruturado, pois é ele quem dita o que será veiculado. Para Clóvis Rossi, de mero instrumento de orientação para os repórteres e de informação para as chefias, a pauta acabou se transformando, com o tempo, em uma espécie de Bíblia, ocasionando distorções e limitações ao trabalho jornalístico (1994, p. 18). De acordo com Ianson, alguns critérios são levados em consideração na hora de construir uma pauta. Proximidade, atualidade, ineditismo, conflito, interesse pessoal e relevância são alguns deles. Ao ter acesso aos jornais, uma das características que mais conta para o leitor é a questão da proximidade. As pessoas se interessam por aquilo que está acontecendo ao seu redor, no seu país, na sua cidade, ou até mesmo no seu bairro (IANSON, 2010). Normalmente, os pauteiros buscam informações nos próprios veículos de comunicação, em releases recebidos de assessorias e nos acontecimentos do cotidiano. Mas muitos profissionais enfrentam dificuldades na hora de criar ou definir uma boa pauta que possa exercer o papel de conteúdo. Segundo Willy Schumann, com o surgimento de novas técnicas, as redações mudaram o seu formato e sua visão da linguagem jornalística (2011), isso inclui desde mudanças no planejamento das pautas até nas estruturas textuais. 14

16 No jornalismo online as coisas não são diferentes. Atualmente os jornais impressos, sejam grandes ou pequenos, já migraram para o ambiente online, mas, apesar da presença da pauta, as informações são reescritas para adaptação da linguagem ao meio. Schumann acredita que: Se desenvolveu uma técnica específica para a linguagem cibernética. As notícias apresentadas nos veículos impressos são editadas com uma identidade própria para a web e o leitor internauta consome a informação de forma lacônica e ágil, diferentemente do impresso, que dá mais espaço para a reflexão do conteúdo da notícia (2011). Portais e sites utilizam desses métodos, mas com a chegada das novas mídias a comunicação tem mudado. Rossi afirma que idealmente, a pauta deveria ser composta de fora para dentro das redações (1994, p. 18), e não por pessoas que passam o dia inteiro dentro das redações e não acompanham os fatos ou as notícias que estão acontecendo nas ruas. E é isso que as novas mídias estão proporcionando. Diferente dos portais, que são pautados diariamente, as plataformas de interação social online passaram a disponibilizar conteúdos para os demais, e os consumidores, que apenas recebiam, tornaram-se geradores de informações. O consumidor, cada vez mais, quer fazer parte do canal da informação para protestar, denunciar e interagir com os profissionais da comunicação. Cada leitor se transformou em um repórter colaborador dos órgãos de imprensa, o que, de certa forma, ameniza as dificuldades da criação e definição de pautas. (SCHUMANN, 2011) Essa geração de conteúdo ajuda a fornecer informações para que os veículos de comunicação de massa as transmitam para um público diferenciado, que muitas vezes não está presente em outros meios. Dentro desta relação de interatividade, cabe somente ao profissional agregar o resultado de informações obtidas através de seus colaboradores e transformá-los em conteúdo jornalístico adequado e mais profissional (SCHUMANN, 2011). Dessa geração de conteúdo espontânea transformada em notícia aparece o fait divers, termo francês criado pelo escritor Roland Barthes que significa fatos diversos. O gênero jornalístico ressalta as notícias que são destaque em jornais pelo fato de serem curiosas, de entretenimento ou até mesmo inusitadas. De linguagem parecida com a dos folhetins, os faits divers conquistaram espaço na imprensa por seu poder de atrair leitores. (...) Nesse gênero, as personagens não são celebridades já famosas ou líderes mundiais, e sim pessoas comuns, parecidas com os próprios leitores. (BITTENCOURT, 2011) 15

