m-psp: Ferramenta de apoio a utilização do Processo Pessoal de Software

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "m-psp: Ferramenta de apoio a utilização do Processo Pessoal de Software"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA m-psp: Ferramenta de apoio a utilização do Processo Pessoal de Software Grupo: Anderson Lamas Hebert Luiz Nidyana Miranda Thiago Souto Prof:Mauro Nacif VIÇOSA MINAS GERAIS JANEIRO

2 Lista de Figuras Figura1 Modelo de comunicação WAP Figura2 Funcionalidades do WAP Gateway Figura3 - Modelo de requisição/resposta Figura4 - Pilha de protocolos WAP Figura5 Modelo em camadas da Internet Figura6 Comparação entre arquiteturas WWW e WAP Figura7 Conservação da largura de banda na pilha WAP Figura8 - Modelo de comunicação WWW Figura9 - Modelo de comunicação WAP Figura10 Modelo de segurança Figura11 Modelo de comunicação WAP Figura12 Modelo opcional, usando WAP Proxy Figura13 Pilha WAP Figura14 Pilha de protocolos WAP 2.0 Figura15 Pilha dupla WAP (opcional)

3 Lista de Tabelas Tabela 1: Níveis do PSP

4 Lista de Abreviaturas ASP Active Server Pages CDMA Code Division Multiples Access CGI Common Gateway Interface CIA Cellular Industry Association CSD Circuit-Switched Data DNS Domain Name Server DSO - Dynamic Shared Objects EFI External Funcionality Interface ERB Estação Rádio-Base ETSI European Telecommunication Standard Institute FTP File Transfer Protocol GPRS General Packet Radio Service GSM Global System fom Mobile Communication HDML Handhled Device Markup Language HDTP Handhled Device Transport Protocol HTML HyperText Markup Language HTTP HyperText Transfer Protocol IIS Internet Information Service IP Internet Protocol ITTP Intelligent Terminal Transfer Protocol MDI Mobile Data Initiative MIME Multiporpose Internet Mail Extensions MMS Multimedia Messaging Service OSI Open System Interconnection PDA Personal Digital Assitant PDU Protocol Data Unit PHP Processor Hypertext PSI Persistent Storage Interface QoS Quality of Service SEI - Software Engineering Institute SGDB Sistema Gerenciador de Banco de Dados SMS Short Message Service SSL Security socket Layer TCP Transmission Control Protocol TDMA Time Division Multiplex Access TIA Telecommunication Industry Association TLS Transport Layer Security TSAP Transport Service Access Point TTML Tagged Text Markup Language UAProf User Agent Profile UDP User Datagram Protocol UM Unidade Móvel URL Uniform Resource Location W3C Word Wide Web Consortium WAE Wireless Application Enviroment

5 Sumário 1. Introdução 2. Motivação 3. Sobre o PSP 3.1. Personal Software Process (PSP) 3.2. Objetivos do PSP 3.3. Níveis do PSP 4. Tecnologias e Ferramentas Utilizadas 4.1 Wireless 4.2 Wireless Application Protocol (WAP) WAP Fórum Ambiente WAP Arquitetura WAP WAP Gateway A transmissão de Dados e Voz Modelo de Requisição/ Resposta WAP Pilha de Protocolos Camada de Aplicação (WAE) Camada de Sessão (WSP) Camada de Transação (WTP) Camada de Segurança (WTLS) Camada de Rede Portadora WAP X Protocolo de Internet Arquitetura Internet Protocolo TCP Protocolo IP Limitações do Protocolo Ipv Protocolos utilizados na WWW x WAP Funcionamento WWW x WAP Segurança WWW x WAP Arquitetura WAP Pilha de Protocolos Serviços adicionais

6 Linguagens para WAP 4.3 PHP 4.4 Banco de Dados MySQL 5. Descrição do PALM para Implementação e testes 6. Fotos da execução do sistema no PDA citado no item 5 7. Conclusões 8. Dificuldades da pesquisa 9. Referências Bibliográficas

7 1. Introdução A constante e rápida expansão tecnológica da comunicação sem fio traz a demanda de acesso a informações, independente da localidade ou da informação solicitada do usuário. Espera-se num futuro próximo, que milhares de pessoas estarão usando equipamentos portáteis, tais como, palmtops, handhelds, entre outros. Dessa forma, cada vez mais estão surgindo necessidades inerentes de construção de aplicações para esse tipo de dispositivo ou a adaptação de softwares já existentes. Observando a questão de adaptação de softwares existentes, notou-se a ausência de uma aplicação móvel que funciona como uma ferramenta de apoio para a utilização do PSP. O PSP (Personal Software Process) é um processo de desenvolvimento de software que prioriza o planejamento do trabalho realizado [Humphrey, 1995]. Assim sendo, o programador deve passar por várias fases planejando e revendo seu trabalho. O produto final é um software com menos erros e maior qualidade. O processo requer a coleta de vários dados como o tempo de duração das atividades, anotação do tempo tomado por interrupções do ambiente e anotação e classificação dos erros cometidos em cada fase e o tempo gastos para sua correção. Uma aplicação móvel possibilitará aos programadores uma maior mobilidade na coleta dos dados, pois poderiam continuar utilizando o sistema em qualquer lugar e um maior controle por parte dos gerentes de equipes que poderão ter acesso a todos os projetos que estarão concentrados em uma única base de dados. Para aumentar a flexibilidade da aplicação optou-se em utilizar a tecnologia WAP para a sua construção principalmente porque esta tecnologia faz uso combinado de recursos da Web e da telefonia móvel. O WAP é um padrão construído para a apresentação e entrega de informação em ambientes móveis, permitindo que os usuários tenham acesso à informação desejada, onde quer que estejam, a qualquer momento [BEL2001]. Este padrão é global e aberto, O padrão WAP também especifica uma linguagem para apresentação de conteúdo em redes móveis, semelhante ao HTML, só que com características próprias para o meio sem fio, denominado WML. Para que um dispositivo móvel possa fazer acesso às informações disponibilizadas na rede, em sua maioria no formato HTML, é necessário que se converta essa informação para o formato suportado, no caso, WML. Porém, devido à grande variedade de fabricantes e modelos de dispositivos móveis, torna-se difícil estabelecer um padrão para que a visualização de tais documentos seja correta em

8 todos os dispositivos aptos ao acesso da informação. Além disso, os dispositivos móveis sem fio tendem a possuir. 2. Motivação O uso do PSP como um mecanismo para a melhora no processo de produção de software já é algo amplamente divulgado e aceito. Prova disso são as diversas ferramentas encontradas no mercado que auxiliam o seu uso, tais como o PSP Studio, planilhas do SEI ou ainda aquelas resultantes de trabalhos acadêmicos. Uma característica que poderia ampliar as possibilidades do uso do PSP, e que normalmente não é encontrada nas ferramentas existentes, é a adaptação para o uso em dispositivos móveis. Acrescentar o recurso da mobilidade ao PSP é algo que poderia trazer grandes benefícios tanto para profissionais que estejam simplesmente lançando dados, quanto para aqueles que irão utilizar estes dados para tomar suas decisões. No caso dos profissionais como programadores e analistas que necessitem apenas inserir dados nas diversas planilhas do PSP, o uso de um PDA permitiria que esse processo fosse agilizado. Através do seu uso o profissional poderia trabalhar mesmo quando estivesse fora do seu ambiente de trabalho. Isto seria uma forma de acelerar a conclusão do processo do PSP. Já no caso de profissionais como gerentes e diretores responsáveis por tomar decisões o uso desse serviço móvel poderia ser útil para apresentar dados em reuniões ou em negociações com equipes. Através de um sistema móvel como este seria possível visualizar dados de todos os programadores, e escolhe-los para trabalhar em um projeto baseado em pesquisas sobre os dados coletados. Por exemplo, poderia escolher aqueles produzissem um maior número de linhas de código por minuto ou os que apresentassem a menor taxa de erros por determinado número de linhas de código. Certamente o uso de dispositivos móveis ficaria limitado à existência de um rede sem fio. Porém esta tecnologia tem se expandido a grandes taxas o que viabiliza um sistema com estas características. Outra vantagem é o fato deste esquema móvel trabalhar com uma base de dados centralizada e constantemente atualizada, seja com informações de dispositivos móveis ou desktops. Com isso garante-se uma melhor manutenção, otimização e administração dos dados.

