Avaliação Técnica de Ressonância Magnética, uma Abordagem na Qualidade das Imagens.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Avaliação Técnica de Ressonância Magnética, uma Abordagem na Qualidade das Imagens."

Transcrição

1 1 Avaliação Técnica de Ressonância Magnética, uma Abordagem na Qualidade das Imagens. Luciano de Moraes, Renato Garcia Instituto de Engenharia Biomédica (IEB-UFSC) Universidade Federal de Santa Catarina Brasil Fone: Fax: ; Resumo: O avanço no diagnóstico por imagens utilizando a técnica de imagens por Ressonância Magnética (IRM) como instrumento clínico tem sido significativo, superando a rapidez de desenvolvimento de qualquer outra técnica de aquisição de imagens. Longe de estabilizar-se, esse processo tem-se desenvolvido e novas aplicações clínicas estão sendo definidas constantemente. No entanto, o aumento na potência dos magnetos e novas formas construtivas de bobinas de rádio-freqüência (RF), vêm despertando cada vez mais interesse, objetivando uma melhor qualidade nas imagens adquiridas. Ainda, novos programas de qualidade de imagens dentro de processos de gestão de tecnologia médico-hospitalar - GTMH, obrigam as estruturas de engenharia clinica a procurar definir protocolos para controle de qualidade em serviços de IRM. O presente estudo busca estabelecer protocolos sobre aspectos de funcionalidade e segurança da IRM, baseado em normas técnicas (a IEC ) e literatura técnica, buscando caracterizar as melhores condições para a qualidade das imagens geradas, assim como os mecanismos de funcionalidade e segurança dos equipamentos de IRM, possíveis de serem gerenciados por estruturas de engenharia clinica dentro de GTMH. Para definir o contexto de pesquisa, primeiramente, realizou-se uma estudo sobre o histórico e o estado da arte da IRM e, posteriormente passou-se aos princípios básicos da aquisição de imagens. Analisou-se com maiores detalhes o funcionamento e os princípios construtivos dos aparelhos e instrumentos da IRM, tais como, os gradientes de campo magnético na codificação e construção das imagens, os diferentes tipos de bobinas de RF, assim como os diferentes tipos de magnetos disponíveis, de modo a demonstrar o seu papel na qualidade das imagens gerada. A qualidade das imagens em IRM é controlada por muitos fatores, sendo necessário conhecer o modo como eles interagem, para permitir a melhora na sua qualidade. Nos estudos identificaram-se quatro parâmetros básicos para a determinação da qualidade das imagens: a razão sinal-ruído, a razão contrasteruído, a resolução espacial e o tempo de exame. Estes parâmetros, por sua vez, são definidos pelo ajuste de outras variáveis e de técnicas, dentre elas, as técnicas de seqüência de pulsos convencionais, as técnicas de aquisição de dados, as técnicas de compensação de fenômenos de artefatos e de fluxo no corpo humano, visando obter imagens com verdadeira consistência diagnóstica. Procura-se, neste trabalho, analisar os mecanismos das técnicas avançadas de aquisição de imagens e suas aplicações, tais como, as imagens funcionais do cérebro, as imagens em tempo real do movimento e da perfusão do coração e o monitoramento em tempo real de procedimentos de intervenção, que não são possíveis com as seqüências convencionais da IRM.

2 2 Aborda-se a segurança em IRM, do ponto de vista biológico e operacional, entrando no aspecto dos procedimentos para o uso seguro da IRM e os cuidados com o paciente, analisando a norma supracitada. Além disso, discute-se também os meios de contraste na IRM, suas aplicações clínicas, a metodologia, a administração e as precauções relativas aos diferentes meios de contraste empregados. Com este trabalho, pretende sistematizar o conhecimento a fim de estabelecer protocolos para a avaliação técnica da qualidade de imagens gerada em IRM junto às entidades assistenciais de saúde do estado de Santa Catarina, contribuindo para o processo de Gestão de Tecnologia Médico Hospitalar. Palavras-chave: IRM, qualidade das imagens, Engenharia Clínica, GTMH. Introdução Desde seu uso inicial para a aquisição de imagens humanas na década de 70, a Imagem por Ressonância Magnética (IRM) tem-se desenvolvido numa modalidade de imagem clínica amplamente utilizada e seu avanço do uso em diagnóstico por imagens tem sido significativo, superando a rapidez de desenvolvimento de qualquer outra técnica de aquisição de imagens.(riederer) A IRM é uma importante modalidade de imagem médica devido ao seu excepcional contraste aos tecidos moles e tem vantagens significativas sobre os outros sistemas de diagnóstico por imagem empregados atualmente, tais como: (Bronzino, Bushong) Melhor resolução de baixo contraste; Não utiliza radiações ionizantes; Imagem multiplanar direta; Não tem artefatos devidos ao ar e aos ossos; Medidas de fluxo diretas; Não invasiva. No intuito de oferecer um panorama geral da utilização desta tecnologia no Brasil, os dados do Ministério da Saúde do Brasil mostram um aumento na realização de procedimentos de IRM de mais de 235% (de para ), no período de 1998 a 2000 e, com relação aos gastos com estes procedimentos, um aumento de mais de 259% (de R$5.6 milhões para R$22,6 milhões). (Ministério da Saúde) Esta mesma fonte mostra que o estado de Santa Catarina é o segundo estado brasileiro que mais realiza procedimentos de IRM e, portanto, também é o segundo em gastos com a IRM. (Ministério da Saúde) Dada esta realidade e a necessidade de sistematizar informações relacionadas para serem aplicadas no projeto de GTMH em Santa Catarina, o propósito deste artigo é explanar sobre os aspectos de desempenho e segurança da IRM, baseado em normas e literaturas técnicas, buscando caracterizar as melhores condições para a qualidade das imagens geradas.

3 3 Metodologia O histórico da IRM, remonta aos meados dos anos 40, onde dois grupos de pesquisadores, dirigidos respectivamente por Felix Bloch e Edward Purcell, estudavam simultaneamente o comportamento dos núcleos atômicos imersos em um campo magnético. Eles descobriram que os núcleos absorviam energia das ondas de rádio de certas freqüências específicas. Uma análise dos picos do espectro de freqüências nos informa sobre o movimento e a composição das moléculas, informações utilizadas respectivamente no campo da física e da química. Esta técnica foi chamada de Espectroscopia por Ressonância Magnética Nuclear (RMN). Bloch e Purcell receberam em 1952 o prêmio Nobel de física por suas investigações científicas. (Bushong) Como era obvio que as técnicas de RMN eram sensíveis à dinâmica das trocas químicas, vários pesquisadores começaram a interessar-se na realização de medidas com tecidos vivos. Em 1971, Raymond Damadian, pesquisando sobre tecidos extirpados de ratos, informou que existiam diferenças significativas nos parâmetros de RMN entre os tecidos saudáveis de ratos e diversos tumores. Em 1973, Paul Lauterbur publicou uma imagem de RMN na qual se via a seção de dois capilares cheios de água obtidos mediante um espectrômetro de RMN modificado. Esta foi a primeira imagem de RMN. Damadian obteve em 1975 as primeiras imagens de animais. Vários autores, entre eles Peter Mansfield e Waldo Henshaw, investigaram muitos outros tipos de sistemas de visualização mediante RMN. (Bushong) No final dos anos 70, a IRM estava se desenvolvendo a toda velocidade. Os primeiros escaners para estudar o cérebro humano apareceram em 1978, seguidos pouco tempo depois pelos escaners de corpo inteiro. Atualmente, considera-se a IRM como uma modalidade de diagnóstico por imagem excepcionalmente boa. (Bushong) Portanto, a técnica da IRM é uma extensão das técnicas de Ressonância Magnética Nuclear (RMN) que são utilizados há muito tempo em física e química para fins diferentes da visualização e se baseia na interação dos campos magnéticos e radio-freqüências (RF). (Bronzino, Bushong, Woodward) Através da revisão bibliográfica de literatura técnica, buscou-se determinar os conceitos necessários para se compreender a qualidade da imagem em IRM e os aspectos de segurança em IRM, observando-se uma maior ênfase na segurança ao paciente. Também é analisada a norma IEC (Medical electrical equipment - Particular requirements for the safety of magnetic resonance equipment for medical diagnosis) que é uma norma particular e complementa as seguintes normas gerais: IEC :1988, Medical electrical equipment Part 1: General requirements for safety and its amendments 1 (1991) and 2 (1995);

