Em acordo com o que estabelece o Anexo III da DN TCU nº 117/2011, e em face dos exames realizados, efetuamos as seguintes análises:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Em acordo com o que estabelece o Anexo III da DN TCU nº 117/2011, e em face dos exames realizados, efetuamos as seguintes análises:"

Transcrição

1 1 de 164 Unidade Auditada: SECRETARIA EXECUTIVA - MPS Exercício: 2011 Processo: / Município - UF: Brasília - DF Relatório nº: UCI Executora: SFC/DPPAS - Coordenação-Geral de Auditoria da Área de Previdência Social Análise Gerencial Senhor Coordenador-Geral, Em atendimento à determinação contida na Ordem de Serviço nº , e consoante o estabelecido na Seção III, Capítulo VII da Instrução Normativa SFC nº 01, de , apresentamos os resultados dos exames realizados sobre a prestação de contas anual encaminhada pela Secretaria-Executiva do Ministério da Previdência Social - SE/MPS. 1. Introdução Os trabalhos de campo conclusivos foram realizados no período de a , por meio de testes, análises e consolidação de informações coletadas ao longo do exercício sob exame e a partir da apresentação do processo de contas pela Unidade Auditada, em estrita observância às normas de auditoria aplicáveis ao Serviço Público Federal. Nenhuma restrição foi imposta à realização dos exames. 2. Resultados dos trabalhos Verificamos na Prestação de Contas da Unidade a não conformidade com o inteiro teor das peças e respectivos conteúdos exigidos pela IN 0TCU nº 63/2010 e pelas DN TCU nº 108/2010 e nº 117/2011, tendo sido adotadas, por ocasião dos trabalhos de auditoria conduzidos junto à Unidade, providências que estão tratadas em itens específicos deste relatório de auditoria. Em acordo com o que estabelece o Anexo III da DN TCU nº 117/2011, e em face dos exames realizados, efetuamos as seguintes análises: 2.1 Avaliação da Conformidade das Peças Com objetivo de avaliar a conformidade das peças do processo de prestação de contas da Secretaria- Executiva do Ministério da Previdência Social e suas unidades consolidadas, conforme disposto no art. 13 da IN TCU nº 63/2010, foi analisado o Processo n / e constatado que a Unidade elaborou todas as peças a ela atribuídas pelas normas do Tribunal de Contas da União para o exercício de Ressalta-se, ainda, que as peças contemplam os formatos e conteúdos obrigatórios nos termos das DN

2 2 de 164 TCU nº 108/2010 e nº 117/2011 e da Portaria TCU nº 123/2011, com exceção do seu Relatório de Gestão, para o qual foram identificados itens incorretos, ausentes ou incompletos, e que foram retificados ou complementados pela Unidade e anexados às folhas 77 a 89 do processo em epígrafe. Ademais, constatou-se que o Rol de Responsáveis apresentado no processo de contas encontrava-se incompleto quanto à identificação dos agentes responsáveis por atos de gestão da Unidade Consolidadora, bem como seus respectivos substitutos. Diante do exposto, foi solicitada a sua substituição, encontrando-se o Rol a ser considerado às fls. 90 do processo de prestação de contas. 2.2 Avaliação dos Resultados Quantitativos e Qualitativos da Gestão A Secretaria Executiva do Ministério da Previdência Social SE/MPS e suas unidades consolidadas têm a responsabilidade de gerir o Programa 0087 Gestão da Política de Previdência Social, cujo objetivo é controlar os programas gerados na área da previdência social a partir da coordenação e do planejamento na formulação de políticas setoriais. Com o intuito de avaliar os resultados quantitativos e qualitativos dos Programas e Ações de Governo sob a responsabilidade da SE/MPS, foram analisados os resultados físicos e financeiros das Ações de maior materialidade dentre as executadas pela SE/MPS. Das Ações de Governo mencionadas no item Execução Física das Ações, do Relatório de Gestão, identificaram-se, ainda, dentre aquelas integrantes do Programa 0087, as que guardam relação com as Iniciativas Estratégicas do Plano de Ação Integrado PAI 2011, aprovado pela Portaria nº 553, de , quais sejam: Capacitação de Servidores em Processo de Qualificação e Requalificação; Combate às Fraudes de Natureza Previdenciária; e Gestão e Administração do Programa as quais foram também avaliadas quanto à sua execução no âmbito desse Plano. Os objetivos estratégicos do PAI foram construídos em consonância com os objetivos setoriais constantes no Plano Plurianual , quais sejam: implementar uma política previdenciária justa e sustentável; melhorar a qualidade do atendimento; e reconhecer direitos e promover a inclusão no sistema. Quanto à execução da Ação 4572 Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação, a tabela a seguir apresenta as metas físicas e financeiras planejadas e os percentuais de realização referentes ao exercício de 2011: Tabela 01 Execução da Ação 4572 Capacitação de servidores, conforme RG 4572 Capacitação de Servidores Públicos Federais 0087 Gestão da Política da Previdência Social Meta física Previsão Execução Execução/Previsão (%) ,41% Meta financeira Previsão (R$) Execução (R$) Execução/Previsão (%) ,76% Atos e fatos que prejudicaram o desempenho: O gestor justificou os resultados devido ao fato do incremento das ações realizadas a distância, parcerias com escolas de governo e Universidades Federais, correspondendo a 66% na modalidade presencial e 34% na modalidade à distância, bem como à ênfase dada à realização de cursos sem deslocamentos, seguindo a restrição orçamentária com relação a pagamentos de diárias e passagens. Providências adotadas: Não foram informadas providências. Sobre o fato alegado, importante destacar que, em 2010, a Unidade também apresentou um percentual baixo de execução financeira, sob justificativas similares. Desta forma, divergências na previsão e execução de metas financeiras devem ser analisadas, avaliadas e revistas, para que quando da elaboração da proposta orçamentária, sejam evitadas dotações orçamentárias sem a devida necessidade. Quanto aos resultados obtidos com a Ação retrocitada, o gestor informou que foram capacitados 845 servidores. Por intermédio do Relatório de Execução das Ações de Capacitação 2011, verificou-se que 98% das ações de capacitação concentraram-se nas áreas técnica e operacional, 1% foi destinada à

3 3 de 164 formação gerencial e 1% ao desenvolvimento humano. Registra-se que auditorias realizadas no órgão em 2011 revelaram deficiências de capacitação como causa para diversos problemas apontados no Relatório de Auditoria nº Como consequência, o gestor informou, por meio do Ofício nº 283/2012/SE/MPS, de , que a ação referente à capacitação nas melhores práticas de gestão e fiscalização de contratos foi incluída no plano anual de capacitação a ser realizado no ano de No âmbito do PAI, a tabela abaixo apresenta as ações e objetivos estratégicos sob responsabilidade da Secretaria Executiva relacionadas à Ação orçamentária 4572 e as respectivas metas programadas e alcançadas em 2011, de acordo com o Relatório de Avaliação Estratégica (RAE): Tabela 02 Execução da Ação Capacitação de servidores, conforme RAE Ação estratégica Objetivo estratégico Indicador Programado Realizado Promover a educação corporativa e continuada Implementar o processo de Gestão Estratégica na Previdência Social Implementar a Gestão da Informação Corporativa na previdência social Otimizar os processos de gestão de contratos Aperfeiçoar o processo de aquisição de material permanente Eficiência da gestão da manutenção predial, projetos de engenharia e serviços gerais. Monitorar a Avaliação de Desempenho dos Servidores Aperfeiçoar o tratamento dos expedientes recebidos e expedidos e a gestão do acervo documental e físico no âmbito do Gabinete SOAD Desenvolver competências compatíveis com os objetivos estratégicos Aperfeiçoar a gestão estratégica e a comunicação institucional Aperfeiçoar a gestão estratégica e a comunicação institucional Simplificar e desburocratizar normas e processos e uniformizar procedimentos Aperfeiçoar a aplicação dos recursos Aperfeiçoar a aplicação dos recursos Desenvolver Cultura voltada aos valores, aos resultados e à responsabilidade socioambiental Simplificar e desburocratizar normas e processos e uniformizar procedimentos Fonte: Relatório de Avaliação Estratégica RAE. Índice de servidores capacitados Índice de implementação Índice de implementação Tempo médio de conclusão de contratação Tempo médio de aquisição de material permanente. Índice de eficiência da Gestão da Manutenção Predial, Projetos de Engenharia e Serviços Gerais (IEG) Índice de Servidores avaliados Índice de atendimentos realizados corretamente 85,00% 121,40% 80,00% 66,33% 50,00% 33,00% 60 35, ,00% 89,66% 80,00% 96,02% 70,00% 97,50% Verifica-se que três Ações Estratégicas obtiveram metas abaixo do programado: Implementar o processo de Gestão Estratégica na Previdência Social, Implementar a Gestão da Informação Corporativa na Previdência Social e Aperfeiçoar o processo de aquisição de material permanente, sendo esta última, a cargo da Coordenação Geral de Logística e Serviços Gerais - CGLSG, a que se encontra com menor índice de implementação em termos percentuais. Durante a Auditoria de Acompanhamento da Gestão e também por meio dos processos licitatórios analisados nesta auditoria,

4 4 de 164 evidenciou-se a fragilidade dos controles internos da área de licitações e contratos, fato que contribui para o não atingimento da meta prevista a cargo da CGLSG. Em relação à execução da Ação 8452 Combate às fraudes de natureza previdenciária, conclui-se que a meta física foi subestimada em virtude do índice de 216,67% de realização, com a utilização de 56,81% do orçamento previsto na LOA: Tabela 03 Execução da Ação 8452 Combate às fraudes previdenciárias, conforme RG 8452 Combate às fraudes de natureza previdenciária 0087 Gestão da Política da Previdência Social Meta física Previsão Execução Execução/Previsão (%) ,67 Meta financeira Previsão (R$) Execução (R$) Execução/Previsão (%) ,81 Atos e fatos que prejudicaram o desempenho: O gestor justificou a execução financeira em razão do contingencimanento imposto nas dotações orçamentárias e informou que se analisarmos o limite disponibilizado para esta ação, o percentual de execução atinge praticamente 100%. Providências adotadas: Não foram informadas providências. Em consulta às notas de empenho de 2011, verificou-se que as despesas executadas no âmbito desta Ação se referem a pagamento de diárias e passagens aos servidores da APEGR. Como resultado dessa Ação, verificou-se que as apurações realizadas em 2011 permitiram a deflagração de 91 ações de combate à fraude. Nessas, foram cumpridos 282 mandados de prisão, 423 de busca e apreensão e 106 conduções coercitivas. O gestor ressaltou os efeitos pedagógicos dessas ações que contribuem para a redução do envolvimento de servidores com a fraude; redução dos ilícitos na região onde ocorreu determinada ação conjunta e no aumento na quantidade de denúncias de fraudes que são encaminhadas à Central de Atendimentos, logo após a execução de ação. No âmbito do PAI, a tabela a seguir discrimina as duas ações e objetivos estratégicos sob responsabilidade da Secretaria Executiva relacionadas à Ação orçamentária 8452 e as respectivas metas programadas e alcançadas em 2011, de acordo com o Relatório de Avaliação Estratégica (RAE): Tabela 04 Execução da Ação Combate às fraudes previdenciárias, conforme RAE Ação estratégica Objetivo estratégico Indicador Programado Realizado Realizar ações conjuntas na forma de força-tarefa Previdenciária Realizar análise de vínculos laborais do CNIS Fortalecer os controles internos, a gestão de riscos e a segurança institucional Fortalecer os controles internos, a gestão de riscos e a segurança institucional Fonte: Relatório de Avaliação Estratégica RAE. Número de ações conjuntas na forma de FTP Índice de implementação ,00% 105,00% Pela análise da tabela, observa-se que a SE superou o percentual de execução definido para o exercício de 2011 em relação às iniciativas estratégicas definidas no PAI/MPS referentes à Ação Quanto à Ação 2272 Gestão e Administração do Programa, o gestor informou que aproximadamente 60% da execução foi para cobrir despesas com Manutenção de Software DATAPREV, manutenção de máquina e equipamentos e serviços gráficos editoriais. Os outros 40% referem-se a despesas com serviços de consultoria, diárias e passagens, participação dos gestores em Congressos, pagamento de auxílio-moradia.. Os resultados apresentados em 2011 estão expostos na tabela a seguir:

5 5 de 164 Tabela 05 Execução da Ação 2272 Gestão e administração do programa, conforme RG 2272 Gestão e Administração do Programa 0087 Gestão da Política da Previdência Social Atos e fatos que prejudicaram o desempenho: Contingenciamento Providências adotadas: Não foram informadas providências Meta física Previsão Execução Execução/Previsão (%) Não há Não há Não há Meta financeira Previsão (R$) Execução (R$) Execução/Previsão (%) ,04 Em consulta ao SIAFI, verificamos que dos R$ ,00 executados, R$ ,00, ou 36%, foram pagos à Dataprev, R$ ,33, ou 10%, destinados à empresa Supernova Soluções Gráficas, CNPJ / , e ainda foram gastos R$ ,28 com o pagamento de diárias e passagens a servidores da Secretaria de Políticas de Previdência Social - SPPS. Em consulta às Ordens Bancárias, verificamos que grande parte das despesas com diárias no âmbito da SPPS se referem à manutenção do Grupo de Trabalho Análise das Contestações sobre Controvérsias Relativas à Apuração do FAP Fator Acidentário de Prevenção. Relativamente às despesas com serviço de consultoria, verificou-se o pagamento de R$ ,54 à empresa Santafé Ideias e Comunicação, CNPJ / O pagamento em comento refere-se ao Pregão nº 04/2011, cujo objeto se refere a serviços de consultoria, análise editorial e de riscos de imagem, planejamento estratégico e assessoria de comunicação. Sobre a execução deste contrato, após análise do processo licitatório, foram constatadas diversas impropriedades, que serão objeto de análise no item específico sobre análise dos processos licitatórios deste relatório. No âmbito do PAI, a tabela abaixo apresenta as ações e objetivos estratégicos sob responsabilidade da Secretaria Executiva relacionadas à Ação orçamentária 2272 e as respectivas metas programadas e alcançadas em 2011, de acordo com o Relatório de Avaliação Estratégica (RAE): Tabela 06 Execução da Ação Gestão e administração do programa, conforme RAE Ação estratégica Objetivo estratégico Indicador Programado Realizado Ampliar o elenco de acordos internacionais de previdência social Fortalecer o cadastro nacional de informações sociais Aperfeiçoar a metodologia da produção de conhecimentos estratégicos Elaborar plano de segurança institucional da APEGR Normatizar procedimentos investigatórios Tratar o acervo de denúncias Fomentar políticas de pessoas e de sustentabilidade dos regimes Conhecer o perfil do trabalhador e sua família Fortalecer os controles internos, a gestão de riscos e a segurança institucional Fortalecer os controles internos, a gestão de riscos e a segurança institucional Fortalecer os controles internos, a gestão de riscos e a segurança institucional Fortalecer os controles internos, a gestão de riscos e a segurança institucional Fonte: Relatório de Avaliação Estratégica RAE. Índice de Implementação Índice de Implementação Índice de Implementação Índice de Implementação Índice de Implementação Número de denúncias tratadas 90,00% 150,00% 60,00% 60,00% 100,00% 3,00% 100,00% 25,00% 100,00% 5,00%

6 6 de 164 Das ações estratégicas representadas na tabela anterior três delas obtiveram execução dentro ou acima do esperado pelo MPS. Segundo o RAE, as ações com resultados inferiores ao planejado são 3 ações da APEGR, que foram suspensas quando tiveram suas execuções comprometidas em função do contingenciamento no orçamento 2011, visto que tal medida inviabilizou algumas etapas que necessitavam de verba para sua realização. Em relação à execução das Ações constantes do Programa 0087, a de maior materialidade, em termos de despesas liquidadas, foi a Publicidade de Utilidade Pública, cujos resultados são apresentados na tabela abaixo: Tabela 07 Execução da Ação 4641 Publicidade de utilidade pública, conforme RG 4641 Publicidade de Utilidade Pública 0087 Gestão da Política da Previdência Social Meta física Previsão Execução Execução/Previsão (%) Não há Não há Não há Meta financeira Previsão (R$) Execução (R$) Execução/Previsão (%) ,26 Atos e fatos que prejudicaram o desempenho: A liquidação de apenas 38,26% das despesas previstas se justifica pela assinatura do contrato em setembro de Providências adotadas: Não foram informadas providências. Para avaliação dos resultados obtidos e impactos das campanhas publicitárias, solicitamos ao gestor informar, dos R$ 7,2 milhões em despesas liquidadas em 2011 para a empresa Bees Publicidade, Comunicação e Marketing Ltda., quais foram as campanhas publicitárias realizadas, com os seguintes quesitos para cada um delas, tendo como referência, se possível, o exercício de 2011: montante de recursos destinado; produto esperado em quantitativos; produto obtido em quantitativos; e avaliação do impacto, tomando por base que foi relevante a participação da publicidade nos resultados alcançados. Em resposta, por meio do Ofício nº 163/2012/SE/MPS, de , que encaminhou o Memorando nº 107/ASCOM/MPS, também de , o gestor informou que foram realizadas duas campanhas publicitárias, a saber: Campanha Donas de Casa e Campanha Inaugurações. A Campanha Donas de Casa, de maior materialidade, R$ ,53, foi destinada a divulgar a nova alíquota de contribuição para donas de casa de baixa renda com o intuito de aumentar a cobertura previdenciária. Já a Campanha Inaugurações, cujo montante liquidado foi de R$ ,56, se destina a informar aos cidadãos a inauguração de novas agências da Previdência Social, melhorando o atendimento aos segurados. Como resultados, após o lançamento da Campanha Donas de Casa, em novembro de 2011, o número total de donas de casa cadastradas na Previdência Social subiu de para em apenas dois meses, representando um crescimento de 841,38%. A tabela abaixo demonstra o aumento do número de contribuintes, após a campanha, nacionalmente e nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo para o período de outubro a dezembro de 2011: Tabela 08 Qtde. de contribuintes da PS UF Facultativo Baixa Renda Recolhimento Mensal Out/11 Nov/11 Dez/11 Total nacional MG RJ SP Fonte: MPS (Memorando nº 107/ASCOM/MPS) Registra-se que a legalidade da licitação para contratação de empresa especializada em serviços de publicidade, Concorrência nº 01/2011, foi atestada durante o acompanhamento da gestão em 2011 e a execução contratual será tratada como conteúdo específico desta auditoria. No Relatório de Gestão, constam ainda duas ações de governo do Programa 0087, 145R -

7 7 de 164 Implementação da Gestão de Informação Corporativa e 145W - Gestão de Processos na Previdência Social, com, respectivamente, 82% e 100% de execução física, cujos empenhos ocorreram na Ação A tabela a seguir relaciona os percentuais de execução das metas físicas e financeiras de Ações e Programas de Governo não vinculados diretamente às atribuições regimentais da Secretaria Executiva, como o Programa 0750 Apoio Administrativo e o Programa 0089 Previdência de Inativos e Pensionistas da União: Tabela 09 Execução dos Programas Previdência inativos e pensionistas e 0750 Apoio administrativo Programa /Ação 0089/ / / / / / /09HB 0750/20CW Fonte: SIGPlan. Descrição da Ação Pagamento de Aposentadorias e Pensões Administração da Unidade Assistência Médica e Odontológica Assistência Pré-Escolar Auxílio Transporte Auxílio Alimentação Contribuição para Previdência dos Servidores Assistência Médica Exames Periódicos Produto Pessoa beneficiada Meta Física Prevista % Execução Física Meta Financeira Prevista (R$) % Execução Financeira Não há Não há ,97% Não há Não há Não há ,60% Pessoa beneficiada Criança atendida Servidor beneficiado Servidor beneficiado ,69% ,08% ,35% ,33% ,48% ,65% ,13% ,00% Não há Não há Não há ,61% Servidor beneficiado 740 0,00% 0 0,00% Pela análise da tabela anterior verifica-se que, no âmbito do Programa 0750, somente as Ações 2010 Assistência Pré-Escolar aos Dependentes dos Servidores e Empregados e 20CW Assistência Médica aos Servidores e Empregados Exames Periódicos - não apresentaram um percentual razoável de execução física e financeira. Quanto à Ação 2010, o gestor informou que a concessão beneficia os servidores do MPS e o atingimento da meta depende do interesse do servidor em dela usufruir. Em 2011, foram atendidos todos os requerimentos apresentados. No tocante à Ação 20CW, cabe destacar que em 2010 também não houve execução da referida Ação sob a alegação de que houve limitações para contratação de empresas que realizassem o serviço. Em 2011, o gestor se justificou alegando que alguns fatores impossibilitaram a realização dos exames, com destaque para necessidade de adequação no sistema SIAPE SAÚDE, módulo exame médico periódico, limitações para contratar um serviço que atendesse a todos os requisitos mínimos necessários e exigidos pela Portaria nº 04/2009 e a revogação do inciso II, art. 2º da Portaria nº 04/2009. Esse artigo dispõe que: Art. 2º O planejamento e execução dos exames periódicos de saúde para os servidores e empregados públicos de que trata o art. 1º ficarão a critério dos respectivos órgãos e entidades de exercício, e serão prestados: I - diretamente pelos órgãos ou entidades, que poderá se valer da contratação de exames laboratoriais;

8 8 de 164 II - por meio de convênios ou instrumento de cooperação técnica com órgãos e entidades da Administração Pública Federal; III - mediante convênios com operadoras de plano de assistência à saúde, organizadas na modalidade de autogestão; e IV - mediante contratos administrativos com operadoras de planos de assistência à saúde, observado o disposto na Lei nº 8.666, de 21 de junho de Frise-se que a Portaria Normativa nº 4 é datada de , ou seja, o gestor teve mais de um ano para se planejar e atender aos requisitos exigidos na norma. Assim, as justificativas para a inexecução integral da Ação 20CW não foram demonstradas. No âmbito do Programa 0083 Previdência Social Básica, destaca-se a execução orçamentária da Ação Funcionamento do Conselho de Recursos da Previdência Social, não informada no Relatório de Gestão e cuja Unidade Responsável se refere à UJ , integrante do rol das Unidades Gestoras consolidadas pela Prestação de Contas da Secretaria Executiva do Ministério: Tabela 10 Execução do Programa Previdência social básica Programa Ação Unidade responsável Despesas Liquidadas (R$) Fonte: SIGPlan Conselho de Recursos da Previdência Social ,15 O gestor não apresentou justificativas para não se manifestar sobre a Ação em comento. Segundo dados constantes do SIGPLAN, a Ação 2015 tem a finalidade de assegurar recursos necessários ao funcionamento das Câmaras de Julgamento e das Juntas de Recursos, garantindo aos beneficiários e contribuintes do Regime Geral de Previdência Social, conforme dispuser a legislação, o direito de impetrar recurso contra decisão do Instituto Nacional do Seguro Social. Quanto à execução, verificou-se que atingiu um percentual de execução física de 108,75% e financeiro de 94,93%. Ao se verificar a natureza das despesas executadas no âmbito da Ação 2015, para uma amostra referente a 82% do montante empenhado, verificou-se que 100% das despesas se referem à Natureza de Despesa Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física. Diante do exposto, aprofundaram-se os exames avaliando as Notas de Empenho emitidas pela UJ, dando atenção especial aos campos observação e favorecido. Verificou-se que as despesas se destinavam ao Pagamento de Conselheiros do Conselho de Recursos da Previdência Social - CRPS, referente ao jeton, conforme previsão contida no art. 9º, 2º e art. 21, inciso I, do Regimento Interno do CRPS. Em resumo, com base nas análises realizadas pela equipe de auditoria, verificou-se que a SE/MPS alcançou resultados quantitativos satisfatórios. Quanto aos resultados qualitativos, foram evidenciados gargalos gerenciais na execução da Ação 2000, do Programa Dentre as fragilidades identificadas, destacam-se as relativas às áreas de Tecnologia da Informação TI, Suprimento de Bens e Serviços, Comunicação Social e Cerimonial, conforme destacado no item do presente relatório referente à avaliação do sistema de controle interno. 2.3 Avaliação dos Indicadores de Gestão da UJ Trata-se da avaliação dos indicadores de desempenho utilizados pela Unidade conforme propõe o item 3 da parte A do Anexo III da DN TCU n 117/2011. Foram analisados 20 indicadores de desempenho (100%) constantes dos itens e 4.6 do Relatório de Gestão 2011, utilizando-se como critérios de avaliação (i) a capacidade de o indicador refletir os resultados das intervenções efetuadas na gestão (completude e validade) e (ii) de proporcionar a medição ao longo de um período de tempo (comparabilidade); ainda, (iii) a confiabilidade das fontes dos dados utilizados para o cálculo do indicador (auditabilidade), (iv) a facilidade de obtenção desses dados (acessibilidade e compreensão), além (v) da razoabilidade dos custos de obtenção do indicador em relação aos benefícios trazidos pela sua manutenção (economicidade). A avaliação dos indicadores levados ao Relatório de Gestão 2011 da SE/MPS - excetuando-se nesta primeira análise os 10 Indicadores da Coordenação Geral de Informática -, regra geral, apresentam-se

