EMATER-PR EMPRESA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL DO PARANA. Tecnologias Adaptadas para Agricultura Familiar

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EMATER-PR EMPRESA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL DO PARANA. Tecnologias Adaptadas para Agricultura Familiar"

Transcrição

1 EMATER-PR EMPRESA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL DO PARANA Tecnologias Adaptadas para Agricultura Familiar José Xavier de Carvalho Téc. Agropecuário Extensionista Municipal EMATER-PR Município: União da Vitória UNIÃO DA VITÓRIA Novembro/2004

2 APRESENTAÇÃO A empresa Paranaense de assistência técnica e Extensão rural EMATER- PR, tem como missão a melhoria das condições de vida família rural através da utilização de produtos e processos que provam o desenvolvimento rural integral e sustentável. Para o público da agricultura familiar, as tecnologias criadas e/ou adaptadas são de grande valia, pois essas tecnologias, de produtos ou de processos, respondem muito bem aos anseios de uma agricultura familiar onde os dois pontos básicos são : economia e sustentabilidade. É base consensual dos técnicos cientistas e educadores que trabalham em agricultura familiar, que os fatores internos compõem a âncora de sustentabilidade desta classe. Visto que estes fatores concorrem cada vez mais para composição dos custos de produção, flexibilidade dos processos e sustentabilidade das atividades. Assim sendo, a criação, adaptação, adequação e divulgação de tecnologias simples, baratas e eficientes são muito importantes e constituem um patrimônio da agricultura familiar. 2

3 INTRODUÇÃO É consenso geral de que os pequenos produtores familiares necessitam de se desenvolverem em tecnologias e processos que os possibilitam um maior grau de independência e fatores externos sempre foram muito mais acelerados que os preços dos produtos dos agricultores causando assim uma redução histórica dos lucros reais, reduzindo poder de competitividade ou exigindo maiores investimentos. Assim, estas tecnologias aqui apresentadas têm como objetivo amenizar estes fatores e contribuir para um maior desenvolvimento de qualidade dos produtos agropecuários, com idéias simples de fácil acesso, baixo custo e fácil compreensão. Cabe aos técnicos e educadores, modifica-las e/ou adaptá-las a realidade onde atuam. 3

4 OBJETIVOS Facilitar o trabalho dos agricultores nos processos de produção de hortaliças, melhorar a qualidade dos produtos hortícolas, baixar os custos de produção, melhorar a rentabilidade da produção, melhorar a produtividade, melhorar o escalonamento da produção, propiciar a antecipação de culturas, diminuir riscos de geadas, maior segurança nos processos produtivos, diminuir a incidência de pragas e doenças, dispensar equipamentos caros complexos e/ou pouco acessíveis, propiciar o estimulo a adoção de tecnologias, melhorar o ânimo dos produtores e melhorar a credibilidade dos extensionistas junto ao produtor.. 4

5 CONTEXTUALIZAÇÃO Na realidade da agricultura familiar, a atividade e horticultura comercial é de grande importância para milhares de produtores e como os fatores de produção estão cada vez mais onerosos, os processos devem ser cada vez mais eficientes, seguros e baratos para compensar os fatores (de menor domínio interno ), propiciando assim maior rentabilidade e segurança. Em nossa região temos observados que fatores naturais como excesso e umidade e grandes variações na temperatura têm prejudicado bastante os cultivos protegidos chegando ate mesmo a perdas totais e invernos mais rigorosos. Assim, uma tecnologia de aquecimento vem sendo perseguida há algum tempo, até que através de experimentos e observações chegamos a um modelo que se apresentou eficiente em qualidade, custo e facilidade de manejo. Este modelo já foi instalado em três propriedades, correspondendo totalmente as expectativas. Da mesma forma ocorreu com o uso da cebola no processo de união de exames e introdução de rainhas, processo este que se mostrou eficiente em todos os aspectos e de uso generalizado pelos apicultores treinados por nós, dispensando totalmente o uso de complicados sistemas de gaiolas para rainhas e utilização de jornais com mel e outros métodos menos seguros. Quanto aos canteiros suspensos, a problemática seria um método ecológico e que produzisse mudas de qualidade, baixo custo e fácil manejo. Após observações em escala mínima, chegamos a um modelo eficiente baseado em irrigação por absorção por inundação intermitente dando um tempo para umidecimento e outro para a respiração das raízes propiciando um ótimo desenvolvimento e sanidade das plantas, visto que o colo da planta permanece 5

6 com baixa umidade podendo inclusive fazer uso da fertirrigação e controle da temperatura do substrato, dependendo da necessidade e criatividade de cada produtor. 6

7 MATERIAIS E MÉTODOS Cada tecnologia terá materiais e métodos de acordo com sua natureza e especificamente, como segue: 1. Uso de cebola (Allium cepa ) para unir exames e introduzir rainhas de abelhas (Apis mellifera L.). Materiais: cebola, bobes para cabelo e rolhas de cortiça. Métodos: 1) União de exames: Após decido quais exames a serem unidos, retira-se a rainha indesejável e coloca-se uma cebola picada espalhada sobre os caixilhos do ninho e no alvado de cada exame a ser unido, coloca-se a tampa e reduz-se o alvado em uns 90%. Espera por 10 minutos e inicia-se a união dos exames. As abelhas aceitarão o processo tranqüilamente e farão a limpeza dos pedaços de cebola. 2) Introdução de rainhas: coloca-se a rainha recebida ou retirada de núcleo e/ou enxame num bobe para cabelo, tampe as duas extremidades do bobe com rolhas de cortiça, coloque numa pequena caixa ou no bolso contendo um pouco de cebola picada. Após 10 minutos, introduzi-la no alvado da colmeia orfanada (a qual já esteja com cebola há 10 minutos ). 2. Produção de mudas de hortaliças e outras, em canteiros suspensos. Materiais: Lona plástica impermeável, tábuas forro ou chapas de compensado de 10 mm de espessura, tábuas de 1 x 4, pregos (12 x 12 e 15 x 17), caibros 2 x 2, torrinhas 7

