Função pulmonar após cirurgia de revascularização do miocárdio com e sem circulação extracorpórea

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Função pulmonar após cirurgia de revascularização do miocárdio com e sem circulação extracorpórea"

Transcrição

1 Artigo Original / Original Article Função ulmonar aós cirurgia de revascularização do miocárdio com e sem circulação extracorórea Pulmonary function following on and off-um coronary artery byass grafting Letícia Broco 1, Mariana Grazziotin Pasolini 1, Kátia Bilhar Scaini 2, Bárbara Timm 1, Simone Regina Posser 1, Carla Wouters Franco Rockenbach 3, Christiano da Silveira de Barcellos 4, Alexandre Pereira Tognon 5, Camila Pereira Leguisamo 6 1 Graduação em Fisioteraia ela Universidade de Passo Fundo. 2 Esecialista em Fisioteraia Cardiorresiratória ela Universidade Gama Filho. 3 Esecialista em Fisioteraia Cardiorresiratória elo Colégio Brasileiro de Estudos Sistêmicos. Professora do curso de Fisioteraia da Universidade de Passo Fundo. 4 Mestre em Ciências Médicas elo Programa de Mestrado Interinstitucional Universidade Federal do Rio Grande do Sul/Universidade de Passo Fundo. Cirurgião cardiovascular do Hosital São Vicente de Paulo de Passo Fundo. 5 Graduação em Medicina ela Universidade de Passo Fundo. 6 Doutora em Ciências da Saúde/Cardiologia ela Fundação Universitária de Cardiologia. Professora do curso de Fisioteraia da Universidade de Passo Fundo. RESUMO Objetivos: avaliar e comarar a função ulmonar de acientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio com e sem o uso de circulação extracorórea. Métodos: a amostra foi comosta or 40 acientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio, classificados em dois gruos: com circulação extracorórea (gruo CCEC 20 acientes) ou sem circulação extracorórea (gruo SCEC 20 acientes). Registros esirométricos da caacidade vital forçada (CVF) e do volume exiratório forçado no rimeiro segundo (VEF 1 ) foram obtidos no eríodo ré-oeratório (considerado basal) e no rimeiro, terceiro e quinto dias do eríodo ós-oeratório. Resultados: observou-se que no geral os valores de CVF e VEF 1 diminuíram no rimeiro ós-oeratório em relação ao basal (diferença média = 1,8±1,0, <0,001 e 1,3±1,0, <0,001, resectivamente), tendo recueração arcial no terceiro e no quinto ósoeratórios, sem retornar aos valores iniciais (diferença média 1,2±1,1, <0,001 e 0,9±0,9, <0,001, resectivamente). Aós controle ara os valores basais, não foram observadas diferenças significativas entre os gruos CCEC e SCEC quanto à CVF e ao VEF 1 no quinto dia ós-oeratório. Conclusões: a cirurgia de revascularização do miocárdio associou-se a um decréscimo significante na função ulmonar em todos os acientes, havendo recueração arcial da CVF e do VEF 1 no quinto ós-oeratório ara os dois gruos, orém sem retorno aos valores basais. Não se observou associação estatisticamente significativa entre realização de circulação extracorórea e função ulmonar no quinto dia ós-oeratório. Descritores: ulmão/fisiologia; REVASCULARIZAÇÃO MIOCÁRDICA; CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA; ESPIROME- TRIA; MEDIDAS DE VOLUME PULMONAR; TESTES DE FUNÇÃO RESPIRATÓRIA; eríodo ós-oeratório. ABSTRACT Aims: To evaluate and comare the ulmonary function of atients submitted to myocardial revascularization surgery, with and without the use of extracororeal circulation. Methods: The samle comrised 40 atients submitted to myocardial revascularization surgery, classified into two grous, deending on whether extracororeal circulation was used (wecc 20 atients) or not (necc 20 atients). Sirometric recordings of forced vital caacity (FVC) and forced exiratory volume in the first second (FEV 1 ) were obtained during the reoerative eriod (considered baseline) and on the first, third and fifth days ostoeratively. Results: In general, the values of FVC and FEV 1 diminished on the first day ostoeratively comared to the baseline (mean difference = 1.8±1.0, <0.001 and 1.3±1.0, <0.001, resectively), with artial recovery on the third and fifth day ostoeratively, with no return to the initial values (mean difference = 1.2±1.1, <0.001 and 0.9±0.9, <0.001, resectively). After controlling for baseline values, no significant differences were observed between the wecc and necc grous as to FVC and FEV 1 on the 5th day ostoeratively. Conclusions: Myocardial revascularization surgery was associated to a significant decrease in ulmonary function in all atients, with artial recovery of FVC and FEV1 on the fifth day ostoeratively for all grous, with no return to baseline values. No statistically significant association was found between extracororeal circulation and ulmonary function on the fifth day ostoeratively. Keywords: LUNG/hysiology; MYOCARDIAL REVASCULARIZATION; EXTRACORPOREAL CIRCULATION; SPIROMETRY; LUNG VOLUME MEASUREMENTS; RESPIRATORY FUNCTION TESTS; ostoerative eriod. Endereço ara corresondência/corresonding Author: Camila Pereira Leguisamo Rua Caitão Eleutério 69/304 Centro CEP , Passo Fundo, RS, Brasil Telefone: (54) Scientia Medica (Porto Alegre) 2010; volume 20, número 2,

2 INTRODUÇÃO As doenças cardiovasculares constituem o rincial roblema de saúde ública no Brasil, liderando as causas de internação e de óbito, corresondendo a 32,6% dos óbitos com causa determinada. 1 Dessa forma, a frequência dos rocedimentos cirúrgicos aumentou rogressivamente nas últimas décadas 2 e a cirurgia de revascularização do miocárdio (CRM) tornou-se um rocedimento frequente, sendo altamente efetivo ara o tratamento de doença arterial coronariana, com definida melhora da sobrevida em gruos selecionados. 3,4 Aesar dos avanços tecnológicos, a alteração ulmonar no ós-oeratório da CRM ainda é comum, uma vez que se trata de uma cirurgia de grande orte. A ocorrência de comlicações ulmonares no ósoeratório ode estar ligada a diversos fatores, tais como o local da incisão cirúrgica, o tio e o temo de anestesia e de ventilação mecânica, 5 a resença de drenos leurais, 6 o grau de função ulmonar no réoeratório, além do temo de circulação extracorórea (CEC). 7,8 A utilização da CEC na CRM tem demonstrado otencializar a lesão ulmonar e o retardo na recueração da função resiratória, roduzindo aumento da ermeabilidade endotelial e lesão arenquimatosa ulmonar, contribuindo ara o surgimento de atelectasias, aumento do shunt e redução da comlacência ulmonar e da troca gasosa. 9,10 Dois mecanismos, a resosta inflamatória sistêmica e a lesão isquêmica normotérmica, têm sido resonsabilizados elas alterações da função ulmonar aós uso da CEC. 11 Na década de 1990 iniciou-se o interesse na realização da CRM sem o uso da CEC, a fim de simlificar os rocedimentos e diminuir os custos no eríodo hositalar. 12,13 Além disso, estudos relatam exeriências com cirurgias sem o uso da CEC com resultados favoráveis em relação às comlicações resiratórias, relatando melhor reservação da função ulmonar no ós-oeratório 12,7 e redução das taxas de mortalidade e morbidade. 14 Assim, avaliar e comarar a função ulmonar em acientes submetidos à CRM com e sem o uso da CEC foi o objetivo geral deste estudo. Os objetivos esecíficos comreenderam mensurar e comarar, entre acientes com ou sem CEC, o volume exiratório forçado no rimeiro segundo (VEF 1 ) e a caacidade vital forçada (CVF) no ré-oeratório e no rimeiro, terceiro e quinto dia de ós-oeratório; a temeratura de hiotermia; o temo de sala cirúrgica; a ermanência em ventilação mecânica (VM); e o temo de internação hositalar. Buscou-se, ainda, identificar ossíveis reditores da função ulmonar no quinto dia ós-oeratório. MÉTODOS Um estudo de coorte avaliou a função ulmonar no eríodo ré-oeratório e nos dias rimeiro, terceiro e quinto de ós-oeratório, através da esirometria simles. Foram incluídos consecutivamente todos os acientes internados no Hosital São Vicente de Paulo, na cidade de Passo Fundo/RS, que foram submetidos à CRM eletiva e sem outros rocedimentos cirúrgicos associados, no eríodo de fevereiro a agosto de Os acientes foram divididos em dois gruos: gruo com CEC (CCEC) e gruo sem CEC (SCEC). Os critérios ara utilizar ou não a CEC foram clínicos, determinados ela equie médica, levando-se em conta a caacidade de realizar a revascularização coronariana comleta com ou sem CEC. Foram considerados como critérios de exclusão o déficit neurológico ou cognitivo que imossibilitasse a realização da esirometria e a negativa em assinar o termo de consentimento livre e esclarecido, sendo que nenhum aciente reencheu esses critérios. Não foram excluídos acientes com doença ulmonar révia. Todos os acientes incluídos concluíram todas as etaas do estudo. O estudo foi conduzido de acordo com a Resolução 196 do Conselho Nacional de Saúde e arovado elo Comitê de Ética e Pesquisa do Hosital São Vicente de Paulo e elo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade de Passo Fundo. Foi reenchida uma ficha de avaliação detalhada no ré-oeratório. No eríodo ós-oeratório verificou-se temeratura de hiotermia, temo de sala cirúrgica, temo em VM e temo de internação hositalar. Foram considerados obesos os acientes com índice de massa corórea (IMC) acima de 30 kg/m 2, conforme a Organização Mundial da Saúde. 15 Consideraram-se como tabagistas os acientes com história de tabagismo révio ou atual e como não tabagistas os que negaram uso de cigarro em qualquer éoca da vida. Foram considerados acientes com idade avançada aqueles com idade suerior a 65 anos. A função ulmonar foi avaliada através da esirometria, utilizando o esirômetro simles digital Clement Clarke VM1, Escala ATS (Clement Clarke Int. Ltd., Columbus, Estados Unidos) e bucais individualizados e descartáveis com 3 cm de diâmetro. Os índices verificados foram o VEF 1 e CVF. 16 Os registros foram coletados no ré oeratório e no rimeiro, terceiro e quinto dia de ósoeratório, or dois avaliadores reviamente treinados, sendo que estes não tinham conhecimento sobre o gruo (CCEC ou SCEC) ao qual o aciente ertencia. O método usado ara a alicação da esirometria seguiu os adrões da American Thoracic Society e da Euroean Resiratory Society Sci Med. 2010;20(2):

