ATUALIZAÇÃO CONTÁBIL E CUIDADOS NA ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA ENTIDADES DO 3º SETOR. Ivan Pinto Mateus Yutaki A.

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1 ATUALIZAÇÃO CONTÁBIL E CUIDADOS NA ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA ENTIDADES DO 3º SETOR Ivan Pinto Mateus Yutaki A. Ferreira

2 Entendem-se como entidades beneficentes de assistência social ou entidades do Terceiro Setor, as Entidades Paraestatais que atuam com complementares às ações desenvolvidas pelo determinada finalidade social em ações Estado.

3 O desafio e a OPORTUNIDADE... Adequar a sua Entidade aos critérios estabelecidos nas Leis, Decretos, Portarias Ministeriais, Instruções Normativas e Resoluções Técnicas de cada área de atuação.

4 REFLEXOS Estatuto Social Controles Internos; Plano de Contas; Escrituração Contábil; Demonstrações Contábeis; Prestações de Contas; Responsabilidade dos Gestores; Cruzamento de Informações.

5 CONTABILIDADE E A ISENÇÃO TRIBUTÁRIA (CEBAS) 5

6 Contabilidade x Filantropia Art. 29. A entidade beneficente certificada na forma do Capítulo II fará jus à isenção do pagamento das contribuições de que tratam os arts. 22 e 23 da Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991, desde que atenda, cumulativamente, aos seguintes requisitos: III - apresente certidão negativa ou certidão positiva com efeito de negativa de débitos relativos aos tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e certificado de regularidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS; IV - mantenha escrituração contábil regular que registre as receitas e despesas, bem como a aplicação em gratuidade de forma segregada, em consonância com as normas emanadas do Conselho Federal de Contabilidade;

7 Contabilidade x Filantropia: A AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DOS PROJETOS/ CUMPRIMENTO DE BOLSAS PASSA PELA CONTABILIDADE : DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NOTAS EXPLICATIVAS Servirão de Base para os ministérios!!!

8 Exemplos práticos de Indeferimentos e Diligências Panorama atual

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10 Formalidade Processual Podemos perceber no slide anterior a importância da formalidade processual Check List documental. Com o SISCEBAS aumenta ainda mais esta responsabilidade (Veremos a frente)!!!

11 Panorama Atual da Revisão do Processo 1º Passo - Verificação se há toda a documentação importância da formalidade do processo. 2º Passo Analise Contábil do processo Profissional: Contadores 3º Passo Analise Jurídica do processo Profissional: Advogados Nos 2º e 3º passos, se analisam os aspectos quantitativos e qualitativos das gratuidades!!!

12 DO REGISTRO CONTÁBIL Os registros contábeis devem evidenciar as contas de receitas e despesas, superávit ou déficit, de forma segregada, quando identificáveis por tipo de atividade, tais como educação, saúde, assistência social, técnico-científica e outras, bem como, comercial, industrial ou de prestação de serviços.

13 Indeferimento As receitas de doações, subvenções e contribuições recebidas para aplicação específica, mediante constituição ou não de fundos, devem ser registradas em contas próprias segregadas das demais contas da entidade. Caso: A Entidade tinha os registros segregados, mas, não demonstrou na DRE, ou seja, não basta fazer, deve-se manter a preocupação em DEMONSTRAR.

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15 Percebam a assinatura de contador analisando o processo

16 RESPONSABILIDADE DOS PROFISSIONAIS CONTÁBEIS 16

17 AUTUAÇÕES FISCAIS E SUAS IMPLICAÇÕES: TRIBUTÁRIA PENAL/CRIMINAL PATRIMONIAL CIVIL TITULAÇÕES DIRIGENTES CONTABILISTAS

18 DA RESPONSABILIDADE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ENTIDADE X AUDITORIA A elaboração das demonstrações contábeis é de responsabilidade da administração da Entidade. A responsabilidade da Entidade inclui: Manutenção adequada dos registros contábeis e controle interno; Seleção e aplicação de práticas contábeis apropriadas; Desenvolvimento de estimativas contábeis; Salvaguarda de ativos da Entidade.

19 CONTROLE FISCAL 19

20 FISCO x CONTRIBUINTE: UM BIG BROTHER TUDO ON LINE CRUZAMENTO DE INFORMAÇÕES VIGILÂNCIA PERMANENTE VELOCIDADE RAPIDEZ LAVRAR O AUTO À DISTÂNCIA 20

21 SISTEMA PÚBLICO ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL (SPED CONTÁBIL) PROVAVELMENTE A OBRIGAÇÃO PARA ALGUMAS ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS ADERIREM AO SPED CONTÁBIL SERÁ 2014! Os históricos contábeis devem ser objetivos, descrevendo de maneira clara os fatos ocorridos; Focar na qualidade dos dados enviados, pois a ECD não é apenas um arquivo magnético e sim a escrituração contábil da entidade; Ter sistemas unificados (integrados): contábeis, folha de pagamento, contas a receber, contas a pagar, patrimônio, setor de compras, estoques, dentre outros; O sistema da entidade deve permitir a validação de informações que antecipem as consistências e os cruzamentos feitos pelo SPED, antes do envio das informações.

22 SPED Contábil ou ECD - Escrituração Contábil Digital

23 O que é? Como o próprio nome diz: Sistema Público de Escrituração Digital. O SPED Contábil, ou ECD, foi criado pela IN 787/07.

24 Sped - Contábil Em outras palavras, os órgãos fazendários não requererão mais as obrigações acessórias e escrituração contábil que conhecemos hoje, mas, sim, por meio de arquivos digitais.

25 Sped - Contábil A ECD compreenderá a versão digital dos seguintes livros: I - livro Diário e seus auxiliares, se houver; II - livro Razão e seus auxiliares, se houver; III - livro Balancetes Diários, Balanços e fichas de lançamento comprobatórias dos assentamentos neles transcritos.

26 Sped - Contábil A fim de garantir a autoria, a autenticidade, a integridade e a validade jurídica do documento digital, a ECD deverá ser assinada digitalmente. Certificado Digital: segurança mínima

27 Sped - Contábil Por enquanto: as empresas continuam a entregar a DIPJ; EFDs; Dacons; DCTF; etc...

28 Procedimento da ECD Antes do SPED: Livro Manuscrito Livro Papel Mecanografia Computador Pessoal

29 CONTABILIDADE HOJE!! SPED Em vez de livro, fazemos um arquivo digital Importante: Os lançamentos contábeis são os mesmos.

30 Sped - Contábil Obrigatoriedade: Hoje: Sociedades empresárias tributadas pelo lucro real!! Importante: Fica facultada a entrega da ECD às demais sociedades empresárias.

31 Sped - Contábil Segundo informações da Receita Federal do Brasil, o SPED CONTÁBIL será obrigatório para as empresas do lucro presumido a médio ou longo prazo. IMPORTANTE: Isso não significa que as empresas/entidades devem ficar tranquilas. Ao contrário, é bom iniciar o processo de profissionalização da gestão agora, para não ter surpresas desagradáveis no futuro.

32 EFD-PIS/COFINS IN SRF 1.218/11 2º A Instrução Normativa RFB nº 1.052, de 2010, passa a vigorar acrescida do art. 3º-A:.. as pessoas jurídicas imunes e isentas do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), cuja soma dos valores mensais da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins apurada seja igual ou inferior a R$ ,00 (dez mil reais), observado o disposto no 5º;

33 DICA Implantar a Inteligência Fiscal CRUZAMENTO CNPJ/CPF COM CARTÓRIOS, DETRANS, BANCOS, CARTÕES DE CRÉDITO, FOLHA DE PAGAMENTO, FGTS, INSS, IRFF, E ETC. COMPRA E VENDA MERCADORIAS E SERVIÇOS, INCLUSIVE DESPESAS BÁSICAS (LUZ, ÁGUA, TELEFONE E SAÚDE) CRIAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES PATRIMONIAIS. REVISÃO DOS PROCEDIMENTOS E CONTROLES CONTÁBEIS 05 ANOS SISCEBAS UTILIZA BASE DE DADOS DA SRFB

34 Nova Normatização- Fiscalização - contábil Novas Práticas Contábeis X Fiscalização dos Conselhos Regionais X M.P.F. e SRFB

35 CONTEXTO DE MUDANÇAS DESDE 2008 (com a promulgação da Lei /07), O BRASIL VEM PASSANDO POR MUDANÇAS CONTÁBEIS: ADOÇÃO/CONVÊRGENCIA AO PADRÃO IFRS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE

36 CONTEXTO DE MUDANÇAS PERGUNTA RECORRENTE: AS ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR ESTÃO INCLUSAS NESTE CONTEXTO DE MUDANÇA (IFRS)? RESPOSTA: SIM NÃO ADIANTA RESISTIR - As IFRS completas são dirigidas basicamente às companhias de capital aberto e às enquadradas pela Lei n.º /07 Companhias de grande porte ( Ativo Superior a R$ ,00 ou receita bruta anual superior a R$ ,00), além daquelas obrigadas por órgãos reguladores (CVM, BCB, Susep). - IFRS para Pequenas e Médias entre outras...

37 CONTEXTO DE MUDANÇAS O que se pode observar é que as pequenas e médias empresas (SE NÃO SE ENQUADRAR EM NENHUM DOS CASOS ANTERIORES) devem adotar as IFRS para PME s editadas pelo CFC como NBC T Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas, aprovada pela Resolução CFC n.º 1.255/09, alterada pela Resolução 1.329/10 (alterou somente a nomenclatura da NBCT), que estabeleceu a NBC TG Vale ressaltar que a referida NBC TG é uma versão simplificada de todas as IFRS/IAS do IASB, a qual facilita a adoção e o entendimento dos profissionais contábeis que atuam com as PME s (veremos mais a frente). MAIORIA DOS CASOS TERCEIRO SETOR

38 RESUMINDO ESTAMOS ATRAVESSANDO UM MOMENTO DE MUDANÇAS CONTÁBEIS (IFRS e NOVA LEI DA REGÊNCIA), NAS QUAIS AS ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR, E PROFISSIONAIS DE CONTABILIDADE, ESTÃO INCLUSOS, E QUE PODEM REFLETIR DIRETAMENTE NA MANUTENÇÃO DAS ISENÇÕES/IMUNIDADE (FATIA ESSA QUE O GOVERNO ESTÁ DE OLHO, CONFORME NÚMEROS APRESENTADOS), E NO EXERCICIO DA PROFISSÃO PELO CONTADOR.

39 Portanto, estamos diante de um GRANDE DESAFIO... Acompanhar as novidades Legais e as novas formas de se fazer o que sempre fizemos... Aprendizagem/Atualização permanente COMO SE MANTER ATUALIZADO E APRENDER IFRS???

40 O CPC e a convergência aos padrões internacionais de contabilidade (IFRS) O Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC FOI a principal entidade no Brasil que ATUOU na convergência ao IFRS. ABRASCA BOVESPA CPC FIPECAFI CFC IBRACON

41 O CPC e a convergência aos padrões internacionais de contabilidade (IFRS) TODAS AS NORMAS PUBLICADAS PELO CFC, TIVERAM CO MO BASE OS CPC S. CPC Resolução NBC TG

42 Nova Normatização- Fiscalização - contábil Novas Práticas Contábeis X Fiscalização dos Conselhos Regionais

43 COMITÊ PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS - VIGENTES - 43

44 A convergência aos padrões internacionais de contabilidade (IFRS) Benefícios da adoção do IFRS como padrão contábil Padronização internacional (mais de 100 países utilizam); linguagem contábil global para servir de base nas negociações transnacionais (mais de 100 países utilizam); Imediata utilização pelo público internacional; Aumento do fluxo de capitais para as empresas brasileiras; Reduz custos de adaptação dos relatórios financeiros.

