Gestão de Processos e Inovação para a Infraestrutura Aeroportuária Brasileira

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestão de Processos e Inovação para a Infraestrutura Aeroportuária Brasileira"

Transcrição

1 Gestão de Processos e Inovação para a Infraestrutura Aeroportuária Brasileira Hugo Ferreira Braga Tadeu, Dr. Professor e Pesquisador do Programa de Mestrado em Administração do Centro Universitário UNA e Professor da Fundação Dom Cabral. Fabian Ariel Salum, MsC. Professor e Pesquisador da Fundação Dom Cabral do Núcleo de Inovação. Marina da Silva Borges Araújo. Mestranda em Administração do Centro de Pós-graduação e Pesquisa em Administração da UFMG Pesquisadora da Fundação Dom Cabral do Núcleo de Inovação. Após diversas pesquisas sobre o setor aeroportuário brasileiro, torna-se evidente que o foco está direcionado para estudos técnicos e não gerenciais. Portanto, há a necessidade de criar as devidas condições e um contexto favorável para a infraestrutura aeroportuária, envolvendo a gestão de processos e inovação. Logo, a proposta deste artigo está no desenvolvimento de uma pesquisa aprofundada sobre processos, inovação e infraestrutura aeroportuária, de forma a entender o viés prático destes temas. A metodologia desenvolvida foi uma ampla revisão da literatura, resultando em diversos artigos acadêmicos, relatórios gerenciais produzidos por organizações públicas, privadas, dissertações e teses, através de acervos físicos e digitais. Conclui-se que a originalidade deste artigo deve-se pela correlação entre os temas propostos, bem como pelo desdobramento de estudos realizados anteriormente na Sauder School of Business, no Canadá. Estes estudos contemplaram o levantamento e análises de séries históricas sobre o crescimento econômico, demandas e custos, bem como simulações de longo prazo e regressões múltiplas, mas sem a contribuição para novas iniciativas, sendo a proposta deste artigo. Palavras-Chave: Gestão de Processos. Inovação. Infraestrutura Aeroportuária. 1. Introdução A gestão de processos é um tema com inúmeras oportunidades a serem exploradas e com diversas aplicações para o ambiente de negócios. O estudo em análise é de amplo interesse, tanto para as organizações industriais, quanto para as de serviços, com decisões estratégicas e operacionais, em busca de resultados tangíveis.

2 Diversas pesquisas sobre processos vêm sendo conduzidas mundialmente, envolvendo novas concepções e métricas distintas, citando ISHII (2001), ROSE e STEVELS (2000), ROSE, STEVELS e ISHII (2003), sendo uma combinação entra a teoria e a prática avançada. Para DONALSON ISNHII e SHEPPARD (2006) e ULLMAN (2002), o tema processos traduz-se em um mapa visual desenvolvido para iniciar um sistema produtivo ou operacional, destacando o relacionamento, o design e a maturidade das suas funções. Devido à importância do tema, percebe-se uma crescente demanda pela modernização da gestão e o conseqüente emprego de sistemas de informação, como apoio para as funções de crescimento empresarial. No entanto, para alcançar a excelência de processos, o especial interesse está na análise de dados envolvendo indicadores de desempenho e na busca pela melhoria contínua, sendo um aspecto de inovação metodológica, conforme PATTERSON e LIGHTMAN (1993) e ULRICH e EPPINGER (2004). Para CHRISTOPHER (1998), a melhoria de processos pode resultar em ambientes inovadores, não necessariamente relacionados ao desenvolvimento de novos produtos, mas obrigatoriamente para funções de negócios. Para o autor, a vantagem competitiva é o resultado de processos excelentes, com o objetivo único de geração de resultados para os consumidores finais. Portanto, este artigo tem como objetivo, apresentar e analisar (1) um mapeamento teórico sobre a gestão de processos, correlacionando esta área do conhecimento com a inovação e (2) adotar um estudo de caso aplicado à infraestrutura aeroportuária brasileira, em função de pesquisas realizadas na Sauder School of Business no Canadá, através do Centre of Transportation Studies, em relação ao processo de melhoria contínua para o setor aeroportuário, correlacionando o desempenho econômico, demanda e custos. Assim sendo, a contribuição central está na identificação de processos críticos e que neste caso, possam ser direcionados para a melhoria contínua, conforme AKAO (1990). No item 2, apresenta-se a metodologia utilizada, como input de dados para os itens 3, revisão da literatura. 2. Metodologia O método de pesquisa utilizado foi qualitativo, através de uma ampla revisão bibliográfica sobre o tema proposto. Como instrumento central para as pesquisas foram adotados os termos processos, inovação e infraestrutura aeroportuária. Os resultados evidenciaram diversos artigos acadêmicos, dissertações, teses e livros, mas sem uma correlação direta entre os assuntos. Logo, foi necessário expandir a busca por novas pesquisas associadas ao presente estudo, porém sem resultado. Desta forma, a originalidade do trabalho é válida. A estratégia de pesquisa conduzida foi à seguinte: (i) pesquisas nas bibliotecas da Sauder School of Business, Fundação Dom Cabral, Centro Universitário UNA e UFMG, (ii) pesquisas em periódicos eletrônicos contendo os termos processos, inovação e infraestrutura aeroportuária brasileira nos seus títulos e (iii) Google acadêmico, em busca de materiais ainda não publicados em periódicos acadêmicos. A estratégia de pesquisa resultou na leitura de material publicado entre 1934 e 2010, envolvendo autores acadêmicos e relatóricos executivos, como os publicados por agências governamentais, ambas, de diferentes partes do mundo. 2

3 PATTON (2002) sugere que a pesquisa qualitativa deva ser conduzida em 3 (três) etapas: (i) revisão da literatura, (ii) estudo de caso e (iii) conclusões e recomendações. 3. Revisão da Literatura A proposta deste item consiste em uma analise integrada, englobando as seguintes etapas: (i) delineamento da gestão de processos e (ii) inovação. Todas as etapas descritas são apresentadas abaixo: 3.1. Delineamento da Gestão de Processos O conceito da gestão de processos foi percebido na literatura por PORTER (1990), sugerindo a interpretação dos aspectos centrais de negócio, como um contexto importante para a cadeia de valor. Analisar os processos das organizações requer um amplo entendimento sobre as suas funções e o seu contexto de mercado, sendo um movimento contínuo de conhecimento, que deve ser compartilhado entre as equipes, clientes, fornecedores e investidores, conforme MARLYN (2004), PYKE, WHITEHEAD (2006) e JESTON, NELIS (2008). Para o gerenciamento pleno de processos deve-se ter o entendimento sobre a categorização das operações e as suas diferentes funções, citando BREMER, FRANCIOSI e PINTÃO (2009) e KIM e MAUBORGNE (1997) e avaliando, por exemplo, para a infraestrutura aeroportuária, os indicadores de demanda, tráfego nacional e custos, conforme BUTTON (2003). Logo, destaca-se que a gestão de processos é uma análise estratégica, em busca da melhoria contínua e por aspectos inovadores, segundo BURLTON (2001), devendo atender aos seguintes preceitos: (i) Governança de Processos: isto é, toda e qualquer organização deve gerenciar o seu conhecimento, estrutura organizacional e operacional, como condição fundamental para o atendimento ao nível de serviço, desde a gestão interna, passando pelo envolvimento com os fornecedores e consumidores finais. (ii) Formação do Comitê de Líderes: propõe-se a sua criação com a participação de diferentes gestores e áreas do conhecimento, abrangendo formações variadas e visões organizacionais distintas. Conforme ALVARANGENGA NETO (2009), a participação de diferentes partes da organização propõe a ação de pessoas como ativistas do conhecimento, em busca de um processo de melhoria continua, gerando um contexto capacitante e estimulando a criação de novas atividades. Logo, de uma simples análise para redução de custos, ou ganhos financeiros, a gestão de processos estimula as organizações para novas oportunidades. (iii)identificação dos Processos-Chave: as organizações devem definir quais são os seus processos-chave, como garantia de sobrevivência em um ambiente econômico instável e altamente dinâmico. Para BOWERSOX (2001), as organizações que compõem as funções de transportes, devem gerenciar o tempo de entrega, a roteirização, custos, entre outros. (iv) Desdobrando estratégico: conforme ALVARENGA NETO (2009), os macro-conhecimentos são amplos, sendo necessário traduzi-los em planejamento e ação operacional. Este é um 3

4 ponto crítico para as organizações. Para o pleno entendimento da estratégia em ações práticas, deve-se desenvolver um conjunto de metodologias que alcancem a geração de valor do nível estratégico para o operacional simplificadamente. (v) Processo do conhecimento e inovação: conforme o item iv, após o desdobramento estratégico, cabe ao comitê de líderes avaliar quais são os processos críticos organizacionais e os seus riscos, estando aqui a oportunidade para a criação de novos processos e desdobrando-se em inovações Inovação Para GOFFIN e MITCHELL (2005), existe uma longa história entre a inovação e a economia, sendo a maior influência para o tema, advinda da escola austríaca, através dos estudos de Riedel, reconhecendo a partir de 1839, que novos produtos têm um grande impacto na dinâmica empresarial. O aspecto interessante advém que o referido pesquisador não identificou a importância do processo de inovação, com grande impacto mundial. O trabalho mais significante produzido pela escola austríaca advém dos estudos de Joseph A. Shumpeter, professor da Universidade de Harvard, com significativas contribuições ao processo da inovação, através do seu livro The Theory of Economic Development (1934). Este autor propõe uma análise importante de que a inovação não estaria direcionada apenas para o desenvolvimento de novos produtos, mas também de processos. Ao trazer a inovação para o foco central de seu estudo (uma vez que a análise do desenvolvimento econômico deveria passar pela compreensão dessas mudanças descontínuas), SCHUMPETER (1997) foi ainda mais longe ao afirmar que a inovação seria um fenômeno inerente as organizações: Essas mudanças espontâneas e descontínuas no canal do fluxo circular e essas perturbações do centro do equilíbrio aparecem na esfera da vida industrial e comercial, não na esfera das necessidades dos consumidores de produtos finais. (...) é o produtor que, via de regra, inicia a mudança econômica, e os consumidores são educados por ele, se necessário; são, por assim dizer, ensinados a querer coisas novas, ou coisas que diferem em um aspecto ou outro daquelas que tinham o hábito de usar. (pg.58). Com essa afirmação, o austríaco provavelmente abriu espaço para a incorporação da inovação e a sua gestão aos estudos organizacionais, estabelecendo um campo que viria posteriormente a ser trabalhado por outros pesquisadores, mesmo que influenciados e algumas vezes até englobados por outras áreas da administração e a economia. A nova abordagem de inovação nos meios organizacionais passa a utilizar os termos empreendimento e empreendedor para se referir, respectivamente, à atividade ou aos seus responsáveis. O conceito do empreendedor schumpeteriano vai inclusive além do próprio dono do negócio, incluindo os gerentes e membros da diretoria, desde que estejam ligados diretamente às inovações, freqüentemente tratadas pelo autor como novas combinações, SCHUMPETER (1997). Esta temática cresceu bastante na década de 70 e 80 onde a abordagem da gestão da inovação era basicamente focada em uma lógica funcionalista que buscava identificar sistemas ideais para as organizações lidarem com ambientes mais propícios à inovação. Apenas na segunda metade da 4