9 3. Sobre o PSP 3.1 Personal Software Process (PSP) O Personal Software Process (Processo Pessoal de Software) foi desenvolvido por Watts Humphrey em 1989, apoiado pelo SEI. O PSP proporciona um direcionamento de como os engenheiros podem continuar melhorando seu desempenho. Conforme [Humphrey,1997] o PSP é um processo de auto-melhoria projetado para ajudar o engenheiro de software a controlar, administrar e melhorar o modo como ele trabalha. O PSP é um framework composto de formulários, diretrizes e procedimentos de desenvolvimento de software. Se for usado de forma correta o PSP provê dados históricos que o engenheiro de software precisa para fazer e conhecer melhor seus compromissos, tornar os elementos rotineiros de seu trabalho mais previsíveis e mais eficientes, e possibilitar medição da qualidade dos produtos gerados [Humphrey,2000]. Cerca de 70% dos custos de desenvolvimento de software são atribuídos aos custos de pessoal, as habilidades, as experiências, e os hábitos do trabalho dos engenheiros de software, que determinam significativamente os resultados do processo de desenvolvimento de software [Humphrey,2000], Segundo o modelo proposto por [Humphrey,1995] concentra-se no projeto, codificação e fases de testes de desenvolvimento de software. Contundo o PSP não se aplica apenas a eles, mas também a quase qualquer outro aspecto do processo de software, inclusive especificação de requerimentos, manutenção de produto, planejamento de testes e desenvolvimento de documentação. O modelo do PSP possui 7 níveis, normalmente é introduzido com um curso que consiste de quinze leituras, dez tarefas de programação e cinco relatórios. E se baseia nos seguintes princípios da qualidade e planejamento: 3.2 Objetivos do PSP Os objetivos do PSP além de Estimar e Acompanhar o processo, são: Gerenciamento do Esforço do software; Aumento na qualidade do software; Redução do Custo do Software;

10 Redução no tempo do ciclo; Melhorar a produtividade; Eliminar os defeitos antes dos testes; Minimizar os custos dos testes do software; 3.3 Níveis do PSP A implantação do PSP é dividida em 7 níveis, conforme detalhado na tabela abaixo. Esta implantação é feita de maneira incremental. Os níveis superiores adicionam características aos níveis já implantados. Isto minimiza o impacto da mudança no processo do engenheiro, no qual ele somente tem que se adaptarem novas técnicas às já existentes. Nome do Nível Processo Processo de Medição PSP 0 Pessoal Atividade Registro de Tempo Registro de Defeitos Padrão de tipos de defeitos PSP 0.1 Padrão de Codificação Medida de Tamanho Processo de Planejamento Pessoal PSP 1 Proposta Melhoramento de Processo Estimativa de Trabalho Relatório de Testes PSP 1.1 Planejamento Processo de Gerenciamento de Qualidade Pessoal Processo Pessoal de de Tarefas PSP 2 Cronogramas Revisões de Código Revisões de PSP 2.1 Projeto Padrões de Projeto PSP 3 Desenvolvimento Cíclico Cíclico Tabela 1: Níveis do PSP De forma resumida abaixo são comentadas as etapas do PSP: Processo de Medição Pessoal PSP 0: é considerada a base do processo. Nele é iniciado o registro do tempo gasto em cada etapa do ciclo de desenvolvimento e dos defeitos encontrados;

11 Processo de Planejamento Pessoal PSP 1: é adicionado ao nível anterior um relatório de testes e estimativas de recursos e tamanho. Aprende-se a estimar e planejar; PSP 1.1: são introduzidos planejamentos de horários e tarefas (elaborar cronogramas). A idéia geral deste nível é obter a capacidade de estimar o tempo necessário para realizar uma tarefa baseada em medições feita em tarefas executadas anteriormente. Processo de Gerenciamento de Qualidade Pessoal PSP 2: aprender a identificar os próprios erros inseridos nos programas, através da introdução de técnicas de revisão ao PSP1.1. Com base nos defeitos encontrados na compilação e nos testes dos primeiros programas, o desenvolvedor poderá criar suas próprias listas de conferências (checklist) gerenciando a qualidade do seu processo; PSP 2.1: estabelece critérios de melhoria do projeto e examina várias técnicas de verificação e consistência de projeto; Processo Pessoal Cíclico PSP 3: é a última etapa do PSP. A idéia é subdividir o programa maior em pedaços que possam ser tratados no PSP 2. A primeira construção é um módulo básico ou núcleo, que cresce a cada ciclo de iteração. Para cada repetição, faz-se um PSP2 completo, incluindo projeto, compilação e testes. Assim o PSP 3 é satisfatório até para programas com vários KLOC (1). O processo PSP 3 cíclico efetivamente escala programas grandes contanto que cada incremento sucessivo seja de alta qualidade [Humphrey,1997]. 4. Tecnologias e Ferramentas Utilizadas 4.1 Wireless Na concepção da palavra Wireless significa conexão "sem fio". Conceitualmente podemos definir Wireless como uma tecnologia que disponibiliza a transmissão de dados, som e imagem via ondas de rádio em freqüências superiores a 800 Mhz. Este tipo de tecnologia pode propiciar diversas funcionalidades tais como: consultar qualquer tipo de notícias; confirmar reserva de restaurantes ou hotéis; confirmar horários de vôos; verificar condições de tempo e trânsito; checar s; pagar hospedagens e outras compras feitas num shopping, e tudo isso em qualquer lugar ou a qualquer hora, através de dispositivos móveis.

12 Em resumo podemos dizer que a tecnologia Wireless vem disponibilizar a portabilidade da informação em qualquer lugar. 4.2 Wireless Application Protocol (WAP) O padrão WAP foi construído com o objetivo de apresentar e entregar informação em ambientes móveis, serviços de telefonia móvel e outros terminais sem fio, possibilitando aos usuários à informação desejada, a qualquer lugar e momento [BEL, 2001]. A especificação da pilha WAP surgiu de esforços de várias empresas que deu origem ao denominado WAP Fórum-órgão responsável pela publicação das especificações WAP, e também da homologação de produtos WAP. O WAP utiliza padrões de comunicação sem fio, como, TDMA, e GSM. Além disso, foram acrescidas novas extensões possibilitando aos participantes da indústria desenvolver soluções independentes com interfaces aéreas, dispositivos independentes e interoperáveis. O objetivo do WAP é a agregação de valores aos serviços de redes sem fio agrupando inteligência em servidores e associando apenas um micro-navegador (microbrowser) no terminal móvel WAP Fórum Em 1997, quatro empresas reuniram-se para desenvolver um protocolo de aplicações sem fio em comum. No início esse protocolo foi chamado de MDI. A iniciativa teve como objetivo unir esforços das companhias para portar aplicações avançadas e conteúdo da Internet em dispositivos móveis digitais. O MDI herdou características e a funcionalidade do HDML, HDTP (desenvolvido pela Unwired Planet, TTML desenvolvido pela Nokia e o ITTP desenvolvido pela Ericsson. O WAP é um padrão aberto que possibilita às operadoras aumentar o número de serviços oferecidos, disponibilizando aos assinantes informação desejada a qualquer hora e independente de onde eles estejam, e à interface do usuário é simples e efetiva, disponíveis numa variedade de redes e dispositivos. A especificação WAP resolve problemas de transporte e satisfação quanto às limitações do ambiente sem fio de hoje, e o WAP Fórum trabalha para o aperfeiçoamento do acesso sem fio à informação, em conjunto diversas entidades como

