UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PRODUÇÃO VEGETAL CATARINA COTRIM DE MATTOS SOBRINHO

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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PRODUÇÃO VEGETAL CATARINA COTRIM DE MATTOS SOBRINHO DIAGNÓSTICO FITOSSANITÁRIO E AVALIAÇÃO DE NIM NO CONTROLE DE ALGUMAS PRAGAS DE Heliconia spp. NO LITORAL SUL DA BAHIA ILHÉUS - BAHIA 2008

2 2 CATARINA COTRIM DE MATTOS SOBRINHO DIAGNÓSTICO FITOSSANITÁRIO E AVALIAÇÃO DE NIM NO CONTROLE DE ALGUMAS PRAGAS DE Heliconia spp. NO LITORAL SUL DA BAHIA Dissertação apresentada à Universidade Estadual de Santa Cruz, para obtenção do título de Mestre em Produção Vegetal. Área de concentração: Proteção de Plantas Orientadora: Profª Maria Aparecida Leão Bittencourt ILHÉUS - BAHIA 2008

3 3 M444 Mattos Sobrinho, Catarina Cotrim de. Diagnóstico fitossanitário e avaliação de nim no controle de algumas pragas de Heliconia spp. no Litoral Sul da Bahia / Catarina Cotrim de Mattos Sobrinho. Ilhéus, BA: UESC/PPGPV, f. : il. Orientadora: Maria Aparecida Leão Bittencourt. Dissertação (Mestrado) Universidade Estadual de Santa Cruz. Programa de Pós-Graduação em Produção Vegetal. Inclui bibliografia e apêndices. 1. Pragas Controle. 2. Fitossanidade. 3. Flores Doenças e Pragas. I. Título. CDD 632

4 4 CATARINA COTRIM DE MATTOS SOBRINHO DIAGNÓSTICO FITOSSANITÁRIO E AVALIAÇÃO DE NIM NO CONTROLE DE ALGUMAS PRAGAS DE Heliconia spp. NO LITORAL SUL DA BAHIA Ilhéus - BA, 07/03/2008. Maria Aparecida Leão Bittencourt DS UESC/DCAA (Orientadora) Arlete Silveira DS UESC/DCAA José Luiz Bezerra PhD CEPEC/CEPLAC Maria Aparecida Castellani DS UESB/DFZ

5 5 DEDICATÓRIA Com amor e carinho: Ofereço e agradeço Aos meus pais José Orlando e Celeste e Dedico Ao meu esposo Guilherme

6 6 AGRADECIMENTO A Deus, pelo que sou, pois é Ele quem opera em mim, tanto o querer, quanto o realizar, segundo a sua boa vontade Filipenses 2:13. Aos Professores, Maria Aparecida Leão Bittencourt, Arlete Silveira e José Luiz Bezerra, pela orientação, apoio, incentivo e conhecimentos compartilhados. Ao Pesquisador Científico Dr. Cláudio Marcelo Gonçalves de Oliveira e a Bolsista do CNPq, Fernanda Branco de Cerqueira César, do Instituto Biológico, São Paulo, pela colaboração na identificação dos espécimes de nematóides. Ao Professor Dr. Fernando Zanotta da Cruz, pela contribuição na identificação de formas imaturas de insetos. A Bióloga, Kátia Bezerra, pela cooperação nos isolamentos e identificação fúngica. A Bolsista da FAPESB IC Junior, Iracema Mendes Santos, pela colaboração na triagem do material amostrado em campo. A Professora Dra. Rosilene Aparecida de Oliveira, UESC/DCET, e ao Bolsista da FAPESB, Israel Cívico Gil de Sá pela elaboração dos extratos, aquoso e etanólico, das folhas do nim. Ao Professor Dr. Luiz Roberto Martins Pinto, pela orientação e conhecimento ministrado durante as análises estatísticas. Aos produtores rurais, Eduardo Café, Gerson Gesteira, Helvécio Starling, Marinalva Badaró, Roberto Tocafundo e Sérgio Gondim, por disponibilizarem suas propriedades em favor do conhecimento científico.

