Citi Perspectivas. Wealth Management - Latin America 2015 No. 4

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Citi Perspectivas. Wealth Management - Latin America 2015 No. 4"

Transcrição

1 Citi Perspectivas Wealth Management - Latin America 2015 No. 4 As árvores e a floresta Às vezes é fácil perder a perspectiva e reagir de modo exagerado a alguns problemas menores (queda de árvores), ignorando um cenário mais amplo (melhoria da floresta). Após um período de desaceleração, as condições econômicas mundiais estão prestes a melhorar. A Europa está crescendo novamente e esperamos um crescimento mais forte do PIB mundial nos próximos 12 a 18 meses, ampla liquidez do banco central e preço de commodities estáveis. A economia dos EUA está melhorando ao ponto em que o Fed deve começar, em setembro, a aumentar as taxas. Os mercados financeiros devem se preparar. Ainda assim, alguns investidores estão preocupados com a resolução do impasse da inadimplência da dívida grega. Com uma população de 11 milhões de habitantes e 317 bilhões de euros em dívida pública, a Grécia tem um prazo até junho para pagar 1,7 bilhão de euros ao FMI, enquanto luta para encontrar suporte para um novo resgate. No entanto, uma desaceleração econômica chinesa é um risco muito maior que a Grécia. Os meses de verão têm sido tradicionalmente associados com menores volumes e complacência dos investidores. Use estratégias de cobertura para proteger o portfólio nos próximos meses, aproveitando os baixos custos de cobertura e considerando os riscos de curto prazo. No entanto, devido à nossa perspectiva geral e mundial positiva, mantemos a maior exposição à renda variável e a menor exposição à renda fixa. Proteja-se da volatilidade de curto prazo e seja um comprador nos períodos de queda dos preços dos ativos (dips). PRODUCTOS DE INVERSIÓN Y SEGUROS: NO ESTÁN ASEGURADOS POR LA FDIC NO ESTÁN ASEGURADOS POR LA CDIC NO ESTÁN ASEGURADOS POR EL GOBIERNO NO TIENEN GARANTÍA BANCARIA PUEDEN PERDER VALOR

2 Por Renato Grandmont Diretor Executivo de Investimentos Citi Wealth Management Latin America 2015 No.4 Versão original publicada 26 de junho de 2015 ÍNDICE Matéria da capa página 1 Renda variável página 4 Renda fixa página 6 Moedas e commodities página 8 América Latina página 9 Alocações de ativos página 10 ESCRITÓRIO DO CIO Renato Grandmont Charles Iragui Enrique Alvarez David Nieuchowicz Nelson Sotomayor MATÉRIA PRINCIPAL (continuação da capa) Crescimento global continua baixo... Em junho, nossos economistas continuaram a reduzir suas previsões econômicas para o ano de No último ano, reduzimos nossa estimativa de crescimento do PIB global de 2015 de 3,5% em junho de 2014 para 3% em janeiro e 2,6% atualmente. Isso se deve a menores taxas de crescimento em diversas economias desenvolvidas e emergentes. Nossa previsão de crescimento econômico dos EUA, por exemplo, mudou de 3,2% em junho para 3,6% em janeiro e atingiu agora 2,2%. Um fraco primeiro trimestre de 2015 nos EUA devido a um inóspito inverno, baixos preços do petróleo (devido à redução da produção em algumas áreas) e uma greve no porto de Los Angeles geraram surpresas negativas para os números de inflação e crescimento....mas ainda há otimismo para um melhor ano de 2016 No entanto, nossos economistas acreditam que o pior pode ter ficado para trás quanto ao crescimento dos EUA e que devemos observar uma recuperação a partir do segundo trimestre de Na verdade, do segundo trimestre de 2015 até o quarto trimestre de 2016, o crescimento econômico deve ficar na casa de 2,5% a 3%. No âmbito global, o Citi também acredita que o crescimento deve se acelerar nos próximos 6 semestres, atingindo um crescimento do PIB de 3,4% em Assim, como discutimos nas últimas Citi Perspectivas, apesar das incertezas de curto prazo, o horizonte para os próximos 12 a 18 meses permanece positivo e, dessa forma, de apoio a ativos de risco. Também é positivo o fato que esperamos melhores taxas de emprego, inflação e PIB dos EUA no futuro, embora esses fatores sejam os mesmos que levarão o FED a dar início a uma normalização das taxas. Pronto para maiores taxas dos EUA Devido a dados econômicos recentes acima do esperado em maio (fabricação: ISM 52.8, contratações: empregos, taxa de desemprego: 5,5%, avaliação da Universidade de Michigan: 94,6, inflação: núcleo Alterações de previsão: PIB 2015 (em pontos percentuais) Global EUA Europa Japão China México Brasil Índia Rússia Coreia -6,0-4,0-2,0 0,0 2,0 Mudanças de junho de 2014 a janeiro de 2015 Mudança desde junho de 2015 Mudança desde janeiro de 2015 Fonte: Citi Research, 27 de junho de 2015 CPI 1,7% e vendas no varejo: 1,2% mês a mês), os economistas do Citi reforçaram sua previsão para o primeiro aumento da taxa do FED em dezembro a setembro deste ano. Esperamos que o FED aumente a taxa de fundos para 0,50% em setembro, pare em dezembro e aumente lentamente em 2016 para 1,25%. A partir daí, os fundos do FED devem aumentar gradualmente nos próximos anos. Conforme o FED continua a aumentar as taxas de curto prazo, a extremidade longa da curva também deve subir. Nossos economistas preveem que títulos de rendimento de 10 anos devem encerrar este ano em 2,45% e o próximo em 2,65%. No entanto, como discutimos nas edições anteriores das Citi Perspectivas, a extremidade longa da curva também será afetada pela liquidez internacional, diferenciais de taxas globais e as condições de risco mundiais; os EUA permanecem como um porto seguro durante a tensão nos mercados financeiros globais. Assim, a extremidade longa da curva deve ser volátil mas com uma tendência de alta. Isso terá implicações globais importantes para o custo de capital e fluxos de capital. Devido à transparência do FED nas taxas mais altas e à expectativa dos títulos de rendimento de 10 anos aumentarem de forma modesta, não esperamos grandes impactos negativos nos mercados financeiros devido à decisão do FED. Um grande risco é o rápido aumento das taxas dos títulos de rendimento de 10 anos ou do dólar americano desestabilizar alguns mercados emergentes. Conforme os EUA aumentam as taxas enquanto Europa, Japão e China, dentre outros, reduzem a política monetária, os ativos em US$ e baseados em US$ devem se beneficiar. Drama grego cria precedente perigoso O resgate de 245 bilhões da Grécia expira em 30 de junho, no mesmo dia que o país deve pagar ao FMI a quantia de 1,6 bilhão. Atualmente, ainda há incerteza sobre o futuro das negociações da Grécia e a capacidade do país em honrar com os pagamentos restantes desse segundo pacote de resgate e com um terceiro pacote Agregados financeiros chineses (como percentual do PIB da China) Mar 2005 Mar 2010 Mar 2015 Financiamento agregado Depósitos Empréstimos bancários PÁGINA No. 4 CITI PERSPECTIVAS Citi Wealth Management - Latin America

3 de resgate conforme for necessário. Assim, o risco que os bancos enfrentarem saques está aumentando, algo que pode criar uma crise de liquidez no sistema bancário grego, forçando controles de capital e piorando as condições econômicas. Os economistas do Citi acreditam que um acordo temporário será oferecido à Grécia para evitar o calote enquanto as condições continuam a ser negociadas, evitando assim a saída da Grécia da Zona do Euro. Uma importante consequência de qualquer resolução da dívida da Grécia é o precedente que ela cria. Isso é especialmente relevante conforme vemos um aumento nos partidos populares de esquerda e direita na Europa. Na Espanha, por exemplo, partidos de esquerda (apoiados pelo Podemos) recentemente lograram vitórias políticas importantes em Madrid e Barcelona. O Podemos é semelhante ao partido Syriza da Grécia e é contra os programas de austeridade e ajuste fiscal já definidos. Como a UE trata a Grécia nessa crise enviará uma mensagem para outros membros e pode afetar as próximas eleições legislativas em Portugal (outubro) e na Espanha (dezembro). De baixos rendimentos para um desempenho negativo Como indicamos em nossas últimas Citi Perspectivas, às taxas de 10 anos de títulos europeus chegaram em níveis não sustentáveis (no final de abril, os títulos alemães de rendimento de 10 anos caíram para 0,07%, enquanto os vencimentos de até 9 anos ofereceram taxas negativas). Esses títulos de rendimento se reverteram muito rapidamente e, em 19 de junho, a Alemanha pagava 0,80% aos investidores que provavelmente tiveram desempenho negativo em maio nos portfólios de títulos europeus, devido às mudanças significativas nos títulos de rendimento. No entanto, nesses níveis, os títulos de rendimento de 10 anos possuem preços mais justos e nossas estrategistas preevem que eles alcancem a casa de 0,5% a 1,25% nos próximos 18 meses. O mercado acionário também teve um desempenho abaixo do esperado na Europa, com muitos índices tendo desempenho negativo nos meses de abril e maio. Ainda assim, graças à injeção de liquidez pelo ECB, o euro Meta das taxas do Fed, futuros e previsão (em percentual) 3,50 3,00 2,50 2,00 1,50 1,00 0,50 0,00 Jun 2014 Jun 2015 Jun 2016 Jun 2017 Jun 2018 Jun 2019 Futuros de taxas do Fed (Jun 2015) Futuros de taxas do Fed (Jun 2014) Previsão do Citi para meta das taxas de FED Fonte: Bloomberg e Citi research, 25 de junho de 2015 Citi Wealth Management Latin America enfraquecido e uma melhora na economia dos EUA (o maior parceiro comercial da Europa), mantemos a maior exposição à ações. O risco de desaceleração da China Continuamos a ver uma possível desaceleração mais aguda da China como um grande risco global. Embora as autoridades chinesas afirmem que a economia irá crescer a uma taxa de 7% neste ano, nossos economistas acreditam que a economia pode estar, na verdade, crescendo a um ritmo significativamente inferior. Dessa forma, esperamos maior estímulo monetário para garantir que o crescimento esteja próximo à meta oficial. Ainda assim, o crédito chinês também já se expandiu rapidamente, alcançando mais de 200% do PIB, e pode fomentar outros problemas. Se a desaceleração chinesa for confirmada, isso pode ter implicações negativas para os preços de commodities e o comércio global, uma surpresa negativa para os mercados financeiros globais. Implicações Mantemos uma maior exposição à alocação de ações (Europa, EUA, Japão e alguns mercados asiáticos), e a menor exposição à renda fixa (com preferência por altos rendimentos americanos e europeus). Ativos em US$ e lastreados em US$ devem continuar a se beneficiar de políticas monetárias divergentes em todo o mundo. A perspectiva em curto prazo (próximos 3 a 6 meses) parece mais complexa do que aquela a médio prazo (12 a 18 meses). Embora as incertezas a curto prazo sejam altas, esperamos que as condições econômicas globais melhorem nos próximos 12 a 18 meses. Recomendamos, dessa forma, compras em períodos de dips. Devido aos custos atualmente baixos de obertura (índice de volatilidade VIX perto das baixas marcas do ano), também é recomendável que os iinvestidores adicionem algumas coberturas de portfólio. Desemprego e inflação nos EUA (em percentual) ,5 Jun 05 Jun 07 Jun 09 Jun 11 Jun 13 Jun 15 Desemprego (escala esquerda) Inflação (escala direita) 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 Depois de certa baixa inesperada, as taxas de crescimento americana e global devem se recuperar na segunda metade de 2015 e em 2016 O FED deve começar a elevar as taxas em setembro. Não esperamos grandes mudanças negativas no mercado financeiro americano no primeiro aumento de taxas, mas vemos um maior risco para mercados ME Adicionaríamos coberturas de portfólio para ajudar a proteger contra incertezas de curto prazo (mudanças nas taxas do dólar ou americanas, desaceleração do PIB chinês, calote grego etc.) e compraríamos em períodos de dips, enquanto mantemos a exposição em títulos a médio prazo Taxas de crescimento real do PIB (%) 2014E 2015E 2016E Global 2,7% 2,6% 3,4% Mercados 1,7% 1,9% 2,5% Desenvolvidos EUA 2,4% 2,2% 2,9% Japão -0,1% 1,0% 1,9% Zona do Euro 0,9% 1,5% 2,1% Reino Unido 2,9% 2,6% 3,0% Mercados Emergentes 4,3% 3,7% 4,7% China 7,4% 6,9% 6,7% Índia 7,3% 7,9% 8,1% Coreia 3,3% 3,0% 3,3% Rússia 0,6% -3,0% 1,6% Brasil 0,1% -1,4% 0,4% México 2,1% 2,5% 3,5% Fonte: Citi Research, 17 de junho de 2015 Todas as previsões são expressões de opinião e estão sujeitas a alteração sem aviso prévio e não são destinadas a ser uma garantia de eventos futuros. Estes são indicativos dos preços de mercado e não podem ser objeto de investimento direto. CITI PERSPECTIVAS 2015 No. 4 PÁGINA 3