13 ETSI, TIA, W3C e CTIA, para garantir que um único padrão esteja disponível para o acesso de informações sem fio necessárias aos assinantes e participantes da indústria em todo mundo. Segundo [FOR, 1999] o WAP Fórum define como sendo seus objetivos: a) Disponibilizar conteúdo da Internet e/ou serviços de dados avançados a telefones celulares digitais ou outros terminais sem fio; b) Criar uma especificação global de protocolos de redes sem fio para interoperar entre diferentes tecnologias de redes sem fio (CDMA, GSM, TDMA, etc); c) Incentivar a criação de conteúdo e aplicações que serão disponibilizados através de uma variedade de redes sem fio e de terminais; d) Adotar, dentro do possível, padrões e tecnologias existentes e criar novos padrões somente quando inevitável. O WAP Fórum possui uma certificação de produtos, os fabricantes se credenciam para obtenção de um certificado de conformidade de seus produtos com o WAP Suite Protocol. Existem também um programa de registro de desenvolvedor e um programa de verificação de conteúdo. Os desenvolvedores de software utilizando esses programas podem licenciar seus sites WAP como "WML Compatible" [FOR, 1999]. O WAP Fórum mantém relações com outros órgãos padronizadores internacionais com o objetivo de assegurar a convergência de futuras especificações. Alguns destes órgãos são: ETSI; W3C; TIA; CTIA Ambiente WAP A tecnologia WAP converge de duas tecnologias de rede que estão evoluindo rapidamente são elas: a transmissão de dados sem fio e a Internet. A idéia básica é utilizar conceitos da Internet, alterando-os para que eles possam ser úteis dentro das limitações de uma rede sem fio e de aparelhos com recursos restritos. A maior parte das tecnologias desenvolvidas para a Internet foi projetada para computadores com capacidade relativa de comunicação e capacidade de processamento grande. Através de um par de fios da rede telefônica convencional esses computadores são conectados à Internet, o que lhe dá acesso moderado a uma rede com conexão aceitável [WAP, 2002]. Os dispositivos móveis para redes sem fio possuem recursos mais restritos de computação se comparados aos computadores desktop. Como por exemplo:

14 Tamanho da tela dos dispositivos Experiência com usuários de outras plataformas indica que telas maiores proporcionam melhor usabilidade e satisfatibilidade do que telas pequenas [BUC, 2001]. Navegação e Estrutura do Site Menus e links com grande profundidade em sua hierarquia dificultam a usabilidade dos dispositivos móveis. Métodos de entrada Nos atuais dispositivos móveis, a entrada requer um significante esforço por parte do usuário, que tem que pressionar várias vezes uma mesma tecla do cursor para navegar entre as possíveis opções de um menu, ou apertar várias vezes uma mesma tecla para entrar apenas um caractere. Autonomia das baterias dos dispositivos portáteis. Além dessas restrições, as redes móveis sem fio apresentam um ambiente mais hostil de comunicação quando comparado às redes com fio. Devido às limitações de potência, disponibilidade de espectro e mobilidade, as redes móveis sem fio tendem a possuir [FOR, 1999]: Menor banda passante; Maior latência de transmissão de dados; Menor estabilidade na conexão; Consequentemente a comunicação sem fio fica prejudicada. Para minimizar esses problemas, a especificação WAP tenta adequar seus protocolos e serviços a fim de amenizar essas diferenças entre estes dois ambientes. Sendo assim, a pilha WAP utiliza transmissão binária de dados (Bytecode), sendo aperfeiçoada para alta latência e baixa largura de banda passante Arquitetura WAP A característica principal do padrão WAP é o emprego de vários protocolos já existentes para a Internet como TCP, UDP, XML, HTML, SSL, entre outros. [FOR, 1999]. O funcionamento do WAP e apresentada na figura abaixo.

15 Figura1 Modelo de comunicação WAP As aplicações e o conteúdo e WAP são especificados através de um conjunto de formatos conhecidos, com base nos conteúdos utilizados na Internet tradicional: os dados são transportados utilizando protocolos de comunicação da Internet; o microbrowser de um dispositivo móvel é especificado de forma análoga ao browser convencional. O micro-browser tem como função interpretar e exibir o conteúdo desenvolvido para o ambiente WAP. Através da linguagem WML esse conteúdo é criado, uma linguagem semelhante ao HTML. Ao contrário da linguagem HTML, a WML foi criada para atender às necessidades dos dispositivos e redes sem fio, respeitando suas deficiências e limitações. WML é adaptada e otimizada para utilização em ambiente sem fio [RIS, 2001] WAP Gateway O WAP gateway (também conhecido por WAP Proxy) é um software que realiza basicamente uma conexão entre o cliente (dispositivo móvel) e o servidor (http Server, http Proxy, etc.). Um WAP gateway acessa todos os servidores DNS para resolver os nomes de domínios usados nas URL s, para aliviar o processamento dos dispositivos portáteis. O WAP gateway possui as seguintes funcionalidades [WAP, 2002]: Gateway de protocolo - Traduz as solicitações WAP para os padrões da Internet; Codificadores e Decodificadores de conteúdo Coloca o conteúdo a ser transmitido em um formato de código compactado, bytecode, com a intenção de reduzir o tamanho e o número de pacotes que trafegam na rede de dados sem fio.

16 Os conteúdos e aplicações são hospedados em servidores Internet e podem ser desenvolvidos utilizando tecnologias da Internet como HTML, ASP, CGI, PHP, entre outras. Ver figura abaixo: Figura2 Funcionalidades do WAP Gateway A transmissão de Dados e Voz O padrão WAP define a tecnologia WTA, que tem como objetivo fornecer meios para definir serviços de telefonia (voz). A interface entre as funções relacionadas à telefonia no dispositivo WAP é chamada de WTAI. Quando o WAP browser é utilizado para solicitar dados, é enviado um pedido através da rede sem fio para o WAP gateway que converte a requisição para os protocolos da Internet. Em seguida é enviada essa requisição para o Web Server pela Internet. O Web Server recebe a requisição, lê e retorna uma resposta com conteúdo WML para o WAP gateway. O conteúdo é criptografado e enviado através da rede sem fio para o WAP browser que recebe a resposta do WAP gateway e a exibe na tela do dispositivo WAP, ver figura abaixo.