3 Durante o eríodo intraoeratório, a CRM foi realizada aós esternotomia mediana, com uso de enxerto de artéria torácica interna esquerda e leurotomia esquerda, comlementada com ontes adicionais de veia safena. A técnica anestésica emregada seguiu a rotina dos serviços. Todos os acientes foram ventilados com volume corrente de 8 a 10 ml/kg, com ressão ositiva exiratória final (PEEP) e fração insirada de oxigênio de 100%. A CEC foi instalada com canulação de aorta ascendente e drenagem venosa através da cava atrial, aós hearinização sistêmica com 4 mg/kg, reetida de acordo com o temo de coagulação ativado, com objetivo de mantê-lo acima de 450 segundos. Em todos os casos foi usado oxigenador de membrana. A roteção miocárdica foi realizada ela cardiolegia sanguínea hiotérmica anterógrada intermitente, associada à hiotermia leve (aroximadamente 34ºC). Nos acientes oerados sem CEC, foi seguida a técnica do serviço, com hearinização sistêmica, sendo que a oclusão da artéria coronária foi obtida com garrote roximal com fios elásticos. Posteriormente, deendendo do enxerto, foi realizado inçamento lateral da aorta ascendente ara confecção da anastomose roximal. O estabilizador de sucção Octous 3 (Medtronic, Inc., Minneaolis, Estados Unidos) foi utilizado em todos os casos. O esaço leural esquerdo foi drenado com dreno tubular reto de PVC inserido e exteriorizado na intersecção do sexto esaço intercostal esquerdo com a linha axilar média. Em todos os acientes foi deixado também um dreno tubular mediastinal exteriorizado or via subxifóide, ou leural direito. Aós o término da cirurgia, os acientes foram conduzidos ao centro de teraia intensiva cardiológica, sob intubação orotraqueal. Foram ventilados inicialmente com FiO 2 de 100%, volume corrente de 8 a 10 ml/kg e PEEP de 5 cmh 2 O, e extubados de acordo com o rotocolo da unidade. Na análise dos dados, as variáveis contínuas foram descritas como média±desvio adrão e comaradas entre os gruos CCEC e SCEC utilizando teste t de Student quando aresentavam distribuição normal. Aquelas que aresentavam violação da normalidade foram comaradas entre os gruos CCEC e SCEC através do teste de Mann-Whitney e, entre si, através do teste de Wilcoxon. As variáveis categóricas foram descritas como frequência absoluta e frequência relativa e comaradas através do Qui Quadrado de Pearson com correção de continuidade, dada a equena dimensão da amostra. Para avaliar o efeito da circulação extracorórea quanto à função ulmonar no quinto dia ós-oeratório realizou-se análise de covariância (ANCOVA) com: (1) CVF no quinto dia ós-oeratório como variável deendente, CEC como fator em estudo e CVF no ré-oeratório como covariável; e (2) VEF 1 no quinto dia ós-oeratório como variável deendente, CEC como fator em estudo e VEF 1 no ré-oeratório como covariável. Foram considerados significativos os testes com valor de <0,05. RESULTADOS Foram incluídos no estudo 40 acientes, sendo 20 no gruo CCEC e 20 no gruo SCEC. Não se observou diferença estatisticamente significativa entre os gruos quanto às variáveis demográficas e aos fatores de risco (Tabela 1). Tabela 1. Características demográficas e fatores de risco em acientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio com e sem o uso de circulação extracorórea Variável Gruo com CEC Gruo sem CEC Idade (anos) 63,65±7,8 61,25±15,0 0,53 Altura (m) 1,62±0,07 1,66±0,09 0,13 Peso (kg) 73,9±12,37 75,10±14,14 0,77 IMC (kg/m 2 ) 27,71±3,32 26,85±4,07 0,47 Sexo masculino 11 (47,8%) 12 (52,2%) 1,00 Idade avançada 10 (50%) 10 (50%) 1,00 Obesidade 5 (55,6%) 4 (44,4%) 1,00 Tabagismo 14 (63,6%) 8 (36,4%) 0,11 CEC: circulação extracorórea; IMC: índice de massa cororal. Valores exressam média±desvio adrão ou frequência absoluta e relativa. Os dados referentes à temeratura média de hiotermia, temo de sala cirúrgica, temo médio de VM e temo de internação hositalar estão reresentados na Tabela 2. No gruo CCEC observou-se menor temeratura de hiotermia (=0,002) e maior temo de sala cirúrgica (=0,009). Tabela 2. Variáveis transoeratórias e temo de internação hositalar em acientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio com e sem o uso de circulação extracorórea Variável Gruo com CEC Gruo sem CEC Temeratura de hiotermia (ºC) 34,1±0,224 34,55±0,605 0,002 Temo de sala cirúrgica 5h17min±1h13min 4h16min±1h5min 0,009 Temo de ventilação mecânica 15h17min±10h42min 10h31min±5h56min 0,104 Temo de Internação (dias) 10,4±4,93 9,5±4,32 0,471 CEC: circulação extracorórea. Valores exressam média±desvio adrão. Sci Med. 2010;20(2):

4 O valor médio da CVF obtido ela esirometria no ré-oeratório foi significativamente menor no gruo CCEC (=0,006) e não aresentou diferenças estatisticamente significativas entre os gruos no rimeiro, terceiro e quinto dias de ós-oeratório. O valor médio de VEF 1 obtido no ré-oeratório não diferiu significativamente entre os gruos. Já no rimeiro e no terceiro ós-oeratório, foi significativamente menor no gruo CCEC (=0,042; =0,028, resectivamente). No quinto dia de ós-oeratório não houve diferença significativa entre os gruos (Figura 1). A Tabela 3 mostra a evolução das medidas esirométricas ao longo do temo. Os gruos CCEC e SCEC mostraram-se heterogêneos na linha de base em relação à CVF. Observa-se que os valores diminuíram no rimeiro ós-oeratório em relação ao basal, tendo recueração arcial no terceiro e no quinto ós-oeratório, mas sem retornar aos valores iniciais. O efeito da CEC sobre a CVF e o VEF 1 no quinto dia ós-oeratório, controlado ara a CVF e o VEF 1 basais, foi avaliado através de ANCOVA, não se observando associação estatisticamente significativa entre realização de CEC e CVF no quinto dia ós-oeratório (=0,491) ou VEF 1 no quinto dia ós-oeratório (=0,785). Tabela 3. Progressão das variáveis esirométricas em acientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio com e sem o uso de circulação extracorórea CVF Global VEF 1 Global Variável Diferença Diferença média média Pré 1º PO 1,8±1,0 <0,001 1,3±1,0 <0,001 Pré 3º PO 1,4±1,1 <0,001 0,99±0,9 <0,001 Pré 5º PO 1,2±1,1 <0,001 0,89±1,0 <0,001 3º PO 1º PO 0,4±0,7 0,001 0,3±0,5 <0,001 5º PO 1º PO 0,6±0,8 <0,001 0,4±0,7 <0,001 5º PO 3º PO 0,2±0,6 0,006 0,1±0,6 0,116 CVF: caacidade vital forçada; VEF 1 : Volume exiratório forçado em 1 s; PO: dia(s) ós-oeratório(s). Figura 1. Volume exiratório forçado em 1 segundo (VEF1) e caacidade vital forçada (CVF) no ré-oeratório e no rimeiro, terceiro e quinto dia ós-oeratório (PO). 152 Sci Med. 2010;20(2):

