A ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL: UM COMPARATIVO ANTES E DEPOIS DA ADOÇÃO DO PADRÃO CONTÁBIL INTERNACIONAL.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL: UM COMPARATIVO ANTES E DEPOIS DA ADOÇÃO DO PADRÃO CONTÁBIL INTERNACIONAL."

Transcrição

1 A ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL: UM COMPARATIVO ANTES E DEPOIS DA ADOÇÃO DO PADRÃO CONTÁBIL INTERNACIONAL. Eliseu Pereira Lara 1 RESUMO: As alterações ocorridas na legislação contábil, visando à adequação às normas internacionais, que possibilita tratamento global das informações contábeis, promoveram significativas alterações na estrutura do balanço patrimonial e passou a exigir atenção redobrada por partes dos gestores e profissionais ligados a área contábil, pois implicará em mudança de postura deixando o antigo legado de rotinas padronizadas e normatizadas para uma nova postura fundamentada em princípios e capacidade de julgamento. Diante desse cenário, o presente estudo tem por objetivo discorrer sobre as principais alterações observadas na estrutura do balanço patrimonial e instigar o leitor, sobretudo empresários e profissionais da área contábil, para a importância de aprofundar os estudos das demais alterações promovidas pela alteração da legislação, além das ocorridas na estrutura do balanço patrimonial. Palavras Chave: Patrimônio. Contabilidade. Alterações Legislação Contábil. IFRS (Internacional Financial Reporting Standards) Padrão Contábil Internacional. 1 Mestre em Administração, Professor da UNIVALE.

2 INTRODUÇÃO Desde os primórdios da civilização a contabilidade tem se apresentado como instrumento de mensuração das atividades empresariais, capaz de demonstrar a qualquer tempo a situação financeira e econômica de uma entidade. A partir de 2008, com o advento da lei /07 e a Medida Provisória 449/2008, a contabilidade sofre alterações significativas objetivando adequar a forma de apresentação das informações contábeis de conformidade com o IASB Comitê Internacional de Normas Contábeis, órgão responsável pela elaboração do padrão contábil internacional, o IFRS. As normas IFRS foram adotadas pelos países da União Européia a partir de 31 de dezembro de 2005 com o objetivo de harmonizar as demonstrações financeiras consolidadas publicadas pelas empresas abertas européias. A iniciativa foi internacionalmente acolhida pela comunidade financeira. Atualmente numerosos países têm projetos oficiais de convergência das normas contábeis locais para as normas IFRS, inclusive o Brasil, que, recentemente, através do Conselho Federal de Contabilidade e do Comitê de Pronunciamentos Contábeis assinaram um memorando de entendimentos com o IASB inserindo a contabilidade brasileira nas questões regulatórias globais, que já são ou estão sendo adotadas por 117 nações. O presente trabalho aborda, não de forma exaustiva, algumas das mudanças ocorridas na estrutura do balanço patrimonial introduzidas pelas alterações na legislação para adequação as normas internacionais de contabilidade, ilustrando a estrutura do balanço patrimonial tradicional instituída pela lei 6404/76 e as alterações introduzidas pela lei /07, pela medida provisória 449/08, seguido de algumas considerações a respeito destas alterações, que inicialmente deveriam afetar somente as companhias de capital aberto e as empresas de grande porte e, passará também, sob o ponto de vista de alguns doutrinadores a ser exigida para todas as empresas. A CONTABILIDADE E O BALANÇO PATRIMONIAL FRENTE AO IFRS O patrimônio sempre se apresentou como objeto de mensuração pela contabilidade durante todo seu período histórico, este compreendendo o período antigo, passando para o período medieval, para o período moderno até os dias atuais, denominado de período científico.

3 A contabilidade procura desde então registrar e avaliar o desempenho dos negócios, evidenciando e mensurando o retorno dos capitais investidos, sejam estes de origem próprios ou de terceiros. Para Marion (2005, p. 24), a Contabilidade é a linguagem dos negócios. Mede os resultados das empresas, avalia o desempenho dos negócios, dando diretrizes para tomadas de decisões. Ainda, segundo o autor: a Contabilidade surgiu basicamente da necessidade de donos de patrimônio que desejavam mensurar, acompanhar a variação e controlar suas riquezas. Daí, poder-se afirmar que a Contabilidade surgiu em função de um usuário específico, o homem proprietário de patrimônio, que, de posse das informações contábeis, passa a conhecer melhor sua saúde econômico-financeira, tendo dados para propiciar tomada de decisões mais adequadas (MARION, 2005, p 26). O princípio fundamental da contabilidade, segundo seu precursor o frade Luca Paccioli, é que não há devedor sem credor e vice-versa, de forma que para que haja um investimento faz-se necessário haver recursos para financiá-los. Assim a contabilidade, vem ao longo do tempo, registrando todas as ocorrências no meio empresarial e apresentando os resultados obtidos nas transações realizadas pelas empresas e comunicando aos interessados esses resultados, através das demonstrações contábeis. Em especial o balanço patrimonial que evidencia o patrimônio da entidade. Uma forma padrão é adotada pela contabilidade para evidenciar esta relação entre as origens dos recursos (identificando as fontes dos recursos - de onde vieram) e aplicações destes recursos (investimentos realizados - onde foram investidos) em dois grandes grupos: ATIVO e PASSIVO. Marion (2005) comenta que este patrimônio, definido como o conjunto de bens, direitos e obrigações, é demonstrado da seguinte forma: No Ativo os bens e direitos que possam ser mensuráveis monetariamente, e que possam representar benefícios presentes ou futuros. No Passivo as obrigações que serão exigidas por terceiros, complementadas pelos recursos investidos pelos donos deste patrimônio, ou acumulados pelo processo de gestão deste patrimônio, sendo estes recursos denominados de Patrimônio Líquido. Essa forma de demonstração pode ser visualizada da seguinte maneira:

4 Figura 1 Demonstração do Patrimônio. BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO Bens + Direitos Fonte: José Carlos Marion. Contabilidade Empresarial. 2005, p.49. PASSIVO (Capital de Terceiros) PATRIMÔNIO LIQUIDO (Capital Próprio) Assim, analisando os elementos que compõem a demonstração, pode-se observar, no ativo os valores positivos do patrimônio, e no passivo os elementos negativos do patrimônio representados pelas dívidas para com terceiros, bem como ainda, com o capital próprio representado pelo patrimônio líquido. Para definir Ativo, Sergio de Iudícibus (2009) apresenta definições de vários autores e órgãos e opina parecer mais adequada duas, dentre as definições, a saber: a de Eliseu Martins que define ativo como os benefícios futuros provocados por um agente...; e outra, uma definição apresentada por Iudícibus e alguns alunos da USP e da PUCSP que diz que ativos são recursos controlados por uma entidade capaz de gerar, mediata ou imediatamente, fluxos de caixa. Ainda segundo o autor: O termo recursos é amplo, incluindo tangíveis e intangíveis. O fato de serem controlados por uma entidade é uma dimensão mais moderna de ativo. Ao controlarmos, podemos ter ou não a propriedade. Por outro lado, a posse nem sempre é indispensável para caracterizar um ativo. Podemos ter adquirido um ativo e ele estar em trânsito, não chegou, fisicamente, em nossa entidade, mas, nem por isso, deixa de ser ativo (IUDÍCIBUS, 2009, P.125). Já para definir o Passivo, Iudícibus o trata como sinônimo de exigibilidade por entender que o termo passivo engloba todas as contas com saldo credor do lado direito do Balanço Patrimonial. A estrutura ilustrada inicialmente apresenta algumas subdivisões em seus grupos do ativo e passivo as quais serão apresentadas a seguir observando a estrutura do balanço patrimonial antes e após as alterações da legislação.

5 A ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL ANTES E DEPOIS DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA LEI /07 E PELA MEDIDA PROVISÓRIA 449/2008. A ciência da contabilidade é regulamentada pela Lei da S/A 6.404/76, que determina que os componentes do patrimônio sejam representados inicialmente em dois grandes grupos: Ativo (bens + direitos) e Passivo (capital de terceiros + capital próprio). Antes de sofrer as alterações com fins específicos de ajustar a contabilidade das empresas às normas internacionais de contabilidade, a estrutura do balanço patrimonial era a seguinte: BALANÇO PATRIMONIAL Figura 2 Ativo, Passivo e seus sub-grupos de acordo com a Lei 6.404/76. ATIVO PASSIVO E PL Circulante (normalmente até 365 dias) Circulante (normalmente até 365 dias) Realizável a Longo Prazo (normalmente após 365 dias) Exigível a Longo Prazo (normalmente após 365 dias) Permanente Resultado de Exercícios Futuros Investimentos Imobilizado Patrimônio Líquido Diferido Capital Lucros Acumulados Fonte: adaptado: José Carlos Marion. Contabilidade Empresarial. 2005, p.68. No ativo os bens e direitos figuravam obedecendo ao grau decrescente de liquidez, sendo assim subdividido em subgrupos: Ativo Circulante (onde serão registrados os componentes de bens e direitos que serão realizados dentro de um exercício social); Ativo Realizável a Longo Prazo (onde serão registrados os componentes de bens e direitos que serão realizados em prazos superior a um exercício social); Ativo Permanente (onde serão registrados as aplicações que

6 permaneceram no patrimônio por uma longa data, sendo representados por: investimentos, imobilizado e diferido). Já no passivo as obrigações figuravam obedecendo ao grau de exigibilidades, sendo assim subdivididos nos seguintes subgrupos: Passivo Circulante (onde serão registradas as obrigações que serão exigidas dentro de um exercício social); Passivo Exigível a Longo Prazo (onde serão registradas as obrigações que serão exigíveis após um exercício social); Patrimônio Líquido (onde serão registrados os capitais investidos pelos proprietários/investidores, acrescidos de lucros gerados pela gestão e ou diminuídos dos prejuízos gerados pela gestão). Para adaptar a forma de evidenciar as informações no padrão das normas internacionais a estrutura do balanço patrimonial sofreu algumas alterações introduzidas inicialmente pela lei /07 e ficou da seguinte forma: BALANÇO PATRIMONIAL Figura 3 Ativo, Passivo e seus sub-grupos de acordo com a Lei /07. ATIVO PASSIVO E PL Ativo Circulante Circulante Ativo Realizável a Longo Prazo Exigível a Longo Prazo Ativo Permanente Investimentos Imobilizado Intangível Diferido Fonte: elaborado pelo autor. Resultado de Exercícios Futuros Patrimônio Líquido Capital Social Reservas de Capital Ajustes de Avaliação Patrimonial Reservas de Lucros Ações em Tesouraria Prejuízos Acumulados Um dos objetivos desta alteração era ajustar a estrutura e adequar as informações do balanço patrimonial às normas internacionais de contabilidade, porém, devido ao tempo decorrido entre a sua tramitação e aprovação, as normas internacionais evoluíram e, também

7 devido a adesão da União Européia, esta lei não contemplou as novas alterações das normais internacionais, como por exemplo, a extinção do Ativo Diferido e também questões relativas ao tratamento fiscal das alterações, exigindo novas alterações que vieram com a MP 449/08 e com as novas normas emitidas pela CVM, pelo CFC, SUSEP e BACEN e ficou da seguinte forma: BALANÇO PATRIMONIAL Figura 2 Ativo, Passivo e seus sub-grupos de acordo com a Medida Provisória 449/08. ATIVO PASSIVO E PL Ativo Circulante Passivo Circulante Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Investimentos Imobilizado Intangível Fonte: elaborado pelo autor. Passivo Não Circulante Patrimônio Líquido Capital Social Reservas de Capital Ajustes de Avaliação Patrimonial Reservas de Lucros Ações em Tesouraria Prejuízos Acumulados Em resumo, as principais alterações na estrutura do balanço patrimonial envolveram: a nova inclusão agora feita na legislação com a criação, no ativo e no passivo, do subgrupo nãocirculante ; a inclusão do Intangível no subgrupo Não Circulante; a eliminação do grupo permanente ; eliminação do Ativo Diferido ; eliminação do grupo de Resultados de Exercício Futuros ; eliminação ou congelamento das Reservas de Reavaliação, Reservas de Prêmios por Emissão de Debêntures, Reservas de Doações e Subvenções ; eliminação da conta Lucros Acumulados e criação da conta de Ajustes de Avaliação Patrimonial. As alterações ocorridas em função da legislação citada anteriormente, não alteraram somente a estrutura do balanço patrimonial, mas provocaram outras mudanças que não são abordadas no presente artigo, devido a sua complexibilidade e extensão, como por exemplo: os critérios de avaliação do ativo; os critérios de avaliação do passivo; proibição da prática da reavaliação espontânea de ativos; aplicação ao término de cada exercício social o teste de

