INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA

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1 INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO Equipamentos informáticos da refinaria de Sines Bacharelato em Engenharia informática Vasco de Sousa Ventura Silva Nº 2757

2 Escola Superior de Tecnologia e Gestão Orientador da escola: Dr. Rui Pais Orientador da empresa: Eng. Alexandre Sequeira Aluno: Vasco de Sousa Ventura Silva

3 Agradecimentos Agradecimentos Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao meu pai, que desde sempre me ajudou e incentivou, e possibilitou-me a ter este estágio. Gostaria de agradecer igualmente à minha mãe que me incentivou ao longo destes anos a estudar. Ao Dr. Rui Pais que foi o meu orientador de estágio por parte da escola, e ao engenheiro Alexandre Sequeira, que foi o meu orientador de estágio por parte da empresa. Gostaria de agradecer às minhas amigas funcionárias da Petrogal, Cristina Marreiros e à Doutora Natália Caeiro pois, sempre que necessitei, estavam lá para me ajudar. Gostaria de agradecer o apoio prestado por parte dos colegas e amigos da empresa, João Mateus, Ana Pedro e Sílvio Dias. Estes foram elementos importantíssimos, pois o trabalho está elaborado principalmente para que estes usem, portanto, eles é que me iam dizendo como o programa deveria funcionar, assim como, me deram umas dicas de como o deveria fazer. Gostaria de agradecer também todo o apoio prestado pelo Eng. João Braz, funcionário da Petrogal. Ao longo do estágio tive sempre o apoio da minha namorada Patrícia Carlos, bem como, dos meus colegas de escola Mário Mateus e Telmo Pé-leve, pois estes ajudaram-me a adquirir material importante para a elaboração do estágio.

4 No trabalho não nos devemos prender. Devemos sim variar, Ganhando assim conhecimento, auto-estima, e independência! Vasco Ventura

5 Siglas usadas neste relatório SIGLAS USADAS NESTE RELATÓRIO ASP Active Server Pages CGI Common Gateway Interface EDS Electronic Data Systems HTML Hyper Text Markup Language MySql My Structured Query Language ODBC Open Data Base Connectivity PHP - Professional Home Page (recursive acronym for "PHP: Hypertext Preprocessor" tal como está na página: SQL Structured Query Language

6 Índice Índice: 1 INTRODUÇÃO Objectivo do trabalho TECNOLOGIAS UTILIZADAS FERRAMENTAS UTILIZADAS EDS ELECTRONIC DATA SYSTEMS INTRODUÇÃO AO MYSQL INTRODUÇÃO DE HTML As bases do HTML INTRODUÇÃO DO JAVASCRIPT O que é JavaScript? Qual a diferença entre JavaScript e Java? Onde são executados os textos JavaScript? Considerações iniciais E se o browser não possuir suporte a JavaScript? INTRODUÇÃO AO PHP HTML estático versus HTML dinâmico PHP, o que é? O PHP e o HTML História do PHP Arquitectura e funcionamento Características do PHP Características PHP, CGI, Perl e ASP BASE DE DADOS Tabela Equipamento Tabela Tipo_equipamento Tabela marca Tabela marca_tipo Tabela modelo Tabela computador Tabela activo Tabela stock Tabela avariado...31 i

7 Índice 9.10 Tabela utilizador Tabela empresa Tabela edifício Tabela nacionalidade Tabela centro_custo Tabela unidade_negocio Tabela admin CÓDIGO PHP Página inicial Comunicação com a base de dados Administração da base de dados Inserção de dados Alteração de dados Remoção de dados Procura por tabela Procura geral Function procura_geral ($proc) Esquemas lógicos dos Sinais Procuras Últimos 10 inseridos Tabela em HTML dos equipamentos Mecanismos do cookie Tipos de Login Ficheiro formato.css MANUAL DO UTILIZADOR Página inicial Consulta Botão Ver Botão Últimos 10 inseridos Frame tempo expirou Procura Botão Logout Consultor Mudar a senha Administrador ii

