2 O Ergodesign de Automóveis

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2 O Ergodesign de Automóveis"

Transcrição

1 2 O Ergodesign de Automóveis 2.1. O Ergodesign O conceito de Ergodesign surgiu, há pelo menos duas décadas, com o intuito de acabar com as diferenças que existiam entre as disciplinas Ergonomia e Design. Antigamente, como apontado por vários autores (Moraes, 2001; Quaresma e Moraes, 2001; Porter e Porter, 1997, 2000; Yap, 1997), existia uma grande dificuldade de ambos os lados de entender quais eram os benefícios que uma disciplina poderia trazer para a outra. Do lado do Design, incluindo projetistas em geral, como desenhistas industriais, engenheiros e arquitetos, muitos viam a Ergonomia como um elemento complicador no desenvolvimento de um projeto, já que ela exigia estudos e análises mais aprofundados sobre o usuário e que diversos requisitos fossem cumpridos, tornando o projeto mais demorado e aumentando seus custos. Pelo lado da Ergonomia, muitos ergonomistas não conseguiam enxergar a dinâmica do processo de desenvolvimento de projeto, não conseguindo transmitir as suas descobertas aos designers de maneira sintetizada e de fácil aplicação. Como solução, Yap (1997) concluiu que o conceito de Ergodesign poderia acabar com as divergências entre designers e ergonomistas. O autor acreditava que esta nova tecnologia otimizaria a integração das duas disciplinas no processo criativo, ao dizer que o Ergodesign é um importante conceito desenvolvido para construir uma ponte e tornar mais eficiente uma interação entre as duas disciplinas. O Ergodesign apaga efetivamente as barreiras artificiais entre as duas disciplinas e conseqüentemente melhora sua aplicabilidade no processo de design. A sinergia e a simbiose dessa união resultarão numa significante melhoria da tecnologia da interdisciplinaridade para a criação de produtos, equipamentos e ambientes, em sistemas complexos. Além de ser uma abordagem sem barreiras, iterativa e interdisciplinar o Ergodesign garante uma transformação direta de dados ergonômicos no processo de projeto e estimula a suave interação da teoria na prática. Hoje em dia, acredita-se que este conceito já seja aplicado, mesmo que não

2 O Ergodesign de Automóveis 30 leve o nome ergodesign, pois este conceito às vezes vem embutido em outros conceitos como usabilidade, design centrado no usuário, experiência do usuário (UX), design emocional, etc., onde o foco é, na verdade, o usuário e sua relação com uma interface qualquer. Com o avanço das novas tecnologias, muitas empresas tiveram a necessidade de buscar informações sobre o usuário de seus produtos e, nesse momento, suas equipes de projeto tiveram que agregar um ergonomista ou um ergodesigner ao seu grupo. Isso é claramente visto em empresas que trabalham com a interação humano-computador, como a Apple e a Nokia. Aqui no Brasil, também não é diferente, muitas empresas buscam por profissionais, em grande parte da área do design com conhecimentos de ergonomia, para o desenvolvimento de seus produtos, principalmente no ramo de interfaces computadorizadas como a Globo.com e empresas de telefonia celular. Além do meio profissional, no acadêmico o ergodesign também ficou bastante difundido com os projetos de pesquisa realizados nos mestrados e doutorado em Design da PUC-Rio, da Unesp-Bauru e da UFPE nas suas linhas de pesquisa em Ergonomia, assim como com o Congresso Ergodesign, que ocorre anualmente há nove anos em cidades brasileiras, divulgando estas pesquisas. Cada vez mais se busca atender as necessidades do usuário no desenvolvimento de um projeto, seja ele um produto, um ambiente, uma interface computadorizada ou um serviço. As empresas atualmente que não atendem as necessidades do usuário certamente deixarão de existir, pois a competição é cada vez mais forte e os usuários estão mais exigentes. Isto pode ser percebido na indústria automobilística, que há anos vem trabalhando com a ergonomia no desenvolvimento de seus automóveis. Os veículos que não atendam a muitos requisitos ergonômicos em seus projetos, é bem provável que não emplaquem no mercado. Um e- xemplo simples é o alcance dos pedais ou de controles prioritários no painel de instrumentos. Se em algum automóvel este requisito ergonômico não for considerado, o veículo simplesmente não irá funcionar e não será vendido. Portanto, é muito importante que o conceito de Ergodesign esteja na base do processo de projeto, junto obviamente com as outras áreas de desenvolvimento como o Marketing e a Engenharia.

3 O Ergodesign de Automóveis O Design de Automóveis Para o desenvolvimento do projeto de um automóvel novo, seja uma versão atualizada de um que já esteja no mercado ou um totalmente novo, diversas áreas de conhecimento trabalham em conjunto até o seu lançamento. As principais áreas de projeto são o Design e a Engenharia. Basicamente, o projeto se inicia com um briefing de Marketing (Planejamento Estratégico do Produto) levado às equipes de engenharia e de design para desenvolverem os primeiros estudos e verificar a viabilidade das propostas iniciais. Dentro do departamento de Design ou Design Studio [termo amplamente u- tilizado nas montadoras] as propostas são desenhadas considerando as tendências do mercado, o segmento do veículo, as características dos usuários definidos para o projeto, sempre considerando as limitações da estrutura do interior do veículo habitáculo dos passageiros, compartimento do motor e bagageiro. Na Engenharia são verificadas as propostas do Design, viabilizando-as ou não, assim como são verificadas as possibilidades de implantação de novas tecnologias, novos processos de produção e novos materiais, principalmente para reduzir os custos do projeto. Uma vez aprovada as propostas iniciais pela coordenação do projeto e todas as áreas envolvidas, segue o desenvolvimento do veículo num processo iterativo e interdisciplinar, desde a fase de levantamento de dados, passando pelo desenvolvimento e detalhamento até a conclusão com os testes do protótipo e sua validação. Para o desenvolvimento do projeto no Design Studio, de uma maneira geral, este departamento conta com dois grupos de atividades, as áreas de projeto e as áreas de suporte, que ajudam no trabalho das áreas de projeto. As áreas de projeto são: Shape Design, Package & Ergonomics, Color & Trim e Craftsmanship & Design Quality. Estas quatro áreas trabalham em conjunto desde o início do desenvolvimento do projeto para gerar a forma do novo veículo, a organização de seus componentes e os materiais e acabamentos das partes do veículo que serão visualizados e usados pelos consumidores. Para ajudar no desenvolvimento dessas áreas de projeto, as atividades de suporte contam com outras três áreas de modelagem: Math & CAD Modeling, Clay Modeling e Prototype Modeling.