7 7 A ADAB Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia, o reconhecimento e, ao Diretor de Defesa Sanitária Vegetal, Cássio Ramos Peixoto, aos Coordenadores Regionais de Itabuna, João Carlos Oliveira da Silva e Waldemar Oliveira D Afonseca, e a Gerente Técnica, Fernanda Ferreira Mendonça, a gratidão pelo apoio e determinação que permitiram a concretização de um ideal.

8 8 DIAGNÓSTICO FITOSSANITÁRIO E AVALIAÇÃO DE NIM NO CONTROLE DE ALGUMAS PRAGAS DE Heliconia spp. NO LITORAL SUL DA BAHIA RESUMO As helicônias apresentam características favoráveis à comercialização, porém o manejo inadequado aliado aos fatores de precipitação, umidade e temperatura, favorece a ocorrência de pragas, limitando a produção e reduzindo a qualidade das inflorescências. Com a expansão do agronegócio de flores tropicais no Sul da Bahia e a inexistência de agrotóxicos registrados para a cultura, este trabalho teve como objetivos detectar e identificar as principais espécies de pragas associadas às helicônias e avaliar a eficiência de diferentes extratos de nim como defensivo alternativo de controle. De agosto/2006 a junho/2007, foram realizadas coletas mensais, sendo amostradas cinco hastes vegetativas, duas hastes reprodutivas, raízes e solo por planta, além de captura de insetos em plantios comerciais nos municípios de Itabuna, Ilhéus, Uruçuca, Ituberá, Ibirapitanga e Valença. Nos Laboratórios de Entomologia e Fitopatologia da UESC foi realizada a triagem sob microscópio estereoscópico e ótico, extração de nematóides e isolamento em meio de BDA. Os extratos aquoso e etanólico de folhas (1,0; 5,0 e 10,0%), e os produtos comerciais Neemseto e Neemtorta, respectivamente na forma de óleo emulsionável (1,0%) e torta de nim (50g.vaso -1 ), foram avaliados quanto à sua eficiência no controle de Eutropidacris cristata, Dysmicoccus brevipes e Helicotylenchus erythrinae. A eficiência dos tratamentos foi obtida por meio da fórmula de Abbott e comparadas ao nível de 5% de significância. Foram identificados: 45 famílias distribuídas em oito ordens de insetos, quatro gêneros de nematóides e nove de fungos, e uma espécie de alga fitopatogênica associados aos cultivos de helicônias, sendo que os gêneros Fusarium, Drechslera e Pestalotiopsis foram depositados na Micoteca da CEPLAC. A população do nematóide H. erythrinae no solo manteve-se abaixo da população inicial, apresentando 74,23% de mortalidade aos 30 dias após a incorporação da torta de nim ao solo. O óleo emulsionável de nim (1,0%) apresentou eficiência no controle apenas para D. brevipes de 66,67% após 72 horas de contato. O extrato aquoso de folhas do nim, apenas na concentração de 5,0%, mostrou eficiência no controle de D. brevipes. Após 24 e 120 horas da aplicação do extrato etanólico na concentração de 10,0%, verificou-se 100% de mortalidade em D. brevipes e E. cristata. Palavras - chave: flores tropicais; fitossanidade; defensivo natural; controle natural.

9 9 PHYTOSANITARY DIAGNOSIC AND EVALUATION OF NEEM IN THE CONTROL OF Heliconia spp. PESTS OF THE SOUTHERN LITTORAL BAHIA ABSTRACT Heliconias could be successfully commercialized, but inadequate management associated with precipitation, humidity and temperature cause disease. This limits production and reduces flower quality. The tropical flower business is expanding in Southern Bahia and there are no registered agrotoxins for the crop. This study had the following objectives: to detect and identify the main pest species associated with heliconias and evaluate the effectiveness of different neem extracts as an alternative means of control. Samples were collected from five vegetative stems, two reproductive stems, roots and soil and insects captured for each plant studied from August of 2006 to June of 2007 in commercial plantings in the municipals of Itabuna, Ilhéus, Uruçuca, Ituberá, Ibirapitanga and Valença. The material was sorted in the Entomology and Phytopathology Laboratories at UESC underneath stereoscopic and optical microscopes. Nematodes were removed and isolated in BDA medium. Aqueous and ethanol foliar abstracts (1.0; 5.0 and 10.0%) and the commercial products, Neemseto and Neemtorta, respectively in the form of oil emulsion (1.0%) and neem cake (50 g.container -1 ), were evaluated for their effectiveness in controlling Eutropidacris cristata, Dysmicoccus brevipes and Helicotylenchus erythrinae. The effectiveness of the treatments was obtained using the Abbott formula and a significance of 5%. 45 families were identified distributed in eight insect orders, four nematode and nine fungus genera and a species of phytopathogenic algae associated with heliconia crops. The genera Fusarium, Drechslera and Pestalotiopsis were deposited in the CEPLAC microbe bank. The H. erythrinae nematode population in the soil was lower than the initial population, with 74.23% mortality 30 days after the incorporation of the neem cake in the soil. The 1.0% neem emulsion oil was only effective in controlling D. brevipes at 66.67%, 72 hours after contact. The aqueous leaf extract was only effective in the control of D. brevipes with a 5.0% concentration. 100% mortality was observed in D. brevipes and E. cristata 24 and 120 hours after the 10.0% concentration ethanol extract application. Keywords: tropical flowers; phytosanitary; natural defense; natural control.

