Überfahrt/Travessia: um Conto de Anna Seghers

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1 Überfahrt/Travessia: um Conto de Anna Seghers Klaus Eggensperger Doubt thou the stars are fire; Doubt that the sun doth move; Doubt truth to be a liar; But never doubt I love. Hamlet, II,2 Überfahrt é um conto extenso da escritora alemã Anna Seghers, que data de Começa in medias res e o leitor precisa avançar no texto até poder se orientar: nos anos cinquenta, um cargueiro polonês com alguns passageiros a bordo volta do Brasil para a República Democrática Alemã (RDA) e a Polônia. A travessia do Atlântico é descrita por um narrador em primeira pessoa, o engenheiro alemão Hammer, mas grande parte de sua narração consiste em uma história de amor contada em partes pelo jovem médico Ernst Triebel, companheiro no mesmo navio. Este, por sua vez, não somente relata certos acontecimentos, mas abre espaço a outras narrativas menores em primeira pessoa, relatadas por personagens secundárias. Trata-se então de uma narrativa de tipo encaixada, de estrutura relativamente complexa, mas com tempo, espaço, ação e personagens bem delimitadas. O protagonista Triebel viveu por alguns anos no Brasil, pois sua família teve de fugir da Alemanha nazista em Depois da Segunda Guerra Mundial voltou com seu pai para a Alemanha Oriental, em parte ocupada pelas tropas soviéticas, com a intenção de mandar buscar e casar-se logo com o seu grande amor juvenil Maria Luisa, uma jovem alemã que ficara no Rio de Janeiro. No entanto, os tempos são difíceis. Nos anos seguintes, Triebel economiza dinheiro para pagar a passagem, entra ao mesmo

2 205 tempo em um curso de medicina, a RDA é fundada, e o reencontro com a amada demora tanto que ela finalmente decide se casar com um amigo brasileiro que tem propriedades. Já no final do seu curso, Triebel consegue voltar pela primeira vez para o Brasil de navio, para ficar sabendo que a moça afogara-se acidentalmente durante um banho de mar. De volta para o seu país, a RDA, Triebel finaliza os seus estudos e começa a residência médica. Passa a sair com uma moça jovem de sua cidade, mas a lembrança de seu grande amor é muito forte. Finalmente chega a segunda oportunidade de retornar ao Brasil para participar de um congresso de medicina tropical em Salvador, Bahia. Depois de um mês ali, já voltando para a Europa via porto de Santos, Triebel encontra em um hotel de luxo santista o marido brasileiro de Maria Luisa, junto com uma mulher, que tem muita semelhança com ela. O protagonista, porém, não tem coragem suficiente de verificar a identidade daquela mulher e, no dia seguinte, parte cheio de dúvidas para a Europa. Com essa partida do seu navio começa o conto; durante as três semanas seguintes de travessia, Triebel vai contar sua história. O conto tem, portanto, uma estrutura circular. Quem conhece a biografia de sua autora poderá reconhecer extratos biográficos nos personagens e no enredo. Uma geração mais velha do que seu personagem literário, a autora ficou exilada na América Latina, voltou depois da guerra a uma Berlim destruída e fez, na primeira metade dos anos sessenta, a travessia RDA-Brasil em cargueiros poloneses. No Brasil, Anna Seghers e seu marido visitaram Jorge Amado e sua família, primeiro durante o inverno de 1961, no Rio e, depois, em 1963, residindo na nova residência do casal

3 206 Amado/Gattai em Salvador. Com o golpe militar no ano seguinte, demais visitas ficaram impossibilitadas. 1 Überfahrt não foi resultado imediato das duas viagens brasileiras, mas nasceu sete e nove anos, respectivamente, depois do contato com o país. Desse modo compreendem-se algumas grafias e informações erradas. 2 Estilisticamente, a autora septuagenária emprega uma prosa bem resumida e seca, com pouquíssimos recursos retóricos marcas da última fase da produção literária de Seghers. Características como frases curtas, muita parataxe e um certo laconismo descritivo, entre outras, aparecem nesse conto com frequência, porque trabalha-se bastante com diálogos em discurso direto, simulando oralidade. 1. Heimat e Eros Pela única vez em sua obra literária, Anna Seghers vale-se em Überfahrt de um cenário brasileiro, aliás raríssimo na literatura alemã até hoje. No conto, a perspectiva do protagonista domina, mas não é a única. Triebel, no Brasil um forasteiro, está cheio de simpatia pelo país e sua cultura. Desde o início até a última página, podemos perceber a presença de um esquema aqui versus lá, base de qualquer discurso exótico (cf. RINCÓN, 2010: 364). Porém, Heimat (terra natal) 3 e Fremde (estrangeiro) são antônimos que, no texto, não são definidos simplesmente em termos topográficos ou 1 Sobre a amizade de Anna Seghers e Jorge Amado e as duas visitas no Brasil, cf. Gattai (2002), Cohen (2001), Zehl Romero (2003, principalmente capítulo 6) e Eggensperger (2009). 2 Escreve-se Alejadinho e Congonha em vez de Congonhas, cidade mineira, onde os profetas de Aleijadinho, que Seghers visitou em 1961, estão expostos; Jarema no lugar de Iemanjá; Fernando da Cunha no lugar da ilha Fernando de Noronha. O estado de Santa Catarina é considerado uma vila ou cidade. 3 Em português não existe um termo apenas que poderia traduzir o conceito de Heimat. Esta forma lexical vem do substantivo Heim, palavra cognata do inglês home, abrangendo mais do que pátria ou terra natal.

