A FIGURA FEMININA EM CONTOS MARAVILHOSOS DE MARINA COLASANTI

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1 94 A FIGURA FEMININA EM CONTOS MARAVILHOSOS DE MARINA COLASANTI Raphaela Magalhães Portella Henriques Universidade Estadual Paulista Resumo: Entre as vozes que circundam a literatura contemporânea, encontra-se a de Marina Colasanti. A escritora, que oscila sua produção entre contos de fadas, contos rápidos e poesias, tece sua escritura de forma singular no panorama da literatura atual e vem-se destacando por entremear textos que refletem sobre questões que envolvem a relação entre marido e mulher, pai e filho, realidade e sonho, limitação e utopia. O trabalho em questão visa a uma reflexão sobre dois contos A Moça Tecelã e Entre a Espada e a Rosa de forma que possamos entender a construção da problemática pressuposta pelo conflito autoritarismo x submissão em textos repletos de efeitos em cada figura. Palavras-chave: Marina Colasanti; figura feminina; contos. Introdução Este trabalho tem como objetivo analisar dois contos de Marina Colasanti, a fim de conhecer a temática, a estrutura e os recursos utilizados pela autora. O tema esmiuçado será a possibilidade de construção e desconstrução da identidade feminina nos contos de Marina Colasanti. Todos os contos que serão explanados revelam mulheres que tem sua essência destruída e seus valores morais desprezados. São alegóricos, carregados de símbolos que representam ideias abstratas. Na primeira parte do artigo, falaremos da literatura denominada Maravilhoso, pois Marina utiliza esse recurso na construção de algumas de suas narrativas. Essa literatura é a interferência de deuses ou seres sobrenaturais na poesia ou na prosa. É o mundo do Faz de conta, o Irreal, ou Era uma vez. Na segunda parte, analisaremos o conto A moça tecelã, que é permeado pelo gênero maravilhoso. Neste conto, trabalham-se como temas centrais: O choque entre CIVILIZAÇÃO X NATUREZA. A civilização expressa-se pelo Capitalismo selvagem e pelo individualismo; e a natureza, por meio da mulher. A natureza é embasada na teoria de Rousseau que a defende como sendo um espaço não corrompido pelo homem, portanto ideal.

2 Outras abordagens serão: a exploração trabalhista, a submissão, o movimento feminista e interdiscursividade com o conto O fuso, a lançadeira e a agulha, dos Irmãos Grimm. Na terceira parte deste estudo trabalharemos o conto Entre a espada e a rosa. A trama trata da problemática autoritarismo x submissão, mas em uma relação filial. A princesa torna-se guerreira fugindo de um casamento por imposição de seu pai. Aqui, faremos alusão à história da lendária Joana D arc, a menina devota que virou guerreira e lutou por sua pátria. Quanto à escritora, podemos dizer que sua produção é de extrema e única importância para a literatura. Com sua sensibilidade e percepção, consegue atingir crianças, jovens e adultos. Trabalha temas sociais e humanos através dos contos de fadas. Age na imaginação e no inconsciente dos leitores, sempre despertando a consciência, mudando seus paradigmas e visões do mundo. 95 Marina Colasanti e o Maravilhoso: aspectos que delimitam os contos de Marina Colasanti (temas e estilos) Marina Colasanti utiliza elementos que abrangem tanto o público infantil, quanto o público adulto. Tudo o que parece restrito ao universo infantil, na verdade, possui um simbolismo, carregando uma rede de sentidos ocultos, essenciais para a vida da humanidade. Ela faz uso da literatura denominada Maravilhoso. De acordo com Selma Calasans Rodriguez, o Maravilhoso é um termo derivado de Maravilha, que vem do latim Mirabilia. Essa literatura é a interferência de deuses ou seres sobrenaturais na poesia e na prosa (anjos, ninfas, fadas, etc.) (RODRIGUEZ, 1988, p. 54). Nota-se nos contos de Marina Colasanti, como A Moça Tecelã e Entre a Espada e a Rosa, a presença desse universo. Em A Moça Tecelã, o tear capaz de tecer vidas e sonhos, representa o elemento mágico, sendo objeto inerente nos contos de fadas. Em Entre a Espada e a Rosa, a metamorfose que ocorre com a princesa, também é característico nos contos maravilhosos. Colasanti reporta-se a elementos da Idade Média em seus contos, como: castelos, espadas, reis, cavaleiros, guerreiros, couraça, elmo, palácio, entre outros. Esse universo que compõem os contos de fadas é livremente adotado e depreendido, sem causar estranheza. Segundo Freud: Nos contos de fadas, por exemplo, o mundo da realidade é deixado de lado desde o princípio e o sistema animista de crenças é francamente adotado. A realização de desejos, os poderes secretos, a onipotência de pensamentos, a animação de objetos inanimados, todos os elementos tão comuns em histórias de fadas, não podem aqui exercer uma influência estranha [...] (apud RODRIGUEZ, 1988, p. 55). O Maravilhoso representa fenômenos que não obedecem às leis naturais que regem o planeta. Reforçando a ideia de Freud: o Maravilhoso é o mundo do Faz de conta, do Era uma vez. (apud RODRIGUEZ, 1988, p. 56).

