SHOW DO MILHÃO. São Paulo. Colheita da 2ª safra de milho avança com altas produtividades em todo o Estado. O Campo é o Nosso Escritório

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1 nº23 I Agosto / Setembro 2015 R$20,00 São Paulo O Campo é o Nosso Escritório SHOW DO MILHÃO Colheita da 2ª safra de milho avança com altas produtividades em todo o Estado EVENTOS Acompanhe os Dias de Campo regionais CONGRESSO DE NEMATOLOGIA Evento busca maneiras inovadoras de controle da praga CONGRESSSO DE SOJA Evento levanta importantes temas FERRUGEM ASIÁTICA INSPEÇÃO PERIÓDICA DE SEMEADORAS PROGRAMA DE APLICAÇÃO RESPONSÁVEL

2 Diretor Geral Marcelo Souza Diretora Executiva Fabiane Cavina Souza Repórter Renato Piovan AGRICULTOR É MERECEDOR DE TODAS AS HOMENAGENS Redação José C. Muniz Como disse José Luiz Tejon Megido Os agricultores não podem fazer greve, pois os ciclos das lavouras e da criação dos animais não permitem. Dia 28 de julho foi o Dia do Agricultor. Vale uma homenagem para essa categoria que com crise ou sem crise nunca para. A natureza não deixa. Os agricultores não podem fazer greve, pois os ciclos das lavouras e da criação dos animais não permitem. Os agricultores trabalham sem saber quanto irão ganhar. Não são eles quem colocam os preços nas suas mercadorias. Dependem das bolsas, do consumo, das incertezas de São Pedro, das pragas, doenças. Os agricultores também não sabem quanto irão gastar, pois também não são eles que colocam os preços nos insumos que irão utilizar, ou nos juros para financiar e nem tem certeza de quanto irão colher, pois as chuvas e as secas não estão sob sua vontade. A única coisa que podem fazer é trabalhar, trabalhar muito, estudar, aprender a cada dia, incorporar tecnologia e não tem futuro sem produtividade, exatamente essa mesma produtividade que falta e assola a economia brasileira. São os agricultores brasileiros que acionam as cadeias produtivas que geram cerca de 25% do PIB do Brasil e que neste vale da crise, significa a única rede de proteção do país, para cruzarmos essa fase, que com certeza iremos mudar. Mas vale adicionar homenagem para os agricultores e todas as agricultoras, afinal foram as mulheres que primeiro observaram que dos grãos que saiam para coletar podiam virar sementes e serem cultivados. E assim nasceu a agricultura, há 50 mil anos. Então, agricultores, saudações pelo seu dia. Direção de Arte Rodrigo de Souza Fotos José C. Muniz e Arquivo Manancial Foto da capa José C. Muniz Departamento Comercial José C. Muniz Circulação Estado de São Paulo Tiragem exemplares Periodicidade Bimestral Manancial Comunicação Rua Pietro Maschietto, 138 A Centro Pedrinhas Paulista SP Marcelo Souza Diretor Geral 2015 DO IMAGEM MÊS es-rede no em tanqu itações s ia p lá ti lic de Produção anema. Caso as so os novos p d a o n ã ç ra a la P ta rio 0 ra ins a p o ã ç a de 1.80 a z rc de autori m autorizadas, ce eja das. projetos s o beneficia rã e s s ia íl fam ann co Christm Crédito: Éri

3 28 de Julho de de Julho Dia Dia do do Agricultor Agricultor A Agricultura arte A A Agricultura é é a a arte de de saber esperar de saber esperar Riccardo Bacchelli Riccardo Bacchelli ÍNDICE 41 Tecnologia de Aplicação de Insumos 42 Tour Agro Rural 44 Dia de Campo Defispar 46 Campocooper em Palmital 48 Syngenta apresenta portfólio 50 Agroeste destaca tecnologia VTPRO 3 52 Adama aborda portfólio para milho 53 Agroceres no Campocooper 54 Basf participa do Campocooper 55 Híbridos de milho Agroceres 56 Syngenta aborda biotecnologia Viptera 3 58 Portfólio de soja Agroeste 59 Sistema AgCelence Milho 60 Sementes Agroceres 62 UPL em Santa Cruz 63 Adama destaca Azimut e Galil 64 Centro de Pesquisa Biotecnológica 66 Profissionais do Agro 06 Plantas daninhas resistentes 08 Manejo da Ferrugem Asiática 12 Desafios fitosanitários 16 Formação de nematologistas 17 Nematoides emergentes 18 Manejo avançado Stara 21 Água para comer 22 Feira de peças Unimaq-John Deere 23 Unimaq investe em AMS 26 Dia Nacional do Campo Limpo 28 Dia de Campo Morgan/Sefert 30 Dia de Campo Morgan/Canaã 32 Dia de Campo Zebu Agrícola 33 Inspeção Periódica de Semeadoras 34 Iniciativa 2.4D 35 Programa de Aplicação Responsável 36 Noite de Campo BMW 28 Eventos de safrinha 10 Congresso de Soja 14 Congresso de Nematologia 24 Bayer inaugura unidade de TSI ocampo ocampo e o nosso e o e ESCRIT nossoo nosso RIO ESCRIT O RIO Leia e assine Leia Leia e assine e assine O CAMPO É O NOSSO ESCRITÓRIO w w w. r a g r i c o l a. c o m. b r O CAMPO O CAMPO É O NOSSO É O NOSSO ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO w www w. w r a. rg ar gi cr oi cl a o. l ca o. cm o. m b r. b r

4 PLANTAS DANINHAS RESISTENTES Fotos:_José C. Muniz Estamos às vésperas do plantio da cultura da soja e, pelo que tudo indica, será uma ótima safra. Dentre as preocupações dos produtores estão as plantas daninhas resistentes ao glifosato que, a cada ano, parecem aumentar e com isso elevar os custos de produção, além de comprometer a produtividade. A fim de levar informações atualizadas para os produtores a equipe da Revista Agrícola falou com Fernando Storniolo Adegas, pesquisador especialista em plantas daninhas da Embrapa Soja de Londrina sobre o assunto. Acompanhe a seguir a entrevista: Revista Agrícola: Quais as principais espécies de plantas resistentes a glifosato no Brasil? Fernando Adegas: Atualmente existe o relato de seis espécies resistentes ao glifosato no Brasil: Lolium multiflorum (azevém), Conyza bonariensis, Conyza canadensis e Conyza sumatrensis (Buva), Digitaria insularis (capim-amargoso) e Chloris elata (capim-branco). R.A.: Por que o amargoso e a buva ainda continuam causando problemas? Adegas: Estas plantas ainda têm causado problemas porque se disseminaram para uma grande parte da área produtora de soja no país, se adaptaram às diferentes condi- Pesquisador fala sobre o manejo deste problema que a cada safra traz mais dor de cabeça e perdas aos agricultores ções de clima e solo, além de serem plantas consideradas de difícil controle, principalmente o controle químico. R.A.: Como resolver quando estão sozinhos? Adegas: Primeiramente o importante é manter as boas práticas agrícolas (rotação de culturas, cobertura de solo com palhada, época correta de semeadura, escolha da variedade ideal, etc), que vai ajudar no manejo dessas duas espécies. No aspecto do controle químico, como a buva é uma dicotiledônea e o capim-amargoso é uma monocotiledônea, devemos utilizar herbicidas específicos para cada população dessas plantas. R.A.: E quando temos os dois na mesma área? Adegas: Aí é complicado, pois como mencionado anteriormente, os herbicidas para cada uma dessas populações são diferentes: latifolidicidas para a buva e graminicidas para o capim-amargoso, que não devem ser aplicados conjuntamente e sim de forma separada. R.A.: Qual intervalo ideal entre as aplicações sequenciais? Adegas: Esse intervalo é variável, pois depende da espécie a ser controlada (ex: buva ou capim-amargoso), dos herbicidas a serem aplicados e da condição de desenvolvimento das plantas. De maneira geral, a aplicação sequencial para buva tem ficado no intervalo de 7 a 14 dias e para o capim- -amargoso entre 14 a 24 dias. R.A.: Qual intervalo entre a aplicação e o plantio de milho? Adegas: Se for aplicado os herbicidas do grupo dos inibidores da ACCase (conhecidos como graminicidas pós-emergentes) o intervalo para se semear o milho vai depender do herbicida e da dose do mesmo, que normalmente varia entre 5 a 18 dias. R.A.: Como manejar o milho voluntário e quais produtos utilizar? Adegas: O primeiro passo para se manejar o milho voluntário é diminuir as perdas na colheita, que significa menor quantidade de grãos com potencial de germinação. Os herbicidas que controlam o milho voluntário são os mesmo inibidores da ACCase utilizados para o capim-amargoso, cuja eficiência será em função do ingrediente ativo, da dose e do estádio de desenvolvimento do milho. A semente do Capim Amargoso pode ser levado pelo vento a distância de 70 km Nesta área no município de Pedrinhas Paulista - SP foram contadas 564 plantas de milho tiguera em apenas 100 metros quadradros 06 Fernando Adegas, pesquisador especialista em plantas daninhas da Embrapa de Londrina