8 de madeira de 1 x 1 cm, 1 metro de cano PVC de ¾, 1 registro para água PVC ¾, flange ¾ para caixa de água e um balde ou tambor de 50 litros ou mais. Os suportes para mudas poderão se bandejas, tubetes, laminados, garrafas pets(cortando ao meio e fundo perfurado), saquinhos de plásticos, copos, etc., de acordo com a escolha do produtor e/ou tipo de cultura a plantar. Método: Dentro de um abrigo ou estufa de produção de hortaliças, ou numa estufa específica para este fim ( o que aconselhamos ),instala-se tablado ou jirau nas seguintes medidas: Altura do chão 1 metro, largura 1,4 m (para duas bandejas transversais ) e altura de 10 cm nas laterais. O comprimento fica a escolha do produtor, porém não devendo ser maior que 5 metros ( capacidade 28 bandejas ) com um único dreno ou capacidade de 10 metros de comprimento, (capacidade 56 bandejas) com utilização de 2 drenos (um em cada extremidade ). O tablado deve ter 1% de inclinação para o(s) dreno(s) para escorrimento de água. O produtor pode optar pela inclinação lateral do jirau a 1% bastando então um único dreno e comprimento variado. Embaixo do jirau, no dreno, colocar uma vasilha plástica para receber água de drenagem. Atenção: esta vasilha deve ter capacidade para receber todo o volume de água que foi colocado no tablado das bandejas para não transbordar e aumentar a umidade. O segredo é manter o local o mais enxuto possível. Para isto é bom que a vasilha seja com tampa perfurada para passagem do dreno. Para melhor qualidade das mudas, toda área da estufa deve ser drenada, local ensolarado, nível de mínimo 30 cm acima das adjacências, o chão forrado com maravilha ou serragem seca e instalar exautores para controlar o excesso de umidade ou adotar um bom sistema de manejo de cortinas. Outro ponto importante para evitar doenças é preencher a camada superior das células das bandejas ou postes com areia branca de construção ou casca de arroz moída e seca. Isto aumenta a luminosidade, diminui a umidade do colo das plantas e 8

9 perturba a mobilização de pragas. Obs.: é aconselhável usar tela branca fina nas paredes das estufas como prevenção de insetos. Se a opção for ecológica, sugerimos o seguinte substrato para as bandejas: subsolo de mato 4 partes; composto peneirado 4 partes: casca de madeira carbonizada 1 parte; casca de arroz carbonizada 1 parte. Irrigação: no início, após a semeadura, cobrir as bandejas com saco de aninhagem, ou colocar uma bandeja sobre a outra cobrindo somente a última, até o início da germinação. Retirar a cobertura no início da emergência. Irrigar até flutuar, colocando água até 1 cm das bordas do tablado (bandejão) e observar o tempo de absorção (em torno de 30 minutos) e abrir o dreno para escoar, deixando-o aberto. Usa- se de uma a duas vezes ao dia, dependendo da temperatura e do substrato. Uma vez por semana, usa- se super magro a 1% e urina de vaca a 10%. 9

10 3. Aquecimento em estufas agrícolas pelo uso da serragem Materiais: Tambor de lata capacidade 200 litros, uma tampa de lata com saída para chaminé, 2 joelhos para chaminé 4" (dependendo de tamanho da estufa ), 1 chapéu (ou galo ) pata chaminé, 2 metros de compensado de 5 a 10 mm. 50 m de arame liso n.º 16, termômetro de máximas/ mínimas, serragem e 2 varas de 1,5 de comprimento por 5cm de diâmetro. Método: Abre-se a tampa do tambor e faz-se uma tampa maior, (que ajuste por fora ) do tambor com 10 cm de beiral (ver desenho ). No centro desta tampa, faz-se uma abertura do diâmetro da chaminé usada e solda-se ali uma luva de zinco de uns 20 cm. Coloca-se ali o joelho ou curva de chaminé. Numa das extremidades da estufa ou abrigo, fixa-se na parte mais alta (próximo a cumeeira ) as chapas de compensado (1 por dentro e outra por fora do plástico ) e faz-se um furo para a passagem da chaminé ( deve ficar um pouco folgado para evitar incendiar). Faz-se um furo de 5 cm de diâmetro na lateral do fundo do tambor. Coloca-se o tambor na extremidade oposta da saída da chaminé a uma distância de 20% do comprimento da estufa(ou seja: estufa de 20 m de comprimento = 4 m de distância da parede ou cortina ). O tambor pode ficar no solo ou sobre uns tijolos. Fixa-se a chaminé ligando a tambor até a saída, de forma ascendente (bem inclinada para boa comunicação do ar ). A chaminé fica suspensa no rumo da cumeeira e fixada pelos arames amarrados de 1 a 1 metro. 10

11 Introduz-se no furo do fundo do tambor umas das varas até o centro de mesmo e a outra vara coloca-se de pé no centro do tambor até o fundo. Em seguida, com uma pessoa dentro do tambor, vá enchendo-o de serragem e socando com os pés. Preencher até 10 cm da boca. Se a serragem estiver seca, irriga-se a superfície com uns litros de água, retira-se as varas (dentro formar um canal comunicante ). Com um chumaço de pano embebido em diesel, coloca-se fogo no fundo do furo central, tapa o tambor e conecta-se a chaminé, a regulagem do calor e da velocidade da queima se faz pela colocação de um regulador de ar na entrada do furo lateral inferior. O termômetro é usado para observar as variações de temperatura de um período e/ou avaliar a temperatura desejada para cada tipo de cultura. 11

12 CONSIDERAÇÕES GERAIS A problemática do desenvolvimento não pode ser enfocada ou centrada somente na questão tecnológica, pois sabe-se hoje que o acervo técnico e o nível de informações da humanidade são suficientes para coloca-la em um patamar bem superior aos níveis de IDH observados hoje em todo o mundo. Isto ocorre, ao nosso ver devido problemas de comunicação e solidariedade humana. Hoje há em consenso entre grandes pensadores, que necessitamos mudar o enfoque de competição para cooperação, para que haja melhorias reais dos níveis de desenvolvimento humano. Assim sendo, pequenas idéias e tecnologias como estas poderão contribuir em muito, para a melhoria das condições de vida de todos nós. Neste sentido, liberamos para quem deseje, multiplicar e divulgar, por qualquer meio este trabalho, desde que seja citada a fonte. 12

13 CONCLUSÃO Como a trabalho da Extensão Rural não pode ficar alheio a dinâmica social e tecnológica, a procura, criação e divulgação de novas formas de trabalho ou tecnologias adaptadas a cada realidade geográfica e epocal, torna-se grande importância para o nosso trabalho. Assim, cremos que as adaptações de muitas idéias, nossas e dos agricultores, amadurecidas na prática, podem ser bom entendidas e bem divulgadas, servir de subsídios e apoio para o trabalho e desenvolvimento das famílias rurais. 13

14 14

15 15

REALIZAÇÃO. Rua Eloi Lemos de França, 110 - sala 02 Gruta de Lourdes - Maceió - AL - CEP: 57052-880 Fone/Fax: (82)338-3644 / (82)338-9607 APOIO

REALIZAÇÃO. Rua Eloi Lemos de França, 110 - sala 02 Gruta de Lourdes - Maceió - AL - CEP: 57052-880 Fone/Fax: (82)338-3644 / (82)338-9607 APOIO REALIZAÇÃO Rua Eloi Lemos de França, 110 - sala 02 Gruta de Lourdes - Maceió - AL - CEP: 57052-880 Fone/Fax: (82)338-3644 / (82)338-9607 APOIO Seu dessalinizador está pronto! Agora é cuidar bem dele e

Leia mais

Manual Descritivo para Construção do ASBC

Manual Descritivo para Construção do ASBC Manual descritivo para construção do ASBC 1 Felipe Marques Santos Manual Descritivo para Construção do ASBC (Aquecedor Solar de Baixo Custo) Coordenador: Prof. Dr. Rogério Gomes de Oliveira 2 Manual descritivo

Leia mais

ECOFOGÃO MODELO CAMPESTRE 3. Manual de instalação, uso e manutenção.