9 9 de 164 compatíveis com os critérios de avaliação propostos. O Relatório de Gestão, no entanto, já poderia ter trazido os índices obtidos em 2010 com vistas a evidenciar a comparabilidade entre os exercícios. Cabe registrar, a criação de indicadores estáveis permite a elaboração de séries históricas para um melhor acompanhamento da evolução dos processos e desempenho geral da Unidade ao longo de um período de tempo. Constatamos que apenas três indicadores, da Coordenação Geral de Logística e Serviços Gerais CGLSG, não atendem ao critério de mensurabilidade (acessibilidade e compreensão). E, salvo a Coordenação Geral de Orçamentos e Finanças CGOFC que, ainda este ano, não apresentou qualquer Indicador de Desempenho, mesmo diante da sinalização obtida na Auditoria de Contas 2010 de que adotaria ao menos um a partir do exercício seguinte, concluímos que os indicadores atualmente existentes na SE se apresentam úteis a uma melhor gestão de recursos, produtos, resultados e à tomada de decisões gerenciais. Tabela 11 Avaliação dos indicadores de desempenho - GM Tipo de indicador Institucional CONSELHO DE RECURSOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL - CRPS Programa / Área Gestão Operacional Nome do Indicador Completude Índice de demandas atendidas /Validade Acessibilidade /Compreensão Compara bilidade Auditabilidade Economi cidade SIM SIM SIM SIM SIM Tabela 12 Avaliação dos indicadores de desempenho - CRPS Tipo de indicador Institucional Programa / Área Gestão Operacional CONSELHO DE RECURSOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL - CRPS Nome do Indicador Índice de Recursos Administrativos Analisados Completude /Validade SIM SIM SIM SIM SIM Tabela 13 Avaliação dos indicadores de desempenho - AGEIN Tipo de indicador Institucional SE ASS. GESTÃO ESTRATEGICA e INOVAÇÃO INSTITUCIONAL (AGEIN) Programa / Área Gestão Controles da Gestão Nome do Indicador Índice de Desempenho Institucional Completude /Validade SIM SIM SIM SIM SIM Tabela 14 Avaliação dos indicadores de desempenho - COEPI SE COORDENAÇÃO DE EXEC. e ACOMPANHAMENTO DE PROJ. INTERNACIONAIS (COEPI) Tipo de indicador Institucional Programa / Área Gestão Orçamentária e Financeira Nome do Indicador Tempo Médio de Prestação de Contas Completude /Validade SIM SIM SIM SIM SIM Tabela 15 Avaliação dos indicadores de desempenho - CGLSG Tipo de indicador Institucional SE COORDENAÇÃO GERAL DE LOGÍSTICA E SERVIÇOS GERAIS (CGLSG) Programa / Área Gestão Suprimentos de Bens e Serviços Nome do Indicador Tempo Médio de Conclusão da Contratação Completude /Validade Acessibilidade Compara Auditabilidade Economi /Compreensão bilidade cidade Acessibilidade Compara Auditabilidade Economi /Compreensão bilidade cidade Acessibilidade Compara Auditabilidade Economi /Compreensão bilidade cidade Acessibilidade Compara Auditabilidade Economi /Compreensão bilidade cidade SIM SIM SIM SIM SIM

10 10 de 164 Institucional Institucional Institucional Institucional Suprimentos de Bens e Serviços Suprimentos de Bens e Serviços Suprimentos de Bens e Serviços Suprimentos de Bens e Serviços Índice de Demanda por Material de Consumo Atendida Índice no Atendimento das Ordens de Serviços da Manutenção Preventiva Índice de Desenvolvi/to. de Projetos de Obras de Engenharia SIM NÃO SIM SIM SIM SIM NÃO SIM SIM SIM SIM NÃO SIM SIM SIM Índice de Execução de Obras SIM SIM SIM SIM SIM Tabela 16 Avaliação dos indicadores de desempenho - CGERH Tipo de indicador Programa Programa / Área Gestão SE COORDENAÇÃO GERLA DE RECURSOS HUMANOS (CGERH) Gestão da Política de Previdência Social-0087 Nome do Indicador Índice de Servidores Capacitados Completude /Validade SIM SIM SIM SIM SIM Já os indicadores da Coordenação-Geral de Informática - CGTIC dez ao todo não refletem a ação ou intervenção da Unidade na Gestão dos processos operacionais. O relatório não apontou séries históricas para quaisquer dos indicadores com vistas a proporcionar comparabilidade entre diferentes períodos, tampouco apresentam traços de estabilidade propícios à elaboração de séries históricas. A propósito, as fontes de dados são, em sua maioria, vinculadas ao desempenho dos fornecedores ou obtidas destes em especial a Dataprev e, portanto, igualmente difíceis de serem replicados por agentes externos. O mais notório, no entanto, é que os indicadores não retratam as atividades e competências regimentais mais estratégicas da CGTIC, que, quais sejam: - elaborar propostas, planos e normas de TI; - solucionar/atender demandas internas de TI; - processar a documentação e armazenamento das ferramentas de TI; e - propor inovações tecnológicas, antecipando as necessidades de TI. Tabela 17 Avaliação dos indicadores de desempenho - CGTIC Tipo de indicador Institucional Institucional Institucional Institucional Institucional Institucional Institucional Programa / Área Gestão Suprimentos de Bens e Serviços Suprimentos de Bens e Serviços Suprimentos de Bens e Serviços Suprimentos de Bens e Serviços Suprimentos de Bens e Serviços Suprimentos de Bens e Serviços Controles da Gestão SE COORDENAÇÃO GERAL DE TI (CGTIC) Nome do Indicador Índice de Disponibilidade da Rede Corporativa Índice de Atendimento a chamados para Utilização do Serviço e Mensageria Índice de Disponibilidade do Serviço de Mensageria Índice do Disponibilidade do Serviço VPN Índice de Atendimento a Chamados Índice de Disponibilidade de Hospedagem de Servidores Índice de Atendimento aos Usuários Completude /Validade Acessibilidade Compara Auditabilidade Economi /Compreensão bilidade cidade Acessibilidade Compara Auditabilidade Economi /Compreensão bilidade cidade NÃO NÃO NÃO NÃO - NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO SIM NÃO SIM NÃO NÃO SIM SIM NÃO

11 11 de 164 Institucional Institucional Institucional Suprimentos de Bens e Serviços Suprimentos de Bens e Serviços Suprimentos de Bens e Serviços Índice de Atendimento aos Usuários dos Serviços de Telefonia Fixa Comutada Índice de Qualidade do Serviço de Telefonia Fixa Comutada Índice de Disponibilidade dos Sistemas Corporativos do MPS NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO SIM SIM SIM SIM Diante do exposto, concluímos que os indicadores existentes na CGTIC não são suficientes para a tomada de decisões gerenciais, havendo a necessidade de criação de novos indicadores que possam medir e avaliar (i) o grau de eficácia das ações sob sua responsabilidade (o quanto realizou de cada objeto, produto); (ii) a eficiência com que essas ações foram implementadas (o quanto de recursos e insumos utilizados); e, finalmente, qual (iii) o resultado, objetivo, efetividade alcançada com as ações implementadas pela Unidade. 2.4 Avaliação da Gestão de Recursos Humanos A respeito da gestão de recursos humanos, é relevante informar que a Unidade possuía em seu quadro de pessoal, em , servidores, sendo em cargos efetivos e 45 em cargos comissionados especificamente no Gabinete do Ministro, na Secretaria-Executiva e no Conselho de Recursos da Previdência Social. Dos servidores efetivos, 562 eram requisitados de outros órgãos, dos quais 126 ingressos em Havia ainda 154 servidores afastados, dos quais 151 cedidos a outros órgãos. Verifica-se, portanto, que o saldo líquido de servidores requisitados menos cedidos é amplamente favorável à Unidade. No exercício sob exame, os custos da força de trabalho somaram R$ 56,3 milhões. Nomeações por concurso público foram efetivadas por meio da Portaria MPS/SE nº 755, de , com início de exercício, ainda em 2011, de 3 novos servidores. Conforme Nota Informativa n? 29/COARH/CGERH/SOAD/SE/MPS, de , em 2011 foram elaboradas análises sobre a força de trabalho e os possíveis egressos nos anos seguintes, no intuito de subsidiar a solicitação de prorrogação e aumento do quantitativo de vagas autorizadas para concurso público. O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão MP autorizou a nomeação de 26 candidatos aprovados e não convocados no concurso público, conforme Portarias nº 98/2012 e nº 99/2012, publicadas no DOU de , face aos 89 solicitados pelo MPS. Cabe acrescentar que, ainda segundo esta Nota Informativa, a análise sobre a força de trabalho aplicada para cada divisão do Ministério poderá ser efetuada assim que concluído o mapeamento dos processos de trabalho pela Assessoria de Gestão Estratégica e Inovação Institucional AGEIN/SE/MPS. Neste mapeamento, para cada processo organizacional serão identificados os processos de trabalho, para os quais serão detalhadas as atividades, e para as quais serão definidos os atributos de recursos humanos necessários para sua execução. A partir disto, o MPS terá elementos para realizar estudos quanto ao dimensionamento da força de trabalho e à suficiência quantitativa e qualitativa do quadro de pessoal frente aos objetivos, metas e estratégias. Importa ressaltar que a insuficiência de servidores capacitados para desempenhar as funções estratégicas de tecnologia da informação causou irregularidades naquela área, gerando conflitos de interesses e comprometendo a Governança de TI na Unidade. Tais fatos estão relatados no item específico sobre gestão de tecnologia da informação. Com relação ao cumprimento do disposto no Termo de Conciliação Judicial TCJ firmado em entre o MPT e a União, no âmbito da Ação Civil Pública nº , que estabelece prazos para que os órgãos da Administração Pública Federal regularizem a situação jurídica dos seus recursos humanos, com a substituição dos terceirizados irregulares - aqueles cujas atividades exercidas não estejam de acordo com o disposto no Decreto n 2.271/1997, concluiu-se que o Ministério da Previdência Social dispensou 188 terceirizados, dentro dos prazos previstos. Para 178 deles, houve publicação no DOU dos nomes dos dispensados, e a nomeação, a título de substituição, de igual número de servidores concursados. No tocante aos outros 10 postos de trabalho, relativos à área de TI, houve a dispensa dos terceirizados irregulares, embora sem a publicação de seus nomes no DOU, e a posterior