4 O Ergodesign de Automóveis 32 Figura 2.1. Estrutura organizacional do Design Studio O Shape Design é uma das principais áreas do Design Studio, geralmente composta apenas por designers de produto, com formação em Desenho Industrial, que desenvolvem a forma e o estilo de todo o veículo e seus componentes. Seus PUC-Rio - Certificação Digital Nº /CA trabalhos iniciam-se com o desenvolvimento de sketches e renderings, gerando várias alternativas para o novo veículo. Uma vez escolhida uma alternativa ou duas, o trabalho passa para um modelo tridimensional físico onde são feitas as verificações da intenção do projeto, modificações e apresentações para a coordenação geral do projeto. Este modelo físico é gerado pela área de suporte Clay Modeling que trabalha com o designer de maneira iterativa até a definição do design do veículo. Uma vez definido o modelo físico, este é escaneado para ser trabalhado em CAD. Com o modelo em CAD, o designer começa a trabalhar com as outras áreas do Design e a Engenharia, também de maneira iterativa, verificando se cada componente do veículo é viável de ser produzido e se atendem a todos os requisitos de projeto. Figura 2.2. Exemplos de scketches e redenrings criados por shape designers A área de Package & Ergonomics é a que define o dimensionamento do interior do veículo o habitáculo dos passageiros, o arranjo e a usabilidade de seus componentes. Seus integrantes, de um modo geral, são ergodesigners e enge-

5 O Ergodesign de Automóveis 33 nheiros com pleno conhecimento de ergonomia aplicada ao desenvolvimento de automóveis. O trabalho inicia-se com desenvolvimento de desenhos em CAD, utilizando modelos antropométricos para a definição inicial dos espaços e alcances do interior do veículo. Esta definição do interior está totalmente relacionada ao estilo de veículo que está sendo desenvolvido pela equipe de Shape Design. As duas equipes trabalham em conjunto logo no início dos primeiros desenhos do automóvel, validando ambas propostas. É também nesta área que são estudadas as questões de usabilidade dos componentes, controles e displays do veículo. PUC-Rio - Certificação Digital Nº /CA Figura 2.3. Exemplos de desenhos e esquemas gerados pela equipe de Package & Ergonomics Já o Color & Trim é a área responsável pelo desenvolvimento e definição das cores, texturas, brilhos, tecidos e acabamentos do veículo. Sua equipe é, também, composta basicamente por designers, podendo ser tanto da área design de produto quanto da área de design gráfico. Em conjunto com a equipe de Shape Design, esta equipe analisa as tendências do mercado e de moda, gera alternativas para o projeto que esta sendo desenvolvido, definindo a aparência final de cada componente do veículo. Esta equipe trabalha de maneira intensa com as equipes de Marketing, para a definição da escala e composição de cores e tecidos que serão lançados no automóvel, e da Engenharia, para a definição de materiais e processos que serão utilizados na manufatura do produto. Figura 2.4. Exemplos de padrões e placas de cores usados nos estudos de Color & Trim O Craftsmanship & Design Quality, também conhecido como Appeanrance Engineering ou Perceived Quality, é a área que lida com a percepção do usuário

6 O Ergodesign de Automóveis 34 em relação à qualidade do projeto e à qualidade de sua execução. A equipe é, normalmente, formada por engenheiros, mas designers também podem fazer parte. O foco principal deste trabalho é fazer a integração do que está sendo feito no Design Studio com o que está sendo gerado e pensado pela Engenharia, em relação à execução dos componentes e do veículo, como o processo de fabricação e montagem das peças. O importante é garantir que tudo que será visualizado, tocado e sentido pelo usuário será agradável e trará a percepção de que o produto tem uma boa qualidade (Quaresma e Ramos, 2004). Esta equipe trabalha diretamente com a equipe de Color & Trim e Shape Design durante a geração e confirmação de alternativas de design. Figura 2.5. Exemplos de desenhos desenvolvidos pela equipe de Craftsmanship & Design Quality junto com a Engenharia, para definição dos espaços (gaps) entre as partes do exterior do veículo O esquema a seguir apresenta o fluxo das atividades das áreas de projeto e suas trocas durante o processo. Observa-se que inicialmente na fase de pesquisa as áreas trabalham independentes, definindo as suas ações para o determinado projeto. Já na fase de criação e conceituação começa a haver a interação entre as áreas, pois uma vez definido os objetivos, é necessário saber os requisitos e as limitações de cada área, para a continuidade do processo de projeto. Na fase de desenvolvimento cada área trabalha em seus estudos, principalmente com os modelos em CAD disponíveis a todos, mantendo sempre a interação entre elas. No detalhamento, o grupo já começa a trabalhar bem mais unido, assim como com um grande suporte da engenharia, fazendo a confirmação dos estudos desenvolvidos anteriormente, através dos modelos físicos e virtuais, sempre de maneira iterativa. Por fim, na validação, com os protótipos desenvolvidos pela engenharia e fornecedores, as áreas analisam e aprovam esses protótipos de acordo com a conformidade aos requisitos e objetivos definidos no início do processo. Uma vez aprovado por todas as áreas, o veículo segue para produção em série. É importante ressaltar

7 O Ergodesign de Automóveis 35 que os inputs da engenharia ocorrem sempre em todas as fases, principalmente entre as fases de criação e conceituação, desenvolvimento e detalhamento. PUC-Rio - Certificação Digital Nº /CA Figura 2.6. Fluxograma das atividades das áreas de projeto do Design Studio Em relação às áreas de suporte às áreas de projeto, todas elas trabalham com algum tipo de modelagem. A área de Math & CAD Modeling é a área que gera e trabalha os modelos virtuais em computador, tanto para a geração de estudos quanto para tratamento das superfícies dos componentes do veículo. Estas superfícies são enviadas para engenharia, para seus estudos assim como para a utilização na confecção das ferramentas. As áreas de Clay Modeling e Prototype Modeling são as que geram os modelos físicos, a primeira trabalha com modelos feitos em clay, que é uma massa especial que amolece com o calor e conserva uma certa maleabilidade na temperatura ambiente para o tratamento da superfície, enquanto que a segunda área trabalha com modelos com materiais mais rígidos e definitivos, como a fibra de vidro, por exemplo, e com algumas peças do próprio material que será utilizado no veículo final. Figura 2.7. exemplos de desenhos/modelos gerados pela equipe de Math & CAD Modeling

