INTRODUÇÃO AO PHP. Curso Técnico em Informática. QI Escolas e Faculdades

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1 INTRODUÇÃO AO PHP Curso Técnico em Informática QI Escolas e Faculdades

2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO DESKTOP X DESENVOLVIMENTO WEB SOBRE O PHP AMBIENTE DE UTILIZAÇÃO DO PHP COMO INSTALAR E PREPARAR O AMBIENTE IDE S PARA DESENVOLVIMENTO NOÇÕES DE AMBIENTE PHP O ALIAS NO SERVIDOR CRIAÇÃO DO ALIAS NO SERVIDOR SINTAXE SCRIPTS PHP

3 1 INTRODUÇÃO O principal objetivo das linguagens de programação para Web, como o PHP, é propiciar uma interação entre os sites desenvolvidos e os seus utilizadores, de forma segura, confiável e ágil. 2 DESENVOLVIMENTO DESKTOP X DESENVOLVIMENTO WEB As formas de desenvolvimento foram, ao longo dos anos, afluindo para duas vertentes na área de desenvolvimento, o desenvolvimento Desktop e o desenvolvimento Web. O desenvolvimento Desktop, mesmo sendo uma relação entre um cliente e um servidor, é baseado no conceito de equipamento, ou seja, o próprio servidor pode ser utilizado também como cliente, no mesmo equipamento, assim o desenvolvimento deve ser de acordo com o sistema operacional instalado. O desenvolvimento para a web é caracterizado por uma arquitetura client/server, ou Cliente/Servidor. O processamento das informações não acontece na máquina solicitante, mas sim no servidor, responsável por processar esses pedidos vindos do cliente, devolvendo apenas as respostas. Figura 1 - Arquitetura Cliente/Servidor 1 Basicamente cada cliente realiza uma requisição ao servidor, essa requisição pode ser um pedido, ou até mesmo o envio de uma informação, dessa forma, quando o servidor terminar de processar o que foi solicitado, ele devolverá o resultado desse processamento ao cliente. 1 Fonte: 2

4 Vejamos um Exemplo Prático: Imagine que você vai buscar uma refeição em uma lanchonete drive thru. Você, como cliente, realiza uma requisição para o atendente, escolhendo o seu lanche, e aguarda a resposta, pois pode ocorrer de um dos seus itens não estar mais disponível. Ao final de um determinado tempo você recebe a resposta desse atendimento, seja o seu lanche, ou até mesmo uma solicitação quanto a você escolher uma nova opção, caso algum item esteja em falta. 3 SOBRE O PHP Conforme a documentação oficial referente à linguagem PHP, facilmente localizada no site php.net (http://www.php.net), o PHP é conhecido por Hypertext Preprocessor. É uma linguagem de programação open source, tendo seu próprio código aberto, sendo dessa forma de ampla utilização, cuja principal característica é a de fácil aprendizado e rapidez quanto a geração de conteúdos dinâmicos, visando desenvolvimento de aplicações cliente-servidor em ambiente web. Sua facilidade de aprendizado e utilização torna possível a elaboração de sites relativamente simples, como blogs, por exemplo, e sites mais complexos, como lojas virtuais. Figura 2 - Logo do PHP 2 O PHP foi desenvolvido no outono de 1994 por Rumus Lerdorf, baseado na linguagem C. Vem sendo constantemente atualizado, se tornando uma das linguagens mais populares para desenvolvimento web. Uma das maiores facilidades quanto a sua utilização é a compatibilidade quanto a conexão com Bancos de Dados, como MySQL, PostGress, SQL Server e IBM DB2. Vejamos algumas das vantagens do PHP: 2 Fonte: 3

