I CURSO DE APERFEIÇOAMENTO PARA NUTRICIONISTAS NA ÁREA DE ALIMENTAÇÃO COLETIVA - UAN

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1 PROJETO INTEGRADO CRN-3, SINESP E APAN I CURSO DE APERFEIÇOAMENTO PARA NUTRICIONISTAS NA ÁREA DE ALIMENTAÇÃO COLETIVA - UAN R E G U L A M E N T O CAPÍTULO I - CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROJETO E A INSTITUIÇÃO DO CURSO A Lei Federal nº 8.234/1991 determina que o planejamento, a organização, a direção, a supervisão e a avaliação de serviços de alimentação e nutrição são atividades privativas do nutricionista. Ainda, a Resolução CFN nº 380/2005 determina que compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições em Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN), planejar, organizar, dirigir, supervisionar e avaliar os serviços de alimentação e nutrição. Realizar assistência e educação nutricional a coletividade ou indivíduos sadios ou enfermos em instituições públicas e privadas. Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) é um conjunto de áreas com o objetivo de operacionalizar o provimento nutricional de coletividades. Consiste de um serviço organizado, compreendendo uma sequência e sucessão de atos destinados à fornecer refeições balanceadas dentro dos padrões dietéticos e higiênicos, visando assim, atender as necessidades nutricionais de seus clientes, de modo que se ajuste aos limites financeiros da Instituição (ABREU; SPINELLI; PINTO, 2007). A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), verificou que o consumo alimentar fora do domicílio, correspondeu a aproximadamente 16% da ingestão calórica total. Também observou maior frequência nas áreas urbanas, no gênero masculino, no grupo de adolescentes e no grupo de indivíduos com faixa de renda familiar per capita mais elevada. 1

2 A alimentação fora do domicílio ganhou destaque entre o período compreendido entre 2003 e 2009, sendo que a participação urbana nos gastos com alimentação subiu de um quarto (25,7%) para um terço (33,1%). O crescimento de consumo das refeições fora do domicílio pode ser explicado por fatores como a crescente urbanização, o aumento da participação da mulher no mercado de trabalho, as diferenças socioeconômicas e culturais, as mudanças na composição familiar, entre outros. No entanto, nem sempre a alimentação oferecida ou escolhida fora do domicílio é benéfica do ponto de vista nutricional à saúde. Estudos revelam que os consumidores buscam nos restaurantes diversas opções de alimentos, variedade de itens no cardápio, flexibilidade nas refeições e diversos tamanhos de porções (LUIZETTO et al., 2015; SANCHES; SALAY, 2011). A dimensão e a importância do setor de refeições coletivas na economia nacional podem ser medidas a partir dos números gerados pelo segmento no ano o mercado de refeições coletivas como um todo fornece 11 milhões de refeições/dia, movimenta uma cifra de 17,8 bilhões de reais por ano, oferece 195 mil empregos diretos, consome diariamente um volume de 6,5 mil toneladas de alimentos e representa para os governos uma receita de 1,8 bilhões de reais anuais entre impostos e contribuições (ABERC). Portanto, entendemos que as atividades realizadas nas UAN Unidades de Alimentação e Nutrição devem ser bem organizadas e monitoradas, tanto do ponto de vista técnico como sanitário, pelo nutricionista. Ainda, como compromisso social e profissional, deve-se investir na reeducação do brasileiro, no sentido de resgatar bons hábitos alimentares. CAPÍTULO II - DOS OBJETIVOS GERAL E ESPECÍFICOS ARTIGO 1º - Objetivo Geral O "I Curso de Aperfeiçoamento para Nutricionistas na área de Alimentação Coletiva UAN, organizado pelo CRN-3 (gestão 2014/2017), SINESP (gestão 2015/2020) e APAN (gestão 2014/2017), visa aperfeiçoar nutricionistas para atuação na área de Alimentação Coletiva UAN, além de outras modalidades de negócios no âmbito comercial de alimentação possibilitando uma ampliação do mercado de trabalho para esses profissionais e uma melhor qualidade do serviço prestado junto à população. ARTIGO 2º - Objetivos Específicos O Curso está sendo desenvolvido, com os seguintes objetivos específicos: 2

