UNIVERSIDADE TIRADENTES DOCUMENTAÇÃO DE ESPECIFICAÇÃO FUNCIONAL PARA SISTEMAS BASEADOS NA WEB

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1 UNIVERSIDADE TIRADENTES CENTRO DE CIÊNCIAS FORMAIS E TECNOLOGIA CCFT TECNOLOGIA EM PROCESSAMENTO DE DADOS DOCUMENTAÇÃO DE ESPECIFICAÇÃO FUNCIONAL PARA SISTEMAS BASEADOS NA WEB JORGE AUGUSTO MAROZZI CABRAL ORIENTADOR ANDRÉS I. MARTÍNEZ MENÉNDEZ Aracaju (SE)-Brasil Novembro de 2002

2 UNIVERSIDADE TIRADENTES CENTRO DE CIÊNCIAS FORMAIS E TECNOLOGIA CCFT TECNOLOGIA EM PROCESSAMENTO DE DADOS DOCUMENTAÇÃO DE ESPECIFICAÇÃO FUNCIONAL PARA SISTEMAS BASEADOS NA WEB Monografia de conclusão do Curso de graduação apresentada ao Centro de Ciências Formais e Tecnologia da Universidade Tiradentes, como requisito parcial para obtenção do título de Tecnólogo em Processamento de Dados. JORGE AUGUSTO MAROZZI CABRAL ORIENTADOR ANDRÉS I. MARTÍNEZ MENÉNDEZ Aracaju (SE)-Brasil Novembro de 2002 ii

3 DOCUMENTAÇÃO DE ESPECIFICAÇÃO FUNCIONAL PARA SISTEMAS BASEADOS NA WEB JORGE AUGUSTO MAROZZI CABRAL DATA / / BANCA (1º Examinador) Andrés I. Martinez Menéndez (2º Examinador) Fábio Soares Silva (3º Examinador) Cleonaldo Andrade Freire iii

4 O maior prazer na vida é realizar aquilo que as demais pessoas acham que você é incapaz de fazer. Walter Begehot iv

5 Dedico este trabalho de conclusão de curso aos meus pais, que sempre me apoiaram e estiveram do meu lado em todos os momentos, aos meus amigos que sempre me apoiaram e participaram de minha formação pessoal e profissional e a minha família que sempre esteve torcendo por essa conquista. Jorge Augusto Marozzi Cabral v

6 AGRADECIMENTOS A realização deste trabalho só foi possível graças: A Deus. Ao meu orientador, Andrés I. Martinez Menéndez, por dedicar parte de seu tempo a esse trabalho e pelas dicas e conselhos que me orientaram nessa formação acadêmica. A todos os colegas e professores de curso, que além de colegas tornaram-se grandes amigos, por estarem lutando e conquistando essa vitória em nossas vidas. Aos meus pais, que sempre estiveram presentes e incentivaram na minha formação. A minha namorada Andréa que sempre esteve ao meu lado nos momentos difíceis. A minha família, em especial a minha irmã Julie e a todos aqueles que sempre torceram por mim. vi

7 SUMÁRIO LISTAS DE FIGURAS...ix LISTAS DE SIGLAS...xi RESUMO...xii INTRODUÇÃO APLICAÇÕES WEB A Arquitetura WEB Protocolo HTTP Conceitos Importantes Páginas WEB...17 Tipos Aplicação Web Servidores Web Aplicações WEB Estáticas HTML...19 Como são formados os marcadores HTML? Aplicações WEB Dinâmicas ASP JSP Servlets Aplicações Multicamadas ou N-Camadas UML Conceito Diagramas de Casos de Uso Diagramas de Classes Diagramas de Objetos Diagramas de Estados Diagramas de Seqüência Diagramas de Colaboração Diagramas de Atividade Diagramas de Componentes Diagramas de Implantação EXTENSÕES DE APLICAÇÕES WEB (WAE) Ressalvas sobre aplicações Web Modelagem de arquitetura (Conallen) O que é modelar? Estereótipos de páginas e relacionamentos Página de servidor Página de cliente Constrói Links Estereótipos de componentes Estereótipos de formulário Formulário...57 Submit Estereótipos de conjuntos de frames (framesets) Outros Estereótipos Target Vantagens...60 vii