10 10 LISTA DE FIGURAS 1 Ordem de insetos e total de exemplares coletado em helicônias na região Litoral Sul da Bahia. Agosto/2006 a Junho/ Número de exemplares de espécies-pragas (D. brevipes, E. cristata e lagartas desfolhadoras e broqueadoras) coletadas em helicônias na região Litoral Sul da Bahia. Agosto/2006 a Junho/ Dados pluviométricos e de temperatura no município de Uruçuca, BA. Setembro/2006 a Junho/ Ocorrência de patógenos causadores de doenças em espécies de helicônias no Litoral Sul da Bahia. Agosto/2006 a Junho/ Número de nematóides associados ao sistema radical de helicônias no Litoral Sul da Bahia. Agosto/2006 a Janeiro/ Insetos associados a helicônias no Litoral Sul da Bahia: adulto (A), ninfa (B) e injúrias (C) de E. cristata; adulto (D), pupa (E) e injúrias (F) de Metamasius sp.; lagarta (G) e broqueamento causado nas inflorescências (H, I); lagarta de O. invirae (J) e desfolhamento causado (L); lagarta desfolhadora A. eriphia (M); cochonilha-de-raiz, D. brevipes (N, O); oviposição endofítica de Cornops sp. (P) Doenças associadas à helicônias no Litoral Sul da Bahia: sintoma característico de descoloração vascular (A), macroconídio de F. oxysporum f. sp. cubense (B); manchas foliares associadas a Drechslera sp. (C); mancha de alga (D); antracnose em folhas de Golden Torch (E) e em inflorescência de H. bihai (F) Mancha de Pestalotiopsis (A), conídio de Pestalotiopsis sp. (B); descamação e escurecimento da superfície da raiz devido o ataque de nematóide (C); mancha de Cladosporium (D) Área de estudo sobre levantamento de pragas associadas em helicônias cultivadas no Litoral Sul da Bahia. Agosto/2006 a Janeiro População de nematóides no solo aos 30, 60 e 90 dias após o plantio da cultivar Golden Torch, com e sem incorporação de torta de nim (Neemtorta ), em Uruçuca, BA. Novembro/2006 a Fevereiro/ População de nematóides na raiz aos 30, 60 e 90 dias após o plantio da cultivar Golden Torch, com e sem incorporação de torta de nim (Neemtorta ), em Uruçuca, BA. Novembro/2006 a Fevereiro/

11 11 12 Eficiência (%) média no controle de D. brevipes após 24, 48 e 72 horas da aplicação dos extratos de nim, in vitro Eficiência (%) média no controle de E. cristata após 24, 48, 72, 120, 168 e 216 horas da aplicação dos extratos de nim, in vitro... 76