3 De acordo com Nelly Novaes Coelho, estudiosa do assunto, o Realismo Mágico ou Maravilhoso, é desde os anos 50 60, uma das correntes mais fecundas da nova literatura, como ela mesma diz: O Maravilhoso, o imaginário, o onírico, o fantástico... deixaram de ser vistos como pura fantasia ou mentira para serem tratados como portas determinadas verdades humanas (COELHO, 1991, p. 9). As narrativas maravilhosas, trazem como conteúdo central a luta do eu, a realização interior profunda, ao nível existencial e a realização exterior, ao nível social. No conto A Moça Tecelã, a personagem é uma heroína, que luta contra um homem dominador e ambicioso. Em Entre a Espada e a Rosa, a princesa, também luta, mas aqui contra a imposição de seu pai, que a condena a um casamento por interesse. Os contos de fadas, com ou sem a presença de fadas desenvolvem-se em um ambiente feérico (reis, rainhas, princesas, bruxas, gigantes, objetos mágicos, metamorfoses, etc.). Trabalham com a problemática existencial, visando a realização do herói ou da heroína, contrapondo a união homemmulher. Tem suas origens séculos antes de Cristo, passando por regiões da Índia, do Egito, pela bíblica palestina do Velho Testamento e a Grécia Clássica; o Império Romano, no Ocidente e ao mesmo tempo na Pérsia, Irã, Turquia e a Arábia, onde haverá ênfase na materialidade sensorial e no erotismo, cocando-se ao espiritualismo celta e bretão. A produção da literatura maravilhosa era anônima e coletiva. O povo a testemunhava. A partir da idade Média, as fontes orientais e célticas foram assimiladas por fontes européias. No século VI, Calila e Dimna, difundiu-se pelo mundo da Antiguidade, era a 1ª coletânea de contos maravilhosos. Os contos de fadas ressaltam a paixão amorosa, como uma de suas problemáticas, revelada como realizadora ou destruidora do ser humano. A Moça Tecelã alegoriza claramente a mulher que vive um relacionamento amoroso destruidor, que a tolhe de sua liberdade e compromete sua identidade. Séculos mais tarde, Charles Perrault, atraído por relatos maravilhosos, dispõe-se a redescobri-los e cria o primeiro núcleo da Literatura Infantil Ocidental. Em plena crise de valores clássicos e aristocráticos na França, Perrault defendia ardorosamente a luta feminista, em defesa dos direitos intelectuais e sentimentais da mulher. Com a publicação de Contos da Mãe Gansa (1697), a personagem que contava histórias para seus filhotes, faz analogia ao costume das mulheres européias, que contavam histórias enquanto fiavam. Aqui, percebemos seu enfoque na figura feminina, visto que o trabalho de fiar é tipicamente feminino, fixa a mulher do ambiente doméstico. Notamos alusão ao conto à Moça Tecelã. Tecer é a metáfora para os processos de criação do universo, em A Moça Tecelã, tudo podia ser tecido, a vida surge no momento em que a moça tece. Seu papel assemelha-se ao de autor, à medida que ela tece, o texto literário aparece. A Moça Tecelã e Entre a Espada e a Rosa, são textos polissêmicos, trabalham com diversas alegorias, 96

4 como: a submissão feminina, o feminismo, o machismo, o egoísmo, o egocentrismo, a opressão, a possessão, a solidão, o capitalismo, entre outras. Todorov, apoiado no livro Argus Fletcher Allegory, define alegoria como: Expressão que diz uma coisa e significa outra (apud RODRIGUEZ, 1988, p. 57). A alegoria moderna permite uma pluralidade de interpretações, em diferentes níveis: existencial, político, etc. Os contos de Colasanti possuem significados nos dois níveis: o denominativo e o conotativo. Em seu sentido figurado, o entendimento pode variar de leitor para leitor. Marina Colasanti predomina em seus textos um narrador em 3ª pessoa, espécie de narrador câmera, aquele que confunde-se com o autor, possuindo onisciência dos fatos narrados. Sua linguagem e conteúdo são sofisticados, altamente poéticos, exprimindo a sugestão, a qual já é uma alegoria. Utiliza expressões requintadas, jogos de palavras, metáforas, efeitos sonoros, multiplicidade de sentidos... Possui desfechos surpreendentes ou em aberto, de maneira que possa estimular a reflexão do leitor. A Moça Tecelã e a princesa de Entre a Espada e a Rosa, são personagens que trazem a inovação total, rompem com a tradição. A primeira rompe com o casamento em moldes patriarcais, tocando no