4 4 IEC :2000, Medical electrical equipment Part 1-1: General requirements for safety Collateral Standard: Safety requirements for medical systems, e; IEC :1996, Medical electrical equipment Part 1: General requirement for safety 4. Collateral Standard: Programmable electronic medical systems. Resultados Qualidade de imagem em IRM é uma medida da precisão diagnóstica e aparência de uma imagem. É definida pelo contraste das imagens, a capacidade de detalhar espacialmente a resolução e a relação sinal-ruído. (Woodward) Já Catherine Westbrook e Carolyn Kaut dizem que a qualidade das imagens é determinada pelas quatro principais considerações seguintes: razão sinal-ruído (RSR), razão contraste-ruído (RCR), resolução espacial e, também o tempo de exame. (Westbrook and Kaut) A razão sinal-ruído (RSR) é a razão da amplitude do sinal recebido pela amplitude média do ruído. O ruído é constante para todo paciente e é gerado pela presença do paciente no magneto e pelo ruído elétrico de fundo do sistema. O sinal, todavia, é cumulativo, depende de muitos fatores e pode ser alterado. O sinal aumenta ou diminui em relação ao ruído. Em conseqüência disto, qualquer fator que afete a amplitude do sinal afeta por sua vez a RSR. (Westbrook and Kaut) Para terem-se imagens de qualidade ótima, a RSR deve ser a mais alta possível. Os fatores que afetam a RSR são: a densidade de prótons da área em exame, a homogeneidade do campo, o gap, o volume do voxel, a espessura do corte, TR, TE, o ângulo de inclinação, o número de aquisições ou NEX, o tamanho da matriz, o campo de visão, a largura da faixa de recepção, o tipo de bobina e as técnicas de redução de artefatos. (Westbrook and Kaut, Woodward) A razão contraste-ruído (RCR) é definida como a diferença na RSR entre duas áreas adjacentes e, portanto, é controlada pelos mesmos fatores que afetam a RSR, levando se em conta ainda, a seqüência de pulsos utilizada, tempo de inversão (TI), os tempos de relaxamento dos tecidos, o fluxo, os meios de contraste, e em imagens de escaneamento rápido, o comprimento de trem de ecos (ETL) e o tempo de eco efetivo (ETE). A RCR é provavelmente o fator mais criticamente importante dos que afetam a qualidade de imagem, pois determina diretamente a capacidade dos olhos em distinguir áreas de sinal forte de áreas de sinal fraco. (Westbrook and Kaut, Woodward) A administração de agentes de contraste tem o objetivo de aumentar a RCR entre patologias (intensificadas) e a anatomia normal (não intensificada). Estes agentes de contraste afetam seletivamente os tempos de relaxamento T1 e T2 nesses tecidos. Os agentes de contraste atualmente utilizados são o Gadolínio e o Feridex. (Westbrook and Kaut)

5 5 A resolução espacial é a capacidade de distinguirem-se dois pontos como separados e distintos, sendo controlada pelo tamanho do voxel. O tamanho do voxel é afetado pela espessura dos cortes, CDV e o número de pixels ou matriz. Pequenos voxels levam a uma boa resolução espacial. (Westbrook and Kaut) O gap entre os cortes pode afetar a resolução espacial e, nas técnicas de escaneamento rápido a escolha do comprimento do trem de ecos (ETL) e o espaçamento de trem de ecos (ETS) afetarão a resolução espacial. (Woodward) O tempo de exame é o tempo necessário para completar-se a aquisição de dados e são importantes para a manutenção da qualidade das imagens, já que longos tempos de exame dão ao paciente mais chance de se mover durante a aquisição, degradando a imagem. (Westbrook and Kaut) Neste ponto, observa-se a importância de se conhecer os artefatos e suas técnicas de compensação, para evitar a degradação das imagens. Dentre os artefatos podemos citar o mapeamento de fase incorreto, desvio químico, registro químico incorreto, de zíper, de envoltório, de movimento, etc. Os fenômenos de fluxo são artefatos produzidos por núcleos que se movem durante a aquisição de dados. O movimento de núcleos em fluxo causa o mapeamento incorreto de sinais e leva a artefatos designados como artefatos de movimento de fluxo ou fantasmas de fase. Os principais fenômenos de fluxo são o time of flight, fenômeno do corte de entrada e o defasamento intravoxel. (Westbrook and Kaut) É errônea a suposição de que o tipo e a potência do campo magnético definem integralmente o desempenho de um sistema de IRM. Embora o tipo de magneto e a potência do campo afetem efetivamente o desempenho das máquinas, os outros subsistemas podem contribuir de forma igual ou maior em algumas situações. (Lufkin) Quanto à segurança ao paciente em IRM, examinando-se em separado os diversos componentes do processo de aquisição (campo magnético principal, gradiente de campo e RF) de imagens por IRM, observaram-se alguns efeitos biológicos pouco significativos e reversíveis. (Westbrook and Kaut) Uma das maiores preocupações em segurança ao paciente são com os efeitos das forças exercidas pelo campo magnético dos sistemas de IRM em certos objetos metálicos, principalmente com os implantes biomédicos.(woodward) Existem aparelhos e implantes metálicos que são compatíveis à IRM, exigindo critérios específicos para considerá-los compatíveis, recomendados pela ISMRM (International Society for Magnetic Resonance in Medicine). Estes critérios são a aprovação pelo FDA, a declaração do fabricante e testes anteriores. (Westbrook and Kaut)

6 6 A norma IEC (Medical electrical equipment - Particular requirements for the safety of magnetic resonance equipment for medical diagnosis) dá a devida atenção aos aspectos técnicos do sistema de diagnóstico médico de IRM e o equipamento de IRM, relacionando a segurança dos pacientes examinados por este sistema e o pessoal envolvido na sua operação. Conforme mencionado na norma supracitada, ela suplementa e melhora um conjunto de publicações IEC, que são as seguintes: IEC :1988, Medical electrical equipment Part 1: General requirements for safety and its amendments 1 (1991) and 2 (1995); IEC :2000, Medical electrical equipment Part 1-1: General requirements for safety Collateral Standard: Safety requirements for medical systems, e; IEC :1996, Medical electrical equipment Part 1: General requirement for safety 4. Collateral Standard: Programmable electronic medical systems. Na seção 1, das generalidades é definida a organização da norma, em relação aos textos das cláusulas e subcláusulas da norma geral, a IEC :1988, para que estes textos possam ser substituídos, adicionados, melhorados ou ratificados. Ainda, são colocadas terminologias e definições particulares a IRM. Na cláusula três, das prescrições gerais, dispõe claramente que os aspectos de segurança geral dos sistemas eletromédicos são cobertos pela norma IEC e dispõe ainda que para haver concordância com a IEC necessita-se de identificação dos perigos, avaliação dos seus riscos e uma verificação e validação apropriadas de controle dos riscos. Salienta-se que todos os ensaios deveriam incluir, em suficiente detalhamento para que sejam exatamente repetíveis, um protocolo de ensaios, com todos os dados de entrada e os resultados esperados. Na subcláusula da norma IEC , adiciona-se a informação de que os documentos acompanhantes deveriam fornecer informação suficiente ao usuário para habilitá-lo a cumprir com os regulamentos gerais e prescrições para os limites de exposição apropriada ao operador, funcionários associados com a instalação da IRM e o público em geral. Na subcláusula 6.8.2, das instruções de utilização, o subitem dd) limita o ruído acústico para o paciente num nível abaixo de 99 db(a) e reporta-se às cláusulas 26 e) e 26 g) para que seja feita a medição deste nível de pressão acústico, estabelecendo, ainda, a utilização do protetor auricular para a proteção do paciente, a fim de auxiliar na redução do nível de pressão acústico abaixo de 99 db (A). No subitem ee) desta subcláusula, explana-se sobre a instalação de uma Área de Acesso Controlado em sistemas de IRM, quando a mesma o exigir, recomendando, deste modo, algumas instruções para utilização.

