Companhia Brasileira de Distribuição

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1 1 RESULTADOS DE 1999 Crescimento de vendas totais de 32,4% em 1999 (4,5% na mesma base de lojas) EBITDA cresce 55,9% (margem de 7,3%) Aumento de 48% na base de clientes São Paulo, Brasil, 15 de Fevereiro de A (CBD) anuncia hoje os resultados do ano de 1999 e do 4º trimestre de 1999 encerrado em 31 de dezembro de Vendas Líquidas As Vendas Líquidas Consolidadas da (CBD) atingiram no trimestre R$1.799,4 milhões, contra R$1.401,5 milhões no mesmo período do ano anterior, registrando um aumento de 28,4%. As vendas líquidas no ano de 1999 totalizaram R$5.803,2 milhões, o que representou um aumento de 32,4% em relação a Se considerarmos as vendas da rede Peralta no mês de Fevereiro de 1999, período em que estas lojas já operavam para a CBD mas ainda sob a bandeira Peralta, as vendas líquidas da Companhia totalizaram R$5.830,2 milhões. Evolução de Vendas Líquidas por Divisão Consolidado* Variação 99/98 (%) Em valores nominais (Legislação Societária) 4 o Trimestre Acumulado Ano Todas Lojas Mesmas Lojas Todas Lojas Mesmas Lojas Pão de Açúcar 9,4% 4,7% 19,3% 11,0% Extra 42,5% - 0,5% 51,2% 1,6% Barateiro 70,4% 3,1% 135,6% 7,4% Eletro - 12,8% - 12,5% -3,4% - 16,0% CBD 28,4% 0,8% 32,4% 4,5% Se considerarmos para 1999 as vendas líquidas da rede Peralta no mês de Fevereiro/1999 e para 1998 as vendas da rede Millo s no 1 o Trimestre, o mês de Junho para a rede Barateiro e as vendas da extinta Divisão Superbox período em que estas lojas ainda não estavam incorporadas às demais Divisões da Companhia o crescimento total de vendas em 1999 foi de 31,6%. Os valores de vendas mesmas lojas incluem apenas lojas com no mínimo 12 meses de operação. Dentre os fatores que contribuíram para o crescimento das vendas líquidas no exercício de 1999 destacamos: Crescimento de 41% na área média de vendas em relação a 1998, atingindo m 2 no final do exercício. Desempenho das lojas adquiridas das redes Peralta, Mogiano/Shibata, bem como das lojas arrendadas das redes Paes Mendonça e do Mappin; Efeito positivo do contínuo processo de remodelagem de lojas nas Divisões Pão de Açúcar e Barateiro e adequação de formatos em relação à zona primária onde as lojas estão localizadas. Crescimento de 48% no número de clientes da Companhia, alcançando 256 milhões de transações em Dentre os fatores que possibilitaram este aumento destacamos o processo acima mencionado de renovação de lojas, juntamente com os investimentos realizados pela Companhia em treinamento de funcionários e melhora no atendimento ao cliente.

2 Para efeito de comparação das vendas com o desempenho do mercado, no conceito todas as lojas, conforme publicado pela ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados), a CBD apresentou um aumento em moeda constante de 18,5% contra uma queda de 2,7% apresentada pelo setor em 1999, demonstrando um significativo ganho de participação de mercado. 2 Em moeda de poder aquisitivo constante (Indexada pelo IGP-DI) CBD ABRAS 1999 x 1998 (Todas as lojas) (Todas as lojas) 4 o Trimestre 8,8% - 2,5% Acumulado ano 18,5% - 2,7% Em moeda de poder aquisitivo constante (Indexada pelo IGP-DI) 4 o Trimestre Acumulado Ano Todas Lojas Mesmas Lojas Todas Lojas Mesmas Lojas Pão de Açúcar - 7,3% - 11,3% 7,8% 0,4% Extra 20,7% - 15,7% 35,8% - 8,1% Barateiro 44,2% - 12,7% 111,6% - 4,9% Eletro - 26,2% - 25,9% - 13,0% - 24,8% CBD 8,8% - 14,6% 18,5% - 5,7% Em função das divergências hoje existentes entre o IGP-DI e índices de inflação que melhor representem a evolução de preço dentro do setor, a ABRAS vem desenvolvendo estudos visando modificar o indexador. Tão logo haja esta definição, a CBD também estará adotando este mesmo indicador para apresentar ao mercado sua performance em valores reais. Se utilizarmos o IPCA, índice adotado pelo Governo no acompanhamento da inflação, e que em nossa opinião reflete com mais precisão os aumentos de preços no varejo, vendas mesmas lojas em moeda constante apresentaram uma variação negativa de 0,2%. No conceito mesmas lojas, as vendas líquidas em valores nominais, durante o 4 o trimestre/99, cresceram 0,8% comparadas ao 4 o trimestre/98. No acumulado ano registraram crescimento de 4,5% contra o ano anterior. A CBD conviveu durante 1999 com uma forte base de comparação no critério mesmas lojas em função do desempenho apresentado no ano anterior (crescimento de 12,5% em relação a 1997). Foi verificado um melhor desempenho dos formatos de supermercado, especialmente com a bandeira Pão de Açúcar, onde além de um grande participação de alimentos no seu mix de vendas, conta com um público alvo menos sensível à oscilações negativas na economia. A Divisão Extra e a Divisão Eletro foram penalizadas pelo fraco desempenho de vendas de produtos não alimentícios, em especial de eletro-eletrônicos.