12 12 de 164 nomeação de 5 servidores concursados, com lotação na SLTI/MP e exercício no MPS. Desta forma, resta pendente a nomeação de outros 5 servidores para a completa substituição dos terceirizados irregulares dispensados. No tocante ao cadastramento dos atos de admissão de pessoal e de concessão de aposentadoria, reforma e pensão ocorridos em 2011 no Sistema de Apreciação e Registro dos Atos de Admissão e Concessões SISAC, do Tribunal de Contas da União TCU, procedeu-se ao cotejamento de informações registradas neste sistema e no Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos SIAPE, concluindo-se que tais atos foram cadastrados pelo Gestor conforme preceitua o artigo 7º da Instrução Normativa TCU nº 55/2007. Quanto ao prazo previsto no 1º do art. 11 desta IN, não foi realizada análise relativa ao seu cumprimento, em razão da não aplicabilidade de tal dispositivo à unidade jurisdicionada cuja gestão está sob exame. A consistência das informações constantes no Relatório de Gestão 2011, exceto as referentes aos custos, foi verificada por meio da comparação com o SIAPE, bem como de entrevistas com servidores, quanto ao nível de escolaridade, e inspeções em pastas funcionais destes. As divergências constatadas, a partir destas análises, dizem respeito ao controle de movimentações de pessoal entre áreas do Ministério e à atualização dos registros do SIAPE quanto ao nível de escolaridade dos servidores, e impactaram a fidedignidade das informações apresentadas no item da composição do quadro de servidores ativos. O Gestor apresentou informações sobre providências, em andamento, para sanar tais ocorrências. Ademais, a questão da desatualização do SIAPE no tocante à escolaridade de servidores públicos foi objeto da mensagem nº , de , da Secretaria de Gestão de Pessoas do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Efetuadas as atualizações e aprimorados os controles das movimentações de pessoal, será possível ao MPS analisar o efetivo quantitativo, composição e perfil, para definição de estratégias e ações necessárias para viabilizar o alcance de suas necessidades. Em relação à folha de pagamento, a observância à legislação dos atos de admissão, remuneração, cessão e requisição de pessoal, concessão de aposentadorias, reformas e pensões do MPS foi analisada por meio do levantamento de indícios de irregularidades, a partir da análise comparativa das informações constantes da base de dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos SIAPE com os normativos legais pertinentes. As 76 ocorrências verificadas durante o exercício referiram-se, em suma: a descontos e número de faltas; à distribuição de cotas de pensão; à jornada de trabalho conforme cargo; às rubricas de pagamento, para ativos e inativos; ao recebimento de quintos e vantagens; à existência de outros vínculos, para o caso de pensionistas e aposentados por invalidez; ao valor de Gratificações Temporárias - GSISTE; e ao teto da remuneração. Todas as ocorrências apontadas foram regularizadas pela Unidade. 2.5 Avaliação do Funcionamento do Sistema de Controle Interno da UJ Para a avaliação do funcionamento do sistema de controle interno da Unidade foram analisadas as informações prestadas no Relatório de Gestão 2011, bem como informações levantadas durante os trabalhos de campo, junto a dirigentes e demais servidores, no que tange aos aspectos relativos a ambiente de controle, avaliação de risco, procedimentos de controle, informação e comunicação, e monitoramento. Em relação ao ambiente de controle, foi identificada a existência de regimento interno atualizado, que dispõe sobre as atribuições e responsabilidades de sua estrutura administrativa. O principal mecanismo geral de controle é o Plano de Ação Integrado PAI, que é vinculado à avaliação de desempenho institucional. Apesar disto, 12% dos servidores entrevistados não souberam informar quais as ferramentas de controle utilizadas, e 41% afirmaram não existir sistema informatizado como ferramenta de controle. Foi verificada a utilização de rede interna (intranet) para a divulgação das políticas, normas internas e notícias relacionadas à Unidade. Neste contexto, 71% dos servidores entrevistados afirmaram não terem recebido material sobre a importância dos controles internos; 71% conhecem o Plano Anual de Capacitação; 35% não conhecem o Manual do Servidor do MPS; 71% participaram de reunião com a chefia para conhecer o Mapa Estratégico da Previdência Social; e 53% participaram de reunião com a chefia para conhecer o PAI e as ações estratégicas da sua unidade. Foi verificada a existência do Código de Conduta Ética e Conselho de Ética, embora 29% dos servidores entrevistados tenham afirmado desconhecer o Código ou não ter lembrança dele, enquanto 18% afirmaram ter participado da elaboração do Código. A padronização dos procedimentos relativos à contratação e fiscalização contratual encontra-se em fase

13 13 de 164 final, e 24% dos servidores entrevistados afirmaram terem participado da elaboração e melhoria dos procedimentos operacionais internos, embora 71% tenham afirmado que as rotinas do seus setores não haviam sido normatizadas. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas das respectivas definições de responsabilidades, por meio de publicações no Boletim Interno. Foram detectadas falhas relativas à segregação das funções de demandante e fiscal, em contratao de prestação de serviços de organização de eventos. No tocante à avaliação de risco, a identificação dos processos críticos ocorreu por meio do mapeamento dos processos do Conselho de Recursos da Previdência Social CRPS, Assessoria de Gestão Estratégica e Inovação Institucional AGEIN, Assessoria de Pesquisa Estratégica e Gerenciamento de Riscos APEGR, Coordenação-Geral de Logística e Serviços Gerais CGLSG, Coordenação-Geral de Recursos Humanos CGERH, Assessoria de Comunicação Social ASCOM, Assessoria de Assuntos Parlamentares ASPAR e Gabinete do Ministro GM. A definição de níveis de risco operacionais está restrita às atividades da APEGR, com foco na prevenção de fraudes em pagamento de benefícios. Ainda, Por ser o exercício de 2011 o primeiro ano de acompanhamento efetivo do PAI, ainda não há mecanismos formais para reduzir o risco do não alcance das metas. Com relação aos procedimentos de controle, que deveriam assegurar que as diretrizes estabelecidas pela administração da Unidade sejam seguidas, foram detectadas falhas principalmente na área de tecnologia da informação, em que as prioridades estabelecidas no planejamento da área não foram respeitadas no desenvolvimento de sistemas. Já em relação a informação e comunicação, destaca-se, novamente, a divulgação de atos normativos e de outras informações relevantes por meio da intranet embora, enquanto para 65% dos servidores entrevistados a divulgação interna de informações seja satisfatória, 47% já tiveram experiência com ocorrência de falhas no processo de comunicação. Foram detectadas falhas que impactaram o controle das movimentações de pessoal entre as áreas e das informações sobre a escolaridade dos servidores. No tocante ao monitoramento, destaca-se que o processo de acompanhamento e avaliação da execução do PAI, feito pela AGEIN, encontra-se detalhado em portaria, estabelecendo para tanto um ciclo mensal para monitoramento e um ciclo trimestral para a avaliação. O sistema de controle interno favoreceu o atingimento dos resultados pela Unidade em 2011: 58% das ações estratégicas superaram as metas, e 30% tiveram desempenho entre 70% e 100% da meta, conforme Relatório de Avaliação Estratégica (RAE) Ainda, o MPS, em parceria com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão MP, está fazendo adequações no sistema informatizado de gestão estratégica, denominado GEPLANES, que será preenchido pelas próprias unidades executoras, e trará ganhos como a possibilidade de geração de diversos relatórios, painéis para acompanhamento, controles e gráficos, dentre outros. Além disso, a sua base de dados alimentará o portal de informações gerenciais, hoje em desenvolvimento, a ser acessível pelos gestores do MPS e por qualquer cidadão. A autoavaliação da Unidade sobre o funcionamento do sistema de controle interno está consubstanciada no Quadro XXXII do Relatório de Gestão Importa ressaltar que a Subsecretaria de Orçamento e Administração SOAD/SE/MPS, que abrange as áreas de Logística, Serviços Gerais, Recursos Humanos, Orçamento, Finanças, Contabilidade e Informática, responsáveis pela gestão de maior parte dos recursos, informou não ter participado da citada autoavaliação. Durante o desenvolvimento dos trabalhos de auditoria foi emitida uma retificação deste quadro, que foi incorporada ao processo de prestação de contas. A avaliação do sistema de controle interno pode ser resumida como demonstrado na tabela a seguir, considerando a média das respostas para cada componente analisado. Tabela 18 Avaliação do sistema de controle interno Componentes da estrutura de controle interno Autoavaliação do gestor Avaliação da CGU Ambiente de Controle parcialmente válida parcialmente válida Avaliação de Risco parcialmente válida parcialmente inválida Procedimentos de Controle parcialmente válida neutra Informação e Comunicação neutra neutra Monitoramento totalmente válida parcialmente válida Não obstante ter sido considerado que, em boa parte das unidades, as atividades de controle são

14 14 de 164 apropriadas e funcionam, foram constatadas fragilidades referentes às seguintes Unidades: Coordenação-Geral de Logística e Serviços Gerais; Assessoria de Comunicação Social; Coordenação de Cerimonial; Coordenação-Geral de Informática; e Coordenação-Geral de Recursos Humanos. Na área de suprimento de bens e serviços, foram verificadas falhas nos controles internos relativos à contratação de serviços de organização de eventos, agência de comunicação, copeiragem e carregador / estiva que possibilitaram as seguintes ocorrências: impropriedades na elaboração do orçamento-base; previsão de ressarcimento de diárias e passagens a prestadores de serviço; fixação de preço mínimo e não realização de diligências para propostas supostamente inexequíveis; ausência de critérios de aceitabilidade de preços unitários e desclassificação de licitantes por critérios não previstos no edital; classificação para a fase de lances de licitantes que apresentaram propostas com valores superiores ao limite editalício; exigência de desconto linear nas propostas de preços; ausência de projeto básico ou termo de referência, evidenciando falhas no planejamento da contratação; falhas na realização e formalização de pesquisas de preços para demonstração da vantajosidade; e contratação a preços superiores aos mais vantajosos. Na área de comunicação social, as falhas nos controles internos relativos à fiscalização de serviços de agência de comunicação e agência de publicidade possibilitaram as seguintes ocorrências: realização de pagamentos em modalidade diversa da definida em contrato; atesto e pagamento de serviços prestados em desacordo com o contrato; falta de transparência, ocasionada pela publicação parcial de informações sobre as empresas e valores contratados; falta de publicidade das sessões para cotação de preços; atesto de notas fiscais sem comprovação da efetiva entrega dos produtos; descumprimento de cláusula contratual pela contratada; formalização dos processos de pagamentos relativos a R$ 7,5 milhões em despesas com veiculação sem documento de autorização expressa do MPS; falta da verificação prévia da compatibilidade dos preços dos serviços com o mercado; e sobrepreço em serviços gráficos. Na área de cerimonial, as falhas nos controles internos relativos à fiscalização de serviços de organização de eventos possibilitaram as seguintes ocorrências: inadequação dos instrumentos de demanda por serviços; e pagamento por itens não fornecidos ou fornecidos em desacordo com o contrato. Na área de tecnologia da informação, as falhas nos controles internos relativos ao planejamento da área e à fiscalização de serviços suporte técnico, desenvolvimento de sistemas, apoio à gestão e ao controle de qualidade possibilitaram as seguintes ocorrências: falhas relativas ao planejamento da área de TI; terceirização de funções estratégicas de TI; execução de serviços em desacordo com o contrato; desenvolvimento de sistemas não priorizados no planejamento; pagamento por sistemas e funcionalidades não operacionais; e pagamento por produtos não desenvolvidos ou não justificados. Finalmente, na área de recursos humanos, verificou-se que em 2011 não houve controle das movimentações de pessoal entre as áreas e não houve atualizações da escolaridade no SIAPE, ocasionando a divulgação de informações sobre recursos humanos que não refletem a realidade, embora o Gestor já tenha iniciado as providências, em 2012, para sanar tais ocorrências. 2.6 Avaliação da Sustentabilidade Ambiental em Aquisições de Bens e Serviços O compromisso da alta administração com o tema da sustentabilidade ambiental é refletido na composição do Núcleo de Gestão Ambiental, criado em 2007 com a missão de harmonizar as ações internas do MPS, do Ministério do Trabalho e Emprego MTE, do INSS e da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social Dataprev com as questões relacionadas ao meio ambiente, provendo-os de novos referenciais, normas e atividades afins, internalizando critérios socioambientais a atuações administrativas no âmbito de suas instalações prediais e demais edificações por eles geridos, contribuindo com o governo no fortalecimento das ações voltadas a um novo modelo de desenvolvimento, com mais justiça social, menor impacto sobre o meio ambiente e que seja economicamente viável. Sua composição inclui os Secretários-Executivos do MPS e MTE, e os Presidentes do INSS e da Dataprev. Ainda, em 2008 o MPS aderiu ao Programa Agenda Ambiental na Administração Pública A3P, capitaneado pelo Ministério do Meio Ambiente MMA. Mais recentemente, atendendo ao Acórdão TCU nº 1.752/2011 Plenário, que recomendou a criação de um plano de ação visando a incentivar todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal a adotarem medidas para o aumento da sustentabilidade e eficiência no uso dos recursos naturais, foi