7 7 Ainda nesta subcláusula, o subitem ff), trata da questão do uso e controle dos líquidos e gases criogênicos em magnetos supercondutores, a fim de prevenir acidentes e QUENCH. O QUENCH é um termo da operação do equipamento que significa a transição da condutividade elétrica de uma bobina que está transportando corrente de um estado supercondutor para a condutividade normal, que resulta de uma evaporação rápida de fluído criogênico e decaimento do campo magnético. No subitem pp) desta mesma subcláusula, recomenda-se a necessidade de treinamento para médicos e o operador a fim de garantir a segurança e a efetividade com a operação do equipamento de IRM. A subcláusula 6.8.3, das descrições técnicas, indica em seu subitem aa), a necessidade de definir e instalar permanentemente uma Área de Acesso Controlado ao redor do equipamento de IRM e define que fora desta área a força marginal do campo magnético não deveria exceder a 0,5 mt e o nível de interferência eletromagnética deveria estar de acordo com a norma IEC :2001. A seção 2 e seção 3 da norma geral, IEC :1988, se aplicam integralmente. A seção 4 tem um substituto à cláusula 26, da vibração e ruído, na qual limita o valor do ruído máximo produzido pelo equipamento de IRM e apresenta um método de medição do nível de pressão acústico para verificar a sua concordância com as prescrições. A seção 5 adiciona à cláusula 36, da compatibilidade eletromagnética, o que está disposto na subcláusula 6.8.3, subitem aa), que já foi abordado anteriormente. A seção 6 da norma geral, IEC :1988, aplica-se integralmente. A seção 7 inclui, além de outras, uma subcláusula importante, denominada , na qual determina que um equipamento de IRM compreendido de um magneto supercondutor ou magneto resistivo deveria ser provido de uma Unidade de Interrupção do Campo, para uso em situações de emergência. A seção 8, que versa sobre a exatidão de dados de operação e proteção contra características de saída incorreta, é a que teve mais mudanças e adições. Primeiro, define os modos de operação possíveis dos equipamentos de IRM. Depois, prescreve sobre a proteção contra variações excessivas de campo de baixa freqüência produzido pelo sistema gradiente. Ainda estabelece, na subcláusula , limites para a saída do gradiente, detalhando os limites relacionados à prevenção de estimulação cardíaca e à estimulação dos nervos periféricos. Na subcláusula , da proteção contra a energia de radio freqüência excessiva, estabelece limites para temperatura no corpo do paciente e prescreve que para conseguir estes limites, tem-se que limitar os parâmetros da seqüência de pulso e limitar, também, a energia de radio freqüência através do controle da Taxa de Absorção específica (SAR). A Taxa de Absorção Específica é definida como a energia de radio freqüência específica por unidade de massa de um objeto e sua unidade de medida é em W/kg. Na cláusula da seção 8, são estabelecidos métodos para demonstrar a concordância com as exigências comentadas anteriormente. Tem-se nas

8 8 subcláusulas, método para determinação direta dos limites da saída do gradiente, método para a determinação da saída do gradiente máximo e método para determinação da deposição da energia de rádio freqüência. A seção 9 tem uma adição na subcláusula 52.1, onde prescreve que a segurança do equipamento de IRM deveria ser avaliada, verificando sua concordância com as exigências da cláusula 52 da norma colateral IEC A seção 10, das prescrições para construção, adiciona uma subcláusula para o líquido ou gás criogênico, recomendando que deveria ser fornecido um monitor de nível criogênico para equipamentos de IRM equipados com magneto supercondutor. Há ainda muita informação nos anexos que auxiliam no entendimento das razões para as recomendações prescritas na norma, além de exemplos de sinais de aviso e sinais proibitivos a serem colocados numa instalação de IRM. Discussões e Conclusões Observa-se, depois deste primeiro estudo que é grande o numero de parâmetros que determinam a qualidade das imagens em IRM. O segundo passo neste estudo é confrontarmos esta lista de parâmetros com os limites definidos pela norma IEC para, posteriormente, priorizar e verificar a viabilidade de supervisão e/ou controle que permitam definir protocolos de avaliação técnica da qualidade da imagem e segurança em IRM para os Estabelecimentos Assistenciais de Saúde no Estado de Santa Catarina. Podemos tecer ainda algumas observações com relação à correta interpretação das imagens em IRM dentro de um Centro de Diagnóstico, que pode ajudar na qualidade das imagens. A não existência de uma regra efetiva na IRM e a consideração das condições anteriores para a qualidade das imagens, leva-nos a inferir que podemos otimizar o processo. Manipular a RSR, o contraste de imagem, a resolução espacial e o tempo de exame é efetivamente uma arte e exige algum tempo e experiência. Com este panorama geral observa-se a necessidade de ter um corpo técnico e clínico bem treinado, com pouca e, na melhor das hipóteses, nenhuma mudança ou troca dos seus integrantes. Gerando, deste modo, uma interação da cultura e do conhecimento adquirido por cada um, auxiliando na correta interpretação das imagens. Ainda, providenciar a constante atualização dos membros com as novas técnicas, procedimentos e casos clínicos, além de deixá-los ciente dos procedimentos de segurança para o paciente e da real necessidade na administração de meios de contraste no realçamento de lesões, são formas de se obter a qualidade das imagens. Observa-se claramente que a norma particular analisada tem a legítima preocupação técnica, no intuito de proteger o paciente e os funcionários da

9 9 instalação de IRM, bem como o público em geral, justificando as considerações dispostas até o momento. Em suma, observa-se que além das barreiras técnicas exigidas para dominar o correto diagnóstico por imagens em IRM e segurança, torna-se importante cuidar da gestão organizacional da instalação, incentivando o espírito de equipe. A engenharia clínica, dentro da sua filosofia de gestão da tecnologia médica hospitalar, pode auxiliar neste processo, utilizando as técnicas e ferramentas de gestão organizacional e sistematizando o conhecimento, a fim de auxiliar o trabalho em equipe, dada a grande complexidade desta tecnologia médica hospitalar. Referências Riederer, Stephen J. (2000), Current Technical Development of Magnetic Resonance Imaging, IEEE Enginnering in Medicine and Biology Magazine, Volume 19, Number 5, p Bronzino, Joseph D, The Biomedical Engineering HandBook, Hartford, Connecticut. IEEE Press Bushong, Stewart C., Manual de radiologia para técnicos, Houston, Texas. Mosby/Doyma Libros. Ministério da Saúde, Secretaria de Assistência à Saúde, Departamento de Controle e Avaliação de Sistemas (2001), Assistência de média e alta complexidade no SUS. WoodWard, Peggy (2001), MRI for Technologists, Mill Valley, Califórnia. Editora McGraw-Hill. Westbrook, Catherine, Kaut, Carolyn (2000), Ressonância Magnética Prática. Editora Guanabara Koogan. Lufkin, Robert B. (1999), Manual de Ressonância Magnética. Editora Guanabara Koogan. Haaga, John R., Sartoris, David J., Lanzieri, Charles F., Zerhouni, Elias A., Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética do Corpo Humano, Volume 1, Editora Guanabara Koogan. IEC :2002, Medical electrical equipment - Particular requirements for the safety of magnetic resonance equipment for medical diagnosis.