5 DISCUSSÃO No estudo de Guizilini et al., 9 indeendente do uso ou não da CEC, ocorreu diminuição da função ulmonar no ós-oeratório de CRM. No resente estudo observouse que, no geral, os valores de CVF e VEF 1 diminuíram no rimeiro ós-oeratório em relação ao basal, tendo recueração arcial no terceiro e no quinto dias de ós-oeratório, sem retornar aos valores iniciais. Em estudo révio realizado or nós (Leguisamo et al. 7 ), assim como em outro estudo de Guizilini et al., 18 a redução dos volumes ulmonares ôde ser observada, rincialmente, do ré ara o rimeiro ós-oeratório, com aumento, mas não retorno aos valores basais, no quinto ós-oeratório. Estudos realizados or Guizilini et al. 9 e Tschernko et al. 19 demonstraram que houve maior alteração da função ulmonar em acientes que realizaram CRM com utilização de CEC. Neste estudo, quando comarados os gruos, os valores médios do VEF 1 no rimeiro e no terceiro ós-oeratório foram significantemente menores no gruo CCEC. No entanto, ara os demais valores analisados não foram encontradas diferenças significativas. Resultado semelhante foi observado or Çimen et al., 20 onde a CVF não aresentou diferença significativa entre os gruos no ós-oeratório, e o VEF 1 mostrou-se menor no gruo com CEC no rimeiro ós-oeratório. Montes et al. 21 avaliaram a função ulmonar de acientes oerados com e sem CEC, 72 horas aós a cirurgia, e da mesma forma que em nosso estudo, verificaram que houve redução da função ulmonar em ambos os gruos do ré ara o ósoeratório, não sendo observada diferença significativa entre os gruos. 21 Staton et al. 22 avaliaram os valores esirométricos aós quatro a seis semanas de ósoeratório e demonstraram diminuição significativa dos valores, indeendentemente do uso de CEC. No entanto, quando comarados entre si, os gruos com e sem CEC não aresentaram diferença significativa. Ainda, em nosso estudo, conforme a análise multivariada, a CVF ré-cirurgia foi o único reditor de função ulmonar no quinto dia ós-oeratório, e não a CEC roriamente dita. Neste estudo, o temo médio de sala cirúrgica foi de aroximadamente cinco horas ara o gruo CCEC e de aroximadamente quatro horas ara o gruo SCEC (=0,009). Da mesma forma, Girardi et al., 23 Kobayashi et al. 24 e Rukosujew et al. 25 observaram que o temo de ermanência em sala cirúrgica foi maior nos acientes que utilizaram a CEC. De acordo com Fanelli e Sofia, 26 as alterações ulmonares causadas ela CEC rovavelmente interferem ara que os acientes submetidos à cirurgia com tal aarato aresentem maior deendência de VM. Tal citação vem ao encontro dos resultados obtidos or Al-Ruzzeh et al. 27 e or Palmer et al., 28 que verificaram que a cirurgia com CEC está associada à ventilação mecânica rolongada (temo de VM maior do que 24 horas). No entanto, no resente estudo, o temo médio de ermanência em VM não foi significativamente diferente no gruo CCEC quando comarado ao gruo sem SCEC. Em acordo com nossos achados, Légaré et al. 29 não observaram diferença na média de temo ara extubação entre acientes oerados com e sem CEC. Já Uffman e Berry 30 demonstraram que mais acientes oerados sem CEC necessitaram de ventilação mecânica rolongada. No resente estudo a temeratura média de hiotermia foi um ouco maior ara o gruo SCEC (=0,002). Para Calvin et al. 31 o imacto da temeratura durante a CRM sobre a função ulmonar têm sido controverso. Birdi et al. 32 observaram redução dos valores de função ulmonar no gruo hiotérmico, indicando que a normotermia ode reservar a função ulmonar aós a CRM. Não houve diferença estatisticamente significativa entre os gruos quanto ao temo de internação, embora tenha havido uma tendência a ser maior no gruo CCEC. Diferentemente dos nossos achados, vários estudos 28,33-35 constataram que a cirurgia sem CEC associouse com redução do temo de ermanência hositalar. No entanto, resultados semelhantes aos obtidos em nosso estudo foram observados or Lund et al., 36 Légaré et al. 29 e Çimen et al., 20 que não verificaram diferença significativa no temo de internação hositalar entre os gruos. Quando avaliados os fatores de risco cirúrgico, observou-se que entre as variáveis sexo, idade avançada, obesidade e tabagismo, não houve diferença estatisticamente significativa quando comarados os gruos CCEC e SCEC. Em concordância com nossos resultados, Puskas et al., 37 em estudo retrosectivo e comarativo entre acientes oerados com e sem CEC, não encontraram diferença estatística entre os gruos em relação aos fatores de risco cirúrgicos. Os acientes articiantes de ambos os gruos receberam atendimento fisioteraêutico ela equie de rofissionais do hosital, cabendo aos mesmos intervir livremente. Não houve acomanhamento do número de atendimentos fisioteraêuticos realizados ela equie de fisioteraia durante o temo de internação. Portanto, o atendimento fisioteraêutico no ós-oeratório não foi controlado, odendo ter interferido nos resultados esirométricos. A resença de dor no ós-oeratório também não foi avaliada. A inclusão de acientes com doença ulmonar associada oderia exlicar a Sci Med. 2010;20(2):

6 heterogeneidade entre os gruos CCEC e SCEC em relação à linha de base da CVF. Concluímos que todos os acientes aresentaram comrometimento da função ulmonar no ós-oeratório; contudo, no rimeiro e terceiro ós-oeratórios houve maior redução do VEF 1 no gruo CCEC quando comarado ao gruo SCEC. Aós controle ara os valores basais, não foram observadas diferenças significativas entre os gruos CCEC e SCEC quanto à CVF e o VEF 1 no quinto dia ós-oeratório. Os volumes ulmonares diminuíram do eríodo ré-oeratório ara o rimeiro ós-oeratório, com aumento de CVF e VEF 1 no terceiro e quinto ós-oeratório, orém sem retorno aos valores iniciais. A temeratura média de hiotermia foi um ouco menor e o temo de sala cirúrgica foi maior no gruo CCEC. O temo médio de ventilação mecânica e o temo de internação hositalar não aresentaram diferenças entre os gruos CCEC e SCEC. REFERÊNCIAS 1. Almeida FF, Barreto SM, Couto BR, et al. Fatores reditores da mortalidade hositalar e de comlicações ré-oeratórias graves em dirurgia de revascularização miocárdica. Arq Bras Cardiol. 2003;80: Verri J, Barbosa VG, Kalil PSA. Pré e ós-oeratório de cirurgias cardíacas. In: Menna Barreto SS, Vieira SRR, Pinheiro CTS, editores. Rotinas em teraia intensiva. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed; Almeida RMS, Lima Jr. JD, Martins JF, et al. Revascularização do miocárdio em acientes aós a oitava década de vida. Rev Bras Cir Cardiovasc. 2002;17: Wajnarten M, Jatene FB, Bosisio IBJ, et al. Cirurgia de revascularização miocárdica em aciente de 87 anos: relato de caso. Arq Bras Cardiol. 1989;53: Ragnarsdóttir M, KristjAnsdóttir A, Ingvarsdóttir I, et al. Short-term changes in ulmonary function and resiratory movements after cardiac sugery via median sternotomy. Scand Cardiovasc J. 2004;38: Leguisamo CP, Freitas MF, Maciel NF, et al. Avaliação da dor e da função ulmonar em acientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica. Fisioter Bras. 2007; 8: Higgins TL, Estafanous FG, Loo FD, et al. Stratification of morbidity and mortality outcome by reoerative risk factors in coronary artery byass atients: a clinical severity score. JAMA. 1992;267: Conti VR. Pulmonary injury after cardioulmonary byass. Chest. 2001;119: Guizilini S, Gomes WJ, Faresin SM, et al. Avaliação da função ulmonar em acientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio com e sem circulação extracorórea. Braz J Cardiovasc Surg. 2005;20: Massoudy P, Zahler S, Becker BF, et al. Evidence for inflammatory resonses of the lungs during coronary artery byass grafting with cardioulmonary byass. Chest. 2001;119: Mota AL, Rodrigues AJ, Évora PR. Circulação extracorórea em adultos no século XXI. Ciência, arte ou emirismo? Rev Bras Cir Cardiovasc. 2008;23: Blacher C, Ribeiro JP. Cirurgia de revascularização miocárdica sem circulação extracorórea: uma técnica em busca de evidências. Arq Bras Cardiol. 2003;80: Nathoe HM, van Dijk D, Jansen EW, et al. A Comarison of on-um and off-um coronary byass surgery in low-risk atients. N Engl J Med. 2003;348: Arom KV, Flavin TF, Emery RW, et al. Safety and efficacy of off-um coronary artery byass grafting. Ann Thorac Surg. 2000;69: Reort of a WHO Exert Committee. Physical status: the use and interretation of anthroometry. World Health Organ Tech Re Ser. 1995;854: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. I Consenso Brasileiro sobre Esirometria. J Pneumol. 1996;22: ATS/ERS Task Force. Standardization of lung function testing: standardization of sirometry. Eur Resir J 2005;26: Guizilini S, Gomes WJ, Faresin SM, et al. Efeitos do local de inserção do dreno leural na função ulmonar no ósoeratório de cirurgia de revascularização do miocárdio. Rev Bras Cir Cardiovasc. 2004;19: Tschernko EM, Bambazek A, Wisser W, et al. Intraulmonary shunt after cardioulmonary byass: the use of vital caacity mancuvers versus off-um coronary artery byass grafting. J Thorac Cardiovasc Surg. 2002;124: Cimen S, Özkul V, Ketenci B, et al. Daily comarison of resiratory functions between on-um and off-um atients undergoing CABG. Eur J Cardiothorac Surg. 2003; 23: Montes FR, Maldonado JD, Paez S, et al. Off-um versus on-um coronary artery byass surgery and ostoerative ulmonary dysfunction. J Cardiothorac Vasc Anesth. 2004;18: Staton GW, Williams WH, Mahoney EM, et al. Pulmonary outcomes off-um vs on-um coronary artery byass surgery in a randomized trial. Chest. 2005;27: Girardi PB, Hueb W, Nogueira CR, et al. Custos comarativos entre a revascularização miocárdica com e sem o uso da circulação extracorórea. Arq Bras Cardiol. 2008;91: Kobayashi J, Tashiro T, Ochi M, et al. for the Jaanese Offum Coronary Revascularization Investigation (JOCRI) Study Grou: early outcome of a randomized comarison of off-um and on-um multile arterial coronary revascularization. Circulation. 2005;112(9 Sul I):I Rukosujew A, Klotz S, Reitz C, et al. Patients and comlication with off-um vs. on-um cardiac surgery a single surgeon exerience. Interact Cardiovasc Thorac Surg. 2007; Fanelli A, Sofia RR. Estudo comarativo de acientes submetidos à cirurgia cardíaca com e sem circulação extracorórea, quanto ao temo de intubação orotraqueal. Rev Fisioter UNICID [Internet]. 2000;1:40-6. [acesso 2010 abr 15]. Disonível em: htt://www.cefir.com.br/artigos/ vm_adulto/alicada/61.df 27. Al-Ruzeh S, Nakamura K, Athanasiou T, et al. Does offum coronary artery byass (OPCAB) surgery imrove the outcome in higth-risk atients? A comarative study of 1398 high-risk atients. Eur J Cardiothorac Surg. 2003;23: Sci Med. 2010;20(2):