17 O uso do fait divers surge para quebrar a seriedade das manchetes dos jornais. Sendo assim, uma das principais características do gênero é que as publicações tendem a atrair mais os leitores, chamando a atenção pelo incomum ou por noticiar informações trágicas e apelativas. Um exemplo clássico de fait divers, que também serve para definir o que é notícia, é a velha história, atribuída a Amus Cummings, editor do New York Sun, que propõe a seguinte taxinomia: se um cachorro morder a perna de um homem, não é notícia; mas se um homem morder a perna de um cachorro, é notícia. (DEJAVITE, 2001) Para Dejavite, no jornalismo diário, principalmente de telejornais, o fait divers aparece como um recurso editorial. Além disso, fornece um conforto interpretativo, ajudando o telespectador a fazer uma análise da realidade de forma fácil, rápida e divertida, seguindo suas expectativas e suas necessidades (DEJAVITE, 2001). Características como as citadas sobre o fait divers são encontradas nos dois objetos analisados, que mostram uma situação incomum, como a do mendigo gato, e um acontecimento trágico, com a morte do cachorro de Goiás. 2.1 A DESINTERMEDIAÇÃO DA NOTÍCIA Conforme afirmou Schumann, os consumidores estão, cada dia mais, fazendo parte dos canais de comunicação para se manifestar. Com isso, a distância entre consumidores e produtores diminuiu e, ao mesmo tempo e por muitas vezes, os dois se mesclam, fazendo com que o processo de desintermediação venha à tona. Esse processo, que pode ser denominado de groundswell, refere-se à aproximação de produtores e consumidores por meio da mediação por computador. Groundswell seria uma tendência social na qual pessoas usam tecnologia para conseguir as coisas que querem uma das outras, ao invés de instituições tradicionais como corporações (LI & BERNOFF apud VIANA, 2009). O livro Fenômenos Sociais nos Negócios, explica que o groundswell é um movimento espontâneo de pessoas que usam ferramentas online para se conectar, assumir o controle de suas experiências e obter o que precisam informação, auxílio, ideias, produtos e poder de barganha uns dos outros (KANEOYA, 2010). O groundswell utiliza de três 16

18 elementos que trazem a desintermediação, são eles: as pessoas, a tecnologia e a forma como a economia é considerada no universo online. A internet é uma grande facilitadora para que esse processo aconteça, já que é a responsável pela desintermediação das informações. A internet, entre outros aspectos, libertou os usuários da informação de sua dependência de intermediários, eliminando barreiras e proporcionando oportunidades para o acesso direto aos produtos de informação em qualquer hora ou local e de forma independente. Esse fenômeno gerado pela autonomia dos usuários na busca de informação tem sido rotulado de desintermediação da informação. (SILVA & LOPES, 2011) A quantidade de pessoas exercendo o papel de produtores é excessiva, principalmente com as plataformas de interação social. Nesse espaço, as pessoas sentem-se à vontade para expor opiniões e se manifestarm como bem desejam. O groundswell é uma tendência social em que as pessoas usam tecnologias para obter o que desejam umas das outras (KANEOYA, 2010). Porém, é necessário prestar atenção à autenticidade dos conteúdos coletados na internet, tendo em vista que é um local de ampla circulação de informação, de diferentes origens e intenções. Produzir, processar e distribuir informações está ao alcance de todos, e parece uma forma ilimitada, na qual a proximidade promovida pela ausência de um intermediário na produção e transmissão da informação, sem nenhuma seleção prévia, leva à crença de que a Internet não carece de mediação. Embora a rede apresente facilidades no acesso às informações, a Internet inclui em seu manancial de informações, tanto informações de qualidade e relevantes, quanto de pouca qualidade ou irrelevantes. (SILVA & LOPES, 2011) Além disso, é importante lembrar que o fato do usuário ter acesso à tecnologia não faz dele um jornalista. É preciso mais, como conhecimento tácito da profissão, que em parte é aprendido na universidade, mas que de maneira geral vem com a prática dentro das redações (STEGANHA, 2010). Mas, para Steganha, o jornalista pode usar esse acesso e participação do usuário a ser favor, já que abre a possibilidade de elaborar pautas e abordagens diversificadas, aproveitando as colaborações no processo de confecção da reportagem como fonte de informação. É inevitável afirmar que a internet atinge um número imensurável de pessoas, que aumenta a cada dia. Como consequência, a quantidade de informações e notícias geradas por esse meio acompanhará a crescente, fazendo com que consumidores tornem-se produtores. A Internet passou a ser um meio de comunicação que reúne recursos tecnológicos e 17