8 O Ergodesign de Automóveis 36 Figura 2.8. exemplos de modelos gerados pelas equipes de Clay Modeling e Prototype Modeling 2.3. A Ergonomia no Design de Automóveis A Ergonomia no design de automóveis, é uma das partes fundamentais no desenvolvimento de um novo projeto. Considerando que um automóvel é um produto que será utilizado pelo ser humano e que tem um espaço restrito, é muito importante considerar as dimensões e limitações humanas durante o seu projeto, e PUC-Rio - Certificação Digital Nº /CA estes aspectos sempre devem ser considerados desde o início do processo. Conforme mostrado no processo de design de um automóvel no item anterior, a área de Package & Ergonomics lida com os aspectos do dimensionamento do interior do veículo e os aspectos de usabilidade no arranjo dos componentes, controles e displays. Desta forma, pode-se dividir o ergodesign de um automóvel em duas sub-áreas: a de Occupant Package [termo também amplamente utilizado na indústria automobilística] e a de Usabilidade. É importante frisar que, apesar dessa separação, as duas sub-áreas trabalham em conjunto em todas as decisões dos aspectos ergonômicos. A diferença está apenas no modo em que os aspectos são trabalhados. O primeiro passo a ser dado no desenvolvimento de um automóvel é a definição do envoltório dos ocupantes do veículo. Inicialmente, a equipe de Marketing do projeto estipula qual será o estilo do veículo (esportivo, luxuoso, utilitário, etc.) e quantos ocupantes deverão ser acomodados. Por exemplo, se for um estilo esportivo, em geral, se prioriza a acomodação de quatro ou duas pessoas, e se for um sedã luxuoso, a prioridade é a acomodação de cinco pessoas. O segmento do veículo é que determina o grau de acomodação dos passageiros, se o veículo é um compacto mais barato este certamente terá um envoltório dos ocupantes menor do que um veículo de luxo. Estes compromissos de espaço acontecem, normalmente, mais no banco traseiro do que na posição do motorista, pois é importante que o motorista esteja acomodado confortavelmente para a condução segura e, também,

9 O Ergodesign de Automóveis 37 porque o banco traseiro não é utilizado com tanta freqüência que a parte da frente do habitáculo dos passageiros. (Roe, 1993) O ponto de partida do dimensionamento de um novo veículo é o SgRP (Seating Reference Point). O SgRP é um ponto localizado no meio do quadril do modelo antropométrico que abrange 95% da população (figura 2.9.). A partir deste ponto, considerando o conceito do estilo do automóvel a ser projetado, é que se estipulam outros pontos muito importantes dentro do veículo, que virão definir o posicionamento dos pedais, da coluna de direção, o curso do banco, etc., conforme os padrões SAE 1 J1100, J826, J4004, J1516, J1517, J941, J1050, J1052 e J287 (figura 2.10.). Quanto mais baixa for a altura do SgRP em relação ao assoalho do carro (altura H30 na figura 2.9.) mais o veículo tende ao estilo esportivo, e quanto mais alto, mais o veículo tende ao estilo utilitário. A partir desta configuração, são desenhados todos os requisitos mínimos necessários para a acomodação da maior parte da população, como espaços para pernas, cabeça, ombros, quadril e etc., com a ajuda dos modelos antropométricos definidos nos padrões da SAE. Este processo define toda a área de Occupant Package (o envoltório dos ocupantes) do veículo. Figura 2.9. Representação gráfica do SgRP e suas relações de altura e largura com o pedal do acelerador, volante e inclinação do tronco. (SAE J1100) Figura Representação gráfica dos modelos antropométricos das práticas recomendadas da SAE (Roe, 1993) Além disso, também utilizando os modelos SAE, são definidos o alcance máximo (J287) e o campo de visão do motorista (J1050). O alcance máximo é definido por uma superfície à frente da posição do motorista (figura 2.11.) que, considerando os pontos de acomodação do curso do banco, determina até que distân- 1 Society of Automobile Engineers (no Brasil, Sociedade de Engenheiros da Mobilidade)

10 O Ergodesign de Automóveis 38 cia a maioria dos motoristas conseguirão alcançar na sua posição de dirigir. Como requisito de projeto, os controles e componentes do interior do veículo, que deverão ser alcançados pelo motorista enquanto dirige, devem estar para atrás dessa superfície, em direção ao motorista. Já o campo de visão é definido por planos tangentes a duas elipsóides, conhecidas como eyellipses (J941), que representam o 90º ou o 95º percentil da posição dos olhos do motorista (figura 2.12.). Estas tangentes ligadas a um determinado objeto ou uma limitação (como o teto) determina o campo de visão do motorista. Sendo assim, tudo que estiver na parte de dentro da tangente será visualizado pela maioria dos motoristas 90% ou 95% (figuras e 2.14.). Figura Representação gráfica do alcance máximo do motorista. (SAE J287) Figura Representação gráfica das elipsóides que representam as diversas posições do olho do motorista (SAE J941) Figura Representação gráfica do plano tangente à eyellipse, numa vista lateral, para a definição do campo de visão do motorista (SAE J941) Figura Representação gráfica de um campo de visão exterior do motorista (SAE J941) O trabalho de Ergonomia começa junto com o desenvolvimento de alternativas de design do projeto. Designers e ergodesigners trabalham juntos de uma maneira iterativa na definição de todos os pontos do projeto que serão fixos poste-

11 O Ergodesign de Automóveis 39 riormente, ajustando a parte exterior com a parte interior do veículo. Com o package (o envoltório dos ocupantes) definido e compatibilizado com o exterior é que se definem todos os subsistemas do automóvel. No desenvolvimento destes subsistemas são conformados e distribuídos todos os comandos, controles e displays que serão acionados e visualizados pelo motorista e passageiros. Durante este desenvolvimento existe um trabalho que deve ser feito para garantir que todos os subsubsistemas sejam fáceis de usar, confortáveis e seguros, ou seja, deve-se considerar em cada um dos subprojetos a usabilidade destes subsubsistemas.

Nova plataforma Toyota (TNGA) para produzir Carros cada vez Melhores i

Nova plataforma Toyota (TNGA) para produzir Carros cada vez Melhores i Nova plataforma Toyota (TNGA) para produzir Carros cada vez Melhores i "Com as repentinas e drásticas evoluções no mundo automóvel, as formas convencionais de pensar e de fazer negócios já não nos permitem

Leia mais

O uso da Computação Gráfica (CG) para Design e Marketing Automotivo Frederico Laguna PSA Peugeot Citroen América Latina

O uso da Computação Gráfica (CG) para Design e Marketing Automotivo Frederico Laguna PSA Peugeot Citroen América Latina O uso da Computação Gráfica (CG) para Design e Marketing Automotivo Frederico Laguna PSA Peugeot Citroen América Latina A crescente competição entre as principais montadoras mundiais e a incessante expectativa

Leia mais

O Dimensionamento do Centro de Produção

O Dimensionamento do Centro de Produção O Dimensionamento do Centro de Produção (posto de trabalho) ANTROPOMETRIA estudo e sistematização das medidas físicas do corpo humano. ANTROPOMETRIA ESTÁTICA - refere-se a medidas gerais de segmentos corporais,

Leia mais

FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos)

FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos) Curso e-learning FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos) Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão

Leia mais

ESTUDO DO IMPACTO DOS COMPONENTES DO VEÍCULO NO ESFORÇO DE FECHAMENTO DE PORTAS AUTOMOTIVAS

ESTUDO DO IMPACTO DOS COMPONENTES DO VEÍCULO NO ESFORÇO DE FECHAMENTO DE PORTAS AUTOMOTIVAS ESTUDO DO IMPACTO DOS COMPONENTES DO VEÍCULO NO ESFORÇO DE FECHAMENTO DE PORTAS AUTOMOTIVAS Alexandre Santos de Souza Júlio Cesar Roque Rutson Alves de Aquino AEDB FER RESUMO O presente artigo tem como

