UMA ABORDAGEM DE DECISÃO EM GRUPO PARA PRIORIZAÇÃO DE BUSINESS PROCESS MANAGEMENT SYSTEM - BPMS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UMA ABORDAGEM DE DECISÃO EM GRUPO PARA PRIORIZAÇÃO DE BUSINESS PROCESS MANAGEMENT SYSTEM - BPMS"

Transcrição

1 UMA ABORDAGEM DE DECISÃO EM GRUPO PARA PRIORIZAÇÃO DE BUSINESS PROCESS MANAGEMENT SYSTEM - BPMS Thiago Poleto (UFPE) Lucio Camara e Silva (UFPE) Carina Lopes Freire (UFPE) Ana Paula Cabral Seixas Costa (UFPE) O BPMS (business process management system) é uma alternativa de automatização que permite o desenvolvimento de aplicações a fim de gerenciar o processo de negócio. A escolha de tal ferramenta deve ser feita de forma criteriosa, em face doss altos custos envolvidos na aquisição. Entretanto, há uma série de dificuldades ao decidir sobre estas alternativas, considerando a visão de grupo de decisores que estão envolvidos no processo. Visto isso, o presente trabalho visa propor um modelo de decisão em grupo baseado no Promethee GDSS, com proposta de oferecer aos decisores suporte para priorizar as alternativas de BPMS. Inicialmente foi utilizado a metodologia SODA (Strategic Options Development and Analysis) para estruturar o problema e, em seguida, aplicado o método Promethee GDSS para priorizar as alternativas consideradas. Baseado nesta proposta, verificou-se que o modelo proposto é um importante instrumento de apoio ao processo decisório permitindo aos decisores a alcançar benefícios estratégicos. Palavras-chaves: Business process management system, Decisão em grupo, Promethee gdss

2 1. Introdução Atualmente, o ambiente de negócios tem se tornado cada vez mais dinâmico, imprevisível e competitivo. Assim sendo, obter informações adequadas tornou-se um fator diferencial, pois a tomada de decisão, baseada nessas informações, pode afetar significativamente à competitividade empresarial e influenciar no seu sucesso. Portanto, devido há uma crescente complexidade e dinamismo das informações operacionais e estratégicas em ambientes eletrônico e distribuído, os executivos estão constantemente à procura de um auxílio para sintetizar e integrar as informações para a melhoria do negócio (HUANG et al, 2011). Neste sentido, o fornecimento eficaz do suporte de TI para processos de negócios se tornou crucial para as empresas se manterem competitivas em seu mercado (LENZ, 2007). Em resposta a esta necessidade, diferentes metodologias de gestão têm sido criadas com a finalidade de apoiar os processos e, em especifico, podemos citar o Business Process Management (BPM). Estas metodologias oferecem suporte para gerenciar os processos de negócios operacionais, a fim de integrar os processos às organizações e promover a eficácia e eficiência dos negócios (HUANG et al, 2011). Um importante aspecto é a seleção de um tipo de ferramenta que dê suporte a esta finalidade, uma vez que o mercado oferece diferentes alternativas de BPMS, que consiste em um sistema que automatiza a gestão de processos de negócios. Nesta seleção, faz-se necessário destacar o que deve ser considerado como essencial necessário e relevante para uma organização, uma vez que uma ferramenta por ser essencial para uma organização e necessária para outra. Neste sentido, definir que critérios dão suporte a essa decisão é de extrema importância, a fim de obter o resultado mais adequado à organização. Em geral nesse tipo de decisão, é importante o envolvimento de diferentes áreas da organização, tais como a TI (Tecnologia da Informação), uma vez que essa área é responsável pela criação dos aplicativos de software. Além dessa, podem ser consideradas também as áreas relacionadas ao objeto do negócio, visto que possui conhecimento do processo, e a área de finanças, pois esta será responsável pela análise de investimento da ferramenta. Neste contexto, pode-se perceber que esse problema envolve a visão de um grupo de decisores de diferentes áreas, esse tipo de decisão pode caracterizar situações de conflito, uma vez que os objetivos de cada área podem ser distintos. Sendo assim, a intenção é considerar a opinião dos decisores envolvidos para auxiliar a solucionar este problema de acordo com as preferências coletivas. Diante disso, a proposta deste trabalho é a elaboração de um modelo de decisão em grupo para priorização do BPMS, baseado nas preferências de um grupo de decisores, através de múltiplos critérios. Para isto, foi aplicado o SODA, através de mapas cognitivos, para estruturar o problema e, em seguida, aplicou-se o PROMETHEE GDSS, para obter uma ordenação das alternativas a serem avaliadas. 2. Apoio multicritério ao processo decisório De acordo com Almeida e Costa (2003), uma abordagem multicritério é uma técnica para analisar as decisões complexas que visa estabelecer uma relação de preferências subjetivas 2