7 28. Palmer G, Herbert MA, Prince SL, et al. Coronary Artery Revascularization (CARE) Registry: an observational study of on-um and off-um coronary artery revascularization. Ann Thorac Surg. 2007;83: Légaré JF, Buth KJ, King S, et al. Coronary byass surgery erformed off um does not result in lower in-hosital morbidity than coronary artery byass grafting erformed on um. Circulation. 2004;109: Uffman JK, Berry BE. On-um versus off-um coronary artery byass surgery: a comarison of two consecutive series. J La State Med Soc. 2008;1604: Calvin SH, Anthony PC. Pulmonary dysfunction after cardiac surgery. Chest. 2002; 121: Birdi I, Regragui IA, Izzat MB, et al. Effects of cardioulmonary byass temerature on ulmonary gas exchange after coronary artery oerations. Ann Thorac Surg. 1996; 61: Cleveland JC, Shroyer Jr AL, Chen AY, et al. Off-um coronary artery byass grafting decreases risk-adjusted mortality and morbidity. Ann Thorac Surg, 2001;72: Potger KC, McMillan D, Connolly T, et al. Coronary artery byass grafting: an off-um versus on-um review. J Extra Coror Technol. 2002;34: Hernandez F, Cohn WE, Baribeau YR, et al. In-hosital outcomes of off-um versus on-um coronary artery byass rocedures: a multicenter exerience. Ann Thorac Surg. 2001;72: Lund OJ, Christensen J, Holme S, et al. On-um versus offum coronary artery byass: indeendent risk factors and offum graft atency. Eur J Cardiothorac Surg. 2001; 20: Puskas JD, Williams WH, Duke PG, et al. Off-um coronary artery byass grafting rovides comlete revascularization with reduced myocardial injury, transfusion requirements, and length of stay: a rosective randomized comarison of two hundred unselected atients undergoing off-um versus conventional coronary artery byass grafting. J Thorac Cardiovasc Surg. 2003;125: Sci Med. 2010;20(2):

Intervenção Coronariana Percutânea Prévia como Fator de Risco para Revascularização Miocárdica

Intervenção Coronariana Percutânea Prévia como Fator de Risco para Revascularização Miocárdica Intervenção Coronariana Percutânea Prévia como Fator de Risco ara Revascularização Miocárdica Previous Percutaneous Coronary Intervention as Risk Factor for Coronary Artery Byass Grafting Luiz Augusto

Leia mais

Intervenção Coronariana Percutânea Prévia como Fator de Risco para Revascularização Miocárdica

Intervenção Coronariana Percutânea Prévia como Fator de Risco para Revascularização Miocárdica Intervenção Coronariana Percutânea Prévia como Fator de Risco ara Revascularização Miocárdica Previous Percutaneous Coronary Intervention as Risk Factor for Coronary Artery Byass Grafting Luiz Augusto

Leia mais

Boletim Científico. Preditores de disfunção ventricular esquerda, após plastia mitral: efeitos da fibrilação atrial e hipertensão pulmonar.

Boletim Científico. Preditores de disfunção ventricular esquerda, após plastia mitral: efeitos da fibrilação atrial e hipertensão pulmonar. Boletim Científico SBCCV 01/09/2014 Número 04 Preditores de disfunção ventricular esquerda, após plastia mitral: efeitos da fibrilação atrial e hipertensão pulmonar. Predicting early left ventricular dysfunction

Leia mais

1. Introdução 2. OMCC e a Pesquisa Perfil-Opinião

1. Introdução 2. OMCC e a Pesquisa Perfil-Opinião Perfil Socioeconômico e Cultural dos Visitantes dos Museus Fluminenses e Paulistas: Uma Análise Comarativa. Camila Pereira Koehler (ENCE); José Matias de Lima (ENCE); Leandro Lins Marino (Fundação Cesgranrio)

Leia mais

CAPÍTULO 3 - RETIFICAÇÃO

CAPÍTULO 3 - RETIFICAÇÃO CAPÍTULO 3 - RETFCAÇÃO A maioria dos circuitos eletrônicos recisa de uma tensão cc ara oder trabalhar adequadamente Como a tensão da linha é alternada, a rimeira coisa a ser feita em qualquer equiamento

Leia mais

A dor pós-operatória como contribuinte do prejuízo na função pulmonar em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca

A dor pós-operatória como contribuinte do prejuízo na função pulmonar em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca ARTIGO ORIGINAL A dor pós-operatória como contribuinte do prejuízo na função pulmonar em pacientes submetidos à cirurgia Postoperative pain as a contributor to pulmonary function impairment in patients

Leia mais

Protocolo Internacional Harmonizado para ensaios de proficiência de laboratórios analíticos (químicos)

Protocolo Internacional Harmonizado para ensaios de proficiência de laboratórios analíticos (químicos) Protocolo Internacional Harmonizado ara ensaios de roficiência de laboratórios analíticos (químicos) (Relatório Técnico IUPAC) Resumo: As organizações internacionais de normalização AOAC International,

Leia mais

CALIBRAÇÃO DE PISTÃOFONES. ANALISE COMPARATIVA ENTRE O MÉTODO DE APLICAÇÃO DE TENSÃO E O MÉTODO DE COMPARAÇÃO

CALIBRAÇÃO DE PISTÃOFONES. ANALISE COMPARATIVA ENTRE O MÉTODO DE APLICAÇÃO DE TENSÃO E O MÉTODO DE COMPARAÇÃO CALIBRAÇÃO DE PISTÃOFONES. ANALISE COMPARATIVA ENTRE O MÉTODO DE APLICAÇÃO DE TENSÃO E O MÉTODO DE COMPARAÇÃO REFERÊNCIA PACK: 43.58.VB Antunes, Sónia Laboratório Nacional de Engenharia Civil Av. Brasil,101

Leia mais

CAPACIDADE PULMONAR E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM OBESOS

CAPACIDADE PULMONAR E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM OBESOS 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 CAPACIDADE PULMONAR E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM OBESOS Diego de Faria Sato 1 ; Sonia Maria Marques Gomes Bertolini 2 RESUMO: A obesidade é considerada

Leia mais

Fisioterapia cardiorrespiratória no paciente cardiopata*

Fisioterapia cardiorrespiratória no paciente cardiopata* ARTIGO DE REVISÃO Fisioterapia cardiorrespiratória no paciente cardiopata* Cardiopulmonary physical therapy in patients with heart disease Lucas Lima Ferreira 1, Laís Helena Carvalho Marino 2, Simone Cavenaghi

Leia mais

Incidência de Complicações Pulmonares na Cirurgia de Revascularização do Miocárdio

Incidência de Complicações Pulmonares na Cirurgia de Revascularização do Miocárdio Incidência de Complicações Pulmonares na Cirurgia de Revascularização do Miocárdio Incidence of Pulmonary Complications in Myocardial Revascularization Leila D. N. Ortiz 1, Camila W. Schaan 1, Camila P.

Leia mais

Pulmonary Function and Respiratory Muscle Strength behavior in Patients Submitted to Coronary Artery bypass Grafting and Physiotherapy Intervention

Pulmonary Function and Respiratory Muscle Strength behavior in Patients Submitted to Coronary Artery bypass Grafting and Physiotherapy Intervention Comportamento da Função Pulmonar e da Força Muscular Respiratória em Pacientes Submetidos à Revascularização do Miocárdio e a Intervenção Fisioterapêutica* Pulmonary Function and Respiratory Muscle Strength

Leia mais

movimento & saúde REVISTAINSPIRAR Volume 3 Número 6 novembro/dezembro de 2011

movimento & saúde REVISTAINSPIRAR Volume 3 Número 6 novembro/dezembro de 2011 movimento & saúde REVISTAINSPIRAR Circulação Extracorpórea como Fator Predisponente para Atraso no Desmame da Prótese Ventilatória Após Cirurgia Cardíaca Cardiopulmonary Bypass as Predisposing Factor for

Leia mais

8º SIMPÓSIO DE CARDIOLOGIA INTERVENCIONISTA PARA O CLÍNICO

8º SIMPÓSIO DE CARDIOLOGIA INTERVENCIONISTA PARA O CLÍNICO 8º SIMPÓSIO DE CARDIOLOGIA INTERVENCIONISTA PARA O CLÍNICO ESTADO ATUAL E PERSPECTIVAS DA INTERVENÇÃO CORONÁRIA EM PACIENTES COM LESÃO DE TRONCO NÃO PROTEGIDO JOÃO BATISTA L.LOURES LESÃO DE TCE NÃO PROTEGIDO

Leia mais

Efeitos da inspirometria de incentivo a fluxo após revascularização do miocárdio

Efeitos da inspirometria de incentivo a fluxo após revascularização do miocárdio Rev Bras Cardiol. 2013;26(3):180-5 Zangerolamo et al. Artigo Original 4 Efeitos da inspirometria de incentivo a fluxo após revascularização do miocárdio Effects of flow-oriented incentive spirometry after

Leia mais

A Prática Cardiológica no Cenário da Alta Complexidade

A Prática Cardiológica no Cenário da Alta Complexidade A Prática Cardiológica no Cenário da Alta Complexidade Doença Aterosclerótica Coronariana e o Emprego Racional de Endopróteses Procedimento Operacional Padrão Dr. Marco Antonio de Mattos Hospital UNIMED-RIO-

Leia mais

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO?