19 informacionais que agregam duas características importantes: a interatividade e a massividade (SILVA & LOPES, 2011). Devido a esse fato, a relevância em analisar conteúdos provenientes do online é pertinente, tendo em vista que, cada vez mais em relação ao número de pessoas e quantidade de informações -, esses assuntos diversos fazem parte das pautas dos meios de comunicação, sejam eles massivos ou não, podendo se tornar notícia. Portanto, podemos dizer que a forma de coletar e divulgar notícias está se aperfeiçoando com a colaboração trazida pelas tecnologias digitais (STEGANHA, 2010). A desintermediação possibilita a criação de diversos assuntos, como os já citados e analisados. O caso da morte do cachorro de Goiás poderia ter ficado apenas na imagem levada à delegacia, mas, com a publicação na internet, foi parar nos jornais e telejornais do Brasil. O mesmo com a imagem do mendigo gato que, postada aleatoriamente no perfil pessoal da turista gaúcha, acabou tornando atração e notícia, atingindo uma repercussão muito maior do que se ficasse apenas na máquina da fotógrafa. As plataformas de interação social online e sites, somados à grande quantidade de conteúdo em produção, auxiliam para que as informações atinjam muito mais pessoas. 18

20 3. RELAÇÃO ENTRE AS MÍDIAS De acordo com Paulo Tamanaha, os meios de comunicação são divididos em três níveis, sendo eles: meios de massa, segmentados e fragmentados. Os de massa são aqueles consumidos pela maioria da população; abrangem a TV aberta, rádio e mídia exterior. Os segmentados têm seu consumo com leve predominância nas classes A e B; englobam as revistas e os jornais. E os fragmentados apresentam claro predomínio nas classes A e B; compreendem a TV por assinatura, o cinema e a internet. (TAMANAHA, 2006) A TV é um meio de comunicação clássico consumido pela maior parte da população e, mesmo com a chegada da mídia online, não perdeu sua credibilidade, sendo considerada forte meio de propagação de notícias. Já a internet é caracterizada por ser destinada a um público mais exigente, mais crítico, receptivo a novidades e que se constitui em um público formador de opinião (MACHADO, 2007). Outra diferença entre os dois meios está na forma como a abordagem ao público e a linguagem estabelecida é feita: enquanto um é direto e preciso, com notícias rápidas e pouco aprofundadas principalmente as factuais -, outro permite que o assunto seja mais trabalhado. A convergência e o uso de vídeos, aplicativos e outros recursos também faz com que essa linguagem se diferencie. O desafio da era da convergência é tornar eficiente a produção de aplicações em conteúdos multidispositivos. No caso da convergência digital, quer dizer a migração dos diversos produtos e serviços de tecnologia em uma só plataforma, e ela pode ser vista em um aparelho que oferece mais de uma função ou ainda quando uma mesma função está disponível em diferentes dispositivos. A convergência representa uma transformação cultural, à medida que consumidores são incentivados a procurar novas informações e fazer conexões em meio a conteúdos midiáticos dispersos (JENKINS, 2009). Em relação às preferências, o resultado pode ser diferente dependendo da localidade. Pesquisa realizada pela KPMG International, de 2013, afirma que os consumidores brasileiros preferem investir mais tempo e recursos financeiros em mídias tradicionais do que nas digitais, uma média de R$ 30,00 contra R$ 12,00 respectivamente. Segundo a pesquisa, a TV continua sendo o meio mais popular nas mídias tradicionais, enquanto a permanência nas plataformas de interação e a busca por notícias são os mais procurados no meio digital. (KPMG International, 2013). 19

