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1 "Quereis ouvir, senhores, um helo conto de amor e morte' É de Tristáo e de /solda, a rainha. Oui i como em alegria plena e grande afliçào eles se amaram, depois morreram no mesmo dia. ele por ela ela por ele. Ao> tempos antigos, o rei Marcos reinava na Comualha.. "

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3 ORomance de B, osepb JL Jédier TRADUÇÃO LUIS CLÁUDIO DE CASTRO E COSTA REVISÃO DA TRADUÇÃO MONICA STAHEL Martins Fontes São Paulo 2001

4 Tkmto original L t ROUA \ P t IRIS7A\ l f /SEUT Cop\n%ht O Herdeiros Bedier Cop\riftht f Lnton C ém rate d Lditior t, 9 $ l Copyright O Livraria Martins Fonte* Editora l hi*, São Paulo, 19B8 para a presente edição 1#edição jç o s to d e /9HH 2* edição fanetro de /995 4* tiragem m arço de 2001 Revisão grafica Maria C ecília d e Moura Ma iras Dirceu A Scali Jr Produção grafica G eraldo Alves Capa AJt xwtáre M ijrtu tsh Ilustração Com o a rainha fu'ida liherta Tristào d a prtsao onde o rei M an m andara en cerrá-lo M estre Lucas, miniatura d o s* r. X\ C kannli\ tc Dados Internacionais de Catalogação na Publicação tf IPl (C amara Brasileira do LKm SP, Brasa!) O Romance de Tristao e Isolda /Josepb Bedier editor prefácio Je Gastón Pans; (tradução Luis Claudio de Castro c ( osla). Sao Paulo : Martin* Fontes, 199^ <Coleção Gandhara) ISBN X 1. Folclore I. Bédier. Joseph. 186-i 1938 ll Serie CDD Indices para catalogo sistemático: 1. Lendas : Literatura foklórica Todos os direitos para o brasil reservados a Livraria M artins Fontes E ditora Ltda. Rua Conselheiro Ra malho, (XX) São Paulo SP brasil T eu 11) Fax (11) 3 J e-m ail: info(q murtinsfontesxom

5 índice Prefácio... ÍX I. As infâncias de Tristào... 1 II. O Morholt da Irlanda... 9 III. Em busca da Bela dos cabelos de ouro IV. O filtro V. Brangien entregue aos servos VI. O grande pinheiro VII. O anão Frocin VIII. O salto da capela IX. A floresta do Morois X. O eremita Ogrin... "73 XI. O Vau Arriscado XII. O julgamento pelo ferro em brasa XIII. A voz do rouxinol XIV. O guizo marav ilhoso XV. Isokla das Brancas Màos... l()3 XVI. Kaherdin XVII. Dinusde lâdan... XVIII. Tristào louco... XIX. A morte...

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7 Ao meu caro du Tertre, homenagem filial Joseph liédier

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9 Prefácio Tenho o prazer de apresentar aos leitores o mais recente dentre os poemas que a admirarei lenda de Tris tá o e Isolda fez nascer. Na verdade, é um poema, embora seja escrito numa prosa M a e simples Joseph Bédier é o digno continuador daqueles que tentaram verter, no leve cristal da nossa língua, o néctar emhriagador pelo qual os amantes das Comualbas outro r a saborearam o amor e a morte. Para recontar a maravilhosa história de seu encantamento, suas alegrias. suas penas e sua morte, tal como, saída das profundezas do sonho cellico. ela encantou e fxjrturbou a alma dos franceses do século \/l. ele reconstituiu. por forca de imaginação simpática e enuhcáo pai iente. acfuela alma. que mal acabava de se desatuu iar. ainda i uexfieneute de ssas emoçoes desconhecidas. deixando se invadir por essas emoçoes sem pensar em analisei las, e adaptando, sem o conseguu totalmente, o conto ijue a encantava ás condições de sua existência cotidiana Se nos tivesse chegado às màos uma redaçào francesa completa da lenda, Pt dier, para dar a conhecê-la aos leitores contemporâneos, ter se ia limitado a fornecer uma tradução Jiel. O destino singular, que quis que ela nos chegasse apenas em fragmentos esparsos, obrigou-o a assumir um papel mais ativo, para o qual nào bastava ser um w