ECOFOGÃO MODELO CAMPESTRE 3. Manual de instalação, uso e manutenção. ECOFOGÃO MODELO CAMPESTRE 3 Manual de instalação, uso e manutenção. Parabéns, ao adquirir o Ecofogão, você tem em mãos uma das tecnologias mais simples, eficiente e limpa atualmente disponível, para o

Leia mais

Projeto de Avicultura Colonial PAC/ 2009 Embrapa Clima Temperado Aviário para 300 Aves de Postura, com captação de água pluvial.

Projeto de Avicultura Colonial PAC/ 2009 Embrapa Clima Temperado Aviário para 300 Aves de Postura, com captação de água pluvial. Projeto de Avicultura Colonial PAC/ 2009 Embrapa Clima Temperado Aviário para 300 Aves de Postura, com captação de água pluvial. Responsável: : João Pedro Zabaleta Pesquisador II, Agricultura Familiar

Leia mais

Comprimento...420 mm. Largura...330 mm. Telhas por m²...10,4 pçs. Peso médio por telha... 4,7 Kg. Distância máx entre ripas...

Comprimento...420 mm. Largura...330 mm. Telhas por m²...10,4 pçs. Peso médio por telha... 4,7 Kg. Distância máx entre ripas... Infomações Técnicas TELHAS As telhas de concreto CASA FORTE são do tipo Coppo Vêneto e são fabricadas em conformidade com a NBR 13.858-1 e atendem as especificações da NBR 13.858-2. Possuem encaixes perfeitos

Leia mais

CISTERNA DE PLACAS PRÉ-MOLDADAS

CISTERNA DE PLACAS PRÉ-MOLDADAS CISTERNA DE PLACAS PRÉ-MOLDADAS José Afonso Bezerra Matias, Técnico de Campo do Programa de Aplicação de Tecnologia Apropriada às Comunidades PATAC., José Dias Campos, Centro de Educação Popular e Formação

Leia mais

Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro

Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro Introdução Este manual destina a fornecer informações sobre a construção e dimensionamento do sistema individual de tratamento de esgotos, especialmente

Leia mais

SISTEMA INTENSIVO DE SUÍNOS CRIADOS AO AR LIVRE SISCAL: CABANAS DE MATERNIDADE

SISTEMA INTENSIVO DE SUÍNOS CRIADOS AO AR LIVRE SISCAL: CABANAS DE MATERNIDADE ISSN 0100-8862 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro Nacional de Pesquisa de Suínos e Aves Ministerio da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Caixa Postal 21, 89700-000, Concórdia, SC Telefone:

Leia mais

Simples, resistente e fácil de montar.

Simples, resistente e fácil de montar. Simples, resistente e fácil de montar. Economia e resistência são as principais qualidades da telha Vogatex. Possui peso reduzido e simplicidade estrutural, exigindo o mínimo de mão-de-obra e madeiramento

Leia mais

Curso Aproveitamento de água de chuva em cisternas para o semi-árido 5 a 8 de maio de 2009. Construção de cisternas

Curso Aproveitamento de água de chuva em cisternas para o semi-árido 5 a 8 de maio de 2009. Construção de cisternas Curso Aproveitamento de água de chuva em cisternas para o semi-árido 5 a 8 de maio de 2009 Tema 3: Construção de cisternas Rodolfo Luiz Bezerra Nóbrega Universidade Federal de Campina Grande Financiadores:

Leia mais

ESTUFAS DE BAIXO CUSTO MODELO PESAGRO-RIO (Informe Técnico 29, ISSN 0101-3769)

ESTUFAS DE BAIXO CUSTO MODELO PESAGRO-RIO (Informe Técnico 29, ISSN 0101-3769) 1 ESTUFAS DE BAIXO CUSTO MODELO PESAGRO-RIO (Informe Técnico 29, ISSN 0101-3769) Marco Antonio de Almeida Leal Luiz Carlos Santos Caetano José Márcio Ferreira INTRODUÇÃO Atualmente existem várias atividades

Leia mais

RECEITA PRÁTICA PARA UMA BOA INSTALAÇÃO

RECEITA PRÁTICA PARA UMA BOA INSTALAÇÃO RECEITA PRÁTICA PARA UMA BOA INSTALAÇÃO Madeiramento: Verifique se os ripões ou sarrafos foram bem fixados e distribuídos sobre os caibros com o espaçamento correto para o assentamento e fixação das telhas

Leia mais

CARTILHA TÉCNICA DE APICULTURA

CARTILHA TÉCNICA DE APICULTURA CARTILHA TÉCNICA DE APICULTURA Maio de 2015 Patrocínio: LISTA DE FIGURAS Figura 1. Produtos da apicultura.... 4 Figura 2. Abelha Rainha.... 5 Figura 3. Operárias numa caixa de abelha.... 6 Figura 4. Zangões....

Leia mais

Paiol Balaio de Milho: prevenção contra caruncho e roedores

Paiol Balaio de Milho: prevenção contra caruncho e roedores ISSN 1518-4269 Paiol Balaio de Milho: prevenção contra caruncho e roedores 99 Sete Lagoas, MG Novembro, 2008 Da produção nacional de milho, cerca de 30% (ou seja, em torno de 12 milhões de toneladas) permanecem

Leia mais

ART SHINGLE - TELHA DE MADEIRA

ART SHINGLE - TELHA DE MADEIRA ART SHINGLE - TELHA DE MADEIRA As Telhas de Madeira Art Shingle, além da resistência mecânica e durabilidade, tem como principais características, proporcionar beleza e excelente conforto térmico e acústico

Leia mais

enxertia de araucária para produção de pinhão

enxertia de araucária para produção de pinhão enxertia de araucária para produção de pinhão A Araucaria angustifolia, espécie quase exclusiva do Brasil, está ameaçada de extinção, restando apenas 2 a 3% de sua área original. Neste sentido, é fundamental

Leia mais

FOGÃO ECOLÓGICO. Pequeno Manual de Construcão

FOGÃO ECOLÓGICO. Pequeno Manual de Construcão FOGÃO ECOLÓGICO Pequeno Manual de Construcão FOGÃO ECOLÓGICO Pequeno Manual de Construcão EXPEDIENTE Texto: Adriana Galvão Freire, Ivanilson Estevão da Silva (AS-PTA) José Afonso Bezerra Matias, Valterlândio

Leia mais

Sobreposição das telhas: Verifique se as sobreposições laterais e longitudinais estão seguindo as especificações do Manual de Instalação.