3 3 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO EM LEGISLAÇÃO SOCIETÁRIA CONSOLIDADO 4º Trimestre Acumulado Ano R$ mil % % Receita Líquida de Vendas ,4% ,4% Custo das Mercadorias Vendidas ( ) ( ) 31,8% ( ) ( ) 32,6% Lucro Bruto ,6% ,8% Despesas(Receitas) Operac. Com Vendas ( ) ( ) 2,0% ( ) ( ) 25,6% Gerais e Administrativas (60.918) (64.524) -5,6% ( ) ( ) 21,4% Total de Despesas Operacionais ( ) ( ) 0,5% ( ) ( ) 24,7% Lucro Oper. Antes de Depreciação e Rec. (Desp.) Financ. EBITDA ,1% ,9% Depreciação (30.570) (30.769) -0,6% ( ) ( ) 39,0% Lucro Operac. Antes de Impostos e Rec. (Desp.) Financeiras EBIT ,5% ,1% Impostos e Taxas (12.153) (6.170) 97,0% (31.944) (21.268) 50,2% Receitas Financeiras ,7% ,0% Despesas Financeiras (98.424) (81.419) 20,9% ( ) ( ) 91,7% Variação Cambial (4.477) ( ) Receita (Desp.) Financ. Líquida ,0% ( ) ,5% Lucro Operacional ,6% ,9% Perda c/ Investimento em controlada (431) 0 (1.630) 0 Equivalência Patrimonial (420) Resultado não-operacional ,8% ,5% Lucro antes do I.R ,9% ,1% Imposto de Renda (29.499) (845) 3.391,0% (1.242) (39.235) - 96,8% Lucro Líquido ,3% ,0% Lucro/Prejuízo por lote de mil ações 0,86 0,43 100,0% 0,64 2,04-68,6% N o. De Ações (em milhares) No final do período ,1% ,1% % de Vendas Líquidas Lucro Bruto 25,9% 27,8% 27,0% 27,1% Total de Despesas Operacionais -18,0% -23,0% -19,7% -20,9% Despesas com Vendas -14,6% -18,4% -15,7% -16,6% Despesas Gerais e Administrativas -3,4% -4,6% -4,0% -4,4% EBITDA 7,9% 4,8% 7,3% 6,2% Depreciação -1,7% -2,2% -2,5% -2,3% EBIT 6,2% 2,6% 4,8% 3,9% Impostos e Taxas -0,7% -0,4% -0,6% -0,5% Receitas (Desp.) Financeiras Líquidas 0,7% 0,3% -3,2% 1,1% Lucro antes I.R. 6,3% 2,5% 1,1% 4,5% Imposto de Renda -1,6% -0,1% 0,0% -0,9% Lucro Líquido (Prejuízo) 4,6% 2,4% 1,1% 3,6% * Os valores de 1998 não incluem vendas de Millo s no primeiro trimestre e vendas de Barateiro no mês de Junho (período em que essas lojas não haviam sido incorporadas pela CBD). Os valores de 1999 não incluem as vendas da rede Peralta em Fevereiro, período em que estas lojas ainda não haviam sido incorporadas pela CBD.