4 207 étnicos. Para o protagonista, Heimat está ligado à honestidade e à franqueza política. Voltado para a Alemanha destruída, fica chocado, compara as ruínas alemãs com as favelas brasileiras, e sente repugnância principalmente dos habitantes de sua terra natal: as pessoas eram malvadas e estavam com fome (Ü: 57). 4 A Alemanha pós-nazista é o país dos corações frios: aqui en el pueblo de los corazones frios (SEGHERS, 2008: 229), escreve Anna Seghers para uma amiga mexicana, logo depois de sua volta do exílio, sobre as primeiras impressões de Berlim no ano de Sentir-se em casa custa tanto para o protagonista do conto como custava para sua autora no tempo pós-guerra. Os nazistas haviam assassinado sua mãe, parentes, amigos e companheiros, mas a grande maioria do povo alemão não queria saber da história recente e da própria culpa. Prevalece, porém, a obrigação de ajudar na construção de uma sociedade nova e justa. Alguns anos mais tarde volta o sentimento de estranheza em Triebel, conforme o comentário que faz a respeito das pessoas à sua volta: Tornaram-se estranhos de novo, quase como um povo estrangeiro. Durante os estudos na universidade, na moradia estudantil, a minha estadia aqui foi mais fácil. Sempre sentia-se quem havia permanecido nazista, quem havia superado definitivamente o tempo de Hitler e quem estava disposto a começar uma vida nova. Escondia-se muito menos. Exprimiam-se voluntariamente e com franqueza os próprios pensamentos (Ü: ). Por várias vezes, o protagonista compara as circunstâncias logo depois da guerra, quando ainda se discutia abertamente sobre os novos rumos que o país deveria tomar naquela época escutavam-se muitas vezes opiniões radicais e erradas, mas 4 A tradução de todos os trechos de Überfahrt citados neste artigo são de responsabilidade do autor.

5 208 francas e sinceras (Ü: 60) com a situação de uma RDA já estabelecida nos anos cinquenta, tempo da narrativa, quando muitos cidadãos escondem seus pensamentos. Obviamente, Heimat para Triebel está relacionado também com credibilidade, talvez com a capacidade de poder acreditar, com a crença em si. No conto, a figura que incorpora o estrangeiro, exibindo ao mesmo tempo certos traços de sua terra natal, é Maria Luisa, o grande amor de Triebel. Esta bela moça nascera na Alemanha, mas viera para o Brasil ainda pequena. O pai de Triebel observa: Quem pode acreditar que ela é de Turíngia? Ela é tão marrom-dourada, tão bela, tão dócil como as outras moças desta cidade (Ü: 25; desta cidade significa Rio de Janeiro). E, na qualidade de narrador, Triebel comenta: Realmente, na sua pele poderia se vislumbrar um brilho de ouro. Não se enxergava quase mais nada do branco original (idem). Dessse modo, a aparência de Maria Luisa está relacionada ao Brasil; no entanto, ao belo externo corresponde um interno. A moça possui algo [...], que tanto resplandece no seu interior como no seu exterior, o brilho que se chama beleza, uma beleza que causa admiração até em pessoas tristes, que legitima a esperança (Ü: 25). Consequentemente, Maria Luisa tem inteligência, coração e uma atitude política íntegra. Além disso, exibe um lado materno ainda menina. O jovem Triebel, recentemente chegado no Rio de Janeiro, conhece Maria Luisa quando está no pátio do recreio de sua escola nova, chorando em razão das dificuldades iniciais, principalmente o desconhecimento da língua portuguesa. Vem então a nova colega que fala alemão, seca suas lágrimas com seu avental como faria uma mãe e oferece ajuda. Depois leva-o para fazer compras e prepara uma papa de abacate, permitindo-lhe saborear a comida desconhecida.

