ONG Parceiros Voluntários

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4 Balanço patrimonial em 31 de dezembro Em reais Ativo Passivo e patrimônio líquido Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa (Nota 3) Fornecedores Outros créditos (Nota 4) Ordenados e encargos sociais (Nota 8) Despesas antecipadas Obrigações fiscais Receitas diferidas - projetos em andamento (Nota 9) Não circulante Realizável a longo prazo Fundo de sustentabilidade (Nota 5) Não circulante Imobilizado (Nota 6) Provisão para contingências (Nota 15) Intangível (Nota 7) Total do passivo Patrimônio líquido (Nota 10) Reserva de doações Reserva - fundo de sustentabilidade Ajuste de avaliação patrimonial (Nota 6) Superávits acumulados Total do patrimônio líquido Total do ativo Total do passivo e patrimônio líquido As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 1 de 20

5 Demonstração do resultado Exercícios findos em 31 de dezembro Em reais (Reapresentado) Receitas das atividades operacionais (Nota 11) Contribuições de mantenedores Projetos e eventos de assessoramento Trabalho voluntário Despesas das atividades operacionais Projetos de assessoramento (Nota 12) ( ) ( ) Gerais e administrativas (Nota 13) ( ) ( ) Trabalho voluntário (Nota 11) ( ) ( ) ( ) ( ) Déficit operacional antes do resultado financeiro ( ) ( ) Resultado financeiro Resultado financeiro líquido (Nota 14) Superávit (déficit) do exercício ( ) As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 2 de 20

6 Demonstração das mutações do patrimônio líquido Em reais Reserva Ajuste de Reserva de fundo de avaliação Superávit doações sustentabilidade patrimonial acumulado Total Em 31 de dezembro de Superávit do exercício Realização do ajuste de avaliação do ativo imobilizado ao valor justo (5.763) Total do resultado abrangente do exercício (5.763) Bens do ativo imobilizado recebidos em doação (Nota 10) Em 31 de dezembro de Déficit do exercício ( ) Realização do ajuste de avaliação do ativo imobilizado ao valor justo (5.763) Total do resultado abrangente do exercício (5.763) ( ) ( ) Aplicações no fundo de sustentabilidade ( ) Em 31 de dezembro de As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 3 de 20

7 Demonstração dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro Em reais Fluxos de caixa das atividades operacionais Superávit (déficit) do exercício ( ) Ajustes de receitas e despesas não envolvendo caixa Depreciação do imobilizado (Nota 6) Amortização do intangível (Nota 7) Custo baixa ativo imobilizado Variações nos ativos e passivos Outros créditos (60.434) (47.634) Despesas antecipadas (39.741) Fundo de sustentabilidade ( ) ( ) Fornecedores(1.242) Ordenados e encargos sociais (45.126) Obrigações fiscais 776 (8.274) Receitas diferidas - projetos em andamento ( ) Outras contas a pagar (13.155) Obrigações sociais 53 (461) Caixa líquido gerado pelas (usado nas) atividades operacionais ( ) Fluxos de caixa das atividades de investimentos Aquisições de ativo imobilizado (Nota 6) (21.170) (36.205) Caixa líquido usado nas atividades de investimentos (21.170) (36.205) Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa ( ) Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício Transações que não afetaram o caixa Bens do ativo imobilizado recebidos em doação As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 4 de 20