10 sábio, mas era preciso ser um poeta. Romances de Tristão de Cbrestien de Troves e de La Chévre. cuja existência conhecemos e que deviam ser todos muito extensos, pereceram inteiramente. IX) de Heron/, res tam-nos cerca de três mil versos o mesmo se diga quanto ao de Ih ornas. de um outro, anônimo, mil e quinhentos versos. Alêm disso, são traduções estrangeiras, três das quais nos oferecem a obra de Jbomas de maneira bastante completa quanto ao contendo mas nào quanto à forma I ma delas nos aprest nta um poema muito semelhante ao de Heron l alusões as tezes muito preciosas, pequenos poemas ma.s epis (>pl9ódioos e enfim, o indigesto rom ance em prosa t>m que sào consert ados, em meio a um conjunto 0 cot CíVIflOat>. incessantemente engrossado pelos sttcess Y)S re'datores. allide)s Qm? se po- guns destroços de velhos poemas pe deria fazer, diante desse amontoado fo ale de esi >ms. para restaurar um dos edifícios di ttíoinr>»* t tos. Havia dois caminhos a seguir apegar se ou ( a fhoitfl&s ou a Béroul. o primeiro caminho apn njsím l 1,11 11 Ía a ta n - tagem de conduzir com segurança graças às traduções estrangeiras, à reconstituição de uma narrativa completa e homogênea. Havia o inconveniente do re constituir o menos antigo dos poemas de Tristão aquele em que o velho elemento bárbaro foi comple lamente assimilado ao espírito e as obras da socieda de cavalheiresca anglo francesa Bédierpreferiu o se gundo caminho, muito mais difícil e. por isso m e sm o, mais tentador para a sua arte e para o seu saber, e também mais conveniente ao objetivo a que sepropu nha: fazer reviver para os homens do nosso tem/>o a lenda de Tristáo sob a mais antiga Jõrma de que se revestira, ou, pelo menos, que nos fora dado alcançar na França. Começou então por traduzir, com a maior fidelidade possitel, o fragmento de Beroul que chegou até nós e que ocupa praticamente o centro da na n a ti va. Fendo se deixado penetrar [mio espirito do antigo narrador, assimilando sua maneira ingênua de sentir, seu modo simples de pensar, ate o emhara X

11 ço par vezes infantil de sua exposição e a graça nm tanto desajeitada de sen estilo, ele refez para aquele tronco uma cabeça e membros. nào por uma fustaposiçào mecânica. mas por uma espécie de regeneração orgânica, tal como acontece com os animais que, mutilados, readquirem, por sua Jorça interior, sua forma perfeita. Sabe-se que essas regenerações sao tanto mais hem sucedidas quanto menos definitivo e menos desenvolrido e o organismo. Ura. de fato. o caso de Béroul. Assimilara elementos de qualquer proven iênc ia. às vezes bastante díspares, disparidade que nào o chocava nem incomodava, já que frequentemente os fazia passar por uma espécie de acomodação que bastara fiara lhes conferir uma homogeneidade superficial. Assim. Béroul moderno pôde proceder da mesma forma, exceto quanto a lhes acrescentar em seleção e bom gosto. No fragmento anônimo que dá continuidade ao fragmento de Béroul. na tradução alemã de um poema semelhante ao de Béroul, em Thomas e seus tradutores, nas alusões e nos poemas episodic os, no próprio romance em prosa. Joi buscar elementos fiara poder manter, no trecho consertado, um meio e um Jim. sempre procurando, entre as múltiplas variantes do conto, aquela que mais convinha ao espírito e ao tom do fragmento autentico, hm cguida e aí esta o esforço mais engenhoso e mais delicado da sua arte tentou dara todos esses pedaços esparsos a forma e a cor que Béroul lhes teria dado l.u nào juraria ifitc ele nào tivesse escrito todo o fjoema em versos tão semelhantes quanto fxjssiirel aos de Béroul. para em seguida traduzi-los em francês moderno, com tanto cuidado quanto o que tu eia com o s tres mil versos consentidos. Se o velho fioela voltasse hoje eprocurasse saber o que tinha acontecido com sua obra, fic aria maravilhado ao ver com que carinho, com que inteligência, com que trabalho e êxito ela foi retirada do abismo, sobre o qual apenas um destroço flutuava, e reconstituída ainda VI