5 Área de soja em fase de enchimento de grãos, totalmente atacada pela ferrugem asiática FERRUGEM ASIÁTICA Dr. Luiz Henrique Carregal, professor de Fitopatologia da Universidade Rio Verde (GO) (Fox, Orkestra e Elatus) que ainda têm melhor efeito sobre as doenças. Sobre a soja safrinha, Carregal destaca que estas lavouras surgiram com o objetivo do agricultor produzir sua própria semente ou simplesmente ganhar dinheiro. Para ele, ao analisar a situação econômica atual do país, onde o dólar está mais valorizado frente ao real e como boa parte dos negócios da soja é para exportação, o agricultor obtém um preço melhor. Alguns agricultores alegam que plantam a soja safrinha para a produção de sementes de boa qualidade, porém sabemos que na maioria dos casos, isso nada mais é do que uma alternativa de renda. O que o agricultor não entende é que, pelo número excessivo de aplicações de fungicidas que precisa ser feita ocorre uma grande pressão de seleção sobre o fungo e os poucos produtos que ainda funcionam irão perder a eficiência e a produção de soja vai ser prejudicada, o que afeta a economia do Brasil, explica. O professor destaca novamente que os produtos que têm a maior eficiência contra as doenças da soja na atualidade são os mais novos, podendo ser divididos em três grupos: no primeiro estariam o Elatus, Fox e Orkestra e os dois seguintes são formados pelos mais antigos, sendo os que ainda têm alguma eficiência (Aproach Prima, Sphere Max e Horus). Encerrando a entrevista, o professor de Fitopatologia deixa alguns conselhos aos agricultores, como a importância do plantio no cedo e a aplicação preventiva dos fungicidas, nunca repetindo mais de duas vezes seguidas o mesmo produto na safra, com alternância de grupos químicos. Aferrugem asiática ainda é a mais importante e preocupante doença da cultura da soja e os problemas começaram a se tornar ainda maiores devido à resistência, uma vez que pesquisas científicas comprovam que há populações do fungo menos sensíveis às estrobilurinas e ao triazóis. O alerta foi dado pelo professor de Fitopatologia da Universidade Rio Verde (GO), Dr. Luís Henrique Carregal, em entrevista à Revista Agrícola. Ele destaca que para combater a doença, são necessárias várias medidas de controle, dentre elas obedecer o período do vazio sanitário, eliminar a soja tigüera para haver menos inóculo para a próxima safra e evitar a soja Safrinha (que na visão do pesquisador já deveria ter sido proibida no Brasil). Além destas medidas, Carregal aponta ainda outros fatores importantes, como o plantio no cedo (no início da época recomendada), fazer adubação equilibrada, utilizar aquelas variedades que realmente são adaptadas para a região e promover o controle químico da lavoura. Para um melhor controle da doença, indicamos também a introdução de um fungicida protetor no sistema, que também Pesquisador destaca pontos importantes para um eficiente manejo da doença, que ainda é a principal preocupação dos sojicultores chamamos de multissítio. Ele atua em vários pontos do fungo ao mesmo tempo, sendo utilizado para manejo de resistência. O mancozebe, por exemplo, é utilizado desde a Década de 1960 e até hoje não há registro de fungo resistente a ele. Portanto, devemos introduzir estes produtos no sistema de aplicação para o combate de doenças da soja para obtermos o controle mais efetivo e gerenciar a resistência, explica. A Universidade Rio Verde faz um trabalho com fungicida protetor há quatro safras e os estudos apontam que os produtos utilizados agregam controle aos fungicidas que já apresentam maiores problemas de resistência e são primordiais para aqueles que ainda estão funcionando bem. Segundo o professor, o objetivo é preservar a eficácia destes novos produtos 08 ANUNCIO_LIARA_MEIA_PAGINA_rev1.indd /07/ :16:02 19:16:02

6 Mais de dois mil participantes, 75 palestrantes, 15 painéis, 12 conferências, 34 expositores e 370 trabalhos técnico-científicos. Esses são os números do VII Congresso Brasileiro de Soja e o Mercosoja 2015, que ocorreu de 22 a 25 de junho no Centro de Convenções CentroSul, em Florianópolis (SC). O evento, promovido pela Embrapa Soja (sediada no Paraná) foi pautado por discussões de temas envolvendo os diferentes aspectos da cadeia produtiva da soja, desde infraestrutura e transporte até questões específicas de produção e de mercado. A abertura do evento contou com diversas autoridades de Santa Catarina e também com a presença do pesquisador da Embrapa Soja e presidente do CBS, Alexandre Nepomuceno e da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu. Os debates envolvendo o mercado procuraram mostrar que o agronegócio da soja está inserido tanto no presente quanto no futuro da economia mundial. Na questão tecnológica, os eventos destacaram como as inovações da ciência impactam diretamente o cotidiano do campo. O fórum foi a oportunidade para mostrar aos representantes da ca- Evento promovido pela Embrapa Soja em Florianópolis levanta importantes temas envolvendo todos os aspectos da cadeia produtiva do grão VII CONGRESSO BRASILEIRO DE SOJA 10 deia produtiva da soja como mudanças tecnológicas podem revolucionar o dia a dia. Era objetivo mostrar que os estudos científicos presentes hoje nos laboratórios podem impactar o futuro da agricultura. Esse pensamento foi defendido por Nepomuceno após o congresso. Tivemos debates relevantes que apresentaram os gargalos do setor e procuraram revelar alternativas para que a agricultura brasileira se mantenha no caminho da sustentabilidade. Gosto de dar o exemplo da soja RR que há 20 anos era considerada uma espécie de modismo da biotecnologia, mas que, a partir de sua introdução, provocou alterações profundas nas relações entre os atores do agronegócio, disse. Atualmente 50% da soja do mundo é produzida pelos países da América do Sul, por isso, temos que ser protagonistas no desenvolvimento de novas tecnologias de ponta, completou Nepomuceno. Em sua passagem pela capital catarinense na abertura do evento, a ministra Kátia Abreu falou sobre os benefícios do Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono), onde o Brasil construiu uma poupança verde à custa de investimento em tecnologia e em defesa agropecuária. Ela salientou ainda que na próxima safra, o programa disponibilizará R$ 3 bilhões a taxas que variam de 7,5% a 8%. De acordo com a ministra, a linha de crédito é atrativa para a compra de máquinas. O Plano ABC também é muito atrativo para a compra de máquinas. O programa requer reforma de pastagens, mas não exclui a possibilidade de compra de bovinos, por exemplo, desde que o produtor reforme suas pastagens. Muitas vezes as pessoas não se atentam para a grandeza e para o quanto esse programa é importante, afirmou Kátia Abreu. Além do ABC, a ministra lembrou que o produtor que precisa de crédito para comprar máquinas e equipamentos pode lançar mão do Moderfrota e do PSI Rural, que nesta safra oferecerão R$ 10 bilhões sem limite por beneficiário. A ministra destacou ainda a criação, no início do mês, de um grupo de trabalho formado por seis economistas renomados para elaboração uma lei agrícola plurianual, com o objetivo de dar previsibilidade ao mercado e segurança jurídica aos produtores. Entre os integrantes do grupo, está o economista e ex-ministro Delfim Neto. Kátia Abreu ressaltou também que o Orçamento 2015 do Mapa prevê R$ 688 milhões para o seguro agrícola: Não podemos ter dúvidas a respeito do seguro agrícola. Se não dermos credibilidade, não teremos respeitabilidade do mercado. Meu compromisso é não deixar repetir com o seguro agrícola o que aconteceu este ano. A desarticulação entre empenho e pagamento trouxe dificuldades, encerrou. Cerca de dois mil representantes da cadeia produtiva da soja estiveram reunidos no evento 41

7 CAPA Adeney de Freitas Bueno, pesquisador de Entomologia da Embrapa Soja, comandou no evento a Mesa Redonda que tratou sobre os Desafios Fitossanitários: insetos pragas do Mercosul, que contou com pesquisadores da Argentina, Uruguai e Paraguai, já que muitas vezes os desafios sanitários destes países são os mesmos encontrados no Brasil. Como são países de fronteiras agrícolas, o que ocorre quanto ao manejo de praga em um país, tem influência direta no outro, já que insetos pragas não respeitam barreiras. A discussão entre os pesquisadores objetivou buscar a definição de uma estratégia em conjunto, o que eleva as chances de sucesso no manejo de pragas na cultura da soja. Muitas vezes, sem essa troca de ideias e experiências pode haver a tomada de decisões em direções opostas. No caso do Brasil, o maior problema de praga na cultura da soja é o percevejo marrom (Euschistus heros) que traz grandes prejuízos às lavouras por atacar diretamente as vagens da planta. Esse inseto é a principal praga por haver poucas Mesa redonda debate os desafios fitossanitários encontrados no manejo de pragas no Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai Cerca de dois mil representantes da cadeia produtiva da soja estiveram reunidos no evento ferramentas para o seu controle. Existem apenas dois inseticidas disponíveis para isso: um é o Acefato e o outro a mistura Piretróide + Neocotinóide. Essa limitação de inseticidas disponíveis dificulta a rotação dos mecanismos de ação e, com isso, já começamos a observar populações de percevejos resistentes, o que traz grandes dificuldades para o manejo, diz ele. Como as plantas de soja Bt que podem garantir proteção contra o percevejo ainda são uma re- INSETOS PRAGAS Fotos:_Alessandra Moro alidade distante, o pesquisador classifica o controle dessa praga como o grande desafio do sojicultor brasileiro na atualidade. Porém, outras pragas também chamam a atenção na cultura. Esse é o caso das lagartas como a Helicoverpa armigera e a Falsa Medideira (considerada a maior lagarta praga da soja), sendo bem mais comum e de controle ainda mais difícil, já que ocorre na fase reprodutiva da planta. Ainda temos muito a evoluir quanto à escolha de inseticidas mais apropriados. Temos, também, muito a melhorar no quesito Tecnologia de Aplicação, sendo esta a grande falha no manejo brasileiro e, pelo que tenho obtido informações, também na Argentina, Uruguai e Paraguai. Temos feito a aplicação de inseticidas na hora errada, salienta. Para Bueno, o grande salto em qualidade no manejo de pragas vai ocorrer quando o agricultor aprender a utilizar o inseticida adequado e no momento apropriado. Além disso, ele defende que o monitoramento das lavouras, prática atualmente deixada de lado, deve ser retomado. Mas não podemos colocar a culpa apenas no agricultor. Nós, os agrônomos, temos nossa parcela de culpa nesse abandono do MIP (Manejo Integrado de Pragas). Muitas vezes é o engenheiro agrônomo que toma a decisão pelo produtor, aconselhando-o sobre o que fazer. Ele, muitas vezes, apenas segue recomendações técnicas. Portanto, se existe um grande responsável pelo abandono do MIP é a classe agronômica, aponta. O pesquisador lembra que cabe aos pesquisadores e instituições a conscientização da classe técnica acerca da importância da retomada desta prática, já que, caso isso não ocorra, a batalha contra os insetos estará perdida. O número de insetos selecionados para resistência é muito grande. Temos perdido bons inseticidas, que não surtem mais efeito contra essas pragas e, mais recentemente, observamos que os insetos já começam a manifestar resistência ao milho Bt. Por isso temos que usar as tecnologias de controle de praga de maneira correta, sem abusos e no momento correto. Somente assim conseguiremos preservar essas tecnologias. E o MIP é de suma importância para a conservação dos inseticidas. Com o advento da soja Bt ela passa a ser mais importante, pois se não houver o plantio de refúgio e o devido manejo, será uma tecnologia que vai durar muito pouco, encerra