8 1 Informações gerais A ONG Parceiros Voluntários ("Entidade") é uma associação civil de fins não lucrativos domiciliada no Brasil com sede em Porto Alegre - RS. Criada em janeiro de 1997, atua no contexto das políticas de assistência social decorrentes da Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS) de 1993 e da Política Nacional de Assistência Social (PNAS), de A LOAS propõe a articulação de esforços entre os poderes públicos e a sociedade civil através das entidades beneficentes e de assistência social para garantir proteção social a quem dela necessite. Para isso executam-se programas, formulando ações e realizando controle social. Como proteção social, a PNAS dispõe que são formas institucionalizadas pelas sociedades humanas para proteger grupos ou a totalidade de seus membros. A Resolução n o 16, de 5 de maio de 2010, do Ministério do Desenvolvimento Social e do Combate à Fome, ratifica o já disposto na LOAS e aprofunda o conceito de entidades e organizações de assistência social, classificando-as como de atendimento, de assessoramento e de defesa e garantia de direitos. Como organização da sociedade civil, a ONG Parceiros Voluntários caracteriza sua atuação no âmbito do assessoramento. Desde a sua fundação em 1997, a Entidade assessora entidades beneficentes e de assistência social, suas lideranças e seus usuários, capacitando-os à gestão sustentável, apoiando, sistematizando e difundindo projetos inovadores e de inclusão cidadã, promovendo soluções com potencial para serem apropriadas em políticas públicas, compartilhando-as com os órgãos gestores da assistência no estado e municípios. As entidades beneficentes e de assistência social assessorada pela ONG Parceiros Voluntários são constituintes da rede sócio assistencial, que realiza atendimento a usuários tanto da proteção social básica como da especial. Além delas, a Entidade apoia instituições que integram parcerias em ações do Programa Nacional de Convivência Familiar e Comunitária, tais como escolas, órgãos do poder público e conselhos que exercem controle social. Os serviços prestados gratuitamente pela ONG Parceiros Voluntários aos seus públicos-alvo no exercício de 2013, são apresentados a seguir: Programa de Assessoramento para Organizações da Sociedade Civil ("OSC") - visa à formação e desenvolvimento (Técnico, Humano e Conceitual (THC)) de lideranças das organizações beneficentes e de assistência social, com ênfase na mobilização social para a cidadania e a garantia de direitos sociais. Suas principais ações foram seminários, debates públicos, assessoria e consultoria in loco, encontros, intercâmbios, compartilhamento de experiências. Em 2013 totalizou organizações conveniadas no Rio Grande do Sul. Além de suas ações permanentes, a ONG Parceiros Voluntários participou do Projeto Rede Parceria Social - Gestão Social Sustentável e Caravana Social, coordenado pelo órgão gestor da política estadual de assistência social, a Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social. Através dessa iniciativa foram capacitados 215 líderes e dirigentes de 135 organizações da sociedade civil em Técnicas para Gestão Sustentável, assessorando-os para a implantação e implementação de seus projetos sociais e também, no Projeto Caravana Social, dessa iniciativa foram capacitados 415 líderes e dirigentes de 259 organizações da sociedade civil na capacitação de princípios para Gestão Social Sustentável na Elaboração de Projetos Sociais para acesso à Lei da Solidariedade (não auditado). 5 de 20