45 PADRÃO BRASILEIRO - ANTIGO Tradicionalmente influenciado pela legislação tributária; Baseado em regras; Desenvolvimento descentralizado (Leis Ordinárias, CFC, CVM, BACEN, SUSEP, IBRACON, etc)

46 IFRS Livre de influências de legislações tributárias; Baseado em princípios; Desenvolvimento centralizado no FASB e, se necessário, interpretado pelo IFRIC (International Financial Reporting Interpretations Committee)

47 REGRAS X PRINCIPIOS Essência ao invés de forma: a contabilidade tem relação ativa com os aspectos legais e jurídicos, porem há ocasiões em que o jurídico não representa o econômico. Assim sendo, a contabilidade deve centrar-se no compromisso de bem informar.

48 CONTABILIDADE - ABRANGÊNCIA - 48

49 Objetivos Contabilidade Evidenciação: a contabilidade e seus respectivos saldos devem estar suportados por documentos e/ou demonstrações, ambos de fundamentação legal absoluta.

50 Dimensão da Contabilidade Jurídico - A dimensão jurídica esta relacionada com todos os aspectos legais, exigindo o cumprimento da lei em toda a sua amplitude. Partindo da qualificação dos representantes legais, da estrutura social, contratos, obrigações, relações profissionais, etc. Econômico - Na dimensão econômica a Instituição caracteriza-se pela massa patrimonial, cujo evoluir, quantitativo e qualitativo, a Contabilidade precisa acompanhar. Organizacional - A Instituição na dimensão organizacional pode ser encarada como grupo de pessoas ou pessoa exercendo controle sobre receitas e despesas, investimentos e distribuições. Social - A Instituição, em seu sentido social, pode ser examinada em suas transfigurações sociais, na utilidade que a si acresce, mas também pelo que contribui no campo do social, em termos de benefícios sociais.

51 INFORMAÇÕES PARA ELABORAÇÃO - PLANO DE CONTAS - 51

52 Plano Contas = Contabilidade A Contabilidade como reflexo de nossas ações presentes e de visão futura é a ferramenta absoluta e adequada para este fim.

53 REPENSAR O NEGÓCIO Mapeamento das atividades desenvolvidas e das fontes de recursos Cumprimento das Obrigações Principais e Acessórias Revisão/adequação dos controles internos Reestruturação Plano de Contas Cumprimento das Normas Brasileiras Contabilidade Integração Sistemas de Informações

54 CONTABILIDADE DO 3º SETOR Controle e planejamento das Atividades desenvolvidas Enquadramento nas Políticas Públicas Registrar e informar os procedimentos adotados pela Entidade para Proteção e/ou Inserção das Políticas Públicas desenvolvidas DSDE segmentado, elaborado conforme as atividades desenvolvidas e suas respectivas Políticas Públicas

55 CONTABILIDADE DO 3º SETOR E AS POLÍTICAS PÚBLICAS A contabilidade do 3º. Setor tem um papel importante na sociedade, onde os contadores devem prestar as melhores e mais completas informações sobre as receitas e os gastos aplicados na proteção e/ou inserção das Políticas Públicas que a Entidade esteja inserida e por conseqüência regulamentada. Total transparência dos atos e fatos (responsabilidade social) CONTADOR NÃO BASTA CONHECER NORMAS CONTÁBEIS!

56 CONTABILIDADE DO 3º SETOR E AS POLÍTICAS PÚBLICAS POLÍTICAS PÚBLICAS: ações que visam a manutenção e o estabelecimento do equilíbrio entre o mercado e sociedade Compreendem os programas sociais que visam a solucionar problemas gerados pela ineficiência do sistema público em assegurar a coesão e o equilíbrio social.

57 CONTABILIDADE DO 3º SETOR E AS POLÍTICAS PÚBLICAS AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO Resultados que devem constar nas demonstrações contábeis, onde descreve que a Entidade está inserida nas Políticas Públicas: Eficiência: os objetivos e metas foram alcançados com recursos e insumos definidos? Eficácia: os objetivos e as metas previstas foram alcançados no tempo previsto e com a qualidade esperada? Efetividade: a situação objeto da intervenção foi alterada? Afere-se o impacto das ações.

58 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS (ESTATUTARIAMENTE E CONTÁBIL) ASSOCIASSOCIAÇÕES, FUNDAÇÕES E ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS (ASPECTOS OPERACIONAIS) LEI No. 91/35 (UTILIDADE PÚBLICA FEDERAL) LEI No /81 (POLÍTICA NACIONAL MEIO AMBIENTE) CÓDIGO DIREITO CANÔNICO DE 1983 LEI No /90 (ESTATUTO CRIANÇA E ADOLESCENTE) LEI No /90 (LEI ORGÂNICA SAÚDE) LEI No /91 (SEGURIDADE SOCIAL) LEI No /93 (LOAS) LEI No /96 (LDB) LEI No /03 (ESTATUTO IDOSO) LEI No /09 (ISENÇÃO E CERTIFICAÇÃO) LEI No /10 (POLÍTICA NACIONAL DE CULTURA) PL No. 3077/08 (ALTERA LOAS) PLS No. 698/07 (PRONEI)

59 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS (ESTATUTARIAMENTE E CONTÁBIL) ASSOCIAÇÕES, FUNDAÇÕES E ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS (ASPECTOS OPERACIONAIS) DECRETO No /61 (UTILIDADE PÚBLICA FEDERAL) DECRETO No /99 (SEGURIDADE SOCIAL) DECRETO No /07 (ENTIDADES E ORGANIZAÇÕES ASSIST SOCIAL) DECRETO No /10 (ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DO MDS) DECRETO No /10 (ACORDO SANTA SÉ E BRASIL) DECRETO No /10 (ISENÇÃO E CERTIFICAÇÃO) DECRETO No /10 (ALTERA DECRETO No /10) POLÍTICA NACIONAL SAÚDE POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO POLÍTICA NACIONAL ASSISTÊNCIA SOCIAL PLANO NACIONAL EDUCAÇÃO DETERMINAÇÕES MINISTÉRIOS PÚBLICOS ESTADUAIS (FUNDAÇÕES)

60 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS (ESTATUTARIAMENTE E CONTÁBIL) ASSOCIAÇÕES, FUNDAÇÕES E ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS (ASPECTOS OPERACIONAIS) PORTARIAS DO MEC, MDS E MS RESOLUÇÕES DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE RESOLUÇÕES DO CONSELHOS ESTADUAIS DE SAÚDE RESOLUÇÕES DO CONSELHOS MUNICIPAIS DE SAÚDE RESOLUÇÕES SECRETARIA NACIONAL ASSISTÊNCIA SOCIAL (SNAS) RESOLUÇÕES CONSELHOS ESTADUAIS ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÕES CONSELHOS MUNICIPAIS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CNE - CAMARA DA ED. BÁSICA E DO ENSINO SUPERIOR (MEC) RESOLUÇÕES CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÕES CONSELHOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO

61 NORMAS CONTÁBEIS APLICÁVEIS AO 3º. SETOR 61

62 Formalização da Natureza Jurídica sob a qual a Entidade poderá ser constituída: Fundação de Direito Privado Associação Organização Social Organização Religiosa Partido Político Resolução CFC nº 1.409/2.012 ITG 2002 ENTIDADES SEM FINALIDADE DE LUCROS Esta Interpretação destina-se a orientar o atendimento às exigências legais sobre procedimentos contábeis a serem cumpridos pelas pessoas jurídicas de direito privado sem finalidade de lucros, especialmente entidade imune, isenta de impostos e contribuições para a seguridade social, beneficente de assistência social e atendimento aos Ministérios da Justiça, Educação, Saúde, Cultura, Previdência, Desenvolvimento Social e Combate a Fome e ainda, Receita Federal do Brasil e demais órgãos federais, estaduais e municipais. Entidade Sindical

63 Escrituração de Operações específicas do Terceiro Setor: Receitas x Despesas Princípio Contábil da Competência Doações e Subvenções reconhecimento no Resultado (vide NBC TG 07) Quando condicionais, registrar em contas patrimoniais (ex: subvenções recebidas a realizar Passivo) Obrigatoriedade de constituição de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Incorporação do Resultado apurado à conta de Patrimônio Social Gratuidade aplicada por meio de Prestação de Serviço: pelo valor efetivamente praticado Segregada, de forma compatível à Prestação de Contas, quando aplicável Dotação Inicial (Fundações) é considerada doação patrimonial, diretamente no Patrimônio Social Adoção Inicial desta interpretação: Custo Atribuído (ITG 10)

64 Demonstrações Contábeis No grupo Patrimônio Líquido, altera a nomenclatura da Conta Capital para Conta Patrimônio Social No Balanço, DRE, DMPL e DFC: altera nomenclatura Lucros para Superávit e Prejuízos para Déficit Obrigatoriedade da publicação das Gratuidades concedidas na DRE e nas Notas Explicativas Doações fazem parte das Atividades Operacionais Contas de Compensação Abre a possibilidade de controle do Custo da Isenção Usufruída em Contas de Compensação, contanto que publicado em Notas Explicativas Divulgação Publicação de contexto operacional, critério de apuração, destinação e segregação de receitas e despesas principalmente no tocante à Gratuidade, Doações, Subvenções, Contribuições e Aplicações de Recursos Imunidade ou Isenção deve ser evidenciada nas demonstrações, como se devidas fossem Reforça a necessidade de controle do Imobilizado pela Vida Útil

65 Conciliação Contábil No decorrer da movimentação contábil de uma empresa são realizados centenas de lançamentos propiciando, com isso, a possibilidade da ocorrência de alguns erros que se não corrigidos antes do encerramento, deixarão os saldos das Contas irreais, trazendo reflexos nas Demonstrações Financeiras da empresa de modo que estas não espelharão a sua situação patrimonial real. Por esta razão é elaborada a Conciliação Contábil, que é a conferencia dos registros contábeis com a documentação suporte.

66 Exemplo Conciliação Contábil Composição de saldo IR s/ Serv, Terceiros Data Descrição Valor IRRF S/ REC. 05/08/11 Bueno Barbosa 20/09/2011 Advs. Duplicidade R$ 202,67 29/02/2012 IRRF s/ NFS.193 Datanova duplicidade R$ 2.073,32 Saldo Contábil em 30/06/2012 R$ 2.275,99

67 BENS EM COMODATO É o empréstimo gratuito de coisas não fungíveis (móveis e imóveis). Antes da Nova Lei: O bem recebido em comodato pelo comodatário não poderia alterar a situação patrimonial do comodatário. Depois da Nova Lei: O bem recebido em comodato passou a alterar a situação patrimonial do comodatário, desde que no contrato apresente três características: a) benefícios; b) riscos e c) controle desses bens

68 BENS EM COMODATO Conforme Art.179 da lei 6.404/76 IV no ativo imobilizado: os direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram à companhia os benefícios, riscos e controle desses bens; D: Ativo Não Circulante Imobilizado (Bens em comodato) C: Passivo Circulante (Bens em comodato)

69 PATRIMONIO LÍQUIDO Desaparecem (congelam) as contas de : - Reservas de Reavaliação - Reservas de Prêmios por emissão de debêntures; - Reservas de Doações e Subvenções - Lucros Acumulados Criação de Novas Contas no Patrimônio Líquido - Ajustes de Avaliação Patrimonial - Reserva de Incentivos Fiscais

70 SALDOS DA RESERVA DE REAVALIAÇÃO A Lei nº , de 2007, eliminou a possibilidade de reavaliação espontânea de bens e, conseqüentemente, a figura da reserva de reavaliação. Assim, os saldos existentes nas reservas de reavaliação constituídas antes da vigência da Lei nº , de 2007,poderão ser mantidos até sua efetiva realização ou estornados até o final do exercício social em que a Lei nº , de 2007, entrou em vigor, ou seja, 2008 (art. 6º, Lei nº , de 2007).