3 I. Fazer com que a sociedade que consome alimentação fora do lar (Institucional ou comercial) seja atendida por profissional habilitado no conhecimento da ciência da Nutrição, a fim de proporcionar benefícios à saúde e contribuindo para uma melhor qualidade de vida; II. Subsidiar o Nutricionista a desenvolver habilidades mais definidas e voltadas ao perfil dos estabelecimentos que fornecem alimentação/refeições a públicos diversos; III. Incentivar o Nutricionista a se aperfeiçoar nessa área de atuação e, dessa forma, contribuir com a sua atuação técnica para mudança nos índices epidemiológicos, hoje preocupantes na população brasileira, principalmente para a parcela que se alimenta fora do lar. CAPÍTULO III - DA MODALIDADE DO CURSO ARTIGO 3º O curso instituído em parceria com as demais entidades da categoria, SINESP e APAN, está sendo oferecido na modalidade de curso fechado (aperfeiçoamento), destinado aos nutricionistas que se inscreverem dentro do limite de vagas para o referido curso, que para este curso está previsto em 90 (noventa) vagas. Parágrafo único: Poderão participar do curso, estudantes do último ano da graduação em Nutrição, desde que inscritos na APAN. Serão destinadas 10 (dez) vagas para estudantes e sua inscrição realizada diretamente na APAN. CAPÍTULO IV - DA ORGANIZAÇÃO DO CURSO ARTIGO 4º O curso está sendo organizado pelas 3(três) Entidades supracitadas, que estão contribuindo com a sua experiência na formatação do curso, no seu conteúdo programático e no acompanhamento das atividades durante a sua realização. ARTIGO 5º A programação deste curso está prevista para um total de 24 (vinte e quatro) horas, distribuídas em 3 (três) dias do mês de setembro de 2016, sendo 3 sábados, no horário de 8h30 às 17h. 3

4 ARTIGO 6º Os professores convidados para apresentar o conteúdo dos temas previstos na programação serão de profissões diversas, conforme o tema, sendo a grande maioria composta por nutricionistas, todos convidados pelas 3 entidades envolvidas na organização. Parágrafo 1º - Está previsto que o conteúdo teórico das aulas deverá ser encaminhado previamente pelos docentes à Comissão Organizadora do curso, com antecedência de, no mínimo, uma semana. CAPÍTULO V DOS CRITÉRIOS DE CONTROLE DE FREQÜÊNCIA ARTIGO 8º A frequência do aluno será controlada pela Comissão Organizadora, por meio de formulários assinados em 2 períodos (manhã e tarde), todos os dias do curso. CAPÍTULO VI DO FORNECIMENTO DE CERTIFICADO DE APROVEITAMENTO ARTIGO 9º Será fornecido Certificado de Aproveitamento no curso aos profissionais que comparecerem a, pelo menos, 75% (setenta e cinco por cento) das atividades previstas. CAPÍTULO VII DOS CRITÉRIOS PARA INSCRIÇÃO ARTIGO 10 A inscrição é gratuita e será feita para os profissionais que estiverem devidamente inscritos no CRN-3, sem pendência financeira, e associados a uma das duas entidades parceiras deste projeto (APAN ou SINESP). ARTIGO 11 A inscrição será efetivada se o profissional estiver devidamente inscrito no CRN-3, sem pendência financeira e associado a uma das 02 entidades parceiras deste projeto (APAN e SINESP). 4

5 Parágrafo 1º - O profissional que se inscrever, não comparecer ao curso e não informar as entidades, em tempo hábil, a fim de ser feito um possível remanejamento da vaga para outro profissional, receberá uma notificação do CRN-3 a respeito desta conduta. CAPÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 12 Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pela Comissão Organizadora do curso. São Paulo, 23 de Agosto de 2016 Dra. Silvia M. F. Cozzolino Dr. Ernane S. Rosas Dra. Marli Brasioli Presidente CRN-3 Presidente SINESP Presidente APAN 5

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