4 RENDAS VARIÁVEIS Tranquilamente otimista Por Charles Iragui Estrategista de investimentos Citi Wealth Management Latin America Em 12 a 18 meses, podem surgir dúvidas sobre o ciclo de negócios, mas, por ora, a perspectiva é racionalmente otimista Previsões do mercado acionário P/L PLA Meta de À vista atual Global ,3x 9% 525 EUA ,8x 6% Europa ,7x 10% 450 Reino Unido ,5x 10% Japão x 15% Mercados Emergentes ,2x 11% Brasil ,2x 13% México x 11% Observação: O P/L usa os rendimentos de 12 meses consecutivos. LPA é uma previsão de estratégia de ações do Citi para As metas para 2015 são para: MSCI World (Global), MSCI EM (Emergentes), S&P 500 (EUA), EuroStoxx 600 (Europa), FTSE 100 (Reino Unido), Topix (Japão), Bovespa (Brasil) e Bolsa (México). Fonte: Bloomberg, Citi Research, 12 de junho de 2015 Todas as previsões são expressões de opinião e estão sujeitas a alteração sem aviso prévio e não são destinadas a ser uma garantia de eventos futuros. Estes são indicativos dos preços de mercado e não podem ser objeto de investimento direto. PÁGINA No. 4 CITI PERSPECTIVAS Vimos nos últimos dois meses os EUA e a Europa trocarem de lugares. Embora os dados de dois meses atrás da economia dos EUA tenham suscitado dúvidas sobre a previsão de aceleração de crescimento para a faixa de 3%, informações recentes sobre o mercado de trabalho e vendas no varejo restauraram a confiança na principal tese do mercado acionário dos EUA. Por outro lado, a Europa então parecia estar vendo os primeiros frutos do novo programa de compra de ativos do banco central (QE), enquanto, agora, as tensões em relação aos pagamentos da dívida grega e a possível saída da zona do euro ofuscaram as esperanças de um retorno robusto de confiança, uma condição necessária para maior crescimento e inflação saudável. O Citi acredita que a Grécia entrará e acordo com seus credores, a UE e o FMI. Mas essa incerteza (os credores da Grécia abertamente contemplaram a possível saída da Grécia da zona do euro (Grexit)) cobrou seu preço na economia grega. Nossos economistas observam que a Grécia precisa de assistência adicional e anteveem negociações contínuas para o futuro próximo. O cenário alternativo de Grexit testaria a Europa e até mesmo o sistema mundial, mas os economistas do Citi consideram que a Europa está muito melhor preparada para este tipo de evento que no passado. De uma perspectiva do mercado acionário, a Grexit pode bem oferecer o melhor caso: uma correção acentuada nos preços (bom ponto de entrada) seguida de um possível grande aumento das ações, com a interminável saga grega sendo finalmente resolvida. O crescimento dos EUA foi moderado na maior parte do ano, com uma relação desconfortável com os dados econômicos: os dados positivos prejudicaram as ações, pois isso pareceria acrescentar justificativas para o Fed começar um ciclo de aumentos, o primeiro desde Os agentes do mercado temiam o inicio dos aumentos, em parte porque alguns desconfiavam que o Fed estaria se movimentando muito rápido, colocando o crescimento em risco. No entanto, as informações sobre empregos, no começo de junho, questionou essa análise pessimista, pois os ganhos de emprego Modelo de euforia/pânico EUA (O outro P/L) (em pontos de índice e percentuais) ,2 Jun 1990 Jun 1995 Jun 2000 Jun 2005 Jun 2010 Jun 2015 Fonte: Citi Research, 17 de junho de 2015 Retorno defasado de 12 meses (escala à esquerda) excederam muito as expectativas, validando a noção de que a atividade privada subjacente entrou em uma fase menos orientada por políticas econômicas e mais autossustentável. Isso aliviou as preocupações sobre as ações dos EUA e fez com que os dados econômicos positivos dos EUA fossem novamente boas notícias para as ações: O Citi agora acredita que o primeiro aumento virá em setembro, mas aumentos adicionais virão de modo gradual e previsível, representando um desafio mínimo aos mercados acionários dos EUA. Nossos economistas consideram que, em 2016, virão mais três aumentos, menos de um para cada duas reuniões do Fed. Uma possível consequência da melhor perspectiva para o crescimento dos EUA e a possibilidade de que a Grécia ou as tensões na Ucrânia poderiam comprometer a confiança europeia: a fraqueza de moeda do euro pode ressurgir, privando os investidores lastreados em dólares de porções substanciais do possível lucro em ações europeias proveniente das políticas monetárias do Banco Central Europeu (ECB). Como o euro recentemente se valorizou, proteções cambiais parecem prudentes para investidores em ações. Estamos otimistas a médio prazo com certa tranquilidade A visão do Citi, tanto do ponto de vista da alocação de ativos do Comitê de Investimento Global (ações relativa a outros ativos), quanto da nossa estratégia do mercado acionário do Citi Research (ações estudadas isoladamente), permanece positiva para para o mercado acionário em um horizonte de 12 meses. Com o crescimento dos mercados desenvolvidos (MD) no mundo, com a previsão de que as taxas dos títulos soberanos nos MD aumentem um pouco nos próximos anos (pressionando a renda fixa) e com a expectativa de que zona do euro, a China e o Japão se comprometam com uma flexibilização nas políticas monetárias (todas as maiores economias após os EUA). Uma maior exposição no mercado acionário parece uma posição razoável. Em 12 a 18 meses, podem surgir dúvidas sobre o ciclo de econômico, mas, por ora, a perspectiva é racionalmente otimista. Pánico Euforia O outro P/L (escala à direita) 1,8 1,5 1,2 0,9 0,6 0,3 0,0-0,3-0,6-0,9 Citi Wealth Management - Latin America

5 Retornos versus picos Acompanhamos o desempenho mensal dos índices acionários mundiais em comparação às altas anteriores, corrigindo pela inflação e adicionando dividendos (retorno real total). No fim de junho, o índice S&P500 de maior capitalização dos EUA estava 42,9% maior do que seu pico em O índice MSCI World manteve-se apenas 6,7% acima de sua alta de 2007, pois o desempenho fora dos EUA tem sido ruim, com o MSCI Developed Markets (MD) índice ex-us (EAFE) ainda 11,1% abaixo do pico de 2007 e o índice MSCI Emerging Markets (ME) 22,0% menor. No entanto, até agora, este ano continua a ver as regiões de DM fora dos EUA reduzindo a defasagem: EAFE 9,7% acima versus S&P500 3,8% acima. EUA: acomodando-se para ter mais lucros Este ano, as ações das empresas de maior capitalização dos EUA fizeram uma pausa, sem queda, mas com aumento de somente cerca de 6% do retorno total anualizado, bem abaixo do ritmo de 10-30% ao longo de O estrategista de ações do Citi EUA, Tobias Levkovich, está cauteloso para este verão; no entanto, recentemente, publicou uma meta de S&P500 para meados de 2016 de implicando cerca de 8% de lucro no preço mais 2% em dividendos. Levkovich também observa que os economistas do Citi preveem aproximadamente 3,0% da taxa de crescimento dos EUA nos próximos trimestres, o que ele calcula que, em geral, levaria ao crescimento de LPA acima de 10%. Mas ele rejeita esta visão, pois a considera muito otimista neste fim de ciclo econômico. Em vez disso, Levkovich aponta para as pressões de margem operacional levando a um crescimento de LPA de 8% em 2016, ainda assim um resultado sólido. As avaliações mais altas das empresas de maior capitalização dos EUA parecem estar sobre controle (preços atrelados aos ganhos) e justificadas pelo reforço dos fundamentos econômicos e relativa atratividade de um cenário estável de investimentos nos EUA. Levkovich foca em tecnologia, com base nos planos de despesas de capital (fora o setor de energia), e em finanças, que se beneficiam da nova inclinação na curva de curva de rentabilidade (os bancos ganham um spread ao emprestar a longo prazo e financiar no curto prazo). Verificação da margem global As empresas dos EUA tiveram um período dourado ao longo dos últimos 6 meses, deixando os lucros antes do pagamento e taxas (EBIT) em picos de 13% das vendas. No entanto, o estrategista global de ações do Citi, Rob Buckland, observa que as margens de EBIT na Europa, Japão e ME continuam abaixo das máximas, deixando a média global em 10%, em torno da média histórica. Máximas de margem em períodos anteriores, levaram a gastos imprudentes de capex e gerenciamento de despesas pouco efetivo. Ele não vê risco de nenhum dos dois no momento. Buckland acredita que um melhor crescimento fomentará os lucros na Europa, enquanto que uma melhor governança corporativa permitirá que as empresas japonesas atinjam os níveis globais médios de margem. Ele vê o ME como um participante com tendência contrária: margens pressionadas nas regiões dos ME podem representar um desafio, com estabilização nos preços das commodities sendo crucial na América Latina e EMEA. ME: combalido, mas barato, no ponto de inflexão O mercado acionário dos EM sofreram por anos e, desde abril, elas se renderam novamente ao desempenho superior na primeira parte do ano. No entanto, o estrategista de renda variável de ME do Citi, Markus Rosgen, vê uma luz no fim do túnel, publicando uma meta positiva de 19% para os meados de Ele vê avaliações de ME atraentes, LPA definido para revisões para cima e a maioria dos bancos centrais dos ME ainda não iniciaram a flexibilização vista nos MD. Rosgen considera o sentimento dos investidores ainda frágil; sua maior exposição deles no mercado emergente asiático contrasta com o consenso de mercado em uma menor exposição. Os aumentos de taxa do Fed e uma elevação na curva de rentabilidade dos títulos soberanos dos EUA provavelmente serão um desafio para os ME; no entanto, o reforço no crescimento global pode premiar investidores pacientes. Nos EUA, foco no setor de tecnologia, com base nos planos despesas e capital (fora do setor de energia), e em finanças, que se beneficiam da renovada inclinação na curva de rentabilidade As margens de EBIT na Europa, Japão e ME continuam abaixo das máximas; as margens comprimidas nas regiões de ME podem representar um desafio Os aumentos de taxa do Fed e uma elevação na curva de rentabilidade dos títulos soberanos dos EUA provavelmente serão desafiadores para os ME; no entanto, o fortalecimento do crescimento global pode premiar investidores pacientes Índices acionários para mercados desenvolvidos e emergentes (em USD e indexado para 1º março de 2009) 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 Jun 2005 Jun 2007 Jun 2009 Jun 2011 Jun 2013 Jun 2015 Bolsa do México MSCI Emerging Markets Bovespa no Brasil EuroStoxx Index S&P 500 Index Citi Wealth Management Latin America CITI PERSPECTIVAS 2015 No. 4 PÁGINA 5

