Conto O Enfermeiro de Machado de Assis sob a ótica de teóricos da Psicologia: Análise na formação do Enfermeiro

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1 Conto O Enfermeiro de Machado de Assis sob a ótica de teóricos da Psicologia: Análise na formação do Enfermeiro ANDERSON DIAS DE SOUSA (RELATOR) AMAYA NAILA ALMEIDA LINHARES (COAUTORA) HUGO NAPOLEÃO DE MORAES NETO (COAUTOR) JULIANA MARIA DA SILVA FARIAS (COAUTORA) SORAIA DA COSTA PEREIRA - COREN/PI (ORIENTADORA) Resumo: As obras de Machado de Assis são caracterizadas por sua aguçada moralidade e ironia fina remetida aos fatos mais simples do cotidiano. Contos como O Enfermeiro, do referido autor, são uma ótima fonte para análise, pois permitem o entendimento do comportamento humano em determinada situação, ao passo que elucida a própria realidade. O profissional de Enfermagem, assim como qualquer outro que precise entrar em contato com outros indivíduos, deve ter uma visão holística de homem, e para tal faz-se necessário desvencilhar-se da formação mecanizada, de modo a ampliar os conhecimentos conectando as mais diversas áreas afins. O presente trabalho é um Ensaio temático que versa sobre o conto O Enfermeiro de Machado de Assis sob a ótica de três autores: Lev Vygotsky, Burrhus F. Skinner e Sigmund Freud, estudiosos que voltaram seus conhecimentos para o entender do desenvolvimento humano, do comportamento e da subjetividade do ser. Desse modo, esse texto tem por fim a conexão de conceitos fundamentais de Psicologia à prática do profissional de Enfermagem. Descritores: Enfermagem. Holística. Psicologia

2 Uma breve análise da obra de Machado de Assis A obra machadiana é sempre enaltecida não somente pela ótima retórica, como principalmente pela dualidade simplicidade-profundidade existente no conteúdo da mesma, especialmente em seus contos, que abordam, em sua maioria, assuntos cotidianos, o que leva a prender o leitor que acaba por se identificar com seus escritos. Machado de Assis permitiu que o âmago brasileiro se mostrasse para as demais culturas através de sua obra psicológica. Machado de Assis, ao adotar um enfoque narrativo da perspectiva do eterno, moderniza a eternidade, pois projeta nos casos nacionais os mistérios seculares da existência, incluindo, dessa maneira, a civilização brasileira na história do comportamento mais geral da alma e do psiquismo humanos. [...] ao abrir para sua análise sob a lente da experiência ocidental, dita eterna, e registrada nos textos da biblioteca, Machado tira o Brasil do isolamento e possibilita uma leitura do seu comportamento cultural, já integrado na história muito mais ampla da inteligência ocidental. (ANTUNES; MOTTA, 2009). A peculiaridade na escrita do autor ficou marcada na história da literatura brasileira e mundial. A consagração de Machado foi com o romance Memória Póstumas de Brás Cubas, porém seus contos não deixaram a desejar no quesito realidade irônica. Os principais temas destacados por Veríssimo nos contos machadianos, em que se alternam historietas, casos e anedotas de de pura fantasia ou perfeita verossimilhança, são a tolice e a malícia humanas. Ele observa, também, que, a partir da publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas, os livros de contos também passam a trazer o tom pessimista e irônico inaugurado no romance. (ARMANGE, 2004). A obra O Enfermeiro deve ser analisada com cautela, por apresentar um narradorpersonagem que interfere em sua própria narrativa, pois, assim como qualquer indivíduo, é dotado de subjetividade, o que amplia as possibilidades do relato feito por este. Em O enfermeiro, no aspecto técnico, não é onisciente a visão de mundo desse narrador-personagem. Esta primeira pessoa, de fato, sugere instancias de mediação curiosa, especialmente em se tratando de Machado de Assis, que abusa do direito de ser autor, e estar em toda a parte [...]. Dominando a situação narrativa, temos um eu a se confessar e a interferir no entrecho de várias formas. (CALLES, 2007).

