Título do Trabalho: CONTROLE DE PRAGAS URBANAS NO SISTEMA DE COLETA E AFASTAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS UMA EXPERIÊNCIA BEM SUCEDIDA.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Título do Trabalho: CONTROLE DE PRAGAS URBANAS NO SISTEMA DE COLETA E AFASTAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS UMA EXPERIÊNCIA BEM SUCEDIDA."

Transcrição

1 Título do Trabalho: CONTROLE DE PRAGAS URBANAS NO SISTEMA DE COLETA E AFASTAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS UMA EXPERIÊNCIA BEM SUCEDIDA. Tema: VI SAÚDE PÚBLICA E CONTROLE DE VETORES Autores: Mauro Mazzilli (in memorian) José Alexandre Moreno Responsável pela apresentação: José Alexandre Moreno Diretor do SAAE de Lençóis Paulista, graduado em Ciências Contábeis pela UNICASTELO / São Paulo, pós-graduado lato sensu em Planejamento e Gerenciamento de Projetos pela UNIFAC / Botucatu e Organização, Sistemas e Métodos pela UNISANTANA / São Paulo, e mestrando em Engenharia da Produção na UNESP/Bauru. Professor universitário. Diretor da JA&M Consultoria Empresarial. 1

2 Resumo As pragas urbanas são consideradas nocivas à saúde pública, e as redes coletoras de esgotos são ambientes naturais dessas pragas. Portanto, é necessário que haja uma atuação por parte dos agentes públicos no controle e monitoramento dessas pragas de modo a evitar sua proliferação, contribuindo assim para a melhoria das condições de saúde da população. O presente trabalho tem por objetivo divulgar uma experiência bem sucedida implementada pelo SAAE Serviço Autônomo de Água e Esgotos de Lençóis Paulista, estado de São Paulo. Palavras-chave: vetores; esgoto; controle de pragas Introdução / Objetivos As baratas podem transmitir diversas doenças, através de patógenos que carregam no seu corpo, contaminando os locais por onde passa. Os roedores também transmitem doenças através de fezes, urina, pelos e pulgas. Evidencia-se então, que um trabalho de controle destas pragas urbanas é muito importante quando se fala em saúde pública e controle de vetores. Visando controlar o inseto Periplanata americana, e o roedor Rattus norvegicus, conhecidos respectivamente por barata do esgoto e ratazana do esgoto, desenvolveu-se um programa de monitoramento e controle da incidência desses vetores no sistema de coleta e afastamento de esgotos sanitários da cidade de Lençóis Paulista, estado de São Paulo. Espera-se com este trabalho contribuir para o desenvolvimento de práticas que contribuam para a melhoria e manutenção da Saúde Pública, por meio do Controle de Vetores. Desenvolvimento do tema As pragas, ratazanas e baratas do esgoto, são dois vetores mecânicos que podem transmitir diversas doenças ao ser humano, podendo causar sérios problemas de ordem de saúde pública. Baseados nisso, torna-se necessário mantermos as populações destes vetores em níveis mínimos em seu habitat, que é a rede de esgotos. Este procedimento tem por objetivo minimizar as visitações destas pragas às residências, diminuindo assim a probabilidade de contaminações por patógenos transmissores de doenças. 2

3 No histórico de controle em nosso município, verificou-se que eram feitas aplicações em toda a rede de esgotos somente uma vez por ano, e que o nível de infestação entre os períodos de aplicação eram demasiadamente altos, o que provocava muitas reclamações por parte dos usuários e vários transtornos à operação do sistema de esgotos. Procedimento este não recomendado pela literatura especializada, tendo em vista que não quebra o ciclo reprodutivo das pragas, mantendo assim as populações em níveis altos. Com base nestas informações, tomou-se a decisão de implementar um programa específico de monitoramento e controle dessas pragas, mediante a aplicação de inseticidas e iscas com uma freqüência mínima de três vezes ao ano, de modo a interferir no ciclo reprodutivo das pragas, diminuindo assim a população desses vetores. Metodologia adotada O trabalho para monitoramento e controle das pragas consistiu basicamente dos seguintes passos: 1. Foi contratado um Biólogo para cuidar inicialmente do programa a ser implementado e no futuro gerir o processo de coleta, afastamento tratamento e destinação final dos esgotos urbanos, o qual está em fase de implantação; 2. A partir desta contratação iniciou-se a coleta de informações a respeito do monitoramento e controle de pragas, por meio de consultas a sites especializados, literatura técnica, visitas a empresas que possuíam o programa implementado, e contato com empresas prestadoras deste tipo de serviço; 3. Com base nas informações levantadas, definiu-se os critérios e procedimentos que seriam adotados no programa em questão, bem como os controles que seriam realizados para monitoramento dos resultados do programa; 4. Adicionalmente, decidiu-se atualizar o cadastro da rede de esgotos, mediante o levantamento dos dados de localização e especificação dos PV s Poços de Visita da rede de esgotos. Também foram incluídos no programa o tratamento das galerias de drenagem, uma vez que as pragas poderiam migrar para a rede de drenagem quando da aplicação dos produtos de controle. 3

4 Tendo em vista a amplitude do assunto, no primeiro momento foram envolvidos no projeto as diretorias municipais: da Saúde, do Meio Ambiente e de Obras e Urbanismo, e o mesmo foi denominado de CIP Controle Integrado de Pragas. O papel de cada um desses agentes no projeto foi o seguinte: a) SAAE: Coordenação e execução do programa; b) Diretoria da Saúde: Divulgação e coleta de informações de eventuais pontos de infestação; c) Diretoria de Meio Ambiente: Limpeza das vias públicas e coleta dos resíduos sólidos e fiscalização da manutenção e conservação de terrenos baldios pelos proprietários; d) Diretoria de Obras e Urbanismo: Manutenção e Conservação das galerias e tubulações de drenagem urbana. Para a realização dos trabalhos de aplicação dos produtos, foi contratada uma empresa especializada, por meio de licitação na modalidade carta-convite, e foi coordenada pelo Biólogo responsável pelo programa. Os procedimentos de aplicação e controle adotados foram os seguintes: Equipe de trabalho: foram utilizados uma viatura leve de transporte e um veículo administrativo, dois aplicadores e um ajudante, coordenados pelo Biólogo responsável pelo programa; Figura 1 Equipe de trabalho na aplicação de inseticida Planejamento: a cidade foi dividida em setores, e foi feito um calendário determinando-se os dias em que cada setor seria visitado. Foi feito uma ação de mobilização da população por meio de inserções nas rádios da cidade e de 4