Sobreposição das telhas: Verifique se as sobreposições laterais e longitudinais estão seguindo as especificações do Manual de Instalação. RECEITA PRÁTICA PARA UMA BOA INSTALAÇÃO Madeiramento: Verifique se os ripões ou sarrafos foram bem fixados e distribuídos sobre os caibros com o espaçamento correto para o assentamento e fixação das telhas

Leia mais

Obrigado por adquirir os produtos Formare. Você escolheu qualidade e a Formare Metais preza por isso.

Obrigado por adquirir os produtos Formare. Você escolheu qualidade e a Formare Metais preza por isso. Obrigado por adquirir os produtos Formare. Você escolheu qualidade e a Formare Metais preza por isso. TERMOS UTILIZADOS VÃOS 1- VÃOS TRANSPORTE, RECEBIMENTO E ARMAZENAGEM 1.1 - TRANSPORTE 1 - TRANSPORTE,

Leia mais

FORMATO DA REDE. Basicamente existem dois formatos de rede: aberto ou em circuito fechado (anel). Formato Aberto: Formato Fechado:

FORMATO DA REDE. Basicamente existem dois formatos de rede: aberto ou em circuito fechado (anel). Formato Aberto: Formato Fechado: FORMATO DA REDE Basicamente existem dois formatos de rede: aberto ou em circuito fechado (anel). Formato Aberto: Quando não justifica fazer um anel, pode-se levar uma rede única que alimente os pontos

Leia mais

PROJETO DE CHOCADEIRA PARA 84 OVOS DE GALINHA CAIXA DE MADEIRA Autor: Randolfo Ribeiro

PROJETO DE CHOCADEIRA PARA 84 OVOS DE GALINHA CAIXA DE MADEIRA Autor: Randolfo Ribeiro PROJETO DE CHOCADEIRA PARA 84 OVOS DE GALINHA CAIXA DE MADEIRA Autor: Randolfo Ribeiro PROJETO DE CHOCADEIRA EM CAIXA DE MADEIRA Capacidade 84 ovos de galinha Autor: Randolfo Ribeiro Este projeto contém

Leia mais

PLASTICULTURA. Histórico Uso no setor agrícola

PLASTICULTURA. Histórico Uso no setor agrícola PLASTICULTURA Histórico Uso no setor agrícola PLASTICULTURA Atividades agrícolas que utilizam o plástico Floricultura Olericultura Fruticultura Aquacultura Avicultura Suinocultura Estufas, telados, cobertura

Leia mais

ESTRUTURA CONSTRUÇÃO COM TÁBUAS CONSTRUÇÃO EM COMPENSADO. 5 32 x 44. 4 32 x 68. 3 Serrado de. 6 Cavernas do meio do barco. 8 44 x 143 1.

ESTRUTURA CONSTRUÇÃO COM TÁBUAS CONSTRUÇÃO EM COMPENSADO. 5 32 x 44. 4 32 x 68. 3 Serrado de. 6 Cavernas do meio do barco. 8 44 x 143 1. ESTRUTURA 17 18 Serrado de 20 x 193 CONSTRUÇÃO COM TÁBUAS 5 32 x 44 14 16 x 143 4 32 x 68 3 Serrado de 32 x 143 3 Cavernas da popa ao meio do barco: 32 x 143 6 Cavernas do meio do barco até proa: 32 x

Leia mais

Guia de Instalação Onduline

Guia de Instalação Onduline Guia de Instalação Onduline Para instalar corretamente Onduline, siga as instruções deste Guia. Só assim a garantia é válida. Lembre-se de preencher e guardar o Certificado de Garantia que está no final

Leia mais

MANUAL DE MONTAGEM E INSTRUÇÕES DE USO BERÇO SONHO ENCANTADO / PREMIUM

MANUAL DE MONTAGEM E INSTRUÇÕES DE USO BERÇO SONHO ENCANTADO / PREMIUM WWW.FIORELLO.COM.BR SAC@FIORELLO.COM.BR ENTRADA PRINCIPAL S/N - DISTRITO IND. II - BAIRRO CARAMURU TEL: (46) 3547-3547 CEP: 85880-000 - ITAIPULÂNDIA - PR MANUAL DE MONTAGEM E INSTRUÇÕES DE USO BERÇO SONHO

Leia mais

Manual de Uso Fogão a Lenha

Manual de Uso Fogão a Lenha Manual de Uso Fogão a Lenha Indice Garantia dos Seviços Advertencia...03 Conhecendo seu Fogão Visão geral...04 Chapa...05 Primeiros passos Acessórios...06 Registro interno...06 Conexão para a chaminé...07

Leia mais

ECOFOGÃO MODELO CAMPESTRE 2. Manual de instalação, uso e manutenção.

ECOFOGÃO MODELO CAMPESTRE 2. Manual de instalação, uso e manutenção. ECOFOGÃO MODELO CAMPESTRE 2 Manual de instalação, uso e manutenção. Parabéns, ao adquirir o Ecofogão, você tem em mãos uma das tecnologias mais simples, eficiente e limpa atualmente disponível, para o

Leia mais

Guia de Instalação e Manutenção Onduline

Guia de Instalação e Manutenção Onduline Guia de Instalação e Manutenção Onduline Para instalar corretamente Onduline, siga as instruções deste Guia. Só assim a garantia é válida. Telhas Ecológicas 15 anos de garantia de impermeabilização. 0800

Leia mais

Guia de instalação. Siga as instruções deste Guia para instalar corretamente as telhas Onduline. Só assim a garantia é válida.

Guia de instalação. Siga as instruções deste Guia para instalar corretamente as telhas Onduline. Só assim a garantia é válida. Guia de instalação Sua escolha inteligente em telhas Siga as instruções deste Guia para instalar corretamente as telhas Onduline. Só assim a garantia é válida. Sucesso em mais de 100 países. Agora, no

Leia mais

CISTERNA DE FERRO CIMENTO

CISTERNA DE FERRO CIMENTO APOSTILA CISTERNA CISTERNA DE FERRO CIMENTO 1) CAVAR A ÁREA DO PISO COM 1,00 A MAIS DOQUE O DIÂMETRO DA CISTERNA CISTERNA 16000 LITROS RAIO = 1,50 M DIÂMETRO = 3,00 M DIÂMETRO BASE = 4,00 M PROFUNDIDADE

Leia mais

Cores sob encomenda. Cobertura Mediterrânea. Terracota Plus Mais lisa! Terracota Max Com toque de brilho! Galga Mediterrânea

Cores sob encomenda. Cobertura Mediterrânea. Terracota Plus Mais lisa! Terracota Max Com toque de brilho! Galga Mediterrânea Cobertura Mediterrânea Terracota Plus Mais lisa! Terracota Max Com toque de brilho! 1 4 8 4 9 6 2 5 7 3 1. 2. Meia Telha Mediterrânea 3. Final de Espigão 4. Tamanco 5. 6. Telha Mediterrânea de Ventilação

Leia mais

FAÇA VOCÊ MESMO UM FOGÃO SOLAR

FAÇA VOCÊ MESMO UM FOGÃO SOLAR Prepare seus alimentos com a energia do sol! FAÇA VOCÊ MESMO UM FOGÃO SOLAR www.sustentavelnapratica.net Elaborado por: Andrea Zimmermann e Fabio França FOGÃO SOLAR Características e vantagens: Uso de