9 Programa Jovens Voluntários ("PJV") - através das ações Tribos nas Trilhas da Cidadania, Formação de Educadores Sociais e Criança Século XXI foi desenvolvido com caráter preventivo e proativo, pautado na defesa e afirmação dos direitos e no desenvolvimento das capacidades das crianças e adolescentes com vistas ao alcance de alternativas emancipa tórias para o enfrentamento da vulnerabilidade social. A Entidade somou esforços com suas parcerias e alinhou-se às diretrizes do Programa Nacional de Convívio Familiar e Comunitário. Suas principais ações foram consultorias e assessorias às escolas de ensino fundamental e médio, públicas e privadas, em planejamento e execução de ações de convivência, desenvolvimento da autonomia e fortalecimento de vínculos; eventos diversos voltados à cidadania e justiça social; capacitação de jovens líderes, facilitadores e de professores. Para fortalecer as Organizações da Sociedade Civil da Região da Serra (Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Nova Prata, Antonio Prado, Carlos Barbosa, Garibaldi, São Marcos, Barão, Ipê e Vacaria), foram capacitados 90 líderes e dirigentes de 72 organizações da sociedade, nas cidades de Caxias do Sul, Bento Gonçalves e Antônio Prado, em parceria com a IBM. Capacitação de Comitê de Voluntariado é realizada para otimizar e valorizar os investimentos de recursos humanos, materiais, conhecimentos e serviços disponibilizados às comunidades. Constituído por um grupo multissetorial interno, que recebe capacitação específica para operacionalizar as ações sociais da empresa. O Projeto Catalisador do Desenvolvimento Sustentável visa capacitar as Micro e Pequenas Empresas (MPEs) em princípios e conceitos de Responsabilidade Social, contribuindo para que tenham uma participação qualificada nas práticas voluntárias, ampliando o percentual de empresas que se candidatam ao "Destaque de Boas Práticas de Responsabilidade Social". O Projeto Rede Comunidade Integrada, em parceria com o Instituto Pereira Passos busca promover a prática do empreendedorismo e a gestão profissionalizada de organizações da sociedade civil, através de assessoramento, capacitação e implantação de uma ferramenta de TI para a gestão de Projetos Sociais, nos territórios do Borel, Formiga, Chapéu, Mangueira, Babilônia, Pavão, Pavãozinho e Cantagalo na cidade do Rio de Janeiro. O Projeto de Princípios de Transparência e Prestação de Contas em Organizações da Sociedade Civil (OSC) vai assessorar 20 Organizações em cada estado, no Rio Grande do Sul e na Bahia. O Projeto parte da premissa de qualificação e profissionalização dos processos de gestão de Organizações, encontrando no conceito de accountability o referencial cuja incorporação confere maior eficácia às ações e ao próprio papel da OSC na promoção do desenvolvimento social. Através do Programa de Assessoramento para Rede, as 63 unidades da ONG Parceiros Voluntários no estado do Rio Grande do Sul, as entidades beneficentes e de assistência social puderam fortalecer-se e ampliar sua presença nas comunidades de usuários. 6 de 20

10 A produção do livro Tribos nas Trilhas da Cidadania apresenta a trajetória de 10 anos percorrida por milhares de jovens que participam da ação Tribos nas Trilhas da Cidadania, promovida pela ONG Parceiros Voluntários, para divulgar suas experiências no Estado do Rio Grande do Sul, e que utilizam a cultura, o meio ambiente e a educação para a paz como instrumentos para mudar as suas escolas e cidades, através da realização de ações que mobilizam a comunidade e possibilitam a formação de redes de sociabilidade nas quais os indivíduos se reconhecem como parte de um todo, comprometendo-se com a qualificação do ambiente em que vivem. O projeto para a produção do livro foi aprovado pelo Ministério da Cultura, com apoio da Lei Rouanet, PRONAC N o Com o objetivo de qualificar a gestão do trabalho voluntário e atender as demandas por encaminhamento de voluntários às entidades da rede sócio assistencial, o Programa de Assessoramento para Voluntários Pessoa Jurídica ("VPJ") e o Programa de Assessoramento para Voluntários Pessoa Física ("VPF") mantiveram no exercício sua oferta de atividades voltadas à sensibilização e capacitação de candidatos ao trabalho voluntário nos princípios da promoção da autonomia e da cidadania; encaminhamento dos voluntários às entidades beneficentes e de assistência social; capacitação de coordenadores de trabalho voluntário para a entidades da rede sócio assistencial e Formação de Gestores Sociais. A implantação da metodologia de Trabalho Voluntário Organizado no Centro de Conhecimento do Instituto IBIO, na cidade de São João da Barra, no Estado do Rio de Janeiro, teve o objetivo de transferir aos gestores do Centro de Conhecimento do Açu a metodologia de Estímulo ao Trabalho Voluntário da ONG Parceiros Voluntários. Como parte de suas ações de assessoramento e visibilidade, a ONG Parceiros Voluntários realizou em 2013 a cerimônia de reconhecimento do Prêmio Parceiros Voluntários e o planejamento da8 a Edição do Seminário Internacional Pare Pense, que terá a cerimônia em parceria com o Consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo, e tem como objetivo a reflexão junto à comunidade, sobre os rumos do desenvolvimento humano no Século XXI, em maio de Resumo das principais políticas contábeis As presentes demonstrações financeiras foram aprovadas pela Diretoria da Entidade em 10 de março de Base de preparação e apresentação As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com o CPC para Pequenas e Médias Empresas ("PMEs") e com a Resolução CFC n o 1.409/12 que aprovou a ITG Entidade sem fins lucrativos. Elas foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor e ajustadas para refletir o "custo atribuído" do ativo imobilizado. 7 de 20