3 entre as alternativas que estão sendo avaliadas, de acordo com conjunto de critérios destacados no processo decisório. Wiecek et al (2008), destaca que o desenvolvimento de métodos multicritério de apoio à decisão foi motivado não apenas por uma variedade de problemas da vida real que exigem a consideração de múltiplos critérios, mas também pela vontade dos profissionais em propor técnicas avançadas de decisão. Sendo assim vários métodos multicritério de apoio à decisão têm sido propostos para ajudar na seleção das melhores soluções de compromisso em problemas com critérios conflitantes Decisão em grupo - promethee gdss Um problema de decisão em grupo ocorre quando estão envolvidos mais de dois responsáveis para tomar decisões, e estes podem representar diferentes departamentos de uma empresa. Nesse caso, cada decisor usualmente possui uma visão diferente, estabelecendo um objetivo individual que pode ser divergente entre os demais e, portanto, podendo se transformar num problema mais complexo (MACHARIS et al, 1998). Sendo assim, ainda de acordo com Macharis et al (1998), em decisões em grupo os decisores devem ser reunidos com um facilitador com o propósito de conduzir o encontro e moderar discussões diretas entre os decisores, além de apoiar ao grupo para obter uma decisão mais eficiente. Para proporcionar uma decisão eficiente e sistemática entre os decisores será utilizado o PROMETHEE GDSS (Preference Ranking Organization Method for Enrichment Evaluations Group Decision Support System), no qual tem por objetivo auxiliar a solução de problemas de decisão semi-estruturados ou não estruturados. Esse método visa construir uma relação de sobreclassificação para representar as preferências dos decisores e resolver a problemática de ordenação (Pγ) (MACHARIS et al, 1998). O Método PROMETHEE GDSS, permite todos os DM (Decision Makers) expressarem suas preferência através de uma função, e integrar as respectivas avaliações em uma decisão em grupo. Na fase preliminar, o facilitador deve auxiliar os decisores a estabelecer o conjunto de alternativas e critérios. É uma fase de discussão aberta. Em seguida, acontece a fase de avaliação individual. Cada decisor avalia as alternativas de acordo com seus próprios objetivos. Por fim, acontece a avaliação global, onde os pontos de vista de todos os decisores são comparados e agregados. A solução de consenso global é proposta pelo método PROMETHEE, e o GAIA serve para identificar os potenciais conflitos entre os decisores. O procedimento completo possui 11 estágios que são descritos mais adiante. No entanto, esses estágios são flexíveis e outras abordagens podem ser usadas pelo facilitador de acordo com as características do problema de decisão em questão. Conforme os resultados possam ser analisados de imediato, os DM estão autorizados a reavaliar e rever as suas decisões anteriores até que o grupo esteja totalmente satisfeito com o resultado. Na etapa final, todos os decisores têm uma visão pessoal do problema e os valores dos fluxos líquidos obtidos representam as preferências de cada decisor, sendo o maior valor correspondente a melhor alternativa para aquele decisor. Assim, os rankings de cada um são coletados e dispostos numa matriz de avaliação global, de modo que as preferências individuais sejam agregadas. Nesse caso, considera-se um novo problema multicritério, porém com as mesmas alternativas e considerando como critérios os decisores Uso de métodos multicritério para seleção de ferramentas 3

4 A metodologia de apoio à decisão multicritério apresentou um considerável desenvolvimento nos últimos anos, devido, principalmente, à diversidade de trabalhos publicados nessa área. Portanto, alguns trabalhos podem ser encontrados para seleção de ferramentas computacionais. Nessa perspectiva, um dos recentes trabalhos é o de Gomes et al (2011) estudaram, um abordagem multicritério em especifico a Teoria da Utilidade Multiatributo no processo de seleção da ferramenta de Business Intelligence explicitando as principais vantagens e limitações da sua adoção no contexto empresarial. Oliveira et al (2010) analisaram as ferramentas computacionais de BPM com perspectiva de auxiliar a prática da gestão do conhecimento, este modelo foi baseado a partir das interfaces da Gestão de processo com Gestão e conhecimento através dos modelos BPMI e WFMC. Em outro trabalho elaborado por Almeida Filho et al (2005), o qual trata da seleção direta de uma ferramenta computacional de apoio a decisão, que visa selecionar aquela que seja mais adequada aos propósitos da organização e que lhe proporcione maior retorno. O autor descreve a dificuldade dos decisores em estabelecer trade-offs insere no problema o contexto de informações parciais a respeito de suas preferências. Seguindo essa linha, o presente trabalho foi desenvolvido para apoiar os decisores na priorização de BPMS. Será utilizado o método PROMETHEE GDSS, que trabalha com a problemática de ordenação, para ranquear as possíveis alternativas a serem adotadas sobe a perspectiva de diferentes setores. 3. Modelo proposto O Business Process Management (BPM) foi desenvolvido para aumentar os níveis de produtividade de uma organização e a redução de custos, uma vez que, em BPM, o conceito de um processo fundamental visa entender como uma empresa opera para agilizar suas atividades constituintes (CHO; LEE, 2011). Diante disso, e com a concorrência cada vez mais intensa no mercado global, assim as empresas não devem negligenciar as oportunidades de melhorar os processos organizacionais, pois a capacidade de mudar tornou-se um fator importante para a sobrevivência das mesmas. Contudo, os Sistemas de Business Process Management (BPMS) fornecem melhor capacidade de mudar e otimizar processos. Como os processos de negócios estão cada vez mais complexo e estendidos entre diferentes áreas das organizações são utilizadas ferramentas computacionais para controle e mapeamento dos processos (CONTADOR et al, 2005). Os fornecedores de BPM ofertam diferentes características e necessidades de apoio ao processo, baseado no BPMS. No entanto, os BPMS são utilizados, principalmente, com duas finalidades: criar descrições de processos (em termos das suas atividades constituintes), e podem ser usados para suportar análise dos processos, e simular os esforços de concepção; e gerar o código executável que suporta o desempenho dos processos, por automatizar as etapas dos processos, e a integração entre sistemas e bases de dados utilizados pelos processos (ARTHUR et al, 2010). Além dessas características técnicas, é importante considerar outros fatores relevantes para a decisão entre eles, podemos destacar desempenho, funcionalidade, e usabilidade entre outros. Em algumas situações estes critérios podem ser conflitantes e surge dificuldade em priorizar 4

5 essas ferramentas disponíveis no mercado. Para garantir o sucesso nessa decisão é importante considerar múltiplos critérios relevantes para os decisores. Sendo assim, será elaborado um modelo de decisão em grupo utilizando uma abordagem de priorização dessas alternativas de BPMS descrito nos próximos itens Estruturação do problema No processo de apoio à decisão é necessário considerar os valores obtidos pelos decisores, pois são fatores subjetivos que influenciam o processo de tomada da decisão. Assim faz-se necessário entender como os decisores interpretam o contexto da decisão em que estão envolvidos e como eles visualizam o problema. Diante disso, os mapas cognitivos são utilizados como uma ferramenta para auxiliar a definir o problema destes decisores (ENSSLIN; MONTIBELLER, 1998). Um mapa cognitivo é definido como uma hierarquia de conceitos, relacionados por ligações de influência entre conceitos meios e fins e usado para estruturar, analisar e dar sentido aos problemas (ACKERMANN; EDEN, 1998). A técnica dos mapas cognitivos é muito usada para estruturação de problemas complexos em grupo. O objetivo desta estruturação não é alcançar um consenso entre os decisores, mas que os participantes alcancem um acordo sobre a formulação do problema. Neste processo, o facilitador tem a tarefa importante em auxiliar os tomadores de decisão a explorar seus pensamentos sobre o problema e expressar seus pontos de vista, considerando os objetivos de cada decisor (FRANCO; MONTIBELLER, 2010). Nesse sentido, o SODA (Strategic Options Development and Analysis) é uma técnica de estruturação, a qual visa capturar interpretações individuais de uma situação problemática. Esta metodologia é baseada na abordagem do mapa cognitivo, que são visualizadas e discutidas em reuniões com auxilio de um facilitador (EDEN; ACKERMANN, 2006). A elaboração do mapa cognitivo iniciou a partir pressuposto que a organização não adotava o BPMS na gestão de processos, assim novas perspectivas foram criadas até ser alcançado o objetivo desejado pela organização. É relevante destacar que o mapa cognitivo não se trata de um modelo de decisão, mas é uma forma de auxiliar o decisor a pensar de forma estruturada no problema. 5