15 15 de 164 criado o Projeto Esplanada Sustentável, envolvendo o Programa de Eficiência do Gasto PEG, a já citada Agenda Ambiental na Administração Pública A3P e o Subprograma Procel Eficiência Energética em Prédios Públicos. Em março de 2012 o MPS manifestou à Secretaria de Orçamento Federal SOF/MP seu interesse em participar do Projeto Esplanada Sustentável. Desde 2007 foi constituída a Comissão para Coleta Seletiva Solidária e Agenda Ambiental na Administração Pública, objetivando a implantação, supervisão e separação de resíduos recicláveis descartados. Neste sentido, encontra-se em vigor Termo de Compromisso firmado com a Cooperativa de Reciclagem, Trabalho e Produção CORTRAP para doação de material descartado para fins de reciclagem. A adoção de atitudes e procedimentos sustentáveis inclui a instalação de depositários para copos descartáveis, pilhas e baterias; doação de isopores (polipropileno expandido), óleo de cozinha, lâmpadas fluorescentes, pilhas e baterias para reciclagem; e adaptação da área física externa do prédio sede para o canteiro de compostagem, com a capacitação dos jardineiros e estabelecimento de rotina para compostagem orgânica. A Unidade tem promovido campanhas entre os servidores e terceirizados que prestam serviços em suas dependências visando à conscientização relativa ao tema da sustentabilidade ambiental e preservação dos recursos naturais, objetivando diminuir o consumo de água e energia elétrica. Neste sentido, tem utilizado palestras, banners, cartazes, folderes, etiquetas instrutivas, informativos impressos (boletim Ecoprev), além da intranet (Intraprev) e de mensagens eletrônicas institucionais. Os temas tratados incluem também a melhoria da qualidade do ambiente de trabalho e a cidadania, como a campanha antitabaco e álcool; o Programa de Educação Previdenciária PEP; o programa Cozinha Brasil (SESI reaproveitamento de alimentos); oficinas de arte-educação, com material reciclável (jornais, garrafas PET, fuxico); e ecologia humana (educação ambiental permanente). Apesar dessas iniciativas e ações, o Relatório de Auditoria Anual de Contas, exercício 2010 apontou a adoção parcial de critérios de sustentabilidade ambiental pelo MPS, com a não adoção, de forma usual, de 7 dos 13 quesitos relativos a gestão ambiental e licitações sustentáveis verificados. Além disso, o Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI do MPS não contemplava a política de aquisição e substituição de equipamentos. Foi evidenciado que a Unidade subvalorizara a importância de considerar aspectos relacionados a licitações sustentáveis em suas aquisições de TI, em função de desconhecimento dos servidores em relação à legislação aplicável ao tema. Assim, foi recomendada: a manualização da aplicação de critérios de sustentabilidade ambiental nos processos de licitação e contratação; e a capacitação de servidores sobre o tema da sustentabilidade ambiental. É importante destacar que o MPS, atento ao tema, havia elaborado, em dezembro de 2010, minuta do Guia de Boas Práticas em Sustentabilidade Ambiental e Procedimentos Operacionais para a Implementação de Compras Sustentáveis pelo MPS, que prevê a inserção de critérios de sustentabilidade nos editais (licitações sustentáveis), ações para melhoria da gestão dos recursos materiais, gestão de resíduos, descarte e desfazimento de bens e gestão e acompanhamento das ações de sustentabilidade ambiental, sensibilização e educação ambiental, entre outras ações. A primeira versão do citado guia foi submetida à análise da Consultoria Jurídica do MPS, e atualmente encontra-se em fase de revisão pelo Grupo de Trabalho de Sustentabilidade Ambiental, cuja atividade primordial é a criação das condições materiais para a implementação ou adoção de critérios de sustentabilidade ambiental pelas diferentes instâncias organizacionais relacionadas direta ou indiretamente ao tema sustentabilidade e subsidiar o processo de gestão ambiental no âmbito do MPS, com especial enfoque nos processos de licitação e contratação, nos termos da IN SLTI/MPOG nº 01/2010. O referido documento tem a natureza de uma carta de intenções, na medida em que prevê a necessidade: de apresentá-lo ao corpo diretivo do MPS; de conscientizar a alta administração do MPS sobre a importância do tema; de aprovação de legislações específicas para o cumprimento das ações estabelecidas ; e de aperfeiçoamento e implantação paulatina das ações estabelecidas. Durante os trabalhos de auditoria referentes ao exercício de 2011, verificou-se que a unidade não adota de forma usual, na aquisição de bens, os seguintes quesitos de sustentabilidade ambiental, contidos no Quadro XXXIII Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis do Relatório de Gestão da UJ: Tabela 19 - Gestão ambiental - critérios não adotados de forma usual Item Descrição Avaliação 6 No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos reciclados (ex: papel reciclado). 1

16 16 de No último exercício, a instituição adquiriu veículos automotores mais eficientes e menos poluentes ou que utilizam combustíveis alternativos. Legenda Avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no contexto da UJ. Em relação ao critério 6 aquisição de bens / produtos reciclados, a UJ informou, por meio do Ofício nº 131/2012/SE/MPS, de , que não houve (...) demanda de utilização do referido critério ; considerando, porém, a necessidade de aquisição, por exemplo, de papel para impressão, tal afirmação não pode ser considerada aplicável para todas as aquisições realizadas no exercício sob exame. Em reunião realizada em , os gestores da CGLSG afirmaram que, em relação a papel para impressão, no exercício de 2011 não foi prevista, na Ata de Registro de Preços relativa a material de consumo, a aquisição de papel reciclado, e que, para o exercício de 2012, está sendo providenciada pesquisa de preços incluindo papel reciclado e não reciclado, para decisão acerca da conveniência de sua inclusão no próximo procedimento licitatório. Adicionalmente, por meio do Ofício nº 152/2012 /SE/MPS, de , a UJ destacou a aquisição de materiais de escritório, que empregou a compra de papéis ecológicos, perfeitamente compatíveis com o conceito sustentável, no sentido de que a celulose empregada na fabricação do papel é oriunda de áreas de reflorestamento,destacando que o conceito de ecológico difere do de reciclado, razão pela qual foi considerado não aplicado o critério 6. Em relação ao critério 7 aquisição de veículos automotores mais eficientes / menos poluentes, verificou-se que não houve aquisição pela UJ de veículos no exercício sob exame, razão pela qual não poderia ter sido aplicado o referido critério em Desta forma, percebe-se que o assunto está em desenvolvimento na Unidade. A avaliação da aplicação avançou para 5 dos 7 critérios de sustentabilidade ambiental para os quais o Relatório de Contas 2010 havia apontado sua não adoção de forma usual. Quase todos estão ligados à adoção de critérios de sustentabilidade ambiental na aquisição de bens e serviços, e referem-se: aos processos de extração ou fabricação, utilização e descarte dos produtos e matérias-primas; ao consumo de matéria-prima e conteúdo reciclável; a matérias-primas e processos não poluidores; a certificação ambiental; e a reciclagem, reutilização ou reabastecimento de produtos. Como exemplos de boas práticas adotadas, podem ser citadas: a contratação para a prestação de serviços de manutenção dos sistemas de infraestrutura predial do edifício sede do MPS, em que são previstos o acompanhamento e controle diário do consumo de água e energia elétrica, com a previsão de ações corretivas para melhorar a eficiência e economicidade em sua contratação e utilização; a exigência de adoção de critérios ambientais, em especial da destinação adequada / reciclagem de resíduos gerados, na escolha da concessionária para a prestação de serviços de restaurante no prédio sede do MPS; e a contratação de serviços de implementação do Projeto de Eficientização do Sistema de Iluminação do edifício sede do MPS, com o objetivo de reduzir os custos com o consumo de energia, com lâmpadas e componentes, e com os serviços de manutenção e gerenciamento do sistema de iluminação, além de contribuir para pontos de certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). Em suma, verificou-se que a Unidade tem tomado providências no sentido de normatizar internamente o assunto e difundir a aplicação dos critérios e princípios associados à sustentabilidade ambiental, o que demanda tempo, por tratar-se de tema que envolve mudança de cultura organizacional Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação No tocante ao planejamento estratégico de TI, foi constatado que a Unidade não possui Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI vigente. O prazo de vigência do PDTI anterior, aprovado em , expirou há cerca de um ano. Instada a justificar este fato, a Unidade afirmou, em síntese, que as minutas do Plano Estratégico de Tecnologia da Informação PETI e do PDTI foram submetidas à aprovação da SOAD em junho de 2011, e desde então teriam sido travadas discussões que apontaram para a necessidade de elaboração e consolidação de um PETI transversal às instituições que compõem a Previdência Social (MPS, INSS, Previc e Dataprev), e informou a recente criação de um GT para a elaboração do PETI. Merece relevo a constatação de que 44% dos sistemas desenvolvidos não estavam previstos no PDTI (anterior), enquanto que, por outro lado, 81% das demandas por novos sistemas constantes do referido PDTI não foram atendidas. O Comitê de Segurança e Tecnologia da Informação e Comunicação da Previdência Social CSTIC-PS é a instância competente para a aprovação das ações, planos e projetos estratégicos de Tecnologia da

