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1 Instituto Superior de Engenharia do Porto Departamento de Engenharia Informática Setembro de 2002 Ferramentas para o elearning Horácio Macedo

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3 Autor do Projecto Horácio José Almeida Macedo Aluno N.º Orientador do Projecto Engº. António Constantino Martins

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5 1. Índice

6 Página VI

7 Índice 1.1. Índice Geral 1. Índice V 1.1. Índice Geral VII 1.2. Índice de Figuras IX 2. Introdução Resumo Motivação Metodologia Usada Limitações do Estudo Esquema do Relatório 5 3. Introdução ao elearning História Objectivos Vantagens Desvantagens Tecnologias Utilizadas Actualmente e Novos Desenvolvimentos Estudo de Ferramentas para o elearning WebCT História Informação Geral Pontos Fortes Pontos Fracos Características Learning Space História Informação Geral Pontos Fortes Pontos Fracos Características LUVIT História Informação Geral Pontos Fortes Pontos Fracos Características Enquadramento Institucional Escolha de um Sistema para o DEI 91 Página VII

8 7. Utilização Versus Implementação Conclusões Glossário Referências Internet Livros Artigos 123 Página VIII

9 Índice 1.2. Índice de Figuras Fig. 1 Pesquisa de palavras (WebCT) 20 Fig. 2 Pesquisa de imagens (WebCT) 20 Fig. 3 Impressão de material do curso (WebCT) 21 Fig. 4 Suporte em CD-ROM (WebCT) 22 Fig. 5 Interface com o utilizador (WebCT) 22 Fig. 6 Realização de anotações (WebCT) 23 Fig. 7 Calendário (WebCT) 24 Fig. 8 Apresentação do aluno (WebCT) 25 Fig. 9 (WebCT) 25 Fig. 10 Fórum de discussão (WebCT) 26 Fig. 11 Sala de Chat (WebCT) 27 Fig. 12 Wihteboard (WebCT) 28 Fig. 13 Controlo do progresso (WebCT) 28 Fig. 14 Criação de índice (WebCT) 30 Fig. 15 Glossário (WebCT) 30 Fig. 16 Gestor da estrutura do curso (WebCT) 32 Fig. 17 Gestor de ficheiros (WebCT) 33 Fig. 18 Editor de questionários (WebCT) 34 Fig. 19 Geração de grupos (WebCT) 36 Fig. 20 Definições linguísticas (WebCT) 40 Fig. 21 Interface com o Utilizador (Learning Space) 44 Fig. 22 Chat (Learning Space) 46 Fig. 23 Controlo do progresso (Learning Space) 47 Fig. 24 Gestor de versões (Learning Space) 49 Fig. 25 Editor da estrutura do curso (Learning Space) 50 Fig. 26 Gestor do curriculum (Learning Space) 51 Fig. 27 Editor de questionários (Learning Space) 52 Fig. 28 Geração de relatórios (Learning Space) 55 Fig. 29 Gestor de notas (Learning Space) 56 Fig. 30 Compatibilidade de tecnologias (Learning Space) 59 Fig. 31 Mecanismo de pesquisa (LUVIT) 62 Fig. 32 Download de documentos (LUVIT) 63 Fig. 33 Interface dos cursos (LUVIT) 64 Fig. 34 Calendário (LUVIT) 65 Fig. 35 Personalização dos cursos (LUVIT) 65 Fig. 36 Login (LUVIT) 66 Fig. 37 Página pessoal (LUVIT) 66 Fig. 38 (LUVIT) 67 Fig. 39 Fórum de discussão (LUVIT) 68 Fig. 40 Chat (LUVIT) 68 Fig. 41 Controlo do progresso 1 (LUVIT) 69 Fig. 42 Controlo do progresso 2 (LUVIT) 69 Fig. 43 Editor de HTML (LUVIT) 70 Página IX