Leia mais

Universidade Federal de Viçosa Departamento de Engenharia Agrícola Projeto de Extensão. Fogão a Lenha sem Fumaça

Universidade Federal de Viçosa Departamento de Engenharia Agrícola Projeto de Extensão. Fogão a Lenha sem Fumaça Universidade Federal de Viçosa Departamento de Engenharia Agrícola Projeto de Extensão Fogão a Lenha sem Fumaça Ilda de Fátima Ferreira Tinôco Marcos Oliveira de Paula Viçosa-MG 2001 Introdução Em 1980,

Leia mais

RESISTÊNCIA E BELEZA A TODA PROVA

RESISTÊNCIA E BELEZA A TODA PROVA RESISTÊNCIA E BELEZA A TODA PROVA Telhas de Concreto Características técnicas e dimensionais Especificações Comprimento...420mm Largura...330mm Telhas por m2...10,5pçs Peso nominal...4,7kg Peso por m2...49,35kg

Leia mais

Telhas GraviColor. Beleza e modernidade para o seu projeto.

Telhas GraviColor. Beleza e modernidade para o seu projeto. Telhas GraviColor Telhas e Tijolos www.telhado.com Beleza e modernidade para o seu projeto. Telhas GraviColor Estilo, inovação e qualidade. As Telhas GraviColor chegam ao mercado trazendo o rústico com

Leia mais

Fatores de cultivo CLIMA:

Fatores de cultivo CLIMA: Fatores de cultivo CLIMA: Os fatores climáticos influenciam de forma acentuada o desenvolvimento dos PMAC, bem como a produção dos princípios ativos. Estes fatores podem influenciar isoladamente ou em

Leia mais

ANEXO I TOMADA DE PREÇO 004/2012 REFORMA DO TELHADO CÂMARA DE VEREADORES DE NÃO-ME-TOQUE A R A R 18,5 ÁREA = 483,68 m2 Escala = 1:100 DETALHAMENTO 13,00 18,40 8,00 13,00 9,20 9,20 33,6 21,04 5,4 8,50

Leia mais

1. Identificação do Produto e da Empresa

1. Identificação do Produto e da Empresa 1. Identificação do Produto e da Empresa Produto: Perfis de Poliestireno Tipo de produto: 96 % de Poliestireno Reciclado e 4 % de Poliestireno Virgem Empresa: Indústria e Comércio de Molduras Santa Luzia

Leia mais

MANUAL Aquecedor Solar de Baixo Custo Didático

MANUAL Aquecedor Solar de Baixo Custo Didático Rio de Janeiro, 18 de outubro de 2010 Conteúdo 1. Objetivo...2 2. O Modelo...2 3. Montagem e desmontagem...3 3.1 Cuidados gerais - IMPORTANTE... 3 3.2 Montagem... 3 3.3 Desmontagem... 4 4. Experiências...6

Leia mais

Protocolo de instalação de piezômetros em locais com nível freático pouco profundo (áreas sazonalmente encharcadas)

Protocolo de instalação de piezômetros em locais com nível freático pouco profundo (áreas sazonalmente encharcadas) A localização do nível do lençol freático e o conhecimento da sua variação devido às precipitações e outros agentes naturais é de extrema importância para entender a distribuição e abundancia de espécies.

Leia mais

MUITO MAIS QUE UM TELHADO. É EUROTOP!

MUITO MAIS QUE UM TELHADO. É EUROTOP! MUITO MAIS QUE UM TELHADO. É EUROTOP! CATÁLOGO DE PRODUTOS A Empresa EUROTOP - Uma empresa do Grupo Estrutural. Localizada em Itu - SP, possui duas unidades de produção, contando com a mais alta tecnologia

Leia mais

ANEXO 01. Figura 1 - Planta da área a ser trabalhada. DW indica os locais a serem trabalhados com drywall.

ANEXO 01. Figura 1 - Planta da área a ser trabalhada. DW indica os locais a serem trabalhados com drywall. ANEXO 01 Sala MEV DW DW B B Figura 1 - Planta da área a ser trabalhada. DW indica os locais a serem trabalhados com drywall. 1 Figura 2 Detalhes das portas em drywall. A porta P11, destinada a acesso à

Leia mais

O painel solar que aqui te deixamos é muito simples e fácil de ser produzido em casa. Por tal motivo, mão à obra!

O painel solar que aqui te deixamos é muito simples e fácil de ser produzido em casa. Por tal motivo, mão à obra! Vamos aproveitar a energia do sol - Parte II - Painel Solar Ao abrirmos a torneira da água quente raramente nos lembramos que tal implica um consumo de energia, normalmente obtida através do uso de combustíveis

Leia mais

SILVICULTURA E MANEJO FLORESTAL

SILVICULTURA E MANEJO FLORESTAL SILVICULTURA E MANEJO FLORESTAL Fase 1: Produção de Mudas e Recomendações de Adubação no Viveiro 1. Sistemas de Produção de Mudas de eucalipto e pinus Mudas em saquinhos Atualmente, os recipientes mais

Leia mais

TEOR DE UMIDADE DOS GRÃOS

TEOR DE UMIDADE DOS GRÃOS Teor de Umidade dos Grãos TEOR DE UMIDADE DOS GRÃOS O teor de umidade dos grãos representa a quantidade de água por unidade de massa do grão úmido ou seco. Pode ser expresso pela relação entre a quantidade

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. CONSTITUIÇÃO DA COLÔNIA. A constituição de uma colônia é a seguinte: 60000 a 80000 abelhas operárias; 1 rainha e 0 a 400 zangões.

1. INTRODUÇÃO 2. CONSTITUIÇÃO DA COLÔNIA. A constituição de uma colônia é a seguinte: 60000 a 80000 abelhas operárias; 1 rainha e 0 a 400 zangões. Obtenção do Mel Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: katiani_sv@hotmail.com) Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: miryelle@hotmail.com) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com) 1. INTRODUÇÃO Abelhas

Leia mais

Informações básicas para fazer compostagem 1.

