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1 Escola de Arquitetura/UFMG Rua Paraíba, 697- Funcionários Belo Horizonte/MG Fone: (31) Fax: (31) COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN Conteúdo Programático Disciplinas Obrigatórias 1º PERÍODO ACR-041 Análise Crítica da Arte ACR-042 Estética TAU050 Metodologia do Design I TAU053 Introdução ao Design TAU054 Introdução à Oficina

2 Escola de Arquitetura/UFMG Rua Paraíba, 697- Funcionários Belo Horizonte/MG Fone: (31) Fax: (31) COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN DISCIPLINA ACR 041 Análise Crítica da Arte Departamento(s) responsável(eis): Análise Crítica e Histórica da Arquitetura e do Urbanismo Eixo estruturante: Área de Humanas Classificação: [ X ] Obrigatória [ ] Optativa Carga horária: 60 horas Créditos: 4 Pré-Requisitos: [ X ] Não [ ] Sim Período (caso seja obrigatória): 1 o período Ementa: Apresentação e análise crítica dos conceitos fundamentais para a compreensão da evolução da linguagem artística com ênfase na produção européia e seus desdobramentos nas Américas. Serão abordados os ideais artísticos e estéticos desde a antiguidade clássica até a contemporaneidade, ressaltando as alterações nas formas de criação e produção plástica, o papel do artista, seu compromisso teórico, sua formação e a recepção pública da arte. Bibliografia básica: ARGAN, CC. História da arte como história da cidade. São Paulo: Martins Fontes, CROUZET, M. (sob a dfreção de). História Geral das Civilizações, O Oriente e a Grécia Antiga, Vo] 1 e 2, São Paulo e Rio de Janeiro: Ed. Bertrand Brasil, GOMBRICH, E.H. A História da Arte. Rio de Janeiro: LTC, JANSON, A. F. & JANSON, H.W. Iniciação à História da Arte. São Pauro: Marlins Fontes, JANSON, H.W. História Geral da Arte. São Paulo Martins Fontes, HALL, H.R. História Antiga do Oriente Próximo. Rio de Janeiro, NUNES, B. Introdução à filosofia da Arte. São Paulo: Ática, Bibliografia complementar: BOLTSHAUSER, J. História da Arquitetura, VaI 1 e 3. GAGNEBIN, J. Sete Aulas sobre Linguagem, Memória e História. Rio de Janeiro: mago, PANOFSKY, E. Arquitetura Gótica e Escolástica. São Paulo: Martins Fontes. STIERLIN, H. Enciclopedia af World Architecture. Evergreen, 1977; ZEVI, B. Saber ver a arquitetura. São Paulo: Martins Fontes,

3 Objetivo: - Sensibilizar para o universo da arte e do design através da análise de repertório visual e conceitual composto por objetos, espaços, processos e suas implicações filosóficas e sociais estimulando o estudante a compreender o seu lugar na história; - Desenvolver instrumentos básicos para a reflexão, a crítica e a criação em design; - Apresentar a arte como um campo móvel de produção de questionamentos e diálogos com o mundo, empregando a crítica de arte como uma via de compreensão do mundo através das obras. Conteúdo: 1. Conceitos da historiografia da arte Introdução à história como disciplina crítica e criativa, evidenciando as possibilidades de se lidar com o fenômeno histórico. Estudo de autores que tratam a história na sua dimensão subjetiva e cotidiana (microhistória x história oficial). O papel da arte na formação dos sujeitos; reconhecimento da esfera afetiva de objetos e espaços. 2. Natureza, natureza-morta e paisagem Análise histórica desses temas e gêneros clássicos de representação. O naturalismo na antiguidade clássica. O esquematismo na Idade Média. As relações entre os conceitos, os hábitos e a imaginação por trás da natureza-morta. A paisagem no Renascimento. O olhar colonizador. Os gabinetes de curiosidades. História transdisciplinar da paisagem. Discussão das abordagens da natureza na arte contemporânea. 3. Habilidade, técnica e tecnologia A Revolução Industrial e suas implicações na vida cotidiana, no conceito de corpo, na arte e no design. Estudo do surgimento de uma estética da máquina e das próteses e invenções científicas que mudaram radicalmente a nossa percepção do mundo. As Vanguardas Históricas. Análise histórica do paradigma da habilidade artística, a ruptura da arte conceitual e as relações atuais entre os artistas e a tecnologia. 4. Retratos e outras intimidades Discussão, a partir desse gênero clássico de representação, das relações entre público e privado na arte. O surgimento da fotografia e a popularização da própria imagem. O cotidiano na arte. Arte e documentário. O desafio do olhar onipresente dos satélites. 5. Arte e cidade, arte e política Pensamentos e práticas artísticas na segunda metade do século XX: arte e espaço minimalismo, instalação, land art, arte ambiental, arte pública. Discussão de táticas e estratégias de comunicação e difusão da arte no espaço urbano. 6. Estética relacional e Do it! Discussão de duas propostas críticas para a arte contemporânea, a partir de autores contemporâneos. Crítica e curadoria, história da arte e geografia da arte. 3