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO? HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO? Enelúzia Lavynnya Corsino de Paiva China (1); Lucila Corsino de Paiva (2); Karolina de Moura Manso da Rocha (3); Francisco

Leia mais

Boletim Científico SBCCV 11-2012

Boletim Científico SBCCV 11-2012 1 2 Boletim Científico SBCCV 11-2012 Nova Diretriz da American Heart Association para Doença Coronariana Estável confirma papel da terapia clínica e da cirurgia de revascularização miocárdica, como estratégias

Leia mais

Impacto da Fisioterapia Intensiva no Pós-Operatório de Revascularização Miocárdica

Impacto da Fisioterapia Intensiva no Pós-Operatório de Revascularização Miocárdica Impacto da Fisioterapia Intensiva no Pós-Operatório de Revascularização Miocárdica Impact of Intensive Physiotherapy on Cognitive Function after Coronary Artery Bypass Graft Surgery Elder dos Santos Cavalcante

Leia mais

Indicações e Cuidados Transfusionais com o Paciente Idoso

Indicações e Cuidados Transfusionais com o Paciente Idoso Indicações e Cuidados Transfusionais com o Paciente Idoso Dra. Maria Odila Jacob de Assis Moura Centro de Hematologia de São Paulo Setembro/2006 Guidelines 1980 National Institutes of Health 1984 American

Leia mais

Cirurgia de Revascularização Miocárdica. Resultados do Sistema Único de Saúde

Cirurgia de Revascularização Miocárdica. Resultados do Sistema Único de Saúde Cirurgia de Revascularização Miocárdica. Resultados do Sistema Único de Saúde Myocardial Revascularization Surgery (MRS). Results from National Health System (SUS) Leopoldo S. Piegas, Olímpio J Nogueira

Leia mais

http://www.theheart.org/article/1466345.do.

http://www.theheart.org/article/1466345.do. Resultados finais do estudo SYNTAX reafirmam a cirurgia de revascularização miocárdica como intervenção de escolha, em pacientes com doença coronária complexa. http://www.theheart.org/article/1466345.do.

Leia mais

Associação entre função pulmonar e bronquiolite em lactentes prematuros

Associação entre função pulmonar e bronquiolite em lactentes prematuros PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO FACULDADE DE MEDICINA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA MESTRADO EM PEDIATRIA E SAÚDE DA CRIANÇA Associação

Leia mais

Diabetes implica risco 2 4x maior de doença coronária Cardiopatia isquémica é responsável por 75% das mortes relacionadas com a diabetes

Diabetes implica risco 2 4x maior de doença coronária Cardiopatia isquémica é responsável por 75% das mortes relacionadas com a diabetes Diabetes implica risco 2 4x maior de doença coronária Cardiopatia isquémica é responsável por 75% das mortes relacionadas com a diabetes Circulation 2003;108:1655 61 Diabetes predispõe para uma forma difusa

Leia mais

13. MEDIÇÃO DE VAZÃO. 1. Introdução. 2. Aferição e Padrões

13. MEDIÇÃO DE VAZÃO. 1. Introdução. 2. Aferição e Padrões 3. MEDIÇÃO DE VZÃO. Introdução Vazão é uma das grandezas mais utilizadas na indústria. s alicações são inúmeras, indo desde de medição de vazão de água em estações de tratamento e residências, até medição

Leia mais

Identificação de Diabetes Mellitus 2 em Cardiopatas com Provável Resistência Insulínica através da Hemoglobina Glicada

Identificação de Diabetes Mellitus 2 em Cardiopatas com Provável Resistência Insulínica através da Hemoglobina Glicada Artigo Original Identificação de Diabetes Mellitus 2 em Cardioatas com Provável Resistência Insulínica através da Hemoglobina Glicada Identification of DM2 in Cardiac Patients with Probable Insulin Resistance

Leia mais

TEP - Evolução. Após episódio de TEP agudo, em 85 a 90% dos casos ocorre. trombólise espontânea ou farmacológica e recanalização do vaso

TEP - Evolução. Após episódio de TEP agudo, em 85 a 90% dos casos ocorre. trombólise espontânea ou farmacológica e recanalização do vaso Fabio B. Jatene Prof. Titular do Departamento de Cardiopneumologia -HC HC-FMUSP TEP Agudo 1cm TEP - Evolução Após episódio de TEP agudo, em 85 a 90% dos casos ocorre trombólise espontânea ou farmacológica

Leia mais

COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO DOS INGRESSANTES EM GEOGRAFIA PELO VESTIBULAR E PELO PAIES

COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO DOS INGRESSANTES EM GEOGRAFIA PELO VESTIBULAR E PELO PAIES COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO DOS INGRESSANTES EM GEOGRAFIA PELO VESTIBULAR E PELO PAIES Sylio Luiz Andreozzi 1 Fláia Aarecida Vieira de Araújo 2 Introdução As uniersidades úblicas brasileiras determinam

Leia mais

Modelo Fuzzy de tomada de decisão para avaliação de projetos de Responsabilidade Socioambiental (RSA)

Modelo Fuzzy de tomada de decisão para avaliação de projetos de Responsabilidade Socioambiental (RSA) Modelo uzzy de tomada de decisão ara avaliação de rojetos de Resonsabilidade Socioambiental (RSA) Katia Cristina Garcia Laboratório Interdiscilinar de Meio Ambiente - COPPE/URJ Centro de Tecnologia, Bloco

Leia mais

TEMAS LIVRES FREE THEMES. Thaís Silva Assunção 1 Príscila Guedes Santana Ursine 1

TEMAS LIVRES FREE THEMES. Thaís Silva Assunção 1 Príscila Guedes Santana Ursine 1 2189 Estudo de fatores associados à adesão ao tratamento não farmacológico em ortadores de diabetes mellitus assistidos elo Programa Saúde da Família, Ventosa, Belo Horizonte A study of factors associated

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE

ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE MARCOS ANTONIO MARINO COORDENADOR DEPARTAMENTO DE HEMODINÂMICA, CARDIOLOGIA E RADIOLOGIA VASCULAR INTERVENCIONISTA CONFLITO DE INTERESSES

Leia mais

Fatores preditores de infarto do miocárdio no período perioperatório de cirurgia de revascularização miocárdica

Fatores preditores de infarto do miocárdio no período perioperatório de cirurgia de revascularização miocárdica ARTIGO ORIGINAL Fatores preditores de infarto do miocárdio no período perioperatório de cirurgia de revascularização miocárdica Predictors of perioperative myocardial infarction in surgical myocardial

Leia mais

Satisfação dos Enfermeiros: estudo comparativo em dois Modelos de Gestão Hospitalar

Satisfação dos Enfermeiros: estudo comparativo em dois Modelos de Gestão Hospitalar ARTIGO DE INVESTIGAÇÃO Satisfação dos Enfermeiros: estudo comarativo em dois Modelos de Gestão Hositalar Nurse Satisfaction: comarative study on two Models of Hosital Management Vera Lúcia Dias Batista*;

Leia mais

Mortalidade em Cirurgias Cardíacas em Hospital Terciário do Sul do Brasil

Mortalidade em Cirurgias Cardíacas em Hospital Terciário do Sul do Brasil 200 Internacional Journal of Cardiovascular Sciences. 2015;28(3):200-205 ARTIGO ORIGINAL Mortalidade em Cirurgias Cardíacas em Hospital Terciário do Sul do Brasil Mortality in Cardiac Surgeries in a Tertiary

Leia mais

PROVA DE FÍSICA 2º ANO - ACUMULATIVA - 2º TRIMESTRE TIPO A

PROVA DE FÍSICA 2º ANO - ACUMULATIVA - 2º TRIMESTRE TIPO A PROA DE FÍSICA º ANO - ACUMULATIA - º TRIMESTRE TIPO A 0) Considere as seguintes roosições referentes a um gás erfeito. I. Na transformação isotérmica, o roduto. é roorcional à temeratura do gás. II. Na

Leia mais

PERFIL DEMOGRÁFICO E ANTROPOMÉTRICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA

PERFIL DEMOGRÁFICO E ANTROPOMÉTRICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 PERFIL DEMOGRÁFICO E ANTROPOMÉTRICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA Gisele Escudeiro 1 ; Willian Augusto de Melo 2 RESUMO: A angioplastia

Leia mais

III APRESENTAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS

III APRESENTAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS III APRESENTAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS A aresentação dos resultados advém dos factos observados durante a colheita de dados e do tratamento estatístico. O tratamento dos dados é efectuado através

Leia mais

Morbimortalidade em Octogenários Submetidos à Cirurgia de Revascularização Miocárdica