12 12 LISTA DE TABELAS 1 Número de exemplares de insetos, em função da Ordem e Família, coletado em helicônias na região Litoral Sul da Bahia, Agosto/2006 a Junho/ Análise da diversidade de espécies-pragas associadas às helicônias cultivadas na região Litoral Sul da Bahia. Agosto/2006 a Junho/ Número de exemplares obtidos em helicônias, por Ordem de insetos, coletados em municípios da região Litoral Sul da Bahia. Agosto/2006 a Junho/ Doenças detectadas em helicônias cultivadas no Litoral Sul da Bahia. Agosto/2006 a Junho/ Número total de ocorrências de doenças em Heliconia spp., em municípios da região Litoral Sul da Bahia. Agosto/2006 a Junho/ Análise da diversidade de fitopatógenos causadores de doenças associadas à Heliconia spp. na região Litoral Sul da Bahia. Agosto/2006 a Junho/ Fitonematóides associados à rizosfera de Heliconia spp. na região Litoral Sul da Bahia. Agosto/2006 a Janeiro/ Diagnóstico fitossanitário das áreas produtoras de helicônias na região Litoral Sul da Bahia. Agosto/2006 a Janeiro/ Média populacional de H. erythrinae, presentes no solo e na raiz, com e sem incorporação da torta de nim (Neemtorta ) ao substrato Eficiência (%) média no controle de D. brevipes, por tratamento, aos 30, 60 e 90 dias após incorporação da torta de nim (Neemtorta ) ao solo, Uruçuca, BA. Novembro/2006 a Fevereiro/ Eficiência (%) média, por tratamento, as 24, 48 e 72 horas após o contato de Dysmicoccus brevipes com os extratos, in vitro Médias de eficiência (%) e alimentação de folhas de helicônias, por tratamento, após 24, 48, 72, 120, 168 e 216 horas da aplicação, no controle de E. cristata, in vitro... 77

13 13 SUMÁRIO RESUMO... ABSTRACT... vi vii 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA O gênero Heliconia L Ocorrência de pragas em helicônias Insetos Doenças e nematóides Azadirachta indica A. Juss Efeitos e modo de ação de Azadirachta indica sobre artrópodes Uso do nim no controle de pragas agrícolas Artrópodes Doenças e nematóides MATERIAL E MÉTODOS Levantamento de pragas em helicônias cultivadas no Litoral Sul da Bahia Avaliação de Azadirachta indica nim no controle de pragas Avaliação da torta de nim no controle de nematóides e cochonilha-de-raiz Avaliação dos extratos aquoso e etanólico de folhas, e óleo emulsionável de nim no controle de cochonilha-de-raiz e gafanhoto RESULTADOS E DISCUSSÃO Levantamento de pragas em helicônias cultivadas no Litoral Sul da Bahia... 34

14 Injúrias causadas por pragas em helicônias cultivadas no Litoral Sul da Bahia Avaliação de nim (Azadirachta indica) no controle de pragas Avaliação da torta de nim (Neemtorta ) no controle de nematóides e cochonilha-de-raiz Avaliação dos extratos aquoso e etanólico de folhas, e óleo emulsionável de nim (Neemseto ) no controle de cochonilha-deraiz e gafanhoto Cochonilha-de-raiz (Dysmicoccus brevipes) Gafanhoto (Eutropidacris cristata) CONCLUSÕES BIBLIOGRAFIA CONSULTADA APÊNDICES... 90

15 1 INTRODUÇÃO No início da década de 90, o Brasil ocupava o 20º lugar e a Holanda, o 1º lugar como país exportador de flores e plantas ornamentais do mundo. Em 2006, segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA, 2007), o Brasil exportou um volume de US$ 29,6 milhões, com incremento da ordem de 14,8% em relação a O crescimento nas exportações de flores de corte frescas, representa uma das mais importantes conquistas da floricultura brasileira nos últimos anos, devido ao maior valor agregado, sendo que países como a Holanda, Estados Unidos, Portugal, e Canadá estão entre os principais consumidores (JUNQUEIRA; PEETZ, 2006). Atualmente, o Brasil possui uma área com aproximadamente, hectares dedicados ao cultivo de flores e plantas ornamentais. A atividade está presente em mais de propriedades rurais, proporcionando mais de empregos diretos e indiretos em toda cadeia produtiva, com um valor de produção estimado em R$ 444,4 milhões, caracterizando o agronegócio da floricultura nacional como expressivo e promissor conforme dados da Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aqüicultura e Pesca do Espírito Santo (SEAG, 2007). No Estado da Bahia a floricultura vem se destacando, desde 1991, como importante alternativa de trabalho e renda para as mais diversas classes da população. As flores tropicais são exploradas no Estado por 70 produtores reunidos em três associações distintas: Florasulba (Ilhéus), Bahiaflora (Ituberá) e Tropiflor