10 Fig. 44 Índice do curso (LUVIT) 71 Fig. 45 Gestor de versões (LUVIT) 72 Fig. 46 Gestão da estrutura do cursos (LUVIT) 73 Fig. 47 Base de dados de documentos (LUVIT) 73 Fig. 48 Editor de questionários (LUVIT) 74 Fig. 49 Questões com imagens (LUVIT) 75 Fig. 50 Questões de mapas de imagem (LUVIT) 75 Fig. 51 Questões de correspondência de listas (LUVIT) 76 Fig. 52 Questões de preenchimento de espaços em branco (LUVIT) 76 Fig. 53 Estatísticas (LUVIT) 79 Fig. 54 Gestor de notas (LUVIT) 80 Fig. 55 Gestor dos ficheiros dos alunos (LUVIT) 81 Fig. 56 Definição de permissões (LUVIT) 82 Fig. 57 Grupos de utilizadores (LUVIT) 82 Página X

11 2. Introdução

12 Página 2

13 Introdução 2.1. Resumo Este trabalho foi realizado no âmbito da cadeira de Projecto, do 5º ano do curso de Engenharia Informática Computadores e Sistemas, do Instituto Superior de Engenharia do Porto, no segundo semestre do ano lectivo de 2001/2002. Pretendo com este trabalho fazer uma breve introdução ao elearning e as ferramentas existentes. Irei fazer uma breve apresentação do elearning onde falarei da sua história, objectivos, vantagens e desvantagens. Irei, também, apresentar três ferramentas (estas ferramentas pertencem ao grupo das LMS, mais à frente irá ser descrito o que é um LMS) de elearning as quais serão por mim estudadas e analisadas, para seguidamente poder realizar um estudo comparativo delas onde pretendo escolher uma delas para servir o Departamento de Engenharia Informática do Instituto Superior de Engenharia do Porto tendo por base os dados recolhidos e os recursos existentes. Pretendo também fazer uma pequena introspecção acerca da viabilidade da construção de um sistema de elearning por parte de uma instituição em detrimento do uso de um sistema já existente Motivação O que me levou à escolha e realização deste trabalho foi o facto de eu já estar inserido no gabinete de elearning do ISEP (LabeL), e achar que esta é uma área muito interessante e com grandes perspectivas de futuro. Para a própria instituição (ISEP) esta é uma área de grande interesse pois pode-se obter grandes benefícios com a utilização do elearning, podendo obter-se uma ajuda para o ensino tradicional presencial obtendo assim um ensino misto, ou proceder à realização de novos cursos, ou reestruturação dos existentes, de modo a que seja possível a sua realização em regime exclusivo de elearning. Página 3

14 2.3. Metodologia Usada Para a realização deste trabalho foi necessário a realização de pesquisas na Internet para obtenção de material acerca das ferramentas e outros assuntos nele abordados. Também importante foi o apoio e material fornecido pelo meu orientador e a experiência profissional que eu possuo nesta área. Posso dividir a evolução do trabalho em três fases distintas: - Recolha Nesta fase procedi à recolha de informação acerca do elearning e das ferramentas que irão ser analisadas, utilizando para isso o melhor meio que existe, ou seja a Internet. Para esta recolha contei com a preciosa ajuda do meu orientador que me forneceu muitos endereços de sites com muita informação e apoio sempre que necessário. As páginas da Internet e os livros que foram consultados para esta recolha de informação podem ser consultados mais à frente neste relatório no capítulo 9 (Referências). - Análise Nesta fase procedi à realização de uma análise ao material recolhido com o intuito de realizar uma filtragem do que era relevante ao não. Pode-se inserir nesta fase a realização do estudo das ferramentas, onde vi o funcionamento de duas delas (WebCT e LUVIT, sendo que com o WebCT eu tenha mais experiência, pois é esta a ferramenta que utiliza-se no LabeL) e através de material recolhido consegui efectuar o estudo da outra (Learning Space). - Elaboração Após a recolha de material e a sua análise procedi a uma organização de modo a que possa ser possível a realização deste relatório Limitações do Estudo Factores como o tempo disponível, o elevado número de ferramentas existentes e a rápida evolução que as ferramentas têm condicionaram a realização deste projecto. Um outro factor determinante é a subjectividade a que se está sujeito quando se trata de avaliar ferramentas informáticas, pois o que para uma pessoa pode ser amigável para outra pode não o ser. Um caso real disto é o caso dos critérios que se deve ter em conta para a escolha de uma ferramenta, pois estes variam de pessoa para pessoa, por isso neste estudo para a realização da escolha de um sistema eu escolhi os critérios que foram mais unânimes entre as pessoas com quem falei e também dos documentos a que tive acesso. Página 4