Informações básicas para fazer compostagem 1. Educação Ambiental Desenvolvimento Sustentável. www.ecophysis.com.br Informações básicas para fazer compostagem 1. COMPOSTAR para reduzir a quantidade de resíduos orgânicos 2. REUSAR os resíduos compostados

Leia mais

COBERTURAS. Prof. Amison de Santana

COBERTURAS. Prof. Amison de Santana COBERTURAS Prof. Amison de Santana Cobertura Funções Básicas: Proteção das partes internas das construções; Dar inclinação adequada, de acordo com o tipo de telha utilizada, para drenar águas pluviais;

Leia mais

(43) 3324-7551 contato@ibflorestas.org.br

(43) 3324-7551 contato@ibflorestas.org.br (43) 3324-7551 contato@ibflorestas.org.br O Programa Eco Parceiros promove o empreendedorismo sustentável, através da implantação de viveiros de produção de mudas nativas. Empreendimento que une a missão

Leia mais

SEU PATRIMÔNIO GENÉTICO É UMA JOIA

SEU PATRIMÔNIO GENÉTICO É UMA JOIA SEU PATRIMÔNIO GENÉTICO É UMA JOIA ESTE É O COFRE PRESERVE SUA GENÉTICA VALORIZE SEU REBANHO Boti j ões ABS Uma joia perdida não tem valor e não oferece retorno. E para que o mesmo não aconteça com o seu

Leia mais

Manual de Instalação Onducober

Manual de Instalação Onducober Manual de Instalação Onducober Para instalar correctamente as placas de cobertura Onducober Onduline, siga as instruções deste manual. (Este manual não é valido para Subtelha Onduline!!). A placa Onducober

Leia mais

- COBERTURA. - Francesa ou Marselha - Paulista ou Canal ou Colonial - Paulistinha - Plan - Romana - Portuguesa - Termoplan (Vasatex)

- COBERTURA. - Francesa ou Marselha - Paulista ou Canal ou Colonial - Paulistinha - Plan - Romana - Portuguesa - Termoplan (Vasatex) - COBERTURA Neste capítulo iremos abordar as telhas cerâmicas visto serem as mais utilizadas em obras residênciais. As demais telhas (fibrocimento, alumínio, galvanizada) são mais utilizadas em obras comerciais

Leia mais

CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS

CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS Coberturas Inclinadas de Telhado 1 de 10 1.Objectivos 1.1 A presente especificação estabelece as condições técnicas a satisfazer em coberturas inclinadas de telhado LightCob

Leia mais

PROGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES PARA O PERÍODO OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO DE 2011

PROGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES PARA O PERÍODO OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO DE 2011 Estado do Rio Grande do Sul CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PROGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES PARA O PERÍODO OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO DE 2011 Boletim de Informações

Leia mais

Pleiones. Pleiones são um grupo de orquídeas que crescem em zonas mais frescas ou temperadas intermédias. São originárias maioritariamente

Pleiones. Pleiones são um grupo de orquídeas que crescem em zonas mais frescas ou temperadas intermédias. São originárias maioritariamente 7 Pleiones são um grupo de orquídeas que crescem em zonas mais frescas ou temperadas intermédias. São originárias maioritariamente dachina,nortedaíndia,tailândiaenepal.a maior parte cresce na orla das

Leia mais

ESTRUTURAS. Prof. Eliseu Figueiredo Neto

ESTRUTURAS. Prof. Eliseu Figueiredo Neto ESTRUTURAS Prof. Eliseu Figueiredo Neto PAREDES DE TIJOLO Assentamento dos tijolos: Quanto a colocação (ou dimensão das paredes) dos tijolos, podemos classificar as paredes em: cutelo, de meio tijolo,

Leia mais

Prefeitura Municipal de Piratini

Prefeitura Municipal de Piratini MEMORIAL DESCRITIVO O presente Memorial Descritivo visa estabelecer as condições de materiais e execução referentes à construção de um Vestiário Esportivo, localizado na Av. 6 de julho s/n, em Piratini/RS,

Leia mais

B4-271 Construção participativa de sistemas individuais de esgotamento sanitário em comunidades rurais.

B4-271 Construção participativa de sistemas individuais de esgotamento sanitário em comunidades rurais. B4-271 Construção participativa de sistemas individuais de esgotamento sanitário em comunidades rurais. Machado, Diogo Faria¹; Andrade, Amanda de Oliveira²; Maia, Hérksson Mota³; Rezende, Ana Augusta Passos

Leia mais

TRATAMENTO DE MADEIRA NA PROPRIEDADE RURAL

TRATAMENTO DE MADEIRA NA PROPRIEDADE RURAL TRATAMENTO DE MADEIRA NA PROPRIEDADE RURAL TRATAMENTO DE MADEIRA NA PROPRIEDADE RURAL Este folheto indica a maneira de preparar uma solução imunizadora para tratamento de madeira roliça de Eucalipto e

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO INTERNO COM PROGESSO PROJETÁVEL

PROCEDIMENTOS PARA EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO INTERNO COM PROGESSO PROJETÁVEL PROCEDIMENTOS PARA EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO INTERNO COM PROGESSO PROJETÁVEL DESCRIÇÃO DO MÉTODO DE EXECUÇÃO: 1. Condições para o início dos serviços A alvenaria deve estar concluída e verificada. As superfícies

Leia mais

Adaptação do para-brisa inteiriço por bipartido

Adaptação do para-brisa inteiriço por bipartido Adaptação do para-brisa inteiriço por bipartido A instalação dos pára-brisas, só deve ser feita por profissionais experientes, em caso de dúvida durante a instalação, favor contatar a assistência disponível

Leia mais

FORRO DE PVC DATASHEET

FORRO DE PVC DATASHEET Pág. 1 / 7 Os forros são perfeitos para o acabamento de teto e/ou ocultamento de redes elétricas e hidráulicas em obras prediais. Isolamento térmico e acústico com acabamento perfeito. CARACTERÍSTICAS

Leia mais

Cisterna de Tela de Alambrado

Cisterna de Tela de Alambrado INSTITUTO REGIONAL DA PEQUENA AGROPECUÁRIA APROPRIADA - IRPAA Cisterna de Tela de Alambrado Uma tecnologia de FERROCIMENTO Haroldo Schistek O CIMENTO 1824 o inglês Josef Aspin patenteou o Cimento Portland

Leia mais

Abel Júlio Manuel Correia Djairosse Sairosse Mujanje DISPOSITIVO DE AQUECIMENTO DE ÁGUA USANDO A ENERGIA SOLAR. Mestrado Em Ensino de Física

Abel Júlio Manuel Correia Djairosse Sairosse Mujanje DISPOSITIVO DE AQUECIMENTO DE ÁGUA USANDO A ENERGIA SOLAR. Mestrado Em Ensino de Física Abel Júlio Manuel Correia Djairosse Sairosse Mujanje DISPOSITIVO DE AQUECIMENTO DE ÁGUA USANDO A ENERGIA SOLAR. Mestrado Em Ensino de Física Universidade Pedagógica de Moçambique. Beira 2011 Abel Júlio

Leia mais

FIXANDO AS CAVERNAS NO PICADEIRO 33

FIXANDO AS CAVERNAS NO PICADEIRO 33 2 1 100 1 132 1 000 FIXANDO AS CAVERNAS NO PICADEIRO 33 1. Coloque a caverna do meio sobre o picadeiro a frente da traverssa. Para o barco de 5,2 m a caverna 2, para os barcos maiores a caverna 3. 2. Alinhe

Leia mais

PT-700. Manual de Instruções

PT-700. Manual de Instruções PT-700 Manual de Instruções Parabéns!!! Você acaba de adquirir um produto para a sua segurança e conforto com a ótima qualidade Protection. O Alarme para Piscina Protection, PT-700, foi desenvolvido para