17 17 de 164 Informação e das Comunicações TIC para as instituições que compõem a Previdência Social, e tem a responsabilidade de alinhar as ações estratégicas de TIC entre as diferentes instituições, bem como apoiar as áreas de TIC em relação à priorização de projetos a serem desenvolvidos. Foi constatada inadequação na estruturação do Comitê de TI da Unidade, uma vez que o CSTIC-PS é uma instância colegiada adequada para discutir e estabelecer o planejamento estratégico de TI do sistema previdenciário como um todo, porém não faz sentido que as decisões relativas ao planejamento diretor da área de TI do MPS administração direta sejam tomadas neste mesmo âmbito, que inclui representantes do INSS, Previc e Dataprev. Ainda, não há no citado comitê representantes da Secretaria de Políticas de Previdência Social SPPS, da Secretaria de Políticas de Previdência Complementar SPPC ou da Ouvidoria-Geral da Previdência Social - OGPS. A Unidade tem estabelecida a sua Política de Segurança da Informação e das Comunicações POSIC, tendo como objetivos a salvaguarda dos ativos como dados, informações e materiais sigilosos de interesse da Previdência Social e do Estado Brasileiro, bem como dos sistemas computacionais e das áreas e instalações onde são produzidos, armazenados ou tramitam, além da preservação da inviolabilidade e da intimidade da vida privada, da honra, imagem das pessoas e da instituição. A POSIC contempla, entre outros, os seguintes temas: conceitos e definições relativos à segurança da informação, bem como seu escopo e importância; diretrizes relativas à segurança da informação, incluindo aspectos relacionados à publicidade, sigilo, confidencialidade, proteção, gestão, planejamento, criticidade, gastos, incidentes, contingências, acessos, monitoramento, capacitação, propriedade intelectual, documentação e controle de ativos; responsabilidades; penalidades; e comprometimento da direção do órgão. No nível executivo, a Coordenação-Geral de Informática CGTIC/SOAD/SE/MPS possui uma unidade específica, a Divisão de Suporte à Rede de Comunicação e Banco de Dados DISUR, que tem, entre suas atribuições regimentais, a implementação da Política de Segurança da Informação, ou garantir a segurança das informações trafegadas e armazenadas no ambiente de redes do Ministério. No nível estratégico, temas relacionados à segurança da informação são remetidos ao CSTIC-PS, cujos membros são gestores de segurança da informação no âmbito de cada instituição nele representada, e que tem entre suas atribuições relativas à segurança da informação: deliberar sobre diretrizes, normas, padrões, metodologias, planos, programas e projetos; aprovar planos de investimento; e criar e avaliar os indicadores da implantação dos planos estratégicos, bem como fiscalizar sua execução e propor medidas corretivas. Com relação aos recursos humanos de TI, verifica-se que o Plano de Cargos e Salários da Unidade não possui carreira específica para a área de TI. Esta situação, porém, por si só não fragiliza a gestão de TI, haja vista que a estratégia do Governo Federal é centralizar o cargo de Analista em Tecnologia da Informação ATI na Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação SLTI/MP, com exercício descentralizado nos órgãos integrantes do Sistema de Administração de Recusros de Tecnologia da Informação SISP, conforme estabelecido na Estratégia Geral de Tecnologia da Informação EGTI. Atualmente há 5 ATIs com exercício no MPS, restando pendente a alocação de outros 5. A área de TI conta com 20 servidores, sendo que apenas 9 deles (45%) têm formação em TI. Foi também verificado o desvio de função de outros 2 servidores que, embora lotados na área de TI, estavam exercendo funções diversas, em outras unidades. Os serviços de suporte de TI são terceirizados, em consonância com a IN SLTI nº 4/2010 e com a EGTI. Com relação às atividades de gestão de TI, a Unidade informou que o suporte técnico necessário à sua execução é terceirizado, sob exclusiva supervisão de servidores do órgão. Foi constatada, porém, a terceirização de funções estratégicas de TI, quais sejam: planejamento, definição, especificação, supervisão e controle. No tocante ao desenvolvimento de sistemas, a estratégia de execução dos serviços de TI no MPS distingue os sistemas e serviços de operação, ou finalísticos, daqueles de apoio ao negócio, ou departamentais. O desenvolvimento e evolução dos sistemas finalísticos é realizado pela Dataprev, no âmbito do Contrato nº 38/2009, enquanto que, para os sistemas de apoio ao negócio, essas atividades são terceirizadas com fornecedor da iniciativa privada, no âmbito do Contrato nº 23/2009, sendo a maior parte da remuneração do fornecedor realizada utilizando-se a técnica de Análise de Pontos de Função APF, com o pagamento mediante a apresentação de produtos sistemas ou módulos. A Unidade utiliza uma metodologia de desenvolvimento de sistemas que estabelece as atividades a serem executadas, seus responsáveis e os respectivos artefatos a serem gerados, e possui referência no Processo Unificado e no modelo de maturidade CMMI (Capability Maturity Model Integration). Esta metodologia é materializada nos documentos Metodologia de Desenvolvimento de Software do MPS

18 18 de 164 MDS v1.1 e Metodologia de Gerenciamento de Projetos do MPS GP v1.0, que contemplam, entre outros, os seguintes temas: fluxo para subcontratação de desenvolvimento de sistemas, incluindo os artefatos a serem apresentados pelo contratado; planejamento e especificação; acompanhamento de projetos; artefatos a serem aplicados quando da manutenção de sistemas legados; procedimentos relativos a rastreabilidade; documentação de sistemas; controle de demandas; registros de versões e alterações; testes e aceitação; plano de implantação; transferência de conhecimento; e avaliação do processo. Apesar disto, foram constatados, na análise da execução do contrato da fábrica de software, os seguintes problemas: desenvolvimento de sistemas não priorizados no planejamento de TI e sem a correspondente formalização da demanda; pagamento por sistemas e funcionalidades não operacionais; e pagamento por produtos não desenvolvidos ou não justificados. Em relação à contratação e gestão de bens e serviços de TI, as contratações de soluções de TI realizadas pela Unidade incluem Acordos de Níveis de Serviço ANS, conforme práticas propostas pelo ITIL v3 (Information Technology Infrastructure Library). Foi evidenciada a gestão dos ANS, contemplando a avaliação e o controle de resultados, incluindo relatórios de análise, homologados ou contestados, e relatórios de gerenciamento de níveis de serviço. O Manual de Referência para a Aplicação de Acordo de Níveis de Serviços nos Contratos de Prestação de Serviços do MPS descreve uma série de conceitos e metodologias para a construção de indicadores de níveis de eficiência de serviços. Todas as 246 soluções (bens e serviços) de TI existentes na Unidade foram desenvolvidas externamente ao órgão, e são geridas por servidores e mantidas por equipes terceirizadas. A Unidade adota processo de trabalho formalizado na contratação de bens e serviços de TI, conforme práticas propostas pelo ITIL v3, e de acordo com: o Manual de Gestão, Fiscalização e Execução de Contratos Administrativos de TIC ; o Guia de Procedimentos e Noções Básicas de Licitação, Gestão e Fiscalização de Contratos Administrativos ; e a Metodologia de Elaboração e Implementação das Ações Estratégicas de TIC. Os referidos documentos contemplam, entre outros, os seguintes temas: explicitação dos benefícios da contratação em termos de resultados, considerando sua compatibilidade com o investimento; alinhamento da contratação com o planejamento estratégico (institucional e de TI); transferência de conhecimento; planejamento da contratação, incluindo análise de viabilidade, plano de sustentação, estratégia de contratação e análise de risco; seleção do fornecedor; e gerenciamento do contrato. A Coordenação-Geral de Logística e Serviços Gerais CGLSG é a área da UJ responsável pela gestão de bens e contratos administrativos. No caso de bens e contratos de TI, a Coordenação-Geral de Informática CGTIC presta apoio à sua gestão, por meio da Divisão de Suporte ao Usuário DISUS, responsável pelo acompanhamento da movimentação patrimonial dos recursos de TIC, e da Divisão de Acompanhamento e Avaliação DIAAV, responsável por acompanhar a execução de contratos de serviços especializados em TIC. Apesar disto, na análise da execução de uma amostra de contratos relativos a serviços de TI, foram constatados os seguintes problemas, além dos já mencionados: falta de controle sobre o qiuantitativo de prestadores de serviço; desvios de função; disfunções no controle sobre os serviços executados; e incompatibilidade da qualificação profissional dos terceirizados com os requisitos contratuais. Em resumo, foram constatados problemas nos níveis estratégico, tático e operacional que comprometeram o desempenho da área de TI e influenciaram negativamente o desempenho do órgão na sua missão institucional, já que a TI representa importante ferramenta para o desenvolvimento de suas ações. 2.8 Avaliação da Situação das Transferências Voluntárias Em consultas realizadas ao Sistema de Administração Financeira do Governo Federal SIAFI Gerencial e ao Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse - SICONV não foram identificados registros de transferências concedidas pela Unidade no exercício. Neste mesmo sentido, o Relatório de Gestão 2011 da UJ informa que não foram registradas transferências mediante convênio, contrato de repasse, termo de cooperação, termo de compromisso ou outros acordos, ajustes ou instrumentos congêneres, vigentes no exercício de referência. Com relação ao registro no Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais SIASG dos

19 19 de 164 contratos e instrumentos congêneres vigentes na UJ em 2011, não foram identificados registros no SIASG para 23 de 80 instrumentos além de contratos, há termos de concessão, acordo, cessão de uso, compromisso e permissão. Esta situação se deve, majoritariamente, ao fato de que o SIASG não permite o registro de instrumentos com valor nulo, bem como que há problemas para o registro de contratos decorrentes de adesão a Atas de Registro de Preços realizadas por outros órgãos. Desta forma, a falta do registro foi considerada justificada para quase todos os casos; a inexistência do registro relativo ao Termo de Compromisso nº 001/2009, celebrado com a Imprensa Nacional, porém, não foi justificada, uma vez que se trata de instrumento com ônus para o Órgão. 2.9 Avaliação da Regularidade dos Processos Licitatórios da UJ Para a avaliação da regularidade dos processos licitatórios realizados pela Unidade no exercício sob exame, foram selecionados, de forma amostral não-probabilística, com base em critérios de materialidade, relevância e risco, e de acordo com o tipo de aquisição de bens e serviços, 13 processos para análise conforme sumarizado na tabela a seguir. Tabela 20 Valores contratados e analisados Tipo de Aquisição de Bens/Serviços Valor Contratado (R$) % Valor Total Valor Analisado (R$) % Valor Analisado Dispensa ,92 27,70% ,80 27,20% Inexigibilidade ,06 0,20% ,06 0,20% Concorrência ,00 31,20% ,00 31,20% Pregão ,13 40,90% ,11 4,60% TOTAIS ,11 100,00% ,97 63,20% Em relação aos processos de dispensa de licitação, os exames contemplaram a compatibilidade do objeto contratado com o respectivo enquadramento legal. A amostra foi composta por três processos, correspondendo a 98% do valor contratado por dispensa, e concluiu-se pela adequada fundamentação, de acordo com as hipóteses de dispensa previstas na Lei nº 8.666/93, conforme demonstrado na tabela a seguir. Tabela 21 Contratações por dispensa de licitação analisadas Dispensa Contratada Valor (R$) Fundamento 83/ / CIEE ,26 Adequado 95/ / Dataprev ,00 Adequado 96/ / Dataprev ,54 Adequado TOTAL ,80 No tocante às contratações por inexigibilidade de licitação, os exames contemplaram a compatibilidade do objeto contratado com o respectivo enquadramento legal. A amostra foi composta por todos os seis processos realizados, correspondendo, portanto, a 100% do valor contratado por inexigibilidade, e concluiu-se pela adequada fundamentação, de acordo com as hipóteses de inexigibilidade previstas na Lei nº 8.666/93, conforme demonstrado na tabela a seguir. Tabela 22 Contratações por inexigibilidade de licitação analisadas Inexigibilidade Contratada Valor (R$) Fundamento 01/01/ / Fundação Getúlio Vargas ,00 Adequado 01/02/ / Universidade Católica de Brasília ,06 Adequado 01/03/ / Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras ,00 Adequado 01/05/11 International Training Centre of. DE ILO EXIT CI ,00 Adequado 01/06/ / Escola Nacional de Administração Pública ,00 Adequado 01/07/ / Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal ,00 Adequado

20 20 de 164 TOTAL ,06 Em relação aos processos licitatórios propriamente ditos, os exames, realizados durante o exercício de 2011, contemplaram, além da compatibilidade do objeto contratado com a modalidade licitada, a verificação da regularidade da execução contratual. A amostra foi composta por quatro processos, correspondendo a 50% do valor contratado por licitação, conforme demonstrado na tabela a seguir. Tabela 23 Processos licitatórios analisados Licitação Contratada Valor (R$) Concorrência 01/2011 Pregão Eletr. 02/2011 Pregão Eletr. 04/2011 Pregão Eletr. 09/ / Bees Publicidade, Comunic. e Mkt / Cidade Serv. e Mão de Obra Espec / Santafé Ideias e Comunicação Oportunidade/ Conveniência Modalidade ,00 Adequada Devida ,72 Adequada Devida ,76 Sobrestada Devida / Front Propaganda ,63 Inadequada Devida TOTAL ,11 No que diz respeito à Concorrência nº 01/2011, para a contratação de serviços de publicidade e propaganda, não foram detectadas impropriedades no processo licitatório. Já na análise da exeução contratual foram constatadas falhas relativas à verificação prévia da adequação dos preços cotados em relação aos de mercado, bem como falhas relativas à fiscalização contratual. Tais fatos estão detalhados no presente relatório, na seção Achados de Auditoria. No processo licitatório relativo ao Pregão nº 02/2011, para contratação de serviços de copeiragem e carregador / estiva, foram constatadas as seguintes impropriedades, detalhadas no Relatório de Auditoria nº : fixação de preço mínimo e não realização de diligências para propostas presumidamente inexequíveis; ausência de critérios de aceitabilidade de preços unitários e desclassificação de licitantes por critérios não previstos no edital; e classificação para a fase de lances de licitantes que apresentaram propostas com valores superiores ao orçamento-base. Em relação ao Pregão nº 04/2011, para a contratação de agência de comunicação, foi apontada possível terceirização de atividades inerentes a categoria funcional abrangida pelo plano de cargos do órgão, qual seja, a de Técnico em Comunicação Social; considerando, porém, que esta CGU está em processo de estabelecimento de um entendimento institucional sobre a regularidade da terceirização de algumas atividades específicas, entre elas as de jornalista, a posição final sobre a oportunidade e conveniência desta licitação fica sobrestada. Na análise do procedimento licitatório, foram constatadas as seguintes impropriedades: constatação de serviços de consultoria com pagamento baseado em volume de horas, sem a previsão de produtos a serem entregues; inexistência de especificações relativas à metodologia de mensuração de resultados; vigência contratual característica de serviços continuados; previsão de ressarcimento de despesas relativas a diárias e passagens de prestadores de serviço; fixação de preço mínimo e não realização de diligências para propostas presumidamente inexequíveis; e ausência de critérios de aceitabilidade de preços unitários e desclassificação de licitantes por critérios não previstos no edital. Já na análise da execução contratual, foram constatadas as seguintes impropriedades: realização de pagamentos em modalidade diversa da definida em contrato; atesto e pagamento de serviços prestados em desacordo com o contrato; e relação de subordinação entre servidores do órgão e empregados da contratada. Tais fatos estão detalhados nos Relatórios de Auditoria nº e No tocante ao Pregão nº 09/2011, para a contratação de serviços de organização de eventos, cabe informar que, durante a realização dos trabalhos de auditoria, o procedimento foi revogado pela Administração, e em seguida teve sua anulação determinada pelo TCU. Assim, posteriormente foram também auditados os Contratos nº 26/2011 e nº 27/2011, firmados por adesão a Atas de Registro de Preços para o fornecimento do mesmo objeto. Foram constatadas as seguintes impropriedades em relação aos processos de contratação: impropriedades na elaboração do orçamento-base; fixação de preço mínimo e não realização de diligências para propostas presumidamente inexequíveis; classificação para a fase de lances de licitantes que apresentaram propostas com valores superiores ao limite editalício; exigência de desconto linear nas propostas de preços; ausência de projeto básico ou termo de