6 Por Enrique Alvarez Estrategista de investimentos Citi Wealth Management Latin America Previsão de taxas básicas Atual 4T15F 4T16F EUA 0,25% 0,50% 1,25% Japão 0,10% 0,10% 0,10% Zona do euro 0,05% 0,05% 0,05% China 2,25% 1,75% 1,75% Reino Unido 0,50% 0,50% 1,25% Austrália 2,00% 1,75% 2,25% Índia 7,25% 7,00% 7,00% Brasil 13,75% 13,25% 12,50% México 3,00% 3,25% 3,50% Previsão de taxas de longo prazo Atual 4T15F 4T16F EUA 2,37% 2,45% 2,65% Japão 0,48% 0,45% 0,70% Alemanha 0,86% 0,70% 1,00% França 1,23% 0,90% 1,20% Itália 2,08% 1,60% 1,90% Espanha 2,06% 1,70% 1,80% Reino Unido 2,06% 1,95% 2,60% Austrália 2,99% 2,75% 3,40% China 3,65% 3,57% 3,70% Índia 8,17% 7,75% 7,50% Brasil 13,09% 12,61% 13,48% México 6,50% 6,02% 6,61% *As taxas de longo prazo dos mercados desenvolvidos são médias do período. As previsões de taxas de longo prazo dos mercados emergentes são médias do ano inteiro. Fonte: Citi Research, 17 de junho de 2015 Todas as previsões são expressões de opinião e estão sujeitas a alteração sem aviso prévio e não são destinadas a ser uma garantia de eventos futuros. Estes são indicativos dos preços de mercado e não podem ser objeto de investimento direto. RENDA FIXA Volatilidade forte e, depois, uma pausa Taxas mundiais Após aguentar um período de 13 meses de declínio nos rendimentos dos títulos soberanos, os mercados de títulos governamentais em países desenvolvidos foram surpreendidos novamente com um território de maiores rendimentos. Na raiz deste movimento está uma menor disposição dos investidores para compras adicionais de títulos governamentais com rendimentos negativos (na Europa), junto a preocupações de contágio de uma possível inadimplência da Grécia e sua saída da zona do euro. A mudança para maiores rendimentos não foi disciplinada, principalmente na Europa. A volatilidade dos títulos soberanos tem ressurgido como um elemento de risco para investidores de renda fixa. No entanto, ainda não ocorreram grandes consequências para os mercados de crédito. Apesar do impacto sofrido pelo aumento nos rendimentos governamentais europeus, os rendimentos do tesouro dos EUA tentaram e falharam novamente ao tentar romper os principais níveis de resistência (2,40% sendo crítico para as obrigações de 10 anos do tesouro dos EUA). Esta falta permanência no território de rendimentos para os títulos do tesouro dos EUA é, talvez, a razão mais forte pela qual as taxas mundiais e de crédito evitado maiores repercussões negativas com base na recente volatilidade de mercado. Nossa premissa em relação aos rendimentos dos títulos soberanos não mudou, apesar da recente volatilidade. As baixas taxas de rendimentos globais, no geral, decorrentes das ações contínuas de liquidez dos bancos centrais (não EUA) devem prevalecer. Antecipamos que as taxas dos títulos de 10 anos nos EUA subirão gradualmente para fechar 2015 a 2,45%, enquanto que os títulos de 10 anos da Alemanha devem fechar o ano perto de 0,70%. Ambas as previsões para Taxa de dois anos (em percentual) 2,75 2,25 1,75 1,25 0,75 0,25-0,25-0,75-1,25 Jun 2013 Jun 2014 Jun 2015 EUA Reino Unido Alemanha Itália França Espanha Suíça os rendimentos estáveis dos títulos de 10 anos ainda dão suporte a ativos de créditos de alto maior risco (HY). Novos ambientes para as taxas europeias As taxas de rendimentos dos títulos dos governos europeus encontram-se em águas completamente inesperadas. O EQ do ECB foi amplamente previsto e considerado nos preços dos mercados. Presumia-se que a implementação das compras de títulos governamentais do ECB colocaria um teto nas taxas de rendimentos europeias, mas os fortes movimentos recentes de mercado rejeitaram essa tese do efeito do EBC sobre as taxas. Desse modo, os rendimentos do título do governo alemão (Bund) de 10 anos (0,87%) estão nos níveis vistos pela última vez em novembro de 2014, o que representa quase três vezes o nível de rendimentos que prevaleceram no lançamento do QE do ECB. Os rendimentos dos títulos governamentais de 10 anos da Espanha (2,11%) e Itália (2,14%) também voltaram aos níveis de novembro passado, quase duplicando os rendimentos no começo do QE do ECB. As previsões do Citi de que os títulos de 10 anos da Alemanha (0,70% até o fim do ano) e de que os títulos de 10 anos da Europa (Espanha a 1,70% e Itália a 1,60%) indicam quedas para o fim do ano de 2015, o que deve ser positivo para os títulos de empresas de maior risco de crédito (HY). Os investidores não podem descartar outros eventos de volatilidade, principalmente em relação aos riscos apresentados pela Grécia. Expectativa de aumento do Fed em setembro O chefe de política econômica da América do Norte do Citi, Bill Lee, prevê que o Fed iniciará a normalização da taxa básica em setembro deste ano, em vez de em dezembro. O início deste ciclo de aperto deve levar as taxas do Fed para 0,50% no fim de 2015 e para 1,25% no fim de Taxa de dez anos (em percentual) 6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0,0-1,0 Jun 2013 Jun 2014 Jun 2015 EUA Reino Unido Alemanha Itália França Espanha Suíça PÁGINA No. 4 CITI PERSPECTIVAS Citi Wealth Management - Latin America

7 Taxa de títulos (en porcentaje) 10 Não há dúvidas de que o gradualismo prevalece na previsão do Citi para a normalização do Fed. Esta expectativa sustenta um rendimento projetado de 2,45% para os títulos de 10 anos do tesouro americano no fim do ano de 2015 e rendimentos de 2,65% no fim de Os diferenciais de rendimentos ainda favorecem a migração do investidor para os títulos do tesouro dos EUA em relação aos mercados desenvolvidos (Europa, Japão); assim, nossa expectativa é de que os títulos do tesouro dos EUA não sustentem maiores níveis de rendimento (acima da faixa de 2,40% a 2,50% para o título de 10 anos do Tesouro) no curto prazo. Taxas maiores no Brasil e no México As taxas locais no Brasil e no México têm seguido trajetórias ascendentes, mas os motivos para esses movimentos foram completamente diferentes. O Brasil está em uma encruzilhada entre o combate à inflação e o crescimento negativo, escolhendo o primeiro no aperto das taxas de política monetária. Enquanto isso, as taxas de rendimentos do México têm acompanhado os maiores rendimentos dos títulos do tesouro dos EUA, em meio à orientação do Banxico que aponta para a necessidade de refletir a futura ação do Fed no lado política monetária. Espera-se que as taxas SELIC subam a 14,25% em relação aos atuais 13,75% no 3º trimestre de 15, o que deve elevar os diferenciais de taxas para níveis ainda maiores entre o Brasil e os mercados desenvolvidos. No entanto, o ambiente local de recessão (previsão de PIB 2015 de -1,4%), junto com a depreciação projetada do BRL em relação ao dólar para 3,34 do nível atual de 3,07, diminui a exposição a esta curva. As expectativas de taxas do México refletem os movimentos do Fed (aumento de 25 bp em setembro), possivelmente adicionando à sua atração em investimentos de renda fixa. Mas a volatilidade do câmbio pode dissuadir os investidores em adotar uma exposição direta a esta curva. Esperamos que 8 o MXN feche o ano em torno dos níveis atuais, mas, provavelmente, ele enfrentará picos de aversão ao risco. IG e HY divergentes Os títulos de crédito corporativo têm sido acompanhados com atenção pela sua natureza divergente da ótica dos maiores rendimentos dos títulos soberanos se consolidando nos EUA e na Europa. Os títulos de crédito corporativo de grau de investimento (IG) foram diretamente impactados pelas maiores taxas de rendimentos dos títulos soberanos e excesso de oferta, levando a retornos negativos no acumulado do ano (IG dos EUA de -1,2%/ID da Europa de -1,5%). Os títulos corporativos de maior risco de crédito (HY) têm sido capazes de afastar parte dos resultados negativos decorrentes do aumento dos rendimentos de títulos soberanos, permitindo, assim, que esta categoria mantenha excelentes retornos nos EUA e na Europa (acima de 2% na Europa e cerca de 4% nos EUA). Os fluxos financeiros dos investimentos em títulos na Europa ao longo do verão mantém uma expectativa importante para Hans Lorenzen, nosso estrategista de HY europeu. O HY deve ser um beneficiário mais direto que o IG, pois os rendimentos neste setor já estão bastante baixos. No HY, os créditos europeus single-b sofreram um aperto de spreads com relação à dívida HY de maior classificação, mas as compras de título do ECB devem permitir alguma compressão adicional de spread neste setor. No lado dos EUA, o estrategista de crédito IG do Citi, Jason Shoup, argumenta que a divergência entre as ofertas IG em relação ao HY deve continuar. Isto pode permitir a compressão de spread entre os dois setores, favorecendo ligeiramente o HY (atualmente em +343 bp). Mantemos nossa preferência ao HY Com base em nossa previsão de maiores taxas nos títulos soberanos nos próximos 12 a 18 meses, mantemos nossa preferência pela dívida corporativa de maior risco de crédito (HY) dos EUA e da zona do euro, pois esses setores são menos sensíveis que a dívida corporativa com grau de investimento (IG). Os títulos de rendimentos de 10 anos dos EUA não devem apresentar uma tendência maior do que o nível atual de 2,37% durante o restante de 2015 (2,45 na previsão de fim de ano) O excesso de oferta de títulos corporativos de melhor risco de crédito nos EUA e na Europa continua sendo um fator limitante ao desempenho de retorno futuro desses títulos Mantemos nossas preferências para a dívida corporativa de maior risco de crédito (HY) dos EUA e do euro, pois esses setores são menos sensíveis às taxas que as dívidas corporativas com grau de investimento Desempenho de títulos de um ano (em percentual) 5% 0% -5% -10% -15% -20% 2,8% 4,9% 1,1% 1,9% -0,1% 2,0% 2,3% -0,8% 0,8% -17,7% Jun 2012 Dez 2012 Jun 2013 Dez 2013 Jun 2014 Dez 2014 Jun 2015 US Corp BBB Yield HY dos EUA Títulos de 10 anos do Taxa corporativos ME tesouro americano Europe HG HY da Europa Titulo alemão de 10 anos Taxa soberanos ME Tesouro dos EUA (USD) Títulos Soberanos da zona do euro (EUR) IG Corp dos EUA (USD) IG Corp da Europa (EUR) HY Corp dos EUA (USD) HY Corp da Europa (EUR) Soberano ME (USD) Soberano Local ME (USD) M Corp (USD) Euro (USD) Fonte: Bloomberg, Datastream de 24 de junho de 2015 Citi Wealth Management Latin America CITI PERSPECTIVAS 2015 No. 4 PÁGINA 7

8 Previsões para as taxas de câmbio em relação ao dólar À vista 4T15F 4T16F Euro 1,12 1,03 1,03 Iene Dólares australianos 0,77 0,71 0,68 Franco suíço 0,93 1,02 1,02 Libra esterlina 1,57 1,50 1,49 Yuan chinês 6,21 6,24 6,28 Rupia indiana 64,12 64,70 65,00 Won sul-coreano Rublo russo 54,15 55,80 56,50 Real brasileiro 3,10 3,35 3,30 Peso mexicano 15,43 15,40 14,80 Fonte: Citi Research, 17 de junho de Preço à vista em 24 de junho de 2015 A estabilização dos preços das commodities aliviou um pouco a pressão sobre as moedas latino-americanas; no entanto, os economistas do Citi continuam a rever para baixo as previsões de PIB para as economias brasileira e mexicana Previsões de preços de commodities À vista 4T15F 4T16F Energia WTI bruto Brent bruto Gás natural 2,88 2,70 3,10 Metais básicos Alumínio Cobre Níquel Minério de ferro Metais preciosos Ouro Prata 16,10 15,80 16,50 Platina Agricultura Milho Trigo As previsões são pela média do período. Fonte: Citi Research, 17 de junho de As estimativas são médias dos períodos MOEDAS E COMMODITIES Pausa de preços no verão Moedas Apesar de um mercado de câmbio volátil no começo do ano, recentemente vimos um mercado de moedas relativamente calmo. O dólar dos EUA está estável desde o fim de abril (conforme medido pelo DXY Index) versus a cesta das principais correntes. Apesar do desempenho estável, o CitiFX continua a prever um fortalecimento do dólar dos EUA, com uma valorização de 10% em relação à cesta das principais moedas nos próximos 6 a 12 meses. Embora as moedas dos mercados emergentes (ME) estejam relativamente estáveis, o Citi considera que a perspectiva macroeconômica continue desafiadora para essas moedas. O Citi estima uma desvalorização de 4% de moedas do ME em relação ao dólar dos EUA nos próximos 12 meses. Apesar da queda no ano (-7,8% no acumulado) em relação ao dólar dos EUA, o euro recuperou 6,3% do seu valor com base em seu ponto mais baixo, em março de Enquanto nos aproximamos de prazos críticos para os pagamentos da dívida da Grécia, o euro recentemente se fortaleceu em relação ao dólar. Portanto, é razoável concluir que o mercado pode estar descartando o risco de inadimplência grega. O Citi continua a prever que o euro alcance a paridade versus o dólar dos EUA até março de O iene retraiu cerca de 4% versus o dólar dos EUA, desde a baixa vista em maio. Uma continuação da política monetária divergente entre o Fed e o BoJ deve enfraquecer ainda mais o iene, levando a moeda japonesa a 130 em relação ao dólar, em A estabilização dos preços das commodities aliviou um pouco da pressão sobre as moedas latino-americanas; no entanto, os economistas do Citi continuam a rever para baixo as previsões de PIB para as economias brasileira e mexicana. O CitiFX vê moedas da América Latina mais fracas, com o BRL a 3,35 e o MXN a 15,4 em relação ao dólar até o fim do ano. Desempenho de um ano da moeda (em percentual, versus US$) 0% -5% -10% -15% -10,2% -27,7% -4,3% -12,8% -25,8% -17,9% -7,4% -17,7% -15,2% -11,9% Commodities Desde o fim de abril, os preços das commodities perderam somente 3% (conforme medido pelo índice de commodities "BCOM" da Bloomberg). O preço de energia, que representa 24% da ponderação do índice BCOM, teve um papel preponderante na ampla estabilidade de preço do índice. Petróleo não refinado: uma forte temporada de verão nos EUA para a energia pode levar os preços do petróleo não refinado WTI às altas vistas no começo do ano; no entanto, uma piora na perspectiva econômica é preocupante para a demanda de petróleo. Maiores preços de petróleo poderiam incentivar os produtores de xisto nos EUA a aumentar a produção. Mais oferta pode reduzir o preço do petróleo WTI para uma média de US$ 54 no 4º trimestre de Ouro: o verão é um período de baixa sazonal de demanda para o ouro. Os riscos para o cenário econômico mundial incluem uma expansão do contágio da Grécia, que pode beneficiar o preço do ouro. O Citi Research não está otimista em relação ao ouro e prevê que os preços se mantenham em US$ por onça até o fim do ano. Agricultura: com alguns meteorologistas prevendo o evento de El Niño para este ano, o Citi explica que os danos às culturas agrícolas dependem da intensidade, duração e localização desse evento. O Citi ainda espera que as reservas de grãos permaneçam altas e isso pode continuar a fornecer alimentos com preços menores aos consumidores. O Citi está projetando preços em queda do milho e da soja para o 4º trimestre de Cobre: a deterioração do crescimento de fornecimento de minérios neste ano é um bom presságio para o cobre. Além disso, apesar da demanda sazonal mais fraca no curto prazo, o Citi vê os preços do cobre com suporte da energia renovável e setores de consumo da China, com o preço do cobre atingindo US$ por tonelada métrica no 4º trimestre de Desempenho de commodities (rebaseado para 100) Todas as previsões são expressões de opinião e estão sujeitas a alteração sem aviso prévio e não são destinadas a ser uma garantia de eventos futuros. Estes são indicativos dos preços de mercado e não podem ser objeto de investimento direto. -20% -25% -30% ARS BRL CHF CLP COP EUR GBP JPY MXN PEN Jun 2012 Jun 2013 Jun 2014 Jun 2015 Cobre Petróleo Milho Ouro PÁGINA No. 4 CITI PERSPECTIVAS Citi Wealth Management - Latin America

