LABORATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2015 O ASSOCIATIVISMO E O SEU QUADRO LEGAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LABORATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2015 O ASSOCIATIVISMO E O SEU QUADRO LEGAL"

Transcrição

1 LABORATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2015 O ASSOCIATIVISMO E O SEU QUADRO LEGAL

2 A VIDA ASSOCIATIVA É UM INSTRUMENTO DE EXERCÍCIO DA SOCIABILIDADE. POR MEIO DELA CONQUISTA SE NOVOS AMIGOS, EXPANDE SE CONHECIMENTOS, EXERCITA SE A LIDERANÇA E ACTUA SE COMO AGENTE TRANSFORMADOR DA SOCIEDADE. (TOM COELHO) INTRODUÇÃO

3 ASSOCIATIVISMO - É UMA FORMA DE ORGANIZAÇÃO QUE TEM COMO FINALIDADE CONSEGUIR BENEFÍCIOS COMUNS PARA SEUS ASSOCIADOS E COMUNIDADES POR MEIO DE ACÇÕES COLECTIVAS, SEM FINS LUCRATIVOS E COM PERSONALIDADE JURÍDICA PRÓPRIA. CONCEITOS

4 AS ASSOCIAÇÕES SÃO PESSOAS COLECTIVAS CONSTITUIDAS POR DUAS OU MAIS PESSOAS SINGULARES OU COLECTIVAS E QUE NÃO TÊM POR FIM O LUCRO DOS ASSOCIADOS. (art.º 2º) A LEI 6/12 DE 18 DE JANEIRO, LEI DAS ASSOCIAÇÕES PRIVADAS

5 A CONSTITUIÇÃO DA REPUBLICA DE ANGOLA DIZ NO SEU ART.º 48º Nº1 OS CIDADÃOS TÊM O DIREITO DE LIVREMENTE E SEM DEPENDÊNCIA DE QUALQUER AUTORIZAÇÃO ADMINISTRATIVA, CONSTITUIR ASSOCIAÇÕES, DESDE QUE ESTAS SE ORGANIZEM COM BASE EM PRINCÍPIOS DEMOCRÁTICOS, NOS TERMOS DA LEI. Quem se deve associar?

6 A LEI 6/12, ESPECIFICA NO ART.º 4º - Nº1- A TODAS PESSOAS MAIORES DE 14 ANOS DE IDADE, NO GOZO DOS SEUS DIREITOS CIVIS É RECONHECIDO O DIREITO DE LIVREMENTE SE ASSOCIAREM PARA FINS NÃO CONTRÁRIOS A LEI OU MORAL PÚBLICA, SEM NECESSIDADE DE QUALQUER AUTORIZAÇÃO. Nº 3 OS MENORES COM IDADE INFERIOR A 14 ANOS TÊM DIREITO DE ADERIR A ASSOCIAÇÕES, DESDE QUE PREVIAMENTE AUTORIZADOS, POR ESCRITO POR QUEM DETÉM A AUTORIDADE PATERNAL

7 O ARTIGO 48º DA CRA E O ART.º 5º DA LEI 6/12 ESTABELECEM QUE AS ASSOCIAÇÕES PROSSEGUEM SEUS FINS LIVREMENTE E SEM INTERFERÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS, E NÃO PODEM SER DISSOLVIDAS OU SUAS ACTIVIDADES SUSPENSAS, SE NÃO NOS CASOS PREVISTOS POR LEI. AUTONOMIA

8 O ART.º 8º DA LEI 6/12, DESCREVE OS PRINCIPAIS ASPECTOS QUE DEVEM SER INSERIDOS NOS ESTATUTOS DAS ASSOCIAÇÕES PARA A CRIAÇÃO DE CONDIÇÕES PARA A AQUISIÇÃO DA PERSONALIDADE JURIDICA, OU SEJA PARA A LEGALIZAÇÃO. OS ÓRGÃOS ESSENCIAIS PARA O FUNCIONAMENTO DA ASSOCIAÇÃO SÃO: ASSEMBLEIA GERAL- TODOS OS MEMBROS E A SUA MESA CONSTITUÍDA POR: (PRESIDENTE, VICE PRESIDENTE E SECRETARIO), ÓRGÃO DE ADMINISTRAÇÃO (CONSELHO DIRECTIVO, OU CONSELHO EXECUTIVO OU SECRETARIADO EXECUTIVO), E O CONSELHO FISCAL (PRESIDENTE, VICE PRESIDENTE E VOGAIS), CUJAS COMPETÊNCIAS ESTÃO DESCRITAS NA LEI 6/12 ART.º 14º. CONSTITUIÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES

9 O ART.º 10º DA LEI 6/12 DIZ NO Nº 1 - A AQUISIÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA DAS ASSOCIAÇÕES DEPENDE DO RESPECTIVO REGISTO, O QUAL É DA COMPETÊNCIA DOS SERVIÇOS DE REGISTO E NOTARIADO DA SEDE DA ASSOCIAÇÃO. Nº 2 O PEDIDO DE REGISTO OU DA ESCRITURA PÚBLICA É ACOMPANHADO DA CERTIDÃO OU FOTOCÓPIA AUTENTICADA DO ACTO DE CONSTITUIÇÃO, ESTATUTOS APROVADOS, CERTIFICADO DE ADMISSIBILIDADE DE DENOMINAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO. IDENTIFICAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE DIRECÇÃO PERSONALIDADE JURÍDICA

10 NOS ART.º 11º, FAZ REFERENCIA SOBRE A FORMA E A PUBLICIDADE DO PROCESSO DE REGISTO DA ASSOCIAÇÃO, ATÉ A PUBLICAÇÃO EM DIÁRIO DA REPÚBLICA, O ART.º 12º REFERE-SE A RECUSA DA ESCRITURA OU REGISTO QUANTO A DOCUMENTAÇÃO APRESENTADA E OS OBJECTIVOS DA ASSOCIAÇÃO NÃO ESTÃO CONFORME A LEI, E O ART.º 13º DESCREVE AS ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO CONTROLO DAS LEGALIDADE DAS ASSOCIAÇÕES QUE SÃO OS MAGISTRADOS DO MINISTÉRIO PUBLICO.