17 Figura3 - Modelo de requisição/resposta Modelo de Requisição/ Resposta WAP Pilha de Protocolos O WAP é uma pilha de protocolos composta por cinco camadas independentes e é extensível para o desenvolvimento de aplicações direcionadas a utilização em dispositivos móveis, conforme a figura abaixo. Figura4 - Pilha de protocolos WAP

18 Com a divisão em camadas possibilita que outros serviços e aplicações utilizem as características da pilha WAP através de um conjunto de interfaces bem definidas [WAP, 2002]. As aplicações externas podem acessar diretamente as camadas Session, Transaction, Security e Transport. A pilha de protocolos faz o isolamento da tecnologia das operadoras, tornando possível que as aplicações sejam executadas, independentemente do serviço de transporte utilizado Camada de Aplicação (WAE) A camada Wireless Application Environment é responsável por estabelecer um ambiente interativo, aonde os prestadores de serviços e as operadoras podem construir aplicações alcançando um grande número de plataformas sem fio eficiente. O WAE inclui um ambiente de micro-browser que suporta tecnologias: WML; WMLScript; Serviços de telefonia e interfaces de programação: WTA, WTAI; Conjunto de formatos de dados bem definidos, como imagens, registros de agenda de telefones e de compromissos. O WAE assume a existência de funcionalidades de um gateway responsável por codificar os dados transferidos para o cliente móvel. A codificação dos dados tem como objetivo minimizar o tamanho dos dados enviados pelo ar, e minimizar o volume de recursos necessários para o cliente processar esses dados. É importante ressaltar que a funcionalidade do gateway pode ser adicionada aos servidores de Internet que já existem Camada de Sessão (WSP) Dois tipos de serviço para a camada de aplicação do WAP são disponibilizados pelo Wireless Session Protocol. O primeiro serviço é o orientado a conexão, que opera sobre o protocolo de transação WTP, e o segundo serviço é o não orientado a conexão, que opera sobre o serviço de datagrama seguro ou não, WDP. As seguintes funcionalidades são oferecidas pelo WSP: funcionalidade e semântica do HTTP através de uma codificação compacta; suspensão e retomada de sessões; protocolo para negociação de capacidades. Os protocolos da família WSP são otimizados para uma banda que possui uma baixa conexão, com latência relativamente longa. WSP foi projetado para permitir que um proxy WAP conecte um cliente WSP a um servidor HTTP comum.

19 Camada de Transação (WTP) O Wireless Transaction Protocol é um protocolo orientado à conexão, que disponibiliza os seguintes serviços: Classes de serviço: Requisições one-way (solicitação) não confiáveis Requisições one-way (solicitação) confiáveis Requisições two-way (solicitação/respostas) confiáveis. Confiabilidade opcional user-to-user - Usuário ativa a confirmação a cada mensagem recebida. Concatenação de PDU s e reconhecimento do atraso para reduzir o número de mensagens enviadas. Transações Assíncronas Camada de Segurança (WTLS) O Wireless Transport Layer Security é um protocolo de segurança baseado no protocolo TLS, conhecido também como SSL. O WTLS disponibiliza os seguintes serviços: Integridade de Dados - O WTLS contém dispositivos que asseguram que os dados transmitidos entre o terminal e um servidor de aplicações não foram modificados ou corrompidos. Privacidade - Dados transmitidos entre o terminal e o servidor de aplicações não podem ser compreendidos por ninguém que tenha interceptado o fluxo de dados. Autenticação - Permite facilidades que estabelecem a autenticidade do terminal e do servidor de aplicações. Detecção e rejeição de dados incorretos Camada de Transporte (WDP) O Wireless Datagram Protocol opera o serviço de transporte de dados, oferecendo uma forma de transmissão de pacotes transparente das camadas superiores da pilha WAP. Sendo assim as camadas de Segurança, Sessão e Aplicação podem funcionar independentes da rede sem fio utilizada.

20 Para a camada superior do WAP o WDP possui um TSAP. Esta interface de serviços possibilita que as aplicações trabalhem de forma transparente sobre os diferentes serviços de portadora disponíveis Camada de Rede Portadora A pilha de protocolos WAP foi projetada objetivando operar sobre uma variedade de serviços de portadoras, incluindo SMS, CSC e pacotes de dados. Cada portadora oferece um nível de qualidade de serviço diferente em relação à velocidade de transmissão, taxa de erros e atrasos. O encaminhamento de datagramas até ao dispositivo destino é responsabilidade da rede portadora. O tipo de endereçamento utilizado varia de acordo com o tipo de rede portadora, como por exemplo, endereços IP ou números de telefone. Existem redes que utilizam alocação dinâmica de endereços sendo necessário utilizar um servidor para encontrar o endereço atual de um certo dispositivo. Os endereços de rede dentro da pilha WAP podem incluir o tipo de portadora e o endereço (ex: IP ). Para compensar ou tolerar estas diferenças os protocolos WAP foram projetados WAP X Protocolo de Internet Arquitetura Internet A arquitetura da Internet é baseada em um modelo com quatro camadas (ver figura abaixo) onde cada camada executa um conjunto de funções de comunicação. Figura5 Modelo em camadas da Internet A troca de informações entre as camadas da pilha acontece de forma vertical e hierárquica e cada camada trata das informações que correspondem à sua função.

21 Quando se trata de comunicação entre dois hosts, a comunicação entre as camadas é vista de maneira horizontal, ou seja, a Camada TRANSPORTE do host destino conversa somente com a Camada TRANSPORTE do host Origem, e assim sucessivamente Protocolo TCP Para a comunicação entre computadores da Internet é utilizado o protocolo TCP. Através dele, pode-se obter um serviço de transporte confiável. Para identificar a que serviço um determinado datagrama pertence, o TCP utiliza o conceito de "portas". Uma porta é a representação numérica de um serviço na Internet. As principais funções do TCP são: Transferência de dados - Transmissão de dados em blocos (segmentos) e em modo full-duplex (envio e recebimento simultâneos); Transferência de dados urgentes Transmite primeiramente os segmentos que contenham sinalização de urgência; Estabelecimento e liberação de conexão; Segmentação - O TCP pode dividir os dados a serem transmitidos em pequenos blocos (segmentos) que são identificados para, no host destino, serem agrupados novamente. Controle de fluxo - Capacidade de adaptar a transmissão dos segmentos às condições de transmissões (velocidade, tráfego, etc.) entre os sistemas envolvidos. Controle de erros Segmentos são identificados antes de serem transmitidos. Além disso, é adicionado o checksum, para verificar e corrigir erros na transmissão Protocolo IP O IP é o protocolo responsável por definir o caminho que um pacote de dados deverá percorrer do host origem ao host destino, passando por uma ou várias redes. Ao contrário do TCP, o protocolo IP é chamado de Protocolo não-orientado a conexão, o que significa que não há nenhuma garantia na transferência. O protocolo apenas encaminha os pacotes pela rede.

22 Limitações do Protocolo Embora os protocolos da pilha TCP/IP viabilizem a Internet e ofereçam importantes serviços, existem algumas deficiências, como por exemplo, a questão da segurança. Atualmente muitos dos problemas de segurança na transmissão de dados pela Internet estão relacionados ao fato de que o protocolo na sua forma atual (IPv4) não foi projetado para ser seguro, sendo sujeito a vários ataques. Como conseqüência, vários serviços da Internet baseados no IP, como o Telnet, o FTP e SMTP também não são seguros, uma vez que utilizam mensagens que são transportadas pelo IP em texto aberto e, assim sendo, são vulneráveis. Além do problema de segurança, existe um outro problema em relação à versão atual do IP. Com o campo de endereços dos pacotes limitados em 4 bytes (32 bits), espera-se que a Internet fique sem novos endereços dentro de poucos anos, o que poderá ter conseqüências extremamente sérias Ipv6 Tentando resolver as limitações do IPv4, desenvolveu-se uma nova versão do IP, o IPv6 (ou IPSec). Neste novo protocolo um pré-requisito é a segurança. O IPSec oferece serviços de autenticação de usuários e garantia de confidencialidade e de integridade dos dados através de criptografia. O IPSec resolve também a questão dos endereços IP, uma vez que o novo tamanho do campo de endereços passa para 16 octetos (128 bits), o que permitirá a expansão da Internet sem problemas. Devido à ampla base instalada de hosts e roteadores compatíveis com o IPv4, o IPv6 está sendo desenvolvido de forma que seja possível uma migração gradual para o novo protocolo. O novo endereço IP conta com 16 octetos Protocolos utilizados na WWW x WAP A pilha de protocolos WAP é similar à utilizada atualmente na Internet, com a diferença de ser otimizada ao máximo para tentar superar os obstáculos que as redes e dispositivos sem fio oferecem.