9 AMÉRICA LATINA Menor crescimento à frente Brasil Os dados de atividade recentes indicam que o Brasil está entrando em uma recessão técnica. O PIB para o 1º trimestre de 2015 contraiu-se 0,2% em relação ao trimestre anterior (-1,6% em relação ao mesmo período do ano passado), enquanto os indicadores sugerem uma contração ainda maior no 2º trimestre de 2015: -0,9% em relação ao trimestre anterior, de acordo com as estimativas do Citi Research. Além disso, um declínio esperado na demanda doméstica estimulará contrações trimestrais adicionais (-0,7% e -0,4% no 3º e no 4º trimestre de 2015, respectivamente), culminando em uma queda esperada de 1,4% na atividade para o ano (previsão anterior: -1,0%). O Citi também ajustou a previsão de crescimento para 2016, de 0,7% para 0,4%. A inflação anual, enquanto isso, subiu para 8,47% em maio (de 8,13% em abril), estimulada pelos preços de habitação e alimentação. Os economistas do Citi preveem mais liberalização do preço à frente e aumentaram a previsão de inflação de 2015 de 8,5% para 9,0%. O banco central, por sua vez, continuou o ciclo de aumentos, aumentando a taxa básica em 50 bp (para 13,75%) pela quarta vez consecutiva. O Citi espera outro aumento de 50 bp em julho e cortes da taxa somente em 2016, com as taxas esperadas no fim do ano de 14,25%, em 2015, e 11,50%, em Com base nos fundamentos locais, o estrategista de ações do Citi, Stephen Graham, informa que o risco do mercado acionário é alto e sugere manter uma posição defensiva, com foco nos exportadores e ações cíclicas com betas baixos. México Até agora, no 2º trimestre de 2015, a demanda doméstica forte continua a parcialmente compensar a fraco fornecimento doméstico. A produção industrial está dando sinais de desaceleração, chegando a 1,1% em relação a abril do ano passado, menor em 1,9% em março e 1,7% em fevereiro. Por outro lado, o economista do Citi, Sergio Luna, acredita que o consumo continuará forte no 2º trimestre de 2015, com crescimento estimado a 3,0% em relação ao mesmo período do ano passado. Índices acionários locais México vs. Brasil (em USD, rebaseado para 100) Jun 2013 Dec 2013 Jun 2014 Dec 2014 Jun 2015 Mexico Bolsa Brasil Bovespa Fonte: Bloomberg 24 de junho de 2015 O Citi agora prevê um crescimento do PIB para o 2º semestre de 2015 de 2,2% em relação ao mesmo período do ano passado, abaixo dos 2,5% anteriores. Com base nessa revisão, o Citi também diminuiu as expectativas de crescimento para o ano, de 2,8% para 2,5%. A inflação tem surpreendido no lado negativo, chegando a 2,9% em maio, o menor registro e abaixo da meta do banco central de 3,0%. A queda foi atribuída aos baixos preços agrícolas (abaixo de 2,4% em relação ao mês anterior em maio) e aos efeitos limitados da desvalorização do câmbio. O Citi, portanto, reduziu sua estimativa de inflação no fim de 2015 de 3,1% para 2,9%. Enquanto isso, o banco central aguarda o Fed para aumentar a própria taxa básica. O Citi espera um aumento de 25bp (para 3,25%) em setembro de Finalmente, o México realizou eleições legislativas em 7 de junho. Embora os resultados ainda não sejam oficiais, parece certo que o partido PRI manterá o controle da câmara dos deputados por meio da coligação com um partido menor. O estrategista de ações do Citi, Julio Zamora, observa que esta eleição não é muito importante para os mercados acionários. Ele mantém a maior exposição em finanças e no setor de consumo. Argentina Com base na melhoria da confiança do consumidor (aumento de 44,7% em um ano, de 38,1 para 54,9 em maio), o índice de confiança no governo (aumento de 27,4% nos primeiros cinco meses de governo de 2015, de 1,64 para 2,09%) e pesquisas recentes, o Citi agora espera que Daniel Scioli, membro do partido FPV candidato à reeleição, vença a eleição presidencial de outubro. Em uma nova administração do FPV, o Citi atribui uma menor probabilidade de ocorrência de ajustes fiscais e monetários em Desse modo, o economista do Citi, Guillermo Mondino, aumentou a estimativa de crescimento em 2015 (de -2,5% para -1,0%), mas a reduziu para 2016 (de 0,5% para -2,0%). Os mercados continuarão a monitorar as eleições, pois as decisões políticas serão cruciais para a direção de mercado. Índice acionário e taxa dos títulos de 10 anos - Argentina (em níveis de índice e percentual) , ,75 9,50 9,25 9,00 8,75 8,50 8,25 8,00 7, ,50 Ene 2015 Mar 2015 Maio 2015 Jul 2015 Merval Index (escala izquierda) Bonar 10-Year Bond (escala derecha) Previsões para a América Latina 2014F 2015F 2016F Argentina PIB -2,9% -1,0% -2,0% IPC 38,0% 26,0% 45,0% Câmbio 8,47 10,00 16,00 Taxa básica 20,4% 25,0% 40,0% Brasil PIB 0,1% -1,4% 0,4% IPC 6,3% 9,0% 5,3% Câmbio 2,66 3,34 3,29 Taxa básica 11,75% 14,25% 11,50% Chile PIB 1,9% 2,5% 3,5% IPC 4,4% 4,0% 3,1% Câmbio Taxa básica 3,00% 3,00% 4,00% Colômbia PIB IPC Câmbio Taxa básica México PIB IPC Câmbio Taxa básica 4,6% 3,2% 3,0% 3,5% 3,6% 3,0% ,50% 4,50% 3,75% 2,1% 2,5% 3,5% 4,0% 2,9% 3,8% 14,75 15,40 14,80 3,00% 3,25% 4,00% Peru PIB 2,4% 2,8% 3,5% IPC 3,2% 3,3% 2,6% Câmbio 2,98 3,25 3,50 Taxa básica 3,50% 3,25% 4,00% Venezuela PIB -4,0% -7,5% -5,6% IPC 57,3% 87,4% 99,2% Câmbio 6,29 46,67 74,69 Taxa básica 18,0% 18,0% 18,0% Fonte: Citi Research, 17 de junho de 2015 Citi Wealth Management Latin America CITI PERSPECTIVAS 2015 No. 4 PÁGINA 9

10 ALOCAÇÃO GLOBAL DE ATIVOS Alocações táticas Nível 1 Busca gestão de liquidez e preservação de capital Caixa 12% Renda fixa 77% Ações 11% Nível 2 Busca geração de renda e preservação de capital Caixa 8% Renda fixa 55% Ações 37% Nível 3 Busca uma valorização modesta de capital e preservação de capital Caixa 4% Renda fixa 28% Ações 68% Nível 4 Busca crescimento de longo prazo do capital com volatilidade moderada Caixa 0% Renda fixa 15% Ações 85% Nível 5 Busca crescimento máximo de longo prazo de capital Caixa 0% Renda fixa 0% Ações 100% Alocações táticas com alternativas Nível 1 Busca gestão de liquidez e preservação de capital Caixa 12% Renda fixa 73% Ações 7% Fundos de Hedge 8% Nível 1 Busca geração de renda e preservação de capital Caixa 8% Renda fixa 49% Ações 29% Fundos de Hedge 14% Nível 3 Busca uma valorização modesta de capital e preservação de capital Caixa 2% Renda fixa 24% Ações 58% Fundos de Hedge 16% Nível 4 Busca crescimento de longo prazo do capital com volatilidade moderada Caixa 0% Renda fixa 6% Ações 74% Fundos de Hedge 20% Nível 5 Busca crescimento máximo de longo prazo de capital Caixa 0% Renda fixa 0% Ações 80% Fundos de Hedge 20% Sobre as alocações Visão geral de ativos: O Comitê de Investimentos Global (GIC) do Citi Private Bank mantém suas alocações estáveis em maio e junho, após fazer mudanças em abril. O GIC mantém maior exposição ações e menor exposição em renda fixa e neutra em caixa. Espera-se ver o impacto do afrouxamento quantitativo retomar sua influência nos mercados, mundialmente. Visão do mercado acionário: A exposição do GIC em ações é expressa pela maior exposição na maioria dos mercados desenvolvidos (EUA, Europa, Japão e Reino Unido) e um pequeno aumento na exposição nos mercados emergentes (maior exposição na China, Índia e Taiwan e menor exposição no Brasil). Visão de renda fixa: A baixa exposição do GIC em renda fixa continua sendo expressa de forma importante pela baixa exposição em títulos soberanos de mercados desenvolvidos e baixas exposição em títulos soberanos de mercados desenvolvidos e baixas exposições em títulos corporativos de grau de investimento (IG) e de mercados emergentes. Mantemos uma maior exposição na dívida corporativa de maior risco de crédito (HY) nos mercados desenvolvidos (EUA e Europa). Alocação de ativos no mercado local do Brasil Alocação tática local por pais Capital 21,3% Maior alocação Renda Fixa de curto prazo 33,2% alocação-leve Menor Tìtulos inflacionários 25,0% Neutro Títulos 5,5% Fundos de multimercados 15,0% Menor alocação Neutro Fonte: Comitê de Política de Investimento no Brasil do Citi Wealth Management Latin America, 16 de junho de 2015 PÁGINA No. 4 CITI PERSPECTIVAS Citi Wealth Management Latin America