21 Já nos Estados Unidos o cenário é um pouco diferente. O destaque do The State of the News Media, relatório norte-americano publicado anualmente, é o aumento do conteúdo e da publicidade digital, considerado importante para a sobrevivência dos veículos de comunicação. Segundo o relatório, o investimento na publicidade digital cresceu 17% em 2012, alcançando os US$ 37,3 bilhões (23% de toda a publicidade nos EUA) (PEW RESEARCH CENTER, 2013). Porém, mesmo com os números da mídia tradicional em baixa, e com uma audiência cada vez menor principalmente entre os jovens, o relatório afirma que a TV local continua sendo a principal fonte de notícias nos EUA. É inevitável afirmar que, apesar da tradição da mídia de massa, as mídias online estão, a cada dia, adentrando mais na vida da população, e a discussão a respeito das relações entre as duas partes é corriqueira. As mídias de massa e as mídias online se relacionam diretamente, em uma espécie de troca. Segundo o estudo Verdades, mentiras e mídias sociais apresentado pela empresa JWT durante o Social Media Week Brasil 2011, a mídia online é totalmente pautada pelas mídias de massa, ou mídias tradicionais. Conforme cita o estudo, a mídia tradicional é fonte de informação noticiosa do cotidiano (JWT Brasil, 2011), o que permite ao usuário replicá-la em diversos meios, inclusive nas plataformas de interação social online. De acordo com o estudo, de dez assuntos citados no Twitter, apenas dois surgiram das próprias plataformas de interação. Ao mesmo tempo, a apresentação da JWT afirma que a mídia tradicional não utiliza dos conteúdos produzidos pelos usuários online para buscar informações, e sim que eles são usados como fonte de pesquisa. Um dos exemplos citados é o caso da menina paulista que escreveu, de maneira racista, sobre um nordestino no Twitter. Uma menina falando de maneira racista no Twitter não é notícia. Quando a gente vê que um grupo de paulistanos grande o suficiente concorda com ela, aí sim temos uma notícia (JWT Brasil, 2011), concluindo que para que os conteúdos produzidos por pessoas no online possam pautar a mídia tradicional vale mais a repercussão de um caso do que propriamente o assunto. O estudo também aborda que a diferença entre os dois meios se dá pelo fato de que a mídia tradicional seleciona e promove alguns assuntos, enquanto a mídia online, no geral, amplifica os assuntos relevantes, isso é, repercute de maneira mais rápida. Também afirma que faltam opções de conteúdo para influenciar as mídias online, principalmente no Brasil. Enquanto nos Estados Unidos a morte do cantor Michael Jackson era noticiada em primeira mão por um blog, no Brasil os assuntos acabam sendo incorporados pelos grandes portais, 20

22 tornando a mídia online brasileira centralizada, bem como todo o conteúdo especializado da mesma, além das mídias televisivas. Já para Marcelo Rebelo, no texto sobre redes sociais e a influência nos veículos de comunicação, as redes sociais online pautam as mídias tradicionais e, quanto mais a repercussão, mais há divulgação nas TVs, jornais impressos e rádio. A notícia surgiu da postagem de fotos no Twitter e vídeos no Youtube no final de semana e imediatamente começaram a reverberar pela rede as mais diversas reações de repúdio. A partir daí deu-se o já conhecido efeito de propagação viral com o assunto tornando-se pauta dos principais veículos de comunicação de todos os estados e repercutindo o assunto em rede nacional. O Twitter e o Facebook foram palcos de calorosos debates sobre o tema. (2013) Para Stganha, as plataformas de interação online e a mídia convencional se complementam, mas não concorrem entre si. Segundo ela, no caso do Twitter, o fato de as informações postadas no Twitter serem apropriadas por empresas de comunicação confere a elas o status de notícia, de assunto de interesse público, o que dá uma visibilidade e alcance muito maiores se estivessem apenas no microblog (2010). Esses estudos permitem verificar que as mídias online servem como bons propagadores de informações, tendo em vista que quanto maior a repercussão e a interação, mais rápido o assunto estará nas mídias de massa. Esse fato foi exatamente o observado nos dois casos analisados. Inicialmente postados por usuários online, em plataformas de interação social, a propagação imediata e a grande quantidade de pessoas interagindo sobre o assunto fizeram com que os mesmos fossem parar em jornais impressos e telejornais. 3.1 REDES SOCIAIS ONLINE E O JORNALISMO Mesmo com a relação entre as mídias tradionais e as mídias online, e com estudos que certificam a potência das plataformas de interação social online na amplificação de alguns assuntos, cabe o questionamento se esses mesmos assuntos, que tornam-se importantes aos meios de comunicação de massa, são jornalísticos ou não. Conforme afirma Ianson: se toda notícia é informação e nem toda a informação é notícia, é necessário que as informações passem por alguns filtros que irão dizer se ela poderá, ou não, se tornar uma notícia (2010). Essa filtragem é importante para separar o que é realmente relevante jornalisticamente e o que é considerado fait divers, ou fato diverso, conforme abordado anteriormente. De acordo com Raquel Recuero, existem três relações possíveis entre as redes sociais online e o jornalismo: a) redes sociais como fontes produtoras de informação; b) redes 21