12 mais completa. sem tlárida, mais brilhante e mais rira cio que a lançara antes. Portanto, o Urro cie Bédier contém um poema francês da metade do século MI, mas composto no fim do século XIX. Assim também era conteniente apresentar aos leitores modernos a historia de Tristào e Isolda, já que fora tomando a roupagem francesa do século XII que ela no passado, apoderara-se de todas as imaginações, já que todas as formas de que essa história se revestiu, desde então remontam a es sa primeira form a francesa, pois remos fo n osa mente Tristào sob a armadura de um cavaleiro e Isolda no longo restido das estátuas de nossas catedrais \Ias essa roupagem francesa e cavalheiresca nao é a nnt pagem primitiva. Adequa-se aos nossos heróis tanto quanto aos da Grécia e de Roma que a Idade Media igualmente paramentara Percebe-se isso em mais de um traço consert ado pelos adaptadores liéroul p rin cipalmente. que se orgulha de haver apagado alguns vestígios da barbárie primitiva, deixou que dela sub sistissem muitos deles. O próprio tbomas observador mais cuidadoso das regras da cortesia, nao deixou de nos revelar aqui e ali estranhas perspectiva^ obre o verdadeiro caráter de seus heróis e do meio onde eles se movimentam Combinando as indicações as vezes bem fugidias dos narradores franceses, t fregase a entrever o que pode ter sido entre os celtas, esse poema selvagem, totalmente acalentado pelo mar e envolvido pela floresta, cujo berói. um semideas, mais do que um homem, era apresentado como o se nhor ou mesmo o inventor de todas as arles barba ras. matador de cert os e de javalis, perito decepador de caças, lutador e acrobata incomparável, navega dor audaz, hábil entre todos os demais em fazer vibrar a harpa e a rota, sabendo imitar, a ponto de iludir, o canto de todos os pássaros, e. com isso. natu raímente, invencível nos combates, domador de monstros, protetor de seus seguidores, implacável com XII

13 seus inimigos, vivendo uniu vicia quase sobre-humana. objeto de constante admiração, de devotamento e de inveja Certa mente, esse tipo formou-se há muito tem/x) no mundo céltico. dizia-se que ele se completava fx*lo amor \ao preciso repetir aciui qual é. na lenda de Tristao ( Colda. o caráter <la paixão que os aguilhoa e o ( ue faz desta lenda, sob Mias diversas formas, a incomparável epopeia do amor. lembrarei somente que a idéia de simbolizar o amor involuntário, irresistível e eterno, por aquela bebida, cuja ação - e nisso é que esta a diferença dos filtros vulgares - se prolonga durante toda a vicia e persiste mesmo dejxás da morte, que dá á historia dos amantes seu caráter fatal e misterioso, evidentemente tem sua origem nas praticas da antiga magia céltica Tampouco quero insistir nos traços cie costumes e de sentimentos bárbaros que ainda há pouco indiquei. e que a cada instante produzem um efeito tão singular e tão poderoso na tranqãila narrativa dos contistas franceses. Bédier. naturalmente, recolheu-os com predileção, realizando, para completar a obra de Beroul. seu trabalho cie mosaicista. Os leitores notá-los-ão sem esforço e sentirão o quanto a história que nossos poetas franceses do século XII coutavam a seus contemfxncincos ema estranha ao meio no qual a propagavam e ao qual se esforçavam inutilmente por enquadrá-la. () que os atraia, ua historia de Instáo e Isolda. o que os levava a tentar fazê-la entrar, apesar de todas as dificuldades e das obscuridades ( ue ela lhes apresentava ua forma já consagrada dos poemas em icr sos octossilabicos o que fez com efeito o sucesso do seu empreendimento e valeu para essa história, desde c/ue ficou conhecida pelo mundo romcino-germanico, uma popularidade sem precedentes, foi o espirito c/ut a anima do começo ao fim, que circula em tocos os seus episódios, como o b e b e r amoroso " nas veias dos dois bemóis. a ideia da fatalidade do arnoi. cjui o c c va acima cie todas as leis. hncarnadu n os ( ois sens XIII

