UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS-MG RENATO VIEIRA ARCHANJO

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS-MG RENATO VIEIRA ARCHANJO ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE OS INDICADORES DE LIQUIDEZ E PRAZOS MÉDIOS E A GERAÇÃO DE CAIXA OPERACIONAL VARGINHA/MG 2014

2 RENATO VIEIRA ARCHANJO ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE OS INDICADORES DE LIQUIDEZ E PRAZOS MÉDIOS E A GERAÇÃO DE CAIXA OPERACIONAL Monografia apresentada como parte dos requisitos para conclusão da graduação em Ciências Econômicas com Ênfase em Controladoria pela Universidade Federal de Alfenas. Orientador: Prof. Marçal Serafim Candido VARGINHA/MG 2014

3 RENATO VIEIRA ARCHANJO ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE OS INDICADORES DE LIQUIDEZ E PRAZOS MÉDIOS E A GERAÇÃO DE CAIXA OPERACIONAL A banca examinadora abaixo-assinada aprova o trabalho de conclusão de curso apresentado como parte dos requisitos para obtenção do título de Bacharel em Ciências Econômicas com Ênfase em Controladoria pelo Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal de Alfenas Campus Varginha

4 RESUMO A contabilidade enquanto geradora de informações utiliza a análise das demonstrações para produzir informações como auxílio na tomada de decisão. O presente trabalho teve como objetivo geral analisar a relação entre os indicadores de liquidez e prazos médios e a geração de caixa operacional. Para o desenvolvimento desta pesquisa foram utilizados os dados publicados pela empresa petroleira Petróleo do Brasil Petrobras do período de 2006 a Em seguida foram feitos as apurações na Demonstração do Fluxo de Caixa, fazendo as análises, horizontal; vertical; de liquidez; ciclo financeiro; análises da influência dos indicadores de liquidez e de atividade na geração de caixa operacional. Como resultado deste trabalho, através das análises e testes estatísticos confirmou que há influência dos indicadores de liquidez e de atividade na geração de caixa operacional. Em específico na empresa Petrobras, os índices com maior influência foi à liquidez geral e prazo médio de fornecedores. Palavras-Chave: Caixa Operacional. Demonstração de fluxo de caixa. Indicadores de liquidez e de atividade.

5 Lista de Ilustrações Tabela 1 - Demonstração do fluxo de Caixa Petrobras 2006, 2007, 2008, 2009 e Tabela 2 - Análise horizontal Petrobras Tabela 3 - Análise vertical Petrobras Tabela 4- Índice de liquidez e análise horizontal Petrobras Tabela 5 - Ciclo financeiro e análise horizontal Tabela 6 - Tabela 6 - Estatística descritiva Tabela 7 - Correlação Petrobras... 44

6 LISTA DE ABREVEATURAS AH AV CEMIG CPC CVM CVRD DFC DMPL DRA DRE FCO IASB IBRACON ISE LC LG. LS MPE PMF PMRV PMRE PETROBRAS SPSS Análise Horizontal Análise Vertical Centrais Elétricas de Minas Gerais S/A Comitê de Pronunciamentos Contábeis Comissão de Valores Mobiliários Companhia Vale do Rio Doce Demonstração do Fluxo de Caixa Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Demonstração do Resultado Abrangente Demonstração do Resultado do Exercício Fluxo de caixa operacional International Accounting Standards Board Instituto Brasileiro de Contadores Índice de Sustentabilidade Empresarial Liquidez Corrente Liquidez Geral Liquidez Seca Micro e Pequena Empresa Prazo Médio Fornecedores Prazo Médio de Recebimento de Vendas Prazo Médio de Rotação de Estoque Petróleo Brasileiro S.A Petrobras statistical package for social sciences