5 veiculação de comunicado por meio de carros de som nos bairros onde seria realizado o trabalho no dia seguinte, orientando os moradores a proteger os ralos e bocas dos sanitários para evitar a fuga das pragas para dentro das residências. Em média foram utilizados de 15 a 20 dias em cada ciclo de aplicação (anexo 1) Para Baratas foi adotada a técnica de tratamento químico com inseticidas piretróides e organofosforados, dentro de concentrações recomendadas pelos fabricantes, em todos os poços de visita da rede de esgoto, num total aproximado de 1700 PV s, e em todas as bocas de lobo da galeria de rede pluvial, num total aproximado de 850. Foram utilizados dois equipamentos para o tratamento químico: bomba costal para aplicação a frio e termonebulizador para aplicação a quente. A aplicação a frio foi feita logo que se abria a tampa de ferro do poço de visita impregnando-se toda a alvenaria do seu interior. O objetivo desta aplicação era o de causar morte instantânea dos insetos. Para isso, utilizou-se inseticida de efeito fulminante e residual. Em seguida, foi realizada aplicação a quente, utilizando-se inseticida de efeito desalojante e residual. Foi utilizado óleo mineral junto com o inseticida, com o objetivo de se impregnar a tubulação da rede de esgoto; Para Ratazanas Depois de aplicados os inseticidas nos PV s e bueiros, foram instaladas iscas raticida de bloco parafinado com i.a. de brodifacoum e atrativo de cereais em 50% dos poços de visita. Vale lembrar que o barulho que se faz no momento da retirada da tampa do PV afugenta o roedor, impedindo sua visualização. Figura 2 Isca raticida de bloco parafinado 5

6 Para o monitoramento e controle foram adotados os seguintes procedimentos: Para as baratas, foram criadas planilhas de dados onde as equipes de manutenção da rede de esgotos, ao realizarem contato com o s PV s, imediatamente realizam a verificação visual do nível de infestação de baratas (mediante modelo fotográfico ver anexo 2) e anotam na planilha identificando o PV visitado. Esses dados são analisados pelo Biólogo responsável pelo programa e ao perceber um nível acima do desejado, providencia a reaplicação dos produtos nos respectivos PV s. No caso dos roedores, por ser difícil a verificação da população, tendo em vista as características do roedor, o monitoramento é feito periodicamente mediante a inspeção das iscas instaladas nos PV s, dependendo do nível de consumo da isca a mesma é substituída e as informações anotada em planilha específica para posterior avaliação. Enquanto não ocorrer a sobra da isca, significa que ainda há a presença do roedor, caso contrário considera-se que a presença de roedores no local foi interrompida, espaçando-se o monitoramento do local. Resultados obtidos Para estimarmos a quantidade de insetos no interior dos PV s, padronizamos o seguinte critério que foi utilizado durante todo o trabalho: 0 - Infestação zero -nenhuma barata visualizada. B - baixa infestação - de 01 a 20 baratas visualizadas. M -média infestação - de 21 a 50 baratas visualizadas. A - alta infestação - acima de 50 baratas visualizadas. O primeiro ciclo de aplicação do tratamento químico foi realizado entre dez/05 e jan/06. Nesta ocasião observamos que do total aproximado de 1700 PV s, 45,9% apresentaram alta infestação, e somente 5,6% com nenhum inseto visualizado. O segundo tratamento foi em jul/06, quando obtivemos os seguintes resultados: 32,0% dos PV s com alta infestação e 28,8% com infestação zero. Na terceira aplicação realizada em out/06, os resultados foram ainda melhores. Nesta ocasião observamos que 4,3% apresentava alta infestação e 73,4% dos PV s com nenhum inseto. Na primeira aplicação de 2007, realizada em março, observamos os 6

7 seguintes resultados: 2,2% dos PV s apresentaram alta infestação, e 66,7% com infestação zero. Gráfico 1 Nível de infestação de baratas Nível de Infestação de Baratas 80,0 % Poços de visita infestados 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 Nenhum Baixa Média Alta jan/06 jul/06 out/06 mar/07 Fonte: SAAE, 2007 Podemos observar que a infestação foi mantida sob controle, indicando assim a necessidade de se realizar o tratamento químico em pelo menos três vezes ao ano. Consideramos, portanto, que o programa atingiu o seu objetivo que era o de reduzir ao mínimo possível o nível de infestação de pragas nas redes de esgotos e mantê-los sob controle, garantindo assim a quebra do ciclo reprodutivo dos insetos e roedores, impedindo que seja atingida a fase adulta, momento em que se reproduzem. Finalizando, vale ressaltar que o nível de reclamações e/ou comunicações ao Serviço de Vigilância Sanitária da Diretoria de Saúde diminuiu sensivelmente, o que, no entanto, não significa que a situação está totalmente sob controle, pois como lidamos com pragas urbanas, e as mesmas dependem de diversos fatores para sua proliferação, entendemos que o Controle de Pragas deve ser permanente e melhorado a cada dia. Desse modo poderemos contribuir cada vez mais com a melhoria da qualidade de vida da população. 7

8 Homenagem especial Gostaríamos de deixar uma homenagem especial ao Biólogo e Ambientalista Mauro Mazzilli, autor principal deste artigo e responsável direto pela implantação e sucesso do trabalho aqui apresentado, sem ele o mesmo não teria sido realizado. Infelizmente, o mesmo não está mais entre nós, pois foi chamado pelo Senhor DEUS a fazer parte de sua equipe. A você nossa gratidão, amizade e muita saudade! Fique com DEUS querido amigo e olhe por nós. José Alexandre Moreno Referências bibliográficas Ambiente Brasil portal ambiental Pragas urbanas, disponível em: acessado em 15/05/2007 Saúde em Movimento Jornal saúde, disponível em: acessado em 12/05/2007 BRASIL Ministério da Saúde FIOCRUZ Fundação Osvaldo Cruz Portal FIOCRUZ, disponível em: acessado em 12/05/2007 8

9 Anexo 1 Cronograma para aplicação de inseticida por bairro 1º ciclo Período Bairro N de PV Total de PV s 05/12/05 Jardim das Nações 49 a Jardim N.Lençóis /12/05 Julio Ferrari 79 60,2 pv/dia N. H. Luiz Zillo 112 Jardim América 40 12/12/05 Rondon 50 V.Cruzeiro 56 a J. Alvorada P. Elizabete 10 52,6 pv/dia 16/12/05 J. São João 23 V. Baccili 22 V. Contente 31 V. Mamedina 13 19/12/05 V. Éden 08 V. Maria Cristina 10 P. São José 07 a V. Repk J. Primavera 35 54,4 pv/dia Cecap /12/05 J. Itapuã 23 J. Paccola 35 J. Príncipe 78 V. N. Sª. Aparecida 12 26/12/05 V. Maestria Amélia 08 Antonieta I 30 Antonieta II 10 a V. Paccola J. da Prata 07 59,4 pv/dia V. São Judas Tadeu 11 J. Monte Azul 77 30/12/05 V. Cachoeirinha 10 Açaí I e II 33 Caju I 35 Caju II 47 J. Santana 09 02/01/06 J. Itamaraty 99 J. Lago da Prata 11 J. Village 40 J. Bela Vista a J. Irerê 10 72,6 pv/dia J. Nova Irerê 05 Pq. Antártica 10 Dist. Industrial 05 06/01/06 J. Humaitá 15 V. Ubirama 46 V. Marimbondo 27 Gleba Marco 05 09/01/06 Quadra Diná 14 J. Granville 07 J. Ipê a J. Morumbi 13 62,0 pv/dia V. S. Cecília 27 11/01/06 V.Vergílio Capoani 20 Centro 60 TOTAL

10 Anexo 2 Parâmetro de infestação de baratas BAIXO MÉDIO ALTO MUITO ALTO 10

HEMOCENTRO: Florianópolis Nº CP 321/15 OBJETO A CONTRATAR

HEMOCENTRO: Florianópolis Nº CP 321/15 OBJETO A CONTRATAR TERMO DE REFERÊNCIA/ESCOPO HMR.02.06.04 HEMOCENTRO: Florianópolis Nº CP 321/15 OBJETO A CONTRATAR CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE SAÚDE AMBIENTAL (DESRATIZAÇÃO, DESCORPINIZAÇÃO

Leia mais

P L A N O M U N I C I P A L D E S A N E A M E N T O B Á S I C O

P L A N O M U N I C I P A L D E S A N E A M E N T O B Á S I C O P L A N O M U N I C I P A L D E S A N E A M E N T O B Á S I C O V o l u m e V R E L A T Ó R I O D O S P R O G R A M A S, P R O J E T O S E A Ç Õ E S P A R A O A L C A N C E D O C E N Á R I O R E F E R

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Saneamento Básico, Diagnóstico Ambiental, Infraestrutura.