5 década de 80 uma ênfase mais estruturalista passou a ser introduzida, cujos trabalhos buscavam entender questões menos estratégicas e, portanto, mais rotineiras nesse processo, conforme ROTHWELL (1992). A partir desse momento, os modelos de gestão da inovação passavam a reconhecer a importância não somente da escolha de modelos gerenciais e estruturas ideais, mas também da necessidade de gerenciamento de processos internos e outras metodologias com o objetivo de facilitar a inovação organizacional. Essa observação corrobora a visão dos empreendedores Schumpeterianos como indutores principais do processo, segundo SCHUMPETER (1997). Assim sendo, muitas das idéias propostas por Schumpeter são relevantes atualmente, apesar do direcionamento microeconômico para o tema, em detrimento das análises relacionadas à gestão de processos, por exemplo. Corroborando com esta idéia, a inovação normalmente é estudada como um tema microeconômico, mas com limitações práticas. Quando se observa uma inovação tecnológica, verifica-se o valor agregado proporcionado, tendendo a uma simplificação das atividades no seu entorno. Cabe a gestão de processos, atrelada as competências estratégicas organizacionais, validarem as causas e conseqüências da inovação, mensurando desempenho e as suas limitações. Complementando, observa-se que mensurar a inovação não é um campo exclusivo para economistas, mas também para gestores, conforme KIM e MAUBORNE (1997). A resposta é direcionada para a Figura 1 e ao item 2. Figura 1 Aspectos Centrais e Direcionadores para Inovação Fonte: KIM e MAUBORGNE (1997) A proposta da Figura 1 consiste em entender os aspectos centrais da inovação, as suas características, o gerenciamento desenvolvido e as influencias do ambiente competitivo. Todavia, as organizações precisam de mais informações do que normalmente julgam necessárias. Observando a própria definição de inovação, isto é introduzir algo novo, fica clara a importância da gestão em reconhecer os indicadores de desempenho e como atendê-los com eficiência. Logo, a gestão de processos, estimula a capacidade de inovação das organizações, sendo caracterizada como depósitos de conhecimento aplicados à resolução de problemas GRANT (1996). ARROW (1962) 5

6 considera que a prática profissional é importante fonte de inovação, de modo semelhante, ROSENBERG (1982) considera que a aprendizagem pelo uso também estimula a inovação organizacional. Observando novamente, os estudos desenvolvidos por Schumpeter, a inovação pode ser contemplada em diferentes aspectos, além do desenvolvimento de novos produtos, como: (i) métodos de produção, (ii) análises de mercado e demanda, (iii) análises quanto as cadeias de fornecimento e (iv) ambiente competitivo e nos aspectos estruturantes para tal. Sendo a assim, propõe-se uma adequação da Figura 1: Figura 2 Adaptação para Aspectos Centrais e Direcionadores para Inovação A Figura 2 proposta é compreendida também por PORTER (1990), através da citação: to include both improvements in technology and better methods or ways of doing things. It can be manifested in product changes, process management, new approaches to marketing, new forms of distribution, and new concepts of scope...(innovation) results as much from organizational learning as from formal R&D (Pg. 29). É relativamente grande o consenso entre economistas de que o crescimento econômico está associado à inovação tecnológica e ao conhecimento. No debate que procura entender o atual processo de globalização, encontra-se o fato de que são estes os principais fatores que definem a competitividade e o desenvolvimento de nações, regiões, setores, empresas e até indivíduos. Um exemplo clássico desse esforço está no Manual de Oslo, produzido sob a coordenação da OECD (1981). Esse trabalho teve por objetivo desenvolver modelos e estruturas de análise para estudos sobre inovação, experimentos com pesquisas pioneiras e seus resultados, juntamente com a necessidade de um conjunto coerente de conceitos e instrumentos. O conceito sobre inovação, aqui 6

7 utilizado, esta baseado nestas diretrizes metodológicas definidas no Manual de Oslo, 3ª edição, da OCDE (2005), que é a principal fonte de dados utilizada como referência: Inovação é a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado, ou um processo, ou um novo método de marketing ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas (Pg. 55). Similar a PORTER (1990), a OCDE (2005) determina que Pesquisa e Desenvolvimento deva configurar um dos aspectos centrais para a inovação, sendo necessário compreender os diferentes processos envolvidos. É importante avaliar a geração de valor na economia, e para tanto, necessitase de um sentido muito mais amplo, onde a geração da inovação não se dá apenas pelas ações das empresas, mas por um ambiente favorável e por estratégias que aumentem a vantagem competitiva. É comum que se encontrem, com mais freqüência no mercado, os novos produtos das empresas como líderes dos resultados de inovação, porém vale ressaltar que não obstante a inovação de processos desempenha um papel importante na estratégia das mesmas e o fato de ter a capacidade de fazer algo novo e/ou de melhor forma em relação aos demais é uma vantagem competitiva significativa, segundo TIDD (2005). Ainda para TIDD (2005) para que as empresas possam desenvolver a inovação faz-se necessário compreender a mesma como uma questão de conhecimento, onde as novas possibilidades podem ser criadas por meio da combinação de diferentes conjuntos de conhecimentos. Resgatando a proposta deste texto, alinhada ao comentado por GRANT (1996) parágrafos acima, TIDD (2005) reitera que o processo de combinação de diferentes conjuntos de conhecimento dentro da empresa com foco em inovação bem sucedida, ocorre sob condições de alta incerteza. A gestão da inovação em ambientes empresariais com foco em vantagem competitiva compreende a capacidade dos gestores em transformar as incertezas e riscos inerentes ao processo efetivo. Nesta abordagem de sistematização, as métricas de inovação têm um papel significativo de garantir o sucesso na execução da estratégia, promovendo uma linha de ação sustentável. Para alcançar esse intento, sugere-se atuar sobre quatro dimensões, ainda de acordo com TIDD (2005): (i) Resultados tangíveis: essa é provavelmente a mais intuitiva das dimensões, pois afere se o processo está dando os resultados esperados ou não, indicando eventual necessidade de ajustes. Essa métrica garante que o processo de inovação não perca o foco na geração de resultados para a empresa. Entretanto se essa dimensão predominar sobre as demais pode levar a inovação a concentrar-se apenas no curto prazo. (ii) Eficiência no processo: embora exista uma crença comum de que inovar é tão somente uma questão de atitude, afirma-se que a inovação se sustenta em processos bem estruturados. A medição da eficiência desses processos indica se eles estão favorecendo o alcance dos resultados esperados. (iii)recursos para inovar: não adianta aferir os resultados e estruturar processos se não se destinam recursos para a inovação. Esses recursos, entretanto, para gerarem resultados, devem ser canalizados por processos bem estruturados. 7

8 (iv) Cultura propensa à inovação: todo o esforço de inovação deve ser acompanhado de um estímulo à mudança cultural. Sem isso, o modelo de inovação se esgota e a situação tende a retornar tudo a seu estágio anterior, em outras palavras, ao início do programa de inovação. Segundo HAMEL (2006) a company s management processes can strangle innovation in a hundred mostly unseen ways and often do. Para o autor as empresas estabelecem objetivos, planos, estruturas e processos para realizar com segurança e com o menor risco possível o que se propõem a realizar, tanto para produzir e vender seus produtos, quanto na prestação de serviços de natureza diversa. Para ARRUDA e BARCELLOS (2009) toda a estrutura e processos organizacionais são estabelecidos para reduzir incertezas; e o processo de inovar é uma contradição empresarial. Se as forças contrárias à inovação são tão profundas nas organizações, talvez como parte inerente do próprio sistema organizacional e empresarial é fundamental criar um contexto social que facilite a inovação, em especial, para a gestão de processos. No item 4, apresenta-se um estudo de caso sobre a infraestrutura aeroportuária brasileira, os seus aspectos econômicos, estimativas de longo prazo e oportunidades para a inovação. 4. Estudo de Caso: Aplicações para a Infraestrutura Aeroportuária A infraestrutura aeroportuária brasileira é um tema polêmico, controverso e com inúmeras oportunidades de melhoria na sua gestão. Segundo a IATA (2010), o setor vem crescendo 10% ao ano, representando uma das maiores taxas do mundo. No entanto, problemas relacionados à capacidade dos terminais de passageiros, demandas, custos e tecnologias associadas preocupam as autoridades, para o pleno atendimento aos usuários. Diversos estudos vêm sendo conduzidos no mundo sobre a infraestrutura aeroportuária, citando pesquisas de natureza qualitativa como GILLEN (2009 e 2006), TADEU (2009) e BUTTON (2003) e de natureza quantitativa, como CHARNES, COOPER e RHOEDES (2007), PRODIFILLIDIS (2000) e VREEKER, NIJKAMP e WELLE (2002). No entanto, existe uma escassez de pesquisas relacionadas à gestão de processos e inovação para o tema, ainda mais, direcionada para o modelo brasileiro. Em um recente estudo, TADEU e GILLEN (2010), avaliam a infraestrutura aeroportuária brasileira, em função dos seguintes aspectos: (i) crescimento econômico, (ii) demanda nacional e internacional (iii) custos, como os mais relevantes para o setor, segundo a IATA (2010). A proposta dos autores foi a realização de um levantamento de dados para o período , citando IPEA (2010), Banco Mundial (2010) e ANAC (2010). A posteriori foram desenvolvidas simulações de longo prazo, utilizando os modelos de Monte Carlo e Regressão Múltipla (avaliando também, o risco dos resultados, representado pelo termo risco ), para o período , em respeito às diretrizes do plano estratégico para o setor, proposto pela ANAC (2010). A relevância desta pesquisa está na metodologia utilizada, revisando as técnicas quantitativas propostas, em respeito à BODA, BUSATH, HENDERSON and SOKOŁOWSKI (2000), DEMPSTER and SCOTT (2000), FU, LAPRISE, MADAN and WU (2001), CASTILLO-RAMÍREZ (2001), 8