7 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REFERENCIAL TEÓRICO Origem da Contabilidade A contabilidade no Brasil Contabilidade e o Profissional Contábil Demonstrações Contábeis Balanço Patrimonial Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e Demonstração do Resultado Abrangente (DRA) Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) Análise de Balanços Índices Índices de atividade (prazos médios) Prazo médio de recebimento de vendas PMRV Prazo médio de pagamento de contas Prazo médio de renovação de estoques Ciclo Operacional e Ciclo Financeiro Indices de Liquidez Liquidez imediata Liquidez Corrente Liquidez Seca Liquidez Geral Capital de Giro ou Capital Circulante METODOLOGIA Enquadramento metodológico Classificação quando aos objetivos Classificação quanto à forma de abordagem do problema Procedimentos para coleta de dados Caracterização da amostra Seleção das Variáveis Correlação RESULTADO E ANÁLISE DE RESULTADOS Análise Horizontal Análise Vertical Análises da Liquidez Liquidez geral Liquidez Corrente Liquidez Seca Ciclo Financeiro Prazo médio de estoques Prazo médio de fornecedores e Prazo médio de recebimento Ciclo Financeiro e Ciclo Operacional Análises da influencia dos indicadores de liquidez e de atividade na geração de caixa operacional CONSIDERAÇÕES FINAIS...45 REFERÊNCIAS...47

8 1 INTRODUÇÃO Em um mundo globalizado os negócios se encontram todos entrelaçados, e com as crises econômicas das últimas décadas, pode-se notar a fragilidade das empresas que eram consideradas sólida. As crises deixaram em evidencia a importância de uma instituição ter a contabilidade bem estruturada, quebrando o estima de guarda-livros para se tornar uma das peças de maior importância dentro da organização. A contabilidade vem evoluindo com o passar do tempo e apresenta hoje um meio essencial para qualquer organização que almeja o sucesso. Através de um sistema contábil sério, poderá conseguir que os resultados econômicos tendam ao satisfatório, ou seja, que alcance o lucro. Para alcançar o lucro é necessário que esteja atento as informações que possa ser geradas, pois auxiliará a administração a tomar suas decisões através das informações. Adicionalmente as empresas exerçam de maneira segura as praticas contábil, usa-se às normas contábeis, um conjunto de regras e procedimentos de conduta que devem ser seguidas, no Brasil estas normas são encontradas no Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC. Ciente das normas, as organizações conseguirão realizar com maior êxito as suas transações de compras, vendas, produção, comprimento de prazos entre outras. Uma das maneiras de se conseguir de forma segura estas informações é através das análises das demonstrações contábeis. Lá poderá encontrar de forma clara tudo que é necessário para tomar a melhor decisão e garantir que os investimentos de curto e longo prazo tenham bons resultados. Contudo, destaca-se a contabilidade utiliza o regime de competência para registrar todas as transações quando da sua realização, independente se ocorreu o pagamento, o recebimento ou não. Gerando com isso o resultado econômico com o confronto das receitas e despesas. Quando os prazos forem atendidos e houver o recebimento ou pagamento, serão registrados no regime de caixa. Neste regime as receitas e despesas serão registradas quando entrar ou sair recursos financeiros no caixa da instituição. Como o cotidiano de uma empresa é formado por prazos, cria-se um intervalo entre recebimento e o pagamento, formando um período de tempo entre o lucro e caixa. Ao examinar o lucro líquido, que é formado pela venda menos os custos e despesas, pode-se notar ao analisar estas duas contas que elas podem influênciar o fluxo de caixa 8

9 operacional, conta que indica o dinheiro recebido ou desembolsado pela empresa. Portanto o problema a ser investigado neste estudo é: qual a relação entre os indicadores de liquidez e prazos medios e a geração de caixa operacional? Assim, o presente estudo tem como objetivo geral analisar a relação entre os indicadores de liquidez e prazos medios e a geração de caixa operacional. Para isso, têm-se como objetivos específicos: evidenciar a geração dos indicadores de liquidez e prazos medios em caixa operacional; analisar a influência dos indicadores de liquidez e de atividade na geração de caixa. 2. REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Origem da Contabilidade A contabilidade segundo algumas teorias, surge junto com a civilização, havendo a necessidade de medir à riqueza acumulada pelo homem. No início vinha como um instrumento para a medição do rebanho, para saber se havia perca ou ganho do rebanho de uma estação climática do ano para outra estação, para fazer esta contagem utilizavase no início materiais simples, como pedrinhas. Ao se fazer esta contagem com as pedrinhas estava aplicada o inventário como dizem os contadores de hoje (PORTAL DA CONTABILIDADE, 2009). A história da contabilidade pode ser divida por períodos, o primeiro foi à contabilidade do mundo antigo marcado por Leonardo Pisano autor do livro Líber Abaci escrito em 1202, o segundo período foi à contabilidade do mundo medieval em que Frei Luca Pacioli que firmou o método das partidas dobradas, o terceiro período foi à contabilidade do mundo moderno recebendo características científica a partir de obras de importantes escritores como Francesco Villa e por fim a contabilidade do período científico que começa em 1840 e segue ate os dias atuais (PORTAL DA CONTABILIDADE, 2009). 2.2 A contabilidade no Brasil No Brasil a contabilidade surge com a primeira regulamentação em 1770, onde a profissão era conhecida como os guarda-livros, quem a exercia teria que se cadastrar na junta comercial. Com a vinda da família real portuguesa para o Brasil, a profissão teve 9