4 Escola de Arquitetura/UFMG Rua Paraíba, 697- Funcionários Belo Horizonte/MG Fone: (31) Fax: (31) COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN DISCIPLINA ACR 042 Estética Departamento(s) responsável(eis): Análise Crítica e Histórica da Arquitetura e do Urbanismo Eixo estruturante: Área de Humanas Classificação: [ X ] Obrigatória [ ] Optativa Carga horária: 45 horas Créditos: 3 Pré-Requisitos: [ X ] Não [ ] Sim Período (caso seja obrigatória): 1 o período Ementa: Introdução às noções gerais sobre a filosofia estética desde a antiguidade clássica. Destaca as principais contribuições teóricas e suas articulações com a criação artística, a arquitetura, o design e a cidade. Conceitos contemporâneos da filosofia estética, enfatizando as suas repercussões e condicionamentos teóricos na experiência artística e suas inovadoras linguagens. Bibliografia básica: ADORNO, T.W. Teoria Estética. Lisboa: edições OSBORNE, Harold, Estética e Teoria da Arte. Editora Cultrix, p. FLUSSER, Vilém. O mundo codificado. Editora Cosac Naify, 2007, 224p. BAYER, R. História da Estética. São Paulo: Cultrix, BENJAMIN,W. A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica. São Paulo: Brasiliense, HEGEL,G.F.W. Estética: a idéia e o ideal. São Paulo: Abril Cultural, 1974(Os pensadores XXX, ) HEIDEGGER,M. A origem da obra de arte. Lisboa: edições 70, Bibliografia complementar: ARNHEIM, R. Arte e Percepção Visual. São Paulo: Pioneira, BENSE, M. Pequena Estética. São Paulo: Perspectiva, BRONOWSKI, J. Arte e Conhecimento. Lisboa: edições 70, CALABRESE, O. A Linguagem da Arte. Rio de Janeiro: Globo,1986. CHIPP, H.B. Teorias da Arte Moderna. São Paulo: Martins Fontes,

5 Objetivo: - Discutir algumas das principais contribuições da filosofia estética e do pensamento ocidental acerca do belo e das artes desde a antiguidade até os dias atuais; - Identificar e estudar pensadores, textos e produções mais importantes, relacionando-os na história; - Ler com os alunos criticamente esses textos e produções, orientando-os à crítica e à produção de conhecimento a partir deles; - Estudar importantes trechos de tratados artísticos na história; - Preparar o aluno para a discussão estética relacionada às artes e ao design, na história e na contemporaneidade; Conteúdo: Unidade 1 Grécia antiga: as origens do pensamento acerca do Belo A Grécia e a descoberta do Belo A concepção mágica e mítica da beleza arcaica e a concepção matemática e racional da beleza clássica O surgimento da filosofia e do pensamento racional a respeito do belo A natureza como modelo de imitação Socrátes, Platão e Aristóteles a sistematização da Retórica e da Poética e sua importância para as artes até o século XVIII Unidade 2 - Renascimento O humanismo italiano e a reinvenção da antiguidade greco-romana A concepção matemática e proporcional da beleza A descoberta da perspectiva e seu papel nas artes O amor e a concepção da beleza no Renascimento: Leonardo da Vinci e Michelangelo Unidade 3 A retórica barroca A concepção da beleza como formosura adequada no período chamado Barroco. Retórica e persuasão, decoro, engenho e eficácia, a rica preceptiva das artes nos séculos XVII e XVIII A adaptação das normativas do belo eficaz na colônia brasileira e em Minas Gerais Unidade 4 Romantismo e idealismo alemão O nascimento propriamente dito da Estética como ciência do Belo (Baumgarten) Kant e a crítica da faculdade de julgar A assimilação de categorias como o sublime e o pitoresco nas artes Unidade 5 Modernidade Temas para trabalhos e seminários dos alunos John Ruskin e Willian Morris Friedrich Nietzsche, Apolo e Dioniso. A música e o nascimento da tragédia A escola de Warburg e a história da arte Adorno e Walter Benjamin, a escola de Frankfurt As novas ciências da relação do homem com as artes. A fenomenologia de Husserl e Merleau-Ponty e o existencialismo de Heidegger O pensamento situacionista Derrida, Deleuze e Guatarri A erotização da experiência artística contemporânea O humanismo renovado na experiência do corpo 5