3. FORMAÇÃO DA IMAGEM

3. FORMAÇÃO DA IMAGEM 3. FORMAÇÃO DA IMAGEM 3.1 INTRODUÇÃO O sistema de geração da imagem de RM emprega muitos fatores técnicos que devem ser considerados, compreendidos e algumas vezes modificados no painel de controle durante

Leia mais

Imagem por ressonância magnética

Imagem por ressonância magnética Imagem por ressonância Aula 38 Histórico Descoberta das propriedades s nucleares: Isidor Isaac Rabi (prêmio Nobel de Física no ano de 1944) Impulso para vários estudos na área de espectroscopia LPV 5731

Leia mais

Ressonância Magnética. Aluno : Bruno Raphael Pereira Morais

Ressonância Magnética. Aluno : Bruno Raphael Pereira Morais Ressonância Magnética Aluno : Bruno Raphael Pereira Morais Histórico 1873 Maxwell, com sua teoria para campos elétricos e magnéticos. Lorentz com a Teoria do Elétron. 1887 Hertz Radiofrequência 1924 Pauli

Leia mais

SEQÜÊNCIA DE PULSO. Spin-eco (SE); Inversion-recovery (IR); Gradiente-eco (GRE); Imagens eco - planares (EPI).

SEQÜÊNCIA DE PULSO. Spin-eco (SE); Inversion-recovery (IR); Gradiente-eco (GRE); Imagens eco - planares (EPI). SEQÜÊNCIA DE PULSO Spin-eco (SE); Inversion-recovery (IR); Gradiente-eco (GRE); Imagens eco - planares (EPI). VANTAGENS DAS SEQÜÊNCIAS MAIS RÁPIDAS Maior conforto para o paciente; Imagens de órgãos em

Leia mais

4 Confiabilidade Metrológica do Ventilador Pulmonar

4 Confiabilidade Metrológica do Ventilador Pulmonar 4 Confiabilidade Metrológica do Ventilador Pulmonar A metrologia avançou muito na área industrial e científica, mas, apesar de sua óbvia importância, sua aplicação ainda é incipiente na área da saúde.

Leia mais

Estado da Arte e Segurança dos Serviços de Radiodiagnóstico no Brasil - Visão da Física Médica -

Estado da Arte e Segurança dos Serviços de Radiodiagnóstico no Brasil - Visão da Física Médica - Estado da Arte e Segurança dos Serviços de Radiodiagnóstico no Brasil - Visão da Física Médica - Fís. Adriano Oliveira dos Santos Goulart Especialista em Administração Hospitalar e Negócios em Saúde Especialista

Leia mais

FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - FUPAC

FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - FUPAC FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - FUPAC FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE UBERLÂNDIA Imagenologia: Técnicas Radiológicas II Prof. Msc Ana Paula de Souza Paixão Biomedicina 5º P Método de diagnóstico

Leia mais

PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA TECNOLOGIA EM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA II

PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA TECNOLOGIA EM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA II , PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA TECNOLOGIA EM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA II PROFESSOR: Luiz Cláudio de Souza 1. EMENTA: A disciplina desenvolve as bases operacionais e técnicas referentes aos diferentes métodos

Leia mais

IRM na Esclerose Múltipla

IRM na Esclerose Múltipla IRM na Esclerose Múltipla Índice Autor: Dr. David Araújo Neurorradiologista do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e do Instituto de Diagnóstico por Imagem da Santa Casa

Leia mais

Resolução CFBM Nº 234 DE 05/12/2013

Resolução CFBM Nº 234 DE 05/12/2013 Resolução CFBM Nº 234 DE 05/12/2013 Publicado no DO em 19 dez 2013 Dispõe sobre as atribuições do biomédico habilitado na área de imagenologia, radiologia, biofísica, instrumentação médica que compõe o

Leia mais

Ressonância Magnética Prática, Catherine Westbrook e Carolyn Kaut. TR, TE, Flip Angle

Ressonância Magnética Prática, Catherine Westbrook e Carolyn Kaut. TR, TE, Flip Angle Ressonância Magnética Prática, Catherine Westbrook e Carolyn Kaut TR, TE, Flip Angle Além de proporcionar o contraste nas IRM, ambos os parâmetros de TR, TE e ângulo de inclinação, também influenciam a

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM RESSONÂNCIA E TOMOGRAFIA CARDIOVASCULAR

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM RESSONÂNCIA E TOMOGRAFIA CARDIOVASCULAR CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM RESSONÂNCIA E TOMOGRAFIA CARDIOVASCULAR Coordenadores: Drs. Clerio Azevedo e Marcelo Hadlich 1. Objetivos do Programa Proporcionar, aos pós-graduandos, formação especializada

Leia mais

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NUCLEAR

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NUCLEAR RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NUCLEAR NUCLEAR Constituintes do átomo: electrões e núcleo. Constituintes do núcleo (nucleões): protões e neutrões. Características químicas electrões ; Características físicas núcleo

Leia mais

RCC- Radiologia Clínica de Campinas A Imagem da sua Saúde RESSONÂNCIA MAGNÉTICA 3.0 TESLA

RCC- Radiologia Clínica de Campinas A Imagem da sua Saúde RESSONÂNCIA MAGNÉTICA 3.0 TESLA RCC- Radiologia Clínica de Campinas A Imagem da sua Saúde RESSONÂNCIA MAGNÉTICA 3.0 TESLA ABERTURA 70 CM + TIM SUPER ALTO CAMPO - ALTA RESOLUÇÃO MAIOR VELOCIDADE - MAIOR COMODIDADE PREZADO COLEGA Com grande

Leia mais

DICAS DE APLICAÇÃO. Segurança

DICAS DE APLICAÇÃO. Segurança DICAS DE APLICAÇÃO Segurança A ressonância magnética evoluiu muito nos últimos anos e por isso tem sido cada vez mais utilizada como método diagnóstico de escolha por diversas especialidades médicas, portanto

Leia mais

APLICAÇÕES DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NUCLEAR NA AVALIAÇÃO DE OSTEOPOROSE

APLICAÇÕES DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NUCLEAR NA AVALIAÇÃO DE OSTEOPOROSE IX Latin American IRPA Regional Congress on Radiation Protection and Safety - IRPA 2013 Rio de Janeiro, RJ, Brazil, April 15-19, 2013 SOCIEDADE BRASILEIRA DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA - SBPR APLICAÇÕES DE RESSONÂNCIA

Leia mais

FÍSICA DAS RADIAÇÕES. Prof. Emerson Siraqui

FÍSICA DAS RADIAÇÕES. Prof. Emerson Siraqui FÍSICA DAS RADIAÇÕES Prof. Emerson Siraqui CONCEITO Método que permite estudar o corpo em cortes ou fatias axiais ou trasversais, sendo a imagem obtida atraves dos Raios-X com o auxílio do computador (recontrução).