10 maior destaque, pois com aumento da arrecadação e dos gastos públicos viu-se necessário maior fiscalização. Com isso foi criado o Erário Régio ou o Tesouro Nacional e Público, com o Banco do Brasil. A profissão de contador era muito valorizada somente em países do primeiro mundo, já no Brasil até a década de 60 os contadores ainda eram conhecidos como os guarda-livros. A partir da década de 70, que ficou conhecido pelo milagre econômico, o contador perdeu o título de guarda-livros e viu a profissão ganhar sua ascensão, onde se criou um excelente campo de trabalho. A contabilidade Brasileira vem se destacando mundialmente pela sua legislação. As entidades que mais se destaca na área contábil no Brasil tem sido o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), o Instituto Brasileiro de Contadores (IBRACON) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), sendo eles que dão as melhores contribuições. com a introdução da Lei nº /07, que provocou alterações profundas na Lei das Sociedades por Ações, e com a Lei nº /08, que definitivamente desatrelou a autoridade da ligação da contabilidade com as normas tributarias (cada uma tem sua via própria agora), com a criação do CPC Comitê de Pronunciamentos Contábeis e uma série de outras ações, tem-se agora inicio de uma nova era, sob a égide das normas internacionais de contabilidade emanadas do International Accounting Standards Board (IASB). (IUDÍCIBUS; MARION; FARIA, 2009, p.10) Com a criação do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), os órgãos reguladores contábeis brasileiros aprovam os documentos que são mantidos pelo CPC, e os tornam obrigatórios em seus respectivos âmbitos. Com isso o Brasil converte todas as suas normas contábeis para as normas contábeis do IASB. 2.3 Informação Contábil O desenvolvimento contábil esta ligado ao capitalismo, em que viu necessário analisar com mais detalhes e mensurar os ganhos e as perdas. Com o desenvolvimento econômico a contabilidade se tornou um instrumento indispensável. A contabilidade é o grande instrumento que auxilia a Alta Administração a tomar decisões. Na verdade ela coleta todos os dados econômicos, mensurando-os monetariamente, registrando-os e sumarizando-os em forma de relatórios que contribuem sobremaneira para a tomada de decisão. (IUDÍCIBUS; MARION; FARIA, 2009, p.22) 10

11 A contabilidade é utilizada por agentes que estão interessados em planejar, controlar e tomar decisões. Tornando-se de grande interesse de gerentes para saber analisar o passado e o presente para garantir o futuro do empreendimento. Os investidores que através de relatórios contábeis ficam cientes se a empresa que estão investindo é lucrativa. Os fornecedores e bancos que analisaram a confiabilidade. O governo que apresenta grande interesse nestas informações, pois é através das informações contábeis poderá mensurar o quanto tributar e arrecadar de impostos e entre outras áreas que também necessitam deste instrumento. 2.4 Demonstrações Contábeis De acordo com o Pronunciamento Técnico 26 Apresentação da Demonstração Contábil vem para auxiliar na tomada de decisões, apresentando a saúde financeira e patrimonial, do desempenho e fluxo de caixa de uma entidade financeira. E para apresentar estas informações se subdivide em: Ativos; Passivos; Patrimônio líquido; Receitas e despesas; Alteração no capital próprio; Fluxos de caixa. Ao elaborar uma demonstração contábil, ela informará se a entidade terá a capacidade de continuar atuando no futuro. O relatório apresentará com clareza todas às incertezas para a sua continuidade e terá de ser apresentado pelo menos anualmente. Quando apresentado a demonstração, será em regime de comparação, apresentando no mínimo dois balanços, que apresentará um balanço do passado e um do período corrente. Fazendo isso facilita na tomada de decisão, pois pode se ter a previsão nas contas da entidade. Para elaboração das demonstrações contábeis é utilizado o regime de competência, as receitas e despesas deverão ser contabilizadas, no período, em que foi gerada, não levando em conta o recebimento. 11