que diz respeito à constituição da família. A segunda rompe com o estereótipo que cabe a mulher na sociedade tradicional, sua função, seu lugar no meio social. A Moça Tecelã é um ser híbrido, dividido entre dois mundos: a natureza e a civilização. A princesa, um ser híbrido entre a consciência de ser homem e ser mulher ao mesmo tempo. As personagens, de Marina, fazem uma reavaliação acerca dos papéis do homem e da mulher, atualizando para o mundo presente, criações antigas. A Moça Tecelã faz interface com mitos e contos folclóricos, como: Penélope, The Lady of Shallott, As 3 moiras ou parcas, Pigmaleão, Eros e Psiqué, A Noiva de verdade, Mãe Hilda, O Fuso, a Lançadeira e a Agulha, A Mulher do Pescador, etc. O conto Entre a Espada e a Rosa, faz alusão à lendária Joana D arc, A Guerreira Mulan, A Lenda da Moça Guerreira, Romancinho Romanceiro, entre outros. 97 A independência feminina em A moça Tecelã A moça tecelã remete-nos à lembrança da busca igualdade social entre homens e mulheres, marcada por fortes movimentos de reivindicação política, trabalhista, greves, passeatas e perseguição policial. É o surgimento da Independência feminina a partir da década de 60. O feminismo dos anos 60 e 70 vieram abalar a hierarquia de gênero dentro da esquerda. A luta das mulheres contra a ditadura de 1964 uniu provisoriamente as feministas e as que autodenominavam membros do movimento de mulheres. Havia uma data: 8 de março, comemoração esta ocorrida

5 através da luta pelo retorno da democracia, de denúncias sobre pressões arbitrárias, desaparecimentos políticos. A consagração do direito de manifestação pública veio com o apoio internacional a ONU (Organização das Nações Unidas), que instituiu em 1975, 8 de março, como O Dia Internacional da Mulher. Este dia passou a ser associado a um incêndio que ocorreu em Nova Iorque em No século XIX e no início do século XX, nos países em que se industrializava, o trabalho da tecelagem era realizado por homens, mulheres e crianças, em jornadas de 12 a 14 horas, em semanas de seis dias inteiros e frequentemente incluindo as manhãs de domingo. Fato este que se relaciona com o trabalho contínuo da moça tecelã na execução do que lhe era imposto por seu marido, o trabalho de tecer com imposição a levava à tristeza, como mostra no texto ( Tecia e entristecia ). Os salários eram de fome, havia terríveis condições nos locais da produção e os proprietários tratavam as reivindicações dos trabalhadores como uma afronta, operárias e operários considerados como as classes perigosas. Sucediam-se as manifestações dos trabalhadores por melhores salários, pela redução das jornadas e pela proibição do trabalho infantil. Pouco tinha sido alterado, sobretudo nas fábricas de pequeno e médio porte, e os movimentos reivindicatórios retornaram. A reação dos empresários repetia-se: portas fechadas durante o expediente; relógios cobertos; controle total; baixíssimos salários e longas jornadas de trabalhos. Este acontecimento também se relaciona com o conto A moça tecelã, o marido a mantém em total controle, escondendo a máquina de tear: [...] E entre tantos cômodos, o marido escolheu para ela e seu tear o mais alto da mais alta torre (COLASSANTI, 1999, p. 13). O dia 25 de março de 1911 era um sábado, e às 5 horas da tarde, quando todos trabalhavam, houve um grande incêndio, na Triangle Shirtwaist Company, que se localizava na esquina da rua Green com o Washington Place. A Triangle ocupava os três últimos de um prédio de dez andares. O chão e as divisórias eram de madeira, havia grande quantidade de tecidos e retalhos e a instalação elétrica era precária. Na hora do incêndio, algumas portas da fábrica estavam fechadas. Tudo contribuía para que o fogo se propagasse rapidamente. A Triangle empregava 600 trabalhadores e trabalhadoras, a maioria mulheres imigrantes, judias e italianas, jovens de 13 a 23 anos. Fugindo do fogo, parte das trabalhadoras conseguiu alcançar as escadas, desceu para as ruas ou subiu para o telhado. Outras desceram pelo elevador, mas a fumaça e o fogo se expandiram e trabalhadores/as pularam pelas janelas, para a morte. Outras morreram nas próprias máquinas. O Forward publicou terríveis depoimentos de testemunhas e muitas fotos. Morreram 146 pessoas, 125 mulheres e 21 homens, a maioria judeus. A comoção foi imensa. No dia 5 de abril houve um grande funeral coletivo que se transformou numa demonstração trabalhadora. Atualmente, no local onde se deu o incêndio, está construída a Universidade de Nova Iorque. Uma placa lembrando o terrível episódio foi lá colocada pela International Ladies Grament Workes Union (ILGWU). Assim dizia a placa: Neste lugar, em 25 de março de 1911, 146 trabalhadores perderam suas vidas no incêndio da Companhia de blusas Triangle. Deste martírio resultaram novos conceitos de 98