5 Alto desempenho quanto a operações de larga escala; Compatibilidade com diversos bancos de dados; Grande variedade de bibliotecas integradas para elaboração de tarefas corriqueiras no ambiente web; Custo baixa para sua implantação e desenvolvimento; Portabilidade quanto ao seu funcionamento, rodando em diversos servidores web existentes no mercado; Código fonte aberto e amplo suporte junto à comunidade de desenvolvedores; 4 AMBIENTE DE UTILIZAÇÃO DO PHP Para utilização do PHP para desenvolvimento de aplicações Web são necessários requisitos, como ter um servidor web configurado, que pode ser um servidor Apache, IIS (Microsoft Internet Information Server), Personal Web Server, dentre outros. Também é importante ter um interpretador PHP e um Banco de Dados, para o caso de persistência nas informações. O PHP pode ser utilizado na maioria dos sistemas operacionais, incluindo Linux, várias variantes Unix (incluindo HP-UX, Solaris e OpenBSD), Microsoft Windows, Mac OS X, RISC OS, e provavelmente outros. O PHP também é suportado pela maioria dos servidores web atuais, incluindo Apache, Microsoft Internet Information Server, Personal Web Server, Netscape and iplanet Servers, Oreilly Website Pro Server, Caudium, Xitami, OmniHTTPd, e muitos outros. O PHP pode ser configurado como módulo para a maioria dos servidores, e para os outros como um CGI comum. (PHP 3 ) O servidor Apache tem a finalidade de interpretar as requisições enviadas dos clientes pela web, bem como de devolver os resultados dessas requisições. Essa funcionalidade se dá pela utilização em conjunto do interpretador do PHP, cuja finalidade é a de ler os códigos inseridos nos scripts PHP, ou seja, o servidor pede ao interpretador que leia o código, e então realiza o que foi solicitado. Após, ocorre a devolução desse resultado para o cliente que o solicitou. 3 Fonte: php.net (http://www.php.net/manual/pt_br/intro-whatcando.php) 4

6 Figura 3 - Funcionamento do interpretador PHP 4 Um dos bancos de dados mais utilizados junto ao PHP é o MySql, dado o mesmo ser um banco de dados robusto e possuir licenciamento livre na sua versão Community Server, possuir código aberto e uma comunidade ativa de desenvolvedores para o mesmo. MySQL Community Server is a freely downloadable version of the world's most popular open source database that is supported by an active community of open source developers and enthusiasts. 5 Para execução do PHP temos os chamados ambientes de desenvolvimento, cuja finalidade é a de englobar as 3 ferramentas principais para o desenvolvimento PHP: o servidor Apache, o interpretador PHP e o MySQL. Dentre as principais podemos destacar: WAMP Server o Ambiente que combina o Servidor Apache, o MySQL e interpretador do PHP, configurados para ambiente Windows. Pode ser encontrado em (http://www.wampserver.com/en/), tanto nas versões 32 bits quanto 64 bits. XAMPP 4 Fonte: 5 Tradução Livre: O MySQL Community Server é uma versão livre para download mais popular banco de dados de código aberto do mundo. É suportado por uma comunidade ativa de desenvolvedores e entusiastas do código aberto. 5

7 o Pode ser encontrado nas versões para ambientes Windows, Linux, MAC, Solaris. Contém o Servidor Apache, o MySql e o interpretador do PHP, além de um servidor de FTP. Pode ser encontrado em (http://www.apachefriends.org/pt_br/xampp.html). MAMP o Ambiente de desenvolvimento exclusivo para sistemas Apple, possui a versão convencional, que contém o Servidor Apache, o MySQL e o Interpretador do PHP. também possui a versão PRO, voltada para licenciamento comercial. Pode ser encontrado em (http://www.mamp.info/en/downloads/index.html) LAMP o Ambiente de desenvolvimento exclusivo para sistemas Linux, basicamente formado pela instalação do Servidor Apache, do MySQL e do Interpretador do PHP. Pode ser instalado através da linha de comando (sudo apt-get install lamp-server^) executado no terminal. 5 COMO INSTALAR E PREPARAR O AMBIENTE Primeiramente devemos definir qual será o ambiente de desenvolvimento que iremos utilizar. Por escolha utilizaremos o Wamp Server como ferramenta de utilização. Para instalar o Wamp, devemos seguir alguns passos: 1. Realizar o download do pacote adequado ao tipo de sistema operacional que utilizamos. No caso, realizaremos o download da versão 32 bits em Server%202.2/wampserver2.2e/wampserver2.2e-php5.4.3-httpd mysql b.exe/download 2. Após realizar o download do Wamp, iremos executá-lo, selecionando Next para a opção exibida. Figura 4 - Primeiro passo 6