Leia mais

VIRTUALIZAÇÃO DO MUSEU DO AUTOMÓVEL DE BRASÍLIA

VIRTUALIZAÇÃO DO MUSEU DO AUTOMÓVEL DE BRASÍLIA VIRTUALIZAÇÃO DO MUSEU DO AUTOMÓVEL DE BRASÍLIA Rafael R. Silva¹, João P. T. Lottermann¹, Mateus Rodrigues Miranda², Maria Alzira A. Nunes² e Rita de Cássia Silva² ¹UnB, Universidade de Brasília, Curso

Leia mais

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Curso Técnico em Informática ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Clayton Maciel Costa

Leia mais

Aplicação de QFD num projeto de fórmula SAE considerando a cadeia de suprimentos

Aplicação de QFD num projeto de fórmula SAE considerando a cadeia de suprimentos Aplicação de QFD num projeto de fórmula SAE considerando a cadeia de suprimentos Maria Clara da Costa Teixeira (EESC USP) mclara@sc.usp.br Álvaro Costa Neto (EESC USP) costa@sc.usp.br Resumo Diante das

Leia mais

Avaliação da Usabilidade no Desenvolvimento do Produto: estudo de caso na concepção de um aparelho para monitoramento de velocidade

Avaliação da Usabilidade no Desenvolvimento do Produto: estudo de caso na concepção de um aparelho para monitoramento de velocidade Avaliação da Usabilidade no Desenvolvimento do Produto: estudo de caso na concepção de um aparelho para monitoramento de velocidade Usability Evaluation in Product Design: a case study in the design of

Leia mais

NECESSIDADES PARA O DESENVOLVIMENTO DE UMA INTERFACE ADEQUADA PARA RESULTADOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM BEM SUCEDIDOS. TCC3047

NECESSIDADES PARA O DESENVOLVIMENTO DE UMA INTERFACE ADEQUADA PARA RESULTADOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM BEM SUCEDIDOS. TCC3047 1 NECESSIDADES PARA O DESENVOLVIMENTO DE UMA INTERFACE ADEQUADA PARA RESULTADOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM BEM SUCEDIDOS. TCC3047 FEVEREIRO /2006 José Antonio Gameiro Salles UNISUAM / CCET / Desenv. de Softwares

Leia mais

Prof. Dr. Carlos Eduardo Sanches da Silva Prof. Dr. Carlos Henrique Pereira Mello EPR 707 EPR 707 ENGENHARIA DO PRODUTO

Prof. Dr. Carlos Eduardo Sanches da Silva Prof. Dr. Carlos Henrique Pereira Mello EPR 707 EPR 707 ENGENHARIA DO PRODUTO EPR 707 Prof. Dr. Carlos Eduardo Sanches da Silva Prof. Dr. Carlos Henrique Pereira Mello EPR 707 ENGENHARIA DO PRODUTO O que é o PDP PDP é o processo de negócio que: Busca as especificações de projeto

Leia mais

TSA/TDA DIFUSOR PARA LUMINÁRIA TROFFER

TSA/TDA DIFUSOR PARA LUMINÁRIA TROFFER TSA/TDA DIFUSOR PARA LUMINÁRIA TROFFER TSA/TODA DIFUSORES PARA LUMINÁRIAS O conjunto de difusão de ar completamente embutido, contribui para um visual leve e sem distorções. Sua flexibilidade própria,

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

DESIGN. 1. TURNO: Noturno GRAU ACADÊMICO: Bacharelado. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos

DESIGN. 1. TURNO: Noturno GRAU ACADÊMICO: Bacharelado. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos DESIGN 1. TURNO: Noturno GRAU ACADÊMICO: Bacharelado HABILITAÇÃO: Projeto do Produto PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos Máximo = 7 anos 2. OBJETIVO/PERFIL DO PROFISSIONAL A SER FORMADO Objetivo: Proporcionar

Leia mais

Carros latino-americanos mais vendidos não têm segurança suficiente, diz Latin NCAP

Carros latino-americanos mais vendidos não têm segurança suficiente, diz Latin NCAP Carros latino-americanos mais vendidos não têm segurança suficiente, diz Latin NCAP O programa de teste de colisão de alguns dos carros mais vendidos na América Latina tem mostrado alto risco de lesões

Leia mais

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO RÁPIDO DE PRODUTO (RPD)

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO RÁPIDO DE PRODUTO (RPD) INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO RÁPIDO DE PRODUTO (RPD) REPRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA PARA DESENVOLVIMENTO INTERNACIONAL DE NOVOS PRODUTOS O esquema abaixo considera o conceito de design de produto, esboços

Leia mais

Sistemas de Transformação e Estratégia de produção

Sistemas de Transformação e Estratégia de produção Sistemas de Transformação e de produção A seleção do Processo de produção depende: -Tecnologia dos Processos de Transformaçã ção -Tecnologia dos meios auxiliares (dispositivos, ferramentas) -Tecnologia

Leia mais

ITIL V3 GUIA DE MELHORES PRÁTICAS EM GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS

ITIL V3 GUIA DE MELHORES PRÁTICAS EM GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS ITIL V3 GUIA DE MELHORES PRÁTICAS EM GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO ITIL V3 1.1. Introdução ao gerenciamento de serviços. Devemos ressaltar que nos últimos anos, muitos profissionais da

Leia mais

Foto cortesia de Honda Motor Co., Ltd. Sistema de suspensão de braços triangulares superpostos no Honda Accord Coupe 2005

Foto cortesia de Honda Motor Co., Ltd. Sistema de suspensão de braços triangulares superpostos no Honda Accord Coupe 2005 Introdução Quando as pessoas pensam sobre o desempenho de um automóvel, geralmente vem à cabeça potência, torque e aceleração de 0 a 100 km/h. No entanto, toda a força gerada pelo motor é inútil se o motorista

Leia mais

OFERTA DE CONSULTORIAS TÉCNICAS E DE GESTÃO PARA NEGÓCIOS

OFERTA DE CONSULTORIAS TÉCNICAS E DE GESTÃO PARA NEGÓCIOS OFERTA DE CONSULTORIAS TÉCNICAS E DE GESTÃO PARA NEGÓCIOS A Universidade do Estado do Pará (UEPA) através da (RITU) com apoio do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), disponibiliza ao

Leia mais

Engenharia de Requisitos- como Previnir e Reduzir Riscos

Engenharia de Requisitos- como Previnir e Reduzir Riscos Engenharia de Requisitos- como Previnir e Reduzir Riscos Natasha de Souza Arruda natasha.arruda@ig.com.br FGS Resumo:Engenharia de Requisitos é um dos processos fundamentais para o desenvolvimento de software.