71 Ajustes de avaliação patrimonial x Reserva de Reavaliação As novidades são que a nova lei permite: a) Ajuste para diminuir ou aumentar os valores contábeis dos elementos do ATIVO ; b) Ajuste para aumentar ou diminuir os valores contábeis dos elementos do PASSIVO.

72 Ajustes de Avaliação Patrimonial A realização desse ajuste deverá ser efetivada quando for comprovada discrepância relevante de valor entre o preço de mercado e o valor contábil. O legislador não estabeleceu uma periodicidade para se fazer este tipo de ajuste.

73 Lançamentos Contábeis: Débito: Ativo Conta avaliada Crédito: Patrimônio Líquido Ajustes de Avaliação Patrimonial Ex.acima se refere ao aumento de um bem do ativo. Realização do Ajuste ao Valor de Mercado (depreciação): Débito- Ajuste de Avaliação Patrimonial Crédito Superávit/déficit acumulados EXISTEM EXCEÇOES (MAIS A FRENTE)

74 Ajustes de Avaliação Patrimonial INCORPORAÇÃO, FUSÃO E CISÃO/DESMEMBRAMENTO Os ativos e passivos da sociedade a ser incorporada ou decorrente de fusão ou cisão deverão ser contabilizados pelo seu VALOR DE MERCADO, somente quando a operação for: Realizada entre partes independentes; Vinculada à efetiva transferência de controle. Os AAP contida no PL, serão registrados contabilmente enquanto não computadas no resultado do exercício em obediência ao regime de competência, as contrapartidas de aumentos e diminuições (em decorrência da sua avaliação a preço de mercado). Veremos exceções estabelecidas pelo ICPC 10. Nestas situações é obrigatório a elaboração de um Laudo de Avaliação realizados por peritos.(lei /07)

75 Lei /09 (MP 449/08) Art º I - ativo circulante; e II - ativo não-circulante, composto por ativo realizável a longo prazo, investimentos, imobilizado e intangível. 2º... I - passivo circulante; II - passivo não-circulante; e III - patrimônio líquido, dividido em capital social, reservas de capital, ajustes de avaliação patrimonial, reservas de lucros, ações em tesouraria e prejuízos acumulados.

76 Lei /09 DIFERIDO Art. 299-A. O saldo existente em 31 de dezembro de 2008 no ativo diferido que, pela sua natureza, não puder ser alocado a outro grupo de contas, poderá permanecer no ativo sob essa classificação até sua completa amortização, sujeito à análise sobre a recuperação de que trata o 3o do art (NR)

77 Lei /09 RESULTADO DE EXERCÍCIO FUTURO Art. 299-B. O saldo existente no resultado de exercício futuro em 31 de dezembro de 2008 deverá ser reclassificado para o passivo nãocirculante em conta representativa de receita diferida. Parágrafo único. O registro do saldo de que trata o caput deverá evidenciar a receita diferida e o respectivo custo diferido. (NR)

78 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.292/10 Aprova a NBC T Redução ao Valor Recup.de Ativos. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, e com fundamento no disposto na alínea "f" do art. 6º do Decreto- Lei nº 9.295/46, alterado pela Lei nº /10, resolve: Art. 1º Aprovar a NBC TG 1 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos que tem por base o Pronunciamento Técnico CPC 01 (R1) (IAS 36 do IASB). Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, aplicando-se aos exercícios encerrados a partir de dezembro de 2010, quando será revogada a Resolução CFC nº 1.110/07, publicada no D.O.U., Seção I, de 7/12/07.

79 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.292/10 Se o imobilizado apresentar evidências de não recuperação de seu valor contábil, ao longo de sua vida útil, o valor contábil deve ser reduzido ao valor recuperável, reconhecendo - se a estimativa de perda correspondente. (impairment)

80 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.292/10 EXEMPLO PRÁTICO 1) Determinar o valor contábil líquido do bem: Máquina R$ ,00 (-) Dep Acum (R$ ,00) Valor Contábil R$ ,00 2) Determinar o valor recuperável do bem: a) pelo valor líquido de venda (Mercado) ; b) pelo valor líquido de uso.

81 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.292/10 EXEMPLO PRÁTICO a) Pelo valor líquido de venda: O valor líquido é o valor justo de venda (valor acertado) diminuído dos custos da transação (despesas de cartório, de transporte e etc.): Preço de Venda R$ ,00 (-) Custos c/ a Venda (R$ ,00) (=) Valor Líquido Venda R$ ,00

82 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.292/10 EXEMPLO PRÁTICO 3) Comparação entre o valor contábil e o valor recuperável: ( Nesta fase é aplicado o teste de recuperabilidade por meio de uma comparação entre o valor contábil do bem e o seu valor recuperável) Valor contábil do bem R$ ,00 (-) Valor recuperável R$ ,00 (=) Estimativa de Perda com desvalorização de ativo R$ ,00

83 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.292/10 EXEMPLO PRÁTICO 4) Contabilização da Perda: DESPESAS: D - Outras Despesas Perda c/ Desvalorização de Ativo R$ ,00 ATIVO NÃO-CIRCULANTE: (imobilizado) C Provisão p/ Estimativa de Perda c/ Desvalorização de Ativo - (R$ ,00)

84 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.292/10 VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS Quando ficar identificado que o valor de realização do ativo é maior que o seu valor contábil, não será necessário nenhum tipo de registro. EXEMPLO: Valor Contábil R$ ,00 Valor Líquido Venda R$ ,00

85 OBRIGATORIEDADE DO IMPARMEINT 9 - Independentemente de existir ou não qualquer indicação de redução ao valor recuperável, uma entidade deverá: (a) testar, no mínimo anualmente, a redução ao valor recuperável de um ativo intangível com vida útil indefinida (Marcas, por exemplo) ou de um ativo intangível ainda não disponível para uso, comparando o seu valor contábil com seu valor recuperável. Esse teste de redução ao valor recuperável poderá ser executado a qualquer momento no período de um ano, desde que seja executado, todo ano, no mesmo período. (CPC 01)

86 RESOLUÇÃO CFC 1.374/11 Dá nova redação à NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, aplicando-se aos exercícios iniciados a partir de 1º de janeiro de dar suporte ao desenvolvimento de novas normas e à revisão das existentes quando necessário; dar suporte aos responsáveis pela elaboração das demonstrações contábeis na aplicação das normas e no tratamento de assuntos que ainda não tiverem sido objeto de normas; auxiliar os auditores independentes a formar sua opinião sobre a conformidade das demonstrações contábeis com as normas; apoiar os usuários das demonstrações contábeis na interpretação de informações nelas contidas, preparadas em conformidade com as normas; e proporcionar, àqueles interessados, informações sobre o enfoque adotado na formulação das normas.

87 Resolução CFC 1.374/11 A quem se destina essas Demonstrações Contábeis: - Receita Federal do Brasil; - Ministério Público; - Ministério Educação, Desenvolvimento Social e Saúde; - Conselho Nacional Assistência Social; - Conselhos Municipais e Estaduais; - Ministério da Justiça; - Conselho Federal /REGIONAL de Contabilidade; - Agência Nacional de Saúde; - Associados (as), Colaboradores, Fornecedores, Clientes e outros.

88 Resolução CFC 1.303/10 Aprova a NBC TG 04 Ativo Intangível ATIVOS INTANGÍVEIS O objetivo da presente Norma é o de definir o tratamento contábil dos ativos intangíveis. Ela estabelece que uma entidade deve reconhecer um ativo intangível apenas se determinados critérios especificados nesta Norma forem atendidos. A Norma também especifica como mensurar o valor contábil dos ativos intangíveis, exigindo divulgações específicas sobre esses ativos.

89 Resolução CFC 1.303/10 Alguns ativos intangíveis podem estar contidos em elementos que possuem substância física, como um disco (como no caso de software), documentação jurídica (no caso de licença ou patente) ou em um filme. Para saber se um ativo que contém elementos intangíveis e tangíveis deve ser tratado como ativo imobilizado ou como ativo intangível, nos termos da presente Norma, a entidade avalia qual elemento é mais significativo. Por exemplo, um software de uma máquina-ferramenta controlada por computador que não funciona sem esse software específico é parte integrante do referido equipamento, devendo ser tratado como ativo imobilizado. O mesmo se aplica ao sistema operacional de um computador. Quando o software não é parte integrante do respectivo hardware, ele deve ser tratado como ativo intangivel.

90 Resolução CFC 1.303/10 As entidades freqüentemente despendem recursos ou contraem obrigações com a aquisição, o desenvolvimento, a manutenção ou o aprimoramento de recursos intangíveis como conhecimento científico ou técnico, desenho e implantação de novos processos ou sistemas, licenças, propriedade intelectual, conhecimento mercadológico, nome, reputação, imagem e marcas registradas (incluindo nomes comerciais e títulos de publicações).

91 Resolução CFC 1.303/10 Nos exemplos citados existem alguns itens que possuem a característica de Ativo Intangível, mas não gerem benefícios econômicos futuros. Por este motivo o gasto incorrido na sua aquisição ou geração interna deve ser reconhecido como despesa quando incorrido.

92 Resolução CFC 1.303/10 Benefício econômico futuro Os benefícios econômicos futuros gerados por ativo intangível podem incluir a receita da venda de produtos ou serviços, redução de custos ou outros benefícios resultantes do uso do ativo pela entidade. Por exemplo, o uso da propriedade intelectual em um processo de produção pode reduzir os custos de produção futuros em vez de aumentar as receitas futuras.

93 Resolução CFC 1.303/10 Determinação da vida útil de um Ativo Intangível Esta Norma, determina que a contabilização de um ativo intangível é baseada em sua vida útil para fins da emissão de relatórios da entidade. Um ativo intangível com vida útil finita é amortizado e um ativo intangível com vida útil indefinida não é amortizado.

94 Resolução CFC 1.303/10 Exemplo Forma de Contabilização: D Ativo Não-Circulante (Intangível) C Ajuste Avaliação Patrimonial (PL) Realização (Amortização) D Ajuste Avaliação Patrimonial (PL) C Superávit ou Déficit Acumulados (ICPC 10)

95 Resolução CFC 1.304/10 Aprova a NBC TG 06 Operações de Arrendamento Mercantil Operações de Arrendamento Mercantil O objetivo desta Norma é estabelecer, para arrendatários e arrendadores, políticas contábeis e divulgações apropriadas a aplicar em relação a arrendamentos mercantis.

96 Leasing/Arrendamento Financeiro Opção de compra Forma de Financiamento Operacional Não quer ficar com o bem Aluguel Ativo Resultado

97 Resolução CFC 1.304/10 O Leasing Financeiro é a operação de arrendamento mercantil que transfere ao arrendatário substancialmente todos os riscos inerentes ao uso do bem arrendado, como obsolescência tecnológica, desgastes, etc.