Morbimortalidade em Octogenários Submetidos à Cirurgia de Revascularização Miocárdica Morbimortalidade em Octogenários Submetidos à Cirurgia de Revascularização Miocárdica Morbimortality in Octogenarian Patients Submitted to Coronary Artery Bypass Graft Surgery Fernando Pivatto Júnior 1,2,

Leia mais

Atmosfera Padrão. Atmosfera Padrão

Atmosfera Padrão. Atmosfera Padrão 7631 2º Ano da Licenciatura em Engenharia Aeronáutica 1. Introdução O desemenho de aviões e de motores atmosféricos deende da combinação de temeratura, ressão e densidade do ar circundandante. O movimento

Leia mais

ESTUDO EM TÚNEL DE VENTO DA COBERTURA DO ESTÁDIO DO GAMA - BRASÍLIA

ESTUDO EM TÚNEL DE VENTO DA COBERTURA DO ESTÁDIO DO GAMA - BRASÍLIA ESTUDO EM TÚNEL DE VENTO DA COBERTURA DO ESTÁDIO DO GAMA - BRASÍLIA Acir Mércio Loredo-Souza, Mario Gustavo Klaus Oliveira, Gustavo Javier Zani Núñez, Daniel de Souza Machado, Elvis Antônio Careggiani,

Leia mais

Modelagem Conceitual parte II

Modelagem Conceitual parte II Modelagem Conceitual arte II Vitor Valerio de Souza Camos Objetivos Aresentar o conceito de. Mostrar a cardinalidade de. Aresentar os tios de s. Aresentar o conceito de entidade fraca Aresentar o conceito

Leia mais

Reoperações em Cirurgia Cardíaca: a experiência de 5 anos de um Centro

Reoperações em Cirurgia Cardíaca: a experiência de 5 anos de um Centro Reoperações em Cirurgia Cardíaca: a experiência de 5 anos de um Centro Rui Cerejo, Luís Baquero, Andreia Gordo, Hagen Kahlbau, Nuno Banazol, José Fragata Hospital de Santa Marta Centro Hospitalar Lisboa

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA COMPARAÇÃO DA FREQÜÊNCIA DE BLOQUEIO DA DRENAGEM VENOSA EM FÍGADOS TRANSPLANTADOS PELOS MÉTODOS CONVENCIONAL OU PIGGYBACK

PROJETO DE PESQUISA COMPARAÇÃO DA FREQÜÊNCIA DE BLOQUEIO DA DRENAGEM VENOSA EM FÍGADOS TRANSPLANTADOS PELOS MÉTODOS CONVENCIONAL OU PIGGYBACK PROJETO DE PESQUISA COMPARAÇÃO DA FREQÜÊNCIA DE BLOQUEIO DA DRENAGEM VENOSA EM FÍGADOS TRANSPLANTADOS PELOS MÉTODOS CONVENCIONAL OU PIGGYBACK Pesquisador Responsável: Dr. Paulo Celso Bosco Massarollo PROJETO

Leia mais

Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso

Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso MARCELO RIBEIRO DA LUZ MARCOS KUFNER Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso Trabalho aresentado ara a discilina de Laboratório de Estatística II do curso de graduação em Estatística da Universidade

Leia mais

TRAINING PROGRAM RBCS. Palavras-chave: hipertrofia muscular, treinamento de força, composição corporal, força máxima.

TRAINING PROGRAM RBCS. Palavras-chave: hipertrofia muscular, treinamento de força, composição corporal, força máxima. MUDANÇAS DA COMPOSIÇÃO CORPORAL E DA FORÇA APÓS UM PROGRAMA DE TREINAMENTO DE HIPERTROFIA CHANGES ON BODY COMPOSITION AND STRENGTH AFTER A HYPETROPHY TRAINING PROGRAM Renata Gomes 1, Jefferson Eduardo

Leia mais

Ventilação não invasiva na IRA pósextubação?

Ventilação não invasiva na IRA pósextubação? III Curso Nacional de Ventilação Mecânica SBPT, São Paulo, 2008 Ventilação não invasiva na IRA pósextubação? Marcelo Alcantara Holanda Prof Adjunto, Medicina Intensiva/Pneumologia, Universidade Federal

Leia mais

Sobrevida em longo prazo de octogenários submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica isolada

Sobrevida em longo prazo de octogenários submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica isolada ARTIGO ORIGINAL Rev Bras Cir Cardiovasc 2011; 26.1: 2126 Sobrevida em longo prazo de octogenários submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica Longterm survival of octogenarian patients submitted

Leia mais

Revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea: experiência e resultados iniciais

Revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea: experiência e resultados iniciais Rev Bras Cir Cardiovasc 2000; 15(1):6-15. Brasil L A, Mariano J B, Santos F M, Silveira A L, Melo N, Oliveira N G, Andrade R S, Botelho D P, Calzada A Revascularização Revascularização do miocárdio sem

Leia mais

Após extensa revisão os autores deste trabalho dão as

Após extensa revisão os autores deste trabalho dão as Qual é o risco de eventos cardíacos adversos ou de sangramento grave, após cirurgias não cardíacas, relativos à terapia antiplaquetária, em pacientes com angioplastia coronariana prévia? The Risk of Adverse

Leia mais

OS EFEITOS DA FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA EM PACIENTES PÓS- CIRURGIA CARDÍACA

OS EFEITOS DA FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA EM PACIENTES PÓS- CIRURGIA CARDÍACA OS EFEITOS DA FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA EM PACIENTES PÓS- CIRURGIA CARDÍACA Vanessa Mota Lins Eder Rodrigues Machado RESUMO: Introdução: Trata-se de um estudo que sintetizou o conhecimento produzido acerca

Leia mais

Tese de Doutorado. Paulo Roberto Lunardi Prates

Tese de Doutorado. Paulo Roberto Lunardi Prates Tese de Doutorado USO DE CLOPIDOGREL APÓS CIRURGIA DE REVASCULARIZAÇÃO MIOCÁRDICA: PREVALÊNCIA E ADERÊNCIA, CARACTERÍSTICAS DEMOGRÁFICAS E CIRÚRGICAS, PREDITORES E SOBREVIDA EM 1 ANO Paulo Roberto Lunardi

Leia mais

Lesão coronária tardia após cirurgia de switch arterial na transposição de grandes artérias

Lesão coronária tardia após cirurgia de switch arterial na transposição de grandes artérias Lesão coronária tardia após cirurgia de switch arterial na transposição de grandes artérias F.X.Valente 1, C. Trigo 2, J.D.F. Martins 2, I. Freitas 2, F. Paramés 2, M. António 2, L. Bakero 3, J. Fragata

Leia mais

Protocolo de Gerenciamento e Conservação do Sangue em Cirurgias Cardíacas Graves e Complexas. Dr. Antonio Alceu dos Santos

Protocolo de Gerenciamento e Conservação do Sangue em Cirurgias Cardíacas Graves e Complexas. Dr. Antonio Alceu dos Santos Protocolo de Gerenciamento e Conservação do Sangue em Cirurgias Cardíacas Graves e Complexas Dr. Antonio Alceu dos Santos Dr. Antonio Alceu dos Santos Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo Não

Leia mais

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PÓS-OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO: UMA PERSPECTIVA BIBLIOGRÁFICA

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PÓS-OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO: UMA PERSPECTIVA BIBLIOGRÁFICA INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PÓS-OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO: UMA PERSPECTIVA BIBLIOGRÁFICA INTRODUÇÃO Antonio Quaresma de Melo Neto NOVAFAPI Marcos Maciel Soares e Silva NOVAFAPI Marcelo

Leia mais

FINANCEIRA. Reginaldo J. Santos. Universidade Federal de Minas Gerais http://www.mat.ufmg.br/~regi Agosto de 2005. 10 de abril de 2009

FINANCEIRA. Reginaldo J. Santos. Universidade Federal de Minas Gerais http://www.mat.ufmg.br/~regi Agosto de 2005. 10 de abril de 2009 INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA Reginaldo J. Santos Deartamento de Matemática-ICEx Universidade Federal de Minas Gerais htt://www.mat.ufmg.br/~regi Agosto de 2005 última atualização em 10 de abril de

Leia mais

Anotações de Fluidização 8/9/2009

Anotações de Fluidização 8/9/2009 Anotações de Fluidização 8/9/009 Fluidização N. Bojorge 1 Definição A fluidização ocorre quando um fluxo de fluido (gás ou liquido) ascendente através de um leito de artículas adquire velocidade suficiente

Leia mais

Cirurgia coronária com condutos arteriais múltiplos sem circulação extracorpórea

Cirurgia coronária com condutos arteriais múltiplos sem circulação extracorpórea ARTIGO ORIGINAL Cirurgia coronária com condutos arteriais Off-pump coronary artery bypass with multiple arterial conduits Daniel NAVIA, Mariano VRANCIC, Guillermo VACCARINO, Fernando PICCININI, Eduardo

Leia mais

P(seleção de um elemento baixo) = p P(seleção de um elemento médio) = p. P(seleção de um elemento alto) = p

P(seleção de um elemento baixo) = p P(seleção de um elemento médio) = p. P(seleção de um elemento alto) = p . A Distribuição Multinomial - Teste Qui-Quadrado. Inferência Estatística Uma imortante generalização da rova de Bernoulli (), é a chamada rova multinomial. Uma rova de Bernoulli () ode roduzir dois resultados

Leia mais

PROCESSO N : P266505/2014

PROCESSO N : P266505/2014 FL. 1 ORIGEM DA LICITAÇÃO: SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE - SMS PROCESSO N : P266505/2014 OBJETO: CRITÉRIO DE JULGAMENTO: MODO DE DISPUTA: REGIME DE EXECUÇÃO: A PRESENTE LICITAÇÃO TEM COMO OBJETO A CONTRATAÇÃO

Leia mais

Características clínicas de pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio. Resumo

Características clínicas de pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio. Resumo Características clínicas de pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio Clinical characteristics of patients undergoing myocardial revascularization surgery CANI, Katerine Cristhine

Leia mais

Abordagem da reestenosee. Renato Sanchez Antonio

Abordagem da reestenosee. Renato Sanchez Antonio Abordagem da reestenosee oclusões crônicas coronárias Renato Sanchez Antonio Estudos iniciais de seguimento clínico de pacientes com angina estável demonstraram que o percentual de mortalidade aumentou

Leia mais

Rui Manuel Sequeira de Almeida. Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Brazil.