6 Figura 1 Mapa agregado dos atores da empresa Na visão de Rouwette et al (2010) a partir da metodologia SODA o facilitador pede aos decisores para gerar ações identificadas como relevante de acordo com as preferências, com objetivo de contribuir para o problema. Sendo assim, o resultado deste processo consiste em um conjunto de meios e fins que auxiliam a escolha de ações futuras. Nesse sentido, estas conduzem os decisores às ações que podem ser tomadas, por fim contribuem para elaboração do modelo proposto Identificação e análise do contexto decisório Em geral, o processo de decisão torna-se complexo quando envolve diferentes atividades desenvolvidas pela organização, uma vez que são apresentados diferentes setores, nos quais possui visões diferentes sobre o problema. Apesar dos setores influenciarem nos objetivos estratégicos da organização, é comum entre os decisores expor apenas uma única visão. Porém todos diferentes fatores abordados neste problema contribuem para uma situação onde a definição dos critérios é uma tarefa difícil. Em situações como essa, não apenas o representante de um setor da organização deve ser considerado como decisor. Também devem ser levados em consideração outros stakeholders que influenciam na decisão. Assim, três atores foram identificados para fazer parte do processo decisório, representando grupos de interesses específicos, sendo eles: Tabela 1 Identificação dos Atores As alternativas neste trabalho são geradas pela pré-seleção de algumas ferramentas computacionais disponíveis no mercado na versão teste, como proposta de solução a gestão de processo (BPM), conforme mostra a Tabela 2. Tabela 2 Identificação das Alternativas Os critérios abordados foram definidos de acordo com as principais características encontradas nas ferramentas disponíveis, baseada em uma primeira avaliação realizada nos BPMS pré-selecionadas. Critérios Cr1 Simulação Descrição Capacidade de simular a execução dos processos com parâmetros como 6

7 Cr2 Integração Cr3 Licença de Software Cr4 Suporte Técnico: Cr5 Segurança Cr6 Templates para elaboração do processo Cr7 Relatório Cr8 Desempenho Cr9 Potencial da Ferramenta Cr10 Flexibilidade Cr11 Usabilidade custo, duração, consumo de recursos. Capacidade de conectar a sistemas de código aberto e proprietários. Analisar o custo para adquirir a ferramenta computacional. Capacidade de transmitir informação sobre o procedimento de execução das tarefas (auxiliar/explicar deve ser feito). Capacidade de estabelecer politicas de segurança da informação. Existência de templates pré-construídos a fim de acelerar o desenvolvimento e implantação de processos correspondentes aos próprios processos da organização. Exemplos: modelos de processo personalizáveis para Recursos Humanos, Finanças Corporativas. Capacidade de geração de relatórios de acompanhamento sobre o desempenho dos processos. Avaliar o desempenho das ferramentas, através da percepção dos usuários, quanto ao requisito de hardware para realização de uma tarefa. Nível de aceitação da ferramenta no mercado (referências de vendas, a reputação, a internacionalidade do caso de sucesso). Denota a habilidade do sistema em suportar as necessidades do negócio durante o seu ciclo de vida (nível de impacto com relação às mudanças nos processos de negócios). Nível de interação com os usuários. São desejáveis recursos amigáveis, como interfaces gráficas, menus inteligentes, navegação simples e direta, auxílios online, documentação e manuais atualizados e fáceis de consultar. Tabela 3 Descrição dos critérios A avaliação em uma escala tem como propósito atribuir um julgamento absoluto ou relativo. Sendo assim, o decisor deverá avaliar as alternativas de acordo com uma escala verbal conforme a tabela Aplicação do método Tabela 4 Avaliação de desempenho dos critérios O modelo abordado neste trabalho visa incorporar valores dos atores envolvidos, incluindo diferentes áreas e visão do processo de seleção de BPMS. Como sequência de procedimento a serem realizados, é apresentado na figura 2 o fluxograma das atividades desenvolvidas para elaboração do modelo proposto. 7

8 Figura 2 Fluxo das atividades do modelo proposto A tabela 5 mostra um síntese dos procedimentos iniciais para implementação do método promethee GDSS. Assim é possível visualizar o sequenciamento das etapas a ser cumprida para aplicação do modelo. Passo 1: Encontro entre facilitador e os decisores. É recomendada uma reunião preliminar para firmar o contato entre as partes interessadas. Esses encontros podem ser em conjunto ou separadamente. Cada decisor expressar suas próprias opiniões, com o intuito de progressivamente enriquecer a maturidade do facilitador em respeito ao processo de decisão. Passo 2: Descrição do problema. O facilitador comenta a estrutura de avaliação e apresenta a descrição geral do problema abordada no passo 1. Passo 3: Geração de alternativas. Os decisores trabalham separadamente através de um ambiente computacional, sendo convidados a gerarem alternativas. Passo 4: Conjunto estável de alternativas. Esta fase é de discussão (anônima ou não). O grupo analisa as alternativas propostas e o facilitador deve estimular comentários e ajudar a combinar possíveis propostas. O passo termina quando um conjunto estável de alternativas é definido. Passo 5: Comentários sobre as alternativas. É novamente uma fase computacional. Os decisores podem comentar e fazer objeções sobre as alternativas escolhidas. Passo 6: Avaliação dos critérios. Todos os critérios são coletados pelo facilitador e apresentados em uma matriz de avaliação entre alternativas x critérios. Tabela 5 Etapa inicial do método 8