Leia mais

Segurança Elétrica em. Prof. Ernesto F. F. Ramírez

Segurança Elétrica em. Prof. Ernesto F. F. Ramírez Segurança Elétrica em Ambiente Hospitalar Prof. Ernesto F. F. Ramírez Choque Elétrico Intensidade da corrente circulação de corrente elétrica através do organismo humano Percurso da corrente Duração do

Leia mais

NUCLEARINSTALLATIONSAFETYTRAININGSUPPORTGROUP DISCLAIMER

NUCLEARINSTALLATIONSAFETYTRAININGSUPPORTGROUP DISCLAIMER NUCLEARINSTALLATIONSAFETYTRAININGSUPPORTGROUP DISCLAIMER Theinformationcontainedinthisdocumentcannotbechangedormodifiedinanywayand shouldserveonlythepurposeofpromotingexchangeofexperience,knowledgedissemination

Leia mais

ATIVIDADES PARA A INCORPORAÇÃO DE EQUIPAMENTOS MÉDICO- HOSPITALARES Ênfase em software/firmware

ATIVIDADES PARA A INCORPORAÇÃO DE EQUIPAMENTOS MÉDICO- HOSPITALARES Ênfase em software/firmware ATIVIDADES PARA A INCORPORAÇÃO DE EQUIPAMENTOS MÉDICO- HOSPITALARES Ênfase em software/firmware firmware Saide Jorge Calil Centro de Engenhara Biomédica Departamento de Engenharia Biomédica Faculdade de

Leia mais

Teoria das Descargas Parciais

Teoria das Descargas Parciais Teoria das Descargas Parciais Quando uma tensão é aplicada aos terminais de um equipamento elétrico que possui isolamento elétrico (dielétricos - ar, SF 6, óleo isolante, fenolite, resinas, vidros, etc.)

Leia mais

Princípios da Ultrassonografia

Princípios da Ultrassonografia Princípios da Ultrassonografia Ana Paula Araujo Costa Es pecialista em Residênica Médico-Veterinária (Diagnóstico por Imagem) Mes tranda em Ciência Animal Conceitos Gerais Exame altamente interativo Interpretação

Leia mais

Aterramento. 1 Fundamentos

Aterramento. 1 Fundamentos Aterramento 1 Fundamentos Em toda instalação elétrica de média tensão para que se possa garantir, de forma adequada, a segurança das pessoas e o seu funcionamento correto deve ter uma instalação de aterramento.

Leia mais

Engenharia Biomédica e Física Médica

Engenharia Biomédica e Física Médica Engenharia Biomédica e Física Médica 2010-2011 Teste 1 Importante: - Indique todos os cálculos e aproximações que efectuar. - Quando achar necessário arbitrar valores ou parâmetros (p.ex. diâmetro de um

Leia mais

Instalação de Antenas da Telefonia Celular

Instalação de Antenas da Telefonia Celular Instalação de Antenas da Telefonia Celular Gláucio Lima Siqueira Professor, PhD CETUC / PUC-Rio AUDIÊNCIA PÚBLICA CÂMARA DOS DEPUTADOS BRASILIA DF - 13/11/2013 Ondas Eletromagnéticas Tranporte de energia

Leia mais

Há momentos na vida em que os segundos parecem horas, principalmente quando o assunto é saúde. Por isso seriedade, qualidade e agilidade são

Há momentos na vida em que os segundos parecem horas, principalmente quando o assunto é saúde. Por isso seriedade, qualidade e agilidade são Há momentos na vida em que os segundos parecem horas, principalmente quando o assunto é saúde. Por isso seriedade, qualidade e agilidade são fundamentais no processo de um laboratório, levando até cada

Leia mais

Certificação de Proteção ao Meio Ambiente, Saúde e Segurança para Fornecedores

Certificação de Proteção ao Meio Ambiente, Saúde e Segurança para Fornecedores Certificação de Proteção ao Meio Ambiente, Saúde e Segurança para Fornecedores A Cisco Systems, Inc. (Cisco) tomará todas as medidas práticas e razoáveis para garantir a segurança do local de trabalho

Leia mais

SUPERVISÃO DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA Iº CURSO DE CAPACITAÇÃO EM MAMOGRAFIA LIFE IMAGEM

SUPERVISÃO DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA Iº CURSO DE CAPACITAÇÃO EM MAMOGRAFIA LIFE IMAGEM SUPERVISÃO DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA Iº CURSO DE CAPACITAÇÃO EM MAMOGRAFIA LIFE IMAGEM Direção: Dr. Carlos Alberto Martins de Souza Coordenação: Fis. Antonio Pires Filho Supervisão: Drª Leolinda Maria E.

Leia mais

Curso Calibração, Ajuste, Verificação e Certificação de Instrumentos de Medição

Curso Calibração, Ajuste, Verificação e Certificação de Instrumentos de Medição Curso Calibração, Ajuste, Verificação e Certificação de Instrumentos de Medição Instrutor Gilberto Carlos Fidélis Eng. Mecânico com Especialização em Metrologia pelo NIST - Estados Unidos e NAMAS/UKAS

Leia mais

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA UNG

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA UNG RESSONÂNCIA MAGNÉTICA UNG SEGURANÇA EM RM A grande preocupação no caso de campos magnéticos estáticos é a possibilidade de efeitos biológicos potenciais; Na natureza, o campo magnético associado à Terra

Leia mais

PARECER CFM nº 14/15 INTERESSADO: Sr. Newton de Souza Carneiro Realização de exame de ressonância magnética Cons. Aldemir Humberto Soares

PARECER CFM nº 14/15 INTERESSADO: Sr. Newton de Souza Carneiro Realização de exame de ressonância magnética Cons. Aldemir Humberto Soares PARECER CFM nº 14/15 INTERESSADO: Sr. Newton de Souza Carneiro ASSUNTO: Realização de exame de ressonância magnética RELATOR: Cons. Aldemir Humberto Soares EMENTA: A responsabilidade de serviços com ressonância

Leia mais

Sensores Ultrasônicos

Sensores Ultrasônicos Sensores Ultrasônicos Introdução A maioria dos transdutores de ultra-som utiliza materiais piezelétricos para converter energia elétrica em mecânica e vice-versa. Um transdutor de Ultra-som é basicamente

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 3, DE 21 DE JUNHO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 3, DE 21 DE JUNHO DE 2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 3, DE 21 DE JUNHO DE 2011 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 11, inciso IV, do Regulamento da Anvisa,

Leia mais

Uma área em expansão. Radiologia

Uma área em expansão. Radiologia Uma área em expansão Conhecimento especializado e treinamento em novas tecnologias abrem caminho para equipes de Enfermagem nos serviços de diagnóstico por imagem e radiologia A atuação da Enfermagem em

Leia mais

A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil. Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS

A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil. Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS Avanços (tecnológico e científico) na Saúde Maior conhecimento sobre os determinantes de saúde

Leia mais

PACS. III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica. Santa Casa de Porto Alegre, RS. 24 de Novembro de 2012

PACS. III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica. Santa Casa de Porto Alegre, RS. 24 de Novembro de 2012 PACS III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica Santa Casa de Porto Alegre, RS 24 de Novembro de 2012 III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica PACS - Agenda Histórico Workflow Modalidades

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE BIOFÍSICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE BIOFÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE BIOFÍSICA TÉCNICA DE DIAGNÓSTICO POR IMAGENS : RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NUCLEAR PROF. DR. EDUARDO DIAZ RIOS Porto Alegre,

Leia mais

Governador Geraldo Alckmin entrega o maior laboratório destinado a pesquisas sobre o câncer da América Latina

Governador Geraldo Alckmin entrega o maior laboratório destinado a pesquisas sobre o câncer da América Latina MATEC ENGENHARIA ENTREGA O MAIOR LABORATORIO PARA PESQUISA DE CÂNCER DA AMÉRICA LATINA Qui, 14/04/11-11h00 SP ganha maior laboratório para pesquisa de câncer da América Latina Instituto do Câncer também

Leia mais

MICROSCÓPIO ESPECULAR VOROCELL. Duvidas freqüentes a respeito do microscópio Vorocell, mitos e verdades.