Rui Manuel Sequeira de Almeida. Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Brazil. [Index FAC] [FVCC Index] Cirugía Cardíaca/Cardiovascular Surgery Revascularização do Miocárdio - Estudo Comparativo do Custo da Cirurgia Convencional e da Angioplastia Transluminal Percutânea Myocardial

Leia mais

A influência da responsabilidade social corporativa sobre o retorno das ações de empresas de capital aberto no Brasil

A influência da responsabilidade social corporativa sobre o retorno das ações de empresas de capital aberto no Brasil XXIV Encontro Nac. de Eng. de Produção - Florianóolis, SC, Brasil, 03 a 05 de nov de 2004 A influência da resonsabilidade social cororativa sobre o retorno das ações de emresas de caital aberto no Brasil

Leia mais

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR)

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR) HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR) REVISÃO DE DOENÇA DE ARTÉRIA CORONÁRIA Seu coração é uma bomba muscular poderosa. Ele é

Leia mais

Conventional physical therapy versus EPAP

Conventional physical therapy versus EPAP FISIOTERAPIAS CONVENCIONAIS VERSUS TERAPIA... Bertol et al. Fisioterapia convencional versus terapia EPAP no pós-operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio Conventional physical therapy versus

Leia mais

Verificação e validação do coeficiente de arrasto frontal para escoamento supersônico e hipersônico de ar sobre cones

Verificação e validação do coeficiente de arrasto frontal para escoamento supersônico e hipersônico de ar sobre cones Verificação e validação do coeficiente de arrasto frontal ara escoamento suersônico e hiersônico de ar sobre cones Guilherme Bertoldo Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) 85601-970, Francisco

Leia mais

Depressão como fator de risco de morbidade imediata e tardia pós-revascularização cirúrgica do miocárdio

Depressão como fator de risco de morbidade imediata e tardia pós-revascularização cirúrgica do miocárdio ARTIGO ORIGINAL Braz J Cardiovasc Surg 2006; 21(1): 6874 Depressão como fator de risco de morbidade imediata e tardia pósrevascularização cirúrgica do miocárdio Depression as a risk factor for early and

Leia mais

Dr. Felipe José Fernández Coimbra Depto. De Cirurgia Abdominal - Cirurgia Oncológica

Dr. Felipe José Fernández Coimbra Depto. De Cirurgia Abdominal - Cirurgia Oncológica Dr. Felipe José Fernández Coimbra Depto. De Cirurgia Abdominal - Cirurgia Oncológica Duodenopancreatectomia Howard JM, 1968 Morbimortalidade pancreatectomia Fhurman GM, et al. Ann. Surg. 1996. Leach SD,

Leia mais

1. ENTALPIA. (a) A definição de entalpia. A entalpia, H, é definida como:

1. ENTALPIA. (a) A definição de entalpia. A entalpia, H, é definida como: 1 Data: 31/05/2007 Curso de Processos Químicos Reerência: AKINS, Peter. Físico- Química. Sétima edição. Editora, LC, 2003. Resumo: Proas. Bárbara Winiarski Diesel Novaes 1. ENALPIA A variação da energia

Leia mais

APLICAÇÕES DO CONTROLE ESTATÍSTICO MULTIVARIADO DA QUALIDADE: MONITORAMENTO DE GARRAFEIRAS PLÁSTICAS NUMA EMPRESA DO ESTADO DA PARAÍBA

APLICAÇÕES DO CONTROLE ESTATÍSTICO MULTIVARIADO DA QUALIDADE: MONITORAMENTO DE GARRAFEIRAS PLÁSTICAS NUMA EMPRESA DO ESTADO DA PARAÍBA APLICAÇÕES DO CONTROLE ESTATÍSTICO MULTIVARIADO DA QUALIDADE: MONITORAMENTO DE GARRAFEIRAS PLÁSTICAS NUMA EMPRESA DO ESTADO DA PARAÍBA Marcio Botelho da Fonseca Lima (UFPB) tismalu@uol.com.br ROBERTA DE

Leia mais

EuroSCORE e os pacientes submetidos a revascularização do miocárdio na Santa Casa de São Paulo

EuroSCORE e os pacientes submetidos a revascularização do miocárdio na Santa Casa de São Paulo EXPERIÊNCIA DE SERVIÇO Rev Bras Cir Cardiovasc ; (): 6-67 EuroSCORE e os pacientes submetidos a revascularização do miocárdio na Santa Casa de São Paulo EuroSCORE and the patients undergoing coronary bypass

Leia mais

ROGÉRIO S. COSTA, RODRIGO S. TEIXEIRA, DARIZON A. DE ANDRADE, AUGUSTO A. FLEURY

ROGÉRIO S. COSTA, RODRIGO S. TEIXEIRA, DARIZON A. DE ANDRADE, AUGUSTO A. FLEURY MOTOR A RELUTÂNCIA CHAVEADO MONOFÁSICO ROGÉRIO S COSTA, RODRIGO S TEIXEIRA, DARIZON A DE ANDRADE, AUGUSTO A FLEURY Laboratório de Acionamentos Elétricos, Deartamento de Engenharia Elétrica, Universidade

Leia mais

Fisioterapia respiratória no pré e pós-operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio

Fisioterapia respiratória no pré e pós-operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio ARTIGO DE REVISÃO Fisioterapia respiratória no pré e pós-operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio Respiratory physiotherapy in the pre and postoperative myocardial revascularization surgery

Leia mais

INTERVENÇÃO EM PONTES DE SAFENA

INTERVENÇÃO EM PONTES DE SAFENA INTERVENÇÃO EM PONTES DE SAFENA IV Curso José Gabay para Intervencionistas em Treinamento de ProEducar - SOLACI Helio Roque Figueira JULHO de 2013 helioroque@uol.com.br LESÕES EM PONTE DE SAFENA 1- A FISIOPATOLOGIA.

Leia mais

ARTIGO ORIGINAL. analgésicas e eventos adversos * POST OPERATIVE PAIN: ANALGESIC COMBINATIONS AND ADVERSE EFFECTS

ARTIGO ORIGINAL. analgésicas e eventos adversos * POST OPERATIVE PAIN: ANALGESIC COMBINATIONS AND ADVERSE EFFECTS Dor ós-oeratória: combinações * POST OPERATIVE PAIN: ANALGESIC COMBINATIONS AND ADVERSE EFFECTS ARTIGO ORIGINAL DOLOR POSTOPERATORIO: COMBINACIONES ANALGÉSICAS Y EVENTOS ADVERSOS Silvia Regina Secoli 1,

Leia mais

Elasticidade - Demanda e Preço

Elasticidade - Demanda e Preço José Lásaro Cotta Elasticidade - Demanda e Preço Monografia aresentada ao Curso de Esecialização em Matemática Para Professores, elaborado elo Deartamento de Matemática da Universidade Federal de Minas

Leia mais

ROTINA COMPUTACIONAL PARA A PREVISÃO DA CAPACIDADE DE CARGA EM ESTACAS

ROTINA COMPUTACIONAL PARA A PREVISÃO DA CAPACIDADE DE CARGA EM ESTACAS 38 ROTINA COMPUTACIONA PARA A PREVISÃO DA CAPACIDADE DE CARGA EM ESTACAS Comutational routine to rovision of the caacity of load in iles. Tobias Ribeiro Ferreira 1, Rodrigo Gustavo Delalibera 2, Wellington

Leia mais

Perfil de pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica: implicações para o cuidado de enfermagem

Perfil de pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica: implicações para o cuidado de enfermagem Artigo Original Perfil de pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica: implicações para o cuidado de enfermagem Profile of patients undergoing to coronary artery bypass grafting: implications

Leia mais

VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NO PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA CARDÍACA: ATUALIZAÇÃO DA LITERATURA DA SILVA, THAÍS STELLA ALÍPIO MARTINS

VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NO PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA CARDÍACA: ATUALIZAÇÃO DA LITERATURA DA SILVA, THAÍS STELLA ALÍPIO MARTINS PROGRAMA DE APRIMORAMENTO PROFISSIONAL SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE RECURSOS HUMANOS FUNDAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO ADMINISTRATIVO FUNDAP VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NO PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA

Leia mais

Influências Temporais nas Características e Fatores de Risco de Pacientes Submetidos a Revascularização Miocárdica

Influências Temporais nas Características e Fatores de Risco de Pacientes Submetidos a Revascularização Miocárdica Influências Temporais nas Características e Fatores de Risco de Pacientes Submetidos a Revascularização Miocárdica The Influence of Time on the Characteristics and Risk Factors for Patients Submitted to