9 4.1. Estágio de avaliação individual As alternativas propostas no estágio inicial serão avaliadas. O procedimento GDSS-promethee envolve uma avaliação individual de cada decisor e uma avaliação global para o grupo inteiro. Uma vez que as alternativas e os critérios estão definidos, o processo de avaliação pode inciar. Primeiramente cada decisor deve estabelecer pesos para os critérios e as funções de preferências conforme descreve a tabela 6. Passo 7: Pesos dos Critérios. O decisor deve estabelecer pesos de forma que a soma seja igual a 1. Caso o decisor determinar que um critério não é relevante, então pode ser atribuído o peso 0. Isso significa que este critério não será considerado na sua análise pessoal. Passo 8: Função de preferência. A função de preferência pode ser associada a cada critério por comparação par a par. Isso seria uma comparação entre os critérios. Fj(.) é um critério. Se: Fj(a) Fj(b) = 0 há indiferença Fj(a) Fj(b) ~ 0 há fraca preferência Fj(a) Fj(b) ~ 1 há preferência forte Fj(a) Fj(b) = 1 há preferência estrita Passo 9: Análise individual do promethee-gaia. Nesta etapa, os valores devem ser computados para cada decisor: fluxo positivo (força em relação às alternativas), fluxo negativo (fraqueza em relação às alternativas) e fluxo líquido (função valor: quanto maior, melhor). Então, cada decisor pode acessar: ranking parcial (aceita incomparabilidade), ranking completo ou plano gaia (mostra graficamente as posições das alternativas). As avaliações dos decisores podem ser diferentes, pois eles consideraram pesos distintos isso depende fortemente do interesse específicos dos decisores. Tabela 6 Avaliação individual dos decisores Alternativas DM1 Ordem DM2 Ordem DM3 Ordem A1: BonitaSoftware -0, , , A2: Visual Arquitect 0, , , A3: Process Maker -0, , , A4: OrquestraBPM -0, , , A5: Vision Pro -0, , , A6: Bizagi Suite 0, , , Tabela 7 Matriz de avaliação alternativa X critérios Na sequência da descrição dada anteriormente todos os DM atribui um score para cada critério. Logo após, as variações que ocorrem no peso de cada um dos critérios são verificados e um valor médio para o peso é determinado com uma variação que engloba as preferências de todos os DM. Depois disso, esses pesos serão normalizados. 9

10 4.2. Estágio de avaliação global O propósito nesta etapa é focar no suporte à decisão em grupo, considerando os específicos pontos de vista dos decisores. Passo 10: matriz de avaliação global. Depois do estágio de avaliação individual, o facilitador deve escolher os resultados de todos os decisores. Ele obtém os fluxos líquidos de todos os decisores, para cada alternativa. Então, uma nova matriz é feita, considerando as alternativas e os decisores (como critérios). Passo 11: avaliação global. Envolve a análise da nova matriz construída. Haverá um fluxo global, onde são considerados os fluxos líquidos e os pesos. Esse fluxo dará o ranking das alternativas. Tabela 8 Avaliação global dos decisores Para a agregação destas opiniões o uso do método Promethee GDSS que considera o ranque das alternativas resultante das opiniões individuais, ou seja, de cada decisor, como um critério. Neste o modelo proposto considera-se inicialmente que cada departamento possui a mesma importância, ou seja DM1, = DM2, = DM3 = 0,33. Sendo assim, somatório dos pesos da importância relativa de cada decisor na decisão final deve ser igual a 1. O ranque das alternativas, pelo Promethee GDSS, é visto na tabela 9. Este ranque representa o resultado da avaliação global. Ordem 1º 2º 3º 4º 5º 6º ϕ 0,4242-0,0242-0,0364-0,0485-0,0788-0,2364 Alternativa A2 A3 A1 A6 A4 A5 5. Conclusão Tabela 9 Resultado da Ordenação Global Há uma vasta gama de BPMS atualmente disponíveis no mercado para atender a uma ampla variedade de objetivos da modelagem de processo. Para cada objetivo, há notações de modelagem e abordagens diferentes, e as várias ferramentas são adaptáveis ao contexto e preferencia dos decisores, ou seja, nem todos os BPMS suportam o mesmo tipo de atividades. Diante disso, é importante destacar que, para a elaboração do modelo de apoio a decisão a construção da matriz de avaliação é um fator crucial no processo de priorização das alternativas, sendo que, se as informações relatadas pelos decisores não representar suas reais preferência, o modelo passa a não agregar valor ao decisor. Outro fator a ser destacado, é a escolha dos critérios de avaliação, pois estes devem estar alinhados com os objetivos a ser alcançado, assim o decisor deve refletir o conhecimento sobre o assunto abordando. O modelo desenvolvido apresenta importância em apoiar os gestores de diferentes departamentos para uma decisão estruturada de maneira a analisar as alternativas possíveis em relação aos múltiplos critérios. 10