4 4 BALANÇO PATRIMONIAL EM LEGISLAÇÃO SOCIETÁRIA CONSOLIDADO R$ mil 4º Trim/99 4º Trim/98 ATIVO Ativo Circulante Caixa e Bancos Aplicações Financeiras Crédito Financiamentos Curto Prazo Cheques Pré-Datados Cartões de Crédito e Outros Prov. p/ Devedores Duvidosos (16.845) (20.522) Adiantamento a Fornecedores Impostos a Recuperar Outras Contas a Receber Estoques Despesas do Exercício Seguinte Total do Ativo Circulante Ativos Não-Circulantes Contas a Receber Imposto de Renda Diferido Depósitos Judiciais Contas correntes com controladas Despesas Antecipadas Total dos Ativos Não-Circulantes Investimentos Imobilizado Diferido Variação Cambial Total do Ativo Permanente TOTAL ATIVO PASSIVO Passivo Circulante Fornecedores Financiamentos Moeda Nacional Moeda Estrangeira Obrigações por Compra de Ativos Debentures Impostos sobre Vendas Impostos Parcelados Salários e Encargos Dividendos Juros sobe o capital próprio e imposto de renda na fonte Conta corrente com controladora e outros Total do Passivo Circulante Exigível a Longo Prazo Financiamentos Moeda Nacional Moeda Estrangeira Obrigações por Compra de Ativos Debêntures Imposto de Renda Diferido e Parcelados Outras Provisões Total do Exigível a Longo Prazo Recursos Capitalizáveis Debêntures Patrimônio Líquido Capital Reservas de Capital Reservas de Lucros Total do Patrimônio Líquido Total de recursos capitalizáveis e Patrimônio Líquido TOTAL DO PASSIVO

5 5 Comentários da Diretoria Performance Operacional da CBD em 1999 (dados consolidados) O lucro bruto no ano de 1999 aumentou para R$ 1.567,4 milhões versus R$ 1.189,1 milhões do ano anterior, evoluindo 31,8%. Mesmo diante da maior participação de hipermercados no mix de lojas da Companhia, da crescente competição dentro do setor, além do período intenso de negociações com fornecedores em função da desvalorização cambial verificada em Janeiro/99, a CBD registrou uma margem bruta de 27,0%, praticamente estável em relação a 1998 (27,1%). Os principais fatores que beneficiaram a margem bruta durante o período foram: 1) intenso trabalho realizado no controle e prevenção de quebras, possibilitando a redução deste índice para 1,8% contra 2,0% em 1998; 2) melhores negociações com fornecedores, em função do aumento no volume de compras, bonificações por inaugurações de novas lojas e da maior centralização de compras no Centro de Distribuição e 3) desenvolvimento de produtos com elevada margem de contribuição. Crescimento do EBITDA de 55,9% O lucro antes de impostos, amortização e depreciação e resultado financeiro (EBITDA) cresceu 55,9% no ano de 1999, atingindo R$ 423,5 milhões, equivalente a 7,3% das vendas líquidas, contra 6,2% no ano anterior. A margem do EBITDA superou a meta inicialmente estabelecida pela Companhia de apresentar uma margem entre 6 e 7%, devido basicamente à manutenção dos ganhos de escala refletidos na margem bruta e ao maior volume de vendas, gerando diluição de despesas fixas. No 4 trimestre de 1999, a margem do EBITDA foi de 7,9% das vendas líquidas contra 4,8% no mesmo período de Destacamos também como ganho de produtividade, o aumento de compras por EDI (Electronic Data Interchange) atingindo 48% contra 32% no final de 1998, com reflexos positivos na administração de estoques, redução de stock out (índice de falta de mercadorias), redução de quebras e maior agilidade em logística. Lucratividade O resultado de R$ 62,0 milhões em 1999, inferior ao resultado de R$ 159 milhões apurado em 1998, foi impactado pela desvalorização do Real frente ao Dólar. A Companhia apurou uma perda cambial de R$210,3 milhões, tendo reconhecido R$152,2 milhões ao longo de 1999, ofuscando no resultado final os ganhos decorrentes do crescimento de vendas e da melhora da margem operacional obtidos. No 4 trimestre de 1999, a CBD registrou um lucro líquido de R$83,4 milhões, contra R$33,6 milhões no idêntico período de 1998, representando um crescimento de 148,2%. O expressivo aumento do lucro líquido do 4 trimestre de 1999 em relação ao mesmo