Leia mais

cateter de Swan-Ganz

cateter de Swan-Ganz cateter de Swan-Ganz Dr. William Ganz Dr. Jeremy Swan A introdução, por Swan e Ganz, de um cateter que permitia o registro de parâmetros hemodinâmicos na artéria pulmonar a partir de 1970 revolucionou

Leia mais

Avaliação Cognitiva em Pacientes Submetidos à Revascularização Cirúrgica Cardíaca

Avaliação Cognitiva em Pacientes Submetidos à Revascularização Cirúrgica Cardíaca Rev Bras Cardiol. 2014;27(4):254-259 Carrazedo et al. Artigo Original Avaliação Cognitiva em Pacientes Submetidos à Revascularização Cirúrgica Cardíaca Cognitive Assessment of Patients Undergoing CABG

Leia mais

CA de Pulmão com invasão de parede da aorta 24.04.06

CA de Pulmão com invasão de parede da aorta 24.04.06 CA de Pulmão com invasão de parede da aorta 24.04.06 Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica Caso da Semana - No 7-2006 Serviço Cirurgia Torácica do Pavilhão Pereira Filho Santa Casa de Porto Alegre

Leia mais

Serviço de Cardiologia, Hospital de Santa Marta Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE

Serviço de Cardiologia, Hospital de Santa Marta Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE Efeito da injecção intracoronária de células progenitoras autólogas derivadas da medula óssea no strain global longitudinal em doentes com enfarte agudo do miocárdio com supradesnivelamento de ST Serviço

Leia mais

Referência - Revista de Enfermagem ISSN: 0874-0283 referencia@esenfc.pt. Escola Superior de Enfermagem de Coimbra. Portugal

Referência - Revista de Enfermagem ISSN: 0874-0283 referencia@esenfc.pt. Escola Superior de Enfermagem de Coimbra. Portugal Referência - Revista de Enfermagem ISSN: 0874-0283 referencia@esenfc.t Escola Suerior de Enfermagem de Coimbra Portugal Duarte Farias Nogueira, João Rui; Ferreira, Manuela O envolvimento do ai na gravidez/arto

Leia mais

O papel da intervenção coronária percutânea no tratamento da angina estável e isquemia silenciosa

O papel da intervenção coronária percutânea no tratamento da angina estável e isquemia silenciosa O papel da intervenção coronária percutânea no tratamento da angina estável e isquemia silenciosa Marcelo J C Cantarelli, MD, PhD, FACC, FSCAI H. Bandeirantes H. Leforte H. Rede D Or São Luiz Anália Franco

Leia mais

Crescimento Econômico, Progresso Técnico e Distribuição de Renda : uma abordagem pluralista

Crescimento Econômico, Progresso Técnico e Distribuição de Renda : uma abordagem pluralista Caítulo 7 O Modelo de Crescimento Harrod-Domar e seus desdobramentos. 7.1 Introdução. A abordagem ós-keynesiana ara o crescimento e distribuição de renda tem sua origem com as contribuições seminais de

Leia mais

Morte no hospital e no domicílio: influências populacionais e das políticas de saúde em Londrina, Paraná, Brasil (1996 a 2010)

Morte no hospital e no domicílio: influências populacionais e das políticas de saúde em Londrina, Paraná, Brasil (1996 a 2010) DOI: 1.159/1413-812321523.43214 833 Morte no hosital e no domicílio: influências oulacionais e das olíticas de saúde em Londrina, Paraná, Brasil (1996 a 21) Death in hosital and at home: oulation and health

Leia mais

Equilíbrio estático de escolares ouvintes e com perda auditiva sensorioneural

Equilíbrio estático de escolares ouvintes e com perda auditiva sensorioneural doi: 10.4181/RNC.2015.23.02.1007.7 Equilíbrio estático de escolares ouvintes e com erda auditiva sensorioneural Static balance in students with normal hearing and with sensorineural hearing loss Renato

Leia mais

AVALIAÇÃO DA MECÂNICA RESPIRATÓRIA NO PRE E PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA TORÁCICA ELETIVA DE NÓDULO PULMONAR

AVALIAÇÃO DA MECÂNICA RESPIRATÓRIA NO PRE E PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA TORÁCICA ELETIVA DE NÓDULO PULMONAR AVALIAÇÃO DA MECÂNICA RESPIRATÓRIA NO PRE E PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA TORÁCICA ELETIVA DE NÓDULO PULMONAR Coutinho CS* 1, Ambrosio Neto M* 1, Bandeira GA 2, Fagundes AA 1 1 Universidade do Vale do Paraíba,

Leia mais

Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI) www.fai.com.br

Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI) www.fai.com.br Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI) www.fai.com.br LEITE, Gisele Bueno da Silva; MOURA, Karla Senger Pinto de; DORNELAS, Lilian Maria Candido de Souza; BORGES, Juliana Bassalobre Carvalho. Atuação

Leia mais

Curso de Revisão para Enfermagem em Intervenção Cardiovascular 2012

Curso de Revisão para Enfermagem em Intervenção Cardiovascular 2012 Serviço de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista Hospital São Paulo Hospital do Rim e Hipertensão UNIFESP - EPM Curso de Revisão para Enfermagem em Intervenção Cardiovascular 2012 Eduardo Rodrigues

Leia mais

Arterial Structure and Function after Recovery from the Metabolic Syndrome The Cardiovascular Risk in Young Finns Study

Arterial Structure and Function after Recovery from the Metabolic Syndrome The Cardiovascular Risk in Young Finns Study Arterial Structure and Function after Recovery from the Metabolic Syndrome The Cardiovascular Risk in Young Finns Study Koskinen J, Magnussen CG, Taittonen L, Räsänen L, Mikkilä V, Laitinen T, Rönnemaa

Leia mais

CAPITULO VI. LIMITES E CONTINUIDADE DE FUNÇÕES EM R n

CAPITULO VI. LIMITES E CONTINUIDADE DE FUNÇÕES EM R n CAPITULO VI LIMITES E CONTINUIDADE DE FUNÇÕES EM R n. Generalidades O conceito geral de função e outros associados foram já estudados quando se tratou da teoria dos conjuntos. Foi igualmente estudado com

Leia mais

Comparative Study of Manual and Computerized Cephalometric Measurements in Profile Cephalograms

Comparative Study of Manual and Computerized Cephalometric Measurements in Profile Cephalograms Estudo Comarativo entre Cefalometria Manual e Comutadorizada em Telerradiografias Laterais Comarative Study of Manual and Comuterized Cehalometric Measurements in Profile Cehalograms Recebido em 23/10/2007

Leia mais

VACINAÇÃO DA GRIPE NA PREVENÇÃO CARDIOVASCULAR DO IDOSO. Manuel Teixeira Veríssimo HUC Faculdade de Medicina de Coimbra

VACINAÇÃO DA GRIPE NA PREVENÇÃO CARDIOVASCULAR DO IDOSO. Manuel Teixeira Veríssimo HUC Faculdade de Medicina de Coimbra VACINAÇÃO DA GRIPE NA PREVENÇÃO CARDIOVASCULAR DO IDOSO Manuel Teixeira Veríssimo HUC Faculdade de Medicina de Coimbra Gripe e idade A gripe é mais frequente em crianças e adultos jovens do que em idosos

Leia mais

HEMOTRANSFUSÃO NO PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA CARDÍACA BLOOD TRANSFUSION POSTOPERATIVE CARDIAC SURGERY

HEMOTRANSFUSÃO NO PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA CARDÍACA BLOOD TRANSFUSION POSTOPERATIVE CARDIAC SURGERY 996 HEMOTRANSFUSÃO NO PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA CARDÍACA BLOOD TRANSFUSION POSTOPERATIVE CARDIAC SURGERY Fabiana Costa Silva Rodrigues Acadêmica de enfermagem, 8º período. Centro Universitário de Anápolis,

Leia mais

CICLOGÊNESE A SOTAVENTO DOS ANDES: AVALIAÇÃO DAS TENDÊNCIAS DOS ÚLTIMOS ANOS

CICLOGÊNESE A SOTAVENTO DOS ANDES: AVALIAÇÃO DAS TENDÊNCIAS DOS ÚLTIMOS ANOS CICLOGÊNESE A SOTAVENTO DOS ANDES: AVALIAÇÃO DAS TENDÊNCIAS DOS ÚLTIMOS ANOS Rafael Maiocchi, Fabricio Polifke da Silva, Maria Gertrudes Alvarez Justi da Silva Universidade Federal do Rio de Janeiro /IGEO/

Leia mais

COMPORTAMENTO DINÂMICO DE SISTEMAS ELEVATÓRIOS

COMPORTAMENTO DINÂMICO DE SISTEMAS ELEVATÓRIOS COMORTAMENTO DINÂMICO DE SISTEMAS ELEVATÓRIOS JOÃO VITOR GONÇALVES MARTINS rojecto submetido ara satisfação arcial dos requisitos do grau de MESTRE EM ENGENHARIA CIVIL ESECIALIZAÇÃO EM HIDRÁULICA Orientador:

Leia mais

QUALIDADE EM PFP INTERATIVA INTERATIVA. 14 de outubro: dia da espirometria

QUALIDADE EM PFP INTERATIVA INTERATIVA. 14 de outubro: dia da espirometria QUALIDADE EM PFP 14 de outubro: dia da espirometria INTERATIVA Você será náufrago em uma ilha remota. Qual equipamento de função pulmonar você levaria? a)espirômetro b)pletismógrafo c)analisador de Difusão

Leia mais