8 NEMATOLOGIA Congresso traz ampla programação técnicocientífica com o intuito de buscar maneiras inovadoras de controle da praga que, até então, era deixada em segundo plano pelos agricultores Realizado em Londrina, evento reuniu pesquisadores, professores, estudantes, produtores e profissionais da extensão rural e assistência técnica Londrina foi sede da trigésima segunda edição do Congresso Brasileiro de Nematologia, evento promovido pela Sociedade Brasileira de Nematologia e organizado pelos parceiros IAPAR (Instituto Agronômico do Paraná), UEL (Universidade Estadual de Londrina), Embrapa Soja, UEM (Universidade Estadual de Maringá) e GDM Seeds. Com o tema Nematologia: problemas emergentes e perspectivas, o congresso ocorreu de 15 a 19 de junho e promoveu discussões e debates sobre temas científicos emergentes na área, desafiando os profissionais a buscar respostas a essas questões, por meio da inovação. Os temas abordados incluíram a discussão de estudos de casos, buscando trazer os problemas encontrados no campo, novas abordagens metodológicas e estatísticas, com foco na inovação, problemas atuais e emergentes, além de temas polêmicos, como a legislação brasileira voltada à Nematologia, responsabilidade técnica e questões éticas. O evento contou com uma ampla programação técnico- -científica, com a apresentação de conferências, palestras e painéis, além da apresentação de cerca de 200 trabalhos na forma de pôsteres, com os resultados de pesquisas, bem como a divulgação e promoção dos produtos e serviços das empresas patrocinadoras do evento. A cidade de Londrina foi escolhida para receber o enconção de estudantes e agrônomos extensionistas no evento foi de grande importância, uma vez que estes profissionais serão os responsáveis por disseminar as informações sobre o controle dos nematoides e, quem sabe, se tornarem pesquisadores sobre esse assunto. Segundo ela, os problemas causados pelos nematoides vêm crescendo em todo o mundo, com novas espécies surgindo a cada ano, tendo como maior foco de prejuízo as lavouras de soja. Nosso objetivo, neste congresso, foi debater novas formas de manejo sustentável, trazer questionamentos e buscar as respostas para as dúvidas mais frequentes dos agricultores, completou. A pesquisadora destaca que durante muitos anos os agricultores se preocupavam somente com as pragas aéreas e somente há pouco tempo passaram a dar atenção aos efeitos do nematoide, que existem em todo tipo de solo, mas que, devido ao desequilíbrio causado pela sucessão milho/ soja, se tornou uma praga agrícola. Os nematoides não têm a devida atenção porque ficam debaixo da terra e atacam as raízes da planta. Seus danos são de difícil detecção e quanto o agricultor se dá conta do problema, a população já está muito alta e seu manejo é bem mais complicado, explica dra. Andressa. Não basta o controle químico desenfreado. O produtor precisa mudar sua mentalidade, buscando opções de rotação de cultura, variedades mais resistentes e produtos biológicos para o controle da praga. Trouxemos várias destas ferramentas para este congresso e nossa esperança é de que essas informações cheguem até o campo, completa ela. Diversos órgãos e institutos já se mobilizaram junto ao Ministério da Agricultura com o intuito de que sejam criados programas específicos voltados à Nematologia, buscando novas e eficientes formas de controle da praga e também colaboração na divulgação mais ampla quanto ao problema. O reflexo econômico da ação dos nematoides é de 10 a 15% de perdas nas lavouras, em nível mundial. Mas quando há um grande desequilíbrio esse dano pode chegar a 60% ou até mesmo inviabilizar a cultura, no caso do nematoide de cisto, o mais agressivo e de mais difícil controle, encerra a pesquisadora do IAPAR. Sobre os nematóides - Nematoides são vermes que possuem o corpo em formato cilíndrico, geralmente alongado e com as extremidades afiladas. Seu tamanho é bastante variável. Os parasitas de plantas medem de 0,3 a três milímetros de comprimento e são capazes de viver em qualquer ambiente que tenha disponibilidade de água e mostram-se extremamente sensíveis à falta de água e a temperaturas extremas. Entretanto, há espécies de nematoides que conseguem resistir ao estresse hídrico durante meses ou anos. Há vários gêneros de nematóides relacionados aos cultivos agrícolas. Os vermes atingem diversas culturas e podem ser responsáveis por prejuízos significativos de produtividade. Os nematoides mais importantes são Meloidogyne, Heterodera, Globodera, Pratylenchus, Rodopho- Dra. Andressa C. Z. Machado, pesquisadora da Área de Proteção de Plantas do Laboratório de Nematologia do IAPAR tro por possuir localização privilegiada no Estado, com maciça presença de Universidades e cooperativas, além de profissionais conceituados na área. O Congresso Brasileiro de Nematologia reuniu pesquisadores, professores, estudantes, profissionais da extensão rural e assistência técnica, produtores e empresários rurais, bem como a presença de renomados palestrantes do Brasil e do exterior. Para a dra. Andressa C. Z. Machado, pesquisadora da Área de Proteção de Plantas (do Laboratório de Nematologia do IAPAR), a participalus, Rotylenchulus, Nacobbus e Tylenchulus. Esses parasitas têm um estilete bucal que, além de retirar substâncias nutritivas das plantas, viabilizam a injeção de substâncias tóxicas no interior da célula vegetal. Geralmente, os nematoides estão presentes no solo e atuam nas raízes das plantas. Quase sempre esse parasitismo fica evidente pelo aparecimento de formas aberrantes de estruturas - galhas e escurecimento do tecido. Eles podem utilizar os seguintes meios para chegar às áreas de cultivo: água de irrigação, ventos fortes, mudas produzidas em substratos ou solos infectados, máquinas e implementos agrícolas e movimentos de animais e pessoas na área. Os problemas começam a ser percebidos na parte aérea da planta, que passa a ter dificuldade para retirar água e nutrientes do solo. Normalmente, os ataques ocorrem nas reboleiras, onde as plantas apresentam menor crescimento e amarelecimento das folhas. Os fatores que mais influenciam a ação dos nematoides são solo, clima, região e tipo do manejo

9 FORTALECIMENTO Ricardo Moreira de Souza, presidente da Sociedade Brasileira de Nematologia fez a abertura congresso promovido em Londrina e lamentou a falta de atenção que o assunto ainda tem no meio do Agronegócio. Para ele, o Brasil ainda engatinha quando se trata de abordar a Nematologia e o primeiro passo para mudar esse cenário seria investir na formação de agrônomos que entendam sobre a praga e até mesmo na pós-graduação destes profissionais especializados. Ele destacou também os seus esforços para fortalecer a SBN, uma vez que é ela a entidade brasileira científica/profissional da área. Souza acredita que o maior problema quanto à indiferença acerca da Nematologia ocorre porque os nematoides não causam danos aparentes na lavoura, como é o caso das pragas aéreas, que ocasionam estragos em folhas, vagens e frutos das culturas. O nematoide é o inimigo oculto da lavoura. Por ele ficar debaixo do solo há grande dificuldade por parte do agricultor e dos engenheiros agrônomos em detectar os seus danos e, quando se apercebem disso, pode ser muito tarde para um controle mais efetivo, argumenta. O presidente da SBN destaca ainda que há uma lacuna de atuação institucional dos nematologistas, que muitas vezes trabalham no estilo Dom Quixote, querendo enfrentar e resolver todos os problemas de maneira solitária quando, na verdade, existem uma macroestrutura e uma série de fatores que inibem o avanço do setor e uma conscientização de agricultores e profissionais. Para ele, o Congresso Brasileiro de Nematologia é um valioso passo para incentivar jovens estudantes de Agronomia a se dedicarem ao assunto e participarem 16 NA NEMATOLOGIA Presidente da SBN aponta falta de investimentos na formação de nematologistas e pequena atuação institucional dos atuais profissionais como entraves do setor de pesquisas articuladas nacionalmente. Creio que o cenário pode ser melhorado, mas ele é bem complexo. As dificuldades encontradas pelos nematologistas no Brasil vão além da capacidade deles resolverem sozinhos o problema. Por este motivo temos lutado pelo fortalecimento da SBN e, consequentemente, pela conscientização de todos os envolvidos, relatou. Souza acredita que é por meio da SBN que os nematologistas podem se contatar entre si e também com as esferas municipais, estaduais e federais. Para ele, é de suma importância que um secretário municipal de Agricultura, por exemplo, tenha conhecimento de que os nematoides são altamente prejudicais à cultura do café e, por isso, deve buscar sempre apoiar as atividades de pesquisa e extensão acerca do assunto. Os governadores deveriam saber sobre os problemas causados pelos nematoides em seus estados, mas ainda não tivemos sequer uma audiência com eles para falar sobre isso. Portanto, estamos em uma fase de buscarmos soluções de sensibilizar as diferentes esferas sobre a importância da Nematologia. E não podemos nos esquecer dos legisladores estaduais e federais, dos técnicos do Ministério da Agricultura, que nunca tiveram qualquer contato com nematologistas brasileiros, finaliza. Ricardo Moreira de Souza, presidente da Sociedade Brasileira de Nematologia No primeiro dia do XXXII Congresso Brasileiro de Nematologia ocorreu Mesa Redonda com o tema Nematoides emergentes na cultura da soja no Brasil, que teve como moderador o renomado pesquisador dr. Waldir Pereira Dias, da Embrapa Soja. Fizeram parte da discussão os nematoides Scutellonema brachyurus, abordado pelo dr. Jaime Maia dos Santos (Unesp campus Jaboticabal), o Helicotylenchus, destacado pelo dr. Marcelo Doucet (Universidad Nacional de Córdoba) e o Tubixaba, que foi tema da discussão proposta pela pesquisadora dra. Tânia de Fátima Silveira dos Santos (da Aprosmat - Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso). Falando com a Revista Agrícola o mediador da mesa afirmou que aqueles que escolhem os problemas que terão e com quais nematoides isso vai ocorrer é o próprio agricultor. Isso é causado quando o produtor deixa o solo muito compactado e encharcado ou, até mesmo, utilizando uma cobertura com espécie vegetal inadequada. Segundo Dias, quando uma cultura está em um mau estado nutricional ou sem condições de se aprofundar de maneira adequada no solo, até mesmo os patógenos mais fracos acabam por causar danos à lavoura. Ele lembra que a agricultura sempre conviveu com os nematoides. Porém, havia um princípio dos agricultores em deixarem a terra descansar por um determinado período em função do desgaste do solo. Quando isso deixou de ocorrer, a população destes vermes aumentou de tal maneira que começou a comprometer algumas culturas. Uma convivência com os nematoides passa a ser mais tranquila quando o agricultor adota a principal prática para o controle dessa praga: a rotação de culturas. Ao deixar de semear uma lavoura que é suscetível a um determinado parasita predominante naquela área ele limita sua proliferação já que não há alimentação para os nematoides, explicou. Uma segunda estratégia que, quando disponível, auxilia o agricultor, é a utilização de cultivares resistentes. Obstáculo para isso é o fato de não existirem variedades resistentes de todas as culturas. No caso CONTROLE DOS PARASITAS Dr. Waldir Pereira Dias foi mediador de uma das Mesas Redondas do XXXII Congresso Brasileiro de Nematologia Pesquisador da Embrapa Soja aponta maneiras do agricultor ter uma convivência tranquila com nematoides e evitar perdas em suas culturas específico da soja, há um razoável número de cultivares para os nematoides de cisto e de galha. Mesmo assim, o pesquisador alerta que o agricultor não deve se acomodar apenas com a utilização de culturas resistentes. No caso do nematoide de cisto (Heterodera glycines), por exemplo, existem muitas raças e se o agricultor começa a adotar a monocultura de cultivares resistentes, isso acaba por selecionar outra raça do nematoide de cisto e a utilidade dessa variedade acaba perdida, diz. Quanto aos nematoides de galha (Meloidogyne javanica), o número de variedades resistente é grande, porém não tão efetiva quanto se gostaria. O ideal, segundo o pesquisador, é que ao detectar o problema, o agricultor não entre com a cultivar resistente já no ano seguinte. O ideal seria promover a rotação de cultura com um híbrido de milho resistente ou até mesmo o algodão Adotar boas práticas de manejo do solo e de cultura também são eficazes maneiras do agricultor ter uma convivência tranquila com os nematoides. Segundo o dr. Waldir Dias, muitas vezes essas práticas não controlam os organismos, mas criam condições para que a cultura implantada na área tolere mais os danos causados pelos parasitas. Essas práticas são ainda mais eficientes quando o agricultor cria mecanismos que favoreçam a atuação dos inimigos naturais dos nematoides que também estão no solo, como fungos, ácaros e bactérias que os atacam, completa. O pesquisador encerra seu raciocínio recapitulando que o controle dos nematoides, seja em qualquer cultura, deve ser acompanhado do Manejo Integrado, uma associação de práticas que inclui a rotação de culturas, utilização de cultivares resistentes e adoção de boas práticas de manejo do solo e de cultura. Com isso existem pequenas perdas, mas nada que chegue a comprometer o lucro dos agricultores, encerra. 17