15 Introdução 2.4. Esquema do Relatório O relatório encontra-se dividido em 6 partes distintas. - Introdução, uma pequena parte introdutória ao próprio relatório em si; - Introdução ao elearning, neste capítulo dá-se a conhecer um pouco do que é o elearning; - Ferramentas para o elearning, este é o capítulo mais extenso, pois é aqui que são apresentados os estudos de algumas ferramentas existentes para o elearning; - Enquadramento institucional, neste capítulo vou falar um pouco de como está o elearning no ISEP; - Escolha de uma ferramenta para o DEI, dentro das ferramentas apresentadas e tendo em conta alguns parâmetros apresentados é escolhida uma ferramenta para o DEI; - Utilização Versus Implementação, neste capítulo tenta-se fazer uma análise sobre a viabilidade de implementação de uma ferramenta de raiz por parte de uma instituição face à utilização de uma já existente. Página 5

16 Página 6

17 3. Introdução ao elearning

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19 Introdução ao elearning elearning representa o casamento entre a Internet e o ensino [I22], ou seja, na sua definição mais simples, significa uma oferta de ensino, formação e aprendizagem pela Internet. Esta nova filosofia de encarar o ensino está hoje em dia na ribalta mas ao mesmo tempo está a interferir nos processos do ensino presencial tradicional. Neste processo de Ensino On-line são quatro os elementos fundamentais: - O Aluno Um bom aluno num sistema presencial não implica que seja um bom aluno num sistema on-line. Ele deve ser maduro, estar aberto a novas experiências, aceitar o pensamento crítico, querer e saber trabalhar colaborativamente, ser auto-motivado e finalmente dispor do tempo necessário para se manter ao corrente dos assuntos abordados. - O Professor É da responsabilidade do professor o desenho do programa apropriado ao ensino online e o apoio tutorial. Deve deixar de ser o sábio do palco para passar a ser um tutor ou guia do aluno para ajudá-lo a descobrir e a sintetizar o material de estudo. Os professores têm experiência de vida além das credenciais académicas, devem sentirse à vontade na comunicação escrita, devem introduzir o pensamento crítico na aprendizagem e são eles os responsáveis pela criação do bom ambiente na sala de aula virtual. - O Programa O programa (ou curriculum) deve ser desenhado especificamente para a natureza dos cursos on-line. Muitas vezes a passagem dos programas dos cursos presenciais não é linear para os cursos on-line é necessário a realização de algumas adaptações. Estes novos programas devem passar por um processo similar de aprovação dos seus equivalentes presenciais, deve ser projectado para promover o diálogo entre os participantes. - A Tecnologia A tecnologia deve ser de fácil utilização (intuitiva), acessível e barata, deve ser uma ferramenta e não o foco da aprendizagem. Este é um aspecto muito importante na realização de um curso on-line pois a utilização de uma ferramenta desapropriada pode complicar o processo de aprendizagem em vez de o facilitar. Este é o elemento sobre o qual se vai centrar este trabalho, onde vão ser apresentados alguns sistemas de que permitem a gestão da aprendizagem. Página 9