8 recuperabilidade de ativos (teste do impairment); registro, em contas do ativo e passivo, dos contratos de arrendamento mercantil (leasing); a forma de escrituração, bem como também, aspectos relacionados ao tratamento fiscal produzidos pelas alterações como a instituição do RTT, do Fcont que visam a ajustar os efeitos produzidos no lucro pelas novas alterações, ajustando-os ao lucro tributável; a eliminação da Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR), substituída pela Demonstração dos Fluxos de Caixa, demonstração essa não obrigatória para companhias fechadas com patrimônio líquido inferior a R$ ,00; a obrigatoriedade para as companhias abertas de elaboração da Demonstração do Valor Adicionado, dentre outras. CONSIDERAÇÕES FINAIS A contabilidade sempre esteve apoiando as organizações no processo de registro, controle, planejamento, tomada de decisão e evidenciação de sua situação, e como mencionado no presente trabalho, passa por significativas alterações que visam ao tratamento das informações de forma global, possibilitando vantagens para o meio empresarial que terá uma melhora significativa em retratar seu patrimônio com mais precisão e de forma padronizada com as empresas de outros países, facilitando o processo de comunicação, acesso a créditos e novos investidores. Por outro lado, todo processo de mudança, desta magnitude, gera certo desconforto no meio administrativo e contábil: no administrativo, aumento de custos com profissionais capazes de assimilar as novas mudanças, investimentos em novas tecnologias que aliada a outras alterações da legislação, exemplo: nota fiscal eletrônica, certificação digital, dentre outras, exigem investimentos consideráveis e constantes, onerando as empresas, principalmente as pequenas e médias; na área contábil, impõem aos profissionais uma quebra de paradigma para adaptação a todas essas exigências. Enfim, diante de todas essas alterações, o que se verifica é que, além da mudança em normas, muda também a filosofia, a postura, o pensamento e a atitude, exigindo dos gestores e profissionais ligados a esta ciência uma nova filosofia, a da primazia da essência sobre a forma orientada por princípios e não mais por regras formalizadas e detalhadas, exigindo constantemente capacidade de julgamento profissional.

9 BIBLIOGRAFIA IUDÍCIBUS, Sérgio de. Manual de contabilidade das sociedades por ações: (aplicável às demais sociedades)/ Sérgio de Iudícibus, Eliseu Martins, Ernesto Rubens Gelbcke. 2. ed. São Paulo : Atlas, Teoria da Contabilidade. 9ª. ed., São Paulo: Atlas,2009. MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. 11ª ed., São Paulo: Atlas, 2005.

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Resolução CFC nº 1.159, de 13/02/2009 DOU 1 de 04/03/2009 Aprova o Comunicado Técnico CT 01 que aborda como os ajustes das novas práticas contábeis adotadas no Brasil trazidas pela Lei nº 11.638/07 e MP

Leia mais

Mudanças da Lei 11.638 e o novo regime tributário de transição RTT

Mudanças da Lei 11.638 e o novo regime tributário de transição RTT Mudanças da Lei 11.638 e o novo regime tributário de transição RTT 1 INTRODUÇÃO Com o desenvolvimento das organizações no decorrer dos anos, e dos novos mercados, inclusive os mercados internacionais que

Leia mais

O IMPACTO DA LEI 11.638/07 NO MUNDO CONTÁBIL. Débora Cristina Dala Rosa¹, José César de Faria²

O IMPACTO DA LEI 11.638/07 NO MUNDO CONTÁBIL. Débora Cristina Dala Rosa¹, José César de Faria² O IMPACTO DA LEI 11.638/07 NO MUNDO CONTÁBIL Débora Cristina Dala Rosa¹, José César de Faria² ¹Universidade do Vale do Paraíba/Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas e Comunicação, Avenida Shishima Hifumi,

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis Resumo Demonstrações contábeis são informações e dados que as empresas oferecem ao fim de cada exercício, com a finalidade de mostrar aos acionistas, ao governo e todos os interessados,

Leia mais

CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (DMPL)

CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (DMPL) CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO Prof. Emanoel Truta Conceito É uma demonstração contábil que visa evidenciar as variações ocorridas em todas as contas que compõem o Patrimônio

Leia mais

Palavras-chave: Lei 6.404/76. Lei 11.638/07. Normas Internacionais de Contabilidade IFRS.

Palavras-chave: Lei 6.404/76. Lei 11.638/07. Normas Internacionais de Contabilidade IFRS. 1 CONDUTA ÉTICA DO PROFISSIONAL DE CONTABILIDADE E SUA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL FRENTE À NOVA LEI 11.638/07. * Leonardo dos Santos Pereira** RESUMO: Este artigo propõe uma análise das mudanças que a lei

Leia mais

A NOVA LEI CONTÁBIL DO BRASIL

A NOVA LEI CONTÁBIL DO BRASIL A NOVA LEI CONTÁBIL DO BRASIL SR AUDITORES E CONSULTORES S/S LTDA João Alfredo de Souza Ramos-CRC-ES 2289 srauditores@terra.com.br / 27-4009-4666 1 OBJETIVOS: - Alinhar a contabilidade às Normas Internacionais

Leia mais

ALTERAÇÕES DA LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES MARCELO CAVALCANTI ALMEIDA

ALTERAÇÕES DA LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES MARCELO CAVALCANTI ALMEIDA ALTERAÇÕES DA LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES MARCELO CAVALCANTI ALMEIDA Sócio da Deloitte e autor de livros da Editora Atlas 1 EVOLUÇÃO Instrução CVM n 457/07 Demonstrações financeiras consolidadas a partir

Leia mais

3. 0 - Nível de Conhecimento dos Profissionais de Contabilidade no Brasil

3. 0 - Nível de Conhecimento dos Profissionais de Contabilidade no Brasil 1.0 - Introdução à Lei 11.638/07 Países com pouca tradição em mercados de capitais têm a tendência de sofrer, mais do que os demais, influências exógenas (externas) nos seus processos de desenvolvimento

Leia mais

Mudanças de natureza contábil e alguns ajustes relativos à tributação

Mudanças de natureza contábil e alguns ajustes relativos à tributação A Nova Lei das S/A Lei nº 11.638/07 Introdução Mudanças de natureza contábil e alguns ajustes relativos à tributação Dependência de normatização: CVM, BACEN, SUSEP, CFC e outros LEI nº 11.638 versus Medida

Leia mais

Principais Alterações na Estrutura das Demonstrações Contábeis a Lei nº 11.638/07

Principais Alterações na Estrutura das Demonstrações Contábeis a Lei nº 11.638/07 1 Principais Alterações na Estrutura das Demonstrações Contábeis a Lei nº 11.638/07 Eliane Sayuri Takahashi Nishio 1 Gerardo Viana Priscila Juliana Batista Ricardo Pereira Rios 2 Resumo Este estudo versa

Leia mais

AS PRINCIPAIS MUDANÇAS DA LEI 11.638/07 E AS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE UM ESTUDO DE CASO EM UMA SOCIEDADE ANÔNIMA