PALAVRAS-CHAVE: Saneamento Básico, Diagnóstico Ambiental, Infraestrutura. VI-039 - SANEAMENTO BÁSICO: UMA ANÁLISE ESTRUTURAL DO BAIRRO PEDRA DO LORDE EM JUAZEIRO-BA, COMO AÇÃO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL PET CONEXÕES DE SABERES - SANEAMENTO AMBIENTAL. Roberta Daniela da

Leia mais

TÍTULO: PROGRAMA DE IDENTIFICAÇÃO E ELIMINAÇÃO DE LIGAÇÕES IRREGULARES DE ESGOTO NO MUNICÍPIO DE JOINVILLE

TÍTULO: PROGRAMA DE IDENTIFICAÇÃO E ELIMINAÇÃO DE LIGAÇÕES IRREGULARES DE ESGOTO NO MUNICÍPIO DE JOINVILLE TÍTULO: PROGRAMA DE IDENTIFICAÇÃO E ELIMINAÇÃO DE LIGAÇÕES IRREGULARES DE ESGOTO NO MUNICÍPIO DE JOINVILLE Tema II Esgotamento Sanitário Palavras-chaves: ligação de esgoto irregular. Autores: Heloiza Rachel

Leia mais

COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA DE CONTROLE DE VETORES NO AMBIENTE HOSPITALAR

COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA DE CONTROLE DE VETORES NO AMBIENTE HOSPITALAR 1 COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA DE CONTROLE DE VETORES NO AMBIENTE HOSPITALAR Flávia Valério de Lima Gomes Enfermeira da CCIH / SCIH Jair

Leia mais

Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano na Cidade de São Paulo Vigiagua

Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano na Cidade de São Paulo Vigiagua Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano na Cidade de São Paulo Vigiagua Marília Rodrigues Médica Veterinária Sanitarista PMSP/SMS/COVISA/GVISAM Objetivo: Realizar a vigilância da qualidade

Leia mais

Parte 3 CONTROLE INTEGRADO DE PRAGAS

Parte 3 CONTROLE INTEGRADO DE PRAGAS Parte 3 CONTROLE INTEGRADO DE PRAGAS Curso Integrado de Pragas JPGomes November 11th, 2006 Slide 1 Controle Integrado de Roedores e Insetos Instalações: O surgimento de roedores e insetos é conseqüência

Leia mais

III - PERCEPÇÃO DA LIMPEZA PÚBLICA PELA POPULAÇÃO DO MUNICÍPIO DO NATAL

III - PERCEPÇÃO DA LIMPEZA PÚBLICA PELA POPULAÇÃO DO MUNICÍPIO DO NATAL III - PERCEPÇÃO DA LIMPEZA PÚBLICA PELA POPULAÇÃO DO MUNICÍPIO DO NATAL INSTITUIÇÕES: COMPANHIA DE SERVIÇOS URBANOS DE NATAL URBANA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

Leia mais

A PRODUTIVIDADE NA EXECUÇÃO DE ADUTORAS DE ÁGUA

A PRODUTIVIDADE NA EXECUÇÃO DE ADUTORAS DE ÁGUA A PRODUTIVIDADE NA EXECUÇÃO DE ADUTORAS DE ÁGUA Odívio da S. Rezende Neto (1); Ubiraci E. L. de Souza (2); Carla A. Sautchúk (3) (1) Dep. de Construção Civil, Escola Politécnica da USP, odivio.rezende@poli.usp.br

Leia mais

SITUAÇÃO DO SANEAMENTO BÁSICO DO BAIRRO KIDÉ, JUAZEIRO/BA: UM ESTUDO DE CASO NO ÂMBITO DO PET CONEXÕES DE SABERES SANEAMENTO AMBIENTAL

SITUAÇÃO DO SANEAMENTO BÁSICO DO BAIRRO KIDÉ, JUAZEIRO/BA: UM ESTUDO DE CASO NO ÂMBITO DO PET CONEXÕES DE SABERES SANEAMENTO AMBIENTAL SITUAÇÃO DO SANEAMENTO BÁSICO DO BAIRRO KIDÉ, JUAZEIRO/BA: UM ESTUDO DE CASO NO ÂMBITO DO PET CONEXÕES DE SABERES SANEAMENTO AMBIENTAL Juliana Maria Medrado de Melo (1) Graduanda em Engenharia Agrícola

Leia mais

AUTOMATIZAÇÃO DE CÁLCULOS HIDRÁULICOS DE PROJETOS DE REDE DE ESGOTO DO MUNICÍPIO DE GUARULHOS

AUTOMATIZAÇÃO DE CÁLCULOS HIDRÁULICOS DE PROJETOS DE REDE DE ESGOTO DO MUNICÍPIO DE GUARULHOS AUTOMATIZAÇÃO DE CÁLCULOS HIDRÁULICOS DE PROJETOS DE REDE DE ESGOTO DO MUNICÍPIO DE GUARULHOS Fernando Cesar Uzan Graduando em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, atualmente trabalha na Coordenadoria

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA AUTOMÁTICO DE CONTROLE DE BOMBEAMENTO NO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DO SAAE DE GUARULHOS-SP

IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA AUTOMÁTICO DE CONTROLE DE BOMBEAMENTO NO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DO SAAE DE GUARULHOS-SP IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA AUTOMÁTICO DE CONTROLE DE BOMBEAMENTO NO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DO SAAE DE GUARULHOS-SP Geraldo Pereira de Abreu* Técnico em Eletroeletrônica pelo Colégio Torricelli

Leia mais

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013 PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.2 Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já realizadas... 2 2. Justificativa... 6 3. Objetivos... 8 4. Área de abrangência...