3 Nesse conto em que o protagonista Procópio vê-se em situação de extrema tensão, onde são colocadas à prova suas atitudes como profissional e seu caráter, especialmente por se tratar de um cristão que deveria apresentar boa conduta, o desenrolar da estória permite fazer inferências a cerca do seu perfil psicológico, bem como de seu antagonista. No tocante à apresentação das personagens desse conto, Machado nos dá, logo no início, alguns indícios de seus perfis psicológicos. Contudo, como é característico no método dramático, estes somente irão ser realmente revelados por meio de uma análise progressiva e gradual sobre seus atos e palavras no decorrer da trama. Durante a leitura, há uma mudança gigantesca não apenas nos perfis psicológicos das personagens como também em nossas próprias convicções iniciais. O enfermeiro passa de vítima da rudeza do Coronel à responsável pela morte do mesmo. O Coronel, de vilão e ingrato passa a ser visto como uma pessoa com um imenso sentimento de gratidão, ao deixar para o seu enfermeiro toda a sua fortuna. Logo, há um deslocamento de um esquema maniqueísta, onde se acredita que existam pessoas boas e pessoas ruins. (LACERDA, 2008) Nessa obra, a idéia de bem parece ser limítrofe à idéia de mau, e assim cada comportamento e pensamento encoberto deve ser analisado, pois muito mais há nas entrelinhas do que realmente nas palavras coesas de Machado. Nessa perspectiva, o leitor é instigado a refletir sobre o próprio comportamento diante das mais diversas situações, fazendo um balanço entre a moralidade e o ímpeto situacional, uma vez que a obra supracitada não dita verdades universais, apenas sensibiliza para uma maior percepção por parte de quem a interpreta. A obra O Enfermeiro com base na teoria de Lev Vygotsky Lev Vygotsky ficou conhecido por sustentar a idéia da aprendizagem com maior influência do meio externo, contrapondo-se à teoria piagetiana de universalidade do ser. Sendo assim, cada indivíduo irá maturar de forma diferenciada de acordo com o ambiente em que foi criado. E isso se dá, pois o individuo age no meio, e é influenciado por essa ação. O homem não nasce pronto, cada individuo aprende a ser um homem. A noção de desenvolvimento está atrelada a um contínuo de evolução, em que nós caminharíamos ao longo de todo o ciclo vital. Essa evolução, nem sempre linear, se dá em diversos campos da existência, tais como afetivo, cognitivo, social e motor. Este caminhar contínuo não é determinado apenas por processos de maturação biológicos ou genéticos. O meio (e por meio entenda-se algo muito amplo, que

4 envolve cultura, sociedade, práticas e interações) é fator de máxima importância no desenvolvimento humano. (RABELLO; PASSOS, 2011) Dessa forma, a cultura é refletida nas atitudes do ser, e esta aprendizagem cultural se dá de forma contínua, portanto há possibilidade de alterações nas expressões do indivíduo. Todos nós crescemos em uma determinada cultura, o que, com certeza, faz parte do que significa ser uma pessoa não existe ninguém não inserto em alguma cultura [...] Coisa que nenhuma criança nasce sabendo mas as culturas ensinam, contêm respostas a questões básicas como: O que a sociedade valoriza e espera de mim? Quem se parece comigo no convívio com minha família?[...] A cultura, ao influenciar os papéis que somos propensos a assumir, igualmente influencia nosso comportamento. (FRIEDMAN; SCHUSTACK, 2004) As funções psicológicas de uma pessoa se desenvolvem ao longo do tempo e são mediadas pelo fator sociedade, através de símbolos criados pela cultura. A linguagem como instrumento fundamental na constituição do sujeito, representa a cultura e depende da influência social. A linguagem permite ao homem se desligar da experiência direta e garante o nascimento da imaginação. Essa teoria encontra-se tangente à obra O Enfermeiro quando se observa o perfil dos principais personagens do conto. Procópio era um homem paciente e prestativo, enquanto o coronel Felisberto era mandão até mesmo violento. A princípio é feita uma alusão do homem de princípios ligado à igreja e o homem insuportável rodeado de amigos interesseiros. A citação a seguir denota calma e resignação típica de sua personalidade, [...] tendo eu quarenta e dois anos, fiz-me teólogo, - quero dizer, copiava estudos de Teologia de um padre [...] ao que respondi que estaria pelo que fosse de bom grado [..] eu nada sabia do resto do mundo. (ASSIS, 1994) Porém a estória muda de rumo, onde os papéis se invertem, e outras atitudes são mostradas. Procópio passa a responsável de uma atitude desaprovável pela sociedade e o coronel passa a ser bondoso e caridoso. E então a grande crítica do livro é essa ironia, de personalidades duvidosas em decorrência do seu contexto sócio-histórico como responsável pelo indivíduo e suas atitudes ditas tortas. Procópio e Felisberto são personagens que se estabelecem por um evidente antagonismo psicológico e social. Anteriormente à transformação ocorrida, o enfermeiro é um homem livre, mas que não se concebe como um ser econômica e espiritualmente autônomo. Na verdade, Procópio - um copista - encarna um destino