23 sociais como filtros de informações ou, c) redes sociais espaços de reverberação dessas informações (2009). Segundo a jornalista e pesquisadora, o uso das redes sociais na internet como fonte é a primeira e mais óbvia contribuição das redes para o jornalismo, e as intenções de influenciar a mídia de massa nas repercussões entre as redes sociais para gerar notícia são claras. Através das redes sociais, é possível encontrar especialistas que podem auxiliar na construção de pautas, bem como informações em primeira mão. A novidade da informação é um valor que se reflete em capital social nas redes sociais. Assim, publicar informações novas, que ainda não estejam circulando na rede é um valor para esses grupos e apela ao capital social que é construído no grupo. (RECUERO, 2009) Outra relação proposta por Recuero é a de redes sociais como filtros de informação. Neste caso, as redes sociais vão atuar de forma a coletar e republicar as informações obtidas através de veículos informativos ou mesmo de forma a coletar e a republicar informações observadas dentro da própria rede (2009). E, por fim, as redes sociais como espaço para reverberação das informações, já que as plataformas são consideradas grandes espaços de circulação de informações e, com isso, tornam-se também espaços de discussão dessas informações. Essas características das redes sociais são relevantes no ciberespaço justamente porque a Internet permite que essas informações permaneçam no ciberespaço, proporcionando que as redes não apenas difundam, mas igualmente discutam essas informações. Assim, mostramos que esses três papéis podem ser relevantes para o jornalismo, embora não necessariamente tomando o papel deste. (RECUERO, 2009) As três relações propostas por Recuero a respeito das relações entre as redes sociais online e o jornalismo - fontes produtoras de informação, filtros de informações ou espaços de reverberação dessas informações podem ser aplicadas nos casos analisados, pois os grupos estudados tornaram-se produtores de informação e fontes para o jornalismo, ao mesmo tempo que reverberaram as informações pautadas. A filtragem das informações cabe aos jornalistas que irão divulgar a informação, que podem considerar, ou não, a relevância do conteúdo. Vale ressaltar, ainda, o uso da internet e das redes sociais online para coleta de informações e entrevistas, comumente vistos na maior parte das redações. Com a internet, a maioria dos repórteres recolhe informações pelo computador mesmo, entrevistam suas fontes por telefone, por ou por programas de conversas instantâneas (IANSON, 2010). A mesma opinião é compartilhada por Steganha, que afirma ser cada vez mais comum vermos 22

24 jornalistas procurando informações, se pautando ou buscando feedback de reportagens no Orkut, Twitter ou Facebook (2010). As redes sociais têm se mostrado ótimos dispositivos para esse estreitamento. Por meio delas, o jornalista tem a possibilidade de interagir com os internautas, conhecer mais sobre os gostos e anseios da população. Por isso, nos últimos tempos, atentas a essas micromídias digitais que conseguem fazer grande barulho na web, as empresas de comunicação passaram a prestar mais atenção nas redes sociais. (STEGANHA, 2010) Com essas características pode-se observar a relevância das redes sociais, principalmente as inseridas nas plataformas de interação, para o jornalismo. Recuero concorda que não necessariamente produzindo notícias, mas as redes sociais podem produzir conteúdos que possam ser noticiados, além de apontar a relevância das notícias, ampliando seu alcance, comentando-as e mesmo apontando outras fontes (2009). Esse conhecimento pode ser essencial para a evolução e andamento do jornalismo, além da evolução e crescimento cultural, social e econômico da população, pois incorpora fatos e detalhes que antes estavam fora do processo informacional, à medida que expõe pontos só vistos por quem está dentro do acontecimento (STEGANHA, 2010). Isso pode ser relacionado com os casos citados, que em um primeiro momento só faziam parte de quem havia presenciado o fato, tanto da morte do cachorro de Goiás, quanto do mendigo gato, passando a ser incorporado por todos que estavam fora e tiveram conhecimento, de alguma forma, dos acontecimentos. Além disso, são importantes formas de mostrar o crescimento social da população, que se une e se manifesta por uma causa específica. 23

25 4. APRESENTAÇÃO DO OBJETO O caso da morte do cachorro em Goiás aconteceu em 13 de novembro de 2011 na cidade de Formosa, 280 quilômetros de Goiânia, em Goiás. Camila Correa de Moura, de 22 anos, enfermeira e casada, foi acusada de agredir e matar o cachorro da família, um cão da raça yorkshire. Claudemir Maciel, vizinho da enfermeira, ouviu os latidos do cachorro e filmou a reação de Camila, pois já tinha conhecimentos das agressões. Toda a violência contra o animal, que foi chutado, arremessado e agredido com um balde foi presenciada pelo filho de Camila, de aproximadamente três anos. Uma semana depois, um cd com a gravação da agressão foi enviado à delegacia da cidade, por denúncia anônima. Um mês e um dias após, em 14 de dezembro de 2011, o caso saiu do boca a boca da cidade de Formosa e chegou às redes sociais online. O vídeo com o título Enfermeira mata cachorro Yorkshire na pancada, com todo o registro da violência, foi postado diversas vezes e replicado, um deles, no youtube, com mais de 1,5 milhão de visualizações e mais de 65 mil comentários condenando a atitude da enfermeira. 1 Figura 3 Captura do vídeo do espancamento do cachorro Fonte: (YOUTUBE, 2011) 1 Contagem das visualizações realizada em 26 de julho de

