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1 Gerenciamento de Sinantrópicos na Agroindústria Quais são as obrigações da empresa e quais são as responsabilidade técnica do RT na execução destas determinações." Matias Consultoria e Capacitação Profissional Médico Veterinário MSc - CRMVRS Consultor em Gerenciamento de Sinantrópicos Credenciado pela Aliança Internacional de HACCP Instrutor SENAR RS e SESCOOP RS, SC e PR Especialista em Atenção Primária de Saúde/Saúde Comunitária matiassinantropicos.blogspot.com

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4 ZERO HORA, MARÇO DE 2010 Um restaurante de Porto Alegre teráde pagar uma indenização de R$ 2.000,00, por danos morais a uma mulher que mordeu uma barata em meio àcomida servida pelo estabelecimento. ZERO HORA, OUTUBRO DE 2010 Uma cliente pediu reparação por danos morais ao Grupo Zaffari por ter encontrado uma mosca em pão de queijo comprovado com fotos e comprovante da compra. Em primeira instância a Justiça condenou ao pagamento de R$ 500,00. As partes recorreram e a 2 Turma Recursal Civel aumentou o valor para R$ 1.500,00. o que foi cumprido.

5 REVISTA PRÓTESTE JULHO/2007 Em 12 sopas em pacote foram encontrados fragmentos de insetos Sopas de carne (Arisco, Extra, Kitano, Knorr, Maggi) e Sopas de galinha (Arisco, Jurema, Knorr, Qualimax, Extra, Maggi). A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DEFESA DO CONSUMIDOR - PRÓ-TESTE encontrou pêlos de roedores em duas marcas de molho de tomate: Tomatino (em lata) e Arisco Tarantella (em caixa) e fragmentos de insetos e larvas em 16: Big, Carrefour, Cirio, Etti Salsareti, Mais por Menos, Olé, Peixe Tomatelli, Tomatento, Predilecta (todos em lata), Etti Salsaretti, Olé, Palmeiron, Parmalat, Peixe Tomatelli, Quero e Tomatino ( em caixa).

6 Invertia 16 de Novembro de 2006 A Cooperativa Mista Agropecuária de Juscimeira, MT, foi condenada a pagar R$ 8 mil a cliente que encontrou um inseto em pote de manteiga. O cliente recebeu da empresa uma proposta de ganhar cestas de alimentos. Não aceitando, a Justiça entendeu que o valor da indenização écorrespondente aos danos morais e evitaráque um fato semelhante volte a ocorrer envolvendo a mesma empresa.

7 setembro de 2007 Um alerta foi divulgado pela Vigilância Sanitária do Estado do Rio sobre a possibilidade de unidades de um lote do feijão da marca "Terra e Cor" apresentarem veneno de rato. O secretário estadual de Saúde do Rio, Gilson Cantarino, determinou nesta sexta-feira a apreensão do produto, devido "aos grandes riscos à saúde. O produto sob suspeita éo feijão classe Cores, tipo 1, da marca "Terra e Cor", do lote número 4, data de fabricação 28/09/2005, da empresa Agro Kitsul, em Quitandinha (PR).

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14 PROCEDIMENTOS DO RESPONSÁVEL TÉCNICO

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20 LEGISLAÇÃO PERTINENTE

21 Lei nº1.283, de 18 de dezembro de 1950 Decreto nº30.691, de 29 de março de 1952 MINISTÉRIO DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA AGRICULTURA Alterado pelo Decreto nº1.255, de 25 de junho de 1962 arquitextos ano 11, jun 2010

22 Aprova o novo Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal Art. 1º-O presente Regulamento estatui as normas que regulam, em todo o território nacional, a inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal. Art. 5º-A inspeção de que trata o presente Regulamento será realizada: 1 -nas propriedades rurais fornecedoras de matérias primas, destinadas ao preparo de produtos de origem animal; 2 -nos estabelecimentos que recebem, abatem ou industrializam as diferentes espécies de açougue, entendidas como tais as fixadas neste Regulamento;