10 MANEJO AVANÇADO STARA Fotos:_Divulgação Fotos_Bárbara Vitullo Pedrinhas Paulista sedia a quarta edição da expedição que demonstra a eficiência e resultados do arrojado sistema Pedrinhas Paulista recebeu no dia 23 de junho a quarta etapa da Expedição MAS (Manejo Avançado Stara), evento promovido pela Stara e que reúne agricultores e prestadores de Serviço em Agricultura de Precisão, que acompanharam a uma palestra e também de demonstrações de maquinários. Em Pedrinhas a expedição ocorreu no Cine Teatro Municipal, onde foram mostrados os resultados dos trabalhos implantados na Fazenda A liri. O Manejo Avançado Stara (MAS) surgiu em 2011, com o objetivo de levar a empresa para perto do cliente, junto do agricultor e de sua realidade. A Stara sempre acreditou na pesquisa e desenvolvimento, sendo parceira do projeto Aquarius há 15 anos, que trouxe para o Brasil avançados estudos sobre a Agricultura de Precisão, uma inovação para a época e que trazia espanto a todos. A empresa acreditou na eficiência da tecnologia e mostrou para o agricultor todas as suas vantagens e benefícios. Depois de 11 anos de pesquisa no Rio Grande do Sul, a Stara optou pela regionalização desta pesquisa, atendendo a realidade de cada estado e de suas particularidades. Foi aí que nasceu o MAS. A partir daí foram procurados agricultores parceiros, que tivessem o perfil arrojado e que acreditam na eficiência do sistema. Com isso, eles aceitariam o desafio de testar os equipamentos e contribuir com essa tecnologia, sempre tendo espaço para suas valiosas opiniões sobre como se obtém os melhores resultados em sua região. Segundo a gerente de Marketing da Stara, Cíntia Roberta dos Santos Dal Vesco o balanço das expedições é extremamente positivo. Os agricultores são convidados a visitar a propriedade do produtor parceiro e assistiam ao ensaio realizado naquela determinada região. Em Pedrinhas Paulista foi realizado um experimento de plantio, algo que parece tão simples e que às vezes não tem a devida atenção quanto à velocidade do plantio e a regulagem das plantadeiras. Nosso objetivo é provocar um choque de realidade no agricultor, que a partir daí passa a prestar mais atenção nestes detalhes e a buscar mais conhecimentos, explica ela. Hoje o pós-venda é essencial em qualquer empresa. E isso é um diferencial da Stara, que marcou presença em Pedrinhas Paulista, município de vocação agrícola e que atraiu um grande número de agricultores para a Expedição MAS. O compromisso da Stara é estar próxima dos agricultores, sendo a única empresa brasileira de máquinas agrícolas que possui uma rede própria de concessionárias, com 100 pontos de venda espalhados pelo Brasil, dedicados exclusivamente à marca. Estamos apostando neste fortalecimento da relação com os agricultores, encerra Cíntia. A Fazenda A liri é de propriedade de Giovanni e Gianni Di Raimo. Eles adquiriram maquinários da Stara e por meio dos testes realizados na propriedade foram convidados pela marca para participarem do Projeto MAS, onde são demonstradas Hércules , distribuidor de calcário Produtores tirando dúvidas todas as inovações e tecnologias disponíveis no mercado. Gianni comenta que antes de comprar seu primeiro equipamento da Stara, ele buscou fazer testes com diversas plantadeiras. E foi uma máquina da marca que atendeu a todas as suas expectativas, contando com uma alta tecnologia, sem correntes, com motor hidráulico, taxa variável inclusa, etc. A Stara sempre nos atendeu quando precisamos, no que se refere ao pós-venda. E vemos como muita satisfação que a empresa está em plena reestruturação para diminuir ainda mais o tempo de resposta neste atendimento, uma vez que suas peças vêm do Sul, salienta. Segundo o diretor comercial da Stara, Márcio Fülber, a empresa conta com um sistema inovador (considerado o melhor do Brasil) de distribuição de sementes, evitando falhas e o plantio duplo. Um dos itens que mais tem elevado os custos da lavoura é a semente e, por isso, o agricultor passou a ter um cuidado todo especial com ela, explica. O setor de pulverização também é destaque, sendo a Stara a primeira empresa do mundo a colocar no mercado um pulverizador autopropelido com barras centrais, que garante estabilidade e eficiência na operação, evitando desperdício de produto (com apenas 5% de perdas). Esse ano também a empresa passa a oferecer sistemas em Telemetria, com informação em tempo real nas mãos do agricultor. Fülber também destaca o escarificador de solo Fox, líder de vendas no Paraná e que vem sendo muito utilizado para a descompactação de solos argilosos em até 30 centímetros, além de inúmeros outros itens à disposição dos produtores rurais. Após a realização da palestra (proferida pelo professor Edson Tanaka, que abordou as boas práticas agrícolas, tendo como principal foco a qualidade do plantio) e das palavras do produtor Gianni Di Raimo, que falou da experiência do MAS em sua propriedade, os agricultores da região puderam acompanhar a apresentação de algumas máquinas da Stara e uma demonstração do simulador de plantio, que mostrou uma situação real para que o produtor possa acompanhar, por meio da troca de ideias e experiências, o que pode estar fazendo de errado em sua lavoura. Os agricultores interessados em conhecer um pouco mais os equipamentos da Stara devem procurar pela revenda Sefert, sediada em Santa Cruz do Rio Pardo, responsável pela venda e pós-venda dos maquinários. Outro grande destaque da marca é o pós-venda. A Stara possui dois técnicos de fábrica no Estado de São Paulo que são responsáveis por dar suporte a situações mais críticas e uma equipe de técnicos de pós-venda aptos a oferecerem toda a assessoria, como é, por exemplo, o caso da Sefert e no entorno do Vale do Paranapanema e Norte do Paraná. Hoje o diferencial não está na máquina, mas sim no serviço prestado. Não é o equipamento que leva o produtor a uma compra, mas o pós-venda, que, no nosso caso, conta com uma equipe sempre atualizada e em constante treinamento, finaliza. 18 Equipe da Sefert Máquinas, revenda exclusiva na região 19 Produtor Gianni Di Raimo apresentou os excelentes resultados obtidos em sua lavoura

11 A família de tratores da Stara cresceu! Os únicos tratores da categoria com DGPS e Piloto Automático de série ST MAX 105 ST MAX 105 ÁGUA PARA COMER Fotos:_Divulgação Segundo a FAO-ONU, o mundo tem um grande desafio pela frente. Produzir alimentos para 9 bilhões de pessoas até 2050 e, ao mesmo tempo, ser sustentável. Unidos, podemos conquistar esse objetivo: alimentar e preservar o planeta. Mas isso só é possível quando consideramos a utilização da irrigação na agricultura e entendemos o seu papel. Neste ano, diante da gravidade da crise hídrica que vive o país, a população urbana, por falta de conhecimento, acabou condenando a irrigação agrícola como uma grande vilã. Entretanto, é fundamental que a sociedade saiba que, sem áreas irrigadas, não há como fazer crescer a produção, principalmente sem aumentar as áreas de cultivo. Só podemos fazer mais com o mesmo (ou menos) usando irrigação. Além disso, o desenvolvimento técnico dos equipamentos nos últimos anos comprova ser possível utilizar água na agricultura com racionalidade e sem desperdício. Em diversos debates no Brasil e no mundo sobre o gerenciamento dos recursos hídricos, foi demonstrado que a irrigação é um instrumento efetivo no auxílio na produção de alimentos que a futura e crescente população mundial irá demandar. O que podemos discutir, a partir daí, é a eficiência de aplicação hídrica para cada cultura. Imaginar o mundo sem irrigação seria aceitarmos falta de alimento, pessoas passando fome e aumento nos preços. O que a população urbana precisa entender é que água na irrigação não é consumida, é utilizada dentro do melhor ciclo hidrológico possível e que os equipamentos de irrigação, são como a torneira dentro de casa, bem utilizados, não desperdiçam sequer uma gota de água e, o mais im- portante, é que a grande maioria dos irrigantes brasileiros tem essa consciência e usam seus equipamentos de maneira adequada e sustentável, ou seja, aplicam somente a quantidade de água que a planta precisa e, em alguns casos, até menos trabalhando no limite do stress hídrico de cada cultura. Voltando a comparação com a água consumida em casa, a agricultura usa bem suas torneiras, e a água utilizada, além de produzir alimentos, volta ao ciclo hidrológico devidamente filtrada, sem a necessidade de tratamento. Um diferencial é a utilização das boas práticas de manejo agrícola. Com elas, é possível racionalizar a água utilizada nas fazendas. Essa racionalização depende das culturas nas quais serão utilizadas com irrigação, e passa, também, pelos métodos utilizados para tal. É importante usufruir da infraestrutura e tecnologias já disponíveis no mercado, para utilizar somente a quantidade de água que a cultura necessita ou até menos. A irrigação por pivôs, por exemplo, é uma alternativa econômica e rentável, que aplica a água de maneira uniforme, evitando o desperdício. A água é aplicada na hora certa e na exata quantidade que a planta necessita. Tanto o pivô central quanto outros métodos de irrigação têm excelentes níveis de eficiência de aplicação, alcançando índices que variam entre 95% a 98%. O foco profissional do setor, desta forma, deve recair sobre um triângulo agronômico de eficiência na produção (fazer mais com menos), atender à planta em sua necessidade hídrica e escolher o método adequado de irrigação. Entendendo esse processo, é incorreta atribuir ao agronegócio e à irrigação a vilania da crise hídrica nacional. ST MAX 150 ST MAX 150 zero3design.com ST MAX 180 ST MAX 180 Tratores Stara, basta conhecer Tratores Stara, basta conhecer para se surpreender! para se surpreender! STARA S/A Indústria de Implementos Agrícolas Av. STARA Stara, 519 S/A - Indústria Cx. Postal de 53 - Implementos Não-Me-Toque/RS Agrícolas - Brasil Av. Stara, Fone/Fax: (0xx54) Cx. Postal Não-Me-Toque/RS - CEP: Brasil Fone/Fax: (0xx54) CEP: João Rebequi é presidente da Valmont e vicepresidente da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos)