Leia mais

LANÇAMENTO DE ÁGUAS PLUVIAIS NO SISTEMA DE ESGOTOS DA CIDADE DE ARARAQUARA E PROPOSTA DE SUA DIMINUIÇÃO ATRAVÉS DA COBRANÇA PELO INDÍCE PLUVIOMÉTRICO

LANÇAMENTO DE ÁGUAS PLUVIAIS NO SISTEMA DE ESGOTOS DA CIDADE DE ARARAQUARA E PROPOSTA DE SUA DIMINUIÇÃO ATRAVÉS DA COBRANÇA PELO INDÍCE PLUVIOMÉTRICO LANÇAMENTO DE ÁGUAS PLUVIAIS NO SISTEMA DE ESGOTOS DA CIDADE DE ARARAQUARA E PROPOSTA DE SUA DIMINUIÇÃO ATRAVÉS DA COBRANÇA PELO INDÍCE PLUVIOMÉTRICO TEMA VI: Esgotamento Sanitário AUTORES Paulo Sergio

Leia mais

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar MANUAL DO AVALIADOR Parte I 1.1 Liderança Profissional habilitado ou com capacitação compatível. Organograma formalizado, atualizado e disponível. Planejamento

Leia mais

V-004 AVALIAÇÃO ESPACIAL DA CAPACIDADE DE RESERVAÇÃO TOTAL E PER CAPITA DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA CIDADE DE MANAUS, NO PERÍODO DE 2000 A

V-004 AVALIAÇÃO ESPACIAL DA CAPACIDADE DE RESERVAÇÃO TOTAL E PER CAPITA DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA CIDADE DE MANAUS, NO PERÍODO DE 2000 A V-004 AVALIAÇÃO ESPACIAL DA CAPACIDADE DE RESERVAÇÃO TOTAL E PER CAPITA DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA CIDADE DE MANAUS, NO PERÍODO DE 2000 A 2029 Cheila Santos de Oliveira (1) Engenheira Ambiental

Leia mais

PAC 07. Controle Integrado de Pragas CIP

PAC 07. Controle Integrado de Pragas CIP Página 1 de 10 Controle Integrado de Pragas CIP Página 2 de 10 1. Objetivo----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------03

Leia mais

Alex Maciel Gonzaga, Sean Conney Vieira da SILVA, & Flávia Pereira da SILVA

Alex Maciel Gonzaga, Sean Conney Vieira da SILVA, & Flávia Pereira da SILVA 1 QUALIDADE DA COLETA E A NECESSIDADE DE UMA CONSCIÊNCIA DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL NA CIDADE DE GOIANA Alex Maciel Gonzaga, Sean Conney Vieira da SILVA, & Flávia Pereira da SILVA RESUMO O consumismo da

Leia mais

WebSite da Vigilância Sanitária

WebSite da Vigilância Sanitária Página 1 de 5 SERVIÇOS MAIS ACESSADOS: Selecione um Serviço Página Principal Quem somos Regularize sua Empresa Roteiros Denúncias e Reclamações Vigilância e Fiscalização Sanitária em Indústrias de Alimentos

Leia mais

Nas cidades brasileiras, 35 milhões de pessoas usam fossa séptica para escoar dejetos

Nas cidades brasileiras, 35 milhões de pessoas usam fossa séptica para escoar dejetos Nas cidades brasileiras, 35 milhões de usam fossa séptica para escoar dejetos Presentes em 21,4% dos lares brasileiros, tais instalações são consideradas inadequadas no meio urbano, pois podem contaminar

Leia mais

EMPREGO DA PRESSÃO NA REDE DE DISTRIBUIÇÃO ENQUANTO INDICADOR DA QUALIDADE DA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE SANEAMENTO

EMPREGO DA PRESSÃO NA REDE DE DISTRIBUIÇÃO ENQUANTO INDICADOR DA QUALIDADE DA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE SANEAMENTO EMPREGO DA PRESSÃO NA REDE DE DISTRIBUIÇÃO ENQUANTO INDICADOR DA QUALIDADE DA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE SANEAMENTO Daniel Manzi (1) Engenheiro Civil, Mestre em Hidráulica e Saneamento (EESC/USP), Doutorando

Leia mais

Informa INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DO SISTEMA SEPARADOR DE AREIA E ÓLEO A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE É FUNDAMENTAL NA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE

Informa INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DO SISTEMA SEPARADOR DE AREIA E ÓLEO A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE É FUNDAMENTAL NA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE Informa INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DO SISTEMA SEPARADOR DE AREIA E ÓLEO A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE É FUNDAMENTAL NA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE Introdução A coleta e o tratamento de esgotos contribuem

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE MANUAL DE ROTINAS E PROCEDIMENTOS - ODONTOLOGIA

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE MANUAL DE ROTINAS E PROCEDIMENTOS - ODONTOLOGIA INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE MANUAL DE ROTINAS E PROCEDIMENTOS - ODONTOLOGIA Este material tem como objetivo básico servir como sugestão para elaboração do Manual de Rotinas e Procedimentos para Estabelecimentos

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES SEMAP

RELATÓRIO DE ATIVIDADES SEMAP RELATÓRIO DE ATIVIDADES SEMAP 2010 Paulo Cesar Roza da Luz Porto Alegre, dezembro de 2010 ÍNDICE - Introdução... 03 - Atividades realizadas... 04 1) Manutenção... 04 2) Almoxarifado... 06 3) Patrimônio...

Leia mais

RHS CONTROLS Recursos Hídricos e Saneamento Ltda

RHS CONTROLS Recursos Hídricos e Saneamento Ltda A laje sanitária do poço está em boas condições atendendo a padronização do DAEE. O funcionamento do poço P5 ocorre com timer, no período entre 5:00 e 22:00 horas. Assim, deve-se instalar um sistema de

Leia mais

O Programa de Educação em Saúde e Mobilização Social em Guarulhos-SP: desenvolvimento e contribuições

O Programa de Educação em Saúde e Mobilização Social em Guarulhos-SP: desenvolvimento e contribuições O Programa de Educação em Saúde e Mobilização Social em Guarulhos-SP: desenvolvimento e contribuições Autora: Vânia Maria Nunes dos Santos Outros autores: Marcos Tsutomu Tamai, Erotides Lacerda Choueri

Leia mais

Saneamento Básico COMPLEXO ARAUCÁRIA

Saneamento Básico COMPLEXO ARAUCÁRIA Saneamento Básico COMPLEXO ARAUCÁRIA Olá, caros Alunos, Na aula de hoje, vamos aprender mais sobre o Saneamento Básico, Um novo projeto desenvolvido aqui em nosso Município, chamado COMPLEXO ARAUCÁRIA

Leia mais

PGRSS PASSO A PASSO NATAL/RN NOV/2013

PGRSS PASSO A PASSO NATAL/RN NOV/2013 NATAL/RN NOV/2013 PLANO DE GERENCIAMENTO DE RSS Documento que aponta e descreve ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos nos estabelecimentos assistenciais de saúde Considerando as Características

Leia mais

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL TERMO DE REFÊRENCIA PARA ELABORACÃO DE PROJETO AMBIENTAL DE DEDETIZADORAS, LIMPA FOSSA E EMPRESAS QUE PRESTA SERVIÇO DE LIMPEZA. Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO AMBIENTAL

Leia mais

5.4 - Programa de Gestão Ambiental para a Operação... 1/5. 5.4.1 - Objetivos... 1/5. 5.4.2 - Justificativas... 1/5. 5.4.3 - Metas...