AS PRINCIPAIS MUDANÇAS DA LEI 11.638/07 E AS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE UM ESTUDO DE CASO EM UMA SOCIEDADE ANÔNIMA AS PRINCIPAIS MUDANÇAS DA LEI 11.638/07 E AS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE UM ESTUDO DE CASO EM UMA SOCIEDADE ANÔNIMA RESUMO Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei 11.638 que altera e

Leia mais

Lei n. 11.638/2007. Nova Lei das n. Sociedades 11.638/2007 Anônimas. Contabilidade Empresarial. Nova Lei das Sociedades Anônimas

Lei n. 11.638/2007. Nova Lei das n. Sociedades 11.638/2007 Anônimas. Contabilidade Empresarial. Nova Lei das Sociedades Anônimas Lei n. 11.638/2007 Nova Lei das n. Sociedades 11.638/2007 Anônimas Prof. Dr. José Carlos Marion Nova Lei das Sociedades Anônimas Seminários Cursos Debates Fóruns de Discussão Contabilistas - 400.000 Escritórios

Leia mais

AS MUDANÇAS DA LEI 11.638/07 NO BALANÇO PATRIMONIAL DAS EMPRESAS DE CAPITAL ABERTO

AS MUDANÇAS DA LEI 11.638/07 NO BALANÇO PATRIMONIAL DAS EMPRESAS DE CAPITAL ABERTO AS MUDANÇAS DA LEI 11.638/07 NO BALANÇO PATRIMONIAL DAS EMPRESAS DE CAPITAL ABERTO Vanessa Alves Cunha 1, Robernei Aparecido Lima 2 1 Universidade do Vale do Paraíba/Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas,

Leia mais

FCONT. Regras para Apresentação

FCONT. Regras para Apresentação FCONT Regras para Apresentação 2 Conteúdo 1. FCONT - CONTROLE FISCAL CONTÁBIL DE TRANSIÇÃO... 3 1.1. INTRODUÇÃO... 3 1.2. OBJETIVO... 3 1.3. NOVAS PRÁTICAS CONTÁBEIS NO BRASIL... 5 1.4. Balanço De Abertura...

Leia mais

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Home page: www.crc.org.br - E-mail: cursos@crcrj.org.br Notas Explicativas Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com (Rio de Janeiro)

Leia mais

Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 13

Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 13 Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 13 Adoção Inicial da Lei n o 11.638/07 e da Medida Provisória n o 449/08 Observação: Este sumário, que não faz parte do Pronunciamento, está sendo apresentado apenas

Leia mais

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 No dia 3 de dezembro de 2008, foi editada a Medida Provisória nº 449,

Leia mais

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CONTABILIDADE INTERNACIONAL FINANCIAL REPORTING

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CONTABILIDADE INTERNACIONAL FINANCIAL REPORTING Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CONTABILIDADE INTERNACIONAL FINANCIAL REPORTING Belo Horizonte 2012 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CONTABILIDADE INTERNACIONAL FINANCIAL

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 610, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2009

DELIBERAÇÃO CVM Nº 610, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2009 Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 43 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que trata da adoção inicial dos pronunciamentos técnicos CPC 15 a 40. A PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM

Leia mais

ANÁLISE DA ESTRUTURA DE LIQUIDEZ PROPOSTA POR FLEURIET: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA LOCALIZA RENT A CAR

ANÁLISE DA ESTRUTURA DE LIQUIDEZ PROPOSTA POR FLEURIET: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA LOCALIZA RENT A CAR 0 ANÁLISE DA ESTRUTURA DE LIQUIDEZ PROPOSTA POR FLEURIET: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA LOCALIZA RENT A CAR Gabriela de Castro Gaudêncio Cassimiro 1 Thiago Moura de Carvalho 2 Rosália Gonçalves Costa Santos

Leia mais

Estrutura, Análise e Interpretação das Demonstrações Contábeis

Estrutura, Análise e Interpretação das Demonstrações Contábeis Alexandre Alcantara da Silva Estrutura, Análise e Interpretação das Demonstrações Contábeis Adendo à 1ª edição Texto atualizado em 28.04.2009 Relativo às alterações introduzidas pela Lei nº 11.638/2007

Leia mais

Contabilidade Empresarial Demonstrações Financeiras: O Balanço Patrimonial. Prof. Dr. Dirceu Raiser

Contabilidade Empresarial Demonstrações Financeiras: O Balanço Patrimonial. Prof. Dr. Dirceu Raiser Contabilidade Empresarial Demonstrações Financeiras: O Balanço Patrimonial Prof. Dr. Dirceu Raiser O Balanço Patrimonial consiste em um conjunto de informações sistematizadas. Tais informações demonstram

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS NOVA LEI DAS S/A - LEI 11.638/07

PERGUNTAS E RESPOSTAS NOVA LEI DAS S/A - LEI 11.638/07 PERGUNTAS E RESPOSTAS NOVA LEI DAS S/A - LEI 11.638/07 1 Ativo 1.1 Classificação 1.1.1 Como passam a ser classificados os ativos? Os Ativos agora passam a ser classificados em Ativos Circulantes e Ativos

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.315/10

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.315/10 NOTA - A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 19.40 para NBC TG 43 e de outras normas citadas: de NBC T 1 para NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL; de NBC T 19.18 para

Leia mais

Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC Origem

Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC Origem 1 * Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC Origem Em função das Necessidades de: - convergência internacional das normas contábeis (redução de custo de elaboração de relatórios contábeis, redução de riscos

Leia mais

Mudanças na Lei 6.404/ 76 Novas Regras de Contabilidade Geral

Mudanças na Lei 6.404/ 76 Novas Regras de Contabilidade Geral Mudanças na Lei 6.404/ 76 Novas Regras de Contabilidade Geral Olá, pessoal! Espero que tenham tido um ótimo Natal e uma excelente Réveillon. Antes de tudo, desejo a todos muita paz e prosperidade e que

Leia mais

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA www.editoraferreira.com.br CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA Professor Humberto Fernandes de Lucena 6.1. Balanço Patrimonial Desde o início de nosso curso, vimos tratando sobre Balanço Patrimonial apenas

Leia mais

O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008

O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008 O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008 Pronunciamento CPC 013 Adoção Inicial da Lei nº 11.638/07 e da Medida Provisória no 449/08 Antônio Carlos Palácios Vice-Presidente

Leia mais

O REFLEXO DAS ALTERAÇÕES DA LEI N 6.404/76 NOS ÍNDICES ECONÔMICO-FINANCEIROS DAS EMPRESAS

O REFLEXO DAS ALTERAÇÕES DA LEI N 6.404/76 NOS ÍNDICES ECONÔMICO-FINANCEIROS DAS EMPRESAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ATUARIAIS CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS O REFLEXO DAS ALTERAÇÕES DA LEI N 6.404/76 NOS ÍNDICES