6 responsabilidade social e legislação do trabalho que ajudaram a tornar as condições de trabalho as melhores do muno (ILGWU, 1911). Em 8 de março de 1917, trabalhadoras russas do setor de tecelagem entraram em greve e pediram apoio aos metalúrgicos. Na década de 60, o 8 de março foi sendo escolhido como o dia comemorativo da mulher e se consagrou nas décadas seguintes. O feminismo foi responsável por várias mudanças nas sociedades ocidentais, como: O direito ao voto (para as mulheres); Crescimento das oportunidades de trabalho para mulheres e salários iguais ou próximos aos dos homens; Direito o divórcio; Controlo sobre o próprio corpo em questões de saúde, inclusive quanto ao uso de preservativos e ao aborto. Em alguns relacionamentos, houve uma mudança sensível na relação entre o homem e a mulher. Em A moça tecelã, é interessante ressaltar que a tecedura do marido dá-se de cima para baixo: chapéu, rosto, corpo e sapato; termina a seus pés, mostrando sua condição submissa. No momento de destecê-lo há uma inversão, ela inicia de baixo para cima, começa pelos pés e termina em seu chapéu, mostrando sua nova condição de mulher independente. Em alguns momentos específicos, como na primeira e segunda Guerra Mundial, foi necessária a presença da mulher na esfera do trabalho, mas ainda por necessidades econômicas encontradas no momento, posteriormente a mulher passa a absorver de maneira mais homogenia as necessidades do mercado de trabalho. A mulher é sobrecarregada pela tripla jornada de trabalho: o trabalho doméstico, o trabalho formal e remunerado e o papel de cuidar dos filhos. Essa nova condição coloca para os relacionamentos tradicionais entre homens e mulheres um questionamento quanto à divisão de funções entre ambos, já que a mulher ocupa também o lugar de provedora. Logo a lutas das mulheres por creches, como direito de toda criança a ser garantido pelo estado, passa a fazer parte também da luta feminista. No conto A moça tecelã, o sonho de construir uma família e ter filhos foi logo anulado pelo marido, pois a sua intenção era somente a de acumular bens, sendo assim, sua atitude para com a moça não era de afeição, e sim de exploração. Ao que notamos no conto, permeia uma relação entre o real e o ficcional, em seu desfecho ficou clara a independência e a liberdade da moça: ter-se a si própria, porque até então ela pertencia ao marido e às suas vontades capitalistas. Ela não tinha autonomia, vontade própria, mas após enxergar a ganância, a hipocrisia do homem capitalista, predador de si mesmo e destruidor da natureza, pôde perceber ao seu tempo que não era o que buscava, e com isso libertar-se desse mal. 99

7 100 Tecelãs do fio da vida O conto A moça tecelã faz interdiscursividade com o conto O fuso, a lançadeira e a agulha dos Irmãos Grimm, publicado em 1961, no livro Contos e Lendas. Este conto de fadas traz a história de uma moça humilde que após perder os pais é criada pela madrinha. Quando a jovem completa 15 anos, a madrinha adoece e após sua morte deixa para a menina a casinha em que viviam, o fuso, a lançadeira e a agulha; de modo que ela pudesse ganhar seu sustento através da tecelagem. A menina e moça tecelã vivem em seus ambientes ideais, em contato com a natureza, conciliam equilíbrio, simplicidade e preocupação com a essência. Esses espaços naturais, que se desenrolam as narrativas, revelam que a adesão ao primitivismo, é a única maneira de alcançar a plenitude. O que realmente preenche as lacunas do ser humano não está em contato com a civilização ou com os bens materiais, mas no estilo de vida campestre, pois o príncipe de O fuso, a lançadeira e a agulha, demonstra um apego ao interior das pessoas, quando diz, buscai a moça que fosse a mais rica, em sentimentos e a mais pobre em desprendimento da ambição. O tear mágico, em ambas as histórias, é o veículo essencial para a realização de desejos. Através dele as moças realizam o sonho de encontrar um companheiro, bem como ele dá sentido às suas vidas, o tear é o potencial criativo da arte, remete a vida subjetiva. Nele, as moças realizam-se como artistas, são personagens divinizadas, é atribuído a elas um papel semelhante ao de próprio Deus, criador do universo, criador da arte. Podem ser comparadas às deusas-mãe, ligadas ao surgimento, à procriação, entidades cosmológicas, criaturas que revelam a valorização/idealização da mulher. [...] Linha clara, para começar o dia. Delicado traço cor da luz, que ela ia passando entre os fios estendidos, enquanto lá fora a claridade da manhã desenhava o horizonte (COLASANTI, 1999, p. 10). Em A moça tecelã, o sonho do marido ideal é anulado, ao perceber que ele era um capitalista, destruidor do universo, ambicioso e dominador. Vejamos: [...] E feliz, durante algum tempo. Mas se o homem tinha pensado em filhos, logo os esqueceu. Porque, descoberto o poder do tear, em nada mais pensou a não ser nas coisas todas que ele poderia lhe dar [...] (COLASANTI, 1999, p. 12). Em O fuso, a lançadeira e a agulha, a personagem, graças aos três objetos mágicos, consegue casar-se com o príncipe. Figura que, embora possua características medievais, como o marido da tecelã, representa um homem com um nobre caráter. [...] Fuso, meu fuso, anda apressado, traze para casa o bem amado... [...] tece, minha lançadeira, a roupa fininha, e traze meu bem amado a esta casinha...[...] Agulha linda agulinha, arruma a casinha [...] (GRIMM, 1961, p ). Tanto em A moça tecelã, como em O fuso, a lançadeira e a agulha, percebemos forte dimensão poética, produções engenhosamente artesanais, palavras que se juntam como linhas, formando o grande tecido que é o universo do texto literário.

8 101 Recursos de linguagem A autora faz uso do gênero Maravilhoso, implicitando nesse universo à parte temas próprios da vida humana, com um lirismo sugestivo, uma linguagem que atua sobre o leitor, sendo ela própria alegórica. A personificação inicia o texto representando o ambiente em que a moça vivia. É atribuído vida à natureza. Seres inanimados como sol, chuva, vento, frio, etc., tornam-se animados, ressaltando assim a união que há entre a moça e a natureza. À medida em que a moça tece, a natureza vai aparecendo e o texto surgindo. Bastava colocar uma linha clara no tear para que o dia nascesse, e assim sucessivamente. Há também paralelismo no trecho: Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer. Essa repetição da mesma ideia mostra que a personagem vivia em seu mundo ideal, fazendo de fato aquilo que desejava. No decorrer do texto, a contrariedade é marcada pela conjunção adversativa mas. Essa conjunção traz consigo a ideia de contradição, revelando que seu mundo ideal entrará em choque ao compactar com a civilização. Compreende-se à figura do marido (que representa a civilização) uma imagem medieval percebida através de suas características, como: chapéu emplumado, rosto barbado, corpo aprumado e sapato engraxado. A presença de castelos, cavalos, torres, criados, representam o espaço também medieval. Marina utiliza termos imperativos, como Exigiu e Ordenou, que exprimem assim a personalidade autoritária do marido. Outra figura utilizada é o polissíndeto, a repetição da conjunção aditiva e, que exprime o quanto o trabalho de tecer da personagem era incansável e obrigatório: [...] tecendo tetos e portas, e pátios e escadas, e salas e poços. O texto é amplamente metafórico e alegórico, sua linguagem altamente poética sugere temas da vida real. Quanto às aliterações, notamos predominância no fonema /s/, que sugere sonho e musicalidade ao texto: Acordava ainda no escuro, como se ouvisse o sol chegando atrás das beiradas da noite. E logo sentava-se ao tear. Outra aliteração que notamos é com o fonema /L/, que nos remete ao universo feminino e delicado, causando uma sensação de leveza ao conto: Depois lãs mais vivas, quentes lãs iam tecendo hora a hora, em longo tapete que nunca acabava. Há também aliteração em T com o propósito de expressar atividade da moça como por exemplo: Tecer era tudo que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer.

9 102 Tecia e entristecia. Finalizando, podemos notar uma repetição nos adjetivos que se referem à figura do marido, todos com terminação em -ado, expressando assim a completude e a perfeição desse homem idealizado pela moça. Chapéu emplumado, rosto barbado, corpo aprumado, sapato engraxado. A imposição masculina em Entre a espada e a rosa : a princesa guerreira e a guerreira Joana D arc Em Entre a espada e a rosa a heroína assemelha-se à Joana D arc. Em 1412, a guerra entre Inglaterra e França abrandou-se, porém na França iniciaram-se guerras civis, no momento em que Joana D arc nasceu. No ano seguinte, sob o comando do rei Carlos VI iniciou-se a guerra com a Inglaterra, após o desembarque do Henrique V, da Inglaterra, esse embate ficou conhecido como: Guerra dos Cem Anos. Joana nasceu na aldeia de Domrémy, filha de camponeses, que viviam em grande dificuldade. A família era composta por seus pais: Jacques D arc e sua mãe Isabelle Romée, costureira, com quem Joana aprendeu a costurar e fiar. D arc era analfabeta e caracterizava-se por sua extrema devoção. Religiosa ao máximo, dedicava sua infância e adolescência à prática das orações, era vista em capelas em estado de meditação e introspecção. Já contava treze anos, quando sentada em uma árvore recebeu a visita de alguns anjos, entre eles, o anjo Miguel. O anjo anunciou que mais tarde, Santa Catarina e Santa Margarida viriam ao seu encontro para que se cumprisse a vontade de Deus. A partir daí era constante a visita de seus santos protetores. Nessa época, os ingleses e borgonheses tomaram todo o território francês, inclusive o vilarejo onde Joana morava. O anjo Miguel apareceu a ela e, de forma enérgica, ordenou que fosse ao reino da França e lutasse contra os borgonheses. Joana não acreditou, relutou a princípio, pois era inculta, ignorante e não sabia lutar. Sendo assim, desprezou a vista do anjo e resolveu que seria uma camponesa comum, casandose e construindo família. A situação agravou-se, a França estava alarmada e seu território invadido e destruído pelos vândalos. Nesse instante, as vozes voltaram para Joana mais imperativas. Diziam, agora, que ela deveria procurar o senhor Roberto de Baudricourt, capitão militar da cidade. Ela o procurou e disse que faria o possível para que o delfim assumisse o reinado e governasse a França. O militar, assim como todos, zombaram de sua audácia. Em Entre a espada e a rosa, a personagem (princesa) para livrar-se de um casamento por interesse arranjado por imposição de seu pai, entra em desespero e implora mentalmente uma forma de escapar desse domínio, sendo assim, inexplicavelmente ao acordar, seu rosto está coberto por uma barba rubra. O pai envergonhado, expulsa a princesa do castelo, ela por sua vez, sai em busca de sua

10 sobrevivência, mas encontra dificuldades, pois as pessoas discriminam-na. Como dar trabalho feminino a uma mulher barbada? E como dar trabalho masculino a um rosto barbado num corpo de mulher? Isso remete-nos ao preconceito que Joana D arc sofreu quando resolveu tornar-se guerreira, ainda mais, por dizer que sua missão era um chamado Divino. Joana voltou envergonhada à sua casa, mas as vozes não pararam, e pela insistência, ela foi diversas vezes ao encontro do capitão, que impressionado com a sua tenacidade, ordenou que lhe dessem um cavalo, uma veste de soldado, uma espada e alguns militares como escolta. Aqui, percebemos a interdiscursividade que há entre o conto de Colasanti e a história de Joana D arc. A princesa, após suas tentativas frustradas de inserção na sociedade, resolve assumir sua nova aparência, tornando-se guerreira. 103 [...] então, sem mais nada a pedir, a princesa vendeu suas jóias para um armeiro, em troca de uma couraça, uma espada e um elmo. E, tirando do dedo o anel que havia sido de sua mãe, vendeu-o para um mercador, em troca de um cavalo (COLASANTI, 1999, p. 56). Joana começou seus combates, sempre dizendo ser enviada por Deus, com a missão de coroar o delfim ao reino da França. O rei deu-lhe um uniforme de chefe, o comando do exército, consagrou-se na ordem da cavalaria, cedendo-lhe uma armadura e a autoridade sobre os homens. Em Entre a espada e a rosa, a princesa, agora, havia incorporado seu novo aspecto físico. A barba simboliza a masculinidade, nesse contexto iguala-se a relação homem versus mulher. A princesa munida de uma característica masculina, luta por sua pátria, revelando que a essência sobrepõe a aparência. [...] Agora, debaixo da couraça, ninguém veria seu corpo, debaixo do elmo, ninguém veria sua barba, montada a cavalo, espada em punho, não seria mais homem, nem mulher. Seria guerreiro (COLASANTI, 1999, p. 56). Joana D arc teve a incumbência de treinar os soldados, o que fez de maneira peculiar, proibindo-os de roubar, blasfemar e aproximar-se de prostitutas, exigindo que fossem à missa todos os domingos e se confessassem. Exuberante com sua armadura e seus soldados, montadas em seu cavalo branco, comandava tropas. Orléans, estava sitiada pelo exército inglês,que construíra doze baluartes a sua volta, um deles, o forte de Les Tourelles estava protegido por uma muralha de pedra de nove metros de altura, com reforços de poderosas torres. Joana tinha como estratégia atacar as torres inglesas, a partir das duas menores, a primeira Saint Jean Le Blanc, o ataque foi impetuoso e os ingleses saíram atemorizados. A segunda foi Les Augustins, que em pouco tempo foi tomada, os inimigos bateram em retirada, mas o pior ainda estava por vir, faltava o forte de Les Tourelles, os comandantes estavam fracos, recusavam-se a lutar, Joana foi implacável, eles não poderiam esmorecer. Nesse tempo, os ingleses convocaram reuniões, esquematizando uma forma de exterminar os franceses. Em sete de maio de 1429, Joana levantou-se de madrugada e teve uma forte inspiração, convocou o

11 exército e se pôs no comando dos homens. Partiram para Les Tourelles, atacando com tanta violência que os ingleses começaram a recuar. D arc caiu atingida por uma flecha, as pessoas gritavam A santa morreu, mas Joana levantou e retirou a flecha com as próprias mãos. Os ingleses fugiram, o povo atribuiu feições de milagre ao acontecido. Orléans estava livre de invasores. A França conseguiu grandes vitórias em pouco mais de uma semana. Os franceses capturaram dois dos melhores capitães ingleses, o conde Suffolk e o Lord Talbot. Joana ouvia as vozes divinas dizendo que o rei Carlos deveria ser coroado. Na França, além de Carlos, seu primo Filipe disputava a coroação, mas a simpatia do povo voltava-se para o primeiro. Em quinze de julho, Joana D arc e Carlos encontraram-se em Reims, iniciando a cerimônia de coroação. O território francês estava livre dos ingleses, contudo ainda havia os borguinhões, partidários do duque de Borgonha. O novo rei não era belicoso, optou por negociar com os borguinhões, mostrando-se indiferente aos problemas e desprezando a conquista de reunificação da França, conquista essa defendida por Joana. Ela, por sua vez, não desistiu, continuou a campanha de reconquista da cidade, mesmo com poucos recursos e sem o apoio do rei. Obteve vitória sobre vitória. A princesa do conto tornou-se também um guerreiro respeitado e destemido. 104 [...] E guerreiro valente tornou-se, à medida que servia aos senhores do castelo e aprendia a manejar as armas. Em breve, não havia quem a superasse nos torneios, nem a vencesse nas batalhas. A fama de sua coragem espalhava-se por toda parte e precedia. Já ninguém recusava seus serviços. A couraça falava mais que o nome (COLASANTI, 1999, p. 56). As vozes divinas diziam à Joana D arc que sua prisão aconteceria antes de 24 de Julho. De fato, Joana foi presa e além dos ingleses, a Inquisição desejava a sua condenação, por ouvir vozes e vestir-se como um homem. Ela era considerada bruxa, adepta ao diabo. O rei Carlos VII não se pronunciou para libertá-la. D arc contava com muitos inimigos: o rei Carlos, os ingleses, o duque de Borgonha e a igreja. Ela tentou suicídio atirando-se do alto da torre que estava enclausurada, mas não conseguiu. Seu primeiro julgamento deu-se em 21 de fevereiro de 1431, foi considerada herege, por vestir roupas masculinas, transportada a uma câmara de tortura com máquinas capazes de quebrar ossos, esticar membros, queimar a carne, extrair unhas, entre outros instrumentos tenebrosos. O interrogatório tinha a intenção de fazê-la desistir de suas ideias. Em 24 de maio de 1431, quase um ano após sua prisão, Joana ainda estava firme em suas convicções. A inquisição dizia que se ela reconsiderasse suas ideias, seria salva da incineração. Ela assustada assinou uma carta de retratação, propondo-se a abandonar as roupas masculinas e negando ouvir as vozes divinas, aceitando por fim, a prisão perpétua. Na verdade, Joana foi vendida aos ingleses pelo bispo, pela quantia de dez mil francos. Os ingleses impuseram a condição de que a igreja se encarregasse do julgamento.