9 TSITSIKLIS and VAN ROY (2001), SUN, AXELBAUM and HUERTAS (2004), SUSLICK and SCHIOZER (2004), WALLS (2004), BARRAQUAND and MARTINEAU (2005), LIU (2005), BROADIE, GLASSERMAN and JAIN (2007), PETERSON, MURTHA and SCHNEIDER (2007), SIDDIQUI, AL- YATEEM and AL-THAWADI (2007) and CHAKARVARTULA, OLIVER, CUNHA and REYNOLD (2008). Finalmente, a pesquisa conduzida pelos autores é de grande valia para este estudo, por valer-se de dados suficientes para a condução de análises relacionadas a processos e inovação. Assim sendo, propõe-se o desdobramento do estudo de caso, em função do desempenho econômico nacional, demanda por passageiros e custos, conforme os resultados gerados por TADEU e GILLEN (2010) Desempenho Econômico O comportamento do PIB é uma variável importante para a projeção de cenários, tendo um impacto relevante para o segmento aeroportuário, envolvendo aspectos para a oferta e demanda de serviços. A Tabela 1 elucida os resultados alcançados. Critério PIB Max PIB Min PIB Nacional 1.489, ,2 Risco 95,09 85,54 Tabela 1 PIB Máximo e Mínimo (trilhão de US$) Fonte: TADEU e GILLEN (2010) Os gráficos 1 e 2 apresentados abaixo são o resultado das simulações propostas pelos autores para o período em análise. 9

10 Gráfico 1 PIB Máximo (trilhão de US$) Fonte: TADEU e GILLEN (2010) Gráfico 2 PIB Mínimo (trilhão de US$) Fonte: TADEU e GILLEN (2010) Os Gráficos 1 e 2 são o resultado da simulação proposta por TADEU e GILLEN (2010). A sua interpretação indica que a probabilidade do PIB é de 100% (eixo y), sendo para valores máximos de US$ bilhões e mínimo de US$ bilhões (eixo x), respectivamente. Estas séries históricas são importantes, pois com o crescimento do PIB, o país necessitará de mais investimentos em infraestrutura aeroportuária. 10

11 4.2. Demanda Nacional e Internacional O comportamento da demanda nacional e internacional é importante para avaliações relacionadas a capacidade dos terminais de passageiros e oferta de assentos pelas empresas aéreas. A Tabela 2 elucida os resultados alcançados. Critério Demanda Max Demanda Min Demanda , ,103 Risco , ,340 Tabela 2 Demanda Nacional e Internacional Máximo e Mínimo (milhões de passageiros) Fonte: TADEU e GILLEN (2010) Os gráficos 3 e 4 apresentados abaixo são o resultado das simulações propostas pelos autores para o período em análise. Gráfico 3 Demanda Nacional e Internacional Máximo (milhões de passageiros) Fonte: TADEU e GILLEN (2010) 11

12 Gráfico 4 Demanda Nacional e Internacional Mínimo (milhões de passageiros) Fonte: TADEU e GILLEN (2010) Os Gráficos 3 e 4 são o resultado da simulação proposta por TADEU e GILLEN (2010). A sua interpretação indica que a probabilidade para a demanda é de 100% (eixo y), sendo para valores máximos de 175 milhões e mínimo de 110 milhões (eixo x), respectivamente. Estas séries históricas são importantes, pois com o crescimento da demanda, o país necessitará de mais investimentos em infraestrutura aeroportuária Custos Segundo a ANAC (2010), a estrutura de custos tem forte impacto na dinâmica organizacional das empresas aéreas, devendo ser objeto de excelente gestão, para margens operacionais satisfatórias. A Tabela 3 elucida os resultados alcançados. Data Custos Max Custos Min Custos 200, 1 198, 1 Risco 0, 46 0, 18 Tabela 3 Custos Máximo e Mínimo (milhões de US$) * Considerando custos com pessoal, câmbio, combustíveis e outros. ** Os custos com combustível representam em media, 32% dos custos totais. Fonte: TADEU e GILLEN (2010) 12

13 Os gráficos 5 e 6 apresentados abaixo são o resultado das simulações propostas pelos autores para o período em análise. Gráfico 5 Custos Máximo (milhão de US$) Fonte: TADEU e GILLEN (2010) Gráfico 6 Custos Mínimo (milhão de US$) Fonte: TADEU e GILLEN (2010) Os Gráficos 5 e 6 são o resultado da simulação proposta por TADEU e GILLEN (2010). A sua interpretação indica que a probabilidade para os custos assumida é de 100% (eixo y), sendo para valores máximos de US$ 200 milhões e mínimo de US$ 199 milhões (eixo x), respectivamente. Estas 13

14 séries históricas são importantes, pois com o crescimento da demanda, o país necessitará de mais investimentos em infraestrutura aeroportuária. De acordo com as Tabelas e Gráficos propostos pelos autores, as possibilidades são para o crescimento do PIB, acompanhado da demanda e custos, com impacto considerável para a infraestrutura aeroportuária. Segundo a ANAC (2010), o setor aeroportuário movimentou em 2009 o total de de passageiros, com inúmeros problemas de capacidade nos aeroportos de Guarulhos (São Paulo), Congonhas (São Paulo), Galeão (Rio de Janeiro), Santos Dummont (Rio de Janeiro), Brasília (Goiás), Porto Alegre (Rio Grande do Sul) e Confins (Minas Gerais). A solução para os problemas seria a realização de investimentos, mas necessariamente de gestão, conforme DOMINGOS, SANTOS e ESPÍRITO SANTO (2004), em busca de processos mais eficientes e inovação. Assim sendo, os próximos passos são o delineamento da gestão de processos e inovação, conforme os itens acima e 3.2, utilizando os dados apresentados acima Gestão de Processos Conforme o item 3.1, propõe-se o delineamento dos processos para a infraestrutura aeroportuária brasileira e em função dos dados explicitados nos itens 4.1, 4.2 e 4.3. (i) Governança de Processos: estendendo o conceito de processos para a infraestrutura aeroportuária, citando INFRAERO (2006), é possível compreender que estruturas organizacionais e operacionais eficientes passam por processos de colaboração, neste caso, para MATERA (2007), entre os agentes públicos e privados para um funcionamento autônomo e com métricas adequadas. (ii) Formação do Comitê de Líderes: corroborando com o item i e segundo PEDRINHA (2000), a criação de uma gestão aeroportuária congregando a participação de representantes das esferas pública e privada seria vantajosa para a geração de novos conhecimentos e em busca da melhoria contínua. Ganhos associados à redução de custos ou na melhoria da processos podem ser percebidos, conforme PEREIRA (2004). (iii)identificação dos Processos-Chave: para TOZZI, CUNHA e CORREIA (2007), as organizações aeroportuárias devem definir os processos elementares para a sua eficiência operacional, ainda mais, em ambientes economicamente voláteis. De acordo com o BNDES (2001), as funções de transporte aeroportuário são onerosas e quanto mais eficientes o processo de gestão, maiores os benefícios para os usuários. (iv) Desdobrando estratégico: TURETA (2001) propõem que o planejamento governamental para o transporte aeroportuário seja traduzido em praticidade, com o alcance das ações nas práticas públicas e privadas, envolvendo a Infraero e as empresas aéreas, por agente público especializado. (v) Processo do conhecimento e inovação: RIFKIN (1994) propõe um desdobramento estratégico para o setor aeroportuário, através de processos eficientes, simulações constantes das condições operacionais e novas concepções funcionais, em busca da melhoria continua e benefícios aos consumidores finais. 14

15 Observando a revisão da literatura e as simulações apresentadas no item 4.3, sugere-se que a infraestrutura aeroportuária brasileira apresenta problemas funcionais, como os seguintes: Crescimento do PIB e incremento de novos passageiros no setor, TADEU e GILLEN (2010). Logo, como os aeroportos estarão preparados para atender a esta demanda crescente? Da mesma forma, as empresas aéreas? Haverá força de trabalho suficiente para o setor? Os sistemas de supervisão do tráfego aéreo e das empresas funcionarão adequadamente? Haverá a devida supervisão governamental? SIEWERDT (2002) avalia a possibilidade de colapso no sistema aeroportuário brasileiro e as suas possíveis deficiências de longo prazo. Aumento da demanda por vôos em escala nacional e internacional, em função do crescimento econômico, proximidade com eventos esportivos e a atratividade por novos investimentos no país. TARGA (2001) avalia a possibilidade para problema de fluxos e a ausência de investimentos necessários para atender a demanda de longo prazo. Aumento dos custos do setor, apesar dos avanços econômicos nacionais, os inúmeros problemas de infraestrutura do setor, citando TADEU e GILLEN (2010), mas essencialmente por deficiências gerencias, conforme OUM, YAN e YU (2008) estimulam ao funcionamento de organizações ineficientes, operando somente em escala para a sua sobrevivência. FORSYTH, GILLEN e NIEMEIER (2010) afirmam que o pensamento estratégico para o setor aeroportuário deve ser direcionado para uma avaliação segmentada e por demandas específicas, exigindo inovações de produtos e processos Inovação Conforme o item 3.2, propõe-se aspectos inovadores para a infraestrutura aeroportuária brasileira e em função dos dados explicitados em 4.1, 4.2 e 4.3. (i) Resultados tangíveis: revisão ou adoção de novas métricas para o setor aeroportuário, bem como a atuação efetiva pela Infraero e ANAC. (ii) Eficiência no processo: revisão de toda a estrutura operacional aeroportuária, adotando padrões de relevância internacional, tanto para os aeroportos, quanto para as empresas que atuam no segmento, exigindo uma ação direcionada por região, passageiros e cargas movimentadas, STARKIE (2001). (iii)recursos para inovar: revisão do marco regulatório aeroportuário, como executado em outros países, observando os trabalhos executados por STARKIE e YARROW (2008), com a presença de capital privado nas operações de terminais de passageiros, cargas e para possíveis investimentos nas empresas aéreas. (iv) Cultura propensa à inovação: estabelecimento de novas regras e o desenho de um sistema eficiente de colaboração, coordenação e comunicação de processos para facilitar os trabalhos relacionadas a infraestrutura aeroportuária, seus processos e inovações. 15