Leia mais

ATIVO CLASSIFICAÇÃO 1.1. FUNDAMENTO LEGAL: ATIVO

ATIVO CLASSIFICAÇÃO 1.1. FUNDAMENTO LEGAL: ATIVO 1. ATIVO E SUA MENSURAÇÃO De acordo com Iudícibus e Marion (1999), as empresas fazem uso de seus ativos para manutenção de suas operações, visando a geração de receitas capazes de superar o valor dos ativos

Leia mais

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL Introdução Já sabemos que o Patrimônio é objeto da contabilidade, na qual representa o conjunto de bens, diretos e obrigações. Esta definição é muito importante estar claro

Leia mais

COMUNICADO AO MERCADO

COMUNICADO AO MERCADO . COMUNICADO AO MERCADO Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS Apresentamos as principais alterações em nossas demonstrações contábeis decorrentes da adoção do padrão contábil internacional

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerenciais Curso de Ciências Contábeis Contabilidade Intermediária Direito Tributário Introdução à Ciências Atuarial

Leia mais

A NOVA ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL

A NOVA ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL A NOVA ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL BATALHA, Marco Aurelio R. 1 Resumo: Desde o surgimento da Contabilidade há mais de 20000 anos ela vem se modificando e se aprimorando conforme o ser humano se desenvolve

Leia mais

A Demonstração no Brasil A Demonstração do Fluxo de Caixa - DFC

A Demonstração no Brasil A Demonstração do Fluxo de Caixa - DFC UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ UFPI CAMPUS MINISTRO REIS VELLOSO CMRV DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E JURÍDICAS DCCJ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS CCC EMPRESA JUNIOR DE CONTABILDIADE CONAC JUNIOR CURSO

Leia mais

O Comitê de Pronunciamentos - CPC. Irineu De Mula Diretor da Fundação Brasileira de Contabilidade - FBC

O Comitê de Pronunciamentos - CPC. Irineu De Mula Diretor da Fundação Brasileira de Contabilidade - FBC O Comitê de Pronunciamentos - CPC Irineu De Mula Diretor da Fundação Brasileira de - FBC Objetivo: O estudo, o preparo e a emissão de Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de e a divulgação de informações

Leia mais

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 03: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS TÓPICO 02: BALANÇO PATRIMONIAL. É a apresentação padronizada dos saldos de todas as contas patrimoniais, ou seja, as que representam

Leia mais

CONVERGÊNCIA ÀS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE

CONVERGÊNCIA ÀS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE CONVERGÊNCIA ÀS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE Profs. Eliseu Martins e Ariovaldo dos Santos Apresentação e atualização: Pretextato Mello Contador (Modéstia à parte) 1 - Introdução Mudança de natureza

Leia mais

Curso Novas Regras de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas

Curso Novas Regras de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas Curso Novas Regras de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas Conhecimento essencial em Gestão de Controladoria Depois de sucessivas crises econômicas, os investidores pressionam cada vez mais pela

Leia mais

2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais

2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais Conteúdo 1 Introdução... 1 2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais... 1 3 Questão 32 Natureza das contas... 3 4 Questão 33 Lançamentos - Operações de captação de recursos... 4 5 Questão

Leia mais

A NOVA LEI CONTÁBIL E SEU IMPACTO NO AMBIENTE EMPRESARIAL: Um estudo de caso na cidade de Franca

A NOVA LEI CONTÁBIL E SEU IMPACTO NO AMBIENTE EMPRESARIAL: Um estudo de caso na cidade de Franca A NOVA LEI CONTÁBIL E SEU IMPACTO NO AMBIENTE EMPRESARIAL: Um estudo de caso na cidade de Franca Marinês Santana Justo Smith - Uni-FACEF Karina Pereira Silva - Uni-FACEF Marcelle Antequera Valente - Uni-FACEF

Leia mais

Demonstrações Contábeis Obrigatórias

Demonstrações Contábeis Obrigatórias Demonstrações Contábeis Obrigatórias 1.Introdução As demonstrações contábeis são os meios pelos quais as empresas e as demais entidades informam à sociedade as condições de seu patrimônio. A legislação

Leia mais

IFRS A nova realidade de fazer Contabilidade no Brasil

IFRS A nova realidade de fazer Contabilidade no Brasil Ano X - Nº 77 - Julho/Agosto de 2014 IFRS A nova realidade de fazer Contabilidade no Brasil Profissionais da Contabilidade deverão assinar prestações de contas das eleições Ampliação do Simples Nacional

Leia mais

IFRS-PME-NBC TG 1000 SEÇÃO 35-ADOÇÃO INICIAL 2013-O ANO DA CONTABILIDADE

IFRS-PME-NBC TG 1000 SEÇÃO 35-ADOÇÃO INICIAL 2013-O ANO DA CONTABILIDADE IFRS-PME-NBC TG 1000 SEÇÃO 35-ADOÇÃO INICIAL 2013-O ANO DA CONTABILIDADE Claudinei Tonon 1 O SIGNIFICADO DO CADUCEU O SÍMBOLO DO CONTABILISTA COMPOSIÇÃO DO SÍMBOLO: -O Caduceu simboliza a Contabilidade

Leia mais

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP PROF. Ms. EDUARDO RAMOS Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. PRINCÍPIOS CONTÁBEIS E ESTRUTURA CONCEITUAL 3. O CICLO CONTÁBIL

Leia mais

Fiscal - ECF. Me. Fábio Luiz de Carvalho. Varginha-MG, 31.julho.2015

Fiscal - ECF. Me. Fábio Luiz de Carvalho. Varginha-MG, 31.julho.2015 Escrituração Contábil Fiscal - ECF Me. Fábio Luiz de Carvalho Varginha-MG, 31.julho.2015 Causa & Efeito A Lei n. 11.638/07 combinada com os Pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 5 Balanço Patrimonial

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 5 Balanço Patrimonial 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Balanço Patrimonial Tópicos do Estudo Introdução Representação gráfica. Ativo. Passivo. Patrimônio Líquido. Outros acréscimos ao Patrimônio Líquido (PL) As obrigações

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes

DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes RESUMO: Dentro do plano de contas de uma empresa, o Balanço Patrimonial, deve ser produzido de maneira minuciosa e exata,

Leia mais

BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES

BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES BALANÇO PATRIMONIAL: é a representação quantitativa do patrimônio de uma entidade. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 469, DE 2 DE MAIO DE 2008