23 3 -nos estabelecimentos que recebem o leite e seus derivados para beneficiamento ou industrialização; 4 -nos estabelecimentos que recebem o pescado para distribuição ou industrialização; 5 -nos estabelecimentos que recebem e distribuem para consumo público animais considerados de caça; 6 -nos estabelecimentos que produzem ou recebem mel e cera de abelha, para beneficiamento ou distribuição; 7 -nos estabelecimentos que produzem e recebem ovos para distribuição em natureza ou para industrialização; 8 -nos estabelecimentos localizados nos centros de consumo que recebem, beneficiam, industrializam e distribuem, no todo ou em parte, matérias-primas e produtos de origem animal procedentes de outros Estados, diretamente de estabelecimentos registrados ou relacionados ou de propriedades rurais; 9 -nos portos marítimos e fluviais e nos postos de fronteira.

24 Art. 8º-Entende-se por estabelecimento de produtos de origem animal, para efeito do presente Regulamento, qualquer instalação ou local nos quais são abatidos ou industrializados animais produtores de carnes, bem como onde são recebidos, manipulados, elaborados, transformados, preparados, conservados, armazenados, depositados, acondicionados, embalados e rotulados com finalidade industrial ou comercial, a carne e seus derivados, a caça e seus derivados, o pescado e seus derivados, o leite e seus derivados, o ovo e seus derivados, o mel e a cera de abelhas e seus derivados e produtos utilizados em sua industrialização.

25 Art. 20 -A classificação dos estabelecimentos de produtos de origem animal abrange: 1 -os de carnes e derivados; 2 -os de leite e derivados; 3 -os de pescado e derivados; 4 -os de ovos e derivados; 5 -os de mel e cera de abelhas e seus derivados; 6 -as casas atacadistas ou exportadoras de produtos de origem animal. Parágrafo único -A simples designação "estabelecimento" abrange todos os tipos e modalidades de estabelecimentos previstos na classificação do presente Regulamento. Art. 80 -Os estabelecimentos devem ser mantidos livres de moscas, mosquitos, baratas, ratos, camundongos, quaisquer outros insetos ou animais...

26 PORTARIA N.º368, DE 4 DE SETEMBRO DE 1997 Art. 1ºAprovar o regulamento Técnico sobre as Condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de fabricação para Estabelecimentos Elaboradores/Industrializados de Alimentos. ÂMBITO DE APLICAÇÃO O presente Regulamento se aplica, onde couber, a toda pessoa física ou jurídica que possue pelo menos um estabelecimento no qual se realizem algumas das seguintes atividades: elaboração/industrialização, fracionamento, armazenamento e transporte de alimentos destinados ao comércio nacional e internacional.

27 PRINCIPIOS GERAIS HIGIÊNICOS-SANITÁRIOS DAS MATÉRIAS PRIMAS PARA ALIMENTOS ELABORADOS/INDUSTRIALIZADOS ÁREA DE PROCEDÊNCIA DAS MATÉRIAS PRIMAS Áreas inadequadas de produção, criação, extração, cultivo e colheita: não devem ser produzido, cultivados, nem colhidos ou extraídos alimentos ou crias de animais destinados àalimentação humana em áreas onde a presença de substâncias potencialmente nocivaspossam provocar a contaminação desses alimentos ou seus derivados em níveis que representem risco para a saúde Controle de pragas e enfermidades: as medidas de controle, que compreendem o tratamento com agentes químicos, biológicos ou físicos, devem ser aplicados somente sob a supervisão direta do pessoal que conheça os perigos potenciais que representam para a saúde. Tais medidas sódevem ser aplicadas de conformidade com as recomendações do organismo oficial competente.

28 CONDIÇÕES HIGIÊNICO -SANITÁRIO DOS ESTABELECIMENTOS ELABORADORES/INDUSTRIALIZADORES DE ALIMENTOS APROVAÇÃO DE PROJETOS DE PRÉDIOS E INSTALAÇÕES: Os prédios e instalações deverão ser de tal maneira que impeçam a entrada ou abrigo de insetos, roedores e/ou pragas e de contaminantes ambientais, tais como fumaça, poeira, vapor e outros Nas áreas de manipulação de alimentos. As janelas e outras aberturas deverão ser construídas de forma a evitar o acumulo de sujidades; aquelas que se comuniquem com o exterior deverão estar providas de proteção contra insetos. As proteções deverão ser de fácil limpeza e boa conservação.