11 Um benefício do uso do Promethee GDSS fornecer uma visão global das opiniões dos envolvidos, e uma ordem de preferência das alternativas, sendo esta útil quando se pretende ou precisa-se adotar mais de uma ação para a problemática. Com o método pode-se obter uma ordenação sobre as alternativas que podem ser adotadas, de acordo com as prioridades dos atores. Bibliografia ALMEIDA, A. T. & COSTA, A. P. C. S. M. Aplicações com métodos multicritério à decisão. Recife: Ed. Universitária UFPE, Vol. 1, ALMEIDA, F. A. T.; CAVALCANTE C. A. V. & ALMEIDA, A. T. Seleção de ferramenta computacional de apoio a decisão pelo método VIP Analysis, XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasil, 29 out a 01 de nov de ARTHUR, H. M. T.; WIL, M. P. V. A.; ADAMS, M. & RUSSELL, N. Modern Business Process Automation: YAWL and its Support Environment, Springer, CONTADOR, J. C.; DE SORDI, J. O.; MARINHO, B. de L.; & CARVALHO, M. F. H. Gestão do conhecimento aplicada à gestão por processos: identificação de funcionalidades requeridas às soluções de Business Process Management System (BPMS). RAI - Revista de Administração e Inovação, Vol. 2, n. 2, p. 5-18, CHO, C. & LEE S. A study on process evaluation and selection model for business process management, Expert Systems with Applications Vol. 38, n 5, p , EDEN, C. & ACKERMANN, F. Making Strategy. London: Sage Publications Ltd, EDEN, C. & ACKERMANN, F. Where next for problem structuring methods. J Oper Res Soc Vol. 57, n 7, p , ENSSLIN, L. & MONTIBELLER G. Mapas cognitivos no apoio à decisão, Universidade Federal de Santa Catarina, FRANCO, L. A. & MONTIBELLER, G. Facilitated modelling in operational research, European Journal of Operational Research Vol. 205, n 3. p , GOMES, L. F. A. M.; MORENO V. de A. Jr., WOITOWICZ, B. B. C. & LUCAS, S. M. F., Uma Abordagem Multicritério para a Seleção de Ferramentas de Business Intelligence, Revista Eletrônica de Sistema de Informação Vol. 10, n. 2, HUANG, Z.; LU X., & DUAN, H. Mining association rules to support resource allocation in business process management, Expert Systems with Applications Vol. 38, n 8 p , LENZ, R. & REICHERT, M. IT support for health care processes Premises, challenges, Perspectives, Data and Knowledge Engineering Vol. 61 n. 1 p , MACHARIS, C.; BRANS, J.P. & MARESCHAL, B. The GDSS PROMETHEE Procedure. Journal of Decision Systems Vol. 7, p , OLIVEIRA, A, M, A; CARVALHO, R, C; JAMIL, G, L; & CARVALHO, J, A, B. Avaliação de ferramentas de Business Process Management (BPMS) pela ótica da gestão do conhecimento, Perspectivas em Ciência da Informação Vol.15, n.1, p , ROUWETTE, E.; BASTINGS, I. & BLOKKER, H. A comparison of Group Model Building and Strategic Options Developement and Analysis. Group Decis Negost, WIECEK, M. M.; EHRGOTT, M.; FADEL, G. & FIGUEIRA, J.R. Multiple Criteria Decision Making for Engineering Vol. 36, p ,

Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo

Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo 1 Introdução A atual regulamentação do setor elétrico brasileiro, decorrente de sua reestruturação na última década, exige das empresas o cumprimento de requisitos de disponibilidade e confiabilidade operativa

Leia mais

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Processo de EO Procedimentos que são, ou podem ser, usados para formular as estratégias de operações que a empresa deveria adotar (SLACK,

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS Vanice Ferreira 12 de junho de 2012 GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais DE QUE PROCESSOS ESTAMOS FALANDO? GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais

Leia mais

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Estratégia de TI Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio 2011 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 Índice 1. Importância do ERP para as organizações...3 2. ERP como fonte de vantagem competitiva...4 3. Desenvolvimento e implantação de sistema de informação...5

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani BI Business Intelligence A inteligência Empresarial, ou Business Intelligence, é um termo do Gartner Group. O conceito surgiu na década de 80 e descreve

Leia mais

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br POR QUE ESCREVEMOS ESTE E-BOOK? Nosso objetivo com este e-book é mostrar como a Gestão de Processos

Leia mais

Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos.

Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos. Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos. Fundada em 1989, a MicroStrategy é fornecedora líder Mundial de plataformas de software empresarial. A missão é fornecer as plataformas mais

Leia mais

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos 3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos Este capítulo tem como objetivo a apresentação das principais ferramentas e metodologias de gerenciamento de riscos em projetos, as etapas do projeto onde o processo

Leia mais

Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia

Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia Desafios a serem superados Nos últimos anos, executivos de Tecnologia de Informação (TI) esforçaram-se em

Leia mais

Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil

Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil O futuro é (deveria ser) o sucesso Como estar preparado? O que você NÃO verá nesta apresentação Voltar

Leia mais

fagury.com.br. PMBoK 2004

fagury.com.br. PMBoK 2004 Este material é distribuído por Thiago Fagury através de uma licença Creative Commons 2.5. É permitido o uso e atribuição para fim nãocomercial. É vedada a criação de obras derivadas sem comunicação prévia

Leia mais

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 Conhecimento em Tecnologia da Informação Alinhamento Estratégico A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 2010 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI)

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) APARECIDA DE GOIÂNIA 2014 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Áreas de processo por

Leia mais

CobiT 5. Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? Conhecimento em Tecnologia da Informação

CobiT 5. Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação CobiT 5 Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? 2013 Bridge Consulting All rights reserved Apresentação Sabemos que a Tecnologia da

Leia mais

Mapas de Rotas Tecnológicas Roadmaps Conceitos, Tipos e Etapas de Elaboração. LELIO FELLOWS FILHO 05 de julho de 2007

Mapas de Rotas Tecnológicas Roadmaps Conceitos, Tipos e Etapas de Elaboração. LELIO FELLOWS FILHO 05 de julho de 2007 Mapas de Rotas Tecnológicas Roadmaps Conceitos, Tipos e Etapas de Elaboração LELIO FELLOWS FILHO 05 de julho de 2007 ROADMAP: do quê se trata Os mapas tecnológicos ou technology roadmaps fazem parte das

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions ISO 9001 Relatórios A importância do risco em gestao da qualidade Abordando a mudança BSI Group BSI/UK/532/SC/1114/en/BLD Contexto e resumo da revisão da ISO 9001:2015 Como uma Norma internacional, a ISO

Leia mais

INTRODUÇÃO A PORTAIS CORPORATIVOS

INTRODUÇÃO A PORTAIS CORPORATIVOS INTRODUÇÃO A PORTAIS CORPORATIVOS Conectt i3 Portais Corporativos Há cinco anos, as empresas vêm apostando em Intranet. Hoje estão na terceira geração, a mais interativa de todas. Souvenir Zalla Revista

Leia mais

Identificar as mudanças que acontecem na forma e no uso de apoio à decisão em empreendimentos de e-business. Identificar o papel e alternativas de

Identificar as mudanças que acontecem na forma e no uso de apoio à decisão em empreendimentos de e-business. Identificar o papel e alternativas de 1 Identificar as mudanças que acontecem na forma e no uso de apoio à decisão em empreendimentos de e-business. Identificar o papel e alternativas de relatórios dos sistemas de informação gerencial. Descrever

Leia mais

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO*

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* RESUMO Marilia Costa Machado - UEMG - Unidade Carangola Graciano Leal dos Santos

Leia mais

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People.