16 5. Conclusões O objetivo deste artigo foi o de analisar os conceitos sobre processos, inovação e as suas aplicações para a infraestrutura aeroportuária brasileira, buscando entender a evolução conceitual e a sua praticidade, após uma revisão detalhada de publicações introduzidas no meio acadêmico e empresarial ao longo dos anos. O item 2 resume de forma adequada todo o estudo realizado na literatura e as análises realizadas sobre os termos gestão de processos, inovação e infraestrutura aeroportuária. As análises realizadas identificaram a ausência de publicações que correlacionassem os termos pesquisados, sendo o fator relevante para o desenvolvimento do estudo. Como suporte para as análises, o item 4 valida-se de estudos conduzidos previamente sobre a infraestrutura aeroportuária brasileira, com o desenvolvimento de simulações e regressões múltiplas, com ampla base de dados e variáveis significativas para uma interação entre processos e inovação. Portanto, foi possível identificar neste estudo, as condições para melhorias significativas para a infraestrutura aeroportuária, em relação ao crescimento do PIB, demanda nacional e internacional, bem como para custos. Assim sendo, as conclusões são: (i) propõe-se novas pesquisas para o desenvolvimento de análises estratégicas e de longo prazo, contemplando as hipóteses para a inclusão de novos aeroportos no sistema nacional, o desenvolvimento de parcerias público-privada e no crescimento regional, associado a inclusão de pequenos aeroportos em cidades do interior, citando programas como o ProAero (Programa Aeroportuário de Minas Gerais), do Governo do Estado de Minas Gerais. Para tanto, há a necessidade de novos estudos e que examinem os efeitos destas inovações incrementais nas práticas aeroportuárias brasileiras e (ii) sugestão de estudos práticos em conjunto com as organizacoes públicas e privadas, sobre o nível de interação entre as suas atividades e conhecimento gerado. Concluindo, a gestão de processos, associada à inovação para a infraestrutura aeroportuária brasileira é fundamentalmente um meio para a criação de um ambiente organizacional satisfatório. As organizações públicas e privadas envolvidas nos aspectos capacitantes para a infraestrutura aeroportuaria possuem o conhecimento necessário, mas com a ausência de novas práticas de gestão. Estas novas práticas foram apresentadas neste artigo e devem ser aplicadas o quanto antes, para evitar possíveis problemas funcionais. Através desta pesquisa e as suas perspectivas foi possível entender a importância da gestão de processos para o setor aeroportuário e não somente para estudos técnicos direcionados. A intenção é que este artigo seja o estímulo para novas formas de se pensar sobre os temas pesquisados, estimulando mudanças e inovações nos processos inerentes ao ambiente aeroportuário brasileiro. Referências ALVARENGA NETO, R.C.D.; SOUZA, R. R.; QUEIRÓZ, Jairo.; CHIPP, H. Implementation of a Knowledge Management Process within the Brazilian Organizational Context: the ONS (National Operator of the Interconnected Power System) Experience. In: 6th International Conference on Intellectual Capital, Knowledge Management & Organisational Learning, 2009, Montreal. 6th International Conference on Intellectual Capital, Knowledge Management & Organisational Learning,

17 AKAO, Y. Quality Function Deployment Integrating Costumer Requirements into Product Design. Productivity Press, Cambridge, ARRUDA, C. BARCELLOS, E. Criando empresas inovadoras. Conexão Organizações Mundo. Fundação Com Cabral v.1. p.43. ARROW, K. The economic implementations of learning by doing. Review of Economics Studies, v.29, p , BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL BNDES. Aspectos de competitividade do setor aéreo (modal aéreo III). In: Informe Infra-Estrutura, n. 42, março, Rio de Janeiro: BNDES. BARRAQUAND, J; MARTINEAU, D. Numerical Valuation of High Dimensional Multivariate American Securities. Journal of. Finance and Quantitative Analysis. v.27, p , BODA, D; BUSATH, D; HENDERSON, D; SOKOŁOWSKI, S. Monte Carlo Simulations of the Mechanism for Channel Selectivity: The Competition between Volume Exclusion and Charge Neutrality. The Journal of. Chemical Physics. v.3, p. 3-15, BOWERSON, D; CLOSS, P. Logística Empresarial. Atlas, São Paulo, BREMER, C.F; FRANCIOSI, L.A; PINTÃO, L.R.R. Value Chain Scorecard. Revista Mundo Logística, v.1, p , BROADIE, M; GLASSERMANG, P; JAIN, A. Enhanced Monte Carlo Estimates for American Option Prices. Journal of Derivatives. v. 32, p , BURLTON, R. Business Process Management: Profiting from Process. Sams, New York, BUTTON, K. The Potencial of Meta-Analysis and Value Tranfers as Part of Airport of Airport Environmental Appraisal. Journal of Air Transport Management. v. 9, Issue 3, p , CASTILLO-RAMÍREZ, A. An Application of Natural Resource Evaluation Using a Simulation- Dynamic Programming Approach. Journal of Computational Finance. v. 5, p , CHARNES, A; COOPER, W.W; RHOEDES, E. Measuring the Efficiency of Decision Making Units. European Journal of Operational Research. v. 132, p , CHAKARVARTULA, S; HAQUE, I; FADEL, G. A modified Monte-Carlo simulation approach to heavy vehicle design for good dynamic performance in multiple scenarios. International Journal of Heavy Vehicle Systems. v. 2, p , CHRISTOPHER, M. Logistics and Supply Chain Management: Strategies for Reducing Costs and Improving Service. Pitman Publishing, New York, DEMPSTER, M; SCOTT, J. Planning Logistics Operations in the Oil Industry. Journal of Operational Research Society. v. 25, p.73-89,

18 DOMINGOS, E.M.; SANTOS, M.P.S.S.; ESPÍRITO SANTO, S.A. Estratégia Competitiva na Indústria de Transporte Aéreo Comercial de Passageiros no Brasil. In: XVIII Congresso de Ensino e Pesquisas em Transportes, v. 1, p , DONALDSON, K. ISHII, E. SHEPPARD, D. Customer Value Chain Analyses. Research in Enginnering Design. v. 16, n. 6, p , GRANT, R.M. Toward a knowledge-based theory of the firm. Strategic Management Journal, v.17 Special Issue Winter, p , GILLEN, D. Airline Business Models and Networks: Regulation, Competition and Evolution in Aviation Markets. Journal of Network Economics. v.5, p , GILLEN, D. The Volatility of Airfares in Markets. Transportation Research E- Logistics and Transportation Review. v. 45, p , GOFFIN, K; MITCHELL, R. Innovation Management Strategy and Implementation Using the Pentathlon Framework. Palgrave, New York, HAMEL, Gary. The why, what and how of management innovation. Harvard Business Review, v. 86, n. 1, , ISHII, K. Customer value chain analysis. Management Production. Stanford Univesity, EMPRESA BRASILEIRA DE INFRA-ESTRUTURA AEROPORTUÁRIA - Infraero. O aeroporto industrial em Campinas. In: Encontro de Administração, Comércio Exterior, Logística e Serviços. Campinas (SP): PUC Campinas-CEA. 11 e 14/3/2006. FORSYTH, P; GILLEN, D; MUELLER, H; NIEMEIER, M. Airport Competition: The European Experience. Aldershot, Ashgate, FU, M.C; LAPRISE, S.P; MADAN, D.B; Y, S.U, R; W.U. Pricing American Options: A Comparison of Monte Carlo Simulation Approaches. Journal of Computational Finance. v. 25, p , JESTON, J; NELIS, J. Business Process Management: Practical Guidelins to Successful Implementations. Butterworth-Heinemann, LIU, W. Random Field Finite Elements. International Journal of Numerical Methods in Engineering. v.21, p , MATERA, R.T. O desafio logístico na implantação de um aeroporto-indústria no Brasil. In: ANAIS DO VI SIMPÓSIO DE TRANSPORTE AÉREO. Maringá: Cesumar - SBTA, 23 e 24/8/2007. MARTYN, O. Business Process Management: A Rigorous Approach. The British Computer Society, OECD. Mensuração das atividades científicas e tecnológicas - Manual de Oslo - Diretrizes para coleta e interpretação de dados sobre inovação. Rio de Janeiro, Terceira Edição. 18

19 OUM, T; YAN, J; YU, C. Ownership forms matter for airport efficiency: A stochasticfrontier investigation of worldwide airports. Journal of Urban Economics. v. 64, p , PATTERSON, M. LIGHTMAN, S. Accelerating Innovation: improving the process of product development. Van Nostrand Reinhold, New York, PATTON, M.Q. Qualitative Research and Evaluation Methods. Thousand Oaks, California: Sage Publications, PEDRINHA, A. J. Carga aérea no Brasil: características gerais do mercado e fatores influentes. Rio de Janeiro: UFRJ-COPPE (Dissertação de Mestrado), PEREIRA, M.F.V. Redes e territorialidade da indústria aeronáutica brasileira: a Embraer S.A. e suas estratégias. In: Geografia Associação de Geografia Teorética. v. 29, n.1, PETERSON, S.K; MURTHA, J.A; SCHNEIDER, F.F. Risk Analysis and Monte Carlo Simulation Applied to the Generation of Drilling AFE Estimates. Society of Petroleum Engineers, PYKE, J; WHITEHEAD, R. Mastering Your Organization`s Processes: A Plain Guide to BPM. Cambridge University Press, PORTER, M. The Competitive Advantage of Nations. Palgrave, PROFILLIDIS, V.A. Econometric and Fuzzy Models for the Forecast of Demand in the Airport of Rhodes. Journal of Air Transport Management. v.6, p , RIFKIN, R. M. The single airport static stochastic ground holding problem. Dissertação de Mestrado, Massachusetts Institute of Technology, ROSE, C, STEVELS, A. Lessons Learned from Applying Environmental Value Chain Analysis to Product Take-Back. Productivity Press, Cambridge, ROSE, C, STEVELS, A. ISHII, K. Applying environmental value Chain Analyses. Productivity Press, Cambridge, ROSENBERG, N. Inside the black box. Technology and economics. Cambridge University Press, Cambridge, Mass ROTHWELL, R. Development towards the fifth-generation model of innovation. Technology Analysis & Strategic Management, SIDDIQUI, M; AL-YATEEM, K; AL-THAWADI, A. A new tool to evaluate the feasibility of petroleum exploration projects using a combination of deterministic and probabilistic methods. SPE Middle East Oil & Gas Show and Conference,