período 1998, pode ser explicado por dois fatores principais: 1) aumento de 111,1% no EBITDA, em função do crescimento da Companhia, ganhos de eficiência e da existência de itens extraordinários no 4 trimestre de 1998 que afetaram a margem operacional daquele período e 2) incremento da receita financeira como resultado do ingresso de recursos provenientes da emissão de debêntures e aumento de capital. O Lucro Líquido por lote de mil ações em 1999 (calculado em legislação societária e baseado nas ações existentes em 31 de Dezembro de 1999) atingiu o valor de R$ 0,64 contra R$ 2,04 em No 4 o trimestre/99 a Companhia registrou um lucro líquido por lote de mil ações de R$0,86 contra R$0,43 no idêntico período de Dividendos A administração propôs, para deliberação da Assembléia Geral Ordinária, dividendos a serem distribuídos, calculados como se segue: R$ mil Lucro Líquido do exercício Reserva de lucros a realizar Reserva Legal (3.101) Base de Cálculo dos Dividendos (25%) Dividendo Mínimo Obrigatório As ações que têm direito integral, receberão R$0,188 por lote de mil ações, totalizando R$ mil e as ações que tem direito ao dividendo pro rata temporis, referentes ao aumento de capital privado realizado em 1999, receberão R$0,05469 por lote de mil ações, no montante de R$955 mil.

6 6 Grupo Casino como novo sócio e parceiro estratégico da CBD O ano de 1999 foi particularmente importante para a CBD. A Companhia anunciou a admissão do Grupo Casino como sócio e parceiro estratégico. Esta associação ocorreu através de uma emissão de debêntures conversíveis em ações preferenciais, seguida de uma subscrição privada de ações. A totalidade das debêntures conversíveis (297 mil, equivalentes à 6 bilhões de ações PN) emitidas foram adquiridas pelo Grupo Casino, representando um ingresso de recursos para a CBD da ordem de R$302,9 milhões. Da mesma forma, o Grupo Casino subscreveu 12,57 bilhões de ações ordinárias e bônus de subscrição em ações ordinárias (12,57 milhões), proporcionando recursos para a Companhia de R$1.031,7 milhões. O Grupo Casino também adquiriu 4,8 bilhões de ações preferenciais de um total de 4,9 bilhões de ações subscritas, proporcionando recursos de R$214,6 milhões à CBD. A totalidade de recursos que ingressaram na CBD na primeira fase da transação foi de R$1.549,2 milhões. É com imensa satisfação que recebemos o Grupo Casino como acionista da CBD e ressaltamos que os benefícios não se restringem somente ao ingresso de recursos para o crescimento da Companhia e redução do passivo de curto prazo. Ambas as partes estão sendo beneficiadas por um contínuo processo de troca de melhoras práticas em suas mais diversas áreas de atuação, bem como sinergias em compras globais e marcas próprias, entre outras. INVESTIMENTOS Com a consolidação do processo de expansão, modernização de lojas e aprimoramento dos sistemas de gestão, a CBD investiu, em 1999, R$785 milhões, e manteve sempre seu foco de desenvolvimento nos locais onde já está presente, diluindo custos fixos e administrativos e gerando maior produtividade na sua área operacional. Destacaram-se entre os principais investimentos do período: - Aquisição da Rede Peralta de Supermercados em fevereiro de 1999, décima quarta empresa do setor em faturamento em 1998 (R$ 326 milhões de faturamento bruto), com m2 de área de vendas e 38 lojas (37 supermercados e 1 hipermercado), localizadas no Estado de São Paulo. Durante o primeiro trimestre de 1999 a Companhia converteu 23 destas lojas para o formato Barateiro, 14 lojas para o formato Pão de Açúcar e o hipermercado para o formato Extra; - Arrendamento de 25 lojas da rede Paes Mendonça S.A. através da controlada Novasoc, sétima empresa do setor em faturamento em 1998 (R$829 milhões de faturamento bruto), com uma área de vendas de m2, distribuídas da seguinte forma: 10 hipermercados (1 loja em MG, 2 lojas em SP e 7 lojas no RJ) e 15 supermercados (3 lojas em SP e 12 lojas no RJ). Do total de 25 lojas, foram reformadas e reinauguradas 