12 notas: A demonstração deve conter claramente e para melhor compreensão as seguintes (a) o nome da entidade às quais as demonstrações contábeis dizem respeito ou outro meio que permita sua identificação, bem como qualquer alteração que possa ter ocorrido nessa identificação desde o término do período anterior; (b) se as demonstrações contábeis se referem a uma entidade individual ou a um grupo de entidades; (c) a data de encerramento do período de reporte ou o período coberto pelo conjunto de demonstrações contábeis ou notas explicativas; (d) a moeda de apresentação, tal como definido no Pronunciamento Técnico CPC 02 Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis; e (e) o nível de arredondamento usado na apresentação dos valores nas demonstrações contábeis. (CPC 26 Apresentação das Demonstrações Contábeis-pág.16) Balanço Patrimonial O Balanço Patrimonial é a demonstração contábil destinado a evidenciar a saúde financeira e economia ao término do exercício. Sua estrutura é formada por duas colunas; na coluna a esquerdo encontra-se o ativo e na coluna a direita encontra-se passivo e o patrimônio líquido. Ao término do balanço os resultados de ambas as colonas deverá chegar a um resultado semelhante, com isso demonstrará que o balanço é consistente. O grupo do ativo é subdividido em dois novos grupos. O primeiro é o ativo circulante, que entra todos os bens e direitos que podem ser transformados em dinheiro a curto prazo, como por exemplo: banco conta movimento, caixa, duplicatas a receber, entre outras. (a) espera-se que seja realizado, ou pretende-se que seja vendido ou consumido no decurso normal do ciclo operacional da entidade; (b) está mantido essencialmente com o propósito de ser negociado; (c) espera-se que seja realizado até doze meses após a data do balanço; ou (d) é caixa ou equivalente de caixa (conforme definido no Pronunciamento Técnico CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa), a menos que sua troca ou uso para liquidação de passivo se encontre vedada durante, pelo menos, doze meses após a data do balanço. (CPC 26 Apresentação das Demonstrações Contábeis-pág. 20) 12

13 O segundo grupo de contas é apresentado o ativo não circulante, são as atividades da empresa que irá se transformar em dinheiro a longo prazo, a um período superior a um ano, tem se como exemplos desta conta os empréstimos a controladas, contas a receber a longo prazo. E por fim os ativos com menor grau de liquidez, necessário para a realização das atividades da empresa. Já o grupo do passivo irá se subdividir em: passivo circulante e passivo não circulante. O passivo circulante será o primeiro item a ser analisado, estarão presentes aqui todas as obrigações que a empresa irá pagar no curto prazo, como fornecedores, salários e encargos a pagar, empréstimos, entre outras obrigações. (a) espera-se que seja liquidado durante o ciclo operacional normal da entidade; (b) está mantido essencialmente para a finalidade de ser negociado; (c) deve ser liquidado no período de até doze meses após a data do balanço; ou (d) a entidade não tem direito incondicional de diferir a liquidação do passivo durante pelo menos doze meses após a data do balanço. Os termos de um passivo que podem, à opção da contraparte, resultar na sua liquidação por meio da emissão de instrumentos patrimoniais não devem afetar a sua classificação. (CPC 26 Apresentação das Demonstrações Contábeis-pág. 21) O grupo de contas a ser analisado do passivo é o não circulante, nele é encontrado as obrigações com terceiros que será liquidada a longo prazo, ao término do exercício social seguinte. O patrimônio líquido, são as aplicações de recursos na empresa, se divide em capital social, reserva de capital, lucros ou prejuízos acumulados, entre outros itens. Portanto, o Balanço Patrimonial representará o passado que ajudara a projetar o futuro da empresa que está sendo avaliado Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e Demonstração do Resultado Abrangente (DRA) A demonstração do resultado do exercício demonstra todas as receitas, despesas, ganhos e perdas em um período, normalmente de doze meses, e será feito de forma simples definindo o lucro ou prejuízo do período. É elaborada simultaneamente com o balanço patrimonial, um complementando o outro. Com o pronunciamento técnico CPC 26 ficou decidido que devem ser aplicadas duas demonstrações, a do resultado do exercício e a do resultado abrangente. A entidade 13