20 SIEWERDT, E. Gestão de Aeroportos e Espaços Aéreos no Limite de suas Capacidades. Relatório de Estudos Técnicos, SBTA (Sociedade Brasileira de Pesquisa em Transporte Aéreo), v.1. p , STARKIE, D. Reforming UK airport regulation, Journal of Transport Economics and Policy, v.35, p , STARKIE, D; YARROW, G. The single-till approach to the price regulation of airports, in D. Starkie (ed), Aviation Markets: Studies in Competition and Regulatory Reform, Aldershot, Ashgate, SCHUMPETER, J. A. The Theory of Economic Development. Harvard University Press, SCHUMPETER, J. A teoria do desenvolvimento econômico. Editora Nova Cultural, São Paulo, SUN, Z; AXELBAUM, R; HUERTAS, J. Monte Carlo Simulation of Multicomponent Aerosols Undergoing Simultaneous Coagulation and Condensation. Aero Science and Technology. v.2, p , 2004 SUSLICK, S.B; SCHIOZER, D.J. Risk analysis applied to petroleum exploration and production: an overview. Journal of Petroleum Science and Engineering. v.2, p , TADEU, H.F.B. Um Estudo Logístico sobre o Modelo Aeroportuário: do Modelo Aeroporto Indústria para Cidade Aeroporto. Dom (Fundação Dom Cabral), v.1, p , TADEU, H.F.B; GILLEN, D. Brazilian Airport Infrastructure: analysis using the Monte Carlo Simulation and Multiple Regressions. Centre for Transportation Studies (Working Papers 2010), Sauder School of Business, TARGA, D. Uma ferramenta automatizada no auxílio à alocação de slots para o problema de gerenciamento de fluxo de tráfego aéreo brasileiro. Dissertação de Mestrado, Instituto Tecnológico de Aeronáutica, São José dos Campos, TIDD, Joe; BESSANT, J.; et.al. Gestão da Inovação. São Paulo. Editora Artmed. 3a. edição, TOZI, L. A; CUNHA, M. V. F; CORREIA, A. Determinação das oportunidades de melhoria no nível de serviço de um terminal de carga área internacional. In: ANAIS DO VI SIMPÓSIO DE TRANSPORTE AÉREO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PESQUISA EM TRANSPORTE AÉREO. Maringá PR: UEM-SBTA, 23 a 25 de agosto de TSITSIKLIS, J.N; VAN ROY, B. Regression Methods for Pricing Complex American-Style Options. IEEE Trans. Neural Networks, TURETA, C. M. O Mundo é o Limite, Trade and Transport. São Paulo, v.1, p.8-20, KIM, W, C; MAUBORGNE, R. Value Innovation The Strategic Logic of High Growth. Harvard Business Review, v. 75, n. 1, ,

Artigo publicado. na edição 23. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. julho e agosto de 2011

Artigo publicado. na edição 23. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. julho e agosto de 2011 Artigo publicado na edição 23 Assine a revista através do nosso site julho e agosto de 2011 www.revistamundologistica.com.br :: artigo Aviação Brasileira Impactos e implicações para a sua expansão A expansão

Leia mais

INFRAESTRUTURA AEROPORTUÁRIA NACIONAL: análise dos processos críticos a partir da simulação. de Monte Carlo. GESTÃO, INFORMAÇÃO E SOCIEDADE

INFRAESTRUTURA AEROPORTUÁRIA NACIONAL: análise dos processos críticos a partir da simulação. de Monte Carlo. GESTÃO, INFORMAÇÃO E SOCIEDADE ARTIGO GESTÃO, INFORMAÇÃO E SOCIEDADE INFRAESTRUTURA AEROPORTUÁRIA NACIONAL: análise dos processos críticos a partir da simulação de Monte Carlo Hugo Ferreira Braga Tadeu 1 Jersone Tasso Moreira Silva

Leia mais

FATORES RELACIONADOS À EFICIÊNCIA DE PORTOS E TERMINAIS DE CARGA

FATORES RELACIONADOS À EFICIÊNCIA DE PORTOS E TERMINAIS DE CARGA FATORES RELACIONADOS À EFICIÊNCIA DE PORTOS E TERMINAIS DE CARGA Karen Vassoler Martins Marta Monteiro da Costa Cruz FATORES RELACIONADOS À EFICIÊNCIA DE PORTOS E TERMINAIS DE CARGA Karen Vassoler Martins

Leia mais

Autor(es) FELIPE DE CAMPOS MARTINS. Orientador(es) ALEXANDRE TADEU SIMON. Apoio Financeiro PIBITI/CNPQ. 1. Introdução

Autor(es) FELIPE DE CAMPOS MARTINS. Orientador(es) ALEXANDRE TADEU SIMON. Apoio Financeiro PIBITI/CNPQ. 1. Introdução 19 Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS: APRIMORAMENTO DA METODOLOGIA DE DIAGNOSTICO E PROPOSIÇÃO DE UM MÉTODO PARA IMPLANTAÇÃO BASEADO EM PROCESSOS DE NEGÓCIO Autor(es) FELIPE

Leia mais

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 INTRODUÇÃO Sobre o Relatório O relatório anual é uma avaliação do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da FDC sobre as práticas

Leia mais

Um Modelo de Mensuração da Contribuição da Gestão do Conhecimento em Projetos

Um Modelo de Mensuração da Contribuição da Gestão do Conhecimento em Projetos 1 Um Modelo de Mensuração da Contribuição da Gestão do Conhecimento em Projetos José Renato Sátiro Santiago Junior 1. Introdução A estruturação de processos voltados para a medição e monitoramentos das

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais UNIDADE CURRICULAR Qualidade Total e Gestão das Operações MESTRADO Gestão Negócios ANO E

Leia mais

Autoria: Nestor de Oliveira Filho, Franciane Silveira

Autoria: Nestor de Oliveira Filho, Franciane Silveira APLICAÇÃO DO PROCESSO TOLL-GATE PARA SELEÇÃO DE OPORTUNIDADES E PROJETOS DE NOVOS PRODUTOS EM EUMA EMPRESA FORNECEDORA DE BENS E SERVIÇOS PARA O SETOR DE ENERGIA Resumo Autoria: Nestor de Oliveira Filho,

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais UNIDADE CURRICULAR Competitividade, Planeamento e Controlo nos Serviços de Saúde MESTRADO

Leia mais

ANP. (2012). Agência Nacional de Petroleo. Acesso em 22 de 06 de 2012, disponível em http://www.anp.gov.br

ANP. (2012). Agência Nacional de Petroleo. Acesso em 22 de 06 de 2012, disponível em http://www.anp.gov.br 98 8. REFERÊNCIAS ANAC. (2012). Anuário do Transporte Aéreo. Acesso em 18 de agosto de 2012, disponível em Site da ANAC: http://www2.anac.gov.br/estatistica/anuarios.asp ANP. (2012). Agência Nacional de

Leia mais

INOVAÇÃO: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA SOBRE O TEMA INNOVATION: A REVIEW. Palavras-chaves: Gestão, Inovação, Referencial Bibliográfico

INOVAÇÃO: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA SOBRE O TEMA INNOVATION: A REVIEW. Palavras-chaves: Gestão, Inovação, Referencial Bibliográfico Eixo Temático: Inovação e Sustentabilidade RESUMO INOVAÇÃO: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA SOBRE O TEMA INNOVATION: A REVIEW Thiago Favarini Beltrame, Andressa Rocha Lhamby e Victor K. Pires O que seria inovar?

Leia mais

Análise de metodologias para gerenciamento de programas e múltiplos projetos: Priorização de Projetos Aplicação do Método Analytic Hierarchy Process

Análise de metodologias para gerenciamento de programas e múltiplos projetos: Priorização de Projetos Aplicação do Método Analytic Hierarchy Process Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação MBA em Gestão Avançada de Projetos - Turma nº20 28 de maio de 2015 Análise de metodologias para gerenciamento de programas e múltiplos projetos: Priorização

Leia mais

A ABORDAGEM UTILIZADA PELO GRUPO SIMUCAD: SIMULAÇÃO & CAD, NO DESENVOLVIMENTO DE INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS

A ABORDAGEM UTILIZADA PELO GRUPO SIMUCAD: SIMULAÇÃO & CAD, NO DESENVOLVIMENTO DE INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS A ABORDAGEM UTILIZADA PELO GRUPO SIMUCAD: SIMULAÇÃO & CAD, NO DESENVOLVIMENTO DE INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS Nilton Luiz Menegon menegon@power.ufscar.br Miguel Antonio Bueno da Costa mbcosta@power.ufscar.br

Leia mais

1. Centros de Competência de BI

1. Centros de Competência de BI Pagina: 1 1. Centros de Competência de BI Originalmente, o termo Centro de competência de BI (conhecido também como BICC Business Intelligence Competence Center) foi utilizado pelo instituto de pesquisa

Leia mais

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES:

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: A Teoria das Organizações em seu contexto histórico. Conceitos fundamentais. Abordagens contemporâneas da teoria e temas emergentes. Balanço crítico. Fornecer aos mestrandos

Leia mais

Gestão do Conhecimento em Projetos. Emir José Redaelli, Msc Fortaleza, CE - 11.11.2010

Gestão do Conhecimento em Projetos. Emir José Redaelli, Msc Fortaleza, CE - 11.11.2010 Gestão do Conhecimento em Projetos Emir José Redaelli, Msc Fortaleza, CE - 11.11.2010 Objetivo da palestra Compartilhar a experiência profissional prática da gestão do conhecimento organizacional via gestão

Leia mais

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO)

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO) EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 CONCESSÃO PARA AMPLIAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPLORAÇÃO DOS AEROPORTOS INTERNACIONAIS BRASÍLIA CAMPINAS GUARULHOS EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA

Leia mais

Aplicando Pontos de Função na Definição de um Sistema de Indicadores BIT

Aplicando Pontos de Função na Definição de um Sistema de Indicadores BIT Aplicando Pontos de Função na Definição de um Sistema de Indicadores BIT Eduardo Alves de Oliveira eduaopec@yahoo.com.br SERPRO - Serviço Federal de Processamento de Dados Rua Pacheco Leão, 1235 - Fundos

Leia mais

MBA Gestão da Tecnologia de Informação

MBA Gestão da Tecnologia de Informação MBA Gestão da Tecnologia de Informação Informações: Dias e horários das aulas: Segundas e Terças-feiras das 18h00 às 22h00 aulas semanais; Sábados das 08h00 às 12h00 aulas quinzenais. Carga horária: 600

Leia mais

Primeiro encontro do ciclo 2013-2014

Primeiro encontro do ciclo 2013-2014 Primeiro encontro do ciclo 2013-2014 O começo de um ciclo, com novos integrantes e uma proposta diferente em relação à construção conjunta de soluções. O CRI Nacional teve na última semana o primeiro encontro

Leia mais

Investigando aspectos da geração de novos produtos de software. Daniel Arcoverde (dfa@cin.ufpe.br)

Investigando aspectos da geração de novos produtos de software. Daniel Arcoverde (dfa@cin.ufpe.br) Investigando aspectos da geração de novos produtos de software Daniel Arcoverde (dfa@cin.ufpe.br) Estrutura Parte1. Inovação é igual em software? Parte 2. Processo de Desenvolvimento de Novos Produtos

Leia mais

Integrando o Gerenciamento de Projetos à Estratégia da Empresa

Integrando o Gerenciamento de Projetos à Estratégia da Empresa 4 th International Conference on Industrial Engineering and Industrial Management XIV Congreso de Ingeniería de Organización Donostia- San Sebastián, September 8 th -10 th 2010 Integrando o Gerenciamento

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Pólo de Viseu Instituto Universitário de Desenvolvimento e Promoção Social

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Pólo de Viseu Instituto Universitário de Desenvolvimento e Promoção Social UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Pólo de Viseu Instituto Universitário de Desenvolvimento e Promoção Social DISCIPLINA Controlo Informático da Gestão LICENCIATURA Informática

Leia mais

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS Data: 10/03/2001 Peter Wanke INTRODUÇÃO Localizar instalações ao longo de uma cadeia de suprimentos consiste numa importante

Leia mais

Análise da gestão de portfólio de projetos de produtos com base nos conceitos da medição de desempenho: estudo de caso

Análise da gestão de portfólio de projetos de produtos com base nos conceitos da medição de desempenho: estudo de caso Análise da gestão de portfólio de projetos de produtos com base nos conceitos da medição de desempenho: estudo de caso Maicon G. Oliveira a (maicongdo@gmail.com); Henrique Rozenfeld b (roz@sc.usp.br) a,

Leia mais

8 Referências bibliográficas

8 Referências bibliográficas 8 Referências bibliográficas ACIONISTA.COM.BR. Disponível em: . Acesso em: 28 ago. 2011. ANP (AGÊNCIA NACIONAL DE PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS). Disponível em: .