26 Dois dias depois o assunto havia se espalhado pela internet. De acordo com diversos veículos, entre eles o painel do leitor do jornal Folha de S. Paulo 2, no twitter, o assunto estava entre os trend topics com as hashtags #CamilaDeMouraPresa e yorkshire, principalmente após as declarações da enfermeira sobre o assunto. Estão por aí dizendo que eu sou uma monstra? Vocês não sabem o que passei com aquela peste, seguido de Vou dormir que eu ganho mais... não dá nada! (FACEBOOK, 2011). O assunto também invadiu o facebook, com páginas repudiando a enfermeira. Uma delas, denominada Mobilização contra Camila Corrêa Alves de Moura Araújo dos Santos, foi criada no dia 16 de dezembro de 2011 e atualmente conta com mais de 22 mil pessoas acompanhando. Ela teve, em sua primeira postagem, 550 compartilhamentos. 3 Na primeira publicação, uma imagem dos dizeres de Camila em seu perfil do twitter, citados acima. Além da atitude da enfermeira, as palavras dela causaram ainda mais raiva entre a população. Figura 4 Captura da fan page de mobilização contra Camila Fonte: (FACEBOOK, 2011) 2 Notícia publicada em 16 de dezembro de 2012, disponível em: 3 https://www.facebook.com/photo.php?fbid= &set=a &type=1&theater. Contagem das visualizações realizada em 26 de julho de

27 A partir do comentário feito pela enfermeira em seu perfil do twitter, das páginas criadas no facebook e do vídeo replicado no youtube, a repercussão ficou ainda maior, junto com a revolta da população. Por meio de perfis no twitter, famosos se manifestaram a favor da punição à enfermeira, como a vereadora de Maceió, do Psol, Heloísa Helena, que defendeu a aprovação de leis contra maus-tratos aos animais em seu perfil pessoal. Figura 5 Captura do site Gazeta Online Fonte: (GAZETA ONLINE, 2011) A notícia teve tanto alarde no meio online que logo estampava os maiores portais e jornais online, como, por exemplo, o Jornal do Brasil. Figura 6 Captura do Jornal do Brasil de 16 de dezembro de 2011 Fonte: (JORNAL DO BRASIL, 2011) Além da repercussão online, presente nos principais veículos de comunicação, a notícia também foi parar nas rádios e TVs, a exemplo da matéria noticiada no mesmo dia 16 no Jornal Hoje, da Rede Globo. 26

28 Figura 7 Captura do Jornal Hoje, da Rede Globo, de 16 de dezembro de 2011 Fonte: (JORNAL HOJE, 2011) Foram encontradas, somente no dia 16 de dezembro de 2011, data em que a notícia teve maior repercussão na mídia tradicional, mais de 30 notícias publicadas, entre os sites dos jornais impressos, como o já citado Jornal do Brasil, Folha de S. Paulo, Estadão, Gazeta do Povo, entre outros principais jornais de cada estado. Além disso, aparições nos telejornais das principais emissoras e programas de variedades, como o Mais Você, da Rede Globo. O caso do mendigo gato aconteceu em Curitiba, em A turista gaúcha Indy Zanardo passava férias na cidade quando se deparou com um mendigo, no Centro de Curitiba. Rafael Nunes, 31 anos, pediu para ser fotografado pela turista, pois queria ficar famoso. Na foto, postada no dia 16 de outubro de 2012 no perfil da fotógrafa, no facebook, os dizeres: O MENDIGO. Este rapaz chegou ate mim nas ruas de Curitiba e me pediu se eu poderia tirar uma foto dele e eu perguntei para que, ele me respondeu: Para colocar na "radio" quem sabe eu fico famoso... Na "radio" eu nao posso por mas aqui no mural do meu Face sim, e ele sera famoso entre meus amigos... [sic] (FACEBOOK, 2012). 27