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. O SoftExpert BPM Suite é uma suíte abrangente de módulos e componentes perfeitamente integrados, projetados para gerenciar todo o ciclo de

Leia mais

Inteligência Organizacional, Inteligência Empresarial, Inteligência Competitiva, Infra-estrutura de BI mas qual é a diferença?

Inteligência Organizacional, Inteligência Empresarial, Inteligência Competitiva, Infra-estrutura de BI mas qual é a diferença? Inteligência Organizacional, Inteligência Empresarial, Inteligência Competitiva, Infra-estrutura de BI mas qual é a diferença? * Daniela Ramos Teixeira A Inteligência vem ganhando seguidores cada vez mais

Leia mais

Gerenciamento de Processos de Negócio

Gerenciamento de Processos de Negócio Gestão por Processos By Alan Lopes +55 22-99202-0433 alopes.campos@mail.com http://prof-alan-lopes.weebly.com Gerenciamento de Processos de Negócio - Conceitos e fundamentos - Modelagem de processo - Análise

Leia mais

Project and Portfolio Management [PPM] Sustainable value creation.

Project and Portfolio Management [PPM] Sustainable value creation. Project and Portfolio Management [PPM] Sustainable value creation. O SoftExpert PPM Suite é a solução mais robusta, funcional e fácil para priorizar, planejar, gerenciar e executar projetos, portfólios

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO PROVA DE CONHECIMENTO SOBRE O MR-MPS-SV 10/12/2012 4 HORAS DE DURAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO

IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO PROVA DE CONHECIMENTO SOBRE O MR-MPS-SV 10/12/2012 4 HORAS DE DURAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO PROVA DE CONHECIMENTO SOBRE O MR-MPS-SV 10/12/2012 4 HORAS DE DURAÇÃO EMAIL: (DEIXAR EM BRANCO) RESULTADO Q1 (0,5) Q2 (0,5) Q3 (1,0) Q4 (1,0) Q5 (1,0) TOTAL (10,0) Q6 (1,0) Q7 (2,0) Q8 (1,0) Q9 (1,0) Q10

Leia mais

I D C A N A L Y S T C O N N E C T I O N

I D C A N A L Y S T C O N N E C T I O N I D C A N A L Y S T C O N N E C T I O N Dan Vesset Vice-presidente de Programa, Business Analytics P r át i cas recomendadas para uma estr a t ég i a d e B u s i n e s s I n teligence e An a l yt i c s

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES Rigoleta Dutra Mediano Dias 1, Lívia Aparecida de Oliveira Souza 2 1, 2 CASNAV, MARINHA DO BRASIL, MINISTÉRIO DA DEFESA, BRASIL Resumo: Este

Leia mais

Ferramentas unificadas de SOA alinham negócios e TI IDG Research aponta grandes ganhos potenciais a partir de uma solução integrada

Ferramentas unificadas de SOA alinham negócios e TI IDG Research aponta grandes ganhos potenciais a partir de uma solução integrada Insight completo sobre IDG/Oracle Relatório de pesquisa de SOA Ferramentas unificadas de SOA alinham negócios e TI IDG Research aponta grandes ganhos potenciais a partir de uma solução integrada Alinhamento

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Estudo de Viabilidade PGE: Plastic Gestor Empresarial Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas Recife, janeiro de 2013 Sumário 1. Motivação... 1 2. Introdução: O Problema Indentificado... 2

Leia mais

Resumo do BABok 2.0 O Guia de Referência de Análise de Negócio Curso de Analista de Negócio 3.0

Resumo do BABok 2.0 O Guia de Referência de Análise de Negócio Curso de Analista de Negócio 3.0 O que é BABok? O BABok 2.0, Corpo de Conhecimento de Análise de Negócios, é considerado como um Guia Referência de Práticas de Análise de Negócio. Este guia é publicado e mantido pelo IIBA. O guia BABok

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI ANALISTA DE GESTÃO RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES

CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI ANALISTA DE GESTÃO RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES CELG DISTRIBUIÇÃO S.A EDITAL N. 1/2014 CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE GESTÃO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES O Centro de Seleção da Universidade Federal de Goiás

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONCEITOS

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONCEITOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONCEITOS 1. Sabe-se que o conceito de Sistema de Informação envolve uma série de sistemas informatizados com diferentes características e aplicações, os quais, porém, têm em comum

Leia mais

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Resumo: A finalidade desse documento é apresentar o projeto de planejamento

Leia mais

Governança de TI. ITIL v.2&3. parte 1

Governança de TI. ITIL v.2&3. parte 1 Governança de TI ITIL v.2&3 parte 1 Prof. Luís Fernando Garcia LUIS@GARCIA.PRO.BR ITIL 1 1 ITIL Gerenciamento de Serviços 2 2 Gerenciamento de Serviços Gerenciamento de Serviços 3 3 Gerenciamento de Serviços

Leia mais

Planejamento de sistemas de informação.

Planejamento de sistemas de informação. Planejamento de sistemas de informação. O planejamento de sistemas de informação e da tecnologia da informação é o processo de identificação das aplicações baseadas em computadores para apoiar a organização

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 10 de Outubro de 2013. Revisão aula anterior Documento de Requisitos Estrutura Padrões Template Descoberta

Leia mais

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Desenvolvendo o Plano de Gerenciamento do Projeto. Coletando Requisitos. Declarando

Leia mais

PEN - Processo de Entendimento das Necessidades de Negócio Versão 1.4.0

PEN - Processo de Entendimento das Necessidades de Negócio Versão 1.4.0 PEN - Processo de Entendimento das Necessidades de Negócio Versão 1.4.0 Banco Central do Brasil, 2015 Página 1 de 14 Índice 1. FLUXO DO PEN - PROCESSO DE ENTENDIMENTO DAS NECESSIDADES DE NEGÓCIO... 3 2.