8 Índice Equipamento: Ver esquema: Inserir Utilizador (ou mecanográfico): Insere marca: Inserir restantes tabelas DIFICULDADES CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA:...64 iii

9 Índice de Figuras Índice de Figuras FIGURA 1 EMPRESAS CLIENTES DA EDS...5 FIGURA 2 ARQUITECTURA DO PHP...21 FIGURA 3 TODAS AS TABELAS PERTENCENTES À BASE DE DADOS...26 FIGURA 4 TABELA EQUIPAMENTO...26 FIGURA 5 TABELA TIPO_EQUIPAMENTO...27 FIGURA 6 TABELA MARCA...28 FIGURA 7 TABELA MARCA_TIPO...28 FIGURA 8 TABELA MODELO...29 FIGURA 9 TABELA COMPUTADOR...29 FIGURA 10 TABELA ACTIVO...30 FIGURA 11 TABELA STOCK...30 FIGURA 12 TABELA AVARIADO...31 FIGURA 13 TABELA UTILIZADOR...31 FIGURA 14 TABELA EMPRESA...32 FIGURA 15 TABELA EDIFICIO...33 FIGURA 16 TABELA NACIONALIDADE...33 FIGURA 17 TABELA CENTRO_CUSTO...34 FIGURA 18 TABELA UNIDADE_NEGOCIO...34 FIGURA 19 TABELA ADMIN...35 FIGURA 20 RELAÇÕES DAS TABELAS...36 FIGURA 21 PÁGINA INICIAL...48 FIGURA 22 CONSULTA...49 FIGURA 23 VER TAG...50 FIGURA 24 IMPRESSÃO...51 FIGURA 25 TEMPO EXPIROU...52 FIGURA 26 PERMISSÕE...52 FIGURA 27 SENHA...54 FIGURA 28 ALTERAR SENHA...54 FIGURA 29 ENTRADA DE ADMINISTRADOR...55 FIGURA 30 EDITAR TABELAS...56 FIGURA 31 INSERIR / ALTERAR EQUIPAMENTO...57 FIGURA 32 ESTADO ACTIVO...57 FIGURA 33 ESTADO STOCK...57 iv

10 Índice de Figuras FIGURA 34 ESTADO AVARIADO...58 FIGURA 35 BOTÃO INSERIR MECANOGRÁFICO...58 FIGURA 36 SE COMPUTADOR / PORTÁTIL...58 FIGURA 37 ERRO MAIS DADOS...58 FIGURA 38 ERRO MAIS DADOS...59 FIGURA 39 INSERE MECANOGRÁFICO...60 FIGURA 40 INSERE MARCA...61 v

11 Introdução 1 Introdução Para que seja possível completar o bacharelato em Engenharia Informática na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Beja, é necessário elaborar um estágio ou projecto, no qual o aluno poderá conhecer melhor o mercado de trabalho onde este se irá inserir, bem como, terá a possibilidade de pôr em prática os conhecimentos adquiridos até então. Estes três últimos meses foram de extrema importância para mim. Conheci muitas pessoas que me poderão ajudar no futuro, para além de ter conhecido novas linguagens de programação bastante eficazes que me poderão ser bastante úteis para o futuro. O João Mateus, funcionário da EDS, inteirou-me da necessidade de haver uma aplicação deste tipo na filial da EDS, situada na refinaria de Sines. Eu aprontei-me a dizer-lhe que a faria, poupando tempo e trabalho à referida empresa. É pretendido neste relatório: 1. Identificar a empresa EDS, e localizá-la no nosso mercado de trabalho; 2. Explicar o objectivo do trabalho, bem como, a importância deste; 3. Identificar todas as linguagens de programação usadas para elaborar o estágio; 4. Explicar o conteúdo da base de dados, e dizer como esta está elaborada; 5. Explicar o conteúdo dos ficheiros PHP, dizendo como estes funcionam e se interligam; 6. Elaborar um manual de utilizador do trabalho criado. 1