11 Acesse nosso site para obter mais informações: Informações importantes Em qualquer caso em que a distribuição desta comunicação ("Comunicação") esteja sujeita às regras da Commodity Futures Trading Commission dos EUA ("CFTC"), esta comunicação constitui um convite para levar em conta a realização de uma transação de derivativos nos termos dos Regulamentos da CFTC nos EUA 1.71 e , quando aplicável, mas não é uma oferta vinculativa de compra ou venda de qualquer instrumento financeiro. A presente Comunicação destina-se a clientes do Citi Wealth Management na América Latina ("CWMLA"), que é uma divisão do Citigroup Inc. ("Citigroup"), composto por Citi Private Bank América Latina ("CEC"), Citigold Private Client ("CPC" ), Citigold International ("CI") e International Private Banking ("IPB") nos Estados Unidos da América e Banca Patrimonial Banamex ("Banca Patrimonial") e Banca Privada Banamex ("Banca Privada"), no México, e oferece aos seus clientes o acesso a uma ampla gama de produtos e serviços disponíveis através do Citigroup, o seu banco e suas afiliadas não bancárias em todo o mundo (coletivamente, "Citi"). Nos EUA, os títulos e produtos e serviços de corretagem estão disponíveis através do Citi Personal Investments International, um negócio do Citigroup Inc., que oferece valores mobiliários através do Citigroup Global Markets Inc. (CGMI), membro da SIPC, uma consultoria de investimentos e corretora registrada na Securities and Exchange Commission. Ou através do Citi International Financial Services, LLC (CIFS), membro da FINRA/SIPC, uma corretora registrada na Securities and Exchange Commission, que oferece produtos e serviços de corretagem a não residentes/cidadãos dos EUA. As contas são mantidas pela Pershing LLC, membro da FINRA/NYSE/SIPC. CGMI, CLA, CIFS, Banca Patrimonial, Banca Privada e Citibank, NA são empresas afiliadas sob controle comum do Citigroup. O seguro é oferecido através do Citigroup Life Agency LLC (CLA). Na Califórnia, o CLA faz negócios como Citigroup Life Insurance Agency, LLC (licença nr. 0G56746). Nem todos os produtos e serviços são prestados por todas as afiliadas ou estão disponíveis em todos os locais. O pessoal da CWMLA não é constituído por analistas e as informações na presente Comunicação não se destinam a constituir "pesquisa", como o termo é definido pelos regulamentos aplicáveis. Salvo indicação em contrário, qualquer menção a um relatório de pesquisa ou recomendação de pesquisa não pretende representar todo o relatório e não é, por si só, considerada uma recomendação ou relatório de pesquisa. A presente comunicação é fornecida apenas para fins de informação e debate a pedido do destinatário. O destinatário deverá notificar a CWMLA imediatamente caso deseje, a qualquer momento, deixar de receber tais informações. Salvo indicação em contrário, (i) ela não constitui uma oferta ou recomendação de compra ou venda de qualquer título, instrumento financeiro ou outro produto ou serviço, ou para atrair qualquer tipo de captação ou depósito, e (ii) não constitui uma solicitação se não estiver sujeita às regras da CFTC (porém, observar a discussão acima em relação à comunicação sujeita às regras da CFTC) e (iii) não pretende ser uma confirmação oficial de qualquer transação. A menos que expressamente indicado de outra forma, a presente Comunicação não leva em consideração os objetivos de investimento, perfil de risco ou situação financeira de qualquer pessoa em particular e, como tal, os investimentos mencionados neste documento podem não ser adequados a todos os investidores. O Citi não está agindo como um investimento ou outro consultor, fiduciário ou agente. As informações contidas neste documento não se destinam a ser uma discussão exaustiva das estratégias ou conceitos aqui mencionados, nem consultoria fiscal ou jurídica. Os destinatários da presente Comunicação deverão obter aconselhamento com base em suas próprias circunstâncias individuais de seus próprios consultores tributários, financeiros, jurídicos e outros sobre os riscos e os méritos de qualquer transação antes de tomar uma decisão de investimento, e somente tomar tais decisões com base em seus próprios objetivos, experiência, perfil de risco e recursos. A informação contida nesta comunicação é baseada em informações geralmente disponíveis e, embora obtidas de fontes consideradas pelo Citi como confiáveis, a sua exatidão e integridade não podem ser asseguradas e essa informação pode estar incompleta ou condensada. Quaisquer premissas ou informações contidas nesta Comunicação constituem um julgamento somente na data deste documento, ou em quaisquer datas especificadas, e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio. Na medida em que essa Comunicação pode conter informações históricas e prospectivas, o desempenho passado não é garantia, nem uma indicação de resultados futuros, e os resultados futuros podem não corresponder às expectativas, devido a uma variedade de fatores econômicos, de mercado entre outros. Além disso, todas as projeções de risco ou retorno potenciais são ilustrativas e não devem ser tomadas como limitações da perda ou ganho máximo possíveis. Todos os preços, valores ou estimativas apresentados na presente Comunicação (exceto os que são identificados como históricos) são apenas indicativos, podem ser alterados sem aviso prévio e não representam cotações firmes quanto ao preço ou tamanho, nem refletem o valor que o Citi pode atribuir a um título em seu inventário. As informações prospectivas não indicam um nível em que o Citi está preparado para fazer negociar e pode não englobar todos os pressupostos relevantes e condições futuras. As condições reais podem variar substancialmente em relação às estimativas que podem ter um impacto negativo sobre o valor de um instrumento. As opiniões, pareceres e estimativas aqui expressas podem ser diferentes das opiniões expressas por outros negócios ou afiliadas do Citi, e não se destinam a ser uma previsão de eventos futuros, uma garantia de resultados futuros ou recomendação de investimento, e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio com base nas condições do mercado, entre outras. O Citi não tem nenhuma obrigação de atualizar este documento e não se responsabiliza por qualquer perda (seja direta, indireta ou consequente) que possa surgir a partir de qualquer uso das informações contidas ou derivadas da presente Comunicação. Os investimentos em instrumentos financeiros ou outros produtos possuem risco significativo, incluindo a possível perda do valor principal investido. Os instrumentos financeiros ou outros produtos denominados em moeda estrangeira estão sujeitos a flutuações da taxa de câmbio, que pode ter um efeito adverso sobre o preço ou valor de um investimento em tais produtos. A presente Comunicação não pretende identificar todos os riscos ou considerações materiais que podem estar associados com a entrada em qualquer transação. Os produtos estruturados podem ser altamente ilíquidos e não são adequados para todos os investidores. Informações adicionais podem ser encontradas nos documentos de divulgação do emissor para cada produto estruturado aqui descrito. O investimento em produtos estruturados é destinado apenas aos investidores experientes e sofisticados que estão dispostos e capazes de suportar os riscos econômicos elevados de tal investimento. Os investidores devem analisar cuidadosamente e considerar os riscos potenciais antes de investir. As operações com derivativos OTC envolvem riscos e não são adequados a todos os investidores. Os produtos de investimento não são segurados, não possuem nenhuma garantia bancária ou governamental e podem perder valor. Antes de entrar nessas transações, você deve: (i) assegurar que tenha obtido e levado em consideração informações relevantes de fontes fidedignas independentes relativas às condições financeiras, econômicas e políticas dos respectivos mercados, (ii) determinar que você tem o conhecimento necessário, sofisticação e experiência em assuntos de negócios, financeiros e de investimentos para ser capaz de avaliar os riscos envolvidos, e que você é financeiramente capaz de suportar tais riscos, e (iii) determinar, tendo considerado os pontos anteriores, que as operações de mercado de capitais são adequadas e apropriadas para seus objetivos financeiros, fiscais, comerciais e de investimento. Este material pode mencionar opções reguladas pela Securities and Exchange Commission dos EUA. Antes de comprar ou vender opções, você deve obter e analisar a versão atual da cartilha da Options Clearing Corporation, Characteristics and Risks of Standardized Options. Uma cópia da cartilha pode ser obtida mediante solicitação ao Citigroup Global Markets Inc., 390 Greenwich Street, 3rd Floor, New York, NY ou clicando no link riskstoc.pdff Se você comprar opções de compra, a perda máxima é o prêmio. Se você vender opções de venda, o risco é o valor total nominal abaixo do strike. Se você vender opções de compra, o risco é ilimitado. O lucro ou perda real de qualquer operação dependerá do preço em que as operações são executadas. Os preços usados aqui são históricos e podem não estar disponíveis quando sua ordem for enviada. As comissões e outros custos de transação não são considerados nestes exemplos. As operações com opções em geral e, em particular, essas operações podem não ser apropriadas a todos os investidores. Salvo indicação em contrário, a fonte de todos os gráficos e tabelas deste relatório é o Citi. Por causa da importância das considerações fiscais em todas as operações com opções, o investidor que leva opções em consideração deve consultar seu consultor tributário a respeito de como a sua situação fiscal é afetada pelo resultado das operações com opções que foram contempladas. Nenhum dos instrumentos financeiros ou outros produtos mencionados na presente Comunicação (a menos que expressamente indicado de outra forma) está (i) segurada pela Federal Deposit Insurance Corporation ou qualquer outra autoridade governamental, ou por (ii) depósitos ou outras obrigações do, ou garantidas pelo, Citi ou qualquer outra instituição depositária segurada.

12 O Citi muitas vezes atua como emitente de instrumentos financeiros e outros produtos, atua como formador de mercado e opera como contraparte em diversos instrumentos financeiros e outros produtos, e espera-se que ele execute ou tente executar serviços de banco de investimento, entre outros, para o emissor desses instrumentos financeiros ou de outros produtos. O autor da presente Comunicação pode ter discutido as informações contidas na mesma com outras pessoas, dentro ou fora do Citi, e o autor e/ou outras pessoas do Citi já podem ter atuado com base nestas informações (inclusive negociando para contas de propriedade do Citi ou comunicando as informações contidas neste documento a outros clientes do Citi). O Citi, o pessoal do Citi (incluindo aqueles que o autor pode ter consultado na preparação desta comunicação) e outros clientes do Citi podem estar com posições compradas ou vendidas nos instrumentos financeiros ou outros produtos mencionados na presente Comunicação, podem ter adquirido tais posições a preços e condições de mercado que não estão mais disponíveis, e podem ter interesses diferentes ou adversos aos seus interesses. Divulgação da Circular 230 do IRS: O Citi e seus funcionários não atuam no negócio de prestação de, e não fornecem, aconselhamento fiscal ou jurídico a qualquer contribuinte fora do Citi. Qualquer declaração na presente Comunicação sobre as questões fiscais não se destina ou é escrita para ser usada, e não pode ser utilizada ou levada em consideração, por qualquer contribuinte com a finalidade de evitar sanções fiscais. Todo contribuinte deve procurar aconselhamento de um consultor fiscal independente com base nas circunstâncias particulares de cada contribuinte. Nem o Citi nem qualquer de seus afiliados pode aceitar a responsabilidade pelo tratamento fiscal de qualquer produto de investimento, seja o investimento adquirido ou não por um fundo ou empresa administrada por uma filial da Citi. O Citi presume que, antes de fazer assumir compromisso de investir, o investidor e, se for o caso, os seus legítimos proprietários, obtiveram todo e qualquer aconselhamento tributário, jurídico ou outro tipo de assessoria que os investidores/proprietários beneficiários consideram necessário, e se organizaram para esclarecer qualquer imposto legalmente devido sobre os rendimentos ou ganhos decorrentes de qualquer produto de investimento fornecido pelo Citi. Esta Comunicação é de uso único e exclusivo dos destinatários e pode conter informações de propriedade do Citi, as quais não podem ser reproduzidas ou divulgadas, no todo ou em parte, sem o prévio consentimento do Citi. A forma de circulação e distribuição pode ser restrita por lei ou regulamento em certos países. As pessoas que recebem a posse deste documento são obrigadas a informar-se e observar essas restrições. O Citi não aceita qualquer responsabilidade pelas ações de terceiros a esse respeito. Qualquer uso não autorizado, duplicação ou divulgação deste documento é proibida por lei e pode resultar em ação legal. Esta comunicação é publicada por um membro do departamento de vendas e operações do Citigroup Global Markets Inc. ou uma de suas afiliadas. O pessoal do departamento de vendas e operações não é constituído por analistas e as informações na presente comunicação não se destinam a constituir "pesquisa", como o termo é definido pelos regulamentos aplicáveis. Salvo indicação em contrário, qualquer menção a um relatório de pesquisa ou recomendação de pesquisa não pretende representar todo o relatório e não é, por si só, considerada uma recomendação ou relatório de pesquisa. Todos os pontos de vista, opiniões e estimativas expressas nesta comunicação (i) podem ser alterados sem aviso prévio e (ii) podem diferir das opiniões, pareceres e estimativas emitidos ou expressos pelo Citi ou outro pessoal do Citi. A presente comunicação é fornecida apenas para fins de informação e debate. Salvo indicação em contrário, (i) ela não constitui uma oferta ou recomendação de compra ou venda de qualquer instrumento financeiro ou outros produtos, (ii) não constitui uma solicitação se não estiver sujeita às regras da CFTC (porém, observar a discussão acima em relação à comunicação sujeita às regras da CFTC) e (iii) não pretende ser uma confirmação oficial de qualquer transação. A menos que expressamente indicado de outra forma, esta comunicação não leva em conta os objetivos de investimento ou situação financeira de qualquer pessoa em particular. O Citi não está agindo como consultor, fiduciário ou agente. Os destinatários da presente comunicação deverão obter aconselhamento com base em suas próprias circunstâncias individuais de seus próprios consultores tributários, financeiros, jurídicos e outros sobre os riscos e os méritos de qualquer transação antes de tomar uma decisão de investimento, e somente tomar tais decisões com base nos próprios objetivos, experiência, perfil de risco e recursos do investidor. A informação contida nesta comunicação é baseada em informações geralmente disponíveis e, embora obtidas de fontes consideradas pelo Citi como confiáveis, a sua exatidão e integridade não podem ser asseguradas e essa informação pode estar incompleta ou condensada. Quaisquer premissas ou informações contidas neste documento constituem um julgamento somente na data deste documento, ou em quaisquer datas especificadas, e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio. Os investimentos em instrumentos financeiros ou outros produtos possuem risco significativo, incluindo a possível perda do valor principal investido. Os instrumentos financeiros ou outros produtos denominados em moeda estrangeira estão sujeitos a flutuações da taxa de câmbio, que pode ter um efeito adverso sobre o preço ou valor de um investimento em tais produtos. Este documento não pretende identificar todos os riscos ou considerações materiais que podem estar associados com a entrada em qualquer transação. O Citi não se responsabiliza por qualquer perda (seja direta, indireta ou consequente) que possa surgir a partir de qualquer uso das informações contidas ou derivadas da presente comunicação. Este documento pode conter informações históricas e prospectivas. O desempenho passado não é garantia ou indicação de desempenho futuro. Todos os preços, valores ou estimativas apresentadas nesta comunicação (exceto os que são identificados como sendo histórico) são apenas indicativos podem ser alteradas sem aviso prévio e não representam preços firmes quanto ao preço ou tamanho, nem refletir o valor Citi pode atribuir uma segurança no seu inventário. As informações prospectivas não indicam um nível em que o Citi está preparado para fazer negociar e pode não englobar todos os pressupostos relevantes e condições futuras. As condições reais podem variar substancialmente em relação às estimativas que podem ter um impacto negativo sobre o valor de um instrumento. Você deve entrar em contato com seu representante local diretamente se estiver interessado em comprar ou vender qualquer instrumento financeiro ou outro produto ou assumir qualquer estratégia de negociação que possa ser mencionada na presente comunicação. Para obter informações adicionais importantes, acesse a página a seguir: Os produtos e estratégias não são adequados para todos os investidores e podem ter requisitos de elegibilidade que devem ser cumpridos antes de investir. As informações contidas neste relatório foram preparadas sem levar em conta os objetivos, situação financeira ou as necessidades de um determinado investidor. Assim, os investidores devem, antes de agir mediante a informação, levar em consideração a sua adequação, tendo em vista os seus objetivos, situação financeira e necessidades. Qualquer decisão de compra de valores mobiliários mencionados neste documento deve ser feita com base em uma análise de suas circunstâncias particulares junto aos seus profissionais de investimento do Citi. PRODUTOS DE INVESTIMENTO: SEM SEGURO DO FDIC - SEM SEGURO DO CDIC - SEM SEGURO DO GOVERNO - SEM GARANTIA BANCÁRIA - PODEM PERDER VALOR Copyright 2015 Citigroup, Inc. e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. CITI, CITI e o desenho do Arco, CITIBANK e Citigroup são marcas comerciais e marcas de serviços do Citigroup, Inc. e/ou suas afiliadas e são usadas e registradas em todo o mundo. CP20154P