98 Resolução CFC 1.304/10 Forma de Contabilização De acordo com esta Norma a arrendatária, no contrato de leasing financeiro, o valor do bem arrendado integra o imobilizado no ativo não-circulante, em contrapartida ao valor total das contraprestações e do valor residual que deve ser registrado no passivo circulante ou no exigível a longo prazo.

99 Leasing Financeiro Exemplo de Contabilização: Valor do bem financiado: R$ ,00, a ser pago em 36 parcelas mensais, iguais e sucessivas: D - MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS (Imobilizado) - R$ ,00 C - FINANCIAMENTOS - LEASING (Passivo Circulante) - R$ ,00 C - FINANCIAMENTOS - LEASING (Passivo Não Circulante) - R$ ,00 DEPRECIAÇÃO A depreciação do bem arrendado na modalidade de leasing financeiro deve ser consistente com a depreciação aplicável a outros ativos de natureza igual ou semelhante.

100 Leasing Financeiro Exemplo de Contabilização: ENCARGO FINANCEIRO A APROPRIAR A diferença entre o valor total das contraprestações, adicionado do valor residual, e o valor do bem arrendado, deve ser registrada como encargo financeiro a apropriar em conta retificadora das contraprestações e do valor residual. O pagamento antecipado do valor residual deve ser considerado como uma contraprestação, sendo-lhe atribuído tratamento semelhante. Valor do bem arrendado: R$ ,00 Valor total das parcelas (incluindo juros): R$ ,00 Valor residual: R$ 5.000,00 Então teremos: Valor total a ser pago (incluindo juros) = R$ ,00 + R$ 5.000,00 = R$ ,00 Encargo financeiro a apropriar: R$ ,00 - valor do bem R$ ,00 = R$ 9.000,00.

101 Leasing Financeiro Exemplo de Contabilização: D - ENCARGOS FINANCEIROS A APROPRIAR (Conta Redutora - Financiamentos - Passivo Circulante) - R$ 9.000,00 C - FINANCIAMENTOS - LEASING (Passivo Não-Circulane) - R$ 9.000,00 APROPRIAÇÃO DO ENCARGO FINANCEIRO MENSAL O encargo financeiro deve ser apropriado ao resultado, de acordo com o regime de competência, a débito da conta de despesa financeira e a crédito da conta de encargos financeiros a apropriar. D - DESPESAS FINANCEIRAS (Conta de Resultado) R$ 250,00 C - ENCARGOS FINANCEIROS A APROPRIAR (Conta Redutora - Financiamentos - Passivo Circulante) R$ 250,00

102 Resolução CFC 1.305/10 Subvenção Governamental Aprova a NBC TG 07 Subvenção e Assistência Governamentais. Esta Norma deve ser aplicada na contabilização e na divulgação de subvenção governamental e na divulgação de outras formas de assistência governamental.

103 Resolução CFC 1.305/10 Subvenção Governamental Contabilização Uma subvenção governamental deve ser reconhecida como receita ao longo do período confrontada com as despesas que pretende compensar, em base sistemática, desde que atendidas às condições desta Norma. A subvenção governamental não pode ser creditada diretamente no patrimônio líquido. Enquanto não atendidos os requisitos para reconhecimento no resultado, a contrapartida da subvenção governamental registrada no ativo deve ser em conta específica do passivo.

104 Subvenção Governamental Exemplo de Contabilização Recursos para Custeio Na assinatura do contrato: D Subvenção a Receber (Ativo Circulante) C Subvenção a Realizar (Passivo Circulante) No recebimento da subvenção: D Caixa / Banco (Ativo Circulante) C Subvenção a Receber (Ativo Circulante) Na utilização do recurso: D Subvenção a Realizar (Passivo Circulante) C Receita c/ Subvenção (Conta Resultado) D Despesa (Conta Resultado) C Caixa / Banco (Ativo Circulante)

105 Subvenção Governamental Exemplo de Contabilização Recebimento recursos para compra Bens Ativo Imobilizado Na assinatura do contrato: D Subvenção a Receber (Ativo Circulante) C Subvenção a Realizar (Passivo Circulante) No recebimento da subvenção: D Caixa / Banco (Ativo Circulante) C Subvenção a Receber (Ativo Circulante) Na compra do Bem: D Subvenção a Realizar (Passivo Circulante) C Caixa / Banco (Ativo Circulante)

106 Subvenção Governamental Exemplo de Contabilização Recebimento recursos para compra Bens Ativo Imobilizado No reconhecimento da Receita: D Ativo Imobilizado (Ativo Não-Circulante) C Receitas Diferidas (Passivo Circulante) Mensalmente: D Despesa c/ Depreciação (Conta Resultado) C Depreciação Acumulada (Ativo Não-Circulante) D Receitas Diferidas (Passivo Circulante) C Receita c/ Subvenção (Conta Resultado)

107 Resolução CFC 1.305/10 A entidade deve divulgar nas Notas Explicativas: a política contábil adotada para as subvenções governamentais, incluindo os métodos de apresentação adotados nas demonstrações contábeis; a natureza e os montantes reconhecidos das subvenções governamentais ou das assistências governamentais, bem como a indicação de outras formas de assistência governamental de que a entidade tenha diretamente se beneficiado; descumprimento de condições relativas às subvenções ou existência de outras contingências; informações relativas às parcelas aplicadas em fundos de investimentos regionais e às reduções ou isenções de tributos em áreas incentivadas.

108 Resolução CFC 1.151/09 Aprova a NBC TG 12 Ajuste a Valor Presente. Ajuste ao Valor Presente O objetivo desta Norma é estabelecer os requisitos básicos a serem observados quando da apuração do Ajuste a Valor Presente de elementos do ativo e do passivo quando da elaboração de demonstrações contábeis.

109 Resolução CFC 1.151/09 Ajuste ao Valor Presente Alcance: Esta Norma trata essencialmente de questões de mensuração, não alcançando com detalhes questões de reconhecimento. É importante esclarecer que a dimensão contábil do reconhecimento envolve a decisão de quando registrar ao passo que a dimensão contábil da mensuração envolve a decisão de por quanto registrar.

110 Valor Justo x Valor Presente Conceito de Valor justo: é o montante pelo qual um ativo poderia ser trocado, ou um passivo liquidado, entre partes independentes com conhecimento de negócio e interesse em realizá-lo, em uma transação em que não há favorecidos* (CPC 14 parágrafo 7 Definições quanto ao reconhecimento e mensuração ). Ou seja, um veiculo que na Tabela FIPE custaria R$ ,00, porém ele possui ótima conservação, baixa km e acessórios que aumenta seu valor para venda em mais R$ ,00, totalizando R$ ,00. Desta forma, voce levaria a valor justo de venda, desde que seja parte desinteressada no negócio.

111 Valor Justo x Valor Presente Objetivo Valor justo: tem como primeiro objetivo demonstrar o valor de mercado de determinado ativo ou passivo; na impossibilidade disso, demonstrar o provável valor que seria o de mercado por comparação a outros ativos ou passivos que tenham valor de mercado; na impossibilidade dessa alternativa também, demonstrar o provável valor que seria o de mercado por utilização do ajuste a valor presente dos valores estimados futuros de fluxos de caixa vinculados a esse ativo ou passivo; finalmente, na impossibilidade dessas alternativas, pela utilização de fórmulas econométricas reconhecidas pelo mercado.

112 Valor Justo x Valor Presente Valor presente é a estimativa de valor corrente de um fluxo de caixa futuro, ou seu valor de mercado, no curso normal das operações da entidade. Exemplo: Empréstimo com prazo de 24 meses firmado em 31/12/X1. Se este empréstimo fosse pago 30/06/X2 pela sua totalidade, deve-se trazer o montante ao valor presente descontados de juros/taxas.

113 Resolução 1.159/09 Aprova o Comunicado Técnico CTG 2000 que aborda como os ajustes das novas práticas contábeis adotadas no Brasil trazidas pela Lei nº /07 e MP nº. 449/08 devem ser tratados. Classificação do Ativo e do Passivo em Circulante e Não Circulante ; Extinção do grupo Ativo Permanente; Restrição ao longo do exercício de 2008 e extinção, na data de 5/12/08, do subgrupo Ativo Diferido ; Criação do subgrupo Intangível no grupo do Ativo Não Circulante; Proibição da prática da reavaliação espontânea de ativos; Aplicação, ao final de cada exercício social, do teste de recuperabilidade dos ativos; Registro, em contas de ativo e passivo, dos contratos de arrendamento mercantil financeiro (leasing); Extinção do grupo Resultados de Exercícios Futuros; Criação, no Patrimônio Líquido, da conta de Ajustes de Avaliação Patrimonial ; Extinção da classificação das Receitas e Despesas em Operacionais e Não Operacionais; Implantação da apuração do Ajuste a Valor Presente de elementos do ativo e do passivo.

114 Resolução CFC 1.170/09 Aprova a NBC TG 16 Estoques. Estoques Questão fundamental na contabilização dos estoques é quanto ao valor do custo a ser reconhecido como ativo e mantido nos registros até que as respectivas receitas sejam reconhecidas.

115 Resolução CFC 1.170/09 Estoques são ativos: mantidos para venda no curso normal dos negócios; em processo de produção para venda; ou na forma de materiais ou suprimentos a serem consumidos ou transformados no processo de produção ou na prestação de serviços.

116 Resolução CFC 1.170/09 Mensuração dos Estoques Os estoques devem ser mensurados, para fins de inclusão no ativo, pelo valor de custo ou pelo valor realizável líquido, dos dois o menor.

117 Resolução CFC 1.170/09 Valor realizável líquido é o preço de venda estimado no curso normal dos negócios deduzido dos custos estimados para sua conclusão e dos gastos estimados necessários para se concretizar a venda. O valor de custo do estoque deve compreender o preço de compra, os impostos de importação e outros tributos, bem como os custos de transporte, seguro, manuseio e outros diretamente atribuíveis à aquisição de produtos acabados, materiais e serviços. Descontos comerciais, abatimentos e outros itens semelhantes devem ser deduzidos na determinação do custo de aquisição.

118 Resolução CFC 1.170/09 Após este registro o estoque estará apresentado no ativo circulante pelo seu valor realizável líquido, da seguinte forma: Valor de venda: 100 (-) Despesas para vender (-) Comissão de vendas (9) (-) Despesa com Transporte (3) (-) Embalagem (2) (-) Outras despesas vendas (2) (=) Total 16 Valor realizável liquido = = 84 Custo de aquisição = 90 Ajuste por estimativa de Perdas = (6)

119 É importante entender que o ajuste por desvalorização é uma estimativa e como toda provisão poderá ou não se efetivar. Caso o valor realizável do estoque aumente, a quantia reconhecida como despesa deverá ser revertida como receita. Toda reversão de redução de estoques, proveniente de aumento no valor realizável líquido, deve ser registrada como receita no período em que a reversão ocorrer.

120 Resolução CFC 1.177/09 Aprova a NBC TG 27 Ativo Imobilizado Imobilizado O objetivo desta Norma é estabelecer o tratamento contábil para ativos imobilizados, de forma que os usuários das demonstrações contábeis possam discernir a informação sobre o investimento da entidade em seus ativos imobilizados, bem como suas mutações.

121 IMOBILIZADO Deve ser mensurado inicialmente ao custo, com tudo que isso implica; Depreciar levando em consideração o valor residual; (vide exemplo a seguir) Usar, preferencialmente, a depreciação linear, por ser o método mais simples.

