Sines. Sines a Oriente. A visão do Embaixador do Japão R E V I S T A. Porto de Sines recebe missão empresarial de Santos

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1 R E V I S T A R E V I S T A D O P O R T O D E S I N E S Nº 38 D E Z E M B R O Porto de Sines Sines a Oriente A visão do Embaixador do Japão Porto de Sines recebe missão empresarial de Santos Uma prioridade estratégica para a competitividade de Sines Porto de Tallin, na Estónia Os portos dos novos estados membros da UE 1

2 Ficha técnica Porto de Sines nº 38 Directora Ana Maria Viegas Propriedade Administração do Porto de Sines Contribuinte nº Sede: Apartado Sines Tel.: Fax: Editores Avª João Crisóstomo, 30-4º Lisboa Tel.: Fax: E- mail: Powered by BOSTON MEDIA Sumário 3 Editorial, por José Monteiro de Morais 4 Porto de Sines recebe missão empresarial de Santos 5 Sines das rotas do Oriente A visão do Embaixador do Japão 8 Transformar Sines num centro marítimo e logístico de relevância- Pierre Timmermans, responsável da PSA para a Europa 9 Modernizar e acrescentar valor 12 Portos do Mundo Porto de Tallin, na Eslovénia 14 Evolução da informatização da RHV 15 Movimento de Mercadorias 16 Notícias 19 Porto de Sines é notícia 2

3 Editorial Porto de Sines na era do desenvolvimento José Monteiro de Morais Presidente O Porto de Sines apresenta-se hoje como uma infra-estrutura portuária multifacetada, apta a operar todos os tipos de tráfego. Configura-se como um porto moderno, constituído por terminais especializados, prontos a acolher sem limitações toda a tipologia de navios que actuam no transporte marítimo internacional. No sistema portuário nacional, é também o único porto de águas profundas tendo, nas últimas décadas, assumido o papel de porta de entrada dos produtos energéticos de que o país necessita, tornando-se no porto português que mais volume de carga movimenta. Em 2003, atingiu um movimento de 20 milhões e 900 mil toneladas. As novas valências que este ano entraram em exploração reforçam, através do terminal de gás natural liquefeito, a sua função de abastecedor de produtos energéticos ao país. Por outro lado, através do Terminal XXI, torna-se uma infraestrutura de interesse mundial para o tráfego intercontinental de contentores, ao mesmo tempo que assegura a sua presença na rede de transportes transeuropeia, conferindo-lhe um papel importante na rede de transportes da Península Ibérica. A dimensão mundial e europeia do Porto de Sines deve ser afirmada no interesse nacional, sem criar indesejáveis rivalidades com os outros portos constituintes deste mesmo sistema. Deve ser enquadrado na lógica do sistema portuário nacional, uma perspectiva de complementaridade com os outros portos, tendo sempre como objectivo o interesse do país e da economia nacional. É este o entendimento que temos sobre este porto. Para que o Porto de Sines atingisse a dimensão que hoje o caracteriza muito bem aproveitados foram os 25 anos de existência. Vinte e cinco anos não é muito tempo, em particular num mundo e num país em que ocorreram profundas transformações, para realizar uma obra com a adequação operacional que hoje caracteriza o conjunto portuário de Sines, atendendo também às componentes comercial, de pesca e náutica de recreio. O empreendimento de Sines, como qualquer obra ou qualquer projecto da sua envergadura, tem sido alvo de uma enorme curiosidade e expectativa e naturalmente alguma divergência de opiniões. No entanto, também foi e é uma obra e um projecto apoiado em continuidade por todos os governos que se sucederam desde a sua génese, no início dos anos 70. As características actuais do Porto de Sines fazem com que este tenha de afirmarse no mundo, assumindo na íntegra, o conceito de que a globalização é uma ideia cujo momento chegou. Com este propósito já foram feitas muitas aproximações a mercados considerados vocacionados, nomeadamente acções integradas com o sistema portuário espanhol, dado que entendemos que a unidade geográfica que constitui a Península Ibérica deve parametrar a abordagem do sistema de transportes deste espaço, atendendo naturalmente aos interesses específicos de cada país. Também foram desenvolvidas aproximações aos mercados da América Latina, em particular Brasil, África, à região do Báltico e do Extremo Oriente. Esta administração está, particularmente, atenta à política comunitária do sector dos transportes e ao posicionamento do Porto de Sines na definição das redes transeuropeias. Neste domínio, têm particular relevo todas as acções referentes à concretização do conceito das auto-estradas marítimas. Temos a exacta noção de que todas as acções promocionais do Porto de Sines devem ser conjugadas com os agentes económicos que dele desenvolvem a sua actividade, pois só de uma forma integrada se podem atingir objectivos concretos. A APS procurará, hoje e no futuro, estar à altura dos desafios da modernidade que se colocam ao Porto de Sines na era do desenvolvimento e da informação. Excertos do discurso proferido na cerimónia de abertura da conferência Porto de Sines, Porto de Encontro. 3