12 EVENTOS TRATOUR DA JOHN DEERE ACONTECE EM HOLAMBRA Fotos_Elisandra Gusmão FEIRA DE PEÇAS E SERVIÇOS NO GRUPO UNIMAQ NOTA UNIMAQ INVESTE EM SINAL RTK Evento disponibilizou infraestrutura para apresentação de palestras, além de descontos especiais na linha de tratores 5 e 6 mil No dia 29 de julho, a Unimaq Máquinas em parceria com a John Deere trouxe para a cidade de Holambra II Distrito de Paranapanema/SP, o Road Show Tratour expandir caminhos é o nosso negócio, uma ação itinerante da marca, a qual tem como objetivo aproximar soluções para as comunidades agrícolas do país. O evento reuniu centenas de clientes que aproveitaram a oportunidade para conhecerem a tecnologia agrícola embargada nos tratores da linha 5 e 6 mil. Na ocasião, um caminhão personalizado com a ação, ofereceu espaço para realização de palestras teóricas e práticas abordando os respectivos tratores. Marcos Balsan, especialista da fábrica em tratores, apresentou o que há de mais atual no mercado agrícola relacionado aos tratores e seus modelos específicos. Durante o evento houve sorteio de brindes e entrega bonés da marca. Todos os colaboradores e clientes aproveitam as oportunidades, palestras e demais demonstrações realizadas no local. 22 Evento atraiu a presença de agricultores de toda a região A Unimaq Máquinas Agrícolas, da cidade de Ourinhos, realizou no dia 08 de agosto, em suas dependências, a Feira de Peças e Serviços John Deere, cujo objetivo foi proporcionar descontos e diversas promoções na linha de peças, serviços e maquinários aos pequenos, médios e grandes agricultores da região. O evento teve início às 9h e se estendeu até às 17h. Com uma programação diversificada, clientes e suas famílias passaram horas agradáveis na presença da equipe Unimaq. Para as crianças brinquedos infláveis, pipoca e algodão doce. Já para as mulheres, um espaço com dicas de beleza e maquiagem. No período da tarde, houve sorteio de importantes brindes. O supervisor de peças do Grupo Unimaq, Rodrigo de Lima Arruda, frisou os descontos especiais oferecidos durante o evento. 22% para peças originais, lubrificantes com preços especiais e nossa equipe de vendas também oferecendo suporte técnico aos clientes. Durante a Feira, os clientes puderam conferir a exposição de Tratores, Plantadeiras e Pulverizadores, além da Agricultura de Precisão e o Consórcio Nacional John Deere. Empresa investe na disponibilização de sinal de RTK e instala dez bases, abrangendo mais de um milhão de hectares A Unimaq/John Deere é uma empresa marcada por investir em tecnologia e agora coloca à disposição dos seus clientes os serviços das Estações RTK NetWork. A Base RTK funciona parada em um ponto georreferenciado com alimentação de bateria e envia um sinal de correção com repetibilidade para o equipamento trabalhando em campo. Anteriormente era o agricultor o responsável por adquirir seu próprio sistema para trabalhar em sua propriedade, porém devido aos altos custos e a não total eficiência dos serviços realizados em campo, a Unimaq-John Deere decidiu investir nas estações de RTK e disponibilizar um sinal de qualidade nas regiões onde ela atua. Segundo Bruno Cesar Cavina, supervisor de Agricultura de Precisão no Grupo Unimaq, um dos grandes benefícios do serviço é que as estações RTK propiciam um incremento na precisão do piloto automático no trator, sendo as estações as responsáveis por emitir correções com erro máximo dois centímetros entre passadas. Nosso principal objetivo é oferecer aos nossos clientes as vantagens da repetição do final, com o trator passando na mesma linha ano após ano, o que permite um trabalho mais Fotos:_Bruno Cavina preciso. Também é possível fazer o levantamento do talhão a fim de saber a altimetria do terreno, possibilitando assim a elaboração e construção de curvas de nível, e projetos de plantio para a área, reduzindo, assim, a quantidade de manobras e proporcionado até ganhos em metros linear na semeadura, explica. Com isso o agricultor se beneficia com o paralelismo, estabelecendo a cultura da forma recomendada que, assim, se desenvolverá melhor, além de possibilitar o tráfego controlado e outros benefícios que não têm sido possíveis com o GPS convencional. A Unimaq-John Deere investiu em 10 estações de RTK, cobrindo uma área de mais de um milhão de hectares, com bases instaladas nas regiões de Cruzália, Tarumã, Maracaí, Paraguaçu Paulista, Echaporã, Oscar Bressane, Ribeirão do Sul e em fase de implantação em Santa Cruz do Rio Pardo, Bernardino de Campos e Holambra. O serviço pode ser adquirido nas concessionárias Unimaq-John Deere, por meio de uma assinatura anual. Para isso o cliente necessita ter o equipamento de Agricultura de Precisão da marca e contratar o sinal. 23

13 Meirielly explica a sequência dos processos do tratamento industrial BAYER INAUGURA UNIDADE DE TSI Ela destaca ainda que existe a possibilidade de aplicar na semente um inoculante longa vida, que continua viável mesmo após 45 dias após o tratamento. A agrônoma lembra ainda que as sementes de sojas com tecnologia Intacta também são passíveis de TSI. A tecnologia Intacta não controla todas as lagartas da cultura da soja e também não oferece proteção contra sugadores e nematoides. Para isso temos o CropStar, o produto mais indicado para o controle de todas estas pragas, relata ela. Para o presidente da Coopermota, Edson Valmir Fadel (Branco), a tecnologia do TSI chega trazendo mais recursos ao agricultor, possibilitando aos que cultivam, especialmente na região de abrangência da cooperativa, uma forma adequada de tratamento de sementes. O emprego da tecnologia chegou para ficar na agricultura e a semente é algo que merece atenção mais do que especial dos agricultores. A safra começa a ser definida quando o produtor coloca a semente no solo e por isso o tratamento industrial é fundamental para o sucesso da lavoura, trazendo uniformidade no estande e com isso mais produtividade e rentabilidade, explica ele. Segundo Branco, a Bayer traz para a região de Cândido Mota o que há de mais moderno com tecnologia de ponta para o tratamento de sementes. Várias unidades que oferecem este serviço foram visitadas enquanto a implantação estava em fase de estudos. Com isso, o presidente da Coopermota afirma que as duas empresas buscam, juntas, melhorar a qualidade, a precisão e a segurança do tratamento das sementes proporcionado ainda conveniência ao agricultor. Vista parcial da unidade de TSI, embarcada com a melhor tecnologia mundial do seguimento No início do mês de agosto a Bayer CropScience, em parceria com a Coopermota, instalaram uma unidade de Tratamento de Sementes Industrial (TSI) em Cândido Mota. Segundo Siegfrid Baumann, gerente Bayer SeedGrowth, a unidade, que está embarcada com a mais nova tecnologia de TSI mundial, tem capacidade de processar 40 toneladas de sementes por hora. A inauguração Unidade de última reuniu dezenas de cooperados, colaboradores e fornecedores da Coopermota e representantes da Bayer. geração instalada Siegfrid comenta que a parceria com a Coopermota busca inovação, algo que é fundamental para o sucesso das lavouras nos dias de hoje. E o TSI é uma destas inovações que transferem tecnologia ao agricultor, que começou a realmente perceber em Cândido Mota, a importância da utilização de sementes tratadas industrialmente. em parceria com a A semente tratada não é apenas ganho de tempo e conveniência. A semente tratada oferece valor agregado ao agricultor, pois oferece Coopermota, tem proteção com produtos adequados nas doses indicadas para o controle de pragas e doenças, comenta ele. capacidade de tratar O objetivo final de um tratamento de sementes é protegê-las, mantendo as boas características que possui, evitando ataques de pragas 40 toneladas de e doenças e acrescentando ainda bioestimulantes que acelerem o Siegfrid Baumann fala sobre a história da Bayer, Equipe da Coopermota e Bayer no descerramento da placa inaugural seu desenvolvimento. Por meio do TSI, se obtém tais benefícios com destaque para a plataforma de TSI de forma extremamente homogênea entre os grãos e com segurança ao homem e ao meio ambiente. sementes por hora De acordo com Meirielly da Silva Carpejani, agrônoma de Desenvolvimento de Mercado TSI, o processo oferecido pela Bayer envolve o inseticida CropStar (que confere proteção contra lagartas, sugadores, pragas de raiz e nematoides) além do fungicida Derosal