20 3.1. História Pode-se dizer que os primeiros antepassados do elearning foram os cursos por correspondência que começaram a ser utilizados em meados do século XIX em Inglaterra tendo conseguido obter o reconhecimento académico nos Estado Unidos, mas nestes cursos a ligação entre os alunos e as instituições era muito ténue. Seguidamente e aproveitando sempre as últimas tecnologias a serem lançadas (rádio, televisão, computador, etc.) foi-se evoluindo até aos nossos dias em que os cursos são ministrados utilizando a Internet. A evolução do elearning pode ser traduzida nas seguintes gerações: - Primeira geração do EAD Ensino por correspondência [L2] Durante a segunda metade do século XIX, com a evolução dos serviços postais, começaram a surgir os primeiros cursos à distância nos Estados Unidos e na Europa. Esta geração caracterizou-se, essencialmente, pela troca de documentos em papel, tais como manuais, guias de estudo, livros e outros materiais impressos, entre o aluno e o professor, enviado através do correio habitual. - Segunda geração do EAD Tele-educação [L2] A segunda geração surgiu nos anos 60 no século XX, e foi caracterizada pela difusão (broadcast) através do rádio, televisão, cassetes de áudio ou de vídeo. Nestes sistemas a comunicação era unidirecional, a não ser quando havia utilização do telefone ou troca de informações escritas. - Terceira geração do EAD Serviços telemáticos [L2] Esta geração caracteriza-se pela utilização da comunicação bidireccional entre o professor e o aluno, e aproveitando as capacidades do som, da imagem, dos movimentos para a transmissão do conhecimento. Nesta geração há mais ferramentas que permite uma maior flexibilidade e interacção entre os intervenientes. O surgimento da comunicação assíncrona, tais como o correio electrónico e os grupos de discussão (tipo fórum), permite não só a comunicação entre o aluno/professor como também a comunicação aluno/aluno, com possibilidades assim de um aluno não só ver as suas dúvidas como as dos colegas. - Quarta geração do EAD Comunidades virtuais e elearning [L2] Com a evolução das tecnologias, os meios de comunicações descritos nas gerações anteriores, tornaram mais interactivas. A evolução da telemática e principalmente da Internet veio alterar alguns conceitos de difusão e da gestão da informação que suportam as três gerações anteriores e também muitos dos conceitos clássicos, baseado na interacção presencial aluno/professor. Página 10

21 Introdução ao elearning Cronologia: Data (Aproximada) Conceitos 1840 Estenografia 1880 Cursos Universitários 1920 Telefone, Radio 1934 Televisão 1965 Satélite 1969 Open University 1970 Computador 1980 Redes 1995 Universidades Virtuais 3.2. Objectivos O elearning, como uma das suas definições indica, é a oferta do ensino pela Internet, logo aqui está o principal objectivo do elearning. Mas associados a esta entrega do ensino estão conceitos como a flexibilidade, disponibilidade, localização, etc. que estão ligados ao elearning e lhe dão a razão de ser Vantagens Este novo paradigma apresenta varias vantagens sendo as mais importantes as seguintes - Qualquer lugar Este tipo de ensino permite que os alunos participem na sala de aula de qualquer parte do mundo desde que disponham de um computador com ligação a Internet. Esta vantagem é bastante apreciada pelos deficientes motores pois a sala de aula é-lhes levada a casa em vez de se terem de deslocar fisicamente a sala. - Qualquer altura A sala de aula esta aberta 24 horas por dia e 7 dias por semana e com a utilização da comunicação assíncrona permite que os alunos possam escolher as melhores alturas para aceder á aula e mesmo assim participar por inteiro nas discussões da aula. - Sinergia Este tipo de ensino promove um elevado nível de interacção dinâmica entre o professor e os alunos e entre os próprios alunos. A sinergia que é gerada na sala de aula é centrada no aluno e esta é uma das características vitais que o elearning possui. Página 11