12 Objectivo do trabalho 1.1 Objectivo do trabalho Esta proposta consistia na elaboração de uma base de dados na qual fosse possível armazenar todo o material informático disponível a serviço do grupo Galp Energia. Não tido sido dadas quaisquer indicações sobre o tipo de programa ou linguagem na qual o trabalho supostamente trabalhasse, tendo apenas como regra que a base de dados corresse sobre o sistema operativo Windows. Como tal, foi decidido usar conhecimentos já adquiridos, assim como, usar uma forma que minimizasse os custos à empresa. As informações a guardar na base de dados são: 1. Inserção, alteração, e remoção de equipamento; 2. Todo o equipamento tem uma TAG que identifica este, e um número de série; 3. Qualquer que seja o equipamento terá de ter uma marca e um modelo; 4. Um equipamento terá sempre um tipo (por exemplo: computador, impressora, portátil, monitor, etc.); 5. Todo o equipamento terá de ter um estado, que poderá variar entre activo, stock ou avariado; 6. Se o tipo de equipamento for computador ou portátil, deverá também guardar o tamanho do disco rígido, assim como, da memória RAM; 7. Se o estado deste é activo, deverá ser-lhe atribuído um utilizador, o qual é identificado pelo seu mecanográfico; 8. Se o estado é stock, deverá ser guardado o local onde este se encontra; 9. Se o estado é avariado, deverá ser guardado o número de assistência; Seria importante para os funcionários da EDS que esta base de dados estivesse em rede, e que houvesse dois tipos de Login (Administrador da base de dados e Consultor da base de dados, o qual só tem permissões de consultar). A criação de uma conta de acesso, só poderá ser feita por um administrador do programa. Tudo isto era efectuado anteriormente em folhas e anotado à mão. Com esta aplicação, todo o material existente fica armazenado na base de dados, contendo o seu estado actual. Se o estado deste alterar, só é necessário alterar o campo estado do material em questão na base de dados. 2

13 Tecnologias utilizadas 2 Tecnologias Utilizadas Como servidor web foi utilizado o apache versão , por ser um dos servidores mais utilizados na Internet, ser grátis e também por já o ter utilizado em Multimédia e Sistemas Interactivos, no qual se verificou que era bastante eficaz. A base de dados foi efectuada em MySql versão , pois já tinha tido algumas bases desta em Multimédia e Sistemas Interactivos, bem como, tem a grande vantagem de ser de fácil programação, e ser grátis. Como Front Office gostaria de ter um programa igualmente grátis, assim como, eficaz, e como tal, decidiu-se então usar o PHP versão 3, apesar de não conhecer minimamente a linguagem, mas, obviamente, apoiado em livros que já tinha. O PHP é uma linguagem de programação da Internet. Esta linguagem gera páginas em HTML que são vistas num browser. Como tal, usou-se também a linguagem de programação marcação HTML, bem como, JavaScript. Esta última é uma linguagem interpretada usada por defeito pelos browsers. Para além de algumas funções pré-definidas do Javascript, o trabalho também contém algumas outras funções nesta linguagem. Estas linguagens combinadas são fáceis de usar, são rápidas, são grátis, e eficientes. Visto que era de todo o interesse ser feito um site dinâmico para uso numa rede interna que suportasse uma base de dados, não há muito mais escolhas. Foi com bastante receio inicial pela escolha dque escolhi estas linguagens, pois não eram de todo conhecidas, nem era do conhecimento a forma de programar em PHP, tal como as suas potencialidades eram desconhecidas, embora hoje, depois de se ter passado todos estes três meses, e depois do trabalho estar finalizado, o trabalho final dá a ideia de ser uma das melhores opções. 3