5.4 - Programa de Gestão Ambiental para a Operação... 1/5. 5.4.1 - Objetivos... 1/5. 5.4.2 - Justificativas... 1/5. 5.4.3 - Metas... 2818-00-EIA-RL-0001-00 LT 500 KV ESTREITO FERNÃO DIAS ÍNDICE 5.4 - Programa de Gestão Ambiental para a Operação... 1/5 5.4.1 - Objetivos... 1/5 5.4.2 - Justificativas... 1/5 5.4.3 - Metas... 2/5 5.4.4

Leia mais

Eixo Temático ET-04-007 - Gestão Ambiental em Saneamento

Eixo Temático ET-04-007 - Gestão Ambiental em Saneamento 270 Eixo Temático ET-04-007 - Gestão Ambiental em Saneamento LEVANTAMENTO DA TUBULAÇÃO DE CIMENTO-AMIANTO NA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA DO MUNICÍPIO DE PRINCESA ISABEL - PARAÍBA Maria Auxiliadora Freitas

Leia mais

Gestão de projetos aplicado a paradas de manutenção em concentradores de minério de ferro.

Gestão de projetos aplicado a paradas de manutenção em concentradores de minério de ferro. Gestão de projetos aplicado a paradas de manutenção em concentradores de minério de ferro. Edmar de Souza Borges Resumo: O presente artigo tem a intenção de descrever e demonstrar que as paradas de manutenção

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL-AERONÁUTICA. São José dos Campos, 17/02/ 2012.

RELATÓRIO DE ESTÁGIO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL-AERONÁUTICA. São José dos Campos, 17/02/ 2012. INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL-AERONÁUTICA RELATÓRIO DE ESTÁGIO São José dos Campos, 17/02/ 2012. Nome do Aluno: Gabriela Nobre Pedreira da Costa 1 INFORMAÇÕES GERAIS Estagiário

Leia mais

a) Título do Empreendimento Levantamento e monitoramento de áreas de risco na UGRHI-11 e apoio à Defesa Civil

a) Título do Empreendimento Levantamento e monitoramento de áreas de risco na UGRHI-11 e apoio à Defesa Civil a) Título do Empreendimento Levantamento e monitoramento de áreas de risco na UGRHI-11 e apoio à Defesa Civil b) Localização geográfica Toda a área da UGRHI-11 - Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape

Leia mais

Curso Intensivo. Logística Farmacêutica

Curso Intensivo. Logística Farmacêutica Curso Intensivo Logística Farmacêutica O EaDPLUS é um dos melhores portais de cursos à distância do Brasil e conta com um ambiente virtual de aprendizagem que visa a capacitação profissional objetivando

Leia mais

6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS

6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS Universidade de Passo Fundo Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária Curso de Medicina Veterinária 6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS Médico Veterinário Profº Dr. Elci Lotar

Leia mais

POP 04 (Controle Integrado de Vetores e Pragas Urbanas) RESTAURANTE...

POP 04 (Controle Integrado de Vetores e Pragas Urbanas) RESTAURANTE... Página 1 POP 04 (Controle Integrado de Vetores e Pragas Urbanas) RESTAURANTE... Modelo sugerido por Márcia M M Paranaguá,, em conformidade com as leis da ANVISA Página 2 1. OBJETIVOS - Assegurar um controle

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA EM ESCOLA PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE BAURU - SP

IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA EM ESCOLA PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE BAURU - SP IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA EM ESCOLA PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE BAURU - SP Carlos Alberto Ferreira Rino (1) Mestre em Engenharia Química (UNICAMP, 1996). Engenheiro de Segurança do Trabalho (UNESP, 1994).

Leia mais

19 à 22 de outubro de 2014. Minascentro Belo Horizonte / MG. Resíduos de Serviços de Saúde, Ambiente e Saúde

19 à 22 de outubro de 2014. Minascentro Belo Horizonte / MG. Resíduos de Serviços de Saúde, Ambiente e Saúde 2º Simpósio Brasileiro Saúde e Ambiente Desenvolvimento, conflitos territoriais e saúde: ciência e movimentos sociais para a justiça ambiental na políticas públicas. 19 à 22 de outubro de 2014 Minascentro

Leia mais

MELHORIAS SANITÁRIAS E SEUS USOS EM COMUNIDADES NO ESTADO DA BAHIA

MELHORIAS SANITÁRIAS E SEUS USOS EM COMUNIDADES NO ESTADO DA BAHIA MELHORIAS SANITÁRIAS E SEUS USOS EM COMUNIDADES NO ESTADO DA BAHIA Silvio Roberto Magalhães Orrico Jennifer Conceição Carvalho Teixeira de Matos Ricardo Silveira Bernardes Patrícia Campos Borja Cristiane

Leia mais

PASSO A PASSO: COMO ELABORAR E IMPLEMENTAR O PGRSS

PASSO A PASSO: COMO ELABORAR E IMPLEMENTAR O PGRSS PASSO A PASSO: COMO ELABORAR E IMPLEMENTAR O PGRSS PASSO 1 IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA: Abrange o reconhecimento do problema e a sinalização positiva da administração para início do processo. Definir, um

Leia mais

AUTOMAÇÃO DE UNIDADES DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA AVANÇO TÉCNOLÓGICO E REDUÇÃO DE GASTOS

AUTOMAÇÃO DE UNIDADES DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA AVANÇO TÉCNOLÓGICO E REDUÇÃO DE GASTOS AUTOMAÇÃO DE UNIDADES DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA AVANÇO TÉCNOLÓGICO E REDUÇÃO DE GASTOS ITALIANO, W. L. Secretário Interino de Obras e Serviços Públicos, Engenheiro Civil (DeCiv UFSCar), Mestre em Arquitetura

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE PERCEPÇÕES SOBRE SANEAMENTO BÁSICO

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE PERCEPÇÕES SOBRE SANEAMENTO BÁSICO PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE PERCEPÇÕES SOBRE SANEAMENTO BÁSICO MARÇO DE 2012 JOB2178 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA PESQUISA OBJETIVO LOCAL Entender como a população brasileira percebe questões relacionadas

Leia mais

CCP_INFO - SISTEMA DE CONTROLE DE PROCESSOS INFORMATIZADO

CCP_INFO - SISTEMA DE CONTROLE DE PROCESSOS INFORMATIZADO CCP_INFO - SISTEMA DE CONTROLE DE PROCESSOS INFORMATIZADO Gilson Gibaile (1) Técnico Contábil, Instrutor de Informática Sérgio Antônio Pacheco Educação Física, Pós Graduação em Administração de Sistemas

Leia mais

Notas técnicas. Objetivo

Notas técnicas. Objetivo Notas técnicas A Pesquisa Nacional de Saneamento Básico - PNSB-foi realizada pelo Departamento de População e Indicadores Sociais - DEPIS-, da Diretoria de Pesquisas - DPE-, contando com o envolvimento

Leia mais

LIC - LEVANTAMENTO DE INDÍCIOS DE CONTAMINAÇÃO EM IMÓVEIS URBANOS (para esclarecimentos consultar Anexo III) DATA DA VISITA: / /

LIC - LEVANTAMENTO DE INDÍCIOS DE CONTAMINAÇÃO EM IMÓVEIS URBANOS (para esclarecimentos consultar Anexo III) DATA DA VISITA: / / LIC - LEVANTAMENTO DE INDÍCIOS DE CONTAMINAÇÃO EM IMÓVEIS URBANOS (para esclarecimentos consultar Anexo III) 1. DADOS GERAIS DO IMÓVEL DATA DA VISITA: / / 1.1. Identificação do Imóvel: 1.2. Endereço: Cidade:

Leia mais

11. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES

11. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES 11. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES AÇÕES 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 2 0 21 2 2 2 3 24 Segmento do Estímulo à Participação (ESP) 1) Constituição da Equipe Técnica Social executora do projeto:

Leia mais

I-123 - SISTEMA GERENCIADOR DE REDES COLETORAS DO PROJETO TIETÊ

I-123 - SISTEMA GERENCIADOR DE REDES COLETORAS DO PROJETO TIETÊ I-123 - SISTEMA GERENCIADOR DE REDES COLETORAS DO PROJETO TIETÊ Julio Casarin (1) Engenheiro Civil pela Escola Politécnica da USP. Pós-Graduação em Estruturas e Patologia das Estruturas. Gerente de Divisão

Leia mais

043765 S/SUBVISA/SVFSZ/UJV Unidade de Diagnóstico, Vigilância, Fiscalização Sanitária e Medicina Veterinária Jorge Vaitsman

043765 S/SUBVISA/SVFSZ/UJV Unidade de Diagnóstico, Vigilância, Fiscalização Sanitária e Medicina Veterinária Jorge Vaitsman DO de 08/08/13 NOVA ESTRUTURA 043765 S/SUBVISA/SVFSZ/UJV Unidade de Diagnóstico, Vigilância, Fiscalização Sanitária e Medicina Veterinária Jorge Vaitsman Cumprir e fazer cumprir no Município do Rio de

Leia mais

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política No Brasil, há poucas experiências conhecidas de uso de ferramentas de monitoramento de mídias sociais em campanhas políticas. Uma delas

Leia mais

1. Título do Empreendimento Apoio aos Municípios da UGRHI-11 para Planos Preventivos de Defesa Civil Fase II

1. Título do Empreendimento Apoio aos Municípios da UGRHI-11 para Planos Preventivos de Defesa Civil Fase II 1. Título do Empreendimento Apoio aos Municípios da UGRHI-11 para Planos Preventivos de Defesa Civil Fase II 2. Localização geográfica Toda a área da UGRHI-11 - Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape

Leia mais

Boas Práticas de Fabricação

Boas Práticas de Fabricação Embrapa Hortaliças II Encontro Nacional do Agronegócio Pimentas (Capsicum spp.) Boas Práticas de Fabricação Fernando Teixeira Silva Embrapa Agroindústria de Alimentos I- Introdução As Boas Práticas de

Leia mais

Asfalto da rotatória reconstituído no dia 03 de dezembro de 2009

Asfalto da rotatória reconstituído no dia 03 de dezembro de 2009 Redes Coletoras de Esgoto Neste mês de dezembro de 2009 foi concluída a obra do coletor de esgoto da Rodovia Aristeu Vieira Vilela, possibilitando que as ligações de esgoto do pólo industrial sejam feitas

Leia mais

158009.32015.72556.4678.4039841750.595

158009.32015.72556.4678.4039841750.595 158009.32015.72556.4678.4039841750.595 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria Executiva Subsecretaria de Planejamento e Orçamento INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ Ata de Realização do Pregão Eletrônico Nº 00003/2015

Leia mais

PLANO DE DISCIPLINA DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR

PLANO DE DISCIPLINA DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR PLANO DE DISCIPLINA DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome: SISTEMA DE ESGOTO E DRENAGEM Curso: BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL Semestre: 9º Carga Horária Semestral: 67 h EMENTA Noções Gerais sobre Sistema

Leia mais

Plano de Gerenciamento de RSS PGRSS

Plano de Gerenciamento de RSS PGRSS Plano de Gerenciamento de RSS PGRSS Documento que aponta e descreve ações a relativas ao manejo dos resíduos sólidos, s observadas suas características, no âmbito dos estabelecimentos, contemplando os

Leia mais

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009 Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento

Leia mais

Termidor Duo Demonstração de campo em Lençóis Paulista/SP

Termidor Duo Demonstração de campo em Lençóis Paulista/SP Termidor Duo Demonstração de campo em Lençóis Paulista/SP Luis César Siqueira Gerente de Negócios Non Crop Brasil Rose Costa Representante Técnica de Vendas Non Crop São Paulo 12 Novembro 2013 1 Lençóis

Leia mais

PLANO DE RESPOSTAS PARA EMERGÊNCIAS DUKE ENERGY GERAÇÃO PARANAPANEMA

PLANO DE RESPOSTAS PARA EMERGÊNCIAS DUKE ENERGY GERAÇÃO PARANAPANEMA PLANO DE RESPOSTAS PARA EMERGÊNCIAS DUKE ENERGY GERAÇÃO PARANAPANEMA LIANE DILDA GERENTE DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO HISTÓRICO Privatização - 28.07.1999 (DEI-EUA) EUA) Geração e Comercialização de

Leia mais

Secretaria Municipal de meio Ambiente

Secretaria Municipal de meio Ambiente PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL O presente Programa é um instrumento que visa à minimização de resíduos sólidos, tendo como escopo para tanto a educação ambiental voltada

Leia mais

Secretaria de Estado de Saúde Pública UHE BELO MONTE AÇÕES MITIGADORAS NA REGIÃO DE SÁUDE DO XINGU

Secretaria de Estado de Saúde Pública UHE BELO MONTE AÇÕES MITIGADORAS NA REGIÃO DE SÁUDE DO XINGU Secretaria de Estado de Saúde Pública UHE BELO MONTE AÇÕES MITIGADORAS NA REGIÃO DE SÁUDE DO XINGU PLANO BÁSICO AMBIENTAL Saúde Equipamentos de saúde Controle da malária Saúde indígena O Plano de Saúde

Leia mais

Esta é a pesquisa de satisfação

Esta é a pesquisa de satisfação Esta é a pesquisa de satisfação dos usuários de saneamento básico realizada entre a categoria residencial dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário regulados pela Agência em 244 municípios

Leia mais

REÚSO DE ÁGUA NO SISTEMA DE PRÉ-TRATAMENTO E CATAFORESE NO PROCESSO DE PINTURA AUTOMOTIVA

REÚSO DE ÁGUA NO SISTEMA DE PRÉ-TRATAMENTO E CATAFORESE NO PROCESSO DE PINTURA AUTOMOTIVA REÚSO DE ÁGUA NO SISTEMA DE PRÉ-TRATAMENTO E CATAFORESE NO PROCESSO DE PINTURA AUTOMOTIVA Ricardo Lamounier, Marcelo Pereira, Fábio Belasco, Mariana Lanza, Edson Freitas e Cassimiro Marques CNH Industrial

Leia mais

Pós-graduação Lato Sensu em Informática Aplicada na Educação

Pós-graduação Lato Sensu em Informática Aplicada na Educação Pós-graduação Lato Sensu em Informática Aplicada na Educação 1. Público Alvo Este curso de Pós-Graduação Lato Sensu é destinado principalmente a alunos graduados em cursos da área de Educação (Pedagogia

Leia mais

ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3)

ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) 9.1. Do objeto e campo de aplicação. 9.1.1. Esta Norma Regulamentadora