22 - Diálogo estruturado Como a estrutura de discussão assenta essencialmente numa comunicação assíncrona, o aluno tem tempo de reflectir cuidadosamente em cada comentário dos outros alunos antes de responder ou passar ao próximo comentário, permite também uma melhor estruturação das respostas que na discussão tradicional, mas o tipo de comunicação tradicional também é útil e por isso são realizadas sessões de comunicação síncrona (utilização de ferramentas de chat por exemplo). - Centragem no aluno Como são os alunos que dão a maioria das contribuições para a discussões assim eles assumem o controlo da sua própria aprendizagem e conduzem as discussões da classe para as suas próprias necessidades. - Anonimidade Neste tipo de ensino é mantida uma certa anonimidade e factores discriminantes como idade, sexo, raça e outros estão ausentes. Em vez disso o foco da atenção está claramente no conteúdo da discussão e na capacidade individual de contribuir com respostas inteligentes para o material do curso. - Acesso a recursos É com extrema facilidade que se consegue incluir na classe on-line convidados distintos ou alunos de outras instituições. Também, devido à arquitectura destes cursos assentar na Internet, permite que os alunos tenham acesso a recursos e informação em qualquer parte do mundo Desvantagens As desvantagens mais significativas são as seguintes: - A equidade no acesso a tecnologia A falta de acesso, por razões económicas ou de logística, excluem estudantes que de outra maneira seriam elegíveis para o curso. Se os aluno não têm recursos económicos para a tecnologia que a instituição emprega, estes perdem-se. Como a acessibilidade à Internet não é universal, logo uns têm mais facilidades de acesso que outros, então a participação no programa on-line não será equivalente para todos os alunos no curso. - Literacia tecnológica Os alunos e professores devem possuir o mínimo de conhecimentos sobre computadores, para que possam trabalhar com sucesso no ambiente on-line. Devem estar familiarizados com grupos de notícias, fóruns de discussão e correio electrónico. Página 12

23 Introdução ao elearning - Limitações da tecnologia Toda a tecnologia é falível de ter erros e mesmo a tecnologia mais sofisticada não é 100% de confiança. Logo neste tipo de ensino em que se depende muito da tecnologia (servidores, PC s, ligações à Internet, etc), uma diminuição da confiança na tecnologia pode limitar a aprendizagem. - Tipos de alunos Nem todos os alunos se inserem bem no ambiente on-line, pois este ambiente é mais direccionado para os estudantes maduros e auto-disciplinados e não para alunos mais dependentes. - Falta de qualidades essenciais do professor Se os professores não estiverem bem treinados nos métodos on-line, o sucesso do programa fica comprometido. O professor virtual deve ser capaz de compensar a falta de presença física criando um ambiente de suporte na sala de aula virtual onde todos os alunos se sintam confortáveis. - Níveis de sinergia Uma das grandes potencialidades do ensino on-line é a sinergia criada, mas em grupos muito grandes o nível de sinergia começa a deslocar-se da aprendizagem até que se transforma eventualmente num estudo independente. - O curriculum Muitas vezes, devido aos curtos prazos para o desenvolvimento, a importância do curriculum e a necessidade para que o seu desenvolvimento seja feito por profissionais qualificados são negligenciadas. O curriculum on-line deve reflectir o uso do diálogo entre estudantes, e a interacção e a participação do grupo Tecnologias Utilizadas Actualmente e Novos Desenvolvimentos Hoje em dia já começam a aparecer novas tecnologias associadas ao elearning, sendo a que mais se tem falado ultimamente a LCMS (Learning Content Management Systems). A LCMS pode ser descrita pela equação : LCMS = LMS + CMS [RLOs] [I32] O que é um LMS (Learning Management System)? [I32] O objectivo de um LMS é simplificar a administração dos programas de ensino dentro de uma organização. Para os alunos ajuda-os a planear e quantificar o seu progresso de aprendizagem, a comunicar e a colaborar com os seus companheiros. Para os administradores ajuda-os a entregar a informação, analisar e seguir o processo de aprendizagem dos alunos dentro da organização. As três ferramentas estudadas neste trabalho pertencem a este grupo. Página 13