14 de exceção, essa idéia, que responde ao sentimento secreto de tantos homens e de tantas mulheres, tanto apoderou-se dos corações quanto é, aqui. purificada pelo sofrimento e como que consagrada fk la morte Em meio d fragilidade comum às afeiçõe s humanas, às decepções renovadas que sofre a ilusão sempre camhiante. o casal Tristào e Isolda. ligado desde o começo por um vínculo misteriosa mente indissolúvel, batido por todas as tormentas e a elas resistindo, ten tando inutilmente desprender se e finalmente carre gado num derradeiro e eterno abraço aparecia e ainda aparece como uma das formas desse ideai que o homem não se cansa de fa zer pairar acima do reiil. e cujos aspectos múltiplos e opostos não fxissam de manifestações diversas de sua aspiração obstinada no sentido da felicidade Se essa form a e uma das mais sedutoras e das mais comoventev tamhi m uma das mais [perigosas: a história de Tristào e Isolda instilou outrora, sem a menor duvida em nuas de uma alma. um veneno sutil: e ainda hoje. prefjarada pelo mág ico moderno que lhe acrescentou a força do encantamento musical, a lx>bida de amor fxtr certo perturbou, pós a perder, talvez, mais de um atração. Porém, não existe ideal cujo encanto não lenha \<*// perigo, e, no entanto, não se podería privar de itieal uma vida sem condena la ao tédio ou ao melancoh co desespero. É preciso saber, quando se passa diante das grutas das sereias, manter-se firmemente agarra do ao mastro, sem renunciar a ouvir a divina melo dia que faz os mortais entre/ erem felicidades sobre humanas. De resto. se toda a atração do velho poema subsiste na renovação que se vai ler, o perigo que ele podería apresentar para os contemfn/rãneos de Beroul fica ai singularmente atenuado para os nossos As paixões são tanto mais contagiosas para as almas quanto se apresentam em almas semelhantes ( liando se trata de almas distantes e muito diferentes, se não no fundo, pelo menos nas condições exteriores XIV

15 de sua atividade, as paixões conservam toda a sita grandeza e sita M ez a, mas perdem muito de sua forca sugestiva. <) 7nstao e a Isolda de Béroul, ressuscitados f>or Bédier. com seas trajes e comportamentos de amigamente, com seas modos de viver de sentir e de jalar meto barbaros meio medievais, serão para os leitores modernos a mio os pc,rsonagens de um velho vitral, de gestos rígidos de expressões ingenuas, de f i sionomías enigmáticas Mas Jior trás dessa imagem, marcada fíelo sinete esfiecial de uma éfxica. vê-se, como o sol por tras do vitral, resplandecer a paixão, sempre idêntica a si mesma, que a ilumina e a Jaz fulgurar inteiramente, llm eterno tema das meditações do pensamento e dos tumultos do coração, representado por figuras cujo próprio arcaísmo constitui o interesse, ai está todo o floema do renovador de Béroul Ai já temos com que encantaros leitores curiosos ao mesmo tempo de história e de poesia. Mas o que não pude dizer o que se descobrirá com encanto na leitura dessa obra antiga, e a maravilha dos detalh es. a misteriosa bc leza mítica de certos episódios, a feliz invenção de outros mais modernos, o imprevisto das situações e dos sentimentos, tudo o que fez deste (mema urna mistura única de vetustez imemorial e de frescor sempre novo, de melancolia céltica e de graça francesa, de naturalismo poderoso e de fina psicologia. São tenho duvida de que ele irá encontrar entre os nossos contemporáneos o éxito que obteve junto (tos nossos antepassados do tempo das atizadas. Pertence de fato aquela literatura do mundo' de que falava Goethe. Tinha desaparecido por forca de uma ma sorte imerecida: elevemos set infinitamente gratos a foseph Bedier fior telo Jeito reí iixt. Gastón Paris l 900