4 Cooperação internacional Porto de Sines recebe missão empresarial de Santos Empresários brasileiros de vários sectores económicos integraram a missão empresarial que se deslocou, de 24 a 26 de Novembro, ao Porto de Sines numa visita a convite da APS - Administração do Porto de Sines e da PGS. Na sequência da visita efectuada em Novembro de 2003 pela Cooperativa Árvore, que levou ao Brasil um conjunto significativo de entidades e empresa portuguesas e da qual resultaram contactos importantes para ambos os países, o Porto de Sines recebeu uma missão empresarial de Santos. A visita revelou-se profícua e fortalecedora da ligação económica e cultural entre a região de São Paulo e Portugal. Esta missão que agora visitou Sines decorreu de contactos efectuados por Monteiro de Morais em S. Paulo e Santos, de 20 a 24 de Setembro de Durante esta visita, a missão portuguesa encontrou- -se com o Secretário de Estado do Governo de S. Paulo, João Carlos de Souza Meirelles, com o Perfeito de Santos, Beto Mansur, o Presidente da Companhia Docas do Estado de S. Paulo, José Carlos Mello Rego, com o Presidente da Associação Comercial de Santos, José Moreira da Silva e com agentes económicos, tendo ficado acordado que seria organizada uma visita a Sines por uma missão empresarial pelas entidades anteriormente referidas que agora se concretizou. A missão empresarial brasileira foi encabeçada pela Associação Comercial daquela cidade, estando presentes os Prefeitos de Cubatão, de S. Sebastião, bem como a Administração do Porto de S. Sebastião. Esta acção iniciou-se no dia 24 de Novembro com uma sessão na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA). O dia 25 de Novembro foi preenchido com a sessão de apresentação do porto de Sines e as suas potencialidades, que teve lugar no Auditório da APS. Seguiu-se depois, com o patrocínio da APS e da PGS, a inauguração da Expo sição de Artes Plásticas na Capela da Misericórdia, organizada pela Cooperativa Árvore, tendo como Comissário o Mestre José Rodrigues. O programa encerrou-se, no dia 26, com uma sessão de apresentação da Zona Industrial e Logística de Sines (ZIL) no Centro de Negócios da PGS, e a respectiva visita ao local. Também a CCDRA - Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo e a Câmara Municipal de Sines participaram activamente neste evento. 4

5 O futuro de Sines A visão de Gervásio Leite, Embaixador de Portugal no Japão Sines nas rotas do Oriente O Terminal XXI tem condições para captar uma significativa fatia de mercado, no transbordo de contentores, entre as rotas do Extremo Oriente e as do Norte da Europa. Esta foi a opinião expressa pelo Embaixador de Portugal no Japão, Gervásio Leite, durante a Conferência «Porto de Sines, Porto de Encontro», que teve lugar em Sines no passado mês de Julho. O diplomata falou durante o painel dedicado ao tema «Um porto estrategicamente competitivo, hoje e no futuro». Para Gervásio Leite, o transbordo de contentores é um dos grandes desafi os que se colocam a Sines para aproveitar plenamente as suas potencialidades, sobretudo no caso das rotas que vêm do Extremo Oriente para o Norte da Europa e para o Báltico. O trans-shipment seria uma das grandes apostas a tentar. Conseguir desviar para Sines uma grande parte das mercadorias que fazem transbordo nos três principais portos europeus, ou seja, Roterdão, Hamburgo e Antuérpia, mesmo que fosse 1 por cento desse movimento, seria já um grande mercado para Sines, defendeu. Igualmente importantes poderão ser as possíveis sinergias destas Regiões rotas com os movimentos vindos da América do Sul e de África, ou com o tráfego que vem da Ásia pelo Cabo, acrescentou. O Embaixador de Portugal no Japão apresentou, na ocasião, alguns dados interessantes sobre o Tráfego de Contentores a nível mundial, em 2002, os quais confi rmam a liderança dos países e portos asiáticos nesta forma de transporte de mercadorias. Em relação ao tráfego de contentores no mundo, a fatia asiática tem vindo a crescer e é hoje dominante, sublinhou. Dos grandes fl uxos de contentores, neste momento o maior do mundo é o intra- -regional no Extremo Oriente, ou Ásia de Leste, com 25 milhões Milhões de TEU Extremo Oriente (intra-regional) 25 Extremo Oriente / América do Norte 20 Ásia / Europa 15 de TEU. O segundo é o tráfego entre essa região e a América do Norte, com 20 milhões de TEU, o terceiro é o da Ásia para a Europa, com 15 milhões de TEU. No entender de Gervásio Leite, os fl uxos do Extremo Oriente para a Europa, são os que mais interessam a Sines. No movimento de cargas de contentores, por países, a espinha dorsal do crescimento na Ásia tem sido a China, que movimentou 57 milhões de TEU, em 2002, quase o dobro dos EUA que registaram um movimento de 30 milhões de TEU. Em terceiro e quarto lugar surgem outros dois países asiáticos: Singapura e Japão, com 17 e 14 milhões de TEU, respectivamente. Em quinto e sexto lugar destacam-se mais dois países do Extremo Oriente, a Formosa e a Coreia, com cerca de 12 milhões de TEU cada. Só três países europeus aparecem no ranking dos 10 maiores, 5