8 3. Aceitamos os termos de utilização, a respeito da liberdade de utilização do ambiente de desenvolvimento. Figura 5 - Segundo passo 4. Escolher o caminho de instalação. Por padrão utilizaremos C:\Wamp e pressionamos Next. Figura 6 - Segundo passo 5. Podemos optar pela escolha de criar atalhos na área de trabalho ou barra de inicialização rápida e selecionamos Next. 7

9 Figura 7 - Quarto passo 6. Após selecionar os procedimentos, clicamos em Install. 7. No momento apropriado, o Wamp solicitará a escolha de um navegador padrão para que seja utilizado para interação. Caso não seja selecionado, apenas pressione Abrir, sendo apenas solicitado o apontamento do arquivo Explorer.exe Figura 8 - Quinto passo 8. A pergunta seguinte menciona a existência de uma atualização visual da página inicial do Wamp Server, podemos responder Yes e prosseguir. 9. Após podemos inserir informações quanto à utilização de , informações quanto ao servidor SMTP e o nome de usuário de . Essas informações são importantes caso seja utilizada a função mail, responsável por propiciar o envio de s utilizando o PHP. Você pode deixar as configurações padrões sugeridas pelo instalador. 8

10 Figura 9 - Sexto passo 10. Após a finalização da instalação, o Wamp irá criar um ícone à direita no relógio do Windows. IMPORTANTE: Para um correto funcionamento, o ícone do Wamp deve estar sempre na cor VERDE. Caso o mesmo esteja AMARELO, ou o MySQL não está sendo executado, ou o servidor Apache não está em execução. Quando o ícone estiver em VERMELHO, ambos, o servidor Apache e o MySQL não estão em execução. 6 IDE S PARA DESENVOLVIMENTO Podemos utilizar uma série de IDE s para desenvolvimento em PHP. Segundo publicação no site Wikipédia 6, IDE, ou integrated development environment, é um programa de computador que reúne características e ferramentas de apoio ao desenvolvimento de software com o objetivo de agilizar este processo. Dentre as IDE s mais conhecidas, temos: NetBeans IDE (http://netbeans.org/downloads/index.html) o Ambiente de Desenvolvimento Integrado de código-fonte aberto gratuito para desenvolvedores de software. Todas as ferramentas necessárias para criar aplicações desktop profissionais, corporativas, 6 Fonte: 9

11 Web e móveis com a plataforma Java, bem como C/C++, PHP, JavaScript, e Groovy. 7 Eclipse IDE (http://www.eclipse.org/downloads/) o IDE semelhante ao NetBeans, porém, ao contrário da anterior, não tem uma instalação natural para o PHP, sendo o mesmo inserido através de um plugin, o PHP Development Tools (http://projects.eclipse.org/projects/tools.pdt) Aptana Studio (http://www.aptana.com/products/studio3) o IDE de desenvolvimento livre com suporte a diversos tipos de formato Web. Adobe Dreamweaver o IDE de uso comercial utilizada para o desenvolvimento de websites. Pode ser adquirida na forma de versão de teste para conhecimento no site (http://www.adobe.com/cfusion/tdrc/index.cfm?product=dreamwea ver&loc=pt_br) Notepad++ o IDE utilizada para edição de códigos em diversas linguagens, podendo ser utilizada em substituição ao Bloco de Notas. Pode ser encontrada em (http://notepad-plus-plus.org/). Possui acesso a diversos plug-ins para melhorias de sua utilização. Possui compatibilidade com o sistema Operacional Windows. Sublime Text o IDE semelhante ao Notepad++, mas por possuir suporte aos ambientes Windows, MAC e Linux, tem licenciamento proprietário, podendo ser utilizada como avaliação. 7 NOÇÕES DE AMBIENTE PHP Quando realizamos a montagem de um ambiente para desenvolvimento PHP temos alguns elementos a serem considerados, tanto a nível físico quanto a nível lógico. Primeiramente temos que entender o que é um arquivo php. A extensão.php é utilizada para identificar arquivos que serão processados pelo servidor Apache. Dessa forma, nenhum arquivo que não tenha essa extensão será lido pelo interpretador. Um servidor web deve ser sempre identificado, para tanto nomeamos o mesmo de HOST, sendo identificado através de um número IP. Como estamos utilizando um ambiente que visa facilitar o desenvolvimento, passamos a conhecer o LOCALHOST, que nada mais é que a nomeação dada a um servidor localizado no próprio ambiente de desenvolvimento. Para que possamos verificar se as configurações do localhost estão corretas, devemos executar um navegador e, na barra de endereços, digitar a palavra 7 Fonte: 10