Leia mais

2624 :: Artistas visuais,desenhistas industriais e conservadores-restauradores de bens culturais

2624 :: Artistas visuais,desenhistas industriais e conservadores-restauradores de bens culturais 2624 :: Artistas visuais,desenhistas industriais e conservadores-restauradores de bens culturais 2624-05 - Artista (artes visuais) Aquarelista, Artesão (artista visual), Artista plástico, Caricaturista,

Leia mais

Aula 2 - Especi cidades do design. professor Rafael Ho mann

Aula 2 - Especi cidades do design. professor Rafael Ho mann Aula 2 - Especi cidades do design professor Rafael Ho mann Especi cidades do design Design de produto/industrial Trabalha com a criação e produção de objetos e produtos (bens de consumo) tridimensionais

Leia mais

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS PDS - DATASUS Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS Coordenação Geral de Arquitetura e Engenharia Tecnológica Coordenação de Padronização e Qualidade de Software Gerência de Padrões e Software

Leia mais

Carony TRANSFERÊNCIA DO BANCO DO SISTEMA CARONY. Carony 12" 214 426 919. www.automobilidade.pt. info@automobilidade.pt.

Carony TRANSFERÊNCIA DO BANCO DO SISTEMA CARONY. Carony 12 214 426 919. www.automobilidade.pt. info@automobilidade.pt. Carony é um sistema de cadeira de rodas simples e confortável tanto para o utilizador como para a pessoa que o auxilia. Nas operações de entrada e saída do veículo o sistema Carony elimina a necessidade

Leia mais

1. Ementa 2. Objetivos Gerais: 3. Objetivos Específicos 4. Estruturação do conteúdo da disciplina e sistemática as ser desenvolvida:

1. Ementa 2. Objetivos Gerais: 3. Objetivos Específicos 4. Estruturação do conteúdo da disciplina e sistemática as ser desenvolvida: 1. Ementa Gerenciamento e desenvolvimento de um projeto que acompanhe as etapas do ciclo de vida do software e ou hardware, com ênfase em: documentação, determinação dos requisitos, projeto lógico, projeto

Leia mais

CURSO DE DESIGN DE MODA

CURSO DE DESIGN DE MODA 1 CURSO DE MATRIZ CURRICULAR 2016.1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) Consuni nº. 49/15, 2015 de 7 de outubro de 2015. SUMÁRIO 2 1ª FASE... 4 01 DESENHO DE MODA I... 4 02 HISTÓRIA: ARTE E INDUMENTÁRIA...

Leia mais

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house ERP: Pacote Pronto versus Solução in house Introdução Com a disseminação da utilidade e dos ganhos em se informatizar e integrar os diversos departamentos de uma empresa com o uso de um ERP, algumas empresas

Leia mais

CURSO DE DESIGN DE MODA

CURSO DE DESIGN DE MODA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2011.1 BRUSQUE (SC) 2013 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 3 01 CRIATIVIDADE... 3 02 HISTÓRIA DA ARTE E DO DESIGN... 3 03 INTRODUÇÃO AO... 3 04 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 3

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN GRÁFICO 514502 INTRODUÇÃO AO DESIGN Conceituação e história do desenvolvimento do Design e sua influência nas sociedades contemporâneas no

Leia mais

Mais um ano de transição

Mais um ano de transição Mais um ano de transição Boas perspectivas de crescimento nos países emergentes, estagnação na Europa Ocidental, recuperação lenta nos Estados Unidos e avanço das montadoras alemãs e asiáticas devem caracterizar

Leia mais

Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles, M.Sc.

Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles, M.Sc. Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engenharia de Produção ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles,

Leia mais

Uma Abordagem usando PU

Uma Abordagem usando PU Uma Abordagem usando PU Curso de Especialização DEINF - UFMA Desenvolvimento Orientado a Objetos Prof. Geraldo Braz Junior Referências: Baseada em: Rational Software Corpotation G. Booch, Ivar Jacobson,

Leia mais

Desenho Auxiliado por Computador Aula 2. Professora: Priscila Medeiro

Desenho Auxiliado por Computador Aula 2. Professora: Priscila Medeiro Desenho Auxiliado por Computador Aula 2 Professora: Priscila Medeiro O que é CAD? Desenho auxiliado por computador Sistema baseado em desenho Facilita o Projeto e Desenhos Técnicos Utilizados pela geologia,

Leia mais

Apresentação...3. Vantagens...3. Instalação...4. Informações Técnicas...5. Especificações Técnicas...8

Apresentação...3. Vantagens...3. Instalação...4. Informações Técnicas...5. Especificações Técnicas...8 1 ÍNDICE Apresentação...3 Vantagens...3 Instalação...4 Informações Técnicas...5 Especificações Técnicas......8 2 APRESENTAÇÃO: O SS100 é um rastreador desenvolvido com os mais rígidos padrões de qualidade

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

6. Considerações finais

6. Considerações finais 84 6. Considerações finais Nesta dissertação, encontram-se registros de mudanças sociais que influenciaram as vidas de homens e mulheres a partir da chegada das novas tecnologias. Partiu-se da Revolução

Leia mais

Nome: Login: CA: Cidade: UF CARTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA

Nome: Login: CA: Cidade: UF CARTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 3º PERÍODO - 5º MÓDULO AVALIAÇÃO MP1 DATA 05/03/2009 ENGENHARIA DE SOFTWARE Dados de identificação do Acadêmico: Nome: Login: CA: Cidade: UF CARTÃO RESPOSTA

Leia mais

NOVO volvo V40. Cross Country. acessórios originais volvo

NOVO volvo V40. Cross Country. acessórios originais volvo NOVO volvo V40 Cross Country acessórios originais volvo V40 Cross Country acessórios originais volvo Deixe seu carro do jeito que você quer, mas com a segurança da Volvo. Chegou o novo Volvo V40 Cross

Leia mais

UniRitter tecnológica: integrando Engenharias para desenvolvimento de um robô humanoide

UniRitter tecnológica: integrando Engenharias para desenvolvimento de um robô humanoide - SEPesq UniRitter tecnológica: integrando Engenharias para desenvolvimento de um robô humanoide 1. Introdução Diego Augusto de Jesus Pacheco Giovani Geremia Segundo Vargas (2012) é perceptível que uma

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO VISUAL DOS TÁXIS EXECUTIVOS

PADRONIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO VISUAL DOS TÁXIS EXECUTIVOS GPM/M014/13/R2 PADRONIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO VISUAL DOS TÁXIS EXECUTIVOS DO MUNICÍPIO DE CAMPINAS O presente anexo estabelece os padrões de comunicação visual a serem observados nos veículos utilizados no

Leia mais

Ementário do curso de Design de Moda Grade 2004/1

Ementário do curso de Design de Moda Grade 2004/1 1 1 ACESSÓRIOS Fase: 5ª Carga Horária: 30h/a Créditos: 02 Concepção e desenvolvimento de desenho. Modelagem. Montagem. Técnicas de aprimoramento. Fichas técnicas. Processo de padronização. Mostruário.