20 lojas (9 hipermercados e 11 supermercados) até 31/12/1999. Três lojas desta rede foram fechadas e uma foi transformada em depósito regional no Rio de Janeiro; - Aquisição de imóvel relativo ao hipermercado localizado em Belo Horizonte, anteriormente locado para a rede Paes Mendonça e que pertencia à Caixa dos Empregados da Usiminas (área de vendas de m2); - Aluguel dos imóveis e equipamentos de duas lojas anteriormente operadas pelo Mappin Lojas de Departamentos S/A (Mappin), localizadas na cidade de São Paulo, nos endereços Avenida Juscelino Kubitschek (Itaim) e Praça Ramos de Azevedo (Centro), por um período de 20 anos; - Aquisição da Rede Mogiano/Shibata, composta de 6 lojas, com área total de vendas de m 2 e com a expectativa de um faturamento bruto da ordem de R$ 220 milhões anuais; - Inauguração de quatro novos hipermercados Extra, tendo sido um inaugurado em outubro (Santo André) e outros três em novembro de 1999 (Aeroporto, Praça Ramos e Fortaleza), representando um aumento de área de vendas de m 2 ; - Ampliação da capacidade do Centro de Distribuição, através da construção de novo depósito em local adjacente ao atual, com área de m2, localizado na Rodovia Anhanguera SP, de forma a direcionar e otimizar as operações de logística de mercadorias de bazar neste novo espaço, bem como, disponibilizar uma maior área para a distribuição de frutas, legumes e verduras, assim como operações de Cross Docking no atual Centro de Distribuição; - Construção de um depósito no Rio de Janeiro, com m 2 de área de armazenagem, que concentrará as operações de mercearia, frutas, legumes e verduras e cross docking para produtos eletrônicos; - Abertura de uma nova loja Pão de Açúcar em Brasília e outra em Fortaleza;

7 7 - Conversão de 26 lojas Pão de Açúcar para o formato Barateiro; - Conversão de uma loja Barateiro para o formato Extra; - Reforma de 13 lojas Pão de Açúcar e 8 Hipermercados Extra; - Fechamento de três lojas Pão de Açúcar (sendo 1 em São Paulo, 1 em Fortaleza e 1 em Piauí), uma loja Barateiro em São Paulo, além de duas lojas da Divisão Eletro (em São Paulo). Movimentação de Lojas por Divisão Pão de Açúcar Extra Eletro Barateiro Peralta CBD Área de Vendas (m 2 ) Núm. de Funcionários 31/12/ Abertas Fechadas - - (2) - - (2) Convertidas (18) (38) - 31/03/ Abertas Fechadas (2) - - (1) - (3) Convertidas (1) /06/ Abertas Fechadas Convertidas /09/ Abertas Fechadas (1) (1) Convertidas (8) + 1 (1) /12/ Resumo das Conversões de lojas 3º Trim. 98 4º Trim. 98 1º Trim. 99 2º Trim. 99 3º Trim. 99 4º Trim. 99 Peralta Pão de Açúcar 14 Superbox Pão de Açúcar 2 Pão de Açúcar Barateiro Peralta Barateiro 23 Superbox Barateiro 2 Superbox Extra 3 2 Barateiro Extra Peralta Extra 1 Extra Pão de Açucar 1

8 8 Detalhamento de Vendas Líquidas por Divisão Consolidado* Em R$ milhares nominais (Legislação Societária) OUTUBRO 1999 % 1998 % Var.(%) Pão de Açúcar ,1% ,9% 9,1% Extra ,2% ,8% 50,1% Barateiro ,6% ,0% 35,5% Eletro ,1% ,3% -9,4% CBD ,0% ,0% 28,2% NOVEMBRO 1999 % 1998 % Var.(%) Pão de Açúcar ,0% ,0% 9,2% Extra ,6% ,4% 44,4% Barateiro ,9% ,8% 74,5% Eletro ,5% ,8% -7,7% CBD ,0% ,0% 29,6% DEZEMBRO 1999 % 1998 % Var.(%) Pão de Açúcar ,5% ,3% 9,8% Extra ,6% ,2% 36,7% Barateiro ,2% ,7% 102,0% Eletro ,7% ,8% -17,8% CBD ,0% ,0% 27,7% 4 o TRIMESTRE 1999 % 1998 % Var.(%) Pão de Açúcar ,3% ,7% 9,4% Extra ,3% ,2% 42,5% Barateiro ,9% ,0% 70,4% Eletro ,5% ,1% -12,8% CBD ,0% ,0% 28,4% ACUM. ANO 1999 % 1998 % Var.(%) Pão de Açúcar ,3% ,9% 19,3% Extra ,2% ,1% 51,2% Barateiro ,7% ,5% 135,6% Eletro ,3% ,3% -3,4% Peralta ,5% CBD ,0% ,0% 31,6% * Inclui vendas líquidas da rede Peralta no mês de Fevereiro/1999, período em que estas lojas ainda não estavam incorporadas às demais Divisões da Companhia. Da mesma forma o 1 o Trimestre/1998 inclui vendas consolidadas com a rede Millo s. Os totais também incluem as vendas da extinta Divisão Superbox e o mês de Junho da Divisão Barateiro em * Não considerando as vendas acima mencionadas o crescimento em 1999 foi de 32,4%.