12 localhost. Ou então, podemos ir até ícone do Wamp Server e, clicando no mesmo com o botão esquerdo do mouse selecionar a opção localhost. Na computação, o termo localhost se refere à localização do sistema que está sendo usado. É um dispositivo loopback ao qual é atribuído o Endereço IP no IPv4, ou ::1 no IPv6, e pode ser usado por aplicações TCP/IP para testarem a comunicação consigo mesmas. 8 Figura 10 - Interface de utilização do Wamp Server Figura 11 - Navegador exibindo a página inicial do Wamp Server 8 Fonte: 11

13 A página exibida acima é um arquivo gerado via PHP, onde no mesmo são exibidas todas as extensões de funcionamento utilizadas no momento no Wamp Server, quais os projetos criados, servidores virtuais e apelidos para armazenamento. A estrutura física do Wamp se baseia na disposição de diretórios instalados no sistema operacional, dentro da pasta Wamp, localizada no C:\ Essa estrutura é composta por pastas utilizadas para armazenamento de diversas bibliotecas a serem utilizadas pelo servidor web. Figura 12 - Estrutura de pastas do Wamp Server No diretório de pastas podemos destacar a importância das pastas WWW, que é a pasta utilizada pelo servidor Apache. Ou seja, todos os arquivos PHP inseridos na mesma serão processados pelo servidor e interpretados pelo Interpretador PHP. Arquivos que não sejam armazenados nessa pasta não serão processados pelo servidor Apache como arquivos PHP. Também temos a pasta ALIAS, onde, fisicamente, ficam armazenados os caminhos virtuais para diretórios de projetos, que venham a ser criados fora da pasta WWW, dessa forma, não temos a necessidade de armazenar todos os projetos na esma pasta. Na pasta BIN localizam-se os arquivos referentes ao servidor Apache, ao interpretador PHP e ao MySQL. 12

14 8 O ALIAS NO SERVIDOR Alias, conforme tradução, significa pseudônimo. Quando criamos um pseudônimo no servidor queremos que o mesmo referencie virtualmente uma pasta física que está em outro local(fora da pasta padrão do servidor). Por exemplo, sabemos que ao armazenar qualquer arquivo php na pasta WWW, o mesmo será processado, mas, por motivos de segurança é interessante que não tenhamos o nosso projeto inserido no mesmo local de outros. Um alias tem essa finalidade, a de propiciar que os projetos criados no servidor web possam ser processados pelo mesmo sem que os arquivos estejam fisicamente inseridos na pasta WWW. 9 CRIAÇÃO DO ALIAS NO SERVIDOR Agora vamos criar uma alias no Wamp Server. Vamos seguir os seguintes passos: 1. Criar uma pasta onde será utilizado o alias, nesse exemplo utilizaremos C:\EAD\php\ Figura 13 - Criação da pasta no servidor Após clicamos no ícone do Wamp com o botão esquerdo do mouse, então escolhemos Apache > Alias directories (diretório de alias), Add an alias (Adicionar um alias): Figura 14 - Caminho para escolha de adição do alias 13

15 IMPORTANTE: Não utilizar letras maiúsculas, caso contrário, teremos que utilizá-las na barra de endereços: 2. Será executada uma janela do prompt de comando, solicitando inicialmente o nome que será utilizado pelo servidor para o nosso alias. No exemplo utilizamos o nome eadphp e pressionamos enter. Figura 15 - Janela do prompt de comando 3. Após confirmar, a janela solicitará o caminho físico onde estará a pasta a ser utilizada. Como criamos a nossa pasta EAD no C, e criamos a pasta PHP dentro dela, indicaresmos o caminho c:/ead/php/. Pressione enter para confirmar. IMPORTANTE: Não criar diretórios com espaços ou caracteres especiais, pois não será possível a leitura dos mesmos pelo servidor. Figura 16 - Caminho físico do alias 14