14 deverá apresentar todos os dados, receitas e despesas, dentro do período normal, fazendo assim a Demonstração do Resultado do Exercício. As demais variações que ocorre no patrimônio líquido serão apresentadas na Demonstração do Resultado Abrangente. O resultado abrangente é a mutação que ocorre no patrimônio líquido durante um período que resulta de transações e outros eventos que não derivados de transações com os sócios na sua qualidade de proprietário (IUDÍCIBUS, MARTINS, GELBCKE E SANTOS, 2010, p. 4). O lucro ou prejuízo líquido é apurado na DRE, que será adicionado ao patrimônio líquido da empresa, o lucro encontrado já estará com a dedução de todas as despesas, esta parcela representa o que será repartido entre os acionistas Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) Demonstração do Fluxo de Caixa representa a entrada e saída de dinheiro dentro da entidade, em um determinado período de tempo, com isso mostra as condições da entidade em gerar caixa e ajuda quando for necessário utilizar os fluxos de caixa. Muitas empresas ainda desprezam esta maneira de demonstração, no Brasil somente tornou obrigatório no ano de 2008 à elaboração de tais relatórios. Alguns estudos realizados contribuem para o entendimento sobre a DFC, como Braga e Marques (2001), que estudou a alteração que ocorreu na legislação societária, que substituiu as demonstrações das origens e aplicações de recursos pela demonstração do fluxo de caixa, que analisou a viabilidade pelos relatórios publicados por duas empresas, a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) e Centrais Elétricas de Minas Gerais S/A (CEMIG), para os exercícios de 1997, 1998 e No estudo realizado, destaca que a DFC como as demais demonstrações, podem servir como base de cálculo para indicadores financeiros, através de quatro índices, colocados por eles, que são: O primeiro índice é de cobertura de juros com caixa quando comparada ao padrão do setor, a medida indica a capacidade relativa do negócio em atender os compromissos financeiros. O segundo índice terá os indicadores de qualidade do resultado que mede a proporção das receitas de vendas convertidas em dinheiro no exercício pelos recebimentos e cobranças de clientes. A terceira categoria indicará os dispêndios de capital que sinaliza a habilidade do negócio em atender suas necessidades 14

15 por dispêndios líquidos de capital (aquisições menos alienações), sendo calculado como fluxos de caixa operacionais retidos divididos pelos ativos produtivos (imobilizado). A DFC é apresentada em três subdivisões: fluxo de caixa das entidades operacionais, das atividades de investimentos e das atividades de financiamentos. Os usuários das demonstrações contábeis de uma entidade estão interessados em saber como a entidade gera e utiliza caixa e equivalentes de caixa. Esse é o ponto, independentemente da natureza das atividades da entidade, e ainda que o caixa seja considerado como produto da entidade, como pode ser o caso de instituição financeira. As entidades necessitam de caixa essencialmente pelas mesmas razões, por mais diferentes que sejam as suas principais atividades geradoras de receita. Elas precisam de caixa para levar a efeito suas operações, pagar suas obrigações e proporcionar um retorno para seus investidores. (CPC 03-Demonstração do Fluxo de Caixa, p.3) Com isso, o indicador que foi apresentado no artigo de Braga e Margues (2001) terá sempre o intuído melhorar a geração de caixa para a empresa envolvida, como foi destacado no CPC 03, a geração de caixa é a peça mais importante para que ocorram as suas operações. Ao ampliar o conceito ou classificar este conceito, criam-se os equivalentes de caixa, classificará o dinheiro que estaria em uma conta, separada sem rendimento. Será classificado como equivalentes de caixa, todo investimento de curto prazo e com nível alto de liquidez, sendo utilizados para atender os compromissos de curto prazo. Assim são investimentos de altíssima liquidez, prontamente conversíveis em uma quantia liquida conhecida de dinheiro e que apresentam risco insignificante de alteração de valor. (IUDÍCIBUS, MARTINS, GELBCKE E SANTOS, 2010, p.568). Segundo Ferreira (2005), seguindo as normas baseadas na Financial Accounting Standards Board (FASB), as demonstrações dos fluxos de caixa, podem ser classificadas em três grupos Fluxo das atividades operacionais: que englobam as atividades ligadas à produção e à entrega de bens e serviços, além das transações não definidas como atividades de investimento e financiamento. Tendo a capacidade de fazer novos investimentos sem precisar utilizar de capital de terceiros. 15