Leia mais

7 Referências bibliográficas

7 Referências bibliográficas 7 Referências bibliográficas ACS, Z. J.; AUDRETSCH, D. B. Innovation in large and small firms: an empirical analysis. The American Economic Review, v. 78, n. 4, p. 678-690, 1988. ANTONCIC, B.; HISRICH,

Leia mais

BSC Funciona: Novo método para planejamento de empresas incubadas

BSC Funciona: Novo método para planejamento de empresas incubadas BSC Funciona: Novo método para planejamento de empresas incubadas Maria Clara Fonteque Scacchetti 1 Aparecido Rudnick 2 Washington Fernando Silva 3 Lucia Braga Sousa 4 Resumo: Este artigo tem o objetivo

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Tecnologia da Informação

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Tecnologia da Informação Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Tecnologia da Informação Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Tecnologia da Informação tem por fornecer conhecimento

Leia mais

Eixo Temático: Estratégia e Internacionalização de Empresas SUSTENTABILIDADE E CADEIAS DE SUPRIMENTOS: QUAL A CONFIGURAÇÃO ATUAL?

Eixo Temático: Estratégia e Internacionalização de Empresas SUSTENTABILIDADE E CADEIAS DE SUPRIMENTOS: QUAL A CONFIGURAÇÃO ATUAL? Eixo Temático: Estratégia e Internacionalização de Empresas RESUMO SUSTENTABILIDADE E CADEIAS DE SUPRIMENTOS: QUAL A CONFIGURAÇÃO ATUAL? SUSTAINABILITY AND SUPPLY CHAIN: WHICH THE CURRENT CONFIGURATION?

Leia mais

Terceirização da Operação Logística Estudo de caso sobre a terceirização da Logística de Distribuição de uma Indústria Farmacêutica

Terceirização da Operação Logística Estudo de caso sobre a terceirização da Logística de Distribuição de uma Indústria Farmacêutica Mariana Botelho Morais Terceirização da Operação Logística Estudo de caso sobre a terceirização da Logística de Distribuição de uma Indústria Farmacêutica Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada

Leia mais

Modelagem de Processos de Negócio Departamento de Ciência da Computação - UFMG. Maturidade em BPM. (Business Process Management)

Modelagem de Processos de Negócio Departamento de Ciência da Computação - UFMG. Maturidade em BPM. (Business Process Management) Modelagem de Processos de Negócio Departamento de Ciência da Computação - UFMG Maturidade em BPM (Business Process Management) Douglas Rodarte Florentino Belo Horizonte, 21 de Junho de 2010 Agenda Introdução

Leia mais

Universidade*Nove*de*Julho*1*UNINOVE* Programa*de*Mestrado*Profissional*em*Administração* *Gestão*em*Sistemas*de*Saúde*

Universidade*Nove*de*Julho*1*UNINOVE* Programa*de*Mestrado*Profissional*em*Administração* *Gestão*em*Sistemas*de*Saúde* UniversidadeNovedeJulho1UNINOVE ProgramadeMestradoProfissionalemAdministração GestãoemSistemasdeSaúde Disciplina ProjetosComplexoseEstratégicosAplicadosàSaúde Códigodadisciplina GSEL04 Linhadepesquisa

Leia mais

Quais são as Balas de Prata no Gerenciamento de Projetos? (Autores: Carlos Magno da Silva Xavier e Alberto Sulaiman Sade Júnior) Resumo

Quais são as Balas de Prata no Gerenciamento de Projetos? (Autores: Carlos Magno da Silva Xavier e Alberto Sulaiman Sade Júnior) Resumo Quais são as Balas de Prata no Gerenciamento de Projetos? (Autores: Carlos Magno da Silva Xavier e Alberto Sulaiman Sade Júnior) Resumo A metáfora bala de prata se aplica a qualquer ação que terá uma extrema

Leia mais

III Simpósio sobre Gestão Empresarial e Sustentabilidade (SimpGES) Produtos eco-inovadores: produção e consumo"

III Simpósio sobre Gestão Empresarial e Sustentabilidade (SimpGES) Produtos eco-inovadores: produção e consumo 24 e 25 de outubro de 2013 Campo Grande-MS Universidade Federal do Mato Grosso do Sul RESUMO EXPANDIDO TRIPLE BOTON LINE INCORPORADO NAS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS: UM ESTUDO EM OPERADORES LOGÍSTICOS NO

Leia mais

3 Privatização dos Aeroportos

3 Privatização dos Aeroportos 27 3 Privatização dos Aeroportos Este capítulo discorre sobre a experiência internacional com a privatização dos aeroportos, a eficiência entre as diversas formas de capital e a estrutura escolhida pelo

Leia mais

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO BASEADO EM UMA METODOLOGIA DE TRANSFORMAÇÃO ORGANIZACIONAL

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO BASEADO EM UMA METODOLOGIA DE TRANSFORMAÇÃO ORGANIZACIONAL PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO BASEADO EM UMA METODOLOGIA DE TRANSFORMAÇÃO ORGANIZACIONAL Antonio Freitas Rentes Escola de Engenharia de São Carlos - USP Av. Trabalhador

Leia mais

Universidade de Brasília UnB Faculdade de Tecnologia FT Departamento de Engenharia Civil e Ambiental ENC Programa de Pós-Graduação em Transportes PPGT Análise de Modelos de Previsão de Demanda do Transporte

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA APLICAÇÃO DA GESTÃO DE PROCESSOS EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA APLICAÇÃO DA GESTÃO DE PROCESSOS EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA APLICAÇÃO DA GESTÃO DE PROCESSOS EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE

Leia mais

BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DE CONHECIMENTO PARA MELHORAR RESULTADOS DE PROJETOS

BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DE CONHECIMENTO PARA MELHORAR RESULTADOS DE PROJETOS BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DE CONHECIMENTO PARA MELHORAR RESULTADOS DE PROJETOS Marcela Souto Castro (UFF ) idearconsultoria@gmail.com Jose Rodrigues de Farias Filho (UFF ) rodrigues@labceo.uff.br Arnaldo

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO PARA A IMPLANTA- ÇÃO INTEGRADA DE SISTEMAS DE PLANEJAMENTO FINO DA PRODUÇÃO

SISTEMATIZAÇÃO PARA A IMPLANTA- ÇÃO INTEGRADA DE SISTEMAS DE PLANEJAMENTO FINO DA PRODUÇÃO SISTEMATIZAÇÃO PARA A IMPLANTA- ÇÃO INTEGRADA DE SISTEMAS DE PLANEJAMENTO FINO DA PRODUÇÃO Eng. Fábio Favaretto, MSC Dep. de Eng. Mecânica da Escola de Eng. de São Carlos - USP Av. Dr. Carlos Botelho,

Leia mais

Metodologias COBIT e ITIL e as perspectivas do Modelo de Alinhamento Estratégico de TI

Metodologias COBIT e ITIL e as perspectivas do Modelo de Alinhamento Estratégico de TI Metodologias COBIT e ITIL e as perspectivas do Modelo de Alinhamento Estratégico de TI Gilberto Zorello (USP) gilberto.zorello@poli.usp.br Resumo Este artigo apresenta o Modelo de Alinhamento Estratégico

Leia mais

O Balanced Scorecard BSC e a gestão do desempenho estratégico nas organizações do terceiro setor.

O Balanced Scorecard BSC e a gestão do desempenho estratégico nas organizações do terceiro setor. 1 São Paulo, 06 de junho do 2003 O Balanced Scorecard BSC e a gestão do desempenho estratégico nas organizações do terceiro setor. Peter Drucker (2001 p.67), fez a seguinte afirmação ao se referir ao terceiro

Leia mais

Governança de TI em Instituições Federais de Ensino Superior

Governança de TI em Instituições Federais de Ensino Superior Governança de TI em Instituições Federais de Ensino Superior Aluno: Mauro André Augusto Leitão Orientador: Asterio Kiyoshi Tanaka Co-Orientadora: Renata Mendes Araujo Programa de Pós-Graduação em Informática

Leia mais

Proposta de Criação do Mestrado em Gestão Logística. III - Informação Relativa ao Suplemento ao Diploma

Proposta de Criação do Mestrado em Gestão Logística. III - Informação Relativa ao Suplemento ao Diploma Proposta de Criação do Mestrado em Logística III - Informação Relativa ao Suplemento ao Diploma De acordo com o Despacho RT 41/2005 de 19 de Setembro Universidade do Minho Escola de Economia e Departamento

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO 2º.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO 2º. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO 2º. SEMESTRE 2015 DISCIPLINA: Pesquisa Quantitativa com Análise de Dados PROFESSOR:

Leia mais

BPM (Business Process Management)

BPM (Business Process Management) Instituto Superior de Economia e Gestão Ano lectivo 2007/2008 Cadeira de Tecnologias de Informação BPM (Business Process Management) Planeamento e Controlo de Gestão Baseados nos Processos de Negócio José