11 A preparação de demonstrações financeiras em conformidade com o CPC para PMEs requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da administração da Entidade no processo de aplicação das políticas contábeis. As áreas que requerem maior nível de julgamento e possuem maior complexidade, bem como aquelas cujas premissas e estimativas são significativas para as demonstrações financeiras, estão divulgadas na Nota 2.2. A ITG Entidade sem fins lucrativos estabelece critérios e procedimentos específicos de avaliação, de reconhecimento das transações e variações patrimoniais, de estruturação das demonstrações contábeis e as informações mínimas a serem divulgadas em notas explicativas de entidade sem finalidade de lucros. 2.2 Descrição das principais práticas contábeis As principais práticas contábeis adotadas na elaboração dessas demonstrações financeiras estão descritas a seguir: (a) Apuração do superávit. As receitas com contribuições de mantenedores referem-se a doações das empresas mantenedoras e são registradas quando do efetivo recebimento.. As receitas de doações para projetos e eventos de assessoramento referem-se a patrocínios recebidos e são reconhecidas mensalmente no superávit do exercício de acordo com a execução dos contratos, na proporção dos custos reembolsáveis e tem como finalidade custear as atividades de assessoramento desenvolvidas pela Entidade.. Os custos com projetos de assessoramento são contabilizados no superávit do exercício de acordo com o andamento dos projetos.. As demais receitas e despesas operacionais são apuradas e contabilizadas pelo regime de competência. (b) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa incluem o caixa, os depósitos bancários, outros investimentos de curto prazo de alta liquidez com vencimentos originais de três meses ou menos, que são prontamente conversíveis em um montante conhecido de caixa e que estão sujeitos a um insignificante risco de mudança de valor. (c) Outros créditos São inicialmente reconhecidas pelo valor da transação e subsequentemente mensuradas pelo custo amortizado. (d) Despesas antecipadas As despesas antecipadas referem-se aos valores de gastos com projetos em andamento e que serão reconhecidos como despesa na mesma proporção das receitas efetivamente recebidas. 8 de 20

12 (e) Fundo de sustentabilidade É formado substancialmente por aplicações financeiras em títulos de renda fixa, sendo reconhecidos pelo valor justo na data da operação e, subsequentemente, são desmensurados ao seu valor justo a cada data de balanço. Esses saldos foram classificados como ativo financeiro mensurado ao valor justo por meio do resultado, no ativo não circulante. (f) Ativo imobilizado Os itens do imobilizado são demonstrados ao custo histórico de aquisição, acrescidos do ajuste de avaliação a valor justo (deemed cost), menos o valor da depreciação e de qualquer perda não recuperável acumulada. O custo histórico inclui os gastos diretamente atribuíveis necessários para preparar o ativo para o uso pretendido pela administração. Os valores residuais, a vida útil e os métodos de depreciação dos ativos são revisados e ajustados anualmente, se necessário, quando existir uma indicação de mudança significativa desde a última data de balanço. A depreciação do ativo imobilizado é calculada usando o método linear para alocar seus custos, menos o valor residual, durante a vida útil. Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2010, foi concluída a revisão da vida útil dos ativos considerando a melhor estimativa da administração, conforme descrito na Nota 6. Os ativos sujeitos à depreciação são revisados anualmente para verificação do valor recuperável. O valor contábil de um ativo é imediatamente baixado para seu valor recuperável se o valor contábil do ativo for maior que seu valor recuperável estimado. (g) Ativo intangível Os custos com desenvolvimento do software "Gestão do Voluntariado" foram capitalizados com base nos montantes incorridos para adquirir e preparar os softwares para sua utilização. Esses custos são amortizados durante sua vida útil estimada em cinco anos. Os valores residuais, a vida útil e os métodos de amortização dos ativos foram revisados pela administração que considera que o sistema foi desenvolvido com visão específica da necessidade do voluntariado sob a gestão da Entidade sendo que, neste primeiro momento, foi levada em consideração a experiência própria e que melhorias deverão ocorrer ao longo de sua utilização. Os ativos sujeitos à amortização são revisados anualmente para verificação do valor recuperável. O valor contábil de um ativo é imediatamente baixado para seu valor recuperável se o valor contábil do ativo for maior que seu valor recuperável estimado. (h) Ordenados e encargos sociais Os ordenados e encargos sociais são inicialmente reconhecidos pelo valor justo e, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações monetários incorridos. Os salários são pagos dentro do mês de competência. (i) Estimativas e julgamentos contábeis críticos As estimativas e os julgamentos contábeis são continuamente avaliados e baseiam-se na experiência histórica e em outros fatores, incluindo expectativas de eventos futuros. 9 de 20