Leia mais

XIX Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem

XIX Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem XIX Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem Montes Claros, MG, 2009 Oficina 6 Avaliação de Controle dos Sistemas de Irrigação e Fertilização Inovação em Sistemas de Irrigação Localizada Linha do tempo

Leia mais

Sistema de Forros Trevo Drywall

Sistema de Forros Trevo Drywall Nome da Empresa Endereço Tel/Fax (88) 3571-6019 Site E-mail DADOS DO FABRICANTE Trevo Industrial de Acartonados S/A. Av.Josias Inojosa de Oliveira 5000 - Distrito Industrial do Cariri Juazeiro do Norte

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO EM SUA CASA

INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO EM SUA CASA INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO EM SUA CASA A participação da Comunidade é fundamental Na preservação do Meio Ambiente COMPANHIA DE SANEAMENTO AMBIENTAL DO DISTRITO FEDERAL ASSESSORIA

Leia mais

TSA/TDA DIFUSOR PARA LUMINÁRIA TROFFER

TSA/TDA DIFUSOR PARA LUMINÁRIA TROFFER TSA/TDA DIFUSOR PARA LUMINÁRIA TROFFER TSA/TODA DIFUSORES PARA LUMINÁRIAS O conjunto de difusão de ar completamente embutido, contribui para um visual leve e sem distorções. Sua flexibilidade própria,

Leia mais

Telha GraviColor. Sofisticação acima de tudo.

Telha GraviColor. Sofisticação acima de tudo. Telha GraviColor Sofisticação acima de tudo. Telhas GraviColor Estilo, inovação e qualidade. As telhas GraviColor chegam ao mercado trazendo o rústico com design inovador, dando um toque de sofisticação

Leia mais

DESCRIÇÃO TÉCNICA DOS MATERIAIS EMPREGADOS Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014

DESCRIÇÃO TÉCNICA DOS MATERIAIS EMPREGADOS Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 DESCRIÇÃO TÉCNICA DOS MATERIAIS EMPREGADOS Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 MATERIAL CÓDIGO CONTAINER MÓDULO ESCRITÓRIO CONT 05 A 08_10_11_14 A 19 e CT 10 CONTAINER MÓDULO ESCRITÓRIO/MÓDULO HABITACIONAL

Leia mais

Aços Longos. Gabiões Belgo. Produtos

Aços Longos. Gabiões Belgo. Produtos Aços Longos Gabiões Belgo Produtos Gabiões Belgo A mais nova solução para obras geotécnicas e hidráulicas Uma linha de produtos com a qualidade Belgo Bekaert para o mercado de construção civil. São elementos

Leia mais

Secador Solar de Baixo Custo para

Secador Solar de Baixo Custo para Secador Solar de Baixo Custo para Frutas e Hortaliças Guia de Construção setembro / 2004 Universidade de São Paulo USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz ESALQ Museu e Centro o de Ciências,

Leia mais

Vantagens das Telhas Spot

Vantagens das Telhas Spot Vantagens das Telhas Spot Resistência e Longevidade A alta qualidade dos materiais e a tecnologia do processo produtivo da Spot, possibilitam uma resistência superior a 250 kgf, garantindo assim a longevidade

Leia mais

Fertilização em Viveiros para Produção de Mudas

Fertilização em Viveiros para Produção de Mudas Fertilização em Viveiros para Produção de Mudas Produção de Mudas - No sistema de raiz nua Produção de mudas de Pinus no sul do BR - No interior de recipientes - Sacos plásticos - Tubetes Fertilização

Leia mais

Professora Orientadora - Instituto Federal Catarinense - Campus Rio do Sul, e-mail: karlafunf@ifcriodosul.edu.br

Professora Orientadora - Instituto Federal Catarinense - Campus Rio do Sul, e-mail: karlafunf@ifcriodosul.edu.br TELHADO VERDE E A INFLUÊNCIA NO CONFORTO TÉRMICO EM UMA EDIFICAÇÃO DE MADEIRA NO IFC CAMPUS RIO DO SUL Karla Fünfgelt 1 ; Alexandra Goede de Souza 2 ; Eduardo Augusto Tonet 3 ; Samuel Fachini 4. 1 Professora

Leia mais

PRODUÇÃO ORGÂNICA DE HORTALIÇAS!

PRODUÇÃO ORGÂNICA DE HORTALIÇAS! PRODUÇÃO ORGÂNICA DE HORTALIÇAS! UMA OPORTUNIDADE DE PRODUZIR ALIMENTOS SAUDÁVEIS PARA CONSUMO E VENDA! ELABORAÇÃO: ENG. AGRÔNOMO MAURO LÚCIO FERREIRA Msc. CULTIVO DE HORTALIÇAS Agosto- 2006 ÍNDICE POR

Leia mais

IMPERMEABILIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO DE ÁGUA PARA COMBATE A INCÊNDIO, IRRIGAÇÃO E LAVAGEM COM GEOMEMBRANA DE PEAD NEOPLASTIC AZUL JACUTINGA - MG

IMPERMEABILIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO DE ÁGUA PARA COMBATE A INCÊNDIO, IRRIGAÇÃO E LAVAGEM COM GEOMEMBRANA DE PEAD NEOPLASTIC AZUL JACUTINGA - MG IMPERMEABILIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO DE ÁGUA PARA COMBATE A INCÊNDIO, IRRIGAÇÃO E LAVAGEM COM GEOMEMBRANA DE PEAD NEOPLASTIC AZUL JACUTINGA - MG AUTOR: Departamento Técnico de Geomembrana NeoPlastic Eng Daniel

Leia mais

Como Construir 1- Escavação do buraco 2- Fabricação das Placas

Como Construir 1- Escavação do buraco 2- Fabricação das Placas Como Construir Para construir uma cisterna, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) investe R$ 1,6 mil. Além de materiais de construção, o recurso também é utilizado para a mobilização

Leia mais

Avaliação de Desempenho de Equipamentos Eletrorrurais

Avaliação de Desempenho de Equipamentos Eletrorrurais XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Avaliação de Desempenho de Equipamentos Eletrorrurais Frederico Stark Rezende Gutemberg

Leia mais

Professora. Trabalhar com a reciclagem de materiais, além de valorizar as instalações escolares já feitas com esse tipo de material.