122 DEPRECIAÇÃO DOS BENS DO ATIVO IMOBILIZADO NBC TG 27 ITEM 50 - O valor depreciável de um ativo deve ser apropriado de forma sistemática ao longo da sua vida útil estimada. ITEM 51 - O valor residual e a vida útil de um ativo são revisados pelo menos ao final de cada exercício e, se as expectativas diferirem das estimativas anteriores, a mudança deve ser contabilizada como mudança de estimativa contábil, segundo a NBC TG 23 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro.

123 Exemplo (cálculo) de Depreciação Uma máquina foi comprada por R$ à vista. Vida útil esperada: 12 anos (144 meses) Valor residual após 12 anos: R$ Cálculo da depreciação: R$ $ = $ R$ / 144 meses = $ 500 ao mês.

124 Pronunciamento Técnico CPC 27 Ativo Imobilizado ICPC 10 No momento, ao efetuar uma avaliação das condições dos bens do imobilizado, é possível que se conclua que o prazo remanescente de vida útil do bem deva ser diferente, e, nesse contexto, estamos diante de uma mudança de estimativa

125 Pronunciamento Técnico CPC 27 Ativo Imobilizado ICPC 10 As demonstrações contábeis deverão conter nota explicativa relacionada à avaliação da estimativa de vida útil e do valor residual dos bens. Essa nota explicativa deve especificar: (a) as premissas e os fundamentos que foram utilizados para proceder à avaliação e à estimativa das vidas úteis e determinação do valor residual (b) as bases da avaliação e os avaliadores (c) as datas e o histórico (descrição) da avaliação (d) o sumário das contas objeto da avaliação e os respectivos valores (e) o efeito no resultado do exercício, oriundo das mudanças nos valores das depreciações (f) a taxa de depreciação anterior e a atual

126 Resolução CFC 1.178/09 Aprova a NBC TG 28 Propriedade para Investimento Propriedades para Investimento O objetivo desta Norma é estabelecer o tratamento contábil de propriedades para investimento e respectivos requisitos de divulgação.

127 Resolução CFC 1.178/09 Propriedade para investimento É a propriedade (terreno ou edifício ou parte de edifício ou ambos) mantida (pelo proprietário ou pelo arrendatário em arrendamento financeiro) para auferir aluguel ou para valorização do capital ou para ambas. Exemplo: Um Prédio que será usado somente para investimento (alugado por outra empresa) sendo este contabilizado em Ativo Não Circulante Investimento, mas vale lembrar que o valor do investimento se deve ao estudo do valor por m² da região e não o valor do imovel.

128 Resolução CFC 1.178/09 As propriedades para investimento são mantidas para obter rendas ou para valorização do capital ou para ambas, e por isso classificadas no subgrupo Investimentos, dentro do Ativo Não Circulante. Por isso, uma propriedade para investimento gera fluxos de caixa altamente independentes dos outros ativos mantidos pela entidade. Isso distingue as propriedades para investimento de propriedades ocupadas pelos proprietários.

129 Resolução CFC 1.179/09 Aprova a NBC TG 23 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro O objetivo desta Norma é definir critérios para a seleção e a mudança de políticas contábeis, juntamente com o tratamento contábil e a divulgação de mudança nas políticas contábeis, a mudança nas estimativas contábeis e a retificação de erro.

130 Resolução CFC 1.179/09 Políticas contábeis - são os princípios, as bases, as convenções, as regras e as práticas específicas aplicados pela entidade na elaboração e na apresentação de demonstrações contábeis. Mudança na estimativa contábil - é um ajuste nos saldos contábeis de ativo ou de passivo, ou nos montantes relativos ao consumo periódico de ativo, que decorre da avaliação da situação atual e das obrigações e dos benefícios futuros esperados associados aos ativos e passivos. As alterações nas estimativas contábeis decorrem de nova informação ou inovações e, portanto, não são retificações de erros.

131 Exemplo: Resolução CFC 1.179/09 Mudança de critério no cálculo para Provisão de Créditos Liquidação Duvidosa. Em 2011 a Entidade estimava e calculava 2% de perdas sobre o valor de clientes a receber, já em 2012 este critério foi alterado para 3% devido a situação de inadimplentes ter aumentado em comparação ao exercício anterior. ASSIM TERÍAMOS UMA MUDANÇA DE ESTIMATIVA CONTABIL.

132 Resolução CFC 1.179/09 Erros de períodos anteriores são omissões e incorreções nas demonstrações contábeis da entidade de um ou mais períodos anteriores decorrentes da falta de uso, ou uso incorreto.

133 Resolução CFC 1.180/09 Aprova a NBC TG 25 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes. Provisões Passivos e Ativos Contingentes Tipo Contingência Ativas Probabilidade Praticamente Certa Provável Tratamento Reconhecer Ativo Divulgar Possível ou Remota Não Divulgar

134 Resolução CFC 1.180/09 Provisões Passivos e Ativos Contingentes Tipo Contingência Probabilidade Provável c/ suf. segurança Tratamento Provisionar Passivas Provável insuf. segurança Divulgar Possível Divulgar Remota Não Divulgar

135 Resolução CFC 1.184/09 Aprova a NBC TG 24 Evento Subsequente. Evento Subseqüente Quando a entidade deve ajustar suas demonstrações contábeis com respeito a eventos subseqüentes ao período contábil a que se referem essas demonstrações; e As informações que a entidade deve divulgar sobre a data em que é concedida a autorização para emissão das demonstrações contábeis e sobre os eventos subseqüentes ao período contábil a que se referem essas demonstrações.

136 Resolução CFC 1.184/09 Evento subsequente ao período a que se referem as demonstrações contábeis é aquele evento, favorável ou desfavorável, que ocorre entre a data final do período a que se referem as demonstrações contábeis e a data na qual é autorizada a emissão dessas demonstrações. Dois tipos de eventos podem ser identificados: os que evidenciam condições que já existiam na data final do período a que se referem as demonstrações contábeis (evento subseqüente ao período contábil a que se referem as demonstrações que originam ajustes); os que são indicadores de condições que surgiram subsequentemente ao período contábil a que se referem as demonstrações contábeis (evento subseqüente ao período contábil a que se referem as demonstrações que não originam ajustes).

137 Resolução CFC 1.184/09 Aprova a NBC TG 24 Evento Subsequente. Exemplo Prático: Após o encerramento do exercício, a Entidade recebeu notificação do Ministério (Saúde, Educação ou Social) que o sua renovação do Certificado (CEBAS) foi indeferido. Este fato deve constar em Notas Explicativas, uma vez que poderá a Entidade ter de recolher sua Cota Patronal do triênio anterior.

138 Resolução CFC 1.185/09 Aprova a NBC TG 26 Apresentação das Demonstrações Contábeis. Apresentação Demonstrações Contábeis Definir a base para a apresentação das demonstrações contábeis, para assegurar a comparabilidade tanto com as demonstrações contábeis de períodos anteriores da mesma entidade quanto com as demonstrações contábeis de outras entidades. Nesse cenário, esta Norma estabelece requisitos gerais para a apresentação das demonstrações contábeis, diretrizes para a sua estrutura e os requisitos mínimos para seu conteúdo.

139 Resolução CFC 1.185/09 Apresentação Demonstrações Contábeis Para satisfazer a esse objetivo, as demonstrações contábeis proporcionam informação da entidade acerca do seguinte: ativos; passivos; patrimônio líquido; receitas e despesas, incluindo ganhos e perdas; alterações no capital próprio mediante integralizações dos proprietários e distribuições a eles; e fluxos de caixa.

140 Resolução CFC 1.185/09 Apresentação Demonstrações Contábeis O conjunto completo de demonstrações contábeis inclui: balanço patrimonial ao final do período; demonstração do resultado do período; demonstração do resultado abrangente do período; demonstração das mutações do patrimônio líquido do período; demonstração dos fluxos de caixa do período; demonstração do valor adicionado do período, conforme NBC T 3.7 Demonstração do Valor Adicionado, se exigido legalmente ou por algum órgão regulador ou mesmo se apresentada voluntariamente; notas explicativas, compreendendo um resumo das políticas contábeis significativas e outras informações explanatórias; e balanço patrimonial no início do período mais antigo comparativamente apresentado quando a entidade aplica uma política contábil retroativamente ou procede à reapresentação de itens das demonstrações contábeis, ou ainda quando procede à reclassificação de itens de suas demonstrações contábeis.

141 Resolução CFC 1.185/09 Apresentação Demonstrações Contábeis Quando a entidade não aplicar um requisito de norma, interpretação ou comunicado técnico em período anterior, e esse procedimento afetar os montantes reconhecidos nas demonstrações contábeis do período corrente, ela deve proceder à divulgação. O item anterior se aplica, por exemplo, quando a entidade deixa de aplicar em período anterior determinado requisito de mensuração de ativos ou passivos contido em norma, interpretação ou comunicado técnico e esse procedimento tem impactos na mensuração de alterações nesses ativos ou passivos reconhecidos nas demonstrações contábeis do período corrente.

142 Resolução CFC 1.185/09 Apresentação Demonstrações Contábeis Considerações Importantes Apresentação apropriada e conformidade com as práticas contábeis brasileiras Continuidade Regime de competência Materialidade e agregação Compensação de valores Freqüência de apresentação de demonstrações contábeis Informação comparativa Consistência de apresentação

143 Resolução CFC 1.185/09 Apresentação Demonstrações Contábeis Considerações Importantes Compensação de valores Ativos e passivos, e receitas e despesas não devem ser compensados exceto quando exigido ou permitido por norma, interpretação ou comunicado técnico. A entidade deve informar separadamente os ativos e os passivos, as receitas e as despesas. A compensação desses elementos no balanço patrimonial ou na demonstração do resultado, exceto quando refletir a essência da transação ou outro evento, deteriora a capacidade dos usuários de compreender as transações, outros eventos e condições que tenham ocorrido e de avaliar os futuros fluxos de caixa da entidade.

144 Resolução 1.187/09 Aprova a NBC TG 30 Receitas. Receitas A questão primordial na contabilização da receita é determinar quando reconhecer a mesma. A receita é reconhecida quando for provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a entidade e esses benefícios possam ser confiavelmente mensurados. Este Pronunciamento identifica as circunstâncias em que esses critérios são satisfeitos e, por isso, a receita será reconhecida. Ele também proporciona orientação prática na aplicação desses critérios.

145 Resolução 1.187/09 A Entidade deve divulgar: as políticas contábeis adotadas para o reconhecimento das receitas e os métodos utilizados para determinar a fase de conclusão de transações que envolvam a prestação de serviços; o montante de cada categoria significativa de receita reconhecida durante o período, incluindo as receitas provenientes de: venda de bens; prestação de serviços; juros;

146 Resolução 1.187/09 Exemplos: Venda faturada e não entregue - refere-se a uma modalidade de venda na qual a entrega da mercadoria é retardada a pedido do comprador, porém este detém a propriedade e aceita a fatura. Assinaturas de publicações e itens similares - Quando os itens envolvidos possuem valores semelhantes ao longo do tempo, a receita é reconhecida em bases uniformes ao longo do período em que os itens são despachados.

147 Resolução CFC 1.193/09 Benefícios a Empregados Aprova a NBC TG 33 Benefícios a Empregados. O objetivo deste Pronunciamento é tratar a contabilização e a divulgação dos benefícios concedidos aos empregados. Para tanto, este Pronunciamento requer que a empresa reconheça: um passivo quando o empregado prestou o serviço em troca dos benefícios a serem pagos no futuro; e uma despesa quando a empresa se utiliza do benefício econômico proveniente do serviço recebido do empregado.