16 Conto Xí. G. Paris o exjxls com tão boa poní ade, procurei evitar toda con/usào entre o antigo e o moderno. liscoimar os disparates, os anacronismos os exageros, verificar acuradamente o Vetusta scribenti néscio quo pacto antiquus fit animus nunca misturar nossas concepções modernas com as form as antigas de pensar e de sentir, esse foi o meu pro(x>sito meu esforço, e. sem dunda, infelizmente, minha qui mera. Meu texto, fxirêrn. encena elementos muito va hados, e. se eu fosse indicar minhas fontes fx>rmeno rizadamente, tena de encher os mdafx s das paginas deste livrinho de tantas notas quantas Becq de Ion quieres colocou nos xx>sias de André Chénier Cero ao leitor. fxjlo menos, as indicações gerais apresenta das a seguir Os fragmentos conservados dos a ututos poemas franceses Jora ni. em sua mal»ría publicado s por Francisque Uichel I nstan, coletânea d< que re s i ta dos poemas relativos a suas aventuras G an< chener, 18J5-1939T O capítulo I de m>sso roma (As infancias de Tristón) é Jeito de emprest irnos diversos fx>emas. mas. sobretudo, do poema de 7 mas. - Os capítulos ll e III sao tratados secundo / /// d Oberq (edição Uchtenstein. Strasburgo. ls~s Para escrever o capítulo l\ (O filtro). inspiramo todo o conjunto da tradicctc^^^^^^^k^^m mas. sooretudo. na narrativa de liilhart. Alguns trechos sao aai Gottfried de Strasburgo (ed U Golther. Perl ni r Suttgart ).- Capítulo \ ABrangien entregue a os servos A segundo liilhart - Capitulo Vf (O grande pi nheiro). So me i o deste capitulo a chegada de Tolda para o encontro soh o pinheiro, começa o fragmento de Béroul. que seguimos fielmente nos capítulos \/1. 1 Indien aqui edicôes mais récentes, que ta/em parte das su hlicaçôes da Société des anciens textes français (Paris Didoo: 1 tr Romani de Inslan. por Bérou, puhlicado ;x>i lanest Muret.! \ol. in-8, 190a - 1 Le Roman de Tristan por Thomas, imvadoi an.elononnando do seculo XII. puhlicado por Joseph Berlier. 1 vol in X 1903 e Les deux poèm es d e Tristan fou. puhlicados por Joseph Bêcher, l vol. in-x. 190K. XVI

17 17//. IA. A. \/ modificando cufui e acolá a narrativa em vista do fxivma de Hilbart. - Cafundó XII (O julgamento pelo ferro em brasa/. Resumo muito Urre do fragmento anêmitno que se segue ao fragmento de Béroid. Capítulo \//l (\ voz do rouxinol/. Inserido em s e g u n d o um poema didático do século XIII, o Domnei d e s Amanz. Capitulo AVIVO guizo maravilhoso/ /irado de Gottfried de Strasburgo, - Capítulos \ l VI // ()s episodios de Kariado e de Tristào leproso suo tomados fx>r empréstimo a Tbomas: o restante é tratado. de modo geral, segundo Hilbart. - Capítulo XMU ftristào louco/. Remanejamenlo de um pequeno poema francês, episétdico e independente. - Capítulo XIX (A morte/. Traduzido de Ibomas: tomam-se por empréstimo episódios à Hilbart e ao romance em prosa francesa contido no ms. 103 do fonds frança is da Bibliotbèque Xationale. J lí

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19 I)n waerest zwâre baz genant: luretitc M e et Ia riant! Goufricd dc* Strusburgo Q uereis ouvir, senhores, um belo conto de amor e de morte? É de Tristào e ísolda, a rainha. Ouvi corno em alegria plena e em grande aflição eles se amaram, depois morreram no mesmo dia, ele por ela, ela por ele. Em tempos passados, o rei Marc reinava nas Cornualhas. Ao saber que seus inimigos lhe faziam guerra. Rivalen, rei de Loonnois, transpôs o mar para levar-lhe ajuda. Serviu-o pela espada e pelo conselho, como teria feito um vassalo, tão fielmente, que Vlarc lhe deu em recompensa a bela Blanchefleur, sua irmã. que o rei Rivalen amava com um amor maravilhoso. Ele desposou-a no mosteiro de l intagel. Mas assim que a esposou chegou-lhe a noticia de que seu velho inimigo, o duque Morgan, ao atacar Loonnois, arruinava seu s burgos, seus campos, suas cidades. Rivalen equipou suas nau.s às pressas e levou Blanchellem que estava gravida, para sua terra distante. Aportou diante do seu castelo dc* Kanoél, confiou a rainha a guarda de seu marechal Rohalt. que, poi sua lealdade, todos chamavam por um belo nom e. Rohalt, o Defensor da Fé; depois, tendo reunido seus barões, Rivalen partiu para lazer sua guena. 1