14 Ferramentas utilizadas 3 Ferramentas utilizadas Para correr este programa é necessário que a máquina cliente possua um browser. O Browser mais usado pelos funcionários da EDS é o Internet Explorer 6, portanto, o programa foi optimizado para que funcionasse da melhor forma neste browser. Para elaborar os ficheiros HTML, assim como os ficheiros PHP, foi usadoi o editor Dreamweaver MX. Este editor facilita imenso, pois está bastante bem vocacionado para edição de páginas web. Para mostrar como a base de dados está feita, e para facilitar na percepção da base de dados aos administradores da página, foi necessário uma amostra simbólica do esquema relacional da base de dados numa das páginas. Este esquema é apenas uma representação da base de dados elaborado no programa Microsoft Access 2002 versão Para trabalhar as imagens exibidas, necessitei do Microsoft Paint, assim como, do Imaging. Para escrever o relatório, necessitei do programa do Microsoft Word. 4

15 EDS Electronic Data Systems 4 EDS Electronic Data Systems O nosso negócio é a forma inteligente de usar computadores. É assim que a EDS se descreve há cerca de 40 anos. Foi fundada em 1962 como Electronic Data Systems Corporation, desde aí tem sido uma boa escolha para que os clientes tirem o máximo proveito dos seus investimentos. A EDS foi a primeira companhia de serviços globais de OutSourcing. A EDS tem tido uma presença em Portugal desde Com a sede principal em Lisboa, a EDS está presente em vários locais, tais como, Porto, Castelo Branco, Sines, Azambuja, Linhó, e outras. Nos últimos três anos, esta tem aumentado seriamente os contactos com empresas portuguesas, tendo feito contratos com empresas de top nacional. O maior cliente da EDS em Portugal, é a Petrogal, líder energético português. Figura 1 Empresas clientes da EDS A EDS Portugal tem cerca de 350 empregados, que trabalham em serviços e indústria. Esta empresa detém todo o potencial informático do grupo Galp Energia, é responsável pela renovação tecnológica, instalação de software/hardware, dá suporte a tudo relacionado com a micro-informática e telecomunicações. 5

16 Introdução ao MySql 5 Introdução ao Mysql Neste capítulo vai ser feita uma breve abordagem de como seleccionar, adicionar, alterar e eliminar dados em MySQL. Poderemos adquirir um tutorial manual com tudo sobre o MySQL na página: A partir do instante em que se obtenha obtém ligação ao servidor MySQL pode-se remos utilizar um conjunto bastante vasto de instruções para obter informações acerca das bases de dados e respectivas tabelas. Assim, e de entre outras, poderemos utilizar as seguintes instruções para: - visualizar as bases de dados já existentes no servidor MySQL; show databases; - seleccionar uma das bases de dados do servidor MySQL; use nome_base_dados - saber qual a base de dados actualmente seleccionada; select database(); - saber quais as tabelas que constituem a base de dados em uso; show tables; - saber a estrutura de uma das tabelas da base de dados; describe nome_tabela; - inserir dados numa tabela; insert into nome_tabela values(campo1, campo2,, campon); - apagar dados de uma tabela; delete from nome_tabela where campo_tabela= campo_que_se_quer_remover ; - alterar dados de uma tabela; update nome_tabela set campo= campo_mudado where campo_tabela= campo_a_alterar ; Nota: Toda esta introdução foi trabalhada com base no livro: Programação com PHP 4 de Carlos Serrão e Joaquim Marques. 6