6 209 Triebel e a menina da mesma idade tornam-se inseparáveis e ficam juntos nos anos seguintes, mas, mesmo depois da adolescência, qualquer referência ao sexo está excluída desta relação (cf. as observações de ALBRECHT, 2001). O jovem idealiza a mulher amada a tal ponto que permanece numa posição infantil, rejeitando a sexualidade adulta. Certa vez, quando Maria Luisa lhe dá um beijo, ele não ousa beijar de volta. Não consegue dar mais do que carinhos inocentes. No conto, Maria Luisa tem uma antagonista que aparece somente cerca de cem páginas mais tarde. Chama-se Herta Gehring, uma morena magrinha que vive em Turíngia, na cidade de Ilmenau. A partir do seu aparecimento, manifesta-se no texto uma série de oposições, centradas nas duas figuras femininas. Enquanto frutas tropicais estão associadas a Maria Luisa, Herta oferece ao seu novo amigo Triebel uma dúzia de maçãs antes de sua segunda partida para o Brasil (Ü: 129). Como poderia comparar a timidez modesta de Herta com o ouro deslumbrante de Maria Luisa? (Ü: 128), pergunta-se Triebel. A pequena, tranquila Herta de olhos cinza (Ü: 160) é uma mulher insossa. Através dela, Triebel entende como pode ser serena e branda a paisagem de nossa pátria (Ü: 125). Não é por acaso que ela mora em Ilmenau. Na época de Goethe, a região pertencia ao Ducado de Saxonia-Weimar-Eisenach, visitado muitas vezes pelo próprio Goethe em missão oficial, para criar prosperidade e felicidade terrena e firme (GOETHE, 2006: 87). O escritor é o grande ídolo de Herta. Entretanto, Triebel comenta: Para mim, Goethe não tem importância (Ü: 126). Em oposição ao rei dos escritores alemães, ele relembra os poetas espanhóis Garcia Lorca 5 e Antonio Machado, fala das pinturas murais mexicanas e do escultor brasileiro Aleijadinho. 5 Para Herta, Triebel traduz trechos de La casada infiel, poema erótico do Primer romancero gitano, em contraposição ao poema goetheiano Über allen Gipfeln ist Ruh/Sobre todos os cimos da montanha há paz.

7 210 O contraste geográfico e histórico-cultural a Ilmenau é formado por Salvador da Bahia, para onde vai Triebel logo depois. Quando anuncia essa viagem à sua amiga Herta, diz: Lá [em Salvador], três quartos das pessoas são negras. Para mim isto é maravilhoso, mas também muito estranho. Quero observar tudo e em seguida voltar para Ilmenau (Ü: 129). Não é muito convincente, pois Triebel passou boa parte da sua juventude, quase uma década, no Rio de Janeiro. A fala visa acalmar Herta, que deve ficar em Ilmenau. Salvador significa um mundo completamente novo, brilhante, colorido (Ü: 129); assim, a herança cultural afro-brasileira junta-se ao legado iberobrasileiro mencionado. Parte dessa herança é o candomblé, com seu importante papel na cultura baiana tradicional; Triebel consegue assistir a um rito graças ao convite do simpático colega baiano, seu cicerone durante a estadia em Salvador. Esse confronto entre duas culturas tão diferentes merece nossa atenção de novo. O brasileiro Da Castro é médico em um instituto para leprosos e trata seus pacientes estritamente conforme as regras científicas, como nota Triebel. Ao mesmo tempo usa um amuleto afro-brasileiro e participa da cúpula de uma casa de candomblé, para onde leva seu colega alemão. Triebel observa tudo com grande distância emocional e intelectual, tenta uma explicação social-histórica do rito, procura racionalizar. Rejeita depois a oferta de falar com a sacerdotisa, pois não sente a menor necessidade de orientação religiosa. Por conseguinte, Da Castro declara sentir pena do colega alemão e de sua vida medíocre. O conflito não se resolve em favor de um dos dois lados, fica indeciso. Diz Triebel: Se tivesse ficado mais tempo, teria talvez entendido melhor a fé das pessoas e a fé de Da Castro (Ü: 139). Assim, admite a possibilidade de questionar a própria posição, algo que, no entanto, não chega a se realizar.

8 211 Não somente com esse episódio Triebel prova ser filho fiel do iluminismo europeu. Já antes ele é caracterizado como representante do racionalismo e da ciência ocidentais. Na sua primeira volta para o Brasil, em missão oficial como assistente de um professor alemão de medicina, tem a tarefa de cuidar de um modelo anatômico, da assim chamada mulher vítrea do Museu Alemão da Higiene, em Dresden. Trata-se de um modelo humano de fibra de vidro, transparente e em tamanho real, reduzido a um sistema de tubulação e acionado por cabos e interruptores o cúmulo de uma lógica moderna, que acredita firmemente em ciência, transparência e racionalidade. 6 Triebel fica fascinado com a chance de poder expor aquela maravilha técnica na exposição industrial de São Paulo: Poderíamos fazer propaganda pela ciência. Além da intelligentsia, certamente todos os tipos de pessoas frequentariam a exposição, ignorantes, preconceituosos (Ü: 90). O médico é adepto da ideia do homme machine, do homem moderno, que domina não somente o seu ambiente, inclusive a matéria, mas entende completamente o seu próprio funcionamento e o seu interior. Os ignorantes que ainda não partilham dessa ideia podem ser iluminados, o que não deixa de ser um ponto de vista determinado pela hegemonia ocidental tradicional. No entanto, vale lembrar que se trata da perspectiva do protagonista simpático, mas sem orientação na vida privada, que até o último momento do conto não sabe esclarecer as ações e os motivos de uma mulher humana, quer dizer, sua amada companheira teuto-brasileira. Neste ponto do enredo, na primeira travessia que Triebel faz como adulto, podemos mudar a perspectiva e ponderar uma constelação diferente: em vez de um homem entre duas mulheres o protagonista entre uma Maria Luisa maravilhosamente dourada e uma pequena Herta cinzenta encontramos uma mulher entre dois homens. 6 No catálago Beier/Roth (1990), o contexto iconográfico e social-histórico do homem vítreo do Dresdner Hygienemuseum é apresentado e discutido.