14 correta das embalagens dá menos trabalho e traz menos perigos do que armazenar ou enterrá-las. Hoje temos unidades de recebimento em Garça, Marília, Cândido Mota, Palmital, Assis e Pedrinhas Paulista e isso possibilita um alcance de mais de 80 municípios atendidos, informa o coordenador. Cada unidade recebe as embalagens vazias e tríplice-lavadas. Quando se forma uma carga, um caminhão recolhe o material que, em Paraguaçu, passa por uma triagem e prensagem. Em seguida o montante é encaminhado a um local adequado de destinação, onde ele é reciclado ou incinerado (quando a embalagem Evento realizado na Arpev, em Paraguaçu Paulista, destaca a reflexão e conscientização sobre o recebimento e destinação de embalagens vazias de agrotóxicos DIA NACIONAL DO CAMPO LIMPO ODia Nacional do Campo Limpo é a data para celebrar os excelentes resultados da logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas no Brasil e reconhecer os elos da cadeia do Sistema Campo Limpo (agricultores, canais de revenda e cooperativas, indústria fabricante e Poder Público). Comemorado anualmente em 18 de agosto, o DNCL faz parte do Calendário Nacional desde 2008 e é sinônimo de integração e conscientização. Em torno dessa data, a celebração do DNCL é estendida às comunidades locais, por meio de ações comunitárias, concursos em escolas, palestras em universidades, encontros com autoridades locais etc., no intuito de levar à região do entorno das unidades de recebimento de embalagens vazias de defensivos agrícolas reflexão, conscientização e participação em atividades relacionadas à conservação do meio ambiente. Para marcar a data a Arpev (Associação Regional de Recebimento e Prensagem de Embalagens Vazias), de Paraguaçu Paulista promoveu evento em sua matriz no dia 18 de agosto, reunindo agricultores, revendas, cooperativas, usinas, fabricantes, defesa Agropecuária, estudantes e representantes do Poder Público. Segundo Luciano Taveira Barros, coordenador da Arpev, a data deve ser muito comemorada, pois em todos estes anos foi muito elevado o volume de embalagens vazias de agrotóxico que deixaram de estar no meio ambiente, seja por destinação incorreta, queimadas ou enterradas (como era permitido anteriormente). A central de Paraguaçu foi inaugurada em 2000 e em 2002 começou a vigorar a lei sobre a destinação de embalagens vazias de agrotóxicos. A unidade evoluiu de 47 mil quilos em 2000/2001 para 590 mil quilos (resultado de 2014) destinados corretamente. Para Barros, isso é resultado de um trabalho em conjunto e feito dia após dia por revendas, cooperativas e entidades, seja por meio de conscientização in loco, por meio de palestras ou campanhas publicitárias. Grande parte dos agricultores gosta desta lei, uma vez que a destinação não pode ser reutilizada). De 2001 até os dias de hoje a Arpev recebeu mais de 4,7 milhões de quilos, sendo que no Brasil, apenas em 2015, esse número deve ultrapassar os 45 milhões de quilos. Barros lembra que este número elevado precisa de uma demanda para a reciclagem, uma vez que não são todos os tipos de materiais que podem ser fabricados com o resultado da coleta. Ele destaca que existem casos onde pessoas não autorizadas vão até as propriedades e recolhem as embalagens vazias e entregam aos agricultores uma documentação falsa. Esse material tem a destinação incorreta, e muitas vezes é encaminhado para empresas que sequer sabem que eles são resultado de produtos ligados a agrotóxicos. Essas empresas podem fabricar talheres e pratos de plástico, por exemplo, trazendo riscos à saúde pública. Por isso o ideal é que o agricultor sempre destine as embalagens vazias nos locais indicados nas notas fiscais do produto, encerra ele. O engenheiro agrônomo da Coopermota, Márcio Pecchio, esteve no evento em Paraguaçu Paulista e destacou o trabalho feito pela cooperativa cândido-motense na conscientização do agricultor sobre a importância da tríplice lavagem e destinação correta das embalagens de agrotóxicos. A maior dificuldade relatada pelos produtores é o trabalho que dá em realizar a tríplice lavagem e fu- cada embalagem, mas nós fazemos questão de frisar a ele que além de ter uma sujeira a mais em sua propriedade, a destinação correta traz benefícios ao meio ambiente e resulta em menores impactos no futuro, influindo na vida de seus filhos e netos, afirma o agrônomo. Pecchio destaca que além deste trabalho de conscientização, a Coopermota possui uma unidade de recebimento em sua matriz em Cândido Mota e ela é a responsável pelo encaminhamento das cargas até a Arpev. Segundo Luciano, somente em 2014 foram destinadas mais de 590 toneladas de embalagens rar Equipe da Defesa Agropecuária de Assis ao lado de José Boquembuso, à direita

15 grande vencedor foi Vagner Mazini, que deu o palpite de 370 sacas por alqueire, sendo que o híbrido deu 371 sacas/alqueire e 24 de umidade. O milho foi colhido e medido na frente dos produtores, que atestaram a idoneidade do processo. Tínhamos esse compromisso firmado em 2014 junto aos agricultores, de entregar um híbrido com ciclo ideal para a Safrinha e alta caixa produtiva. Essa promessa foi cumprida com a consagração do MG652PW, em seu correto posicionamento, disse o franqueado. Neste dia de campo também foram apresentados o MG 699PW, de ciclo mais alongado e voltado para solos de médio investimento; e o MG 300PW, hiperprecoce, com sabugo avermelhado e com alta sanidade (algo raro nos híbridos com essa precocidade). Mostrando que a Morgan realmente não se acomoda, esse ano foi feita outra promessa aos agricultores, fazendo parte dela o lançamento MG 580PW, de ciclo parecido com o ciclo do 30A37PW, com a mesma sanidade e alta tolerância a estresse hídrico, tendo maior caixa produtiva. Esse híbrido é voltado ao alto investimento. Pinho também deu seu recado, relembrando os produtores sobre a soja 5D6215 IPRO, que já esta em alta evidencia no mercado das precoces com ciclo 6.2 e Intacta. José Vagner da Sefert ao lado de Thiago Pinho, franqueado Morgan DIA DE CAMPO MORGAN Evento tradicional da Morgan, dia de campo ocorreu na Figueira dos Gazolas no município de Santa Cruz do Rio Pardo e reuniu cerca 150 produtores de toda região de atuação da Sefert, revenda autorizada da marca. No evento foram demonstrados aos agricultores os materiais que estão em evidência no mercado e que garantem aos produtores a produtividade e rentabilidade que ele tanto almeja quando planta o milho de segunda safra. Segundo o franqueado Morgan da região, Thiago Pinho, o evento tem como objetivo mostrar os lançamentos da empresa, mostrando que ela, ao contrário da concorrência, não se acomoda com apenas um produto e busca sempre superar recordes no que se refere à qualidade e tecnologias dos híbridos. Dentre os híbridos expostos, destaque para o triplo 20A78PW para solos de médio e alto investimento. Esse híbrido tem como principais características sanidade de grãos, tolerância ao estresse hídrico, super- 28 Em parceria com a Sefert, empresa promove evento em Santa Cruz do Rio Pardo e Salto Grande apontando os híbridos que farão a diferença na Safrinha 2016 precocidade e alta estabilidade. Também foi abordado o 30A37PW, que se destaca pelo potencial produtivo, sanidade foliar, superprecocidade, sanidade de grãos e estabilidade de produção. Também foi abordado o MG652PW, híbrido que obteve grande repercussão quando foi lançado na área polo do ano passado, obtendo um grande share. O híbrido oferece alto potencial produtivo, ampla adaptação de plantio, sanidade foliar e estabilidade produtiva. Foi realizada uma dinâmica onde os agricultores tentavam adivinhar a produção que ele ofereceria. O Parceria da Sefert Para o sócio-proprietário da Sefert (empresa parceira do dia de campo), José Vagner, o evento serve como mais uma etapa de fortalecimento da união Morgan/ Sefert, empresa cujo foco principal sempre foi a comercialização de sementes, oferecendo aos agricultores sempre o melhor posicionamento e alto índice de acertabilidade no campo. Ele destaca que a Morgan vem crescendo muito nos últimos anos e isso é reflexo da possibilidade do correto posicionamento de seus materiais na região. Antes de colocar um híbrido no mercado, ocorrem anos de testes. Quando disponibilizamos um material para o nosso cliente, ele pode ter certeza de que já conhecemos aquela tecnologia a fundo. Quando há o correto posicionamento de um híbrido, não tem erro, diz José Vagner. O sócio-proprietário da Sefert destaca que o amplo portfólio da Morgan, que atende todas as necessidades do agricultor, permite uma flexibilidade para que o correto posicionamento seja sempre indicado, com os resultados sendo conferidos a cada colheita. A Sefert ainda oferece o melhor atendimento pós- -venda da região, pois nossa equipe é treinada e altamente capacitada para dar todo o apoio e suporte aos agricultores, desde a compra da semente até após a colheita. Isso gera a confiança de nossos clientes, pois temos uma equipe que sabe o que faz e busca sempre o melhor para o produtor rural, encerra ele. Equipe apresentou os melhores híbridos adaptados à região Produtores de toda região foram conferir de perto os lançamentos da empresa 29

16 teriores. Já o 30A91 e o 30A95 foram plantados em áreas menores, de solo misto e no fechamento do plantio, por se tratarem de híbridos mais rústicos. Na área utilizada no dia de campo foram feitas duas aplicações de fungicida e nas áreas menores, por serem de fechamento de plantio e de menor investimento, foi feita apenas uma aplicação. Mesmo assim, com apenas uma aplicação, os híbridos têm se demonstrado muito sadios. Aguardaremos os resultados da produtividade., encerra Gunar Krause. O agricultor Franco Sachetti, de Florínea, esteve no evento para acompanhar as novidades Morgan para a Safrinha Neste ano ele plantou os híbridos, MG 652 em 26,4 ha, 30A37 em 79,2 ha e o 30A16 em 60 ha. Ele comenta que resolveu plantar o MG 652 devido ao que vinha sendo divulgado sobre o seu alto teto produtivo. Por isso ele abriu o plantio com o híbrido, em solo de alta fertilidade. Segundo Sachetti, os híbridos Morgan veem com uma tecnologia mais vantajosa para o agricultor e além dos mesmos possuírem alta sanidade. MORGAN/CANAÃ Fotos:_Impacto Aeroimagem Dia 18 de junho foi realizado um Dia de Campo no sítio Nova Esperança, de propriedade da família Krause, no município de Cruzália, em parceria com a revenda Canaã. O dia de campo teve por objetivo apresentar novas tecnologias e práticas de manejo aos agricultores. Nestas áreas foram utilizadas lavouras demonstrativas para expor aos produtores da região as mais recentes tecnologias e práticas de manejo disponíveis bem como todo o portifólio da Morgan Sementes. A equipe Morgan apresentou seis híbridos já existentes e consagrados na região e mais quatro lançamentos: MG652, MG699, MG300 e MG580, este último disponível para os produtores da região já para a próxima safrinha. Os convidados também puderam conhecer lavouras comerciais com os híbridos MG652 e 30A37, uma vez que os Krause se tornaram clientes dos produtos Morgan. Os agricultores também tiveram a oportunidade de tirar dúvidas sobre a tecnologia Powercore. Gunar Krause plantou pela primeira vez os híbridos Em parceria com a Canaã, empresa Morgan Sementes divulga em Cruzália suas novas tecnologias e práticas de manejo Morgan e gostou do resultado. Ele comenta que alguns fatores o levaram a apostar na marca: informações dando conta da qualidade dos híbridos e seus bons resultados na região e a confiança na revenda Canaã, parceria de longa data da família Krause. Nesta Safrinha a Família plantou os híbridos MG652 (em 55,2 ha), o 30A37 (em 31,2 ha), o 30A91 (em 9,6 ha) e o 30A95 (em 9,6 ha). E o agricultor comenta que até o dia do evento, todos estavam se mostrando muito sadios e com aspecto de resultar em altas produtividades. O produtor destacou o híbrido 30A37, do qual recebeu as melhores referências, tanto da Canaã quanto de agricultores que obtiveram excelentes resultados em anos an- Parceria Para Maycon Lima Santos, franqueado Dow AgroSciences, o evento foi de grande importância para a Morgan Sementes na região, pois possibilitou mostrar aos agricultores e consultores todo o portfólio de híbridos de milho para todas as épocas de plantio e diferentes técnicas de manejo. Aproveitamos, ainda, para lançar mais 4 novos híbridos adaptados para a nossa região do Vale: MG300 com destaque em sua hiperprecocidade; MG699 com alta estabilidade; MG652 com alta sanidade e potencial produtivo e o MG580 com excelente qualidade de grãos e teto produtivo, alinhado a superprecocidade, lembra ele. Já Nilton Cardoso de Almeida, sócio-proprietário da Canaã comenta que o dia de campo em parceria com a Morgan sementes foi motivo de grande satisfação e orgulho, pois o mesmo contou com presença maciça de produtores da região, confirmando a alta aceitação dos híbridos Morgan. O evento contou com 10 híbridos da Morgan totalmente adaptados para a região. Para a próxima Safrinha enxergamos com otimismo um crescimento expressivo destes híbridos no campo, uma vez que o nosso produtor pode contar com a confiança do portfólio tanto para fazer sua abertura de plantio bem como meio e fechamento, mantendo sempre uma excelente performance de estabilidade e produção. Em nome da Canaã e da Morgan Sementes gostaríamos e agradecer aos nossos amigos produtores pela presença no nosso dia de campo e em especial a Família Krause (Aloísio, Ingrid, Clemens, Paula, Gunar e Rosiani), salientou Nilton. Produtor Franco Sachetti: híbridos com alta sanidade Família Krause, anfitriã do evento em Cruzália 30 31