8 4. ESTUDO DE CASO SISTEMA DE ATIVIDADES EXTRA-CURRICULARES Introdução Login do Sistema Alterar Senha Dados Cadastrais Alterar Endereço Alterar Dados do Crachá Atividades Disponíveis Atividades Disponíveis Pagamentos...94 CONCLUSÃO...99 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS viii

9 LISTAS LISTAS DE FIGURAS Figura 1 Arquitetura WEB (Modelo Cliente-Servidor)...16 Figura 2 Código fonte de marcadores.html...20 Figura 3 página marcadores.html exibida no Internet Explorer Figura 4 Código-Fonte da página navegadores.html...22 Figura 5 Página navegadores.html visualizada no Netscape Figura 6 Página navegadores.html visualizada no Internet Explorer Figura 7 Código fonte de teste.asp...25 Figura 8 Resultado do processamento da página teste.asp...25 Figura 9 Interação Cliente-Servidor para arquivos ASP...26 Figura 10 Código-fonte da página teste_script_cliente.html...27 Figura 11 Resultado da execução do script...28 Figura 12 Resultado da página após a execução do script da Figura Figura 13 Página processamento.asp antes da solicitação do cliente...29 Figura 14 Página processamento.asp após a solicitação do cliente...30 Figura 15 Exibição da página processamento.asp após a solicitação do cliente...30 Figura 16 Arquitetura do ASP segundo Rubens Prates...31 Figura 17 Demonstração de uma aplicação ASP publicada no IIS...32 Figura 18 Código-fonte de teste.jsp...34 Figura 19 Ciclo de processamento de um arquivo JSP...35 Figura 20 Resultado do processamento de teste.jsp...35 Figura 21 Modelo clássico de uma aplicação multicamada...39 Figura 22 Diagrama de Casos de Uso...42 Figura 23 Diagramas de Classes...44 Figura 24 Diagrama de Objetos...45 Figura 25 Diagramas de Estados...46 Figura 26 Diagramas de Seqüência...47 Figura 27 Diagramas de Colaboração...48 Figura 28 Diagramas de Atividades...49 Figura 29 Diagramas de componentes...50 Figura 30 Diagramas de Componentes...51 Figura 31 - Estereótipos pág. serv, pág. cliente e relacionamento <<build>>...56 Figura 32 - estereótipo <<links>>...56 Figura 33 - Estereótipos «formulário» e «submit»...58 Figura 34 - Estereótipos «frameset»...59 Figura 35 - Estereótipo <<target>>...59 Figura 36 Diagrama de classes para páginas de login...62 Figura 37 Diagrama de componentes para páginas de login...63 Figura 38 Diagrama de sequência para login...64 Figura 39 Diagrama de classes para páginas de alteração de senha...66 Figura 40 Diagrama de componentes para alteração de senha...67 Figura 41 Diagrama de sequência para alteração de senha...68 Figura 42 Diagrama de classes para páginas de consulta de dados cadastrais...69 Figura 43 Diagrama de componentes para consulta de dados cadastrais...70 Figura 44 Diagrama de sequência para consulta de dados cadastrais...70 Figura 45 Diagrama de classes para páginas de alteração de endereço...71 Figura 46 Diagrama de componentes para alteração de endereço...72 Figura 47 Diagrama de sequência para alteração de endereço...73 Figura 48 Diagrama de classes para páginas de alteração de dados do crachá...75 ix