17 Introdução ao HTML 6 Introdução de HTML HTML é uma linguagem universal destinada à elaboração de páginas com hiper-texto, como o nome indica. O conceito de hiper-texto é bastante simples: Certos itens de um documento contêm uma ligação a outra zona do mesmo documento ou, como é mais vulgar, a outros documentos. A principal aplicação do HTML é a criação de páginas na Web, e convém esclarecer que não se trata de uma linguagem de programação. De facto, o HTML é antes uma espécie de linguagem de formatação, um ficheiro de texto que é formatado através de uma série de comandos tags. 6.1 As bases do HTML Antes de mais, importa esclarecer que para a criação de uma página em HTML não é necessário nenhum software especial. Se bem que existam programas especializados, o Notepad do Windows ou mesmo o Edit do MS-DOS são mais que suficientes para a criação de uma página. O HTML consiste em texto formatado por marcas tags. Embora existam várias dezenas destes tags, apenas uma pequena parte destes é utilizada normalmente. Há algumas regras básicas que é necessário compreender antes de se começar com a criação de páginas... Todos os tags são inseridos entre o sinal de menor e maior: <tag> Tirando aqueles que representam a posição de um objecto (a inserção de uma imagem, por exemplo), todos os tags de formatação devem ser abertos e fechados (utilizando o caracter / ): 7

18 Introdução ao HTML <tag> </tag> Todos os tags obedecem a uma hierarquia, como no seguinte exemplo: <a> <b> <c> </c> </b> </a> O primeiro a abrir é o último a fechar, e vice-versa. <a> <b> <c> </a> </b> </c> É ERRADO. É indiferente utilizar maiúsculas ou minúsculas nos tags. Nestes tutoriais manuais irei utilizar maiúsculas apenas por uma questão de leitura. <tag> é igual a <TAG> e a <Tag> Todas as páginas em HTML são identificadas pelo tag <HTML>, que terá obrigatóriamenteobrigatoriamente que estar no início. Obviamente, qualquer página irá acabar com </HTML>. <HTML>... </HTML> Todas as páginas em HTML contêm duas partes: Aquela definida por <HEAD>, e que contém todas as informações do cabeçalho da página; Outra parte definida por <BODY>, contém quase tudo aquilo que iremos ver realmente na nossa página. 8

19 Introdução ao HTML <HTML> <HEAD>.. </HEAD> <BODY>.. </BODY> </HTML> Com base em: 9

20 Introdução ao JavaScript 7 Introdução do JavaScript 7.1 O que é JavaScript? O JavaScript é uma nova linguagem para criação de Home-Pages. Funções escritas em JavaScript podem ser embutidas dentro do seu documento HTML. Com JavaScript o programador tem muitas possibilidades para "incrementar" o seu documento HTML com elementos interessantes. Por exemplo, o programador será capaz de responder facilmente a eventos iniciados pelo utilizador. Alguns efeitos que são possíveis agora com JavaScript antes eram possíveis apenas com CGI. Assim é sempre possível criar na verdade sofisticadas páginas com a ajuda do JavaScript. Existem actualmente, muitos exemplos sobre JavaScript na Internet. Para ter uma idéiaideia do potencial desta linguagem, será melhor consultar algumas páginas realçadas relacionadas com JavaScript. É possível encontrar muitos links em Gamelan => (na secção JavaScript). 7.2 Qual a diferença entre JavaScript e Java? Apesar dos nomes bem parecidos, Java não é o mesmo que JavaScript! Estas são duas técnicas diferentes de programação na Internet. O Java é uma linguagem de programação. O JavaScript é uma linguagem de hiper-texto. A diferença é que se pode realmente criar programas em Java. Mas muitas vezes é preciso apenas criar um efeito bonito sem ter que se incomodar com a programação. A solução então é JavaScript pois é fácil de entender e usar. Podemos dizer que JavaScript é mais uma extensão do HTML do que uma linguagem de programação propriamente dita. É claro que esta não é uma definição oficial, pois o essencial é fazer esta distinção entre Java e JavaScript para que seja fácil um melhor entendimento de todos. Poderá encontrar mais informações sobre Java e JavaScript em 10