9 212 Essa constelação tem duas versões diferentes. O rival de Triebel é Rodolfo, que finalmente é bem sucedido ao se casar com Maria Luisa, enquanto o alemão cumpre seu dever social de ajudar na construção de um país natal novo, renascendo das ruínas da Segunda Guerra Mundial. O engajamento político e moralmente mais do que justificado leva Ernst Triebel ao fracasso amoroso, ou melhor: implica renunciar à realização da sua felicidade humana particular. O protagonista não consegue sequer disputar a mulher amada com Rodolfo, visto que está ausente. Contudo, quando anos mais tarde volta ao país, faz isso acompanhado da já mencionada mulher de fibra de vidro. 7 Acontece que o professor alemão e chefe da pequena missão quer sequestrar (Ü: 114) o modelo anatômico feminino para Montevidéu, onde pretende ficar. Concorrendo com o professor, Triebel tem sucesso e consegue defender a mulher vítrea. Retorna à RDA com esse símbolo importante tanto para as ciências exatas contemporâneas quanto para um socialismo que se declara enfaticamente como científico, base ideológica do novo Estado. Para entender amplamente a lógica das figuras do conto, o personagem do pai do protagonista tem uma certa importância. Não recebe nome próprio, é simplesmente denominado pai e, com isso, reduzido a esse papel social. É ele quem indica o caminho de Triebel em termos políticos e privados nos primeiros dois terços da obra. Após a guerra, exige que o filho volte para a Alemanha, embora este preferisse ficar no Brasil junto de Maria Luisa. O pai então pressiona, é refutado pelo filho, que rejeita a mudança de maneira desesperada (Ü: 53), mas finalmente ganha: Neste caso, meu pai, a quem até agora somente havia conhecido como amigo, foi intransigente. De nós dois foi o mais forte (idem). 7 Uma figura mais inanimada até do que a mulher-autômato Olimpia, objeto da paixão de Nathanael, figura principal do conto romântico Der Sandmann ( O homem de areia, de E.T.A. Hoffmann).

10 213 A mãe do protagonista morrera logo após a chegada ao Brasil, o que desfaz os laços familiares com o irmão antipático dela. Para Triebel, o pai representa agora toda a família. Enquanto Maria Luisa sabe consolar o jovem de maneira materna, o pai é caraterizado como um homem de ânimo sereno, quase duro, até seu consolo era duro (Ü: 22). Na ordem hegemônica de gênero (cf. SCHMALE, 2003, cap. 4), o Ego masculino é o Ego centrado, capaz de agir, o que corresponde ao seu papel social. Mas a figura do pai abrange mais do que uma personificação do papel masculino tradicional. Nas cartas de Anna Seghers durante o tempo de exílio, minha família é a expressão chave para o Partido Comunista (cf. ZEHL ROMERO, 2000: 397), de que faz parte desde Visto desta perspectiva, o pai não é simplesmente um ativista político, mas um militante comunista exilado que representa o PC rígido e autoritário. Procuramos entender o seu comportamento dentro do contexto político-social. Depois da guerra, exilados intelectuais burgueses, como por exemplo Thomas Mann, poderiam voltar ou não para a Alemanha derrotada; ninguém exigia nada deles nesse sentido e quando levantaram suas vozes, foram até hostilizados por parte da opinião pública alemã pósnazista. Diferentemente, a volta para o país em ruínas foi o dever mais importante para os comunistas alemães exilados. Anna Seghers estava nesta situação nos anos 1945/46 no México. Durante a construção da RDA, as experiências interculturais dos exilados não interessavam muito, 8 mais importante era a identificação com a nova República. Desse modo, o pai de Triebel não consegue e não quer se lembrar do Brasil mais tarde. Casa-se novamente com uma alemã e, quando fala de sua nova mulher, acrescenta para o filho: Você e eu, nós somos e permaneceremos os mesmos amigos. A reação do 8 Apesar disso não podemos nos esquecer de que, durante as primeiras duas décadas pós-guerra, a literatura socialista do exílio estava banida da Alemanha Ocidental e foi quase exclusivamente publicada na RDA. No ocidente, a própria Anna Seghers foi boicotada, tendo um grupo maior de leitores somente a partir dos anos setenta.