16 2 (Amélia Rodrigues) (SECRETARIA DA AGRICULTURA, IRRIGAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA DA BAHIA, 2007). Entre as famílias Araceae, Heliconiaceae, Musaceae e Zingiberaceae, encontram-se as espécies mais importantes da floricultura tropical. O gênero Heliconia L., originalmente incluído na família Musaceae, posteriormente passou a constituir a família Heliconiaceae como único representante, devido as suas características próprias de individualização. Aproximadamente, 40 espécies ocorrem naturalmente no Brasil, principalmente nas bordas das florestas e matas ciliares e nas clareiras ocupadas por vegetação pioneira (CASTRO, 1995). Sua aceitação como flores de corte têm sido crescente, tanto no mercado nacional como internacional, pois a beleza e exotismo das brácteas de cores e formas variadas, que envolvem e protegem as flores, favorecem sua aceitação pelo consumidor, além da rusticidade, boa resistência ao transporte e maior durabilidade pós-colheita. No Brasil, as principais áreas de produção estão concentradas na região da mata úmida do Nordeste, nos estados de Pernambuco e Alagoas que já exportam suas flores para outros estados brasileiros. O clima quente e úmido da região Litoral Sul da Bahia favorece a ocorrência de pragas (artrópodes e doenças), que passam despercebidas no campo, existindo poucas informações que possam auxiliar os produtores a identificar e controlar as mesmas. Devido às vantagens econômicas e ecológicas apresentadas pelo agronegócio de flores tropicais, verifica-se uma tendência no aumento da área cultivada, com um número crescente de produtores rurais investindo nesta atividade no Litoral Sul da Bahia. A expansão da área cultivada associada à utilização de mudas não certificadas e o desconhecimento de práticas culturais específicas, como o aumento da densidade de plantas/unidade de área e deficiências nutricionais,

17 3 necessariamente contribuirá para o aumento de problemas fitossanitários na região, acarretando danos significativos nas plantações, com a limitação da produção e baixa qualidade das inflorescências. A fitossanidade de plantas ornamentais no Brasil tem sido objeto de poucos trabalhos, o que corrobora a necessidade da realização de estudos que avaliem alternativas de controle de pragas associadas às helicônias. Atualmente, não existem produtos fitossanitários registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para o controle de pragas em helicônias, o que certamente, ao ocorrerem, levaria os produtores à utilização indevida de agrotóxicos e seus efeitos deletérios à saúde humana e meio ambiente. Introduzida no Brasil em 1986, a espécie Azadirachta indica A. Juss, pertencente à família Meliaceae, é uma árvore de clima tropical e subtropical, perene, de crescimento rápido e resistente a longos períodos de seca. Conhecida como nim, possui compostos ativos com ação sobre insetos, fungos e nematóides fitopatogênicos, dos quais se destacam a azadiractina, salanina, melianona, nimbinem, entre outros. O princípio ativo azadiractina, limonóide que possui importantes atividades biológicas, torna este extrato bastante promissor em programas de manejo de pragas (MARTINEZ, 2002). Os princípios ativos dos inseticidas botânicos são compostos resultantes do metabolismo secundário das plantas, sendo acumulados em pequenas proporções nos tecidos vegetais. Hoje, existe um mercado promissor para os bioinseticidas e inseticidas naturais, porque esses produtos podem ser utilizados no manejo integrado de pragas em cultivos comerciais e também na agricultura orgânica. Muitas pesquisas têm sido realizadas à procura de compostos naturais, biologicamente ativos contra pragas.

18 4 Nesse sentido, este trabalho teve como objetivos detectar e identificar as principais espécies de pragas que ocorrem na região e avaliar a eficiência dos produtos do nim (torta, extratos e óleo emulsionável) no controle de pragas associadas às helicônias cultivadas no Litoral Sul da Bahia.