29 Figura 8 - Captura do perfil de Indy Zanardo Fonte: (FACEBOOK, 2012) Assim que postada, a imagem original foi replicada milhares vezes, tendo atingido mais de 65 mil compartilhamentos, 69 mil curtidas e mais de 4 mil comentários 4, alguns elogiando a beleza do mendigo, outros sensibilizados com o caso, outros apenas parabenizando a fotógrafa pela atitude. Teve ainda quem duvidasse da veracidade da foto e do rapaz, acreditando ser uma montagem. Mesmo assim a repercussão da foto foi imediata. No dia em que foi postada as manifestações nas plataformas de interação social online já eram grandes e já chamavam atenção no meio. No dia seguinte, a notícia estava presente nos veículos de comunicação de massa, com espaço entre os principais sites e telejornais, como, por exemplo, no site do jornal Folha de S. Paulo, um dos principais impressos do país, e em matéria no Band Cidade, jornal noturno da Rede Bandeirantes. 4 https://www.facebook.com/photo.php?fbid= &set=a &typ e=1&theater. Contagem das visualizações realizada em 31 de julho de

30 Figura 9 - Captura do site do jornal Folha de S. Paulo Fonte: (FOLHA DE S. PAULO, 2012) Figura 10 - Captura do youtube com a matéria transmitida na Band Fonte: (YOUTUBE, 2012) Nos dias seguintes, o assunto estampava os principais impressos do Brasil, como o local Gazeta do Povo, o maior jornal do Estado, e os gaúchos Zero Hora e O Pioneiro, veículos de destaque no Rio Grande do Sul, estado da fotógrafa: 29

31 Figura 11 - Captura da capa da Gazeta do Povo Fonte: (GAZETA DO POVO, 2012) Figura 12 Captura do facebook de Indy Zanardo Fonte: (FACEBOOK, 2012) Além dos veículos nacionais, a notícia também estampou o jornal britânico Daily Mail, que no dia 26 de outubro noticiou o caso do mendigo de Curitiba. A manchete no site, com o título convidativo para conhecer o desabrigado, chamado por eles de ridiculamente fotogênico, destacou os 40 mil compartilhamentos no facebook. A publicação do jornal britânico compara a fama de Rafael com as histórias do homem, da mulher e do cão ridiculamente fotogênicos, que também viraram sucesso nas redes sociais (G1, 2012). 30

32 Figura 13 - Captura do site G1 Fonte: (G1, 2012) Uma semana após a foto ser postada pela turista, a notícia do mendigo gato de Curitiba já havia circulado por mais de 40 veículos, com destaque especial feito pelos programas de TV. O mendigo foi assunto em programas de humor, como o Furo MTV e em programa de variedades, como o Hoje em Dia, da Rede Record. Teve espaço em diversos telejornais, a exemplo os jornais da Rede Bandeirantes e do SBT e, meses depois, o assunto foi pauta para o global Globo Repórter, veiculado em 10 de maio de 2013 e para o jornal da Record, que proporcionou o reencontro do rapaz com a fotógrafa. Mesmo com a grande repercussão da foto, após a aparição nas mídias de massa esses números aumentaram ainda mais. Dos quase comentários na portagem da foto, mais de aconteceram após a aparição do caso no Globo Repórter, da Rede Globo. 31

33 Figura 14 Captura comentários na foto do mendigo gato Fonte: (FACEBOOK, 2012) A repercussão foi muito grande, gerando outros diversos compartilhamentos para a foto, principalmente nos dois dias depois da transmissão. Figura 15 Captura de compartilhamento da foto do mendigo gato Fonte: (FACEBOOK, 2012) 32

34 Figura 16 Captura de compartilhamento da foto do mendigo gato Fonte: (FACEBOOK, 2012) Figura 17 - Captura de compartilhamento da foto do mendigo gato Fonte: (FACEBOOK, 2012) Isso mostra a transição da notícia entre o on e o off. A notícia acontece no offline, neste caso na fotografia tirada, vai para o online com a postagem na plataforma de interação social. Volta para o offline, quando é repercutida nas mídias de massa, e para o online, quando passa a ser acompanhada pelas pessoas, que buscam uma solução ou apenas a finalização do caso. Tanto no caso da morte do cachorro de Goiás quanto no mendigo gato de Curitiba o assunto surgiu de plataformas de interação social online, no youtube e facebook respectivamente, e causaram diversos tipos de reações entre as pessoas que viasualizaram: revolta, comoção, indignação, entre outros. Essas reações demasiadas levaram os dois assuntos para além das plataformas, invadindo, ainda no online, os portais de jornais impressos e, posteriormente, os meios de comunicação de massa, como telejornais e jornais impressos. 33