24 O que é um CMS (Content Management System)? [I32] Isto é um termo que é frequentemente utilizado na industria de publicação on-line. O seu objectivo é simplificar a criação e administração dos conteúdos on-line (artigos, relatórios, imagens, vídeos, etc.) usados nos cursos. O que são RLOs (Reusable Learning Objects)? [I32] Existem muitas definições para RLOs, algumas chegam a igualar um RLO a um simples vídeo ou gráfico, outras igualam a uma pequena instrução que tem um determinado objectivo. Como os RLOs são o mais pequeno grupo de instruções, eles podem ser juntos e misturados para criar grandes grupos de instruções personalizadas (cursos, lições, etc.). Finalmente, o que é um LCMS (Learning Content Management System)? [I32] Um LCMS consiste num ambiente multi-utilizador onde os autores podem criar, armazenar, gerir e entregar os conteúdos digitais para o ensino num repositório central de objectos. Um LCMS é um sistema (quase sempre baseado na Internet) que é utilizado para criar, aprovar, publicar e gerir os conteúdos de aprendizagem. Um LCMS combina as dimensões administrativas e de gestão dos sistemas tradicionais de LMS, com as dimensões da criação de conteúdos e administração dos mesmos dos CMS. Página 14

25 4. Estudo de Ferramentas para o elearning

26 Página 16

27 Estudo de Ferramentas para o elearning Agora vamos apresentar algumas ferramentas de elearning. Estas ferramentas têm como objectivo a criação, gestão e manutenção de cursos on-line e designam-se genericamente por courseware. Estas ferramentas, de uma forma geral, estão baseadas no ambiente WWW, ou seja existe uma máquina servidora que é acedida remotamente através de Browsers WWW (Internet Explorer, Netscape, por exemplo) por todos os intervenientes nos cursos (alunos, autores, professores e administradores). A função destas aplicações é fundamentalmente fornecerem documentação multimédia, produzir material de apoio à aprendizagem, integrar recursos WWW nos cursos, realização de estatísticas que permitam analisar a efectividade do curso, encorajar a interacção entre os alunos, realização da avaliação dos alunos através de questionários e outros trabalhos, gerir as notas dos alunos, etc. Actualmente existem no mercado diversas ferramentas de elearning, mas quase todas estão ainda em fase de desenvolvimento. Devido à quantidade existente de sistemas de elearning é impossível falarmos de todos por isso tive de limitar a minha escolha a três sistemas sendo eles o WebCT, LUVIT e o Learning Space. A escolha destas ferramentas deve-se ao facto de todas elas apresentarem características diferentes embora pertençam todas ao grupo das LMS (Learning Management System). O Learning Space apresenta um conceito de sala de aula virtual, que não é apresentado em nenhuma das outras duas ferramentas, o WebCT é construído sobre uma plataforma UNIX/Linux embora possa trabalhar sobre Windows e o LUVIT está assente exclusivamente sobre uma plataforma Windows. Página 17