11 A IMPLEMENTAÇÃO DA LEI 6/12 DE 18 DE JANEIRO, É REGULAMENTADA PELO DECRETO PRESIDENCIAL 74/15 DE 23 DE MARÇO REGULAMENTO DAS ONG S. NESTE VAMOS NOS ATER EM ALGUNS ARTIGOS PARA REFORÇAR A INFORMAÇÃO SOBRE A GESTÃO E ORGANIZAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES. REGULAMENTAÇÃO

12 O REGULAMENTO CLASSIFICA AS ONG S EM NACIONAIS E INTERNACIONAIS. NO CAPITULO II DO REGULAMENTO NOS ART.º 6º E 7º, FAZ REFERENCIA AS QUESTÕES DA CONSTITUIÇÃO, INSCRIÇÃO E REGISTO DAS ONG S NACIONAIS E ENFATIZA A ESTRUTURA QUE TUTELA AS ONG QUE É O INSTITUTO DE PROMOÇÃO E COORDENAÇÃO DE AJUDA AS COMUNIDADES, AFECTO AO MINISTÉRIO DA REINSERÇÃO SOCIAL.

13 AS ONG EXERCEM AS ACTIVIDADES PARA AS QUAIS FORAM CONSTITUÍDAS, TENDO EM CONTA AS INICIATIVAS LOCAIS DAS COMUNIDADES BENEFICIÁRIAS E A POLÍTICA ECONÓMICA E SOCIAL DEFINIDA PELO EXECUTIVO. O REGULAMENTO, DESCREVE AS DIFERENTES ÁREAS DE ACTUAÇÃO DAS ONG S QUE SE PODEM LER NO ART.º 12º. NOS ART.º 22º E 23º, ESTÃO ESPELHADOS OS DIREITOS E DEVERES DAS ONG, NO SENTIDO DE ORIENTAR A SUA INTERVENÇÃO E BENEFICIAR DE DIREITOS DEFINIDOS POR LEI.

14 SEGUNDO O REGULAMENTO, AS ONG S EFECTUAR A SUA INSCRIÇÃO NO DEPARTAMENTO MINISTERIAL RESPONSÁVEL PELAS FINANÇAS PÚBLICAS, PARA EFEITOS DE INSCRIÇÃO FISCAL ART.º 30º Nº 1 E SEREM PASSÍVEIS DE BENEFICIAR DE REDUÇÕES DE TAXAS FISCAIS SEGUNDO OS NÚMEROS SEGUINTES DO MESMO ARTIGO. O CAPITULO VIII DO REGULAMENTO FALA SOBRE A PRESTAÇÃO DE CONTAS E BENEFÍCIOS. NO ART.º 31 DIZ QUE AS ONG S DEVEM EFECTUAR A SUA CONTABILIDADE CONFORME PROCEDIMENTOS CONTABILÍSTICOS PREVISTOS NA LEGISLAÇÃO SOBRE A MATÉRIA.

15 NO ART.º.32º - SOBRE A FISCALIZAÇÃO, O EXECUTIVO PODERÁ REALIZAR DIVERSAS ACÇÕES PARA FISCALIZAR AS CONTAS DAS ONG, INCLUSIVE AUDITORIAS INDEPENDENTES, ATRAVÉS DE ORGANISMOS PÚBLICOS OU PRIVADOS HABILITADOS PARA O EFEITO.

16 PARA MAIS APROFUNDAMENTO, CONVIDO OS CAROS PARTICIPANTES A CONTINUAREM A CONSULTAR ESTES DOIS DOCUMENTOS IMPORTANTES QUE CONFORMA O FUNCIONAMENTO DAS ASSOCIAÇÕES. OBRIGADA PELA ATENÇÃO

MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS

MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS REGIME JURÍDICO DAS ASSOCIAÇÕES JUVENIS E ESTUDANTIS Decreto nº 15/03 de 22 de Abril (Diário da República I Série nº 31, de 22 de Abril de 2003) A juventude angolana

Leia mais

A associação tem como fim...

A associação tem como fim... ASSOCIAÇÃO Artigo 1.º Denominação, sede e duração 1. A associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação, e tem a sede na, freguesia de, concelho de e constitui-se por. 2. A associação tem o número

Leia mais

Artigo 2.º - Compensação devida pela reprodução ou gravação de

Artigo 2.º - Compensação devida pela reprodução ou gravação de Lei n.º 62/98, de 1 de Setembro Regula o disposto no artigo 82.º do Código do Direito de Autor e dos Direitos Conexos (Primeira Alteração introduzida pela Lei nº 50/2004 de 24 de Agosto) Artigo 1.º - Objecto...

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL PARA REALIZAÇÃO DE LEILÕES

REGULAMENTO MUNICIPAL PARA REALIZAÇÃO DE LEILÕES REGULAMENTO MUNICIPAL PARA REALIZAÇÃO DE LEILÕES (Aprovado na 24ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal realizada em 16 de Dezembro de 2003, na 2ª Reunião da 5ª Sessão Ordinária de Assembleia Municipal,

Leia mais

SECÇÃO III - Regime da sociedade antes do registo. Invalidade do contrato

SECÇÃO III - Regime da sociedade antes do registo. Invalidade do contrato Legislação Comercial Ficha Técnica Código das Sociedades Comerciais TÍTULO I - Parte geral CAPÍTULO I - Âmbito de aplicação CAPÍTULO II - Personalidade e capacidade CAPÍTULO III - Contrato de sociedade

Leia mais

A P P Associação dos Portos de Portugal Estatutos

A P P Associação dos Portos de Portugal Estatutos A P P Associação dos Portos de Portugal Estatutos CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, ÂMBITO E FINS Artigo 1º É constituída uma associação, sem fins lucrativos, denominada APP Associação dos Portos de Portugal,

Leia mais

ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE

ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE Artigo 1º Constituição e denominação É constituída uma associação civil sem fins lucrativos denominada Academia

Leia mais

Decreto-Lei n. 279/97 de 11 de Outubro

Decreto-Lei n. 279/97 de 11 de Outubro Decreto-Lei n. 279/97 de 11 de Outubro Definição... 2 Natureza... 2 Sede... 2 Denominação... 2 Objecto... 2 Constituição... 3 Estatutos... 3 Inscrição no Registo Nacional de Clubes e Federações Desportivas...