10 Figura 49 Diagrama de componentes para alteração de dados do cracha...76 Figura 50 Diagrama de sequência para alteração de dados do crachá parte Figura 51 Diagrama de sequência para alteração de dados do crachá parte Figura 52 Diagrama de classes para páginas de atividades disponíveis parte Figura 53 Diagrama de classes para páginas de atividades disponíveis parte Figura 54 Diagrama de componentes para páginas de atividades disponíveis parte Figura 55 Diagrama de componentes para páginas de atividades disponíveis parte Figura 56 Diagrama de seqüência para páginas de atividades disponíveis parte Figura 57 Diagrama de seqüência para páginas de atividades disponíveis parte Figura 58 Diagrama de seqüência para páginas de atividades disponíveis parte Figura 59 Diagrama de seqüência para páginas de atividades disponíveis parte Figura 60 Diagrama de seqüência para páginas de atividades disponíveis parte Figura 61 Diagrama de classes para páginas de atividades inscritas...90 Figura 62 Diagrama de componentes para páginas de atividades inscritas...91 Figura 63 Diagrama de seqüência para páginas de atividades inscrita parte Figura 64 Diagrama de seqüência para páginas de atividades inscrita parte Figura 65 Diagrama de classes para páginas de pagamentos...95 Figura 66 Diagrama de componentes para páginas de pagamentos...96 Figura 67 Diagrama de seqüência para páginas de pagamentos parte Figura 68 Diagrama de seqüência para páginas de pagamentos parte x

11 LISTAS DE SIGLAS ASP HTML HTTP IIS JSP PWS SGDB UML WWW WAE Active Server Pages HyperText Markup Language HyperText Transfer Protocol Internet Information Server Java Server Pages Personal Web Server Sistema Gerenciador de Banco de Dado Unified Modeling Language World Wide Web Web Application Extension xi

12 RESUMO Usar uma metodologia de desenvolvimento de sistemas para captar desde os primeiros contatos, até a conclusão das etapas de desenvolvimento de software, é de extrema importância. A Unified Modeling Language (UML) é uma conceituada linguagem de modelagem orientada a objetos, porém a UML não possui elementos que modelem sistemas baseados na Web. Este trabalho tem como objetivo estudar uma metodologia de modelagem de sistemas para a Internet, de forma a englobar todas as fases do processo, desde os eventos iniciais, passando pela Análise de Requisitos, Análise, Projeto, Programação e Testes. Utilizarei a ferramenta case Rational Rose, da Rational Software Corporation no apoio à modelagem do sistema. A validação da metodologia será realizada com a criação da documentação de um sistema já desenvolvido. xii

13 13 INTRODUÇÃO A Internet está deixando de ser um grande repositório de informações onde podemos visualizar apenas textos, imagens, vídeos e áudio. Aplicações e sistemas baseados na Web estão indo muito além da simples apresentação de conteúdos, tornando-se complexos, agregando muitas funcionalidades e integrando-se às estratégias de pequenas e grandes companhias que vêem na Internet um grande potencial para negócios, principalmente na área de comércio eletrônico. O grande enfoque dado ao direcionamento de construir aplicações para a Web está na facilidade de implementação dessas aplicações. Este fato tem levado os profissionais da área a utilizarem métodos e processos informais durante as etapas de desenvolvimento desses aplicativos. As tecnologias atuais permitem um desenvolvimento rápido de aplicativos Web, evoluindo de aplicações simples e produzindo como efeito colateral, sistemas confusos para os usuários e de difícil manutenção devido a parcial ou total ausência das fases de análise e projeto. Dessa forma, a modelagem e o projeto de um sistema são etapas essenciais para a geração de aplicações de boa qualidade. Diante deste contexto fica evidente a necessidade de construir aplicações confiáveis, fáceis de usar e de serem alteradas, além de adaptadas aos negócios das empresas. Uma característica importante é que as aplicações Web incorporam regras de negócios no lado do servidor da empresa, necessitando de uma abordagem disciplinada para um desenvolvimento consistente e coerente. A Unified Modeling Language (UML) é uma linguagem padronizada, utilizada para modelar sistemas com altos níveis de exigência e complexidade. A UML foi definida inicialmente para apoiar o processo de desenvolvimento de sistemas Cliente- Servidor. Dessa forma, sua versão básica não contempla componentes específicos para as aplicações Web, que tratam aspectos de interação do usuário, navegação e 13