6 Escola de Arquitetura/UFMG Rua Paraíba, 697- Funcionários Belo Horizonte/MG Fone: (31) Fax: (31) COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN DISCIPLINA TAU 050 Metodologia do Design I Departamento(s) responsável(eis): Tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo Eixo estruturante: Área Projetual Classificação: [ X ] Obrigatória [ ] Optativa Carga horária: 30 horas Créditos: 2 Pré-Requisitos: [ X ] Não [ ] Sim Período (caso seja obrigatória): 1 o período Ementa: Introdução aos métodos de estudos e pesquisas relacionados à área do Design. Apresentação da metodologia de projeto e desenvolvimento em design: definição de objetivos, técnicas de coleta e de tratamento de dados, geração e avaliação de alternativas, configuração de solução e comunicação de resultados. Bibliografia básica: BAXTER, M. Projeto de produto: guia prático para o desenvolvimento de novos produtos. 2.ed. rev. São Paulo: Edgard Blucher, p. BROWN, T. Design Thinking: Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas idéias. Campus Elsevier, p. FUENTES, R. A prática do design gráfico: Uma metodologia criativa. Edições Rosari, 2ª ed., p. LÖBACH, B. Design industrial: bases para a configuração dos produtos industriais. São Paulo: Edgard Blücher, p. MUNARI, B. Das coisas nascem coisas. São Paulo: Martins Fontes, p. MUNARI, B. Design e comunicação visual. São Paulo: Martins Fontes, PEÓN, M. L. Sistemas de identidade visual. 2AB Editora, 4ª Edição, p. PHILLIPS, P. L. Briefing: a gestão do projeto de design. São Paulo: Edgard Blücher, p. RIBEIRO, M. Planejamento visual gráfico. 10 ed. atualizada. Brasília: L.G.E., p. SLACK, N. Administração da produção: edição compacta. São Paulo Atlas p. Bibliografia complementar: ADG. O Valor do Design. Adg Brasil Associação dos Designers Gráficos / Senac São Paulo, p. BANN, David. Novo Manual de Produção Gráfica. Porto Alegre: Bookman, p. BERGSTRÖM, Bo. Fundamentos da Comunicação Visual. São Paulo: Edições Rosari, p. BRINGHURST, Robert. Elementos do estilo tipográfico. Editora Cosac Naify, 3ª ed p. FRANÇA, J. L. et al. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 8. ed. rev. Belo Horizonte: Editora UFMG, p. FONSECA, J. Tipografia e design gráfico: Design e produção gráfica de impressos e livros. Porto Alegre: Bookman, p. GOBE, M. A emoção das marcas. Negócio Editora, p. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia cientifica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006 LUPTON, Ellen. Pensar com tipos: um guia para designers, escritores, editores e estudantes. Editora Cosac Naify, p. 6

7 Objetivo: Estimular a reflexão e a análise crítica dos conteúdos expostos na disciplina, que tratam de abordagens metodológicas, métodos e técnicas em design e os obstáculos encontrados em sua prática, a partir da aquisição de conhecimento aprofundado, obtido diretamente em leituras de referências bibliográficas. Fomentar a apreensão do conteúdo das referências bibliográficas estudadas, por meio da discussão e comparação das abordagens dos autores discutidos. Conteúdo: I) INTRODUÇÃO/CONCEITOS BÁSICOS Apresentação da Disciplina com a exposição dos objetivos, conteúdos e sistema de avaliação. Introdução dos conceitos a serem trabalhos, apresentando as noções do pensamento cartesiano e do paradigma da complexidade sistêmica, a fim de instigar a reflexão sobre a adoção dos métodos no design e sobre o estudo dos mesmos. II) METODOLOGIA E OS MÉTODOS DO DESIGN Apresentação das abordagens metodológicas ligadas à prática do design e discussão sobre seus referenciais e sua aplicação. Análise de alguns métodos adotados no design. Apresentação das técnicas e ferramentas empregadas e discussão sobre sua aplicação. Informações necessárias à realização do design estão em evolução constante e acompanham as mudanças da sociedade. A absorção de novos conhecimentos implica no aumento de complexidade para a prática do design e requer um controle mais apurado do processo. Controle do processo em design está diretamente ligado ao rigor metodológico de projeto que, em última análise, lida com a organização e a manipulação das informações. Os diversos métodos de projeto existentes seguem uma estrutura básica e, apesar de seu aspecto linear, apresentam caráter evolutivo e retroativo, no qual as soluções são desenvolvidas de acordo com a confrontação dos parâmetros retidos e com as restrições previstas ou não ao longo do processo. III) CONHECIMENTOS DE CONFRONTAÇÃO O paradigma da complexidade sistêmica: o mundo é considerado como um todo indissociável e, portanto, requer uma abordagem multidisciplinar para a construção do conhecimento, pois os fenômenos não são mais considerados em sua causalidade, mas em sua totalidade orgânica. Essa aglutinação de áreas do conhecimento e de pessoas constitui-se de um sistema complexo. Na noção dos sistemas complexos os problemas encontrados, mais que complicados, nos quais a solução pode ser dada por uma única área do conhecimento, se apresentam como complexos, pois seu desfecho é somente possível através da cooperação de vários especialistas, coordenando de maneira satisfatória um conjunto de critérios muitas vezes contraditórios. A apropriação: A identidade é fundamental para a apropriação. Nos apropriamos dos produtos e da cultura para nos relacionar com o meio, isto o fazemos porque temos uma identidade, em nível individual e ao mesmo tempo coletivo. A apropriação implica na individualidade, isto é, no estudo da pessoa. Somos capazes de sair da condição do natural, ou seja, da categoria do Ser humano e deixarmos de pertencer a um mundo único, somos divididos. Por exemplo, não falamos a língua humana, falamos várias línguas e somos capazes de formar grupos, mas, ao mesmo tempo, somos capazes de nos individualizar. O que define essa individualidade da pessoa é a divisão que nos constitui. Se admitirmos a divisão, admitimos a diferença. Tal diferença leva à interpretação, à percepção, que é individual, e leva também à apropriação. Entretanto, não é a linguagem que diferencia o Ser humano do animal. Não é só o fato de falar que determina a pessoa, mas existem outras racionalidades: existe a lógica e o contra-senso no plano da linguagem e da consciência; o trabalho e o lazer no plano da atividade e do comportamento; o individual e o coletivo no plano da sociedade e do singular; o desejo e o direito no plano da emoção e da moral. O Ser humano é, portanto, paradoxal e funciona segundo essas quatro racionalidades, que são dialéticas. A inovação: A inovação tecnológica aliada ao progresso técnico causaram implicações econômicas significativas na recente indústria: melhorou a concepção de produtos, a qualidade e variedade de serviços, o padrão de vida dos consumidores e o conforto. Também fez aparecer produtos que tornaram o funcionamento das empresas mais eficiente. As análises de Schumpeter* ilustram bem a repercussão da revolução industrial e da inovação tecnológica sobre o desenvolvimento econômico. Ele menciona que a inovação consiste a industrializar o objeto de uma descoberta e depois introduzi-lo com sucesso no mercado. Esta definição exclui todas as "boas idéias" de bens ou de novos serviços que não ultrapassam o estágio operacional nem são ratificadas pelo mercado. A inovação se diferencia da invenção; esta última consiste na descoberta de um novo princípio ou processo e participa da renovação de conhecimento independentemente das aplicações comerciais. O progresso técnico e os novos sistemas de produção fizeram surgir outras inovações tanto no modo de distribuição aos clientes quanto nas formas de vendas dos produtos. Este fator vai levar ao aumento do desenvolvimento do design e de sua influência sobre os processos de concepção de novos produtos na indústria. * Definições do economista austríaco Joseph Schumpeter ( ), que analisa o processo de evolução econômica capitalista e o papel do empreendedor. 7