9 9 Índices de Produtividade Em R$ - nominais (Legislação Societária) Vendas por m 2 / mês 4T/99 4T/98 Var (%) Ano 1999 Ano 1998 Var (%) Pão de Açúcar ,4% ,4% Extra ,1% ,2% Barateiro ,4% ,9% Eletro ,3% ,8% CBD ,6% ,7% Vendas por Funcionário/ mês 4T/99 4T/98 Var (%) Ano 1999 Ano 1998 Var (%) Pão de Açúcar ,1% ,3% Extra ,2% ,6% Barateiro ,2% ,9% Eletro ,8% ,4% CBD ,1% ,2% Ticket Médio 4T/99 4T/98 Var (%) Ano 1999 Ano 1998 Var (%) Pão de Açúcar 17,3 17,4-0,6% 16,9 16,7 1,2% Extra 37,1 43,0-13,7% 36,3 43,1-15,8% Barateiro 13,7 15,6-12,2% 12,5 15,0-16,7% Eletro 194,5 204,8-5,0% 194,2 194,5-0,2% CBD 24,4 26,3-7,2% 22,8 25,5-10,6% Vendas por Checkout/ mês 4T/99 4T/98 Var (%) Ano 1999 Ano 1998 Var (%) Pão de Açúcar ,1% ,9% Extra ,6% ,2% Barateiro ,3% ,0% Eletro ,1% ,9% CBD ,3% ,2% * Os dados referentes a área de vendas, funcionários e checkouts foram calculados baseado em valores médios proporcionais ao período em que as lojas estiveram abertas. Composição de Vendas (% sobre vendas líquidas) 4º Trim. 98 1º Trim. 99 2º Trim. 99 3º Trim. 99 4º Trim A vista 53,8% 56,2% 55,8% 55,9% 57,0% 51,6% 56,3% Cartão de crédito 21,5% 22,9% 23,0% 22,8% 22,5% 21,7% 22,7% Ticket alimentação 7,3% 7,2% 6,9% 6,2% 5,6% 7,5% 6,4% A prazo 17,4% 13,7% 14,3% 15,1% 14,9% 19,2% 14,6% Cheques pré datado 11,9% 10,5% 10,4% 10,5% 9,4% 13,5% 10,2% Crediário 5,5% 3,2% 3,9% 4,6% 5,5% 5,7% 4,4% Dados por Divisão em 31 de Dezembro de 1999 # Checkouts # funcionários # lojas Área de Vendas (m 2 ) Pão de Açúcar Extra Barateiro Eletro Total Lojas Administração CBD

10 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO EM LEGISLAÇÃO SOCIETÁRIA NÃO CONSOLIDADO (somente CBD) 4º Trimestre Acumulado Ano R$ mil % % Receita Líquida de Vendas ,3% ,6% Custo das Mercadorias Vendidas ( ) ( ) 16,1% ( ) ( ) 27,1% Lucro Bruto ,2% ,2% Despesas(Receitas) Operac. Com Vendas ( ) ( ) -9,4% ( ) ( ) 17,1% Gerais e Administrativas (59.895) (64.524) -1,8% ( ) ( ) 20,9% Total de Despesas Operacionais ( ) ( ) -7,9% ( ) ( ) 17,9% Lucro Oper. Antes de Depreciação e Rec. (Desp.) Financ. EBITDA ,7% ,0% Depreciação (27.215) (30.769) 40,3% ( ) ( ) 34,8% Lucro Operac. Antes de Impostos e Rec. (Desp.) Financeiras EBIT ,0% ,2% Impostos e Taxas (11.312) (6.170) 48,4% (30.496) (21.268) 43,4% Receitas Financeiras ,6% ,7% Despesas Financeiras (85.182) (81.419) -30,1% ( ) ( ) 82,3% Variação Cambial (4.477) - ( ) - Receita (Desp.) Financ. Líquida ,8% ( ) ,0% Lucro Operacional ,8% ,2% Perda c/ Investimento em controlada (759) - (2.806) - Equivalência Patrimonial - - (1) (420) Resultado não-operacional ,8% ,5% Lucro antes do I.R ,2% ,9% Imposto de Renda (29.601) (845) 3.403,1% (1.614) (39.235) - 95,9% Lucro Líquido ,3% ,0% Lucro/Prejuízo por lote de mil ações 0,86 0,43 100,0% 0,64 2,04-68,6% N o. De Ações (em milhares) No final do período ,1% ,1% % de Vendas Líquidas Lucro Bruto 26,0% 27,8% 26,8% 27,1% Total de Despesas Operacionais -17,8% -23,0% -19,5% -20,9% Despesas com Vendas -14,0% -18,4% -15,3% -16,6% Despesas Gerais e Administrativas -3,8% -4,6% -4,2% -4,4% EBITDA 8,2% 4,8% 7,3% 6,2% Depreciação -1,7% -2,2% -2,5% -2,3% EBIT 6,5% 2,6% 