148 NBC T Benefícios a Empregados Divulgação A empresa deve divulgar informações que permitam aos usuários das demonstrações contábeis avaliar a natureza dos seus planos de benefício definido e os efeitos financeiros de alterações nesses planos durante o período. A empresa deve divulgar a seguinte informação sobre planos de benefícios definidos: a política contábil de reconhecimento de ganhos e perdas atuariais; descrição geral das características do plano;

149 Exemplo NBC T Benefícios a Empregados Previdência Privada pago integralmente pela Instituição; Auxilio Faculdade; PLR (Participação dos Lucros); Outros.

150 Resolução 1.282/10 Atualiza e consolida dispositivos da Resolução CFC n.º 750/93, que dispõe sobre os Princípios Fundamentais de Contabilidade Os Princípios Fundamentais de Contabilidade (PFC), citados na Resolução CFC n.º 750/93, passam a denominar-se Princípios de Contabilidade (PC) : Princípio da Continuidade; Princípio da Competência; Princípio da Oportunidade; Princípio pelo Registro do Valor Original; e Princípio da Prudência.

151 Resolução 1.283/10 Revoga as Resoluções CFC n. os 686/90, 732/92, 737/92, 846/99, 847/99, 887/00 e 1.049/05, que tratam da NBC T 3 Conceito, Conteúdo, Estrutura e Nomenclatura das Demonstrações Contábeis, da NBC T 4 Da Avaliação Patrimonial e da NBC T 6 Da Divulgação das Demonstrações Contábeis.

152 ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES 152

153 DIRETRIZES E PRINCÍPIOS NA ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Escrituração deve ser mantida em registros permanentes, com obediência aos princípios contábeis; Demonstrações comparadas as demonstrações de cada exercício devem ser acompanhadas dos valores correspondentes do exercício anterior; Pequenos saldos poderão ser agrupados, desde que indicada a sua natureza e não ultrapassem 10% do total do grupo respectivo; Designações genéricas é vedada a utilização de expressões genéricas como contas correntes e diversas contas.

154 CONTEÚDO E ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES A responsabilidade técnica pelo sistema contábil da entidade cabe, exclusivamente, a contabilista registrado no CRC; As demonstrações contábeis devem especificar sua natureza, a data, o período e a entidade a que se referem; A elaboração das demonstrações contábeis deverá propiciar SUFICIENTE entendimento do que cumpre demonstrar, INCLUINDO NOTAS EXPLICATIVAS, as quais não poderão substituir o que é intrínseco às demonstrações;

155 CONTEÚDO E ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES Exigências particulares para seus próprios fins (de órgãos reguladores, governo ou autoridades fiscais) quanto à elaboração das demonstrações contábeis NÃO DEVEM AFETAR as exigências da NBC TG 1 Estrutura Conceitual para a Elaboração e Apresentação das Demonstrações Contábeis. (ex.: ANS) Caso a Entidade se utilize de procedimentos alheios aos estabelecidos em Norma (admitido somente para as sujeitas em normas contábeis específicas) deverá constar em NOTA EXPLICATIVA.

156 INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA ELABORAÇÃO E DIVULGAÇÃO DAS DC s NPC No. 27 do IBRACON Cada conjunto de Demonstrações Contábeis deve ser claramente identificado (Razão Social, Endereço, CNPJ, etc) Unidade de Moeda (reais, milhares, etc)

157 INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA DIVULGAÇÃO DAS DC s SEQUENCIA DE APRESENTAÇÃO Relatório da Administração Balanço Patrimonial Demonstração Superávit ou Déficit do Exercício Demonstração Mutações Patrimônio Líquido Demonstração Fluxo de Caixa Demonstração do Valor Adicionado Notas Explicativas Parecer Auditoria Independente Parecer do Conselho Fiscal

158 INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA DIVULGAÇÃO DAS DC s SEQUENCIA EM ORDEM CRONOLÓGICAS DAS INFORMAÇÕES 1a) Data Demonstrações Contábeis (fica abaixo das Notas Explicativas, assinados pelo Presidente e Contador) ex. 31/12/2008 2a) Data Parecer de Auditor Independente ex. 31/01/2009 3a) Data Parecer do Conselho Fiscal ex. 15/02/2009 4a) Data Relatório da Administração ex. 28/02/2009

159 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Lei 6.404/76 artigo 133 Este deve ser elaborado e publicado em conjunto com as Demonstrações Contábeis; Descrever e explicar as principais características do desempenho financeiro, principais riscos e incertezas que enfrentam, podendo incluir conjunturas econômicas, atos de Governo e outros que julgarem relevantes; Quem assina este relatório é a Diretoria da Entidade.

160 ENTIDADES MISTAS (SEGREGAÇÃO CONTÁBIL POR ÁREA) REPENSAR A CONTABILIDADE DAS ENTIDADES BENEFICENTES Sistema de contabilização que se utiliza de uma forma interessante e diferente de segregar os recursos da entidade conforme as suas áreas de atuação; Forma de registro contábil em que uma entidade segrega os ativos, os passivos e até o patrimônio líquido, em função da natureza dos recursos que estão sendo utilizados, conforme a necessidade de se manter controle em função do uso desses mesmos recursos e exigências específicas (por área de atuação, conforme exigência de cada Ministério;

161 ENTIDADES MISTAS (SEGREGAÇÃO CONTÁBIL POR ÁREA) REPENSAR A CONTABILIDADE DAS ENTIDADES BENEFICENTES O que as diferenciam é a forma de elaboração, apresentação e divulgação das mesmas. As vantagens, para as entidade sem fins lucrativos ao se adotar esta forma de contabilização, fora o fato da Lei /09 e os Decretos e 7.300/10 trazem a OBRIGAÇÃO e estão no alto poder informacional (maior transparência e clareza no cumprimento das obrigações específicas - cada Ministério - cada Titulo e/ou Certificação) desse modelo contábil.

162 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Balanço Patrimonial; Demonstração do Superávit ou Déficit do Exercício; Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Social (DMPL); Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC); Demonstração do Valor Adicionado (DVA); Notas Explicativas.

163 RESOLUÇÃO CFC N.º 1.329/11 Contribui para o processo de convergência das Normas Brasileiras de Contabilidade aos padrões internacionais Altera a sigla e a numeração de normas, interpretações e comunicados técnicos. DE PARA RESOLUÇÃO CFC NBC T 3.8 NBC TG /10 - Demonstração dos Fluxos de Caixa NBC T 19.8 NBC TG /10 - Ativo Intangível NBC T 19.4 NBC TG /08 - Subvenção e Assistência Governamentais NBC T NBC TG /09 - Estoques NBC T NBC TG /09 - Apresentação das Demonstrações Contábeis NBC T NBC TG /09 - Propriedade para Investimento

164 Síntese de classificação O Balanço Patrimonial apresenta os grupos classificatórios conforme Resolução 1.185/09 que aprova NBC TG 26 Apresentação das Demonstrações Contábeis item 54.

165 anterior DISPONÍVEL REFERÊNCIA CRUZADA (Item 113 Resolução 1.185/09 NBC TG 26) ATIVO Nota Área de Atuação ATIVO CIRCULANTE Explicativa corresp. Educação Assistência Social Caixa e Equivalentes de Caixa , , , ,59 Caixa , , , ,96 Bancos Conta Movimento , , , ,07 Aplicações Financeiras , , , ,56

166 I - Ativo - Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa: O Caixa - compreende numerário em mãos e depósitos bancários disponíveis; Equivalentes de Caixa são investimentos de curto prazo, de alta liquidez, que são prontamente conversíveis em valores de caixa e que estão sujeitos a um insignificante risco de mudança de valor.

167 ANTIGO CRÉDITOS Resolução CFC 1.305/08 NBC TG 07 Nota Área de Atuação ATIVO CIRCULANTE Explicativa Educação Assistência Social CLIENTES E OUTROS RECEBÍVEIS , , , ,79 Convênios a Receber , ,34 Anuidades Escolares a Receber , , ,90 Provisão Créditos Liquidação Duvidosa 3-f ( ,40) - ( ,40) ( ,87)

168 Onde: I - Ativo - Circulante Clientes e Outros Recebíveis: As contas a receber são segregadas em montantes a receber de clientes comerciais e serviços, contas a receber de partes relacionadas.

169 RESOLUÇÃO 1.170/09 NBC TG 16 Nota Área de Atuação ATIVO CIRCULANTE Explicativa Educação Assistência Social ESTOQUES 9.000, , , ,00 Materiais e Medicamentos , , , ,00 (-) Estimativa na Perda de Estoque (1.000,00) (300,00) (1.300,00) -

170 Onde: Estoques: I - Ativo - Circulante São sub-classificados, de acordo com a Resolução 1.170/09 (NBC TG 16 Estoques), em classificações tais como mercadorias para revenda, insumos, materiais, produtos em processo e produtos acabados. Mensuração: Inclusão no Ativo pelo valor de custo ou pelo valor realizável líquido, dos dois o menor.

171 Resolução 1.170/09 Valor realizável líquido é o preço de venda estimado no curso normal dos negócios deduzido dos custos estimados para sua conclusão e dos gastos estimados necessários para se concretizar a venda. O valor de custo do estoque deve compreender o preço de compra, os impostos de importação e outros tributos, bem como os custos de transporte, seguro, manuseio.

172 Resolução CFC 1.170/09 Quando o valor realizável líquido do estoque diminui, em contrapartida da redução do resultado deve ser reconhecida uma provisão redutora no ativo circulante. D Perda com desvalorização do estoque C Estimativa no estoque ao valor de mercado

173 ABERTURA DE NOVO GRUPO DE CONTAS Nota Área de Atuação ATIVO CIRCULANTE Explicativa Educação Assistência Social OUTROS ATIVOS CIRCULANTES Antecipações de Férias , , , ,54 Venda de imóvel a Receber , , ,00 Despesas Antecipadas , , , ,22

174 Onde: I - Ativo - Circulante Outros Ativos Circulantes: Compõem este subgrupo as aplicações em gastos que tenham realização no curso do exercício subseqüente à data do Balanço Patrimonial. Ex.: Despesas Antecipadas, Adiantamentos e outros.

175 RESOLUÇÃO CFC 1.178/09 NBC TG 28 Inclusão novo grupo LEI /07 - DEVERÁ INTEGRAR A SITUAÇÃO PATRIMONIAL ATIVO NÃO CIRCULANTE Nota Área de Atuação Realizável a Longo Prazo Explicativa Educação Assistência Social INVESTIMENTOS Edifícios , , , ,00 IMOBILIZADO Bens em Comodato , , , ,50 Terrenos , , , ,58 Edifícios , , , ,80 Móveis e Utensílios , , , ,71 Veículos , , , ,01 Depreciações Acumuladas... 3-d ( ,81) ( ,71) ( ,52) ( ,18) INTANGÍVEL , , ,00 - Software , , ,00 - RESOLUÇÃO 1.303/10 NBC TG 04

176 II - Ativo Não-Circulante Onde: INVESTIMENTOS bens e direitos que não se destinem à manutenção das atividades-fim da Entidade; IMOBILIZADO bens e direitos corpóreos utilizados na consecução das atividades-fim; INTANGÍVEL são os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Entidade ou exercidos com essa finalidade.

177 Resolução CFC 1.178/09 Propriedade para investimento É a propriedade (terreno ou edifício ou parte de edifício ou ambos) mantida (pelo proprietário ou pelo arrendatário em arrendamento financeiro) para auferir aluguel ou para valorização do capital ou para ambas. As propriedades para investimento são mantidas para obter rendas ou para valorização do capital ou para ambas, e por isso classificadas no subgrupo Investimentos, dentro do Ativo Não Circulante.