11 214 filho é reservada: Falei: certamente. Embora tivesse no mesmo momento e sem motivo o pensamento: Ainda não sei (Ü: 121). Despedindo-se, o pai convida o filho para visitá-lo tantas vezes ele pudesse. Pensei mais uma vez: provavelmente não vou fazer isso. Entre você e mim, as coisas mudaram demais (Ü: 122). Acabou a franqueza entre o jovem e seu pai, o que corresponde aos comentários já mencionados que Triebel faz sobre a falta de franqueza em geral na RDA consolidada. A partir dessa contextualização da figura do pai, podemos tentar uma leitura da personagem Maria Luisa e do conflito amoroso. O subtítulo do conto Überfahrt diz: Eine Liebesgeschichte ( Uma história de amor ). Dois anos antes da publicação desta história de amor, em um posfácio extenso para uma coletânea de ensaios de Seghers com o título Glauben an Irdisches ( Fé no terrestre, primeira publicação em 1969), Christa Wolf observou: Os romances dedicados a ele [ao terrestre] tratam de ansiedade e realização amorosas somente de passagem. Não é uma mulher que é desejada apaixonadamente, mas a liberdade; não é a afeição da amada que faz tanta falta, mas a justiça social; não se acredita em felicidade particular, mas na felicidade cotidiana da humanidade, que parece estar ao alcance (WOLF/SEGHERS, 2003: 128; trad. do autor). Deseja-se a liberdade apaixonadamente essa ligação forte de Eros com a militância revolucionária em Ana Seghers pode ser confirmada em sua obra. Citemos apenas um exemplo, que combina também com o texto em questão. No final do conto Die Hochzeit von Haiti ( O casamento de Haiti ), o joalheiro e revolucionário judeu Michael Nathan volta para sua família de origem em Londres depois de todos os sonhos libertadores aparentemente fracassarem. Nesta situação, diz-se no texto:

12 215 Comparado com os anos vividos, nada do que ia acontecer agora poderia ter importância. Seu interior tinha sido destruído pelas chamas, agora restavam somente fumaça e cinzas como em Le Cap. O tipo de mulher para o acasalamento foi-lhe indiferente, já que não poderia ser a mulher amada; por isso parecia mais fácil aceitar aquela moça tranquila, simpática e limpa [ ] (SEGHERS, 1994: 61; trad. do autor). Com exceção da cidade haitiana de Le Cap (Cap-Haïtien), esse trecho poderia constar do conto tardio de Seghers sobre o jovem médico alemão. Contudo, os protagonistas dessas duas narrativas são diferentes. Nathan havia dedicado toda sua energia às lutas para a libertação dos escravos negros; o protagonista de Überfahrt, por sua vez, parece um tanto atrófico confrontado com aquela paixão e as paixões de outros rebeldes ou revolucionários na obra de Seghers. Para Triebel, a política consiste em um dever a ser cumprido; se houver aí Eros, só pode ser um extremamente sublimado. Ele adora Maria Luisa, cita Garcia Lorca, enfim, anseia sensualidade porque sente sua falta. Trata-se de um lado pouco desenvolvido da sua personalidade. Não por acaso o nome de Triebel é Ernst que, como substantivo em alemão, tem o significado de seriedade, gravidade. Como podemos entender essa constelação? O sonho da juventude de Anna Seghers foi nada mais do que a revolução mundial, assunto, por exemplo, no seu romance Die Gefährten ( Os companheiros, 1932). Desde os anos trinta, desde Hitler e Stalin, porém, um messianismo político desse tipo havia se tornado obsoleto na Europa. Mesmo assim, a autora nunca desistiu da missão uma vez escolhida de vincular a sua produção literária à transformação revolucionária das condições sociais. Pois não escrevemos para descrever, descrevemos para promover mudança é uma frase de