19 5 2 REVISÃO DE LITERATURA 2.1 O gênero Heliconia L. A família Heliconiaceae, ainda muito pouco estudada e com um número de espécies existentes incerto, compreende cerca de 150 a 250 espécies, onde seis destas ocorrem nas Ilhas do Sul do Pacífico, Samoa e Indonésia, e as demais estão distribuídas na América Tropical desde o sul do México até o norte de Santa Catarina, Brasil. Neste país, cerca de 40 espécies ocorrem naturalmente, predominantemente nas bordas das florestas e matas ciliares e nas clareiras ocupadas por vegetação pioneira. Desenvolve-se em locais sombreados ou a pleno sol, de úmidos a levemente secos e em solos argilo-arenosos (CASTRO, 1995). Vários autores (CASTRO, 1995; MENEZES; ALVES, 2000; ASSIS et al., 2002) descrevem as helicônias como plantas perenes, herbáceas, rizomatosas, eretas, de tamanho médio a grande, variando entre 0,5 a 10,0 metros. Apresentam três formas de crescimento: musóide, zingiberóide e canóide, e o rizoma subterrâneo é utilizado normalmente para a propagação. As inflorescências (parte de maior interesse comercial) são terminais, constituídas de um pedúnculo alongado e inserido de brácteas de diferentes formas, tamanho, cores e texturas, podendo ser de quatro tipos: 1) ereta em um único plano; 2) ereta em mais de um plano; 3) pendente em um plano; e, 4) pendente em mais de um plano. As espécies e os híbridos mais cultivados como flores de corte são: Heliconia psittacorum, H. stricta

20 6 cv. Fire Bird, H. bihai, H. rostrata, H. chartaceae, H. orthotricha, H. angusta, H. episcopalis, H. hirsuta, H. caribaea, H. wagneriana, H. psittacorum x H. marginata cv. Nickeriensis, H. psittacorum x H. spathocircinata cv. Golden Torch e Golden Torch Adrian, H. marginata x H. bihai cv. Rauliniana. A temperatura ideal para seu cultivo está entre 22 a 25 ºC, sendo que no Brasil existem grandes plantações, principalmente na região da mata úmida do Nordeste, com destaque para os estados de Pernambuco e Alagoas que já exportam suas flores para outros estados brasileiros. A disponibilidade de água é importante para seu desenvolvimento, pois muitas espécies não toleram mais de dois meses de déficit hídrico, sendo encontradas em regiões com a mm de precipitação anual (LAMAS, 2002; ALVES; SIMÕES, 2003). 2.2 Ocorrência de pragas em helicônias Devido ao reduzido volume de informações sobre as pragas (insetos e doenças) associadas às helicônias, foram incluídos nesta revisão estudos que relatam as pragas associadas a outros hospedeiros Insetos Turk (1984) estudou o ciclo de vida e hábitos alimentares do gafanhoto Cornops frenatum cannae Roberts e Carbonell (Orthoptera: Acrididae) com ênfase na oviposição; observando o comportamento da praga em campo e em laboratório. Foi observado que, em campo, a espécie realizou postura endofítica e alimentou-se exclusivamente de plantas da ordem Zingiberales, possivelmente Canna edulis. Em

21 7 laboratório, verificou-se que além de espécies de Canna, também se alimentaram de folhas de Heliconia. Nas folhas atacadas foram observados orifícios arredondados ou ovalados, deixando expostas as nervuras principais e secundárias da folha; em relação à oviposição, verificou-se que a fêmea, com o seu ovipositor, raspava e escavava a haste, principalmente na inserção das nervuras, formando um orifício no qual depositava os ovos, sendo este fechado com uma substância esponjosa, formando um tampão. Outra subespécie do gênero Cornops, C. frenatum frenatum (Marschall), foi relatada por Braga et al. (2007) sobre quatro espécies de Heliconia: H. stricta, H. psittacorum, H. tarumaensis e H. hirsuta, num fragmento florestal situado no município de Manaus, AM. Os autores observaram a presença de ninfas e adultos, bem como sinais de oviposição nos pecíolos das helicônias; apesar de prejudicar o desenvolvimento das helicônias, em grandes populações, não foi considerada como praga pelos pesquisadores. Zanetti et al. (2003) relataram os prejuízos que a espécie Eutropidacris cristata (L.) (Orthoptera: Acrididae), vulgarmente conhecido como gafanhoto-docoqueiro, pode causar aos hospedeiros. Esta espécie por ser polífaga e de ampla distribuição no Brasil, é referida em espécies de Eucalyptus, abacateiro, bananeira, pastagens, coqueiro, citros, mandioca, entre outras. Cassino e Nascimento (1999) verificaram que seis espécies de aleirodídeos, conhecidos como mosca-branca, dentre as quais Aleurothrixus floccosus (Maskell) (Hemiptera: Aleyrodidae), além de infestarem variedades de Citrus, atacam outros hospedeiros, dentre os quais estão plantas ornamentais. Colen et al. (2001) concluíram que o ataque de Dysmicoccus brevipes (Cockerell) (Hemiptera: Pseudococcidae) em abacaxizeiros na proporção de 0,6 cochonilhas por planta é suficiente para a transmissão do vírus causador da murcha-