14 14 apresentação. Contudo, ela prevê mecanismos de extensão que permitem adaptá-la a um método específico, organização, usuário ou aplicação. Um grande problema das aplicações Web que encontramos desenvolvidas no mercado é que a maioria delas não possui uma documentação especifica para elas, dificultando a manutenção dessas aplicações. Neste trabalho apresento os aspectos básicos de um aplicativo Web, as etapas normalmente presentes em um processo de construção de aplicações orientadas a objeto com foco para Web, uma visão sucinta dos mecanismos de extensão previstos na UML, a proposta de extensão de Conallen de novos elementos, chamados de estereótipos, derivados dos componentes básicos da UML, que permitem uma modelagem especifica para este tipo de aplicativo e uma proposta de modelagem de uma aplicação Web já em funcionamento utilizando as técnicas de modelagem propostas por Conallen. 14

15 15 1. APLICAÇÕES WEB 1.1. A Arquitetura WEB A arquitetura Web está baseada na arquitetura Cliente Servidor. Essa arquitetura tem como principal objetivo simplificar e facilitar a interligação de computadores em uma rede. Com o avanço de novas tecnologias, os sistemas gerenciadores de banco de dados (SGBD) foram exigindo mais recursos, os sistemas operacionais foram se tornando mais flexíveis, as redes foram se ampliando e a necessidade de utilização de microcomputadores mais complexos, versáteis e em rede, onde em cada um deles podem ter recursos compartilhados, era inevitável. Nessa arquitetura, os clientes são estações que fazem requisições de informações aos servidores, que são computadores com um maior poder de processamento, com a finalidade de servir às estações clientes. Segundo Scott e James (2000,p.5), muitas atividades cotidianas simulam o modelo cliente-servidor. Um bom exemplo dessa afirmativa é quando queremos viajar para uma determinada cidade e não sabemos onde a mesma está situada, sendo necessária a utilização de um mapa. Nesse exemplo, o mapa funciona como um servidor, é nele onde podemos encontrar os dados referentes a nossa solicitação que poderia ser: onde encontrar a cidade de Aracaju?. No que diz respeito a Web, toda ou qualquer aplicação é voltada para essa arquitetura que pode ser vista na Figura 1: 15

16 16 Figura 1 Arquitetura WEB (Modelo Cliente-Servidor) Esse modelo é base fundamental para qualquer aplicação Web, sendo necessário, portanto seu entendimento como pré-requisito para a compreensão do processamento das aplicações Web Protocolo HTTP De acordo com Marcos (1997), o Hypertext Transfer Protocol (HTTP) é o protocolo de transferência de arquivos hipertexto e de comunicação entre cliente e servidor na WWW. Toda informação transmitida entre cliente e servidor possui um cabeçalho. É neste cabeçalho que estão os comandos (métodos) que indicam as ações a serem tomadas pelo servidor ou pelo cliente. Todo processo de solicitação e devolução de páginas Web, entre o cliente e o servidor, ocorre via protocolo HTTP, sendo que quando as páginas foram implementadas através de códigos dinâmicos, os comandos são interpretados e seu resultado apresentado ao usuário. Neste cenário, o cliente envia um cabeçalho com o método GET indicando a página a ser recuperada. O servidor responde com um cabeçalho indicando o tipo da informação (por exemplo, um arquivo HTML) e a página em si. Em determinadas ocasiões é necessária a utilização de outro método para se obter dados enviados de um formulário, o método chamado POST. 16