16 4. Será exibida uma confirmação da criação do alias. Pressione enter para fechar a janela. Nesse momento, o servidor se reinicia para passar a reconhecer o novo alias. Figura 17 - Confirmação de criação do alias 5. Após, toda a chamada realizada através do localhost poderá ser realizada para o alias, e não unicamente para a pasta www, de forma que não será exibida a página inicial do Wamp Server, e sim uma página exibindo o conteúdo da pasta do alias. Figura 18 - Conteúdo da pasta onde está localizado o alias Assim, temos uma pasta reconhecida pelo servidor, onde podemos armazenar e testar nossos scripts PHP. 10 SINTAXE Dentre as características principais do PHP se destaca a construção de suas linhas de comando, assim como na linguagem C, são case sensitive, ou seja, existem diferenças entre letras maiúsculas e minúsculas. Códigos escritos em PHP devem estar contidos entre os chamados delimitadores, que tem a função de determinar quando o servidor Apache deverá processar uma 15

17 instrução em PHP. A inexistência dos mesmos representará que o arquivo seja unicamente interpretado como um arquivo de texto comum, de forma que o interpretador do PHP não irá ler os comandos. Os delimitadores no PHP são representados por <?php para início de uma codificação PHP e por?> para representar o final da mesma. Cada codificação terminará por um ponto e vírgula ( ; ), de forma que o interpretador saberá quando deverá dirigir-se para a próxima instrução. Quando queremos comentar algo em um código PHP podemos fazê-lo de duas formas, ou utilizando duas barras ( // ) para comentários de uma única linha, ou utilizando uma marcação iniciada por barra-asterisco ( /* ) a ser utilizada no início do código, e asterisco-barra ( */ ) ao final do mesmo. (Note que é o mesmo tipo de comentário da linguagem Java) Dessa forma, todo o bloco comentado será ignorado pelo interpretador do PHP. Figura 19 - Exemplo de código PHP Explicando o código descrito acima, na linha de número 1 temos a abertura do delimitador PHP, dessa forma, o servidor Apache processará o que estiver a partir desse ponto. Na linha de número 3 temos um exemplo de comentário de uma linha, onde palavras escritas após as duas barras serão ignorados pelo interpretador. Na linha de número 4 temos o início de um comentário de mais de uma linha, com a inserção de barra-asterisco. Logo, todas as linhas seguintes serão ignoradas pelo interpretador até que seja inserido o símbolo de fechamento do comentário, o asterisco-barra. Na linha de número 8 temos a expressão phpinfo();, que, conforme o site oficial, o php.net possui a seguinte descrição: 16

18 Mostra uma grande quantidade de informações sobre o estado atual do PHP. Isto inclui informações sobre as opções de compilação do PHP e extensões, a versão do PHP, informações do servidor e ambiente (se compilado como um módulo), o ambiente PHP, informação da versão do SO, caminhos, valores principais e locais das opções de configuração, cabeçalhos HTTP e a licença do PHP. 9 Essa linha será interpretada e executada pelo interpretador PHP, sendo processada pelo servidor Apache. Ao final da mesma temos uma abertura e um fechamento de parênteses, significando que ela é uma função do php, ou um método. O ponto e vírgula determina o encerramento da instrução, logo, o interpretador sabe que aquela linha de código simplesmente terminou. A sua utilização do phpinfo() trará uma série de informações a respeito da instalação do PHP no servidor. Todas essas informações serão exibidas no navegador. Para testar, salve este arquivo na pasta (C:/EAD/PHP) como o nome de teste.php, e execute pelo navegador: Figura 20 - Exibição do resultado da utilização do phpinfo() 9 Fonte: 17