Professora. Trabalhar com a reciclagem de materiais, além de valorizar as instalações escolares já feitas com esse tipo de material. Professora 1. Objetivos Gerais A partir do maior conhecimento do trabalho do professor, fazer com que os alunos percebam a importância de se trabalhar com papel e demais materiais reciclados. Outro assunto

Leia mais

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II 1 O PROJETO ASPECTOS IMPORTANTES PARA O ELETRICISTA

Leia mais

DESENHO ARQUITETÔNICO PROFESSORA ELIZABETH CORREIA SUMARA QUERINO ROBERTO DÁLESSANDRO

DESENHO ARQUITETÔNICO PROFESSORA ELIZABETH CORREIA SUMARA QUERINO ROBERTO DÁLESSANDRO DESENHO ARQUITETÔNICO PROFESSORA ELIZABETH CORREIA SUMARA QUERINO ROBERTO DÁLESSANDRO COBERTURA -TELHADOS Cobertura: É a parte superior da construção e serve de proteção contra o sol, a chuva, intempéries,

Leia mais

Profa. Dra. Alda Lúcia Gomes Monteiro Disciplina de Ovinocultura 2013

Profa. Dra. Alda Lúcia Gomes Monteiro Disciplina de Ovinocultura 2013 INSTALAÇÕES PARA OVINOS Profa. Dra. Alda Lúcia Gomes Monteiro Disciplina de Ovinocultura 2013 Temperaturas e ZCT Cordeiros TCI 6oC ; TCS 34oC ; ZCT 25 a 30oC (Baêta e Souza,1997) Ovinos adultos TCI -20

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II ESGOTO SANITÁRIO 1 Conjunto de tubulações, conexões e

Leia mais

LUKE COMÉRCIO LOCAÇÕES E EVENTOS LTDA

LUKE COMÉRCIO LOCAÇÕES E EVENTOS LTDA Piso Elevado & Piso de Cobertura LUKE COMÉRCIO LOCAÇÕES E EVENTOS LTDA Avenida Santa Efigênia, 139 Vila Paraíso Guarulhos/SP CEP 07242-100 Tel.: 55 11 49702130 / 49702127 PISO ELEVADO COM COMPENSADO DE

Leia mais

Agroecologia. Curso Agroecologia e Tecnologia Social um caminho para a sustentabilidade. Módulo 3 Aplicações da Agroecologia

Agroecologia. Curso Agroecologia e Tecnologia Social um caminho para a sustentabilidade. Módulo 3 Aplicações da Agroecologia Agroecologia Agroecologia Curso Agroecologia e Tecnologia Social um caminho para a sustentabilidade Módulo 3 Aplicações da Agroecologia Agroecologia aspectos teóricos e conceituais Capítulo 4 Aplicações

Leia mais

Parece madeira, mas é muito melhor. Manual de instalação

Parece madeira, mas é muito melhor. Manual de instalação Parece madeira, mas é muito melhor. Manual de instalação Índice 2 Ø FERRAMENTAS RECOMENDADAS... 06 Ø PERFIS ESPECIFICAÇÕES... 07 Ø DECK PLANO NO CONTRAPISO Preparação do local... 09 Espaçamento... 10 Fixação...

Leia mais

Sistema Laminar Alto. Ecotelhado

Sistema Laminar Alto. Ecotelhado Sistema Laminar Alto Sistema Laminar Alto Objetivo O Sistema Laminar Alto tem como objetivo proporcionar a laje plana, uma cobertura vegetada para conforto térmico do ambiente interno e maior convívio

Leia mais

FOLHETO TÉCNICO 1. CARACTERÍSTICAS

FOLHETO TÉCNICO 1. CARACTERÍSTICAS FOLHETO TÉCNICO As TELHAS PERKUS são produzidas com argila microgranulada conformada em prensas de grande capacidade de compactação, num processo de monoqueima em fornos a rolo, em temperaturas acima de

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO MONTAGEM E OPERAÇÃO DA FOSSA SÉPTICA BIODIGESTORA

MEMORIAL DESCRITIVO MONTAGEM E OPERAÇÃO DA FOSSA SÉPTICA BIODIGESTORA MEMORIAL DESCRITIVO MONTAGEM E OPERAÇÃO DA FOSSA SÉPTICA BIODIGESTORA 1. INTRODUÇÃO Este memorial descritivo se destina a orientar a montagem e a operação do sistema de tratamento de efluentes denominado

Leia mais

Sistema de condução da Videira

Sistema de condução da Videira Sistema de condução da Videira Reginaldo T. Souza EMBRAPA UVA E VINHO - EEVT Videiras em árvores Evolução no cultivo da videira Evolução no cultivo da videira Espaldeira Gobelet Latada Lira Mito ou realidade

Leia mais

f a z e r e revolucionar sua alimentação

f a z e r e revolucionar sua alimentação C o m o f a z e r sua horta em casa e revolucionar sua alimentação MANUAL PRÁTICO POR QUE TER UMA HORTA EM CASA? Sabe-se que a alimentação funciona como um combustível, e o organismo responde de acordo

Leia mais

ME-25 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE PENETRAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS

ME-25 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE PENETRAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS ME-25 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE PENETRAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. E NORMAS COMPLEMENTARES... 3 4. DEFINIÇÃO... 3

Leia mais

PRODUÇÃO DE PÓLEN APÍCOLA

PRODUÇÃO DE PÓLEN APÍCOLA PRODUÇÃO DE PÓLEN APÍCOLA Maria Luisa Teles Marques Florêncio Alves Zootecnista, Ms, PqC do Polo Regional Vale do Paraíba/APTA marialuisa@apta.sp.gov.br Os grãos de pólen ou simplesmente pólen, são estruturas

Leia mais

Reciclagem de Lixo. 38 Introdução a Reciclagem. Saneamento ecológico. Reciclagem 38 - Introdução a Reciclagem

Reciclagem de Lixo. 38 Introdução a Reciclagem. Saneamento ecológico. Reciclagem 38 - Introdução a Reciclagem Reciclagem 38 - Introdução a Reciclagem 99 5 Reciclagem de Lixo 38 Introdução a Reciclagem Neste capítulo vamos tratar dois tipos de reciclagem: a reciclagem de nutrientes através de saneamento ecológico,

Leia mais

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now.

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now. PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL INTEGRADO PDMI Instrumentos de Gestão Ambiental Anexo 12 - Arborização Urbana e Passeio Público (GAPP) A arborização deve ser sempre realizada respeitando os preceitos

Leia mais

RECICLANDO COM ARTE. Discutir o problema ambiental trazido pelo excesso de lixo gerado em nosso planeta.

RECICLANDO COM ARTE. Discutir o problema ambiental trazido pelo excesso de lixo gerado em nosso planeta. RECICLANDO COM ARTE OBJETIVO Discutir o problema ambiental trazido pelo excesso de lixo gerado em nosso planeta. METODOLOGIA Montamos uma oficina de reutilização e reciclagem de lixo em nosso Clube de

Leia mais

Olericultura. A Cultura do Morango. Nome Cultura do Morango Produto Informação Tecnológica Data Janeiro -2001 Preço - Linha Olericultura Resenha

Olericultura. A Cultura do Morango. Nome Cultura do Morango Produto Informação Tecnológica Data Janeiro -2001 Preço - Linha Olericultura Resenha 1 de 6 10/16/aaaa 11:54 Olericultura A Cultura do Morango Nome Cultura do Morango Produto Informação Tecnológica Data Janeiro -2001 Preço - Linha Olericultura Resenha Informações gerais sobre a Cultura

Leia mais