Wireless Application Protocol (WAP) Este tutorial apresenta os conceitos básicos do WAP, suas características e aplicações.

Wireless Application Protocol (WAP) Este tutorial apresenta os conceitos básicos do WAP, suas características e aplicações. Wireless Application Protocol (WAP) Este tutorial apresenta os conceitos básicos do WAP, suas características e aplicações. Huber Bernal Filho Engenheiro de Teleco (MAUÁ 79), tendo atuado nas áreas de

Leia mais

Programação WEB Introdução

Programação WEB Introdução Programação WEB Introdução Rafael Vieira Coelho IFRS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Farroupilha rafael.coelho@farroupilha.ifrs.edu.br Roteiro 1) Conceitos

Leia mais

Capítulo 11 - Camada de Transporte TCP/IP e de Aplicação. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página

Capítulo 11 - Camada de Transporte TCP/IP e de Aplicação. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página Capítulo 11 - Camada de Transporte TCP/IP e de Aplicação 1 Introdução à Camada de Transporte Camada de Transporte: transporta e regula o fluxo de informações da origem até o destino, de forma confiável.

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

Segurança do Wireless Aplication Protocol (WAP)

Segurança do Wireless Aplication Protocol (WAP) Universidade de Brasília UnB Escola de Extensão Curso Criptografia e Segurança na Informática Segurança do Wireless Aplication Protocol (WAP) Aluno: Orlando Batista da Silva Neto Prof: Pedro Antônio Dourado

Leia mais

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc. Implementar servidores de Web/FTP e DFS Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.br Conteúdo programático Introdução ao protocolo HTTP Serviço web

Leia mais

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação Thiago Miranda Email: mirandathiago@gmail.com Site: www.thiagomiranda.net Objetivos da Disciplina Conhecer os limites de atuação profissional em Web

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

Guia de Consulta Rápida HTTP. Décio Jr. Novatec Editora. www.novateceditora.com.br

Guia de Consulta Rápida HTTP. Décio Jr. Novatec Editora. www.novateceditora.com.br Guia de Consulta Rápida HTTP Décio Jr. Novatec Editora www.novateceditora.com.br Guia de Consulta Rápida HTTP de Décio Jr. Copyright 2001 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados. É proibida

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula Complementar - MODELO DE REFERÊNCIA OSI Este modelo se baseia em uma proposta desenvolvida pela ISO (International Standards Organization) como um primeiro passo em direção a padronização dos protocolos

Leia mais

TECNOLOGIA WEB INTERNET PROTOCOLOS

TECNOLOGIA WEB INTERNET PROTOCOLOS INTERNET PROTOCOLOS 1 INTERNET Rede mundial de computadores. Também conhecida por Nuvem ou Teia. Uma rede que permite a comunicação de redes distintas entre os computadores conectados. Rede WAN Sistema

Leia mais

Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4

Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4 Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4 Aula passada Threads Threads em SDs Processos Clientes Processos Servidores Aula de hoje Clusters de Servidores Migração de Código Comunicação (Cap. 4) Fundamentos

Leia mais

Introdução ao protocolo SIP*

Introdução ao protocolo SIP* Introdução ao protocolo SIP* 1. SIP (Session Initiation Protocol) Pode se dizer que SIP trata se de um protocolo de controle referente à camada de aplicações do Modelo de Referência OSI (Open System Interconnection),

Leia mais

PRnet/2013. Linguagem de Programação Web

PRnet/2013. Linguagem de Programação Web Linguagem de Programação Web Linguagem de Programação Web Prnet/2013 Linguagem de Programação Web» Programas navegadores» Tipos de URL» Protocolos: HTTP, TCP/IP» Hipertextos (páginas WEB)» HTML, XHTML»

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES SERVICOS DE REDE LOCAL. Professor Carlos Muniz

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES SERVICOS DE REDE LOCAL. Professor Carlos Muniz SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES SERVICOS DE REDE LOCAL Na internet, cada computador conectado à rede tem um endereço IP. Todos os endereços IPv4 possuem 32 bits. Os endereços IP são atribuídos à interface

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula 2 - MODELO DE REFERÊNCIA TCP (RM TCP) 1. INTRODUÇÃO O modelo de referência TCP, foi muito usado pela rede ARPANET, e atualmente usado pela sua sucessora, a Internet Mundial. A ARPANET é de grande

Leia mais

USO GERAL DOS PROTOCOLOS SMTP, FTP, TCP, UDP E IP

USO GERAL DOS PROTOCOLOS SMTP, FTP, TCP, UDP E IP USO GERAL DOS PROTOCOLOS SMTP, FTP, TCP, UDP E IP SMTP "Protocolo de transferência de correio simples (ou em inglês Simple Mail Transfer Protocol ) é o protocolo padrão para envio de e- mails através da

Leia mais

Desenvolvimento Web. Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas. http://www.saymonyury.com.br

Desenvolvimento Web. Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas. http://www.saymonyury.com.br Desenvolvimento Web Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas http://www.saymonyury.com.br Vantagens Informação em qualquer hora e lugar; Rápidos resultados; Portabilidade absoluta; Manutenção facilitada

Leia mais

INTRODUÇÃO A REDES SEM FIO

INTRODUÇÃO A REDES SEM FIO INTRODUÇÃO A REDES SEM FIO Alternativas aos tradicionais meios para transmissão de dados Maior flexibilidade de recursos Mobilidade dos computadores na empresa Saída para os problemas de comunicação ocasionados

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Basedos na Web Capítulo 12 Agenda Arquitetura Processos Comunicação Nomeação Sincronização Consistência e Replicação Introdução

Leia mais

Lista de Exercício: PARTE 1

Lista de Exercício: PARTE 1 Lista de Exercício: PARTE 1 1. Questão (Cód.:10750) (sem.:2a) de 0,50 O protocolo da camada de aplicação, responsável pelo recebimento de mensagens eletrônicas é: ( ) IP ( ) TCP ( ) POP Cadastrada por:

Leia mais

Informática I. Aula 22. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 22-03/07/06 1

Informática I. Aula 22. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 22-03/07/06 1 Informática I Aula 22 http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 22-03/07/06 1 Critério de Correção do Trabalho 1 Organização: 2,0 O trabalho está bem organizado e tem uma coerência lógica. Termos

Leia mais

Protocolo. O que é um protocolo? Humano: que horas são? eu tenho uma pergunta

Protocolo. O que é um protocolo? Humano: que horas são? eu tenho uma pergunta Protocolo O que é um protocolo? Humano: que horas são? eu tenho uma pergunta Máquina: Definem os formatos, a ordem das mensagens enviadas e recebidas pelas entidades de rede e as ações a serem tomadas