Leia mais

Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos

Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos Estatutos Capítulo I (Princípios Gerais) Art.º1 (Denominação, Natureza e Duração) É constituída por tempo indeterminado,

Leia mais

REGULAMENTO DO REGISTO DAS SOCIEDADE CIVIS DE SOLICITADORES

REGULAMENTO DO REGISTO DAS SOCIEDADE CIVIS DE SOLICITADORES REGULAMENTO DO REGISTO DAS SOCIEDADE CIVIS DE SOLICITADORES O Estatuto da Câmara dos Solicitadores, aprovado pelo Decreto-Lei 88/2003, de 26 de Abril, no seu artigo 102º, prevê que os solicitadores podem

Leia mais

Responsabilidades. Governo da Provincia de Sofala Actualização Direcção do Regulamento da LFFB ZONA NORTE. Conselho de Ministros. Beira, Maio de 2013

Responsabilidades. Governo da Provincia de Sofala Actualização Direcção do Regulamento da LFFB ZONA NORTE. Conselho de Ministros. Beira, Maio de 2013 Republica de Moçambique REPÚBBLICA DE MOÇAMBIQUE Governo da Provincia de Sofala Actualização Direcção do Regulamento da Proposta Provincial LFFB de Revisão de Agricultura do Regulamento Base Legal da da

Leia mais

ENCONTRO NACIONAL DE QUADROS DA SEGURANÇA SOCIAL

ENCONTRO NACIONAL DE QUADROS DA SEGURANÇA SOCIAL ENCONTRO NACIONAL DE QUADROS DA SEGURANÇA SOCIAL PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO DO ESTATUTO ORGÂNICO JESUS MAIATO Director Nacional de Segurança Social do MAPTSS Benguela. 22. Maio 2014 INSTALAÇÃO DOS NOVOS DEPARTAMENTOS

Leia mais

Estatutos da Musikarisma Associaça o

Estatutos da Musikarisma Associaça o Estatutos da Musikarisma Associaça o SECÇÃO I DA ASSOCIAÇÃO Artigo 1º A Musikarisma é uma Associação Cultural, Sem Fins Lucrativos, tendo a sua sede na Rua José Estêvão, com o número cento e treze, na

Leia mais

Associação Alentejo de Excelência ESTATUTOS. Artigo 1º Denominação, Sede e Duração

Associação Alentejo de Excelência ESTATUTOS. Artigo 1º Denominação, Sede e Duração Associação Alentejo de Excelência ESTATUTOS Artigo 1º Denominação, Sede e Duração 1. A associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação de Alentejo de Excelência - Associação para a Competitividade,

Leia mais

DECRETO N.º 189/IX DEFINE O REGIME JURÍDICO DA ASSISTÊNCIA NOS LOCAIS DESTINADOS A BANHISTAS. Artigo 1.º Objecto

DECRETO N.º 189/IX DEFINE O REGIME JURÍDICO DA ASSISTÊNCIA NOS LOCAIS DESTINADOS A BANHISTAS. Artigo 1.º Objecto DECRETO N.º 189/IX DEFINE O REGIME JURÍDICO DA ASSISTÊNCIA NOS LOCAIS DESTINADOS A BANHISTAS A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, para valer como

Leia mais

Regulamento de Apoio a Iniciativas Regulares ou Pontuais, de Natureza Educativa, Desportiva, Recreativa, Cultural, Social e Outras

Regulamento de Apoio a Iniciativas Regulares ou Pontuais, de Natureza Educativa, Desportiva, Recreativa, Cultural, Social e Outras Regulamento de Apoio a Iniciativas Regulares ou Pontuais, de Natureza Educativa, Desportiva, Recreativa, Cultural, Social e Outras 1 NOTA JUSTIFICATIVA O Município de Chaves entende como sendo de interesse

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE VILA DO PORTO

JUNTA DE FREGUESIA DE VILA DO PORTO ANEXO II Formulário de candidatura a Contrato-Programa A preencher pela Junta de Freguesia DATA DE ENTRADA / / A preencher pela Junta de Freguesia DELIBERAÇÃO DA JUNTA: APROVADO NÃO APROVADO DATA / / ASSINATURA

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE PALMELA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E INTERVENÇÃO SOCIAL

CÂMARA MUNICIPAL DE PALMELA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E INTERVENÇÃO SOCIAL Regulamento do Conselho Municipal de Juventude de Palmela Nota Justificativa Reconhecendo: 1. A juventude como força motriz do desenvolvimento de uma comunidade, região, país, através das suas múltiplas

Leia mais

Estatutos para associações, clubes e colectividades

Estatutos para associações, clubes e colectividades Estatutos para associações, clubes e colectividades Artigo 1.º Designação e Objectivos O/A (nome da colectividade ou associação), adiante designada por (sigla) é uma associação de fins (concretização dos

Leia mais

AVISO N.º 07/2013 de 22 de Abril ASSUNTO: CONSTITUIÇÃO, FUNCIONAMENTO E EXTINÇÃO DE CASAS DE CÂMBIO

AVISO N.º 07/2013 de 22 de Abril ASSUNTO: CONSTITUIÇÃO, FUNCIONAMENTO E EXTINÇÃO DE CASAS DE CÂMBIO Publicado no Diário da República, I série, nº 74, de 22 de Abril AVISO N.º 07/2013 de 22 de Abril ASSUNTO: CONSTITUIÇÃO, FUNCIONAMENTO E EXTINÇÃO DE CASAS DE CÂMBIO Havendo necessidade de adequar as regras

Leia mais

Regulamento de Inscrição Municipal de Associação Cultural de Sintra IMACS

Regulamento de Inscrição Municipal de Associação Cultural de Sintra IMACS Regulamento de Inscrição Municipal de Associação Cultural de Sintra IMACS ( Com a alteração constante do Parecer da Comissão Permanente de Assuntos Sociais da Assembleia Municipal de Sintra ) 23 DE NOVEMBRO

Leia mais

ASSOCIAÇÃO. (Documento complementar elaborado nos termos do nº 2 do artigo 64º do Código do Notariado)

ASSOCIAÇÃO. (Documento complementar elaborado nos termos do nº 2 do artigo 64º do Código do Notariado) ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS (Documento complementar elaborado nos termos do nº 2 do artigo 64º do Código do Notariado) SOCIEDADE PORTUGUESA DE VIDA SELVAGEM CAPÍTULO PRIMEIRO Denominação, Duração, Sede e Objecto

Leia mais

Autoriza o Governo a alterar o Estatuto do Notariado e o Estatuto da Ordem dos Notários

Autoriza o Governo a alterar o Estatuto do Notariado e o Estatuto da Ordem dos Notários DECRETO N.º 53/XI Autoriza o Governo a alterar o Estatuto do Notariado e o Estatuto da Ordem dos Notários A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea d) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