PORTARIA N o 547, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2014.

PORTARIA N o 547, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2014. PORTARIA N o 547, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2014. Aprova o Plano de Ação Integrado do Ministério da Previdência Social, para o exercício 2015. O MINISTRO DE ESTADO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, no uso das atribuições

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO Nº

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TOMADA DE CONTAS ANUAL AGREGADA TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2007 PROCESSO Nº : 71000.010766/2007-25

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2010 PROCESSO Nº

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIAGERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIAGERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS 1 de 6 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIAGERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2010 PROCESSO

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2006 PROCESSO Nº : 23036.000146/2007-28 UNIDADE AUDITADA

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA: Auditoria de Gestão EXERCÍCIO: 2010 PROCESSO: 00190-015347/2011-28

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO Nº

Leia mais

Análise Gerencial. 1. Introdução. 2. Resultados dos trabalhos

Análise Gerencial. 1. Introdução. 2. Resultados dos trabalhos Unidade Auditada: DEPARTAMENTO REGIONAL DO SESC NO M.GROSSO Exercício: 2011 Processo: 00212.000376/2012-71 Município - UF: Cuiabá - MT Relatório nº: 201203978 UCI Executora: CONTROLADORIA REGIONAL DA UNIÃO

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa RESOLUÇÃO DE MESA Nº 847/2008 (atualizada até a Resolução de Mesa nº 951, de 3 de novembro de 2009) Regulamenta a

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO Nº

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO Nº

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO Nº

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS 532 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO

Leia mais

file://l:\sfc\ds\dsseg\exercício 2010\TC-PC 2010\RELATÓRIOS PARA PUBLICAÇÃO\DPF-...

file://l:\sfc\ds\dsseg\exercício 2010\TC-PC 2010\RELATÓRIOS PARA PUBLICAÇÃO\DPF-... Página 1 de 7 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2010

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2007 PROCESSO Nº

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO fl. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2007 PROCESSO

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2007 PROCESSO Nº

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO 1 1 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO Nº

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO Nº

Leia mais

"Estrutura do Monitoramento e Avaliação no Ministério da Previdência Social"

Estrutura do Monitoramento e Avaliação no Ministério da Previdência Social "Estrutura do Monitoramento e Avaliação no Ministério da Previdência Social" 1 Gestão por processos 2 Previdência Social: em números e histórico Estrutura: Administração Direta, 2 Autarquias e 1 Empresa

Leia mais

PORTARIA TRT 18ª GP/DG nº 045/2013 (Republicada por força do art. 2 da Portaria TRT 18ª GP/DG nº 505/2014) Dispõe sobre a competência, a estrutura e

PORTARIA TRT 18ª GP/DG nº 045/2013 (Republicada por força do art. 2 da Portaria TRT 18ª GP/DG nº 505/2014) Dispõe sobre a competência, a estrutura e PORTARIA TRT 18ª GP/DG nº 045/2013 (Republicada por força do art. 2 da Portaria TRT 18ª GP/DG nº 505/2014) Dispõe sobre a competência, a estrutura e a atuação da Secretaria de Controle Interno e dá outras

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2006 PROCESSO Nº : 04972.000579/2007-59 UNIDADE AUDITADA

Leia mais

Ministério das Relações Exteriores Secretaria de Controle Interno Coordenação-Geral de Auditoria RELATÓRIO DE AUDITORIA DE GESTÃO

Ministério das Relações Exteriores Secretaria de Controle Interno Coordenação-Geral de Auditoria RELATÓRIO DE AUDITORIA DE GESTÃO Ministério das Relações Exteriores Secretaria de Controle Interno Coordenação-Geral de Auditoria RELATÓRIO DE AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2013 PROCESSO : 09144.000037/2014-14 RELATÓRIO : 06/2014 UNIDADE

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2009 PROCESSO N.º

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2006 PROCESSO Nº : 01350.000002/2007-76 UNIDADE AUDITADA

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA DE CONTAS EXTRAORDINÁRIAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA DE CONTAS EXTRAORDINÁRIAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA DE CONTAS EXTRAORDINÁRIAS TIPO DE AUDITORIA: Auditoria de Gestão EXERCÍCIO: 2011 PROCESSO:

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2009 PROCESSO Nº

Leia mais

Análise Gerencial. 1. Introdução. 2. Resultados dos trabalhos

Análise Gerencial. 1. Introdução. 2. Resultados dos trabalhos Unidade Auditada: DEPARTAMANTO REGIONAL DO SENAI NO M.GROSSO Exercício: 2011 Processo: 00212.000375/2012-26 Município - UF: Cuiabá - MT Relatório nº: 201204081 UCI Executora: CONTROLADORIA REGIONAL DA

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO Nº

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2006 PROCESSO Nº : 00209000031/2007-17 UNIDADE AUDITADA

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2010 PROCESSO Nº

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO PLANO DE AUDITORIA DE LONGO PRAZO (PALP) 2013-2014 Sumário: 1 INTRODUÇÃO... 3 2 BIÊNIO 2013-2014: ATIVIDADES DE MONITORAMENTO E ACOMPANHAMENTO.... 3 2.1 Apoio ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo...

Leia mais

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2009 PROCESSO Nº

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO CERTIFICADO DE AUDITORIA

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO CERTIFICADO DE AUDITORIA 1 de 10 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO CERTIFICADO DE AUDITORIA CERTIFICADO Nº :201108660 UNIDADE AUDITADA :110008 - MINISTERIO DA PESCA E

Leia mais

Não houve, para a BB CORRETORA, ocorrência para o item 18 Avaliação das Renúncias Tributárias consignado no Anexo III Parte A da DN TCU 117/2011.

Não houve, para a BB CORRETORA, ocorrência para o item 18 Avaliação das Renúncias Tributárias consignado no Anexo III Parte A da DN TCU 117/2011. Unidade Auditada: BB CORRETORA DE SEG. E ADM. DE BENS S/A Exercício: 2011 Processo: 00190.014543/2012-66 Município - UF: Brasília - DF Relatório nº: 201203885 UCI Executora: SFC/DEFAZ - Coordenação-Geral

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Nota Técnica n.º 08/2006 Comentários sobre Auditoria do TCU nos gastos com Cartões Corporativos Núcleo Trabalho, Previdência e Assistência Social Elisangela M. S. Batista 15/Mar/2006 Endereço na Internet:

Leia mais

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012 Programa 2115 - Programa de Gestão e Manutenção do Ministério da Saúde 0110 - Contribuição à Previdência Privada Tipo: Operações Especiais Número de Ações 78 Assegurar às autarquias, fundações, empresas

Leia mais

De acordo com o que estabelece o Anexo III da DN-TCU-117/2011, e em face dos exames realizados, efetuamos as seguintes análises:

De acordo com o que estabelece o Anexo III da DN-TCU-117/2011, e em face dos exames realizados, efetuamos as seguintes análises: Unidade Auditada: INST.FED.DE EDUC.,CIENC.E TEC.DO MAT.G.DO SUL Exercício: 2011 Processo: 23347.000074/2012-72 Município - UF: Campo Grande - MS Relatório nº: 201203354 UCI Executora: CONTROLADORIA REGIONAL

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2006 PROCESSO Nº : 25351.072087/2007-42 UNIDADE AUDITADA

Leia mais

ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020

ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 1 Missão 2 Exercer o controle externo da administração pública municipal, contribuindo para o seu aperfeiçoamento, em benefício da sociedade. Visão Ser reconhecida

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 86, DE 21 DE MARÇO DE 2012. (Publicada no DOU, Seção 1, de 07/05/2012, pág. 77)

RESOLUÇÃO Nº 86, DE 21 DE MARÇO DE 2012. (Publicada no DOU, Seção 1, de 07/05/2012, pág. 77) RESOLUÇÃO Nº 86, DE 21 DE MARÇO DE 2012 (Publicada no DOU, Seção 1, de 07/05/2012, pág. 77) Dispõe sobre o Portal da Transparência do Ministério Público. O CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO, no exercício

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CASA CIVIL SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO COORDENAÇÃO-GERAL DE AUDITORIA RELATÓRIO DE AUDITORIA

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CASA CIVIL SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO COORDENAÇÃO-GERAL DE AUDITORIA RELATÓRIO DE AUDITORIA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CASA CIVIL SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO COORDENAÇÃO-GERAL DE AUDITORIA TIPO DE AUDITORIA : Auditoria de Gestão EXERCÍCIO : 2009 PROCESSO : 00181.000687/2010-82 UNIDADE AUDITADA

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO Nº

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2007 PROCESSO Nº : 08280.007347/2008-51 UNIDADE AUDITADA

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO CONTROLADORIA-REGIONAL DA UNIÃO NO ESTADO DE RORAIMA

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO CONTROLADORIA-REGIONAL DA UNIÃO NO ESTADO DE RORAIMA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO CONTROLADORIA-REGIONAL DA UNIÃO NO ESTADO DE RORAIMA TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2006

Leia mais

PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA PAAI - 2015

PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA PAAI - 2015 PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA PAAI - 2015 1 PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA - PAAI 2015 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 03 2. AÇÕES COORDENADAS PELO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA - CNJ 2.1. Ações Coordenadas

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2007 PROCESSO Nº

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO CUNI Nº 003, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2014. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS, no uso de suas

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO Nº

Leia mais

ANEXO I REGIMENTO INTERNO DO GABINETE DO MINISTRO CAPITULO I CATEGORIA E FINALIDADE

ANEXO I REGIMENTO INTERNO DO GABINETE DO MINISTRO CAPITULO I CATEGORIA E FINALIDADE (Portaria GM-MP nº 220, de 25 de junho de 2014 ) ANEXO I REGIMENTO INTERNO DO GABINETE DO MINISTRO CAPITULO I CATEGORIA E FINALIDADE Art. 1º O Gabinete do Ministro, órgão subordinado diretamente ao Ministro

Leia mais

Em acordo com o que estabelece o Anexo III da DN-TCU-117/2011, e em face dos exames realizados, efetuamos as seguintes análises:

Em acordo com o que estabelece o Anexo III da DN-TCU-117/2011, e em face dos exames realizados, efetuamos as seguintes análises: 1 de 9 31/08/2012 17:42 Unidade Auditada: GABINETE DO MINISTRO - MJ Exercício: 2011 Processo: 08001.004061/2012-90 Município - UF: Brasília - DF Relatório nº: 201203705 UCI Executora: SFC/DSSEG - Coordenação-Geral