Leia mais

ANAIS ANÁLISE DE PROBLEMAS NO CONTROLE DE ESTOQUE DECORRENTES DE ERROS NOS REGISTROS DE SAÍDA

ANAIS ANÁLISE DE PROBLEMAS NO CONTROLE DE ESTOQUE DECORRENTES DE ERROS NOS REGISTROS DE SAÍDA ANÁLISE DE PROBLEMAS NO CONTROLE DE ESTOQUE DECORRENTES DE ERROS NOS REGISTROS DE SAÍDA FABIO FAVARETTO ( fabio.favaretto@unifei.edu.br ) UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ EVERTON DROHOMERETSKI ( profeverton.d@hotmail.com

Leia mais

Um modelo para o gerenciamento de múltiplos projetos de software aderente ao CMMI

Um modelo para o gerenciamento de múltiplos projetos de software aderente ao CMMI Universidade Federal de Pernambuco Graduação em Ciência da Computação Centro de Informática Um modelo para o gerenciamento de múltiplos projetos de software aderente ao CMMI PROPOSTA DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO

Leia mais

COBIT Um kit de ferramentas para a excelência na gestão de TI. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

COBIT Um kit de ferramentas para a excelência na gestão de TI. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com COBIT Um kit de ferramentas para a excelência na gestão de TI Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com Introdução Atualmente, é impossível imaginar uma empresa sem uma forte área de sistemas

Leia mais

Formação e Capacitação de Pessoas na Infraero

Formação e Capacitação de Pessoas na Infraero Formação e Capacitação de Pessoas na Infraero Desafios, Necessidades e Perspectivas da Formação e Capacitação de Recursos Humanos na Área Aeronáutica (Senado Federal Comissão de Serviços de Infraestrutura)

Leia mais

Fasci-Tech MAPEAMENTO DOS PROCESSOS DE NEGÓCIO PARA DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO

Fasci-Tech MAPEAMENTO DOS PROCESSOS DE NEGÓCIO PARA DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO MAPEAMENTO DOS PROCESSOS DE NEGÓCIO PARA DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Resumo: Carlos Alberto dos Santos 1 Profa. MSc. Rosangela Kronig 2 Abstract: Num ambiente globalizado e em constante

Leia mais

MODELOS DE PREVISÃO DE PREÇOS APLICADOS AOS CONTRATOS FUTUROS DE CAFÉ

MODELOS DE PREVISÃO DE PREÇOS APLICADOS AOS CONTRATOS FUTUROS DE CAFÉ MODELOS DE PREVISÃO DE PREÇOS APLICADOS AOS CONTRATOS FUTUROS DE CAFÉ BRESSAN, A.A. 1 E LIMA, J.E. 2 - Tais informações podem ser obtidas junto ao endereço eletrônico da BM&F: - 1 Professor

Leia mais

Estratégia de Orientação para o Mercado (OPM): breve revisão de conceitos e escalas de mensuração

Estratégia de Orientação para o Mercado (OPM): breve revisão de conceitos e escalas de mensuração Estratégia de para o Mercado (OPM): breve revisão de conceitos e escalas de mensuração Miguel Rivera PERES JÚNIOR 1 ; Jordan Assis REIS 2 1 Professor do IFMG Campus Formiga. Rua Padre Alberico, s/n. Formiga,MG

Leia mais

Pesquisa: Fomento para inovação nas Empresas Brasileiras

Pesquisa: Fomento para inovação nas Empresas Brasileiras CI1306 Pesquisa: Fomento para inovação nas Empresas Brasileiras Raoni Pereira, Hérica Righi, Marina Loures, Tiara Bicalho, Janayna Bhering, Bárbara Xavier - Núcleo de Inovação A Introdução inovação configura-se

Leia mais

VALORAÇÃO DE TECNOLOGIA

VALORAÇÃO DE TECNOLOGIA XII Encontro da Rede Mineira de Propriedade Intelectual VALORAÇÃO DE TECNOLOGIA Engª LOURENÇA F. DA SILVA Belo Horizonte - 05/11/2010 Lourença F. Silva - 05-11-2010 1 VALORAÇÃO DA TECNOLOGIA PARA VALORAR

Leia mais

5. Conclusões e recomendações

5. Conclusões e recomendações 5. Conclusões e recomendações Para melhor compreensão das conclusões e recomendações que serão apresentadas neste Capítulo, é necessário rever o contexto do problema e seus objetivos conforme descritos

Leia mais

FÓRUM DE GESTÃO E EFICIÊNCIA DE FROTAS OS DESAFIOS DA INOVAÇÃO NO CONTEXTO EMPRESARIAL. Osmar Saito

FÓRUM DE GESTÃO E EFICIÊNCIA DE FROTAS OS DESAFIOS DA INOVAÇÃO NO CONTEXTO EMPRESARIAL. Osmar Saito FÓRUM DE GESTÃO E EFICIÊNCIA DE FROTAS OS DESAFIOS DA INOVAÇÃO NO CONTEXTO EMPRESARIAL Professor Titular do CEA Centro de Estudos Automotivos Professor MBA em Gestão da Inovação FGV Professor de Pós Graduação

Leia mais

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta.

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta. Pesquisa IMAM/CEPEAD descreve os níveis de maturidade dos logísticos de empresas associadas Marcos Paulo Valadares de Oliveira e Dr. Marcelo Bronzo Ladeira O Grupo IMAM, em conjunto com o Centro de Pós-Graduação

Leia mais

Mensuração de desempenho logístico e o modelo World Class Logistics Parte 1

Mensuração de desempenho logístico e o modelo World Class Logistics Parte 1 Mensuração de desempenho logístico e o modelo World Class Logistics Parte 1 Maria Fernanda Hijjar Marina Helena Gervásio Kleber Fossatti Figueiredo O desenvolvimento de um bom sistema de monitoramento

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE: ESTUDO DE CASOS COM OPERADORES LOGÍSTICOS

INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE: ESTUDO DE CASOS COM OPERADORES LOGÍSTICOS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE: ESTUDO DE CASOS COM OPERADORES LOGÍSTICOS Projeto de Pesquisa Período: Agosto de 2010 a Julho de 2011 PIBIC Programa Institucional de Iniciação Científica Aluno: Aline Loureiro

Leia mais

Analisando a cadeia de valor: estratégias para inovar em produtos e serviços

Analisando a cadeia de valor: estratégias para inovar em produtos e serviços Artigo em publicação na Revista DOM Fundação Dom Cabral edição de Julho/2009 Analisando a cadeia de valor: estratégias para inovar em produtos e serviços POR Lia Krucken Quais são as melhores estratégias

Leia mais

O que é Balanced Scorecard?

O que é Balanced Scorecard? O que é Balanced Scorecard? A evolução do BSC de um sistema de indicadores para um modelo de gestão estratégica Fábio Fontanela Moreira Luiz Gustavo M. Sedrani Roberto de Campos Lima O que é Balanced Scorecard?

Leia mais

Uma nova forma de pensar a gestão de capital humano Fevereiro 2014

Uma nova forma de pensar a gestão de capital humano Fevereiro 2014 10Minutos Gestão de pessoas HR Analytics Uma nova forma de pensar a gestão de capital humano Fevereiro 2014 Destaques Menos de 30% dos CEOs recebem relatórios completos e confiáveis sobre sua força de

Leia mais

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão 1 Roteiro da Apresentação Definições Cadeia de Suprimentos Logística Gestão da Cadeia de Suprimentos

Leia mais

Gestão da Inovação 4º Ano de Gestão

Gestão da Inovação 4º Ano de Gestão INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO Universidade Técnica de Lisboa Gestão da Inovação 4º Ano de Gestão Ano Lectivo 2006/2007 2º Semestre Docente: Vitor Corado Simões PROGRAMA A. O que é a gestão da

Leia mais

Gestão de Projetos BIO-RIO Modelo de Sustentabilidade

Gestão de Projetos BIO-RIO Modelo de Sustentabilidade Gestão de Projetos BIO-RIO Modelo de Sustentabilidade Área Temática 2 Poster Autores: SILVA, Katia R. Aguiar C. 1 ; Co-Autores: Amorim, Kelly C. K., CIQUEIRA, Bárbara G., 3 Resumo Dentro do processo de

Leia mais

Oficina em Gestão e Mapeamento de Processos - BPM Office

Oficina em Gestão e Mapeamento de Processos - BPM Office Oficina em Gestão e Mapeamento de Processos - BPM Office Na nossa visão, a implantação da Gestão de Processos nas empresas, ou BPM, não se resume somente a uma atividade de mapeamento dos processos ou

Leia mais

Wesley Vaz, MSc., CISA

Wesley Vaz, MSc., CISA Wesley Vaz, MSc., CISA Objetivos Ao final da palestra, os participantes deverão ser capazes de: Identificar e compreender os princípios do Cobit 5; Identificar e conhecer as características dos elementos

Leia mais

Gestão de Portfólio Práticas e Competências Necessárias

Gestão de Portfólio Práticas e Competências Necessárias Gestão de Portfólio Práticas e Competências Necessárias Margareth Carneiro, PMP, MSc PMI GovSIG past-chair PMA Diretora Executiva Wander Cleber da Silva, PhD Fundação Funiversa 1 O Guia do PMBoK O Guia

Leia mais

Programa Pós MBA PÓS-MBA

Programa Pós MBA PÓS-MBA Programa Pós MBA PÓS-MBA SOBRE O PROGRAMA PÓS-MBA As grandes questões emergentes que permeiam o cenário organizacional exigem a adoção de uma nova visão estratégica, administrativa e gerencial dos negócios

Leia mais

XLVII SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PESQUISA OPERACIONAL

XLVII SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PESQUISA OPERACIONAL UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO CONSIDERANDO FAMÍLIAS DE ITENS E MÚLTIPLOS RECURSOS UTILIZANDO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE TRANSPORTE Debora Jaensch Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção

Leia mais

Universidade do Minho. Escola de Engenharia. UC transversais Programas Doutorais 1º semestre 2012-13. 11 de outubro 2012

Universidade do Minho. Escola de Engenharia. UC transversais Programas Doutorais 1º semestre 2012-13. 11 de outubro 2012 Universidade do Minho Escola de Engenharia UC transversais Programas Doutorais 1º semestre 2012-13 11 de outubro 2012 1 2 2 courses offered in the first semestre: Métodos de Investigação em Engenharia

Leia mais

Luiz Carlos Policarpo da Silva (FANOR) engluizpolicarpo@gmail.com

Luiz Carlos Policarpo da Silva (FANOR) engluizpolicarpo@gmail.com COMO MEDIR A PRODUTIVIDADE DOS SERVIÇOS DE AGENCIAMENTO DE TRANSPORTES DE CARGAS INTERNACIONAIS: ESTUDO DE CASO EM UM AGENTE DE CARGAS INTERNACIONAIS NO CEARÁ Luiz Carlos Policarpo da Silva (FANOR) engluizpolicarpo@gmail.com

Leia mais

Instituto de Computação, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Manaus-AM, Brasil

Instituto de Computação, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Manaus-AM, Brasil Elicitação de Requisitos a partir de Modelos de Processos de Negócio e Modelos Organizacionais: Uma pesquisa para definição de técnicas baseadas em heurísticas Marcos A. B. de Oliveira 1, Sérgio R. C.