Leia mais

COLECTÂNEA DE LEGISLAÇÃO BÁSICA INCLUÍDA

COLECTÂNEA DE LEGISLAÇÃO BÁSICA INCLUÍDA ÍNDICE PREFÁCIO 7 NOTA PRÉVIA 9 SIGLAS UTILIZADAS 13 Capo I - Algumas considerações introdutórias. A relação jurídica de emprego público na Administração Pública 15 Capo II - Âmbito de aplicação subjectivo

Leia mais

Publicado no Diário da República, I série, nº 21, de 03 de Fevereiro AVISO N.º 01/2017

Publicado no Diário da República, I série, nº 21, de 03 de Fevereiro AVISO N.º 01/2017 Publicado no Diário da República, I série, nº 21, de 03 de Fevereiro AVISO N.º 01/2017 ASSUNTO: REALIZAÇÃO DE INVESTIMENTOS NO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS POR ENTIDADES NÃO RESIDENTES CAMBIAIS Considerando

Leia mais

Gabinete de Auditoria e Qualidade APROVADO PELA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE SINTRA EM 8 DE FEVEREIRO DE 2008

Gabinete de Auditoria e Qualidade APROVADO PELA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE SINTRA EM 8 DE FEVEREIRO DE 2008 REGULAMENTO MUNICIPAL PARA O LICENCIAMENTO DAS ACTIVIDADES DE VENDA AMBULANTE DE LOTARIAS, DE VENDA DE BILHETES PARA ESPECTÁCULOS OU DIVERTIMENTOS PÚBLICOS EM AGÊNCIAS OU POSTOS DE VENDA E DE REALIZAÇÃO

Leia mais

ESTATUTOS DO GRUPO DESPORTIVO SANTANDER TOTTA. CAPÍTULO I SEÇÃO I CONSTITUIÇÃO ART.º 1.º (Denominação e Natureza)

ESTATUTOS DO GRUPO DESPORTIVO SANTANDER TOTTA. CAPÍTULO I SEÇÃO I CONSTITUIÇÃO ART.º 1.º (Denominação e Natureza) ESTATUTOS DO GRUPO DESPORTIVO SANTANDER TOTTA CAPÍTULO I SEÇÃO I CONSTITUIÇÃO ART.º 1.º (Denominação e Natureza) 1. O Grupo Desportivo Santander Totta, é uma Associação de direito privado, sem fins lucrativos,

Leia mais

Regulamento Municipal de Apoio a Atividades de Interesse Público

Regulamento Municipal de Apoio a Atividades de Interesse Público Regulamento Municipal de Apoio a Atividades de Interesse Público Preâmbulo O associativismo constitui um forte aliado do poder local na prossecução de políticas de desenvolvimento de interesse público,

Leia mais

REGULAMENTOS ESPECÍFICOS

REGULAMENTOS ESPECÍFICOS Programa Operacional Factores de Competitividade Deliberações CMC POFC: 16/07/2008 Assistência Técnica do POFC Entrada em vigor DA ÚLTIMA ALTERAÇÃO em 17/07/2008 Artigo 1.º Objecto O presente regulamento

Leia mais

MUDE PARA UMA NOVA EMPRESA, A SUA! APOSTE NA FORMAÇÃO!

MUDE PARA UMA NOVA EMPRESA, A SUA! APOSTE NA FORMAÇÃO! MUDE PARA UMA NOVA EMPRESA, A SUA! APOSTE NA FORMAÇÃO! IPN - INSTITUTO PEDRO NUNES APRESENTAÇÃO Criado em 1991, por iniciativa da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra, o Instituto

Leia mais

Pessoas Jurídicas. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Pessoas Jurídicas. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Pessoas Jurídicas Pessoas Jurídicas Pessoas jurídicas são entidades criadas para a realização de um fim e reconhecidas pela ordem jurídica como sujeitos de direitos e deveres. Pessoas Jurídicas Características:

Leia mais

Façamos um trabalho que conduza à felicidade, seguindo os preceitos do Mestre Mikao Usui

Façamos um trabalho que conduza à felicidade, seguindo os preceitos do Mestre Mikao Usui 2016-2018 Façamos um trabalho que conduza à felicidade, seguindo os preceitos do Mestre Mikao Usui Princípios Fundamentais A Associação foi criada para o esclarecimento e apoio aos praticantes de Reiki.

Leia mais

ESTATUTO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS TÉCNICOS EM MEIO AMBIENTE DO ESTADO DO PARANÁ SINDITTEMA-PR

ESTATUTO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS TÉCNICOS EM MEIO AMBIENTE DO ESTADO DO PARANÁ SINDITTEMA-PR ESTATUTO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS TÉCNICOS EM MEIO AMBIENTE DO ESTADO DO PARANÁ SINDITTEMA-PR TÍTULO I DA INSTITUIÇÃO, PRERROGATIVAS, DIREITOS E DEVERES DOS ASSOCIADOS Capítulo I

Leia mais

O TRANSPORTE FERROVIÁRIO EM ANGOLA - SITUAÇÃO ACTUAL E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO

O TRANSPORTE FERROVIÁRIO EM ANGOLA - SITUAÇÃO ACTUAL E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO A MISSÃO DO REGULADOR FERROVIÁRIO HOJE E NUM CONTEXTO DE UMA REDE ONDE PODERÃO CIRCULAR MÚLTIPLOS OPERADORES FERROVIÁRIOS DECRETO PRESIDENCIAL 195/10 SEMINÁRIO O TRANSPORTE FERROVIÁRIO EM ANGOLA - SITUAÇÃO

Leia mais

- Como somos capazes, enquanto grupo, de responder a essa necessidade particular?