8 Conteúdo (continuação): IV) PROCESSO DE AVALIAÇÃO A avaliação tem como fundamento o contato direto dos alunos com autores diversos que tratam do tema, por meio da leitura e elaboração de resenhas e críticas dos livros. A elaboração da resenha de um livro permite que os alunos adquiram conhecimento aprofundado diretamente na fonte das referências bibliográficas consultadas. O objetivo é estimular a reflexão e a análise crítica dos conteúdos tratados na disciplina. É elaborada em equipes, cada grupo analisando um ou dois livro, como no exemplo a seguir, a serem discutidos nas atividades propostas: GRUPO 1: MUNARI, Bruno. Das coisas nascem coisas. São Paulo: Martins Fontes, e MUNARI, Bruno. Design e comunicação visual. São Paulo: Martins Fontes, GRUPO 2: BAXTER, Mike. Projeto de produto: guia prático para o desenvolvimento de novos produtos. São Paulo: Edgard Blucher, GRUPO 3: LÖBACH, Bernd. Design industrial: bases para a configuração dos produtos industriais. São Paulo: Edgard Blücher, GRUPO 4: SLACK, Nigel. Administração da produção: edição compacta. São Paulo Atlas GRUPO 5: PHILLIPS, P. L. Briefing: a gestão do projeto de design. São Paulo: Edgard Blücher, GRUPO 6: PEÓN, Maria Luísa. Sistemas de identidade visual. 2AB Editora, 4ª Edição, p. e FUENTES, Rodolfo. A prática do design gráfico: Uma metodologia criativa. Edições Rosari, 2ª Edição, p. GRUPO 7: RIBEIRO, Milton. Planejamento visual gráfico. 10 ed. atualizada. Brasília: L.G.E., GRUPO 8: BROWN, Tim. Design Thinking: Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas idéias. Campus Elsevier, p. A avaliação é feita com base na Resenha de Livro, no Seminário e em Prova que serão desenvolvidos ao longo do curso. 8

9 Escola de Arquitetura/UFMG Rua Paraíba, 697- Funcionários Belo Horizonte/MG Fone: (31) Fax: (31) COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN DISCIPLINA TAU 053 Introdução ao Design Departamento(s) responsável(eis): Tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo Eixo estruturante: Área de Tecnologia Classificação: [ X ] Obrigatória [ ] Optativa Carga horária: 45 horas Créditos: 3 Pré-Requisitos: [ X ] Não [ ] Sim Período (caso seja obrigatória): 1 o período Ementa: Conceitos associados ao Design, implicações e desdobramentos. Evolução formal e tecnológica do design. Panorama das principais correntes de pensamento e escolas de design. Design no Brasil, identidade e especificidades. Princípios da profissão e áreas de atuação do designer. Bibliografia básica: BÜRDEK, B. E. História, Teoria e Prática do Design de Produtos. Tradução de Freddy Van Camp. São Paulo: Blücher, CARDOSO, R. Uma Introdução à História do Design. São Paulo: Blücher, CARDOSO, R. O design brasileiro antes do design: aspectos da história gráfica, São Paulo: Cosac Naify, SCHULMANN, D. O Desenho Industrial. Tradução de Maria Carolina. São Paulo: Papirus, FILHO, J. G. Design do Objeto: bases conceituais. São Paulo: Escrituras, MORAES, D. Limites do Design. São Paulo: Studio Nobel, MORAES, D. Análise do Design Brasileiro: entre mimese e mestiçagem. São Paulo: Blücher, NIEMEYER, L. Design no Brasil: origens e instalação. Rio de Janeiro: 2AB, WILTON, A. O que é design. São Paulo: Brasiliense: Bibliografia complementar: 9