20 Blanchefleur esperou-o por muito tempo. Infelicidade! Ele não regressaria. Certo dia. ela soube que o duque Morgan o matara à traição. Não o chorou: nem gritos, nem lamentos, mas s e u s membros tornaram-se fracos e inúteis; sua alma quis. com forte desejo. desprender-se do seu corpo. Rohalt esforçavase por consolá-la: - Rainha - di/ia ele, nada se pode ganhar com lutos e mais lutos; não devem morrer todos os que nascem? Que Deus receba os mortos e preserve os vivos!... Porém ela não quis escutá-lo. Por três dias esperou poder reunir-se ao seu caro senhor No quarto dia, deu à luz um filho e. segurando-o nos braços, disse-lhe: - Filho, por muito tempo desejei ver-te. e \eto a mais bela criatura que mulher alguma jamais <. regou. Triste trago-te ao mundo, triste < a pita que te faço, por tua causa morro de triste/a K. como vieste ao mundo por tristeza, terás o nome de Tristào. Quando acabou de dizer essas palavras Ixaio i-<> e, assim que o beijou, morreu. Rohalt. o Defensor da Fé, recolheu o órtao. O s homens do duque Morgan já cercavam o castcl * de Kanoél: como Rohalt teria podido su sten tar por m ais tempo essa guerra? Com justeza se diz "Desafino nào é valentia"; ele teve de se render ao duque Mor gan. Mas. temendo que Morgan estrangulasse o filho de Rivalen, o marechal fê-lo passar por seu próprio filho e educou-o entre os seus. Passados sete anos, quando chegou o tempo de tirá-lo das mulheres, Rohalt confiou Tristào a um sábio mestre, o bom escudeiro Gorvenal. Gorvenal ensinou-lhe em poucos anos as artes que convêm aos barões. Ensinou-o a manejar a lança, a espada, o escudo e o arco, a lançar discos de pedra e transpor de um salto os mais largos fossos, ensinou-o a detestar toda mentira e toda felonia, a socorrer os fracos, r

21 a cumprir.1 palavra dada; ensinou-lhc diversos modos de canto,.1 tocar harpa c* a arte do caçador; e, quando o menino cavalgava entre os jovens escudeiros, dir-se-ia que seu cavalo, suas armas e ele formavam um só corpo e nunca antes tinham sido separados Ao ve lo lao nobre e tão altivo, ombros largos, quadris estreitos, forte fiel e valente, todos elogiavam Rohalt por ter um filho assim. Mas Rohalt, pensando em Rivalen e em Blanchefleur, cuja juventude e graça nele reviv iam, amava Tristão como seu filho, e secretamente o reverencia como seu senhor. Ora, aconteceu que toda a sua alegria lhe foi arrebatada no dia em que mercadores da Noruega, atraindo Tristão para a nau deles, levaram-no como uma bela presa. Enquanto singravam os mares rumo a terras desconhecidas, Tristão se debatia, como um pequeno lobo preso numa armadilha. Mas é verdade comprovada e todos os marinheiros o sabem: o mar carrega de má vontade as naus traidoras, e não dá ajuda aos raptos nem ás traições. Revoltou-se furioso, cobriu de trevas a nau e a lançou por oito dias e oito noites ao acaso. Finalmente, os marinheiros perceberam através da bruma uma costa eriçada de falésias e de arrecifes onde o mar queria arrebentar a sua quilha. Arrependeram-se: sabendo que o õdio do mar advinha daquela criança em má hora sequestrada, fizeram promessas de soltá-la e prepararam um barco para depositá-la na margem, em terra. Logo amainaram os ventos e as vagas, o céu brilhou e, enquanto a nau dos noruegueses desaparecia ao longe, as ondas acalmadas e sorridentes levaram o barco de lristào as areias cie uma praia. Tom muito esforço, ele* subiu sobre o rochedo c viu que, para além de uma terra deserta e cheia de vales, uma floresta se estendia inteiminavelmcnte. I.amentava-se. com saudades de Gorvenal, de Rohalt. seu pai, e da terra de Loonnois, quando o tuído distante de uma caca co m co rn eta s e ca e s alegiou 3