- Como somos capazes, enquanto grupo, de responder a essa necessidade particular? Passo 1 Junta-te a ou cria um grupo Lembra-te, uma cooperativa é um grupo de pessoas que responde às suas próprias necessidades. Procura um grupo de pessoas com ideias e/ou necessidades semelhantes às

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 407/XIII/2.ª

PROJETO DE LEI N.º 407/XIII/2.ª Grupo Parlamentar PROJETO DE LEI N.º 407/XIII/2.ª SIMPLIFICA E PREVINE EVENTUAIS FRAUDES NA ATRIBUIÇÃO DO SUBSÍDIO SOCIAL DE MOBILIDADE ATRIBUÍDO A RESIDENTES NAS REGIÕES AUTÓNOMAS (Primeira alteração

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DE UMA COOPERATIVA ATRAVÉS DE INSTRUMENTO PARTICULAR

CONSTITUIÇÃO DE UMA COOPERATIVA ATRAVÉS DE INSTRUMENTO PARTICULAR CONSTITUIÇÃO DE UMA COOPERATIVA ATRAVÉS DE INSTRUMENTO PARTICULAR (retirado de www.inscoop.pt site do Instituto António Sérgio do Sector Cooperativo) Podem constituir-se por instrumento particular as cooperativas

Leia mais

Deliberação n.º 2473/2007, de 28 de Novembro (DR, 2.ª série, n.º 247, de 24 de Dezembro de 2007)

Deliberação n.º 2473/2007, de 28 de Novembro (DR, 2.ª série, n.º 247, de 24 de Dezembro de 2007) Deliberação n.º 2473/2007, de 28 de Novembro (DR, 2.ª série, n.º 247, de 24 de Dezembro de 2007) Aprova os regulamentos sobre áreas mínimas das farmácias de oficina e sobre os requisitos de funcionamento

Leia mais

ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DOS LOUROS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCAREGADOS DE EDUCAÇÃO

ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DOS LOUROS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCAREGADOS DE EDUCAÇÃO CAPITULO I ARTIGO 1.º (Denominação, natureza, sede e âmbito) 1. A Associação adopta a designação de Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos dos Louros. 2. É uma

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL DOS AÇORES. Decreto Legislativo Regional n.º 42/2006/A de 31 de Outubro de 2006

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL DOS AÇORES. Decreto Legislativo Regional n.º 42/2006/A de 31 de Outubro de 2006 ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL DOS AÇORES Decreto Legislativo Regional n.º 42/2006/A de 31 de Outubro de 2006 Decreto Legislativo Regional n.º 42/2006/A de 31 de Outubro Cria a Agência para a Modernização

Leia mais

CRIAÇÃO DE UMA ASSOCIAÇÃO DE ADMINISTRADORES DE INSOLVÊNCIA FUNDAMENTAÇÃO

CRIAÇÃO DE UMA ASSOCIAÇÃO DE ADMINISTRADORES DE INSOLVÊNCIA FUNDAMENTAÇÃO CRIAÇÃO DE UMA ASSOCIAÇÃO DE ADMINISTRADORES DE INSOLVÊNCIA FUNDAMENTAÇÃO 1. Introdução O Estado Moçambicano encetou um processo de reformas legislativas e administrativas, visando dotar o País de leis

Leia mais

CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS

CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS EDIÇÃO DE BOLSO (6.ª Edição) Actualização N.º 1 Código das Sociedades Comerciais 2 TÍTULO: AUTORES: CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS EDIÇÃO DE BOLSO Actualização N.º 1

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA MUSIKARISMA ASSOCIAÇA O

REGULAMENTO INTERNO DA MUSIKARISMA ASSOCIAÇA O REGULAMENTO INTERNO DA MUSIKARISMA ASSOCIAÇA O O presente regulamento tem como objectivo complementar e regular as situações omissas dos Estatutos. CAPÍTULO I Do regulamento interno ARTIGO 1.º (Vigência)

Leia mais

ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA

ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA Este documento visa dar corpo á orgânica dos serviços da Santa Casa, ou seja, definir competências, hierarquias e formas de actuação. Como a Santa Casa da Póvoa de Santo

Leia mais

Évora 27 de Novembro de 2009 O Papel do Estado na Prevenção de Riscos Profissionais

Évora 27 de Novembro de 2009 O Papel do Estado na Prevenção de Riscos Profissionais Évora 27 de Novembro de 2009 O Papel do Estado na Prevenção de Riscos Profissionais O papel do Estado na PRP Organismos que nos antecederam Documentos estratégicos O papel do Estado na PRP As Campanhas

Leia mais

CÓDIGO DO REGISTO PREDIAL 2007

CÓDIGO DO REGISTO PREDIAL 2007 CÓDIGO DO REGISTO PREDIAL 2007 (9.ª Edição) Actualização N.º 2 Código do Registo Predial 2007 2 TÍTULO: CÓDIGO DO REGISTO PREDIAL 2007 Actualização N.º 2 AUTORES: Texto da Lei EDITOR: EDIÇÕES ALMEDINA,

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE A L B U F E I R A

CÂMARA MUNICIPAL DE A L B U F E I R A CÂMARA MUNICIPAL DE A L B U F E I R A REGULAMENTO DO PROCESSO DE FISCALIZAÇÃO DE OBRAS PARTICULARES 0 Preâmbulo O Decreto Lei nº 445/91, de 20 de Novembro, prevê, no seu artigo 24º, a criação em cada Município,

Leia mais

DECRETO Nº 7.808, DE 20 DE SETEMBRO DE 2012

DECRETO Nº 7.808, DE 20 DE SETEMBRO DE 2012 DECRETO Nº 7.808, DE 20 DE SETEMBRO DE 2012 Cria a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo - Funpresp-Exe, dispõe sobre sua vinculação no âmbito do Poder Executivo

Leia mais

PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA CONSELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO

PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA CONSELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO Proposta de Lei nº 310/XII/4ª (Aprova o Estatuto da Ordem dos Notários e altera o Estatuto do Notariado aprovado pelo Decreto-Lei 26/2004, de 4 de Fevereiro) A Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos,

Leia mais

1. A CMVM O QUE É A CMVM?

1. A CMVM O QUE É A CMVM? 1.. A CMVM 1. A CMVM O QUE É A CMVM? A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários - também conhecida pelas iniciais CMVM - foi criada em Abril de 1991 com a missão de supervisionar e regular os mercados

Leia mais

1. A associação tem os seguintes associados fundadores:

1. A associação tem os seguintes associados fundadores: ASSOCIAÇÃO Artigo 1.º Denominação e sede 1. A associação adopta a denominação. 2. A associação tem a sua sede na, freguesia de, concelho de. 3. A associação tem o número de pessoa colectiva e o número

Leia mais

DECRETO N.º 36/X. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea d) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.