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro NCE/PGTIAE. Tutorial SweetHome3D

Universidade Federal do Rio de Janeiro NCE/PGTIAE. Tutorial SweetHome3D Universidade Federal do Rio de Janeiro NCE/PGTIAE Tutorial SweetHome3D Trabalho apresentado ao Prof. Carlo na Disciplina de Software Livre no curso Pós Graduação em Tecnologia da Informação Aplicada a

Leia mais

acessórios originais volvo novo V40

acessórios originais volvo novo V40 acessórios originais volvo novo V40 V40 acessórios originais volvo Deixe seu carro do jeito que você quer, mas com a segurança da Volvo. O Novo Volvo V40 é um carro único e chegou para aqueles que preferem

Leia mais

PROJETO AERO DESIGN DA UFRN - NOVOS FATORES DE MOTIVAÇÃO ACADÊMICA -

PROJETO AERO DESIGN DA UFRN - NOVOS FATORES DE MOTIVAÇÃO ACADÊMICA - PROJETO AERO DESIGN DA UFRN - NOVOS FATORES DE MOTIVAÇÃO ACADÊMICA - BARBOSA, Cleiton Rubens Formiga e-mail : cleiton@ufrnet.br Base de Pesquisa Engenharia da Mobilidade Universidade Federal do Rio Grande

Leia mais

Msc. Daniele Carvalho Oliveira Doutoranda em Ciência da Computação UFU Mestre em Ciência da Computação UFU Bacharel em Ciência da Computação UFJF

Msc. Daniele Carvalho Oliveira Doutoranda em Ciência da Computação UFU Mestre em Ciência da Computação UFU Bacharel em Ciência da Computação UFJF Msc. Daniele Carvalho Oliveira Doutoranda em Ciência da Computação UFU Mestre em Ciência da Computação UFU Bacharel em Ciência da Computação UFJF 1. Identificação de um problema a ser implementado 2. Análise

Leia mais

Uno Mille: dez anos de sucesso e evoluã Ã o

Uno Mille: dez anos de sucesso e evoluã Ã o Uno Mille: dez anos de sucesso e evoluã Ã o A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulga em São Paulo os números do mercado brasileiro. Nos sete primeiros meses do ano,

Leia mais

3. Como são classificadas as diversas técnicas de prototipagem rápida?

3. Como são classificadas as diversas técnicas de prototipagem rápida? PROTOTIPAGEM RÁPIDA 1. Introdução Fabricação de protótipos em curto espaço de tempo (horas ou dias contra dias ou meses anteriormente necessários) Protótipo: - modelo em escala real de peças ou produtos

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO I. Família Pai, mãe, filhos. Criar condições para a perpetuação da espécie

ADMINISTRAÇÃO I. Família Pai, mãe, filhos. Criar condições para a perpetuação da espécie 1 INTRODUÇÃO 1.1 ORGANIZAÇÃO E PROCESSOS A administração está diretamente ligada às organizações e aos processos existentes nas mesmas. Portanto, para a melhor compreensão da Administração e sua importância

Leia mais

Tecnologia de controle para máquinas operatrizes móbil.

Tecnologia de controle para máquinas operatrizes móbil. Tecnologia de controle para máquinas operatrizes móbil. HYDAC Matriz na Alemanha Seu parceiro competente para máquinas operatrizes móbil. HYDAC Itália HYDAC Holanda HYDAC França HYDAC Coréia HYDAC China

Leia mais

LAUDO ERGONÔMICO DE TRABALHO ERGONOMIA NR-17

LAUDO ERGONÔMICO DE TRABALHO ERGONOMIA NR-17 LAUDO ERGONÔMICO DE TRABALHO ERGONOMIA NR-17 1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social: Caixa Econômica Federal Endereço: Setor SBS Quadra 4 Bloco A Lote 3 e 4 Asa Sul Brasília/ DF CEP 70.092-900 CNPJ:

Leia mais

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Especialização em Gerência de Projetos de Software Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br Qualidade de Software 2009 Instituto

Leia mais

Iluminação de Escritórios

Iluminação de Escritórios a u l a r á p i d a Fotos: Capturas de apresentação da empresa Zumptobel Staff Pela revisão da norma EM 12.464, a iluminação será mais individualizada por tipo de tarefa desenvolvida. Iluminação de Escritórios

Leia mais

UNITON MUITO MAIS QUE UMA PONTE ROLANTE

UNITON MUITO MAIS QUE UMA PONTE ROLANTE PONTES ROLANTES INDUSTRIAIS EQUIPAMENTOS PARA USINAS NUCLEARES GUINDASTES PORTUÁRIOS EMPILHADEIRAS PESADAS SERVIÇOS MUITO MAIS QUE UMA PONTE ROLANTE 2 Konecranes A PONTE CERTA PARA VOCÊ 2 5 41 9 3 6 4

Leia mais

Orientações para o Planejamento e Realização do Projeto Final

Orientações para o Planejamento e Realização do Projeto Final Orientações para o Planejamento e Realização do Projeto Final Simone Diniz Junqueira Barbosa Versão: 1.0.4 Orientações para o Planejamento e Realização do Projeto Final Sumário 1 Introdução... 3 2 Projeto

Leia mais

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação Capítulo 2 E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação 2.1 2007 by Prentice Hall OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever as principais características das empresas que são importantes

Leia mais

Apresentação por Leonardo Melo melo.leonardo@ieee.org Universidade Federal de Juiz de Fora PET Elétrica IEEE Institute Of Electrical and Electronics

Apresentação por Leonardo Melo melo.leonardo@ieee.org Universidade Federal de Juiz de Fora PET Elétrica IEEE Institute Of Electrical and Electronics Apresentação por Leonardo Melo melo.leonardo@ieee.org Universidade Federal de Juiz de Fora PET Elétrica IEEE Institute Of Electrical and Electronics Engineers Prefácio O Engenheiro 2020 Como será ou deveria

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

REQUISITOS BÁSICOS PARA TÁXI ACESSÍVEL

REQUISITOS BÁSICOS PARA TÁXI ACESSÍVEL REQUISITOS BÁSICOS PARA TÁXI ACESSÍVEL 1. OBJETIVO...3 2. APRESENTAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS...3 3. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS...4 3.1 Características Gerais...4 3.2 Carroceria...4 4. ACESSIBILIDADE...8 4.1

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO

DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO PROJETO DESAFIO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO Prof. CARLOS HENRIQUE LAGEMANN Prof. PAULO FERNANDO SALVADOR Prof. RONALDO CESAR TREMARIN Bolsista Diandra Tainá Rockenbach emc@univates.br

Leia mais

MELHORIA DA QUALIDADE DO AUTOMÓVEL BRASILEIRO

MELHORIA DA QUALIDADE DO AUTOMÓVEL BRASILEIRO MELHORIA DA QUALIDADE DO AUTOMÓVEL BRASILEIRO JOÃO RICARDO SANTOS TORRES DA MOTTA Consultor Legislativo da Área IX Política e Planejamento Econômicos, Desenvolvimento Econômico, Economia Internacional,

Leia mais

VANT-EC-SAME. Software de Suporte do VANT V-SUP Caso de Desenvolvimento Versão 1.0

VANT-EC-SAME. Software de Suporte do VANT V-SUP Caso de Desenvolvimento Versão 1.0 VANT-EC-SAME Software de Suporte do VANT V-SUP Caso de Desenvolvimento Versão 1.0 Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor 17/0/07 1.0 Versão Inicial Douglas Moura Confidencial VANT-EC-SAME, 2007

Leia mais

Modelo de dados do Data Warehouse

Modelo de dados do Data Warehouse Modelo de dados do Data Warehouse Ricardo Andreatto O modelo de dados tem um papel fundamental para o desenvolvimento interativo do data warehouse. Quando os esforços de desenvolvimentos são baseados em

Leia mais

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design.