5 sem grandeza, sem anseio por realizar algo, alguém que vivia dos favores de um padre antigo colega de escola, recebendo casa e comida em troca de uma função imitativa, sem criatividade. Discrição, paciência, resignação, servilismo são peculiares a Procópio, que sempre estivera em posição subalterna, quase à margem social e que reúne, portanto, condições adequadas a submeter-se aos desmandos e às humilhações de Felisberto, um homem mimado e caprichoso, oriundo de família aristocrática. O ex-copista reproduz, por assim dizer, a sujeição ao mandonismo, beirando à violência, vigente num país que, em pleno século XIX, supostamente aspira ao progresso e à civilização. Porém, na clandestinidade, o paternalismo social ainda traduz os valores tradicionais da nacionalidade burguesa e determinados pelo capitalismo e liberalismo. Configura-se, desta maneira, a estrutura social assentada nos privilégios e na desigualdade. A luta pelo dinheiro e pela celebridade põe em relevo a ganância do lucro e do ganho desmedidos; o egoísmo; o calculismo; a soberania e o prestígio sociais e a transformação do homem em instrumento do homem. (SCHWARZ, 1989, 1990, 1991, 1992 apud CALLES, 2007). A obra O Enfermeiro sob a ótica da teoria de Skinner Todo comportamento está envolto de um contexto, e dessa forma um toda resposta ao ambiente produzirá também uma conseqüência a si própria. A primeira e mais básica proposição skinneriana que pode ser diretamente relacionada com a concepção de homem é a do conceito de operante. Não deve pairar dúvida sobre a caracterização que Skinner faz desta relação homem-ambiente. Apesar do próprio autor não deixar sempre explícito o significado deste conceito e não se referir a ele sempre do mesmo modo, existem passagens significativamente claras que podem inclusive compensar esta 'oscilação'. Desde o início, Skinner caracteriza o comportamento que compõe a relação operante como aquele que produz conseqüências e, exatamente por isso, tais conseqüências não poderão ser nunca "incidentais" (1935). A importância desta caracterização está no termo produzir, ele indica que o comportamento é indispensável porque ele é que produzirá aquilo que passará a fazer parte de seus determinantes. Dito de outra maneira, a conseqüência depende do comportamento e o determina. (SKINNER< 1935 apud MICHELETTO; SÉRIO, 1993). No conto aqui analisado, há uma série de comportamentos e consequências desencadeadas. Mas voltando-se às principais, que constam no clímax da estória, percebe-se que a resposta de Procópio ao ato violento de Felisberto, gerou uma conseqüência que foi a do recebimento da herança, no sentido de que a recebeu antes do tempo, pois isso também está ligado ao fato de que Felisberto se agradou de seu enfermeiro. Esta consequência, por sua vez,