DECRETO N.º 36/X. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea d) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1. DECRETO N.º 36/X AUTORIZA O GOVERNO A LEGISLAR EM MATÉRIA DE DIREITOS DOS CONSUMIDORES DE SERVIÇOS FINANCEIROS, COMUNICAÇÕES COMERCIAIS NÃO SOLICITADAS, ILÍCITOS DE MERA ORDENAÇÃO SOCIAL NO ÂMBITO DA COMERCIALIZAÇÃO

Leia mais

ESTÁGIOS PROFISSIONAIS

ESTÁGIOS PROFISSIONAIS SECRETARIA REGIONAL DOS ASSUNTOS SOCIAIS INSTITUTO DE EMPREGO DA MADEIRA, IP RAM ESTÁGIOS PROFISSIONAIS Processo nº: /EP/2014 O formulári o deve est ar totalmente preenchido (sob pe na de devo lução) e

Leia mais

Capítulo 4 ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZAÇÃO

Capítulo 4 ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZAÇÃO Capítulo 4 ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZAÇÃO 104 Banco de Cabo Verde / Relatório Anual de 2008 Capítulo 4 - Enquadramento Institucional e Organização 1. Órgãos de Gestão do Banco de Cabo Verde

Leia mais

Ministério da Comunicação Social;

Ministério da Comunicação Social; Ministério da Comunicação Social Decreto Executivo N. 75 / 2007 de 2 de Julho Convindo regulamentar o funcionamento do Gabinete de Inspecção do Ministério da Comunicação Social; Nestes termos, ao abrigo

Leia mais

Martifer SGPS, SA REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA E CONDUTA DA MARTIFER SGPS/GRUPO MARTIFER

Martifer SGPS, SA REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA E CONDUTA DA MARTIFER SGPS/GRUPO MARTIFER 2008 Martifer SGPS, SA REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA E CONDUTA DA MARTIFER SGPS/GRUPO MARTIFER REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA E CONDUTA Martifer SGPS, S.A., sociedade aberta ARTIGO 1º (Composição)

Leia mais

Controlo das Administrações Públicas Novo Paradigma

Controlo das Administrações Públicas Novo Paradigma das Administrações Públicas Novo Paradigma Pressupostos: Reforço da base de acréscimo na nova Lei de Enquadramento Orçamental (LEO) Introdução da adaptação das normas internacionais de contabilidade para

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DE UMA ASSOCIAÇÃO

CONSTITUIÇÃO DE UMA ASSOCIAÇÃO CONSTITUIÇÃO DE UMA ASSOCIAÇÃO MODELO DE ESTATUTOS CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1º (Natureza e Sede) 1 - A Associação X, adiante designada por Associação, é constituída por jovens 18 aos 30 anos

Leia mais

JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 29 de julho de 2013

JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 29 de julho de 2013 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Segunda-feira, Série Sumário ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA DA MADEIRA Decreto Legislativo Regional n.º 26/2013/M Primeira alteração ao Decreto

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 66/IX APROVA MEDIDAS DE COMBATE À EVASÃO E FRAUDE DE CONTRIBUIÇÕES AO REGIME DA SEGURANÇA SOCIAL

PROJECTO DE LEI N.º 66/IX APROVA MEDIDAS DE COMBATE À EVASÃO E FRAUDE DE CONTRIBUIÇÕES AO REGIME DA SEGURANÇA SOCIAL PROJECTO DE LEI N.º 66/IX APROVA MEDIDAS DE COMBATE À EVASÃO E FRAUDE DE CONTRIBUIÇÕES AO REGIME DA SEGURANÇA SOCIAL O sistema público de segurança social tem enfrentado um problema grave de evasão e fraude

Leia mais

ASSOCIAÇÃO de ATLETAS OLÍMPICOS DE ANGOLA

ASSOCIAÇÃO de ATLETAS OLÍMPICOS DE ANGOLA ESTATUTO Artigo 1º (Definição) A Associação de Atletas Olimpicos de Angola, abreviadamente designada de AAOA é uma Instituição não governamental, de caracter associativo, autonóma e sem fins lucrativos,

Leia mais

COMO FORMAR UMA ASSOCIAÇÃO

COMO FORMAR UMA ASSOCIAÇÃO COMO FORMAR UMA ASSOCIAÇÃO Representando um espaço fundamental de educação cívica e democrática dos jovens, de incentivo à sua participação em diversas áreas de intervenção, o papel do Associativismo Juvenil

Leia mais

Registos e Notariado. Ficha Técnica. Código do Notariado. TÍTULO I - Da organização dos serviços notariais. CAPÍTULO I - Disposições gerais

Registos e Notariado. Ficha Técnica. Código do Notariado. TÍTULO I - Da organização dos serviços notariais. CAPÍTULO I - Disposições gerais Registos e Notariado Ficha Técnica Código do Notariado TÍTULO I - Da organização dos serviços notariais CAPÍTULO I - Disposições gerais CAPÍTULO II - Competência funcional SECÇÃO I - Atribuições dos notários

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 117/XII/1.ª REGULA A VENDA DIRECTA DE PESCADO, EM SITUAÇÕES EXCEPCIONAIS

PROJECTO DE LEI N.º 117/XII/1.ª REGULA A VENDA DIRECTA DE PESCADO, EM SITUAÇÕES EXCEPCIONAIS Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 117/XII/1.ª REGULA A VENDA DIRECTA DE PESCADO, EM SITUAÇÕES EXCEPCIONAIS Exposição de motivos Por todo o país são inúmeras as situações em que a venda directa de pescado

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DE EMPRESAS

CONSTITUIÇÃO DE EMPRESAS 1 INVESTIR EM CABO VERDE CONSTITUIÇÃO DE EMPRESAS Os investidores estrangeiros são autorizados a criar empresas 100% privado, excepto no sector das pescas onde se exige uma participação mínima de 51% de

Leia mais

REGIME GERAL DAS TAXAS DAS AUTARQUIAS LOCAIS. CAPÍTULO I Princípios gerais

REGIME GERAL DAS TAXAS DAS AUTARQUIAS LOCAIS. CAPÍTULO I Princípios gerais REGIME GERAL DAS TAXAS DAS AUTARQUIAS LOCAIS CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 1.º Âmbito 1 A presente lei regula as relações jurídico-tributárias geradoras da obrigação de pagamento de taxas às autarquias

Leia mais

A história da criação da OFA

A história da criação da OFA Um marco histórico na saúde em Angola A história da criação da OFA O presente texto retrata o trabalho que a Comissão Instaladora da Ordem dos Farmacêuticos indicada na Sessão de Encerramento do Xº Congresso

Leia mais

CNM - Clube Nacional de Montanhismo Departamento de Montanhismo. Projecto de Regulamento do Departamento INDICE

CNM - Clube Nacional de Montanhismo Departamento de Montanhismo. Projecto de Regulamento do Departamento INDICE INDICE CAPITULO I Objectivos do Departamento CAPITULO II Estrutura do Departamento de Montanhismo - SECÇÃO I Assembleia de Montanheiros - SECÇÃO II Direcção do Departamento - SECÇÃO III Conselho Técnico