10 BEZERRA. C. O Designer Humilde: lógica e ética para inovação. São Paulo: Rosari, BORGES, A. Designer não é Personal Trainer. São Paulo: Rosari, HESKETT, J. Design. Tradução de Márcia Leme. São Paulo: Ática, LOBACH, B. Design Industrial: Bases para a configuração dos produtos industriais. Tradução de Freddy Van Camp. São Paulo: Blucher, MALDONADO, T. Design Industrial. Tradução de José Francisco E. M. Lisboa: Edições 70, SOUZA, P. L. P. Notas para uma História do Design. Rio de Janeiro: 2AB, Objetivo: Possibilitar ao aluno uma visão analítico-reflexiva sobre design e história do design. Conteúdo: I) CONCEITOS ASSOCIADOS AO DESIGN, IMPLICAÇÕES E DESDOBRAMENTOS Estudo e análise dos conceitos, sobre design, de autores representativos na área de design: John Heskett, Denis Schulmann, Bern Lobach, Charles Bezerra e Bernhard Burdek. Implicações e desdobramentos dos conceitos em relação à atividade e atuação profissional. II) ÁREAS DE ATUAÇÃO DO DESIGNER Possibilidades da profissão e campos de atuação do designer. III) EVOLUÇÃO FORMAL E TECNOLÓGICA DO DESIGN. PANORAMA DAS PRINCIPAIS CORRENTES DE PENSAMENTO E ESCOLAS DE DESIGN Origem do design. Estudo e análise da evolução formal e tecnológica e suas implicações no projeto. Estudo dos principais movimentos ao longo da história e seus reflexos na atividade de design. IV) DESIGN NO BRASIL, IDENTIDADE E ESPECIFICIDADES Estudo e análise do design no Brasil. Articulação dos referenciais culturais e dos aspectos sócio-ambientais brasileiros. Referências locais para a inserção do design brasileiro no cenário internacional. 10

11 Escola de Arquitetura/UFMG Rua Paraíba, 697- Funcionários Belo Horizonte/MG Fone: (31) Fax: (31) COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN DISCIPLINA TAU 054 Introdução à Oficina Departamento(s) responsável(eis): Tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo Eixo estruturante: Área de Representação Classificação: [ X ] Obrigatória [ ] Optativa Carga horária: 75 horas Créditos: 5 Pré-Requisitos: [ X ] Não [ ] Sim Período (caso seja obrigatória): 1 o período Ementa: Desenho como instrumento de representação e exploração do objeto e da forma. Relações figura-espaço e estímulo à livre expressão. Estudo da Forma. Desenvolvimento de modelos tridimensionais. Utilização de instrumentos de medida e materiais diversos para construção de modelos e moldes. Bibliografia básica: DOCZI, György. O Poder dos Limites: Harmonias e Proporções na Natureza, Arte e Arquitetura. Tradução de Maria Helena de Oliveira Tricca e Júlia Bárány Bartolomei. São Paulo: Mercuryo, p. DONIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, FILHO, João Gomes. Gestaut do Objeto: Sistema de Leitura Visual da Forma. São Paulo: Escrituras, OSTROWER, Fayga. Universos da Arte. 2ª ed. Rio de Janeiro: Campus, p. Bibliografia complementar: ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção visual: uma psicologia da visão criadora. Tradução de Yvonne Terezinha de Faria São Paulo: Editora da Universidade de Sã Paulo, BEZERRA, Charles. O Designer Humilde, São Paulo: Edições Rossari, DROSTE, Magdalene. Bauhaus: Bauhaus Archiv Germany: Taschen, MOTRO, René. Tensegrity: Structural Systems for the Future. London: Kogan Page Science, p. PUGH, Anthony. Polyedra: a Visual Approach. Berkeley and Los Angeles: University of California Press, p. PUGH, Anthony. An Introduction to Tensegrity. Berkeley and Los Angeles: University of California Press, p. SÁ, José Ricardo C. C. Edros. São Paulo: Projeto Editores Associados, p. STRAUB, Ericson et all. ABC do Rendering São Paulo: Infolio, WONG, Wucius. Principios de forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes, Objetivo: 11