19 11 SCRIPTS PHP A execução de scripts no servidor Apache requer algumas observações. Primeiramente quanto ao salvamento físico dos arquivos. Tomamos por base a criação de um alias no servidor chamado exemplosphp e a criação de um arquivo chamado ExPhp01.php. É importante salientar que a extensão php é a extensão de arquivo a ser entendida pelo servidor Apache. Para criar os arquivos.php utilizaremos a IDE NetBeans, cujo foco é no desenvolvimento utilizando linguagens livres, como o Java e C++, por exemplo. Ao solicitar o download na página é possível selecionar qual será a versão a ser transferida. Selecionamos a versão PHP, cuja funcionalidade se dá unicamente para o desenvolvimento de scripts desenvolvidos na linguagem PHP. Figura 21 - Seleção da versão do NetBeans a ser transferida Após instalar o NetBeans, selecionamos o menu Arquivo > Novo Projeto, como mostra a figura 2. Figura 22 Seleção de menu no NetBeans 18

20 Figura 23 - Interface de escolha de um novo projeto Seguindo os passos numerados, temos as seguintes opções: 1. Escolha da Categoria, que será PHP. 2. Escolha do tipo de projeto, uma Aplicação PHP, que será utilizada para a criação de uma aplicação PHP em branco, ou seja, sem nenhum arquivo php. 3. Botão Próximo, a ser pressionado quando da escolha realizada. Figura 24 - Interface de Novo Projeto PHP Seguindo novamente os passos numerados nessa interface, temos as opções: 19

21 1. Nome dado ao projeto PHP, que será utilizado para uma referência no NetBeans. 2. Pasta física onde estarão os arquivos. Importante: Essa pasta deve a mesma pasta apontada no alias exemplosphp para que o servidor Apache possa reconhecê-la. 3. Versão do PHP utilizada, podemos manter na versão Pressionamos o botão Próximo para irmos para as configurações de execução. Figura 25 - Tela de execução de configurações Seguindo os passos numerados, temos as seguintes opções: 1. Forma de execução do script PHP. Como estamos trabalhando um um servidor local, cuja finalidade é de simular um ambiente real, utilizaremos Web Site Local, a fim de que o Servidor Apache contido no Wamp possa ser utilizado. 2. Selecionamos a URL do caminho. Como estamos utilizando um servidor local, o caminho por padrão será o Localhost. Como temos um Alias criado, utilizamos o nome do nosso projeto logo após o Localhost, ficando dessa forma 3. Finalizando a criação do projeto, será aberta a estrutura inicial do mesmo. A estrutura inicial é apresentada por uma pequena árvore, composta inicialmente pela pasta do nosso projeto, e seguida da pasta Arquivos de Código-Fonte. É nessa pasta onde serão inseridos os scripts PHP criados. Figura 26 - Estrutura inicial de pastas e arquivos do projeto 20

22 Para criarmos um novo script, ou arquivo, podemos utilizar o menu Arquivo > Novo Arquivo ou então pressionar o botão à esquerda, logo abaixo do menu Arquivo, ou ainda, podemos clicar com o botão direito do mouse e podemos escolher a opção Novo > Arquivo PHP. Para quaisquer das formas, teremos um novo arquivo criado. Figura 27 - Criação de arquivo via menu Arquivo Figura 28 - Criação de arquivo via botão de ação Figura 29 - Criação de arquivo via botão direito do mouse no pacote Todas as formas remetem a uma interface, onde devemos informar dados referentes a esse arquivo PHP, como a sua categoria dentro do nosso projeto e o seu nome. 21

23 Figura 30 - Escolha do Tipo de Arquivo Selecionamos as opções relacionadas a esse arquivo inicial, como: 1. Categoria PHP. 2. Tipos de arquivo Arquivo PHP. 3. Pressionando o botão Próximo, será solicitada a identificação do arquivo a ser gerado. 22

24 Figura 31 - Identificação do novo arquivo php A única escolha a ser solicitada é a referente ao nome do arquivo, conforme destaque número 1. Nesse caso utilizaremos o nome ExPhp01, complementado com a extensão.php pelo NetBeans. No destaque número 2, temos o local de armazenamento do arquivo gerado, que será dentro da nossa pasta criada conforme o caminho determinado no Alias. Após, conforme o destaque número 3, finalizamos a criação do arquivo, sendo o mesmo exibido ao lado direito, na área reservada para a codificação, chamada de Código-Fonte do NetBeans e incluído na estrutura localizada na lateral esquerda. 23