6 vem afetar a própria resposta de agressão, quando Procópio começa a sentir remorso pelo ato cometido. Assim por uma ironia da sorte, os bens do coronel vinham parar às minhas mãos. Cogitei em recusar a herança. Parecia-me odioso receber um vintém do tal espólio; era pior do que fazer-me esbirro alugado. Pensei nisso três dias, e esbarrava sempre na consideração de que a recusa podia fazer desconfiar alguma cousa. No fim dos três dias, assentei num meio-termo; receberia a herança e dá-la-ia toda, aos bocados e às escondidas. Não era só escrúpulo; era também o modo de resgatar o crime por um ato de virtude; pareceu-me que ficava assim de contas saldas. (ASSIS, 1994) Aparentemente, para os que julgam a teoria skinnneriana, não considerariam os pensamentos oriundos dessa herança odiosa como uma conseqüência, porém, Skinner não negava os pensamentos como componentes do comportamento. Assim o chamando de comportamento encoberto. O papel dos sentimentos e de outros estados subjetivos foram tema de grande parte dos escritos de Skinner. O sentimento é um tipo de ação sensorial, como ver ou ouvir (Skinner, 1982). Discriminar aquilo que sentimos e falar sobre isso (sentimentos) são comportamentos aprendidos, produtos da comunidade verbal que nos ensina a descrever o que fazemos, o que pensamos e o que sentimos (Skinner, 1991). De acordo com o senso comum, o objeto de estudo de Skinner é o comportamento observável, mas, ao contrário dessa crença popular, pensamentos e sentimentos também foram considerados por Skinner que os denominou de comportamentos encobertos. Estes comportamentos continuam sendo estudados e é objeto de muita análise e discussão entre os comportamentalistas. (SKINNER, 1982 apud CARVALHO, 1999). Os comportamentos novos que começamos a aprender surgem a partir de comportamentos que já existem em nosso repertório comportamental. Dessa forma o conto é analisado sob a égide de um forte esquema psicológico. onde devem ser analisados tanto os comportamentos encobertos, quanto os comportamentos de Procópio aos olhos da sociedade, pois esta ao passo que é enganada quanto à morte de Felisberto, é, também, a responsável por reforçar comportamentos inescrupulosos, e assim, por modelar o comportamento que matou o coronel. O ambiente de falsidade perdura desde a morte, passando pelo enterro e chegando ao desfecho, onde mesmo sabendo ser culpado por acelerar o fim da vida de seu paciente, o enfermeiro tenta ficar em paz com a própria consciência, procurando artifícios para convencer a si mesmo de sua inocência. Essa falsidade impregnou-se no contexto social, e entenda por

7 contexto como palavra do dicionário comportamentalista, de modo que esse influenciou fortemente no comportamento de Procópio em esconder-se como assassino e aceitar o papel de bom amigo. Ainda no desfecho da estória, a fala da população enganada para Procópio, foi reforçadora de tal modo, que por fim já não se sentia tão culpado e nem doaria mais a herança, antes odiosa. Entende-se por reforço: [...] é um tipo de conseqüência do comportamento que aumenta a probabilidade de um determinado comportamento voltar a ocorrer. [...] relação entre organismo e seu ambiente, na qual o organismo emite uma resposta (um comportamento) e produz alterações no ambiente. Quando as alterações no ambiente aumentam a probabilidade de o comportamento que as produziu voltar a ocorrer, chamamos tal relação entre organismo e ambiente de contingência de reforço [...] (MOREIRA; MEDEIROS, 2007) Dessa forma entende-se que Procópio poderia até não realizar esse ato criminoso novamente, por diversos motivos maiores, mas o fato de a população enaltecê-lo como profissional e companheiro do coronel o fez repensar na sua condição de modo a ver-se quase como inocente. Receberam-me com parabéns. O vigário disse-me as disposições do testamento, os legados pios, e de caminho ia louvando a mansidão cristã e o zelo com que eu servira ao coronel, que, apesar de áspero e duro, soube ser grato. [...] Estava atordoado. Toda a gente me elogiava a dedicação e a paciência. [...] Durante esse tempo, falava muita vez do coronel. Vinham contar-me cousas dele, mas sem a moderação do padre; eu defendia-o, apontava algumas virtudes, era austero... [...] E referiam-me casos duros, ações perversas, algumas extraordinárias. [...] Eu, a princípio, ia ouvindo cheio de curiosidade; depois, entrou-me no coração um singular prazer, que eu sinceramente buscava expelir. [...] E o prazer íntimo, calado, insidioso, crescia dentro de mim, espécie de tênia moral, que por mais que a arrancasse aos pedaços recompunha-se logo e ia ficando. (ASSIS, 1994) A obra O Enfermeiro de acordo com a teoria de Freud O pensamento freudiano a cerca da formação da subjetividade do indivíduo baseia-se na idéia de um psicológico composto de três estruturas: ego, id e superego. O id foi concebido como um conjunto de conteúdos de natureza pulsional e de ordem inconsciente, constituindo o polo psicobiológico da personalidade. É