13 216 Seghers do ano de 1932 que revela uma visão de arte que é, por um lado, operativa, e por outro, está radicada nas expectativas artísticas e principalmente literárias que o idealismo alemão costumava postular (ZEHL ROMERO, 2000: 245; trad. do autor). Com a sua volta para a Alemanha em 1947, o projeto de uma arte engajada é novamente desafiado. Várias cenas em Überfahrt refletem o clima da época do pósguerra e da reconstrução do país. Não obstante, as condições pós-nazistas e pósstalinistas em um socialismo alemão imposto pelo poder soviético também não deixaram espaço para o impulso político da juventude da autora. No conto de 1970, o Eros político acha-se transformado e preservado em Maria Luisa, a bela moça marromdourado e dúctil, a quem Triebel dedica seu coração, sua alma e toda sua paixão (cf. a caracterização do conceito Eros político em VEERKAMP, 2007: 83). Sensualidade e calor humano não estão ligados nem à construção do socialismo, nem aos participantes deste projeto, mas claramente à protagonista e ao Brasil como país. 2. Ilusão e dúvida Dever e Eros, estrangeiro e Heimat, fé e descrença, franqueza e dissimulação são dicotomias que aparecem em Überfahrt; grande importância têm também os opostos realidade versus aparência e dúvida versus certeza. Logo no início o narrador Hammer engana-se com seu colega polonês de cabine Woytek, achando que este o rejeitava como alemão. Sadowski, compatriota de Woytek, informa mais tarde sobre os problemas dele, que são de natureza bem diferente (Ü: 27-28). Por sua vez, Sadowski equivoca-se com uma freira polonesa, passageira também, sobre a qual acredita viver à custa de outros e de ter extraviado dinheiro. Bem depois ficamos sabendo que ela é uma

14 217 das pouquíssimas especialistas em braille que havia ensinado a ler centenas de crianças brasileiras (Ü: 131). Triebel engana-se com Odília, empregada de Maria Luisa e sua tia, mas principalmente parece iludido com Maria Luisa, que se casa com um homem abastado e aparentemente muda de uma moça viva com coração e inteligência para uma dona de casa apática, dedicada ao luxo e ao jogo. Mas talvez tivesse ela morrido tempos antes num acidente de banho de mar? Ou matara-se por ter sido infeliz no casamento com um homem não amado? Cada uma dessas três versões ganha plausibilidade no decorrer da narrativa e nenhuma é definitiva. A dúvida cruel não se esclarece durante a travessia. Triebel é uma pessoa desequilibrada e falha no momento decisivo, quando poderia responder a questões abertas no hotel em Santos. Resta somente a meditação dolorosa (Ü: 92), a dúvida em torno de sua amada e de seu amor. Hammer, o parceiro nas conversas, finalmente não aguenta mais as lamentações constantes de Triebel; fica bravo e exige que o protagonista encerre suas dúvidas e seus lamentos (Ü: ). O estado de desequilíbrio de Ernst Triebel tem pontos em comum com figuras famosas da literatura mundial; Hamlet é mencionado no conto. Em seu primeiro retorno na vida adulta, junto com o professor de medicina e a mulher vítrea, o primeiro trecho da rota do navio vai de Gdynia até Antuérpia para depois continuar até o Brasil. Triebel comenta: Da viagem toda somente me lembro de que, perto da costa dinamarquesa, alguém apontou para um castelo em uma península, alegando que lá Hamlet encontrara o espectro de seu pai (Ü: 94). A travessia é feita pelo cargueiro polonês Joseph Conrad (Ü: 7). Neste contexto, Friedrich Albrecht, que evidencia o motivo literário da dúvida e do caráter desequilibrado do protagonista (ALBRECHT, 2001), recorda o famoso conto de Conrad Heart of darkness. Talvez seja mais evidente a relação intertextual com outro romance de Conrad, Lord Jim, cujo protagonista homônimo, um

15 218 jovem imediato da marinha mercante inglesa, falha em um momento decisivo e depois foge de si mesmo a vida inteira. Da mesma forma, Triebel é muito mais movido do que movedor, 9 semelhante a Jim com sua personalidade desequilibrada, que anda sem rumo certo pelos mares do mundo. Em um ensaio para a revista alemã Das Argument, Judith Butler parte de Freud para apontar as implicações políticas da dúvida amorosa e sua repressão. Conforme Butler, o amor é sempre ambivalente e as desconfianças aparecem, quando o amor, tornado exaltado e absoluto em reação a sentimentos de ódio inaceitáveis, esquece a sua ambivalência. Essa ambivalência volta como dilema epistemológico a necessidade de saber, a incapacidade de criar uma base, as possibilidades multiplicadas (BUTLER, 2007: 25; trad. do autor). A dúvida que surge da repressão da ambivalência não somente nos indivíduos, mas também na sociedade é, num certo sentido, um indicativo de uma idealização repressiva (BUTLER, 2007: 28; trad. do autor). Butler defende a ideia de manter as ambivalências abertas, o que permitiria um jogo dinâmico entre idealização e desilusão. No conto de Seghers, o teor é outro. Tenho saudades [...] de outras coisas / De pessoas, que consideram um sim um sim e um não um não / E separam a luz da sombra é um trecho de um poema do autor romântico polonês Cyprian Kamil Norwid citado no conto (Ü: 85). Compreendem-se essas saudades, mas é possível substituir simplesmente a dúvida pela certeza? Será que a procura de uma base firme não leva necessariamente a dilemas epistemológicos novos (cf. BUTLER, 2007: 28)? 9 Triebel é um nomen agentis derivado do verbo alemão Treiben. -el era um sufixo produtivo na história da língua alemã, substituído depois por er; em termos etimológicos, Triebel significa então Treiber, aquele que move, que dá impulso.