22 8 do-abacaxizeiro, sendo que a fase de florescimento é a mais prejudicada, não causando danos a produção dos frutos. Luz et al. (2005) registraram a primeira ocorrência de D. brevipes na parte aérea e raízes da palmeira Rhapis excelsa no Brasil. As cochonilhas vivem em colônias na planta, em locais protegidos, apresentando densa cobertura cerosa de coloração branca no corpo. Devido a grande capacidade de adaptação, pode permanecer no agroecossistema em plantas hospedeiras, vindo a causar sérios danos, pois ao sugarem a seiva provocam o amarelecimento, secamento e morte das plantas, além de constituírem vetores de doenças viróticas. Zorzenon et al. (2000) constataram pela primeira vez que Metamasius hemipterus L. (Coleoptera: Curculionidae) estava atacando espécies de palmeiras (Euterpe edulis juçara, E. oleracea açaí e Bactris gasipaes pupunheira ), cujas larvas alimentavam-se dos tecidos vegetais vivos, escavando galerias superficiais e profundas, danificando o estipe, estando associadas ao ataque de Rhyncophorus palmarum (L.) (Coleoptera: Curculionidae) ou a algum tipo de ferimento no estipe, confeccionando um casulo com as fibras da palmeira para a pupação. Leon-Brito et al. (2005) estudaram o ciclo de vida do M. hemipterus, praga secundária da cana-de-açúcar, mas que nos dendezeiros na Venezuela produzem uma exsudação gomosa de cor amarela na haste e pecíolos, abrindo galerias nos mesmos e causando danos importantes às plantações. As larvas habitam na inserção dos pecíolos e na periferia da haste e logo penetram em seu interior. No último ínstar larval, movimentam-se em direção ao tronco, onde rasgam as fibras do tecido vegetal e constroem o casulo que envolve a pupa, alcançando em poucas semanas o estado adulto.

23 9 Assis et al. (2002) verificaram que a broca-gigante Castnia licus (Drury) (Lepidoptera: Castniidae) tem causado danos nas helicônias, no Estado de Pernambuco. Os autores relatam que as larvas escavam galerias ascendentes no interior do pseudocaule e rizoma, podendo alcançar a gema apical, paralisando o crescimento da planta, que amarelece e morre. Além desta espécie, são citadas como pragas das flores tropicais a espécie C. icarus (Cramer) (broca-gigante) e Elasmopalpus lignosellus (Zeller) (Lepidoptera: Pyralidae), que ataca o pseudocaule (WARUMBY et al., 2004). Estes autores também descreveram quanto à morfologia, biologia, hospedeiros, distribuição geográfica, danos e medidas de controle de artrópodes encontrados atacando helicônias, no Estado de Pernambuco, as lagartas desfolhadoras: borboleta olho-de-coruja Calligo illioneus (Cramer) (Lepidoptera: Nymphalidae), Opsiphanes invirae (Huebner) (Lepidoptera: Nymphalidae), e Antichloris eriphia (Fabricius) (Lepidoptera: Arctiidae), os pulgões Pentalonia nigronervosa (Coquerel) e Toxoptera sp. (Hemiptera: Aphididae), a cochonilha-daraiz D. brevipes, os gafanhotos Schistocerca sp. (Orthoptera: Acrididae), a formiga cortadeira Atta sexdens (L.) e o ácaro-vermelho Tetranychus abacae (Baker & Pritchard) (Acari: Tetranychidae). Watanabe (2007) constatou que cerca de 10 a 15% das plantas de H. latispatha, plantadas numa área de 50 m², localizada nas proximidades de um plantio de bananeiras no município de Jaguariúna, SP, encontravam-se atacadas pelas lagartas desfolhadoras do limbo foliar A. eriphia e C. illioneus, pragas que atacam as folhas da bananeira, as quais desapareceram após uma chuva. Para a bananeira, o nível de controle da A. eriphia é de 20 lagartas.planta -1 e duas lagartas.planta -1 para a espécie C. illioneus, porém não existe ainda determinação para helicônias. Portanto, deve ter uma atenção especial para os cultivos de