17 17 No protocolo HTTP não existe o conceito de sessão, pois as conexões HTTP não ficam abertas, é necessário simular uma sessão em HTTP através de um identificador, conhecido como id da sessão. Esse id é enviado a cada requisição do usuário identificando a sessão específica do cliente. Fazendo analogia a uma situação do nosso cotidiano, é como se nós deixássemos um carro num estacionamento e no momento em que retornássemos para buscá-lo, fosse necessário um ticket de identificação do dono. O ticket subtende o seguinte significado: Eu sou a mesma pessoa que deixou o carro aqui mais cedo, lembra?. É assim que funciona a sessão HTTP, é como se o browser do cliente perguntasse ao servidor: Ei servidor, sou o mesmo browser que solicitei a página anteriormente, lembra?. Um bom exemplo para clarear a necessidade do uso de ids de sessões é a estratégia do carrinho de compras adotada em muitos sites de comércio eletrônico. Nesses sites poderemos ter vários clientes navegando ao mesmo tempo dentro da aplicação do comércio eletrônico. Como identificar os pedidos de cada cliente? Como identificar as compras de cada usuário? Estes problemas são solucionados graças ao id da sessão. Cada usuário possui o seu número de identificação da sua sessão, e através desse número que é enviado na maioria das vezes, de forma transparente ao usuário, através de cookies, podemos armazenar os pedidos de cada cliente numa região de memória específica desse cliente, caracterizando o que nós chamamos de Sessão HTTP Conceitos Importantes Páginas WEB Entende-se por páginas Web, qualquer conjunto de documentos desenvolvidos através da linguagem HTML, JSP, ASP, etc, com ou sem comando de interação com o servidor, com o principal objetivo de prover aos clientes informações, transações e, sobretudo atender alguma necessidade do usuário. 17

18 Tipos As páginas Web se classificam em Estáticas e Dinâmicas. As páginas estáticas, como o próprio nome já diz, são páginas Web escritas em código HTML puro sem nenhuma interação com banco de dados ou mesmo códigos de execução no servidor. As páginas dinâmicas são mais versáteis, com um maior fluxo de informações e que apresentam determinadas linhas de comandos que serão executadas no servidor, podendo acessar ou não um banco de dados Aplicação Web Uma aplicação Web é um conjunto de páginas Web. Ela pode ser caracterizada por sistemas de informação, que podem variar de simples páginas pessoais (homepages) até complexos sistemas organizacionais de compras on-line. Com o passar do tempo, os desenvolvedores de aplicações Web perceberam que não era muito viável fornecer apenas páginas de conteúdo estático. Para fornecerem páginas mais atrativas seria importante que eles manipulassem códigos e pequenos programas nessas páginas. Surgiram então os chamados scripts, pequenos programas incorporados às páginas HTML, com a principal finalidade de promover efeitos de formatação, validações de formulários e animações. Outras soluções adotadas, e que atualmente são bastante usadas, são a tecnologia JAVA da Sun, através de Java Server Pages (JSP) e o Active Server Pages (ASP) da Microsoft. Estas tecnologias transformaram os sites antes estáticos, em sistemas dinâmicos ligados à banco de dados em tempo real. 18

19 Servidores Web É um software responsável pelo gerenciamento de todas as aplicações Web, tais como, criação e publicação de diretórios virtuais, segurança das informações, controle de logs, além de outras funcionalidades. Cada tecnologia de desenvolvimento apresenta um servidor Web diferenciado. Para a ASP, por exemplo, os servidores de aplicações mais conhecidos são o PWS (Personal WEB Server) e o IIS (Internet Information Server), no que diz respeito a tecnologia JSP, temos o popular Tomcat Aplicações WEB Estáticas HTML Antigamente, a Internet era usada somente como um meio de transmitir dados, textos e informações, a interface gráfica que podemos visualizar hoje, nos diversos navegadores Web, estava muito longe de existir. Com o passar dos anos a Web passou a ser encarada como um meio de empresas divulgarem e venderem seus produtos, dando início a era comercial da www. Porém, à medida que passamos a divulgar nossa imagem pelo mundo, temos que tomar cuidado com o modo em que ela é exposta, com a interface gráfica de nossas aplicações. Tim Berner-Lee, um pesquisador do laboratório Europeu de Física das Partículas - CERN e Marc Andreessen, um estudante de graduação que mais tarde iria fundar a Netscape, foram os responsáveis pela interface gráfica que temos hoje na Web. Eles criaram uma linguagem composta de marcações no formato hipertexto, e um programa que conseguia entender essas tags e exibir para o usuário sua formatação original. A linguagem era a Hypertext Markup Language (HTML) e o programa era o navegador Mosaic. 19