17 NOTA NOTA ZEBU AGRÍCOLA INSPEÇÃO DE SEMEADORAS Dia de Campo em parceria com a Morgan expõe híbridos que há três safras são destaques na região do Vale Paranapanema No dia 15 de julho mais de 150 agricultores da região de Cândido Mota marcaram presença no Dia de Campo promovido pela Zebu Agrícola, evento realizado em um novo modelo pela primeira vez pela empresa de representação e comércio de produtos agrícolas. Para José Eduardo Boquembuzo, sócio-proprietário da Zebu Agrícola, o resultado de um evento deste estilo é fantástico, uma vez que ele reúne aqueles que realmente estão interessados em obter informações sobre os híbridos utilizados na área plantada e todos os resultados técnicos disponíveis. O dia de campo serviu como vitrine dos híbridos da Morgan, empresa que vem crescendo no Brasil e cuja biotecnologia para controle de lagartas e ervas daninhas tem dado excelentes resultados, o Powercore, com suas três proteínas Bt distintas inseridas e que proporcionam múltiplos modos de ação que permitem 32 Fotos:_Alessandra Moro controle de algumas das principais pragas do milho, além de tolerância aos herbicidas glufosinato e glifosato, o que permite flexibilização do manejo, otimizando maquinário e mão de obra. O diretor-proprietário agradece a todos os que prestigiaram o dia de campo, que foi agendado às pressas devido à instabilidade do clima e garante que, devido à grande aceitação deste estilo de evento, outros, nos mesmos moldes, serão realizados pela Zebu Agrícola. Para o RTV da Morgan, Maycon Lima Santos o Dia de Campo foi de grande valor, pois foi uma oportunidade de tirar todas as dúvidas dos agricultores e falar um pouco sobre os híbridos da empresa e seus posicionamentos para a região. Foram abordados milhos para a abertura, meio e fechamento de plantio; médio e alto investimento; características dos principais híbridos; e os lançamentos indicados para a Safrinha Palestra aborda detalhes no momento do plantio que interferem diretamente nos resultados de produtividade Com o objetivo de transmitir aos agricultores as boas práticas de semeadura, o doutorando da Unesp de Botucatu (Faculdade de Ciências Agrárias), Tiago Correia, ministrou palestra sobre o projeto IPS (Inspeção Periódica de Semeadoras) durante o dia de campo da Dow em parceria com a Agro Ferrari. Na oportunidade ele abordou boas práticas na velocidade de semeadura, profundidade de plantio, distância entre sementes e a importância de se evitar falhas e sementes duplas. Segundo ele, todos estes quesitos, se não respeitados, geram prejuízo econômico ao final de todo o processo e quem paga a conta é o grão produzido. Quando se deixa de semear ou se semeia um grão duplo, o estande correto está sendo deixado de lado e o resultado é prejuízo na produtividade. De acordo com Correia, em 100% das visitas inspecionais feitas no campo são detectadas falhas, principalmente na escolha inadequada do disco e no excesso de velocidade da semeadura. Porém, ele destaca que independente do tipo de semeadora, evitar estes e os demais erros, é possível. E é aí que entra o projeto IPS, cujo objetivo é detectar essas falhas e corrigi-las. Quanto ao modelo (pneumática ou de disco horizontal) e idade da semeadora, detectou-se que falhas ocorrem nos dois tipos. Talvez uma semeadora mais nova tenha menor índice de falhas, mas isso não impede que elas ocorram, já que grande parte é causada pela maneira errada com a qual os agricultores as utilizam, relata ele. Segundo o doutorando, mesmo a semeadora sendo ano 2015, pneumática e com tecnologia embarcada, caso não sejam seguidos os requisitos para um bom plantio, o produtor está suscetível a falhas. De nada adianta ter em mãos uma máquina toda tecnológica, se há a insistência de fazer a semeadura a 12 quilômetros por hora, por exemplo. O modelo e idade podem até minimizar as falhas, mas elas ainda existirão e o resultado será perda de produtividade, diz. Ele explica que resultados de pesquisas recentes dão conta de que a faixa ideal de velocidade para a semeadura tanto no milho quanto na soja é de quatro a sete quilômetros/hora. Com essa velocidade respeitada, o índice de falhas encontrado é muito menor, segundo Correia. As velocidades que mais incrementam falhas são as encontradas com mais frequência, de nove a 12 quilômetros/hora, diz. Ele também abordou em sua palestra a importância da atenção quanto à profundidade da semeadura. De acordo com o doutorando, além da regulagem da semeadora, o agricultor precisa estar atento a outros quesitos, como o tipo de cultura plantada (onde cada qual tem sua faixa de profundidade ideal), além da umidade da terra e tipo de manejo realizado no solo (plantio direto ou convencional). Se eu trabalho com plantio direto, tenho uma faixa de umidade mais próxima do solo. Se eu trabalho em plantio convencional, essa faixa está mais distante da superfície. São quesitos preliminares como estes que determinam a profundidade de plantio. Uma falha muito encontrada é a falta de uniformidade entre as linhas. Isso provoca a emergência desuniforme da cultura, o que traz muita dor de cabeça no momento da colheita, disse ele. Para entrar em contato com os idealizadores do projeto de extensão rural a fim de solicitar inspeção de plantadoras, Correia comenta que o IPS está à disposição de cooperativas, associações e sindicatos e para entrar em contato basta acessar ligar para (14) , ou enviar para ou 33

18 NOTA NOTA INICIATIVA 2,4-D APLICAÇÃO RESPONSÁVEL Encontro em Pedrinhas Paulista traz informações sobre o uso correto e seguro de defensivos agrícolas Dow AgroSciences inicia o calendário 2015 do programa que visa disseminar as boas práticas e conceitos da tecnologia de aplicação Fotos:_Divulgação Cerca de 90 agricultores de Pedrinhas Paulista, Florínea, Cruzália e Maracaí ouviram atentos às recomendações passadas pelo professor doutor da Universidade de Passo Fundo, Mauro Rizzardi, durante o treinamento Manejo de Resistência de Plantas Daninhas & 2,4-D, realizado no dia 30 de junho, no Espaço ECO, em Pedrinhas Paulista. O produtor rural Renato Claudino, que acompanhou o evento, afirmou que o debate esclareceu suas dúvidas referentes às técnicas para o controle de plantas daninhas. A palestra mostrou que alguns cuidados simples trazem bons resultados no uso do 2,4-D. Nós precisamos fazer a nossa parte, ressaltou. Mauro Rizzardi abordou informações sobre o manejo de resistência de plantas daninhas, o papel dos herbicidas e das boas práticas agrícolas no combate deste problema, além de apresentar aspectos técnicos do 2,4-D, como suas características físico-químicas, situação regulatória, estudos de toxicidade, ecotoxicidade e segurança no campo. A perda de produtividade devido à presença de plantas daninhas que não são controladas pode chegar a 40%. Com o controle incorreto, varia entre 5 e 10%. Uma planta de Buva por m² reduz em até 12% a produtividade, ou seja, 6 sacos por hectare, o que equivale a uma perda de R$ 360, explica Rizzardi. O evento foi realizado pela Iniciativa 2,4-D, grupo formado pelas empresas Adama, Atanor, Dow AgroSciences e Nufarm para gerar Fotos:_Renato Piovan informação técnica sobre o uso correto e seguro de defensivos agrícolas, e faz parte do projeto que ministrará mais de 60 cursos sobre Manejo de Resistência de Plantas Daninhas & 2,4-D em parceria com entidades como a Universidade de Passo Fundo (UPF), Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) e Embrapa Soja. O programa passa por mais de 65 cidades nas cinco macrorregiões do Brasil, de maio a novembro de Sobre a Iniciativa 2,4-D - A Iniciativa 2,4-D é um grupo formado por representantes das empresas Adama, Atanor, Dow AgroSciences e Nufarm, que, com apoio acadêmico, tem como propósito gerar informação técnica sobre o uso correto e seguro de defensivos agrícolas, além de apoiar projetos que abordem esta questão, como o Projeto Acerte o Alvo - evite a deriva na aplicação de agrotóxicos, realizado no Paraná. O foco é educar o produtor sobre a importância da utilização correta de tecnologias que garantam a qualidade da aplicação dos defensivos agrícolas. O grupo defende que o uso adequado das tecnologias de aplicação e a precaução para evitar a deriva são essenciais para garantir a eficácia e a segurança ambiental na utilização de defensivos agrícolas. A Iniciativa 2,4-D se apresenta como fonte de informação e esclarecimento, que, apoiada por estudos acadêmicos, visa desmistificar o emprego do 2,4-D. Desenvolvido pela Dow AgroSciences em parceria com a Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Botucatu para disseminar as Boas Práticas Agrícolas, o Programa de Aplicação Responsável iniciou seu calendário de treinamentos voltados às culturas de soja, milho e cana-de-açúcar. A meta para 2015 prevê capacitar ao redor de agricultores, técnicos e operadores de pulverizadores em todas as regiões do Brasil. Os treinamentos, que se iniciaram em abril, estendem-se até o final de novembro. O treinamento passou pela região do Vale do Paranapanema, sendo realizado em Palmital, Cândido Mota e São José das Laranjeiras (distrito de Maracaí). Este ano houve um aumento de 40% no número de treinamentos. Na região os treinamentos tiveram a presença de Marcella Guerreiro, doutoranda na Unesp; e Raquel Berna, mestranda na Unesp. Elas tiveram a missão de disseminar a importância das boas práticas agrícolas com foco nos conceitos de tecnologia de aplicação a um número cada vez maior de profissionais. Segundo Marcella, um dos grandes vilões na perda de eficiência na aplicação é a deriva, que além de forçar o agricultor a fazer mais aplicações acaba por gerar resistência de algumas pragas aos produtos utilizados. Outro fator que nos preocupa é o estado das pontas de pulverização. Muitas vezes o agricultor se acomoda com a tecnologia, acreditando no computador de bordo, sem se preocupar se, realmente, aquilo que está sendo demonstrado pelo programa é o que realmente está saindo das pontas, relata ela. O agricultor Claudio Parisotto foi o anfitrião do treinamento em São José das Laranjeiras. Ele comenta que este tipo de iniciativa é muito valiosa para os agricultores, uma vez que hoje em dia os custos de uma lavoura são muito elevados e pequenos detalhes como os demonstrados no evento fazem a diferença e resultam em qualidade de aplicação e economia para o produtor. A agricultura atual não permite erro, disse ele. Já Franco Sachetti, produtor de Florínea, destaca que hoje em dia toda economia feita na lavoura está inclusa no resultado final da lavoura. Existem muitas pragas que ameaçam as culturas e, segundo ele, uma aplicação bem feita evita várias entradas do trator na lavoura. Para essa eficiência devemos estar atentos à qualidade do pulverizador, calibragem do mesmo, pontas utilizadas, velocidade de aplicação e fatores climáticos. Acertar o alvo na primeira tentativa também é essencial para evitar que surjam insetos que criem resistência a determinados inseticidas, completa. Bruno Schlegel, produtor de Maracaí, também participou do treinamento e destaca que esse tipo de evento sempre traz alguma novidade que pode ser implantada no campo. Ele lembra que uma das melhores partes do evento foi o foco na planilha de custos, que demonstra se o agricultor está realizando a aplicação de maneira correta ou está perdendo dinheiro com erros primários na operação