6 Países Milhões de TEU China 57 EUA 30 Singapura 17 Japão 14 Formosa 12 Coreia 12 Alemanha 9 Itália 8 Malásia 7,5 Reino Unido 7 em movimento de contentores: a Alemanha, em sétimo lugar, com 9 milhões de TEU, seguida da Itália, com 8 milhões. Em nono lugar volta a aparecer um país asiático, a Malásia, com 7,5 milhões de TEU, à frente do Reino Unido que surge em décimo lugar, com 7 milhões de TEU. Se estas estatísticas estão correctas, sete dos dez maiores países do mundo em movimento de contentores são asiáticos, reforçou o Embaixador Gervásio Leite. Quanto a portos, tem-se uma situação semelhante. Os seis maiores portos do mundo em movimento de contentores são asiáticos, sendo que nenhum deles é japonês. Primeiro Hong Kong, depois Singapura, Xangai, Shenzhen, Pusan (Coreia) e Kaohsiung, (Sul da Formosa). A seguir vem Los Angeles e depois os três grandes europeus: Roterdão, Hamburgo e Antuérpia. Após expor estes dados, Gervásio Leite disse: creio que um dos grandes desafi os para aproveitar plenamente as potencialidades de Sines, dado as condicionantes do seu interland, mesmo que venha a incluir, por muita sorte, ou muito esforço, Madrid, será, a meu ver, o transbordo, sobretudo das rotas que vêm do Extremo Oriente para o Norte da Europa e para o Báltico e das que possam depois ter sinergias com movimentos vindos da América do Sul e de África, ou aquele pouco tráfego que vem da Ásia pelo Cabo. 6

7 O futuro de Sines O potencial do Japão Sobre as acções que a diplomacia económica portuguesa tem desenvolvido no Japão para promover Sines, o diplomata Gervásio Leite referiu que a Embaixada, com o apoio do ICEP, fez uma prospecção de mercado, embrionária, em Tóquio a qual contemplou encontros com a Japanese Port Association, entre outras entidades. Chegámos à conclusão que, para promover Sines no mercado japonês, o melhor caminho são as companhias de navegação, o shipping. Não os transitários, não as trading companies que movimentam muita carga. Quem decide os portos são fundamentalmente os armadores, explicou. Segundo Gervásio Leite, há três grandes armadores no Japão: a Nipoon Yusen KK, com 78 navios e uma capacidade total de 160 mil TEU (3 por cento da capacidade mundial), depois a KKK (Kawasaki Kisen Kaisha), com 2,9 por cento da capacidade mundial, seguida pela Mitsui OSK com 2,5 por cento. Estes três armadores representam, no seu conjunto, perto de 9 por cento da capacidade mundial. Estes grupos integram-se, por sua vez, em três das grandes alianças de navegação a nível mundial. O Nipoon Yusen KK está ligado à Grand Aliance, a Kawasaki à Kosco K. Lay Yang Min e a Mitsui à New World Aliance, referiu. O valor das exportações do Japão para a Europa, transportadas em contentores, em 2003, foi de 3,7 triliões de ienes, cerca de 30 mil milhões de euros. Deste valor total, apenas 5 por cento se destinou a Espanha e 1,5 por cento a Portugal. É um número relativamente baixo para justifi car - e para dividir por vários portos - as capacidades do Porto de Sines, comentou. Depois de realçar estes números, Gervásio Leite traçou o quadro de uma possível abordagem adequada ao mercado japonês, defendendo que as companhias de navegação japonesas - com quem a diplomacia portuguesa estabeleceu contactos informais - têm como principal motivação os custos. Como para qualquer empresário, o principal factor de decisão é a qualidade, o serviço e os custos. Interessa-lhes around-the-clock-operations, ou seja: funcionamento permanente das operações de manuseamento e transporte de contentores; o handling computorizado e mecanizado; a proximidade dos interlands aí Sines não estará bem servido ; grandes áreas para facilidade de manuseamento e grandes áreas de parqueamento, com bom equipamento, com pontes, guindastes, etc., junto ao cais creio que aí, Sines tem condições muito favoráveis para o fazer ; e por último, mas não último, low operational costs. Um caso de sucesso Dos contactos estabelecidos no Japão, Gervásio Leite destaca um exemplo de sucesso na promoção referido pelos empresários japoneses como sendo um bom exemplo para Sines, tanto pela dimensão do porto como pelo sucesso que tem tido. Para os japoneses, Sines pode vir a competir com os portos médios europeus com capacidade para navios de 3 a 4 mil toneladas. Mas o embaixador contrapõe: Eu aí não estou muito de acordo, acho que um dos trunfos de Sines são as águas profundas, portanto, navios maiores. Mas isso terá de ser explicado aos japoneses, que não têm uma ideia muito clara do que é Sines. Como fazê-lo? A maneira que nos foi aconselhada seria com a deslocação ao Japão de uma missão do Porto de Sines. Será relativamente fácil, porque não são muitos os interlocutores com quem se deve falar. Estaremos interessados, empenhados e diante dos meios que a embaixada dispõe à inteira disposição de Sines para prosseguir esses contactos, que foram já iniciados, e para apoiar essa missão. Recomendam, também, que levemos exemplos, histórias de sucesso de clientes que já usam Sines e que estão satisfeitos com Sines. Além disso, conviria convidar uma missão de representantes desses três grandes grupos de companhias de navegação japoneses a visitar Sines e observar no local aquilo que Sines tem para oferecer. 7