21 Introdução ao JavaScript 7.3 Onde são executados os textos JavaScript? O primeiro browser a suportar JavaScript foi o Netscape Navigator 2.0. É claro que as versões posteriores também trabalham com JavaScript. É importante saber que Java não funciona no Netscape Navigator 2.0 ou posterior. Mas isso não é verdade para JavaScript - ainda que existam alguns problemas com as diferentes versões de JavaScript. A versão para o "Mac" parece apresentar muitos bugs. Num futuro próximorapidamente outros browsers suportaramão JavaScript, como foijá é o caso do Microsoft Internet Explorer 3.0. Deste modo, é importante aprender esta nova técnica o quanto antes. Poderá sempre perceber que é realmente fácil escrever textos em JavaScript. Terá que conhecer algumas técnicas básicas e algumas funções pois, se tal não acontecer, pode encontrar alguns problemas. 7.4 Considerações iniciais Em documentos HTML, a utilização da linguagem JavaScript, dá-se sob a forma de funções (applets), as quais são chamadas em determinadas situações ou em resposta a determinados eventos, estas funções podem estar localizadas em qualquer parte do código HTML, a única restrição é que devem começar com a declaração <SCRIPT> e termina com o respectivo </SCRIPT>, por convenção costuma-se colocar todas as funções no início do documento (estre as TAG <HEAD> e </HEAD>, isso para garantir que o código JavaScript seja carregado antes que o utilizador interaja com a Home Page), ou seja, antes do <BODY>. Exemplo: <HTML> <HEAD> <TITLE>Exemplo</TITLE>... 11

22 Introdução ao JavaScript Se houvesse alguma função seria bom declará-la aqui!!!... </HEAD> <BODY> Esta linha está escrita em HTML <SCRIPT> document.write("aqui já é JavaScript");</SCRIPT> Voltamos para o HTML </BODY> </HTML> Este exemplo mostraria o seguinte: Esta é uma linha escrita em HTML Aqui já é JavaScript Voltamos para o HTML Este exemplo realmente não é dos mais úteis - poderia ter sido escrito mais facilmente em HTML puro. O objectivo foi apenas demonstrar o uso das TAG <SCRIPT> e </SCRIPT>, tudo que está entre essas TAG é encarado como JavaScript. É importante realçar, que como no C++, as linhas sejam terminadas com; (ponto e virgula) a menos que a próxima instrução seja um ELSE e se for preciso escrever mais de uma linha para executar uma condição seja ela numa estrutura For, If ou While, este bloco de instruções deve estar entre { } (chavetas). Inclusive a definição de funções segue este modelo, ou seja, todo o código da função deve estar limitado por { (no início) e } (no fim). 7.5 E se o browser não possuir suporte a JavaScript? Um browser que não suporta JavaScript, não conhece a TAG <SCRIPT>. Ele ignora a TAG e logicamente todo o código que estiver a ser limitado por ela, mostrando todo o código na tela como se fosse um simples texto HTML. Deste modo o utilizador veria o código JavaScript do seu programa dentro do documento HTML e como certamente essa não deve 12

23 Introdução ao JavaScript ser a sua intenção, existe um meio de esconder o código JavaScript dos browsers que não conhecem esta linguagem, basta sendo necessário utilizar os comentários HTML <!-- e -->. O código do nosso exemplo anterior ficaria assim: <HTML> <HEAD> <TITLE>Exemplo</TITLE>... Se houvesse alguma função seria bom declará-la aqui!!!... </HEAD> <BODY> Esta linha está escrita em HTML <SCRIPT> <!-- Esconde o código JavaScript dos browsers mais antigos document.write("aqui já é JavaScript"); // --> </SCRIPT> Voltamos para o HTML </BODY> </HTML> Se o browser não suportar JavaScript e não inserirmos o comentário HTML, o que apareceria na tela seria: Esta é uma linha escrita em HTML document.write("aqui já é JavaScript"); Voltamos para o HTML Note que esse artifício não esconde completamente o código JavaScript, o que ele faz é prevenir que o código seja mostrado por browsers mais antigos, porém o utilizador tem acesso a todas as informações do código fonte da sua Home Page (tanto HTML, quanto JavaScript), para isso ele só precisa escolher a opção Document Source, no menu View. Nota: Tive ajuda da página: 13