Relatório Econômico Mensal Agosto 2011

Relatório Econômico Mensal Agosto 2011 Relatório Econômico Mensal Agosto 2011 Tópicos Economia Americana: Confiança em baixa Pág.3 EUA X Japão Pág. 4 Mercados Emergentes: China segue apertando as condições monetárias Pág.5 Economia Brasileira:

Leia mais

Relatório Econômico Mensal Julho de 2015. Turim Family Office & Investment Management

Relatório Econômico Mensal Julho de 2015. Turim Family Office & Investment Management Relatório Econômico Mensal Julho de 2015 Turim Family Office & Investment Management ESTADOS UNIDOS TÓPICOS ECONOMIA GLOBAL Economia Global: EUA: Inflação e Salários...Pág.3 Europa: Grexit foi Evitado,

Leia mais

Cenário Econômico para 2014

Cenário Econômico para 2014 Cenário Econômico para 2014 Silvia Matos 18 de Novembro de 2013 Novembro de 2013 Cenário Externo As incertezas com relação ao cenário externo em 2014 são muito elevadas Do ponto de vista de crescimento,

Leia mais

Choques Desequilibram a Economia Global

Choques Desequilibram a Economia Global Choques Desequilibram a Economia Global Uma série de choques reduziu o ritmo da recuperação econômica global em 2011. As economias emergentes como um todo se saíram bem melhor do que as economias avançadas,

Leia mais

Relatório Econômico Mensal Agosto de 2015. Turim Family Office & Investment Management

Relatório Econômico Mensal Agosto de 2015. Turim Family Office & Investment Management Relatório Econômico Mensal Agosto de 2015 Turim Family Office & Investment Management ESTADOS UNIDOS TÓPICOS ECONOMIA GLOBAL Economia Global: EUA: PIB e Juros... Pág.3 Europa: Recuperação e Grécia... Pág.4

Leia mais

Relatório Econômico Mensal JULHO/13

Relatório Econômico Mensal JULHO/13 Relatório Econômico Mensal JULHO/13 Índice INDICADORES FINANCEIROS 3 PROJEÇÕES 4 CENÁRIO EXTERNO 5 CENÁRIO DOMÉSTICO 7 RENDA FIXA 8 RENDA VARIÁVEL 9 Indicadores Financeiros BOLSA DE VALORES AMÉRICAS mês

Leia mais

Palestra: Macroeconomia e Cenários. Prof. Antônio Lanzana 2012

Palestra: Macroeconomia e Cenários. Prof. Antônio Lanzana 2012 Palestra: Macroeconomia e Cenários Prof. Antônio Lanzana 2012 ECONOMIA MUNDIAL E BRASILEIRA SITUAÇÃO ATUAL E CENÁRIOS SUMÁRIO I. Cenário Econômico Mundial II. Cenário Econômico Brasileiro III. Potencial

Leia mais

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento 12 de janeiro de 2015 Relatório Semanal de Estratégia de Investimento Destaques da Semana Economia internacional: Deflação na Europa reforça crença no QE (22/11); Pacote de U$1 trilhão em infraestrutura

Leia mais

Em Compasso de Espera

Em Compasso de Espera Carta do Gestor Em Compasso de Espera Caros Investidores, O mês de setembro será repleto de eventos nos quais importantes decisões políticas e econômicas serão tomadas. Depois de muitos discursos que demonstram

Leia mais

Perspectivas da Economia Brasileira

Perspectivas da Economia Brasileira Perspectivas da Economia Brasileira CÂMARA DOS DEPUTADOS Ministro Guido Mantega Comissão de Fiscalização Financeira e Controle Comissão de Finanças e Tributação Brasília, 14 de maio de 2014 1 Economia

Leia mais

INFORME ECONÔMICO 22 de maio de 2015

INFORME ECONÔMICO 22 de maio de 2015 RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS Setor de construção surpreende positivamente nos EUA. Cenário de atividade fraca no Brasil impacta o mercado de trabalho. Nos EUA, os indicadores do setor de construção registraram

Leia mais

1 MÊS EM 10 IMAGENS. Agosto 2015. Índice. 1. Economia mundial A dinâmica vem das economias desenvolvidas. Expansion. Contraction

1 MÊS EM 10 IMAGENS. Agosto 2015. Índice. 1. Economia mundial A dinâmica vem das economias desenvolvidas. Expansion. Contraction 1 MÊS EM 1 IMAGENS Agosto 1 Todo mês, a SYZ Wealth Management publica em 1 mês em 1 imagens um panorama da atividade econômica do mundo. Uma imagem, muitas vezes, vale mais que um longo discurso. A cada

Leia mais

China: crise ou mudança permanente?

China: crise ou mudança permanente? INFORMATIVO n.º 36 AGOSTO de 2015 China: crise ou mudança permanente? Fabiana D Atri* Quatro grandes frustrações e incertezas com a China em pouco mais de um mês: forte correção da bolsa, depreciação do

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Agosto 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

Relatório Mensal Agosto/2015

Relatório Mensal Agosto/2015 1. Cenário Econômico Relatório Mensal GLOBAL: A ata da reunião de julho do FOMC (Federal Open Market Committee) trouxe um tom mais conciliador. Embora a avaliação em relação à atividade econômica tenha

Leia mais

O PAPEL DA AGRICULTURA. Affonso Celso Pastore

O PAPEL DA AGRICULTURA. Affonso Celso Pastore O PAPEL DA AGRICULTURA Affonso Celso Pastore 1 1 Uma fotografia do setor agrícola tirada em torno de 195/196 Entre 195 e 196 o Brasil era um exportador de produtos agrícolas com concentração em algumas

Leia mais

O Cenário do Fed para 2015

O Cenário do Fed para 2015 JANEIRO 015 POLÍTICA ECONÔMICA GLOBAL Sumário Este artigo tem como objetivo relatar e discutir as principais variáveis macroeconômicas a serem consideradas pelo Federal Reserve em suas decisões para 015.

Leia mais

Cenário Global e Implicações para o Brasil. Luiz Ribeiro - Deutsche Bank S.A. - Banco Alemão

Cenário Global e Implicações para o Brasil. Luiz Ribeiro - Deutsche Bank S.A. - Banco Alemão Cenário Global e Implicações para o Brasil Luiz Ribeiro - Deutsche Bank S.A. - Banco Alemão Percepção e realidade Ciclo da Tartatuga A economia mundial segue se recuperando* * Estimativas do Deutsche AWM

Leia mais

C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA

C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA HENRIQUE MARINHO MAIO DE 2013 Economia Internacional Atividade Econômica A divulgação dos resultados do crescimento econômico dos

Leia mais

Relatório Econômico Mensal Março de 2015. Turim Family Office & Investment Management

Relatório Econômico Mensal Março de 2015. Turim Family Office & Investment Management Relatório Econômico Mensal Março de 2015 Turim Family Office & Investment Management ESTADOS UNIDOS TÓPICOS ECONOMIA GLOBAL Economia Global: EUA: Fed e Curva de Juros...Pág.3 Europa: Melhora dos Indicadores...Pág.4

Leia mais

Carta ao Cotista Abril 2015. Ambiente Macroeconômico. Internacional

Carta ao Cotista Abril 2015. Ambiente Macroeconômico. Internacional Carta ao Cotista Abril 2015 Ambiente Macroeconômico Internacional O fraco resultado dos indicadores econômicos chineses mostrou que a segunda maior economia mundial continua em desaceleração. Os dados

Leia mais

A seguir, detalhamos as principais posições do trimestre. PACIFICO HEDGE OUTUBRO DE 2014 1

A seguir, detalhamos as principais posições do trimestre. PACIFICO HEDGE OUTUBRO DE 2014 1 No terceiro trimestre de 2014, o fundo Pacifico Hedge FIQ FIM apresentou rentabilidade de -0,07%, líquida de taxas. No mesmo período, o CDI apresentou variação de 2,72% e o mercado de bolsa valorizou-se

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE A ESTABILIDADE FINANCEIRA MUNDIAL, OUTUBRO DE 2015. A estabilidade financeira aumentou nas economias avançadas

RELATÓRIO SOBRE A ESTABILIDADE FINANCEIRA MUNDIAL, OUTUBRO DE 2015. A estabilidade financeira aumentou nas economias avançadas 7 de outubro de 2015 RELATÓRIO SOBRE A ESTABILIDADE FINANCEIRA MUNDIAL, OUTUBRO DE 2015 RESUMO ANALÍTICO A estabilidade financeira aumentou nas economias avançadas A estabilidade financeira aumentou nas

Leia mais

Economic Outlook October 2012

Economic Outlook October 2012 Economic Outlook October 2012 Agenda Economia global Consolidação de crescimento global fraco. Bancos centrais estão atuando para reduzir riscos de crise. Brasil Crescimento de longo prazo entre 3.5% e

Leia mais

Carta do gestor Setembro 2013

Carta do gestor Setembro 2013 Carta do gestor Setembro 2013 Em setembro, observamos significativa desvalorização do dólar e alta dos preços dos ativos de risco em geral. Por trás destes movimentos temos, principalmente, a percepção

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV São Paulo, 06 de julho de 2010. CENÁRIO ECONÔMICO EM JUNHO A persistência dos temores em relação à continuidade do processo de recuperação das economias centrais após a divulgação dos recentes dados de

Leia mais

INFORME ECONÔMICO 20 de março de 2015

INFORME ECONÔMICO 20 de março de 2015 RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS FED reduz projeções de crescimento e inflação nesse ano, e mostra cautela em relação ao início do aperto monetário nos EUA. No Brasil, inflação se mantém pressionada. O Comitê

Leia mais

Panorama Econômico Abril de 2014

Panorama Econômico Abril de 2014 1 Panorama Econômico Abril de 2014 Alerta Esta publicação faz referência a análises/avaliações de profissionais da equipe de economistas do Banco do Brasil, não refletindo necessariamente o posicionamento

Leia mais

Relatório Econômico Mensal JANEIRO/13

Relatório Econômico Mensal JANEIRO/13 Relatório Econômico Mensal JANEIRO/13 Índice INDICADORES FINANCEIROS 3 PROJEÇÕES 4 CENÁRIO EXTERNO 5 CENÁRIO DOMÉSTICO 7 RENDA FIXA 8 RENDA VARIÁVEL 9 Indicadores Financeiros Projeções Economia Global