8 O futuro de Sines Pierre Timmermans, o responsável da PSA para a Europa Transformar Sines num centro marítimo e logístico de relevância Em Sines, estamos a tentar desenvolver simultaneamente o trans-shipment, para transporte de cargas de Este para Oeste e de Norte para Sul, e uma porta de entrada na península Ibérica referiu Pierre Timmermans, o responsável da PSA para a Europa durante a conferência Porto de Sines, Porto de Encontro O nosso papel em Sines foi cuidadosamente preparado e repensado por diversas vezes, mas, no momento, a nossa estratégia é clara, sublinhou Pierre Timmermans no início do seu discurso. O objectivo principal é nós não sermos apenas um porto de trans-shipment e não sermos um porto meramente local. Pensamos que, de modo a transformar Sines num centro marítimo e logístico de relevância, precisamos tanto de trans-shipment como de transporte de carga local. E, neste último caso, signifi ca, não só Portugal, como também uma área de captura de 600 km. Isso incluiria Madrid, acrescentou o responsável da PSA na Europa. Isso conduz-nos ao segundo objectivo: desejamos tornarnos a porta de entrada do Atlântico para a Península Ibérica e um porto alternativo aos portos espanhóis. O nosso terceiro objectivo é acelerar a expansão. Estamos a ponderar se devemos ou não acelerar o nosso programa de expansão e assegurar que teremos mais capacidade no fi m do próximo ano. Para tal, temos que resolver algumas questões que ainda estão na mesa, mas estamos seguros de que conseguiremos, sustentou ainda. Para Timmermans, Sines tem, olhando para o mapa da Península Ibérica, uma posição favorável face às linhas de comércio globais e também face ao interland ibérico. Tendo em conta o tamanho e a localização de Sines, precisamos de ambos para começar uma espiral positiva, o que signifi ca que carga atrairá outra carga. Se nos compararmos com os portos de Barcelona e Valência, e de uma forma menor com Algeciras, e olharmos para a nossa posição, pensamos que, com a actual disposição e os actuais procedimentos operacionais, com os métodos de trabalho da PSA internacional e com a experiência europeia e os sistemas de IT, temos uma grande vantagem competitiva comparativamente a outros portos, afi rmou. Resumindo: o que precisamos para nos tornarmos num parceiro viável e numa boa alternativa aos outros portos? Precisamos da conectividade, que será feita pelas estradas segundo as nossas projecções, até 200 km, e caminho-de- -ferro até 600 km. Precisamos de um serviço logístico efi caz. Precisamos de, no mínimo, uma frequência diária para os principais destinos e, por isso, de um serviço de confi ança. Se conseguirmos isso, podemos pensar numa futura expansão. Depois, podemos elevar Sines da fase 1A para a fase 1B, para os 1,4 milhões de TEU, a capacidade máxima. Mas penso que ainda temos um longo caminho a percorrer. A velocidade com que atingirmos esse objectivo dependerá, evidentemente, de nós, dependerá dos nossos clientes e dos nossos parceiros e irá depender também de quão rápido resolvermos algumas das questões que ainda subsistem, concluiu o responsável. 8