24 Introdução ao PHP 8 Introdução ao PHP Para que um sitio (site) web se torne atractivo do ponto de vista de interactividade com os utilizadores, é necessário um trabalho titânico para que existam páginas para todas as possíveis solicitações efectuadas por esses mesmos utilizadores. A solução para facilitar essa tarefa passa pela execução de processos em que a criação de páginas se efectue de forma automática. O PHP é a ferramenta aqui abordada que vai permitir a criação dessas ditas páginas dinâmicas, capaz de ser embebido dentro do código HTML e efectuar determinadas operações capazes de gerar páginas instantaneamente. Mais interessante se torna quando essa interacção envolve o acesso à informação armazenada em bases de dados. O PHP é uma combinação de uma linguagem de programação com um servidor de aplicações. Este tipo de tecnologia está actualmente em crescente expansão, sendo um bom indicador do interesse que desperta perante a grande parte dos programadores web na criação dinâmica de páginas. Funciona em praticamente todos os ambientes conhecidos sendo suportada por uma enorme comunidade na Internet. Como linguagem de programação é semelhante a muitas outras, no sentido em que possui variáveis para armazenar valores e operadores capazes de manipular essas variáveis. Mas o seu maior valor reside no papel que desempenha como servidor de aplicações. 8.1 HTML estático versus HTML dinâmico A maioria das páginas HTML não se modifica significativamente ao longo do tempo, sendo por isso possível estabelecer ligações entre páginas de sites diferentes. É assim possível encontrar sempre as mesmas páginas quando se visitam os mesmos sites. Torna-se assim possível encontrá-las hoje, amanhã, na próxima semana ou até mesmo no próximo ano sem que haja grandes alterações. Pode-se assim dizer que o código HTML utilizado para criar estas páginas é estático, já que praticamente o seu conteúdo permanece inalterado. 14

25 Introdução ao PHP Quando se constroem sites pequenos (com poucas páginas) nos quais o conteúdo não é actualizado regularmente, a utilização de páginas estáticas é a mais indicada. Mas se o site requer actualizações constantes, de acordo com os pedidos efectuados pelo browser, a única opção capaz de resolver este tipo de problema é recorrer à geração do HTML dinâmico. No caso de criação de páginas dinâmicas, e dada a necessidade de utilização de software adicional, é possível imaginar o investimento requerido para concretizar este tipo de aproximação. Apesar de existir uma enorme variedade de soluções comerciais, existe afortunadamente software que vai de encontro à necessidade de cada um consoante o fim em vista. O PHP é uma destas soluções e destaca-se de outras congéneres, na medida em que é uma solução capaz de satisfazer os requisitos mais exigentes, pois além de ter um custo praticamente nulo possui uma curva de aprendizagem de reduzida dificuldade. 8.2 PHP, o que é? A resposta mais directa a esta pergunta é afirmar que o PHP é uma linguagem de programação nova na Internet e na World Wide Web, em suma, para redes de computadores. No entanto, existe uma explicação mais completa se considerarmos que na web existem essencialmente dois tipos de linguagem: - As baseadas no cliente (browser); - As baseadas no servidor; As diferenças entre estes dois tipos dificultam a decisão a tomar relativamente a um dado projecto web. O primeiro tipo utiliza os recursos do utilizador, não sendo de estranhar que o nosso computador fique mais lento quando se puxa uma página com código (JavaScript, ActiveX, Java Applets), pertencente a este tipo. Para diminuir esta lentidão, tenta-se que o código seja o mais pequeno possível. No lado oposto, temos a situação em que o processamento é totalmente efectuado no servidor. Se este não estiver preparado para responder a pedidos em simultâneo de vários browsers, notar-se-á uma acentuada quebra nas performances de resposta, não só no envio de documentos web como também de outras tarefas a correr em simultâneo. 15