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

World Wide Web e Aplicações

World Wide Web e Aplicações World Wide Web e Aplicações Módulo H O que é a WWW Permite a criação, manipulação e recuperação de informações Padrão de fato para navegação, publicação de informações e execução de transações na Internet

Leia mais

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross Redes Pablo Rodriguez de Almeida Gross Conceitos A seguir serão vistos conceitos básicos relacionados a redes de computadores. O que é uma rede? Uma rede é um conjunto de computadores interligados permitindo

Leia mais

Alternativas de aplicação do serviço GPRS da rede celular GSM em telemetria pela Internet

Alternativas de aplicação do serviço GPRS da rede celular GSM em telemetria pela Internet Alternativas de aplicação do serviço GPRS da rede celular GSM em telemetria pela Internet Marcos R. Dillenburg Gerente de P&D da Novus Produtos Eletrônicos Ltda. (dillen@novus.com.br) As aplicações de

Leia mais

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO 1 OBJETIVOS 1. O que é a nova infra-estrutura informação (TI) para empresas? Por que a conectividade é tão importante nessa infra-estrutura

Leia mais

PROTÓTIPO DE UM SISTEMA DE SERVIÇOS WAP PARA A BIBLIOTECA CENTRAL DA FURB

PROTÓTIPO DE UM SISTEMA DE SERVIÇOS WAP PARA A BIBLIOTECA CENTRAL DA FURB UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO (Bacharelado) PROTÓTIPO DE UM SISTEMA DE SERVIÇOS WAP PARA A BIBLIOTECA CENTRAL DA FURB TRABALHO DE

Leia mais

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP Modelo Arquitetural Motivação Realidade Atual Ampla adoção das diversas tecnologias de redes de computadores Evolução das tecnologias de comunicação Redução dos

Leia mais

História e Evolução da Web. Aécio Costa

História e Evolução da Web. Aécio Costa Aécio Costa A História da Web O que estamos estudando? Período em anos que a tecnologia demorou para atingir 50 milhões de usuários 3 As dez tecnologias mais promissoras 4 A evolução da Web Web 1.0- Passado

Leia mais

Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte

Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte O TCP/IP, na verdade, é formado por um grande conjunto de diferentes protocolos e serviços de rede. O nome TCP/IP deriva dos dois protocolos mais

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF REDES ESAF 01 - (ESAF - Auditor-Fiscal da Previdência Social - AFPS - 2002) Um protocolo é um conjunto de regras e convenções precisamente definidas que possibilitam a comunicação através de uma rede.

Leia mais

www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00

www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00 www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00 Controle de Revisões Micropagamento F2b Web Services/Web 18/04/2006 Revisão Data Descrição 00 17/04/2006 Emissão inicial. www.f2b.com.br

Leia mais

milenaresende@fimes.edu.br

milenaresende@fimes.edu.br Fundação Integrada Municipal de Ensino Superior Sistemas de Informação A Internet, Intranets e Extranets milenaresende@fimes.edu.br Uso e funcionamento da Internet Os dados da pesquisa de TIC reforçam

Leia mais

Prof. Luís Rodolfo. Unidade II REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO

Prof. Luís Rodolfo. Unidade II REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Unidade II REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO Redes de computadores e telecomunicação Objetivos da Unidade II Estudar, em detalhes, as camadas: Aplicação Apresentação Sessão Redes

Leia mais

Prof. Manuel A Rendón M

Prof. Manuel A Rendón M Prof. Manuel A Rendón M Tanenbaum Redes de Computadores Cap. 1 e 2 5ª. Edição Pearson Padronização de sistemas abertos à comunicação Modelo de Referência para Interconexão de Sistemas Abertos RM OSI Uma

Leia mais

TECNOLOGIA WEB. Principais Protocolos na Internet Aula 2. Profa. Rosemary Melo

TECNOLOGIA WEB. Principais Protocolos na Internet Aula 2. Profa. Rosemary Melo TECNOLOGIA WEB Principais Protocolos na Internet Aula 2 Profa. Rosemary Melo Tópicos abordados Compreender os conceitos básicos de protocolo. Definir as funcionalidades dos principais protocolos de Internet.

Leia mais

Redes de Computadores II

Redes de Computadores II Redes de Computadores II INTERNET Protocolos de Aplicação Intranet Prof: Ricardo Luís R. Peres As aplicações na arquitetura Internet, são implementadas de forma independente, ou seja, não existe um padrão

Leia mais

FACSENAC. Versão:1.5. Identificador do documento: Projeto Lógico de Redes. Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0. Histórico de revisões

FACSENAC. Versão:1.5. Identificador do documento: Projeto Lógico de Redes. Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0. Histórico de revisões FACSENAC ECOFROTA Documento de Projeto Lógico de Rede Versão:1.5 Data: 21/11/2013 Identificador do documento: Projeto Lógico de Redes Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0 Localização: FacSenac

Leia mais

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Introdução ao protocolo TCP/IP Camada de aplicação Camada de transporte Camada de rede IFPB/Patos - Prof. Claudivan 2 É o protocolo mais usado da atualidade 1 :

Leia mais

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP Modelo Arquitetural Agenda Motivação Objetivos Histórico Família de protocolos TCP/IP Modelo de Interconexão Arquitetura em camadas Arquitetura TCP/IP Encapsulamento

Leia mais

Bruna Chesye Dias ANÁLISE DA TECNOLOGIA WAP VIA ESTUDO DE CASO EM JOGOS DISTRIBUÍDOS E INTERATIVOS

Bruna Chesye Dias ANÁLISE DA TECNOLOGIA WAP VIA ESTUDO DE CASO EM JOGOS DISTRIBUÍDOS E INTERATIVOS Bruna Chesye Dias ANÁLISE DA TECNOLOGIA WAP VIA ESTUDO DE CASO EM JOGOS DISTRIBUÍDOS E INTERATIVOS Monografia apresentada ao Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Lavras, como

Leia mais

Professor(es): Fernando Pirkel. Descrição da(s) atividade(s):

Professor(es): Fernando Pirkel. Descrição da(s) atividade(s): Professor(es): Fernando Pirkel Descrição da(s) atividade(s): Definir as tecnologias de redes necessárias e adequadas para conexão e compartilhamento dos dados que fazem parte da automatização dos procedimentos

Leia mais

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações Sistemas Multimédia Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP Redes e Comunicações Francisco Maia famaia@gmail.com Já estudado... Motivação Breve História Conceitos Básicos Tipos de Redes Componentes

Leia mais

Arquiteturas para implantação de aplicações móveis wireless

Arquiteturas para implantação de aplicações móveis wireless Arquiteturas para implantação de aplicações móveis wireless Este tutorial apresenta uma visão geral da arquitetura para implantação de aplicações móveis wireless. Eduardo Tude Engenheiro de Teleco (IME

Leia mais

Universidade Federal de Mato Grosso

Universidade Federal de Mato Grosso Universidade Federal de Mato Grosso Programação III Curso de Ciência da Computação Prof. Thiago P. da Silva thiagosilva@ufmt.br Material basedado em [Kurose&Ross 2009] e [Gonçalves, 2007] Agenda Internet

Leia mais

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial

Leia mais

WWW - World Wide Web

WWW - World Wide Web WWW World Wide Web WWW Cap. 9.1 WWW - World Wide Web Idéia básica do WWW: Estratégia de acesso a uma teia (WEB) de documentos referenciados (linked) em computadores na Internet (ou Rede TCP/IP privada)

Leia mais

Considerações no Projeto de Sistemas Cliente/Servidor

Considerações no Projeto de Sistemas Cliente/Servidor Cliente/Servidor Desenvolvimento de Sistemas Graça Bressan Graça Bressan/LARC 2000 1 Desenvolvimento de Sistemas Cliente/Servidor As metodologias clássicas, tradicional ou orientada a objeto, são aplicáveis

Leia mais

Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Conceitos Básicos M d o e d los o de d Re R de d s:

Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Conceitos Básicos M d o e d los o de d Re R de d s: Tecnologia em Redes de Computadores Redes de Computadores Professor: André Sobral e-mail: alsobral@gmail.com Conceitos Básicos Modelos de Redes: O O conceito de camada é utilizado para descrever como ocorre

Leia mais

PLATAFORMA PARA DISPONIBILIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES USANDO WAP

PLATAFORMA PARA DISPONIBILIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES USANDO WAP UNICENP - Centro Universitário Positivo Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas Curso de Engenharia da Computação PLATAFORMA PARA DISPONIBILIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES USANDO WAP Aluno: Fabiano Correa Mercer

Leia mais

Aluno: Paulo Roberto Alves de Oliveira Trabalho da disciplina Segurança em Windows 2010. Comparativo entre Apache e IIS.