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

Sistemas de Informação e Decisão. Douglas Farias Cordeiro

Sistemas de Informação e Decisão. Douglas Farias Cordeiro Sistemas de Informação e Decisão Douglas Farias Cordeiro Algumas coisas que vimos até aqui! Em termos gerais, o que é um sistema? Qual a diferença entre dado, informação e conhecimento? A inteligência

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL 2015 Sabemos que as empresas atualmente utilizam uma variedade muito grande de sistemas de informação. Se você analisar qualquer empresa que conheça, constatará que existem

Leia mais

Interatividade aliada a Análise de Negócios

Interatividade aliada a Análise de Negócios Interatividade aliada a Análise de Negócios Na era digital, a quase totalidade das organizações necessita da análise de seus negócios de forma ágil e segura - relatórios interativos, análise de gráficos,

Leia mais

Estratégia como fator de Competitividade. Resumo

Estratégia como fator de Competitividade. Resumo Estratégia como fator de Competitividade Autora: Claryce Barros Santos Resumo Em meio à variabilidade de processos organizacionais a estratégia surge como ferramenta crucial nas organizações. O presente

Leia mais

Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI

Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI Janeiro de 2011 p2 Usuários comerciais e organizações precisam

Leia mais

DuPont Engineering University South America

DuPont Engineering University South America Treinamentos Práticas de Melhoria de Valor (VIP Value Improvement Practices) DuPont Engineering University South America # "$ % & "" Abordagem DuPont na Gestão de Projetos Industriais O nível de desempenho

Leia mais

A gestão de processos de negócio: conceitos e ferramentas BPM

A gestão de processos de negócio: conceitos e ferramentas BPM FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DO PORTO A gestão de processos de negócio: conceitos e ferramentas BPM Trabalho realizado por: Ana Luisa Veiga Filipa Ramalho Doutora Maria Manuela Pinto GSI 2007 AGENDA:

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

PMONow! Serviço de Implantação de um Escritório de Projetos

PMONow! Serviço de Implantação de um Escritório de Projetos PMONow! Serviço de Implantação de um Escritório de Projetos PMONow! Serviço de Implantação de um Escritório de Projetos As organizações em torno do mundo estão implantando processos e disciplinas formais

Leia mais

Solução em Software e Automação Comercial

Solução em Software e Automação Comercial Solução em Software e Automação Comercial EMPRESA A Aps Informática é uma empresa de desenvolvimento de sistemas voltados para a gestão empresarial localizada em Recife, Pernambuco. Desde 1992 no mercado,

Leia mais

Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico

Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico Pedro Freitas pedrof86@terra.com.br Henrique Freitas hf@ea.ufrgs.br Raquel Janissek-Muniz rjmuniz@ea.ufrgs.br

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação. Prof a.:lillian Alvares

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação. Prof a.:lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Prof a.:lillian Alvares Fóruns óu s/ Listas de discussão Espaços para discutir, homogeneizar e compartilhar informações, idéias

Leia mais

PROCESSOS DE NEGÓCIOS: UMA VISÃO GERAL

PROCESSOS DE NEGÓCIOS: UMA VISÃO GERAL Universidade Federal de Santa Maria Sistemas de Informação ELC1093 Modelagem de Processos de Negócio PROCESSOS DE NEGÓCIOS: UMA VISÃO GERAL Profa. Lisandra Manzoni Fontoura Objetivos da Aula: Processos

Leia mais

Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira

Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira 3º semestre CONCEITOS CONCEITOS Atividade Ação executada que tem por finalidade dar suporte aos objetivos da organização. Correspondem

Leia mais

Janeiro 2009. ELO Group www.elogroup.com.br Página 2

Janeiro 2009. ELO Group www.elogroup.com.br Página 2 de um Escritório - O Escritório como mecanismo para gerar excelência operacional, aumentar a visibilidade gerencial e fomentar a inovação - Introdução...2 Visão Geral dos Papéis Estratégicos... 3 Papel

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Não há mais dúvidas de que para as funções da administração - planejamento, organização, liderança e controle

Leia mais

Gestão por Processos. Gestão por Processos Gestão por Projetos. Metodologias Aplicadas à Gestão de Processos

Gestão por Processos. Gestão por Processos Gestão por Projetos. Metodologias Aplicadas à Gestão de Processos Gestão por Processos Gestão por Projetos Gestão por Processos Gestão de Processos de Negócio ou Business Process Management (BPM) é um modelo de administração que une gestão de negócios à tecnologia da

Leia mais

MODELAGEM MULTICRITÉRIO PARA APLICAÇÃO DE POLÍTICAS DE SUSTENTABILIDADE NAS EMPRESAS DE TECNOLOGIA

MODELAGEM MULTICRITÉRIO PARA APLICAÇÃO DE POLÍTICAS DE SUSTENTABILIDADE NAS EMPRESAS DE TECNOLOGIA MODELAGEM MULTICRITÉRIO PARA APLICAÇÃO DE POLÍTICAS DE SUSTENTABILIDADE NAS EMPRESAS DE TECNOLOGIA Lúcio Camara e Silva Universidade Federal de Pernambuco-UFPE Depto. Engenharia de Produção Rua Acadêmico

Leia mais

Como alcançar os objetivos estratégicos de sua organização

Como alcançar os objetivos estratégicos de sua organização Como alcançar os objetivos estratégicos de sua organização 15 DE MAIO DE 2014 Hotel Staybridge - Sao Paulo PATROCÍNIO GOLD PATROCÍNIO BRONZE APOIO REALIZAÇÃO Desafios para a Implementação por Processos

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

Aula 2 Governança do projeto Papéis e Responsabilidades

Aula 2 Governança do projeto Papéis e Responsabilidades Aula 2 Governança do projeto Papéis e Responsabilidades Objetivos da Aula: Nesta aula, iremos conhecer os diversos papéis e responsabilidades das pessoas ou grupos de pessoas envolvidas na realização de

Leia mais

Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão e Tecnologia da Informação - Turma 25 20/03/2015. Big Data Analytics:

Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão e Tecnologia da Informação - Turma 25 20/03/2015. Big Data Analytics: Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão e Tecnologia da Informação - Turma 25 20/03/2015 Big Data Analytics: Como melhorar a experiência do seu cliente Anderson Adriano de Freitas RESUMO

Leia mais

Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos

Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos 11. Gerenciamento de riscos do projeto PMBOK 2000 PMBOK 2004 11.1 Planejamento de gerenciamento de riscos 11.1 Planejamento de gerenciamento de riscos

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001 INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, Eng. MBA Maio de 2001 Apresentação Existe um consenso entre especialistas das mais diversas áreas de que as organizações bem-sucedidas no século XXI serão