19 C onhecida por ser uma empresa inovadora do ramo agrícola, a BMW também inovou em seus eventos. No ano passado ela trouxe a novidade das Noites de Campo, promovida na zona rural de Maracaí. Em 2015 o evento ocorreu mais uma vez, reunindo agricultores do Vale do Paranapanema em Cândido Mota no último dia 22 de julho. O evento reúne parceiros e patrocinadores em uma noite que visa difundir a linha de produtos oferecidos pela empresa, considerada a melhor linha voltada para os agricultores. A Noite de Campo BMW reuniu um grande número de produtores em Cândido Mota e veio de encontro com o objetivo da empresa de trazer aos agricultores os melhores produtos do mercado, com preços mais acessíveis e com a garantia de oferecer a todos potencial de produção. Produtores de toda região, acompanhados de suas famílias, vieram conferir a novidade Empresa reúne agricultores e parceiros em evento e apresenta as melhores tecnologias do setor agrícola OITE DE CAMPO BMW Com 19 anos de atuação no mercado agrícola, a BMW vem acompanhada de grande aceitação junto aos produtores rurais. Comandada pelos sócios Paulo Mailho e Jair Mussolini (pessoas com décadas de experiência no ramo) a empresa preza pela credibilidade e honestidade junto a seus clientes e parceiros e busca, sempre, fazer o melhor em prol da agricultura regional. Somos duas pessoas que têm suas raízes no Vale do Paranapanema e se tem algo pelo que prezamos é pelo nosso nome. Por isso buscamos sempre trazer para os agricultores o que há se melhor no ramo do agronegócio. Queremos deixar nosso legado na região e marcar nosso nome na agricultura regional, disse Paulo Mailho. A BMW tem sua matriz em Cândido Mota, estando espalhada por todo o Vale 36 do Paranapanema com lojas e entrepostos de recebimento (sua área de atuação vai de Ourinhos a Maracaí), tendo em sua equipe um competente e sempre atualizado corpo de funcionários para atender os agricultores, com engenheiros agrônomos e técnicos agrícolas capacitados e uma equipe de ATS para melhor gerenciar a demanda de produtos. Segundo o sócio-proprietário da BMW, o evento foi um sucesso e isso foi motivado pela animação dos agricultores, pois o Vale do Paranapanema deve ter uma das melhores Safrinhas de sua história. Junta-se a isso fato de que o produtor tem conseguido comercializar seus grãos a R$ 25 a saca e temos esse cenário de muito otimismo. O clima colaborou e com certeza teremos uma colheita recorde este ano, encerra o sócio-proprietário da BMW. Após realizarem o evento em Maracai, BMW traz o evento para Cândido Mota Portfólio DEKALB oferece potencial produtivo aos agricultores A Dekalb levou até a Noite de Campo o seu lançamento para o alto investimento o DKB 290PRO3, que além de ter um altíssimo teto produtivo, oferece o controle da larva alfinete (Diabrótica speciosa) na versão PRO3 e traz grandes benefícios ao sistema radicular da planta, e também o DKB 315PRO, um hibrido super-precoce para médio investimento. Para demonstrar a dinâmica da tecnologia PRO3, foi aberta uma trincheira onde os agricultores puderam acompanhar toda a profundidade das raízes. Trata-se de uma revolução da Dekalb, que é a primeira empresa que lançou esta tecnologia comercialmente. Nesta Safrinha temos 400 alqueires de lavouras com essa tecnologia, que teve uma grande receptividade junto aos agricultores da região. Com certeza a tecnologia PRO3 veio para ficar, disse o RTV Fernando Sichieri. Segundo ele, o produtor que entendeu o potencial genético dos híbridos Dekalb e plantou sua lavoura com alto investimento (fungicida e adubação), terá ótimas produtividades, mesmo com o plantio tardio que ocorreu este ano, uma vez que, graças ao clima, a genética da marca vai expressar todo seu potencial produtivo. A Dekalb é a empresa líder de mercado no Brasil e para chegar a essa posição é preciso tem um portfólio com constância de ótimos resultados ao longo dos anos. Tendo isso em mente, a Dekalb realiza oito anos de estudos antes de colocar um híbrido no mercado. Quando colocamos um milho comercialmente é porque já existe um histórico de quase uma década de testes, diz Fernando. Sobre a parceria com a BMW, o RTV comenta que essa relação já duram alguns anos e tende a crescer e se solidificar cada vez mais, pois a BMW não vende apenas produtos, mas serviços e valor, sempre buscando o melhor para os agricultores, que vêm reconhecendo isso e a empresa consolidando a cada ano em toda a região do Vale do Paranapanema. 37

20 Jair Mussolini e Paulo Mailho, sócios-proprietários da BMW Carlinhos, da Helm, deu foco no fungicida Prisma Família BMW juntamente com seus parceiros comerciais Representante da BAYER destaca os benefícios da tecnologia Veritas Laércio, RTV da Bayer destacou o Veritas Laércio Coco, representante comercial da Bayer apresentou o portfólio da empresa com destaque para os fungicidas Fox e Sphere Max, além do produto Veritas, que melhora a capacidade das plantas de soja e feijão de fixar flores e vagens, contribuindo para o preenchimento de grãos em estágios críticos de seu desenvolvimento. O Veritas é uma tecnologia patenteada e única no mercado brasileiro. Laércio também falou sobre o CropStar, um inseticida de uso exclusivo para tratamento de sementes e seu grande diferencial é o controle conjunto de pragas sugadoras, mastigadoras (lagartas) e nematoides. Fertilização da lavoura foi tema abordado pela HERINGER A Heringer marcou presença e levou a Cândido Mota seus produtos diferenciados em fertilização da lavoura. O representante comercial Bruno Veanholi Tesi apresentou o FH Nitromais, adubo nitrogenado, que pode ser aplicado em cobertura, mesmo em condições não favoráveis. Devido à baixa volatilização de seu nitrogênio, é uma excelente alternativa a outras fontes nitrogenadas, tais como o sulfato de amônio e o nitrato de amônio. Além de reduzir significativamente a perda de N da ureia a tecnologia Heringer para produção do FH Nitromais fornece boro e cobre totalmente solúveis e, portanto, prontamente disponíveis para as plantas. O representante comercial explicou aos agricultores como a tecnologia exclusiva funciona: há um recobrimento dos grãos da uréia com inibidores, os quais são fonte de boro e cobre. Este recobrimento permite uma proteção contra as perdas de nitrogênio, além de proteger e fornece boro e cobre. Também foi abordado o FH Nitro Gold, produto de alta tecnologia que contém nitrogênio e enxofre e visa o fornecimento destes nutrientes de maneira equilibrada para todas as culturas. Esse produto promove adubação balanceada, observando principalmente a relação N/S; reduz higroscopicidade (capacidade que certos materiais possuem de absorver água) do nitrogenado; melhora a qualidade física do adubo; mantém ação residual do enxofre no solo; e promove a redução das perdas por volatilização do nitrogenado. Microorganismos existentes no solo fazem a transformação do enxofre, de seu estado natural para sulfato, solúvel no solo. Este é um processo que ocorre durante todo o crescimento da cultura, explica Bruno. Tecnologia de Aplicação é destaque da FERTYBIO no evento A Fertybio Fertilizantes falou sobre a parceria entre a empresa e a BMW e sobre o produto que é o seu carro-chefe: o Faster Full. A empresa abordou também sobre tecnologia de aplicação e a importância do adjuvante Faster Full no momento do preparo de uma bomba, recomendado em todas as aplicações. O produto usado para melhorar qualidade da aplicação e melhorar a qualidade da água, agindo como redutor ph, anti deriva, anti espumante, gerando calda homogênea sem problemas com mistura de produtos, explicou Renato. Abordou, também, o Programa de Nutrição para Soja, que se inicia no tratamento de semente com o Faster Seed, depois no plantio com o inoculante líquido ou turfoso, melhorando o enraizamento e nodulação na cultura da soja, melhorando assim sua fixação de N. Já o Faster Manganês é utilizado junto com a aplicação do glifosato para evitar amarelecimento e que a plante se estresse nesse período. Também foi abordado o Faster CaB, produto com cálcio e boro utilizado para segurar a florada, diminuindo o número de aborto, e também o Faster K, utilizado no enchimento de grão para dar mais peso ao grão. Hoje em dia, com o avanço da tecnologia temos soja para produzir 200 sacas/alqueire. E é para isso que a Fertybio está aqui, para auxiliar o produtor no campo na hora ideal de cada nutriente e, assim, complementar no momento em que a planta mais necessita dele. LAGOA BONITA apresenta aplicativo gratuito que calcula sementes por hectare Qualidade tem sido o principal foco da Lagoa Bonita Sementes. Pensando nisso a empresa tem trabalhado com a linha de corte de 90% de germinação de 85% de vigor, mantendo um elevado padrão. A empresa também tem trabalhado com uma nova forma de negociação que vem sendo bem aceita no mercado: ela vende plantabilidade, garantindo, assim, excelentes resultados finais ao produtor. O representante comercial Rafael focou também o Tratamento de Sementes Industrial Incotec, que garante melhora da plantabilidade, liberação gradual de ativos e aditivos, segurança da qualidade no tratamento ofertado; redução de riscos de danos mecânicos; 38 39

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