ANÁLISE DISCURSIVA DE UM CONTO DE SIMÕES LOPES NETO

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1 Anais do 5º Encontro do Celsul, Curitiba-PR, 2003 ( ) ANÁLISE DISCURSIVA DE UM CONTO DE SIMÕES LOPES NETO Oscar Luiz BRISOLARA (UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS) ABSTRACT: This work analyses the short story Melancia Coco Verde, from João Simões Lopes Neto under the light of de French orientated discourse analysis. The objective is the search for the imaginary of the inhabitant of the extreme south of RS, of the primitive predator present in the short stories KEYWORDS: discourse analysis; imaginary; predator. Neste trabalho, faço uma análise discursiva do conto Melancia Coco Verde de João Simões Lopes Neto. Para tanto, valho-me do referencial teórico da Análise de Discurso de orientação francesa. Busco também apoio no conceito de analogia proposto pela neo-escolástica. Da Análise de Discurso, tomo o conceito de heterogeneidade, ou seja, de que o outro está sempre presente no discurso: esse outro de outros tempos e de outros lugares. Ora, os contos de Simões Lopes tem origem numa antiga tradição oral, o que permite rastrear esse outro do passado que está presente no imaginário de nossa população, influenciado o modo de ver o mundo e de agir. Da neo-escolástica, tomo o conceito de equívoco que faz parte da analogia proposta por essa corrente filosófica. O equívoco permite que os diferentes sejam vistos como diferentes num mesmo conjunto. Assim, não é o sujeito que se explica a si mesmo, nem o predicado que o explica, mas os dois tomam sentido na sentença. E desse modo sucessivamente, a sentença toma sentido no texto, o texto no discurso e o discurso na cultura. A essa dimensão, a neo-escolástica denomina de transcendência. Com a finalidade de identificar o imaginário do habitante de Pelotas, tomo o predador primitivo, que se estabeleceu nesta região, caçador de um gado que existia no local, ou seja, o discurso dele presente nos contos do autor pelotense, essa heterogeneidade que marca o presente. Ao mesmo tempo, valho-me da polissemia desse discurso captada pelo equívoco que a analogia da neo-escolástica proporciona. O conto que passo a analisar trata de um casal de namorados. Ela, sia Talapa, é obrigada pelo pai a casar com um primo (um ilhéu, mui comedor de verduras); ele, o cadete Costinha, em pleno campo de batalha, sem poder fugir à luta com os castelhanos, manda um recado à namorada solicitando que o aguarde. Então, graças à adoção de apelidos secretos Melancia, ela; Coco Verde, ele - e a intervenção oportuna e astuciosa de Reduzo, amigo do cadete, a história acaba bem. Neste conto, aparecem mais claramente os traços que busco, ou seja, a classificação das atividades humanas em mais dignas e menos dignas, como propõe Macedo em um de seus artigos. As atividades menos dignas são atribuídas ao ilhéu que nem sequer tem identidade: é simplesmente o ilhéu. Não é gaúcho típico, retrata os açorianos, moradores das primeiras povoações urbanas do Sul. Relato a seguir os traços que lhe são atribuídos: (...) tinha um negócio na Vila. Esse tal era um ilhéu, mui comedor de verduras, que para montar a cavalo havia de ser em petiço e isso mesmo o petiço havia de ser podre de manso... e até maceta e (...) e nambi (...) e porongudo.!...(lopes NETO, 2000, p. 105). E mais adiante segue a descrição do ilhéu: (...)casar uma brasileira mimosa com um pé-de-chumbo, como aquele desgraçado daquele ilhéu (...) só porque ele tinha um bolicho em ponto grande!...(lopes NETO, 2000, p. 105). Prossegue o narrador: O ilhéu às vezes vinha à estância do tio, em carretinha (...) veja, carretinha, diante da moça!... Era só cama com lençóis de crivo, para o primo; fazia-se sopa de verdura para o meco; e até bacalhau aparecia, só para ele!... Que isto das nossas comidas, um churrasco escorrendo sangue e gordura e salmoura (...) uma tripa grossa assada nas brasas (...) uma cabeça de vaquilhona (...) uma paleta de ovelha; o mogango e cangica e coalhada (...) e uns beijus e umas manapanças (...) e um trago de cana e um chimarrão por cima (...) e para rebater tudo, umas tragadas dum baio, de um naco bem cochado e

2 1160 ANÁLISE DISCURSIVA DE UM CONTO DE SIMÕES LOPES NETO forte (...) tudo isso, que é do bom e do melhor, para o ilhéu não valia nem um sabugo!...(lopes NETO, 2000, p. 106). Primeiramente, o autor estabelece a oposição entre o homem da cidade e o homem do campo. Vila equivale a modificador adjetival com força de citadino. Nesse tempo não havia ainda a cidade, eram apenas os vilarejos, os primeiros aglomerados humanos. O modificador ilhéu, embora substantivado pelo determinante o, tem clara força de determinante do sujeito cujo nome sequer é citado. Prossegue o narrador caracterizando-o como comedor de verduras, modificador intensificado pelo modificador adverbial mui. O que permite identificar a expressão como modificador é a possibilidade de semanticamente equivaler a delicado. Esse sujeito é um açoriano, pela formação étnica do Rio Grande do Sul. Outros elementos com força de modificadores aparecem nas expressões que se referem à montaria: para montar a cavalo havia de ser em petiço e isso mesmo o petiço havia de ser podre de manso... e até maceta... e nambi... e porongudo. Petiço é um tipo de montaria pequena, hiperbolizado pelo modificador podre de manso, chegando quase ao nível da pilhéria com os modificadores maceta e nambi, que significam respectivamente manco e de orelhas caídas, quase um jumento. Porongudo é modificador adjetival que significa gordo, barrigudo: modificadores que dão ao animal traços de lentidão e morosidade. Esses traços atribuídos à besta recaem também sobre o cavaleiro: montador de animal desse tipo equivale a péssimo cavaleiro, caso contrário, escolheria um animal forte, veloz, ágil. A força de modificador adjetival provém da possibilidade de substituírem-se todos esses caracterizadores por adjetivos como inábil, desajeitado. A oposição que se segue entre a moça e o ilhéu degrada mais ainda a imagem dele: (...)casar-se uma brasileira mimosa com um pé-de-chumbo, como aquele desgraçado daquele ilhéu (...) só porque ele tinha um bolicho em ponto grande!...a indignação do narrador é marcada por pé-de-chumbo, modificador que significa mau ginete, e pelo modificador adjetival desgraçado que parece ter mais força de sem graça do que de infeliz, desaventurado, como quer o dicionário. Todos esses modificadores são intensificados pelos acentos exclamativos que aparecem no final de cada seqüência. A expressão só porque ele tinha um bolicho em ponto grande caracteriza a família da moça como interesseira. Prossegue a caricaturização do ilhéu conforme a narrativa: Vinha à estância (...), em carretinha(...) veja, carretinha, diante da moça!... O fato de não montar nem mesmo em cavalo manso, vir à estância em carretinha e aparecer diante da moça nessa situação, vale dizer ridículo e sem vergonha de tal proceder, até mesmo sem consciência de seu papel risível. A personagem fica ainda mais ridícula quando é colocada em oposição aos homens do campo, marcada pelas comidas típicas. Enquanto o modificador depreciativo meco, equivalente a sujeitinho, é atribuído ao açoriano citadino, e sua alimentação é sopa de verdura e bacalhau; os fazendeiros e peões, apagadas as suas diferenças sociais, comem churrasco escorrendo sangue e gordura e salmoura (...) tripa grossa assada nas brasas (...) cabeça de vaquilhona (...) paleta de ovelha (...) mogango e canjiga e coalhada (...) por sobremesa beijus e manapanças. Por fim, cachaça e cigarro forte, intensificados pelos modificadores do bom e do melhor. Esse tipo de alimento funciona como modificador no sentido de que são machões, comem alimentos fortes, sobremesas simples e bebem cachaça, bebida forte que intensifica o machismo de seu caráter, superintensificados pelo hábito de fumar cigarros rústicos e fumo picante. Em oposição, o açoriano é delicado, come sopa e bacalhau. Esse traço de delicadeza é estigmatizado pelos habitantes típicos da terra. Ser gaúcho é ser estóico, enfrentar com frieza as durezas da vida. O herói que o narrador vai opor ao anti-herói açoriano é o cadete Costinha, filho de estancieiros, a um tempo jovem e valente. O narrador marca-o com traços semânticos que se opõem aos do primeiro. Costinha havia recebido a notícia de que sua pretendente iria casar-se em poucos dias com o primo ilhéu. Seu primeiro impulso foi desertar e, com o peão Reduzo, voltar para casa e impedir que o ato se consumasse. Porém, no momento em que estava para abandonar a tropa, o comandante chama-o. A cena é narrada assim: Neste momento o clarim deu o toque de alarma (...) e como pra acoquinar o pobre um cabo veio a toda pressa chamar o Costinha, de ordem do comandante (...) Veja você que entaladela! Pelos altos das coxilhas avistava-se uma partida do inimigo. O comandante então até deu ao Costinha uma prova de confiança, pois encarregou-o de uma carga sobre um flanco dos atacantes. E agora?!... Filho de tigre é pintado!... Diante do dever o moço engoliu a tristeza, e mesmo não quis se desmoralizar, desertando justamente naquela hora de peleia. Mas coriscou-lhe um pensamento (...) e logo montou, formou a gente, tomou a testa do piquete e disse ao Reduzo: - Procura-me, que te preciso!...

3 Oscar Luiz BRISOLARA 1161 Desembainhou a espada, deu um viva a Sua Majestade! e despencou-se, firme nos estribos, com o chapéu caído para trás, sobre um ombro, preso pelo barbicacho. E a guachada, reboleando as lanças, carregou, a gritos, fazendo tremer a terra e o ar. Reduzo, de pura pabulagem, atou a cola do pingo e logo riscou, escaramuçando, na culatra dos companheiros. E foi mesmo no meio da carga, entre gritos, juras, palavrões, tiros, pontaços de espadas e coriscos de lanças, pechadas de cavalos, foi nesse berzabum do entrevero que o Costinha industriou o chiru.... E enquanto o chiru se deitava no pescoço do cavalo e uma lança de três pontas escorregava-lhe por cima do espinhaço, o Costinha, com um tiro de pistola derrubava um gadelhudo lanceador (...) e continuava o sermão(lopes NETO, 2000, p ). A hiperbolização dos traços do herói marcam o prestígio que a personagem tem no imaginário do narrador. Começa por criar um clima altamente patético, quando põe a personagem numa situação dramática decisiva entre desertar ou atender a um chamado ao combate. O modificador regionalista entaladela é o marcador da situação do protagonista. E é nesse cenário que se vai desenrolar a ação. A caracterização do cadete começa com o chamado do comandante: (...) deu ao Costinha uma prova de confiança (...) encarregou-o de uma carga sobre um dos flancos. Esses enunciados equivalem a bravo, de confiança, pois se não se tivesse portado bravamente em situações anteriores, não mereceria o destaque. A expressão filho de tigre é pintado!... seguida de exclamação e reticências funciona também como modificador intensificador positivo, pois pode facilmente ser entendida como nobre pela origem, uma vez que esse ditado liga o herói a seus antepassados. O enunciado (...) engoliu a tristeza também funciona como modificador adjetival significando que tinha bravura, pois nem mesmo diante da iminência de perder o amor, desistira do combate. Os arroubos de estoicismo a que o protagonista se expõe, marcados pelas expressões: desembainhou a espada, (...) despencou-se (...) no meio da carga, entre gritos, juras, palavrões, tiros, pontaços de espadas e coriscos de lanças, pechadas de cavalos, foi nesse berzabum do entrevero que o Costinha industriou o chiru estabelecem o clímax do drama. Tudo isso funciona como modificador hiperbolizante que caracteriza o protagonista como valente, destemido, estóico, pois não teme a própria perda da vida e, no meio de toda esta confusão, tem a frieza de dar instruções ao peão sobre a forma de levar o recado à namorada. Também no que diz respeito aos demais peões-soldados, sua descrição é modificada por intensificadores como guachada, reboleando as lanças, carregou, a gritos, fazendo tremer a terra e o ar. Esses enunciados caracterizadores dos combatentes equivalem aos adjetivos destemidos, bravos, heróicos, valentes e a tantos outros de composição semântica semelhante. Esses atributos aos demais companheiros do protagonista funcionam também como traços reforçativos de seu heroísmo quase mítico, uma vez que ele os chefiava: quem chefia bravos, é mais bravo ainda. Esses expoentes da guerra e do amor caracterizam-se como agentes da proeza, do espetáculo, da façanha, tão marcantes deste conto, e deixam espaço para se perceber também esse Outro, condicionador de um comportamento contemporâneo. Neste texto, os modificadores vão destacar, de modo especial, duas personagens: o cadete e o ilhéu. Enquanto o cadete é pintado com todas as virtudes próprias de um autêntico cidadão dos pampas, o ilhéu é depreciado com todos os defeitos. Quem os observa é Blau, o narrador fictício que Simões Lopes cria para que apresente sua narrativa, parece ser a voz oculta desse Outro caracterizador dos homens dentro de nosso espaço cultural. Se, de um lado, o cadete é hiperbolicamente o modelo desejável, proposto à imitação, de outro, o ilhéu é o detestável, o execrável, ridículo: o anti-herói a ser negado. Como diz Macedo, autor de três artigos de jornal sobre o desenvolvimento de Pelotas: Numa economia predatória, há valorização daqueles atos e atividades que envolvam proezas, façanhas, esperteza, força, coragem, ardil, logro, como requintes de irreverência, ao mesmo tempo em que atividades que não envolvam atos espetaculares, aquelas do trabalho assíduo, são tidas como degradantes(macedo, 1992, p. 3). Esse prestígio dado ao ato de façanha aparece no conto quando são caracterizados os pretendentes à mão da moça: o guerreiro, valente, é prestigiado, mas o comerciante, que não sabe cavalgar bem, é estigmatizado, ridicularizado.

4 1162 ANÁLISE DISCURSIVA DE UM CONTO DE SIMÕES LOPES NETO Esse conto tem um ingrediente novo: o trabalho. Supõe-se que um armazém implique alguma espécie de trabalho. Porém, o trabalho está ligado à personagem apresentada como antimodelo pelo conto. O elemento trabalho nunca aparece nos demais contos, apenas em Trezentas Onças há uma tropeada, mas essa atividade, na cultura do Sul, é muito mais uma façanha do que um trabalho rotineiro. E novamente o grande Outro lacaniano classifica os homens de acordo com suas atividades. Essa presença da cultura é que vai apresentar o cadete como herói e o ilhéu, sem nome, sem identidade, como desprezível. Costinha, o cadete, o Coco Verde é a presença de um outro de outros tempos, valente, enamorado, apaixonado, herói das revoluções que está presente nos Contos e vai continuar presente como se verá abaixo. Sia Talapa, Melancia, constitui uma outra, a que desafia o pai. Não quer aceitar o casamento com o ilhéu. O pai é a presença tanto do outro bakhtiniano, quanto do Outro lacaniano, abordados por Authier em sua teoria discursiva: traz para o presente tantos outros da história do Sul, pais desalmados que impunham a suas filhas casamentos, geralmente por interesses econômicos; é também a presença do Outro, proibindo, ditando normas. É conhecido apenas como Severo, nome que evoca, na sua formação etimológica, suas atitudes. Severo é rígido, rigoroso, mas que neste texto, à luz de nossa razão presente, soa como injusto. Injustiça que na voz do Outro dos Contos não se configura, a não ser na voz da minoria: Costinha e Talapa. A presença desse traço no imaginário da população atual de Pelotas também aparece na continuidade do comentário de Macedo, o economista já citado na introdução desta tese: A abstenção da laboriosidade nos tempos de hoje, como não poderia deixar de ser, determina o nítido declínio econômico, o que intensifica a preocupação com o bem-estar individual. Essa preocupação não abandona o pressuposto de dignidade, mas pelo contrário, parte dele, que exige ostentação pecuniária. A conjunção desses fatores faz com que a racionalidade econômica individual esteja sempre à cata da proeza econômica, do pulo do gato, da jogada de mestre que ninguém ainda