Leia mais

REGULAMENTO DA SECÇAO REGIONAL DO NORTE (SRN) (Artigo 3 do Decreto-Lei nº. 487/99, de 16 de Novembro)

REGULAMENTO DA SECÇAO REGIONAL DO NORTE (SRN) (Artigo 3 do Decreto-Lei nº. 487/99, de 16 de Novembro) REGULAMENTO DA SECÇAO REGIONAL DO NORTE (SRN) (Artigo 3 do Decreto-Lei nº. 487/99, de 16 de Novembro) Publicado no Diário da República, m Série, n."26l, de 11 de Novembro de 2003 ÍNDICE Artigo 1º. - Criação,

Leia mais

Estatutos da Associação dos Diamantiers de Portugal

Estatutos da Associação dos Diamantiers de Portugal s da Associação dos Diamantiers de Portugal A Associação dos Diamantieres de Portugal, denominada ADPT fundada em 17 de Julho de 2015, com sede própria no Campo de Golf do Montado, Lt 148, Algeruz; Palmela

Leia mais

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO MUSEU DACIÊNCIA

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO MUSEU DACIÊNCIA ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO MUSEU DACIÊNCIA CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º Denominação e natureza A Fundação Museu da Ciência, adiante designada por Fundação, é uma pessoa colectiva de direito privado,

Leia mais

Aprovado por Deliberação n.º /2010 ANTEPROJECTO DE LEI SOBRE OS ACTOS PRÓPRIOS DOS ADVOGADOS E SOLICITADORES ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n.

Aprovado por Deliberação n.º /2010 ANTEPROJECTO DE LEI SOBRE OS ACTOS PRÓPRIOS DOS ADVOGADOS E SOLICITADORES ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n. Aprovado por Deliberação n.º /2010 ANTEPROJECTO DE LEI SOBRE OS ACTOS PRÓPRIOS DOS ADVOGADOS E SOLICITADORES ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n.º /2010, de de Na sequência da aprovação e entrada em vigor da Lei

Leia mais

RESUMO PARA OS CIDADÃOS

RESUMO PARA OS CIDADÃOS RESUMO PARA OS CIDADÃOS Relatório Anual de Execução 2015 INTRODUÇÃO E ENQUADRAMENTO DO PROGRAMA Para o Programa Operacional de Assistência Técnica 2014-2020 (POAT2020) foi determinante a aprovação do Acordo

Leia mais

Estatuto Orgânico da Administração de Infra-estruturas de Água e Saneamento 28 DE SETEMBRO DE (165) 31 DE DEZEMBRO DE (165)

Estatuto Orgânico da Administração de Infra-estruturas de Água e Saneamento 28 DE SETEMBRO DE (165) 31 DE DEZEMBRO DE (165) 28 DE SETEMBRO DE 2009 286 (165) 31 DE DEZEMBRO DE 2009 394 (165) Requisitos para ingresso: Possuir o nível médio técnico-profissional ou equivalente em área afim e ter sido aprovado em curso específico.

Leia mais

Regulamento específico Assistência Técnica FEDER

Regulamento específico Assistência Técnica FEDER Regulamento específico Assistência Técnica FEDER Capítulo I Âmbito Artigo 1.º Objecto O presente regulamento define o regime de acesso aos apoios concedidos pelo Programa Operacional de Assistência Técnica

Leia mais

Departamento Farmacêutico

Departamento Farmacêutico REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA SAÚDE Departamento Farmacêutico Entidade Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde Tania V. Sitoie Outubro de 2016 Bio Latim America São Paulo 1 Estrutura Departamento

Leia mais

UNIÃO DAS FREGUESIAS DE SÃO JOÃO DAS LAMPAS E TERRUGEM REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS

UNIÃO DAS FREGUESIAS DE SÃO JOÃO DAS LAMPAS E TERRUGEM REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS UNIÃO DAS FREGUESIAS DE SÃO JOÃO DAS LAMPAS E TERRUGEM REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS Outubro de 2014 REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS Nota justificativa (art.º 116.º do Código do Procedimento Administrativo)

Leia mais

Acordo sobre a Concessão de Visto para Estudantes Nacionais dos Estados membros da CPLP

Acordo sobre a Concessão de Visto para Estudantes Nacionais dos Estados membros da CPLP Acordo sobre a Concessão de Visto para Estudantes Nacionais dos Estados membros da CPLP e-mail: geral@info-angola.com portal: www.info-angola.com Página 1 / 5 Considerando que um dos principais objectivos

Leia mais

República de Moçambique PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Decreto Presidencial nº4/2000 de 17 de Março

República de Moçambique PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Decreto Presidencial nº4/2000 de 17 de Março República de Moçambique PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Decreto Presidencial nº4/2000 de 17 de Março No âmbito da reforma do sistema aduaneiro, visando disciplinar o correcto funcionamento dos orgãos do Aparelho

Leia mais

Regulamento de Apoio a Instituições sem fins lucrativos do. Concelho de Monforte

Regulamento de Apoio a Instituições sem fins lucrativos do. Concelho de Monforte Regulamento de Apoio a Instituições sem fins lucrativos do Concelho de Monforte Considerando que a Constituição da República nos seus artigos 73, 78 e 79 consagra que todos têm o direito à educação e à

Leia mais

CONCURSOS DE 2013: Acesso das ONG aos apoios do Programa

CONCURSOS DE 2013: Acesso das ONG aos apoios do Programa CONCURSOS DE 2013: Acesso das ONG aos apoios do Programa FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN Nuno Venade* Lisboa, 22 de março de 2013 Índice 1 2 3 4 5 6 Introdução Concursos Candidaturas Admissibilidade Seleção

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1º - Natureza e Sede A Associação adopta a designação de (nome da Associação), e tem a sua sede provisória no Concelho de (designação

Leia mais

MODELO DE GOVERNAÇÃO ANEXO I

MODELO DE GOVERNAÇÃO ANEXO I MODELO DE GOVERNAÇÃO ANEXO I Modelo de Governação do Fundo para a Modernização da Justiça ENQUADRAMENTO O Fundo para a Modernização da Justiça (FMJ) foi criado pelo artigo 167.º da Lei n.º 55/2010, de

Leia mais

Estatutos. Capítulo I Disposições fundamentais. Art.1º (Denominação)

Estatutos. Capítulo I Disposições fundamentais. Art.1º (Denominação) Estatutos Capítulo I Disposições fundamentais Art.1º (Denominação) A Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação, abreviadamente designada por APCT, é uma associação que se rege pelos