Aluno: Paulo Roberto Alves de Oliveira Trabalho da disciplina Segurança em Windows 2010. Comparativo entre Apache e IIS. Aluno: Paulo Roberto Alves de Oliveira Trabalho da disciplina Segurança em Windows 2010 Comparativo entre Apache e IIS. Apache versus IIS 1. Resumo Os programas de computador Apache, da fundação Apache

Leia mais

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Disciplina: Programação Orientada a Objetos II Professor: Cheli dos S. Mendes da Costa Modelo Cliente- Servidor Modelo de Aplicação Cliente-servidor Os

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES O QUE É PROTOCOLO? Na comunicação de dados e na interligação em rede, protocolo é um padrão que especifica o formato de dados e as regras a serem seguidas. Sem protocolos, uma rede

Leia mais

02/03/2014. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais

02/03/2014. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais Curso de Preparatório para Concursos Públicos Tecnologia da Informação REDES Conceitos Iniciais; Classificações das Redes; Conteúdo deste módulo Equipamentos usados nas Redes; Modelos de Camadas; Protocolos

Leia mais

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 9.1

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 9.1 Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 9.1 9 OBJETIVOS OBJETIVOS A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO O que é a nova infra-estrutura de tecnologia de informação

Leia mais

INFORMÁTICA FUNDAMENTOS DE INTERNET. Prof. Marcondes Ribeiro Lima

INFORMÁTICA FUNDAMENTOS DE INTERNET. Prof. Marcondes Ribeiro Lima INFORMÁTICA FUNDAMENTOS DE INTERNET Prof. Marcondes Ribeiro Lima Fundamentos de Internet O que é internet? Nome dado a rede mundial de computadores, na verdade a reunião de milhares de redes conectadas

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicações Web

Desenvolvimento de Aplicações Web Desenvolvimento de Aplicações Web André Tavares da Silva andre.silva@udesc.br Método de Avaliação Serão realizadas duas provas teóricas e dois trabalhos práticos. MF = 0,1*E + 0,2*P 1 + 0,2*T 1 + 0,2*P

Leia mais

CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES

CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES O sistema digital de radiocomunicação será constituído pelo Sítio Central, Centro de Despacho (COPOM) e Sítios de Repetição interligados

Leia mais

6 PLANEJAMENTO DE SI 6.1 Planejamento de Segurança da Informação O planejamento em S.I é algo crucial para que haja o bom funcionamento de uma

6 PLANEJAMENTO DE SI 6.1 Planejamento de Segurança da Informação O planejamento em S.I é algo crucial para que haja o bom funcionamento de uma 6 PLANEJAMENTO DE SI 6.1 Planejamento de Segurança da Informação O planejamento em S.I é algo crucial para que haja o bom funcionamento de uma empresa. Diferente do senso comum o planejamento não se limita

Leia mais

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO Capítulo 9 A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO 9.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS O que é a nova infra-estrutura de tecnologia de informação (IT) para empresas? Por que a conectividade

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware 1. A nova infra-estrutura de tecnologia de informação Conectividade Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos Sistemas abertos Sistemas de software Operam em diferentes plataformas

Leia mais

Redes de Computadores. Protocolos de comunicação: TCP, UDP

Redes de Computadores. Protocolos de comunicação: TCP, UDP Redes de Computadores Protocolos de comunicação: TCP, UDP Introdução ao TCP/IP Transmission Control Protocol/ Internet Protocol (TCP/IP) é um conjunto de protocolos de comunicação utilizados para a troca

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES 09/2013 Cap.3 Protocolo TCP e a Camada de Transporte 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura da bibliografia básica. Os professores

Leia mais

SolarWinds Kiwi Syslog Server

SolarWinds Kiwi Syslog Server SolarWinds Kiwi Syslog Server Monitoramento de syslog fácil de usar e econômico O Kiwi Syslog Server oferece aos administradores de TI o software de gerenciamento mais econômico do setor. Fácil de instalar

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Capítulo 1 Gustavo Reis gustavo.reis@ifsudestemg.edu.br - O que é a Internet? - Milhões de elementos de computação interligados: hospedeiros = sistemas finais - Executando aplicações

Leia mais

XDR. Solução para Big Data.

XDR. Solução para Big Data. XDR Solução para Big Data. ObJetivo Principal O volume de informações com os quais as empresas de telecomunicações/internet têm que lidar é muito grande, e está em constante crescimento devido à franca

Leia mais

Introdução à Informática

Introdução à Informática Introdução à Informática Aula 23 http://www.ic.uff.br/~bianca/introinfo/ Aula 23-07/12/2007 1 Histórico da Internet Início dos anos 60 Um professor do MIT (J.C.R. Licklider) propõe a idéia de uma Rede

Leia mais

Modelos de Redes em Camadas

Modelos de Redes em Camadas Modelos de Redes em Camadas Prof. Gil Pinheiro 1 1. Arquitetura de Sistemas de Automação Sistemas Centralizados Sistemas Distribuídos Sistemas Baseados em Redes Arquitetura Cliente-Servidor 2 Sistemas

Leia mais

A Camada de Rede. A Camada de Rede

A Camada de Rede. A Camada de Rede Revisão Parte 5 2011 Modelo de Referência TCP/IP Camada de Aplicação Camada de Transporte Camada de Rede Camada de Enlace de Dados Camada de Física Funções Principais 1. Prestar serviços à Camada de Transporte.

Leia mais

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP Arquitetura TCP/IP Arquitetura TCP/IP INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP gatewa y internet internet REDE REDE REDE REDE Arquitetura TCP/IP (Resumo) É útil conhecer os dois modelos de rede TCP/IP e OSI. Cada

Leia mais

Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia

Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia UNISUL 2013 / 1 Universidade do Sul de Santa Catarina Engenharia Elétrica - Telemática 1 Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia Aula 3 Gerenciamento de Redes Cenário exemplo Detecção de

Leia mais

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura

Leia mais

Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas

Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas Conhecer os modelo OSI, e TCP/IP de cinco camadas. É importante ter um padrão para a interoperabilidade entre os sistemas para não ficarmos

Leia mais

Prof. Luís Rodolfo. Unidade III REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO

Prof. Luís Rodolfo. Unidade III REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Unidade III REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO Redes de computadores e telecomunicação Objetivos da Unidade III Apresentar as camadas de Transporte (Nível 4) e Rede (Nível 3) do

Leia mais

Especificação Técnica

Especificação Técnica Especificação Técnica Última atualização em 31 de março de 2010 Plataformas Suportadas Agente: Windows XP e superiores. Customização de pacotes de instalação (endereços de rede e dados de autenticação).