26 Introdução ao PHP As pessoas que criaram a World Wide Web foram as responsáveis pelo desenvolvimento desta técnica a que deram o nome de CGI (Common Gateway Interface), podendo qualquer destas aplicações executar praticamente todas as tarefas que a nossa imaginação nos permita. Por exemplo, aceder a bases de dados, executar sessões Telnet, gerar gráficos e efectuar estatísticas não são tarefas desconhecidas para quem trabalha com CGI. Contudo, e apesar do conceito básico por detrás do CGI ser bastante simples, a sua aplicabilidade não é imediata, pois exige conhecimentos de programação algo avançados, sendo, por isso, um contratempo a ultrapassar. Por isso o PHP aparece como uma ferramenta poderosíssima capaz de resolver alguns problemas associados ao CGI. O código PHP é embebido no documento HTML de modo a que o servidor web a que foi acrescentado um módulo PHP consiga interpretar os comandos aí inseridos e assim gerar código HTML. Repare-se que diferentemente da programação em CGI com linguagens clássicas, como o C ou o Pascal, em que o código fonte é compilado num ficheiro executável para se tornar utilizável, no PHP tal já não é necessário pois sendo esta linguagem integrada no servidor web, passa então a ser interpretada por esse mesmo servidor. Pode-se assim intercalar código PHP com código HTML, havendo somente necessidade de indicar onde este se inicia e termina usando delimitadores criados para o efeito. 8.3 O PHP e o HTML A parte mais interessante do HTML que afecta o PHP é sem sombra de dúvida os formulários (forms) sendo estes a chave capaz de transmitir os dados inseridos pelo utilizador para um script PHP para processamento. Deste modo a interacção com os inputs do utilizador torna-se de primordial importância já que com esta possibilidade o PHP permite gerar código dinâmico de acordo com o pedido efectuado. Torna-se importante entender o modo como os formulários HTML interactuam com os servidores web. O HTML, não sendo uma linguagem pura de programação, é especialmente indicado na formatação e design de páginas web. Utilizado pelos programadores web para descrever o 16

27 Introdução ao PHP conteúdo de páginas, recorre a directivas específicas posteriormente interpretadas pelos browsers. Por seu lado os formulários em HTML permitem que se recolham inputs dos utilizadores, deixando-os preencher campos apropriados para o efeito. Estes formulários podem ser compostos por vários elementos como, botões, radio buttons, selection lists, input boxes, selection lists, input boxes, capazes de permitirem um grau de interacção com o utilizador final suficientemente satisfatório. Todos estes elementos são indicados usando etiquetas HTML (tags), sendo possível haver mais do que um formulário por cada documento HTML. Algumas etiquetas indicadoras do tipo de elementos utilizados num formulário: <input type = Text > Password Checkbox Radio Hidden Submit Reset Não querendo entrar em detalhes sobre o HTML, convém por fim referir que as opções mais importantes a especificar nos formulários são o Method e Action, pois permitem definir o modo de transmissão e o processamento da informação. Method especifica o modo como a informação do formulário é transmitida ao script PHP. Pode ser do tipo GET ou POST. Action Indica o nome e a localização do script PHP que irá processar a informação introduzida no formulário. Estas duas opções permitem que o utilizador, via formulário, interactue com o servidor web através de variáveis de sistema específicas. Mas o curioso é que ao trabalhar com PHP não é necessário saber nada sobre essas variáveis, pois estas são muito simples de criar, bastando acrescentar o sinal $ antes do seu nome ou, no caso de uma variável correspondente a um campo de um formulário, será o nome aí definido com o sinal $ antes do seu nome. <?php /*php_1.php*/?> <html> <head> <title> Resultado </title> </head> <body> <?php 17

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