13 As principais estimativas contábeis realizadas pela Administração referem-se à definição da vida útil dos ativos imobilizado e intangível e a mensuração das receitas e despesas do trabalho voluntário recebido. (j) Receitas diferidas com projetos de assessoramento As receitas diferidas referem-se aos valores de contratos de patrocínios já recebidos pela Entidade e que serão reconhecidos como receita no resultado dos exercícios ao longo do prazo do contrato na mesma proporção dos gastos recuperáveis e o saldo final quando da conclusão dos projetos. (k) Provisões A Entidade possui apenas um processo em andamento e respectiva provisão para ações judiciais, conforme comentado na Nota 15. (l) Patrimônio líquido É representado pela reserva de doações, pela reserva para fundo de sustentabilidade, pelo ajuste de avaliação patrimonial decorrente da aplicação do deemed cost sobre os bens do ativo imobilizado e pelos superávits acumulados. (m) Moeda funcional e moeda de apresentação As demonstrações financeiras estão apresentadas em reais, que é a moeda funcional da ONG Parceiros Voluntários e, também, a sua moeda de apresentação no relatório das demonstrações financeiras. 2.3 Reapresentação das cifras comparativas Em setembro de 2012, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) emitiu a Resolução CFC n o 1.409/12 que aprovou a ITG "Entidade sem Finalidade de Lucros". A principal alteração trazida por esta interpretação foi a mensuração e contabilização, como receitas e despesas, do trabalho voluntário recebido. Durante o exercício de 2013, a Entidade reavaliou a forma de mensuração do custo do trabalho voluntário de forma a considerar o que efetivamente seria o desembolso financeiro para cada atividade, inclusive aquelas exercidas por seus conselheiros e administradores, e para efeito comparativo remensurou os valores apresentado em 2012 de R$ para R$ , impactando a Demonstração do Resultado e a Nota 11, conforme abaixo: Trabalho voluntário recebido de terceiros Os valores das horas de trabalho voluntário foi aprovado em Reunião de Diretoria da Parceiros Voluntários em 28 de outubro de de 20

14 3 Caixa e equivalentes de caixa Caixa geral e bancos conta-movimento Bradesco - FAQ Curto Prazo - MIX Bradesco - FIF Curto Prazo Fácil Bradesco - CDB Fácil Banrisul Super Fundo de Investimento em renda fixa Banco do Brasil - CDB Banrisul - CDB Bradesco - CDB Fácil CDI Banco do Brasil - renda fixa FAQ - Fundo de Aplicação em Quotas. FIF - Fundo de Investimento Financeiro. CDB - Certificado de Depósito Bancário Outros créditos Contemplam, substancialmente, valores já pagos pela Entidade, relativos a projetos de assessoramento, os quais serão reembolsados pelos patrocinadores dos projetos. Programa Jovens Voluntários PJV - Convivência e Protagonismo Outros Créditos Fundo de Sustentabilidade Contempla recursos de superávits acumulados com o objetivo de prover as necessidades de caixa em decorrência de obrigações futuras que possam vir a ser assumidas pela Entidade. Banco Itaú S.A. - CDB - DI Bradesco - CDB - Fidelidade de 20