4,9% 3,9% Impostos e Taxas -0,7% -0,4% -0,5% -0,5% Receitas (Desp.) Financeiras Líquidas 1,3% 0,3% -3,1% 1,1% Lucro antes I.R. 7,1% 2,5% 1,1% 4,5% Imposto de Renda -1,9% -0,1% 0,0% -0,9% Lucro Líquido (Prejuízo) 5,2% 2,4% 1,1% 3,6% * Os valores de 1998 não incluem vendas de Millo s no primeiro trimestre e vendas de Barateiro no mês de Junho (período em que essas lojas não haviam sido incorporadas pela CBD). Os valores de 1999 não incluem as vendas da rede Peralta em Fevereiro, período em que estas lojas ainda não haviam sido incorporadas pela CBD. 10

11 11 BALANÇO PATRIMONIAL EM LEGISLAÇÃO SOCIETÁRIA (somente CBD) R$ mil 4º Trim/99 4º Trim/98 3º Trim/99 ATIVO Ativo Circulante Caixa e Bancos Aplicações Financeiras Crédito Financiamentos Curto Prazo Cheques Pré-Datados Cartões de Crédito e Outros Prov. p/ Devedores Duvidosos (16.133) Adiantamento a Fornecedores Impostos a Recuperar Outras Contas a Receber Estoques Despesas do Exercício Seguinte Total do Ativo Circulante Ativos Não-Circulantes Financiamentos (Crediário) Imposto de Renda Diferido Depósitos Judiciais Companhias Ligadas- Coligadas Despesas Antecipadas Total dos Ativos Não-Circulantes Investimentos Imobilizado Diferido Variação Cambial Total do Ativo Permanente TOTAL ATIVO PASSIVO Passivo Circulante Fornecedores Financiamentos Moeda Nacional Moeda Estrangeira Obrigações por Compra de Ativos Debentures Impostos sobre Vendas Impostos Parcelados Salários e Encargos Dividendos Juros sobre o capital pópio e imposto de renda na fonte Conta corrente com controladora e outros Total do Passivo Circulante Exigível a Longo Prazo Financiamentos Moeda Nacional Moeda Estrangeira Obrigações por Compra de Ativos Debêntures Imposto de Renda e Parcelados Outras Provisões Total do Exigível a Longo Prazo Recursos Capitalizáveis Debêntures Patrimônio Líquido Capital Reservas de Capital Reservas de Lucros Total do Patrimônio Líquido Total de Recursos Capitalizáveis e Patrimônio Líquido TOTAL DO PASSIVO

12 12 HISTÓRICO DE CONVERSÃO DE DEBÊNTURES Conversão de Debêntures em Ações Preferenciais Durante o ano 1999 Debêntures emitidas (saldo) Debêntures Convertidas Saldo Final Quantidade de Ações PN convertidas Valor do Aumento de Capital (R$ mil) 1 o emissão (50) o emissão (2.000) Total 2 o trimestre (2.050) o emissão o emissão (3.850) Total 3 o trimestre (3.850) o emissão (14.704) o emissão (17.525) Total 4 o trimestre (32.229) Total Ano (38.129) Fatos Subsequentes 1) Programa de Investimentos para o ano 2000 Em 20 de Dezembro de 1999, a CBD anunciou sua proposta de Programa de Investimentos para o ano 2000, elaborado e discutido na reunião do Conselho de Administração realizada em 7 de Dezembro de 1999 e aprovada em Assembléia Geral Extraordinária no dia 23 de Dezembro de Este Programa de Investimentos prevê como principais pontos a abertura de 46 a 50 lojas e a reforma de aproximadamente 140 lojas, totalizando R$700 milhões. O aumento estimado na área de vendas da Companhia será de 15 a 20%, com a criação de cerca de 8,000 novos empregos diretos. No formato Hipermercados, a CBD planeja abrir de 6 a 8 novas lojas Extra e