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design. Projetar, foi a tradução mais usada no Brasil para design, quando este se refere ao processo de design. Maldonado definiu que design é uma atividade de projeto que consiste em determinar as propriedades

Leia mais

Projetos mecânicos: Melhores Práticas com o Autodesk Inventor

Projetos mecânicos: Melhores Práticas com o Autodesk Inventor Projetos mecânicos: Melhores Práticas com o Autodesk Inventor Guilherme Augusto Franco de Souza SENAI Aplicação de recursos avançados do software bem como a aplicação de melhores páticas para acelerar

Leia mais

4 Mercado setor de telecomunicações

4 Mercado setor de telecomunicações 4 Mercado setor de telecomunicações Nesta sessão é apresentada uma pequena visão geral do mercado de telecomunicações no Brasil, com dados históricos dos acontecimentos mais relevantes a este trabalho,

Leia mais

Plano de Aulas AutoCAD 2011

Plano de Aulas AutoCAD 2011 Aula 1 Iniciar os alunos no uso do AutoCAD 2011. Capítulo 1 Introdução ao AutoCAD 2011 Capítulo 2 Área de Trabalho do AutoCAD 2011 Capítulo 3 Sistemas de Coordenadas no AutoCAD 2011 Computadores que possuam

Leia mais

Processos de Design de IHC (Parte II)

Processos de Design de IHC (Parte II) Interface Homem/Máquina Aula 8 Professor Leandro Augusto Frata Fernandes laffernandes@ic.uff.br Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2011.1/tcc-00.184 Roteiro da Aula de Hoje

Leia mais

OEE à Vista. Apresentando Informações da Produção em Tempo Real. Primeira Edição 2013 Caique Cardoso. Todos os direitos reservados.

OEE à Vista. Apresentando Informações da Produção em Tempo Real. Primeira Edição 2013 Caique Cardoso. Todos os direitos reservados. Apresentando Informações da Produção em Tempo Real Primeira Edição 2013 Caique Cardoso. Todos os direitos reservados. 2/20 Tópicos 1Introdução...3 2O que é Gestão à Vista?...3 3Como é a Gestão à Vista

Leia mais

Integração do Teamcenter com o Catia V5

Integração do Teamcenter com o Catia V5 Integração com o Catia V5 Benefícios Menos tempo gasto por sua equipe técnica tentando encontrar as revisões corretas de dados do Catia Processos consistentes de trabalho seguidos em todos os formatos

Leia mais

Cisco UCS Mini: solução avançada com recursos corporativos

Cisco UCS Mini: solução avançada com recursos corporativos Resumo da solução Cisco UCS Mini: solução avançada com recursos corporativos Você deseja uma solução de computação unificada para a sua empresa de médio ou pequeno porte ou para o padrão avançado do seu

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

MARCOPOLO LANÇA NOVO ÔNIBUS VIALE BRT, O MAIS AVANÇADO PRODUZIDO NO BRASIL. Veículo utiliza conceitos inéditos de design, conforto e eficiência

MARCOPOLO LANÇA NOVO ÔNIBUS VIALE BRT, O MAIS AVANÇADO PRODUZIDO NO BRASIL. Veículo utiliza conceitos inéditos de design, conforto e eficiência MARCOPOLO LANÇA NOVO ÔNIBUS VIALE BRT, O MAIS AVANÇADO PRODUZIDO NO BRASIL Veículo utiliza conceitos inéditos de design, conforto e eficiência A Marcopolo lança o seu mais novo e moderno ônibus urbano,

Leia mais

Planejamento de Marketing

Planejamento de Marketing PARTE II - Marketing Estratégico - Nessa fase é estudado o mercado, o ambiente em que o plano de marketing irá atuar. - É preciso descrever a segmentação de mercado, selecionar o mercado alvo adequado

Leia mais

Apartir da identificação das falhas poderão ser processadas modificações racionalizantes em todo o sistema.

Apartir da identificação das falhas poderão ser processadas modificações racionalizantes em todo o sistema. Gráficos Os gráficos podem ser divididos em dois grupos: Gráficos Informacionais Gráfico é a representação de dados sobre uma superfície plana, através de diferentes formas, de modo a facilitar a visualização

Leia mais

AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão )

AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão ) GMI/021 21 a 26 de Outubro de 2001 Campinas - São Paulo - Brasil GRUPO XII GESTÃO DA MANUTENÇÃO AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão ) João Carlos Santos Schneider

Leia mais

S I S T E M A S D E P R O D U Ç Ã O

S I S T E M A S D E P R O D U Ç Ã O COM DIFERENCIAÇÃO COM DIFERENCIAÇÃO COM DIFERENCIAÇÃO COM DIFEREN SOB ENCOMENDA S I S T E M A S D E P R O D U Ç Ã O CONTÍNUA IN TER MI TEN TE IN TER Página 2 de 17 SISTEMAS FATORES AS PRINCIPAIS DIVISÕES

Leia mais

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014.

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),

Leia mais

7 A Pesquisa de Campo

7 A Pesquisa de Campo Capítulo 7... A Pesquisa de Campo 7 A Pesquisa de Campo No capítulo anterior delineou-se os passos a serem seguidos nessa pesquisa, ou seja, definiram-se os métodos e as técnicas a serem aplicados no desenvolvimento

Leia mais

Engenharia de Requisitos

Engenharia de Requisitos Engenharia de Requisitos Introdução a Engenharia de Requisitos Professor: Ricardo Argenton Ramos Aula 08 Slide 1 Objetivos Introduzir a noção de requisitos do sistema e o processo da engenharia de requisitos.