178 LEI /07 - PODERÁ INTEGRAR A SITUAÇÃO PATRIMONIAL ATIVO NÃO CIRCULANTE Nota Área de Atuação INVESTIMENTOS Explicativa Educação Assistência Social Edifícios , , , ,00 IMOBILIZADO Bens em Comodato , , , ,50 Terrenos , , , ,58 Edifícios , , , ,80 Móveis e Utensílios , , , ,71 Veículos , , , ,01 Depreciações Acumuladas... 3-d ( ,81) ( ,71) ( ,52) ( ,18) INTANGÍVEL , , ,00 - Software , , ,00 -

179 BENS EM COMODATO É o empréstimo gratuito de coisas não fungíveis (móveis e imóveis). O bem recebido em comodato passou a alterar a situação patrimonial do comodatário, desde que no contrato apresente três características: a)benefícios; b)riscos e c)controle desses bens

180 ATIVO NÃO CIRCULANTE Nota Área de Atuação Explicativa Educação Assistência Social INVESTIMENTOS Edifícios , , , ,00 IMOBILIZADO Bens em Comodato , , , ,50 Terrenos , , , ,58 Edifícios , , , ,80 Móveis e Utensílios , , , ,71 Veículos , , , ,01 Depreciações Acumuladas... 3-d ( ,81) ( ,71) ( ,52) ( ,18) INTANGÍVEL , , ,00 - Software , , ,00 - RESOLUÇÃO 1.303/10 NBC TG 04

181 Grau de Exigibilidade Resolução 1.305/10 NBC TG 07 Nota Área de Atuação Explicativa Educação Assistência Social PASSIVO CIRCULANTE Correspond. Fornecedores e Prest. de Serv. a Pagar , , , ,39 Obrigações Trabalhistas e Previdenc , , , ,07 Obrigações Tributárias , , , ,67 Outras Obrigações , , , ,78 Convenios e Subvencões a realizar , ,34 - Provisão de Férias... 3-e , , , ,70 Anuidades Escolares Antecipadas , , ,36

182 Critérios de apresentação das contas e grupos As contas do Ativo devem ser dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez. As contas do Passivo devem ser classificadas em ordem crescente dos prazos de exigibilidades. (Art. 179, Lei 6.404/76)

183 Nota Área de Atuação Explicativa Educação Assistência Social Resolução CFC 1.305/10 NBC TG 07 PASSIVO CIRCULANTE Correspond. Fornecedores e Prest. de Serv. a Pagar , , , ,39 Obrigações Trabalhistas e Previdenc , , , ,07 Obrigações Tributárias , , , ,67 Outras Obrigações , , , ,78 Convenios e Subvencões a realizar , ,34 - Provisão de Férias... 3-e , , , ,70 Anuidades Escolares Antecipadas , , ,36

184 Antigo EXIGIVEL L. PRAZO PASSIVO Nota Área de Atuação Explicativa Educação Assistência Social PASSIVO NÃO CIRCULANTE Correspond. Financiamentos Bancários , , , ,00 Contingências Tributárias , , , ,00

185 Lei /07 Poderá manter ou estornar todo o saldo Nota Área de Atuação PATRIMÔNIO LÍQUIDO Explicativa Educação Assistência Social Correspond. Patrimônio Social , , , ,14 Reserva Reavaliação , , ,00 - Superávit do Exercício , , , ,02 Ajuste de Avaliação Patrimonial , , ,00 - Aumento ou diminuição do Ativo e Passivo

186 Patrimônio Líquido Transferências internas As contas recíprocas relativas às transações entre matriz e unidades, bem como entre estas, devem ser eliminadas quando da elaboração das demonstrações contábeis.

187 Ajuste de Exercícios Anteriores De acordo com a NBC TG 23 Mudanças nas Práticas Contábeis, os ajustes dos exercícios anteriores são apenas os: decorrentes de efeitos da mudança de critério contábil; (conforme slide 159) decorrentes de erros cometidos em exercícios anteriores. (conforme slide 161)

188 ATIVO Ativo Circulante Caixa e Equivalente Caixa Clientes e Outros Recebíveis Estoques Outros Ativos Circulantes Ativo Não-Circulante Realizável a L.P. Investimentos Imobilizado Intangível MODELO SUGERIDO PASSIVO Passivo Circulante Obrigações Fornecedores Empréstimos Subvenções a Realizar Receitas Diferidas Passivo Não-Circulante Empréstimos Obrigações PATRIMÔNIO LÍQUIDO Patrimônio Social Ajuste Avaliação Patrimonial Superávit/Déficit do Exercício

189 ELABORAÇÃO, APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ENTIDADES MISTAS (SEGREGAÇÃO CONTÁBIL POR ÁREA) As Entidades sem fins lucrativos devem adotar OBRIGATÓRIAMENTE a segregação contabil por areas conforme Lei /09 e o Decreto 7.237/10. (maior transparência e clareza no cumprimento das obrigações específicas - cada Ministério - cada Titulo e/ou Certificação).

190 ATIVO ATIVO CIRCULANTE BALANÇO PATRIMONIAL Valores em R$ Área Área Área Atividades Total Educacional Saúde Social Sustentáveis Entidade Caixa e Equivalentes de Caixa Clientes e Outros Recebíveis Estoque Outros Ativos Circulantes ATIVO NÃO-CIRCULANTE Realizável a Longo Prazo Investimentos Imobilizado Intangível TOTAL ATIVO PASSIVO PASSIVO CIRCULANTE Obrigações Fornecedores Empréstimos Subvenções a Realizar Área Área Área Atividades Total Educacional Saúde Social Sustentáveis Entidade PASSIVO NÃ0-CIRCULANTE Obrigações Empréstimos Receitas Diferidas PATRIMÔNIO LÍQUIDO Patrimônio Social Ajuste Avaliação Patrimonial Superávit/Déficit Exercício TOTAL PASSIVO

191 Demonstração do Superávit ou Déficit do Exercício 1) Conceito 2) Objetivo 3) Nomenclatura 4) Conteúdo

192 1) Conceito É a demonstração contábil destinada a evidenciar a composição do resultado formado num determinado período de operações da entidade. (Resolução 1.185/09) Evidencia a formação dos vários níveis de resultados, mediante confronto entre as receitas e os custos e despesas. (Resolução 1.185/09)

193 1) Conceito As receitas e despesas devem ser reconhecidas mensalmente, respeitando os Princípios de Contabilidade, em especial os Princípios da Oportunidade e Competência. (NBC T ) É vedada a compensação de receitas, custos e despesas.

194 2) Objetivo Fornecer aos usuários das demonstrações financeiras da empresa os dados básicos e essenciais da formação do resultado (superávit ou déficit). Comunicar qual o resultado que uma organização obteve durante determinado periodo refetindo o empenho dos gestores na utilização dos recursos que lhe foram confiados.

195 3) Nomenclatura A denominação da Demonstração do Resultado é alterada para Demonstração do Superávit ou Déficit. A palavra Resultado é substituída pela expressão Superávit ou Déficit ( NBC T )

196 4) Conteúdo As receitas decorrentes da exploração da atividade-fim; Os impostos incidentes sobre as operações, os abatimentos, as devoluções e os cancelamentos; Os CPV ou CSP; O resultado bruto do período; Os ganhos e perdas operacionais; As despesas administrativas, com vendas, financeiras e outras, e as receitas financeiras; O resultado operacional; As receitas/despesas e os ganhos/perdas não decorrentes das atividades-fins; O resultado antes das participações e dos impostos; As provisões para impostos e contribuições sobre o resultado (NÃO APLICÁVEL); As participações no resultado (NÃOAPLICÁVEL) O resultado líquido do período.

197 ASSOCIAÇÃO MP Balanço Patrimonial em 31 de dezembro de 20X1 e 20XX ( Em R$ ) ATIVO 20X1 20XX Circulante Disponibilidades Aplicações Financeiras Mensalidades a Receber Estoques Despesas Antecipadas Outras Contas Provisão p/crédito de Liquidação duvidosa ( ) ( ) Realizável em Longo Prazo Outros Valores a Receber Depósitos Judiciais Provisão p/crédito de Liquidação duvidosa ( ) Permanente Investimentos Imobilizado Total do Ativo

198 ASSOCIAÇÃO MP Balanço Patrimonial em 31 de dezembro de 20X1 e 20XX ( Em R$ ) PASSIVO 20X1 20XX Circulante Fornecedores Tributos e Contribuições a Recolher Obrigações Trabalhistas Financiamentos Bancários Outras Obrigações Provisões Constituídas Outras Contas Resultados de Exercícios Futuros Exigível a Longo Prazo Financiamentos Bancários Resultados de Exercícios Futuros Receitas Antecipadas Patrimônio Líquido Patrimônio Social Superávits dos Exercícios Total do Passivo

199 MODELO DE BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO E PASSIVO NOVAS NORMAS E LEGISLAÇÕES

200 ASSOCIAÇÃO MP Balanço Patrimonial em 31 de dezembro de 20X1 e 20XX ( Em R$ ) ATIVO 20X1 20XX Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Clientes e Outros Recebíveis Mensalidades a Receber PCLD Estoques Estoques de Materiais Outros Ativos Circulantes Despesas Antecipadas Adiantamentos Ativo Não Circulante Realizável em Longo Prazo Outros Valores a Receber Depósitos Judiciais PCLD Investimentos Edificios Imobilizado Bens Imóveis e Móveis (-) Depreciação Intangível Software Total do Ativo

201 ASSOCIAÇÃO MP Balanço Patrimonial em 31 de dezembro de 20X1 e 20XX ( Em R$ ) PASSIVO 20X1 20XX Circulante Tributos e Contrib. Recolher Obrigações Trabalhistas Financiamentos Bancários Outras Obrigações Fornecedores Provisões Constituídas Contingências Receitas Antecipadas Passivo Não Circulante Financiamentos Bancários Patrimônio Líquido Patrimônio Social Ajustes Avaliação Patrimonial Superávits dos Exercícios Total do Passivo

202 DEMONSTRAÇÃO DO SUPERÁVIT DO EXERCICIO ANTES DAS NOVAS NORMAS E LEGISLAÇÕES

203 ASSOCIAÇÃO MP Demonstração dos Superávits dos Exercícios Exercícios findos em 31 de dezembro de 20X1 e 20XX ( Em R$ ) 20X1 20XX RECEITA OPERACIONAL BRUTA Contribuições Escolares Receitas Patrimoniais - Aluguéis Donativos de Pessoas Físicas Assistência Social Donativos de Pessoas Jurídicas Assistência Social Subvenções/Convênios Outras Receitas CUSTOS SOCIAIS E EDUCACIONAIS Custos Educacionais ( ) ( ) Custos com Assistência Social ( ) ( ) ( ) ( ) Receita Operacional Líquida DESPESAS OPERACIONAIS Despesas com Pessoal ( ) ( ) Outras Despesas ( ) ( ) ( ) ( ) Resultado Financeiro Líquido Receitas Financeiras Despesas Financeiras ( ) ( ) Resultado Operacional Resultados Não Operacionais Receitas Não Operacionais Despesas Não Operacionais ( ) (47.615) ( ) Superávits dos Exercícios