Leia mais

ULITEC-1000 LIMPA TANQUE

ULITEC-1000 LIMPA TANQUE MANUAL DE INSTRUÇÕES ULITEC-1000 LIMPA TANQUE MOTOR ELÉTRICO / MOTOR A GASOLINA APRESENTAÇÃO A DOCTOR DIESEL parabeniza-o(s) pela aquisição do(s) produto(s) de nossa fabricação, pois ao investir em tecnologia

Leia mais

UniVap - FEAU CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Prof. Minoru Takatori ESTUDO PRELIMINAR

UniVap - FEAU CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Prof. Minoru Takatori ESTUDO PRELIMINAR 1 ESTUDO PRELIMINAR OBJETIVOS Analise e avaliação de todas as informações recebidas para seleção e recomendação do partido arquitetônico, podendo eventualmente, apresentar soluções alternativas. Tem como

Leia mais

Recomendação Técnica da ABCVP Prazos de Assistência Técnica

Recomendação Técnica da ABCVP Prazos de Assistência Técnica Recomendação Técnica da ABCVP Prazos de Assistência Técnica A ABCVP (Associação Brasileira de Controle de Vetores e Pragas) é uma entidade que congrega como associados representantes de empresas privadas

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA MOBILIZAÇÃO, CONSTRUÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DO CANTEIRO

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA MOBILIZAÇÃO, CONSTRUÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DO CANTEIRO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA MOBILIZAÇÃO, CONSTRUÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DO CANTEIRO 1. VIA DE ACESSO 1.1 - GENERALIDADES Será utilizada como acesso às obras, durante a fase de construção, as vias já existentes

Leia mais

[REQUISITOS AMBIENTAIS COMPLEMENTARES]

[REQUISITOS AMBIENTAIS COMPLEMENTARES] EMPRESA BRASILEIRA DE INFRA-ESTRUTURA AEROPORTUÁRIA SUPERINTENDENCIA REGIONAL DO CENTRO-LESTE COORDENAÇÃO REGIONAL DE MEIO AMBIENTE [REQUISITOS AMBIENTAIS COMPLEMENTARES] DATA DE EMISSÃO: MARÇO/2011 ELABORADOR(ES):

Leia mais

tratamento e disposição final adequados dos esgotos sanitários, desde as ligações prediais até o lançamento final no meio ambiente (BRASIL, 2007).

tratamento e disposição final adequados dos esgotos sanitários, desde as ligações prediais até o lançamento final no meio ambiente (BRASIL, 2007). II-156 - AVALIAÇÃO DO ESGOTAMENTO SANITÁRIO NOS BAIRROS JARDIM NOVO ENCONTRO, MARIA GORETTI E PIRANGA EM JUAZEIRO-BA, COMO AÇÃO DO PET CONEXÕES DE SABERES - SANEAMENTO AMBIENTAL - UNIVASF Julliana Melo

Leia mais

REGULAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DA DISPOSIÇÃO DOS EFLUENTES SANITÁRIOS DO LOTEAMENTO NINHO VERDE I

REGULAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DA DISPOSIÇÃO DOS EFLUENTES SANITÁRIOS DO LOTEAMENTO NINHO VERDE I REGULAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DA DISPOSIÇÃO DOS EFLUENTES SANITÁRIOS DO LOTEAMENTO NINHO VERDE I 1. O presente Regulamento objetiva estabelecer regras gerais de uso do sistema de abastecimento

Leia mais

Curso Intensivo. Logística Farmacêutica

Curso Intensivo. Logística Farmacêutica Curso Intensivo Logística Farmacêutica O EaDPLUS é um dos melhores portais de cursos à distância do Brasil e conta com um ambiente virtual de aprendizagem que visa a capacitação profissional objetivando

Leia mais

GSAN SOFTWARE COMERCIAL LIVRE MODELO DE DESENVOLVIMENTO COLABORATIVO

GSAN SOFTWARE COMERCIAL LIVRE MODELO DE DESENVOLVIMENTO COLABORATIVO GSAN SOFTWARE COMERCIAL LIVRE MODELO DE DESENVOLVIMENTO COLABORATIVO José Maria Villac Pinheiro (1) Engenheiro pela Universidade de São Paulo USP Escola de Engenharia de São Carlos EESC. Especialização

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO EM ESTABELECIMENTOS QUE COMERCIALIZAM CARNES

PROJETO DE INTERVENÇÃO EM ESTABELECIMENTOS QUE COMERCIALIZAM CARNES .Sistema Único de Saúde Ministério da Saúde Governo do Estado de Goiás Secretaria de Estado da Saúde Superintendência de Vigilância Sanitária e Ambiental Coordenadoria de Saúde do Trabalhador PROJETO DE

Leia mais

MEU NEGÓCIO É RECICLAR A EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE ALAGOINHAS - BAHIA NO APOIO AO MOVIMENTO DE CATADORES DE RUA

MEU NEGÓCIO É RECICLAR A EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE ALAGOINHAS - BAHIA NO APOIO AO MOVIMENTO DE CATADORES DE RUA MEU NEGÓCIO É RECICLAR A EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE ALAGOINHAS - BAHIA NO APOIO AO MOVIMENTO DE CATADORES DE RUA Patrícia Cristina de Lima Moreira (1) Assistente Social (UNIT), Assistente Social do Serviço

Leia mais

A Utilização de Etiquetas de Detecção de Inconveniências na Manutenção Autônoma do TPM

A Utilização de Etiquetas de Detecção de Inconveniências na Manutenção Autônoma do TPM XIII SIMPEP Bauru, SP, Brasil, 6 a 8 de novembro de 6. A Utilização de Etiquetas de Detecção de Inconveniências na Manutenção Autônoma do TPM Marcos Roberto Bormio (UNESP) mbormio@feb.unesp.br Nilson Damaceno

Leia mais

1 Qualificar os serviços de Abastecimento de água potável

1 Qualificar os serviços de Abastecimento de água potável nos núcleos rurais com mais de 10 economias nas áreas quilombolas nas áreas indígenas Planilha de Objetivos, Indicadores e Ações Viabilizadoras GT Saneamento A Santa Maria que queremos Visão: "Que até

Leia mais

REGULAMENTO PARA OPERAÇÃO COM GRÃOS NO PORTO DE SALVADOR

REGULAMENTO PARA OPERAÇÃO COM GRÃOS NO PORTO DE SALVADOR REGULAMENTO PARA OPERAÇÃO COM GRÃOS NO PORTO DE SALVADOR Salvador - BA Outubro-2012 1 REGULAMENTO PARA OPERAÇÃO COM GRÃOS NO PORTO DE SALVADOR Objetivo Este regulamento estabelece diretrizes, definições

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL A PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE LIMPEZA URBANA E MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM UM BAIRRO DE PERIFERIA DE SALVADOR - BAHIA

Leia mais

Larvas do mosquito da dengue tem local propício para proliferação em canteiros de obras de Manaus

Larvas do mosquito da dengue tem local propício para proliferação em canteiros de obras de Manaus Comunicação e Marketing Ltda Veículo: Editoria: Notícias www.acritica.uol.com.br Coluna: -- Assunto: Larvas do mosquito da dengue tem local propício para proliferação em canteiros de obras de Manaus Origem:

Leia mais

SERVIÇO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTO DE OURO PRETO SEMAE-OP CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº. 01/2007 ANEXO I ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS

SERVIÇO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTO DE OURO PRETO SEMAE-OP CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº. 01/2007 ANEXO I ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS CARGO: 100 ADMINISTRADOR ANEXO I ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS Reportar-se ao Diretor de Gestão, de quem recebe orientação e supervisão; Redigir documentos e ter domínio de ferramentas de informática; Efetuar

Leia mais

PAINEL SETORIAL MEDIÇÃO DE EFLUENTES INMETRO 2012

PAINEL SETORIAL MEDIÇÃO DE EFLUENTES INMETRO 2012 PAINEL SETORIAL MEDIÇÃO DE EFLUENTES INMETRO 2012 A Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento ASSEMAE É uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, fundada em 1984. Os associados

Leia mais

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO AMBIENTAL PA para empreendimentos de serviços

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO GESOL Nº 19/2009

RELATÓRIO TÉCNICO GESOL Nº 19/2009 RELATÓRIO TÉCNICO GESOL Nº 19/2009 Assunto: Gestão de barragens de rejeitos e resíduos em empreendimentos industriais e minerários de Minas Gerais. Referência: Resultados obtidos a partir das diretrizes

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS 1. JUSTIFICATIVA O presente Termo de Referência tem por fim orientar a elaboração do PGRS conforme previsto no

Leia mais

ABASTECIMENTO DE ÁGUA SOLUÇÕES ALTERNATIVAS

ABASTECIMENTO DE ÁGUA SOLUÇÕES ALTERNATIVAS UFPR Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências da Saúde Departamento de Saude Comunitária ABASTECIMENTO DE ÁGUA Profª. Eliane Carneiro Gomes Departamento de Saúde Comunitária

Leia mais

CHECKLIST DA RDC 16/2013

CHECKLIST DA RDC 16/2013 CHECKLIST DA RDC 16/2013 Checklist para a RDC 16 de 2013 Página 2 de 10 Checklist 1. 2.1 Disposições gerais Existe um manual da qualidade na empresa? 2. Existe uma política da qualidade na empresa? 3.

Leia mais

TRANSQUALIT. Sistema de Gestão da Qualificação para Empresas de Transporte de Cargas PRODUTOS FARMACÊUTICOS

TRANSQUALIT. Sistema de Gestão da Qualificação para Empresas de Transporte de Cargas PRODUTOS FARMACÊUTICOS TRANSQUALIT Sistema de Gestão da Qualificação para Empresas de Transporte de Cargas PRODUTOS FARMACÊUTICOS Sumário Prefácio 1 Objetivo 2 Referência normativa 3 Definições 4 Sistema de qualificação 5 Responsabilidade

Leia mais

INOVAÇÕES METODOLÓGICAS NA ÁREA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA Oportunidades para o desenvolvimento urbano sustentável GESTÃO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA

INOVAÇÕES METODOLÓGICAS NA ÁREA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA Oportunidades para o desenvolvimento urbano sustentável GESTÃO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA INOVAÇÕES METODOLÓGICAS NA ÁREA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA Oportunidades para o desenvolvimento urbano sustentável GESTÃO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA Premissas para lidar com a iluminação urbana 1. Aspirações da

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO, UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO ENTRE A EACH-USP E O BAIRRO JARDIM KERALUX

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO, UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO ENTRE A EACH-USP E O BAIRRO JARDIM KERALUX CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO, UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO ENTRE A EACH-USP E O BAIRRO JARDIM KERALUX Rita Yuri Ynoue Escola de Artes, Ciências e Humanidades, Universidade de São Paulo.

Leia mais

Relatório Estatístico Gerencial de Manejo Integrado de Pragas

Relatório Estatístico Gerencial de Manejo Integrado de Pragas Relatório Estatístico Gerencial de Manejo Integrado de Pragas Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos - Fundação Instituto de Moléstias do Aparelho Digestivo Referente ao mês de: Março Proposta Ordem de

Leia mais

Pós-graduando em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP. Pós-graduanda em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP

Pós-graduando em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP. Pós-graduanda em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO DE PREVENÇÃO E RECUPERAÇÃO DE IMPACTOS CAUSADOS PELA POLUIÇÃO DAS ÁGUAS DA REPRESA DE FURNAS NO ENTORNO DO MUNICÍPIO DE ALFENAS-MG FÁBIO VIEIRA MARTINS Pós-graduando

Leia mais

Palavras-chave: água esgoto gerenciamento - resíduo poluente

Palavras-chave: água esgoto gerenciamento - resíduo poluente MEDIDAS DE SANEAMENTO BÁSICO OU RUAS CALÇADAS? Angela Maria de Oliveira Professora da E.M.E.F. Zelinda Rodolfo Pessin Márcia Finimundi Barbieri Professora da E.M.E.F. Zelinda Rodolfo Pessin Resumo Este

Leia mais

Gráfico 1 Gráfico indicador GRMD ISP13 fonte: RG disponíveis no site do PNQS

Gráfico 1 Gráfico indicador GRMD ISP13 fonte: RG disponíveis no site do PNQS ORGANOGRAMA A. A OPORTUNIDADE A.1 Qual foi a oportunidade de melhoria de gestão (problema, desafio, dificuldade), solucionada pela prática de gestão implementada? Desde 1999, a OC utiliza o Modelo de Excelência

Leia mais

Conheça a NBR ISO/IEC 27002

Conheça a NBR ISO/IEC 27002 Conheça a NBR ISO/IEC 27002 A norma NBR ISO/IEC 27002 Código de Prática para a Gestão de Segurança da Informação, que tem como objetivo estabelecer diretrizes e princípios gerais para iniciar, implementar,

Leia mais

Anexo 5.1.9 4 Layouts e textos das peças de comunicação das obras de saneamento em Altamira

Anexo 5.1.9 4 Layouts e textos das peças de comunicação das obras de saneamento em Altamira 4 RELATÓRIO CONSOLIDADO DE ANDAMENTO DO PBA E DO ATENDIMENTO DE CONDICIONANTES CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL Anexo 5.1.9 4 Layouts e textos das peças de comunicação das obras de saneamento

Leia mais

Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Engenharia de Segurança no Trabalho. Projeto Pedagógico

Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Engenharia de Segurança no Trabalho. Projeto Pedagógico FACCAMP FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA COORDENADORIA DE EXTENSÃO E PESQUISA Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Engenharia de Segurança no Trabalho Projeto Pedagógico Campo Limpo Paulista 2014 FACCAMP

Leia mais

Re9 Instalações e Sistemas. contao@re9instalacoes.com.br

Re9 Instalações e Sistemas. contao@re9instalacoes.com.br Re9 Instalações e Sistemas contao@re9instalacoes.com.br A Empresa A Re9 Instalações e Sistemas, uma empresa especializada no fornecimento de Mão de obra especializada e implantação de sistemas para Condomínios

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTANHA ES SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE

PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTANHA ES SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE 0 PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTANHA ES SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE PRORAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PEA PLANO DE AÇÃO Montanha ES 2014 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 02 2. JUSTIFICATIVA... 03 3. OBJETIVO GERAL...

Leia mais