Leia mais

8 Referências bibliográficas

8 Referências bibliográficas 8 Referências bibliográficas ALVES, M. Carro Flex Fuel: Uma Avaliação por Opções Reais. Dissertação (Mestrado em Administração). Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2007.

Leia mais

Medição de Desempenho na Etapa de Prospecção de Parques Eólicos: O Que Medir? Marllen Santos1, George Santiago2, Mario González3 RESUMO

Medição de Desempenho na Etapa de Prospecção de Parques Eólicos: O Que Medir? Marllen Santos1, George Santiago2, Mario González3 RESUMO Medição de Desempenho na Etapa de Prospecção de Parques Eólicos: O Que Medir? Marllen Santos 1, George Santiago 2, Mario González 3 1, 2 e 3 Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção - UFRN Avenida

Leia mais

FUNÇÕES MOTORAS (Produtos e Serviços)

FUNÇÕES MOTORAS (Produtos e Serviços) FUNÇÕES MOTORAS (Produtos e Serviços) 1. MÉTODO MENTOR - Modelagem Estratégica Totalmente Orientada para Resultados Figura 1: Método MENTOR da Intellectum. Fonte: autor, 2007 O método MENTOR (vide o texto

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE EMPRESAS CONSTRUTURAS DE PEQUENO PORTE

SISTEMA DE GESTÃO DE EMPRESAS CONSTRUTURAS DE PEQUENO PORTE SISTEMA DE GESTÃO DE EMPRESAS CONSTRUTURAS DE PEQUENO PORTE MOURA, Adilson Tadeu Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva BILESKY, Luciano Rossi Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva

Leia mais

Maria Amália Silva Costa ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA E GESTÃO DE PESSOAS POR COMPETÊNCIAS: O CASO POLICARBONATOS

Maria Amália Silva Costa ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA E GESTÃO DE PESSOAS POR COMPETÊNCIAS: O CASO POLICARBONATOS Maria Amália Silva Costa ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA E GESTÃO DE PESSOAS POR COMPETÊNCIAS: O CASO POLICARBONATOS Salvador, 2003 MARIA AMÁLIA SILVA COSTA A D M I N I S T R A Ç Ã O E S T R A T É G I C A E

Leia mais

A METODOLOGIA CANVAS PARA O DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

A METODOLOGIA CANVAS PARA O DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS A METODOLOGIA CANVAS PARA O DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Daniel dos Santos Mello¹ dsmello@bb.com.br Rogério Dionisio Haboski² rogeriodh@hotmail.com Wagner Luiz Jensen³ wagner_jensen@yahoo.com.br

Leia mais

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Louis Albert Araujo Springer Luis Augusto de Freitas Macedo Oliveira Atualmente vem crescendo

Leia mais

Dados x Informações. Os Sistemas de Informação podem ser:

Dados x Informações. Os Sistemas de Informação podem ser: CONCEITOS INICIAIS O tratamento da informação precisa ser visto como um recurso da empresa. Deve ser planejado, administrado e controlado de forma eficaz, desenvolvendo aplicações com base nos processos,

Leia mais

CASO DE INOVAÇÃO ATEX DO BRASIL UM NOVO MODELO ESTRATÉGICO DE REDES

CASO DE INOVAÇÃO ATEX DO BRASIL UM NOVO MODELO ESTRATÉGICO DE REDES CF1205 CASO DE INOVAÇÃO DO BRASIL UM NOVO MODELO ESTRATÉGICO DE REDES Hugo Ferreira Braga Tadeu D INTRODUÇÃO esde a implementação do Plano Real, a economia brasileira vem experimentando uma série de medidas

Leia mais

19 Congresso de Iniciação Científica AVALIAÇÃO DA INTEGRAÇÃO DAS METODOLOGIAS LEAN MANUFACTURING E SIX SIGMA NAS EMPRESAS DE PIRACICABA E REGIÃO

19 Congresso de Iniciação Científica AVALIAÇÃO DA INTEGRAÇÃO DAS METODOLOGIAS LEAN MANUFACTURING E SIX SIGMA NAS EMPRESAS DE PIRACICABA E REGIÃO 19 Congresso de Iniciação Científica AVALIAÇÃO DA INTEGRAÇÃO DAS METODOLOGIAS LEAN MANUFACTURING E SIX SIGMA NAS EMPRESAS DE PIRACICABA E REGIÃO Autor(es) THIAGO GUIMARAES AOQUI Orientador(es) IRIS BENTO

Leia mais

CRITÉRIOS PARA DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE INDICADORES DE DESEMPENHO VINCULADOS AOS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DE EMPRESAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL

CRITÉRIOS PARA DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE INDICADORES DE DESEMPENHO VINCULADOS AOS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DE EMPRESAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL CRITÉRIOS PARA DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE INDICADORES DE DESEMPENHO VINCULADOS AOS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DE EMPRESAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL Dayana Bastos Costa Eng. Civil, Mestranda NORIE/UFRGS. Av.

Leia mais

Gestão de Pessoas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO. 5.Mapeamento e análise de processos organizacionais. Indicadores de Desempenho.

Gestão de Pessoas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO. 5.Mapeamento e análise de processos organizacionais. Indicadores de Desempenho. Gestão de Pessoas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 5.Mapeamento e análise de processos organizacionais. Indicadores de Desempenho. AULA 07 - ATPS Prof. Leonardo Ferreira 1 A Estrutura Funcional X Horizontal Visão

Leia mais

Logística Lean: Conceituação e aplicação em uma empresa de cosmético.

Logística Lean: Conceituação e aplicação em uma empresa de cosmético. Priscila de Andrade Ramos Boisson Logística Lean: Conceituação e aplicação em uma empresa de cosmético. Dissertação de Mestrado (Opção profissional) Dissertação apresentada como requisito parcial para

Leia mais

ESTUDO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO UTILIZADO PELA ÁREA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE BENTO GONÇALVES EM SEU PROCESSO, GERENCIAMENTO E LOGÍSTICA

ESTUDO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO UTILIZADO PELA ÁREA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE BENTO GONÇALVES EM SEU PROCESSO, GERENCIAMENTO E LOGÍSTICA ESTUDO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO UTILIZADO PELA ÁREA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE BENTO GONÇALVES EM SEU PROCESSO, GERENCIAMENTO E LOGÍSTICA W.L.MOURA 1 ; L.FILIPETTO 2 ; C.SOAVE 3 RESUMO O assunto sobre inovação

Leia mais

ARTIGO APRESENTADO NO VIII COLÓQUIO DA GEOGRAFIA PORTUGUESA E PUBLICADO NAS ATAS DO CONGRESSO OUTUBRO DE 2011

ARTIGO APRESENTADO NO VIII COLÓQUIO DA GEOGRAFIA PORTUGUESA E PUBLICADO NAS ATAS DO CONGRESSO OUTUBRO DE 2011 ARTIGO APRESENTADO NO VIII COLÓQUIO DA GEOGRAFIA PORTUGUESA E PUBLICADO NAS ATAS DO CONGRESSO OUTUBRO DE 2011 POLÍTICAS PÚBLICAS DE INOVAÇÃO EM PORTUGAL UMA ANÁLISE DO QREN Rui GAMA 1, Ricardo FERNANDES

Leia mais

Proposta de Modelo de Desenvolvimento de Sistema de Medição de Desempenho Logístico

Proposta de Modelo de Desenvolvimento de Sistema de Medição de Desempenho Logístico Winston Carvalho Santana Proposta de Modelo de Desenvolvimento de Sistema de Medição de Desempenho Logístico DISSERTAÇÃO DE MESTRADO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL Programa de Pós-Graduação Profissional

Leia mais

CEAG Curso de Especialização em Administração para Graduados EMENTAS DAS DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA

CEAG Curso de Especialização em Administração para Graduados EMENTAS DAS DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA CEAG Curso de Especialização em Administração para Graduados EMENTAS DAS DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA Habilidades Computacionais 32 h/a Oferece ao administrador uma visão sobre as potencialidades da tecnologia

Leia mais

Alinhamento Estratégico da TI com o Modelo de Negócios da Empresa: um estudo sobre as melhores práticas da biblioteca ITIL

Alinhamento Estratégico da TI com o Modelo de Negócios da Empresa: um estudo sobre as melhores práticas da biblioteca ITIL Alinhamento Estratégico da TI com o Modelo de Negócios da Empresa: um estudo sobre as melhores práticas da biblioteca ITIL Fernando Riquelme i Resumo. A necessidade por criar processos mais eficientes,

Leia mais

Projetos (PMO) : Oportunidades de Sinergia

Projetos (PMO) : Oportunidades de Sinergia Escritórios de Processos (BPM Office) e de Projetos (PMO) : Oportunidades de Sinergia Introdução...2 Uniformizando o entendimento dos conceitos... 4 Entendendo as principais similaridades... 5 Entendendo

Leia mais

Advanced Planning and Scheduling

Advanced Planning and Scheduling Advanced Planning and Scheduling Por Soraya Oliveira e Raquel Flexa A importância do planejamento Uma cadeia de suprimentos é composta por diversos elos conectados que realizam diferentes processos e atividades

Leia mais

Conferência Internacional

Conferência Internacional Conferência Internacional Lisboa Maio de 2008 A INFRAERO Brazil Airport Administration 8 Superintendências Regionais 8 Regional Superintendences 67Aeroportos, (32 Internacionais) 67 Airports, 32 Internationals

Leia mais

METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA NOS USUÁRIOS E NA SUA ATIVIDADE

METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA NOS USUÁRIOS E NA SUA ATIVIDADE 6 Disponibilizado no endereço http://www.acaoergonomica.ergonomia.ufrj.br Ação Ergonômica vol 3 nº. 1 (2007) pp. 01-06 METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015

PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015 PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015 Líderes : Autores do Futuro Ser líder de um movimento de transformação organizacional é um projeto pessoal. Cada um de nós pode escolher ser... Espectador,

Leia mais

Um processo para construção de software mais transparente

Um processo para construção de software mais transparente Um processo para construção de software mais transparente Eduardo Almentero 1, and Julio Cesar Sampaio do Prado Leite 1 1 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC - Rio, Brasil {ealmentero,

Leia mais