12 Desenvolver no aluno o ferramental necessário para, por meio de representações bidimensionais e modelos tridimensionais, expressar e relacionar-se com o objeto e o espaço. Conteúdo: INTRODUÇÃO/CONCEITOS BÁSICOS Apresentação da Disciplina: conceitos, discussão e exposição dos objetivos e conteúdos. 1. REPRESENTAÇÃO TRIDIMENSIONAL 1.1. Princípios de construção e desenvolvimento de modelos tridimensionais: uso de materiais e técnicas de montagem, modelagem e construção de objetos tridimensionais Desenvolvimento da expressão intuitiva, da repetição e criação de repertório para o desenvolvimento de volumes no espaço Introdução às superfícies tridimensionais: poliedros Uso de instrumentos de medida e materiais necessários à construção de objetos tridimensionais. 2. REPRESENTAÇÃO BIDIMENSIONAL 2.1. Introdução dos conceitos básicos da representação bidimensional 2.2. Exploração dos elementos visuais e conceituais da representação bidimensional: linha, ponto, plano, espaço,volume e luz Exploração dos elementos relacionais da representação bidimensional, contraste, proporção, profundidade e perspectiva. Experimentação de técnicas diferenciadas de representação bidimensional. 12

13 Escola de Arquitetura/UFMG Rua Paraíba, 697- Funcionários Belo Horizonte/MG Fone: (31) Fax: (31) COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN Conteúdo Programático Disciplinas Obrigatórias 2º PERÍODO DES058 Cor, Forma e Composição PRJ063 Design e Arquitetura TAU055 Design I TAU056 Oficina I TAU057 Metodologia do Design I

14 Escola de Arquitetura/UFMG Rua Paraíba, 697- Funcionários Belo Horizonte/MG Fone: (31) Fax: (31) COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN DISCIPLINA DES 058 Cor, Forma e Composição Departamento(s) responsável(eis): Desenho Eixo estruturante: Área de Representação Classificação: [ X ] Obrigatória [ ] Optativa Carga horária: 60 horas Créditos: 4 Pré-Requisitos: [ X ] Não [ ] Sim Período (caso seja obrigatória): 2 o período Ementa: Estudo da forma, da cor e da composição em seus aspectos teóricos e relacionais. Bibliografia básica: BARROS, Lilian Ried Miller. A cor no processo criativo; um estudo sobre a Bauhaus e a teoria de Goethe. São Paulo: Senac, GUIMARÃES, Luciano. A cor como informação; a construção biofísica, lingüística e cultural da simbologia das cores. São Paulo: Annablume, WONG, Wucius. Fundamentos del diseño bi y tridimensional. Barcelona: Gustavo Gilli, Bibliografia complementar: 14

15 ARHEIN, Rudolf. Arte e percepção visual. São Paulo: Edusp, 1980 DAY, R. H. Psicologia da percepção. Rio de Janeiro: José Olímpio, FARINA, Modesto. Psicodinâmica das cores. São Paulo: Edgard Blucher, GUILLAUME, Paul. Psicologia da forma. São Paulo: Nacional, GOMES FILHO, João. Gestalt do objeto; sistema de leitura visual da forma. São Paulo: Escrituras, KÖHLER, Wolfgang. Psicologia da Gestalt. Belo Horizonte: Itatiaia, RIBEIRO, Milton. Cor e Luz. In:. Planejamento visual gráfico. Brasília: Linha Gráfica, p TORNQUIST, Jorrit. Color y luz; teoría y prática. Barcelona: Gustavo Gilli, Objetivo: Habilitar o aluno a desenvolver (no âmbito teórico e prático): o raciocínio espacial; a percepção; a capacidade de explorar as cores e de organizar elementos visuais em estruturas bi e tridimensionais; Situar a problemática da disciplina no campo do design. Conteúdo: Conceito de forma; A forma bidimensional; A forma tridimensional; Forma e função (utilitária, simbólica etc.); Espaço e forma; Organização de elementos visuais/conceito de layout (forma e contra-forma, equilíbrio, movimento, ritmo etc); Textura visual; Módulos e estruturas; A forma tipográfica; Conceito de cor; Cor luz/cor pigmento; Classificação das cores; Características das cores: matiz (tonalidade), saturação, brilho (luminosidade); Contraste: valor absoluto/valor relativo; A cor: fenômeno físico e fenômeno cultural. 15

16 Escola de Arquitetura/UFMG Rua Paraíba, 697- Funcionários Belo Horizonte/MG Fone: (31) Fax: (31) COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN DISCIPLINA PRJ 063 Design e Arquitetura Departamento(s) responsável(eis): Projetos Eixo estruturante: Área de Humanas Classificação: [ X ] Obrigatória [ ] Optativa Carga horária: 45 horas Créditos: 3 Pré-Requisitos: [ X ] Não [ ] Sim Período (caso seja obrigatória): 2 o período Ementa: Contexto histórico-social, cultural, tecnológico e ambiental da interseção entre Design e Arquitetura. Sistemas de objetos e produtos na arquitetura e urbanismo. Conceitos de ergonomia e acessibilidade no espaço arquitetônico e urbano. Design como processo e metodologia aplicada à produção da arquitetura, do espaço e da paisagem urbana: mobiliário, equipamentos e sistemas de informação. Componentes construtivos: produtos e sistemas para a arquitetura. Impactos ambientais dos processos, uso de materiais e seu descarte. Bibliografia básica: ALBRECHT, Donald. The work of Charles and Ray Eames: a legacy of invention. New York: Abrams Books, ARCHITECTURE FOR HUMANITY. Design like you give a damn: architectural responses to humanitarian crises. New York: Metropolis Books, ARTIGAS, Vilanova. Caminhos da arquitetura. São Paulo: Cosacnaify, BARDI, Lina Bo. Tempos de grossura: o design no impasse. Instituto Lina Bo e Pietro M. Bardi. São Paulo, Bell, Bryan (ed). Expanding Architecture: Design as Activism. New York: Metropolis Books, Bell, Bryan (ed). Good Deeds, Good Design: Community Service Through Architecture. New York: Metropolis Books, CANÇADO, Wellington; CAMPOS, Alexandre; MARQUEZ, Renata; TEIXEIRA, Carlos. Espaços Colaterais / Collateral Spaces. Belo Horizonte: Instituto Cidades Criativas, Bibliografia complementar: 16