16 219 Seja como for, Maria Luisa, o grande amor de Triebel, não pode ser substituída; basta uma leitura atenta do fim do conto para saber disso. No penúltimo dia da travessia, Triebel decide deixar para trás todas as dúvidas e apreciar sua vida na RDA: Fico contente com a perspectiva de viver na minha terra, que ainda não é verdadeiramente a minha terra, mas que deve vir a se tornar, feliz com a pequena cidade de Ilmenau, seu hospital e meu trabalho (Ü: 160). Ainda menciona seus pacientes, seu relatório sobre a viagem ao Brasil e os livros técnicos que ganhara em Salvador, para acrescentar no final: [...] fico contente até com meu médico chefe, sua família e com a pequena e serena Herta de olhos cinzentos [ ] (Ü: 160). Decerto amor e paixão manifestam-se em outras palavras Neste contexto, olhar para a obra de Jorge Amado pode ser instrutivo. Desde que os dois militantes políticos se conheceram em 1948 na Europa, o autor brasileiro virou amigo de Seghers até o final da vida dela. Dona Flor e seus dois maridos conta a história de uma mulher entre dois homens: Dona Flor está emocionalmente dividida entre o esposo atual, respeitável, porém maçante, e o primeiro marido falecido, caloroso, mas imprestável, que se intromete como fantasma na cama do casal atual. Para Dona Flor, a exclusão não é uma alternativa, e ela decide ficar com os dois maridos. Jorge Amado escreveu o romance em meados dos anos sessenta, após seu afastamento do PCB. Havia se distanciado de concepções maniqueístas anteriores e estava à procura de outros modelos de relações humanas e sociais. Referindo-se à produção literária amadiana a partir desse momento, o antropólogo Roberto DaMatta cunhou o termo romance relacional. A grande popularidade do autor baiano desde Gabriela, cravo e canela pode ser explicada pelo menos parcialmente com sua sintonia com uma tendência básica da cultura brasileira, descrita por DaMatta da seguinte maneira: [ ] a

17 220 sociedade brasileira é relacional. Um sistema onde o básico, o valor fundamental, é relacionar, misturar, juntar, confundir, conciliar. Ficar no meio, descobrir a mediação e estabelecer a gradação, incluir (jamais excluir) (DAMATTA, 1997: 108). Um exemplo instrutivo no conto de Seghers é o mencionado médico baiano Da Castro, adepto tanto das ciências exatas quanto do Candomblé, que não tem o menor problema com isso. Contudo, o protagonista alemão, um Hamlet de bolso, luta com seu dever de fidelidade a um ideal fixo. Ainda no final da travessia, entrega-se a longas reflexões sobre suas dúvidas existenciais: É necessário que haja no interior do ser humano um cerne indestrutível, que às vezes fica escondido na fumaça ou até na lama, mas depois aparece em seu brilho original. É indispensável. Eu mesmo descobri isto na última carta que Maria Luisa escreveu para mim. Porque então recomeço até aqui no navio com as dúvidas? (Ü: 151) O cerne, a essência indestrutível inerente a um indivíduo é um motivo importante na obra de Seghers, que podemos, por exemplo, achar formulado na última frase do romance Das siebte Kreuz ( A sétima cruz, cf. SEGHERS, 2000: 421); o trecho aqui citado de Überfahrt é uma repetição com palavras quase idênticas. Em um ensaio dos anos oitenta, abordando a obra de Seghers de uma perspectiva lacaniana, aponta-se para a estrutura básica do corpus textual da autora, estrutura esta que não mudou durante mais de cinco décadas de produção literária: De um lado o âmago mais íntimo das figuras, de outro lado o mundo exterior, que por sua vez parece dividido em um processo histórico-social real e um horizonte utópico (GREINER, 1986: 61; trad. livre). Em Überfahrt, a autora trabalha a perda de um desses pilares da sua obra: perdeu-se o horizonte utópico e com isso o Eros,