15 6 Imobilizado (a) Movimentação Móveis e Instalações Máquinas e Equipamentos Sistemas de utensílios Instalações telefônicas equipamentos de informática informática Total Saldos em 31 de dezembro de Aquisições Baixas (4.792) (3.359) (8.151) Doações recebidas (Nota 10) Depreciações (3.025) (198) (1.139) (1.103) (25.953) (419) (31.837) Saldos em 31 de dezembro de Custo total Depreciação acumulada (6.070) (596) (3.227) (2.777) (55.890) (17.713) (86.273) Saldos em 31 de dezembro de Aquisições Depreciações (5.736) (199) (1.139) (1.343) (30.377) (100) (38.894) Saldos em 31 de dezembro de Custo total Depreciação acumulada (11.806) (795) (4.366) (4.120) (86.267) (17.813) ( ) Valor residual de 20

16 (b) Revisão e ajuste da vida útil estimada Conforme previsto pelo CPC PME, a Entidade concluiu durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2010 a primeira das análises periódicas com o objetivo de revisar e ajustar a vida útil-econômica estimada para o cálculo da depreciação, bem como para determinar o valor residual dos itens do imobilizado no exercício findo em 31 de dezembro de Para fins dessa análise, a Entidade contratou empresa especializada, que emitiu Laudo de Avaliação datado de 20 de janeiro de 2010, aprovado pela diretoria da Entidade em 4 de janeiro Para a elaboração do laudo, a empresa de avaliação fez um levantamento dos bens e analisou o seu estado de conservação, levando-se em conta o valor residual dos bens. Para a definição da vida útil das máquinas, equipamentos e outros bens móveis os especialistas utilizaram-se tabelas de depreciação consagradas, análise de dados históricos da Entidade e dados obtidos na vistoria dos bens. Itens do imobilizado Vidas úteis em anos (média) a partir de 2010 Móveis e utensílios 12,50 Instalações 11 Instalações telefônicas 11 Máquinas e equipamentos 10 Equipamentos de informática 5,50 Sistemas de informática 5,50 A vida útil dos itens de imobilizado tem sido revisada anualmente, mantendo as vidas úteis definidas na avaliação realizada em (c) Adoção do custo atribuído (deemed cost) Para a definição do valor justo dos bens, foram consideradas as premissas estabelecidas pela Interpretação Técnica ICPC 10, entre as quais o estado de conservação dos bens e pesquisas efetuadas a mercados considerando a negociação de bens de mesma natureza, sendo apurado um montante de R$ de mais valia do ativo imobilizado na data de transição de 1 o de janeiro de 2009, contabilizado em contrapartida à conta Ajuste de Avaliação Patrimonial no Patrimônio Líquido. 7 Intangível Referem-se a custos com desenvolvimento do software que contempla o Sistema Integrado de Gestão da Responsabilidade Social através da utilização Tecnologia da Informação e ao desenvolvimento do novo website da Entidade (portal). 13 de 20

17 A conclusão do projeto ocorreu em março de 2009, sendo iniciada a amortização no mesmo mês, pelo prazo de 5 (cinco) anos. Saldos em 31 de dezembro de Amortização ( ) Saldos em 31 de dezembro de Custo total Amortização acumulada ( ) Valor residual Saldos em 31 de dezembro de Amortização ( ) Saldos em 31 de dezembro de Custo total Amortização acumulada ( ) Valor residual Ordenados e encargos sociais a recolher FGTS INSS Provisão de férias e encargos sociais de 20