8 considerado a reserva inconsciente dos desejos e impulsos de origem genética, voltados para a preservação e propagação da vida. [...] O ego se desenvolve a partir da diferenciação das capacidades psíquicas em contato com a realidade exterior. Sua atividade é, em parte, consciente (percepção e processos intelectuais) e, em parte, pré-consciente e também inconsciente. É regido pelo princípio da realidade, que é o fator que se incumbe do ajustamento ao ambiente e da solução dos conflitos entre o organismo e a realidade. O ego lida com a estimulação que vem tanto da própria mente como do mundo exterior. Desempenha a função de obter controle sobre as exigências das pulsões, decidindo se elas devem ou não ser satisfeitas, adiando essa satisfação para ocasiões e circunstâncias mais favoráveis ou reprimindo parcial ou inteiramente as excitações pulsionais. [...] O superego desenvolve-se a partir do ego, em um período que Freud designa como período de latência, situado entre a infância e o início da adolescência. Nesse período, forma-se nossa personalidade moral e social. O superego atua como um juiz ou um censor relativamente ao ego. Freud vê na consciência moral, na auto-observação, na formação de ideais, funções do superego. Classicamente, o superego constitui-se por interiorização das exigências e das interdições parentais. (LIMA, 2009) Dessa forma, entende-se que Procópio foi induzido pelo Id no momento de estrangular o coronel, de modo que seu ego não ponderou possíveis problemas posteriores. O superego não prevaleceu nesse momento, e isso pode ser visto como um sentimento coletivo de tentar eliminar aquele indivíduo tão grosseiro com todos. Além do ímpeto no momento da ação, existe ainda os mecanismos de defesa, onde pode-se falar em repressão. Repressão seria um processo de expulsão de qualquer ideia, desejo e lembrança inaceitáveis na consciência, possibilitando, operar no inconsciente. Toda a subserviência e passividade de Procópio, e até mesmo o fato de ser copista de um padre aos 42 anos, e só depois a explosão de ódio culminando no assassinato de Felisberto, leva ao pensamento de sentimento reprimido. E posteriormente, outro mecanismo de defesa seria o de negação. A negação recusa em reconhecer um estímulo que provoca ansiedade [...] Conquanto a negação seja observada em adultos, em circunstâncias de extremo estresse, em algumas ocasiões as pessoas podem também distorcer alguns aspectos de dada situação [...]. (FRIEDMAN; SCHUSTACK, 2004) A obra O Enfermeiro e o profissional de enfermagem: um texto envolto de conceitos psicológicos