17 CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: 1.artes de fazer. Petrópolis: Vozes, COLOMINA, Beatriz. Privacy and publicity: modern architecture as mass media. Cambridge: MIT Press, DAVIS, Mike. Ecologia do medo: Los Angeles e a fabricação de um desastre. Rio de Janeiro: Record, FERRO, Sergio. Arquitetura e trabalho livre. São Paulo: Cosacnaify, FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosacnaify, FONTENELLE, Isleide. O nome da marca: McDonald s, fetichismo e cultura descartável. São Paulo: Boitempo, GANZ, Louise; SILVA, Breno. Banquetes: expansões do doméstico. Belo Horizonte: Instituto Cidades Criativas, GANZ, Louise; SILVA, Breno. Lotes vagos: ocupações experimentais. Belo Horizonte: Instituto Cidades Criativas, GROPIUS, Walter. Bauhaus: novarquitetura. São Paulo: Perspectiva, hough, stephen. Naturaleza y ciudad. Barcelona: Gustavo Gili, JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades. São Paulo: Martins Fontes, JACQUES, Paola Berenstein. Estética da Ginga. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2001 Jégou, François; Manzini, Ezio (Editors). Collaborative services: Social innovation and design for sustainability. Milão: Edizioni POLI.Design, KLEIN, Naomi. Sem Logo: a tirania das marcas em um planeta vendido. Rio de Janeiro: Record, KOOLHAAS, Rem. S, M, L, LX. Rotterdam: 010, KUNSCH, Graziela. Urbania 3. São Paulo: Editora Pressa, KWON, Miwon. One place after another: site-specific art and locational identity. Cambridge: MIT Press, LAGNADO, Lisette. 27. Bienal de São Paulo: Seminários. Rio de Janeiro: Cobogá, LE CORBUSIER. Por uma arquitetura. São Paulo: Perspectiva, LE CORBUSIER. Urbanismo. São Paulo: Martins Fontes, Meroni, Anna (Editor). Creative communities: People inventing sustainable ways of living. Milão: Edizioni POLI.Design, OVERMEYER, Claus. Urban pioneers. Berlin: Jovis, PEREC, Georges. Especies de espacios. Madrid: Montesinos, PEREC, Georges. La vida instrucciones de uso. Barcelona: Anagrama, RENA, Alemar. Do autor tradicional ao agenciador cibernético: do biopoder à biopotência. São Paulo: Annablume, SANTOS, Laymert Garcia dos. Politizar as novas tecnologias: o impacto sócio-técnico da informação digital e genética. São Paulo: Ed. 34, SENNETT, Richard. O artífice. São Paulo: Record, SMIERS, Joost. Un mundo sin copyright: artes y medios en la globalización. Barcelona: Gedisa, SMITH, Cynthia E.. Design for the other 90%. New York: Cooper-Hewitt, National Design Museum, SOUSA SANTOS, Boaventura de. Produzir para viver: os caminhos da produção não capitalista. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, TAFURI, Manfredo. Projecto e utopia. Lisboa: Presença, VIRILIO, Paul. O espaço crítico. São Paulo: Ed. 34, ZITTEL, Andrea. Critical space. Berlin: Prestel Verlag,