25 Figura 32 - Tela de exibição dos arquivos gerados Nesse nosso primeiro script, exemplificado abaixo, faremos um código relativamente simples, como a soma de dois valores. No exemplo abaixo, temos a criação desse script, e logo após uma breve explicação sobre o mesmo. Operadores matemáticos Case sensitive Quando o script é excutado, o que retorna do servidor Figura 33 exemplo de código Nas linhas 1 e 8 temos os delimitadores de scripts PHP, vistos anteriormente na unidade 01. Na linha número 3 temos a criação e atribuição, através do sinal de igual (=), de um valor a variável chamada de valor1. Conforme o php.net, no link (http://php.net/manual/pt_br/language.variables.basics.php), variáveis devem ser precedidas de um $, de forma que o interpretador saberá que nessa linha haverá uma variável, e não outra instrução. No PHP as variáveis têm os seus valores estabelecidos no momento da atribuição, de forma que, no exemplo acima, teremos dois valores sendo somados, através da operação matemática de soma, exemplificada na linha 6. Uma 24

26 variável $soma recebe o resultado dessa operação, o valor 35. Os operadores metemáticos, em PHP, são os mesmos da linguagem Java: Potenciação, através da função pow. Raiz quadrada, através da função sqrt. Multiplicação (*) Divisão (/) Adição (+) Subtração (-) Resto da divisão (%) A linguagem PHP é Case Sensitive, ou seja, devemos ter cuidado, pois letras maiúsculas se diferem de letras minúsculas. Por exemplo, a variável $valor1 é diferente da variável $Valor1. Quando executamos o projeto, temos, no primeiro momento, uma tela de inicialização, que solicita o arquivo de índice, que nada mais é que o nosso script PHP criado há pouco. Após a abertura da tela de solicitação, como estamos executando o nosso projeto pela primeira vez, o NetBeans nos exibe por padrão uma página chamada index.php. o index é uma página utilizada como página inicial para um site. Como não o estamos utilizando ainda, devemos clicar no botão Procurar para localizar o nosso arquivo recém criado, e então pressionamos o botão OK para terminarmos a configuração do projeto. Figura 34 - Tela de configuração do projeto 25

27 Após, podemos executar o projeto pressionando o botão F6, ou então clicando no botão abaixo dos menus iniciais. Figura 35 - Botão utilizado para executar um script no NetBeans Ao executarmos o nosso script, o resultado será uma página em branco, pois o servidor Apache recebeu as instruções, e então o interpretador interpretou as mesmas nessa ordem: 1. Atribuir o valor a $valor1 2. Atribuir o valor a $valor2 3. Atribuir o valor da soma de $valor1 e $valor2 à variável $soma. Porém, como não estava descrito que haveria um retorno de alguma informação, não houve nenhuma resposta quanto a esse resultado. Para esse tipo de retorno, podemos solicitar ao interpretador uma resposta para esse cálculo, utilizando as funções echo, print ou printf. echo: o Utilizada para exibir um ou mais comandos de resposta, podendo os mesmos serem separados por,. 10 print: o Utilizada para a exibição de um comando, unicamente. 11 printf: o Retorna o valor formatado conforme o valor de controle de formato. Para sua utilização utilizamos uma tabela de referência Conforme Dall Oggio, página Conforme Dall Oggio, página Tradução Livre: Insere uma string formatada 26

28 Figura 36 - utilização das diferentes formas de exibição de mensagens No script acima temos diferentes formas de exibição do mesmo resultado. Onde cada uma das funções se apresenta de uma forma diferente. O principal ponto a ser observado é a utilização de aspas ( ) e de apóstrofos ( ) pois, apesar de termos uma apresentação semelhante, temos formas diferentes de utilização. Quando executamos uma função de retorno com aspas, podemos inserir valores de variáveis juntamente com o que estamos retornando, como um texto por exemplo. Agora quando utilizamos apóstrofos, temos a possibilidade de apenas trabalhar com strings. Para esses casos temos o ponto (.), que irá ser utilizado para concatenar as informações. O printf se baseia no conceito de substituição, onde substituímos o elemento, no caso o %d, por um valor que esteja na variável. Em qualquer das formas apresentadas, teremos o resultado exibido na figura abaixo: Figura 37 - Resultados obtidos com a utilização das funções 27

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