MICROSCÓPIO ESPECULAR VOROCELL. Duvidas freqüentes a respeito do microscópio Vorocell, mitos e verdades. MICROSCÓPIO ESPECULAR VOROCELL Duvidas freqüentes a respeito do microscópio Vorocell, mitos e verdades. Porque o Microscópio Especular da Eyetec chama-se Vorocell? Vorocell é uma homenagem ao pesquisador

Leia mais

3 Espectroscopia no Infravermelho 3.1. Princípios Básicos

3 Espectroscopia no Infravermelho 3.1. Princípios Básicos 3 Espectroscopia no Infravermelho 3.1. Princípios Básicos A espectroscopia estuda a interação da radiação eletromagnética com a matéria, sendo um dos seus principais objetivos o estudo dos níveis de energia

Leia mais

1. INTRODUÇÃO. Visite o nosso site de Radiologia: www.playmagem.com.br

1. INTRODUÇÃO. Visite o nosso site de Radiologia: www.playmagem.com.br 1 1. INTRODUÇÃO Após a descoberta dos raios-x, em 8 de novembro de 1895, pelo professor de física teórica, doutor Wilhem Conrad Röentgen, e sua aplicação na medicina, vários outros métodos de diagnósticos

Leia mais

Faculdade de Tecnologia Saint Pastous Curso Superior de Tecnologia em Radiologia Médica

Faculdade de Tecnologia Saint Pastous Curso Superior de Tecnologia em Radiologia Médica Faculdade de Tecnologia Saint Pastous Curso Superior de Tecnologia em Radiologia Médica Parecer de Aprovação MEC n 3.607, de 3 de dezembro de 2003 -D.O.U 4/12/2003 Diretora da Faculdade: Profª Vera Lucia

Leia mais

ITelefonia celular CONHEÇA BEM ESSA TECNOLOGIA

ITelefonia celular CONHEÇA BEM ESSA TECNOLOGIA I CONHEÇA BEM ESSA TECNOLOGIA e Apresentação O Brasil tem hoje duas vezes mais telefones celulares do que fixos. Essa preferência do consumidor pela telefonia móvel tem boas razões: o preço dos aparelhos,

Leia mais

ULTRA SOM - HISTÓRIA

ULTRA SOM - HISTÓRIA ULTRA SOM Usa ondas de som para interagir com tecidos Mostra características específicas de tecidos Ondas mecânicas e longitudinais que viajam através da matéria Em ondas longitudinais, o movimento do

Leia mais

Raio X e Tomografia Computadorizada

Raio X e Tomografia Computadorizada Raio X e Tomografia Computadorizada Processamento de Imagens e Sinais Biológicos Aluno: Diego Cordeiro Barboza Professora: Aura Conci 04/2010 Sumário Introdução Descoberta Geração Imagens com Raio X Tomografia

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM DIAGNÓSTICO POR IMAGEM DO TÓRAX

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM DIAGNÓSTICO POR IMAGEM DO TÓRAX PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM DIAGNÓSTICO POR IMAGEM DO TÓRAX 1. Nome do Curso e Área de Conhecimento: Curso de Especialização em Diagnóstico por Imagem do Tórax 4.01.00.00-6

Leia mais

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO)

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) Objeto, princípios e campo de aplicação 35.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece princípios e requisitos para gestão da segurança

Leia mais

Tainá Olivieri Física Médica - UFRJ Supervisora de Proteção Radiológica em Medicina Nuclear CNEN Especialista em Radiodiagnóstico - ABFM Mestre em

Tainá Olivieri Física Médica - UFRJ Supervisora de Proteção Radiológica em Medicina Nuclear CNEN Especialista em Radiodiagnóstico - ABFM Mestre em Tainá Olivieri Física Médica - UFRJ Supervisora de Proteção Radiológica em Medicina Nuclear CNEN Especialista em Radiodiagnóstico - ABFM Mestre em Radioproteção em Dosimetria IRD/CNEN Quem é o (sico médico?

Leia mais

Guia de iniciação rápida do Router CJB25R0PMAJA

Guia de iniciação rápida do Router CJB25R0PMAJA Guia de iniciação rápida do Router 1 CJB25R0PMAJA Segurança e utilização... 3 1. Descrição geral... 4 1.1 Conteúdo da embalagem... 4 1.2 Aplicação... 5 1.3 Apresentação geral do dispositivo... 6 1.4 Ligar

Leia mais

NORMA PROCEDIMENTAL RADIOPROTEÇÃO (SEGURANÇA)

NORMA PROCEDIMENTAL RADIOPROTEÇÃO (SEGURANÇA) 50.05.005 1/5 1. FINALIDADE Estabelecer os requisitos básicos de proteção radiológica para as pessoas em relação à exposição à radiação ionizante. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO Em toda a Instituição onde houver

Leia mais

Caderno de projetos para blindagens de ressonância magnética

Caderno de projetos para blindagens de ressonância magnética Caderno de projetos para blindagens de ressonância magnética A blindagem de ressonância magnética é um componente fundamental para o bom funcionamento do complexo sistema de ressonância magnética (MRI).

Leia mais

Instrumentação Industrial. Fundamentos de Instrumentação Industrial: Conceitos Básicos e Definições

Instrumentação Industrial. Fundamentos de Instrumentação Industrial: Conceitos Básicos e Definições Instrumentação Industrial Fundamentos de Instrumentação Industrial: Conceitos Básicos e Definições Instrumentação Industrial De acordo com a organização norte-americana Instrument Society of America -

Leia mais

Introdução. Princípios básicos da TAC. .Tomografia deriva da palavra grega Tomos, .Computorizada o processamento. .Designação de TAC/TC.

Introdução. Princípios básicos da TAC. .Tomografia deriva da palavra grega Tomos, .Computorizada o processamento. .Designação de TAC/TC. Princípios básicos da TAC III Encontro de Formação Contínua OMV XIII Congresso de Medicina Veterinária em Língua Portuguesa 17 e 18 de Novembro, 2012 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA Mário Ginja DVM, PhD

Leia mais

Projeto Humanizado. Tecnologia Prática.

Projeto Humanizado. Tecnologia Prática. GE Healthcare Projeto Humanizado. Tecnologia Prática. Brivo MR355 1.5T Inspire O design elegante e a luz acolhedora são intrigantes Gerente de Produto Brivo MR355 Inspire Cada detalhe do equipamento representa

Leia mais

Herramientas inteligentes para el diagnóstico de transformadores sometidos a esfuerzos electromagnéticos severos

Herramientas inteligentes para el diagnóstico de transformadores sometidos a esfuerzos electromagnéticos severos Herramientas inteligentes para el diagnóstico de transformadores sometidos a esfuerzos electromagnéticos severos Nombre Carlos Guilherme Gonzales Correo cgonzale@cteep.com.br Empresa www.cteep.com.br Cargo

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 22

PROVA ESPECÍFICA Cargo 22 13 PROVA ESPECÍFICA Cargo 22 QUESTÃO 31 Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, obedecendo ao Quadro II da NR- 4, subitem 4.4, com redação dada pela Portaria nº

Leia mais

Gestão do Risco Ergonômico 6º SENSE. Nadja de Sousa Ferreira, MD PhD Médica do Trabalho

Gestão do Risco Ergonômico 6º SENSE. Nadja de Sousa Ferreira, MD PhD Médica do Trabalho Gestão do Risco Ergonômico 6º SENSE Nadja de Sousa Ferreira, MD PhD Médica do Trabalho Objetivo Objetivo Apresentar os conceitos científicos sobre o Risco Ergonômico e sua relação com o corpo humano. Fazer

Leia mais

Morfologia Matemática em Imagens de Ressonância. Conceitos novos: Granulometria, Morfologia Condicional e com Reconstrução

Morfologia Matemática em Imagens de Ressonância. Conceitos novos: Granulometria, Morfologia Condicional e com Reconstrução Morfologia Matemática em Imagens de Ressonância Conceitos novos: Granulometria, Morfologia Condicional e com Reconstrução A Ressonância Magnética é um dos métodos de imagem mais completos disponíveis.