22 seu coração. Na borda da floresta, um lx*lo cervo desembocou. A matilha de cães e os caçadores desc iam ao seu encalço com grande barulho de vozes e cornetas. Mas, como os cães de caça jã se dependuravam em pencas ao couro do seu cachaço, o animal, a poucos passos de Tristão, dobrou a> pernas e rendeu-se ao desespero. l Tm caçador matou-o com o chuço. Enquanto os caçadores, formados em círculo, tocavam as cornetas anunciando a presa, Tristão, espantado, viu o caçador-chefe talhar fundo o pescoço do cervo, com o para decepã-lo. Ele exclamou: - Que estás fazendo, senhor? 1 certo decepar um animal tão nobre com o se fosse um porco estrangulado? E costume deste país? - Amigo - respondeu o caçador o que estou fazendo que possa te causar surpresa? Sim, primeiro separo a cabeça deste cervo, depois retalho seu c a po em quatro quartos, que levaremos pendurados nos arçòes de nossas selas para o rei Marc n< >sso senhor. Assim fazemos; assim, desde a ép<n a cios mais antigos caçadores, sempre fizeram os homens d as Cornualhas. Se, no entanto, conheces algum costume mais louvável, mostra-nos; toma esta laca. amigo; de bom grado aprendê-lo-emos. Tristão pôs-se de joelhos e tirou o couro cio cervo antes de desmanchá-lo; em seguida cortou em pedaços a cabeça, deixando, como convém, o o sso Inre depois arrancou os miúdos direitos, o focinho, a lín gua, os testículos e a veia do coração. E caçadores e encarregados dos cães de caça. inclinados sobre ele, apreciavam-no, encantados. - Amigo - disse o caçador-chele -, são belos esses costumes; em que terra os aprendeste? Dize nos o teu país e o teu nome. - Belo senhor, chamam-me Tristão; e aprendí esses costumes em meu país cie Loonnois Tristão disse o caçador, que Deus recompense o pai que te criou tão nobremente! Sem duvida, ele é um barão rico e poderoso. 4

23 Mas Tristào. que sabia falar e calar, respondeu com astucia: - Nào, senhor, meu pai é um mercador. Deixei secretamente a sua casa em uma nau que partia para mere adejar por terras distantes, pois eu queria aprender como se comportam os hom ens dos países estrangeiros. Mas, se o senhor me aceita entre seus caçadores, segui-lo-ei de bom grado e ensinar-lhe-ei, belo senhor, outros divertimentos da arte da caça. Belo Tristào, admiro-me de que haja uma terra onde os filhos dos mercadores sabem o que ignoram. em outros lugares, os filhos dos cavaleiros. Mas vem conosco, se assim o desejas, e sê bem-vindo. Levar-te-emos até o rei Marc, nosso senhor. Tristào acabava de desmanchar o cervo. Deu aos caes o coração, a calx;ça e as entranhas, e ensinou aos caçadores como se deve fazer a ceva e os intestinos. Fm seguida espetou em forcados os pedaços bem divididos e entregou-os aos diferentes caçadores: a um a cabeça, ao outro o lombo e os grandes filés; a estes as pás. àqueles as pernas, a este outro os músculos das coxas. Ensinou-lhes como deviam se emparelhar dois a dois para cavalgar em bela ordem, segundo a nobreza das peças de veaçào arrumadas nos forcados. Entào, puseram-se a caminho conversando animadamente, até que divisaram finalmente um rico castelo. Prados o cercavam, pomares, aguas de nascentes. lugares para pescarias e terras de cultivo. Numerosas naus entravam no porto. O castelo elevava-se diante do mar, forte e belo. bem guarnecido contra q u a lq u e r assalto e contra todos os engenhos de guerra; e sua torre principal, outrora erguida pelos gigantes, era construída com blocos de pedra, glandes e bem talhados, dispostos como um tabuleiro dt_ sinople e de azul. Tristào perguntou o nome daquele castelo. Belo jovem, chamam-no Tintagel. - Tintagel - e x cla m o u Tristào bendito sejas tu. e benditos sejam teus habitantes!