29 SOBRE AS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS ELABORADORES/INDUSTRIALIZADORES SISTEMA DE COMBATE ÀS PRAGAS Deveráser aplicado um programa eficaz e continuo de combate às pragas. Os estabelecimentos e as áreas circundantes deverão ser inspecionada periodicamente de forma a diminuir ao mínimo os riscos de contaminação Em caso de alguma praga invadir os estabelecimentos deverão ser adotados medidas de erradicação. As medidas de controle de combate, que comprendem o tratamento com agentes químicos e/ou biológicos autorizados, e físicos, só poderão ser aplicadas sob supervisão direta de pessoas que conheçam profundamente os riscos que estes agentes podem trazer para a saúde, especialmente se estes riscos originaremse dos resíduos retidos no produto.

30 Somente deverão ser empregados praguicidas se não for possível aplicar-se com eficácia outras medidas de precaução. Antes de aplicação de praguicidas se deveráter o cuidado de proteger todos os alimentos, equipamentos e utensílios contra a contaminação. Após a aplicação dos praguicidas autorizados deverão ser limpos minuciosamente, o equipamento e os utensílios contaminados, a fim de que, antes de serem novamente utilizados sejam eliminados todos os resíduos.

31 No Art. 2º, da Lei 9.973/2000, cria o sistema de certificação, com base no Sistema Brasileiro de Certificação instituído pelo CONMETRO -Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. De acordo com O Decreto 3855/2001 do MAPA que regulamentou a Lei a certificação éobrigatória para as pessoas jurídicas que prestam serviços remunerados de armazenagem, a terceiros, de produtos agropecuários, seus derivados, subprodutos e resíduos de valores econômicos, inclusive de estoques públicos. As unidades armazenadoras não certificadas não poderão ser utilizadas para o armazenamento remunerado de produtos agropecuários. A Instrução Normativa 29 de 2011 em seu art. 2ºdefine que a unidade armazenadora que estiver em conformidade com os requisitos técnicos usaráum selo de identificação da conformidade Selo de Garantia da Qualidade do Produto.

32 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº29, DE 8 DE JUNHO DE Sistema de armazenagem Higienização (e controle sanitário) nas unidades armazenadoras, instalações físicas, equipamentos e pátio: -Controle de pragas e roedores Todas as unidades armazenadoras devem ser dotadas de equipamentos (lonas, cobras de areia, pulverizadores, porta iscas para roedores etc.) para controle de pragas e/ou manter contrato com empresas habilitadas por órgão competente, para prestação de serviços no controle de pragas e roedores. Èum requisito técnico classificado como O1, ou seja, exigidos no momento da certificação não havendo prazo para sua instalação ele já deverá estar instalado neste momento. - Procedimentos para o controle de pragas e roedores: Para comprovar a metodologia adotada, a unidade deve dispor de normas ou manuais operacionais para o controle de pragas e roedores.

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34 Resposta/ Parecer da BINAGRI: PREZADO SENHOR, RICARDO SOARES MATIAS O MAPA REALIZA A FISCALIZAÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL. NÃO HÁA OBRIGATORIEDADE DE A INDÚSTRIA CONTRATAR UMA EMPRESA PARA A REALIZAÇÃO DO CONTROLE DE PRAGAS, MAS A INSPEÇÃO FEDERAL IRÁFISCALIZAR O CONTROLE REALIZADO, ANALISANDO SUA SEGURANÇA E EFETIVIDADE. ATENCIOSAMENTE, BIBLIOTECA NACIONAL DA AGRICULTURA (BINAGRI).

35 Art. 29 da CLT - Atividade contratada NR 15 do MTE - Insalubridade NR 09 do MTE - PPRA NR 06 do MTE - EPI NR 07 do MTE - PCMSO

36 PORTARIA N 46, DE 10 DE FEVEREIRO DE Art. 1 Instituir o Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle -APPCC a ser implantado, gradativamente, nas indústrias de produtos de origem animal sob o regime do Serviço de Inspeção Federal SIF. Ao mesmo tempo, avolumam-se as perdas de alimentos e matérias-primas em decorrência de processos de deterioração de origem microbiológica, infestação por pragas e processamento industrial ineficaz, com severos prejuízos financeiros às indústrias de alimentos, àrede de distribuição e aos consumidores.