INSTRUÇÃO CVM Nº 469, DE 2 DE MAIO DE 2008 Dispõe sobre a aplicação da Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007. Altera as Instruções CVM n 247, de 27 de março de 1996 e 331, de 4 de abril de 2000. A PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CAPÍTULO 33 Este Capítulo é parte integrante do Livro Contabilidade Básica - Finalmente Você Vai Entender a Contabilidade. 33.1 CONCEITOS A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as modificações ocorridas

Leia mais

IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa

IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa outubro/2010 1 SIMPLIFICAÇÃO DOS PRONUNCIAMENTOS: Pronunciamento CPC PME - Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas (225 páginas)

Leia mais

CONTABILIDADE INTERNACIONAL APLICADO ÁS MÉDIAS E PEQUENAS EMPRESAS RESUMO

CONTABILIDADE INTERNACIONAL APLICADO ÁS MÉDIAS E PEQUENAS EMPRESAS RESUMO CONTABILIDADE INTERNACIONAL APLICADO ÁS MÉDIAS E PEQUENAS EMPRESAS * Ivan Prates dos Santos email: ivanprates.s@hotmail.com.br * Randerson dos Santos email: randermix@hotmail.com * Tatiana Steluti Silva

Leia mais

SUPORTE TÉCNICO EBS Horário de atendimento: Das 08h00min às 18h00min, de Segunda a Sexta-feira. Formas de atendimento:

SUPORTE TÉCNICO EBS Horário de atendimento: Das 08h00min às 18h00min, de Segunda a Sexta-feira. Formas de atendimento: SUPORTE TÉCNICO EBS Horário de atendimento: Das 08h00min às 18h00min, de Segunda a Sexta-feira. Formas de atendimento: E-mail: Envie-nos suas dúvidas e/ou sugestões para suporte@ebs.com.br. Suporte On-Line

Leia mais

1. FCONT CONTROLE FISCAL CONTÁBIL DE TRANSIÇÃO

1. FCONT CONTROLE FISCAL CONTÁBIL DE TRANSIÇÃO 1. FCONT CONTROLE FISCAL CONTÁBIL DE TRANSIÇÃO Conforme disciplina a Instrução Normativa RFB nº 949/09, O FCONT é uma escrituração, das contas patrimoniais e de resultado, em partidas dobradas, que considera

Leia mais

REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09. Demonstração de Fluxo de Caixa

REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09. Demonstração de Fluxo de Caixa REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09 Demonstração de Fluxo de Caixa Demonstração de Fluxo de Caixa A partir de 28.12.2007 com a publicação

Leia mais

2.1 Estrutura Conceitual e Pronunciamento Técnico CPC n 26

2.1 Estrutura Conceitual e Pronunciamento Técnico CPC n 26 Sumário 1 Introdução... 1 2 Definição do grupo patrimonial... 1 2.1 Estrutura Conceitual e Pronunciamento Técnico CPC n 26... 1 2.2 Lei das S/A... 4 3 Plano de Contas Proposto contas patrimoniais para

Leia mais

EM CONTROLADORIA E GESTÃO TRIBUTÁRIA

EM CONTROLADORIA E GESTÃO TRIBUTÁRIA UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DACEC - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS, CONTÁBEIS, ECONÔMICAS E DA COMUNICAÇÃO POS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM CONTROLADORIA E GESTÃO

Leia mais

CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO: A ADOÇÃO DE UM NOVO MODELO NO BRASIL.

CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO: A ADOÇÃO DE UM NOVO MODELO NO BRASIL. CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO: A ADOÇÃO DE UM NOVO MODELO NO BRASIL. Autores: Marcus Vinicius Passos de Oliveira Elisangela Fernandes dos Santos Esaú Fagundes Simões Resumo Esta pesquisa tem

Leia mais

CURSO DE PÓS-MBA. Convergência de Normas Contábeis Brasileiras para as Normas Internacionais de Contabilidade Lei 11638/07 e Lei 11941/09, CPC e IASB

CURSO DE PÓS-MBA. Convergência de Normas Contábeis Brasileiras para as Normas Internacionais de Contabilidade Lei 11638/07 e Lei 11941/09, CPC e IASB CURSO DE PÓS-MBA Convergência de Normas Contábeis Brasileiras para as Normas Internacionais de Contabilidade Lei 11638/07 e Lei 11941/09, CPC e IASB Código no SIGA: PMBACBIC09/00 Coordenação Acadêmica

Leia mais

http://www.grupoempresarial.adm.br/contab_geral/prof_lima.htm

http://www.grupoempresarial.adm.br/contab_geral/prof_lima.htm DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS Representam um conjunto de informações que devem ser obrigatoriamente divulgadas, anualmente, segundo a lei 6404/76, pela administração de uma sociedade por ações e representa a

Leia mais

1. CONCEITOS 2. OBJETIVOS

1. CONCEITOS 2. OBJETIVOS 1. CONCEITOS A Demonstração do Fluxo de Caixa demonstra a origem e a aplicação de todo o dinheiro que transitou pelo Caixa em um determinado período e o resultado desse fluxo (Iudícibus e Marion, 1999).

Leia mais

PREPARAÇÃO DE UM PLANEJAMENTO PARA A GESTÃO CONTÁBIL E FISCAL DAS EMPRESAS DE GRANDE PORTE A PARTIR DAS MUDANÇAS INTRODUZIDAS PELA LEI 11.

PREPARAÇÃO DE UM PLANEJAMENTO PARA A GESTÃO CONTÁBIL E FISCAL DAS EMPRESAS DE GRANDE PORTE A PARTIR DAS MUDANÇAS INTRODUZIDAS PELA LEI 11. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerenciais Curso de Ciências Contábeis Contabilidade de Custos Estágio Supervisionado Matemática Financeira Planejamento

Leia mais

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL Ana Beatriz Nunes Barbosa Em 31.07.2009, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou mais cinco normas contábeis

Leia mais

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO 2 -DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS. OBJETIVO E CONTEÚDO Os objetivos da Análise das Demonstrações Contábeis podem ser variados. Cada grupo de usuários pode ter objetivos específicos para analisar as Demonstrações

Leia mais

Curso Extensivo de Contabilidade Geral

Curso Extensivo de Contabilidade Geral Curso Extensivo de Contabilidade Geral Adelino Correia 4ª Edição Enfoque claro, didático e objetivo Atualizado de acordo com a Lei 11638/07 Inúmeros exercícios de concursos anteriores com gabarito Inclui

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Normas Contábeis ICPC 10 - Interpretação Sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Normas Contábeis ICPC 10 - Interpretação Sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado Normas Contábeis ICPC 10 - Interpretação Sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado 13/11/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria...

