Como Transformar Organizações Rígidas em Organizações Inovadoras

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1 Como Transformar Organizações Rígidas em Organizações Inovadoras Tadeu Cruz Prof. M.Sc.

2 TODOS OS DIREITOS RESERVADOS É proibido a reprodução total ou parcial de qualquer forma ou por qualquer meio sem a expressa autorização do autor. A violação dos direitos de autor (Lei no /73) é crime estabelecido pelo artigo 184 do Código Penal.

3 Sir Francis Bacon (1620) Os maiores embaraços e extravagâncias do intelecto provêm da obtusidade, da incompetência e das falácias dos sentidos. E isso ocorre de tal forma que as coisas que afetam os sentidos preponderam sobre as que, mesmo não o afetando de imediato, são mais importantes. Por isso, a observação não ultrapassa os aspectos visíveis das coisas, sendo exígua ou nula a observação das invisíveis.

4 Business Process Management Organizacional Análise, desenho, redesenho, modelagem, melhoria, operacionalização e gerenciamento de processos de negócio. (DOMP) Ferramental Tecnologias da Informação (BPMS)

5 PROJETAR O PRODUTO QUE O PROCESSO DEVE PRODUZIR! Nenhum processo existe sem produzir um produto, que pode ser um bem ou um serviço.

6 Conceito Discussões iniciais Desenvolvimento do projeto Prototipação Especificação de algo que pode ser produzido

7 PROBLEMA Como integrar foreground processes (processos em primeiro plano) e background processes (processos em segundo plano)?

8 A Organização Pessoas Primeiro Plano Segundo Plano Tecnologias da Informação Tecnologias

9 PRIMEIRA DIRETRIZ Os processos executados em primeiro plano devem estar SEMPRE alinhados ao negócio, NUNCA à estrutura organizacional.

10 SEGUNDA DIRETRIZ Os processos em segundo plano são SEMPRE processos que apóiam os processos em primeiro plano. Essa ordem não deve ser invertida NUNCA!

11 TERCEIRA DIRETRIZ Os processos em segundo plano devem ser mapeados, analisados, organizados e gerenciados com o mesmo rigor com que devem ser mapeados, analisados, organizados e gerenciados os processos em primeiro plano.

12 Estrutura Hierárquica

13 A Organização PROCESSOS C PESSOAS TI

14 Redes Sociais

15 Estrutura em Rede

16 Contas a Receber Gerente de Manutenção Diretor Financeiro Contas a Pagar Operador de Torno Diretor de Manutenção Suporte Técnico Atendente de Telemarketing Processo A Vendedor Presidente Tesoureiro Auxiliar de Expedição Gerente de Contabilidade Telefonista Analista Programador Gerente de TI Auxiliar de Estoque Recepcionista Vigilante Entregador Processo B

17 POR QUÊ PROCESSOS? Criar um novo negócio. Produzir um novo bem ou serviço. Melhorar a qualidade do produto. Melhorar a eficiência e a eficácia da Organização. Controlar o uso dos recursos e das tecnologias Motivar pessoas. Etc.

18 Pessoas TIC TIC Informações Capacitação Competência Colaboração Conhecimento Estruturadas 20% Não Estruturadas 80% * Maior parte em papel * Organização / Gestão Metodologia DOMP

19 Pessoas TIC Processos TIC Informações Capacitação Competência Colaboração Conhecimento Mapeamento Modelagem Melhoria Implantação Estruturadas 20% Não Estruturadas 80% * Maior parte em papel * Organização / Gestão Metodologia DOMP

20 O PROCESSO DE NEGÓCIO OBJETIVO(S) DO PROCESSO CADEIA DE REQUERIMENTOS OU REQUISITOS (dos Clientes) atividade atividade atividade atividade A B C D FORNECEDORES (externos) Fornecedores e Clientes (internos) CLIENTES (externos) CADEIA DE CONFORMIDADES (com os Clientes)

21 ATIVIDADE PROCESSO de NEGÓCIO PROCESSO (Conjunto de subprocessos) SUBPROCESSO (Conjunto de Atividades) SUB-PROCESSO (Conjunto de Atividades) ATIVIDADE ATIVIDADE ATIVIDADE (Cadeia de Eventos) PROCESSO (Conjunto de Atividades) ATIVIDADE Evento Evento Evento Evento Evento EVENTO ((pode ser uma) Cadeia de Micro-Eventos) CLIENTE(S) FINAL(IS) DO PROCESSO Micro-Evento Micro-Evento Micro-Evento Micro-Evento ATIVIDADE ATIVIDADE Clientes Externos Clientes Internos Fornecedores Externos Fornecedores Internos Atividades Eventos Papeis Funcionais Procedimentos Tarefas Metas Indicadores de Desempenho Regras de Negócio Exceções Anomalias Tempos Rotas

22 A organização ENGESSA a organização? (sim ou não?) DOC!

23 Elemento PESSOAS + -

24 METODOLOGIA DOMP Análise Inicial Análise do Processo Atual As Is Modelagem do Novo Processo Will Be Implantação do Novo Processo... Gerenciamento do Processo Ponto de Controle Ponto de Controle Ponto de Controle Ponto de Controle t Variável t Cíclico

25

26 MUITAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO... Electronic Document Management Knowledge Management Business Intelligence Computer Output on Laser Disc Data Warehouse Supply Chain Management Efficient Consumer Response Customer Relationship Management Enterprise Content Management Workflow Workgroup Enterprise Resource Planning - EDM - - BI - COLD - DW - SCM - ECR - CRM - ECM - Wkf - Wkg - ERP

27

28 Ferramentas para Modelagem de Organizações Ferramentas para Desenho, Redesenho e Modelagem de Processos Ferramentas para Modelagem de Processos Ferramentas para Simulação SMTP POP Ferramentas para Estatística Integração - Independente Web Service (WS). Ferramentas para Gerenciamento de Regras de Negócio Aplicações de BPM Ferramentas para Monitoração de Processos Motor(es) do Motor(es) Workflow do Motor(es) Workflow do Workflow Simple Object Access Protocol (SOAP) Universal Description Discovery and Integration (UDDI). Motor(es) do Motor(es) Workflow do Motor(es) Workflow do Workflow Outros Serviços de ativação do Workflow Serviços de ativação do Workflow Ferramentas para Desenvolvimento de Software Web Services Description Language (WSDL) Linguagens BPMS XML, BPEL, BPML Ferramentas EAI Ferramentas SOA Ferramentas para gerenciamento do ambiente Workflow. Clients Servidores de Aplicações

29 Atividades A1 A1 A3 A4 A5 A6 A7 SOA Processos em Primeiro Plano CRM SOA SOA SOA BI Workflow SOA EDMS Service-Oriented Architecture (Enterprise Application Integration) SOA SOA SOA SOA Processos em Segundo Plano SOA SCM SOA ECR SOA SOA DW SOA SOA CM SOA ERP COLD

30

31 Câmara Municipal de São Paulo Secretarias da Fazenda do Estado de São Paulo do Estado do Ceará Instituto de Previsión Social del Paraguay Clear Channel USA Fabio Perine Máquinas Brasil e Itália Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS Certegy Meios de Pagamento Procuradoria Geral da Fazenda Nacional Procuradoria Regional da Fazenda Nacional em São Paulo Porto Açegre Rio e Recife. TJ - Rio

32 MUITO OBRIGADO Meu

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