37 DESENVOLVIMENTO DAS ETAPAS PARA A ELABORAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO PLANO DE APPCC 3ª ETAPA - Avaliação dos Pré-requisitos para o Sistema APPCC Os seguintes aspectos devem ser analisados: 6. Controle de insetos e roedores Énotório que insetos e roedores podem comprometer a higiene dos alimentos. Assim, o desenvolvimento de um programa de combate a insetos e roedores é outra medida preparatória à implementação do plano APPCC. Deve constar do plano: 1. memorial descritivo do processo; 2. produtos químicos empregados e respectivos antídotos; 3. empresa responsável (no caso de terceiros) e RT; 4. planta de situação do estabelecimento com identificação dos locais de colocação de produtos (área externa) e armadilhas (áreas internas); 5. modelos de relatórios de controles e providências.

38 4ª ETAPA - Programa de Capacitação Técnica Na implantação do plano APPCC, a empresa deverágarantir condições para que todas as pessoas sejam capacitadas, facilitando a sua participação em treinamentos para a sua correta aplicação. A capacitação deve ser de forma contínua para propiciar atualização e reciclagem de todos os envolvidos. O conteúdo programático dos treinamentos sobre o sistema de garantia da qualidade, fundamentados no sistema APPCC para produtos de origem animal, deverá abranger preferencialmente: a) sensibilização para a qualidade; b) perigos para a saúde pública ocasionados pelo consumo de alimentos de origem animal; c) deterioração de alimentos perecíveis; d) lay-outoperacional; e) programas de higiene; f) etapas de elaboração e implantação (parte teórica e exercícios práticos na indústria).

39 RESOLUÇÃO Nº10, DE 22 DE MAIO DE Art. 1º Instituir o Programa Genérico de PROCEDIMENTOS - PADRÃO DE HIGIENE OPERACIONAL -PPHO, a ser utilizado nos Estabelecimentos de Leite e Derivados que funcionam sob o regime de Inspeção Federal, como etapa preliminar e essencial dos Programas de Segurança Alimentar do tipo APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle). Art. 2ºEstabelecer a data de 1ºde janeiro de 2004 para a implantação compulsória desse Programa, nos moldes apresentados no Anexo desta Resolução e de acordo com as características de cada estabelecimento de leite e derivados, registrados no Serviço de Inspeção Federal/Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal -SIF/DIPOA, nas seguintes categorias funcionais:

40 I - Entreposto-Usina; II - Usina de Beneficiamento; III - Fábrica de Laticínios; IV - Granja Leiteira; V - Entreposto de Laticínios. ANEXO PROGRAMA DE PROCEDIMENTOS -PADRÃO DE HIGIENE OPERACIONAL (PPHO) NOS ESTABELECIMENTOS DE LEITE E DERIVADOS. 1. Introdução: 1.1. As principais ferramentas usadas para a garantia da inocuidade, qualidade e integridade dos alimentos são: Boas Práticas de Fabricação, BPF; Procedimentos - Padrão de Higiene Operacional, PPHO; Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle, APPCC.

41 2. Procedimentos - padrão de higiene operacional: As BPF e o PPHO constituem, dessa forma, pré-requisitos essenciais à implantação do APPCC. 3. Estruturação do plano PPHO 3.1. O Plano PPHO deve ser estruturado em 9 pontos básicos: PPHO 1. Segurança da Água; PPHO 2. Condições e higiene das superfícies de contato com o alimento; PPHO 3. Prevenção contra a contaminação cruzada; PPHO 4. Higiene dos Empregados; PPHO 5. Proteção contra contaminantes e adulterantes do alimento; PPHO 6. Identificação e Estocagem Adequadas de substâncias Químicas e de Agentes Tóxicos; PPHO 7. Saúde dos Empregados; PPHO 8. Controle Integrado de Pragas; PPHO 9. Registros.