18 9 Receitas diferidas - projetos em andamento Desenvolvimento de Princípios de Transparência e Prestação de Contas Prêmio Parceiros Voluntários Gestão Social Sustentável MPE - Catalisador do Desenv. Sustentável Livro Tribos Nas Trilhas da Cidadania Parceria IBM - Capacitação Entidades Sociais Projeto Rede Comunidade Integrada Parceiros da Juventude Seminário Pare e Pense Thyssenkurpp Expansão Tribo nas Trilhas da Cidadania Caravana Social Oficina de Elaboração 327 Projeto Educação Sorocaba Franquiabilidade Teia Social A totalidade dos recursos encontra-se classificado no passivo circulante, dada à expectativa de conclusão dos projetos em andamento em um período inferior a um ano. 10 Patrimônio líquido O patrimônio líquido é formado por doações, reserva de fundo de sustentabilidade, pelo ajuste de avaliação patrimonial e pelos superávits acumulados. (a) Reserva de doações - no exercício de 2013 a Entidade não recebeu doações de ativos permanentes ( R$ efetuadas por empresas parceiras da entidade). (b) Reserva - Fundo de Sustentabilidade - composta por doações recebidas, substancialmente, das empresas mantenedoras, com o objetivo de suprir futuras necessidades financeiras, conforme deliberação dos órgãos estatutários. Em junho de 2013 houve a deliberação da diretoria de destinação de parte de R$ do superávit do exercício para a reserva - Fundo de Sustentabilidade, sendo que sua utilização quando necessária será deliberada pela Diretoria Estatutária. 15 de 20

19 11 Receitas das atividades operacionais As receitas das atividades são oriundas das seguintes fontes e estão apresentadas de forma segregada, no atendimento do artigo 4 0, inciso IV do Decreto n o s de 20 de julho de 2010: (Reapresentado) Contribuições de mantenedores Contribuições Doações Atividades de assessoramento Programa Jovens Voluntários Desenvolvimento de Princípios de Transparência e Prestação de Contas MPES - Catalisador do Desenvolvimento Sustentável Gestão Social Sustentável Comitê Voluntariado Livro Tribos nas Trilhas da Cidadania Parceria IBM - Capacitação Entidades Sociais Projeto Rede Comunidade Integrada Instituto IBIO - Estímulo ao Trabalho Voluntariado Parceiros da Juventude Prêmio Parceiros Voluntários Thyssenkurpp Expansão Caravana Social Pare Pense- Socialização de Estudos e Pesquisas Tribos Nas Trilhas da Cidadania Outros Projetos Trabalho voluntário Atividades administrativas Atividades com projetos de assessoramento Os projetos Desenvolvimento de Princípios de Transparência e Prestação de Contas e Pare Pense - Socialização de Estudos e Pesquisas foram concluídos em 2012 com apuração de superávit, para 2013 os projetos MPES - Catalisador do Desenvolvimento Sustentável, Gestão Social 4, Projeto Rede Comunidade Integrada e Caravana Social foram concluídos com apuração de superávit. Neste caso, as sobras de recursos estão sendo reaplicadas nos demais programas de assessoramento financiados com recursos próprios e nos gastos de pessoal vinculados a programas e projetos de assessoramento (Nota 12). 16 de 20

20 12 Gastos com projetos de assessoramento Os gastos com projetos estão apresentadas de forma segregada, no atendimento do artigo 4 0, inciso IV do Decreto n o s 7.237de 20 de julho de 2010: Projetos fomentados com recursos próprios Programa de Assessoramento para VPF Programa de Assessoramento para VPJ Programa de Assessoramento para OSC Programa de Assessoramento para Rede Projetos fomentados com patrocínios de terceiros Programa Jovens Voluntários Tribos nas Trilhas da Cidadania Criança Século XXI 200 PJV - Convivência e Protagonismo Formação de Educadores Sociais Demais programas Desenvolvimento de Princípios de Transparência e Prestação de Contas Gestão Social Sustentável MPES - Catalisador do Desenvolvimento Sustentável Comitê Voluntariado Livro Tribos nas Trilhas da Cidadania Parceria IBM - Capacitação Entidades Sociais Projeto Rede Comunidade Integrada Instituto IBIO - Estimulo ao Trabalho Voluntariado Caravana Social Prêmio Parceiros Voluntários Parceiros da Juventude THYSSENKURPP Expansão Projetos em prospecção Pare Pense- Socialização de Estudos e Pesquisas Outros projetos de 20

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