24 Senhores, fora lá que outrora, com grande alegria, seu pai Rivalen havia des posado Blanehefleur. Mas Tristào o ignorava. Quando chegaram ao pe do torreão, as fanfarras dos caçadores atraíram às portas os barões e o próprio rei Marc. Depois que o caçador-chefe contou-lhe a aventura, Marc admirou a bela equipagem daquela cavalga da, o cervo bem desmembrado, e o grande sentido dos costumes da arte de caçar com c áes amestrados Mas ele admirava sobretudo o belo menino estrangeiro, e seus olhos não podiam dele se afastar. De onde lhe vinha aquela ternura primeira? O rei interrogava seu coração e não podia compreende i senhores, era o seu sangue que se emocionava e talava dentro dele e o amor que outrora ele votara à sua irmã Blanehefleur. A noite, quando as mesas foram retiradas, um menestrel galés, mestre na sua arte. adiantou-se por entre os barões reunidos e cantou trovas de harpa. Tristào estava sentado aos pés do rei e. com o o harpista prekidiasse uma nova melodia, Tristào tal»rilhe assim: Mestre, essa trova é lx*la entre todas outrora os antigos bretòes compuseram-na para celebrar os amores de Graelent. A melodia é doce. e dcxes são as palavras. Mestre, tua voz é hábil, harpeja-a Ixth' O galés cantou, depois respondeu: Menino, o que sabes então da arte dos instru mentos? Se os mercadores da terra de L<xmnois também ensinam seus filhos a tocar harpas, rotas e vielas, levanta-te, toma esta harpa e mostra tua habilidade. Tristào pegou a harpa e cantou de maneira tão bela que os barões enterneceram-se ao ouvi-lo. E Marc admirava o harpista v indo daquele país para onde outrora Rivalen havia levado Blanehefleur. Quando a trova foi encerrada, o rei fitou muito calado. 6

25 Pilho disso cie finalmente bendito seja o mestre que te ensinou e bendito sejas tu! Deus ama os bons cantores. A voz deles e a voz da sua harpa peneiram no coração dos homens, despertam suas lembranças mais taras e fazem-nos esquecer muita tristeza e muito malefício. Para nossa alegria vieste a esta morada. Pit a muito tempo perto de mim, amigo! - Com prazer, servir-vos-ei, sire - respondeu Tristào como vosso harpista, vosso caçador e vosso vassalo. Assim fez ele, e, no correr de três anos, medrou em seus corações uma ternura mútua. Durante o dia, Tristào acompanhava Marc às audiências ou à caça e, à noite, como ocupasse para domiir o aposento real entre os íntimos e os fiéis, se o rei estivesse triste. ele tocava harpa para mitigar seu desalento. Os barões queriam-lhe bem e, mais do que todos, como a história mostrará, o senescal Dinas de Lidan. Porém, com mais ternura do que os barões e do que Dinas de Lidan. o rei amava-o. Apesar de sua ternura, Tristào não se consolava por ter perdido Rohalt, seu pai, e seu mestre Gorvenal, bem como a terra de Ltxmnois. Senhores, o contador que quer agradar deve evitar as histórias demasiado longas. A matéria deste conto é tào bela e tào diversa: de que serviría alongado? Direi jx)is, de modo breve, corno, após ter vagado durante muito tempo por mares e países. Rohalt. o Defensor da Fé, aportou nas Comualhas, reencontrou Tristào e, mostrando ao rei o carbúnculo por ele dado um dia a Blanchefleur como precioso presente de núpcias, disse-lhe: Rei Marc, este aqui é I ristào de Loonnois, vosso sobrinho, filho de vossa irmã Blanchefleur e do ici Rivalen. O duque Morgan governa sua terra muito injustamente; é hora de ela voltar ao seu herdeiro de direito. P direi em poucas palavras como I ristao, tendo recebido de seu tio as armas de cavaleiro, transpôs o 7

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