Leia mais

NORMAS CONTÁBEIS APLICÁVEIS ÀS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS NO BRASIL: SEGUNDO AS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE ALUNO: MINASSON ELIAS FERREIRA

NORMAS CONTÁBEIS APLICÁVEIS ÀS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS NO BRASIL: SEGUNDO AS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE ALUNO: MINASSON ELIAS FERREIRA CIÊNCIAS CONTÁBEIS NORMAS CONTÁBEIS APLICÁVEIS ÀS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS NO BRASIL: SEGUNDO AS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE ALUNO: MINASSON ELIAS FERREIRA ORIENTADOR: PROF. Ms. GESIEL DE

Leia mais

ANÁLISE DAS MUDANÇAS NA CONTABILIDADE BRASILEIRA

ANÁLISE DAS MUDANÇAS NA CONTABILIDADE BRASILEIRA 1 ANÁLISE DAS MUDANÇAS NA CONTABILIDADE BRASILEIRA Fabiano Manfroi Picetti 1 Wendy Haddad Carraro 2 RESUMO O estudo tem como objetivo melhor esclarecer as mudanças principais introduzidas pela nova lei,

Leia mais

O IMPACTO DA LEI 11.638 NA AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES FINACEIRAS

O IMPACTO DA LEI 11.638 NA AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES FINACEIRAS O IMPACTO DA LEI 11.638 NA AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES FINACEIRAS Fernanda de Fátima Teixeira Arantes, 1 José César de Faria 2 1 Universidade do Vale do Paraíba/Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.137/08 Aprova a NBC T 16.10 Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e

Leia mais

MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS

MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS Visando a redução de riscos nos investimentos internacionais, além de ter mais facilidade de comunicação internacional no mundo dos negócios, com o uso de

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA CIÊNCIAS CONTÁBEIS ATIVO INTANGÍVEL LUCIANA SANTOS RODRIGUES RA: 20716350 PROFESSOR ORIENTADOR

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA CIÊNCIAS CONTÁBEIS ATIVO INTANGÍVEL LUCIANA SANTOS RODRIGUES RA: 20716350 PROFESSOR ORIENTADOR CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA CIÊNCIAS CONTÁBEIS ATIVO INTANGÍVEL LUCIANA SANTOS RODRIGUES RA: 20716350 PROFESSOR ORIENTADOR João Alberto de Arruda. Brasília - DF 2010 LUCIANA SANTOS RODRIGUES ATIVO

Leia mais

RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: Contabilidade. Processo de convergência contábil. Conhecimento dos contabilistas. 1 INTRODUÇÃO

RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: Contabilidade. Processo de convergência contábil. Conhecimento dos contabilistas. 1 INTRODUÇÃO Convergência Contábil: Um Estudo Sobre o Conhecimento Evidenciado por Contabilistas do Município de Caruaru-PE Quanto às Principais Mudanças Provenientes das Leis 11.638/07 e 11.941/09 RESUMO O presente

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB) PRONUNCIAMENTO Conteúdo Item OBJETIVO

Leia mais

DOAR DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS UMA REVISÃO DOS CONCEITOS MAIO / 2007. Autor - Manoel Moraes Jr

DOAR DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS UMA REVISÃO DOS CONCEITOS MAIO / 2007. Autor - Manoel Moraes Jr DOAR DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS UMA REVISÃO DOS CONCEITOS MAIO / 2007 Autor - Manoel Moraes Jr OBJETIVOS DA DOAR Apresentar de forma ordenada e sumariada as informações relativas

Leia mais

Oficina Técnica. Demonstração de Fluxo de Caixa (Resolução CFC 1296/2010) Agosto 2012. Elaborado por: Walter Luiz Quaglio

Oficina Técnica. Demonstração de Fluxo de Caixa (Resolução CFC 1296/2010) Agosto 2012. Elaborado por: Walter Luiz Quaglio Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Prefácio à 3ª edição, xiii Apresentação, xv. Parte I - Introdução, 1

Prefácio à 3ª edição, xiii Apresentação, xv. Parte I - Introdução, 1 Prefácio à 3ª edição, xiii Apresentação, xv Parte I - Introdução, 1 1 Conceitos Introdutórios, 3 1.1 Conceitos, 3 1.2 Objetivos da Análise das Demonstrações Contábeis, 5 1.3 Usuários da Análise das Demonstrações

Leia mais

IMPAIRMENT - CONCEITOS INICIAIS E SEU IMPACTO PELO VALOR DE MERCADO: ESTUDO DE CASO DE UMA SOCIEDADE LTDA. DA CIDADE DE FRANCA.

IMPAIRMENT - CONCEITOS INICIAIS E SEU IMPACTO PELO VALOR DE MERCADO: ESTUDO DE CASO DE UMA SOCIEDADE LTDA. DA CIDADE DE FRANCA. IMPAIRMENT - CONCEITOS INICIAIS E SEU IMPACTO PELO VALOR DE MERCADO: ESTUDO DE CASO DE UMA SOCIEDADE LTDA. DA CIDADE DE FRANCA. Maria Amélia Duarte Oliveira Ferrarezi Marinês Santana Justo Smith Uni-FACEF

Leia mais

Gest ão em Cooper at i vi smo

Gest ão em Cooper at i vi smo Gest ão em Cooper at i vi smo Dirceu Granado de Souza Dinâmica Patrimonial Consult & Assess Empresarial 1 A Contabilidade como Ciências; Princípios Fundamentais de Contabilidade e Normas Brasileiras de

Leia mais

Rotina CONOR/SUNOT/CGE n.º 028/2014 Rio de Janeiro, 24 de março de 2014.

Rotina CONOR/SUNOT/CGE n.º 028/2014 Rio de Janeiro, 24 de março de 2014. Rotina CONOR/SUNOT/CGE n.º 028/2014 Rio de Janeiro, 24 de março de 2014. Trata a presente rotina dos procedimentos contábeis para registro dos Ajustes de Avaliação Patrimonial, objeto da Resolução CFC

Leia mais

CURSO DE PÓS-MBA. Convergência de Normas Contábeis Brasileiras para as Normas Internacionais de Contabilidade Lei 11638/07 e Lei 11941/09, CPC e IASB

CURSO DE PÓS-MBA. Convergência de Normas Contábeis Brasileiras para as Normas Internacionais de Contabilidade Lei 11638/07 e Lei 11941/09, CPC e IASB REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA CURSO DE PÓS-MBA Convergência de Normas Contábeis Brasileiras para as Normas Internacionais de Contabilidade Lei 11638/07 e Lei 11941/09, CPC e IASB Coordenação Acadêmica:

Leia mais

CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS SILVANA DUARTE DOS SANTOS 1 Resumo Em um ambiente econômico globalizado, cada vez mais as empresas se agrupam buscando melhores condições de competitividade. A

Leia mais

Antes das alterações no livro propriamente, vejamos alguns temas de caráter geral, que exigem esclarecimentos adicionais.