Leia mais

Faculdade de Ilhéus INTRODUÇÃO À BIOSSEGURANÇA. Profª MSc Priscilla Céo

Faculdade de Ilhéus INTRODUÇÃO À BIOSSEGURANÇA. Profª MSc Priscilla Céo Faculdade de Ilhéus INTRODUÇÃO À BIOSSEGURANÇA Profª MSc Priscilla Céo BIOSSEGURANÇA É o conjunto de ações voltadas para a prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às atividades de pesquisa,

Leia mais

32. Um sistema termodinâmico realiza um ciclo conforme representado na figura abaixo:

32. Um sistema termodinâmico realiza um ciclo conforme representado na figura abaixo: 0 GABARITO O DIA o PROCESSO SELETIVO/005 FÍSICA QUESTÕES DE 3 A 45 3. Uma fonte de luz monocromática está imersa em um meio líquido de índice de refração igual a,0. Os raios de luz atingem a superfície

Leia mais

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009 Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento

Leia mais

Objetivos. Medição em Máquinas Rotativas. Avaliação Dielétrica Set 2012. de Equipamentos de Alta Tensão com base nas Descargas Parciais

Objetivos. Medição em Máquinas Rotativas. Avaliação Dielétrica Set 2012. de Equipamentos de Alta Tensão com base nas Descargas Parciais Centro de Pesquisas de Energia Elétrica Avaliação Dielétrica de Equipamentos de Alta Tensão com base nas Descargas Parciais Medição em Máquinas Rotativas Apresentador: Alain F. S. Levy Objetivos A medição

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 SGA & ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL

APRESENTAÇÃO. Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 SGA & ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL APRESENTAÇÃO Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL Introdução SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - SGA Definição: Conjunto de ações sistematizadas que visam o atendimento

Leia mais

III ENCONTRO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DOS MUNICÍPIOS DA MICRORREGIÃO DO ALTO SAPUCAÍ PCMSO E SAÚDE DO SERVIDOR

III ENCONTRO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DOS MUNICÍPIOS DA MICRORREGIÃO DO ALTO SAPUCAÍ PCMSO E SAÚDE DO SERVIDOR III ENCONTRO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DOS MUNICÍPIOS DA MICRORREGIÃO DO ALTO SAPUCAÍ PCMSO E SAÚDE DO SERVIDOR Sônia Cristina Bittencourt de Paiva Consultora em Saúde Ocupacional e Ergonomia A RELAÇÃO

Leia mais

Nota: Seu terminal poderá ter mais funções além das descritas aqui, ver Manual de Utilização, Ascom d41

Nota: Seu terminal poderá ter mais funções além das descritas aqui, ver Manual de Utilização, Ascom d41 Ícones do visor Apresentação do Produto O Terminal Wireless d41 foi desenvolvido para utilização em ambiente de escritório. Possui alta qualidade de voz para telefonia. Para informações detalhadas, ver

Leia mais

GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES

GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES 1. OBJETIVO O Gerenciamento de Modificações consiste em prover um procedimento ordenado e sistemático de análise dos possíveis riscos introduzidos por modificações, de identificação

Leia mais

Declaração da OMS sobre Taxas de Cesáreas

Declaração da OMS sobre Taxas de Cesáreas Declaração da OMS sobre Taxas de Cesáreas Os esforços devem se concentrar em garantir que cesáreas sejam feitas nos casos em que são necessárias, em vez de buscar atingir uma taxa específica de cesáreas.

Leia mais

INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO SOLUÇÕES PARA RUÍDO OCUPACIONAL

INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO SOLUÇÕES PARA RUÍDO OCUPACIONAL INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO SOLUÇÕES PARA RUÍDO OCUPACIONAL HISTÓRIA DE CASOS DIVISÃO TÉCNICA SEGURANÇA NO TRABALHO e DIVISÃO TÉCNICA DE ACÚSTICA 22/05/2012 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO ALGUNS

Leia mais

PARECER CFM nº 1/15 INTERESSADO: ASSUNTO:

PARECER CFM nº 1/15 INTERESSADO: ASSUNTO: PARECER CFM nº 1/15 INTERESSADO: ASSUNTO: RELATOR: Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte Norma da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, que normatiza e preconiza a obrigatoriedade de

Leia mais

Maria do Carmo Sobral (1) Professora adjunta do Departamento de Engenharia Civil, UFPE, Engenheira Civil, Mestre

Maria do Carmo Sobral (1) Professora adjunta do Departamento de Engenharia Civil, UFPE, Engenheira Civil, Mestre VI-093 SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA NAS ÁREAS DE MEIO AMBIENTE, QUALIDADE, SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL UMA ABORDAGEM PRÁTICA NA INDÚSTRIA PETROFLEX-CABO/PE Maria do Carmo Sobral (1) Professora adjunta

Leia mais

Engenharia Biomédica. Profissão do Presente e do Futuro

Engenharia Biomédica. Profissão do Presente e do Futuro Engenharia Biomédica Profissão do Presente e do Futuro Formada por 7 campi Campus Barueri Campus Santana Campus Monte alegre Campus Ipiranga Campus Sorocaba Campus Marques de Paranaguá O que é engenharia?

Leia mais

VIGILÂNCIA AMBIENTAL

VIGILÂNCIA AMBIENTAL VIGILÂNCIA AMBIENTAL VIGILÂNCIA AMBIENTAL Introdução Considera-se a vigilância ambiental como o processo contínuo de coleta de dados e análise de informação sobre saúde e ambiente, com o intuito de orientar

Leia mais

Celular e Saúde: Os efeitos das ondas eletromagnéticas na saúde humana

Celular e Saúde: Os efeitos das ondas eletromagnéticas na saúde humana Celular e Saúde: Os efeitos das ondas eletromagnéticas na saúde humana Com o crescimento dos usuários de telefones celulares, é natural que surjam dúvidas sobre saúde e segurança no uso diário de tais

Leia mais

Esta cartilha responde a questões comuns sobre a emissão das ondas eletromagnéticas e sua relação com a saúde humana. Após sua leitura, você

Esta cartilha responde a questões comuns sobre a emissão das ondas eletromagnéticas e sua relação com a saúde humana. Após sua leitura, você Esta cartilha responde a questões comuns sobre a emissão das ondas eletromagnéticas e sua relação com a saúde humana. Após sua leitura, você conhecerá mais sobre a regulamentação que trata da exposição

Leia mais

NVRAnB/ DVAS/ CEVS/SES

NVRAnB/ DVAS/ CEVS/SES ÁREAS CONTAMINADAS : RISCOS À SAÚDE HUMANA Seminário Sul-Brasileiro de Gerenciamento de Áreas Contaminadas 3 e 4 de setembro de 2012, Porto Alegre RS NVRAnB/ DVAS/ CEVS/SES P R O M O Ç Ã O DETERMINANTES

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial. Curso Superior de Tecnologia em Construção Naval

Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial. Curso Superior de Tecnologia em Construção Naval Automação Industrial Indústria O Tecnólogo em Automação Industrial é um profissional a serviço da modernização das técnicas de produção utilizadas no setor industrial, atuando na execução de projetos,

Leia mais

Plano Básico Ambiental

Plano Básico Ambiental Estaleiro e Base Naval para a Construção de Submarinos Convencionais e Plano Básico Ambiental SEÇÃO VI - PROGRAMA DE GERENCIAMENTO RADIOLÓGICO Projeto 4 Monitoramento Meteorológico 0 Emissão inicial 14/06/2010