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

Carreira: definição de papéis e comparação de modelos

Carreira: definição de papéis e comparação de modelos 1 Carreira: definição de papéis e comparação de modelos Renato Beschizza Economista e especialista em estruturas organizacionais e carreiras Consultor da AB Consultores Associados Ltda. renato@abconsultores.com.br

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Comunidades de Prática Grupos informais e interdisciplinares de pessoas unidas em torno de um interesse

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial

Sistemas de Informação Empresarial Sistemas de Informação Empresarial SAD Sistemas de Apoio à Decisão parte 1: a Tomada de Decisão Fontes: O Brien e Webaula Estácio Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional

Leia mais

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO Profa. Leonor Cordeiro Brandão Relembrando Vimos alguns conceitos importantes: O que são dados; O que é informação; Quando uma informação se transforma em conhecimento;

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

Aplicação do Método AHP na Seleção de Software para Modelagem de Processos de Negócios Amanda Alves 1, Thiago Depoi Stoll 1, Rafael Baldiati Parizi 1

Aplicação do Método AHP na Seleção de Software para Modelagem de Processos de Negócios Amanda Alves 1, Thiago Depoi Stoll 1, Rafael Baldiati Parizi 1 242 Aplicação do Método AHP na Seleção de Software para Modelagem de Processos de Negócios Amanda Alves 1, Thiago Depoi Stoll 1, Rafael Baldiati Parizi 1 1Instituto Federal Farroupilha Campus São Borja

Leia mais

Forneça a próxima onda de inovações empresariais com o Open Network Environment

Forneça a próxima onda de inovações empresariais com o Open Network Environment Visão geral da solução Forneça a próxima onda de inovações empresariais com o Open Network Environment Visão geral À medida que tecnologias como nuvem, mobilidade, mídias sociais e vídeo assumem papéis

Leia mais

Instituto de Computação, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Manaus-AM, Brasil

Instituto de Computação, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Manaus-AM, Brasil Elicitação de Requisitos a partir de Modelos de Processos de Negócio e Modelos Organizacionais: Uma pesquisa para definição de técnicas baseadas em heurísticas Marcos A. B. de Oliveira 1, Sérgio R. C.

Leia mais

Liderança em idéias, métodos e resultados em BPM no Brasil. Automação de Processos. Jones Madruga

Liderança em idéias, métodos e resultados em BPM no Brasil. Automação de Processos. Jones Madruga Liderança em idéias, métodos e resultados em BPM no Brasil Automação de Processos Jones Madruga Promover melhorias e inovações que efetivamente criam valor não é simples... Apresentação Ø Organização PRIVADA

Leia mais

Introdução CMMI. Qualidade e Teste de Software CMMI 1

Introdução CMMI. Qualidade e Teste de Software CMMI 1 Introdução CMMI O propósito da qualidade é estabelecer um diferencial competitivo, através de contribuições como redução de defeitos, redução de custos, redução de retrabalho e aumento da produtividade,

Leia mais

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação O Valor da TI Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

Sistemas de Apoio a Decisão

Sistemas de Apoio a Decisão Universidade do Contestado Campus Concórdia Curso de Sistemas de Informação Prof.: Maico Petry Sistemas de Apoio a Decisão DISCIPLINA: Sistemas de Apoio a Decisão O QUE É UM SISTEMA DE APOIO À DECISÃO?

Leia mais

Políticas de Qualidade em TI

Políticas de Qualidade em TI Políticas de Qualidade em TI Prof. www.edilms.eti.br edilms@yahoo.com Aula 03 CMMI Capability Maturity Model Integration Parte II Agenda sumária dos Processos em suas categorias e níveis de maturidade

Leia mais

Sistemas de Informação para Apoio à Decisão Gerencial

Sistemas de Informação para Apoio à Decisão Gerencial Sistemas de Informação para Apoio à Decisão Gerencial Sistemas de Apoio à decisão (DSS) Os sistemas de apoio à decisão (Decision Support System, ou DSS) são uma das principais categorias de sistemas de

Leia mais

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1 Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii Parte I - Empresa e Sistemas, 1 1 SISTEMA EMPRESA, 3 1.1 Teoria geral de sistemas, 3 1.1.1 Introdução e pressupostos, 3 1.1.2 Premissas

Leia mais

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Tecnologia da Informação. O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Universidade Federal de Pernambuco

Universidade Federal de Pernambuco Universidade Federal de Pernambuco GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CENTRO DE INFORMÁTICA 201 1. 2 Sistema de Gestão de Processos de Negócio Baseado em Modelos Declarativos Proposta de Trabalho de Graduação

Leia mais

Simulação Computacional de Sistemas, ou simplesmente Simulação

Simulação Computacional de Sistemas, ou simplesmente Simulação Simulação Computacional de Sistemas, ou simplesmente Simulação Utilização de métodos matemáticos & estatísticos em programas computacionais visando imitar o comportamento de algum processo do mundo real.

Leia mais

Unidade IV SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Prof. Daniel Arthur Gennari Junior

Unidade IV SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Prof. Daniel Arthur Gennari Junior Unidade IV SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Daniel Arthur Gennari Junior Sobre esta aula Sistema de informação nos negócios Sistemas de informação no apoio ao processo de tomada de decisão Sistemas colaborativos

Leia mais

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS PLANOS DE CONTINGÊNCIAS ARAÚJO GOMES Capitão SC PMSC ARAÚJO GOMES defesacivilgomes@yahoo.com.br PLANO DE CONTINGÊNCIA O planejamento para emergências é complexo por suas características intrínsecas. Como

Leia mais

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia.

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Introdução Sávio Marcos Garbin Considerando-se que no contexto atual a turbulência é a normalidade,

Leia mais

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Louis Albert Araujo Springer Luis Augusto de Freitas Macedo Oliveira Atualmente vem crescendo

Leia mais

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA Daniela Vaz Munhê 1 Jenifer Oliveira Custódio Camara 1 Luana Stefani 1 Murilo Henrique de Paula 1 Claudinei Novelli 2 Cátia Roberta Guillardi

Leia mais

Oficina de Gestão de Portifólio

Oficina de Gestão de Portifólio Oficina de Gestão de Portifólio Alinhando ESTRATÉGIAS com PROJETOS através da GESTÃO DE PORTFÓLIO Gestão de portfólio de projetos pode ser definida como a arte e a ciência de aplicar um conjunto de conhecimentos,

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 05 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais