n d ice : n d i c e :Í Apresentação Capítulo I - Introdução Capítulo II - O que são os Genéricos Capítulo III - Genéricos no Mundo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "n d ice : n d i c e :Í Apresentação Capítulo I - Introdução Capítulo II - O que são os Genéricos Capítulo III - Genéricos no Mundo"

Transcrição

1

2 n d ice : n d i c e :Í Apresentação Capítulo I - Introdução Capítulo II - O que são os Genéricos Capítulo III - Genéricos no Mundo Capítulo IV - Genéricos no Brasil Capítulo V - Bioequivalência e Equivalência Farm acêutica Capítulo VI - A Qualidade dos Genéricos Capítulo VII - Evolução do Mercado Capítulo VIII - Am pliação do Acesso aos Genéricos Capítulo IX - Genéricos e Desenvolvim ento Econôm ico, Industrial e Social Capítulo X - Pró Genéricos - A Entidade e seu Papel Capítulo XI - Desafios para o Futuro

3 I n tr o d u ç ã o Os m edicam entos genéricos constituem hoje um dos m ais im portantes instrum entos de auxílio ao acesso a m edicam entos no Brasil. Absolutam ente seguros e eficazes, um a vez que são subm etidos a rigorosos testes de qualidade, e substancialm ente m ais baratos que os cham ados m edicam entos inovadores ou de referência, os genéricos trouxeram um a nova realidade para os consum idores no país. Milhares de brasileiros que não tinham com o seguir as prescrições m édicas, por falta de condições econôm icas, encontraram nos genéricos um a alternativa viável para cum prir os tratam entos recom endados nos consultórios. O fenôm eno pode ser verificado pelo crescim ento efetivo do consum o de alguns dos princípios ativos m ais receitados no país, desde que os genéricos chegaram ao m ercado local em O caso brasileiro repete o sucesso dos genéricos no m undo. Desde que foram introduzidos pelos EUA na década de 60, com o objetivo de oferecer alternativas terapêuticas m ais econôm icas, especialm ente para os pacientes de baixa renda, os genéricos passaram a ocupar papel de destaque nas políticas públicas de saúde em governos dos m ais diferentes países. O m odelo brasileiro tem inspiração nesta bem -sucedida experiência internacional. Nações com o EUA e Canadá, cujos program as de saúde são referência no m undo todo, forneceram os elem entos essenciais para a form atação da Lei dos Genéricos, que hoje vigora entre nós e que criou esta nova e dinâm ica categoria de m edicam entos no m ercado brasileiro.

4 O que são o s G e n érico s? Os genéricos são cópias de m edicam entos inovadores cujas patentes já expiraram. No Brasil, a regulam entação deste tipo de m edicam ento se deu em 1 999, com a prom ulgação da Lei A produção dos genéricos obedece a rigorosos padrões de controle de qualidade. Conform e determ ina a Lei, só podem chegar ao consum idor depois de passarem por testes de equivalência farm acêutica e bioequivalência, estes últim os realizados em seres hum anos. Os critérios técnicos exigidos para o registro dos genéricos no Brasil são sem elhantes aos adotados por órgãos reguladores de países com o Estados Unidos (FDA), Canadá (Health Canadá), além da União Européia (EMEA), entre outros centros de referência de saúde pública no m undo. Para serem facilm ente reconhecidos pelos consum idores, dada a sua relevância para o sistem a de saúde, os genéricos são os únicos a exibirem a tarja am arela com G azul nas em balagens e os únicos a trazerem a inscrição Medicam ento Genérico - Lei nº 9787/99. Graças a estes testes, os genéricos brasileiros são intercam biáveis. Ou seja, podem substituir os m edicam entos No Brasil, além dos genéricos, existem outras duas categorias inovadores indicados nas prescrições m édicas. Segundo de m edicam entos: os inovadores ou de referência e os sim ilares. determ ina a legislação, a troca pode ser efetuada pelo Os m edicam entos inovadores se originam de m oléculas farm acêutico, com absoluta segurança para o consum idor. desenvolvidas por um determ inado laboratório a partir de pesquisas e testes clínicos em seres hum anos. São tam bém denom inados m edicam entos de referência e têm proteção patentária estabelecida de acordo com as regras de cada país. Geralm ente, estas drogas são lançadas com o novidade no com bate a algum as m oléstias. Com ercializados através de m arcas, os m edicam entos de referência/inovadores dão origem aos genéricos e tam bém aos sim ilares. Os m edicam entos sim ilares, em bora tam bém sejam cópias de m edicam entos com patentes vencidas, se diferenciam essencialm ente dos genéricos. Esses m edicam entos não são subm etidos aos testes a que estão sujeitos os genéricos. Não são, portanto, intercam biáveis. Ou seja, não podem substituir os m edicam entos de referência/inovadores indicados nos receituários, podendo ser vendidos apenas sob prescrição m édica específica. Vale acrescentar, ainda, que diferentem ente dos genéricos, os m edicam entos sim ilares são com ercializados através de um a m arca, de um nom e fantasia.

5 G e n érico s n o M u n d o A indústria de genéricos teve origem na década de 60, por iniciativa do governo dos Estados Unidos. Mas foi em que os norte-am ericanos estabeleceram os critérios que viriam a ser adotados internacionalm ente para o registro deste tipo de m edicam ento. O m odelo para a produção dos m edicam entos genéricos nos EUA foi estabelecido com base no Hatch-Waxm an (The Drug Price Com petition and Patent Term Restoration Act), um ato legislativo de 1 984, que estruturou os parâm etros necessários para a consolidação deste m ercado. Com isso, foi criado pelo FDA um processo sim plificado de registro para m edicam entos genéricos (ANDA - Abbreviated New Drug Application), baseado na com provação da qualidade de seus processos fabris e de sua bioequivalência em relação aos m edicam entos de referência/inovadores correspondentes. A partir do Hatch-Waxm an, a bioequivalência passou a ser cientificam ente aceita para com provação da eficácia e segurança dos m edicam entos genéricos. Assim, a indústria de m edicam entos ganhou com petitividade, disponibilizando genéricos com qualidade com provada pelo FDA e beneficiando a população pela oferta de m edicam entos eficazes e seguros em larga escala.

6 O objetivo do governo dos EUA, ao criar os genéricos, foi buscar um a alternativa legal para reduzir os custos dos tratam entos de saúde e am pliar o acesso da população aos m edicam entos. Por serem cópias de patentes expiradas e não arcarem com os custos de pesquisa e desenvolvim ento, os genéricos se m ostraram desde o prim eiro m om ento efetivam ente m ais baratos que os m edicam entos de referência. Nos EUA, os genéricos hoje chegam a custar 63% m enos que os m edicam entos que lhes deram origem. No Brasil, os preços dos genéricos são em m édia 45% inferiores aos dos m edicam entos de referência/inovadores. A experiência internacional vem m ostrando que os m aiores êxitos vêm sendo registrados nos países onde há iniciativas governam entais consistentes de esclarecim ento da classe m édica acerca da eficácia e da confiabilidade dos genéricos. Nos EUA, onde há cam panhas neste sentido, cerca de 51 % das prescrições m édicas são em itidas utilizando-se o nom e genérico dos m edicam entos. Na Dinam arca, esse índice é de 53%; na Inglaterra, de 56%, e na Alem anha chega a 60%. Estudos conduzidos pelo IMS Health, instituto de pesquisa que audita a perform ance da indústria farm acêutica no m undo todo, dem onstram que no m ercado norte-am ericano um genérico obtém, em m édia, de 65% a 80% das prescrições m édicas após 5 sem anas de seu lançam ento. Dados do m esm o instituto revelam que o m ercado m undial de genéricos cresce cerca de 20% ao ano, ao passo que a indústria farm acêutica de m edicam entos inovadores registra crescim ento m édio de 8%. Tal crescim ento perm itiu aos genéricos atingir um patam ar de vendas m undiais da ordem de US$ 35 bilhões em um ano. Em países com o EUA, Canadá, Alem anha e Inglaterra, os m edicam entos genéricos detêm em m édia m ais de 30% de participação de m ercado, em volum e. Nos EUA, onde os genéricos já estão consolidados, a participação chega a 36% em volum e.

7 G e n érico s n o B ra s il O program a de m edicam entos genéricos, criado no Brasil em com a prom ulgação da Lei 9787, se deu três anos após o país voltar a respeitar o direito de patentes, em Após apenas 4 anos da criação dessa lei, os genéricos já se encontravam disponíveis em m ais de 4 m il apresentações, Todo esse cuidado que cerca o registro dos genéricos e se estende abrangendo as principais classes terapêuticas e atendendo para as etapas de produção e com ercialização destes a m ais de 60% das necessidades de prescrições m édicas. m edicam entos se faz essencial para assegurar sua principal propriedade: a intercam bialidade. Absolutam ente seguros e eficazes, além de m ais baratos que os m edicam entos inovadores, os genéricos, ao longo destes A intercam bialidade consiste na prerrogativa dos m edicam entos anos, trouxeram um a nova realidade para os consum idores genéricos em substituir os m edicam entos de referência/ do país, principalm ente no que diz respeito à qualidade. inovadores prescritos. Segundo determ ina A legislação brasileira de m edicam entos genéricos foi estabelecida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa, com base nas legislações m ais avançadas com o a dos Estados Unidos (FDA) e a do Canadá (Health Canada), onde os genéricos estão consolidados e detêm, além de um a parcela significativa do m ercado de m edicam entos, a confiança da população e da classe m édica. a legislação, essa troca pode ser realizada pelo profissional farm acêutico, no m om ento da venda. No Brasil, a intercam bialidade dos genéricos foi definida pela Anvisa na Resolução 391, de 9 de agosto de 1 999, posteriorm ente republicada com o a Resolução RDC 1 35, de 29 de m aio de Ali estão descritos os requisitos e critérios técnicos para registro de genéricos, incluindo os procedim entos referentes à intercam bialidade. Conform e determ ina a Lei, no Brasil, os genéricos só podem chegar ao consum idor depois de passarem por testes de bioequivalência realizados em seres hum anos (que garantem Observando todo o rigor da legislação estabelecida pela Anvisa, que os genéricos serão absorvidos na m esm a concentração é possível concluir que o grande trunfo do program a brasileiro e velocidade que os correspondentes m edicam entos de m edicam entos genéricos foi o de instituir no país um a de referência ou inovadores) e de equivalência farm acêutica (que categoria de m edicam entos que alia qualidade a econom ia. garantem que a com posição do produto é idêntica à do m edicam ento de referência/inovador que lhe deu origem ).

8 B io e q u iva lên cia e E q u i va lê n c i a F a r m a c ê u ti c a A qualidade dos genéricos é garantida pela legislação brasileira, que exige a realização de testes de com provação de eficácia e segurança para a concessão de registros desse tipo de m edicam ento no país. Para chegarem ao m ercado, todos os m edicam entos genéricos têm que dem onstrar ser equivalentes aos m edicam entos inovadores correspondentes, não apenas no que se refere às concentrações de princípios ativos nas form ulações, m as tam bém à extensão e velocidade de absorção dos m esm os no organism o hum ano. Essas características, que dão aos genéricos a prerrogativa da intercam bialidade, são dem onstradas por m eio dos testes de equivalência farm acêutica e de bioequivalência.

9 Os testes de bioequivalência exigidos para os genéricos são realizados em voluntários sadios e obedecem a três fases distintas: B io e q u iva lên cia Clínica - adm inistração do m edicam ento genérico e de referência em períodos distintos, com a coleta de am ostras de sangue ou urina em tem pos determ inados. Analítica - quantificação do fárm aco nas am ostras por m eio de m étodo específico. Estatística - cálculo dos parâm etros farm acocinéticos e análise estatística para determ inar a bioequivalência. O teste de equivalência farm acêutica, por sua vez, com prova que os genéricos possuem os m esm os fárm acos, na m esm a dosagem e form a farm acêutica encontradas nos m edicam entos de referência/inovadores, além de cum prirem com as m esm as especificações físicas e físico-quím icas relativas ao controle de qualidade. E q u iva lê n c i a F a r m a c ê u tic a No caso de produtos dispensados de com provação de bioequivalência, com o soluções injetáveis ou m edicam entos tópicos, a equivalência farm acêutica é suficiente para garantir a intercam bialidade entre os m edicam entos genéricos e os de referência/inovadores. A isenção de bioequivalência para os m edicam entos nessas form as farm acêuticas decorre das características desses produtos, que, por serem adm inistrados diretam ente na corrente sangüínea ou por não precisarem de absorção sistêm ica para sua ação terapêutica, propiciam a total biodisponibilidade de seus princípios ativos.

10 A Q u a lid a d e d o s G e n é rico s Os genéricos prom overam um a verdadeira revolução no que diz respeito ao gerenciam ento da qualidade e segurança dos m edicam entos produzidos no Brasil. Além do rigor exigido para o registro, a legislação dos m edicam entos genéricos prevê controles relativos às etapas de produção e com ercialização. Atenta ao gerenciam ento contínuo da qualidade dos m edicam entos genéricos, a Anvisa avalia Um dos m eios m ais im portantes de se exercer criteriosam ente quaisquer m odificações no esse controle é através da Certificação processo produtivo (tam anho de lote, m udança de Boas Práticas de Fabricação. de fornecedores de m atéria prim a, natureza Esta certificação, que é pré-requisito para o e quantidade de excipientes, m odificação de registro de m edicam entos genéricos, deve ser obtida pelas em presas fabricantes, m ediante equipam entos ou planta fabril), podendo inclusive exigir a realização de um inspeção de suas plantas fabris, no Brasil novo teste de bioequivalência. e no exterior. Essa inspeção é realizada O procedim ento de controle pós-registro, anualm ente pela Anvisa, que verifica se os m edicam entos estão sendo produzidos adotado pela Anvisa para garantir dentro de padrões de qualidade, conform e a m anutenção da intercam bialidade dos as Boas Práticas de Fabricação. genéricos, tem com o base o SUPAC (Scale-Up and Post-Approval Changes) do FDA, O Certificado de Boas Práticas de Fabricação que regulam enta os critérios de alteração assegura ainda que o produto não dos processos de fabricação constantes apresentará diferenças entre lotes e m anterá da docum entação de registro nos EUA. a m esm a qualidade que apresentava por ocasião do registro com o genérico, garantindo sua característica principal: a intercam bialidade.

11 Além do rigor em pregado pela Anvisa nas etapas de registro, é realizado um controle contínuo da qualidade dos genéricos em com ercialização. A Anvisa, em coordenação com o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), colhe am ostras no m ercado dos m edicam entos genéricos e dos respectivos m edicam entos de Para realizar os testes exigidos para registro referência/inovadores. Essas am ostras são dos genéricos, a Anvisa criou a Rede Brasileira utilizadas para refazer os testes de Laboratórios Analíticos em Saúde (Reblas), de equivalência farm acêutica na Rede que conta com laboratórios habilitados a realizar de Laboratórios Centrais dos Estados testes de equivalência farm acêutica. A Anvisa (LACENS), e seus resultados são publicados tam bém habilita e credencia centros de no Diário Oficial da União. Instituído pela bioequivalência, verificando o cum prim ento Anvisa em 2000, este Program a de Boas Práticas de Clínica e Boas Práticas de Monitoram ento da Qualidade dos de Laboratório. Todos os laboratórios de Medicam entos Genéricos em Com ercialização equivalência farm acêutica e os centros de é m ais um a garantia para bioequivalência são rigorosam ente inspecionados m édicos e consum idores da qualidade pela Anvisa, com periodicidade anual. dos m edicam entos genéricos. Além disso, a Anvisa inspeciona e credencia centros Para possibilitar o rastream ento de qualquer de bioequivalência no exterior para testarem lote de m edicam ento genérico, a Anvisa recebe genéricos produzidos em outros países, que das indústrias, m ensalm ente, inform ações venham a ser com ercializados no Brasil. sobre a com ercialização (fabricação e distribuição) dos seus produtos. Inform ações m ais detalhadas sobre os laboratórios O envio dessas inform ações está com ponentes da Reblas e sobre os centros de norm atizado pela Resolução RDC 78/00. bioequivalência habilitados pela Anvisa podem ser obtidas nos endereços C e n tr o s d e B io e q u iva lên cia M o n i to r a m e n to d e M ercad o w w w.anvisa.gov.br/reblas/bio/eqfar/index.h tm w w w.anvisa.gov.br/inspecao/bioequ ivalencia/index.h tm.

12 E vo lu ção d e M e rca d o Desde que chegaram às farm ácias brasileiras, em m eados de 2000, os genéricos vêm avançando regularm ente no m ercado farm acêutico brasileiro. Afinal, com preços em m édia 45% m enores que os m edicam entos inovadores correspondentes, os genéricos criaram as condições econôm icas para que um a parcela da população passasse a cum prir os tratam entos m edicam entosos, com eficácia e segurança. Em m enos de 4 anos de sua com ercialização no Brasil, os m edicam entos genéricos conquistaram quase 1 0% do m ercado farm acêutico total. Por isso, estim a-se que os genéricos devam responder, em curto espaço de tem po, por um a fatia considerável desse m ercado. A m eta da Pró Genéricos é que os genéricos representem 30% das unidades de m edicam entos com ercializados no país até final de 2007.

13 A m p lia ção d o A ce s s o C o n s u m o d e s in v a s ta tin a (u n id a d e s ) Os genéricos passaram a integrar a cesta de consum o de m ilhares de fam ílias brasileiras, auxiliando no acesso a m edicam entos, especialm ente no caso do tratam ento de doenças crônicas. Desde a introdução dos genéricos no país, m uitos brasileiros que não estavam se m edicando ou que tinham dificuldade de dar continuidade ao tratam ento por im possibilidade econôm ica, encontraram nos genéricos um a alternativa viável para se m edicar corretam ente. Dados do IMS Health revelam, por exem plo, que a partir da chegada dos genéricos ao m ercado brasileiro, o consum o de sinvastatina, substância utilizada no tratam ento para controle do colesterol, triplicou no país. Entre m arço de 2000 e m arço de 2001, o consum o de m edicam entos à base dessa substância foi de pouco m ais de 1 m ilhão de unidades no m ercado local. Já no período de m arço de 2003 a m arço de 2004, o consum o bateu a m arca de 3,2 m ilhões de unidades, com os genéricos respondendo por 43% do volum e no período. Pesquisas de m ercado que analisam o com portam ento dos preços de m edicam entos no Brasil m ostram que a diferença dos custos de tratam ento, com parando pacientes que utilizam m edicam entos genéricos com pacientes que utilizam m edicam entos inovadores, foi significativa, chegando a representar um a econom ia da ordem de 60%. A am pliação do acesso a m edicam entos que esta econom ia proporciona é um dos grandes avanços trazidos pelos m edicam entos genéricos no Brasil.

14 G e n é r i c o s e D e s e n v o lv i m e n to E c o n ô m i c o, I n d u s tr i a l e S o c i a l Nos prim eiros cinco anos de m ercado, as em presas associadas à Pró Genéricos fizeram investim entos de m ais de US$ 80 m ilhões para atender os requisitos necessários à obtenção de registro de m edicam entos genéricos. Ainda por conta dos genéricos, gigantes m ultinacionais do setor farm acêutico decidiram investir na produção e Desde que foram introduzidos no país, os m edicam entos genéricos com ercialização destes m edicam entos no país, am pliando significativam ente a oferta para a população. prom overam, em curtíssim o espaço de tem po, um m ovim ento industrial sem precedentes no setor farm acêutico brasileiro. O program a brasileiro de m edicam entos genéricos As indústrias de genéricos investiram pesadam ente na construção serviu tam bém para o fortalecim ento da indústria local. e m odernização de plantas industriais e em tecnologia, o que Atualm ente, as principais indústrias do setor são de capital nacional e cerca de 80% das unidades de genéricos resultou na am pliação da sua capacidade produtiva e na geração de em pregos para o país, elevando o program a com ercializadas no Brasil são produzidas no país. Tudo isso graças aos investim entos em infra-estrutura e qualificação brasileiro de m edicam entos genéricos profissional. A exportação com eça a ganhar peso nos planos a um a posição de destaque no m undo. de expansão de m uitas indústrias de genéricos e deve se fortalecer nos próxim os anos. O rigor regulatório tam bém exigiu que as indústrias de genéricos investissem m aciçam ente no aperfeiçoam ento de suas plantas industriais, visando atender as exigências das Boas Práticas de Fabricação. O dinam ism o do m ercado de genéricos e a constante expansão nas vendas vêm contribuindo decisivam ente para que o segm ento hoje se constitua em um dos m ais im portantes entre os que com põem a indústria farm acêutica brasileira.

15 P r ó G e n é r i c o s A E n ti d a d e e s e u P a p e l Fundada em janeiro de 2001, a Associação Brasileira das Indústrias de Medicam entos Genéricos - Pró Genéricos - é um a entidade de classe associada à Federação Brasileira das Indústrias Farm acêuticas (Febrafarm a), que congrega os principais laboratórios que atuam na produção e com ercialização de m edicam entos genéricos no país. Sem fins lucrativos, a entidade tem com o principal m issão contribuir para a m elhoria das condições de acesso a m edicam entos no Brasil pela consolidação e am pliação do m ercado de genéricos. Juntas, as associadas da Pró Genéricos concentram m ais de 90% das vendas de genéricos no país. Articulando-se com diversos setores da sociedade, instituições de ordem pública e privada, a Pró Genéricos canaliza as ações de suas associadas, dando densidade ao debate público em torno de questões relevantes para o setor da saúde e para o desenvolvim ento da indústria farm acêutica no país.

16 Outra questão im portante para que consigam os superar os desafios de acesso a m edicam entos diz respeito à atuação da classe m édica. É fundam ental que esses profissionais de saúde se utilizem dos m edicam entos genéricos na sua prescrição, com o form a de possibilitar um tratam ento que seja viável econom icam ente para os seus pacientes, m as que, ao m esm o tem po, garanta eficácia e segurança. Desde que chegaram ao m ercado, os genéricos produziram resultados consistentes no que diz respeito à am pliação do consum o Os critérios de com pras públicas de m edicam entos tam bém de m edicam entos no Brasil. Entretanto, o problem a do acesso integram a pauta de desafios das indústrias de genéricos a m edicam entos por parcela significativa da população ainda figura no m ercado brasileiro. O setor acredita ser fundam ental com o um dos m ais im portantes desafios de saúde pública no país. para o conjunto da sociedade que se im ponham rigorosos critérios de qualidade para os m edicam entos com prados pelo sistem a público de saúde, em conform idade com Para a Pró Genéricos, a alteração do quadro atual só ocorrerá a evolução da legislação sanitária brasileira. se efetivam ente passarm os a discutir e im plem entar novos m odelos de acesso a m edicam entos com financiam entos públicos e privados, visando atender as necessidades da população de baixa renda, Ao lado do quesito preço, é preciso que se inclua tam bém a exigência de testes de bioequivalência e equivalência a exem plo de m odelos adotados em países com o EUA e Canadá. farm acêutica com o critérios de avaliação dos processos O problem a exige, portanto, m udanças estruturais no atendim ento licitatórios, oferecendo garantias de eficácia e segurança às necessidades das cam adas m enos favorecidas da população, para o m edicam ento consum ido pelo usuário do SUS. que hoje não conseguem dar continuidade aos tratam entos, agravando o quadro das patologias e, por consequência, O enfrentam ento dessas questões é essencial para que os custos totais do sistem a de saúde. continuem os aprim orando o papel da indústria de m edicam entos D e s a fi o s p a r a o fu t u r o no Brasil e possam os avançar na am pliação do acesso a m edicam entos eficazes e seguros para os consum idores de todos os segm entos da sociedade.

17

18 w w w.p r o g e n e r ic o s.o r g.b r p ro g e n e ric o p ro g e n e ric o s.o rg.b r R. A l v o r a d a, C E P S ã o P a u lo - S P - te l. (1 1 ) fa x ( 1 1 ) SAC

MEDICAMENTOS GENÉRICOS

MEDICAMENTOS GENÉRICOS MEDICAMENTO GENÉRICO Uma importante conquista para a saúde pública no Brasil 15 anos 15 anos , 15 ANOS DE BENEFÍCIOS PARA A SOCIEDADE BRASILEIRA. Ao completar 15 anos de existência no país, os medicamentos

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE MODERNIZAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO. pronamp

PROGRAMA NACIONAL DE MODERNIZAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO. pronamp PROGRAMA NACIONAL pronamp PROGRAMA NACIONAL A modernização e o fortalecimento do Ministério Público é ação necessária ao progresso da segurança jurídica e da igualdade de todos os cidadãos (Documentos

Leia mais

PARA: GEA-3 RA/CVM/SEP/GEA-3/Nº 40/14 DE: RAPHAEL SOUZA DATA: 07.05.14

PARA: GEA-3 RA/CVM/SEP/GEA-3/Nº 40/14 DE: RAPHAEL SOUZA DATA: 07.05.14 PARA: GEA-3 RA/CVM/SEP/GEA-3/Nº 40/14 DE: RAPHAEL SOUZA DATA: 07.05.14 ASSUNTO: GPC Participações S.A. Recurso adm inistrativo Processo CVM RJ-2014-4201 Senhor Gerente, I. Síntese 1. Trata-se de recurso

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO Informações gerais da avaliação: Protocolo: 200910861 Código MEC: 361064 Código da Avaliação: 84943 Ato Regulatório: Reconhecim ento de Curso Categoria Módulo: Curso Status: Finalizada Intrumento: RELATÓRIO

Leia mais

Marcelo Albuquerque de Oliveira. MMS Engenharia de Manutenção e Sistemas

Marcelo Albuquerque de Oliveira. MMS Engenharia de Manutenção e Sistemas 2010 O conteúdo deste documento tem por objetivo orientar sobre as atividades que entendemos serem necessárias para atender aos requisitos solicitados pelo cliente. Marcelo Albuquerque de Oliveira. MMS

Leia mais

Consultas e Serviços Especiais, com 0 (zero) dispositivos de segurança (Token) Agência: 3943 Conta Corrente: 13 001897-8 Titularidade: Cliente

Consultas e Serviços Especiais, com 0 (zero) dispositivos de segurança (Token) Agência: 3943 Conta Corrente: 13 001897-8 Titularidade: Cliente Termo de Adesão aos Serviços do Internet Banking Empresarial São partes neste Instrum ento: BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A., instituição financeira com sede no Município de São Paulo, Estado de São Paulo,

Leia mais

Genéricos - Guia Básico. Autor: Cesar Roberto CRF-RJ: 7461

Genéricos - Guia Básico. Autor: Cesar Roberto CRF-RJ: 7461 Autor: Cesar Roberto CRF-RJ: 7461 Versão 3.00 2001 Introdução: Este guia visa a orientar o profissional farmacêutico sobre os genéricos, e como este deve proceder na hora de aviar uma receita nesta nova

Leia mais

$FRPXQLFDomRLQWHUQDQDVHPSUHVDVVypYDOLGDGDTXDQGRDWLQJHWRGRVRVQtYHLVKLHUiUTXLFRVHWHP DVErQomRVGRVSULQFLSDLVH[HFXWLYRV

$FRPXQLFDomRLQWHUQDQDVHPSUHVDVVypYDOLGDGDTXDQGRDWLQJHWRGRVRVQtYHLVKLHUiUTXLFRVHWHP DVErQomRVGRVSULQFLSDLVH[HFXWLYRV Page 1 of 5 %RDFRPXQLFDomRLQWHUQDpYDQWDJHPFRPSHWLWLYD $FRPXQLFDomRLQWHUQDQDVHPSUHVDVVypYDOLGDGDTXDQGRDWLQJHWRGRVRVQtYHLVKLHUiUTXLFRVHWHP DVErQomRVGRVSULQFLSDLVH[HFXWLYRV 1DUD'DPDQWH Do presidente para

Leia mais

Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 65/2014 De: SRE Data: 08.10.2014

Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 65/2014 De: SRE Data: 08.10.2014 Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 65/2014 De: SRE Data: 08.10.2014 Assunto: Processo CVM Nº RJ 2014/6202. Pedido de Dispensa de Registro de Oferta Pública de Distribuição de Valores Mobiliários. Artigo 4º da Instrução

Leia mais

Marketing dos clubes de futebol- Europa e Brasil

Marketing dos clubes de futebol- Europa e Brasil Marketing dos clubes de futebol- Europa e Brasil Outubro de 2012 Destaques do Estudo O esporte global em 2011 m ovim entou U S$ 56 bilhões em receitas de m arketing. Os EU A e Europa representam m ais

Leia mais

Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 73/2014 De: SRE Data: 19.11.2014

Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 73/2014 De: SRE Data: 19.11.2014 Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 73/2014 De: SRE Data: 19.11.2014 Assunto: Processo nº CVM RJ 2014/10139. Pedido de Dispensa de Registro de Oferta Pública de Distribuição de Valores Mobiliários. Artigo 4º da

Leia mais

MDS Versão 2.2 - Outubro/2006

MDS Versão 2.2 - Outubro/2006 MDS - Outubro/2006 Manual elaborado com base na versão 3.14. ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 5 2 INSTALANDO O SISTEMA... 6 3 ATUALIZANDO O SISTEMA...10 4 IDENTIFICAÇÃO NO SISTEMA / MANUTENÇÃO...12 4.1 IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Unidade de Pesquisa Clínica

Unidade de Pesquisa Clínica Unidade de Pesquisa Clínica A EQUIVALÊNCIA FARMACÊUTICA NO CONTEXTO DA INTERCAMBIALIDADE ENTRE MEDICAMENTOS GENÉRICOS E DE : BASES TÉCNICAS E CIENTÍFICAS abril/04 SÍLVIA STORPIRTIS1,2; RAQUEL MARCOLONGO1;

Leia mais

Parte 3 : Gravação de CDs

Parte 3 : Gravação de CDs Parte 3 : Gravação de CDs Durante vários anos, os CDs foram m ídias som ente para leitura. Você podia com prar um program a em CD, m as se por algum m otivo precisasse copiá-lo teria que usar disquetes,

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO 2/8/201 e-mec - Funcionário MEC Informações gerais da avaliação: Protocolo: 20120377 Código MEC: 83997 Código da Avaliação: 1080 Ato Regulatório: Reconhecim ento de Curso EAD Categoria Módulo: Curso Status:

Leia mais

Prescrição e Dispensação de Medicamentos Genéricos e Similares Destaques da Legislação Vigente

Prescrição e Dispensação de Medicamentos Genéricos e Similares Destaques da Legislação Vigente Prescrição e Dispensação de Medicamentos Genéricos e Similares Destaques da Legislação Vigente Brasília, 21 de outubro de 2013. Processo nº: 25351.584974/2013-59 Tema da Agenda Regulatória 2013/2014 nº:

Leia mais

PARECER DO COMITÊ DE TERMO DE COMPROMISSO PROCESSO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR CVM Nº RJ 2013/10172 RELATÓRIO

PARECER DO COMITÊ DE TERMO DE COMPROMISSO PROCESSO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR CVM Nº RJ 2013/10172 RELATÓRIO PARECER DO COMITÊ DE TERMO DE COMPROMISSO PROCESSO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR CVM Nº RJ 2013/10172 RELATÓRIO 1. Trata-se de proposta de Termo de Compromisso apresentada por KPMG Auditores Independentes

Leia mais

Processo CVM nº RJ2013/11017

Processo CVM nº RJ2013/11017 Processo CVM nº RJ2013/11017 Interessados: Assunto: Diretora Relatora: Citibank DTVM S.A. Pedidos de dispensa de requisitos da Instrução CVM nº 356, de 2001, com alterações introduzidas pela Instrução

Leia mais

&XUVRGH$QiOLVH7pFQLFDH(VWUDWpJLDQR0HUFDGR

&XUVRGH$QiOLVH7pFQLFDH(VWUDWpJLDQR0HUFDGR &XUVRGH$QiOLVH7pFQLFDH(VWUDWpJLDQR0HUFDGR GH$o}HV 'HVFULomR Em um m undo globalizado, com o o que vivem os atualm ente, a econom ia brasileira sofre influência direta de acontecim entos externos, que nem

Leia mais

ATA DA SESSÃO DO PREGÃO ELETRÔNICO EDITAL: 026/2014 PROCESSO: 910-04.96/14-1

ATA DA SESSÃO DO PREGÃO ELETRÔNICO EDITAL: 026/2014 PROCESSO: 910-04.96/14-1 ATA DA SESSÃO DO PREGÃO ELETRÔNICO EDITAL: 026/2014 PROCESSO: 910-04.96/14-1 Em, às 09:00 horas, na EMPRESA GAUCHA DE RODOVIAS S/A - EGR, sito à AV. BORGES DE MEDEIROS, 261-3ºANDAR - PORTO ALEGRE - RS,

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO Informações gerais da avaliação: Protocolo: 011065 Código MEC: 59694 Código da Avaliação: 91590 Ato Regulatório: Reconhecim ento de Curso Categoria Módulo: Curso Status: Finalizada Intrumento: RELATÓRIO

Leia mais

DÚVIDAS MAIS FREQUENTES NO BALCÃO DA FARMÁCIA

DÚVIDAS MAIS FREQUENTES NO BALCÃO DA FARMÁCIA DÚVIDAS MAIS FREQUENTES NO BALCÃO DA FARMÁCIA Neste módulo vamos tratar de situações que envolvem dúvidas quanto à melhor maneira de agir e as práticas permitidas ou não pela legislação, mas que, comumente,

Leia mais

Nosso sonho não é ganhar dinheiro com o grupo, mas formar músicos profissionais a partir do talento natural que não está sendo desenvolvido no

Nosso sonho não é ganhar dinheiro com o grupo, mas formar músicos profissionais a partir do talento natural que não está sendo desenvolvido no Nosso sonho não é ganhar dinheiro com o grupo, mas formar músicos profissionais a partir do talento natural que não está sendo desenvolvido no Brasil. Tudo que essa juventude precisa é de uma chance. (John

Leia mais

Edital de Credenciamento de Consultores Nº 01/ 2009 Rev 01 05/ 01/ 2009

Edital de Credenciamento de Consultores Nº 01/ 2009 Rev 01 05/ 01/ 2009 Edital de Credenciamento de Consultores Nº 01/ 2009 Rev 01 05/ 01/ 2009 (',7$/'(&5('(1&,$0(172'2029,0(172&$7$5,1(16(3$5$(;&(/Ç1&,$ 1ž &5('(1&,$0(172'(3(662$6)Ë6,&$6(-85Ë',&$63$5$&203252&$'$6752 '(&2168/725(6'2029,0(172&$7$5,1(16(3$5$(;&(/Ç1&,$

Leia mais

BIBLIOTECA ARTIGO Nº 48

BIBLIOTECA ARTIGO Nº 48 BIBLIOTECA ARTIGO Nº 48 MUITO BARULHO POR NADA - COMO COMPLICAR A EXPLICAÇÃO Autores - Marcos Lobo De Freitas Levy e Silvia V. Fridman A ANVISA prevê a elaboração de uma nova resolução para permitir a

Leia mais

Seu Recibo do Bilhete Eletronico 1 message

Seu Recibo do Bilhete Eletronico 1 message Leonardo Menezes Vaz Seu Recibo do Bilhete Eletronico 1 message nao responda@tam.com.br Reply To: NAO RESPONDA@tam.com.br To: LEONARDO.VAZ@gmail.com Sat,

Leia mais

21º Prêmio Expressão de Ecologia

21º Prêmio Expressão de Ecologia 21º Prêmio Expressão de Ecologia Edição 2013-2014 Projeto: Redução do Consumo de Água Captada do Rio Canoas Organização: Klabin Página: 1/1 PÁGINA 1: Inform ações cadastrais: P1: Título do projeto am biental

Leia mais

Processo Administrativo CVM n RJ2013/7943 Reg. Col. 8970/2014

Processo Administrativo CVM n RJ2013/7943 Reg. Col. 8970/2014 Processo Administrativo CVM n RJ2013/7943 Reg. Col. 8970/2014 Interessada: Sul Am érica S.A. Assunto: Trata-se de recurso interposto pela Sul Am érica S.A. contra decisão da SEP/SNC que decidiu pela inaplicabilidade

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 396/2013 Naprix, Vastarel, Lasix, Carvedilol, Atorvastatina, Aspirina

RESPOSTA RÁPIDA 396/2013 Naprix, Vastarel, Lasix, Carvedilol, Atorvastatina, Aspirina RESPOSTA RÁPIDA 396/2013 Naprix, Vastarel, Lasix, Carvedilol, Atorvastatina, Aspirina SOLICITANTE Dra. Sabrina da Cunha Peixoto Ladeira. Juiza de Direito NÚMERO DO PROCESSO 13 007501-7 DATA 07/11/2013

Leia mais

XI Encontro de Iniciação à Docência

XI Encontro de Iniciação à Docência 6CCSDFPMT04 O ENSINO DA HOMEOPATIA COMO INSTRUMENTO DE CONSOLIDAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES NO SUS Tattiane Ribeiro de Sousa (2). Euler Albuquerque (1), Flávia Pessoa

Leia mais

21º Prêmio Expressão de Ecologia

21º Prêmio Expressão de Ecologia 21º Prêmio Expressão de Ecologia Edição 2013-2014 Projeto: Unimed no Parque Organização: Unimed Regional Maringá Página: 1/1 PÁGINA 1: Inform ações cadastrais: P1: Título do projeto am biental participante:

Leia mais

21º Prêmio Expressão de Ecologia

21º Prêmio Expressão de Ecologia 21º Prêmio Expressão de Ecologia Edição 2013-2014 Folha laudo grupo ghanem laboratório Projeto: Laudos de Exames Laboratoriais com Impressão em frente e verso Organização: Mob Laboratório de Análises Clônicas

Leia mais

MEDICAMENTOS SIMILARES

MEDICAMENTOS SIMILARES MEDICAMENTOS SIMILARES Fica assegurado o direito de registro de medicamentos similares a outros já registrados, desde que satisfaçam as exigências estabelecidas nesta Lei. (Art. 21 da Lei 6360/76) MEDICAMENTOS

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO 16/09/1 e-mec/inep = Docentes / Avaliadores Informações gerais da avaliação: Protocolo: 2007469 Código MEC: 11621 Código da Avaliação: 80058 Ato Regulatório: Recredenciam ento Categoria Módulo: Instituição

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária REGISTRO DE MEDICAMENTOS

Agência Nacional de Vigilância Sanitária REGISTRO DE MEDICAMENTOS REGISTRO DE MEDICAMENTOS GERÊNCIA GERAL DE MEDICAMENTOS - SETORES A Gerência Geral de Medicamentos está em fase de reestruturação, portanto as divisões setoriais são provisórias; Gerência de Pesquisas,

Leia mais

21º Prêmio Expressão de Ecologia

21º Prêmio Expressão de Ecologia 21º Prêmio Expressão de Ecologia Edição 2013-2014 Gráfico comparativo da evolução no consumo de papel antes e após a implementação do novo SIL. A fase 1 representa a etapa do projeto de automoação de processos

Leia mais

RELATÓRIO. a) quando o Manual de Auditoria fosse revisado/alterado, então seria incluído o novo program a form alizado para os exames do ambiente PED;

RELATÓRIO. a) quando o Manual de Auditoria fosse revisado/alterado, então seria incluído o novo program a form alizado para os exames do ambiente PED; PARECER DO COMITÊ DE TERMO DE COMPROMISSO PROCESSO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR CVM N.º RJ 2013/13355 PROCESSO DE TERMO DE COMPROMISSO CVM N.º RJ 2014/6913 RELATÓRIO 1. Trata-se de proposta de Termo de Compromisso

Leia mais

Edição 2013-2014 2013-2014. Projeto: Eu também posso ajudar com pequenos gestos Organização: CMEI Pinheirinho. Imagens: 1/1

Edição 2013-2014 2013-2014. Projeto: Eu também posso ajudar com pequenos gestos Organização: CMEI Pinheirinho. Imagens: 1/1 2 21º Prêmio Expressão de Ecologia Edição 2013-2014 2013-2014 Projeto: Eu também posso ajudar com pequenos gestos Organização: CMEI Pinheirinho Imagens: 1/1 PÁGINA 1: Inform ações cadastrais: P1: Título

Leia mais

Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 74/2014 De: SRE Data: 19.11.2014

Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 74/2014 De: SRE Data: 19.11.2014 Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 74/2014 De: SRE Data: 19.11.2014 Assunto: Processo nº CVM RJ 2014/10135. Pedido de Dispensa de Registro de Oferta Pública de Distribuição de Valores Mobiliários. Artigo 4º da

Leia mais

158516.232014.9575.4450.55798132.269

158516.232014.9575.4450.55798132.269 158516.232014.9575.4450.55798132.269 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Santa Catarina Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Ata de Realização do Pregão Eletrônico

Leia mais

CLIPPING SINFARMIG RETORNO DE MÍDIA PESQUISA GENÉRICOS

CLIPPING SINFARMIG RETORNO DE MÍDIA PESQUISA GENÉRICOS CLIPPING SINFARMIG RETORNO DE MÍDIA PESQUISA GENÉRICOS Fonte: Jornal Estado de Minas - Caderno Opinião Fonte: Agência Brasil Fonte: Jornal Hoje em Dia - Carderno Economia Fonte: Jornal O Tempo VERSÕES

Leia mais

Câmara Municipal de Porto Alegre

Câmara Municipal de Porto Alegre Câmara Municipal de Porto Alegre ATA DA SESSÃO DO PREGÃO ELETRÔNICO - para Registro de Preço EDITAL: 09/2014-SRP PROCESSO: 2615/13 Em, às 10:01 horas, na CÂMARA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE - CMPA, sito à

Leia mais

ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA HP SOURCE DATA GATHERING

ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA HP SOURCE DATA GATHERING autor: Sofia Alexandra de Andrade Rio Tinto (nome completo) ; e_mail1 (da insitituição de ensino ou trabalho) sofiariotinto@clix.pt supervisão: Luís Saboga Nunes e_mail1: saboga@ensp.unl.pt e_mail2: saboga@hotmail.com;

Leia mais

APOSTILA EXCEL AIM - 2010. Prof. Helio Canavesi Filho

APOSTILA EXCEL AIM - 2010. Prof. Helio Canavesi Filho APOSTILA EXCEL AIM - 2010 Prof. Helio Canavesi Filho &DStWXOR$SUHVHQWDomRGR([FHO 6XPiULR &DStWXOR,QLFLDQGRR0LFURVRIW([FHO &DStWXOR/LQKDV&ROXQDVH&pOXODV &DStWXOR3DVWDGHWUDEDOKRH3ODQLOKDV &DStWXOR&RPRFULDULQVHULUH[FOXLUHPRYHUSODQLOKDV

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 21, DE 28 DE MARÇO DE 2012

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 21, DE 28 DE MARÇO DE 2012 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 21, DE 28 DE MARÇO DE

Leia mais

,&(7±,QVWLWXWRGH&LrQFLDH7HFQRORJLD

,&(7±,QVWLWXWRGH&LrQFLDH7HFQRORJLD 3ULPHLUD$XOD :. Apresentação :. Frase :. Avisos :. Sistem a de Avaliação :. Bibliografias (Básica e Com plem entar) :. Em enta :. Objetivos Gerais :. Objetivos Específicos :. Conteúdo Program ático $SUHVHQWDomR

Leia mais

SELO ALIMENTOS DO PARANÁ INFORMAÇÕES GERAIS

SELO ALIMENTOS DO PARANÁ INFORMAÇÕES GERAIS SELO ALIMENTOS DO PARANÁ INFORMAÇÕES GERAIS Curitiba, 18 de março de 2015. 1 SELO ALIMENTOS DO PARANÁ INFORMAÇÕES GERAIS Sumário APRESENTAÇÃO... 3 JUSTIFICATIVAS E BENEFÍCIOS... 3 COMO OBTER O SELO...

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO Informações gerais da avaliação: Protocolo: 200710559 Código MEC: 170552 Código da Avaliação: 60151 Ato Regulatório: Autorização Categoria Módulo: Curso Status: Finalizada RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO Intrumento:

Leia mais

Contrato Particular de Cessão de Prom essa de Com pra e Venda de Unidade Autônom a Condom inial com Cláusula Suspensiva e Outras Avenças;

Contrato Particular de Cessão de Prom essa de Com pra e Venda de Unidade Autônom a Condom inial com Cláusula Suspensiva e Outras Avenças; Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 49/2014 De: SRE Data: 06.08.2014 Assunto: Processo CVM RJ2014/6342. Pedido de Dispensa de Registro de Oferta Pública de Distribuição de Valores Mobiliários. Artigo 4º da Instrução

Leia mais

Os 1 Item(ns) da lista de documentos que não foram cumprido(s):

Os 1 Item(ns) da lista de documentos que não foram cumprido(s): Agência Nacional de Vigilância Sanitária Unidade de Atendimento e Protocolo - UNIAP Listagem de Encaminhamento de Documentação em Caráter Precário Data: 14.11.05 EMPRESA: ANCHIETA INDÚSTRIA E COMÉRCIO

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO Informações gerais da avaliação: Protocolo: 2010928 Código MEC: 77906 Código da Avaliação: 101272 Ato Regulatório: Reconhecim ento de Curso Categoria Módulo: Curso Status: Finalizada Instrumento: RELATÓRIO

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA Nº 01/2012/FUNED

CONSULTA PÚBLICA Nº 01/2012/FUNED CONSULTA PÚBLICA Nº 01/2012/FUNED A FUNDAÇÃO EZEQUIEL DIAS, instituída pela Lei 5.594 de 06 de novembro de 1970, regulamentada pelo Decreto nº 45.712, de 30 de agosto de 2011, por intermédio de sua Presidência,

Leia mais

CRA/AM. Editorial BOLETIM ELETRÔNICO PROJETO CRA/AM NA ESTRADA

CRA/AM. Editorial BOLETIM ELETRÔNICO PROJETO CRA/AM NA ESTRADA PROJETO NA ESTRADA Presidente do recebe moção da Câmara de vereadores O Vereador Hom ero de Miranda Leão encam inhou u m a M o ç ã o d e Parabenização ao Adm. Nelson Aniceto Fonseca Rodrigues, pela posse

Leia mais

O Papel da ANVISA na Regulamentação da Inovação Farmacêutica

O Papel da ANVISA na Regulamentação da Inovação Farmacêutica O Papel da ANVISA na Regulamentação da Inovação Farmacêutica Renato Alencar Porto Diretor 22 de junho de 2015 Bases legais para o estabelecimento do sistema de regulação Competências na Legislação Federal

Leia mais

21º Prêmio Expressão de Ecologia

21º Prêmio Expressão de Ecologia 21º Prêmio Expressão de Ecologia Edição 2013-2014 Implantação do programa Adequação e melhorias no Aterro Sanitário durante a implantação do programa Implantação do civeiro municipal. Valorização do Material

Leia mais

Política de Assistência Farmacêutica. Rio de Janeiro Agosto/2010

Política de Assistência Farmacêutica. Rio de Janeiro Agosto/2010 Política de Assistência Farmacêutica - PAF - Rio de Janeiro Agosto/2010 PÚBLICO ALVO Plano Associados, acometidos por patologias crônicas; Planos Funci CASSI e CASSI Família exclusivamente para antineoplásicos

Leia mais

Processo Administrativo CVM n RJ2013/2422. Relatório

Processo Administrativo CVM n RJ2013/2422. Relatório Processo Administrativo CVM n RJ2013/2422 Reg. Col. nº 8980/2014 Interessados: Marcos Cordeiro Fernandes XP Investim entos CCTVM S/A Assunto: Recurso em Processo de Mecanism os de Ressarcim ento de Prejuízos

Leia mais

21º Prêmio Expressão de Ecologia

21º Prêmio Expressão de Ecologia 21º Prêmio Expressão de Ecologia Edição 2013-2014 Conhecendo a Mata Atlântica Estudante de Jaraguá do Sul (SC) com um sapo-boi Estudantes na trilha do Centro Interpretativo da Mata Atlântica Projeto: Conhecendo

Leia mais

PRESIDENTE DA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA- ANVISA) Bom-dia, Ministro Presidente do Supremo Tribunal

PRESIDENTE DA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA- ANVISA) Bom-dia, Ministro Presidente do Supremo Tribunal O SR. DIRCEU RAPOSO DE MELLO (DIRETOR PRESIDENTE DA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA- ANVISA) Bom-dia, Ministro Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Gilmar Mendes, em nome de quem eu

Leia mais

Documento(s) de Origem

Documento(s) de Origem PARECER AGU : AC-55 Advogado-Geral da União: Alvaro Augusto Ribeiro Costa Data do Adoto: 17/11/2006 Data do Aprovo: 20/11/2006 Documento(s) de Origem Processo Número Interessado 00552.001601/2004-25 Ministério

Leia mais

As Fo r ça s Ar m ad as n a se g u r a n ça in t er n a. O ca so esp e cíf ico d o d o m ín io m ar ít im o 1

As Fo r ça s Ar m ad as n a se g u r a n ça in t er n a. O ca so esp e cíf ico d o d o m ín io m ar ít im o 1 2015/ 10/ 28 As Fo r ça s Ar m ad as n a se g u r a n ça in t er n a. O ca so esp e cíf ico d o d o m ín io m ar ít im o 1 Alexandre Reis Rodrigues I n t r o d u ção O envolvim ento das Forças Arm adas

Leia mais

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos A formação em Farmácia Seminário do BNDES 7 de maio de 2003 Por que RH para Fármacos e Medicamentos? Fármacos e Medicamentos como campo estratégico

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Agência Nacional de Vigilância Sanitária Agência Nacional de Vigilância Sanitária Gerência-Geral de Medicamentos Unidade de Produtos Controlados - UPROC Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados - HISTÓRICO O controle de substâncias

Leia mais

21º Prêmio Expressão de Ecologia

21º Prêmio Expressão de Ecologia 21º Prêmio Expressão de Ecologia Edição 2013-2014 Projeto: Projeto Escola do Mar de Florianópolis Organização: Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis Página: 1/1 PÁGINA 1: Inform ações cadastrais:

Leia mais

RENASES LISTA 2012 V I G I L Â N C I A S A N I T Á R I A

RENASES LISTA 2012 V I G I L Â N C I A S A N I T Á R I A RENASES LISTA 2012 V I G I L Â N C I A S A N I T Á R I A Nota: A lista de critérios ou regramentos de acesso às ações e serviços constantes da RENASES está prevista no art. 7º da Portaria nº 842/GM/MS,

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO AMAZONAS

CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO AMAZONAS 8 de março O Conselho Regional de do Amazonas parabeniza todas as mulheres CRA/AM realiza Cerimônia de Posse Solene dos Conselheiros e apresenta nova Diretoria Executiva No dia 27 de m arço, no Morada

Leia mais

Projeto de Ação Conjunta de Inspeções em Distribuidoras de Medicamentos

Projeto de Ação Conjunta de Inspeções em Distribuidoras de Medicamentos Agência Nacional de Vigilância Sanitária Projeto de Ação Conjunta de Inspeções em Distribuidoras de Medicamentos Gerência-Geral de Inspeção e Controle de Medicamentos e Produtos Gerência de Investigação

Leia mais

Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005

Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005 Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005 O que é um produto inovador? Dois caminhos para oferecer melhores medicamentos aos

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO 0/09/12 e-mec - IES Informações gerais da avaliação: Protocolo: 201107377 Código MEC: 62312 Código da Avaliação: 9128 Ato Regulatório: Reconhecim ento de Curso EAD Categoria Módulo: Curso Status: Finalizada

Leia mais

MEDICAMENTOS. CAPACITAÇÃO EM FARMACOLOGIA PARA AS EQUIPES DE SAÚDE BUCAL Auxiliares e Técnicos em Saúde Bucal 2015

MEDICAMENTOS. CAPACITAÇÃO EM FARMACOLOGIA PARA AS EQUIPES DE SAÚDE BUCAL Auxiliares e Técnicos em Saúde Bucal 2015 MEDICAMENTOS CAPACITAÇÃO EM FARMACOLOGIA PARA AS EQUIPES DE SAÚDE BUCAL Auxiliares e Técnicos em Saúde Bucal 2015 Parceria: Farmácia Escola da UFRGS - Programa Farmácia Popular Programa de Pós-Graduação

Leia mais

ÍN DICE GERAL. das sociedades (artigo 64.! 1 do CSC)... 19

ÍN DICE GERAL. das sociedades (artigo 64.! 1 do CSC)... 19 ÍN DICE GERAL P ro g ra m a d a s J o rn a d a s so b re a R e fo rm a d o C ó d ig o d a s S o c ie d a d e s C o m e r c ia is... 5 A p re s e n ta ç ã o... 9 D isc u rso d o M in istro d e E sta d o

Leia mais

O P a pel da M ídia no C o ntro le da s P o lític a s de S a úde

O P a pel da M ídia no C o ntro le da s P o lític a s de S a úde B ra s ília, 26 de s etem bro de 2009 C o ntro le da s P o lític a s de L uiz R ibeiro FU N Ç Ã O D O J O R N A L I S M O J o r n a lis m o é a a tiv id a d e p r o fis s io n a l q u e c o n s is te e

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO Informações gerais da avaliação: Protocolo: 20106079 Código MEC: 78694 Código da Avaliação: 102126 Ato Regulatório: Reconhecim ento de Curso Categoria Módulo: Curso Status: Finalizada Instrumento: RELATÓRIO

Leia mais

21º Prêmio Expressão de Ecologia

21º Prêmio Expressão de Ecologia 21º Prêmio Expressão de Ecologia Edição 2013-2014 Abertura com a orquestra municipal Feira de produtos veganos Projeto Ser Graça e seus produtos orgânicos Exposição e comércio de flores Apresentação da

Leia mais

NOTA TÉCNICA SOBRE A RDC Nº

NOTA TÉCNICA SOBRE A RDC Nº NOTA TÉCNICA SOBRE A RDC Nº 20/2011 Orientações de procedimentos relativos ao controle de medicamentos à base de substâncias classificadas como antimicrobianos, de uso sob prescrição isoladas ou em associação.

Leia mais

Política Vigente para a Regulamentação de Medicamentos no Brasil. Política Vigente para a Regulamentação de Medicamentos no Brasil

Política Vigente para a Regulamentação de Medicamentos no Brasil. Política Vigente para a Regulamentação de Medicamentos no Brasil 1 Política Vigente para a Regulamentação de Medicamentos no Brasil 2 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Realização Gabinete do Diretor-Presidente Núcleo de Assessoramento em Comunicação Social e

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA Gerência-Geral de Tecnologia de Produtos para a Saúde - GGTPS

Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA Gerência-Geral de Tecnologia de Produtos para a Saúde - GGTPS Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA Gerência-Geral de Tecnologia de Produtos para a Saúde - GGTPS NOTA TÉCNICA N 002/2009/GGTPS/ANVISA 1. Objeto: Orientações para o Peticionamento de Certificado

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE

A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE AUDITORIA IA CLÍNICA A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE Auditoria é em um exame cuidadoso e sistemático das atividades desenvolvidas em determinada empresa ou setor, cujo objetivo é averiguar

Leia mais

5º FESTIVAL ESTUDANTIL DE DANÇA

5º FESTIVAL ESTUDANTIL DE DANÇA 1 5º FESTIVAL ESTUDANTIL DE DANÇA O 5º FESTI VAL ESTUDANTI L DE DANÇA visa dar continuidade ao m ovim ento já estabelecido - 4 anos - e propiciar as crianças e jovens da com unidade rondonopolitana, o

Leia mais

E V O L U Ç Ã O D O S S IS T E M A S D E M O N IT O R A M E N T O N A G E R Ê N C IA D E R IS C O D A N IE L R U S S I F IL H O russi@sascar.com.

E V O L U Ç Ã O D O S S IS T E M A S D E M O N IT O R A M E N T O N A G E R Ê N C IA D E R IS C O D A N IE L R U S S I F IL H O russi@sascar.com. E V O L U Ç Ã O D O S S I S T E M A S D E M O N I T O R A M E N T O N A G E R Ê N C I A D E R I S C O D A N IE L R U S S I F IL H O russi@sascar.com.br HISTÓRICO 1994 - in í c io d o s r a s t r e a d

Leia mais

Para a Avaliação da Pós-Graduação em Ciências Sociais *

Para a Avaliação da Pós-Graduação em Ciências Sociais * Para a Avaliação da Pós-Graduação em Ciências Sociais * Fábio Wanderley Reis E ste texto não pretende ser nem um relato factual n em um depoim ento pessoal a respeito da pós-graduação. Além disso, não

Leia mais

Projeto: Sala de Descanso de Paletes Organização: Conexão Marítima Serviços Logísticos S/A. Imagens: 1/1. Sala de Descanso de Paletes

Projeto: Sala de Descanso de Paletes Organização: Conexão Marítima Serviços Logísticos S/A. Imagens: 1/1. Sala de Descanso de Paletes 2 21º Prêmio Expressão de Ecologia Edição 2013-2014 2013-2014 Sala de Descanso de Paletes Espaço Na Sala de Paletes Pneus Reutilizados Como Floreiras Biombo Reutilizável/imagens dos Colaboradores Coffe

Leia mais

CONHECENDO MELHOR A FARMÁCIA E SEUS PRODUTOS

CONHECENDO MELHOR A FARMÁCIA E SEUS PRODUTOS CONHECENDO MELHOR A FARMÁCIA E SEUS PRODUTOS No Brasil, a venda de medicamentos é feita em estabelecimentos devidamente registrados em órgãos específicos que visam a monitorar a venda correta desses produtos,

Leia mais

Importação Exportação Consultoria

Importação Exportação Consultoria R Importação Exportação Consultoria R Wu s Company. Criada em 2010 a Wu's Company é uma empresa especializada em comércio exterior, que atua na área de importação, exportação, tradução e consultoria especializada

Leia mais

Pe n sa n do e m V u ln e r a bilida de s, Am e a ça s e Riscos

Pe n sa n do e m V u ln e r a bilida de s, Am e a ça s e Riscos Pensando em Vulnerabilidades, Am eaças e Riscos Objetivos Avaliar am eaças e riscos à segurança de redes. Após concluir este capítulo, você estará preparado para executar as seguint es t arefas: Tarefas

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO 11/12/201 e-mec/inep = Docentes / Avaliadores Informações gerais da avaliação: Protocolo: 20081152 Código MEC: 415702 Código da Avaliação: 92891 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO Ato Regulatório: Renovação de Reconhecim

Leia mais

ATUAÇÃO DO FARMACÊUTICO NA PESQUISA CLÍNICA

ATUAÇÃO DO FARMACÊUTICO NA PESQUISA CLÍNICA 2ª Jornada de Ciências Farmacêuticas Centro Universitário Estadual da Zona Oeste UEZO - 2012 ATUAÇÃO DO FARMACÊUTICO NA PESQUISA CLÍNICA Robson Leite de Souza Cruz Instituto de tecnologia em Imunobiológicos

Leia mais

AÇÕES DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SOBRE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS

AÇÕES DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SOBRE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS AÇÕES DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SOBRE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS WILLIAM CESAR LATORRE Diretor de Alimentos Centro de Vigilância Sanitária SES / SP Decreto Lei 986, de 21/10/1969 Institui normas

Leia mais

Art. 6º O farmacêutico responsável por farmácia homeopática terá auxiliares de sua confiança.

Art. 6º O farmacêutico responsável por farmácia homeopática terá auxiliares de sua confiança. Decreto nº 57.477, de 20 de dezembro de 1965 Dispõe sobre manipulação, receituário, industrialização e venda de produtos utilizados em homeopatia e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando

Leia mais

21º Prêmio Expressão de Ecologia

21º Prêmio Expressão de Ecologia 21º Prêmio Expressão de Ecologia Edição 2013-2014 Plantio de mudas na horta Poda das árvores, pátio da Escola Séries iniciais, album do Meio Ambiente Ajardinamento Oficina de reaproveitamento - casa de

Leia mais

Bloco I Características de Controle da Empresa 12. Bloco II Valores e visões da empresa sobre RSE 16. Bloco III Relacionamento com Empregados 36

Bloco I Características de Controle da Empresa 12. Bloco II Valores e visões da empresa sobre RSE 16. Bloco III Relacionamento com Empregados 36 Ë1',&( 3iJ $SUHVHQWDomRGRUHODWyULR 3URFHGLPHQWRV0HWRGROyJLFRV $SUHVHQWDomRGRV5HVXOWDGRV $QH[RV Bloco I Características de Controle da Empresa 12 Bloco II Valores e visões da empresa sobre RSE 16 Bloco

Leia mais

E mpresa B rasileira de S erviços Hospitalares EBS ER H. Plano de Ação

E mpresa B rasileira de S erviços Hospitalares EBS ER H. Plano de Ação E mpresa B rasileira de S erviços Hospitalares EBS ER H Plano de Ação 1 C O N T E X TO (R es ulta do s R E H U F) D es de s ua c o nc epç ã o o R E H U F tem a tua do : N a fo rm a de Fina nc ia m ento

Leia mais

PARECER DO COMITÊ DE TERMO DE COMPROMISSO PROCESSO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR CVM Nº 11/2012 PROCESSO DE TERMO DE COMPROMISSO CVM Nº RJ 2014/27

PARECER DO COMITÊ DE TERMO DE COMPROMISSO PROCESSO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR CVM Nº 11/2012 PROCESSO DE TERMO DE COMPROMISSO CVM Nº RJ 2014/27 PARECER DO COMITÊ DE TERMO DE COMPROMISSO PROCESSO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR CVM Nº 11/2012 PROCESSO DE TERMO DE COMPROMISSO CVM Nº RJ 2014/27 RELATÓRIO 1. Trata-se de propostas de celebração de Term

Leia mais

SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE

SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE Congresso Internacional de Qualidade em Serviços e Sistemas de Saúde Qualihosp -2013 SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE Maria Angela da Paz Gerente de Regulação e Controle Sanitário

Leia mais

Diário Oficial da União Seção 1 DOU 11 de dezembro de 2013 [Páginas 76-77]

Diário Oficial da União Seção 1 DOU 11 de dezembro de 2013 [Páginas 76-77] *Este texto não substitui o publicado do Diário Oficial da União* Diário Oficial da União Seção 1 DOU 11 de dezembro de 2013 [Páginas 76-77] RESOLUÇÃO - RDC Nº 54, DE10 DE DEZEMBRO DE 2013 Dispõe sobre

Leia mais

NOTA TÉCNICA No 1/2011

NOTA TÉCNICA No 1/2011 Agência Nacional de Vigilância Sanitária NOTA TÉCNICA No 1/2011 Esclarecimentos e orientações sobre o funcionamento de instituições que prestem serviços de atenção a pessoas com transtornos decorrentes

Leia mais

Índice. Farmácia de Manipulação Conhecendo uma farmácia de manipulação, suas vantagens e procedimentos... 2

Índice. Farmácia de Manipulação Conhecendo uma farmácia de manipulação, suas vantagens e procedimentos... 2 1 Índice Farmácia de Manipulação Conhecendo uma farmácia de manipulação, suas vantagens e procedimentos... 2 A Empresa Informações sobre a empresa, farmacêuticas responsáveis, instalações, diferenciais

Leia mais

21º Prêmio Expressão de Ecologia

21º Prêmio Expressão de Ecologia 21º Prêmio Expressão de Ecologia Edição 2013-2014 Alunos e professores fazendo o reconhecimento da bacia hidrográfica do Córrego Areãozinho (Curitiba- PR) Alunos realizando a análise do oxigênio dissolvido

Leia mais