18 221 representado em boa parte por Maria Luisa. Para Triebel, a formação definitiva de sua identidade a união do seu íntimo, das suas pulsões de vida com o processo revolucionário da transformação social é impossível; seu grande amor e a construção do socialismo chamado real se excluem. Uma solução relacional à la Dona Flor e seus dois maridos, no plano das figuras em Überfahrt, também não é realizável. Todavia, a autora não deixa os seus leitores com esta constelação pouco animadora. O conto não fecha com um final feliz apesar de um tom de otimismo um pouco forçado, que a autora acrescentou antes da publicação (cf. ALBRECHT, 2001) e não propaga uma mensagem, mas abre, de passagem, ainda uma outra perspectiva. 3. Entre-lugar e narração O pensamentos e as ações de Ernst Triebel seguem uma lógica binária, mas não se esgotam nela. Dos personagens do conto, ele é o mais flexível no sentido espacial faz a travessia do Atlântico três vezes e também no sentido mental. Além de sua formação como médico, e em adição ao trabalho político, elabora a tradução de um clássico da literatura brasileira para o alemão, o romance O mulato, de Aluísio Azevedo, mesmo que o líder do seu grupo FDJ 10 mostrasse pouca compreensão para essa tarefa. Ademais, age como intérprete; nesta função acompanha o professor alemão e a mulher vítrea para São Paulo. Como mediador entre línguas e culturas tão diferentes, por vezes tem uma visão fora do comum, inovadora, comparado aos seus companheiros de viagem. Um belo exemplo disso é a cena, quando Triebel observa do convés, junto com outros passageiros, o Cruzeiro do Sul. Ele integra esta constelação meridional no 10 Juventude Livre Alemã, a organização juvenil do Partido Socialista na RDA.

19 222 contexto histórico do colonialismo e desenvolve a hipótese de a história ter sido inversa: conquistadores do hemisfério sul teriam subjugado a Europa, com a Estrela Polar utilizada como referencial de orientação (Ü: 64). Não somente essa cena, mas a narração toda está ambientada no espaço entre os dois continentes, América e Europa, no Atlântico, um entre-lugar que exige dos seres vivos constantemente a definição de sua posição geográfica. A cena citada lembra que o homem desenvolvera a arte da navegação, orientando-se por milênios pelas constelações. Entretanto, os humanos necessitam não somente da orientação geográfica, mas, em um sentido mais abrangente, também da localização cultural. Esta acontece, em Überfahrt, na constante mudança entre Heimat estar em casa, na terra natal e estrangeiro, a cultura diferente. Assim, o conto tem por temática tanto roots (raízes, identidades culturais) quanto routes, 11 caminhos de vida, viagens. Entre-lugar, in-between-space, é um conceito cunhado pela crítica pós-colonial, principalmente por Homi Bhabha. Ainda que em última análise seja pensado em termos sociais e culturais, provém do campo semântico do espaço. Por isso, a comparação com a geografia poder ser instrutiva. O lugar exato entre os dois hemisférios é o Equador, a linha equinocial de latitude 0º. Quando em Überfahrt é anunciado no navio que a travessia chegara nesta linha, passageiros e crianças correm apressados ao convés para ver a fronteira que divide o nosso mundo. Trata-se de um comportamento um tanto infantil, pois a essência do Equador não corresponde a algo material perceptível pelos sentidos. O seu caráter construído e arbitrário é o que o Equador tem em comum com fronteiras simbólico-culturais. Quando Bhabha afirma: a fronteira se torna o lugar a partir do qual algo começa a se fazer presente (BHABHA, 2001: 24), ele fala de uma 11 Esse jogo de palavras homófonas em inglês é de Hall (1996: p. 4).

20 223 função social. A ideia da fronteira e do entre-lugar vem do pensamento estruturalista, segundo o qual um significado é articulado por diferenças. Não deve ser considerada como fixa, mas como possibilidade estratégica que permite ao teórico pós-colonial abordar temas normalmente incompatíveis, conjuntos e situações diferentes. Bhabha postula a transição do [conceito do] cultural como objeto epistêmico para um entendimento de cultura como um lugar de enunciação ( an enactive, enunciatory site, Bhabha) (BONZ/STRUVE, 2011: 134; trad. livre). Na sociologia pós-colonial, conceitos como in-between e third space não são unânimes. Críticos alegam que não há, na topografia social, terceiros lugares, todos os lugares enunciatórios definem imediatamente fronteiras (COSTA, 2007: 108). Outrossim, poderíamos trocar a perspectiva: fronteiras são a condição estrutural para que haja lugares além das suas determinações binárias. Já que fronteiras são indispensáveis para o ser humano como animal simbolicum, a atividade discursiva de criar fronteiras, discorrer sobre elas, é a mesma que também permite questioná-las, mostrá-las como arbitrárias, levando a espaços terceiros. Podemos observar ambas as ações de construção e de desconstrução em Überfahrt. Veículo para tais atividades é a narrativa literária. O texto, porém, começa com um narrador que relata oralmente, por meio de discurso direto, acontecimentos mais ou menos encadeados de sua vida e de outros. A cena clássica da narrativa oral é evocada com a partida do cargueiro: [ ] a partir da retirada da ponte do navio, tem-se na frente três semanas somente de mar (Ü: 5), diz Triebel. O narrador, seu ouvinte e outros companheiros de viagem vão formar uma comunidade para a qual, durante um determinado período, o tempo não tem importância. Em um artigo de 1938 sobre Seghers, Walter Benjamin elogiou enfaticamente a recorrência da autora a formas

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