16 Fluxos das atividades de investimentos: estão relacionados à aquisição e vende de ativos de longo prazo, nesta atividade dará remuneração a recursos que estariam ociosos ou a especulação. Fluxos das atividades de financiamentos: esta atividade está relacionada a empréstimos e financiamentos obtidos e a recursos captados perante investidores da companhia. Quando se prepara o fluxo de caixa que é proveniente das atividades operacionais, podemos usar de dois métodos para se elaborar a DFC, pelo método direto ou indireto. O método direto demonstra de maneira direta as entradas e saídas do dinheiro, mostrando a sua origem e onde foi aplicado, como o recebimento de uma venda e as quitações de suas obrigações. No método indireto as atividades operacionais serão feitas com base no capital de giro da entidade, juntando o lucro e com o caixa gerado pelas operações. Podendo a entidade escolher em qual das duas usar, não sendo obrigatório o uso de uma ou outra, o método indireto é mais utilizado pela sua facilidade na compreensão, e quando se utiliza o método direto é exigida da empresa a conciliação entre o lucro líquido e o fluxo de caixa líquido das atividades operacionais. (IUDÍCIBUS, MARTINS, GELBCKE E SANTOS, 2010, p.575). Como apresentado na conclusão do artigo de Braga e Marques (2001), que as empresas brasileiras não possuem a tradição de se publicar as suas DFC, acredita-se que isso poderá ser mudado com a nova legislação societária. Portanto a Demonstração do Fluxo de Caixa constitui como parte essencial dentro da empresa, possibilitando o empresário a antecipar suas decisões. 2.5 Análise de Balanços Análise de balanço pode ser entendido como a arte de saber extrair relações úteis, para o objetivo econômico que tivemos em mente, dos relatórios contábeis tradicionais e de suas extensões e detalhamentos, se for o caso (IUDÍCIBUS,2009, p.5). A análise pode ser considerada uma arte por não ser precisa, em que duas ou mais pessoas usando de mesmas técnicas podem chegar a conclusões parecidas, dificilmente serão iguais. 16

17 O objetivo da análise financeira é meditação sobre os Demonstrativos Contábeis, objetivando uma avaliação da situação da empresa em seus aspectos operacionais, econômicos, patrimoniais e financeiros (PADOVESE, 2004, p.215). As demonstrações financeiras de uma instituição nos fornecerão dados, que não provocará reação a quem foi apresentado. Para aplicar uma análise devemos transformar estes dados extraídos em informações, que quando apresentados provocará uma reação ou uma decisão, quanto maior o número de informações que se consegue extraírem, melhor será a análise. O trabalho de um analista de balanço começa quando termina o do contador, a preocupação de um contador é basicamente nos registros das operações, já de um analista irá se preocupar com as demonstrações financeiras, para transformá-las em informações. Fazendo esta transformação, e produzindo a maior quantidade de informações de qualidade, poderá dar um diagnóstico mais preciso sobre a saúde da entidade analisada, e assim podendo tomar decisões mais precisas. Ao se produzir a análise, diferentemente de uma demonstração que é carregada de termos técnicos, a linguagem de uma análise de balanço são relatórios escritos em linguagem corrente. (MATARAZZO, 2010, p.5). A linguagem apresentada deve ser de fácil compreensão, em qualquer pessoa que a ler, possa entender e compreender as informações nelas contidas. E possuindo uma função secundária de traduzir as informações contidas nas demonstrações contábeis. Para melhor compreensão sobre a análise, alguns estudos foram realizados como o de Barbosa (2010), que estudou sobre as diversas formas de análise financeira, visando esclarecer os métodos de análise, para as micros e pequenas empresas, para que possam tomar decisões com o mínimo risco e máxima eficiência. De acordo com o autor apresenta o uso de análise financeira para as pequenas empresas, é um recurso essencial para sua sobrevivência, já que está em um mercado de ampla concorrência, que eficiência e a eficácia das decisões determinam o sucesso ou fracasso das empresas. Segundo Matarazzo (2010), quando produzido um relatório, nele podem-se encontrar diversas informações, entre elas: Situação financeira. Situação econômica. Desempenho. 17