9 Na estória comentada nesse trabalho, tentou-se analisar sobre o ponto de vista psicológico uma obra que remete ao trabalho do profissional de Enfermagem. O texto não relata muito sobre a profissão em si. As palavras envolvendo esse tema são poucas, porém o que o conto sugere para os enfermeiros e sua profissão é vai além de uma simples interpretação colegial. Na obra o enfermeiro, aquele que teria por função primordial manter o zelo de seu paciente, ironicamente foi o responsável por sua morte. Dessa forma vê-se que seu trabalho não foi executado como deveria, levando em consideração que ele sabia que mesmo sendo um trabalho árduo, jamais poderia tomar tal atitude. O ápice da análise dessa obra sob os olhos do profissional de enfermagem, deve ser quanto as doenças que acometiam Felisberto e, dessa forma, o que acabava por transformá-lo como ser e reagir de forma grosseira com Procópio e outros. Sabe-se que a fisiologia e psicologia estão intrinsecamente ligadas, e que a alteração de uma irá interferir no desempenho da outra. Um problema psicológico pode somatizar e o corpo padecer. Uma moléstia na carne pode ser tão severa ao ponto de desestruturar o psicoemocional do ser. Conclui-se que, apesar das dificuldades de se trabalhar na área, e mesmo com as atitudes que parecem não possuir explicação e merecerem reação punitiva, o profissional de enfermagem deve ser centrado e exercer suas funções de acordo com os preceitos e aquilo que aprendeu na academia. Não só com conhecimentos a respeito do corpo humano, mas também com o entendimento do ser. Só assim é possível um trabalho completo, permeado de humanidade. Referências

10 ANTUNES, B; MOTTA, S. Machado de Assis e a crítica internacional. Ed. Unesp. São Paulo, ARMANGE, Ana Helena Krause. A concepção do conto em Machado, Poe e Tchekhov: diferenças e similitudes. Disponível em <http://www.entrelinhas.unisinos.br/index.php?e=2&s=9&a=>. Acesso em 20 de maio de CALLES, D. C. Uma leitura do conto machadiano pela análise de O enfermeiro. Revista Letra Magna. Revista Eletrônica de divulgação Científica em Língua Portuguesa, Lingüística e Literatura. Ano o4, nº. 6 1º. ISSN São Paulo, CARVALHO, S. G. O lugar dos sentimentos na ciência do comportamento e na terapia comportamental. Psicologia: Teoria e Prática, 1(2) : São Paulo, FRIEDMAN, H. S. SCHUSTACK, M. W. Teorias da Personalidade: Da Teoria Clássica à Pesquisa Moderna. Prentice Hall. 2 ed. São Paulo, LACERDA, M. M. Análise de O enfermeiro, de Machado de Assis. Rio de Janeiro, Disponível em: <http://www.estacio.br/rededeletras/numero9/no_mundo_letras/oenfermeiro.asp>. Acesso em: 20 de maio de LIMA, A. P. O modelo estrutural de Freud e o cérebro: uma proposta de integração entre a psicanálise e a neurofisiologia. Uberlândia, Temas psicológicos. v.1 n.2. ISSN X. Ribeirão Preto, 1993 MOREIRA, M. B.; MEDEIROS, C. A. Princípios básicos de análise do comportamento. Artmed. Porto Alegre, RABELLO, E.; PASSOS, J. S. Vygotsky e o desenvolvimento humano. Rio de Janeiro, Disponível em Acesso em: 20 de maio de SKINNER, B.F. Sobre o Behaviorismo. Cultrix. São Paulo, SCHWARZ, Roberto. Ao Vencedor as Batatas. Duas Cidades - 4ª ed. São Paulo, 1992.

11 SCHWARZ, Roberto. Um Mestre na Periferia do Capitalismo: Machado de Assis. Duas Cidades. São Paulo, SCHWARZ, Roberto. Complexo, Moderno, Nacional e Negativo e Duas Notas sobre Machado de Assis, Que horas são? Cia das Letras. São Paulo, SCHWARZ, Roberto. A Poesia Envenenada de D. Casmurro e Uma Discussão Sobre Um Mestre na Periferia do Capitalismo. Novos Estudos. CEBRAP, n. 29, São Paulo, VENTURA, Mauro de Souza. Moral e sobrevivência no conto de Machado de Assis. Publicação de alunos do IEL/Unicamp, Disponível em: <http://www.unicamp.br/iel/site>, Acesso em: 20 maio de 2014.

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