descobriu, do grande negócio que trará o sucesso através da esperteza e da capacidade individual em descobrir e forjar situações excepcionais, de seu talento e criatividade, que o absolve de laboriosidade. Não é preciso sublinhar que esses talentos e situações excepcionais são sempre mais imaginários do que reais, frustrando os esforços(idem, ibidem, p.4). Numa economia que surge fundada na mão-de-obra escrava, o trabalho era uma atividade degradante. Os filhos de donos de charqueadas jamais trabalhariam: estudariam na Europa, de preferência na França, e voltariam para exercer ou atividades políticas ou de lazer, o que lhes conferia prestígio e afastava da laboriosidade. Esse modo de proceder em ambas as situações é também marcado pela presença desse Outro, que justifica o processo todo, ainda tornando-o normal, natural. O imaginário da população atual abriga ainda, como se pode perceber pela análise de Macedo, a concepção desse predador, que foge ao trabalho rotineiro, não como um traço absoluto de dominação, mas como um dos componentes do seu inconsciente. O sujeito-efeito desse processo predatório que originou nossa organização social, revela um discurso heterogêneo, apagado, mas que se manifesta através das atitudes das personagens. Foi esse processo predatório de guerras e de preia de gado selvagem que formou o sujeito dos contos manifestado nas personagens. Essa forma de prestigiar o cadete Costinha e estigmatizar o ilhéu sem identidade nasceu de um discurso anterior, de um sujeito primitivo guerreiro e caçador. Esse sujeito primitivo, por sua vez, traz um discurso mais antigo, o do predador europeu, que foi o grande predador do mundo, como aparece no conto O Negro Bonifácio, do mesmo autor. O grande Outro, que Authier-Revuz toma da teoria lacaniana, está por trás de tudo: do escravagismo, que colaborou para a geral aversão ao trabalho. O sistema dos senhores fazendeiros e coronéis também colaborou para isso, ou seja, a formação de uma sociedade ociosa, que espera a possibilidade de uma façanha para obter ganho sem esforço. Neste conto também, no nível da transcendência, possibilitado pela analogia, opera-se a superação entre os sujeitos Costinha e ilhéu, em que, cada um deles, é visto enquanto herói e anti-herói. No que se refere ao sujeito e ao outro, da mesma forma, opera-se essa superação. Todas essas personagens do conto, metáforas de personagens do passado, tipos do habitante regional, tomam sentido na história e na cultura local. Assim, como nos demais contos, sob os diversos níveis, a analogia opera sempre essa superação, mantendo o herói enquanto herói e o anti-herói como tal. Também no nível do sujeito e do Outro,

5 Oscar Luiz BRISOLARA 1163 mantém-se essa relação de sujeito enquanto sujeito e Outro enquanto Outro, superados no discurso e na cultura. RESUMO: Este trabalho analisa o conto Melancia Coco Verde, de João Simões Lopes Neto à luz da Análise de Discurso de orientação francesa. Tem por objetivo buscar o imaginário do habitante do extremo sul do Rio Grande do Sul, o predador primitivo presente nos contos. PALAVRAS-CHAVE: análise de discurso, imaginário, predador REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: ALTHUSSER, Louis(1987). Aparelhos ideológicos de estado. Rio de Janeiro: Graal. AUTHIER-REVUZ, Jacqueline(1982). Heterogeneidade mostrada e heterogeneidade constitutiva: elementos para a abordagem do outro no discurso. D.R.L.A.V. (26): CIRNE LIMA, Carlos(1967). Realismo e dialética: a analogia como dialética do realismo. Porto Alegre: Globo. LOPES NETO, João Simões.(2000) Contos gauchescos. Porto Alegre: Novo Século. PÊCHEUX, Michel(1990). Discurso, estrutura ou acontecimento?. Campinas: Pontes. PÊCHEUX, Michel e FUCHS, Catherine.(1975) A propósito da análise automática do discurso: atualização e perspectivas. (1975) In: GADET, Françoise e HAK, Tony. (orgs.)por uma análise automática do discurso: uma introdução à obra de Michel Pêcheux. Campinas: Editora da UNICAMP, 1993.

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