9 Sistemas de informação Modernizar e acrescentar valor Na sequência dos Sistemas de Informação terem sido identificados no plano estratégico da APS como uma das sete grandes linhas de acção, foi planeado um conjunto de projectos com vista à concretização deste objectivo estratégico. O insere-se nessa linha de prioridades estratégicas para a competitividade da APS. Para concretizar as linhas de acção do plano estratégico da APS, foi posto em prática um conjunto de acções que têm vindo a desenrolar-se em várias frentes, são elas: a evolução da Infra-estrutura de DataCenter e de Comunicações, para permitir suportar em termos de performance e segurança os sistemas informáticos a implementar, bem como as suas futuras evoluções. Os Sistemas de Informação operacionais, normalmente de ligação do porto ao exterior, agentes económicos e autoridades, dos quais se destacam o SICP - Sistema de Informação para a Comunidade Portuária que está a ser desenvolvido em parceria com a APL, APDL e DGAIEC. Bem como o sistema de gestão do Porto de Recreio e o projecto PIPe Procedimentos e Informação Portuária electrónica, que visa a futura harmonização processual e de sistemas operacionais nos portos do continente e ilhas. Foram também desenvolvidos os Sistemas de Informação de gestão interna, dos quais se destacam o sistema de gestão de Recursos Humanos e o portal empresarial. Sistema ERP Enterprise Resource Planning, uma solução tecnológica Contudo, a nível interno continuam a existir algumas ilhas de informação, suportadas por sistemas avulsos e desintegrados que carecem de evolução. Para resolver adequadamente esta problemática, foi identificada a necessidade de ter um sistema integrado de gestão empresarial, do tipo ERP Enterprise Resource Planning, para suportar, de forma integrada, as áreas de Contabilidade Geral e Analítica, Gestão Financeira e Tesouraria, Facturação e Correspondência, Controlo Orçamental, Gestão do Património, Gestão de Compras e Stocks, Gestão da Manutenção de Equipamentos e Gestão de Projectos/ Contratos. Cientes de que o projecto de implementação do ERP seria um grande desafio, a nível tecnológico e organizacional, foram tomadas várias medidas, das quais se evidencia o alargamento da parceria existente com a Universidade de Évora para contemplar a sua participação no processo de implementação 9

10 Estamos na presença não de um projecto informático tradicional, mas sim de um projecto de mudança organizacional em que a tecnologia constitui um instrumento facilitador num processo de construção da organização ideal. A apresentação do decorreu no dia 8 de Outubro do ERP e na definição do novo modelo de Controlo de Gestão, este último constituindo-se como uma nova abordagem à função económica/financeira na empresa e uma ferramenta essencial para a configuração optimizada do sistema. Destaque ainda para a criação do com a constituição de uma estrutura de acompanhamento representativa das áreas funcionais que passarão a ter os seus processos suportados pelo ERP. em desenvolvimento O teve início formal em 08 de Julho de 2004 e consiste essencialmente na implementação de um ERP Enterprise Resource Planning, contemplando vários pacotes de trabalho, que a nível macro se caracterizam em: preparação da infra-estrutura tecnológica, instalação do software SA; desenho e reengenharia dos processos; configuração dos processos no SAP; formação e arranque do sistema. O objectivo consiste em 2005 avançar já com a nova solução em funcionamento, o que constitui um desafio e uma responsabilidade para todos os envolvidos. Este projecto teve como decisão fundamental a posição de se optar pelo software mysap ERP, Versão 4.7 Enterprise, como solução tecnológica de suporte, bem como a selecção da IBM ARGOS foi o nome dado à maior e melhor embarcação construída na Grécia, encomendada por Jasão, comandante de um grupo de 50 homens ARGONAUTAS -, entre os quais Hércules, com o objectivo de conquistar o Velocino de Ouro (carneiro de lã de ouro). Carneiro é o símbolo do fogo que cria, que impulsiona com atrevimento e força física, o impulso que nos leva sempre a abrir novos caminhos, querendo sempre ser os primeiros, tendo atitudes e comportamentos ousados e arrojados. É o símbolo do princípio, do início e do despertar; a consciência da agilidade necessária para nos lançarmos em busca do Paraíso de onde fomos expulsos. Está também associado ao mito do herói, tendo em Jasão e nos Argonautas a sua melhor expressão. É a exaltação da coragem e a representação do guerreiro que parte para uma missão, do guerreiro que nada teme, que só lhe interessa lutar com audácia e sair vencedor. Mas, para vencer, é necessário dar o melhor de si, correndo, voando e nadando melhor do que qualquer outro. 10