Leia mais

Uma Escola de Cidadania Uma Escola de Qualidade RIA - AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES

Uma Escola de Cidadania Uma Escola de Qualidade RIA - AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES REGULAMENTO INTERNO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES JANEIRO 2014 Índice Capítulo I... 1 Disposições Gerais... 1 Introdução... 1 Artigo 1.º --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Publicado no Diário da República, I série, nº 72, de 18 de Abril. Decreto Presidencial n.º 65/11 de 18 de Abril

Publicado no Diário da República, I série, nº 72, de 18 de Abril. Decreto Presidencial n.º 65/11 de 18 de Abril Publicado no Diário da República, I série, nº 72, de 18 de Abril Decreto Presidencial n.º 65/11 de 18 de Abril O Executivo atribui a maior relevância, no seu programa, à modernização e solidez do sistema

Leia mais

DECRETO N.º 24/XIII. Regime aplicável ao património da Casa do Douro

DECRETO N.º 24/XIII. Regime aplicável ao património da Casa do Douro DECRETO N.º 24/XIII Regime aplicável ao património da Casa do Douro A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Secção I Disposições gerais Artigo

Leia mais

AVISO Nº 08/2011 de 15 de Julho

AVISO Nº 08/2011 de 15 de Julho AVISO Nº 08/2011 de 15 de Julho Havendo a necessidade de estabelecer regras complementares à regulação do processo de instrução do pedido de constituição, bem como estabelecer os requisitos mínimos de

Leia mais

Regulamento Interno CONFRARIA DE S. VICENTE DE PAULO EXTERNATO Nº.4 DA EDUCAÇÃO POPULAR JARDIM-DE-INFÂNCIA 1 / 14

Regulamento Interno CONFRARIA DE S. VICENTE DE PAULO EXTERNATO Nº.4 DA EDUCAÇÃO POPULAR JARDIM-DE-INFÂNCIA 1 / 14 CONFRARIA DE S. VICENTE DE PAULO EXTERNATO Nº.4 DA EDUCAÇÃO POPULAR JARDIM-DE-INFÂNCIA 1 / 14 REGULAMENTO INTERNO ÍNDICE I 2 / 14 Objectivos Gerais 5 II Órgãos de Gestão 3 / 14 5 III Corpo Docente 6 4

Leia mais

REGISTRO DE OPERADORA DE PLANO DE SAÚDE - FILANTRÓPICA. Pedro Pereira Atuário MIBA nº. 850

REGISTRO DE OPERADORA DE PLANO DE SAÚDE - FILANTRÓPICA. Pedro Pereira Atuário MIBA nº. 850 REGISTRO DE OPERADORA DE PLANO DE SAÚDE - FILANTRÓPICA Pedro Pereira Atuário MIBA nº. 850 Base legal: RN n.º 85, de 2004 e posteriores alterações, dispõe sobre os procedimentos para solicitação de autorização

Leia mais

Exmo. Senhor (Nome e morada)

Exmo. Senhor (Nome e morada) Exmo. Senhor (Nome e morada) Na sequência da reclamação apresentada em (data de apresentação da reclamação), do acto de processamento do seu vencimento, relativo ao mês de Janeiro de 2011, e em resposta

Leia mais

REGULAMENTO SOBRE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS

REGULAMENTO SOBRE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS REGULAMENTO SOBRE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS PREÂMBULO O Decreto-Lei n.º 315/95, de 28 de Novembro e o Decreto Regulamentar n.º 34/95, de 16 de Dezembro

Leia mais

Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural

Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural Decreto executivo n.º 1/06 de 9 de Janeiro Havendo necessidade de regulamentar o funcionamento, estruturação e organização do Secretariado Executivo do

Leia mais

TÍTULO VIII PODER LOCAL

TÍTULO VIII PODER LOCAL TÍTULO VIII PODER LOCAL CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 235.º Autarquias locais 1. A organização democrática do Estado compreende a existência de autarquias locais. 2. As autarquias locais são pessoas

Leia mais

Decreto-Lei n.º 38/92 de 28 de Março. Regula a actividade de transporte de doentes

Decreto-Lei n.º 38/92 de 28 de Março. Regula a actividade de transporte de doentes Decreto-Lei n.º 38/92 de 28 de Março Regula a actividade de transporte de doentes A actividade de transporte de doentes não está no nosso país devidamente regulamentada, do que resultam graves inconvenientes

Leia mais

EMPRESAS/ASSOCIAÇÕES Constituição de Associação n.º 6/2008 de 7 de Fevereiro de 2008

EMPRESAS/ASSOCIAÇÕES Constituição de Associação n.º 6/2008 de 7 de Fevereiro de 2008 EMPRESAS/ASSOCIAÇÕES Constituição de Associação n.º 6/2008 de 7 de Fevereiro de 2008 AGIRA ASSOCIAÇÃO DE GUIAS INTÉRPRETES REGIONAIS DOS AÇORES Certifico que a presente cópia composta por seis folhas,

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 273/XII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 273/XII. Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º 273/XII Exposição de Motivos 1. A Lei de Organização da Investigação Criminal, aprovada pela Lei n.º 49/2008, de 27 de agosto, alterada pela Lei n.º 34/2013, de 16 de maio, estabelece

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL COMISSÃO PERMANENTE DE ASSUNTOS SOCIAIS

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL COMISSÃO PERMANENTE DE ASSUNTOS SOCIAIS COMISSÃO PERMANENTE DE ASSUNTOS SOCIAIS RELATÓRIO E PARECER AO PROJECTO DE DECRETO-LEI QUE REGULAMENTA OS CONSELHOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO E APROVA O PROCESSO DE ELABORAÇÃO DA CARTA EDUCATIVA, TRANSFERINDO

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 254/X

PROJECTO DE LEI N.º 254/X Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 254/X ALTERA A LEI N.º64/93, DE 26 DE AGOSTO (ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS DOS TITULARES DE CARGOS POLÍTICOS E ALTOS CARGOS PÚBLICOS)

Leia mais

Decreto executivo n.º 66/99 de 7 de Maio

Decreto executivo n.º 66/99 de 7 de Maio Decreto executivo n.º 66/99 de 7 de Maio Havendo a necessidade de dar cumprimento ao estatuído no ponto único, artigo 5º do Capítulo V e no nº, artigo.º do Capítulo IV do Decreto- Lei nº 7/97, de 1 de

Leia mais