20 20 O HTML é uma linguagem de marcação hipertexto, que é base para qualquer aplicação Web que se deseje desenvolver. Ela é constituída por um conjunto de marcadores que determinam, por exemplo, o tipo de fonte a ser usada, a cor de fundo da página, as imagens que são exibidas, além de outras funcionalidades. Um aspecto importante dessa linguagem, é que o modo em que a página é exibida depende do navegador Web que o usuário está utilizando Como são formados os marcadores HTML? As marcações HTML, são delimitadas por dois símbolos básicos : menor (<) e maior (>), de modo que o texto descrito dentro desses delimitadores definem o nome das tags e suas funcionalidades. Elas sempre aparecem em pares, e sempre a segunda tag é precedida do sinal de (/), indicando o término da mesma. Fazendo analogia a um programa Pascal, tem o mesmo papel do begin e end, que é de delimitar uma área específica de código. Por exemplo a tags <TITLE> </TITLE> que determinam o título da página no cliente, têm a função de marcar uma região (daí o significado do M de HTML), de modo que, todo texto escrito dentro dela será exibido no título do navegador Web do usuário (Figuras 2 e 3). <HTML> <HEAD> <TITLE>O TÍTULO DA PÁGINA DEVE ESTAR AQUI...</TITLE> </HEAD> <BODY> </BODY> </HTML> Figura 2 Código fonte de marcadores.html 20

21 21 Figura 3 página marcadores.html exibida no Internet Explorer 6.0 Mas como toda regra tem exceção, o HTML possui marcações em que não é necessário ter um par de tags delimitando uma funcionalidade específica. É o caso da tag <P>, que para indicar o final de um parágrafo, não necessita da correspondente </P>, assim como a <BR>, que determina a quebra de linha de uma página. Um ponto importante e que deve ser levado em consideração é que a forma que as tags são exibidas dependem dos clientes Web que são utilizados pelos usuários, de forma que nem todas suas marcações e recursos são interpretadas por todos eles. Quando um cliente não entende uma marcação, ele simplesmente a ignora, por isso a necessidade de se testar uma página Web em vários navegadores. A figura 4 mostra o código fonte da página navegadores.html e as figuras 5 e 6, mostram esse código HTML exibido em dois diferentes clientes Web. 21

22 22 <html> <!-- Cabeçalho da Página --> <head> <title>testando Páginas</title> </head> <!-- Início do Corpo da Página --> <body> <br> <!-- Criando Tabela--> <table align="center" width="100" height="50" border="8"> <!-- Definindo Linha--> <tr> <!-- Definindo Coluna--> <td width="100%" colspan="100%"> <b><font face="verdana" size="2"> Testando Tags nos navegadores <br><br> Monografia de Conclusão de Curso <br></font></b> </td> </tr> <tr> <td width="100%" colspan="100%"> <center> <img src="imagens/unit.jpg" align="center" border="0"> </center> </td> </tr> </table> </html> Figura 4 Código-Fonte da página navegadores.html Figura 5 Página navegadores.html visualizada no Netscape

23 23 Figura 6 Página navegadores.html visualizada no Internet Explorer 6.0 Elizabeth (2000), aponta como uma das principais causas dessa divergência de visualização de código HTML entre os navegadores, a guerra e a concorrência de seus fabricantes pela conquista de usuários na Web. Em 1994, por exemplo, a Netscape criou um conjunto de extensões para o HTML que só o Netscape poderia entender, assim os usuários que utilizassem esse navegador poderiam usufruir mais recursos e funcionalidades que aqueles que optassem por outros navegadores. A Microsoft, que não poderia perder mercado para a concorrente, logo desenvolveu extensões fora de padrão para HTML que somente o Internet Explorer poderia reconhecer. Com isso, quem saiu perdendo foram os desenvolvedores e projetistas que precisam se preocupar em adaptar suas aplicações para qualquer browser e em qualquer plataforma. 23