11 - Business Consulting Services como entidade parceira para a prestação dos serviços de implementação dos processos no ERP. Um ERP é, fundamentalmente, uma solução tecnológica que procura promover a integração dos fluxos de informação e dos processos de trabalho, dotando a organização de maior capacidade para gerir de forma coordenada a informação de negócio das diferentes unidades funcionais. Esta coordenação, de nível operacional é de vital importância para fornecer a todos os níveis de gestão uma adequada percepção do estado da organização, em cada momento, nas diversas dimensões da gestão. Mudar para melhor competir A APS confronta um dos seus maiores desafios ao nível dos sistemas de informação, que se traduz em aproveitar todas as oportunidades que a adopção de uma nova solução tecnológica proporciona para repensar e actualizar todos os seus processos organizacionais. Esta nova solução só será bem sucedida se permitir mudanças que aumentem a eficiência, a eficácia e a qualidade de toda a actividade operacional e estratégica da organização. A competitividade da APS será cada vez mais determinada pela rapidez no processamento de todas as suas operações e pela fiabilidade da informação que lhe está subjacente. É neste sentido que um projecto desta natureza deve ser perspectivado e aproveitado por todos os membros da organização. Este é um projecto de todos, para todos, que está a ser extremamente exigente em esforço e dedicação para que os resultados no final não defraudem as expectativas. É um projecto cujos resultados se vislumbrarão não apenas num momento, mas ao longo do tempo e que vai ser potenciado com a experiência adquirida no decorrer da utilização em pleno da solução. Estamos na presença não de um projecto informático tradicional, mas sim de um projecto de mudança organizacional em Principais vantagens de um ERP Optimização de processos: Redução de tempos de execução; Simplificação; Automatização; Disciplinador; Integração. Optimização de estruturas: Poupanças na manutenção dos sistemas; Eliminação de estruturas duplicadas e funções redundantes; Redução de intervenções e manipulação dos processos; Optimização do processo de decisão; Melhoria da informação útil para a tomada de decisões, em termos de quantidade, qualidade e disponibilidade. que a tecnologia constitui instrumento facilitador num processo de construção da organização ideal, aproveitando tudo aquilo que já fazemos de bom e alterando tudo aquilo que é susceptível de melhoria, sempre numa perspectiva transversal e sistémica e não numa perspectiva meramente funcional. 11

12 Porto de Tallin Tallin, capital da Estónia, passou a integrar, este ano, o clube das cidades portuárias da União Europeia. Situada no Mar Báltico, entre a Rússia, a Letónia e a Finlândia, Tallin é um entreposto marítimo e comercial milenário. A Autoridade Portuária opera no regime de Landlord e integra quatro portos: o Porto histórico, o Porto de Muuga, o Porto de Paljassaare e o Porto de Paldiski Sul. Desde que a MSC Mediterranian Shipping Company começou a operar no Terminal XXI, este importante porto do Norte da Europa passou, também, a ter ligação com Sines, ao nível do transporte marítimo de contentores. O Porto de Tallin tem 20 operadores e é escalado por 47 companhias de navegação, possuindo valências para passageiros e mercadorias. O Porto Histórico está situado no coração da zona medieval da cidade, o que é, certamente, uma das razões porque se tornou num dos mais conhecidos e visitados portos de passageiros do Mar Báltico. Apesar da sua vocação turística, este porto está também apto para a carga e descarga de mercadorias, possuindo terminal de carga geral, madeira, contentores e roll-on/roll-off. Dispõe, ao todo, de 23 cais de acostagem, numa extensão total superior a 4 km. Porto de Talinn em números A Autoridade Portuária de Tallin administra, no seu conjunto, quatro complexos portuários com uma área total superior a hectares (cerca de 600 hectares de jurisdição territorial e mais de de jurisdição marítima). Estes quatro complexos portuários têm em funcionamento 64 cais de acostagem, numa extensão total de perto de 12 km. Portos Dimensão territorial Dimensão marítima Muuga 451,0 ha 752,0 ha Porto Histórico 54,2 ha 75,9 ha Paljassaare 43,6 ha 35,5 ha Paldiski 58,0 ha 137,2 ha Portos Número de cais Extensão de cais Muuga metros Porto Histórico metros Paljassaare metros Paldiski metros A Estónia A Estónia, um dos novos estados membros da U.E., tem uma dimensão ligeiramente superior à da Bélgica, Dinamarca ou Holanda. Perto de 50% do seu território é coberto por fl oresta. Os lagos e as ilhas são outra das características deste país do Báltico. Apesar da sua reduzida dimensão, possui cerca de lagos e perto de ilhas e ilhéus. A densidade populacional e o número de habitantes são também baixos: 1,5 milhões de habitantes, o equivalente a 33 habitantes por km2. 12

13 Portos do Mundo N o v o s E s t a d o s m e m b r o s d a U E O petróleo e a floresta são as principais fontes de riqueza do país, o qual possui também uma importante indústria de construção naval, máquinas, cimento e fosfatos. Depois de vários séculos sob o domínio da Rússia e da Suécia, os estónios conseguiram a independência em Em 1940, a Estónia viu-se, de novo, sob a alçada da antiga União Soviética, até Com o abandono das tropas russas do território, há 10 anos, a Estónia pode optar pela integração económica e financeira com o lado Ocidental da Europa. O Porto de Muuga, a maior das quatro infra-estruturas portuárias de Tallin começou por surgir no mapa da Estónia em 1986, na altura com a designação de Uussadam, nome de uma das várias ilhas da Estónia. Construído na baía de Muuga, 17Km a Leste de Tallin, a sua primeira função foi receber cereais do Ocidente, na altura em que a Estónia ainda integrava a antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Hoje o Porto de Muuga está preparada para o movimento de produtos energéticos (petróleo e carvão), assim como madeira, carga refrigerada e carga contentorizada. O porto possui 23 cais de acostagem numa extensão próxima dos cinco quilómetros. No entanto, a sua área territorial e marítima é incomparavelmente superior à do Porto Histórico: possui mais de 450 hectares de área territorial e 750 hectares de área marítima. Paljassaare e Padisnki Sul são os dois portos de menores dimensões, ambos situados a Oeste de Tallin. Ambos estão preparados para a carga e descarga de produtos energéticos (petróleo e carvão), madeira, produtos refrigerados, contentores. Paldinski é também um porto importante no movimento de passageiros. 13