24 10 helicônias próximos a bananais, em relação às lagartas desfolhadoras que podem migrar de uma cultura para outra Doenças e nematóides Madriz et al. (1991) identificaram em folhas e inflorescências de H. caribaea, H. latispatha, H. psittacorum e H. rostrata a ocorrência de vários fungos fitopatogênicos, dentre os quais, Colletotrichum musae (Berk. & M. A. Curtis) Arx, Drechslera musae-sapientum (Hansf.) M. B. Ellis, Pestalotiopsis sp., Phyllosticta musae F. Stevens & E. Young, Glomerella cingulata (Stonman) Spauld. & H. Schrenk, Guignardia musae Racib., Curvularia sp. e Mycosphaerella musicola R. Leach, sendo que M. musicola somente foi encontrado em H. caribaea. A espécie H. rostrata foi a menos suscetível devido ao menor número de fungos encontrados, bem como pela pouca severidade dos danos. Pozza et al. (1999) verificaram na região de Lavras, MG, em 153 hospedeiros, sendo que 13,1% eram plantas ornamentais, a ocorrência de 525 doenças na parte aérea das plantas causadas por diversos fatores: 81,5% eram de natureza fúngica; as manchas foliares foram os sintomas de maior ocorrência com 48,5% do total, seguido de podridão e murcha, com 16,3% e 9,5%, respectivamente. Menezes e Alves (2000) relatam que as helicônias são bastante tolerantes às doenças, embora os patógenos que causam apodrecimento de raízes e rizomas sejam de importância econômica. Entre as doenças causadas por fungos citam as manchas foliares causadas por Pyriculariopsis sp. e Cercospora spp., e Phytophthora nicotianae Breda de Haan, Pythium spp. e Rhizoctonia solani J.G.

25 11 Kühn (teleomorfo Thanatephorus cucumeris (A.B. Frank) Donk) responsáveis pelas podridões de raiz. Alguns pesquisadores (ASSIS et al., 2002; LINS; COELHO, 2004; WARUMBY et al., 2004) relataram os patógenos, os hospedeiros, a sintomatologia e medidas de controle das diversas doenças que atacam os cultivos de helicônias no Estado de Pernambuco. A maioria das doenças é de natureza fúngica: a antracnose (Colletotrichum gloeosporioides (Penz.) Penz. & Sacc.) com lesões em folhas e inflorescências de H. rostrata, em H. psittacorum cv. Golden Torch, H. ortotricha cv. Total Eclipse; as manchas causadas por Bipolaris incurvata (C. Bernard) Alcorn, G. cingulata, Deightoniella torulosa (Syd.) Ellis, Curvularia lunata (Wakker) Boedijn e Guignardia sp.; a ferrugem (Uredo anturii ); e, as podridões de raízes e rizoma. O Fusarium oxysporum f. sp. cubense W.C. Snyder & H.N. Hansen é um importante patógeno para as helicônias (H. chartaceae cv. Sexy Pink), com quatro raças, sendo que as raças 1, 2 e 4 atacam musáceas e a raça 3 é especifica para heliconiáceas. Causa o apodrecimento das raízes e rizoma, descoloração dos vasos e murcha vascular, apresentando sintomas de amarelecimento e seca progressiva das folhas. Castro et al. (2005) constataram a ocorrência de murcha de Fusarium em 88% das propriedades pernambucanas produtoras de flores tropicais, sendo mais freqüente em H. psittacorum cv. Alan Carle. Outras doenças fúngicas de importância secundária relacionadas às helicônias são as manchas de Cercospora, de Cylindrocladium, de Cladosporium e oídio. Ralstonia solanacearum (Smith) Yabuuchi et al. é o agente causal da única doença bacteriana descrita, cujo sintoma é a murcha. Almeida (2006) destacou R. solanacearum, raça 2, como importante agente etiológico da murcha e morte em plantas de helicônias, nas Regiões Norte e

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