24 Aplicações WEB Dinâmicas ASP As active server pages são a solução da Microsoft para criar páginas da Web dinâmicas (Mitchell, Scott; Atkinsin, James, 2000:3). De acordo com essa nova solução de desenvolvimento, a tarefa de desenvolver para a Web passou a ter como foco principal a programação e não mais a interface, que embora ainda seja importante, teve seu ápice nos primeiros dias da World Wide Web. Imagine que é necessário desenvolver uma aplicação Web de vendas on-line de produtos, a criação das páginas que armazenarão e coletarão as informações dos clientes é mais importante do que decidir a cor da fonte ou do fundo de tela a utilizar. Outro aspecto fundamental que devemos levar em consideração é com relação a implementação de páginas ASP. O que o ASP fez pelos Web sites é comparável a mudança nos aviões quando as hélices foram substituídas por turbinas a jato. O ganho de performance foi fenomenal, a eficiência da máquina foi aumentada, mas tudo isso trouxe um pequeno problema: pilotar um jato não é tão fácil como manejar um monomotor (WEBKIT 2002, Cap.2 p.5). Partindo dessa concepção, temos que ter em mente que desenvolver em ASP não é tão fácil quanto desenvolver em HTML. É necessário ter embasamento e entender os princípios e conceitos dessa nova tecnologia. O que são páginas ASP? As páginas desenvolvidas em ASP, como o próprio nome já diz, são páginas ativas constituídas de código HTML normal, estático, mais pequenos programas que são executados no servidor, chamados de scripts. Os scripts podem ser implementados segundo uma série de linguagens de script, ente elas, as mais utilizadas são o vbscript e o javascript. Os próprios nomes já indicam de que liguagem de programação as mesmas foram originadas, o Vbscript é uma derivação do Visual Basic (Microsoft) enquanto que o Javascript provém da linguagem Java (Sun Microsystems). 24

25 25 É importante salientar, que a página só é enviada para o cliente depois que o servidor executa todos os códigos dinâmicos inclusos na página. A Figura 7, demonstra um exemplo de uma página chamada teste.asp. <HTML> <HEAD> <TITLE>TESTE DE UMA PÁGINA ASP </TITLE> </HEAD> <BODY> <B>Testando página ASP no dia: <%=Date%></B> </BODY> </HTML> Figura 7 Código fonte de teste.asp A Figura 7, contém um marcador em HTML (<B> e </B>) que indica que todo texto escrito dentro desses marcadores deve ficar em negrito, e ainda um texto estático ( Testando página ASP no dia: ). O texto em <% %> é uma instrução dinâmica que deve ser executada pelo servidor. No exemplo acima, a palavra Date é uma função em VbScript que retorna a data atual do servidor. Depois do processamento dessa instrução o servidor completa o código HTML estático com o resultado da instrução e devolve o resultado para o cliente, como pode ser visto na Figura 8. Figura 8 Resultado do processamento da página teste.asp 25

26 26 Processamento das páginas ASP No que diz respeito ao processamento das páginas ASP, o modelo clienteservidor ilustrado na Figura 1 sofre algumas alterações. Agora, o servidor não apenas devolve as páginas de forma direta ao cliente, como ocorre nas páginas HTML estáticas. É necessário um processamento de determinados scripts, para que depois seja enviada a página solicitada pelo usuário. No exemplo da Figura 8, o processamento da página teste.asp seguiu os seguintes passos: 1. O cliente informa no navegador Web, o endereço completo da página asp que deseja visualizar, no caso, 2. O servidor Web interpreta o arquivo asp e processa todo o seu código; 3. Depois que a página foi processada pelo servidor Web, a saída é enviada no formato de HTML para o cliente; 4. O navegador Web do cliente recebe o HTML enviado pelo servidor e exibe para o usuário. Observe que para o cliente é difícil distinguir uma página HTML estática de uma página ASP, porque o resultado da página solicitada por ele é sempre o HTML estático. A Figura 9 ilustra o modelo cliente-servidor diante dessa transação. Figura 9 Interação Cliente-Servidor para arquivos ASP 26