Leia mais

Empresas aéreas continuam a melhorar a rentabilidade Margem de lucro líquida de 5,1% para 2016

Empresas aéreas continuam a melhorar a rentabilidade Margem de lucro líquida de 5,1% para 2016 COMUNICADO No: 58 Empresas aéreas continuam a melhorar a rentabilidade Margem de lucro líquida de 5,1% para 2016 10 de dezembro de 2015 (Genebra) - A International Air Transport Association (IATA) anunciou

Leia mais

Relatório Mensal. 2015 Março. Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro - PREVI-RIO DIRETORIA DE INVESTIMENTOS

Relatório Mensal. 2015 Março. Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro - PREVI-RIO DIRETORIA DE INVESTIMENTOS Relatório Mensal 2015 Março Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro - PREVI-RIO DIRETORIA DE INVESTIMENTOS Composição da Carteira Ativos Mobiliários, Imobiliários e Recebíveis

Leia mais

A seguir, detalhamos as principais posições do trimestre. PACIFICO HEDGE JULHO DE 2014 1

A seguir, detalhamos as principais posições do trimestre. PACIFICO HEDGE JULHO DE 2014 1 No segundo trimestre de 2014, o fundo Pacifico Hedge FIQ FIM apresentou rentabilidade de 1,41%, líquida de taxas. No mesmo período, o CDI apresentou variação de 2,51% e o mercado de bolsa valorizou-se

Leia mais

A despeito dos diversos estímulos monetários e fiscais, economia chinesa segue desacelerando

A despeito dos diversos estímulos monetários e fiscais, economia chinesa segue desacelerando INFORMATIVO n.º 42 NOVEMBRO de 2015 A despeito dos diversos estímulos monetários e fiscais, economia chinesa segue desacelerando Fabiana D Atri - Economista Coordenadora do Departamento de Pesquisas e

Leia mais

Relatório Mensal. Janeiro de 2015. Cenário Internacional:

Relatório Mensal. Janeiro de 2015. Cenário Internacional: Relatório Mensal Janeiro de 2015 Cenário Internacional: EUA O diagnóstico dos membros do Federal Open Market Comittee (Fomc) sobre a atividade econômica é positivo: os EUA estão crescendo mais que a previsão,

Leia mais

Relatório Econômico Mensal DEZEMBRO/14

Relatório Econômico Mensal DEZEMBRO/14 Relatório Econômico Mensal DEZEMBRO/14 Índice INDICADORES FINANCEIROS 3 PROJEÇÕES 4 CENÁRIO EXTERNO 6 CENÁRIO DOMÉSTICO 7 RENDA FIXA 8 RENDA VARIÁVEL 8 Indicadores Financeiros BOLSA DE VALORES AMÉRICAS

Leia mais

CENÁRIOS ECONÔMICOS O QUE ESPERAR DE 2016? Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2015

CENÁRIOS ECONÔMICOS O QUE ESPERAR DE 2016? Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2015 CENÁRIOS ECONÔMICOS O QUE ESPERAR DE 2016? Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2015 1 SUMÁRIO 1. Economia Mundial e Impactos sobre o Brasil 2. Política Econômica Desastrosa do Primeiro Mandato 2.1. Resultados

Leia mais

O desafio da competitividade. Maio 2012

O desafio da competitividade. Maio 2012 O desafio da competitividade Maio 2012 ECONOMY RESEARCH Roberto Padovani Economista-Chefe (55 11) 5171.5623 roberto.padovani@votorantimcorretora.com.br Rafael Espinoso Estrategista CNPI-T (55 11) 5171.5723

Leia mais

Bancos brasileiros prontos para um cenário de crescimento sustentado e queda de juros

Bancos brasileiros prontos para um cenário de crescimento sustentado e queda de juros 1 Bancos brasileiros prontos para um cenário de crescimento sustentado e queda de juros Tomás Awad Analista senior da Itaú Corretora Muito se pergunta sobre como ficariam os bancos num cenário macroeconômico

Leia mais

Relatório Econômico Mensal Janeiro de 2016. Turim Family Office & Investment Management

Relatório Econômico Mensal Janeiro de 2016. Turim Family Office & Investment Management Relatório Econômico Mensal Janeiro de 2016 Turim Family Office & Investment Management ESTADOS UNIDOS TÓPICOS ECONOMIA GLOBAL Economia Global: EUA: Fraqueza da indústria... Pág.3 Japão: Juros negativos...

Leia mais

Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Junho de 2013

Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Junho de 2013 Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Junho de 2013 Política e Economia Atividade Econômica: Os indicadores de atividade, de forma geral, apresentaram bom desempenho em abril. A produção industrial

Leia mais

INFORME ECONÔMICO 9 de outubro de 2015

INFORME ECONÔMICO 9 de outubro de 2015 Aug-10 Feb-11 Aug-11 Feb-12 Aug-12 Feb-13 Aug-13 Feb-14 Aug-14 Feb-15 Aug-15 INFORME ECONÔMICO RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS Alta de juros nesse ano ainda é o cenário base do FED. No Brasil, a inflação

Leia mais

5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA

5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA 5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA Os sinais de redução de riscos inflacionários já haviam sido descritos na última Carta de Conjuntura, o que fez com que o Comitê de Política Monetária (Copom) decidisse

Leia mais

NOTA MENSAL Dezembro/2006. Quest Fundos Multimercados

NOTA MENSAL Dezembro/2006. Quest Fundos Multimercados NOTA MENSAL Dezembro/20 Quest Fundos Multimercados O ambiente de mercado foi bastante positivo em dezembro, em função do aumento da confiança de um pouso suave da economia americana, apesar dos riscos

Leia mais

7 ECONOMIA MUNDIAL. ipea

7 ECONOMIA MUNDIAL. ipea 7 ECONOMIA MUNDIAL QUADRO GERAL O cenário econômico mundial não apresentou novidades importantes nos primeiros meses de 2013, mantendo, em linhas gerais, as tendências observadas ao longo do ano passado.

Leia mais

Sessão Especial de Asset Allocation. Vital Menezes

Sessão Especial de Asset Allocation. Vital Menezes Sessão Especial de Asset Allocation Vital Menezes Introdução ao Investimento no Exterior Os 3 Pilares do Investimento no Exterior Por que investir no exterior? 1 COMPOSIÇÃO DO BENCHMARK 2 CORRELAÇÃO E

Leia mais

Cenários da Macroeconomia e o Agronegócio

Cenários da Macroeconomia e o Agronegócio MB ASSOCIADOS Perspectivas para o Agribusiness em 2011 e 2012 Cenários da Macroeconomia e o Agronegócio 26 de Maio de 2011 1 1. Cenário Internacional 2. Cenário Doméstico 3. Impactos no Agronegócio 2 Crescimento

Leia mais

Relatório Econômico Mensal NOVEMBRO/14

Relatório Econômico Mensal NOVEMBRO/14 Relatório Econômico Mensal NOVEMBRO/14 Índice INDICADORES FINANCEIROS 3 PROJEÇÕES 4 CENÁRIO EXTERNO 6 CENÁRIO DOMÉSTICO 7 RENDA FIXA 8 RENDA VARIÁVEL 8 Indicadores Financeiros BOLSA DE VALORES AMÉRICAS

Leia mais

ABRIL/2015 RELATÓRIO ECONÔMICO

ABRIL/2015 RELATÓRIO ECONÔMICO ABRIL/2015 RELATÓRIO ECONÔMICO ÍNDICE Indicadores Financeiros Pág. 3 Projeções Pág. 4-5 Cenário Externo Pág. 6 Cenário Doméstico Pág. 7 Renda Fixa e Renda Variável Pág. 8 INDICADORES FINANCEIROS BOLSA

Leia mais

EconoWeek Relatório Semanal. EconoWeek 24/08/2015

EconoWeek Relatório Semanal. EconoWeek 24/08/2015 24/08/2015 EconoWeek DESTAQUE INTERNACIONAL Mais uma semana bastante volátil de mercado, com as tensões se elevando conforme os indicadores econômicos chineses demonstram um crescimento aquém do projetado

Leia mais

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento 22 de junho de 2015 Relatório Semanal de Estratégia de Investimento Destaques da Semana Economia internacional: Reunião do FOMC ainda com tom dovish; Preocupações com a Grécia ainda persistem e compromete

Leia mais

X SEMINÁRIO SUL BRASILEIRO DE PREVIDÊNCIA PÚBLICA. BENTO GONÇALVES / RS / Maio 2012

X SEMINÁRIO SUL BRASILEIRO DE PREVIDÊNCIA PÚBLICA. BENTO GONÇALVES / RS / Maio 2012 X SEMINÁRIO SUL BRASILEIRO DE PREVIDÊNCIA PÚBLICA BENTO GONÇALVES / RS / Maio 2012 CENÁRIO INTERNACIONAL ESTADOS UNIDOS Ø Abrandamento da política monetária para promover o crescimento sustentável. Ø Sinais

Leia mais

Relatório Econômico Mensal Junho de 2015. Turim Family Office & Investment Management

Relatório Econômico Mensal Junho de 2015. Turim Family Office & Investment Management Relatório Econômico Mensal Junho de 2015 Turim Family Office & Investment Management ESTADOS UNIDOS TÓPICOS ECONOMIA GLOBAL Economia Global: EUA: Reunião do FOMC...Pág.3 Europa: Grécia...Pág.4 China: Condições

Leia mais

EconoWeek Relatório Semanal. EconoWeek 18/05/2015

EconoWeek Relatório Semanal. EconoWeek 18/05/2015 18/05/2015 EconoWeek DESTAQUE INTERNACIONAL Semana bastante volátil de mercado, com uma agenda mais restrita em termos de indicadores macroeconômicos. Entre os principais destaques, os resultados de Produto

Leia mais

Relatório Mensal - Setembro de 2013

Relatório Mensal - Setembro de 2013 Relatório Mensal - Relatório Mensal Carta do Gestor O Ibovespa emplacou o terceiro mês de alta consecutiva e fechou setembro com valorização de 4,65%. Apesar dos indicadores econômicos domésticos ainda

Leia mais

A seguir, detalhamos as principais posições do trimestre. PACIFICO HEDGE OUTUBRO DE 2015 1

A seguir, detalhamos as principais posições do trimestre. PACIFICO HEDGE OUTUBRO DE 2015 1 No terceiro trimestre de 2015, o fundo Pacifico Hedge FIQ FIM apresentou rentabilidade de -2,75%, líquida de taxas. No mesmo período, o CDI apresentou variação de 3,43% e o mercado de bolsa apresentou

Leia mais

O que direciona bolsa, dólar e juros brasileiros? 25 de setembro de 2014

O que direciona bolsa, dólar e juros brasileiros? 25 de setembro de 2014 INTRODUÇÃO O presente trabalho que estamos distribuindo aos nossos clientes hoje foi fruto de esforços de de pesquisas do nosso departamento de research com o intuito de fornecer evidências mais consistentes

Leia mais

Relatório Econômico Mensal SETEMBRO/14

Relatório Econômico Mensal SETEMBRO/14 Relatório Econômico Mensal SETEMBRO/14 Índice INDICADORES FINANCEIROS 3 PROJEÇÕES 4 CENÁRIO EXTERNO 5 CENÁRIO DOMÉSTICO 7 RENDA FIXA 8 RENDA VARIÁVEL 9 Indicadores Financeiros BOLSA DE VALORES AMÉRICAS

Leia mais

PANORAMA INTERNACIONAL. Embora inibida pelos efeitos do câmbio valorizado, atividade segue forte

PANORAMA INTERNACIONAL. Embora inibida pelos efeitos do câmbio valorizado, atividade segue forte PANORAMA INTERNACIONAL EUA Grande revisão do PIB Performance do 2º trimestre (1,3%), pior do que esperada (1,8%)...e forte revisão do passado Recessão de 2008/2009 foi mais forte Mais modesta formação

Leia mais

Tabela 1 Evolução da taxa real de crescimento anual do PIB em países selecionados: 1991-2014

Tabela 1 Evolução da taxa real de crescimento anual do PIB em países selecionados: 1991-2014 Ano III /2015 Uma das grandes questões no debate econômico atual está relacionada ao fraco desempenho da economia brasileira desde 2012. De fato, ocorreu uma desaceleração econômica em vários países a

Leia mais

RENDA FIXA TESOURO DIRETO 09/10/2012

RENDA FIXA TESOURO DIRETO 09/10/2012 DESTAQUES DO RELATÓRIO: Carteira Recomendada A nossa carteira para este mês de Outubro continua estruturada considerando a expectativa de aumento da taxa de juros a partir do próximo ano. Acreditamos que

Leia mais

1 MÊS EM 10 IMAGENS. Index. 1. A inflação no centro das decisões do BCE, do BoJ e do Fed? Novembro 2015

1 MÊS EM 10 IMAGENS. Index. 1. A inflação no centro das decisões do BCE, do BoJ e do Fed? Novembro 2015 1 MÊS EM 10 IMAGENS Todo mês, a SYZ Wealth Management publica em 1 mês em 10 imagens um panorama da atividade econômica do mundo. Uma imagem, muitas vezes, vale mais que um longo discurso. A cada mês,

Leia mais

SETEMBRO/2015 RELATÓRIO ECONÔMICO

SETEMBRO/2015 RELATÓRIO ECONÔMICO RELATÓRIO ECONÔMICO ÍNDICE Indicadores Financeiros Pág. 3 Projeções Pág. 4-5 Cenário Externo Pág. 6 Cenário Doméstico Pág. 7 Renda Fixa e Renda Variável Pág. 8 INDICADORES FINANCEIROS BOLSA DE VALORES

Leia mais

Comitê de Investimentos 07/12/2010. Robério Costa Roberta Costa Ana Luiza Furtado

Comitê de Investimentos 07/12/2010. Robério Costa Roberta Costa Ana Luiza Furtado Comitê de Investimentos 07/12/2010 Robério Costa Roberta Costa Ana Luiza Furtado Experiências Internacionais de Quantitative Easing Dados do Estudo: Doubling Your Monetary Base and Surviving: Some International

Leia mais

PANORAMA EUA VOL. 3, Nº 5, JUNHO DE 2013

PANORAMA EUA VOL. 3, Nº 5, JUNHO DE 2013 PANORAMA EUA VOL. 3, Nº 5, JUNHO DE 2013 PANORAMA EUA OBSERVATÓRIO POLÍTICO DOS ESTADOS UNIDOS INSTITUTO NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA ESTUDOS SOBRE OS ESTADOS UNIDOS INCT-INEU ISSN 2317-7977 VOL.