204 DEMONSTRAÇÃO DO SUPERÁVIT DO EXERCICIO APÓS NOVAS NORMAS E LEGISLAÇÕES SEGREGADO POR ATIVIDADE

205 DEMONSTRAÇÃO DO SUPERÁVIT E/OU DÉFICIT DOS EXERCÍCIOS (EM REAIS) RECEITA BRUTA SERVIÇOS (Atividades Fins - Conforme arts. XXX do Estatuto Social) 20X1 20XX 1 - Receita Bruta Prestação Serviço Educacional: (atividade preponderante, cfe art. XX do Estatuto Social) , ,00 (+) Encargos Educacionais Educação Básica COM Bolsas de Estudo (Leis Nos /09, 9.870/99 e 9.394/96) , ,00 (+) Encargos Educacionais Ensino Superior COM Bolsas de Estudos c/ ProUni (Lei No /05, Lei 9.870/99 e Lei 9.394/96) , ,00 (+) Juros e Multas s/ Encargos Educacionais , ,00 (+) Outros Serviços Educacionais (taxas, serviço de secretaria e outros) , , (-) Deduções: (Lei No /76, artigo 187) ( ,00) ( ,00) (-) Cancelamentos ( ,00) ( ,00) (-) Devoluções ( ,00) ( ,00) (-) Descontos Incondicionais ( ,00) ( ,00) 1.2 Receita Líquida de Prestação Serviço Educacional , , (=) Superávit/Déficit Bruto Serviço Educacional (Lei No /76, artigo 187 e NBC T 10.19) , ,00

206 DEMONSTRAÇÃO DO SUPERÁVIT E/OU DÉFICIT DOS EXERCÍCIOS (EM REAIS) 1.5 (-) Despesas Operacionais Área Educacional: ( ,00) ( ,00) (-) Despesas Administrativa e Operacional: ( ,00) ( ,00) (-) Gastos c/ Pessoal e Encargos ( ,00) ( ,00) (-) Serviços de Terceiros ( ,00) ( ,00) (-) Manutenção ( ,00) ( ,00) (-) Provisões Trabalhistas ( ,00) ( ,00) (-) Depreciação/Amortização ( ,00) ( ,00) (-) Gerais ( ,00) ( ,00) (-) Despesas Financeiras ( ,00) ( ,00) (-) Desconto Dissídio Coletivo ( ,00) ( ,00) (-) Despesas COM Assistência Educacional: ( ,00) ( ,00) (-) Bolsas Parciais-50% (Lei /09) - Educação Básica ( ,00) ( ,00) (-) Bolsas Integrais-100% (Lei /09) - Educação Básica ( ,00) ( ,00) (-) Bolsas Integrais-100% (art.10 da Lei /05-COM ProUni) - Ensino Superior ( ,00) ( ,00) 1.6 (=) Superávit/Déficit Operacional Educacional (Lei No /76, artigo 187 e NBC T 10.19) ( ,00) ( ,00)

207 DEMONSTRAÇÃO DO SUPERÁVIT E/OU DÉFICIT DOS EXERCÍCIOS (EM REAIS) 3 - (+) Receita Bruta Prestação Área Social: (atividade fim, conforme arts. xxx do Estatuto Social e LOAS) , ,00 (+) Subvenções e/ou Convênios Públicos p/custeio (NBC T 19.4) , ,00 (+) Doações Pessoas Físicas e/ou Jurídicas p/custeio (NBC T 10.19) , ,00 (+) Receita de Parcerias entre entidades sem fins lucrativos , ,00 (+) Outras Receitas , , Receita Líquida de Prestação Área Social , , (=) Superávit/Déficit Bruto Área Social (Lei No /76, artigo 187 e NBC T 10.19) , , (-) Despesas Operacionais Área Social: ( ,00) ( ,00) (-) Despesas Administrativa e Operacional: ( ,00) ( ,00) (-) Gastos c/ Pessoal e Encargos ( ,00) ( ,00) (-) Serviços de Terceiros ( ,00) ( ,00) (-) Provisões Trabalhistas ( ,00) ( ,00) (-) Gerais ( ,00) ( ,00) (-) Subvenções e/ou Convênios Públicos p/custeio (NBC T 19.4) (61.386,00) (15.000,00) 3.6 (=) Superávit/Déficit Operacional Área Social (Lei No /76, artigo 187 e NBC T 10.19) ( ,00) ( ,00)

208 DEMONSTRAÇÃO DO SUPERÁVIT E/OU DÉFICIT DOS EXERCÍCIOS (EM REAIS) 4 - (+) Receita das Atividades Sustentáveis: (fontes de recursos, geram receitas para atividade fim, conforme art.xxx do Estatuto Social, baseado no CTN e art.12 da Lei 9.532/97) , ,00 (+) Receitas c/ Aluguéis , ,00 (+) Receita s/ Aplicações Financeiras , , Receita Líquida de Atividades Sustentáveis , , (=) Superávit Bruto das Atividades Sustentáveis (Lei No /76, artigo 187 e NBC T 10.19) , , (-) Despesas Operacionais Atividades Sustentáveis: ( ,00) ( ,00) (-) Despesas Financeiras ( ,00) ( ,00) 4.6 (=) Superávit Operacional Atividades Sustentáveis (Lei No /76, artigo 187 e NBC T 10.19) , , (+/-) Outras Receitas e Despesas (extraordinárias) - (conforme art.xxx do Estatuto Social e NBC T 19.18) ( ,00) ,00 (-) Outras Despesas ( ,00) (47.615,00) (+) Outras Receitas 3.188, , (=) Superávit/Déficit Outras Receitas e Despesas ( ,00) , (=) Superávit/Déficit do Exercício (toda Entidade) , ,00 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis

209 SEGREGAÇÃO CONTÁBIL POR ÁREA (MODELO DSDE POR ATIVIDADE) 1-Receita Bruta Serviços (Atividades Fins) 1.1-Receita Prestação Serviço Educacional (preponderante): Mensalidades Escolares Secretaria (-) Deduções da Receita Educacional (=) Superávit Bruto (-) Despesas Operacionais Área Educacional: (-) Gastos c/ Pessoal e Encargos (-) Serviços de Terceiros (-) Propaganda/Publicidade (-) Provisões (-) Assistência Educacional (=) Superávit/Déficit Operacional Educacional

210 SEGREGAÇÃO CONTÁBIL POR ÁREA (MODELO DSDE POR ATIVIDADE) Receita Prestação Serviço Saúde: Convênios SUS Particulares (-) Deduções da Receita Serviço Saúde (=) Superávit Bruto (-) Despesas Operacionais Área Saúde: (-) Gastos c/ Pessoal e Encargos (-) Serviços de Terceiros (-) Provisões (-) Gerais (-) Glosas/Atendimentos Gratuitos (=) Superávit/Déficit Operacional Saúde

211 SEGREGAÇÃO CONTÁBIL POR ÁREA (MODELO DSDE POR ATIVIDADE) Receita para Área Social: Subvenções Doações (=) Superávit Bruto (-) Despesas Operacionais Área Social: (-) Gastos c/ Pessoal e Encargos (-) Serviços de Terceiros (-) Provisões (-) Gerais (=) Superávit/Déficit Operacional Área Social

212 SEGREGAÇÃO CONTÁBIL POR ÁREA (MODELO DSDE POR ATIVIDADE) 2 - Receita das Atividades Sustentáveis: Receitas c/ Aluguéis Receita com Vendas (-) Deduções sobre Venda (=) Receita Líquida (-) Custo Mercadoria Vendida (=) Superávit Bruto (-) Despesas Operacionais Atividades Sustentáveis: (-) Gastos c/ Pessoal e Encargos (-) Serviços de Terceiros (-) Provisões (-) Gerais

213 SEGREGAÇÃO CONTÁBIL POR ÁREA (MODELO DSDE POR ATIVIDADE) (-/+) Outras Receitas e Despesas (-) Perdas / Baixas de Bens (+) Venda de Bens (+) Receita c/ Sinistros (=) Superávit Atividades Sustentáveis (=) Superávit / Déficit do Exercício

214 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LIQUIDO - DMPL Conceito: Evidencia a movimentação de todas as contas do patrimônio líquido durante o exercício social.

215 PROCEDIMENTOS A SEGUIR: A elaboração da Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido é relativamente simples, pois basta representar, de forma sumária e coordenada, a movimentação ocorrida durante o exercício nas diversas contas do Patrimônio Líquido.

216 PROCEDIMENTOS A SEGUIR: Utiliza-se uma coluna para cada uma das contas do patrimônio da empresa, incluindo uma conta total, que representa a soma dos saldos ou transações de todas as contas individuais. Essa movimentação deve ser extraída das fichas de razão dessas contas.

217 MODELO DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO (EM REAIS) CONTAS PATRIMÔNIO SUPERAVIT RESERVA DE PATRIMÔNIO ESPECIFICAÇÕES SOCIAL D0 EXERCÍCIO REAVALIAÇÃO LÍQUIDO Saldo em 31 dezembro de 20XY Transferido P/ Patrimônio ( ) - - Ajuste de Exercício Anterior Doações Patrimoniais Superávit em Incorporação da Reavaliação ( ) - Saldo em 31 de dezembro de 20XX Transferido p/ Patrimônio ( ) - - Ajuste de Exercício Anterior (950) - - (950) Déficit em ( ) ( ) Incorporação da Reavaliação ( ) - Saldo em 31 de dezembro de 20X ( )

218 DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - DFC RESOLUÇÃO CFC 1.296/10 NBC TG 03 OBJETIVO: Exigir que as Entidades forneçam informações referentes aos movimentos históricos das disponibilidades e seus equivalentes, mediante a apresentação do Fluxo de Caixa classificados segundo sua procedência, se são resultantes da exploração/atividade fim, de investimentos ou de financiamentos.

219 MÉTODOS DE ELABORAÇÃO A entidade deve divulgar os fluxos de caixa das atividades operacionais, usando: MÉTODO DIRETO OU MÉTODO INDIRETO

220 MÉTODO DIRETO: Demonstra todos os pagamentos e recebimentos decorrentes da atividade operacional da Entidade; MÉTODO INDIRETO: faz a conciliação entre o Superávit líquido e o caixa gerado pelas operações, evidenciando que muitas variações de caixa podem se dar por modificações nos prazos de recebimentos e pagamentos.

221 Modelo de Demonstração de Fluxo de caixa - Indireto 1- ATIVIDADES OPERACIONAIS 20X1 20XX Superávit do Exercício ,00 0,00 (+) Depreciação e Amortização 2.000,00 0,00 (+) PCLD 1.000,00 0,00 Superávit do Exercício Ajustado ,00 0,00 Acréscimo / Decréscimo do AC + ANC (Variação) Contas a Receber ,00 0,00 (Variação) Estoques ,00 0,00 (Variação) Adiantamento ,00 0,00 Total de Acréscimos/Decréscimos do AC + ANC ,00 0,00 Acréscimo / Decréscimo do PC + PNC (Variação) Fornecedores ,00 0,00 (Variação) Provisões 1.000,00 0,00 (Variação) Contas a Pagar ,00 0,00 Total de Acréscimos/Decréscimos do PC + PNC 8.000,00 0,00 TOTAL DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS ,00 0,00 2- DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS (-) Novas aquisições de ativo Imobilizado ,00 0,00 3- DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS (+) Novos empréstimos ,00 0,00 (1+2+3) VARIAÇÃO DAS DISPONIBILIDADES ,00 0,00 DISPONIBILIDADE NO INICIO DO PERÍODO 3.000,00 0,00 VARIAÇÃO OCORRIDA NO PERÍODO ,00 0,00 DISPONIBILIDADE NO FINAL DO PERÍODO ,00 0,00

222 NOTAS EXPLICATIVAS ITENS PRINCIPAIS

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