Leia mais

Revisão para a prova B2. Conteúdo das Aulas: 10, 11 e 14

Revisão para a prova B2. Conteúdo das Aulas: 10, 11 e 14 Revisão para a prova B2 Conteúdo das Aulas: 10, 11 e 14 Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.br Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor:

Leia mais

Modelo de Camadas OSI

Modelo de Camadas OSI Modelo de Camadas OSI 1 Histórico Antes da década de 80 -> Surgimento das primeiras rede de dados e problemas de incompatibilidade de comunicação. Década de 80, ISO, juntamente com representantes de diversos

Leia mais

SISTEMA DE LOCALIZAÇÃO DE FACILIDADES PARA REDES DE TELECOMUNICAÇÕES, BASEADO NA TECNOLOGIA WAP

SISTEMA DE LOCALIZAÇÃO DE FACILIDADES PARA REDES DE TELECOMUNICAÇÕES, BASEADO NA TECNOLOGIA WAP 1 RONEY GIORDANO PATRÍCIO DA SILVA SISTEMA DE LOCALIZAÇÃO DE FACILIDADES PARA REDES DE TELECOMUNICAÇÕES, BASEADO NA TECNOLOGIA WAP Trabalho de conclusão de curso apresentado ao Curso de Ciência da Computação.

Leia mais

Desenvolvendo para WEB

Desenvolvendo para WEB Nível - Básico Desenvolvendo para WEB Por: Evandro Silva Neste nosso primeiro artigo vamos revisar alguns conceitos que envolvem a programação de aplicativos WEB. A ideia aqui é explicarmos a arquitetura

Leia mais

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO Série Ponto POR QUE NOVO CONCEITO? O que é um WEBPLC? Um CP na WEB Por que usar INTERNET? Controle do processo de qualquer lugar WEBGATE = conexão INTERNET/ALNETII WEBPLC

Leia mais

Cogent DataHub v7.0. A próxima geração em soluções para troca de dados em tempo real

Cogent DataHub v7.0. A próxima geração em soluções para troca de dados em tempo real Cogent DataHub v7.0 A próxima geração em soluções para troca de dados em tempo real Cogent é reconhecida como uma líder no segmento de soluções de middleware no domínio do tempo real. E, com a introdução

Leia mais

Documento de Requisitos de Rede (DRP)

Documento de Requisitos de Rede (DRP) Documento de Requisitos de Rede (DRP) Versão 1.2 SysTrack - Grupo 1 1 Histórico de revisões do modelo Versão Data Autor Descrição 1.0 30/04/2011 João Ricardo Versão inicial 1.1 1/05/2011 André Ricardo

Leia mais

Wireshark. Captura de Protocolos da camada de aplicação. Maicon de Vargas Pereira

Wireshark. Captura de Protocolos da camada de aplicação. Maicon de Vargas Pereira Wireshark Captura de Protocolos da camada de aplicação Maicon de Vargas Pereira Camada de Aplicação Introdução HTTP (Hypertext Transfer Protocol) 2 Introdução Camada de Aplicação Suporta os protocolos

Leia mais

Introdução. O que é Serviços de Terminal

Introdução. O que é Serviços de Terminal Introdução Microsoft Terminal Services e Citrix MetaFrame tornaram-se a indústria padrões para fornecer acesso de cliente thin para rede de área local (LAN), com base aplicações. Com o lançamento do MAS

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Computação Aula 01-02: Introdução 2o. Semestre / 2014 Prof. Jesus Agenda da Apresentação Definição e surgimento de Sistemas Distribuídos Principais aspectos de Sistemas Distribuídos

Leia mais

Faculdade Anchieta de Ensino Superior do Paraná FAESP Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação

Faculdade Anchieta de Ensino Superior do Paraná FAESP Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação 7 Faculdade Anchieta de Ensino Superior do Paraná FAESP Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação Desenvolvimento de um Sistema de Controle Acadêmico utilizando tecnologias Wireless Monografia submetida

Leia mais

Considerando-se a especificação de requisitos de um software, é INCORRETO afirmar que esse documento

Considerando-se a especificação de requisitos de um software, é INCORRETO afirmar que esse documento QUESTÕES DE TI QUESTÃO 16 Considerando-se o número de pontos de função para a estimativa do tamanho de um software, é INCORRETO afirmar que, na contagem de pontos, leva-se em consideração A) as compilações

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS DE INTERNET. Disciplina: INFORMÁTICA 1º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA

CONCEITOS BÁSICOS DE INTERNET. Disciplina: INFORMÁTICA 1º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA CONCEITOS BÁSICOS DE INTERNET Disciplina: INFORMÁTICA 1º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA conceito inicial Amplo sistema de comunicação Conecta muitas redes de computadores Apresenta-se de várias formas Provê

Leia mais

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho vi http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Administração de Redes de Computadores Resumo de Serviços em Rede Linux Controlador de Domínio Servidor DNS

Leia mais

AULA 01 INTRODUÇÃO. Eduardo Camargo de Siqueira REDES DE COMPUTADORES Engenharia de Computação

AULA 01 INTRODUÇÃO. Eduardo Camargo de Siqueira REDES DE COMPUTADORES Engenharia de Computação AULA 01 INTRODUÇÃO Eduardo Camargo de Siqueira REDES DE COMPUTADORES Engenharia de Computação CONCEITO Dois ou mais computadores conectados entre si permitindo troca de informações, compartilhamento de

Leia mais

Professor: Gládston Duarte

Professor: Gládston Duarte Professor: Gládston Duarte INFRAESTRUTURA FÍSICA DE REDES DE COMPUTADORES Computador Instalação e configuração de Sistemas Operacionais Windows e Linux Arquiteturas físicas e lógicas de redes de computadores

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES CURSO TÉCNICO DE INFORMÁTICA Módulo A REDES DE COMPUTADORES Protocolos de Rede FALANDO A MESMA LÍNGUA Um protocolo pode ser comparado a um idioma, onde uma máquina precisa entender o idioma de outra máquina

Leia mais

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial 2 1. O Sistema PrinterTux O Printertux é um sistema para gerenciamento e controle de impressões. O Produto consiste em uma interface web onde o administrador efetua o cadastro

Leia mais

Guia de administração. BlackBerry Professional Software para Microsoft Exchange. Versão: 4.1 Service pack: 4B

Guia de administração. BlackBerry Professional Software para Microsoft Exchange. Versão: 4.1 Service pack: 4B BlackBerry Professional Software para Microsoft Exchange Versão: 4.1 Service pack: 4B SWD-313211-0911044452-012 Conteúdo 1 Gerenciando contas de usuários... 7 Adicionar uma conta de usuário... 7 Adicionar

Leia mais

I N T R O D U Ç Ã O W A P desbloqueio,

I N T R O D U Ç Ã O W A P desbloqueio, INTRODUÇÃO Para que o Guia Médico de seu Plano de Saúde esteja disponível em seu celular, antes de mais nada, sua OPERADORA DE SAÚDE terá de aderir ao projeto. Após a adesão, você será autorizado a instalar

Leia mais

Wireless: aplicação na automação industrial

Wireless: aplicação na automação industrial Artigos Técnicos Wireless: aplicação na automação industrial Ricardo Jacobina Silva, Diretor Técnico da Autocon Automação e Controle Ltda. Introdução Este artigo busca apresentar, essencialmente, a utilização

Leia mais