12 Ela desconhecia assuntos políticos e espantava-se, pois pensava ser vítima da perseguição de Carlos VII. Percebendo-se traída, veste novamente suas roupas de guerreiro e diz ao bispo que sua retratação era falsa. Em 30 de maio de 1431, raparam-lhe a cabeça e colocaram-lhe uma carapuça onde lia-se: Herege, pecadora, apóstata, idólatra. Na plataforma em que ela subiu para ouvir a sentença estava escrito: Joana, denominada a Donzela, Mentirosa, Perniciosa, Sedutora do povo, Adivinhadora, Supersticiosa, Infiel à Lei de Jesus Cristo. (CHALITA, 2005, p. 50). Joana rezou por meia hora, a fogueira acendeu, ela chamou por Jesus até emudecer, consumando sua morte. Finalmente, um outro julgamento ocorreu em 1455, foram ouvidos parentes, testemunhas e soldados, e em 1456, Joana D arc foi inocentada pelo papa. Em 1920, cinco séculos mais tarde, Joana foi canonizada. De acordo com o inglês Winston Churchill Joana foi uma pessoa tão acima da maioria dos homens, que em mil anos não se encontra outra igual (apud CHALITA, 2007, p. 54). Em Entre a espada e a rosa, a princesa fiel ao rei, o qual prestava serviços, apaixona-se por ele, que por sua vez, corresponde a esse amor, mesmo nunca vendo seu rosto, coberto pelo elmo. É colocada à prova sendo obrigada a revelar sua identidade, caso contrário seria expulsa do castelo em cinco dias. Desesperada, ordena mentalmente uma forma de livrar-se de sua condição masculina, ao acordar, seu rosto está coberto de botões de rosas vermelhas, representando o resgate de sua feminilidade e fragilidade, visto que a rosa é um elemento tipicamente feminino. Quando foi ao encontro do rei, as rosas já haviam murchado e desaparecido, devolvendo além de seu aspecto físico, sua identidade. O conto possui um desfecho igual ao de Joana D arc, ambas conseguem atingir seus objetivos. Joana, mesmo após sua morte, conquista a sua inocência e a princesa alcança a sua autonomia, bem como a liberdade de escolher o seu relacionamento amoroso. Diferente mulheres, mas iguais na busca e defesa por seus ideais. 105 Conclusão O objetivo desse trabalho foi expandir o universo Maria Colasanti. A escritora que vem se singularizando na literatura brasileira, das últimas décadas. Consolida-se através de uma linguagem altamente literária, seja em narrativas alegóricas, como é o caso da pesquisa proposta, ou não. Analisar os contos de Colasanti é uma forma considerável de chegar a conclusões importantes a respeito do olhar da escritora sobre a condição da mulher ao longo do tempo. Por meio de suas figuras de efeito nos elevamos às viagens diversas que resolvem uma visão crítica, ultrapassando a própria condição feminina e tocando em assuntos referentes ao capitalismo, à ambição e ao autoritarismo, assuntos tão reais que formam narrativas de cunho verídico, inerentes à

13 106 realidade prosaica. A mulher é o centro dessa cosmogonia, seja: esposa, filha, tecelã, guerreira ou princesa. Essa generalização acaba tornando-se à história individual de todas as mulheres. Essa pesquisa tem uma forte contribuição para a literatura, colabora explorando as riquezas dos contos de fadas, textos, a princípio, endereçados às crianças e considerados por muitos, subgêneros da arte literária, mas que possuem a chave para os conflitos interiores de cada um de nós e a forma de superá-los, adentrando no mundo de nosso inconsciente. Referências: CHALITA, G. Joana D arc, guerreira e santa. In: Mulheres que mudaram o mundo. São Paulo. Companhia Editora Nacional, 2007, p COELHO, N. N. O conto de fadas. São Paulo: Editora Ática, COLASANTI, M. A moça tecelã: In: Doze reis e a moça no labirinto do vento. São Paulo: Editora Global, p COLASANTI, M. Entre a espada e a rosa: In: Um espinho de marfim e outras histórias. Porto Alegre: L&PM, p GRIMM, Irmãos. O fuso, a lançadeira e a agulha. In: Contos e lendas. Trad. Iside M. Bonini. São Paulo: Edigraf, 1961, p RODRIGUEZ, C. S. O fantástico. São Paulo: Ática, 1988.

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