35 5. ANÁLISE DO OBJETO Conforme afirmado no capítulo anterior, pode-se observar, por meio dos objetos recortados, que os dois casos recortados nasceram nos meios online e, em pouco tempo, estavam nas mídias tradicionais, mesmo não fazendo parte das pautas diárias das mesmas. Observa-se também que esse fato se dá pela grande repercussão gerada entre os nichos presentes no online, com diversos tipos de manifestações, compartilhamentos, curtidas e interações. Esses nichos foram responsáveis por dar voz às notícias, levando-as para as TVs e jornais impressos. Quando falamos em nichos, temos grupos específicos que falam sobre um mesmo assunto ou apresentam um mesmo interesse. De acordo com Chris Anderson, esses nichos também estão dentro do online e, diferentes de muitos grupos divididos geograficamente, esses são reunidos por interesses em comum. Hoje, as conversas em torno do bebedouro são cada vez mais virtuais os bebedouros são muitos e as pessoas que se reúnem ao redor deles passam por um processo seletivo espontâneo. Estamos evoluindo de um mercado de massa para uma forma de cultura de nicho, que se define agora não pelo geografia, mas pelos pontos em comum (2006, p. 38). Além disso, analisando os nichos pode-se perceber que aqueles que antes eram considerados apenas consumidores, tornaram-se produtores, gerando conteúdo possível de reprodução e também questionamentos. O resultado é que o universo de conteúdo disponível hoje está crescendo mais rápido do que em nenhuma outra época (ANDERSON, 2006, p. 52). Anderson complementa: Milhões de pessoas têm a capacidade de produzir pequenos filmes ou álbuns e publicar seus pensamentos para o mundo o que de fato é feito por quantidade de pessoas surpreendentemente grande. O talento não é universal, mas é muito difuso: dê a uma quantidade bastante grande de pessoas a capacidade de criar e daí sem dúvida surgirão obras de valor (2006, p. 52). O que motiva essas pessoas a produzirem os diversos tipos de conteúdo é questionado por Recuero, que afirma que nem sempre as informações são circuladas pelos atores com foco no bem comum ou no conhecimento coletivo, mas em perspectivas de ganho puramente pessoal (2009). A maior parte das manifestações gira em torno de dois sentimentos: comoção e raiva. No primeiro caso, do cachorro, a raiva estava presente em quase cem porcento dos manifestantes. Cada pessoas que escreveu ou compartilhou uma imagem da agressora ou o 34

36 vídeo do espancamento escreveu junto palavras de rancor e repúdio à enfermeira, ao responsável pelas imagens e até ao Ministério Público, que não escaparam da revolta das pessoas. Figura 18 - Captura dos comentários no vídeo do youtube Fonte: (YOUTUBE, 2011) Diversos cartazes foram elaborados e espalhados, principalmente pelo facebook, pedindo a prisão e até a morte de Camila. Alguns deles continham os dados pessoais da enfermeira, como cpf, endereço, telefone. As informações foram vinculadas ao título Procura-se assassina. Figura 19 - Captura de post na fan page de mobilização contra Camila Fonte: (FACEBOOK, 2011) 35

37 Figura 20 Captura fan page de mobilização contra a enfermeira Fonte: (FACEBOOK, 2011) Já no segundo caso, observa-se que a maior parte das pessoas se une pela comoção e pela vontade em ajudar o rapaz da foto. A maioria das postagens mostra pessoas preocupadas com a saúde do jovem e com o paradeiro da família, para retirá-lo das ruas e das drogas. Alguns também questionam a veracidade da foto ou, até mesmo, a beleza do rapaz. Figura 21 Caputura de comentários na foto do mendigo gato Fonte: (FACEBOOK, 2012) Independentemente do propósito, as pessoas se unem e se movem por objetivos em comum, causas que valham a pena, seja como nos casos citados - em prol de uma pessoa ou repudiando outra. Esses movimentos podem se iniciar em qualquer meio, como nas 36

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