18 Eficiência na utilização dos recursos. Pontos fortes e fracos. Tendências e perspectivas. Quadro evolutivo. Adequações das fontes às aplicações de recursos. Causas das alterações na situação financeira. Causas das alterações de rentabilidade. Evidencias de erros da administração. Providencias que deveriam ser tomadas e não foram. Avaliação de alternativas econômico-financeiras futuras. Para Matarazzo (2010), uma análise para ser elaborada tem que seguir uma sequência de quatro etapas: 1 extraem-se índices das demonstrações financeiras; 2 comparam-se os índices com os padrões; 3 ponderam-se as diferentes informações e chega-se a um diagnóstico ou conclusões; 4 Tomam-se decisões. Quando feitas e seguidas estas etapas, dificilmente a análise ficará prejudicada. Em toda análise de balanço tem que se observar atentamente se estas etapas foram seguidas. No estudo realizado por Barbosa (2010) sobre as micros e pequenas empresas no Brasil, identifica que o problema delas. É que, muitas vezes, desconhecem sua própria capacidade financeira, ou suas disponibilidades, ou não sabendo lidar com o caixa e até mesmo os estoques, onde estas empresas perdem ou deixa passar informações úteis a elas. E se isso acontece, leva a empresa a perda de recursos. A análise pode ser realizada através dos índices, estes índices vêm ganhando cada vez mais importância, pelo auto grau de eficiência, visando analisar a situação econômica e financeira da empresa, sendo a técnica de análise mais utilizada. Com a utilidade desta técnica pode se chegar a uma avaliação do todo na empresa, o que é de extrema importância nas decisões de crédito. Segundo Padoveze (2004) existem quatro ferramentas básicas para a análise de balanço: 18

19 Análise vertical: se compõe da análise de participação percentual ou de estrutura dos elementos dos demonstrativos contábeis. Condicionando usar 100% nas contas quando for fazer as análises, ficando mais claro a compreensão. Análise horizontal: tem como objetivo analisar o crescimento ou a variação. Mostra a evolução das contas em relação às demonstrações anteriores. Indicadores econômico-financeiros: compreende a geração de um painel básico de indicadores para complementar as análises vertical e horizontal. Avaliação final: é um relatório sumariando as conclusões obtidas na análise dos Demonstrações Contábeis. Barbosa (2010) chega à conclusão em seu estudo, que em um cenário competitivo, exige respostas rápidas e a análise entra como peça fundamental neste cenário, através das decisões empresariais refletindo nos resultados da empresa e seu impacto no caixa. Constatando que análise das demonstrações, mesmo com todos os benefícios que traz a empresa, ainda é pouco utilizado como instrumento de planejamento e orçamento nas empresas. 2.6 Índices Portanto quando se prepara uma Análise de Balanço deve-se lembrar que: é uma arte, pois não existe um roteiro padronizado que leve sempre às mesmas conclusões, dentro das mesmas circunstâncias. Adicionalmente, a análise de balanços, pela sua natureza financeira, apresenta limitações, as quais serão sempre lembradas. (IUDÍCIBUS, 2009, p.6). Segundo Matarazzo (2010, p.81) Índice é a relação entre contas ou grupo de contas das Demonstrações Financeiras, que visa evidenciar determinado aspecto da situação econômica ou financeira de uma empresa. Os índices têm como objetivo tratar sobre a situação financeira ou econômica, podendo assim montar avaliações a respeito de uma empresa e fornecer um sinal de alerta aos administradores. Ir-se-á abordar dois índices: Índices de atividade (prazos médios) e Índice de Liquidez. 19

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