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 7. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 7. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 4 6 Etapas do Processo Seletivo Pág. 7 Matrícula 9 Cronograma de Aulas Pág. 9 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOMEDICINA NO DIAGNÓSTICO

Leia mais

Ensaios em equipamentos de diagnóstico por imagens

Ensaios em equipamentos de diagnóstico por imagens Ensaios em equipamentos de diagnóstico por imagens Márcio Bottaro Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP Laboratório de Desempenho e Segurança de Equipamentos e Materiais Elétricos Equipamentos envolvidos:

Leia mais

AVISO DE SEGURANÇA EM CAMPO/NOTIFICAÇÃO DE PRODUTO

AVISO DE SEGURANÇA EM CAMPO/NOTIFICAÇÃO DE PRODUTO AVISO DE SEGURANÇA EM CAMPO/NOTIFICAÇÃO DE PRODUTO Assunto: Software de Planejamento de Tratamento por Radiação da Brainlab: Para uso em software Brainlab, sequências de imagens (excluindo tomografias)

Leia mais

GESTÃO DA PRODUÇÃO (GPd)

GESTÃO DA PRODUÇÃO (GPd) GESTÃO DA PRODUÇÃO (GPd) Antonio Keh Chuan Chou Gerente EHS GSC Latin America Sherwin Williams São Paulo, 22 de agosto de 2013 workshop AGENDA workshop Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho Operações

Leia mais

VI-004 MONITORAMENTO EM TEMPO REAL DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO - RMSP

VI-004 MONITORAMENTO EM TEMPO REAL DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO - RMSP VI-004 MONITORAMENTO EM TEMPO REAL DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO - RMSP Armando Perez Flores (1) Bacharel em Química pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras

Leia mais

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Especialização em Gerência de Projetos de Software Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br Qualidade de Software 2009 Instituto

Leia mais

Identificação de materiais radioativos pelo método de espectrometria de fótons com detector cintilador

Identificação de materiais radioativos pelo método de espectrometria de fótons com detector cintilador Identificação de materiais radioativos pelo método de espectrometria de fótons com detector cintilador 1. Introdução Identificar um material ou agente radiológico é de grande importância para as diversas

Leia mais

Orientações para Imagiologia por Ressonância Magnética (MRI) de 1,5 T e 3 T com o Sistema Senza

Orientações para Imagiologia por Ressonância Magnética (MRI) de 1,5 T e 3 T com o Sistema Senza Orientações para Imagiologia por Ressonância Magnética (MRI) de 1,5 T e 3 T com o Sistema Senza Página 1 NEVRO CORP. Todas as questões ou dúvidas relacionadas com os produtos Nevro devem ser enviadas para:

Leia mais

Tema: Uso do pet scan em pacientes portadores de câncer

Tema: Uso do pet scan em pacientes portadores de câncer Data: 27/11/2012 Nota Técnica 23/2012 Medicamento Material Procedimento X Cobertura Solicitante: Bruna Luísa Costa de Mendonça Assessora do Juiz da 2ª Vara Cível Numeração Única: 052512020931-3 Tema: Uso

Leia mais

Anexo D Divisão de Análises Clínicas HU/UFSC. Versão 01. Atribuições dos Cargos

Anexo D Divisão de Análises Clínicas HU/UFSC. Versão 01. Atribuições dos Cargos DOC MQB -02 MQB.pdf 1/5 Cargo: Assistente de Laboratório 1. Planejar o trabalho de apoio do laboratório: Interpretar ordens de serviços programadas, programar o suprimento de materiais, as etapas de trabalho,

Leia mais

História dos Raios X. 08 de novembro de 1895: Descoberta dos Raios X Pelo Professor de física teórica Wilhelm Conrad Röntgen.

História dos Raios X. 08 de novembro de 1895: Descoberta dos Raios X Pelo Professor de física teórica Wilhelm Conrad Röntgen. História dos Raios X 08 de novembro de 1895: Descoberta dos Raios X Pelo Professor de física teórica Wilhelm Conrad Röntgen. História dos Raios X 22 de dezembro de 1895, Röntgen fez a primeira radiografia

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Ricardo Caruso Vieira Aquarius Software 1. Introdução Há mais de duas décadas, a indústria investe intensamente em sistemas ERP (Enterprise Resource

Leia mais

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA SUMÁRIO Apresentação ISO 14001 Sistema de Gestão Ambiental Nova ISO 14001 Principais alterações e mudanças na prática Estrutura de alto nível Contexto

Leia mais

John Fenn KoichiTanaka Kurt Wûthrich

John Fenn KoichiTanaka Kurt Wûthrich John Fenn KoichiTanaka Kurt Wûthrich...pelo desenvolvimento de métodos de ionização em espectrometria de massa para analise de macromoléculas biológicas...pelo desenvolvimento da Ressonância Magnética

Leia mais

Ensaios Não Destrutivos

Ensaios Não Destrutivos Ensaios Não Destrutivos DEFINIÇÃO: Realizados sobre peças semi-acabadas ou acabadas, não prejudicam nem interferem a futura utilização das mesmas (no todo ou em parte). Em outras palavras, seriam aqueles

Leia mais

Ressonância magnética: princípios de formação da imagem e aplicações em imagem funcional

Ressonância magnética: princípios de formação da imagem e aplicações em imagem funcional Artigo de Revisão Ressonância magnética: princípios de formação da imagem e aplicações em imagem funcional Magnetic resonance: principles of image formation and applications in funcional imaging Alessandro

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo Coordenação Geral de Acreditação ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO Documento de caráter orientativo DOQ-CGCRE-002 Revisão 03

Leia mais

EXTERNATO MATER DOMUS. RUA PASCAL, 1403 CAMPO BELO SP CEP 04616/004 - Fone: 5092-5825

EXTERNATO MATER DOMUS. RUA PASCAL, 1403 CAMPO BELO SP CEP 04616/004 - Fone: 5092-5825 EXTERNATO MATER DOMUS RUA PASCAL, 1403 CAMPO BELO SP CEP 04616/004 - Fone: 5092-5825 MATÉRIA: FÍSICA PROFESSORA: RENATA LEITE QUARTIERI ALUNO: Nº Série: 3º TURMA: Única DATA: / /2015 ASSINATURA DO PAI/RESP.

Leia mais

Aplicação da Metrologia no Serviço de. Hospitalar

Aplicação da Metrologia no Serviço de. Hospitalar Aplicação da Metrologia no Serviço de Instalações e Equipamentos de uma Unidade Hospitalar Carlos Patrício, Presidente da ATEHP Director do Serviço de Instalações e Equipamentos do CHTS, EPE Introdução

Leia mais

Torres de Telefonia Celular: Minimizando a Exposição Ocupacional a Campos Eletromagnéticos. Alexssandro Ramos da Cruz; Maria Cristina Aguiar Campos

Torres de Telefonia Celular: Minimizando a Exposição Ocupacional a Campos Eletromagnéticos. Alexssandro Ramos da Cruz; Maria Cristina Aguiar Campos Torres de Telefonia Celular: Minimizando a Exposição Ocupacional a Campos Eletromagnéticos Alexssandro Ramos da Cruz; Maria Cristina Aguiar Campos Sistemas de comunicação sem fio telefone celular internet

Leia mais

REGULAMENTO TÈCNICO REQUISITOS ESSENCIAIS DE SEGURANÇA E EFICÁCIA DOS PRODUTOS MÉDICOS

REGULAMENTO TÈCNICO REQUISITOS ESSENCIAIS DE SEGURANÇA E EFICÁCIA DOS PRODUTOS MÉDICOS MERCOSUL/GMC/RES.Nº 72/98 REGULAMENTO TÈCNICO REQUISITOS ESSENCIAIS DE SEGURANÇA E EFICÁCIA DOS PRODUTOS MÉDICOS TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, as Resoluções Nº 91/93,

Leia mais