27 27 Scripts no lado Cliente X Scripts no lado Servidor Uma das principais dúvidas que surgem quando estamos aprendendo a desenvolver em ASP é distinguir quais scripts são executados no lado cliente e quais são executados no lado servidor. Os scripts que são executados no lado cliente são delimitados pelos marcadores <script language=?> </script>, onde? é o tipo de linguagem a ser implementado o código contido dentro do script. Esses scripts, ao contrário do que ocorre com o ASP, são enviados ao navegador Web, que deve se encarregar de sua excecução. É importante salientar, que as linguagens dos scripts devem ser compatíveis que o navegador Web do cliente, por exemplo, o Internet Explorer é compatível com o VBscript e o Jscript (uma variação do Javascript), mas o Netscape só é compatível com javascript. O mais adequado é a utilização do javascript que será entendido por qualquer navegador. A Figura 10, demonstra o código fonte de uma página com scripts que serão executados no lado cliente. A instrução alert é uma função em javascript que exibe uma mensagem passada como parâmetro para o usuário. A Figura 11 mostra o resultado da execução do script e a Figura 12 mostra o resultado da página, após a execução do script da Figura 10. <HTML> <HEAD> <TITLE>PÁGINA COM SCRIPTS NO LADO CLIENTE</TITLE> <SCRIPT LANGUAGE= JAVASCRIPT > alert( Este script está sendo executado no cliente! ); </SCRIPT> </HEAD> <BODY> Esta página contém scripts executados no lado cliente </BODY> </HTML> Figura 10 Código-fonte da página teste_script_cliente.html 27

28 28 Figura 11 Resultado da execução do script Figura 12 Resultado da página após a execução do script da Figura 9 O outro tipo script, que normalmente é o mais utilizado, é executado no servidor e o resultado é enviado pronto ao cliente. Assim, qualquer navegador pode visualizar uma página ASP, porque ela não é enviada para o cliente com códigos dinâmicos, mas apenas o resultado HTML após o processamento. A Figura 13, ilustra um exemplo de uma página ASP antes de ser processada pelo servidor, a Figura 14 é o código HTML devolvido pelo servidor e a Figura 15 é o resultado exibido ao usuário.. 28

29 29 <html> <head> <title>teste Processamento</title> </head> <body> <font face="tahoma" size="3"><center>informações da Aplicação </center></font><br> <table border="1" width="400" height="20" align="center"> <tr> <td width="80%" colspan="80%"><font face="tahoma" size="2"> Horário de Inicío da Aplicação </font></td> <td width="20%" colspan="20%"><font face="tahoma" size="2"> <!-- Obtendo o horário que a aplicação foi iniciada --> <%=Application("Hora_Aplicacao_Iniciada")%> </font></td> </tr> <tr> <td width="80%" colspan="80%"><font face="tahoma" size="2"> Número de Usuários Ativos </font></td> <td width="20%" colspan="20%"><font face="tahoma" size="2"> <!-- Obtendo o número de usuários ativos --> <%=Application("UsuariosAtivos")%> </font></td> </tr> <tr> <td width="80%" colspan="80%"><font face="tahoma" size="2"> Horário de Início da Sessão </font></td> <td width="20%" colspan="20%"><font face="tahoma" size="2"> <!-- Obtendo a hora em que a sessão foi iniciada --> <%=Session("Hora_Sessao_Iniciada")%> </font></td> </tr> </table> <!-- Encerrando a Sessão do Usuário --> <%Session.Abandon%> </body> </html> Figura 13 Página processamento.asp antes da solicitação do cliente 29

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