18 Objetivo: Discutir, apresentar e problematizar as interfaces entre a arquitetura e o design na modernidade, do ínício do século XX até os dias atuais e principalmente os desdobramentos estéticos, políticos, culturais, econômicos e ambientais do design e da cultura do projeto no Brasil. Discutir, apresentar e problematizar o Design como um elo importante na cadeia produtiva, como processo cultural amplo e como ferramenta prospectiva e de transformação do cotidiano. Objetivos específicos: Induzir, incentivar e aprimorar a capadicade dos alunos de: Pesquisar sobre modos de fazer, origem das matérias-primas, organização dos sistemas logísticos e fornecedores, etc. Coletar e interpretar de dados financeiros, logísticos, socio-econômicos, tecnológicos, culturais, ambientais, físico-geográficos; bem como dos quantitativos: Litros de H2O, Toneladas de matéria-prima, Horas de trabalho, KW de energia, etc, necessários para a produção. Sintetizar as principais informações, elaborar de diagramas, gráficos, mapas temáticos, tabelas, croquis, documentação fotográfica, visitas, análise crítica, etc. Elaborar e produzir de material gráfico. Desenvolver de projetos/iniciativas, estratégias, processos, serviços, conceitos, produtos, interfaces no campo do design que sejam de interesse público, com ênfase nos seguintes tópicos: Alternativas de locomoção e mobilidade urbana, a relação entre as vias e os espaços públicos, dos caminhos e obstáculos na cidade, as possibilidades e políticas de acesso público nas suas formas materiais e imateriais, bem como práticas E iniciativas de reivindicação de acesso aos lugares, à cultura, à informação, à tecnologia, à moradia, à mobilidade, à acessibilidade universal, à democracia, etc. Os fluxos de ocupação não tecnicista e não funcionalista dos espaços públicos, a prática do jogo no território, as pausas e os intervalos espaço-temporais, as possibilidades da infância na cidade, os registros de vivências e memórias coletivas dessa constituição urbana.várzeas, playgrounds, quadras públicas, campinhos desenhados na rua, brincadeiras na calçada, pipas na laje, etc. A coexistência, a coletividade, a solidariedade e a segregação voluntária e involuntária nas dinâmicas de construção da vida urbana, as possibilidades de viver junto, de cohabitação e compartilhamento de recursos e idéias, construção de espaços públicos reais e virtuais, etc. Os ciclos de vida dos produtos industriais e a obsolescência imobiliária dos espaços urbanos, o desperdício, o reaproveitamento, o abandono, a novidade, o descartável, bem como os achados e perdidos, a limpeza pública, o lixo privado, os lixões, a reciclagem, os lixeiros, a logística da coleta seletiva, os catadores, os colecionadores e antiquários, as ruínas urbanas e os lugares esquecidos. Natureza e cultura, a domesticação da natureza no cotidiano da cidade (hortas, jardins, pomares, quintais, jardineiras, arborização, agricultura urbana etc), a cultura da paisagem, as práticas e pensamentos ecológicos, bem como as experiências de cultivo de hábitos urbanos e as táticas de incitar, provocar ou 18 sugerir transformações colaborativas do espaço público a partir Versão de iniciativas para consulta. individuais ou coletivas.

19 Conteúdo: Texto 01: objeto e valor / Vídeo: Objectfied Texto 02: Olhos que não veêm 2. O avião / Aula expositiva: Le Corbusier + Santos Dumont = designer, Le Corbusier e Arquitetura Moderna Brasileira / Vídeo: Curso noturno Texto 03: Minha concepção da idéia da Bauhaus / Aula expositiva: Bauhaus / Vídeo: 90 anos da Bauhaus Texto 04: Brasil cinza / Aula expositiva: Nova objetividade e Mies van der Rohe / Vídeo: Der Maulwurf Vídeo: Arquitetura da destruição / Seminário discussão Projetos Texto 05: Sobre desenho e design / Aula expositiva: Eames / Vídeo: Powers of ten Texto 06: Um balanço dezesseis anos depois / Aula expositiva: Lina Bo Bardi / Vídeo: Lina Bo Bardi Texto 07 : A não-coisa [2] / Aula expositiva: Design like you give a damn Texto 08: Espaços Colaterais / Aula expositiva: Espaços Colaterais / Videos: Ciclo 1 Texto 09: Prática Urbana / Aula expositiva: Comunidades criativas e serviços comunitários Texto 10: Design and democracy / Vídeo: Euroafricans Texto 11: Sitios manufacturados / Aula expositiva: Design, autonomia, interesse público 19

20 Escola de Arquitetura/UFMG Rua Paraíba, 697- Funcionários Belo Horizonte/MG Fone: (31) Fax: (31) COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN DISCIPLINA TAU 055 Design I Departamento(s) responsável(eis): Tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo Eixo estruturante: Área Projetual Classificação: [ X ] Obrigatória [ ] Optativa Carga horária: 45 horas Créditos: 3 Pré-Requisitos: [ X ] Não [ ] Sim Período (caso seja obrigatória): 2 o período Ementa: Forma e configuração da idéia. Iniciação à prática de desenvolvimento de projeto de design. Aprendizado/prática da metodologia básica de desenvolvimento de produto. Aprendizado quanto à configuração das idéias, a partir de conceitos simbólicos prédefinidos. Exploração de técnicas de criatividade. Bibliografia básica: LESKO, Jim. Design industrial: Materiais e processos de fabricação. Edgard, Blücher, p. LIMA, Marco Antonio Magalhães. Introdução aos materiais e processos para designers. Ciência Moderna Editora, p. MONTENEGRO, G. A. A Investigação do Projeto. São Paulo: Edgar Blücher, MUNARI, Bruno. Design e Comunicação Visual. Ed. Martins Fontes, São Paulo, NEGRÃO, Celso e CAMARGO, Eleida. Design de embalagem: Do marketing à produção. Novatec, p. NORMAN, Donald A. Design emocional: Por que adoramos (ou detestamos) os objetos do dia-a-dia. Rocco, p. NORMAN, Donald A. The design of everyday things. New York: Doubleday, 1990, c p. ONO, Maristela. Design e Cultura, sintonia essencial. Edição da Autora, Curitiba, p. PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços interiores: um livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: G. Gili, p. Bibliografia complementar: 20

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