Antes das alterações no livro propriamente, vejamos alguns temas de caráter geral, que exigem esclarecimentos adicionais. Este texto por finalidade atualizar o livro Contabilidade ESAF Provas Comentadas 6ª edição (Ricardo J. Ferreira, Editora Ferreira), em razão da Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007. Antes das alterações

Leia mais

LEI N 12.973/14 (IRPJ/CSLL/PIS-PASEP E COFINS)

LEI N 12.973/14 (IRPJ/CSLL/PIS-PASEP E COFINS) LEI N 12.973/14 (IRPJ/CSLL/PIS-PASEP E COFINS) Miguel Silva RTD REGIME TRIBUTÁRIO DEFINITIVO (Vigência e Opção pela Antecipação de seus Efeitos) 1 Para efeito de determinação do IRPJ, CSLL, PIS-PASEP e

Leia mais

AS MODIFICAÇÕES OCORRIDAS NO BALANÇO PATRIMONIAL SEGUNDO A LEI 11.638/07 E LEI 11.941/09

AS MODIFICAÇÕES OCORRIDAS NO BALANÇO PATRIMONIAL SEGUNDO A LEI 11.638/07 E LEI 11.941/09 AS MODIFICAÇÕES OCORRIDAS NO BALANÇO PATRIMONIAL SEGUNDO A LEI 11.638/07 E LEI 11.941/09 Maria de Fátima Pires Augusto Celso Romário de Oliveira RESUMO Num cenário econômico globalizado a harmonização

Leia mais

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 1 Objetivos e considerações gerais sobre as Demonstrações Financeiras Conteúdo

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DO LUCRO 1

DISTRIBUIÇÃO DO LUCRO 1 DISTRIBUIÇÃO DO LUCRO 1 Gillene da Silva Sanses 2 O artigo apresenta a nova realidade em que se inserem, sob a perspectiva de critério para cálculo, deliberação e distribuição aos sócios, dos lucros. O

Leia mais

ANÁLISE DA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) DAS EMPRESAS DE PAPEL E CELULOSE POR MEIO DE INDICADORES

ANÁLISE DA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) DAS EMPRESAS DE PAPEL E CELULOSE POR MEIO DE INDICADORES ANÁLISE DA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) DAS EMPRESAS DE PAPEL E CELULOSE POR MEIO DE INDICADORES RESUMO O presente estudo aborda a importância da DFC para a organização, pois além de ser uma

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS DIRETORIA ACADÊMICA PROGRAMAS E BIBLIOGRAFIAS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS DIRETORIA ACADÊMICA PROGRAMAS E BIBLIOGRAFIAS DISCIPLINA GL203 NOME Contabilidade I Horas Semanais Teóricas Práticas Laboratório Orientação Distância Estudo em Casa Sala de Aula 04 00 00 00 00 00 04 Nº semanas Carga horária total Créditos Exame Frequência

Leia mais

Convergência das Normas Contábeis Brasileiras às Normas Internacionais: Um Estudo de Caso na Organização Fisco Contábil Caper Ltda em São Roque - SP

Convergência das Normas Contábeis Brasileiras às Normas Internacionais: Um Estudo de Caso na Organização Fisco Contábil Caper Ltda em São Roque - SP 1 Convergência das Normas Contábeis Brasileiras às Normas Internacionais: Um Estudo de Caso na Organização Fisco Contábil Caper Ltda em São Roque - SP Amanda Preti de Souza 1 Prof. Ricardo Pereira Rios

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU LEI 11638/07 PRINCIPAIS MUDANÇAS NA LEI DAS S/A E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA O MERCADO POR: MARCIO OLIVEIRA FERNANDES ORIENTADOR

Leia mais

Luciano Silva Rosa Contabilidade 20

Luciano Silva Rosa Contabilidade 20 Luciano Silva Rosa Contabilidade 20 Tratamento contábil do ágio e do deságio O tratamento contábil do ágio e do deságio na aquisição de investimentos avaliados pelo método da equivalência patrimonial (MEP)

Leia mais

CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: AJUSTES E ELIMINAÇÕES IMPORTANTES

CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: AJUSTES E ELIMINAÇÕES IMPORTANTES CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: AJUSTES E ELIMINAÇÕES IMPORTANTES Qual o objetivo da consolidação? O que precisa ser consolidado? Quais são as técnicas de consolidação? Como considerar a participação

Leia mais

Método Direto ou Método Indireto?

Método Direto ou Método Indireto? Método Direto ou Método Indireto? Nova legislação brasileira muda perfil do profissional contábil e valoriza quem, conhece as normas internacionais. demonstrativos oficiais : Já a partir dos primeiros

Leia mais

Demonstrativo do Fluxo de Caixa

Demonstrativo do Fluxo de Caixa Demonstrativo do Fluxo de Caixa Congresso Nacional aprova alteração na Lei das Sociedades por Ações 6404/76, muda perfil do profissional contábil e valoriza quem conhece as normas internacionais. demonstrativos

Leia mais

AJUSTE A VALOR PRESENTE SOLICITADO PELA LEI Nº 11.638/07: UM ESTUDO COM AS EMPRESAS DE AVIAÇÃO CIVIL BRASILEIRA EM 2008

AJUSTE A VALOR PRESENTE SOLICITADO PELA LEI Nº 11.638/07: UM ESTUDO COM AS EMPRESAS DE AVIAÇÃO CIVIL BRASILEIRA EM 2008 AJUSTE A VALOR PRESENTE SOLICITADO PELA LEI Nº 11.638/07: UM ESTUDO COM AS EMPRESAS DE AVIAÇÃO CIVIL BRASILEIRA EM 2008 LÍSIA DE MELO QUEIROZ UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA ELIZABET RODRIGUES DE OLIVEIRA

Leia mais

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC Contabilidade Avançada Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC Prof. Dr. Adriano Rodrigues Normas Contábeis: No IASB: IAS 7 Cash Flow Statements No CPC: CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa Fundamentação

Leia mais

2 Noções de Direito Público e Privado - Paulo César de Melo Mendes, 88 Objetivos, 88

2 Noções de Direito Público e Privado - Paulo César de Melo Mendes, 88 Objetivos, 88 Apresentação 1 Contabilidade Geral - Rodrigo de Souza Gonçalves e Fernanda Fernandes Rodrigues, 1 Objetivos, 1 Introdução, 1 1 Plano de contas - elaboração e utilização, 2 2 Balanço patrimonial - estrutura

Leia mais