Leia mais

Roteiro de Aplicação da Economia Criativa e Inovação como critérios na FETEPS

Roteiro de Aplicação da Economia Criativa e Inovação como critérios na FETEPS Roteiro de Aplicação da Economia Criativa e Inovação como critérios na FETEPS Com objetivo de auxiliar na elaboração dos trabalhos, apresentamos critérios relacionados a Economia Criativa e Inovação, conceitos

Leia mais

18º Congresso de Iniciação Científica UM ESTUDO EXPLORATÓRIO SOBRE TÉCNICAS DE MODELAGEM DE REQUISITOS DE SOFTWARE PARA SISTEMA EMBARCADO

18º Congresso de Iniciação Científica UM ESTUDO EXPLORATÓRIO SOBRE TÉCNICAS DE MODELAGEM DE REQUISITOS DE SOFTWARE PARA SISTEMA EMBARCADO 18º Congresso de Iniciação Científica UM ESTUDO EXPLORATÓRIO SOBRE TÉCNICAS DE MODELAGEM DE REQUISITOS DE SOFTWARE PARA SISTEMA EMBARCADO Autor(es) MARINA CALÇA Orientador(es) LUIZ EDUARDO GALVÃO MARTINS

Leia mais

Engenharia de Software: Introdução. Mestrado em Ciência da Computação 2008 Profa. Itana Gimenes

Engenharia de Software: Introdução. Mestrado em Ciência da Computação 2008 Profa. Itana Gimenes Engenharia de Software: Introdução Mestrado em Ciência da Computação 2008 Profa. Itana Gimenes Programa 1. O processo de engenharia de software 2. UML 3. O Processo Unificado 1. Captura de requisitos 2.

Leia mais

ENERGIA SOLAR. Energia limpa, nosso compromisso com o meio ambiente.

ENERGIA SOLAR. Energia limpa, nosso compromisso com o meio ambiente. ENERGIA SOLAR Energia limpa, nosso compromisso com o meio ambiente. Energy Team - experiência Vem analisando o mercado brasileiro desde 2006 e em 2008 participou da primeira feira de fonte de energias

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR. (Eixo Tecnológico: Produção Cultural e Design)

MATRIZ CURRICULAR. (Eixo Tecnológico: Produção Cultural e Design) Curso: Graduação: Regime: Duração: MATRIZ CURRICULAR DESIGN DE MODA (Eixo Tecnológico: Produção Cultural e Design) TECNOLÓGICA SERIADO ANUAL - NOTURNO 3 (TRÊS) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL

Leia mais

A ITIL e o Gerenciamento de Serviços de TI

A ITIL e o Gerenciamento de Serviços de TI A ITIL e o Gerenciamento de Serviços de TI A era da informação Informação, palavra derivada do verbo latim "informare", que significa "disciplinar", "ensinar", "instruir", juntamente com o seu significado

Leia mais

Notas possíveis para esta questão: Zero ; 3 pontos; 6 pontos ou 10 pontos. Olimpíada Brasileira de Robótica 2014 2/6

Notas possíveis para esta questão: Zero ; 3 pontos; 6 pontos ou 10 pontos. Olimpíada Brasileira de Robótica 2014 2/6 GABARITO Todas as questões devem receber uma nota entre 0 (menor nota) e 10 (maior nota). Questões podem ter mais de uma resposta A prova do seu aluno deve receber uma pontuação entre 0 e 100. Não se esqueça

Leia mais

Manual de utilização do programa

Manual de utilização do programa PCIToGCode Manual de utilização do programa PCIToGCode O PCITOGCODE é um aplicativo desenvolvido para converter imagem de uma placa de circuito impresso em um arquivo de códigos G. Com o arquivo de códigos

Leia mais

MODA. HABILITAÇÃO: Bacharelado em Moda - habilitação em modelagem e desenvolvimento de produto. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos

MODA. HABILITAÇÃO: Bacharelado em Moda - habilitação em modelagem e desenvolvimento de produto. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos MODA 1. TURNO: Noturno HABILITAÇÃO: Bacharelado em Moda - habilitação em modelagem e desenvolvimento de produto GRAU ACADÊMICO: Bacharel em Moda PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos Máximo = 7 anos 2.

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS. Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS. Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos Metodologia de Ensino 1. Aula em três tempos: Pré-aula (no portal acadêmico), Aula presencial (em sala de aula)

Leia mais

REGULAMENTO DO PRÊMIO ACADÊMICO POPAI BRASIL

REGULAMENTO DO PRÊMIO ACADÊMICO POPAI BRASIL 1 REGULAMENTO DO PRÊMIO ACADÊMICO POPAI BRASIL 1 -O PRÊMIO ACADÊMICO POPAI BRASIL 2012 O PRÊMIO POPAI BRASIL é a edição nacional da única premiação criada para reconhecer os mais originais e eficazes materiais

Leia mais

REF: Layout Elevadores e Torre Metálica Elaboração de Anteprojeto de torre metálica para instalação de 02(dois) elevadores panorâmicos

REF: Layout Elevadores e Torre Metálica Elaboração de Anteprojeto de torre metálica para instalação de 02(dois) elevadores panorâmicos Porto Alegre, 18 de junho de 2012. A Assembleia Legislativa do RS Porto Alegre, RS REF: Layout Elevadores e Torre Metálica Elaboração de Anteprojeto de torre metálica para instalação de 02(dois) elevadores

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia Área de Comunicação Produção Multimídia Curta Duração Produção Multimídia Carreira em Produção Multimídia O curso superior de Produção Multimídia da FIAM FAAM forma profissionais preparados para o mercado

Leia mais

Caderno de Encargos de Ferramental

Caderno de Encargos de Ferramental Caderno de Encargos de Ferramental TEV-MM-TLL 09.2009 Página 1 de 11 Índice 1. Objetivo 3 2. Procedimento 3 3. Escopo 3 4. Condições 4 5. Custos 4 6. Protótipo da ferramenta 4 7. Construção da ferramenta

Leia mais

Desenvolvimento Experimental e Elaboração de Projeto de Pesquisa

Desenvolvimento Experimental e Elaboração de Projeto de Pesquisa Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Departamento Acadêmico de Eletrônica Metodologia de Estudos e Pesquisas Desenvolvimento Experimental e Elaboração de Projeto de Pesquisa

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO

PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO ESPÍRITO SANTO FACASTELO Faculdade De Castelo Curso de Administração Disciplina: Qualidade e Produtividade PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO 1 Profa.: Sharinna

Leia mais

Monitor de Rede Elétrica Som Maior Pro. Manual do Usuário Versão 3.9f

Monitor de Rede Elétrica Som Maior Pro. Manual do Usuário Versão 3.9f Monitor de Rede Elétrica Som Maior Pro Manual do Usuário Versão 3.9f 2 ÍNDICE PÁG. 1 APRESENTAÇÃO...03 2 DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO...04 2.1 ROTINA INICIAL DE AVALIAÇÃO DA REDE ELÉTRICA...04 2.2 TROCA DE

Leia mais

a) VISUAL MERCHANDISING

a) VISUAL MERCHANDISING a) VISUAL MERCHANDISING (1) Introdução Enquanto o marketing planeja, pesquisa avalia e movimenta o produto desde a sua fabricação até sua chegada ao ponto-de- venda, o merchandising representa o produto

Leia mais

Aplicação lateral. Aplicação traseira. Rotativa

Aplicação lateral. Aplicação traseira. Rotativa Plataforma Bipartida Electro-hidráulica Tem como objectivo facilitar a entrada de menos-válidos que se desloquem em cadeira de rodas. Passível de ser aplicada na entrada lateral ou traseira da viatura.

Leia mais