Leia mais

Valor: Qual a fatia de investidores da América Latina no ESM?

Valor: Qual a fatia de investidores da América Latina no ESM? Entrevista com Klaus Regling, Diretor Executivo do Mecanismo Europeu de Estabilidade (ESM) Valor Econômico, 16 de julho de 2013 Valor: Por que buscar investidores no Brasil agora? Klaus Regling: Visitamos

Leia mais

Perspectivas para a Inflação

Perspectivas para a Inflação Perspectivas para a Inflação Carlos Hamilton Araújo Setembro de 213 Índice I. Introdução II. Ambiente Internacional III. Condições Financeiras IV. Atividade V. Evolução da Inflação 2 I. Introdução 3 Missão

Leia mais

01 _ Enquadramento macroeconómico

01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico O agravamento da crise do crédito hipotecário subprime transformou-se numa crise generalizada de confiança com repercursões nos mercados

Leia mais

FILOSOFIA DE INVESTIMENTO. Retorno esperado de um lançamento 80% 100% + 20% 100% ( ) = 60% ( 1 20% ) 20 =1,15%

FILOSOFIA DE INVESTIMENTO. Retorno esperado de um lançamento 80% 100% + 20% 100% ( ) = 60% ( 1 20% ) 20 =1,15% Através da CARTA TRIMESTRAL ATMOS esperamos ter uma comunicação simples e transparente com o objetivo de explicar, ao longo do tempo, como tomamos decisões de investimento. Nesta primeira carta vamos abordar

Leia mais

INFORME ECONÔMICO 24 de abril de 2015

INFORME ECONÔMICO 24 de abril de 2015 RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS Economia global não dá sinais de retomada da atividade. No Brasil, o relatório de crédito apresentou leve melhora em março. Nos EUA, os dados de atividade seguem compatíveis

Leia mais

SUMÁRIO EXECUTIVO INTRODUÇÃO SETOR EXTERNO. O Cenário Internacional

SUMÁRIO EXECUTIVO INTRODUÇÃO SETOR EXTERNO. O Cenário Internacional SUMÁRIO EXECUTIVO INTRODUÇÃO Durante 2004, o PIB da América Latina e do Caribe deverá crescer em torno de 4,5%, o que significa um aumento de 3,0% do produto per capita. A recuperação das economias da

Leia mais

Carta Mensal Mauá Sekular

Carta Mensal Mauá Sekular Mauá Participações I e II www.mauasekular.com.br contato@mauasekular.com.br Carta Mensal Mauá Sekular Fundos Macro Maio 2015 Sumário (I) (II) (III) Cenário Internacional Cenário Doméstico Principais Estratégias

Leia mais

Pilares de investimento

Pilares de investimento Pilares de investimento Os rallies que demoram vários anos geralmente possuem correntes subjacentes que às vezes são difíceis de identificar até se tornarem óbvias. Nós acreditamos que existem quatro pilares

Leia mais

Desempenho Junho 2015 Acumulado 2015. Global Alpha -3,46% 19,66% Libor 6M em BRL -2,55% 17,03%

Desempenho Junho 2015 Acumulado 2015. Global Alpha -3,46% 19,66% Libor 6M em BRL -2,55% 17,03% Relatório de Gestão Junho de 215 Desempenho Junho 215 Acumulado 215 Global Alpha -3,46% 19,66% Libor 6M em BRL -2,55% 17,3% Para mais informações relevantes à análise da rentabilidade deste Fundo - tais

Leia mais

Mercados nervosos, investidores tensos. O que pensar?

Mercados nervosos, investidores tensos. O que pensar? 16/07/2008 Mercados nervosos, investidores tensos. O que pensar? Paulo Ângelo Carvalho de Souza Presidente Bolsas em queda; juros em alta; rentabilidade em queda; inflação em alta; preço do petróleo fora

Leia mais

Paineiras Hedge FIC FIM

Paineiras Hedge FIC FIM Cenário Econômico e Perspectivas A experiência de observar ciclos econômicos no passado sugere que é sempre prudente analisar a conjuntura econômica sob dois prismas interligados, porém distintos: o fundamento

Leia mais

CSHG ALL VERDE AM PRISMA FIC FIM IE Relatório de Gestão Junho de 2015

CSHG ALL VERDE AM PRISMA FIC FIM IE Relatório de Gestão Junho de 2015 Relatório de Gestão Junho de 215 Desempenho Junho 215 Acumulado 215 Prisma -2,39% 18,13% Para mais informações relevantes à análise da rentabilidade deste Fundo - tais como taxa de administração, taxa

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV São Paulo, 07 de março de 2012. CENÁRIO ECONÔMICO EM FEVEREIRO O mês de fevereiro foi marcado pela continuidade do movimento de alta dos mercados de ações em todo o mundo, ainda que em um ritmo bem menor

Leia mais

PANORAMA DA ECONOMIA RUSSA

PANORAMA DA ECONOMIA RUSSA PANORAMA DA ECONOMIA RUSSA A Federação da Rússia é o maior país do mundo, com 17 milhões de km2. O censo de 2001 revelou uma população de 142,9 milhões de habitantes, 74% dos quais vivendo nos centros

Leia mais

Carta do Gestor. Vento Contra. Caros Investidores,

Carta do Gestor. Vento Contra. Caros Investidores, Carta do Gestor Vento Contra Caros Investidores, Há alguns meses temos ressaltado em nossas cartas a piora do ambiente global para as economias emergentes. Esse vento contra, formado inicialmente pela

Leia mais

Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.º 11 Novembro 2014. Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia

Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.º 11 Novembro 2014. Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 11 Novembro Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia GPEARI Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais Ministério

Leia mais

Anexo VI Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000)

Anexo VI Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo VI Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo à Mensagem da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2015, em cumprimento

Leia mais

Câmbio e capitais estrangeiros Destaques da semana

Câmbio e capitais estrangeiros Destaques da semana Destaques da semana segunda-feira, 1 de agosto de 1 Real aprecia em semana de alta volatilidade Real fechou a semana em, A semana foi marcada por volatilidade nos mercados cambiais, que foram afetados

Leia mais

Perspectivas da Economia Brasileira

Perspectivas da Economia Brasileira Perspectivas da Economia Brasileira Márcio Holland Secretário de Política Econômica Ministério da Fazenda Caxias do Sul, RG 03 de dezembro de 2012 1 O Cenário Internacional Economias avançadas: baixo crescimento

Leia mais

Carta de Gestão Junho 2010

Carta de Gestão Junho 2010 Carta de Gestão Junho 2010 O mês de junho foi marcado pela continuidade no movimento de aversão a risco verificado em maio, a partir da divulgação de indicadores que começaram a apontar para uma desaceleração

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 008 PIB avança e cresce 6% Avanço do PIB no segundo trimestre foi o maior desde 00 A economia brasileira cresceu mais que o esperado no segundo trimestre, impulsionada

Leia mais

Abril/2015. Panorama Geral. O mês que passou

Abril/2015. Panorama Geral. O mês que passou Panorama Geral O mês que passou Abril/2015 O mês anterior teve como destaque na China, o anúncio, por parte do banco central chinês, do corte de um ponto porcentual no depósito compulsório das instituições

Leia mais

Brasilia (DF), 16 de dezembro de 2014.

Brasilia (DF), 16 de dezembro de 2014. Brasilia (DF), 16 de dezembro de 2014. Discurso do Ministro Alexandre Tombini, Presidente do Banco Central do Brasil na Comissão de Assuntos Econômicos, no Senado Federal Página 1 de 8 Exmo. Sr. Presidente

Leia mais

GRUPO DE ECONOMIA / FUNDAP

GRUPO DE ECONOMIA / FUNDAP O mercado de câmbio brasileiro, no primeiro bimestre de 2014 Grupo de Economia / Fundap O ano de 2014 começou com um clima bem agitado nos mercados financeiros internacionais, com o anúncio feito pelo

Leia mais

INFORME ECONÔMICO 29 de maio de 2015

INFORME ECONÔMICO 29 de maio de 2015 RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS Atividade econômica mostra reação nos EUA. No Brasil, o PIB contraiu abaixo do esperado. Nos EUA, os dados econômicos mais recentes sinalizam que a retomada da atividade

Leia mais

ISSN 1517-6576 CGC 00 038 166/0001-05 Relatório de Inflação Brasília v 3 n 3 set 2001 P 1-190 Relatório de Inflação Publicação trimestral do Comitê de Política Monetária (Copom), em conformidade com o

Leia mais

Cenário Macroeconômico 2015 X-Infinity Invest

Cenário Macroeconômico 2015 X-Infinity Invest Cenário Macroeconômico 2015 X-Infinity Invest SUMÁRIO PANORAMA 3 ATUAL CONTEXTO NACIONAL 3 ATUAL CONTEXTO INTERNACIONAL 6 CENÁRIO 2015 7 CONTEXTO INTERNACIONAL 7 CONTEXTO BRASIL 8 PROJEÇÕES 9 CÂMBIO 10

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional atingiu 54,5% do PIB, com aproximadamente 53% do total do saldo destinado a atividades econômicas. A carteira

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Julho 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS- GRADUADOS

Leia mais

Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Julho de 2013

Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Julho de 2013 Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Julho de 2013 Política e Economia Atividade Econômica: Os indicadores de atividade, de forma geral, apresentaram baixo desempenho em maio. A produção industrial

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV CENÁRIO ECONÔMICO EM OUTUBRO São Paulo, 04 de novembro de 2010. O mês de outubro foi marcado pela continuidade do processo de lenta recuperação das economias maduras, porém com bons resultados no setor

Leia mais

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento 17 de novembro de 2014 Relatório Semanal de Estratégia de Investimento Destaque da Semana Economia internacional: Bancos Centrais dominam atenção dos mercados. BCE sinaliza política monetária expansionista;

Leia mais

Anexo I Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000)

Anexo I Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo I Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo à Mensagem da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2013, em cumprimento

Leia mais

02/02/2013. Para onde correr?

02/02/2013. Para onde correr? 02/02/2013 Para onde correr? Juros historicamente baixos, crescimento modesto, inflação elevada e um ambiente menos hostil, mas ainda cheio de incertezas. Decidir onde aplicar, num cenário desses, é um

Leia mais

Cenário Macroeconômico

Cenário Macroeconômico INSTABILIDADE POLÍTICA E PIORA ECONÔMICA 24 de Março de 2015 Nas últimas semanas, a instabilidade política passou a impactar mais fortemente o risco soberano brasileiro e o Real teve forte desvalorização.

Leia mais

AGOSTO/2015 RELATÓRIO ECONÔMICO AGOSTO/2015

AGOSTO/2015 RELATÓRIO ECONÔMICO AGOSTO/2015 RELATÓRIO ECONÔMICO ÍNDICE Indicadores Financeiros Pág. 3 Projeções Pág. 4-5 Cenário Externo Pág. 6 Cenário Doméstico Pág. 7 Renda Fixa e Renda Variável Pág. 8 INDICADORES FINANCEIROS BOLSA DE VALORES

Leia mais