42 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº62, DE 29 DE DEZEMBRO DE Higiene da Produção 5.1. Condições Higiênico-Sanitárias Gerais para a Obtenção da Matéria-Prima: Devem ser seguidos os preceitos contidos no "Regulamento Técnico sobre as Condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Elaboradores/Industrializadores de Alimentos, item 3: Dos Princípios Gerais Higiênico-Sanitários das Matérias-Primas para Alimentos Elaborados / Industrializados", aprovado pela Portaria MA nº368, de 4 de setembro de 1997, para os seguintes itens: Weizur.com.br Controle de pragas;

43 IV -REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE LEITE CRU REFRIGERADO 8. Higiene 8.1. Condições Higiênico-Sanitárias Gerais para a Obtenção da Matéria-Prima: Controle de pragas;

44 MAPA PORTARIA 368/ Alimentos industrializados PORTARIA 46/98 Indústrias de produtos de origem animal RESOLUCÃO 10/03- Cadeia leiteira INSTRUCÃO NORMATIVA 15/ Produção de farinha e gordura para alimentação animal INSTRUCÕES NORMATIVAS 52,53,54, 55 e 57/2006 Centro de Coleta e Processamento de Sêmem Animal INSTRUCÃO NORMATIVA 56/ estabelecimentos avícolas comerciais e de reprodução INSTRUCÃO NORMATIVA 33/2007 Unidades armazenadoras INSTRUCÃO NORMATIVA 4/ estabelecimentos fabricantes de produtos destinados àalimentação Animal INSTRUCÃO NORMATIVA 35/ Registro e Fiscalização de Laboratórios de Sexagem de Sêmen Animal INSTRUCÃO NORMATIVA 34/ farinhas e produtos gordurosos destinados àalimentação animal

45 O Responsável Técnico das agroindústrias, quando no exercício de suas funções em relação ao gerenciamento de sinantrópicos, deve ser capaz de: a) Eaborar o manual de Boas Praticas Operacionais; b) Descrever os Procedimentos Operacionais Padronizados quanto ao combate quimico e físico aos diferentes sinantrópicos existentes; c) Escolher somente produtos aprovados pelo Ministério da Saúde e orientar o proprietário da empresa sobre as conseqüências do uso de produtos não registrados; d) Ter conhecimento técnico e da legislação pertinente à atividade; e) Respeitar os preceitos estabelecidos pela Lei N. º8078/90 (Código de Proteção e Defesa do Consumidor); f) Garantir a utilização de produtos com prazo de validade adequado; g) Se necessário, escolher empresa terceirizada de acordo com a RDC 52/2009;

46 h) Orientar quanto aos cuidados de segurança do trabalho no momento de aplicação; i) Se responsabilizar pela execução dos serviços; j) Ser responsável pelo treinamento dos operadores; k) Conhecer o ciclo de vida dos sinantrópicos a serem combatidos; l) Ser capaz de analisar cada situação em particular optando pelo uso de combate físico e/ou químico; m) Ser responsável pela aquisição de produtos saneantes desinfestantes e equipamentos de aplicação; n) Orientar sobre a metodologia de combate mais adequada para cada situação; o) Orientar a forma correta de aplicação dos produtos químicos no cumprimento das tarefas inerentes ao gerenciamento de sinantrópicos avaliando os riscos sanitários (humanos e animais) e ambientais;

47 p) Conhecer o mecanismo de ação dos produtos químicos sobre os sinantrópicos; q) Escolher os produtos químicos adequados para cada situação em particular; r) Conhecer e orientar sobre o poder residual e toxicidade humana e animal dos produtos utilizados; s) Orientar o preparo e mistura dos produtos químicos de acordo com recomendações técnicas do fabricante; t) Estar apto para orientar as pessoas que trabalham no local a ser desinsetizado e/ou desratizado, sobre os cuidados imediatos que devem tomar em caso de acidentes; u) Elaborar e avaliar relatórios, planilhas e gráficos identificando os PCCs e desvios tomando as respectivas providências; w) Analisar as diferentes etapas do gerenciamento avaliando o controle.

48 OBRIGADO Ricardo Soares Matias Fone/Fax:(51) / /

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