14 Recursos Humanos Evolução da Informatização da RHV Agilizar a comunicação Funcionalidades do sistema O Projecto de Evolução da Informatização da RHV tem como objectivo agilizar o processo de comunicação entre os colaboradores e a Organização, disponibilizando um conjunto de funcionalidades acessíveis através da Intranet e Internet. Administração Pessoal Acesso aos dados pessoais Alteração dos dados pessoais Acesso aos dados empresariais Consulta e emissão de recibos de vencimentos Consulta de absentismo Justificação de faltas Registo de trabalho suplementar Processo de Férias Introdução do plano de férias Consulta do plano de férias Alteração ao plano de férias Actualmente em fase intermédia de implementação, o projecto foi encomendado à Indra CPC Companhia Portuguesa de Computadores e inclui o Portal do Colaborador. Com a disponibilidade deste Portal, os colaboradores terão acesso privilegiado a um conjunto de funcionalidades, suportadas por um conceito de disponibilização e tratamento de informação e processos. Das vantagens do sistema, destaca-se: Satisfação dos Colaboradores: proporcionar aos colaboradores em qualquer lugar e em qualquer momento o acesso aos seus dados, com possibilidade de introdução e consulta de status de autorização de pedidos efectuados; Decisão Rápida: a autorização das diversas solicitações será mais célere e transparente através da implementação dos mecanismos do Worflow. As solicitações são remetidas de imediato para as unidades competentes, ficando a decisão disponível para consulta imediata e sem necessidade de burocracias. Redução de Esforço: eliminar a necessidade de circulação de papel e o circuito burocrático de chegada de informação aos intervenientes e à Unidade de Recursos Humanos e Valorização Profissional. Sigilo: o acesso à informação é controlado, estando garantidos todos os mecanismos de confidencialidade de acesso aos dados. Ajudas de Custo Pedido de ajudas de custo Gestão de Formação Consulta do catálogo de formação Pré-inscrição nas acções de formação Time Sheet Visão gráfica das ocorrências do colaborador Gestão de Equipas de Trabalho Consulta dos dados dos colaboradores por hierarquias Autorização dos pedidos dos seus colaboradores WorkFlow Agilização do processo de autorização de pedidos vários Possibilidade de consulta do estado de autorização de pedidos 14

15 Portos Nacionais Movimento de Mercadorias O Porto de Sines, com cerca de toneladas de mercadorias carregadas e descarregadas durante os três primeiros trimestres de 2004, continuou a liderar o movimento portuário nacional com uma quota superior a 30% do total dos portos nacionais (Continente e Madeira). Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o movimento total de mercadorias dos portos do Continente e Regiões Autónomas, de Janeiro a Setembro de 2004, apresentou um acréscimo de 2,3%, face a período homólogo de Os portos de Leixões e Lisboa mantiveram-se no 2º e 3º lugar do ranking nacional, respectivamente. Contentores em alta A evolução dos movimentos de mercadorias por tipo de carga confirmou a tendência para o crescimento dos Contentores, com um aumento de 5,2%, ainda segundo os dados do INE relativos ao 1º semestre de 2004, face a Neste período, a maior subida relativa deu-se contudo, nos Granéis Sólidos (+6,6%) e na Carga Geral (+6,6%). O Rollon/Roll-off apresentou um ligeiro acréscimo (0,8%). Contrariamente, os Granéis Líquidos verificaram um decréscimo de 4,9%. Em termos absolutos a carga a granel (Granéis Líquidos e Granéis Sólidos) continuou a representar mais de 75% dos movimentos totais, facto a que não é alheio o tradicional peso do transporte marítimo de produtos energéticos. 1º Semestre de 2004 Durante o 1º semestre de 2004, o Porto de Sines movimentou mais de 9,5 milhões de toneladas de mercadorias, o Porto de Leixões mais de 6,6 e o Porto de Lisboa mais de 5,4, o equivalente a 75,7% do total das cargas e descargas efectuadas no Continente e na Madeira. OS PORTOS NACIONAIS COM MAIS MOVIMENTO (3º trimestre 2003/2004 variação) PORTOS VARIAÇÃO Sines + 2,6 % Leixões + 3,4 % Lisboa - 3,8 % Outros Sines Movimentos por tipo de carga 15 Lisboa Leixões 10 15