28 4.1. WebCT História O WebCT foi desenvolvido no departamento de ciências dos computadores na University of British Columbia. Esta ferramenta é essencialmente o desenvolvimento de uma experiência de ensino ajudado por computador realizado por uma equipa chefiada por Murray W. Goldberg. O projecto inicialmente tinha o nome de código CALOS, e esteve relacionado com a experiência do ensino ajudado por computador da disciplina de Sistemas Operativos do curso de ciências dos computadores. O método de entrega da ferramenta era a Internet (WWW). O material do curso consistia em exercícios interactivos, simulações interactivas e demonstrações, notas online, mecanismos de comunicação aluno instrutor, mecanismos de comunicação aluno aluno, mecanismos de controle do progresso dos alunos, ajudas de navegação, avaliações dos alunos, glossário, e uma bibliografia. Este material era constituído por texto, imagens, animações e voz. A ideia de alargar o alcance do projecto surgiu a partir de uma preocupação com a urgência na adopção de tecnologias da Internet por departamentos não técnicos. Devido ao desconhecimento da grande maioria das pessoas de linguagens de programação como as CGI s (e sem este conhecimento eles estavam limitados a realização de páginas sem qualquer interacção ou, simplesmente teriam de contratar uma pessoas especializada para realizar esse trabalho), houve então a necessidade de criar ferramentas para ajudar as pessoas a desenvolver os seus cursos on-line sem que fosse necessário ter esses conhecimentos. Assim os responsáveis pelo projecto criaram um ambiente simples de usar em que os autores dos cursos não necessitam de ter conhecimentos técnicos onde foram incorporadas as ferramentas para a criação dos cursos. Tudo o que se pede aos utilizadores é que saibam utilizar um browser de Internet. Após vários testes para avaliar a aceitação dos alunos e eficiência académica chegou-se a um sofisticado ambiente educacional baseado na Internet. Isto representa o salto do projecto CALOS para a ferramenta WebCT. O WebCT foi apresentado pela primeira vez em Maio de 1996 na Quinta Conferência Internacional da Internet em Paris (França). A meio do ano de 1997 os responsáveis comunicaram que o WebCT tinha sido actualizado e que em grosso modo 500 instalações do WebCT tinham ocorrido para testes e uso em várias instituições por todo o mundo. O servidor UBC WebCT tinha hospedados aproximadamente 140 cursos. Os responsáveis pelo WebCT comunicaram que nos primeiros 16 meses de comercialização (até 1 de Fevereiro de 1999) tinham vendido mais de 1200 licenças a instituições em mais de 33 países em todo o mundo e que cerca de um quarto dessas licenças tinham sido vendidas nos últimos dois meses. Actualmente existem mais de 2200 instituições dispersas por mais de 80 países que estão licenciadas para o uso do WebCT. Página 18

29 Estudo de Ferramentas para o elearning Informação Geral A versão Standard Edition do WebCT não está disponível, só a Campus Edition é que actualmente se encontra disponível e que apresenta as seguintes características: - Autenticação externa dos utilizadores utilizando os standards de autenticação da empresa; - Integração com vários sistemas de manutenção de alunos; - API para interoperabilidade com outros sistemas de Campus; - Uma página de Login personalizada; - Logout automático; - Suporte para IMS Content e Assessment: suporte para IMS Content Packaging 1.1, IMS Learning Resource Meta-data 1.1 and Question & Test Interoperability 1.1 standards; - Calendário centralizado para os alunos que permite visualizar num só calendário toda a informação relativa aos seus cursos do WebCT; - As entradas do calendário do WebCT podem ser descarregadas para um Palm-Top; - Suporte para utilizadores com incapacidades Pontos Fortes - Gestão poderosa dos recursos existentes (páginas HTML, imagens, ficheiros de áudio,...); - Impressionante colecção de proveitosas ferramentas pré- programadas; - Características importantes de comunicação; - Ferramentas flexíveis e poderosas para a gestão dos ficheiros e classificação dos alunos Pontos Fracos - Tempos de resposta relativamente lentos no ambiente de autorização; - Interface com o autor complexa, por vezes confusa (devido a complexas funcionalidades e parâmetros detalhados). Página 19

30 Características Agora iremos descrever as características principais que são suportadas ou não pelo WebCT, tendo em conta diversas perspectivas. [F3] [I4] [I5] [I6] [I7] [I15] [I17] Ambiente dos alunos: Acesso aos materiais do curso - Pesquisa de palavras (funcionalidade muito importante) mecanismo de pesquisa que permite encontrar palavras chave no material do curso e nas anotações privadas dos alunos o Totalmente suportada. Diferentes componentes podem ser procurados selectivamente. Fig. 1 Pesquisa de palavras (WebCT) - Arquivo de imagens pesquisável permitir a pesquisa de imagens por palavras chave o Podem ser incluídas múltiplas bases de dados de imagens, mas as imagens têm que ser enviadas individualmente, o que é incómodo para a inserção de várias imagens. Fig. 2 Pesquisa de imagens (WebCT) Página 20