reformar 3 Hipermercados. A Companhia também envidará esforços para aquisição de terrenos em pontos estratégicos, visando a continuidade do crescimento orgânico desta Divisão. Para o formato Supermercados, o destaque será para a Divisão Barateiro, que deverá crescer prioritariamente na Grande São Paulo, através da abertura de cerca de 30 novas lojas. Além disso, dando continuidade ao Programa New Face, cerca de 30 outras lojas passarão por um processo de renovação. Na Divisão Pão de Açúcar, o principal foco da Companhia será a continuidade do processo de remodelagem de lojas, que contemplará cerca de 59 pontos de venda no ano Com relação ao crescimento orgânico desta Divisão, a CBD pretende abrir entre 2 e 4 lojas durante este período. A Divisão Eletro, rede de utilidades domésticas e equipamentos eletrônicos, concentrará esforços no Projeto Eletro do Futuro, o qual inicialmente envolverá a completa renovação do lay-out de 48 lojas. Está prevista também a abertura de 8 novas lojas nesta Divisão. O Programa de Investimentos da CBD também direcionará R$82 milhões (já incluídos no Investimento Total) à logística, distribuição, tecnologia da informação e consultorias para o desenvolvimento de novos sistemas, dando seqüência à contínua busca por ganhos de eficiência operacional. 2) Investimentos em Business to Supplier (B2S) O Grupo Pão de Açúcar acaba de lançar um projeto de E-commerce, o que utiliza a Internet para a troca de informações eletrônicas entre a companhia e seus fornecedores. Depois de ter sido pioneiro no lançamento de um sistema de Business-to-Consumer o Pão de Açúcar Delivery, em 1995 o Grupo agora investe R$ 6 milhões no Business-to-Supplier (B2S) com o sistema permitirá ao Grupo Pão de Açúcar e a seus fornecedores realizar, através da rede, pedidos de compra e venda, emitir e processar notas fiscais, fazer avisos de pagamento e trocar informações em tempo real sobre vendas e posição de estoques, agilizando e reduzindo custos na cadeia de fornecimento. A meta da companhia é que até o final deste ano todos os seus fornecedores (mercadorias, serviços e suprimentos) estejam integrados ao sistema hoje, 48,7% das compras do grupo já são feitas eletronicamente, via EDI (Eletronic Data Interchange). A empresa

13 considera como tendência a Internet substituir o EDI como interface no Business-to-Supplier devido a um menor custo para o usuário, maior facilidade de interação e mudança cultural em relação à segurança no tráfego de dados e informações. Para que o fornecedor se integre ao sistema via Internet, basta que tenha um microcomputador e um browser. O Pão de Açúcar entra com todo o suporte e serviço de uma assessoria técnica especialmente para integrar os fornecedores. O lançamento do está dentro do investimento total de R$82 milhões que o Grupo Pão de Açúcar fará na área de tecnologia e logística este ano. 13 Ricardo Florence dos Santos Dir. de Relações com o Mercado - CBD Fone: 55 (11) Fax: 55 (11) Fernando Tracanella Fone: 55 (11) Website: Mônica Lopes Edelman Financial Fone: 001(212) Fax: 1(212)

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