16 O Porto de Sines recebeu O primeiro navio de cimento, de nome Thruster, 4200 tm Dwt, foi carregado no Porto de Sines no dia 25 de Junho, Este navio descarregou Ureia para a Euroresinas e efectuou uma carga de cimento em circuito fechado para a Cimpor com destino a Viana do Castelo. O cimento foi transportado por camião directamente da fábrica sem utilização da armazenagem portuária. A 22 de Outubro fez escala pela primeira vez no Porto de Sines o navio Mineral Kyoto, um mineraleiro que fez a descarga de carvão no Terminal Multipurpose. Dados do Navio: GT , comprimento fora-a-fora 289m, Dwt, boca 45m, Bandeira: Panamá. Nos dias 18 e 19 de Novembro, realizou-se uma visita técnica ao Porto de Sines do Comité de Pilotagem do PIRENE II. A visita surge no âmbito da cooperação mantida com a CCDR Alentejo (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo). Entre os participantes, contou-se com a presença de membros do Governo de Aragón (Director Geral de Transportes e Comunicações; um membro da Fundação Transpirinaica; a Assessora Técnica da Direcção Geral de Transportes e Comunicações e um membro do Gabinete da Presidência). Estiveram também presentes membros do Conseil Regional Midi-Pyrénées (Director de Infraestruturas e Transportes; Director Adjunto Infraestruturas e Transportes), a Direction Regional Équipement Midi-Pyrénés, a RFF, a Junta de Comunidades de Castilla la Mancha, a Generalitat Valenciana, a Junta de Extremadura e a CCDR Alentejo. 16

17 O Porto de Sines participou Participação no KARTCUP Voltas de St. André da equipa do GDCAPS, no dia 26 de Junho, Prova de resistência por equipas disputada no Kartódromo de St.André. A equipa do GDCAPS (Grupo Desportivo e Cultural da APS) foi a única equipa do Alentejo a participar, tendo terminado em 2º lugar na mesma volta dos vencedores e com 4 voltas de avanço sobre a equipa que terminou em 3º, tendo chegado a liderar a prova durante algumas fases da mesma. Participaram 11 equipas na sua maioria da área da Grande Lisboa. A reunião da Comissão Executiva do Foro Portuário Ibero Americano teve lugar na Administração do Porto de Sines, no dia 8 de Julho, Visita ao Porto de Sines do Director-Geral da Empresa Portuária de Cabinda - Osvaldo Lobo de Nascimento, no dia 27 de Julho, Nesta visita o Director-Geral da Empresa Portuária de Cabinda pôde tomar conhecimento das potencialidades do Porto de Sines. Visita ao Porto de Sines da Associação de Regantes e Beneficiários de Campilhas e Alto Sado, no dia 17 de Novembro, de Visita ao Porto de Sines do Conselho Superior de Obras Públicas, no dia 11 de Novembro, de

18 A APS,SA autorizou o Clube Náutico a criar uma zona de apoio à vela na Praia Vasco da Gama. Essa área contará com 20 m2 para parqueamento das embarcações quando em utilização, apresentando enormes vantagens, uma vez protegida com lajetas, na medida em que permite uma limpeza mais efi ciente das embarcações, após utilização, assim como facilita o arrumo das mesmas. No dia 20 de Setembro, a NPC (National Petrochemical Company) do Irão realizou uma visita técnica ao Porto de Sines, numa comitiva que integrou o Vice Ministro do Petróleo do Irão e o Embaixador do Irão em Portugal. Entre os dias 13 e 24 de Setembro, teve lugar um exercício internacional aero-naval durante o qual alguns navios foram reabastecidos no Porto de Sines. A APS,SA prestou apoio à Capitania de Sines na preparação da escala e estadia dos navios. Nos dias 26, 27 e 28 de Novembro, teve lugar no Auditório da APS a XII Sessão Nacional do Parlamento Europeu dos Jovens. 18

19 Porto de Sines é notícia VILLAS & GOLFE 1 de Agosto de 2003 EXPRESSO 20 de Novembro de 2004 REVISTA DA MARINHA 1 de Agosto de 2004 PÚBLICO 22 de Novembro de 2004 LOGÍSTICA MODERNA 1 de Outubro de 2003 REVISTA CARGO 1 de Setembro de 2003 NOTÍCIAS DE SINES 1 de Janeiro de 2003 LOGÍSTICA MODERNA 1 de Setembro de

20 É este o canal de navegação de acesso ao nosso porto e aos seus terminais. As vizinhas zonas logística e industrial apresentam áreas únicas no País. À localização estratégica no Oceano Atlântico e à facilidade de acessos marítimos, acresce o espaço sem horizontes. Ao mar e à terra, uneos uma estrutura portuária moderna e bem apetrechada. Porto de Sines Sobre o Mar, No meio do Mundo 20

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