31 Estudo de Ferramentas para o elearning - Download do curso / trabalho off-line (funcionalidade importante) download do curso ou partes dele podem ser descarregadas para um cliente local para permitir que o aluno possa trabalhar off-line. Caso o aluno se ligue novamente todas as alterações devem ser automaticamente sincronizadas e replicadas. Assim permite que o aluno esteja o mínimo de tempo ligado á Internet e permite um acesso mais rápido assim que o curso esteja descarregado. o Esta funcionalidade não é suportada. - Possibilidade de impressão (funcionalidade importante) O curso inteiro ou partes dele podem ser descarregados numa versão simples para impressão. Isto pode ser importante para os alunos que preferem ler no papel em vez de ler no monitor do computador. É também útil para o aluno que queira guardar uma cópia em papel do curso depois de o ter acabado, nesse caso as anotações pessoais devem também ser impressas. o Esta funcionalidade é suportada. O aluno pode escolher os capítulos ou secções que pretende, os quais serão compilados numa única página HTML; o As anotações dos alunos não são impressas, podendo apenas ser impressas separadamente. Fig. 3 Impressão de material do curso (WebCT) - Suporte em CD-ROM (funcionalidade importante) O curso inteiro ou partes dele podem ser distribuídas num CD-ROM. Isto é importante se algumas partes do curso estiverem protegidas pelos direitos de autor e não possam ser distribuídas via Internet e no caso de algumas partes do curso conterem quantidades muito grandes de informação que impossibilitem a sua distribuição via uma linha telefónica. o Esta funcionalidade essencialmente disponibiliza o acesso a grandes quantidades de informação (imagens, áudio, vídeo) que demorariam muito Página 21

32 tempo a descarregar numa linha com pouca largura de banda (56K modem). Contudo, o aluno tem que estar on-line. Fig. 4 Suporte em CD-ROM (WebCT) - Interface com o utilizador intuitiva (funcionalidade muito importante) o interface com o utilizador tem que ser intuitiva e de fácil utilização. o Os cursos têm um interface consistente. Fig. 5 Interface com o utilizador (WebCT) Página 22

33 Estudo de Ferramentas para o elearning Espaço privado e personalização - Permite aos alunos a realização de anotações do material do curso (funcionalidade muito importante) - os alunos podem fazer anotações de partes do curso, que estarão apenas visíveis para ele. o Cada página pode ser anotada com texto puro ou com HTML, mas o uso de HTML pode por em causa a funcionalidade da página, por essa razão a opção do uso de HTML é por conta e risco do aluno; o As anotações não são mostradas directamente com a página que está a ser visualizada, é necessário a realização de um click para visualizar as anotações. Fig. 6 Realização de anotações (WebCT) - Permite a realização de bookmarks (funcionalidade muito importante) - os alunos podem realizar bookmarks do material do curso. Browsers boookmarks podem ser trocados entre os alunos. o Esta ferramenta está disponível. Havendo também disponível para os alunos uma secção privada de boookmarks no mywebct. - Escolha individual da sequência de aprendizagem (funcionalidade importante) os alunos podem personalizar a sua sequência de aprendizagem dependendo das suas preferências. o Os alunos podem saltar para qualquer documento existente na tabela de conteúdos. - Retomar a última sessão de aprendizagem (funcionalidade muito importante) o aluno pode interromper a secção de aprendizagem em qualquer altura. Ele pode retomar a secção na mesma localização que estava quando a interrupção ocorreu. o Quando um aluno volta ao curso, WebCT pode colocá-lo de volta a última posição e no mesmo contexto que ele estava na última sessão. Página 23

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