Leia mais

SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ

SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ MISSÃO: Garantir prestação jurisdicional rápida, acessível e efetiva no âmbito da sua competência. DESCRIÇÃO DA MISSÃO: A Justiça Federal no Paraná existe para garantir direitos

Leia mais

Controle Interno do Tribunal de Contas da União

Controle Interno do Tribunal de Contas da União Controle Interno do Tribunal de Contas da União Resumo: o presente artigo trata de estudo do controle interno no Tribunal de Contas da União, de maneira expositiva. Tem por objetivo contribuir para o Seminário

Leia mais

PORTARIA-SEGEPRES Nº 1, DE 23 DE JANEIRO DE 2009

PORTARIA-SEGEPRES Nº 1, DE 23 DE JANEIRO DE 2009 PORTARIA-SEGEPRES Nº 1, DE 23 DE JANEIRO DE 2009 Dispõe acerca de competências, estrutura, lotação e alocação de funções de confiança da Secretaria- Geral da Presidência (Segepres). A SECRETÁRIA-GERAL

Leia mais

Relatório de Auditoria Exercício de 2013

Relatório de Auditoria Exercício de 2013 Relatório de Auditoria Exercício de 2013 REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Controladoria-Geral da União Banco Intern. para Reconstrução e Desenvolvimento BIRD Projeto TF97156 Brasília/DF, 2014 PRESIDÊNCIA

Leia mais

9 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO

9 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO 9 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO Ao sistema de controle interno, consoante o previsto nos arts. 70 e 74 da Constituição Federal, incumbe a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial,

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Conselho Universitário

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Conselho Universitário Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Conselho Universitário PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ INTERESSADO: Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR ASSUNTO:

Leia mais

Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Criada pela Lei nº. 10.435, de 24 de abril de 2002. AUDITORIA INTERNA

Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Criada pela Lei nº. 10.435, de 24 de abril de 2002. AUDITORIA INTERNA PLANO ANUAL DE ATDADES DE EXERCÍCO DE 2011 1 Í N D C E : NTRODUÇÃO DA FATORES CONSDERADOS NA ELABORAÇÃO DO PANT DO PLANO ANUAL DE ATDADES DE CONSDERAÇÕES GERAS ANUAL 2 N T R O D U Ç Ã O Ministério da Educação

Leia mais

ANEXO VII FICHA DE INSCRIÇÃO

ANEXO VII FICHA DE INSCRIÇÃO ANEXO VII FICHA DE INSCRIÇÃO MINISTÉRIO SUPERVISOR: Ministério da Educação ÓRGÃO/ENTIDADE: Universidade Federal de Santa Maria/RS DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Campus Centro de Educação da UFSM RESPONSÁVEL:

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 08/2013 *******************************

RESOLUÇÃO Nº 08/2013 ******************************* RESOLUÇÃO Nº 08/2013 ******************************* Promulgo a presente Resolução de conformidade com a legislação vigente. Em 30 de agosto de 2013. Silvio Rodrigues de Oliveira =Presidente da Câmara=

Leia mais

MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO SUBSECRETARIA DE AUDITORIA

MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO SUBSECRETARIA DE AUDITORIA MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO SUBSECRETARIA DE AUDITORIA PROCESSO : 03b UNIDADE GESTORA : Embaixada em Buenos Aires OBJETIVO DA AUDITORIA : Tomada de Contas Anual EXERCÍCIO

Leia mais

PORTARIA CGU Nº 328, DE 29 DE FEVEREIRO DE 2008

PORTARIA CGU Nº 328, DE 29 DE FEVEREIRO DE 2008 PORTARIA CGU Nº 328, DE 29 DE FEVEREIRO DE 2008 O SECRETÁRIO-EXECUTIVO DA CONTROLADORIA GERAL DA UNIÃO, no uso da competência que lhe foi atribuída pelo art. 24 do Anexo ao Decreto nº 5.683, de 24 de janeiro

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO E PROCESSO ANUAL DE CONTAS

RELATÓRIO DE GESTÃO E PROCESSO ANUAL DE CONTAS RELATÓRIO DE GESTÃO E PROCESSO ANUAL DE CONTAS (Normativos e composição) Outubro - 2010 Coordenação-Geral de Técnicas, Procedimentos e Qualidade DCTEQ Eveline Brito Coordenadora-Geral de Técnicas, Procedimentos

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : Auditoria de Gestão EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO Nº

Leia mais

CARTA DE APRESENTAÇÃO

CARTA DE APRESENTAÇÃO 2 CARTA DE APRESENTAÇÃO Todos nós idealizamos planos, projetos, mudanças e perspectivas de novas realizações. Para atingirmos esses objetivos precisamos constituir nossas ações com persistência, entusiasmo

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO 530 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TOMADA DE CONTAS ANUAL - CONSOLIDADA RELATÓRIO Nº : 189892 UCI EXECUTORA : 170961 EXERCÍCIO : 2006 PROCESSO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 A PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO que as entidades da Administração Pública Federal indireta

Leia mais

Análise Gerencial. 1. Introdução. 2. Resultados dos trabalhos. Senhor Coordenador-Geral,

Análise Gerencial. 1. Introdução. 2. Resultados dos trabalhos. Senhor Coordenador-Geral, 1 of 71 01/02/2013 10:04 Unidade Auditada: SEBRAE/DF Exercício: 2011 Processo: 00190.020919/2012-71 Município - UF: Brasília - DF Relatório nº: 201204051 UCI Executora: SFC/DEDIC - Coordenação-Geral de

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2009 PROCESSO Nº

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2007 PROCESSO Nº

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 Estabelece normas de organização e de apresentação dos relatórios de gestão e das peças complementares que constituirão os processos de contas

Leia mais

Em acordo com o que estabelece o Anexo III da DN-TCU-117/2011, e em face dos exames realizados, efetuamos as seguintes análises:

Em acordo com o que estabelece o Anexo III da DN-TCU-117/2011, e em face dos exames realizados, efetuamos as seguintes análises: Unidade Auditada: FUNDACENTRO - FUND.JORGE DUPRAT/CTN/SEDE - SP Exercício: 2011 Processo: 00225.000652/2012-51 Município - UF: São Paulo - SP Relatório nº: 201203628 UCI Executora: CONTROLADORIA REGIONAL

Leia mais

Atuação da Auditoria Interna na Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação

Atuação da Auditoria Interna na Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação Atuação da Auditoria Interna na Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação Emerson de Melo Brasília Novembro/2011 Principais Modelos de Referência para Auditoria de TI Como focar no negócio da Instituição

Leia mais

MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO SUBSECRETARIA DE AUDITORIA

MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO SUBSECRETARIA DE AUDITORIA MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO SUBSECRETARIA DE AUDITORIA PROCESSO :05.g UNIDADE GESTORA : Consulado-Geral do Brasil em Buenos Aires OBJETIVO DA AUDITORIA : Tomada de

Leia mais

ACÓRDÃO Nº 1233/2012 TCU Plenário

ACÓRDÃO Nº 1233/2012 TCU Plenário ACÓRDÃO Nº 1233/2012 TCU Plenário 1. Processo nº TC 011.772/2010-7. 2. Grupo I Classe de Assunto V: Relatório de Auditoria 3. Interessados/Responsáveis: 3.1. Interessada: Secretaria de Fiscalização de

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA: Auditoria de Gestão EXERCÍCIO: 2010 PROCESSO: 00190-015344/2011-94

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS 1 de 17 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2010 PROCESSO

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO UNIDADE AUDITADA : NÚCLEO ESTADUAL DO MINISTÉRIO DA SAÚDE/PE CÓDIGO UG : 250029 RELATÓRIO Nº : 189831 UCI EXECUTORA : 170063 Chefe da CGU-Regional/PE, RELATÓRIO

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 13ª REGIÃO SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 13ª REGIÃO SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO c) Atividades de controle; d) Informação e Comunicação; e) Monitoramento. Escopo: Amostra de servidores definida com base nos critérios de materialidade, relevância e criticidade; Cronograma: 01 a 30/05/2015.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013.

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO CONTROLE INTERNO DO PODER LEGISLATIVO DE POCONÉ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O Presidente da Câmara Municipal de Poconé,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 Versão: 01 Data de aprovação: 7 de outubro de 2014. Ato de aprovação: Resolução n.º 112 /2014 Unidade

Leia mais

SECRETARIA EXECUTIVA - SE

SECRETARIA EXECUTIVA - SE Unidade Auditada: SECRETARIA EXECUTIVA - SE Exercício: 2012 Processo: 08004000797201340 Município: Brasília - DF Relatório nº: 201306208 UCI Executora: SFC/DSSEG - Coordenação-Geral de Auditoria da Área

Leia mais

Auditoria Interna na Área de Tecnologia da Informação

Auditoria Interna na Área de Tecnologia da Informação Auditoria Interna na Área de Tecnologia da Informação André Luiz Furtado Pacheco, CISA 4º Workshop de Auditoria de TI da Caixa Brasília, agosto de 2011 Agenda Introdução Exemplos de Deliberações pelo TCU

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS 1 de 19 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2010 PROCESSO

Leia mais

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM DECRETO nº 1098, de 12 de fevereiro de 2009 Dispõe sobre alocação, denominação e atribuições dos órgãos que compõem a estrutura organizacional do Gabinete da Prefeita e dá outras providências. A PREFEITA

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2006 PROCESSO Nº : 25004.005767/2007-09 UNIDADE AUDITADA

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO GERÊNCIA DE AUDITORIA TOMADA DE CONTAS ANUAL SIMPLIFICADA RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº 18/2007/GEAUD/CISET/MD TIPO DE AUDITORIA : AVALIAÇÃO DE GESTÃO EXERCÍCIO

Leia mais

EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO AUDITORIA INTERNA

EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO AUDITORIA INTERNA SUMÁRIO EXECUTIVO - RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº 06/2014 PÁGINA 1 de 6 EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO AUDITORIA INTERNA SUMÁRIO EXECUTIVO RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº 06/2014 UNIDADE: Gerência Executiva de Pessoas/DIAFI

Leia mais

UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA (UAUDI) Conceitos & Normativos

UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA (UAUDI) Conceitos & Normativos UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA (UAUDI) Conceitos & Normativos Exercício 2015 Auditoria Interna Unidade de Auditoria Interna - CEFET/RJ Normativos: Portaria nº 07, de 15/01/2001: cria a Unidade de Auditoria

Leia mais

Questionário de Governança de TI 2014

Questionário de Governança de TI 2014 Questionário de Governança de TI 2014 De acordo com o Referencial Básico de Governança do Tribunal de Contas da União, a governança no setor público compreende essencialmente os mecanismos de liderança,

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS PLANO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA PAINT

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA-EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA-EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA-EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO NORMA OPERACIONAL/SPOA Nº 07, DE 24 DE JULHO DE 2006. Dispõe sobre procedimentos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015 Publicada no DJE/STF, n.10, p. 1-3 em 16/01/2015 RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre as prerrogativas, as responsabilidades, a competência e a atuação da Secretaria de Controle Interno

Leia mais

Uso de TIC nas IFES Planejamento e Governança

Uso de TIC nas IFES Planejamento e Governança Uso de TIC nas IFES Planejamento e Governança IV Encontro do Forplad Daniel Moreira Guilhon, CISA Novembro/2012 1 O que pretendemos? Conceituar os aspectos relacionados à boa governança para assegurar

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas NOTA TÉCNICA Nº 04/2012/DENOR/SGCN/SECOM-PR Brasília, 20 de abril de 2012. Referência:

Leia mais

Contratação de Serviços de TI. Ministro-Substituto Augusto Sherman Cavalcanti

Contratação de Serviços de TI. Ministro-Substituto Augusto Sherman Cavalcanti Contratação de Serviços de TI Ministro-Substituto Augusto Sherman Cavalcanti O antigo modelo de contratação de serviços de TI 2 O Modelo antigo de contratação de serviços de TI Consiste na reunião de todos

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2007 PROCESSO Nº : 04600.001267/2008-71 UNIDADE AUDITADA

Leia mais